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Jouef-Hornby.Voiture DEV Inox.

HJ 4004.

Hello Mr Cruise.

Taken by Jess Hooper

Eugene is my connection to this meeting and team. Although it didn't register when we were introducing each other, I now recognize the names of the other team members, graciously provided by Eugene in a follow-up.

Esforço... Genialidade... Destino...

 

Um dia, durante um descontraído momento de diálogo, em uma sala de fraternos colegas formados por alunos de alto desempenho, um assunto de contexto inquietante colocou aquele pequeno grupo em um misto de dúvida e desalento.

 

O incômodo tema proferido foi "o esforço humano não pode superar a genialidade... ". Lembro-me que havia sido um assunto de grande repercussão, visto que era um grupo formado pela qualidade de suas competências, enquanto comentávamos sobre o ingresso em conceituadas universidades internacionais. Mas, especialmente para mim, aquela afirmação fora algo como um golpe letífero que me atingiria as entranhas, pois colocava em xeque toda a minha existência.

 

Este era um novo desafio. Poderia-me instigar a um nível acima de meu atual limite?

 

Esse breve segmento de meu último ano do ensino médio, foi uma das lembranças que tenho com muito orgulho, pois corporificaram-se como uma das principais molas propulsoras para o meu intrincado processo de admissão no exterior. Várias de minhas postagens têm como ênfase a manifestação de minha maior e mais forte herança cultural: o Esforço contínuo e ilimitado. Não faria parte de minhas metas futuras "morrer na praia", mesmo que fosse intrínseco apenas aos gênios o usufruto da excelência nas competências, ou seja, daqueles providos pelo destino em serem prodígios agraciados com a máxima cognição.

 

Obter êxito em minha graduação internacional, não era um sentimento meritocrático e egocentrista embasado em uma cultura ancestral, nem tampouco um mimo de uma criança sonhadora. Lograr o ingresso no exterior é a materialização de toda a minha existência. Cada minuto, cada segundo de minha vida foi dedicado à informação e à intrigante indagação: "até onde eu conseguiria chegar com as minhas capacitações?...".

 

Durante este infindável processo, é patente que esta árdua jornada foi sustentada através da partilha da boa fé e do carinho de inúmeras pessoas que fizeram parte de minha vida. Logo, fracassar não era uma opção válida, pois aqueles que me conhecem por longos anos sabem que esta tem sido a minha marca registrada: a retribuição de minha gratidão manifestada através de resultados que expressem esse sentimento. Os saudosos professores poderão lembrar-se nostálgicos, em meio à aula, da cena de um atípico "japonês" baixinho que com semblante de pesar, incompreensivelmente, clamava desculpas curvando a cabeça, nas vezes em que seu resultado era inferior à 90%. Rs! Este insólito cenário não era um excesso oriundo de uma cultura excêntrica.

 

Era o peso do valor de vocês em minha vida! :)

 

E assim 17 anos se passaram...

 

A longa batalha acaba de findar-se. Não há mais o som das espadas, os gritos dos guerreiros, o cheiro de fumaça... Há somente o silêncio e um colossal sentimento de paz e de dever cumprido.

 

Vencemos a batalha!!! Banzaaiii, Banzaaiii, Banzaaiii!!!! :)

 

Graças à solidariedade de centenas pessoas iluminadas, o destino concedeu-me a dádiva de aprovação em instituições incríveis! Fui agraciado com a aprovação em 3 conceituadas instituições (além da UFMG) com bolsas de mérito de 100%:

 

. UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) / Engenharia Mecânica: 1.° lugar :)

 

. Northwestern University / Engenharia Biomédica: de Illinois, está entre os Top 10 dos EUA e entre as 30 primeiras do mundo.

 

pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_do_Noroeste

youtu.be/tI7LfDBkrRU

www.youtube.com/watch?v=qqH2hE6ccgc&t=1s

 

. Rice University / Engenharia Biológica: do Texas, é considerada a universidade de astronautas e cientistas espaciais da NASA.

 

pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Rice

www.youtube.com/watch?v=Ht7A0TQbywc

 

. Dartmouth College / Engenharia Biomédica: de New Hampshire, é uma universidade pertencente à coligação de elite Ivy League.

 

pt.wikipedia.org/wiki/Dartmouth_College

www.hotcourses.com.br/study-in-usa/applying-to-university...

www.youtube.com/watch?v=a_bW8azBDno

 

Não menos importante, o resultado da UFMG foi uma grande surpresa, uma vez que minhas ações foram dimensionadas para que pudesse obter bons resultados no ENEM americano ACT / SAT. É incontestável o fato de que o forte embasamento técnico proporcionado pelas aulas do IME / ITA, tenha sido de grande relevância para o sucesso nos exames AP (Advanced Placement), que são provas de nível universitário que credibilizam o nível de seu currículo.

 

Nos EUA, o processo de admissão teve explícitas transformações em suas regras, condicionalidade que deixou o êxito na aprovação mais difícil para os americanos, porém, exponencialmente mais intrincado para mim. O cenário pandêmico alterou normas internas, percentuais de aprovação e a mensuração dos pesos que compõem as linhas do processo de admissão de cada candidato. Alunos ingressos no ano passado, temerosos com possíveis sequelas sobre a rotina acadêmica, preferiram trancar suas matrículas e iniciar neste ano, implicando em menos vagas para a atual admissão. A dificuldade mundial de acesso aos centros de aplicação dos exames SAT / ACT, SAT Subject e AP Courses estreitaram a relevância das provas, e passaram a priorizar a análise holística, condição que estimulou uma "Corrida do Ouro" a nível mundial, no qual candidatos sem empatia com exames (!!!) vislumbraram uma oportunidade de entrar em uma faculdade. Como consequência, em maior proporção, as universidades de maior prestígio tiveram representativo nro. de inscritos, fato que tornou o processo seletivo mais competitivo e com uma menor taxa de aprovados.

 

Como minhas melhores competências estão nos exames (gabaritei o “Enem americano” ACT e obtive 97% nos exames técnicos SAT Subject e AP Courses), esta alteração era bastante desalentadora. Pela natureza do rigoroso processo seletivo americano faz-se óbvio que candidatos internacionais necessitem apresentar capacitações superiores em comparação aos candidatos americanos, assim como o fato de que a solicitação de 100% de ajuda financeira (que foi o meu caso) no formulário de candidatura promove deméritos na admissão. É comum as universidades, no contexto de suas páginas na internet, alertarem os candidatos internacionais de que o pedido de ajuda financeira, mesmo que parcial, repercutirá diretamente na análise da admissão. Ou seja, se o candidato não for provido de competências acima da média que fomentem o interesse da instituição, conseguir ou não pagar uma mensalidade de apenas USD 5.000 é o gargalo do sucesso na seleção americana, razão pela qual pessoas abastadas têm "mais facilidade" na aprovação. :)

 

Como último tempero, neste enredado panorama, havia-se um grave problema com o meu perfil: a raça. Pressupunha-se a existência de rejeição à participantes de origem asiática, conhecido problema social no meio acadêmico, principalmente, com conceituadas instituições como Harvard, que chegou a desencadear processos jurídicos contra a universidade. O contexto é bastante plausível. Dentre os alunos da instituição, há uma desproporção de etnias no qual, há alguns anos, cerca de 43% dos alunos eram asiáticos, em decorrência de sua maior competitividade em relação aos demais grupos étnicos. Tendo-se em vista a queda deste percentual durante os últimos anos, candidatos orientais e descendentes ensejaram a possibilidade de discriminação, uma vez que seus dossiês de admissão apresentavam notas e qualificações que beiravam a excelência. A premissa em voga era de que os demais grupos caracterizados por menores competências estavam a tomar as vagas de asiáticos. Como a reserva de vagas é proibida nos EUA, não podendo haver sistema de cotas, e a "irregularidade" ocorria de forma notória, o fator racial passou a ser o "Calcanhar de Aquiles" assombrando candidatos de descendência asiática de todo o mundo.

 

Diante de tal discrepância, em breve reflexão de meus valores e do teor de meu processo de admissão, que contextualizava as bases éticas que moldaram a minha vida, tomei-me pela firme decisão de manter a opção "Como você se identifica?", como "origem latina e.... asiática...". Certamente, para garantia do êxito de um processo tão complexo, com tamanho dispêndio de esforço e tempo, qualquer detalhe seria de primordial importância. Meu cadastro poderia ser formalizado apenas como latino, caso quisesse não arriscar-me, mas, isso seria controverso com o contexto do application, além é claro, de tratar-se de uma desonra às minhas origens e a essência de minha atual persona.

 

Northwestern, por exemplo, cuja taxa de aprovação era de cerca de 9%, passou para 4,5% neste ano, sem esquecer-me de enfatizar a intrincada admissão de candidatos internacionais, que foi cerca de 1,5%. No meu caso, este percentual estrangulou-se para ínfimos 0,5%, decorrente de meu processo de candidatura declarar "100% de incapacidade de custeio das mensalidades". :)

 

Gosto de acreditar que a capacidade é uma grande esfera, constituída por várias partes, dentre as quais uma generosa proporção de sorte. Existem vários estudos científicos, de vários países, que remetem à este conceito. Como um simples servo da matemática, pergunto: "quais seriam as probabilidades matemáticas que permeiam os parâmetros da sorte durante o tempo de vida de uma pessoa?...".

 

Trata-se de uma indagação cujo enunciado será de difícil resolução pela humanidade! :)

 

Gostaria de finalizar reafirmando o que já disse em postagem passada (Yes Stress or No Pain, Yes Gain?):

"...YES STRESS é a autonomia de você poder desenvolver sua determinação, motivar-se e dar o direito de se perguntar: será eu um baita incapacitado? E se não sou, carambas, até onde eu conseguiria chegar? É o maior desafio que podemos fazer para nós mesmos, enquanto vivos! E o mais bacana, nunca haverá a necessidade de confronto entre as diversas escolhas (Casas), pois não é uma competição social de quem será agraciado com o papel do "vizinho com a galinha mais gorda". Cada um terá o seu merecido ganho, seja para mais ou para menos. E claro, as proporções de ganhos não determinarão a efetiva felicidade. Logo, neste ponto, todos serão sempre iguais!

Simples assim."

 

PROGRESS REQUIRES SACRIFICES and... of course, GRATITUDE!!

 

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p.s.: muitas pessoas queridas com diversos fins, dentre as quais interessadas no futuro de seus filhos, têm me perguntado se houve algum segredo substancial em minha educação para que pudessem, com algum ajuste, colher bons frutos. Digo que não sou o mais indicado para direcionar / influenciar a educação de outrem, mas, posso referenciar a experiência da prof. Amy Chua, autora do livro "Grito de guerra da mãe-tigre", cuja contextualização dos parâmetros educacionais foi bastante similar à minha! Rs! Segue um vídeo de uma palestra no conceituado TEDx Talks: www.youtube.com/watch?v=uHUMcxaqm9U

   

Sim, "-chan"!

Uma coisinha fofa dessas deve ser referida como "-chan" u.u -q

 

Anyway, IAÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ povo! *O*

Puts to meio afastada do Flickr, mas graças aos Instagram ainda posto umas fotos aleatórias aqui pra quem ainda se lembra de mim. :3

Prometo fotografar Dolls mais pra frente também. To desanimada com elas.. A Wig da Yumi da uma farofa, a perna da Sayuri, não me lembro se contei isso á vcs, mas ela quebrou. -.-

Maldito Obitsu. D:

O corpo Stock da Amy ta ruim também, a Lindsay está sem olho definido... Essas coisas desanimam qualquer um. -.-

 

Mas fui no AF recentemente (quem me tem no Face, veja minhas fotos. o/), e comprei esse Nendoroid mega super hiper ultra maravilhosamente fofo do Light Yagami! *OOOOOOOOOOOOO*

Quando eu comprei fiquei feliz pra caramba. *O*

Quem me conhece a mais tempo, sabe que sou doida por um Nendo. *------------------*

Mas o que me desanimou foi que descobri anteontem que é um Bootleg. -.-

Bootleg é como se refere aos Nendoroids falsificados e de segunda mão que vendem por aí fingindo ser Nendos.

