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Música sertaneja ou música caipira é um gênero musical do Brasil produzido a partir da década de 1910 por compositores rurais e urbanos, outrora chamada genericamente de modas, emboladas, e fado português cujo som da viola é predominante.1
O folclorista Cornélio Pires conheceu a música caipira, no seu estado original, nas fazendas do interior do Estado de São Paulo e assim a descreveu em seu livro "Conversas ao pé do Fogo":
-"Sua música se caracteriza por suas letras que lembra a típicas histórias do sertão'.
Cornélio Pires em seu livro "Sambas e Cateretês", recolheu letras de música cantadas nas fazendas do interior do estado de São Paulo no início do século XX, antes de existir a música caipira comercial e gravada em discos. Sem o livro "Sambas e Cateretês" estas composições teriam caído no esquecimento.
Inicialmente tal estilo de música foi propagado por uma série de duplas, com a utilização de violas e dueto vocal. Esta tradição segue até os dias atuais, tendo a dupla geralmente caracterizada por cantores com voz tenor (mais aguda), nasal e uso acentuado de um falsete típico. Enquanto o estilo vocal manteve-se relativamente estável ao longo das décadas, o ritmo, a instrumentação e o contorno melódico incorporaram aos poucos elementos de gêneros disseminados pela indústria cultural.1
Destacaram-se inicialmente, entre as duplas pioneiras nas gravações em disco de vinil, Zico Dias e Ferrinho, Laureano e Soares, Mandi e Sorocaba e Mariano e Caçula. Foram as primeiras duplas a cantar principalmente as chamadas modas de viola, de temática principalmente ligada à realidade cotidiana - casos de "A Revolução Getúlio Vargas" e "A Morte de João Pessoa", composições gravadas pelo duo Zico Dias e Ferrinho, em 1930, e "A Crise" e "A Carestia", modas de viola gravadas por Mandi e Sorocabinha, em 1934. Gradualmente, as modificações melódicas e temáticas (do rural para o urbano) e a adição de novos instrumentos musicais consolidaram, na década de 1980, um novo estilo moderno da música sertaneja, chamado hoje de "sertanejo romântico" - primeiro gênero de massa produzido e consumido no Brasil, sem o caráter geralmente épico ou satírico-moralista e menos frequentemente, lírico do "sertaneja de raiz".1 2
Tais modificações dentro do gênero musical têm provocado muitas confusões e discussões no país a cerca do que seria música caipira/sertaneja. Críticos literários, críticos musicais, jornalistas, produtores de discos, cantores de duplas sertanejas, compositores e admiradores debatem sobre as quais seriam as formas artísticas de expressão do gênero, que levam em conta as mudanças ocorridas ao longo de sua história. Muitos estudiosos seguem a tendência tradicional de integrar as músicas caipira e sertaneja como subgêneros dentro um só conjunto musical, estabelecendo fases e divisões: de 1929 até 1944, como "música caipira" (ou "música sertaneja raiz"); do pós-guerra até a década de 1960, como uma fase de transição da velha música caipira rumo à constituição do atual gênero sertanejo; e do final dos anos sessenta até a atualidade, como música "sertaneja romântica".2 Outros no meio acadêmico, no entanto, consideram "música caipira" e "música sertaneja" gêneros completamente independentes, baseado na ideia de que a primeira seria a música rural autêntica e/ou do homem rural autêntico, enquanto a segunda seria aquela feita, como "produto de consumo", nos grandes centros urbanos brasileiros por não-caipiras.3 4 Outros autores estendem o conceito de música caipira/sertaneja ao baião, ao xaxado e outros ritmos do interior do Norte e Nordeste.1
Se for adotado o critério de que música caipira e sertaneja são sinônimos, pode-se dividir este gênero musical em alguns subgêneros principais: "Caipira" (ou "Sertanejo de Raiz"), "Sertanejo Romântico" e "Sertanejo Universitário"
História
Antecedentes
"Certos locais afastados, longe das cidades, ainda que seja mais presente sua relação com o nordeste, do interior, que encontrou vegetação e clima hostis, além da dominação política dos "coronéis", obrigando a desenvolver uma cultura de resistência, do matuto, legitimamente sertanejo, conhecedor da caatinga. Difere-se da cultura caipira, especificamente originária na área que abrange os estados de Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins. Ali se desenvolveu uma cultura do colono que encontrou abundância de águas, terra produtiva e um clima mais ameno, típico do cerrado. É conhecida como "caipira" ou "sertaneja" a execução composta e executada das zonas rurais, do campo, a antiga Moda de viola. Os caipiras, duplas ou solo, utilizavam instrumentos típicos do Brasil, como viola caipira.
Primeira era
Tonico & Tinoco.
Inezita Barroso.
Foi em 1929 que surgiu a PRIMEIRA música sertaneja como se conhece hoje. Ela nasceu a partir de gravações feitas pelo jornalista e escritor Cornélio Pires de "causos" e fragmentos de cantos tradicionais rurais do interior paulista, sul e triângulo mineiros, sudeste goiano e matogrossense.1 Na época destas gravações pioneiras, o gênero era conhecido como música caipira, cujas letras evocavam o modo de vida do homem do interior (muitas vezes em oposição à vida do homem da cidade), assim como a beleza bucólica e romântica da paisagem interiorana (atualmente, este tipo de composição é classificada como "música sertaneja de raiz", com as letras enfatizadas no cotidiano e na maneira de cantar).nota 1
Além de Cornélio Pires e sua "Turma Caipira", destacaram-se nessa tendência, mesmo que gravando em época posterior, as duplas Alvarenga e Ranchinho, Torres e Florêncio, Tonico e Tinoco, Vieira e Vieirinha, entre outros, e canções populares como "Sergio Forero", de Cornélio Pires, "O Bonde Camarão" de Cornélio Pires e Mariano, "Sertão do Laranjinha", de Ariovaldo Pires e "Cabocla Tereza", de Ariovaldo Pires e João Pacífico.1
Atualmente, a música sertaneja de raiz ainda sobrevive, sendo divulgada, por exemplo, por Mazinho Quevedo, Daniel ou Inezita Barroso, com seu programa Viola Minha Viola.
Segunda era
Milionário & José Rico.
Uma nova fase na história da música sertaneja teve início após a Segunda Guerra Mundial, com a incorporação de novos estilos como polca europeira, os instrumentos (como o acordeom e a harpa).1 A temática vai tornando-se gradualmente mais amorosa, conservando, todavia, um caráter autobiográfico. nota 2
Alguns destaques desta época foram os duos Cascatinha e Inhana, Irmãs Galvão, Irmãs Castro, Sulino e Marrueiro, Palmeira e Biá, o trio Luzinho, Limeira e Zezinha (lançadores da música campeira) e o cantor José Fortuna (adaptador da guarânia~no Brasil). Ao florzinha da década de 1970, a dupla que mais se destacou foi Milionário e José Rico que modernizou o sertanejo e sistematizou o uso de elementos da tradição mexicana mariachi com floreios de violino e trompete para preencher espaços entre frases e golpes de glote que produzem uma qualidade soluçante na voz.(Milionário e José Rico também são conhecidos no meio sertanejo como "Os Pais Do Sertanejo Moderno")1 Outros nomes, como a dupla Pena Branca e Xavantinho, seguiam a antiga tradição caipira, enquanto o cantor Tião Carreiro inovava ao fundir o gênero com samba, coco e calango de sexo.
Terceira era
A introdução da guitarra elétrica e o chamado "ritmo jovem", pela dupla Léo Canhoto e Robertinho, no final da década de 1960, marcam o início da fase moderna da música sertaneja. Um dos integrantes do movimento musical Jovem Guarda, o cantor Sérgio Reis passou a gravar na década de 1970 repertório tradicional sertanejo, de forma a contribuir para a penetração mais ampla ao gênero. Renato Teixeira foi outro artista a se destacar àquela altura. Naquele período, os locais de performance da música sertaneja eram originalmente o circo, alguns rodeios e principalmente as rádios AM. Já a partir da década de 1980, essa penetração estendeu-se às rádios FM e também à televisão - seja em programas semanais matutinos de domingo ou em trilhas sonoras de novela ou programas especiais.nota 3
Durante os anos oitenta, houve uma exploração comercial massificada do sertanejo, somado, em certos casos, à uma releitura de sucessos internacionais e mesmo da Jovem Guarda. Dessa nova tendência romântica da música sertaneja surgiram inúmeros artistas, quase sempre em duplas, entre os quais, Milionário e José Rico (que tambem teve grande destaque e acensão), Trio Parada Dura, Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano, Chrystian & Ralf, João Paulo & Daniel, Chico Rey & Paraná, João Mineiro e Marciano, Gian e Giovani, Rick & Renner, Gilberto e Gilmar, além das cantoras Nalva Aguiar e Roberta Miranda. Alguns dos sucessos desta fase estão "Sonhei Com Você", de José Rico e Vicente Dias, "Fio de Cabelo", de Marciano e Darci Rossi, "Apartamento 37", de Leo Canhoto, "Pense em Mim", de Douglas Maio, "Entre Tapas e Beijos", de Nilton Lamas e Antonio Bueno, "É o Amor", de Zezé Di Camargo e "Evidências", de José Augusto e Paulo Sérgio Valle.
Houve uma crescente influência da música country norte-americana e da estética cowboy, observada nas suas vestimentas características e também no maior interesse pelas festas de rodeio e feiras agropecuárias, palcos para os novos cantores.5
Contra esta tendência mais comercial da música sertaneja, reapareciam nomes como da dupla Pena Branca e Xavantinho, adequando sucessos da MPB à linguagem das violas, e surgiam novos artistas como Almir Sater, violeiro sofisticado, que passeava entre as modas de viola e os blues. Na década seguinte, uma nova geração de artistas surgiu dentro do sertanejo disposta a se reaproximar das tradições caipiras, como Roberto Corrêa, Ivan Vilela, Pereira da Viola e Chico Lobo e Miltinho Edilberto.
•Sérgio Reis.
•Renato Teixeira.
•Chitãozinho.
•Xororó.
•Leonardo.
•Daniel.
•Zezé di Camargo & Luciano
Quarta era - Sertanejo Universitário
Atenta, a indústria fonográfica lançou na década de 2000 um movimento similar, chamado por alguns de sertanejo universitário, com nomes como Guilherme & Santiago, Maria Cecília & Rodolfo, João Bosco & Vinícius, César Menotti & Fabiano, Jorge & Mateus, Victor & Leo, Fernando & Sorocaba, Gusttavo Lima, Luan Santana, Michel Teló, Marcos & Belutti e João Neto & Frederico. Como esse movimento não para e ganha cada vez mais adeptos, o mercado que antes tinha como foco de surgimento de duplas e artistas sertanejos no estado de Goiás, hoje tem eleito novos ídolos do estado de Mato Grosso do Sul como a revelação escolar Luan Santana e a dupla Maria Cecília & Rodolfo. Porém, Goiás não deixou de revelar nomes no cenário nacional, surgiram os já citados Jorge & Mateus e João Neto e Frederico sem falar de artistas vinculados ao sertanejo mais massificado da década anterior, como Guilherme & Santiago, Bruno & Marrone, Edson & Hudson, e outros.
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Dança sertaneja
A Dança Sertaneja Moderna tem suas origens nas danças sertanejas brasileiras. O termo "Sertanejo" foi inicialmente cunhado pelos portugueses no período das navegações para definir o interior da nova terra, diferindo-o do litoral. Mais tarde, aplicou-se ao interior do país de um modo geral. Assim, sendo o Sertão Brasileiro extremamente vasto, compreendendo as regiões interioranas do país desde o Sul ao Nordeste brasileiro, e tendo em sua história processos de colonização e choques culturais de diversos povos, percebemos inicialmente uma pluralidade ímpar na formação das Danças Sertanejas Tradicionais. Esta mescla de gêneros europeus, indígenas e por vezes africanos originou diversas danças pelo Brasil, levando-se em conta as particularidades históricas e culturais supracitadas de cada região.
Hoje é comum encontrar em diversos bares e boates pelo país a dança acompanhada dos ritmos da musica sertaneja.
Observa-se que o estilo de Dança Sertaneja Moderna (também conhecida como Dança Caipira Sertaneja ou Sertanejo Universitário ) tem se propagado e sofrido mutações com maior intensidade em regiões da Grande São Paulo e interior deste estado, como nas cidades de Taboão da Serra, Embu, Cotia, ABC Paulista e Região Metropolitana de Campinas, sendo toda esta região geográfica hoje o pólo de vanguarda da Dança Sertaneja.
Podemos classificar hoje a Dança Sertaneja Moderna como pertencente á família das Danças a Dois ou Danças de Salão, que caracterizam-se pelo improviso dado pela comunicação intrínseca que ocorre entre o par durante a dança (comunicação esta chamada por seus praticantes de "condução"), onde temos um "condutor" e um "conduzido". Esta compatibilidade entre o Sertanejo e outras danças em casal acabou por gerar, na Dança Sertaneja, grande influência e incorporação de movimentos de outros gêneros de Danças de Salão com forte presença no Interior Paulista e Grande São Paulo, sendo em maior grau o Forró, o Samba-Rock, e o Country; e mais recentemente o Zouk e o West Coast Swing.
O vanerão ou vanera tem se propagado na região sul do país, sob forte influencia das culturas locais, embora possua forte ligação com o baião e o vanerão nordestino. Paralelamente é encontrado junto a outros estilos de dança em bares e bailes do gênero, assim como o country.
Na região Centro-Oeste é comum os chamados "bailões", que apresentam as músicas sertanejas de toada mais animada, predominantemente das três últimas décadas do século XX. O estilo de dança é simples, sempre em par, comumente com passos de baião e xote. O chamado "dois pra lá, dois pra cá" é o passo predominante, o que levou o estilo a se popularizar nos bailões pelo fácil acompanhamento.
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abreviado normalmente "FOB", es una banda de Rock Alternativo de Chicago, Illinois, que se formó en 2001. La banda consta de cuatro miembros: Patrick Stump (cantante principal, guitarra rítmica y compositor principal), Pete Wentz (cantante secundario, bajista y escritor principal), Joseph Trohman (guitarrista principal) y Andrew Hurley (baterista).
Fall Out Boy ha ganado varios premios y ha sido reconocido por su mayor debut: el álbum From Under the Cork Tree. Lanzado en 2005, el álbum alcanzó la categoría de Doble Platino por vender más de 70.000 copias en su primera semana. Para hacer publicidad del álbum, Fall Out Boy participó en tours de 2005 a 2006 en Estados Unidos, Canadá, Japón y Europa.
En febrero de 2007 lanzaron su nuevo álbum titulado Infinity On High y consiguieron una mejor posición en las listas, llegando al número 1 en la Billboard 200 y vendiendo más de 260.000 copias en su primera semana. El sencillo principal, This Ain't a Scene, It's an Arms Race, alcanzó el número 1 en la Pop 100 y el 2 en la Billboard Hot 100. Para promocionar el álbum, la banda tocó en el concierto de Live Earth el 7 de julio de 2007 y en otros tours como el "Honda Civic Tour" y los MTV Video Music Awards el 9 de septiembre del mismo año.
