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La E.401 031 in spinta al treno IC 550 Reggio Calabria - Roma Termini, che nell'occasione è stato deviato sulla linea storica Salerno - Nocera inferiore - Napoli a causa di una interruzione accidentale sulla Linea a monte del Vesuvio.
Torre del Greco, 16 dicembre 2018
Coach Sistêmico assistido por Cavalo
Tenho muitos amigos que gostam e criam “Cavalos de Raça – Mangalarga Paulista”; e, também, tenho muito amigos que trabalham em consultoria com a arte do “Coaching”. E, ambos os grupos me completam, uma vez que sou criador de cavalos “Mangalarga Paulista com pelagem Pampa”.
Ocorre que recentemente, participei da primeira turma de formação de “Coach Sistêmico assistido por Cavalo” aqui no Brasil, ministrado pelo professor holandês Ruud Knaapen, que é especialista e consultor em processos de mudança; tendo o foco de seu trabalho mostrar o campo invisível de forças que atuam na vida de uma pessoa, uma equipe ou uma organização. O Prof. Ruud Knaapen pesquisa o que as pessoas fazem ou deixam de fazer por amor ao sistema ao qual se sentem ligadas. E usa “cavalos” para tornar isto visível. Ruud ainda coordena desde 2007 o treinamento de “Coaching Sistêmico com Cavalos” na Holanda e na Bélgica.
Aí, alguns amigos meus, por saberem que participei deste curso de formação de “Coach Sistêmico assistido por Cavalo” vem me perguntando: - Dr. Jeferson, por que coaching com cavalos?
E, eu tenho respondido o seguinte: Os Cavalos são um símbolo de pertencimento a algo maior. E, ainda, sabe-se que os cavalos espelham o comportamento humano. Assim, se você não se importa com sua organização, se você é um líder focado em poder ou hierarquia, o cavalo não vai gostar de você: vai, literalmente, virar as costas para você.
Um cavalo quer um líder claro e confiável e tenta tornar claro como deve se comportar um bom líder para o rebanho.
Com os humanos, não é assim tão simples. Os seres humanos têm desenvolvido seus mecanismos de defesa para ocultar os sentimentos dolorosos e indesejáveis da nossa consciência. Mecanismos de defesa podem ser comparados a um sistema de alerta. Imediatamente eles dão sinal de perigo e de alerta. Eles têm uma memória afiada, mas são imprecisos em suas observações. O resultado pode ser que algo é "reconhecido" como perigoso quando não é.
Por exemplo, porque uma situação atual se parece com uma situação dolorosa do passado. O mecanismo de defesa não distingue com precisão e responde autonomamente e subconscientemente. Nós, humanos notamos isto em nós mesmos como segue. Um ser humano vai se fechar em si mesmo, culpar o outro ou ficar com raiva. O mecanismo de defesa vê que os sentimentos que estão lá não são verdadeiramente sentidos. É por isso que às vezes o nosso comportamento exterior não coincide com os verdadeiros sentimentos interiores. O resultado é que ocorrem contradições entre o que fazemos (exterior) e como nos sentimos (interior).
Quando nossas defesas estão ativadas, nós combinamos as nossas forma de sentir e agir com uma ocorrência anterior ou algo do passado. Ingeborg Bosch chama isso de “velha realidade”.
O resultado é um filme antigo que roda sobre o aqui e agora. Quando obtemos um “insight” no funcionamento de nossos mecanismos de defesa podemos:
1. Fazer distinção entre o velho filme e a realidade do aqui e agora, que na maioria das vezes não é tão ameaçadora quanto as nossas defesas querem nos fazer crer; e,
2. Reconhecer os nossos próprios sentimentos, auto-imagens e qualidades, sem excluí-los. Isso reforça a autenticidade – não temos de manter as aparências – e isto nos torna mais claros na nossa comunicação com os outros.
Neste sentido, temos que no momento em que o “participante – cliente” entra no curral, o cavalo irá imediatamente perguntar-se: É seguro? Quero entrar em relação com esta pessoa? Qual será a ordem que iremos estabelecer?
Os Cavalos percebem os participantes pela sua linguagem corporal. E, quando os mecanismos de defesa estão ativos, o cavalo vai experimentar a confusão interna do participante.
Um participante que se apresenta como uma pessoa clara e estável, mas no fundo tem dificuldade para indicar os limites nas suas relações com os outros, será imediatamente confrontado sobre isso, pelo cavalo. Por exemplo, o cavalo vai continuar invadindo o espaço pessoal do participante. Isto para esclarecer os limites entre cavalos e humanos. Muitas vezes trata-se de uma discrepância entre a auto-imagem ou os sentimentos conscientes e os inconscientes. Com discrepâncias o cavalo parece reagir mais à parte que é (às vezes inconscientemente) escondida que para à parte que se mostra.
