View allAll Photos Tagged implementation,

Este año, la Casa del Deporte implementará un total de 19 escuelas gratuitas en Viña del Mar, con once disciplinas entre las que se encuentran como novedades el balonmano y la halterofilia.

Entre las postales que dejaron los X Juegos Suramericanos ODESUR Santiago 2014, además de la histórica cosecha de medallas que completaron un total de 129 preseas para nuestro país, se cuentan recintos repletos de público vitoreando a deportistas como si se tratasen de eliminatorias mundialistas de futbol, evidenciando el gran interés y pasión que sienten los chilenos por deportes muy distintos al balompié.

Consciente de esta atención por variadas disciplinas, es que la Ilustre Municipalidad de Viña del Mar, a través de la Casa del Deporte, hace ya casi una década, ha implementado de forma gratuita en toda la ciudad, un programa compuesto por Escuelas Deportivas, y que este año junto a las ya clásicas Tenis, taekwondo, Karate, Natación, Basquetbol, Hockey Patín, Gimnasia Rítmica, Voleibol y Rugby, trae importantes novedades, como la inclusión de dos nuevas especialidades deportivas.

El programa de Escuelas Deportivas, este 2014, da la bienvenida a su oferta al cada día más popular Balonmano o Handball, y que después de la brillante participación de las selecciones chilenas masculinas y femeninas de la disciplina, premiadas con bronce en ODESUR 2014, y que justamente jugaron en Viña del Mar, es que niños, jóvenes y adultos, pusieron sus ojos sobre esta entretenida rama deportiva.

Junto con el balonmano, la Halterofilia o Levantamiento Olímpico de Pesas, también se suma al programa Escuelas Deportivas, y consiste en el levantamiento de la mayor cantidad de peso posible en una barra en cuyos extremos se fijan varios discos, los cuales determinan el peso final que se levanta, y que reciben el nombre de “haltera”.

Orientadas a niños entre 7 y 14 años, las Escuelas Deportivas 2014, suman un total de diecinueve, y para la inscripción en cualquiera de las once disciplinas de este año, sólo hay que asistir al lugar, el día y la hora fijada para la clase, y llenar una matrícula gratuita con los datos personales del alumno, y la firma de un apoderado mayor de edad autorizando la participación del menor en el taller. Te esperamos!

Stuff leaning against my shed

Paranapiacaba: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por concessão, um grupo inglês explorou o sistema ferroviário na Serra do Mar. E o primeiro sistema implementado foi o sistema funicular: com cabos e máquinas fixas. A primeira linha, com onze quilômetros de extensão, foi inaugurada em 1867 pelo grupo São Paulo Railway. Ela começou a ser construída em 1862 e teve como um dos maiores acionistas e idealizadores o lendário Barão de Mauá. Em 1859, ele chamou o engenheiro ferroviário britânico James Brunlees, que veio ao Brasil e deu viabilidade ao projeto. A execução de tal projeto foi de responsabilidade de outro engenheiro inglês, Daniel Makinson Fox. Um ponto curioso é que pela instabilidade do terreno, a construção da estrada de ferro foi quase artesanal. Não se utilizou explosivos por medo de desmoronamento. As rochas foram cortadas com talhadeiras e pequenas ferramentas manuais. Paredões de até 3 metros e 20 centímetros de altura foram construídos ao logo do traçado da estrada de ferro. A segunda linha começou a funcionar em 1900. Além de dar mais força ao sistema, os cabos e as máquinas fixas economizam energia para a operação dos trens. No entanto, vários acidentes eram registrados, principalmente pelo rompimento dos cabos. Havia uma espécie de freio, a tenaz, que agarrava os cabos para evitar a saída dos trens dos trilhos. Nem sempre o sistema, no entanto, funcionava de maneira satisfatória. Em 1956, um grande acidente foi evitado pelo maquinista na época, Romão Justo Filho, nascido em Paranapiacaba no mês de março de 1911, filho de maquinista também. Se a composição descarrilasse, cerca de 150 pessoas poderiam perder a vida. Através da utilização correta do sistema da tenaz, Romão foi “agarrando” aos poucos o cabo até que o trem parasse.

Os cabos do locobreque levavam desenvolvimento e riqueza para a região do ABC Paulista e de Santos. Tanto é que a companhia inglesa criou em 1896 uma vila essencialmente de ferroviários, com construções de madeira no estilo inglês. Em 1907, a Vila foi chamada de Paranapiacapa, mas até 1945 a estação continuou a ser chamada de Alto da Serra. A Vila possuía todos os recursos da época para os maquinistas, fiscais e “foguistas” – responsáveis pela alimentação da fornalha da máquina fixa e da máquina dos trens. Além de um mercado, de um posto de saúde, de um vagão-ambulância e até um vagão funerário, onde o velório era feito dentro da composição entre Santos e Paranapiacaba, os funcionários possuíam um centro de recreação, o União Lira Serrano, e um Campo de Futebol. No União Lira Serrano eram exibidos filmes, shows musicais e realizados bailes temáticos. A concessão da linha da Serra do Mar não foi apenas glórias e desenvolvimento. Fatos até hoje não explicados satisfatoriamente marcaram a história dos trilhos por onde circularam os Locobreques. Exemplos são os incêndios da Estação da Luz, dois dias antes da primeira etapa da concessão dos ingleses terminar, em 1946, e na velha estação de Paranapiacaba, em 1981. Antes mesmo do incêndio, a estação já havia sido desativada em 1977 e substituída pelo prédio atual. O relógio estilo inglês foi poupado no incêndio e deslocado para uma torre mais alta que a anterior. Nos dois incêndios, tanto na Estação da Luz quanto em Paranapiacaba, a suspeita principal é de motivação criminosa. Milhões de reais foram gastos para a reconstrução da Estação da Luz, que passou por décadas ainda sentido os efeitos do incêndio. Tanto é que ela teve de ser restaurada. A obra de restauração completa foi entregue somente em 2004, data dos 450 anos da cidade de São Paulo. A Estação da Luz teve três etapas fundamentais: Ela foi inaugurada em 1867, num pequeno prédio na região central da capital paulista. A demanda de passageiros foi aumentando aos poucos, e cerca de 15 anos depois o pequeno prédio foi demolido e um outro maior foi construído. A cidade crescia muito rapidamente e a estação teve de aumentar ainda mais. Em 1890 começaram as obras da estação na configuração atual. Em 1900, o segundo prédio antigo foi demolido e em 1901, a nova estação foi inaugurada. Obras constantes de modificações e ampliações foram realizadas ao longo das décadas na Estação da Luz, já que além da demanda de passageiros ser maior, o número de linhas férreas urbanas também cresceu. Antes mesmo do Locobreque, na Serra do Mar, uma primitiva máquina de madeira, também tracionada por cabos fazia o transporte entre os cinco patamares. Era a Serrabreque. Durante a operação da Serrabreque, Barão de Mauá era um dos administradores. Posteriormente, na vila de Paranapiacaba, os ingleses, no alto de uma subida, construíram uma mansão, que servia de centro de controle operacional. Apelidada pelos ferroviários de "Castelinho", a posição do local proporcionava uma privilegiada visão do sistema e de toda a estrutura da vila de Paranapiacaba. O sistema ferroviário da Serra do Mar era composto por diversos túneis, que eram alvos de lendas e histórias assombradas disseminadas pelos próprios ferroviários. Algumas dessas lendas tiveram origem no fato de muitos operários terem morrido na construção desses túneis.