Isso desanimou, um pouco, mas ele ainda é mega perfeitinho. *OOOOOO*

 

Essas fotos são mega repetitivas, mas whatever. :B -q

É mágico fotografar algo pequeno. *Q*

Ainda mais com uma técnica de macro para câmeras com lentes intercambiáveis que achei pela net. *U*

Já que minha câmera é semi, então o macro dela não é bom.

 

Peço desculpas também, pelo fato da péssima luz, e cor das fotos. Eu to sem nenhum editor no meu notebook, então as fotos estão originais, como saíram da câmera. -.-

E o tempo maravilhoso na minha cidade, de 9°C (atualmente) ajuda a luz ficar perfeita. -sqn -q

  

Bem, é isso, minha conta PRO vence mês que vem. D:

E como torrei tudo o que tinha no AF, levarei um tempo até juntar grana pra renovar. Ç.Ç

 

Até mais, não me esquecam, seus lindos. *Q* -q

Continuarei postando fotos aleatórias pelo Instagram. Só não responderei comentários, mas sempre os leio com carinho, e fico feliz por ainda lembrarem-se que a Mi existe. *-----------*

 

Amo vcs. *o* (Sem falsidade. e.ê)

:3

Lunch break at Devonport between Newquays, 3rd October 1987

Pappu:::

Sent using a Sony Ericsson mobile phone

Le monde du camionnage défile devant l'hôpital Notre-Dame

 

«Plusieurs mouvements de soutien naissent dans la métropole depuis le début du confinement et ces derniers ajoutent un peu de lumière dans le quotidien des Montréalais. Le dernier à s'ajouter à cette liste est une parade de camions qui a lieu sur la rue Sherbrooke ce dimanche, klaxonnant pour propager la solidarité, la bonne humeur et selon plusieurs, pour applaudir les travailleurs essentiels.

 

Il faut dire que l'événement a provoqué pas mal de réactions sur les réseaux sociaux.

 

Le bruit des camions, combiné aux klaxons et sirènes, a fait beaucoup de vacarme, et ce, bien au-delà de la rue en question.

 

L'événement a duré un certain temps aux alentours de 14 h 00. Certains ont tout de suite pensé à un mouvement de soutien et de solidarité envers les travailleurs de la santé, alors que d'autres ont l'air d'avoir été un peu plus alarmés et inquiétés.»

 

www.narcity.com/fr/montreal/une-parade-de-camions-pour-la...

A Paris chez Basset rue St Jacques Se Genevieve

 

L'Académie royale de Musique fut fondée en 1669 à l'instigation de Colbert. Dédiée à la diffusion de l’opéra, elle devait rester près d’un siècle au Palais Royal, accueillant quatre fois par semaine tragédies lyriques et opéra-ballets, jusqu’à l’incendie qui se déclara le matin du 6 avril 1763.

 

Construit par Lemercier sur ordre du cardinal de Richelieu en 1641, le théâtre du Palais Royal, dit ‘Palais Cardinal’, était situé sur le côté du palais et contenait 1200 places. La salle épousait la forme d’un parallélogramme. Elle comprenait quarante-cinq loges séparées par des montants décorés de palmiers, quatre balcons et une avant-scène. La première loge à droite était celle du roi, surmontée d’une peinture en buste d'Apollon. Le grand rideau bordé d'or était peint d'une scène mythologique mettant en scène Apollon au milieu d'une gloire devant l'autel des sacrifices, accompagné de génies et de Muses.

 

Entre 1662 et 1673, les Italiens se partagèrent la scène avec la troupe de Molière, jusqu’à la mort de ce dernier. Tandis que la troupe de Molière et celle du Marais s’installaient dans le Théâtre de l’Hôtel de Guénégaud, l’Académie Royale de Musique prenait l'entière possession de la salle. Sous la direction de Lully, l’opéra fut modifié et agrandi pour supporter des décors plus imposants. On jouait aussi au Palais Royal les œuvres de Quinault, Rameau ou Le Devin du village de Rousseau.

L’opéra servait également de cadre aux célèbres bals masqués qui se donnaient deux fois par semaine à partir de minuit pendant le temps du carnaval. En effet, la salle avait été équipée en 1716 d’un système mécanique permettant d’élever le parterre au niveau de la scène, afin de satisfaire aux bals de Philippe, duc d’Orléans, Régent de France qui jouissait d'un accès direct depuis son palais.

 

Le mercredi 6 avril 1763, au lendemain des fêtes de Pâques, le feu ravagea l’opéra, peut-être par la faute d’ouvriers qui préparaient la réouverture en faisant sécher des décors au moyen de braseros mal placés, ou bien d’un balayeur qui abandonna sa chandelle sur le contrepoids du rideau d’avant-scène communiquant le feu par le biais des cordages. Les témoins racontent qu’entre onze heures et midi, une importante colonne de fumée s'éleva au-dessus de l'aile droite du Palais-Royal. L'incendie défiait bientôt toute intervention humaine, menaçant d'un côté le Palais-Royal par l'aile du bâtiment qui touchait à la salle de spectacle, de l'autre la rue Saint-Honoré par les maisons du cul-de-sac de l'Opéra. Selon la gazette de Bachaumont, il fallut deux mille hommes, pompiers, Capucins et Gardes françaises pour en venir à bout. Deux chaînes humaines s’étaient formées l’une pour sauver les meubles et les tableaux, l’autre pour approvisionner en eau les pompes à incendies. Mais en peu de temps tout l’opéra fut consumé et le feu s’étendit aux bâtiments du Palais. Le lieutenant de police Sartine constata que cet échec provenait essentiellement du manque d’eau : les réservoirs de l’opéra étaient vides.

 

Après l’incendie les acteurs de l’opéra furent déplacés dans la salle des machines de Servandoni, au château des Tuileries. Ils y restèrent six ans jusqu’au 26 janvier 1770, date à laquelle fut ouverte la nouvelle salle reconstruite au Palais Royal à l’initiative du duc d’Orléans, suivant les plans de l’architecte Pierre-Louis Moreau. Cependant, un nouvel incendie survint le 8 juin 1781 qui détruisit totalement les bâtiments et fit plusieurs victimes, signant la fin de l’opéra au Palais Royal.

Force est de constater que de tous les locaux définitifs ou provisoires affectés à l'Opéra, aucun n’a échappé à l'incendie : la première salle de l'Opéra située au Palais-Royal est détruite en 1763 et la seconde en 1781. La salle provisoire des Menus-Plaisirs brûle en 1788 ; celle des Tuileries et celle de la Porte-Saint-Martin en 1871 ; enfin celle de la rue Le Peletier brûle en 1873. C’est en 1875 que sera inauguré le nouvel opéra Garnier que nous connaissons aujourd’hui.

 

EXPO - VUES D'OPTIQUE : l'actualité des Lumières

par Les Machines du Fantasmagore

Tout savoir sur les vues d'optique :

machinesdufantasmagore.over-blog.com

bei der Dampflokparade in Bruchhausen-Vilsen

In Maharashtra, its compulsory for any signboard or billboard to have text written in Devnagri Script.

“Wherever there are sign boards, they should have the Devnagri script. This is Maharashtra and Maharashtrians should be able to read what is written,” says Maharashtra's Finance Minister Jayant Patil

Eu finalmente a tinha em meus braços. Aqueles olhos esmeraldas, tão amaveis e repletos de ternura, aquele rosto delicado, e sua pequena boca. E tão belos cabelos dourados como o sol. Ela era tão pequenina, seu corpo fragil e delicado. Eu já disse o quanto achava ela pequena?

A ultima vez que a segurei em meus braços, ela era ainda mais pequenina. Tinha apenas 2 aninhos quando aquele homem a tirou de mim. Aquele homem... lembro-me como se fosse ontem quando ele a tirou de meus braços. Eu era só um moleque, devia ter uns 13 anos. Era noite de inverno, chovia muito, lembro-me de estar na cama com ela em meus braços, amedrontada e encolhida a mim, com medo dos trovões que iluminavam o céu escuro. Eu apenas a queria proteger daquela tempestade, deixa-la segura. Ele entrou feito um furacão em nossa pequena casa proximo ao cais. Não tinhamos muito dinheiro, viviamos de pesca, eu adorava ficar proximo aos navios pirata que atracavam ali. Mas eu estava contando quando nosso pai entrou em casa, cheirando a bebida, a mulher barata, com aqueles trajes imundos. Pensei na hora que ele havia quebrado nossa porta, esbarrou na mesa da pequena cozinha, e eu mal consegui entender uma palavra do que saia daquela boca suja.

 

- De-me a garota.

 

Isso eu entendi com extrema clareza. Meu corpo extremececeu e paralisou ao ouvi-lo. Meus braços a apertaram contra meu corpo fraco, mas eu não deixaria que aquele velho imundo a toca-se. Minha pequena irmãzinha. Meu pequeno e mais belo raio de sol. Hoje eu percebo que nada podia fazer. Eu não tinha força alguma, ao menos não força fisica. Ele era forte, aquele maldito homem, ele a tirou de mim bruscamente, eu tentei lutar, eu quis mata-lo ali, naquele instante. Ele a estava machucando. Como podia a segurar de forma tão brusca, meu pequeno tesouro. Ele se foi tão rapido quanto entrou em nossa casa. Eu corri atras dele na tempestade. Aquela chuva... ela se resfriaria, ficaria doente. Como ele não percebia isso? Que tipo de pai ele era afinal? Como podia tirar ela de casa embaixo daquela tempestade?

Continuei a correr atras dele, beirando o mar, que estava majestoso aquela noite. O vento e a chuva eram tão fortes que eu não consegui chegar ate ele. Não que eu tenha desistido, eu corri por horas naquela praia, eu nunca soube pra onde ele a levou. A noite se foi, junto a tempestade, e o dia amanheceu, eu estava caido na areia, totalmente acabado, afinal estava sem comer havia 2 dias. Não me pergunte da onde consegui tirar forças para voltar pra casa. Ao chegar lá, eu finalmente o encontrei. Ele estava sentado na cadeira da cozinha, fumando, tão sujo e imundo quanto a noite anterior, atolado em seu proprio vomito. Como eu odiava aquele homem. Fui pra cima dele, o odio, a ira, a raiva queimando dentro de mim, gritando pelo nome de minha pequena irmazinha. Então ele começou a rir.

 

- Eu a perdi.

 

Era isso mesmo que eu ouvia? Ele havia perdido meu raio de sol? E para que? Apenas para participar daqueles jogos realizados nos bares imundos da cidade. Ele havia a perdido na mesa de jogos. Tudo aconteceu ainda mais rapido que na noite anterior. Eu nunca soube o que verdadeiramente aconteceu. Ele tirou tudo de mim, a minha vida. E eu tirei a dele. Quando me encontraram, eu estava na beirada do cais, ajoelhado, o rastro de sangue atras de mim, a cabeça de meu pai boiando na minha frente. As mãos, minhas vestes, meu rosto, eu estava banhado do sangue daquele homem. Ah eu faria tudo de novo, eu talvez ate deve-se ter ido mais devagar, o matado, o torturado, lenta e dolorosamente.

