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KPM, Berlin, Trude Petri, Hallesche Form, Vase, Halle, Weiss, Art Deco

#155 on explore 08.12.07

FORMS OF HANDS 15

24th - 25th April 2015

Bönen (Ruhr area/Germany)

 

Winterkälte

Ah Cama-Sotz

Ancient Methods

Synth-Etik

S.K.E.T.

Maschinenkrieger KR52 vs. Disraptor

Totakeke

13th Monkey

Hysteresis

Illegal Trade

Norm

Sylvgheist Maelström

Yurayura

Supersimmetria

We tested out a new (old) manufacturing technology in the Jocelyn H. Lee Innovation Lab - vacuum forming! We fabricated a platen and frame using the laser cutter, then used a toaster oven and a shop-vac to complete the process. Participants were able to vacuum-form a range of shapes out of plastic plates to use as candy molds or decorative artwork! Special thanks to the volunteers who helped make this project a success.

I'm not a big fan of using the 1st person in forms. While the argument is that 1st person conveys ownership of the space, using 1st person eliminates the opportunity to treat the form as a conversation, where labels are the website's side and inputs are the visitor's side of the conversation.

 

This sign-up form (from the fab www.abtests.com/) speaks for the visitor, saying "I want to...", "I want my..." and talking to the website, saying "You can find me..." and "You can use this..." In general, people don't like having words put in their mouths. it's easy to get into an "Oh, no I _don't_ want to..." attitude when reading somone's words for you.

I'll have to do some comparison tests some time.

 

I love the 'Show Password' option that unmasks your password so you can opt to confirm that you typed it correctly, rather than forcing you to enter it twice (often copy/pasting to little effect).

Ipê-Roxo Bola (Tabebuia impetiginosa) -

Pau D'Arco Bark.

Recebe este nome em razão da forma de seus cachos de flores. Chega a atingir cerca de 8 a 12 metros de altura, dotada de copa alongada, tronco ereto de 60-90 cm de diâmetro com folhas compostas 5-folioladas e quando florido perde suas folhas. É encontrado desde o Piauí até Minas Gerais, Goiás e São Paulo, em geral nas regiões de cerrado e caatinga. Floresce nos meses de maio a agosto. Existem, ainda, outras espécies de ipê roxo, como o T. heptaphylla.Sua Madeira é muito pesada (densidade 0,96g/cm3) muito dura ao corte, resistente ao ataque de organismos xilófagos.

Nomes populares:

Ipê-roxo, Pau-d’arco-roxo, Ipê-roxo-de-bola.

 

Ipê roxo (Tabebuia avellanedae)

Nomes populares: ipê-roxo, pau-d’arco-roxo, ipê-roxo-da-mata, ipê-preto, ipê-rosa, ipê-comum, ipê-cavatã, lapacho, peúva, piúva.

Sabe-se que o ipê-roxo é a Tabebuia avellanedae, porém é muito comum haver confusão com a Tabebuia pentaphylla (ipê-rosa), inclusive alguns autores consideram a Tabebuia avellanedae e a Tabebuia impetiginosa da mesma espécie.

É o primeiro dos Ipês a florir no ano, inicia a floração em Junho, e pode durar até Agosto, conforme a árvore. Esta espécie se confunde bastante com outras também de flor roxa, como a Tabebuia impetiginosa e a Tabebuia heptaphylla, sendo considerado por alguns autores que a T. avellanedae e a T. impetiginosa seriam a mesma espécie. São muito utilizadas no paisagismo urbano, por sua beleza e desenvolvimento rápido.

É também utilizado contra as estomatites, úlceras de garganta e anemia. Anti-inflamatório, anti-cancerígeno, eczema.