Caen bien en los jóvenes ya que son parte de las llamadas "tres bandas del momento", junto con My Chemical Romance y Panic at the Disco. Se puede apreciar en los "posts" y videos tributo en YouTube que son mejor acogidas y por igual.
Historia
Primeros años
]Fall Out Boy fue formado a principios de 2001 por Joe Trohman y Pete Wentz. Los dos habían tocado en varias bandas del área de Chicago y decidieron que querían iniciar una banda más parecida a las que escuchaban en su infancia y adolescencia, tales como Green Day, Descendents y The Smiths. Trohman conoció a Patrick Stump en una tienda de libros. Trohman se presentó a sí mismo cuando lo escuchó hablando sobre la banda Neurosis, en la cual tenían un interés mutuo. Stump hizo una audición para ser baterista, pero, en cuanto se descubrieron sus talentos para cantar, se convirtió en la voz principal del grupo. Otros dos músicos de Chicago fueron contratados: T.J. Raccine tocando la guitarra y un batería conocido sólo como Mike. El siguiente año, la banda lanzó un demo hecho por ellos mismos, al que le siguió el lanzamiento del EP Split el 28 de mayo de 2002, en el cual participó Project Rocket de Uprising Records. El grupo lanzó su primer álbum (a veces considerado como un EP), titulado Fall Out Boy's Evenning Out With Your Girlfriend, también de Uprising Records, en 2003. La banda no tuvo nombre durante los dos primeros conciertos. Al final del segundo, le pidieron al público que gritaran ideas, y un miembro de la audiencia dio la idea de Fall Out Boy (en referencia al compañero del Hombre Radioactivo en la caricatura de Los Simpsons, Fallout Boy).
Éxito independiente
Después del lanzamiento de su primer álbum, Andy Hurley, que pertenecía antiguamente a la banda Racetraitor, se unió a la banda y fue entonces cuando Stump empezó a tocar la guitarra, mientras que T.J. Raccine y Mike abandonaron Fall Out Boy. Durante ese tiempo, tocaron en shows locales y en lugares como The Knights of Colombus Hall en Arlington Heights (Illinois), donde grabaron su primer video: Dead On Arrival. El mismo año, después de tocar para Fueled by Ramen, lanzaron su segundo álbum, ya mucho más extenso, titulado Take This To Your Grave, el 6 de mayo de 2005. La banda recibió un adelanto de Island Records para grabar sus propias canciones, pero no llegó sino hasta después de su siguiente álbum. Con una mejor financiación en sus manos, el álbum Take This To Your Grave se grabó en los Smart Studios en Madison (Wisconsin) con Sean O'Keefe como productor.
Con los videos de los sencillos Grand Theft Autumn / Where Is Your Boy Tonight y Saturday, el álbum se vendió muy bien y alcanzó la categoría de Oro. A mediados de 2003, la banda tocó para Island Records, que es una parte mayoritaria del sello The Island Def Jam Music Group, junto con Def Jam Records. Esto fue después de que los integrantes anunciaron que lanzarían un nuevo álbum. Mientras grababan su siguiente disco, lanzaron un EP acústico titulado My Heart Will Always Be the B-Side to My Tongue para Fueled by Ramen el 18 de mayo de 2004. Se clasificó en el número 153 del Billboard Top 200, que fue su primera entrada a una tabla. El set de dos discos incluía un DVD con videos, canciones acústicas y una galería de fotos.
Grandes éxitos
El 3 de mayo de 2005, Fall Out Boy lanzó su mayor éxito hasta su momento, From Under the Cork Tree, el cual llegó al número 9 en la Billboard 200 y vendió cerca de 70.000 copias en su primera semana. El álbum alcanzó la categoría de Doble Platino por vender más de 2,5 millones de copias solamente en los EE. UU. El mismo año, la estabilidad de la banda se vio seriamente amenazada por el discutido intento fallido de suicidio del bajista, Pete Wentz, al ingerir una sobredosis del sedante Ativan. La canción 7 Minutes In Heaven está basada en su intento de suicidio.
El primer sencillo del álbum, Sugar, We're Goin' Down, llegó al número 8 en la Billboard Hot 100, al 6 en la Pop 100 y al 3 en la lista de rock moderno. El video llegó al primer puesto en MTVs TRL, y fue retirado el 26 de agosto de 2005. El video ganó un MTV2 Award en los MTV Video Music Awards de 2005, despertando gran interés por la banda y un repentino crecimiento de las ventas. La banda fue nominada a "Mejor Artista Nuevo" en los Premios Grammy de 2006.
El segundo sencillo del álbum, Dance, Dance, se convirtió en su segunda canción en entrar en el Top 10 cuando estuvo en el número 9 en la Hot 100. Llegó al 6 en la Pop 100, y después se convirtió en la canción mejor calificada al llegar al número 2 en la lista de Rock Moderno. El video se estrenó en TRL el 11 de octubre de 2005, y pronto llegó al número 1. Lo retiraron el 17 de enero de 2006. El tercer sencillo del álbum, A Little Less Sixteen Canles, A Little More "Touch Me", fue mucho menos popular que los dos anteriores, pero aun así logró estar en el número 65 de la Hot 100, y el video llegó dos veces al 1 en TRL, siendo retirado el 6 de junio de 2006.
La banda dirigió el Nintendo Fusion Tour en otoño de 2005, al que se unieron The Starting Line, Motion City Soundtrack, Boys Night Out y Panic! At The Disco, alrededor de 31 ciudades. Debido al éxito conseguido desde los MTV Video Music Awards, Fall Out Boy dirigió el Black Clouds and Underdogs tour en un evento pop punk en el cual participaron The All American Rejects, Hawthorne Heights y From first to last. En la mitad del tour participaron October Fall y The Hush Sound. Tocaron en 53 fechas a través de EE. UU., Canadá y Reino Unido.
Infinity On High
El último álbum de Fall Out Boy se titula Infinity On High, y fue lanzado el 6 de febrero de 2007. El single principal, This Ain't a Scene, It's an Arms Race, logró llegar a los American Music Awards de 2006. Su video llegó el martes 19 de diciembre de 2006 a MTV. En la primera semana de Infinity On High, llegó al número 1 en la Billboard 200, vendiendo más de 260.000 copias.
This Ain't a Scene, It's an Arms Race llegó al número 2 en la lista de singles del Reino Unido el 4 de febrero de 2007, convirtiéndola en su canción más exitosa en el Reino Unido. El single también llegó al número 2 en la U.S. Hot 100 y al 1 en la U.S. Pop 100. El segundo single del álbum (Sencillo Digital), The Carpal Tunnel Of Love, llegó al 81 por el número de ventas digitales en los EE.UU. Thnks Fr Th Mmrs fue lanzado el 9 de abril del 2007, llegando al 11 en la Billboard Hot 100 y al 12 en la lista de singles del Reino Unido. El 9 de julio de 2007 fue lanzado el cuarto single del álbum, "The Take Over, The Breaks Over".
Fall Out Boy dirigió el Honda Civic Tour. El plan en los EE.UU. era comenzar el tour el 18 de abril y terminarlo el 11 de junio; sin embargo, debido a problemas con el calendario, se pospuso hasta el 11 de mayo y terminó el 2 de julio en Anaheim (California). Hubo tours en el Reino Unido que terminaron en África para así ayudar a Invisible Children Inc.. Los integrantes de Fall Out Boy trabajaron con Reverb, una organización ambientalista, para el tour. Fall Out Boy tocó el 9 de septiembre de 2007 en los MTV Video Music Awards.
Para mostrar su versatilidad, Fall Out Boy trabajó con Kanye West, Timbaland e hizo tours con Paul Wall. West fue el productor y protagonista del remix This Ain't a Scene, It's an Arms Race. También ayudaron a Timbaland con su nuevo álbum, especialmente en la canción One & Only. Stump cantó en varias canciones de Gym Class Heroes. También es el vocalista de la canción "Everything is Alright", de Motion City Soundtrack. La banda dirigió el tour Young Wild Things junto con Gym Class Heroes, Plain White T's, y Cute is What We Aim For, el cual comenzó en octubre con un show al que se le acabaron las entradas, en Columbus, Ohio.
Su reciente lanzamiento Live in Phoenix
Álbum lanzado el 1o. de Abril del 2008 versión CD/DVD que incluye el video completo del concierto y un detrás de escenas de la banda y en México el 17 de Abril la versión de un cd con los éxitos de este concierto en vivo además de "beat it" con John Mayer.
Controversia
Aunque el baterista Andy Hurley es vegetariano y ha hecho promociones para PETA, Fall Out Boy ha recibido críticas de grupos de derechos de animales por el uso de chimpancés, un orangután y un mono para el video de su sencillo Thnks Fr Th Mmrs. Para contradecir a estos grupos, el bajista Pete Wentz llevó un chimpancé a los premios Kerrang!, y fue a los MTV Video Music Awards de 2006 con un mono capuchino.
Apoyo ambientalista
Fall Out Boy ha anunciado que son oficialmente miembros de Invisible Children Inc., organización que apoya a los niños de regiones en conflicto en África, donde se grabó el video del sencillo I'm Like A Lawyer With The Way I'm Always Trying To Get You Off (Me & You), que trata sobre dicho tema. También la banda tocó el 7 de julio de 2007 en Live Earth. Fall Out boy se presento recientemente en Chile, e intentaron presentarse en la Antartica para romper un record Guiness y hacer tomar conciencia, junto con Greenpeace, sobre el calentamiento global. Lamentablemente el tiempo era muy malo como para ir a la Antartica, por lo que pospusieron el record.
Miembros
Patrick Stump: Vocalista principal, guitarra eléctrica.
Pete Wentz: Vocalista secundario, bajista y compositor principal.
Joe Trohman: Corista y guitarrista principal.
Andrew Hurley: Batería.
Discografía
Álbumes
]Fall Out Boy's Evening Out With Your Girlfriend (2003) *solo 2 meses antes de "Take This To Your Grave"
Take This To Your Grave (2003)
From Under the Cork Tree (2005)
Take This To Your Grave: The Directors Cut (2005)
Infinity On High (2007)
EP's
Split (Con Project Rocket) (2002)
My Heart Will Always Be The B-Side To My Tongue (2004)
This Ain't a Scene, It's an Arms Race (Remix By Kanye West) (2006)
Leaked In London (2007)
Videos
Año: Titulo Director
2003 Dead On Arrival Greg Kaplan
2004 Grand Theft Autumn / Where is Your Boy? Dale Resteghini
2004 Saturday Dave Meyers
2005 Sugar, We're Going Down Matt Lenski
2005 Dance, Dance Alan Ferguson
2006 A Little Less Sixteen Candles, A Little More "Touch Me" Alan Ferguson
2006 This Ain't a Scene, It's an Arms Race Alan Ferguson
2007 The Carpal Tunnel of Love Alan Ferguson
2007 Thnks fr th Mmrs Alan Ferguson
2007 "The Take Over, The Breaks Over" Alan Ferguson
2007 I'm Like a Lawyer with the Way I'm Always Trying to Get You off (Me & You) Alan Ferguson
2008 Beat It Shane Drake
NOTA: El video de "The Carpal Tunnel Of Love" por el momento está disponible sólo en línea. Ver en la página oficial.
Sencillos
Dead On Arrival (2003)
Grand Theft Autumn / Where is Your Boy? (2003)
Saturday (2004)
Sugar, We're Going Down (2005)
Dance, Dance (2005)
A Little Less Sixteen Candles, A Little More Touch Me (2006)
This Ain't a Scene, It's an Arms Race (2006)
The Carpal Tunnel Of Love(2007)
Thnks fr th Mmrs (2007)
The Take Over, The Breaks Over (2007)
I'm Like a Lawyer with the Way I'm Always Trying to Get You off (Me & You) (2007)
Beat It (Michael Jackson Cover) (2008)
DVD'S
Live In Phoenix (CD+ DVD) (2008)
" clandestine industries " DVD (2006)
Premios y nominaciones [editar] Premios
2005
MTV Video Music Award - Premio MTV2 por "Sugar, We're Goin Down".
2006
MuchMusic Video Award - People's Choice: Grupo Internacional Favorito por "Dance, Dance".
Kerrang! Award - mejor Video por "Sugar, We're Going Down".
Teen Choice Award - Choice Music - Canción Rock "Dance, Dance".
Teen Choice Award - Choice Music - Single por "Dance, Dance".
Teen Choice Award - Choice Music - Grupo de Rock.
MTV Video Music Award - Viewer's Choice por "Dance, Dance".
2007
Kerrang! Awards - Mejor Video por "This Ain't a Scene, It's an Arms Race".
Teen Choice Awards - Choice Music - Grupo de Rock.
Teen Choice Awards - Choice Music - Canción Rock.
MTV Video Music Awards - Mejor Banda.
TMF Award (Bélgica) - Mejor Banda de Rock Alternativo.
TMF Awards (Bélgica) - Mejor Banda de Rock.
Kids choice awrds(australian)-cancion favorita por thnks fr th mnbrs
Nominaciones
2005
Grammy Awards 2005 - Nominación por Mejor Grupo "Revelación"
2006
MuchMusic Video Award - Nominación Mejor Grupo Internacional "Dance, Dance".
MTV Video Music Awards Latin America - Nominación a Mejor Artista Nuevo (International).
Kerrang! Award - Nominación Mejor Sencillo por "Sugar We're Going Down".
Kerrang! Award - Nominación mejor Álbum "From Under the Cork Tree".
Kerrang! Award - Nominación Mejor Banda en el Mundo.
Grammy Award - Nominación Mejor Artista Nuevo.
MTV Video Music Award - Nominación Mejor Video de Banda por "Dance, Dance".
2007
Kid's Choice Award - Nominación por Grupo Favorito.
MTV Video Music Award - Nominación Mejor grupo.
MTV Video Music Award - Nominación Sencillo monstruo del año “Thnks Fr Th Mmrs”.
Kerrang! Awards - Nominación por Mejor Banda en el Mundo.
Kerrang! Awards - Nominación por Mejor Album "Infinity On High".
MTV Europe Music Awards - Nominación Mejor Banda del 2007.
MTV Europe Music Awards - Nominación Acto Interactivo (Con los fans).
MTV Europe Music Awards - Nominación Rock Out.
TMF Award (Bélgica) - Mejor Video.
2008
mejor grupo - kids choice awards 2008
mejor banda internacional-much music awards-the take over the breaks over
El compositor y director John Williams -aclamado por su trabajo con las bandas sonoras de La guerra de las Galaxias, ET, Indiana Jones, Encuentros cercanos del tercer tipo, entre otras- y quien tuvo la oportunidad de dirigir a la orquesta durante su presentación en el Walt Disney Hall de Los Angeles, el pasado 03 de noviembre, hizo llegar una misiva al director fundador del sistema, José Antonio Abreu, donde evidencia su admiración por la labor de las Orquestas Juveniles e Infantiles de Venezuela, institución adscrita al Ministerio del Poder Popular para la Participación y Protección Social.