Os cavalos podem apenas mostrar o que sentem. Um cavalo não sabe nada sobre os sentimentos e não pode julgá-los. Quando estamos apresentando-nos, inconscientemente ou conscientemente, diferentes do que realmente somos, naquele momento, as reações do cavalo demonstrarão isso imediatamente.
O aspecto importante para o participante é que o cavalo reage forte ao que o PARTICIPANTE está tentando afastar. O participante é colocado face a face com a parte de si que (ainda) não se sente confortável de mostrar.
Um participante de um determinado “atendimento” indica ter medo de cavalos, mas fica bem perto do cavalo. Em reação a isso, o cavalo vira a cabeça longe, desviando o olhar. Dá para perceber o medo no rosto do participante. O supervisor pede ao participante a ir alguns passos para trás até aonde ele se sente confortável. O participante recua dois ou três passos até se sentir mais confortável e relaxa o rosto. O cavalo logo se volta para o participante e mantém sua cabeça parada na altura do estômago do participante. Ambos estão em pé, imóvel e bem à vontade.
O que o cavalo está espelhando quando se afasta é que o participante ignora seus próprios limites. Ao mesmo tempo o cavalo mostra o maior temor do participante: quando eu sou eu mesmo, neste caso isto significa quando eu indico meus limites, eu vou ser rejeitado. "Eu estou com medo e isso é o mais próximo que consigo ficar" está ligado à rejeição. Assim, o cavalo retrata a rejeição interna. Com isso fica claro para o participante o que está acontecendo interiormente. Este processo nem sempre é conhecido para os participantes. Quando o participante percebe suas próprias fronteiras uma verdadeira conexão entre participante e cavalo é possível.
No exemplo acima mencionado, o cavalo espelha a rejeição interna. A rejeição representa o medo da velha realidade do participante, ou seja, perder o direito de existência, rejeitando o outro, indicando os seus próprios limites. O cavalo tem uma dupla função em situações como estas. Ele retrata a defesa interna e é um indicador dos sentimentos autênticos.
Reconhecer ou permitir que os sentimentos autênticos se manifestem, sem julgamento, é um passo decisivo para uma maior individualidade, clareza e paz. Não há mais necessidade de manter as aparências, nem mesmo para si mesmo. No momento em que um participante percebe a sua própria situação interna ou um movimento sem julgamento, algo extraordinário acontece com o participante, com o cavalo e com os espectadores. O cavalo se conecta imediatamente com essa pessoa. Instantaneamente, a paz e a ordem na sua interação são visíveis. Isso é o que chamamos de "reconhecer o que está presente” e é exatamente o que os cavalos fazem melhor.
E aí, você me pergunta: - Dr. Jeferson, você está dizendo que o cavalo a serviço do todo?
E eu volto a responder: - Sim! Como dissemos antes, cavalos espelham num nível individual e mostram, sobretudo, o que estamos tentando esconder a todo custo. Os cavalos parecem responder à dinâmica que existe nas organizações, nas equipes e nos grupos. É uma área relativamente nova, mas vale a pena aprender mais sobre isto.
Bert Hellinger descobriu que os “sistemas familiares e organizacionais” têm uma consciência coletiva. A função da consciência coletiva é de garantir a totalidade da existência do sistema. Isso priorizando o sistema sobre o indivíduo e é por isso que tem características diferentes.
Um engarrafamento que se move lentamente ao longo da auto-estrada tem características diferentes do que a quantidade de carros e seus condutores. Os motoristas não têm idéia do engarrafamento como um todo. A consciência coletiva funciona inconscientemente e "segue" alguns princípios que têm de assegurar a totalidade, o equilíbrio entre o dar e o receber, o vínculo e a ordem. Quando um destes princípios é "violado", a consciência coletiva tenta compensar ou recolocar a ordem.
Essas dinâmicas centram-se na recuperação do equilíbrio do sistema como um todo. Eles podem ser comparados aos nossos mecanismos de defesa individual (também focados na recuperação), mas então centrados no nível de organização do sistema ou da família. Um exemplo para demonstrar o funcionamento é o seguinte: Uma empresa que se tornou referencia em pesquisa e consultoria será reorganizada. Pesquisa e consultoria não serão mais o principal negócio. Um novo gestor interino é contratado para executar esta reorganização. Este gestor dispensa um grande grupo de funcionários que estavam exercendo funções ligadas à antiga atividade principal. Logo depois a organização contrata um grupo grande de novas pessoas com novos conhecimentos e competências que estão ligadas à nova atividade. Financeiramente, a empresa está indo bem, mas ninguém parece estar feliz no trabalho. A rotatividade de funcionários e ausência por causa de doença é estruturalmente alta. Os funcionários indicam que de alguma forma é difícil estarem conectados com essa organização. A maioria dos novos funcionários não sabe nada da história da organização.