O ipê (Ipê, em tupi-guarani, significa "árvore de casca grossa" e tabebuia é "pau" ou "madeira que flutua") - muitas vezes chamado de pau-d’arco - possui propriedades medicinais,sendo a casca em estudo para tratamentos. É apreciado pela qualidade de sua madeira, além de servir para fins ornamentais e decorativos. A árvore do ipê é alta, podendo chegar até 30 m (na cidade , em locais abertos chega a cerca de 10-15 m), bem copada e na época de floração perde totalmente as folhas para dar lugar às flores das mais variadas cores (brancas, amarelas roxas ou rosa) com belas manchas coloridas. É uma arvore originária do cerrado, não precisando de muita água, apenas no começo. É uma das árvores homologadas para plantio pelo fato de possuir raiz pivotante( para baixo), sem quebrar a calçada. Recomenda-se o plantio aonde haja bastante espaço para cima. Floresce no período de julho a setembro e frutifica de setembro a outubro. Destas sementes, que secam e abrem as vagens só nascem se estiverem secas. Os diversos tipos de ipê recebem os nomes conforme as cores de suas flores ou madeira. Os que mais se destacam são os seguintes: ipê-amarelo ou ipê comum, ipê-tabaco, ipê-branco, ipê-roxo ou ipê-rosa. Por muito tempo, o ipê foi considerado a árvore nacional brasileira. Contudo, no dia 7 de dezembro de 1978, a lei nº 6507 declara o pau-brasil a Árvore Nacional e, a flor do ipê, a flor do símbolo nacional.

 

Identifique seu Ipê:

 

* Amarelo : Folhas felpudas, pequenas em geral em formação de folhas por ramo.

* Roxo : Folhas lisas, as vezes serrilhadas na ponta, crescimento rápido.

* Branco : Folhas arredondadas.

* Rosa : Folhas grandes e suculentas ,talos verdes. crescimento rápido.A seguir, Texto, em português, do site "Catalão Notícias", que pode ser acessado no endereço portalcatalao.com.br/catalaonoticias/category_news.asp?ID...

 

Nesta época do ano, em que já se instala a “estação da seca” em Brasília, percebe-se em toda a parte o aumento de cores na vegetação. O sol pleno, entremeado pelo sibilar do vento frio, colabora com a natureza, fazendo desabrochar flores por toda parte, como se quisessem compensar-nos pela chegada da aridez desértica do inverno. De fato, tanta beleza nos distrai e nos alimenta com coragem para resistir bravamente à adversidade do clima, nos próximos cinco meses.

 

Uma das mais belas espécies que enfeitam a região é o ipê, adjetivado de acordo com a cor das suas flores. Há ipê amarelo, branco, rosa... Mas o mais famoso deles é o ipê roxo, cujo nome científico é Tabebuia avellanedae, com características muito interessantes. Por causa da sua coloração rosa e lilás intensos, é muito bem vindo em praças, jardins públicos e na arborização de ruas, avenidas, estradas e alamedas e também na recomposição da mata ciliar. Apesar de ser indicada para arborização urbana, não se recomenda plantar essa árvore em calçadas estreitas, com menos de dois metros e meio de largura, em locais com fiação aérea e ausência de recuo predial, porque a espécie atinge, na fase adulta, de cinco a oito metros de altura, com o raio da copa variando em torno de quatro a cinco metros.

 

Pouco antes da floração, suas folhas caem e surgem, no ápice dos ramos, magníficas panículas com numerosas flores tubulosas, perfumadas e atrativas para abelhas e pássaros. Por causa dessa formação tão parecida com bolas de flores nos galhos, os botânicos, que a descreveram pela primeira vez, deram-lhe o nome de 'árvore buquê'.

 

Vaidoso, o ipê roxo sai na frente dos de outras cores, mostrando sua beleza do início de junho até o final de setembro e, ainda, frutifica de julho a novembro. Versátil, adapta-se bem ao clima tropical úmido e subúmido, com inverno seco, mas sobrevive também no clima subtropical, com verão quente. Tem preferências por temperaturas entre 18 a 26 graus centígrados.

 

Mas, não é só de aparência que vive essa espécie. Praticamente toda a árvore produz e fornece matéria prima de excelente qualidade, que tem surpreendentes aplicações.