Hoje, 28/12/2O11, faz dois anos que uma das pessoas mais incríveis deste mundo faleceu. Apesar de não ter tido o prazer de o conhecer, sinto muito a falta dele. Foi um grande músico e assim será lembrado por todos que o amavam e ainda o amam. É triste ouvir uma música do Avenged Sevenfold e saber que nunca terei a oportunidade de assistí-lo tocando aquela bateria mágica. É triste saber que não vou mais desfrutar de seu talento como compositor e sorrir e chorar com suas lindas canções. :/ Sou péssima para escrever, mas aqui deixo minha simples homenagem a essa linda pessoa.
"How do I live without the ones I love? ... I have so much to say but you're so far away".
Até um dia, meu querido. <3
Cantora, compositora e multi-instrumentista Mart’nália apresenta o show “+ Misturado” com músicas gravadas do seu mais recente CD que da nome à turnê. São Paulo. 30.10.18
Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2018/10/30/martnalia-misturado/
Estatua a Pau Casals
Pau Casals i Defilló (El Vendrell, Catalunya 1876 - San Juan, Puerto Rico 1973) fou un violoncel·lista, pedagog, director i compositor musical català. La seva gran contribució al món de la música va ser la innovació en la interpretació amb el violoncel que, més tard, va ser adoptada per tots els violoncel·listes del món.
La seva interpretació d'El cant dels ocells ha esdevingut un símbol de pau i llibertat arreu del món, i de manera molt més significativa dins l'àmbit català.
El 1958 va fer un concert i el "missatge de pau" que Pau Casals havia gravat uns dies abans a Ginebra fou retransmès a més de 40 països. També aquell any fou proposat com a candidat pel Premi Nobel de la Pau.
El 1961 va ser convidat pel president John F. Kennedy a fer un concert a la Casa Blanca i, dos anys més tard, el mateix president dels Estats Units, li concedí la Medalla de la Llibertat.
El 1971 va compondre l'Himne a les Nacions Unides, que dirigí el 24 d'octubre d'aquell any en un concert a la mateixa seu de les Nacions Unides, i on el secretari General de les Nacions Unides U Thant li entregà la Medalla de la Pau. Fou en aquesta ocasió que va pronunciar la frase "What is more, I am a Catalan." explicant que Catalunya tenia un parlament democratic molt abans que Anglaterra.
El 1973 va patir un atac de cor irreversible, a Puerto Rico. Va morir a San Juan de Puerto Rico el 22 d'octubre de 1973. L'any 1979 es van traslladar les seves despulles al cementiri del Vendrell, moment en el qual li fou concedida, a títol pòstum, la Medalla d'Or de la Generalitat de Catalunya.
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Pau Casals i Defilló (Catalan pronunciation: [ˈpaw kəˈzaɫs]) (December 29, 1876 – October 22, 1973), known during his professional career as Pablo Casals, was a Spanish Catalan cellist and conductor. He made many recordings throughout his career, of solo, chamber, and orchestral music, also as conductor, but Casals is perhaps best remembered for the recording of the Bach Cello Suites he made from 1936 to 1939.
Casals was an ardent supporter of the Spanish Republican government. After its defeat in 1939, Casals vowed not to return to Spain until democracy had been restored, although he did not live to see the end of the Franco dictatorial regime.
One of his last compositions was the "Hymn of the United Nations". He conducted its first performance in a special concert at the United Nations on October 24, 1971, two months before his 95th birthday. On that day, the Secretary-General of the United Nations, U Thant awarded Pau Casals the U.N. Peace Medal in recognition of his stance for peace, justice and freedom. Casals accepted the medal and made his famous "I am a Catalan" speech, where he explained that Catalonia had the first democratic parliament, long before England did.
He also made popular the old Catalan song, "El cant dels ocells" playing it at the UN.
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Pau Carles Salvador Casals i Defilló (El Vendrell, 29 de diciembre de 1876 - San Juan de Puerto Rico, 22 de octubre de 1973), más conocido como Pau Casals, y también como Pablo Casals en Latinoamérica y el mundo anglosajón, es unos de los músicos catalanes mas destacados del siglo XX. Por su incomparable desempeño como instrumentista del violonchelo, Casals es considerado uno de los mejores violonchelistas de todos los tiempos.
Una de sus composiciones más célebres es el "Himno de las Naciones Unidas", conocido como el "Himno de la Paz", compuesto mientras residía en su segunda patria, Puerto Rico (donde había nacido y se había criado su madre), y donde residían otros españoles renombrados internacionalmente, tales como Juan Ramón Jiménez y Francisco Ayala. Magnífico director de orquesta y notabilísimo compositor, Casals fue siempre un artista completísimo, con la más férrea disciplina y la dedicación más profunda a la música.
Además de reconocérselo por su imponente obra musical, Pau Casals destacó en todo el mundo por su activismo en la defensa de la paz, la democracia, la libertad y los derechos humanos, que le valieron prestigiosas condecoraciones como la Medalla de la Paz de la ONU y ser nominado al Premio Nobel de la Paz.
Fue en la ONU donde Casal dijo al aceptar la medalla "I am a Catalan"" (Soy un Catalán) donde explico que Catalunya tenia el primer parlamento democratico, mucho antes que Inglaterra.
Casals también manifestó públicamente su oposición al régimen franquista y su deseo de ver una Cataluña no necesariamente independiente pero con un grado alto de autonomía (vid. cap. V de sus memorias, dictadas originariamente en francés a Albert E. Kahn y traducidas al catalán como Joia i Tristor).
Pau Casals murió el 22 de octubre de 1973, a la edad de 96 años, en San Juan de Puerto Rico, a consecuencia de un ataque al corazón. Fue enterrado en el Cementerio Conmemorativo de San Juan de Puerto Rico.
El 9 de noviembre de 1979, restablecida la democracia en España, sus restos fueron trasladados al cementerio de El Vendrell, su población natal, donde actualmente descansan.
Popularizó la antigua canción catalana "El cant dels ocells" tocándola en la sede de la ONU;
MONUMENTO AL MAESTRO ALONSO (Don Francisco Alonso)
Ubicación: Calle Alcalá, Calle Sevilla
Autor: Parés Parra, Jose Luis
Fecha 1987
Descripción histórica
Francisco Alonso, compositor granadino nacido en 1887, falleció en Madrid en 1948 siendo Presidente de la Sociedad General de Autores de España.
Comenzó sus estudios en su ciudad natal, donde fundó y dirigió la orquesta de la Sociedad Filarmónica. En 1905 estrenó en el Teatro Cervantes de Granada su primera zarzuela “La niña de los cantares”. En 1911 se trasladó a Madrid y en 1925 estrenó en el Teatro de la Zarzuela su obra “La Calesera”, con libreto de González del Castillo y Martínez Román, alcanzando un gran éxito y triunfando también en México, Buenos Aires y La Habana.
Escribió numerosas zarzuelas, de música alegre y pegadiza, entre las que destacan: “Las Leandras” y “Los Nardos”, y fue autor también de varios cuplés y de la música de varias revistas teatrales.
El monumento fue patrocinado por su familia y amigos, e inaugurado el 3 de junio de 1987; se instaló en la calle de Alcalá en recuerdo de su obra más conocida “Las Leandras”, en cuyo texto dice “Por la calle de Alcalá…”, tal y como aparece en el monolito.
Se encuentra en un espacio ajardinado en el acceso al aparcamiento subterráneo de la calle Sevilla.
José Luís Parés es hijo del escultor y restaurador Tomás Parés Pérez. Estudió en la Escuela de Artes y Oficios y en el Círculo de Bellas Artes de San Fernando. Entre los galardones obtenidos destaca el Premio de Escultura Francisco Alcántara. En la actualidad es profesor de la Escuela de Bellas Artes.
Descripción formal
Cabeza en bronce del compositor, sobre pedestal de granito con varias inscripciones, en el lado derecho y adosado al pedestal aparece un monolito más pequeño del mismo material con inscripción incisa en la parte superior y en el frente.
En la parte posterior aparece la firma del escultor: JL Parés.
Materiales
Metálico (bronce)
Dimensiones (alt, anc, fon) 0,50 x 0,45 x 0,45
Pedestal
Configuración
Pieza compuesta de varios volúmenes sin orden aparente en granito macizo; hay un prisma rectangular en cuya parte superior se incrusta una placa de granito pulido en color gris oscuro, con inscripción incisa y pintada en rojo: MADRID / AL MAESTRO ALONSO / 1887 – 1948, en la zona inferior inscripción incisa
y pintada en verde en el pedestal: 3 – JUNIO / MCMLXXXVII.
En el monolito y en la parte superior, inscripción incisa y pintada en verde: POR LA CALLE DE ALCALA / CON LA FALDA ALMIDONA / Y LOS NARDOS APOYAOS / EN LA CADERA, en la parte frontal: LAS LEANDRAS / 1931 / FRANCISCO ALONSO / E. GONZALEZ DEL CASTILLO / J. MUÑOZ ROMAN.
Materiales Pétreo (granito gris)
Dimensiones (alt, anc, fon) 1,80 x 1,50 x 0,70
Patrimonio Histórico Edificado
Compositor, violinista, multi-instrumentista e investigador étnico. Desde muy niño manifiesta interés y vocación por la música. Inicia a los 7 años su formación musical formal en el Conservatorio Nacional de la Universidad de Chile, donde completa luego de 10 años de estudio cursos de Teoría, Armonía, Violín, Piano Complementario y Música de Cámara. En dicha casa de estudios destaca como alumno estrella obteniendo las mejores notas, desarrollando desde los 10 años una actividad de presentaciones públicas con su violín y creando en forma autodidacta sus primeras composiciones musicales. Posteriormente, continúa sus estudios de Interpretación Superior en Violín, con el Profesor Jaime de la Jara, en el Departamento de Música de la Universidad Católica de Chile, egresando con calificación máxima.
A los 17 años (1971) funda, junto al pianista Ronaldo Reyes, el “Dúo Enrique Soro” (violín y piano) y efectúa una gira por los países sudamericanos, haciendo a su vez grabaciones para radioemisoras latinoamericanas.
A los 18 años (1972) es becado por el Ministerio de Cultura de la URSS, para realizar estudios de postgrado en el Conservatorio Tchaikovsky de Moscú. Durante cinco años es discípulo de los más destacados maestros de Polifonía, Piano, Estética, Filosofía, etc., dedicando siempre preferente atención al Violín (Prof. Maia Glesarova / Natalia Boiarskaia; Cátedra de Yuri Yankelevich / Leonid Kogan) y a la Composición (Prof. Konstantin Batashov; Cátedra de Aram Kachaturian).
A los 22 años (1976) es laureado en el Congreso Anual de Compositores de la URSS, por su obra Suite para Violín y Violoncello. La obra es estrenada en Moscú por Daniel Zisman y Eduardo Valenzuela, grabada y retransmitida por radio a países de Europa del Este.
A los 23 años finaliza sus estudios en Moscú y se traslada a Buenos Aires, Argentina, para estudiar durante un año con Fedora Aberastury (discípula de Claudio Arrau) su sistema de manejo de energías y aplicación a la técnica interpretativa. A la vez se desempeña como Primer Violín y solista de la Orquesta de Cámara “Solistas de Buenos Aires” (dirigida por Alberto Epelbaum) y Profesor de Violín, poniendo en práctica un novedoso y adelantado sistema de enseñanza que le permite a sus alumnos acortar considerablemente los plazos de aprendizaje en relación a la enseñanza convencional.
Cumplida esta etapa vuelve a Europa a los 24 años y fija residencia en Madrid. Comienza su práctica de yoga y meditación y compone más de cien canciones con contenido místico.
En 1982 el músico de 27 años gana el Concurso DAIC-CHILE, Mención Música de Cámara con su Suite Sudamericana.
El 28 de Enero de 1983, en el Centro de Información de la ONU en Lima, Perú, entrega ante la prensa local y en una emotiva ceremonia su “Himno por la Paz”, al Secretario General de las Naciones Unidas, Javier Pérez de Cuéllar, por intermedio del Coordinador de ese Organismo en Perú, Helio Bittencourt.
El 6 de Noviembre de 1983 organiza el “Primer Festival de Santiago por la Paz”. Convoca a destacadas personalidades del mundo científico (Igor Saavedra, Presidente de la Academia de Ciencias de Chile, Lola Hoffmann, psiquiatra), artístico (Mario Baeza, Roberto Bravo), religioso (Monseñor Camilo Vial), sindical (Clotario Blest), etc. Durante todo el día, miles de personas se congregan en el Parque O’Higgins, creando una fuerza de paz. Desde las localidades mas apartadas de Chile, los niños, colegios y padres, responden al llamado que Joakin Bello hiciera por la prensa nacional y envían por tren y buses, bolsas repletas con juguetes bélicos que el mismo día del Festival son transformados en la materia prima de gigantescas esculturas por la paz que se irguieron en dicho Parque. Ante los provocativos vuelos rasantes efectuados por aviones y helicópteros militares, el pacifista en más de una ocasión hubo de calmar a la multitud diciendo: “manténganse tranquilos, en paz, ellos también son nuestros hermanos”.
Este magno evento fue financiado por un ayuno colectivo de alumnos y amigos de Bello. (El dinero ahorrado en alimentos se depositó en un fondo común con el que se pagaron los gastos ineludibles de un megaevento de estas características). Joakin Bello, como organizador y figura aglutinante del Festival, extendió su ayuno a 53 días de solo agua.
En su continua actividad como compositor, crea entre 1982 y 1986, Ofrenda de los Andes por la Paz. En el mismo período, graba tres álbumes de canciones con la participación de la cantante Paula Monsalve: Hijo del Planeta, Yo Soy y Sé Feliz.
En 1987 incursiona en la música electro-acústica, combinando la música con los sonidos de la naturaleza. Así crea Detrás del Arcoiris, el primer disco compacto realizado en Chile. Asimismo, con su álbum Preludios, produce la primera grabación digital del país; ambas grabaciones se efectúan en los estudios de la Radio Horizonte, en una coproducción entre el artista y Julián García-Reyes .
En 1988 Gaia Records de New York (distribuido por PolyGram) edita “Detrás del Arcoiris” (”Beyond the Rainbow”) en Estados Unidos.
En 1989, el músico se radica en Estados Unidos y crea su propio sello de grabación TOTAL MUSIC, cuyo nombre interpreta la percepción que el artista proyecta en su quehacer musical.
“La MÚSICA TOTAL – dice – propone un nuevo universo sonoro de síntesis e integración al combinar el eterno y curativo canto de la naturaleza con los instrumentos del pasado y el presente y el poder y pureza de la electrónica y la computación, otorgando así una nueva dimensión a la tradición y abriendo una ventana al futuro”.