Pátio ferroviário, estações e relógio:

A São Paulo Railway inaugurou sua linha férrea em 16 de fevereiro de 1867. Servia como transporte de passageiros e meio de localizada na então freguesia de São Bernardo. No ano de 1898, foi erguida uma nova estação com madeira, ferro e telhas francesas trazidos da Inglaterra. Esta estação tinha, como característica principal, o grande relógio fabricado pela Johnny Walker Benson, de Londres, que se destacava no meio da neblina muito comum naquela região. Com o aumento do volume e peso da carga transportada, foi iniciada em 1896 a duplicação da linha férrea, paralela à primeira, a fim de atender à crescente demanda. Essa nova linha, também denominada de Serra Nova, era formada por 5 planos inclinados e 5 patamares, criando um novo sistema funicular. Os assim chamados novos planos inclinados atravessavam 11 túneis em plena rocha, enfrentando o desnível de 796 metros que se iniciava no sopé da serra, em Piaçagüera, no município de Cubatão. O traçado da ferrovia foi retificado e suavizado e ampliaram-se os edifícios operacionais. A inauguração deu-se em 28 de dezembro de 1901. A primeira estação foi desativada e reutilizada, posteriormente, como cooperativa dos planos inclinados. A 15 de julho de 1945, a "Estação do Alto da Serra" passa a se denominar "Estação de Paranapiacaba". A 13 de outubro de 1946, a São Paulo Railway foi encampada pela União, criando-se a "Estrada de Ferro Santos-Jundiaí". Somente em 1950 a rede passa a unir-se à Rede Ferroviária Federal. Em 1974, é inaugurada o sistema de cremalheira aderência. No ano de 1977, a segunda estação foi desativada, dando lugar à atual estação. O relógio foi transferido do alto da estação anterior para a base de tijolo de barro atual. A 14 de janeiro de 1981, ocorreu um incêndio na antiga estação, destruindo-a completamente. O sistema funicular foi desativado em 1982. Em 2010, o Correio fez lançamento de selo postal ostentando o patrimônio ferroviário de Paranapiacaba.

Museu do funicular:

Trata-se da exibição das máquinas fixas do quinto patamar da segunda linha e a do quarto patamar da primeira linha, que transportavam o trem por meio do sistema funicular.

No museu, há, também, a exposição de diversos objetos de uso ferroviário, fotos e fichas funcionais de muitos ex-funcionários da ferrovia.

O locobreque:

O "locobreque" tinha a função de frear a composição na descida da serra e simultaneamente empurrava outra composição que subia. O cabo entre as duas máquinas passava por uma grande roda volante, chamada de "máquina-fixa" que ficava em cada um dos cinco patamares. Do nome inglês original, loco-brake, a máquina funcionava pela queima de carvão ou madeira numa fornalha, abastecida pelo foguista, que trabalhava ao lado do maquinista. As máquinas "locobreque" foram construídas em 1901 por Robert Stephenson & Co. Ltd. O sistema funicular proporcionava maior economia de energia gasta pelo "locobreque" e possibilitava o desempenho do trem nos aclives e declives. Havia uma inclinação de 8 graus entre cada um dos cinco patamares. Quando subia a Serra do Mar, o "locobreque" empurrava os vagões, que ficavam na frente da máquina. Quando descia, ele segurava os vagões, que ficavam atrás da máquina. Como o trem não tinha marcha-ré, havia um sistema chamado popularmente de "viradouro", através do qual os funcionários invertiam o sentido da locomotiva, girando a máquina em torno de si mesma. Antes do "locobreque" havia uma primitiva máquina de madeira, também tracionada por cabos, que fazia o transporte entre os cinco patamares. Era o "serrabreque". Durante a operação do "serrabreque", o Barão de Mauá ainda era um dos financistas da companhia. Até a metade do século XX, o transporte ferroviário era sinônimo de luxo. E um dos marcos foi o trem Cometa, que fazia a linha Santos – São Paulo. O trem possuía serviço de bordo e poltronas leito, como as de ônibus. Além dele, também havia os trens Estrela, Planeta e Litorina (Semi-luxo).

