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La música para Yoné, es como para mi la fotografía. Una forma de expresar los que sentimos. Que cantidad de sueños nos invaden el pensamiento cada día. ¿ Sueños rotos o hechos realidad? El tiempo dirá.

*Oficina de Harmonia

   

CURRÍCULO

Professor de Música, Físico, Arranjador, Compositor, Violonista e Guitarrista.

 

Formação Profissional

Graduado em Licenciatura Plena em Física pela Universidade Federal de Mato Grosso.

Carga horária de 2595 horas.

Acadêmico do Curso de Licenciatura Plena em Letras na Universidade Federal de Mato Grosso.

 

Especialização de Nível Técnico em Harmonia, Guitarra e Violão.

Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília nos anos de 1992, 1997,2000 e 2001.

Carga horária de 326 horas.

 

Cursos

Masterclass sobre Técnica e interpretação com o violonista Fábio Monteiro no período de 7 e 8 de agosto de 2000.

Carga horária de 12 horas.

 

1a Escola Mato-grossense de Física realizada entre 18 a 22 de outubro de 2004. Carga horária de 40 horas.

56a Reunião anual da SBPC realizada de 18 a 23 de julho de 2004.

 

Mini-curso sobre Gravitação, Cosmologia e Buracos negros no período de 18 a 23 de junho de 2004 na UFMT.

Carga horária de 8 horas.

 

Curso Intensivo de Harmonia Aplicada na MPB, ministrada pelo professor Ian Guest (graduado em Berkeley) no período de 18 a 23 de setembro de 2000. Carga horária de 12 horas.

 

Estudou com Lula Galvão, Toninho Horta, Ian Guest, Mário Ulloa, Nelson Farias, Alexandre Carvalho, Pollaco, Paulo Bellinati, Genil Castro, Oscar Herrera, Renato Vasconcellos, Nico Assumpção, Dário Galante, Tony Fernandes e Carlos Menezes.

 

Participou da palestra realizada na UFMT pelo Físico phd. H. Moysés Nussenzveig.

Aulas particulares com Tony Fernandez e Carlos Menezes.

 

Produção Artística e Científica

Bolsista de iniciação científica do CNPq no período de agosto/2005 a julho2006, orientado pelo professor Dr. Sérgio Roberto de Paula.

Resumos publicados pelo CNPq sobre “Medidas de trocas gasosas em períodos sazonais e interanuais em floresta tropical de transição no sudoeste da floresta Amazônica” e “Um estudo sobre a interdependência entre o fluxo de carbono e a concentração de água no ar na floresta de transição de Sinop”.

 

Participou na gravação de cd`s de vários artistas regionais e do Brasil.

 

Fez os arranjos para os trabalhos de Gentil Bussik, Papo Amarelo, Dorotéia (trabalho infantil), João Ormond, Juliano Lima, Paula do Anjos entre outros.

Revisor do livro “Harmonia e dicionário de acordes para o baixo elétrico” de Ebinho Cardoso.

Participou do cd instrumental "Verticais" de Ebinho Cardoso.

Atualmente esta preparando um cd instrumental com composições próprias.

 

Experiência Profissional

Preparou e ministrou um curso de Teoria Musical on-line juntamente com a Orka e ABRASSA no ano de 2006.

Foi professor de música nos conservatórios Sol Maior, Villa Lobos, Be bop e no CEFET.

Foi coordenador pedagógico no conservatório Sol Maior no ano de 2000.

Professor de Harmonia na 1a, 2 a e 3 a Semana da Música em Mato Grosso nos anos de 2004, 2005 e 2006.

Realiza vários Workshops de Guitarra pelo Estado de Mato Grosso.

Foi professor de Teoria Musical do Projeto Ciranda (ponto cultural) no ano de 2006.

Foi professor de Teoria no curso de Regência do Estado de Mato Grosso em 2006.

Atualmente trabalha com o Sidnei Duarte Trio, Ebinho Cardoso Trio, Iambu Latin Jazz e no projeto “Jazz Brasil” que está na 4 a edição.