Su música trasciende las fronteras y es empleada por grupos religiosos, de meditación y crecimiento personal, así como en coreografías, películas, videos étnicos y documentales para televisión y películas.
En 1990 publica Reminiscencias, De los Himalayas a los Andes y Centros Magnéticos: Rapa Nui.
En 1991 es invitado por el actor Robert Redford a su rancho en Utah. Por espacio de dos semanas, y junto a un selecto grupo multidisciplinario de artistas de diferentes países del mundo, elabora un documento en donde se define la defensa del ecosistema planetario por los artistas con conciencia ecológica. Este documento es entregado a la ONU en Nueva York. Para financiar algunas iniciativas ecológicas, publican el CD “Sundance” (en alusión al Instituto de Cine de Robert Redford). Joakín Bello colabora a ese CD con su “Preludio para una Musa Durmiente” así también, lo hacen con su música Byron Janis, Billy Joel y otros destacados músicos.
En 1992 es invitado a participar en la Cumbre de la Tierra en Río de Janeiro, Brasil. En el Palacio Tiradentes toca su música para inspirar antes de sus discursos al Dalai Lama y otros líderes espirituales, así como a Al Gore, Vice Presidente de los Estados Unidos y otros líderes políticos. Toca también en grandes conciertos al aire libre en colaboración con Thoomas Tuulse, Paul Winter, John Denver, Gilberto Gil y Sheena Easton.
En 1995 lanza al mercado Sandino, (banda sonora del film del mismo nombre), Ofrenda de los Andes por la Paz, Nocturnos, Cantos de Rapa Nui (recopilación antológica producida y grabada por el propio compositor en Isla de Pascua) y remasterizada digitalmente para CD, Hijo del Planeta, Yo Soy, Sé Feliz y Back in Arkansas.
En 1998 compone y graba en Puerto Rico el CD “De Amores Luminosos”, producción que le encarga PolyGram Latino de Miami y en donde la voz solista es de Nydia Caro.
Durante el mismo año, en Miami produce, compone y graba “… Y Serás Feliz”, con la cantante venezolana Leonor.
Hacia finales de 1998 comienza en Nueva York la producción de “Sacred Love” con Carina Courtright.
Como concertista ha presentado su música en los cinco continentes, en escenarios tan diversos como el Teatro Colón de Buenos Aires; Universal Amphitheatre de Los Angeles, California; Teatro Nacional Heitor Villa-Lobos de Brasilia; Ateneo de Caracas, Venezuela; y en grandes festivales al aire libre en Norteamérica, Sudamérica e India.
Jueves 17 de marzo.
En el Salón de Cabildos del Antiguo Palacio del Ayuntamiento, el Gobierno de la Ciudad de México representado por Miguel Ángel Mancera nombró al compositor y cantante mexicano Óscar Chávez como Ciudadano Distinguido, al acto asistió el Secretario de Cultura CDMX, Eduardo Vázquez Martín.
Fotografía: Tania Victoria/Secretaría de Cultura CDMX
O Shopping Light faz homenagem aos 100 do cantor e compositor paulistano Adoniran Barbosa na exposição "São Paulo, Estação Carnaval"
A música O Trem das Onze, ♫♪ letras.terra.com.br/adoniran-barbosa/173850/ ♫♪,
um dos grandes sucessos do sambista, ganhou um cenário com a réplica da antiga estação de trem Jaçanã.
A obra utiliza madeira e espelho bisotê em relevo do artista plástico e cenógrafo Léo Monroe. Além da famosa Maria Fumaça, o público poderá sentar no banco da estação e tirar fotos ao lado das imagens em espelho de sambistas como Noel Rosa, Ataulfo Alves, Carmem Miranda e o próprio Adoniran.
Fonte: www.shoppinglight.com.br/Novidades/novidades_detalhe.asp?...
Compositores Alceo Bocchino e José Vieira Brandão. Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Outubro 1998.
Compositor Carlos Gomes:Nasceu em Campinas;estudou no Rio de Janeiro;fez sucesso em Milão;morreu em Belém do Pará.
Cantora e compositora Letrux apresenta o material de seu disco de estreia da carreira solo “Letrux em Noite de Climão”. São Paulo 05.07.19
Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2019/07/05/letrux-em-noite-de...
El famoso cantante y compositor mexicano, Marco Antonio Solis, en concierto en el Gibson Amphitheater de Los Angeles. Foto por Rafael Amado Deras©
Actuaron compositores como Richard Strauss, Arthur Honegger, Igor Stravinsky, Paul Hindemith, Camille Saint-Saëns, Manuel de Falla, Aaron Copland, Krzysztof Penderecki, Gian-Carlo Menotti, Héctor Panizza, Juan José Castro, Gerardo Gandini y Mauricio Kagel. Diferentes generaciones de directores de orquesta se presentaron en nuestra sala como Arturo Toscanini, Erich Kleiber, Fritz Busch, Ernest Ansermet, Wilhelm Furtwängler, Herbert von Karajan, Tulio Serafin, Leonard Bernstein, Mstislav Rostropovich, Karl Böhm, Fernando Previtali, Lorin Maazel, Bernard Haitink, Zubin Mehta, Riccardo Muti, Kurt Masur, Michel Corboz, Riccardo Chailly, Sir Simon Rattle, Claudio Abbado, René Jacobs y los argentinos Daniel Barenboim, Gabriel Garrido y Miguel Ángel Veltri, entre otros.
(Foto: Estrella Herrera)
Estatua a Pau Casals.
Pau Casals i Defilló (El Vendrell, Catalunya 1876 - San Juan, Puerto Rico 1973) fou un violoncel·lista, pedagog, director i compositor musical català. La seva gran contribució al món de la música va ser la innovació en la interpretació amb el violoncel que, més tard, va ser adoptada per tots els violoncel·listes del món.
La seva interpretació d'El cant dels ocells ha esdevingut un símbol de pau i llibertat arreu del món, i de manera molt més significativa dins l'àmbit català.
El 1958 va fer un concert i el "missatge de pau" que Pau Casals havia gravat uns dies abans a Ginebra fou retransmès a més de 40 països. També aquell any fou proposat com a candidat pel Premi Nobel de la Pau.
El 1961 va ser convidat pel president John F. Kennedy a fer un concert a la Casa Blanca i, dos anys més tard, el mateix president dels Estats Units, li concedí la Medalla de la Llibertat.
El 1971 va compondre l'Himne a les Nacions Unides, que dirigí el 24 d'octubre d'aquell any en un concert a la mateixa seu de les Nacions Unides, i on el secretari General de les Nacions Unides U Thant li entregà la Medalla de la Pau. Fou en aquesta ocasió que va pronunciar la frase "What is more, I am a Catalan." explicant que Catalunya tenia un parlament democratic molt abans que Anglaterra.
El 1973 va patir un atac de cor irreversible, a Puerto Rico. Va morir a San Juan de Puerto Rico el 22 d'octubre de 1973. L'any 1979 es van traslladar les seves despulles al cementiri del Vendrell, moment en el qual li fou concedida, a títol pòstum, la Medalla d'Or de la Generalitat de Catalunya.
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Pau Casals i Defilló (Catalan pronunciation: [ˈpaw kəˈzaɫs]) (December 29, 1876 – October 22, 1973), known during his professional career as Pablo Casals, was a Spanish Catalan cellist and conductor. He made many recordings throughout his career, of solo, chamber, and orchestral music, also as conductor, but Casals is perhaps best remembered for the recording of the Bach Cello Suites he made from 1936 to 1939.
Casals was an ardent supporter of the Spanish Republican government. After its defeat in 1939, Casals vowed not to return to Spain until democracy had been restored, although he did not live to see the end of the Franco dictatorial regime.
One of his last compositions was the "Hymn of the United Nations". He conducted its first performance in a special concert at the United Nations on October 24, 1971, two months before his 95th birthday. On that day, the Secretary-General of the United Nations, U Thant awarded Pau Casals the U.N. Peace Medal in recognition of his stance for peace, justice and freedom. Casals accepted the medal and made his famous "I am a Catalan" speech, where he explained that Catalonia had the first democratic parliament, long before England did.
He also made popular the old Catalan song, "El cant dels ocells" playing it at the UN.
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Pau Carles Salvador Casals i Defilló (El Vendrell, 29 de diciembre de 1876 - San Juan de Puerto Rico, 22 de octubre de 1973), más conocido como Pau Casals, y también como Pablo Casals en Latinoamérica y el mundo anglosajón, es unos de los músicos catalanes mas destacados del siglo XX. Por su incomparable desempeño como instrumentista del violonchelo, Casals es considerado uno de los mejores violonchelistas de todos los tiempos.
Una de sus composiciones más célebres es el "Himno de las Naciones Unidas", conocido como el "Himno de la Paz", compuesto mientras residía en su segunda patria, Puerto Rico (donde había nacido y se había criado su madre), y donde residían otros españoles renombrados internacionalmente, tales como Juan Ramón Jiménez y Francisco Ayala. Magnífico director de orquesta y notabilísimo compositor, Casals fue siempre un artista completísimo, con la más férrea disciplina y la dedicación más profunda a la música.
Además de reconocérselo por su imponente obra musical, Pau Casals destacó en todo el mundo por su activismo en la defensa de la paz, la democracia, la libertad y los derechos humanos, que le valieron prestigiosas condecoraciones como la Medalla de la Paz de la ONU y ser nominado al Premio Nobel de la Paz.
Fue en la ONU donde Casal dijo al aceptar la medalla "I am a Catalan"" (Soy un Catalán) donde explico que Catalunya tenia el primer parlamento democratico, mucho antes que Inglaterra.
Casals también manifestó públicamente su oposición al régimen franquista y su deseo de ver una Cataluña no necesariamente independiente pero con un grado alto de autonomía (vid. cap. V de sus memorias, dictadas originariamente en francés a Albert E. Kahn y traducidas al catalán como Joia i Tristor).
Pau Casals murió el 22 de octubre de 1973, a la edad de 96 años, en San Juan de Puerto Rico, a consecuencia de un ataque al corazón. Fue enterrado en el Cementerio Conmemorativo de San Juan de Puerto Rico.
El 9 de noviembre de 1979, restablecida la democracia en España, sus restos fueron trasladados al cementerio de El Vendrell, su población natal, donde actualmente descansan.
Popularizó la antigua canción catalana "El cant dels ocells" tocándola en la sede de la ONU;
En la obra "Liber simplicis medicinae", que forma parte de su "Physica", Hildegarda de Bingen, abadesa, profetisa, compositora, médico, mística y santa alemana, que murió el 17 de septiembre de 1179 dejando una obra muy rica y de gran influencia, escribió sobre el helecho:
"Mantiene dentro de sí grandes propiedades, concretamente un poder tal, que el diablo huye de él [incluso tiene cierta energía que es como la energía del sol. Como la luz del sol es a los lugares oscuros, así el helecho persigue las malas visiones, y desprecia a los espíritus malignos]. En el lugar donde crece, el diablo raramente practica sus engaños. El diablo evita y retrocede de cualquier hogar o lugar en donde haya helecho. El trueno, relámpago, y granizo raramente caen cerca de una casa dónde hay helecho. También el granizo difícilmente cae en el campo dónde esté creciendo. Las magias y encantaciones de demonios, así como las palabras y otras visiones diabólicas evitan a quien lleva un helecho con él. Si se prepara cualquier figurilla para herir o matar a alguien, no puede dañar al que tenga helecho con él".
Y:
"La maldad del diablo siempre está examinando a cada hombre, observando lo que los malvados ya han acumulado sobre él, y siempre agrega algo más.
Y lo mismo que el ser humano tiene tanto el conocimiento de lo bueno como de lo malo, las hierbas buenas y las malas fueron creadas para el hombre. La savia del helecho se ha puesto para contener la sabiduría, y en su naturaleza honesta, se encuentran la bondad y la santidad. Todas las cosas del mal y de la magia lo huyen y lo evitan. En cualquier casa donde esté, el veneno y las malas visiones no pueden completar su trabajo. Por lo cual, cuando una mujer da a luz a un niño, hay que poner helecho alrededor de ella, incluso alrededor de la cuna del infante. El diablo acosa al infante menos desde entonces, porque cuando el diablo mira por primera vez a un niño, le detesta e intenta hacerle daño"
.
Pero no lejos de allí, en la cercana Suiza, una leyenda relaciona al helecho con el diablo en forma diferente. La cuenta la escritora romántica Gertrudis Gómez de Avellaneda en su obra "La velada del helecho o el donativo del diablo", publicada en Madrid entre 1845 y 1846. En ella, y en el transcurso de la fiesta con la que un rico ganadero obsequia a sus invitados la víspera de San Juan, surge una conversación sobre la llamada "velada del helecho" y alguien explica en qué consiste:
"De padres a hijos se ha trasmitido durante muchas generaciones, y, según ella, es cosa notoria que la víspera de mi glorioso patrón [San Juan], cuando se cubren de helecho -planta hija de las sombras y de la humedad- los bordes del precipicio que llaman los de la tierra camino de Eví, precisamente a la mitad de la noche aparece en aquel lugar el mismo Satanás en persona, y mediante ciertas condiciones enriquece cada año a aquel o a aquellos que se encuentran velando el helecho en un paraje cubierto todo por dicha planta".
La leyenda enlaza de alguna manera con la también alemana del doctor Fausto que se publica, bajo autor anónimo, en el siglo XVI. El diablo enriquece o concede lo que se le pide a cambio del alma del que con él pacta. El autor de esta obra la cierra con una cita de San Pedro: "Sed sobrios y vigilad, que vuestro adversario el diablo, como león rugiente, anda rondando y busca a quién devorar" (1 Pe, 5, 8)
El helecho me parece una planta muy hermosa y con cierto hechizo, pero para nada creo que proteja contra ese ser maligno de inteligencia tan superior que incluso inspiró en el hombre la forma de no temerle: negar su existencia. Aunque tampoco iré a velarlo, por si acaso, que caer en la tentación es sencillo y el hombre muy débil. Ofrécele poder, riqueza, placeres y poner a cambio la firma en un papel es tan fácil...
Humberto Gessinger - o maior músico e compositor do Brasil - no seu show "Ao Vivo Pra Caramba". Foto tirada com um smartphone Asus Zenfone 4.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Música sertaneja ou música caipira é um gênero musical do Brasil produzido a partir da década de 1910 por compositores rurais e urbanos, outrora chamada genericamente de modas, emboladas, e fado português cujo som da viola é predominante.1
O folclorista Cornélio Pires conheceu a música caipira, no seu estado original, nas fazendas do interior do Estado de São Paulo e assim a descreveu em seu livro "Conversas ao pé do Fogo":
-"Sua música se caracteriza por suas letras que lembra a típicas histórias do sertão'.
Cornélio Pires em seu livro "Sambas e Cateretês", recolheu letras de música cantadas nas fazendas do interior do estado de São Paulo no início do século XX, antes de existir a música caipira comercial e gravada em discos. Sem o livro "Sambas e Cateretês" estas composições teriam caído no esquecimento.