 

O tronco do ipê roxo tem sido utilizado em larga escala na construção civil, para confeccionar dormentes, tacos, portais, postes, eixos de roda, vigas; na construção naval como quilhas de navio; no mobiliário em geral, em batentes e degraus de escadas; em instrumentos musicais, bolas de boliche, entre outros.

Da casca, são extraídos ácidos, sais alcalinos e corante, que é usado para tingir algodão e seda, sem contar que está entre os produtos amazônicos mais procurados, com reconhecido poder medicinal.

 

Da entrecasca faz-se um chá que é usado no tratamento de gripes e depurativo do sangue.

As folhas são utilizadas contra úlceras sifilíticas e blenorrágicas. A espécie também tem propriedades anti-reumáticas e anti-anêmicas.

  

É tido como um poderoso auxiliar no combate a determinados tipos de tumores cancerígenos. É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele.

 

A extração predatória, realizada durante anos, quase levou a espécie à extinção. Devido à atuação governamental, reclamada pela comunidade científica, a produção, em princípio, é protegida, explorada e comercializada com a observância de critérios adequados. Um dos produtos mais importantes extraído do ipê roxo é o Lapachol, marca do princípio ativo naftoquinona, com reconhecida ação antiinflamatória, analgésica, antibiótica e antineoplásica [ataca qualquer tumor, benigno ou maligno].

 

O Laboratório Estatal de Pernambuco [Lafepe] é o proprietário da marca Lapachol desde 1978. Mas em 1969, já produzia e comercializava o produto como auxiliar no tratamento do câncer. Atualmente, a estatal pernambucana tem acordo com o Hospital Sírio Libanês, de São Paulo, na pesquisa de ensaios clínicos em seres humanos em tratamento de câncer, primordialmente o câncer de próstata.

 

Tão admirado pelos visitantes e transeuntes, cantado em versos e lido nas costumeiras crônicas da cidade, o Ipê Roxo já faz parte da tradicional paisagem brasiliense. Emociono-me diante dessa maravilha, carregada de flores cada vez mais belas, nas Quadras e Entrequadras, ao longo do Eixão, nos Parques e Chácaras que rodeiam a cidade, especialmente agora, quando contrasta com o brilho azulado e intenso do céu e o heróico e persistente verde dos gramados. É bom saber que ele só sairá de cena para dar lugar às bem aventuradas chuvas tardias da primavera, lá pelo mês de outubro.

Former RAF Tangmere.

Forma una parte del Cárcamo de Dolores, diseñado por Diego Rivera/Part of the Cárcamo de Dolores, designed by Diego Rivera

This image forms part of the digitised photographs of the Ross and Pat Craig Collection. Ross Craig (1926-2012) was a local historian born in Stockton and dedicated much of his life promoting and conserving the history of Stockton, NSW. He possessed a wealth of knowledge about the suburb and was a founding member of the Stockton Historical Society and co-editor of its magazine. Pat Craig supported her husbandâs passion for history, and together they made a great contribution to the Stockton and Newcastle communities. We thank the Craig Family and Stockton Historical Society who have kindly given Cultural Collections at the University of Newcastle, NSW, Australia, access to the collection and allowed us to publish the images. Thanks also to Vera Deacon for her liaison in attaining this important collection.

 

Please contact Cultural Collections at the University of Newcastle, NSW, Australia, if you are the subject of the image, or know the subject of the image, and have cultural or other reservations about the image being displayed on this website and would like to discuss this with us.

 

Some of the images were scanned from original photographs in the collection held at Cultural Collections, other images were already digitised with no provenance recorded.

 

You are welcome to freely use the images for study and personal research purposes. Please acknowledge as âCourtesy of the Ross and Pat Craig Collection, University of Newcastle (Australia)" For commercial requests please consider making a donation to the Vera Deacon Regional History Fund.