Eles me acolheram, me levaram para seu navio. Eu trabalhei muito, e por anos. Mas o capitão foi bom pra mim. Me ensinou a ler, a lutar, me fez forte. E então eu me tornei seu braço direito. Ate o dia em que conquistei meu proprio navio e me tornei um capitão. Um lorde pirata. Mas mesmo anos depois, eu nunca esqueci daquela noite, nunca esqueci de minha irmã.

 

- Vin!!

 

A vi correndo até mim, com um sorriso tão doce e amavel que não pude não retribuir. Ela havia crescido tanto. E brilhava tão intensamente pra mim, meu raio de sol, meu precioso tesouro. E a segurei em meus braços, a tirando do chão, eu a tinha mais uma vez. A abracei apertado, como fazia antes, mas controlando a força fisica que agora eu tinha. Ela riu. Ah aquela risada, soava como musica aos meus ouvidos.

Passaram-se mais de 10 anos desde a ultima vez que a tinha visto. Que a tiraram de mim. Mas isso nunca mais voltaria a acontecer. Eu agora era forte o suficiente para protege-la do mundo. E nada e nem ninguem nunca mais atiraria de perto de mim.

 

Meu raio de sol, meu precioso tesouro. Minha Kisa.

 

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Nem sei se alguém vai ler rs

Mas passei quase 1 hora escrevendo isso rs.

É um pouco sobre a historia do Vincent. Como tudo aconteceu, como ele perdeu a irmã.

Pra quem ler, eu espero realmente que goste =D

Tava devendo a historia dele rs

Ford 5000 tractor.

 

No DVLA records.

Cheffins vintage and classic auction, Sutton -

 

"An early Force fitted with a Howard trencher with Rotaped tracks and low hours. Ex - John Salmon drainage."

 

Hammer price £3400.

Archives du Musée McCord / Henry Richard S. Bunnett.

 

Cette autre aquarelle réalisée en 1888 par Bunnett, nous montre les modifications apportées aux bâtiments du site des Récollets autour de 1840.

À remarquer la nouvelle façade; semble-t-il qu'on aurait récupéré celle de l'ancienne église Notre-Dame sur la Place d'Armes pour la remonter sur le devant ce bâtiment.

Voyez une photo de ce site en 1865 www.flickr.com/photos/urbexplo/4946693283

Penthouse (sorta) dev studio 4th floor of our house now dedicated to my tech dev, music, photography etc: with nice lounge in far left alcove and balcony overlooking Sydney - taken with super wide angle so foreground appears much bigger.

Dumfries, Early 2021. Kodak M35 with kodak 400TX. Processed and as scanned scanned by AG Photolab

 

Devant la porte de l'usine

le travailleur soudain s'arrête

le beau temps l'a tiré par la veste

et comme il se retourne

et regarde le soleil

tout rouge tout rond

souriant dans son ciel de plomb

il cligne de l'oeil

familièrement

Dis donc camarade Soleil

tu ne trouves pas

que c´est plutot con

de donner une journée pareille

à un patron ?

twitter.com/Memoire2cite #ANRU 2 #SaintEtienne #Montchovet Rue Pierre Loti #destruction #HLM du batiment 5 via #TPMDEMOLITION #Mémoire2cité #Mémoire2ville @ Architectes H. GOUYON , E. HUR , CLEMENT , CARROT , MAUHAUDIER Un #GRANDENSEMBLE de 1962 #VilledeSaintEtienne #DEMOLITION au 24 JUIN 2021 @..La création d’une zone d’activités est actée rue Pierre Loti à la suite d’une délibération de Saint-Etienne Métropole d’octobre 2017. Ses 4,5 ha d’espaces, viabilisés, sont visibles depuis la RN88. La zone est desservie par l’échangeur de Montplaisir, limitrophe. Elle voisine le centre nautique Yves-Nayme, inauguré en août 2013. Ainsi que le pôle moto, à l’est. Place aux activités économiques

Jusqu’aux années 2010, s’y dressaient de nombreux logements de Métropole habitat. Tandis que la commercialisation du projet avance, les derniers immeubles d’habitation sont en train d’être démolis comme le montre cette photo prise rue de Terrenoire ce jeudi 24 juin. Une opération réalisée à coup de « grignotage » par Eurovia (filiale du groupe Vinci) via un engin qui arrache en pinçant le bâti. Pierre Loti sera consacré à l’accueil d’entreprises industrielles et tertiaires pour un total de 12 lots cumulant environ 33 000 m2.