Museu do castelo:

Essa residência, também denominada de "Castelinho", situa-se entre a Vila Velha e a Vila Martin Smith. Localizada no alto de uma colina, com uma excelente vista privilegiada para toda a vila ferroviária, foi construída por volta de 1897 para ser a residência do engenheiro-chefe, que gerenciava o tráfego de trens na subida e descida da Serra do Mar, o pátio de manobras, as oficinas e os funcionários residentes na vila. Sua imponência simbolizava a liderança e a hierarquia que os ingleses impuseram a toda a vila; ela é avistada de qualquer ponto de Paranapiacaba. Dizia-se que de suas janelas voltadas para todos os lados de Paranapiacaba, o engenheiro-chefe fiscalizava a vida de seus subordinados, não hesitando em demitir qualquer solteiro que estivesse nas imediações das casas dos funcionários casados. No decorrer de mais de um século de uso, foram feitas várias reformas e tentativas de recuperação de seu aspecto original; as maiores reformulações foram realizadas nas décadas de 1950 e 1960. Foi restaurado pela prefeitura de Santo André em parceria com a World Monuments Fund.

Casas dos engenheiros:

Característica da arquitetura hierarquizada de Paranapiacaba, as casas habitadas pelos engenheiros e suas famílias eram de alto padrão. Grandes e avarandadas, foram construídas em madeira nos tempos da São Paulo Railway, com plantas baixas individualizadas; depois, em alvenaria nos tempos da Rede Ferroviária Federal, com mesmo padrão de plantas. Muitas sofreram reformas em vários momentos, principalmente com a chegada da RFFSA. Uma das caracteríticas que chama a atenção é a cobertura do imóvel, pois somente com estudos elaborados pelos conselhos de reconhecimento, concluiu-se que o material das telhas não era ardósia, e sim fibrocimento, introduzidos provavelmente a partir da década de 50 entre alguma das reformas que sofreram.

Casas de solteiros:

Características da arquitetura hierarquizada de Paranapiacaba, as casas de solteiros eram conhecidas como barracos. Foram construídas em madeira, exceto duas em alvenaria. Essa tipologia foi criada pela São Paulo Railway, e a Rede Ferroviária Federal deu continuidade, construindo-as em alvenaria. A planta dessas casas possui

dormitórios, sanitários e cozinha para pequenas refeições, serviam para alojar o grande fluxo de homens solteiros, que preenchiam as vagas de ferroviários. Havia poucos sanitários e chuveiros, já que os trabalhadores se revezavam em turnos.

 

SC POLIGONO MERIDA

ASES GLADYS SANCHEZ

VANESA PALMA

The Government of Alberta has directed Alberta Health Services (AHS) to proceed carefully in implementing a portion of their plan.

 

There will be no job losses for nurses or for other front-line clinical staff. Any reduction in full-time equivalent positions will be in keeping with proactive disclosures announced in the fall of 2019.

 

A minimum of 100 management positions will be eliminated and a full review of senior AHS executives will be completed before the end of the fiscal year.

 

Alberta’s government has directed that only a portion of the actions identified in the implementation plan proceed, changes that are expected to yield up to $600 million in annual savings.

 

“The pandemic has changed everything. As a result, AHS has been directed to proceed carefully, putting patient care above all else. As a first step, AHS has been directed to eliminate a minimum of 100 management positions and to proceed with previously announced contracting work. This approach will allow us to strike the right balance between supporting the COVID-19 response and Alberta’s challenging fiscal situation.” said Tyler Shandro, Minister of Health.

 

Plans to contract out laundry services and community lab services, both announced in 2019, will continue. Requests for proposals (RFPs) for these services will be issued before the end of the year. About 70 per cent of community lab services is currently provided by the private sector, while about 68 per cent of health-care laundry is already cleaned by the private sector.

 

AHS has been given the go ahead to proceed with developing business cases for both environmental and food preparation services in 2022 and 2023. Both business cases will be subject to review and approval by the Government of Alberta.

 

AHS will also streamline non-clinical and back office operations, including optimizing distribution and inventory management and strengthening staff scheduling and overtime management systems. Job losses will be minimized in these areas.

 

“Alberta’s response to the pandemic has been the primary focus of the entire health-care system over the past seven months. The care and well-being of Albertans will always be our first priority. We remain fully committed to continuing to improve the financial sustainability of the organization, and will implement some of the review recommendations in a strategic and paced approach that ensures front-line health-care workers and Albertans are supported throughout the pandemic.” said Dr. Verna Yiu, president and CEO, Alberta Health Services.

 

(photography by Chris Schwarz/Government of Alberta)

Antique Farm Implement,

Penn Farm Agricultural Heritage Center.

Cedar Hill State Park. Cedar Hill, Texas.

Dallas County. 24 December 2018.

Olympus E-P5. Panasonic Lumix G Vario 45-200mm f/4-5.6 II.

(56mm) f/8 @ 1/125 sec. ISO 1000.

Implementing the 2020 sulphur limit

 

The 0.50% limit on sulphur in fuel oil on board ships (outside designated emission control areas) will come into effect on 1 January 2020. Ensuring consistent implementation of the 0.50% requirement is a key item on the agenda of IMO’s Sub-committee on Pollution Prevention and Response (PPR) which meets this week (5-9 February) at IMO headquarters, London. The meeting will also continue to look at how to measure black carbon emissions from shipping.

 

Other matters on the agenda include the development of further guidance to support the implementation of the Ballast Water Management Convention, including ballast water sampling and analysis. Revised guidelines for the use of dispersants for combating oil pollution at sea, which take into account experience from the Deepwater Horizon incident are expected to be finalised.

 

The ongoing revision of the product lists in international code for carriage of chemicals in bulk will continue, as well as specific consideration of requirements to address the discharge of high-viscosity solidifying and persistent floating products (such as certain vegetable oils).