 

These images are provided free of charge to the global community thanks to the generosity of the Vera Deacon Regional History Fund. If you wish to donate to the Vera Deacon Fund please download a form here: uoncc.wordpress.com/vera-deacon-fund/

 

If you have any further information on the photographs, please leave a comment.

African Ambassadors & Diaspora Interactive Form AAIF Awards Gala Dinner United Nations buildings International Maritime Organization HQ IMO London. Awards Ceremony Professor Gibril Faal OBE JP London School of Economics

Form installation, as part of Coalesce. Paper sculpture designed by Donnie Luu.

Just watched my roommate submit her guide dog application form for the fall!

It seemed to be a pretty dreary day when we set out on our adventure in North Western New Jersey. That is, until my cousin Ann's keen eye caught this gem hidden just off of Old Mine Road in the Delaware Water Gap.

 

Just as I was about to capture this image, the sun poked through the snow-like clouds to bring out the hidden beauty nestled just off the road.

 

Please view the larger image.

Photo by Matt Koroulis

Camera: Pentax ZX-60

Film: Kodak Tri-X 400 Black & White 35mm

Developed and scanned at Panda Lab in Seattle.

Using an abstract style inspired by Bill Brandt's art with human form.

Leica M4 with Fuji Acros developed in Caffenol-C (rotation)

52 Weeks 52 Cams @ www.7d7c.de

The melanistic form predominates on nearby Vancouver Island. Both forms occur here. Whatcom Falls Park, Bellingham, WA.

 

© 2016 Andrew A Reding. Comments (including corrections) invited. Photographed RAW, so customizable. Photos are reduced; check my profile page for information on use of full-size originals.

Custom metal forming equipment used in the process of bending steel sheet metal coil in to metal parts. Industrial roll forming machinery manufactured by Metform International

From SIC Vol 22, Kuuga Mighty Forms

 

I love that the Sword is metal, it is beautifully detailed, and hefty.

This image forms part of the digitised photographs of the Ross and Pat Craig Collection. Ross Craig (1926-2012) was a local historian born in Stockton and dedicated much of his life promoting and conserving the history of Stockton, NSW. He possessed a wealth of knowledge about the suburb and was a founding member of the Stockton Historical Society and co-editor of its magazine. Pat Craig supported her husband’s passion for history, and together they made a great contribution to the Stockton and Newcastle communities. We thank the Craig Family and Stockton Historical Society who have kindly given Cultural Collections at the University of Newcastle, NSW, Australia, access to the collection and allowed us to publish the images. Thanks also to Vera Deacon for her liaison in attaining this important collection.

 

Please contact Cultural Collections at the University of Newcastle, NSW, Australia, if you are the subject of the image, or know the subject of the image, and have cultural or other reservations about the image being displayed on this website and would like to discuss this with us.

 

Some of the images were scanned from original photographs in the collection held at Cultural Collections, other images were already digitised with no provenance recorded.

 

You are welcome to freely use the images for study and personal research purposes. Please acknowledge as “Courtesy of the Ross and Pat Craig Collection, University of Newcastle (Australia)" For commercial requests please consider making a donation to the Vera Deacon Regional History Fund.

 

These images are provided free of charge to the global community thanks to the generosity of the Vera Deacon Regional History Fund. If you wish to donate to the Vera Deacon Fund please download a form here: uoncc.wordpress.com/vera-deacon-fund/

 

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Ett fornminne med beteckningen Bergum 2:1. Detta är det enda gravfältet i Bergum. Det består av högar och

runda stensättningar. Gravfältet har troligen anlagts under yngre

järnålder (500 - 1050 e Kr) och ligger på den ås som löper ut

från det så kallade Galgaberget i norr. Åsen ligger i en dalgång

som troligen varit odlad seedan yngre järnålder då bygden

baserad på åkerbruk och boskapsskötsel expanderar. Namnen

Domelihög och Galgaberget tyder på traditioner om att platsen

spelat en roll i äldre tiders rättsskipning.