 

Tocou com vários músicos, como Toninho Horta, Nelson Farias, Carlos Malta, Daniel D`Ancantra, Dário Galante, Renato Vasconcellos, Thiago Espírito Santo, Pixinga, Marcelo Maia, Wilson Bebel, Herivelton, André Vasconcellos, Pollaco, Hamilton Pinheiro, Di Stefano, Sérgio Galvão, Marquinhos Gomes, Assaf Borba, Marcela Mangabeira, Sandro Souza, Ademir Juniooh, Alex Texeira, Ebinho Cardoso, Amoy Ribas entre outros.

 

Contatos

Telefones: (65) 3665-7374 / 8112-3531 / 3621-2069.

E-mail: sidneiduartefis@hotmail.com e sidneiduartemusic@pop.com.br .

“Não se apague esta noite” novo CD/DVD do cantor e compositor Flavio Venturini, reforça a velha máxima de que o palco é a extensão da casa do artista. Noite de lançamento em São Paulo. 05.06.09

Jair Neves

Cantor e Compositor

 

CLUBE DA ESQUINA

Tudo começou em 1963, em Belo Horizonte. O cantor, compositor e instrumentista Milton Nascimento tinha acabado de chegar de Três Pontas, onde tocava na banda W’s Boys com o pianista Wagner Tiso, e foi morar numa pensão no Edifício Levy, na cinzenta Avenida Amazonas, no centro da cidade. Lá, em outro apartamento, viviam os irmãos Borges – doze ao todo. No começo, Milton se enturmou com mais velho deles, Marilton, com quem foi tocar no grupo Evolussamba. Logo, estaria fazendo amizade também com Márcio e com o pequeno Lô, de apenas dez anos de idade, que desceu certa vez as escadas do prédio para ver de quem era aquela voz e aquele violão que o encantavam.

 

Os encontros entre Milton e os dois irmãos eram sempre no quarto dos Borges, em noites regadas a batida de limão. Márcio tornou-se o letrista das primeiras composições de Milton, Novena, Gira Girou e Crença, feitos em 1964. Enquanto isso, Lô estudava harmonia com o guitarrista Toninho Horta e devorava discos dos Beatles com outro menino, Beto Guedes, filho do seresteiro Godofredo Guedes, que tinha vindo de Montes Claros. Juntos, os dois meninos que haviam se conhecido por causa de um patinete, montaram a banda The Beavers, inspirada no quarteto inglês. Assim surgia o embrião do Clube da Esquina. A troca de idéias avançou pelas noites no bar Saloom e nas sessões no Cineclube SEC.

 

Enquanto isso, Milton Nascimento, o grande aglutinador dessa cena continuava cantando na noite e compondo. Em 1966, tirou o quarto lugar no Festival Nacional de Música Popular da TV Excelsior de São Paulo cantando Cidade Vazia, de Baden Powell e Lula Freire. No mesmo ano, Elis Regina gravou uma música de Milton, Canção do Sal. Em 1967, inscritas à sua revelia pelo cantor Agostinho dos Santos, três músicas suas acabaram vingando no II Festival Internacional da Canção: Travessia (primeira parceria com Fernando Brant) em segundo lugar, Morro Velho em sétimo e Maria, Minha Fé, que ficou entre as 15 finalistas. Era o começo do estrelato para Milton Nascimento, que logo foi apresentado aos americanos com o disco Courage (1968), gravado por lá com arranjos de Eumir Deodato. Enquanto isso, a turma de músicos mineiros reunida por Milton e os Borges não parava de crescer, com a chegada de Flávio Venturini, Vermelho e Tavinho Moura, que apresentou muitas das canções folclóricas mineiras que Milton gravaria em Gerais. Eles se apresentavam em shows chamados Fio da Navalha com Lô Borges, Beto Guedes e Toninho Horta.

Música, política e álcool

Faltava apenas batizar essa reunião de músicos. Um dia, na esquina da Rua Divinópolis com a Rua Paraisópolis, no bucólico bairro de Santa Teresa, Milton e os irmãos Borges fundaram o Clube da Esquina, irmandade unida no interesse por música, política, amizade e uma cachacinha das boas. O nome foi idéia de Márcio que, sempre ao ouvir a mãe, Dona Maria, perguntar por onde andavam os meninos Borges, dizia: "Claro que lá na esquina, cantando e tocando violão". Em comum entre os integrantes, a origem de classe média, o grande interesse por assuntos culturais e políticos e a disposição de privilegiar os temas sociais em detrimento do amor nas letras.