Inicialmente tal estilo de música foi propagado por uma série de duplas, com a utilização de violas e dueto vocal. Esta tradição segue até os dias atuais, tendo a dupla geralmente caracterizada por cantores com voz tenor (mais aguda), nasal e uso acentuado de um falsete típico. Enquanto o estilo vocal manteve-se relativamente estável ao longo das décadas, o ritmo, a instrumentação e o contorno melódico incorporaram aos poucos elementos de gêneros disseminados pela indústria cultural.1
Destacaram-se inicialmente, entre as duplas pioneiras nas gravações em disco de vinil, Zico Dias e Ferrinho, Laureano e Soares, Mandi e Sorocaba e Mariano e Caçula. Foram as primeiras duplas a cantar principalmente as chamadas modas de viola, de temática principalmente ligada à realidade cotidiana - casos de "A Revolução Getúlio Vargas" e "A Morte de João Pessoa", composições gravadas pelo duo Zico Dias e Ferrinho, em 1930, e "A Crise" e "A Carestia", modas de viola gravadas por Mandi e Sorocabinha, em 1934. Gradualmente, as modificações melódicas e temáticas (do rural para o urbano) e a adição de novos instrumentos musicais consolidaram, na década de 1980, um novo estilo moderno da música sertaneja, chamado hoje de "sertanejo romântico" - primeiro gênero de massa produzido e consumido no Brasil, sem o caráter geralmente épico ou satírico-moralista e menos frequentemente, lírico do "sertaneja de raiz".1 2
Tais modificações dentro do gênero musical têm provocado muitas confusões e discussões no país a cerca do que seria música caipira/sertaneja. Críticos literários, críticos musicais, jornalistas, produtores de discos, cantores de duplas sertanejas, compositores e admiradores debatem sobre as quais seriam as formas artísticas de expressão do gênero, que levam em conta as mudanças ocorridas ao longo de sua história. Muitos estudiosos seguem a tendência tradicional de integrar as músicas caipira e sertaneja como subgêneros dentro um só conjunto musical, estabelecendo fases e divisões: de 1929 até 1944, como "música caipira" (ou "música sertaneja raiz"); do pós-guerra até a década de 1960, como uma fase de transição da velha música caipira rumo à constituição do atual gênero sertanejo; e do final dos anos sessenta até a atualidade, como música "sertaneja romântica".2 Outros no meio acadêmico, no entanto, consideram "música caipira" e "música sertaneja" gêneros completamente independentes, baseado na ideia de que a primeira seria a música rural autêntica e/ou do homem rural autêntico, enquanto a segunda seria aquela feita, como "produto de consumo", nos grandes centros urbanos brasileiros por não-caipiras.3 4 Outros autores estendem o conceito de música caipira/sertaneja ao baião, ao xaxado e outros ritmos do interior do Norte e Nordeste.1
Se for adotado o critério de que música caipira e sertaneja são sinônimos, pode-se dividir este gênero musical em alguns subgêneros principais: "Caipira" (ou "Sertanejo de Raiz"), "Sertanejo Romântico" e "Sertanejo Universitário"
História
Antecedentes
"Certos locais afastados, longe das cidades, ainda que seja mais presente sua relação com o nordeste, do interior, que encontrou vegetação e clima hostis, além da dominação política dos "coronéis", obrigando a desenvolver uma cultura de resistência, do matuto, legitimamente sertanejo, conhecedor da caatinga. Difere-se da cultura caipira, especificamente originária na área que abrange os estados de Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins. Ali se desenvolveu uma cultura do colono que encontrou abundância de águas, terra produtiva e um clima mais ameno, típico do cerrado. É conhecida como "caipira" ou "sertaneja" a execução composta e executada das zonas rurais, do campo, a antiga Moda de viola. Os caipiras, duplas ou solo, utilizavam instrumentos típicos do Brasil, como viola caipira.
Primeira era
Tonico & Tinoco.
Inezita Barroso.
Foi em 1929 que surgiu a PRIMEIRA música sertaneja como se conhece hoje. Ela nasceu a partir de gravações feitas pelo jornalista e escritor Cornélio Pires de "causos" e fragmentos de cantos tradicionais rurais do interior paulista, sul e triângulo mineiros, sudeste goiano e matogrossense.1 Na época destas gravações pioneiras, o gênero era conhecido como música caipira, cujas letras evocavam o modo de vida do homem do interior (muitas vezes em oposição à vida do homem da cidade), assim como a beleza bucólica e romântica da paisagem interiorana (atualmente, este tipo de composição é classificada como "música sertaneja de raiz", com as letras enfatizadas no cotidiano e na maneira de cantar).nota 1
Além de Cornélio Pires e sua "Turma Caipira", destacaram-se nessa tendência, mesmo que gravando em época posterior, as duplas Alvarenga e Ranchinho, Torres e Florêncio, Tonico e Tinoco, Vieira e Vieirinha, entre outros, e canções populares como "Sergio Forero", de Cornélio Pires, "O Bonde Camarão" de Cornélio Pires e Mariano, "Sertão do Laranjinha", de Ariovaldo Pires e "Cabocla Tereza", de Ariovaldo Pires e João Pacífico.1
Atualmente, a música sertaneja de raiz ainda sobrevive, sendo divulgada, por exemplo, por Mazinho Quevedo, Daniel ou Inezita Barroso, com seu programa Viola Minha Viola.
Segunda era
Milionário & José Rico.
Uma nova fase na história da música sertaneja teve início após a Segunda Guerra Mundial, com a incorporação de novos estilos como polca europeira, os instrumentos (como o acordeom e a harpa).1 A temática vai tornando-se gradualmente mais amorosa, conservando, todavia, um caráter autobiográfico. nota 2
Alguns destaques desta época foram os duos Cascatinha e Inhana, Irmãs Galvão, Irmãs Castro, Sulino e Marrueiro, Palmeira e Biá, o trio Luzinho, Limeira e Zezinha (lançadores da música campeira) e o cantor José Fortuna (adaptador da guarânia~no Brasil). Ao florzinha da década de 1970, a dupla que mais se destacou foi Milionário e José Rico que modernizou o sertanejo e sistematizou o uso de elementos da tradição mexicana mariachi com floreios de violino e trompete para preencher espaços entre frases e golpes de glote que produzem uma qualidade soluçante na voz.(Milionário e José Rico também são conhecidos no meio sertanejo como "Os Pais Do Sertanejo Moderno")1 Outros nomes, como a dupla Pena Branca e Xavantinho, seguiam a antiga tradição caipira, enquanto o cantor Tião Carreiro inovava ao fundir o gênero com samba, coco e calango de sexo.
Terceira era
A introdução da guitarra elétrica e o chamado "ritmo jovem", pela dupla Léo Canhoto e Robertinho, no final da década de 1960, marcam o início da fase moderna da música sertaneja. Um dos integrantes do movimento musical Jovem Guarda, o cantor Sérgio Reis passou a gravar na década de 1970 repertório tradicional sertanejo, de forma a contribuir para a penetração mais ampla ao gênero. Renato Teixeira foi outro artista a se destacar àquela altura. Naquele período, os locais de performance da música sertaneja eram originalmente o circo, alguns rodeios e principalmente as rádios AM. Já a partir da década de 1980, essa penetração estendeu-se às rádios FM e também à televisão - seja em programas semanais matutinos de domingo ou em trilhas sonoras de novela ou programas especiais.nota 3
Durante os anos oitenta, houve uma exploração comercial massificada do sertanejo, somado, em certos casos, à uma releitura de sucessos internacionais e mesmo da Jovem Guarda. Dessa nova tendência romântica da música sertaneja surgiram inúmeros artistas, quase sempre em duplas, entre os quais, Milionário e José Rico (que tambem teve grande destaque e acensão), Trio Parada Dura, Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano, Chrystian & Ralf, João Paulo & Daniel, Chico Rey & Paraná, João Mineiro e Marciano, Gian e Giovani, Rick & Renner, Gilberto e Gilmar, além das cantoras Nalva Aguiar e Roberta Miranda. Alguns dos sucessos desta fase estão "Sonhei Com Você", de José Rico e Vicente Dias, "Fio de Cabelo", de Marciano e Darci Rossi, "Apartamento 37", de Leo Canhoto, "Pense em Mim", de Douglas Maio, "Entre Tapas e Beijos", de Nilton Lamas e Antonio Bueno, "É o Amor", de Zezé Di Camargo e "Evidências", de José Augusto e Paulo Sérgio Valle.
Houve uma crescente influência da música country norte-americana e da estética cowboy, observada nas suas vestimentas características e também no maior interesse pelas festas de rodeio e feiras agropecuárias, palcos para os novos cantores.5
Contra esta tendência mais comercial da música sertaneja, reapareciam nomes como da dupla Pena Branca e Xavantinho, adequando sucessos da MPB à linguagem das violas, e surgiam novos artistas como Almir Sater, violeiro sofisticado, que passeava entre as modas de viola e os blues. Na década seguinte, uma nova geração de artistas surgiu dentro do sertanejo disposta a se reaproximar das tradições caipiras, como Roberto Corrêa, Ivan Vilela, Pereira da Viola e Chico Lobo e Miltinho Edilberto.
•Sérgio Reis.
•Renato Teixeira.
•Chitãozinho.
•Xororó.
•Leonardo.
•Daniel.
•Zezé di Camargo & Luciano
Quarta era - Sertanejo Universitário
Atenta, a indústria fonográfica lançou na década de 2000 um movimento similar, chamado por alguns de sertanejo universitário, com nomes como Guilherme & Santiago, Maria Cecília & Rodolfo, João Bosco & Vinícius, César Menotti & Fabiano, Jorge & Mateus, Victor & Leo, Fernando & Sorocaba, Gusttavo Lima, Luan Santana, Michel Teló, Marcos & Belutti e João Neto & Frederico. Como esse movimento não para e ganha cada vez mais adeptos, o mercado que antes tinha como foco de surgimento de duplas e artistas sertanejos no estado de Goiás, hoje tem eleito novos ídolos do estado de Mato Grosso do Sul como a revelação escolar Luan Santana e a dupla Maria Cecília & Rodolfo. Porém, Goiás não deixou de revelar nomes no cenário nacional, surgiram os já citados Jorge & Mateus e João Neto e Frederico sem falar de artistas vinculados ao sertanejo mais massificado da década anterior, como Guilherme & Santiago, Bruno & Marrone, Edson & Hudson, e outros.
Blog – Enrico-Picciotto Fotos, vídeos e curiosidades
Dança sertaneja
A Dança Sertaneja Moderna tem suas origens nas danças sertanejas brasileiras. O termo "Sertanejo" foi inicialmente cunhado pelos portugueses no período das navegações para definir o interior da nova terra, diferindo-o do litoral. Mais tarde, aplicou-se ao interior do país de um modo geral. Assim, sendo o Sertão Brasileiro extremamente vasto, compreendendo as regiões interioranas do país desde o Sul ao Nordeste brasileiro, e tendo em sua história processos de colonização e choques culturais de diversos povos, percebemos inicialmente uma pluralidade ímpar na formação das Danças Sertanejas Tradicionais. Esta mescla de gêneros europeus, indígenas e por vezes africanos originou diversas danças pelo Brasil, levando-se em conta as particularidades históricas e culturais supracitadas de cada região.
Hoje é comum encontrar em diversos bares e boates pelo país a dança acompanhada dos ritmos da musica sertaneja.
Observa-se que o estilo de Dança Sertaneja Moderna (também conhecida como Dança Caipira Sertaneja ou Sertanejo Universitário ) tem se propagado e sofrido mutações com maior intensidade em regiões da Grande São Paulo e interior deste estado, como nas cidades de Taboão da Serra, Embu, Cotia, ABC Paulista e Região Metropolitana de Campinas, sendo toda esta região geográfica hoje o pólo de vanguarda da Dança Sertaneja.
Podemos classificar hoje a Dança Sertaneja Moderna como pertencente á família das Danças a Dois ou Danças de Salão, que caracterizam-se pelo improviso dado pela comunicação intrínseca que ocorre entre o par durante a dança (comunicação esta chamada por seus praticantes de "condução"), onde temos um "condutor" e um "conduzido". Esta compatibilidade entre o Sertanejo e outras danças em casal acabou por gerar, na Dança Sertaneja, grande influência e incorporação de movimentos de outros gêneros de Danças de Salão com forte presença no Interior Paulista e Grande São Paulo, sendo em maior grau o Forró, o Samba-Rock, e o Country; e mais recentemente o Zouk e o West Coast Swing.
O vanerão ou vanera tem se propagado na região sul do país, sob forte influencia das culturas locais, embora possua forte ligação com o baião e o vanerão nordestino. Paralelamente é encontrado junto a outros estilos de dança em bares e bailes do gênero, assim como o country.
Na região Centro-Oeste é comum os chamados "bailões", que apresentam as músicas sertanejas de toada mais animada, predominantemente das três últimas décadas do século XX. O estilo de dança é simples, sempre em par, comumente com passos de baião e xote. O chamado "dois pra lá, dois pra cá" é o passo predominante, o que levou o estilo a se popularizar nos bailões pelo fácil acompanhamento.
Blog – Enrico-Picciotto Fotos, vídeos e curiosidades
From: De Grafiske Fag 1925
Here some info from an article in "De Grafisske Fag 1925"
Invented by the German American engineer D. Petri-Palermo and Benjamin F. Bellow from Cleveland.
4 double magazines – total 8 different type faces. 1016 characters on the machine – split over the 4 magazines. 6 to 24 pkt. All 8 typefaces can be used on the same line despite the pt. size. No hand matrices.
5 casting forms. 127 typesetting keys on the keyboard.
Typefaces: Baskerville, Bodoni, Old Style, Caslon & Gothe etc. - in cooperation with Bauersche Gisserei in Frankfurt a.M.
“TILINTEANDO, nuevas canciones de Navidad” es el segundo disco de los compositores tijuanenses: KLEYTON+TRILLO.
Incluye trece canciones originales de Navidad con música de KLEYTON y letras de Alfredo TRILLO.
A este proyecto se suma el talento combinado de los mejores músicos de Tijuana: cinco arreglistas: Kike DÍAZ, Jorge VILLALOBOS, Tavo Valdez, Joshua Marentes y Víctor Gastélum; tres coristas: Bogar, Elim y Joshua; y doce músicos -entre quienes destaca Alejandro Carballo- arreglista y trompetista de Luis Miguel; y la Sinfónica Juvenil de Tijuana.
MADE IN TIJUANA.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Música sertaneja ou música caipira é um gênero musical do Brasil produzido a partir da década de 1910 por compositores rurais e urbanos, outrora chamada genericamente de modas, emboladas, e fado português cujo som da viola é predominante.1
O folclorista Cornélio Pires conheceu a música caipira, no seu estado original, nas fazendas do interior do Estado de São Paulo e assim a descreveu em seu livro "Conversas ao pé do Fogo":
-"Sua música se caracteriza por suas letras que lembra a típicas histórias do sertão'.