Do ponto de vista da consciência coletiva o princípio do 'vínculo' é violado. A violação não está no fato das “demissões”, mas no não reconhecimento da contribuição deste grupo para a organização pelo diretor e mais tarde pelo novo diretor. Através do não sucesso, da doença, deixando ou não ser capaz de estabelecer um vinculo, as pessoas demonstram lealdade aos funcionários não reconhecidos. Assim, de certa forma eles são trazidos de volta para o sistema.
Num nível inconsciente há uma “fatura” aberta (e não reconhecida) que está sendo paga pelas pessoas erradas. O que teria sido se o diretor tivesse dito, ele mesmo, que essas pessoas não eram mais necessárias, que a organização agora necessitava de pessoas com outras habilidades, e tivesse agradecido pela contribuição importante que deram para a existência e o crescimento da organização? O que isso significaria para a dignidade do diretor, a dignidade dos empregados? Finalmente, como teria sido diferente para os novos funcionários?
Os cavalos parecem fazer o mesmo para um grupo ou para um indivíduo. O cavalo não vai permitir repressão num grupo ou contra um individuo. No momento em que um participante está em contato com o cavalo, parece que o cavalo está participando da empresa ou da equipe (o sistema) da qual o participante faz parte. Quando os diferentes grupos de varias empresas trabalham com o mesmo cavalo, as diferenças são claramente visíveis: o cavalo sistematicamente apresenta um comportamento diferente. Não só o cavalo diferencia por indivíduo, mas também por grupo.
Uma equipe de colegas está observando, quando a gerente entra na pista com a instrução de estabelecer contato com o cavalo. Apesar das tentativas, o cavalo não responde. Ela toca a cavalo, caminha em volta do cavalo, empurra com força e, finalmente, lança as rédeas atrás do cavalo. O cavalo apenas parece tornar-se mais inativo.
Tudo está tranqüilo na mangueira, mesmo na estrebaria que fica atrás das cercas de madeira. Quanto mais a mulher investe no contato, mais o cavalo recua. Lentamente, o cavalo fecha os olhos e é completamente inacessível para a participante.
Enquanto estou observando tudo isso como supervisor, de repente sinto medo, medo que o cavalo poderia morrer ali mesmo no local, enquanto eu sei que isso é praticamente impossível. Num instante percebo que esta informação provém do sistema na mangueira.
Peço à mulher: quem ou o que está inevitavelmente perdido ou já não é mais acessível? O grupo coletivamente começa a tremer. A mulher fica chocada. Pessoas da sua equipe morreram num acidente. Desde então ela se sente culpada. Como se ela pudesse ter evitado o acidente. Isso é um fardo enorme e fica obstruindo o caminho de reconhecer a perda.
A retirada física do cavalo, em reação ao comportamento da mulher indica o reconhecimento da perda a partir de uma perspectiva sistêmica. O cavalo é uma metáfora viva por algo que não é visto ou reconhecido dentro da organização. Neste caso, o falecimento dos colegas. Ao aceitar esta ocorrência e não querer mudar alguma coisa sobre isso (o pleno reconhecimento) se aceita a verdade como ela é. Esta atitude, por paradoxal que seja, parece uma boa base para o crescimento. Cavalos mostram o que está sendo reprimido, neste caso, não reconhecendo, não aceitando a perda. Aceitar a realidade como ela é dá, neste caso, a dignidade para o gestor e para o que foi perdido. E, neste mesmo diapasão, podemos resumir o seguinte:
1. O cavalo responde em nível individual e, principalmente, mostre o que é reprimido no "íntimo"; e,
2. O cavalo também é sensível à dinâmica (oculto) do grupo. O cavalo também parece se concentrar na repressão dentro de um grupo ou indica questões desconhecidas. Isto pode ser um tema relacionado à ordem, mas também os conflitos ou ocorrências não reconhecidos.
Neste sentindo, e finalizando este artigo, temos que os cavalos me ensinaram olhar mais e mais sem julgamento para o conjunto. Um cavalo não tem juízo moral sobre quem ou o que somos e o que parece funcionar de forma conciliatório. Quando julgamos nós mesmos ou outros, excluímos alguma coisa, o que interfere no crescimento. Já, os cavalos possuem a verdadeira arte de ajudar. E, assim, para um treinador isto significa que só pode funcionar quando “você adota completamente o sistema que você usa”, sem julgamento.
Após meu treinamento com o Prof. Ruud Knaapen, tenho notado que o sistema se desliga quando você como treinador julga o sistema ou a pessoa com quem você trabalha. Você se torna parte das defesas do sistema. Isso interfere no crescimento, porque acredito que o crescimento começa com o reconhecimento da realidade exatamente como ela é.