 

Antes mesmo que se formalizasse um movimento (que, de acordo com seus integrantes, nunca se formalizou), Milton e Lô Borges (então com 17 anos de idade) entraram em 1972 nos estúdios da EMI para gravar o primeiro Clube da Esquina. Com uma capa que trazia apenas a foto de dois meninos, um preto e uma branco, na beira de uma estrada em Nova Friburgo, o LP apresentou ao país a alquimia sonora gestada por aquele grupo de mineiros, ao qual se agregaram ainda o letrista Ronaldo Bastos e o grupo Som Imaginário (de Wagner Tiso): bossa nova, Beatles, toadas, congadas, choro, jazz, folias de reis e rock progressivo, tudo reunido numa música original, de apelo universal e grande força poética.

 

Canções como O Trem Azul (de Lô e Ronaldo, regravada por ninguém menos que Tom Jobim em seu último disco, Antônio Brasileiro), Tudo o que Você Poderia Ser (Lô e Márcio), Nada Será Como Antes e Cais (ambas de Milton e Ronaldo) foram o marco zero para aquele que foi o primeiro movimento musical brasileiro de importância depois da Tropicália – embora haja quem diga, respaldado pela admiração dos jazzistas americanos por Milton, que foi um movimento musicalmente mais importante que a Tropicália. Logo, cada um dos sócios do Clube estaria seguindo o seu caminho, lançando seus próprios discos – Beto Guedes rachou um LP com Novelli, Danilo Caymmi e Toninho Horta e em seguida fez A Página do Relâmpago Elétrico e Amor de Índio. Lô Borges gravou os elogiados Lô Borges e Via Láctea. Flávio Venturini foi para O Terço, banda que lançou discos mais voltados para o rock progressivo e depois daria origem ao pop 14 Bis (de Vermelho e Magrão).

Novos integrantes

Wagner Tiso, por sua vez, partiu para a carreira solo instrumental e Tavito (que era do Som Imaginário) lançou-se como cantor e compositor (e teve os sucessos Casa no Campo, parceria com Zé Rodrix, e Rua Ramalhete). Em 1978, Milton Nascimento lançou o disco duplo Clube da Esquina 2, reunindo a sua velha turma e alguns novos integrantes. Entraram canções como Nascente (Flávio Venturini e Murilo Antunes), Maria, Maria (Milton e Fernando Brant), Tanto (Beto Guedes e Ronaldo Bastos), Pão e Água (Lô Borges, Márcio Borges e Roger Motta), Olho d´Água(Paulo Jobim e Ronaldo Bastos) e Mistérios (Joyce e Maurício Maestro), Meu Menino (Danilo Caymmi e Ana Terra) e Toshiro (de Novelli). A essa altura, o som por ele inspirado em Minas tinha dado outros frutos, como o Uakti, banda de experimentalismo radical, que inventou seus próprios instrumentos.

 

A partir da década de 80, em parte como reação à diluição das idéias do Clube da Esquina, Belo Horizonte viu nascer uma fornada de bandas de rock que em nada pareciam ter sido influenciadas por aqueles músicos: o Sepultura (que, com sua original solução para o heavy metal, tornou-se a banda brasileira de rock mais conhecida no exterior), o Skank, Pato Fu e Jota Quest. Em 1996, Márcio Borges, fez o inventário do Clube no livro de memórias Os Sonhos Não Envelhecem – Histórias do Clube da Esquina.