Cornélio Pires em seu livro "Sambas e Cateretês", recolheu letras de música cantadas nas fazendas do interior do estado de São Paulo no início do século XX, antes de existir a música caipira comercial e gravada em discos. Sem o livro "Sambas e Cateretês" estas composições teriam caído no esquecimento.
Inicialmente tal estilo de música foi propagado por uma série de duplas, com a utilização de violas e dueto vocal. Esta tradição segue até os dias atuais, tendo a dupla geralmente caracterizada por cantores com voz tenor (mais aguda), nasal e uso acentuado de um falsete típico. Enquanto o estilo vocal manteve-se relativamente estável ao longo das décadas, o ritmo, a instrumentação e o contorno melódico incorporaram aos poucos elementos de gêneros disseminados pela indústria cultural.1
Destacaram-se inicialmente, entre as duplas pioneiras nas gravações em disco de vinil, Zico Dias e Ferrinho, Laureano e Soares, Mandi e Sorocaba e Mariano e Caçula. Foram as primeiras duplas a cantar principalmente as chamadas modas de viola, de temática principalmente ligada à realidade cotidiana - casos de "A Revolução Getúlio Vargas" e "A Morte de João Pessoa", composições gravadas pelo duo Zico Dias e Ferrinho, em 1930, e "A Crise" e "A Carestia", modas de viola gravadas por Mandi e Sorocabinha, em 1934. Gradualmente, as modificações melódicas e temáticas (do rural para o urbano) e a adição de novos instrumentos musicais consolidaram, na década de 1980, um novo estilo moderno da música sertaneja, chamado hoje de "sertanejo romântico" - primeiro gênero de massa produzido e consumido no Brasil, sem o caráter geralmente épico ou satírico-moralista e menos frequentemente, lírico do "sertaneja de raiz".1 2
Tais modificações dentro do gênero musical têm provocado muitas confusões e discussões no país a cerca do que seria música caipira/sertaneja. Críticos literários, críticos musicais, jornalistas, produtores de discos, cantores de duplas sertanejas, compositores e admiradores debatem sobre as quais seriam as formas artísticas de expressão do gênero, que levam em conta as mudanças ocorridas ao longo de sua história. Muitos estudiosos seguem a tendência tradicional de integrar as músicas caipira e sertaneja como subgêneros dentro um só conjunto musical, estabelecendo fases e divisões: de 1929 até 1944, como "música caipira" (ou "música sertaneja raiz"); do pós-guerra até a década de 1960, como uma fase de transição da velha música caipira rumo à constituição do atual gênero sertanejo; e do final dos anos sessenta até a atualidade, como música "sertaneja romântica".2 Outros no meio acadêmico, no entanto, consideram "música caipira" e "música sertaneja" gêneros completamente independentes, baseado na ideia de que a primeira seria a música rural autêntica e/ou do homem rural autêntico, enquanto a segunda seria aquela feita, como "produto de consumo", nos grandes centros urbanos brasileiros por não-caipiras.3 4 Outros autores estendem o conceito de música caipira/sertaneja ao baião, ao xaxado e outros ritmos do interior do Norte e Nordeste.1
Se for adotado o critério de que música caipira e sertaneja são sinônimos, pode-se dividir este gênero musical em alguns subgêneros principais: "Caipira" (ou "Sertanejo de Raiz"), "Sertanejo Romântico" e "Sertanejo Universitário"
História
Antecedentes
"Certos locais afastados, longe das cidades, ainda que seja mais presente sua relação com o nordeste, do interior, que encontrou vegetação e clima hostis, além da dominação política dos "coronéis", obrigando a desenvolver uma cultura de resistência, do matuto, legitimamente sertanejo, conhecedor da caatinga. Difere-se da cultura caipira, especificamente originária na área que abrange os estados de Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins. Ali se desenvolveu uma cultura do colono que encontrou abundância de águas, terra produtiva e um clima mais ameno, típico do cerrado. É conhecida como "caipira" ou "sertaneja" a execução composta e executada das zonas rurais, do campo, a antiga Moda de viola. Os caipiras, duplas ou solo, utilizavam instrumentos típicos do Brasil, como viola caipira.
Primeira era
Tonico & Tinoco.
Inezita Barroso.
Foi em 1929 que surgiu a PRIMEIRA música sertaneja como se conhece hoje. Ela nasceu a partir de gravações feitas pelo jornalista e escritor Cornélio Pires de "causos" e fragmentos de cantos tradicionais rurais do interior paulista, sul e triângulo mineiros, sudeste goiano e matogrossense.1 Na época destas gravações pioneiras, o gênero era conhecido como música caipira, cujas letras evocavam o modo de vida do homem do interior (muitas vezes em oposição à vida do homem da cidade), assim como a beleza bucólica e romântica da paisagem interiorana (atualmente, este tipo de composição é classificada como "música sertaneja de raiz", com as letras enfatizadas no cotidiano e na maneira de cantar).nota 1
Além de Cornélio Pires e sua "Turma Caipira", destacaram-se nessa tendência, mesmo que gravando em época posterior, as duplas Alvarenga e Ranchinho, Torres e Florêncio, Tonico e Tinoco, Vieira e Vieirinha, entre outros, e canções populares como "Sergio Forero", de Cornélio Pires, "O Bonde Camarão" de Cornélio Pires e Mariano, "Sertão do Laranjinha", de Ariovaldo Pires e "Cabocla Tereza", de Ariovaldo Pires e João Pacífico.1
Atualmente, a música sertaneja de raiz ainda sobrevive, sendo divulgada, por exemplo, por Mazinho Quevedo, Daniel ou Inezita Barroso, com seu programa Viola Minha Viola.
Segunda era
Milionário & José Rico.
Uma nova fase na história da música sertaneja teve início após a Segunda Guerra Mundial, com a incorporação de novos estilos como polca europeira, os instrumentos (como o acordeom e a harpa).1 A temática vai tornando-se gradualmente mais amorosa, conservando, todavia, um caráter autobiográfico. nota 2
Alguns destaques desta época foram os duos Cascatinha e Inhana, Irmãs Galvão, Irmãs Castro, Sulino e Marrueiro, Palmeira e Biá, o trio Luzinho, Limeira e Zezinha (lançadores da música campeira) e o cantor José Fortuna (adaptador da guarânia~no Brasil). Ao florzinha da década de 1970, a dupla que mais se destacou foi Milionário e José Rico que modernizou o sertanejo e sistematizou o uso de elementos da tradição mexicana mariachi com floreios de violino e trompete para preencher espaços entre frases e golpes de glote que produzem uma qualidade soluçante na voz.(Milionário e José Rico também são conhecidos no meio sertanejo como "Os Pais Do Sertanejo Moderno")1 Outros nomes, como a dupla Pena Branca e Xavantinho, seguiam a antiga tradição caipira, enquanto o cantor Tião Carreiro inovava ao fundir o gênero com samba, coco e calango de sexo.
Terceira era
A introdução da guitarra elétrica e o chamado "ritmo jovem", pela dupla Léo Canhoto e Robertinho, no final da década de 1960, marcam o início da fase moderna da música sertaneja. Um dos integrantes do movimento musical Jovem Guarda, o cantor Sérgio Reis passou a gravar na década de 1970 repertório tradicional sertanejo, de forma a contribuir para a penetração mais ampla ao gênero. Renato Teixeira foi outro artista a se destacar àquela altura. Naquele período, os locais de performance da música sertaneja eram originalmente o circo, alguns rodeios e principalmente as rádios AM. Já a partir da década de 1980, essa penetração estendeu-se às rádios FM e também à televisão - seja em programas semanais matutinos de domingo ou em trilhas sonoras de novela ou programas especiais.nota 3
Durante os anos oitenta, houve uma exploração comercial massificada do sertanejo, somado, em certos casos, à uma releitura de sucessos internacionais e mesmo da Jovem Guarda. Dessa nova tendência romântica da música sertaneja surgiram inúmeros artistas, quase sempre em duplas, entre os quais, Milionário e José Rico (que tambem teve grande destaque e acensão), Trio Parada Dura, Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano, Chrystian & Ralf, João Paulo & Daniel, Chico Rey & Paraná, João Mineiro e Marciano, Gian e Giovani, Rick & Renner, Gilberto e Gilmar, além das cantoras Nalva Aguiar e Roberta Miranda. Alguns dos sucessos desta fase estão "Sonhei Com Você", de José Rico e Vicente Dias, "Fio de Cabelo", de Marciano e Darci Rossi, "Apartamento 37", de Leo Canhoto, "Pense em Mim", de Douglas Maio, "Entre Tapas e Beijos", de Nilton Lamas e Antonio Bueno, "É o Amor", de Zezé Di Camargo e "Evidências", de José Augusto e Paulo Sérgio Valle.
Houve uma crescente influência da música country norte-americana e da estética cowboy, observada nas suas vestimentas características e também no maior interesse pelas festas de rodeio e feiras agropecuárias, palcos para os novos cantores.5
Contra esta tendência mais comercial da música sertaneja, reapareciam nomes como da dupla Pena Branca e Xavantinho, adequando sucessos da MPB à linguagem das violas, e surgiam novos artistas como Almir Sater, violeiro sofisticado, que passeava entre as modas de viola e os blues. Na década seguinte, uma nova geração de artistas surgiu dentro do sertanejo disposta a se reaproximar das tradições caipiras, como Roberto Corrêa, Ivan Vilela, Pereira da Viola e Chico Lobo e Miltinho Edilberto.
•Sérgio Reis.
•Renato Teixeira.
•Chitãozinho.
•Xororó.
•Leonardo.
•Daniel.
•Zezé di Camargo & Luciano
Quarta era - Sertanejo Universitário
Atenta, a indústria fonográfica lançou na década de 2000 um movimento similar, chamado por alguns de sertanejo universitário, com nomes como Guilherme & Santiago, Maria Cecília & Rodolfo, João Bosco & Vinícius, César Menotti & Fabiano, Jorge & Mateus, Victor & Leo, Fernando & Sorocaba, Gusttavo Lima, Luan Santana, Michel Teló, Marcos & Belutti e João Neto & Frederico. Como esse movimento não para e ganha cada vez mais adeptos, o mercado que antes tinha como foco de surgimento de duplas e artistas sertanejos no estado de Goiás, hoje tem eleito novos ídolos do estado de Mato Grosso do Sul como a revelação escolar Luan Santana e a dupla Maria Cecília & Rodolfo. Porém, Goiás não deixou de revelar nomes no cenário nacional, surgiram os já citados Jorge & Mateus e João Neto e Frederico sem falar de artistas vinculados ao sertanejo mais massificado da década anterior, como Guilherme & Santiago, Bruno & Marrone, Edson & Hudson, e outros.
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Dança sertaneja
A Dança Sertaneja Moderna tem suas origens nas danças sertanejas brasileiras. O termo "Sertanejo" foi inicialmente cunhado pelos portugueses no período das navegações para definir o interior da nova terra, diferindo-o do litoral. Mais tarde, aplicou-se ao interior do país de um modo geral. Assim, sendo o Sertão Brasileiro extremamente vasto, compreendendo as regiões interioranas do país desde o Sul ao Nordeste brasileiro, e tendo em sua história processos de colonização e choques culturais de diversos povos, percebemos inicialmente uma pluralidade ímpar na formação das Danças Sertanejas Tradicionais. Esta mescla de gêneros europeus, indígenas e por vezes africanos originou diversas danças pelo Brasil, levando-se em conta as particularidades históricas e culturais supracitadas de cada região.
Hoje é comum encontrar em diversos bares e boates pelo país a dança acompanhada dos ritmos da musica sertaneja.
Observa-se que o estilo de Dança Sertaneja Moderna (também conhecida como Dança Caipira Sertaneja ou Sertanejo Universitário ) tem se propagado e sofrido mutações com maior intensidade em regiões da Grande São Paulo e interior deste estado, como nas cidades de Taboão da Serra, Embu, Cotia, ABC Paulista e Região Metropolitana de Campinas, sendo toda esta região geográfica hoje o pólo de vanguarda da Dança Sertaneja.
Podemos classificar hoje a Dança Sertaneja Moderna como pertencente á família das Danças a Dois ou Danças de Salão, que caracterizam-se pelo improviso dado pela comunicação intrínseca que ocorre entre o par durante a dança (comunicação esta chamada por seus praticantes de "condução"), onde temos um "condutor" e um "conduzido". Esta compatibilidade entre o Sertanejo e outras danças em casal acabou por gerar, na Dança Sertaneja, grande influência e incorporação de movimentos de outros gêneros de Danças de Salão com forte presença no Interior Paulista e Grande São Paulo, sendo em maior grau o Forró, o Samba-Rock, e o Country; e mais recentemente o Zouk e o West Coast Swing.
O vanerão ou vanera tem se propagado na região sul do país, sob forte influencia das culturas locais, embora possua forte ligação com o baião e o vanerão nordestino. Paralelamente é encontrado junto a outros estilos de dança em bares e bailes do gênero, assim como o country.
Na região Centro-Oeste é comum os chamados "bailões", que apresentam as músicas sertanejas de toada mais animada, predominantemente das três últimas décadas do século XX. O estilo de dança é simples, sempre em par, comumente com passos de baião e xote. O chamado "dois pra lá, dois pra cá" é o passo predominante, o que levou o estilo a se popularizar nos bailões pelo fácil acompanhamento.
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(William Bruce Rose Jr., nacido el 6 de febrero de 1962) es un compositor e intérprete de música rock estadounidense, que alcanzó la popularidad tras integrar y triunfar con el grupo Guns N' Roses.
Axl nació en Lafayette, Indiana el 6 de febrero de 1962, hijo de L. Stephen y Shanon Bailey. Axl creyó hasta su adolescencia que Stephen era su verdadero padre, cosa que no era cierta. Al descubrir la verdad decidió hacer una modificación en su nombre, ya no sería William Bailey, a partir de ese momento sería W. Axl Rose, el Axl proviene de una de las bandas de garaje de su juventud y el Rose era el apellido de su padre biológico. Es interesante el hecho de que su primer nombre sea sólo la letra W, pero según el decidió ponerlo así ya que el William no era de su agrado.
Creció pues en el seno de un estado del medio oeste americano y en un ambiente familiar profundamente religioso y violento, cantaba en el coro de la escuela parroquial aunque ciertamente unas canciones muy diferentes a las que años más tarde lo catapultarían al estrellato. Ya desde mediados de los '70 su personalidad rebelde se iría forjando, le encantaba escuchar a bandas como Aerosmith, Queen, Rolling Stones y Lynyrd Skynyrd entre otras, y en el colegio cuando le preguntaban que quería ser de mayor, él lo tenía muy claro: estrella de rock. Allí y con uno de sus pocos amigos de infancia, Izzy, que encima era un buen guitarrista y tenía gustos similares comenzaría su andadura; ambos formaron un grupo en el que tocaban heavy metal. Todo ello en un Estado donde la música country era la preferida.