HABITAT et METROPOLE soit l'OPAC 1er bailleur de la ville et de toute la région @ le #Logementsocial dans tous ses états..Histoire & Mémoire de l' #Habitat / #SAINTETIENNE #ANRU #DEMOLITION #Banlieue #RenouvellementUrbain #Mémoire2cité #HLM cinematheque.saint-etienne.fr/Default/SearchMinify/CfGzVz... @ #ANRU #Demolition - Après 1945, les collines agricoles du sud-est de la ville connaissent un programme d’urbanisation de grande ampleur pour répondre à la crise du logement. Près de 4600 logements sociaux vont ainsi être construits en quatre tranches successives de 1953 à 1970 : Beaulieu, la Marandinière, Montchovet, la Métare et la Palle formant aujourd’hui les quartiers sud-est. Touché par la crise économique et urbaine de dingue, le secteur sud-est apparaît à la fin des années 1990 comme un espace monofonctionnel dédié en totalité à l’habitat locatif social et porté par un seul bailleur l'OPAC devenu Métropole Habitat. Bien que bénéficiant de nombreux atouts (accessibilité et environnement agréable...), le quartier souffre du gigantisme de son urbanisation et du manque de résidentialisation des unités d’habitation. Par une action en profondeur et dans la durée, la Ville de Saint-Étienne, à travers son Programme de Rénovation Urbaine (PRU), a amorcé une transformation durable du quartier depuis 1989 avec la 1ere demolition du programme à la rue Pierre Loti le 31 janvier 1989 (BANLIEUE89), 30 ans de renouvellement urbain sur la ville.... une ville pilote en la matiere des 1990. Aujourd'hui et demain Les quartiers sud-est vont poursuivre leur mutation, avec l’appui continu de l’Agence Nationale de Rénovation Urbaine et ses partenaires l'ANRU2. Développer le secteur économiqueL'objectif est de dynamiser l’économie dans ce territoire en portant de nouveaux projets et en restructurant l’offre commerciale de proximité. La Ville de Saint-Étienne a prévu la création de nouvelles zones d’activités permettant l’accueil d’entreprises. Ainsi une zone d’activités économiques, rue Pierre Loti, répondra aux besoins fonciers des entreprises et des artisans locaux. Ce projet de zone économique, en visibilité directe de la RN 88, permettra l’implantation d’une cinquantaine d’entreprises et la création de 300 emplois. Un nouveau centre commercial sur le secteur de la Marandinière, couplé à la démolition des centres commerciaux de la Palle et Sembat, permettra de restructurer et moderniser l’offre commerciale de proximité. Renouveller l'offre d'habitat Une qualité résidentielle s’affirme progressivement au sein des quartiers Sud-Est, grâce à une nouvelle offre d’habitat variée qui émerge depuis plusieurs années. Les nombreuses démolitions réalisées et à venir (Boulevard des Mineurs en 2018 et immeubles Loti en 2020), ainsi que les réhabilitations d’immeubles en cours, vont permettre de diversifier l’offre de logements. L’un des objectifs du projet urbain est donc de conforter la vocation résidentielle du quartier en stimulant l’offre et en accompagnant des projets comme la construction de logements passifs sur le secteur de Beaulieu, la transformation de l’ancienne école Baptiste-Marcet et la réhabilitation de logements à Monchovet. Améliorer le cadre de vie des habitantsLes quartiers sud-est bénéficient d’un environnement naturellement riche et varié, à l’interface entre les grands parcs de la ville (jardin des Plantes, parc de l’Europe, Bois d’Avaize) et le Pilat. Le projet urbain de la Ville de Saint-Étienne prévoit de relier ces espaces naturels entre-eux avec la création d’une continuité verte, qui permettra aux marcheurs et autres randonneurs de bénéficier d’un véritable réseau de chemins autour de la commune. Le boulevard Alexandre-de-Fraissinette, véritable colonne vertébrale du quartier, et la rue Pierre-Loti seront entièrement revus pour assurer un meilleur partage de l’espace entre tous les modes de déplacements (voiture, vélo et piéton) et assurer un maillage inter-quartiers plus efficace. fr.calameo.com/read/0005441131b4119eaa674Depuis 2014, la rénovation urbaine dans les quartiers sud-est s’est traduite par de nombreux travaux: la construction du centre commercial de la Grande Marandinière, l’aménagement d’un lotissement de treize maisons individuelles passives, impasse Clémenceau, les rénovations des écoles de Montchovet et de Beaulieu, la réhabilitation de locaux rue Henri-Dunant (pour y installer la Maison des associations), et enfin les démolitions récentes du centre commercial du boulevard de la Palle et d’un garage, au 41 rue de Terrenoire.Démolitions mais aussi constructions sont au programme. Plusieurs acteurs entrent en jeu dans le financement de ces projets, notamment l’ANRU (Agence nationale de rénovation urbaine) mais aussi la Ville, le Département et la Région. Ainsi, le contrat avec l’ANRU, signé le 14 mars, dégage une somme de 23 millions d’euros, somme à laquelle il faut ajouter 3,3 millions d’euros de la Région. Pour les années à venir, les objectifs visent à la poursuite du développement économique, de la mutation de l’habitat par des constructions individuelles ou de petits immeubles, des démolitions ponctuelles, de la valorisation des espaces publics et du renforcement des espaces du quartier. Deux secteurs sont concernés : Loti et la Grande Marandinière. Le 11 AVRIL 1964, le développement de la ville de Saint Etienne, et ses travaux ..La ville de Saint Etienne se développe tout comme l'ensemble du territoire... Pour accompagner cet accroissement de population, de nouveaux quartiers se construisent aux abords de la ville chaque jours. Et pour faire face aux problèmes de circulation, un boulevard périphérique a été aménagé. Réalisé à l'occasion de la construction de la déviation sud de l'autoroute de Saint Etienne, ce reportage témoigne de la visite du sénateur maire de la ville, Mr. Michel DURAFOUR, sur le chantier du tunnel de la déviation. Accueilli par Mr. Rocher, président de la société forêzienne de travaux publics, Michel DURAFOUR découvre avec les membres du conseil municipal l'avancée des travaux. (voir aussi le chantier de l A 47 avec la video du tunnel du rond-point içi : www.ina.fr/video/LXC9610041788 . Ce quartier est né des programmes de grands ensembles mis en œuvre à partir des années 1950 afin de réduire la pénurie de logements. La mairie choisit donc de développer un quartier moderne 4 600 logements en HLM pour pouvoir loger plus de 30 000 habitants avec des loyers modérés dans des bâtiments modernes. Ce quartier avait comme emblème un des plus grands immeubles d’Europe surnommé la Muraille de Chine qui était visible depuis l’autoroute. Ce quartier s’est construit en quatre tranches : Beaulieu I (Beaulieu) de 1953 à 1955 ; Beaulieu II (La Marandinière) en 1959 ; Beaulieu III (Montchovet) en 1964 ; Beaulieu IV (La Palle) en 1971. Il est aujourd’hui en profonde mutation avec un programme de renouvellement urbain qui prévoit la démolition de plus 1000 logements et la reconstruction de 250. Bâtiments spécifiques : CHPL (Centre Hospitalier Privé de la Loire) qui remplace la Muraille de Chine ; Ecole Nationale d'ingénieurs de Saint-Etienne Un modèle de l'urbanisme des années 1950. Beaulieu-Montchovet: La ville choisit de construire un immense quartier neuf de plus de 4.600 logements, prévu pour loger 30.000 habitants, sur les basses pentes du Pilat, à la sortie sud-est de Saint-Etienne.Entre les forêts, qui seront classées parc naturel quelques années plus tard, et les quartiers chics du cours Fauriel, c'est un des endroits les mieux situés de la ville.C'est aussi le seul grand emplacement proche du centre où il n'y aie pas eu de mines, parce que les couches de charbon s'arrêtent juste avant : le terrain est assez solide pour supporter de gros immeubles. Içi le chantier de construction de MONTCHOVET soit Beaulieu 3, la continuitée des constructions HLM de nos quartiers sud-est (les chantiers de l'OPAC) , la vidéo içi :www.ina.fr/video/LXF99004401 .Retour sur son historique de 1962 à aujourd'hui e n 2018.Un grand-Ensemble qui rappelle combien la politique d'urbanisme des années 1960 et suivantes a été conduite en dépit du bon sens la video içi www.google.fr/search?q=montchovet+ina&oq=montchovet+i... et là www.ina.fr/video/CAC00029801 , mais aussi içi www.ina.fr/video/CAC00029801 - avec Claude BARTOLONE içi avec la Visite à Saint Etienne du ministre délégué à la ville le jour de la démolition de la muraille de Chine. Rencontre avec des associations pr discuter du futur du quartier Montchovet. www.ina.fr/video/LY00001263573 - fresques.ina.fr/rhone-alpes/fiche-media/Rhonal00046/demol... - et les differentes videos de la demolition la encore : La démolition de la "muraille de Chine" de Saint Etienne www.youtube.com/watch?v=aq1uOc6Gtd0, www.youtube.com/watch?v=YB3z_Z6DTdc terrible :( ^^ l interview de Michel Thiolliere Le Grisou.fr a interviewé Michel Thiollière, ancien maire de Saint-Etienne et sénateur de la Loire, membre du Parti radical et actuel vice-président de la Commission de régulation de l'énergie. Il livre son analyse sur les prochaines échéances politiques, notamment la campagne des municipales en cours à Saint-Etienne, les alliances de la droite et du centre, mais aussi le mandat de Maurice Vincent. Michel Thiollière s'attarde également sur les besoins de l'agglomération stéphanoise et évoque les enjeux énergétiques en France.(Interview : Maxime Petit -- Réalisation : Studios Bouquet) www.youtube.com/watch?v=AJAylpe8G48,"François Mitterrand, après la visite de deux quartiers -l'un à Saint Etienne et l'autre à Vénissieux, inscrits sur la liste de ceux à réhabiliter -, parle du plan de réhabilitation pour de meilleures conditions de logement.François Mitterrand / Georgina Dufoix / Gilbert Trigano / François Dubanchet / Marcel Houël Thèmes : Grands travaux et grands projetsLe Président > 1er septennat 1981-1988 > 1981-1986 ÉclairageDepuis la fin des années 1970, la région lyonnaise apparaît comme l'épicentre des violences urbaines qui se déroulent en France. Durant l'été 1981, des violences urbaines ont conduit le gouvernement à engager le plus tôt possible une nouvelle politique en faveur des quartiers dégradés. Malgré les premières opérations de réhabilitation engagées par la Commission nationale pour le développement social des quartiers, la situation demeure extrêmement tendue dans un certain nombres de quartiers populaires. L'assassinat d'un jeune de la Cité des 4 000 par un habitant en juillet 1983 a ravivé les débats autour du thème du "mal des grands ensembles" selon l'expression de l'époque. D'autre part, le contexte politique conduit également le pouvoir à s'intéresser encore davantage à la question de la dégradation urbaine dans la mesure où de très nombreux quartiers populaires n'ont pas cette fois-ci apporté leurs suffrages aux candidats de la gauche.La visite de François Mitterrand dans deux quartiers dégradés de la région lyonnaise constitue donc un signal fort à l'égard des populations qui y vivent. Ce déplacement fait également écho à celui réalisé quelques jours plus tôt au sein de la Cité des 4 000 à La Courneuve en Seine Saint Denis (voir Visite de François Mitterrand à La Courneuve). Le principe est d'ailleurs le même et il est exprimé par le président de la République : voir par lui-même l'état réel de ses quartiers. Le fait qu'il soit mentionné dans le reportage que "ces visites surprises" se soient faites dans la "plus grande discrétion" (notamment sans les élus locaux concernés) marque effectivement la volonté du président de la République d'établir une sorte de lien direct avec les habitants qui vivent dans ces quartiers. Il ne s'agit pas de faire l'annonce de nouvelles mesures mais "de voir les choses par moi-même" selon l'expression utilisée par François Mitterrand lors de son allocution à la Préfecture à Lyon. Au moment où la Commission nationale pour le développement social des quartiers établit la liste définitive des 22 quartiers qui bénéficieront d'un programme de réhabilitation, la visite du président de la République sur le terrain suggère une forme de "présidentialisation" du thème de la réhabilitation des grands ensembles.La création au même moment de Banlieue 89 suscitée par deux architectes proches de François Mitterrand, Roland Castro et Michel Cantal-Duparc, suggère également l'intérêt du président de la République pour les questions urbaines (voir Inauguration de l'exposition organisée par Banlieue 89)."http://fresques.ina.fr/mitterrand/fiche-media/Mitter00106/visite-de-francois-mitterrand-a-saint-etienne-et-aux-minguettes.html JournalisteVisites surprises qui se sont déroulées dans la plus grande discrétion, seule Madame Georgina Dufoix, Secrétaire d’Etat à la Famille et aux Immigrés, Monsieur Gilbert Trigano, le PDG du Club Méditerranée qui participe à la Commission Dubedout, et deux collaborateurs du Chef de l’État étaient présents. Ni à Saint-Étienne, ni à Vénissieux, les autorités locales n’y ont participés. Peu avant midi, le Président est arrivé à la Préfecture du Rhône à Lyon où s’est déroulée pendant 45 minutes une séance de travail avec les élus locaux et notamment Messieurs Dubanchet, Maire de Saint-Étienne et Houël, Maire de Vénissieux. Réunion qui a donné l’occasion d’aborder les problèmes de fond, devait souligner François Mitterrand.