  

Músicas

 

Travessia – Milton Nascimento e Fernando Brant

Feira Moderna – Beto Guedes e Fernando Brant

O Trem Azul – Lô Borges e Ronaldo Bastos

Nascente – Flávio Venturini e Murilo Antunes

Um Girassol da Cor de Seu Cabelo – Lô e Márcio Borges

Nada Será como Antes – Milton Nascimento e Ronaldo Bastos

Nuvem Cigana – Lô Borges e Ronaldo Bastos

Cais – Milton Nascimento e Ronaldo Bastos

Cravo e Canela – Milton Nascimento e Ronaldo Bastos

Maria, Maria – Milton Nascimento e Fernando Brant

Caçador de Mim – Luís Carlos Sá e Sérgio Magrão

 

Dejar ir a nuestros seres queridos, es también un acto de amor. Descansa en paz, mi abuelito, músico, poeta y compositor. Foto tomada durante el homenaje que se le hizo en el Festivalito Ruitoqueño de Música Colombiana, 2011. Junio de 2011

 

"Hasta luego Rafael,

Cumplidor de su deber,

Con su guitarra y sus versos,

Hizo grande a Santander.

Lo acompaña su familia,

Y un Bucaramanga entero,

Como dijera Morales,

Frente a su parque Romero.

Recuerdo a mi gran amigo,

Sus versos y sus historias,

Su ejemplo queda por siempre,

Grabado en nuestras memorias.

Escribió canciones bellas,

Para el pueblo colombiano,

Este es un gran homenaje,

Para el santandereano.

Hasta luego Rafael,

Te despide Santander."

 

Alberto Florez Florez

Trovadores y folcloristas de Santander

Siete de los bustos de los compositores mexicanos realizados por el escultor Sergio Peraza entre 2002 y 2004

Exposición en la Universidad Autónoma de Yucatán

"La arcada de los Compositores"

Un homenaje en escultura a la Música Mexicana

de izq a der:

Juan Antonio Zorrilla "Monís"

Gonzalo Curiel Barba

Juan Zaízar

Sergio Peraza

Consuelito Velázquez

Salvador "Chava" Flores

José Alfredo Jiménez

Luis Arcaraz

www.sergioperaza,com

Pau Casals statue

 

Pau Casals i Defilló (El Vendrell, Catalunya 1876 - San Juan, Puerto Rico 1973) fou un violoncel·lista, pedagog, director i compositor musical català. La seva gran contribució al món de la música va ser la innovació en la interpretació amb el violoncel que, més tard, va ser adoptada per tots els violoncel·listes del món.

 

La seva interpretació d'El cant dels ocells ha esdevingut un símbol de pau i llibertat arreu del món, i de manera molt més significativa dins l'àmbit català.

 

El 1958 va fer un concert i el "missatge de pau" que Pau Casals havia gravat uns dies abans a Ginebra fou retransmès a més de 40 països. També aquell any fou proposat com a candidat pel Premi Nobel de la Pau.

El 1961 va ser convidat pel president John F. Kennedy a fer un concert a la Casa Blanca i, dos anys més tard, el mateix president dels Estats Units, li concedí la Medalla de la Llibertat.

El 1971 va compondre l'Himne a les Nacions Unides, que dirigí el 24 d'octubre d'aquell any en un concert a la mateixa seu de les Nacions Unides, i on el secretari General de les Nacions Unides U Thant li entregà la Medalla de la Pau. Fou en aquesta ocasió que va pronunciar la frase "What is more, I am a Catalan." explicant que Catalunya tenia un parlament democratic molt abans que Anglaterra.

 

El 1973 va patir un atac de cor irreversible, a Puerto Rico. Va morir a San Juan de Puerto Rico el 22 d'octubre de 1973. L'any 1979 es van traslladar les seves despulles al cementiri del Vendrell, moment en el qual li fou concedida, a títol pòstum, la Medalla d'Or de la Generalitat de Catalunya.

 

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Pau Casals i Defilló (Catalan pronunciation: [ˈpaw kəˈzaɫs]) (December 29, 1876 – October 22, 1973), known during his professional career as Pablo Casals, was a Spanish Catalan cellist and conductor. He made many recordings throughout his career, of solo, chamber, and orchestral music, also as conductor, but Casals is perhaps best remembered for the recording of the Bach Cello Suites he made from 1936 to 1939.

Casals was an ardent supporter of the Spanish Republican government. After its defeat in 1939, Casals vowed not to return to Spain until democracy had been restored, although he did not live to see the end of the Franco dictatorial regime.