Qualquer forma de defesa obstrui o caminho desse processo. Como treinador, noto que quando eu assumo a posição do cavalo no que diz respeito ao sistema do cliente, este sistema começa mover por conta própria, ele se integra ou começa reconhecendo o que foi excluído antes ou o que não foi visto antes. É exatamente o mesmo efeito que um cavalo tem sobre a pessoa participante.
Em “Coaching Sistêmico com Cavalos” trabalhamos geralmente com um cavalo só. Isso tem a ver com ordem. Se o cavalo terá que escolher entre uma pessoa e um cavalo, os cavalos são mais propensos a escolher outro cavalo como preferido. Não podemos transferir automaticamente o sistema do cavalo para nossos sistemas sociais tais como os conhecemos.
Além disso, o cavalo parece representar todo tempo. E, em uma constelação com representantes humanos estão reunidos todos os elementos ao mesmo tempo. Minha experiência é que o cavalo é mais focado nessa posição ou componente do sistema, onde a pressão do sistema é maior. É como se o cavalo fosse atraído por isto. Esta é uma reação instintiva e necessária na natureza para sobreviver.
Quando uma pressão no sistema é resolvida, muitas vezes, aparece um novo elemento e outras questões do cliente vêm à tona. Com a devida diligência, o facilitador se deixa levar assim por todo o processo do cliente. Sem perder a liderança da sessão, o cavalo funciona, então, como uma espécie de indicador.
Fonte: Prof. Ruud Knaapen, treinamento de “Coaching Sistêmico com Cavalos” na Holanda, na Bélgica e, agora, no Brasil. Maiores informações podem ser coletadas a partir dos sites:
2. paardencoaching.web-log.nl/
3. www.wind.nu
T41 of DEV (Deutscher Eisenbahn Verein) - Wismarer Schienenbus
Entry for Award „Best Other LEGO(R) Locomotive“
Scale 1:30
Narrow Gauge - 1000mm (Prototype)
10 studs wide
Powered by PoweredUp System (Hub No.4, Mindstorms 9V Motor and Sensor) - interacts with coloured bricks in the middle of the track -
interacts with engine shed (shed door opening)
Alternate driven by PowerFunctions - exchangeable chassis with motor Unit.
Runs on Black Medium Wheels from Big Bens Bricks
Os funcionários dos trailers de São João Del Rei, reuniram-se na Av. Leite Castro na noite do dia 31 de Março deste ano, noite que marcava os 50 anos da Revolução Redentora dos Militares.
Capitaneados pelos proprietários dos trailers, 125 pessoas manifestaram a favor da permanência dos equipamentos e instalações comerciais, dando ênfase à manutenção de centenas de empregos.
Na opinião dos moradores da Av. Leite de Castro, o comércio de fast-food é de suma importância para prevenir a marginalidade e proteger os praticantes de caminhadas na via pública.
O Ministério Público do Estado de Minas Gerais, obrigou o Ex- Prefeito Municipal Nivaldo José de Andrade à assinar um Tac - Termo de Ajustamento de Conduta, com prazo de 5 anos que expira hoje 31 de Março de 2014. É bom esclarecer que obrigou é modo de dizer; Nivaldo já com muitos processos na justiça, ficou com receio de não assinar o TAC em questão.
Nivaldo teve 4 anos para regulamentar a matéria, tempo suficiente para adequar os equipamentos arquitetônicos, resolvendo de vez esta questão. Com a inoperância do alcaide, não foi solucionado o problema.
Nivaldo, não dando importância ao compromisso assinado com o Ministério Público, não imaginou que centenas de funcionários ficariam desempregados. Fornecedores não mais forneceriam seus produtos para os comerciantes, moto-taxistas não teriam mais corridas para entregar os lanches, e principalmente, nas madrugadas, os visitantes e a comunidade sanjoanese ficaria sem opção para alimentação.
Hoje a atual administração terá a obrigação de resolver este problema, adequar arquitetonicamente os quiosques para atender à exigência do Ministério Público Estadual.
O Promotor Rodrigo de Ferreira Barros, dando um de salvador visual arquitetônico colonial de São João Del Rei, entrou com inúmeras ações contra o Poder Público e empresários. O Promotor deveria antes de convocar os proprietário dos trailers à assinarem o TAC, apresentar soluções adequadas para evitar este possível caos no mercado de trabalho na cidade, sendo que, na assinatura do referido documento, os empreendedores tiveram que regularizar sua situação fiscal e trabalhista de seus empreendimentos.
O documento assinado perante o Ministério Público inicia amanhã 1º de Abril: DIA DA MENTIRA.