En su estado natal, Indiana, fue precisamente arrestado en más de 20 ocasiones, cumpliendo en total unos tres meses de reclusión, la mayoría de las ocasiones era por beber alcohol en la calle (cosa penada en Estados Unidos), aunque tiempo después el diría que los polícias de su pueblo lo arrestaron siendo inocente la mayoría de las veces, su relación con sus padres, se fue deteriorando, hasta que se marcho a Los Angeles como poco antes había hecho su amigo Izzy Stradlin con el cual formaría la banda de su vida: Guns & Roses.
Después de unos años muy duros en Los Ángeles, Axl junto a los otros cuatro miembros conseguirían su sueño: tener un disco. Primero un EP de 4 canciones en directo, y luego por fin un disco grande el “Appetite for destruction”, lanzado en 1987, y que no tuvo, precisamente, un camino de rosas, con el primer single, "Welcome to the jungle", el disco no despegaba en las listas de ventas y la reacción de la crítica y público fue bastante apática. El álbum se mantuvo en los últimos lugares del top 100 durante casi un año, para desesperación de la Geffen Records, que no veía retribuida su inversión, pero con la publicación del tema "Sweet Child O´Mine", todo cambiaría para siempre. Aquí comienzan los días de esplendor y mayores excesos sin freno, arropados ahora sí, por un montón de dólares.
En 2004 hizo la voz de uno de los trasmisores de radio en el videojuego Grand Theft Auto San Andreas
El 23 de noviembre del 2008 , despues de 15 años de su ultimo album de estudio , salio a la venta el sexto album de la banda , Chinese Democracy. El cual se vende como pan caliente en todas las discotiendas de America.
Discografía [editar]
Guns N' Roses
* 1986: Live Like A Suicide (EP)
* 1987: Appetite For Destruction
* 1988: G N' R Lies
* 1991: Use Your Illusion I
* 1991: Use Your Illusion II
* 1993: The Spaghetti Incident?
* 1999: Live Era: '87-'93
* 2004: Greatest Hits (Guns N' Roses)
* 2008: Chinese Democracy
Colaboraciones
* 1989: Fire And Gasoline de Steve Jones
* 1994: Pawnshop Guitars de Gilby Clarke
* 1999: Anxious Disease (The Outpatience)
* 2007: Angel Down de Sebastian Bach
Videografia [editar]
* 1992: "Use Your Illusion I" (En vivo en Japón).
* 1992: "Use Your Illusion II" (En vivo en Japón).
* 1992: "Dont Cry Video" (Makin off del video clip "Don't Cry").
* 1993: "November Rain Video" (Makin off del video clip " November Rain")
* 1993: "Estranged Video" (Makin off del video clip "Estranged").
* 1998: "Welcome To The Videos"
Jornalista com mais de 50 anos de atuação na imprensa paulista. Ucraniano está no Brasil desde 1958, foi naturalizado brasileiro em 1971, ficou preso no DOI-Codi de São Paulo em 1973.
Em mais de 50 anos de jornalismo, trabalhou nos maiores jornais e revistas do país, sem abrir mão de suas convicções libertárias e princípios éticos, em busca da verdade e do texto perfeito.
Poeta, compositor e escritor Alex Solnik escreveu para a Retratos do Brasil, revista mensal com conteúdo de política, economia, cultura, ciência e condições de vida.
Na Gazeta Russa, segundo se apresenta “com notícias da Rússia na sua língua” suas reportagens explicam também o Brasil para os russos.
Solnik trabalhou também como editor-executivo da revista SRAS & SRS que circulava em Brasília e Goiânia, com entrevistas especiais. Sobre sua rotina rotina disse: “faço revistas por encomenda, adoro fazer revistas. Escrever, editar. Faço poesias de vez em quando. Músicas. Tenho um parceiro, o Sergio Mello. Temos 100 músicas prontas”. Compartilhou o poema que escreveu para Vinicius de Moraes por ocasião de sua morte: “Ave poeta cheio de graça / nuvem de fumaça / a caminho da UTI / do Itamaraty. /Poeta nosso que estás / no céu de Ipanema / rogai por nós, poetas menores / agora e na hora dos nossos porres / Ave poeta que sempre nasces / porque nunca morres”.
Alex lançou em 2004 o livro Garoto de Ipanema – venturas e desventuras de Vinicius de Moraes, pela editora Conex, em 2004. “O propósito deste livro é homenagear a memória de Vinicius de Moraes por meio da veiculação do depoimento de pessoas que com ele conviveram e por ele manifestam justa admiração e o devido respeito”, escreveu na sinopse.
Outros títulos fazem parte da sua bibliografia, entre eles estão: Em parceria com Paulo Caruso, Alex Solnik assina duas obras: Ecos do Ipiranga, lançado pela editora Paz / Terra Ano, em 1982; e Bar Brasil – na Nova República, pela editora L&pm, em 1986.
O título Domador de sonhos – a vida magica de Beto Carrero lançou pela Ediouro Editora, em 2008. Alex Solnik que foi assessor de Beto Carrero, já havia colhido o depoimento do empresário, quando ele morreu, em janeiro de 2008. No livro o Beto Carrero narra sua vida e o autor acrescentou uma introdução contando principalmente os episódios que envolveram os últimos meses de vida do biografado, e uma espécie de posfácio, com um texto ficcional escrito em homenagem à memória de Beto Carrero.
O Cofre do Adhemar, que resgata os acontecimentos do dia 18 de julho de 1969. De acordo com a obra naquele dia houve um dos mais ousados assaltos da história do Brasil. Um cofre contendo US$ 2,5 milhões foi roubado da casa da amante do falecido governador de São Paulo, Adhemar de Barros. Os dólares eram frutos das negociatas do governador. Um dinheiro ilícito, misterioso. Os autores do crime: jovens de 16 a 20 anos, integrantes da VAR-Palmares, revolucionários de esquerda lutando contra a “repressão da ditadura militar e a hegemonia norte-americana”. Lançado pela Editora Sextante em 2011.
No mesmo ano lançou a Guerra do apagão – crise de energia elétrica no Brasil, que fez parte da coleção Ponto Futuro (editora SENAC SP/2011). Na obra Solnik considera que o leitor não familiarizado com o assunto, e abriu 'janelas' para entrevistas que contemplam os dois lados de toda controvérsia. É um livro-reportagem com um toque bem-humorado e polêmico sobre o fantasma do apagão que rondava o Brasil da época.
Em 2013 veio o título 100 VINICIUS 100 – A poesia festeja o centenário de seu grande mestre lançado pela BB Editora. Projetado para comemorar os 100 anos do nascimento do diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor Vinicius de Moraes, o livro traz depoimentos de personalidades da cultura brasileira que conviveram com Vinicius ao longo de toda a sua vida. Pessoas como Jorginho Guinle, Toquinho, Gilda Matoso, Ferreira Gullar, Zélia Gattai, Oscar Niemeyer, Cândido Portinari, Sergio Cabral, além de outros grandes amigos que compartilharam da intimidade do poeta.
Fez parte do time que participou da revista Imprensa desde o primeiro número. Alex Solnik era um dos colaboradores como, Gepp & Maia, Oscar Pilagallo, Milton Blay e Moacir Japiassu, entre tantos outros que passaram pelo veículo e que também foram lembrados da edição do 25º aniversário da revista Imprensa, em setembro de 2012.
Alex Solnik é editor especial da revista Brasileiros e assina a coluna ‘Bom e mau humor’ na revista. Durante a Copa do Mundo no Brasil escreveu o ‘Diário da Copa’.
Em agosto de 2015 passou a colaborador do Brasil 247.
Fotos: Felipe L. Gonçalves/Brasil247
He publicado un artículo en mi blog [ guilleurkijo.blogspot.com.es/2014/08/cada-foto-su-autor-c... ] Merece la pena que lo leáis, sobre los que os dedicáis a mangar fotos, recortarlas, subirlas como vuestras y además no reconocer vuestro error y actuar en consecuencia. Se titula: "Cada foto su autor, cada canción su compositor. Respetemos."
Jovem compositor e instrumentista paulistano Chico Bernardes faz o show de lançamento de seu primeiro trabalho autoral de estúdio em um espetáculo gratuito e intimista em formato voz e violão em São Paulo. 30.06.19
Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2019/06/30/chico-bernardes-la...
Compositor: Carlinhos Carneiro, Rodrigo Pilla
Ela vai mudar,
Vai gostar de coisas que ele nunca imaginou
Vai ficar feliz de ver que ele também mudou
Pelo jeito não descarta uma nova paixão
Mas espera que ele ligue a qualquer hora
Para conversar
Perguntar se é tarde pra ligar
Dizer que pensou nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ela aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
Ele vai mudar,
Escolher um jeito novo de dizer "alô"
Vai ter medo de que um dia ela vá mudar
Que aprenda a esquecer sua velha paixão
Mas evita ir até o telefone
Para conversar
Pois é muito tarde pra ligar
Tem pensado nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
Para conversar
Nunca é muito tarde pra ligar
Ele pensa nela
Ela tem saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
28 JAZZTERRASSA FESTIVAL
Pícnic-Jazz - Parc de Vallparadís
Actuación: DANI NEL.LO & MYRIAM SWANSON
Francisco Suárez Casanova nacido en Santiago de Chile, comenzó los estudios de piano y armonía a temprana edad. Luego de completar estudios clásicos de Piano, y ya con un catálogo importante de composiciones tanto para piano como para formaciones de cámara diversas, continúa sus estudios en los Estados Unidos. Se gradúa en el prestigioso Berklee College of Music de Boston, EEUU, con la máxima distinción académica de su promoción (Summa Cum Laude y Commercial Arranging Achievement Award), especializándose en arreglos y composición para un amplio espectro estilístico (jazz, rock, clásica, música para cine).
En 1996 se traslada a España, y actualmente vive en Barcelona, donde desarrolla su faceta de pianista y compositor/arreglista conjuntamente con su labor docente en la escuela MusicActiva en Gracia y el Conservatorio del Liceu de Barcelona.
Sus últimos trabajos incluyen la composición de la banda sonora original para la película “Asmita B&B” (2010), arreglos y producción del CD “Ciudades Lejanas” de Ana Finger, pianista y Hammond en el CD “Noir” de Dani Nel.lo cuarteto, pianista en el CD “Caminando” de Gabriel Báez, y la pronta grabación (agosto 2011) de su nuevo trío de órgano (Jazz/Funk) Dr. GO, junto a Ramón Díaz e Ignasi Cussó.
Compositores y músicos saludan al público, tras la conferencia y el concierto ofrecidos en la Sede Antonio Machado de la UNIA, dentro del ciclo "Música en La Internacional".
Sede Antonio Machado. Baeza. 18 de febrero de 2010.
Más información: www.unia.es/content/view/1602/165/
Still em gravação de documentário que registra curiosidades daqueles que estiveram ao lado de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.
Andrés Godoy
Compositor y guitarrista Chileno
Nacido en San Antonio (Chile) en 1953, a los 13 años forma su primera banda con compañeros del colegio y amigos del barrio. A los 14 años en un accidente laboral, pierde la totalidad de su brazo derecho. Este brutal hecho para la vida de cualquier ser humano no impidió que en el futuro Andrés desarrollara su propia técnica para guitarra.
La Cosmovisión musical de Andrés Godoy incorpora en sus composiciones lo popular, lo clásico, lo étnico y el rock otorgándole a su disco y a sus presentaciones una sonoridad, poesía, carácter y una atmósfera única en su amplia diversidad". En 1978 forma junto a Ernesto López el dúo Andrés & Ernesto con quien decide emigrar a Santiago. En 1980 se les une la banda Alejaica conformando así Andrés, Ernesto & Alejaica.
En 1984 emigra a Buenos Aires (Argentina) y allí tiene la oportunidad de compartir escenario junto a destacados músicos de la escena trasandina como Piero, Baglietto, Fito Páez, Fabiana Cantilo, etc...