 

One of his last compositions was the "Hymn of the United Nations". He conducted its first performance in a special concert at the United Nations on October 24, 1971, two months before his 95th birthday. On that day, the Secretary-General of the United Nations, U Thant awarded Pau Casals the U.N. Peace Medal in recognition of his stance for peace, justice and freedom. Casals accepted the medal and made his famous "I am a Catalan" speech, where he explained that Catalonia had the first democratic parliament, long before England did.

 

He also made popular the old Catalan song, "El cant dels ocells" playing it at the UN.

 

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Pau Carles Salvador Casals i Defilló (El Vendrell, 29 de diciembre de 1876 - San Juan de Puerto Rico, 22 de octubre de 1973), más conocido como Pau Casals, y también como Pablo Casals en Latinoamérica y el mundo anglosajón, es unos de los músicos catalanes mas destacados del siglo XX. Por su incomparable desempeño como instrumentista del violonchelo, Casals es considerado uno de los mejores violonchelistas de todos los tiempos.

Una de sus composiciones más célebres es el "Himno de las Naciones Unidas", conocido como el "Himno de la Paz", compuesto mientras residía en su segunda patria, Puerto Rico (donde había nacido y se había criado su madre), y donde residían otros españoles renombrados internacionalmente, tales como Juan Ramón Jiménez y Francisco Ayala. Magnífico director de orquesta y notabilísimo compositor, Casals fue siempre un artista completísimo, con la más férrea disciplina y la dedicación más profunda a la música.

Además de reconocérselo por su imponente obra musical, Pau Casals destacó en todo el mundo por su activismo en la defensa de la paz, la democracia, la libertad y los derechos humanos, que le valieron prestigiosas condecoraciones como la Medalla de la Paz de la ONU y ser nominado al Premio Nobel de la Paz.

Fue en la ONU donde Casal dijo al aceptar la medalla "I am a Catalan"" (Soy un Catalán) donde explico que Catalunya tenia el primer parlamento democratico, mucho antes que Inglaterra.

 

Casals también manifestó públicamente su oposición al régimen franquista y su deseo de ver una Cataluña no necesariamente independiente pero con un grado alto de autonomía (vid. cap. V de sus memorias, dictadas originariamente en francés a Albert E. Kahn y traducidas al catalán como Joia i Tristor).

Pau Casals murió el 22 de octubre de 1973, a la edad de 96 años, en San Juan de Puerto Rico, a consecuencia de un ataque al corazón. Fue enterrado en el Cementerio Conmemorativo de San Juan de Puerto Rico.

El 9 de noviembre de 1979, restablecida la democracia en España, sus restos fueron trasladados al cementerio de El Vendrell, su población natal, donde actualmente descansan.

 

Popularizó la antigua canción catalana "El cant dels ocells" tocándola en la sede de la ONU;

Arnold Schönberg, compositor austríaco inventor del dodecafonismo, es el autor de obras maestras que influyeron en la transformación del lenguaje musical del siglo XX. En momentos de crisis artística se concentró en el piano y escribió con talento partituras cruciales, de extrema dificultad técnica, que dejaron constancia de una insólita exploración de nuevos territorios musicales. Compuso una de ellas —la Pieza para piano (1929), op. 33a— durante una estancia en Barcelona: residió en una casa modernista, en el distrito de Vallcarca, junto al Parc Güell. Por eso, en 1989 se le dedicó allí una calle.