 

Gravarna har byggts över ett brandlager som innehåller resterna

från likbålet. Tillsammans med den dödes brända ben finns ofta

lerkärl och personliga tillhörigheter i form av kammar, dräktspännen,

brynen och så vidare. Ibland förekommer även vapen.

 

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Ancient object designated Bergum 2:1. This is the only burial ground in Bergum. It consists of piles and stone circles. The burial ground was probably built during the Late Iron Age (500 - 1050 AD) and is located on the ridge that runs out

from the so-called Galgaberget in the north. The ridge is located in a valley which has probably grown since the Late Iron Age when the district

based on agriculture and animal husbandry expands. The names

Domelihög and Galgaberget suggest traditions of the place

played a role in earlier times jurisdiction.

 

Graves have been constructed over a fire stock containing residues

from the corpse pyre. Along with the dead man's burnt bones are often

earthen and personal belongings in the form of combs, costume buckles,

brows and so on. Sometimes there are also weapons.

Exposición permanente

 

Forma la colección permanente un numeroso conjunto de piezas (más de siete mil, sin contar libros, documentos y fotografías), de lo que se expone aproximadamente un cincuenta por ciento, que se agrupa en cuatro grandes áreas: Biología marina, Carpintería de ribera, Pesca tradicional e Historia de la navegación. Hagamos una breve descripción de sus contenidos.

Biología marina

 

El área de Biología marina sirve como una introducción al medio marino, y está formada por una amplia muestra de flora y fauna marinas, que abarca desde los tiempos prehistóricos (representados por numerosos especímenes fósiles), hasta los peces vivos que evolucionan en unos pequeños acuarios. Hay una espléndida colección de malacología, con bellos ejemplares que sorprenden por su brillo y colorido, y también crustáceos, corales, esponjas, aves que habitan los acantilados,..

Carpintería de ribera

La Carpintería de ribera puede considerarse uno de los puntos fuertes del Museo, pues hace honor a la importancia secular que tuvo en Luanco, donde se construyeron innumerables embarcaciones para todos los puertos del Cantábrico. Se ubica en la nave central del Museo, donde se ha reconstruido el casetón de un astillero, formado con elementos auténticos de antiguos talleres: herramientas, plantillas, gálibos, vagras, piezas de madera.

 

Pesca tradicional

 

El área de Pesca tradicionalestá próxima a la de Carpintería de ribera, compartiendo con ella la nave central, ya que entre ambas existe una obvia relación de complementariedad. Conforma esta sección una gran variedad de artes y aparejos de pesca -redes de abareque, volanta, palangres, caceas, cales, nasas, cedazos, trueles, fisgas, poteras,...-, clasificadas según las especies a capturar, todas del entorno del Mar Cantábrico -bonito, congrio, lubina, xarda, palometa, merluza, besugo, pulpo, angula...

 

Historia de la navegación

La sección de Historia de la navegación ocupa la segunda planta y en ella se hace un recorrido por la evolución de la tipología de los buques, con la exhibición de casi un centenar de maquetas elaboradas con todo detalle. Desde la remota Antigüedad hasta la actualidad, se pueden ver barcos egipcios, fenicios, griegos, romanos, vikingos, que dan paso al desarrollo de la vela con la carabela portuguesa, el galeón español, los espectaculares navíos de gran aparejo y los rápidos clipers, para desembocar en los barcos de vapor y después en los de motor.

Acherontia atropos brown form

Please support my work on Patreon! I'm an independent entomologist that studies moths: www.patreon.com/BartButterflies

This hollow form of fine silver was created by wrapping layers of silver and painting liquid silver in layer upon layer before firing in the kiln. As a final touch, a fine silver wire was painted with liquid silver and formed into the bail before one last firing. Beautiful!

We share these photographs under a Creative Commons BY license so you can use them as you please. Just don't forget you need to add a mention to PitBullTax Software and/or a link to pitbulltax.com to comply with the terms of the CC license.

A plant at the Ottawa Byward Market.

... forming a rose ...

 

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the parade of traction engines forms up

  

(part of my iPhone experiments)

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