The meeting will also consider including new controls on the biocide cybutryne in the convention for the Control of Harmful Anti-fouling Systems on Ships (AFS Convention).

 

The meeting was opened by IMO Secretary-General Kitack Lim and is being chaired by Mr Sveinung Oftedal (Norway).

 

This is a gorgeous set of kitchen implements in a jug, all by Rosti, Denmark. They are in melamine. I have searched for these for some time, preferring them to the tacky modern stainless steel ones. The avocado color was very popular in the UK in the late 60's!

Paranapiacaba: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por concessão, um grupo inglês explorou o sistema ferroviário na Serra do Mar. E o primeiro sistema implementado foi o sistema funicular: com cabos e máquinas fixas. A primeira linha, com onze quilômetros de extensão, foi inaugurada em 1867 pelo grupo São Paulo Railway. Ela começou a ser construída em 1862 e teve como um dos maiores acionistas e idealizadores o lendário Barão de Mauá. Em 1859, ele chamou o engenheiro ferroviário britânico James Brunlees, que veio ao Brasil e deu viabilidade ao projeto. A execução de tal projeto foi de responsabilidade de outro engenheiro inglês, Daniel Makinson Fox. Um ponto curioso é que pela instabilidade do terreno, a construção da estrada de ferro foi quase artesanal. Não se utilizou explosivos por medo de desmoronamento. As rochas foram cortadas com talhadeiras e pequenas ferramentas manuais. Paredões de até 3 metros e 20 centímetros de altura foram construídos ao logo do traçado da estrada de ferro. A segunda linha começou a funcionar em 1900. Além de dar mais força ao sistema, os cabos e as máquinas fixas economizam energia para a operação dos trens. No entanto, vários acidentes eram registrados, principalmente pelo rompimento dos cabos. Havia uma espécie de freio, a tenaz, que agarrava os cabos para evitar a saída dos trens dos trilhos. Nem sempre o sistema, no entanto, funcionava de maneira satisfatória. Em 1956, um grande acidente foi evitado pelo maquinista na época, Romão Justo Filho, nascido em Paranapiacaba no mês de março de 1911, filho de maquinista também. Se a composição descarrilasse, cerca de 150 pessoas poderiam perder a vida. Através da utilização correta do sistema da tenaz, Romão foi “agarrando” aos poucos o cabo até que o trem parasse.

Os cabos do locobreque levavam desenvolvimento e riqueza para a região do ABC Paulista e de Santos. Tanto é que a companhia inglesa criou em 1896 uma vila essencialmente de ferroviários, com construções de madeira no estilo inglês. Em 1907, a Vila foi chamada de Paranapiacapa, mas até 1945 a estação continuou a ser chamada de Alto da Serra. A Vila possuía todos os recursos da época para os maquinistas, fiscais e “foguistas” – responsáveis pela alimentação da fornalha da máquina fixa e da máquina dos trens. Além de um mercado, de um posto de saúde, de um vagão-ambulância e até um vagão funerário, onde o velório era feito dentro da composição entre Santos e Paranapiacaba, os funcionários possuíam um centro de recreação, o União Lira Serrano, e um Campo de Futebol. No União Lira Serrano eram exibidos filmes, shows musicais e realizados bailes temáticos. A concessão da linha da Serra do Mar não foi apenas glórias e desenvolvimento. Fatos até hoje não explicados satisfatoriamente marcaram a história dos trilhos por onde circularam os Locobreques. Exemplos são os incêndios da Estação da Luz, dois dias antes da primeira etapa da concessão dos ingleses terminar, em 1946, e na velha estação de Paranapiacaba, em 1981. Antes mesmo do incêndio, a estação já havia sido desativada em 1977 e substituída pelo prédio atual. O relógio estilo inglês foi poupado no incêndio e deslocado para uma torre mais alta que a anterior. Nos dois incêndios, tanto na Estação da Luz quanto em Paranapiacaba, a suspeita principal é de motivação criminosa. Milhões de reais foram gastos para a reconstrução da Estação da Luz, que passou por décadas ainda sentido os efeitos do incêndio. Tanto é que ela teve de ser restaurada. A obra de restauração completa foi entregue somente em 2004, data dos 450 anos da cidade de São Paulo. A Estação da Luz teve três etapas fundamentais: Ela foi inaugurada em 1867, num pequeno prédio na região central da capital paulista. A demanda de passageiros foi aumentando aos poucos, e cerca de 15 anos depois o pequeno prédio foi demolido e um outro maior foi construído. A cidade crescia muito rapidamente e a estação teve de aumentar ainda mais. Em 1890 começaram as obras da estação na configuração atual. Em 1900, o segundo prédio antigo foi demolido e em 1901, a nova estação foi inaugurada. Obras constantes de modificações e ampliações foram realizadas ao longo das décadas na Estação da Luz, já que além da demanda de passageiros ser maior, o número de linhas férreas urbanas também cresceu. Antes mesmo do Locobreque, na Serra do Mar, uma primitiva máquina de madeira, também tracionada por cabos fazia o transporte entre os cinco patamares. Era a Serrabreque. Durante a operação da Serrabreque, Barão de Mauá era um dos administradores. Posteriormente, na vila de Paranapiacaba, os ingleses, no alto de uma subida, construíram uma mansão, que servia de centro de controle operacional. Apelidada pelos ferroviários de "Castelinho", a posição do local proporcionava uma privilegiada visão do sistema e de toda a estrutura da vila de Paranapiacaba. O sistema ferroviário da Serra do Mar era composto por diversos túneis, que eram alvos de lendas e histórias assombradas disseminadas pelos próprios ferroviários. Algumas dessas lendas tiveram origem no fato de muitos operários terem morrido na construção desses túneis.