Nascido no Pará, cantor, compositor, arranjador, instrumentista, produtor de discos, e além disso um dos caras mais simpáticos que conheço, Marco André foi reconhecido no Brasil, pelo primeiro trabalho gravado pelo Caetano Veloso, a música : Meu bem, meu mal, trilha sonora da abertura de uma novela global. Fizera parte também do carnaval carioca, convidado por Dominguinhos do Estácio, cantou samba enredo da unidos do Viradouro. Com seus trabalhos foi indicado finalista em 2 categoias do prêmio Tim de música Brasilera, em 2005. Com sua paixão pelos estúdios teve a oportunidade de conviver com os melhores músicos do pais: Paulinho da Viola, Elba Ramalho, Jane Duboc, Altamiro Carrilho, Célia, Zé Luiz Mazziotti, Dominguinhos, Dominguinhos do Estácio, Humberto Araújo, Neguinho da Beija-Flor, Verônica Sabino, Sebastião Tapajós, Robertinho Silva, Gilson Peranzzetta, Sacha Amback, Flávio Venturini, Leo Gandelman, Zé Renato, Nelson Gonçalves, Paulinho Moska, Chico César, Nilson Chaves, Vital Lima, Arismar do Espírito Santo, Mauricio Einrorn, Cláudio Nucci e Leila Pinheiro são algumas das estrelas que trouxeram aprendizados importantes para sua carreira participando de seus trabalhos. Como músico atuou em: CDs de Beth Carvalho, Escolas de Samba do Rio de Janeiro, Cláudio Nucci, Celso Viáfora, Jane Duboc, Sebastião Tapajós e de vários artistas independentes. Já dividiu o palco fazendo shows pelo Brasil com: Zizi Possi e Vitor Ramil (Projeto Pixinguinha - artista local), Leila Pinheiro e Wagner Tiso (Projeto Pixinguinha nacional), Orquestra de Música Brasileira (Projeto Pixingão, sala FUNART - RJ), Cláudio Nucci, Fafá de Belém, DJ Dolores, Paulinho Moska, Jane Duboc, Paula Lima, Nilson Chaves, Flávio Venturini, Martinália, Vital Lima, Sandra de Sá, Sebastião Tapajós, Dominguinhos do Estácio e Dona Ivone Lara. Tem músicas gravadas por nomes consagrados de nossa MPB. Entre eles destacamos: Jane Duboc, Leila Pinheiro, Paulo César Feital, Fátima Guedes, Grupo Exalta samba, MPB – 4, Dominguinhos do Estácio e Vital Lima.

Hoje Marco se divide no artista que viaja mostrando sua arte por todo o país e no produtor destacado pela imprensa, e que este ano está lançando nacionalmente seu novo dvd beat iú em Belém nos dias 3 e 4 de outubro no Teatro Margarida Schiwazzappa no CENTUR. A direção do DVD é do grande Roberto Talma.

 

Quem estivera interessado (a) no fantástico Marco André e quiser fazer contato é só procura-lo nos seguintes links:

 

Site: www.marcoandre.art.br/marco/portugues/index.htm

Site de links: www.marcoandre.art.br/links/

Blog: www.marcoandrecarimblog.blogspot.com/

Myspace: www.myspace.com/marcoandr

orkut: www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=14292786703306942948

Faceboock: www.facebook.com/friends/?ref=tn#/profile.php?id=1189882447

Cantor, compositor, multi-instrumentista, arranjador e produtor internacionalmente reconhecido, Ed Motta faz show solo onde apresentou suas canções na forma em que elas ganharam vida: sozinho com apenas um teclado e uma guitarra por companhia. São Paulo. 21.08.18

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2018/08/21/ed-motta-solo/

Rendition of my Tesla Model S

 

Eternamente Lô Borges

   

In memoriam

 

Lô Borges

 

1952 – 2025

   

NEVER FORGET!

   

Aqui: Milton Nascimento faz show gratuito no parque do Ibirapuera, prestigiando o Samsung E-Festival Canção 2015, concurso que tem por objetivo revelar novos talentos da música brasileira. O espetáculo contou com a participação especial do cantor e compositor Lô Borges. São Paulo. 13.09.15

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2015/09/14/milton-nascimento-...

Miércoles 12 de marzo de 2020

 

En la Plaza de las Artes, CENART, en el programa de Tiempo de Mujeres, Festival por la igualdad se presentó el cabaret “La Muerte Chiquita” por la compositora Sabrina Maytorena y las actrices Sabrina Tenopala, Jimena Montes de Oca, Irakere Lima y Yoalli Michelle. Quienes juntas abordan la independencia de la mujer desde la autonomía del placer.