(Bruit)François MitterrandLes deux quartiers que je viens de visiter, celui de Montchovet à Saint-Étienne et celui de Monmousseau à l’intérieur des Minguettes sur la commune de Vénissieux, sont inscrits sur la liste des 22 quartiers à réhabiliter, retenus, proposés par la Commission Dubedout devenue la Commission Pesce, et retenus par le Gouvernement. Et je compte appliquer nos efforts pour qu’effectivement, ces quartiers soient réhabilités, c’est-à-dire, soient habitables. Qu’on y trouve, pour ceux qui y vivent, euh, suffisamment de convivialité, de capacité de développer une famille et, euh, revenant de son travail quand on en a, de pouvoir vivre avec les autres. Les conditions de logement, la construction de ces ensembles, les liaisons avec l’extérieur, l’école, le sport, les espaces verts, bref, l’espace tout court, contribuent, vous le comprenez bien à, au futur équilibre, ou contribueront au futur équilibre de ces quartiers. Alors, je préfère voir les choses par moi-même. Il faut bien se dire que à l’origine de nombreux désordres sociaux se trouvent ces fâcheuses, ces déplorables conditions de vie. Et moi, je veux lutter contre ces désordres et pour cela, il faut que je m’attaque avec le Gouvernement et ceux qui ont la charge auprès de moi, je veux absolument m’attaquer aux sources d’un malaise et d’un déséquilibre social qui sont d’une immense ampleur. Raison de plus pour commencer par un bout avec énergie et continuité. Et de ce point de vue, je compte bien, au cours des semaines et des mois à venir, persévérer dans cette enquête personnelle qui me permet ensuite de donner des instructions précises à ceux qui participent à la gestion de l’État., à Saint-Étienne comme dans les communes de sa proche banlieue. Une sorte de grand monument à la gloire des HLM, comme si on avait fait exprès de la faire aussi énorme pour montrer comme les gens étaient fiers de ce quartier. Autour on construit tout ce qu'il faut pour les habitants : une école, Montchovet, qui donne sur le grand pré derrière, une MJC, une piscine, un centre commercial, avec la Poste, plus tard le bureau de police. En 1978, comme les enfants des habitants grandissent, on ouvre un deuxième collège dans la ZUP. Il prendra le nom de Jean Dasté, qui a créé la Comédie de Saint-Etienne, le plus grand théatre de province en France, et son école de comédiens. Après 1984 les loyers des HLM ont augmenté, beaucoup d'habitants sont partis. La population de Saint-Etienne diminue surtout dans les quartiers sud : beaucoup de gens déménagent vers la plaine du Forez, moins froide, où il y a la place de batir des maisons. On a rénové beaucoup d'appartements anciens en ville : la crise du logement est finie. On ne sait même plus qu'elle a existé. Les ZUP ont vieilli et la plupart des gens préfèrent se loger dans des appartements récents. Alors on ferme : le collège de Beaulieu, l'école de la Marandinière, la Poste. La Muraille coute très cher à entretenir : il n'y a plus asssez d'habitants pour payer les frais. Les HLM ont décidé de la détruire: c'est le plus gros projet de démolition jamais réalisé en Europe. Les familles qui restaient ont du déménager. On va faire exploser la Muraille de Chine au printemps de l'an 2000. Peut être qu'il fallait le faire, mais pour les gens du quartier c'est un gros morceau de notre Histoire qu'on nous détruit.1954: les premiers travaux à Beaulieu : la campagne devient une ville à grands coups de bulldozer..Le projet est de construire en grande quantité des logements de bonne qualité, avec tout le confort, des chambres pour les enfants, l'eau, le chauffage central, des sanitaires, des arbres et des pelouses, et surtout .... des loyers accessibles pour tous. Ce seront les Habitations à Loyers Modérés, les HLM.Il faudra les construires en dehors des villes, pour en finir avec le mélange des industries et des logements, qui amène le bruit et la pollution. Y prévoir tous les équipements : commerces, écoles, collèges, lycées, transports, parcs, équipements sportifs, police, pompiers, Postes. Construire des villes entières où tout le monde aura accès à ce qui n'était encore que le luxe de quelques gens très riches.Cinq villes sont choisies pour être prioritaires : Paris ( Pantin ) et Lyon ( Bron-Parilly) à cause de leur taille, Angers et Rouen détruites dans les bombardements de 1944, Saint-Etienne, la ville la plus sinistrée de France pour le logement. C'est là que naissent les cinq premières Zone à Urbaniser en Priorité, les ZUP, modèles de l'urbanisme pour toute une génération. Elles ne s'appellent pas encore comme ça : on les construites avant que l'expression de ZUP existe, c'est de leur réussite que naitra le modèle repris partout pour lequel on inventera le mot plus tard.Beaulieu I: le projet d'urbanismeMaquette de 1953 - Projet des architectes Gouyon-ClémentUne architecture géométrique, de grands espaces, des arbres, des formes qui soulignent le relief.La ZUP de Beaulieu est construite en quatre tranches:- Beaulieu I ( Beaulieu ) de 1953 à 1955- Beaulieu II ( La Marandinière ) en 1959- Beaulieu III ( Montchovet ) en 1964, dont fait partie la Muraille de Chine, le grand immeuble le long du boulevard à gauche.- Beaulieu IV ( La Palle ) en 1971Le quartier:Au premier plan, en bas à droite Beaulieu, la Marandinière est à droite derrière l'autoroute, Montplaisir à gauche, Monchovet au milieu, le long du boulevard de la Palle.A gauche des tennis, les batiments du collège de Beaulieu. C'était l'autre collège de la ZEP, le seul collège "sensible" de France a avoir été fermé, en 1995.Nouvelles techniques, nouveaux matériaux :Construire vite pour un prix raisonnable oblige à inventer de nouvelles techniques, d'autant que l'on manque de travailleurs qualifiés.La construction s'industrialise: immeubles à structure porteuse ( des poteaux en béton armé tiennent les dalles, ce ne sont plus les murs qui soutiennent les immeubles ), murs rideaux ( les murs sont fait de morceaux préfabriqués accrochés aux dalles ), éléments standardisés ( les éléments: murs, tuyauterie, portes et fenêtres, sanitaires, etc... sont tous identiques, fabriqués en usine en grande série, installés de la même façon dans tous les immeubles ), nouveaux matériaux ( matières plastiques, béton armé, acier ) qui ne s'utilisaient pas dans la construction traditionnelle.Cela permet de diminuer les prix, en automatisant les fabrications, mais aussi parce qu'on peut utiliser des ouvriers beaucoup moins qualifiés, qui ne font que du montage et que l'on paye moins cher.Bien après les gens se plaindront de ces appartements tous identiques, de ces matériaux peu agréables, de la taille inhumaine des batiments.Mais à l'époque il faut compter deux à trois ans d'attente pour obtenir un appartement dans le quartier. Les familles sont si contentes de leur quartier tout neuf que les collègiens qui prennent le bus emportent une paire de bottes en plus de leur chaussures pour aller des immeubles à l'arrêt de bus : pas question de ramener de la boue dans les bus ou dans les escaliers.La crise du logement:1950 : la France connait la pire crise du logement de son Histoire. La crise économique de 1929 puis la guerre de 1939-1945 ont arrêté la construction de logements, déja insuffisante avant 1930, pendant plus de vingt ans.La France est au maximum du "baby-boom" ( période de très forte natalité qui commence à la fin de la guerre ) : les 40 millions de français de 1950 font deux fois plus de bébés que les 60 millions d'aujourd'hui. La très forte croissance économique relance l'immigration. Plus de la moitié des familles sont mal logées alors que la France commence la plus forte croissance démographique de son Histoire.La IV° République, héritière du programme de la Résistance donne la priorité aux besoins sociaux : école, santé, logement, sur la rentabilité financière. L'Etat, les villes, sont décidés à investir dans le logement, qui est déclaré prioritaire dans le Plan d'organisation de l'économie.Entre les années 50 et 60, et suite à la seconde guerre mondiale, la municipalité stéphanoise a vu sa population passée d’un peu moins de 180 000 habitants en 1950 à plus de 200 000 habitants dix ans plus tard en 1960. Cette forte augmentation de la population pouvait s’expliquer par le fort taux de natalité de cette époque (baby-boom), mais aussi par l’afflux de travailleurs de la classe ouvrière venus dans la grande cité stéphanoise pour trouver un travail. De ce fait, la construction d’un logement sain pour chaque ouvrier était devenue une priorité absolue pour les élus qui considéraient à raison que cela était une condition vitale dans le cadre de ce grand développement. Pour ce faire, la ville a lancé dans les années 50 une vaste opération de construction de barres d’habitation dans la zone de Beaulieu, destinée à fournir un logement à une population grandissante.Une barre d’habitation innovanteA l’époque, avec une majorité d’architectes, les appartements modernes construits possédaient des cloisons lourdes empêchant toute modification interne ainsi que des espaces de renvoi sombres et non ventilés ressemblant à des alcôves.Mais à l’inverse, pour certains architectes précurseurs de la région à l’image d’Yves et Henri Gouyon, la modernité reflétait le gout de la clarté, de l’air, et du soleil, avec de larges horizons. Ainsi, ces derniers donnaient la priorité non pas aux façades qu’ils considéraient comme de simples élévations du plan, mais aux cellules d’habitations et à leur orientation. Dans cette optique, le bâtiment proposé par Henri Gouyon, qui était donc un partisan de l’espace ouvert moderne, supprimait les circulations et profitait de ce gain de place pour aménager de nouveaux espaces de vie communes. De plus, dans ces cellules d’habitations, les architectes ont tirés profit au maximum de la double orientation des appartements (ces derniers étaient traversant) avec par exemple l’accolement de balcons.Conception et réalisation d’un quartier entierPour le projet de Beaulieu, l’on confia la conception ainsi que la réalisation des interventions aux agences Henri et Yves Gouyon puis Yves Gouyon et associés. Ainsi, dés le milieu des années 50, des études concernant Beaulieu II – La Marandinière furent conduites, suivis de la construction du bâtiment entre 1957 et 1959. S’en suivit Beaulieu III – Montchovet entre 1962 et 1964, surnommé la « Muraille de Chine », qui comprenait entre autres, une barre de type HLM haute de 10 à 17 mètres et longue de 270 mètres, avec 560 logements. Suites à ces constructions, l’urbanisation des vallées et collines du sud-est de Saint-Etienne continua jusque dans les années 70 avec les séries de la Métare I, II, et III. Au total, ce sont plus de 8 000 logements, pour l’essentiel de type HLM, qui ont été construits durant cette période.Ces constructions ont également contribué à la création du parc de l’Europe et d’un boulevard circulaire qui servait de jonction entre les différents édifices et le centre-ville de la cité stéphanoise.Un projet pharaoniqueLe centre commercial fut un projet d’une dimension sans précédent pour la ville, plus grand centre commercial intra-urbain de la région Loire-Auvergne, avec 100 magasins, 1500 places de stationnement, 90 000 m² de surface, et sur 3 niveaux (4 niveaux avec la terrasse). Le 2 octobre 1979, CENTRE DEUX ouvre ses portes pour la première fois, et constitue une renaissance et un véritable tournant pour la ville.L’avis de l’architecteDe toutes les constructions de cette époque, Beaulieu est un des ensembles construits qui se porte le mieux si l’on en croit les nombreuses enquêtes menées auprès de la population de ces logements, dont certains l’occupe pratiquement depuis le début. Les arbres atteignent désormais le haut des immeubles, et la rue Le Corbusier adjacente a pris les allures « d’une banlieue des années 30 » avec un niveau d’urbanisme parfaitement acceptable. En conclusion, on peut parler pour cette construction d’un véritable savoir faire architectural et en quelques sortes d’art urbain. Ce projet a été récompensé par un prix d’urbanisme, mettant en valeur le travail en amont du projet. St-Etienne Cimaise Architectes -Entretien avec François Tomas, géographe, spécialiste de l'aménagement urbain, et enseignant à l'université et à l'école d'architecture de Saint-Etienne. Il est notamment l'auteur des Grands Ensembles, une histoire qui continue (Publications de l'université de Saint-Etienne, 2003). Cet intellectuel a également mis la main à la pâte. Entre 1977 et 1983, il fut adjoint à l'urbanisme du maire communiste de l'époque, Joseph Sanguedolce. Engagé au PC de 1974 à 1985, il a, depuis, rejoint le Parti socialiste «comme militant de base»Quelle est l'ampleur des destructions provoquées par la Seconde Guerre mondiale à Saint-Etienne?La ville subit un important bombardement des Alliés le 26 mai 1944. Celui-ci vise les usines qu'utilisaient les Allemands dans la région pour leur effort de guerre et les noeuds de communication ferroviaire. Comme prévu, la gare de Châteaucreux, les usines de Marais et le tunnel de Tardy sont touchés. Mais les bombes, larguées trop rapidement, atteignent aussi les quartiers du Soleil et de Tardy - notamment les écoles - ainsi que l'église Saint-François, emplie de fidèles. Au total, le bilan est lourd: un millier de morts, 1 500 blessés, 22 000 sinistrés; 800 immeubles ont été plus ou moins détruits.Que prévoit-on pour la reconstruction?Pas grand-chose. A la différence de la refonte spectaculaire du Havre, par exemple, on se contente ici de bâtir de petits immeubles, plus modernes bien sûr, mais sans réelle innovation architecturale ou urbanistique.Est-il vrai que Saint-Etienne, après guerre, traîne une réputation de «capitale des taudis»?C'est exact, et celle-ci n'est pas usurpée. En 1946, 7% seulement des logements sont jugés «confortables», et 17%, «acceptables»; 56% sont médiocres, et 20% peuvent véritablement être qualifiés de taudis: 1 logement sur 5 n'a pas d'eau à l'évier, les deux tiers ne disposent pas de WC, et 95%, de salle d'eau. Mais le problème n'a pas été créé par la guerre. Depuis la fin du XIXe siècle, Saint-Etienne a beaucoup grandi, mais très peu construit. Résultat: la ville a vieilli sur elle-même et se trouve après guerre dans une situation désastreuse, que les bombardements ont simplement aggravée.C'est alors qu'Alexandre de Fraissinette, maire élu en 1947, fixe le logement comme l'une de ses priorités.Oui. Et ce ne sera pas un vain mot. Rendez-vous compte: on passe de 114 logements construits en 1948 à 531 en 1951, 1 085 en 1954, 1 694 en 1957 et même 2 932 en 1959! L'effort est gigantesque. Mais le changement est aussi qualitatif. A la fin des années 1940 et au début des années 1950, la France va connaître une rupture architecturale avec l'apparition des premiers grands ensembles. Saint-Etienne sera l'une des villes symboles de cette rupture.Comment cette nouvelle architecture est-elle accueillie?Très favorablement par les classes moyennes, beaucoup moins par les classes populaires.Cela paraît paradoxal, pour du logement social!Le paradoxe n'est qu'apparent. On l'a oublié aujourd'hui, mais les premiers grands ensembles sont réservés aux familles de moins de trois enfants ayant des revenus corrects, autrement dit aux classes moyennes. Alors que, depuis la guerre, celles-ci devaient se contenter d'une ou de deux pièces mal équipées, elles se voient soudain proposer des logements spacieux, avec de la verdure, de la lumière, une salle d'eau, des WC, le chauffage central. Cela leur paraît merveilleux! Les pauvres, eux, continuent de s'entasser dans de petits appartements sans confort, quand ce ne sont pas des taudis, en particulier à Tarentaize et à Beaubrun, ou des bidonvilles, du côté de Méons, près des puits de mine et des usines sidérurgiques. Ce n'est que plus tard, à partir des années 1970, que les grands ensembles seront prioritairement réservés aux pauvres et aux familles immigrées. Mais, dans les années 1950, les grands ensembles sont encore synonymes de progrès social. Et même au-delà. On est persuadé que ce nouvel habitat va entraîner le recul de la maladie, de la délinquance, voire de la mésentente entre les époux! Il existe ainsi une «commission du bonheur ou des grands ensembles»!On croit rêver...C'était l'ambiance de l'époque, avec ses utopies et ses excès. Pour les architectes, si l'un des repoussoirs est le taudis de centre-ville, l'autre est le petit pavillon de banlieue, symbole à leurs yeux de l'individualisme petit-bourgeois, avec ses gaspillages de terrain, son absence d'horizon et son coût pour la communauté...Quels sont les quartiers typiques de cette période, à Saint-Etienne?Le premier est constitué par le très bel ensemble de la place du Maréchal-Foch. Il s'agit d'une étape intermédiaire entre l'îlot traditionnel (des immeubles accolés, formant un pâté de maisons) et sa suppression totale. Du côté de la Grand-Rue, plusieurs immeubles constituent encore des semi-îlots. Mais, à l'ouest, deux