Pátio ferroviário, estações e relógio:

A São Paulo Railway inaugurou sua linha férrea em 16 de fevereiro de 1867. Servia como transporte de passageiros e meio de localizada na então freguesia de São Bernardo. No ano de 1898, foi erguida uma nova estação com madeira, ferro e telhas francesas trazidos da Inglaterra. Esta estação tinha, como característica principal, o grande relógio fabricado pela Johnny Walker Benson, de Londres, que se destacava no meio da neblina muito comum naquela região. Com o aumento do volume e peso da carga transportada, foi iniciada em 1896 a duplicação da linha férrea, paralela à primeira, a fim de atender à crescente demanda. Essa nova linha, também denominada de Serra Nova, era formada por 5 planos inclinados e 5 patamares, criando um novo sistema funicular. Os assim chamados novos planos inclinados atravessavam 11 túneis em plena rocha, enfrentando o desnível de 796 metros que se iniciava no sopé da serra, em Piaçagüera, no município de Cubatão. O traçado da ferrovia foi retificado e suavizado e ampliaram-se os edifícios operacionais. A inauguração deu-se em 28 de dezembro de 1901. A primeira estação foi desativada e reutilizada, posteriormente, como cooperativa dos planos inclinados. A 15 de julho de 1945, a "Estação do Alto da Serra" passa a se denominar "Estação de Paranapiacaba". A 13 de outubro de 1946, a São Paulo Railway foi encampada pela União, criando-se a "Estrada de Ferro Santos-Jundiaí". Somente em 1950 a rede passa a unir-se à Rede Ferroviária Federal. Em 1974, é inaugurada o sistema de cremalheira aderência. No ano de 1977, a segunda estação foi desativada, dando lugar à atual estação. O relógio foi transferido do alto da estação anterior para a base de tijolo de barro atual. A 14 de janeiro de 1981, ocorreu um incêndio na antiga estação, destruindo-a completamente. O sistema funicular foi desativado em 1982. Em 2010, o Correio fez lançamento de selo postal ostentando o patrimônio ferroviário de Paranapiacaba.

Museu do funicular:

Trata-se da exibição das máquinas fixas do quinto patamar da segunda linha e a do quarto patamar da primeira linha, que transportavam o trem por meio do sistema funicular.

No museu, há, também, a exposição de diversos objetos de uso ferroviário, fotos e fichas funcionais de muitos ex-funcionários da ferrovia.

O locobreque:

O "locobreque" tinha a função de frear a composição na descida da serra e simultaneamente empurrava outra composição que subia. O cabo entre as duas máquinas passava por uma grande roda volante, chamada de "máquina-fixa" que ficava em cada um dos cinco patamares. Do nome inglês original, loco-brake, a máquina funcionava pela queima de carvão ou madeira numa fornalha, abastecida pelo foguista, que trabalhava ao lado do maquinista. As máquinas "locobreque" foram construídas em 1901 por Robert Stephenson & Co. Ltd. O sistema funicular proporcionava maior economia de energia gasta pelo "locobreque" e possibilitava o desempenho do trem nos aclives e declives. Havia uma inclinação de 8 graus entre cada um dos cinco patamares. Quando subia a Serra do Mar, o "locobreque" empurrava os vagões, que ficavam na frente da máquina. Quando descia, ele segurava os vagões, que ficavam atrás da máquina. Como o trem não tinha marcha-ré, havia um sistema chamado popularmente de "viradouro", através do qual os funcionários invertiam o sentido da locomotiva, girando a máquina em torno de si mesma. Antes do "locobreque" havia uma primitiva máquina de madeira, também tracionada por cabos, que fazia o transporte entre os cinco patamares. Era o "serrabreque". Durante a operação do "serrabreque", o Barão de Mauá ainda era um dos financistas da companhia. Até a metade do século XX, o transporte ferroviário era sinônimo de luxo. E um dos marcos foi o trem Cometa, que fazia a linha Santos – São Paulo. O trem possuía serviço de bordo e poltronas leito, como as de ônibus. Além dele, também havia os trens Estrela, Planeta e Litorina (Semi-luxo).

Museu do castelo:

Essa residência, também denominada de "Castelinho", situa-se entre a Vila Velha e a Vila Martin Smith. Localizada no alto de uma colina, com uma excelente vista privilegiada para toda a vila ferroviária, foi construída por volta de 1897 para ser a residência do engenheiro-chefe, que gerenciava o tráfego de trens na subida e descida da Serra do Mar, o pátio de manobras, as oficinas e os funcionários residentes na vila. Sua imponência simbolizava a liderança e a hierarquia que os ingleses impuseram a toda a vila; ela é avistada de qualquer ponto de Paranapiacaba. Dizia-se que de suas janelas voltadas para todos os lados de Paranapiacaba, o engenheiro-chefe fiscalizava a vida de seus subordinados, não hesitando em demitir qualquer solteiro que estivesse nas imediações das casas dos funcionários casados. No decorrer de mais de um século de uso, foram feitas várias reformas e tentativas de recuperação de seu aspecto original; as maiores reformulações foram realizadas nas décadas de 1950 e 1960. Foi restaurado pela prefeitura de Santo André em parceria com a World Monuments Fund.

Casas dos engenheiros:

Característica da arquitetura hierarquizada de Paranapiacaba, as casas habitadas pelos engenheiros e suas famílias eram de alto padrão. Grandes e avarandadas, foram construídas em madeira nos tempos da São Paulo Railway, com plantas baixas individualizadas; depois, em alvenaria nos tempos da Rede Ferroviária Federal, com mesmo padrão de plantas. Muitas sofreram reformas em vários momentos, principalmente com a chegada da RFFSA. Uma das caracteríticas que chama a atenção é a cobertura do imóvel, pois somente com estudos elaborados pelos conselhos de reconhecimento, concluiu-se que o material das telhas não era ardósia, e sim fibrocimento, introduzidos provavelmente a partir da década de 50 entre alguma das reformas que sofreram.