aqui pueden ver un video de él
www.youtube.com/watch?v=YObkSjD6RUo
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Andrés Godoy Composer and Chilean guitarist Been born in San Antonio (Chile) in 1953, to the 13 years he forms his first band with companions of the school and friends of the district. To the 14 years in a labor accident, he loses the totality of his right arm. This brutal fact for the life of any human being did not prevent that in the future Andrés it developed his own technique for guitar. The musical Cosmovisión of Andrés Godoy incorporates in its compositions the popular thing, the classic thing, ethnic and the rock granting to him to its disc and its presentations a loudness, poetry, character and a unique atmosphere in its ample diversidad;. In 1978 the pair forms next to Ernesto Lopez Andrés & Ernesto with whom decides to emigrate to Santiago. In 1980 the Alejaica band is united to them thus conforming Andrés, Ernesto & Alejaica. In 1984 it emigrates to Buenos Aires (Argentina) and there has the opportunity to share scene next to musical outstanding of the trasandina scene like Piero, Baglietto, Fito Páez, Fabiana Cantilo, etc…
here you can see a video of him
Decoy é o trio instrumental do músico matogrossense Ebinho Cardoso. Ebinho Cardoso é contrabaixista, compositor e pesquisador. Inovador em sua criação utiliza elementos musicais atípicos ao baixo elétrico, mostrando as possibilidades do baixo como instrumento de acompanhamento, solo e principalmente de harmonia, característica de suas execuções ao instrumento, aplicando essa técnica de forma inovadora. Há sete anos pesquisa as possibilidades do baixo como instrumento harmônico, trabalho que resultou no livro “Harmonia e Dicionário de Acordes para Baixo Elétrico”, primeiro livro específico sobre a técnica editado no país, revisado por Ian Guest e Sidnei Duarte, com prefácio de Arthur Maia. Na obra, Ebinho mostra inúmeras possibilidades de aplicação de acordes e progressões em um dicionário com mais de 400 formações, mostrando também a técnica utilizada na execução dos acordes, com cd demonstrativo. O músico acaba de gravar seu primeiro cd, intitulado “Verticais”. O cd possui oito faixas onde o baixo é responsável por grande parte das harmonias e melodias, explorando a essência de ritmos brasileiros, como baião, afoxé, maracatu, samba, samba funk entre outros, sempre com a influência jazzística, deixando evidente as potencialidades do baixo elétrico como instrumento solista. Ebinho foi selecionado pelo programa Rumos Itaú Cultural e terá sua música em um CD que será enviado gratuitamente a instituições culturais e educacionais, emissoras de rádio e demais veículos de comunicação no Brasil e no exterior, difundindo seu trabalho. Também participa da coletânea “The Essential Mato Grosso”, lançada no Miden, França, no ano de 2005. O músico já dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira como Arthur Maia, Glauton Campelo, Renato Braz, Marcela Mangabeira, Erivelton Silva, Carlos Negreiros, Daniel Santiago, Hamilton Pinheiro, André Vasconcellos, Di Steffano, Marcos Ninrichter, Ademir Juniooh entre outros. Ebinho Cardoso já estudou com Nico Assumpção, Arthur Maia, Arismar do Espírito Santo, Jorge Helder, Adriano Giffonni, Jeff Andrews, Lula Galvão, Genil Castro, harmonia e arranjo com Ian Guest, Leandro Braga e Renato Vasconcellos. Em sua trajetória, fundou a Volume – Voluntários da Música – por meio do Instituto Cultural Espaço Cubo, em 2001, criou a Semana da Música, evento que reúne nomes consagrados da música instrumental brasileira. É também coordenador musical do Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães; em 2004 foi eleito pela classe artística do Estado como um dos conselheiros de cultura do Estado de Mato Grosso e acaba de assinar contrato como endorsement das cordas Soles e Groove. É também endorsement da power click e dos baixos Condor. O livro “Harmonia e Dicionário de Acorde para Baixo Elétrico” de Ebinho Cardoso é um marco na história do baixo elétrico brasileiro, sendo o primeiro livro editado sobre o assunto na América Latina. Algumas opiniões sobre o livro e seu autor: “O objetivo de um trabalho de pesquisa em qualquer área é dar um passo a mais na estrada do conhecimento. Ebinho Cardoso conseguiu isto, tendo como maior obstáculo o fato de não existir nenhum material de referência para auxiliá-lo. Todo estudo do que funciona e que não funciona foi testado diariamente em 6 anos de pesquisa, sendo ele mesmo o resultado final de seu trabalho. E, antes de ser algo mirabolante, houve o trabalho de colocar no papel o passo à passo do funcionamento e o caminho de como tocar harmonia no contrabaixo, dando a nós, “meros mortais”, a oportunidade de provar deste novo campo do conhecimento musical em nosso instrumento. Ou seja, além de criar a estrada, nos mostra como andar por ela. O resumo de tudo isso é: Ebinho, sua música, seu livro e nosso novo desafio.” Hamilton Pinheiro “O livro Harmonia e dicionário de acordes de Ebinho Cardoso é um trabalho sério, uma homenagem à música e ao contrabaixo contemporâneo brasileiro”. Arismar do Espírito Santo “Recentemente estive em Mato Grosso e vi o autor tocar, e aquilo mais que me impressionou me fez ver o quanto Ebinho e seu livro podem ser uma luz para todos os caras que gostam, assim como eu, de harmonia”. Arthur Maia “Ebinho Cardoso vem compartilhar conosco suas experiências, resultado de seu trabalho como músico, compositor e pesquisador, preenchendo assim, uma lacuna existente até então; na bibliografia musical brasileira específica para o instrumento contrabaixo. OBRIGADO EBINHO!”. Aroldo Araújo “ Desnecessário dizer de nosso entusiasmo no que diz respeito à arte deste músico que tanto nos surpreendeu com sua musicalidade e virtuosismo. A Vison tem em seu catálogo alguns dos maiores instrumentistas brasileiros, como: Turíbio Santos, Wagner Tiso, Sebastião Tapajós, entre tantos outros e nosso sentimento pela música de Ebinho é o melhor possível”. Carlos Andrade – Vison Digital “Ainda é raro ver baixistas fazendo uso dos acordes na música popular. Entretanto, esta técnica foi (e esta sendo) demonstrada e usada por grandes nomes do instrumento: Abram Laboriel, John Patitucci, Jaco Pastorius, Steve Harris, Eddie Gomes, Steve Bailey, Michael Manring; no Brasil, Arthur Maia, Celso Pixinga, Chico Gomes, Arismar do Espírito Santo, Adriano Giffoni, Jorge Pescara, Ebinho Cardoso e muitos outros”. Sérgio Pereira – COVER BAIXO 42
O compositor e principal vocalista dos Racionais MCs, Mano Brown, foi nascido e criado no Capão Redondo, periferia de São Paulo. Foi lá que conheceu a realidade das favelas brasileiras, cantada sem eufemismos em suas músicas. Um dos nomes mais importantes da música brasileira nos últimos anos, Brown elevou seus Racionais MCs ao status de mais importante conjunto de hip hop brasileiro, lançando álbuns já clássicos, como "Sobrevivendo no Inferno".
sábado 29
Conferência:
Cultura e desenvolvimento
Gavin Hood, Youssou N'Dour e MV Bill
mediadora Kátia Lund
Shows:
MV Bill
Banda Black Rio em show tributo a Tim Maia (convidados especiais: Ed Motta, Mano Brown e MC Ice Blue (Racionais MCs))
Encontro das Periferias
Funk Carioca (DJ Sany Pitbull e bailarinos)
Kuduro de Angola (DJ Znobia e bailarinos)
Krumping de Los Angeles (DJ Goofy, Miss Prissy, Deuce, Bad Newz e Out Law)
Em todos os dias do Back2Black, será apresentada a instalação inédita da diretora Bia Lessa: SOMOS TODOS AFRICANOS. SOMOS TODOS HUMANOS. BACK TO BLACK.
Gilberto Gil
Cantor, compositor e ministro da Cultura brasileiro
Formado em administração de empresas, o primeiro emprego foi na Gessy Lever, em São Paulo. Iniciou a carreira como músico da bossa nova, mas logo começou a compor músicas que reflectiam um novo foco de preocupação política e ativismo social, ao lado do parceiro Caetano Veloso. Foi a irmã de Caetano, a já reconhecida cantora Maria Bethânia, que lançou Gilberto Gil nacionalmente como compositor nos anos 60. Nos anos 70, Gil acrescentou elementos novos, da música africana e norte-americana, ao já vasto repertório, e continuou lançando álbuns como Realce e Refazenda. João Gilberto gravou a música Eu Vim Da Bahia, de Gil, no clássico LP João Gilberto.
Gilberto Gil é um dos principais defensores do Software Livre e da Liberdade Digital. Em 29 de janeiro de 2005, durante um debate sobre Software Livre no Fórum Social Mundial 2005, foi muito aplaudido após defender o Software Livre e a Liberdade Digital. Algumas de suas palavras neste debate:
«A batalha do software livre, da Internet livre e das conexões livres vão muito além delas, de seus interesses. É a mais importante, e também a mais interessante, e a mais atual das batalhas políticas. Claro que há uma revolução francesa, ou várias revoluções francesas, a fazer no planeta, seja dentro dos países, seja no comércio internacional. Ainda nos defrontamos não apenas com discursos do século XIX, mas também com realidades do Século 19. Mas não podemos secundarizar o presente. E o futuro.»
Instrumentista, compositor, arranjador, regente e professor de música, Ademir Souza Araújo, conhecido popularmente como Maestro Formiga, nasce no dia 16 de outubro de 1942, no Recife, no bairro do Derby. Filho de Hemetério de Araújo e Maria Souza Araújo, ainda criança começa a ter os primeiros contatos com a arte, através da pintura. Inicia-se na música com o professor José Gonçalves de Lima (da Banda Musical da Escola Industrial Agamenon Magalhães) em meados da década de 1950. Começo de uma longa trajetória que transformaria o jovem Ademir num dos mais respeitados músicos do Brasil e ícone do Frevo pernambucano.
Em 1958, com outros companheiros músicos, funda a Banda Municipal do Recife, atuando como saxofonista e posteriormente como diretor. Na década de 1960, conquista diversos títulos nas categorias Maracatu e Frevo dos Concursos de carnaval promovidos pela Prefeitura do Recife. Nos anos de 1970 vence o Festival de Frevo dos Diários Associados como o frevo de rua “Alô Recife” e logo depois participa das comemorações dos 150 anos do Diário de Pernambuco. Em 1977, torna-se regente da Orquestra Popular do Recife, idealizada por Ariano Suassuna em 1975. Pioneiro na pesquisa e transcrição de gêneros tradicionais (maracatus, cocos, cirandas, reisados, caboclinhos e frevos) foi a primeira a tocar na Frevioca, em 1980.
Integrante da comitiva brasileira que participou do XVII Festival de La Cultura Caribeña, em Santiago de Cuba, o maestro Ademir idealizou e coordenou diversos projetos tais como: Curso Ambulante de Música e Curso de Capacitação de Instrumentistas de Bandas. Atualmente, o Maestro Formiga é membro da Academia Pernambucana de Música, diretor da Federação das Bandas de Músicas do Estado de Pernambuco, regente da Banda Amigos da Cidade do Recife, arranjador da Banda da Cidade do Recife, integrante do Instituto do Frevo da Faculdade Mauricio de Nassau e diretor musical e maestro da Orquestra Popular do Recife.
PREFEITURA DO RECIFE. Abelardo da Hora, Ademir Araújo, Hugo Martins. Recife: Centro de Formação, Pesquisa e Memória Cultural – Casa do Carnaval, 2008. (folder)
JESUS VIDES, (Jesús Miguel Vides Cano), Productor Musical, Cantante, Autor y Compositor Colombiano, nacido en la Jagua de Ibirico – Cesar; Compositor de amplia trayectoria, ha escrito canciones para artistas internacionales exitosos como: GALY GALIANO, quien ha triunfado con canciones de Jesús Vides tales como: “Voy a jugármela contigo”, “Vente a vivir conmigo”, El confiado”,”Hay amores” (rancheras). “Si supieras”, “Como olvidarlas”, “Como me gusta”,”Gracias”(salsas). “Me dices que si me dices que no”, “Caprichito” (huapangos). “Pequeña mía” (baladas) etc. Ha grabado hasta el momento varias producciones musicales: “Desde adentro”(baladas) con el sello Rodven; “Ten cuidado mujer” (baladas) con el sello F.M. discos;“Linda” (fusión latín) con D.D.M.-Fonocaribe; “Dos sentimientos” (vallenato) para Warner music.Ya terminó de grabar su nuevo disco “Popular-Ranchero” y con eso lanzó su MP3 “Jesús Vides Historia Musical”,bajo el sello discográfico SALVINGTON MUSIC con la recopilación de todas sus grabaciones como Cantante, donde vienen: Disco Nuevo Popular-Ranchero (11 canciones), Fusión Tropical (10 Canciones), Vallenato (11 canciones), Baladas (16 canciones). Todo en un solo disco con formato MP3.Su primer Disco de Platino lo recibió en 1994.Como Productor Musical tiene una amplia trayectoria produciendo algunos artistas como: Toba Zuleta (vallenato- discos Fuentes), Andres Soler(ranchera-Semilla Music), Bibiana (tex-mex- Jan Music-Azteca Music), Calle 8, exitoso grupo Centroamericano(salsa), Jose Luis Ortiz-Bravo(ranchera-Sony-B.m.g),Paola Fernández(Sony-B.m.g),Cheo Velasquez(vallenato-Cañaveral Music),Andrea Falla(carranguera-fusion-Sony-B.m.g),Oscar Camelo(vallenato)etc. Como Autor y Compositor, le han grabado mas de un centenar de canciones con éxitos como: “Este vicio de quererte”, “Ten cuidado mujer”, “Linda” “Escribeme desde el cielo”, “El difunto”(Andres Soler),”Detrás de ti”(Los Despechados), recientemente la sorprendente canción ”Llora,Llora” (Jimy Fernan). En Perú ha tenido gran Éxito su canción “Vente a Vivir conmigo” en la voz de GALY GALIANO. El ganador del FACTOR X, FRANCISCO VILLAREAL, artista de R.C.N. Discos, incluyó en su Album 4 canciones de Jesús Vides: “Tratame mejor”, “Detrás de ti” y “Rivales” que fue grabada por Francisco a Duo con el exitoso JHONNY RIVERA, en dos versiones, bolero-ranchero y corrido.En el programa reality de televisión “SE BUSCA INTÉRPRETE” de R.C.N. TELEVISION,en la categoría Popular,liderada por Galy Galiano,una de las canciones más interpretadas y con más aceptación fue “Me dices que si,me dices que no” de Jesus Vides.Actualmente va adelantar en Bogotá la Producción Musical del 2 veces ganador del GRAMMY, EMILIANO ZULETA con el gran TOBA ZULETA. Además adelanta las Producciones Musicales de Pedro Clavijo (Ranchera), J.J. Vargas (Ranchera), Cheo Velasquez(Vallenato),Beatriz Aedo(Pop) y Ricardo Uribe (Rap). JESUS VIDES acaba de recibir un nuevo Disco de Platino por su labor como Productor Musical y Compositor. WEB: www.myspace.com/jesus vides email: jesusvides@hotmail.com Cel: 3005510897 – Of: 7034180 Bogotá - Colombia. email: jesusvides@hotmail.com
Spodrē manu dvēselīt' // World Premiere concert
Komponisti - Diriģenti - Etnomuzikologi // Part I
Jāzepa Vītola Latvijas Mūzikas akadēmija // Jazeps Vitols Latvian Music Academy
Latgales vēstniecība GORS // Rēzekne
PROGRAM
1 // Composer / Ēriks Ešenvalds // Title / Ainava ar ganiem // Conducts / Māris Sirmais // Soloisti / Lauma Bērza / Sniedze Kaņepe / Matīss Tučs / Ēriks Zeps // Percussion / Jurģis Cābulis
2 // Composer / Pauls Dambis // Title / Kā to Vent' ziedināt? // Conducts / Māris Sirmais
3 // Composer / Rolands Kronlaks // Title / Fantāzija par sīna bolsu // Conducts / Māris Sirmais // Soloisti / Gerda Griķe / Liga Liedskalnina
4 // Composer / Pēteris Plakidis // Title / Aiz kalniņa dūmi kupa // Conducts / Māris Sirmais
5 // Composer / Selga Mence // Title / Paslēpes ar tautasdziesmu // Conducts / Māris Sirmais // Percussion / Zane Dukalska / Asnate Rancane / Ēriks Zeps
6 // Composer / Gundega Šmite // Title / Akmens dziesma // Conducts / Māris Sirmais // Soloisti / Inga Akmene / Jolanta kalniņa / Agnese Urka
7 // Composer / Rihards Dubra // Title / Tu skaistō Diva dōrza Rūze // Conducts / Māris Sirmais // Participate / Etnomuzikologījas katedras studentu grupa
8 // Composer / Juris Vaivods // Title / Guoju pa mežu // Conducts / Māris Sirmais // Sing / Kora vīru grupa
9 // Composer / Juris Karlsons // Title / Klipu klap! // Conducts / Māris Sirmais // Soloisti / Lauma Bērza, Asnate Rancāne, Katrīna Riekstiņa, Jānis Lapsa, Ēriks Zeps // Percussion / Rūdolfs Bacāns / Rūdolfs Krēsliņš / Rihards Zariņš
10 // Composer / Kārlis Lācis // Title / Putnu alūzijas // Conducts / Māris Sirmais
11 // Composer / Jānis Aišpurs // Title / Lec, saulīte, rītā agri // Conducts / Māris Sirmais // Soloisti / Zanda Babkina / Aija Bogdane / Lauma Dārzniece / Sniedze Kaņepe / Laima Lediņa / Jurģis Cābuli / Rūdolfs Krēsliņš / Kriss Pozemkovskis / Jānis Rožkalns
Photo // Jordi NN