immeubles sont déjà totalement indépendants: ils sont construits au milieu de la verdure. Et cela, c'est très nouveau. Jusqu'à présent, tous les immeubles érigés à Saint-Etienne, y compris les plus hauts, étaient accolés à d'autres édifices. Cela reste encore, cinquante ans plus tard, l'un des quartiers chics de Saint-Etienne.L'autre grande opération de l'époque, c'est Beaulieu I.Evidemment. On est, cette fois, face à un grand ensemble «pur». Le chantier commence en 1953 - il y a juste cinquante ans - et s'achève en 1955. Ce nouveau quartier de 1 264 logements est remarquablement conçu. Non seulement il respecte la topographie des lieux, mais aussi il joue avec elle: les bâtiments sont implantés soit parallèlement, soit perpendiculairement aux courbes de niveau, ce qui met en valeur la colline tout en préservant son sommet. Pour rompre l'anonymat, les entrées, les façades et les balcons sont individualisés. Les logements sont de qualité, et les espaces verts, confiés aux services de la ville, tout simplement magnifiques. Beaulieu produit d'ailleurs un effet prodigieux sur ses premiers habitants.Son implantation n'est pas non plus le fait du hasard...En effet. Compte tenu des préoccupations hygiénistes de l'époque, le conseil municipal a choisi ce site «loin des zones minières et industrielles, à l'abri des poussières et des fumées, au climat salubre». Il souligne qu'il ne sera «jamais exploité par les houillères, car son sous-sol est stérile» et qu'il est également «bien relié à Saint-Etienne par le cours Fauriel, la seule avenue large de la ville». C'est véritablement le contre-modèle du taudis. Il a d'ailleurs, lui également, remarquablement bien vieilli.Etes-vous aussi enthousiaste pour les projets qui ont suivi Beaulieu I?Hélas!... Beaulieu II-La Marandinière (1957-1959), Beaulieu III-Montchovet (1962-1964), avec la fameuse «muraille de Chine», Beaulieu IV-la Palle (1967-1970) et la Métare (1962-1974), représentant à eux tous quelque 6 000 logements, constituent - à l'exception de la Métare, qui ne comprend que des appartements en copropriété - des échecs complets. Et tragiques.Pourquoi cette différence?Beaulieu I a bénéficié d'une accumulation de partis pris judicieux qui n'ont pas été appliqués par la suite. Outre la qualité de son architecture et de ses espaces verts, on a évité le zonage bête et méchant, qui allait s'imposer plus tard: les zones commerciales, d'un côté; les tours et les barres d'habitation, d'un deuxième; les emplois, d'un troisième. Enfin, Beaulieu I, réservé presque exclusivement aux classes moyennes, n'a pas connu le processus de dégradation que l'on constatera ailleurs, et dont la destruction de la «muraille de Chine» constituera le symbole.Qui ont été les grands aménageurs de cette époque?Parmi les politiques: le maire, Alexandre de Fraissinette (modéré), et son premier adjoint, qui lui succédera à sa mort, le radical Michel Durafour. Parmi les architectes: Edouard Hur et Henri Gouyon, concepteurs de Beaulieu I. Et, bien sûr, l'Etat, qui reste très présent. C'est lui qui, de manière générale, garde la haute main sur l'urbanisme. Beaulieu constitue une opération nationale, décidée de Paris. Cependant, ce qui est remarquable, c'est que, pour Beaulieu I, l'Etat va accepter de composer.Dans quels domaines?Le ministère de la Reconstruction souhaitait, ici comme ailleurs, que l'opération fût entièrement industrialisée. Autrement dit, que l'on adaptât au bâtiment les méthodes de l'automobile. Les constructions devaient se faire en préfabriqué, et l'on devait se contenter de les monter sur place. Mais, à Saint-Etienne, les architectes, soutenus par le maire, s'opposent à cette directive. Parce qu'ils sont expérimentés, et reconnus, ils vont obtenir gain de cause. Et heureusement.Y a-t-il eu des projets, conçus à cette époque, qui n'ont pas vu le jour? A la fin des années 1950, l'Etat fait appel à de grands architectes pour remodeler les villes. A Saint-Etienne, c'est Dufau, distingué par le prix de Rome, qui est choisi. Il présente un projet radical: raser les 70 îlots qui se trouvent à l'est de la Grand-Rue, entre la place du Peuple et Bellevue, et les remplacer par autant de tours et de barres! Son projet, finalement, ne sera appliqué qu'en partie. Au sud, jusqu'à Bellevue, presque tout est démoli, beaucoup de tours et de barres sont construites. Au nord, les démolitions sont également presque systématiques, mais, cette fois, les nouveaux immeubles reproduisent la forme traditionnelle de l'îlot. On détruit également une partie du quartier derrière la grande poste, ainsi que l'ancienne caserne de Tréfilerie et la prison de Bizillon. Le futur Centre-Deux...C'est cela. Au départ, l'opération se nomme «prison-Tréfilerie», mais les promoteurs, qui ont le sens du commerce, préfèrent la rebaptiser. Ce quartier est conçu comme un centre d'affaires à l'américaine, type la Défense, à Paris, ou la Part-Dieu, à Lyon. On explique aux élus que, s'ils veulent que Saint-Etienne devienne une grande ville, ils doivent la doter d'un centre d'affaires, avec des immeubles atteignant 100 ou 150 mètres de hauteur, comme aux Etats-Unis! Le projet est lancé (en 1969), mais il sera peu à peu amendé, pour tenir compte de la réalité économique, de la montée des oppositions et de l'évolution des mentalités.Comment l'économie stéphanoise se porte-t-elle alors?La ville croit encore à l'avenir de la mine et des industries traditionnelles. Cela se comprend: le plan Monnet pour la relance de l'économie française s'appuie sur l'énergie, les transports, les industries lourdes... Bref, tous les points forts de Saint-Etienne, mais ce sera un cadeau empoisonné, car, bercée par cette illusion, la cité s'endort. Quand elle se décidera à moderniser ses structures industrielles, ce sera toujours avec quelques années de retard. Au fond, c'est dans les années 1950 que l'on commet les erreurs qui conduiront, plus tard, au démantèlement des industries locales.Le secteur tertiaire a-t-il déjà commencé son essor?Pas encore. Dans les années 1950, Saint-Etienne reste une ville très fortement industrielle. La tertiarisation, avec l'enseignement supérieur, la transformation de l'hôpital en centre hospitalier régional et universitaire et l'essor de Casino, avec les supermarchés et les hypermarchés, ne commencera véritablement que dans les années 1960.Culturellement, la ville est aussi très active...Elle est même, à ce moment-là, l'un des hauts lieux de la création culturelle en France, notamment dans les domaines théâtral et artistique. Maurice Allemand fait du musée de Saint-Etienne l'un des plus grands musées d'art moderne en France. Et Jean Dasté propose au public le théâtre moderne. Ce bouillonnement est dû, notamment, à Alexandre de Fraissinette. Comme, après lui, Michel Durafour, il est persuadé que l'avenir de la cité est dans la modernité. Il considère donc qu'elle doit être déclinée dans tous ses aspects: économique, urbanistique et culturel.La population comprend-elle cette volonté?Oui et non. Dans les années 1950, il existe un certain consensus, car tout le monde partage la vision d'un avenir meilleur. Mais, en réalité, Fraissinette, et surtout Durafour, sont très décalés. Dans leur obsession d'une ville «blanche», ils refusent en bloc le passé, dont on a heureusement découvert depuis lors les richesses. Ils rêvent d'une ville qui n'existe pas, peuplée d'habitants qui ne ressemblent pas aux Stéphanois réels... C'est d'ailleurs ce qui, plus tard, provoquera la chute de Michel Durafour.Le chantier de l'autoroute de Saint Etienne 01 nov. 1965, la video içi www.ina.fr/video/LXC9610041788 - ST-Etienne,Montchovet (Beaulieu III) "la Muraille de Chine" construction 1962-1964, architecte HUR/FARRAT/GOUYON.Rappelez vous...Aout 1983, François Mitterand, se déplace incognito à la Muraille de Chine à Saint-Etienne. Quelques mois plus tard, la grande réhabilitation de cette barre d’habitation sera lancée.& le 24 octobre 1987 : visite officielle à Saint-Etienne. Il retourne à La Muraille de Chine pour constater les travaux. Le même jour il se rendra à Saint-Chamond et Roanne.« En 1983, le président s’est rendu à Montchovet à l’improviste »François Mitterrand est venu une première à Montchovet en 1983 incognito. Pourquoi une telle démarche ?C’est l’architecte Roland Castro qui a convaincu le président d’aller dans des quartiers populaires. Son but était de lui montrer où vivaient les gens à cette époque et qu’il fallait entreprendre un programme de rénovation.François Mitterrand m’a appelé et m’a dit d’organiser trois ou quatre » descentes » sur le terrain mais le président ne voulait ni policiers, ni gendarmes. Il m’a simplement demandé d’avertir, par correction, le préfet une fois arrivé. C’était d’ailleurs le meilleur gage de sécurité car lorsque vous n’êtes pas attendu, il n’y a pas de risques. Nous sommes donc allés à Saint-Etienne à Montchovet, aux Minguettes à Lyon, dans le 93.. et, à chaque fois, à l’improviste> Quelle a été la réaction des habitants ?Ils étaient très étonnés de croiser le président de la République dans leur cage d’escaliers ! Partout, nous avons reçu un accueil très chaleureux.Nous étions quatre : le président, Roland Castro, un policier et moi-même. Je me souviens qu’aux Minguettes, le président a été invité par une famille pour boire le thé. Les habitants étaient très heureux que le président s’intéresse à eux.> Comment François Mitterrand a-t-il réagi en voyant la vie de ses quartiers ?Il était fasciné. Je n’irais pas jusqu’à dire que c’était, pour lui, une découverte mais il était un rural et le fait de se confronter à la vie de ces gens qui vivaient dans de grandes barres fut enrichissant.> Ces visites impromptues ont-elles été suivies d’effets ?Oui car la mission Banlieues 89 est née de ces visites de terrain. Ce fut d’ailleurs la naissance de la politique de la ville.> En 1987, cette fois, la visite fut officielle - Proposer de nouveaux logements dans une démarche environnementale forte. Dans la poursuite des opérations engagées depuis 2001 (démolition de la Muraille de Chine en 2000, implantation du CHPL, de l ’AIMV en 2005), une qualité résidentielle s'affirme progressivement au sein des quartiers Sud-Est, grâce à une nouvelle offre d'habitat variée (en forme comme en type de produits). Le dynamisme du quartier s'appuie sur l'accueil et le développement de services, d'activités économiques et d'équipements d'agglomération (centre nautique, Nouveau Théâtre de Beaulieu...) et de proximité (salles de sport, travaux dans les écoles). Les atouts paysagers du site sont pleinement exploités dans une démarche environnementale forte. L'aménagement des espaces libres et la requalification des axes structurants et de desserte renforcent les liaisons internes aux quartiers et les ouvrent sur l'ensemble de la ville. Beaulieu, un patrimoine de qualité, valorisé et adapté à ses occupants40 logement ont été adaptés au vieillissement de leur occupants (bacs à douche, volets électriques, aménagement des ascenseurs, …). L'amélioration des espaces extérieurs, résidentiels ou publics (rue K.Marx, square Renoir, allée Clémenceau) viendra rendre plus conviviaux ces lieux de vie partagés. Petite Marandinière : une cité jardin qui se rénove en gardant son caractère Sur la Petite Marandinière, 320 logements de Métropole Habitat ont été rénovés. Les bâtiments ont été transformés pour arriver à 32 logements, avec création de T3, T4, et T5 en tenant compte de la rénovation thermique et du confort des logements. 54 logements ont été construits, répartis en 6 bâtiments à l'architecture contemporaine et fonctionnelle (surfaces généreuses, double ou triple orientation, terrasse ou loggia). En parallèle, les espaces publics ont été réaménagés dans une démarche environnementale durable et innovante : résidentialisation et embellissement des espaces extérieurs, traitement paysager d'ensemble, requalification des voiries et des circulations douces adaptées aux usages, gestion optimisée du stationnement et des eaux pluviales...Une nouvelle mixité pour le quartier : les maisons de ville "Jardins Sembat" 22 maisons de ville (du T3 au T5) ont été construites à l’angle de la rue Marcel Sembat et du boulevard de Fraissinette. Conçu et développé par l'équipe XXL-Civita-Spirit, ce projet se caractérise par la qualité de la construction (matériaux durables, aménagement soigné des espaces extérieurs…) et par la mise en valeur paysagère du site, ouvert sur les collines du Pilat. 3 types de maisons ont été proposées en location libre : maisons jumelées le long du boulevard de Fraissinette, maisons en pente en fond de parcelle adossée au talus, maisons patio au cœur de l’îlot. Un nouveau centre nautique sur le secteur Loti Souhaité par les habitants, exemplaire d’une démarche participative de coproduction, le centre nautique Yves Naime a été ouvert à l'été 2013, en remplacement de l'ancienne piscine de la Marandinière. Ce centre nautique comprend un bassin sportif (25m, 6 lignes d'eau), un bassin destiné aux activités ludiques (bains bouillonnants, aquagym...), une pataugoire et des plages extérieures.Grande Marandinière : un secteur d'habitat en développement . Après la démolition de la barre Sisley et celle en cours de la barre Féguide, c'est un nouveau quartier qui se dessine sur ce secteur. La reconfiguration de la rue Sisley en voie de promenade avec des vues en belvédère et l'aménagement d'une « coulée verte » ont profondément modifié le paysage urbain du secteur. Ce nouvel environnement a permis à Métropole Habitat de réaliser un programme immobilier de 27 logements locatifs. Dans ce bâtiment collectif moderne et fonctionnel, chaque logement comporte un espace extérieur privatif, balcon ou terrasse. Au rez-de-chaussée, des locaux d'activités (centre social espace-loisirs) ou de services sont déployés le long de la nouvelle rue Sisley. La Palle : des résidentialisations de qualitéLa résidentialisation des immeubles du boulevard de la Palle apporte aux habitants de nouvelles terrasses privatives en rez-de-chaussée, des espaces en cœur d’îlots plus agréables, et de nouveaux parcours piétonniers avec aires de jeux. Elle s’accompagne de la réhabilitation des immeubles (réfection des façades, changement des garde-corps…). Des opérations de résidentialisation ont été menées immeuble par immeuble de 2006 à 2009. Elles permettent de définir les limites entre les parties publiques ouvertes à tous, et les parties privées. Des petits jardins privatifs sont ainsi aménagés pour chaque logement de rez-de-chaussée.Le Pont Aven : du logement social à haute performance environnementaleDéveloppé par Métropole Habitat, le Pont-Aven est un exemple en matière de construction écologique. Il accueille 20 logements sociaux du T2 au T5. L’ensemble de la conception du bâtiment intègre des critères environnementaux : parois extérieures en brique mono-mur, eau chaude solaire, chauffage collectif au gaz naturel, ventilation intérieure à double flux pour une meilleure circulation de l’air, équipements électriques et sanitaires économes en énergie. La toiture végétalisée permet quant à elle une meilleure