Casas de solteiros:

Características da arquitetura hierarquizada de Paranapiacaba, as casas de solteiros eram conhecidas como barracos. Foram construídas em madeira, exceto duas em alvenaria. Essa tipologia foi criada pela São Paulo Railway, e a Rede Ferroviária Federal deu continuidade, construindo-as em alvenaria. A planta dessas casas possui

dormitórios, sanitários e cozinha para pequenas refeições, serviam para alojar o grande fluxo de homens solteiros, que preenchiam as vagas de ferroviários. Havia poucos sanitários e chuveiros, já que os trabalhadores se revezavam em turnos.

 

A training of trainers of a South Sudan’s soon-to-be unified army concluded today, 4 October, with a graduation ceremony at the Military Training Centre in Luri near Juba.

The event marks a significant step forward for the implementation of the country’s revitalized peace agreement, signed in September last year.

Lieutenant General Shailesh Tinaikar, Force Commander of the United Nations Mission in South Sudan, described the project of training the nation’s unified forces as one with “tremendous implications for national integrity and security”. He called the graduating instructors “pioneers” with a “huge responsibility” to carry after having received just ten days of training.

“Whatever you do, however you act, is going to affect the soldiers who you train, so I implore you to be conscious of your actions, because you set the trend of the forces of South Sudan,” the Force Commander said.

Lieutenant General Tinaikar also stressed the importance of looking forward rather than backward.

“You have to forget your past, from where you come and your past affiliations, to work together for your young nation, for the state of South Sudan,” he said, reiterating his faith in the diligence and capacity of the instructors to train the unified forces properly.

A lack of qualified trainers has been slowing down the capacity building of units of the united armed forces in 35 cantonment sites across the country, making the readiness of instructors such a vital sign of progress.

To enable the establishment of a Transitional Government of National Unity on 12 November, the few hundred graduates will need to capacitate some 83,000 soldiers, the troops being merged from the South Sudan People’s Defence Forces and the Sudan People’s Liberation Army in Opposition.

 

Photo: UNMISS / Eric Kanalstein

Seen in the Jungle Cruise line

Persistent URL: digital.lib.muohio.edu/u?/tradecards,635

 

Subject (TGM): Animals; Horses; Men; Agricultural machinery & implements; Agricultural laborers; Agriculture; Plants; Farmhouses; Farm life; Farm produce; Farmers; Farming; Croplands; Farms; Harvesting machinery; Harvesting;

Small Threader that was to be used to do the adjustments

Greenfield-Central Madison Wise(3) batttles for a rebound with a couple East Chicago Central defender late in the championship game of the 2016 Laker Farm Implement Sevices Inc. Women’s Basketball Tournament at Greenfield-Central on December 23,2016.

Working Group on Safe System Implementation, Paris, OECD Centre, 1-2 October 2014

Gym equipment used as a torture device by the Khmer Rouge during their occupation of Cambodia. Tuol Sleng Genocide Museum

Greenfield-Cental Madison Wise(3) puts up a reverse layup while 6’5” Ty Jackson(21) from East Chicago Central(21) looks on from under the basket during the championship game of the 2016 Laker Farm Implement Sevices Inc. Women’s Basketball Tournament at Greenfield-Central on December 23,2016.

Ten Brownie points to anyone who can identify these farm implements. They may not have been native to this operation. The one on the left may be a multi-tasker with the variable bar for setting row spacing more devices.

 

We must have a great deal of respect for the man who works the land with his hands. The word "manure" originally meant to work with the hands. I like that. I don't know if these implements were those that Morse Coffin might have used to work his land. There is a pretty heavy coating of rust now. If we could just find a work horse to hitch up. Hmmm, one horsepower and leftover grass for fuel! I hope someone has measured these devices up for when we run out of petroleum, psn. Pretty Soon Now.

 

The St.Vrain River cuts across the left side of the frame. These are some of the farm implements found on their Morse Coffin Sandstone Ranch north of the barn. This photograph could have been anywhere on the prairie except for the foothills and hints of the Rockies in the distance. It is maybe five minutes east of Longmont, Colorado. Originally, this area was home to the budding Chicago-Colorado Colony but the name was soon enough butchered from the name of Long's Peak to the west, Longmount then Longmont. We can be happy that Longmont preserved the true mark of one of its founders. It is our heritage in the Valley.

 

Someone should be able to identify this particular equipment.

 

Phil decided that the weather was too much to take so he had a plan. We got another reprieve from the weatherman and the temps are again up into the 60s. So we bailed out to Sandstone and parked on top of the bluff. Watch your step there at the edges of the sandstone cliffs. One false step and you could badly bend all of your legs. Great views from here though the sky was blank blue. The morning light paints the scene and old barn. The light seems to have hit this area and just skipped off like a flat rock on water. The temperatures today reminded me summer is coming on and I had to shed my heavy shirt; the sun was hard upon us.

  

Rainy day shots of implements for a macro challenge. Old tyre pressure gauge - took me a while to realise what it was :)

Two Saudi Arabian education ministries describe the successful implementation of some of their projects related to the WSIS outcomes: the Ministry of Education (MOE); and the Ministry of Higher Education (MOHE).

 

Day 4

16 May 2013

ITU/ Claudio Montesano Casillas

Implementing the 2020 sulphur limit

 

The 0.50% limit on sulphur in fuel oil on board ships (outside designated emission control areas) will come into effect on 1 January 2020. Ensuring consistent implementation of the 0.50% requirement is a key item on the agenda of IMO’s Sub-committee on Pollution Prevention and Response (PPR) which meets this week (5-9 February) at IMO headquarters, London. The meeting will also continue to look at how to measure black carbon emissions from shipping.

 

Other matters on the agenda include the development of further guidance to support the implementation of the Ballast Water Management Convention, including ballast water sampling and analysis. Revised guidelines for the use of dispersants for combating oil pollution at sea, which take into account experience from the Deepwater Horizon incident are expected to be finalised.

 

The ongoing revision of the product lists in international code for carriage of chemicals in bulk will continue, as well as specific consideration of requirements to address the discharge of high-viscosity solidifying and persistent floating products (such as certain vegetable oils).

The meeting will also consider including new controls on the biocide cybutryne in the convention for the Control of Harmful Anti-fouling Systems on Ships (AFS Convention).

 

The meeting was opened by IMO Secretary-General Kitack Lim and is being chaired by Mr Sveinung Oftedal (Norway).

 

UN Women Executive Director Phumzile Mlambo-Ngcuka speaks at South Africa's event "Zooming into the challenges and Impediments in achieving the implementation of MDGs on Education for girls and their training on science and technology." The event - the theme of which focused on the "future young women want" - featured participation from two "Techno-Girls," Nwabisa Maphumulo and Khanyisile Mokele.

 

Photo: UN Women/Ryan Brown

 

Soriana universidad

chihuahua chih

orlando mendoza

luis rivas

febrero 2012

El ministro de Transportes y Comunicaciones destacó el trabajo conjunto entre el MTC y el GORE Cajamarca para implementar el brevete en formato virtual.

Cajamarca es la primera región que ha empezado a emitir la licencia de conducir electrónica como parte del plan MTC Digital, impulsado por el Ministerio de Transportes y Comunicaciones (MTC) con el objetivo de agilizar y modernizar los servicios que el Estado brinda a la ciudadanía.

 

A partir de hoy, los cajamarquinos que elijan obtener su primera licencia de conducir en la versión digital solo tendrán que pagar S/ 5 por el derecho de emisión ante el Gobierno Regional de Cajamarca.

 

El ministro de Transportes y Comunicaciones, Juan Francisco Silva, destacó el trabajo y esfuerzo conjunto realizado entre el MTC y el GORE Cajamarca para implementar los recursos tecnológicos y humanos a fin de lograr que miles de ciudadanos puedan gozar de los beneficios del título habilitante virtual.

 

“Este es un gran salto tecnológico para la región. Con la licencia electrónica no solo habrá ahorro económico sino también más seguridad. Además, vamos a acompañar la emisión de los brevetes digitales con una campaña de capacitación y educación de los conductores”, sostuvo Silva.

 

El ministro resaltó la ventaja de descargar las licencias en el celular, tableta, laptop o cualquier otro dispositivo electrónico las veces que se requiera. El trámite para obtenerla se podrá hacer mediante la web www.licencias.mtc.gob.pe

 

Es importante señalar que el documento cuenta con elementos de seguridad como un código QR único, a través del cual las autoridades fiscalizadoras podrán verificar la autenticidad y vigencia del brevete.

 

En la actividad también participó, el gobernador regional de Cajamarca, Mesías Guevara, quien invitó a los conductores de su localidad a migrar a la versión electrónica de la licencia de conducir. Se puede realizar este trámite a través de un duplicado, cuyo costo es de S/ 3. En el caso de las revalidaciones, la tasa de pago es de S/ 14.

 

Cabe anotar que el gobernador ha sido el primer conductor de Cajamarca que obtuvo su licencia electrónica.

Agriculture Secretary Tom Vilsack stands with U.S. Department of Agriculture’s (USDA) Foreign Agricultural Service (FAS) China Decree 145 Implementing Team in the Jefferson Auditorium at USDA in Washington, D.C. on Thursday, Nov. 6, 2014. The China Decree 145 Implementing Team received their award for securing the $1 billion China market for U.S. dairy exporters by meeting new China regulatory requirements. USDA photo by Lance Cheung.

These are some pictures I took earlier in 2022 around Berlin, with a Reto Camera and my first time using a Kodak TRI-X400 film. It’s a tremendous black-and-white film, and I want to try it again on another camera.

Against a stone wall at Taverna Ladofanaro in Galaro, Zakynthos.

These implements were hanging above the baker's work table at the Benson Bakery when I was there on assignment this wee

Group photo of the panelists at the Interactive Dialogue on Leveraging interlinkages between Sustainable Development Goal 14 and other Goals towards the implementation of the 2030 Agenda at a side event at the 4th Oceans Forum held in Libon, Portugal.

Mekelle– Ethiopia, 24th January 2016: Members of African Union (AU) Executive Council converged in the Tigray region of Mekelle, on 24 January 2016, within the framework of their third Ministerial Retreat, holding under the theme: “Implementation of Agenda 2063”. The Ministerial Retreat was chaired by Hon. Simbarashe S. Mumbengegwi, Ministers of Foreign Affairs of the Republic of Zimbabwe and Chairperson of the Executive Council, in the presence of H.E. Dr Nkosazana Dlamini Zuma, Chairperson of the African Union Commissioners, H.E Mr. Erastus Mwencha, Deputy Chairperson of the AUC. Hon. Dr Tedros Adhenon Ghebreyesus, Ministers of Foreign Affairs of the Federal Democratic Republic of Ethiopia, H.E Abay Weldu, President of the Regional Authority of Tigray, representatives from AU Organs, the UNECA, NEPAD, RECs AfDB, AU Commissioners , the AUC Secretary General, and the Legal Counsel of the AUC, and invited guests.

 

President Weldu welcomed the participants in the city of Mekelle and presented the historical background of the region which he qualified as courageous and privileged population who inherited the most archeological objects and sites of humanity. He said the agenda of this retreat has a significant meaning to the Tigray tribe/people of Ethiopia. He appreciated the vision of the Union aimed at creatiing an integrated, prosperous and peaceful Africa”.