conservation de la fraîcheur en été, les auvents du toit protègent les fenêtres du soleil et les eaux de pluie seront récupérées pour arroser les espaces extérieurs…Résultat : une diminution des rejets en CO2 et une baisse significative des charges de chauffage pour les locataires.Favoriser l'accessibilité et les relations inter-quartiers Le réaménagement du boulevard de la Palle a favorisé une meilleure desserte du quartier en transports en commun. Une station de taxis, des pistes cyclables et des pelouses ont été aménagées le long du boulevard, sécurisant ainsi la traversée piétonne entre les terrasses Roinat et le centre hospitalier. A l'intérieur du quartier, la trame piétonnière a été développée dans le principe d'une continuité paysagère entre les différents secteurs. Initiée avec l’aménagement des terrasses Roinat, une coulée verte, nouveau poumon vert du quartier, facilitant la circulation des piétons et des cyclistes, relie désormais le boulevard de la Palle, et plus loin le bois d'Avaize, au Parc de l'Europe. - Après la seconde guerre mondiale, un immense chantier s'ouvre en France dans le but de loger massivement une population démunie, les réalisations des HLM en France et la lutte contre l'habitat indigne insalubre , le film parle de St-Etienne entre autre avec les Cités du soleil 1958 de Jean-Claude Sée : www.dailymotion.com/video/xgj74q .Jusqu'au milieu des années 1970, cette période dite des « Trente Glorieuses l'après guerre et montre la plupart des grandes réalisations de 1945 à 1960. A travers les exemples de la région parisienne et de quelques grandes villes françaises sont posé les problèmes de la diversité architecturale, de l'esthétique et de l'harmonie entre le passé et l'avenir. Les images montrent les grands ensembles de Beaulieu, la Marandiniére, à Saint-Etienne, la cité le Haut du Lièvre à Nancy, des cités à Sarcelles, Asnières, Bron-Parilly, Epinay, Pantin, Bobigny, la cité radieuse de Le Corbusier à Marseille, le front de mer à Royan, la video de l'Année 1962, une réalisation de Philippe Brunet içi www.dailymotion.com/video/xgj2zz » fut le terrain de nombreuses expérimentations architecturales et urbanistiques, fondées notamment sur les idées émises plus tôt dans le siècle par le Mouvement moderne.Aujourd'hui, ces ensembles bâtis sont au cœur d'une autre actualité, liée à leur adaptation à l'évolution des modes de vie de notre société contemporaine. Cette question qui se posa dès la fin des années 1970 apparaît sous un jour nouveau, avec les premières démolitions dans les années 1980 et, plus récemment, le vaste programme de réhabilitation mis en place dans le cadre de la loi Solidarité et Renouvellement Urbain.Après Les Grands Ensembles. Une histoire qui continue…, ce nouvel ouvrage, fruit de la collaboration entre l'École Nationale Supérieure d'Architecture de Saint-Étienne et l'Université Jean Monnet, apporte un éclairage nouveau sur cet héritage bâti, mettant au jour simultanément la question de son vécu et celle des acteurs engagés dans son édification. En réunissant quinze auteurs spécialistes de ce domaine, il s'agit de regrouper autant de points de vue, pour comprendre la diversité et la complexité des enjeux liés à la postérité de ce bâti. - « Petite enquête sur Beaulieu – Le Rond-Point », La Tribune du centre et du sud-est, 13 octobre 1955 et « Le chantier de Beaulieu – Le Rond-Point (1ère tranche) sera terminé le 30 juin 1956 très exactement »,La Tribune du centre & du sud-est, 26 juin 1956 -«St-Etienne, la place des grands ensembles dans l’histoire de l’habitat social français »Saint-Étienne/Beaulieu, au sud-est de l’agglomération, sur le versant sud de la colline de Beaulieu, en forte pente et d’aspect semi-rural, la cité de Beaulieu est mise à l’étude dès 1950. Elle débute en 1953 et comprend 1 221 logements, un groupe scolaire et 35 boutiques. Des parrains prestigieux et l’élite de l’architecture sté- phanoise sont mobilisés pour ce premier grand ensemble local.Tantôt les bâtiments suivent le dessin de la courbe de niveau 600, devenue rue Le Corbusier, tantôt ils s’installent perpendi-culairement à la pente, reliés à la rue par des passerelles ou de grands escaliers. A l’implantation exemplaire des bâtiments répond une maîtrise raffinée du végétal d’accompagnement, décliné selon les modes habituels aux squares urbains, avec une virtuosité étonnante dus aux talents de l’ingénieur des Services techniques de la ville, Jean Marc, associé à l’équipe de concep-tion dès l’origine de l’opération.Le vocabulaire de l’art des jardins s’adapte au grand ensemble : les espaces sont découpés à partir des courbes de niveau et des allées, et caractérisés par un système de haies et de contre-haies (haies étagées doubles ou triples) constituées de troènes com-muns ou dorés, prunus, berbéris et buffets de laurier, et sont plantés d arbres rythmés et colorés (érables négundo et acacias), ou parfois fastigiés (la gamme d’arbres est d’ailleurs peu riche), selon un dessin géométrique et des alternances de couleurs. Ces espaces verts ne sont réalisés qu’à partir de 1964, après avoir été longtemps laissés en prairies fauchées. Cet état de fait, dû au départ à l’étirement des financements des projets d’espaces exté-rieurs, s’inscrivait aussi dans la logique de conception de notre ingénieur, qui pensait « qu’il était nécessaire de laisser vivre un groupe d’habitations avant de planter » – afin de reprendre notamment les chemins tracés par l’usage.Cette réalisation révèle le décalage entre les réflexions et les savoir-faire architecturaux et paysagers et exprime quelques traits caractéristiques de la pratique paysagiste. Le festonnage des haies qui jalonne les espaces extérieurs rejoint celui des collines boca- gères surplombant les bâtiments. Il rappelle le site environnant et inspirera plus tard l’AUA et Alexandre Chemetoff pour la réhabilitation du quartier de Montreynaud.Relevons que, sans l’action concertée des services de la ville et de l’office d’HLM, qui finança entièrement la réalisation des espaces verts, rien n’aurait été fait à cette époque, compte tenu du désintérêt pour cet aspect du projet des principaux responsables du chantier. « D’ailleurs, à cette époque, les architectes ne jouaient pas au paysagiste… », queleques superbes videos du Ministere de la Cohésion et des Territoires içi : .Naissance d'une banlieue mort d'un village 2000 www.dailymotion.com/video/x1a98izRéalisateur : Sidney Jézéquel Production : Les Films Roger Leenhardt Sujet : la commune de Goussainville (95) --------Quatre murs et un toit 1953 www.dailymotion.com/video/xk6xui Scenario et réalisation Pierre Jallaud MRU (ministère de la reconstruction et de l'urbanisme) ----------------Le Bonheur est dans le béton www.dailymotion.com/video/x413amo - 2015 Documentaire réalisé par Lorenz Findeisen produit par Les Films du Tambour de Soie ---------------------Beaulieu par son constructeur la Cimaise :" Entre les années 50 et 60, et suite à la seconde guerre mondiale, la municipalité stéphanoise a vu sa population passée d’un peu moins de 180 000 habitants en 1950 à plus de 200 000 habitants dix ans plus tard en 1960. Cette forte augmentation de la population pouvait s’expliquer par le fort taux de natalité de cette époque (baby-boom), mais aussi par l’afflux de travailleurs de la classe ouvrière venus dans la grande cité stéphanoise pour trouver un travail. De ce fait, la construction d’un logement sain pour chaque ouvrier était devenue une priorité absolue pour les élus qui considéraient à raison que cela était une condition vitale dans le cadre de ce grand développement. Pour ce faire, la ville a lancé dans les années 50 une vaste opération de construction de barres d’habitation dans la zone de Beaulieu, destinée à fournir un logement à une population grandissante.--- Bâtir mieux plus vite et moins cher 1975 l'industrialisation du bâtiment et ses innovations : la préfabrication en usine, le coffrage glissant... www.dailymotion.com/video/xyjudq ----SAINT-ETIENNE BEAULIEU une barre d’habitation innovanteA l’époque, avec une majorité d’architectes, les appartements modernes construits possédaient des cloisons lourdes empêchant toute modification interne ainsi que des espaces de renvoi sombres et non ventilés ressemblant à des alcôves.Mais à l’inverse, pour certains architectes précurseurs de la région à l’image d’Yves et Henri Gouyon, la modernité reflétait le gout de la clarté, de l’air, et du soleil, avec de larges horizons. Ainsi, ces derniers donnaient la priorité non pas aux façades qu’ils considéraient comme de simples élévations du plan, mais aux cellules d’habitations et à leur orientation. Dans cette optique, le bâtiment proposé par Henri Gouyon, qui était donc un partisan de l’espace ouvert moderne, supprimait les circulations et profitait de ce gain de place pour aménager de nouveaux espaces de vie communes. De plus, dans ces cellules d’habitations, les architectes ont tirés profit au maximum de la double orientation des appartements (ces derniers étaient traversant) avec par exemple l’accolement de balcons. Conception et réalisation d’un quartier entier. Pour le projet de Beaulieu, l’on confia la conception ainsi que la réalisation des interventions aux agences Henri et Yves Gouyon puis Yves Gouyon et associés. Ainsi, dés le milieu des années 50, des études concernant Beaulieu II – La Marandinière furent conduites, suivis de la construction du bâtiment entre 1957 et 1959. S’en suivit Beaulieu III – Montchovet entre 1962 et 1964, surnommé la « Muraille de Chine la plus grande barre d'Europe avec 540 appartements à sa livraison mi 1964, les chantiers de l'OPAC devenu Métropole-Habitat, www.ina.fr/video/LY00001263522 », qui comprenait entre autres, une barre de type HLM haute de 10 à 17 mètres et longue de 270 mètres, avec 560 logements. Suites à ces constructions, l’urbanisation des vallées et collines du sud-est de Saint-Etienne continua jusque dans les années 70 avec les séries de la Métare I, II, et III. Au total, ce sont plus de 8 000 logements, pour l’essentiel de type HLM, qui ont été construits durant cette période. Ces constructions ont également contribué à la création du parc de l’Europe et d’un boulevard circulaire qui servait de jonction entre les différents édifices et le centre-ville de la cité stéphanoise.Un projet pharaoniqueLe centre commercial fut un projet d’une dimension sans précédent pour la ville, plus grand centre commercial intra-urbain de la région Loire-Auvergne, avec 100 magasins, 1500 places de stationnement, 90 000 m² de surface, et sur 3 niveaux (4 niveaux avec la terrasse). Le 2 octobre 1979, CENTRE DEUX ouvre ses portes pour la première fois, et constitue une renaissance et un véritable tournant pour la ville. L’avis de l’architecteDe toutes les constructions de cette époque, Beaulieu est un des ensembles construits qui se porte le mieux si l’on en croit les nombreuses enquêtes menées auprès de la population de ces logements, dont certains l’occupe pratiquement depuis le début. Les arbres atteignent désormais le haut des immeubles, et la rue Le Corbusier adjacente a pris les allures « d’une banlieue des années 30 » avec un niveau d’urbanisme parfaitement acceptable. En conclusion, on peut parler pour cette construction d’un véritable savoir faire architectural et en quelques sortes d’art urbain. Ce projet a été récompensé par un prix d’urbanisme, mettant en valeur le travail en amont du projet. www.cimaise-architectes.com/realisations/divers/construct... cité HLM labellisée Patrimoine du XXeme siecle -"Il faut bien le dire, avant même d’être livré, Beaulieu est l' un des grands-ensembles, parmis 6 autres qui fasçinait en 1954..En effet c'etait le début de la longue & grande histoire des chantiers de l'Office Public de l'Aménagement et de la Construction* içi, ou à Montreynaud, Solaure, Monthieu etc( l'OPAC l'office public de logements sociaux, devenu plus tard Métropole-Habitat, est la plus importante au niveau National, c'est la plus grosse boite d'HLM). Bref, les habituels promeneurs du coin genre les "Bois du Four (la Metare, le nom ançien, qui par ailleurs appartenait a Mme de Métarie une veuve riche qui légua son domaine soit "la Métare" à la ville, pour un Franc symbolique à l'epoque et aux CHU anciennement les HCL Hospiçes Civils de la Ville comme à Lyon... (on notera qu il y a des tas de logements en centre ville propriété du CHU)..se rendant le dimanchedans le Pilat ou à Rochetaillée et sur les collines* alentours (on en a 7 comme a Rome) font un léger détour par le chantier. Ils constatent alors de visu cet avancement des travaux que la presse qualifie de « belle prouesse ». Le rythme est en effet rapide : « un étage par semaine » pour certaines barres, comme le raconte un témoin. Les « grandes maisons », soient les immeubles de hauteur et nombre de logements importants (IGH), étant alors encore rares dans laville, les Stéphanois n’y sont pas habitués@ les H.L.M. Beaulieu est la 1ere cité Stéphanoise de toutes,. Les barres de dix-sept et quatorze niveaux gises respectivement rues Gomy Herriot et de Vlaminck, ainsi que la tour de 22 niveaux au 33 rue Le-Corbusier,surprennent donc encore pire pour la plus grande barre d'Europe qui arrvera 7 ans plus tard, la Muraille qui mettront certains certaines à la renverse , le gigantisme à l'état brut, du lourd.... La référence qui vient à l’esprit de beaucoup ajoute à la fascination : l’Amérique. « C’est New-York ! c'est tres joile, tres vert... », se rappelle avoir pensé un habitant de la première harre...Mais plus que les immeubles, ce sont surtout les logements qui emportent l’adhésion des « heureux locataires », comme aime à les appeler la presse tout court. La satisfaction procurée aux habitants par l’hygiène et le confort des logements des Grands-Ensembles soit les quartiers NEUF est une information connue, les études de sciences humaines sur le sujet abondent. Aussi, pour le cas de Beaulieu devenu un cas d'Ecole idem pour Montchovet (Beaulieu3) et les transformations de la Marandiniere (Beaulieu2)...Les entretiens réalisés avec des locataires n’apportent pas sur ce point-ci d’éléments nouveaux :les premiers motifs de satisfaction invoqués sont, comme pour bien d’autres Grands-Ensembles Français,l’eau courante, le chauffage central dont sont pourvus les immeubles les plus hauts, les WC intérieurs et salles de bain, l’ensoleillement et la luminosité permis par l’orientation, la hauteur et la disposition des immeubles, les placards et les tout aussi pratiques balcons à parois séchoirs permettant de faire sécher le linge, hiver compris. Entretien avec François Tomas, géographe, spécialiste de l'aménagement urbain, et enseignant à l'université et à l'école d'architecture de Saint-Etienne. Il est notamment l'auteur des Grands Ensembles, une histoire qui continue (Publications de l'université de Saint-Etienne, 2003). Cet intellectuel a également mis la main à la pâte. Entre 1977 et 1983, il fut adjoint à l'urbanisme du maire communiste de l'époque, Joseph Sanguedolce. Engagé au PC de 1974 à 1985, il a, depuis, rejoint le Parti socialiste «comme militant de base»