 

In her opening remarks, Dr. Nkosazana Dlamini Zuma, AUC Chairperson, recalled the first retreat in the city of Ethiopia Bahir Dar in 2014, where she introduced the Dream of the African People in “the e-mail from the future”, among others. “Two years ago, as we concluded the 50th anniversary of the OAU/AU, we met as in retreat in the city of Bahir Dar, to discuss the core responsibilities of this important organ, the Executive Council. It was then when I spoke about our dream of the Africa we want, in the e-mail from the future.

 

Two years later, as we gather here in Mekelle, Tigray region we can report that we have made some headway. As discussed at this retreat, we now have Agenda 2063 as our clarion call for action, supported by all sections of the African society”, stated the AUC Chairperson. She explained that, “we are now clear on the priorities of Agenda 2063, investing in our people, especially youth and women; in agricultural modernization and agro-businesses; in manufacturing and industrialization; the development of our infrastructure; democracy and developmental governance, as well as the need of silencing the guns by 2020.”

 

“Our Agenda 2063 flagship projects - such as the free movement of people, the Commodities strategy, the Pan African Integrated High speed Rail network - is taking off, and should help towards our vision of an integrated, peaceful and prosperous Africa, driven by its own people and taking its rightful place in the world”, underscored Dr. Dlamini Zuma.

 

Referring to the song on Agenda 2063 composed by a group of artists from Zimbabwe, played during the opening ceremony of the retreat, the AUC Chairperson called on other artists within the continent to emulate the good example. “ I would like to thank the Zimbabwean artists who came up with that song on Agenda 2063, and I challenge all of us to encourage our artists to compose as many songs as possible. Of course as the Chair of the Union, Zimbabwe led from the front”. She thanks the Mekelle authorities for hosting the AU Ministerial retreat and wished the Ministers fruitful deliberation. (See complete speech of the AUC Chairperson on the website: www.au.int ).

 

The Chairperson of the Executive Council on his part, recalled the high moments and priorities on Agenda 2063 saying “our Agenda is centred in the review of implementation of decisions taken during the 2nd Ministerial retreat and update on the implementation of the 1st ten year plan of Agenda 2063, the free movement of goods and persons, the issue of Immigration and tourism and wild life preservation”. Minister Mumbengegwi stressed that “as we continue streamlining and improving the working methods of our Union, we also need to consider how best we can align our bi-annual Summits in order to improve the effectiveness of our organisation and to give ourselves ample time to implement our decisions”. He expressed satisfaction to the fact that notable success has already been achieved in this vein, hence the need to proffering new and innovative ideas that will take the organisation to greater heights. (See complete speech of the Executive Chairperson on the AU Website: www.au.int) .

 

Speaking earlier, Hon. Dr. Tedros Ghebreyesus, stressed on the importance of holding the ministerial retreat which he said will enhance friendly and convivial relationship between the ministers. The Minister of Foreign Affairs of the Federal Democratic Republic of Ethiopia said such gathering will enable the participants to express themselves freely while socialising with one another. He called on his pars saying, “We have a number of important issues to deliver including exchanging views and best practices on how to domesticate and enhance the implementation of agenda 2063 and its flagship projects.

 

Organized by the African Union Commission (AUC), the third Ministerial Retreat aims at brainstorming and exchanging ideas on critical issues related to the implementation of the Africa Agenda 2063 so as to give clear direction and guidelines on devising best ways and means for its domestication to help improve the living conditions of the African citizens.

 

The Ministers will among other things consider AU Commission Restructuring Project, the free movement of people, African tourism, wild life conservation, and state of the African tourism sector and its opportunities and challenges.

 

At the end of its deliberations, the Ministerial Retreat will adopt the Mekelle Ministerial Retreat draft Outcomes document to be tabled during the Executive Council meeting scheduled to hold on 27 and 27 January 2016 for adoption. The AU Ministerial Retreat ends on Tuesday 26th January 2016.

 

AMT/ EAT

 

Media inquiries should be directed to:

Mrs Esther Azaa Tankou| Ag. Director of Information and Communication | African Union Commission | Tel: +251 (0) 911361185 | Fax: (251) 11 551 78 44 | E-mail: yamboue@africa-union.org|

 

For further information:

Directorate of Information and Communication | African Union Commission I E-mail: DIC@african-union.org I Website: www.au.int I Addis Ababa | Ethiopia

 

Follow us

Face book: www.facebook.com/AfricanUnionCommission

Twitter: twitter.com/_AfricanUnion

YouTube: www.youtube.com/AUCommission

Learn more at: www.au.int

 

About the African Union

The African Union spearheads Africa’s development and integration in close collaboration with African Union Member States, the Regional Economic Communities and African citizens. AU Vision: to accelerate progress towards an integrated, prosperous and inclusive Africa, at peace with itself, playing a dynamic role in the continental and global arena, effectively driven by an accountable, efficient and responsive Commission. Learn more at: www.au.int

  

Today was a great day at the Fab Lab. The students were asking me what I games I liked to play, and I said chess. I've been wanting to make a chess set with the laser cutter anyway.

 

We designed up a simple chess set that would fit 8 sets on the 24" x 12" laser cutter and cut them out. We pulled together a group to peel of the backings and to make boards.

 

Our first inclination was to use the chess piece negatives as a board stencil. The idea was to tape them off and spray paint, but we ran out of spray paint and so used markers. In practice we decided to go checker board.

 

The lessons went into darkness, and the students were using LED lights to keep playing.

 

A good day.

www.galeriacontici.net

 

An exquisite Taino curved manatee bone purging (vomit) stick. Used in the Cohoba Ritual. Attenuated and tapering at the tips. Boldly carved with the highly stylized alligator and coffee bean-shaped eyes. Incised symbolic motifs along the carved spatula. Measures 12.5 in Length (31.75 cm.) Extraordinary size. Dominican Republic 1000-1500 AD.

1 2 ••• 8 9 11 13 14 ••• 79 80