November 2008

In the Collection of :

Patricia Townsend, CA

Shri Dev Hurang Narayan is the Adhishthata Dev of Chuhar Valley. Shri Hurang Narayan is called Shri Krishan Narayan or Shri Kali Narayan. It is situated at Hurang village which is 26 km from padhar district and 56 km from mandi district headquarter.Shri Hurang Narayan fulfills all wishes whatever you want or what you can think. but if you have devotion.In this time you saw the face of Shri Hurang Narayan and your all sins washout.

Duas Versões

 

Desde sempre com relação específica e direta para com toda minha aplicabilidade houve, há e sempre haverá duas versões.

 

A primeira é a minha feliz e satisfatória versão: Sempre fui doador e a partir de um determinado momento deliberei em não mais fazer uso do meu direito do silêncio onde acreditei e acredito que posso fazer mais do que simplesmente ser doador.

 

Em dias atuais e com base fundamentada em toda minha exclusiva estrutura acumulada tenho reconhecimento como prestador de serviço, ou seja, meu trabalho sendo visto como sendo de utilidade pública, mas deixo muito bem claro que ninguém é obrigado a acreditar bastanto minha pessoa.

 

Sei, entendo e posso comprovar a qualquer momento que minhas humildes postagens têm considerável visualização, mas infelizmente eu nunca poderei pegar nos braços de quem quer que seja e arrastar até um hemonúcleo ou hemocentro mais próximo e obrigar a pessoa a doar sangue, plaquetas, medula ou órgãos.

 

Esta é uma campanha que não deveria ser minha e de mais alguns pouquíssimos, e sim de todos mortais visto estarmos em barco único e ora sem remo.

 

Enfim, meu foco é simples e é tão somente ampliar ao “máximo” minha linha de abordagem frente aos fornecedores direto dos respectivos elementos vitais que optei em chamar atenções gerais.

 

A segunda infeliz versão: Estamos tratando aqui da maioria do populacional que somente opta em sair da zona de conforto quando situações inesperadas e principalmente desagradáveis tocam de forma abrupta alguém de seu convíveo direto, esta situação quando gerada é gerida de forma incondicional e muito prática onde os envolvidos saem apressados, mas com foco na captura de fornecedores/doadores para atender aquele ser humano tocado por algum desvio de percurso. Esqueçem de forma ligeira que ninguém está e nem é blindado ou isento sendo que todos e qualquer um sempre estará apto a ser a próxima vítima ou se preferir o próximo abordado.

 

Precisa ser deste jeito e até quando, todo mundo sabe que a todo e qualquer momento têm situações acontecendo, mas a maioria não faz absolutamente nada até a água chegar no nariz para não falar outra coisa.

 

Tanto descaso tendo em vista que na outra ponta o beneficiado somos nós mesmos.

 

Redundantemente, afirmo que não temos e nunca teremos uma linha de produção ao ponto de qualquer um a qualquer momento comprar sangue, plaquetas, medula óssea ou órgãos em alguma padaria de uma esquina.

 

Para qualquer um que se pergunte em geral todos irão dizer que doar é muito importante, mas a pergunta que fica é: o que você faz em prol do assunto?

 

Seguinte, use toda sua energia sendo doador deixando de lado toda sua violência como medíocre espectador.

 

Somar força para multiplicar o impacto, é somente o que interessa independente de opinião, concepção, ótica velada ou estendida seja de quem for.

 

Processou?

 

Mentor Executivo e Difusor Estratégico de Condicionalidade e Norteamento para Inclusão do Patrimônio Universal (Vida – Gente) – Ideias para Vida!

 

1 - Ofício de Reconhecimento, Agradecimento e Apoio da Superintendência Executiva /Diretoria da Fundação Amaral Carvalho e Hospital Amaral Carvalho de Jaú/SP sob numeral 159-12 em 16 de julho de 2012, por iniciativa, criatividade, aplicabilidade e lisura.

 

2 - Ofício CGSNT/DAE/SAS/MS Nº 176 de Agradecimento pelo exemplo de cidadania do Ministério da Saúde em 27 de maio de 2013.

 

3 - Carta de Congratulação por engajamento nº 691/2013/GP/GAB/GESTÃO/DGI do Gabinete Pessoal da Presidenta da República em 05 de junho de 2013.

 

4 - Ofício nº 185/2013 da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo – Deputado Estadual Marcos Neves em 19 de agosto de 2013.

 

5 - Ofício nº 180 da Fundação Pro-Sangue Hemocentro São Paulo – Ouvidora Adriana Galeazzi Lima em 21 de agosto de 2013.

 

6 - E-mail de 21 de outubro de 2013 do Deputado Estadual Marcos Martins parabenizando meu trabalho solo – ALESP.

 

7 – Carta de Agradecimento por Atitude outorgada pelo Sr. Antonio Luis Cesarino de Moraes Navaro – Diretor/Presidente da FEBEC – Federação Brasileira de Entidades de Combate ao Câncer – Jaú/SP em 30 de janeiro de 2014.

 

15-04-2014 - “Domínio de minha propriedade intelectual”

 

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