 

Fotografía: Itzel Valencia / Secretaría de Cultura de la Ciudad de México

Compositor, terapeuta del lenguaje y vocalista de Maldita Nerea

#Reencuentro

 

Palestra com a Atleta Olímpica Rosemar Coelho Neto Menasse, a cantora e compositora Adyel Silva (filha de Adhemar Ferreira da Silva) e abertura da exposição "Projeto Atletismo: A Força do Esporte" do Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva, com monitoria dos alunos da EE “Poeta Domingues Bauer Leite”.

 

16 de maio de 2016

Auditório da Diretoria de Ensino da Região de Miracatu

 

Adhemar Ferreira da Silva foi o primeiro ganhador de uma medalha olímpica de atletismo na história do Brasil em 1952. Nasceu em São Paulo em 29 de setembro de 1927, conquistou as medalhas de ouro no salto triplo nos Jogos de Helsinque 1952 e de Melbourne 1956, sendo o primeiro bicampeão olímpico do país. Em 2012, foi imortalizado no Hall da Fama do atletismo. Ele é o único brasileiro a representar o país no salão da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), faleceu em São Paulo em 12 de janeiro de 2001.

 

Adyel Silva, por força das atividades profissionais do pai, foi criada entre o Brasil, Europa e África, e formou-se pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Inciciou a carreira de cantora profissional no início da década de 80, ao ser convidada para acompanhar o pianista Guilherme Vergueiro no bar One More Time. Nos anos seguintes se dedicou ao teatro, tendo participado dos espetáculos "O País dos Elefantes", estrelado pelo ator Antônio Fagundes, o musical "Emoções Baratas", dirigido por José Possi Neto (irmão de Zizi Possi), e "Cristal", espetáculo escrito po Ronaldo Bastos e dirigido por José Maurício Machline. Participou também de produções cinematográficas, como "O Efeito Ilha", de Luis Alberto Pereira, e o curta-metragem vencedor do Festival Internacional "Open Door", realizado pela BBC, "O Menino, a Favela e as Tampas de Panela", de Cao Hambúrguer. Também fez participações em programas de TV. O primeiro CD, "Chic da Silva" foi gravado somente em 2003, e tem composições da própria Adyel, além de algns clássicos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gonzaguinha e Roberto Menescal. O CD foi incicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de MPB. Em 2011 Adyel participou do Cd "A Voz da Mulher na Obra de Taiguara", cantando a música "Coisas" (Taiguara).

 

Rosemar Coelho Neto Menasse, nasceu em Juquiá em 2 de janeiro de 1977, foi aluna nas Escolas Estaduais "Poeta Domingues Bauer Leite" e "Professor Armando Gonçalves". Jogava vôlei na escola, mas não se adaptou ao esporte. Estimulada pelo Professor de Educação Física Paulo Itioka, migrou para o atletismo. "Ele foi mais que um professor, foi como um pai, não sossegou enquanto não encontrou um clube para mim", conta Rosemar. Numa competição escolar, por um erro nas inscrições, correu com os meninos e venceu. O resultado rendeu o convite do técnico Roberto Dik para integrar a equipe de Cubatão, seu primeiro clube.

 

Carreira

Melhor marca pessoal:

100 m - 11s23 (Bogotá/2004)

200 m - 23s10 (Tunja/2001)

 

Resultados importantes:

100 m

7ª na Universíade de Daegu/2003

8ª no Troféu Brasil/2012 (11s91)

Revezamento 4x100 m

Medalha de prata no Troféu Brasil/2013 (43s63, com Lucimar de Moura, Thaíssa Presti e Ana Cláudia Lemos Silva)

5ª no Mundial de Berlim/2009

4ª nas Olimpíadas de Pequim/2008

Medalha de bronze na Universíade de Daegu/2003

Medalha de prata na Universíade de Pequim/2001

Tricampeã do Troféu Brasil, em 2010, 2011 e 2012 (44s65)

 

O Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva é uma instituição sem fins lucrativos que acredita que o esporte é uma importante plataforma para o desenvolvimento humano.

A prática esportiva aproxima o jovem do trabalho em equipe, da cooperação,disciplina, hábitos saudáveis e inclusão sócio-cultural.

Os projetos do Instituto buscam manter jovens e crianças inclusos na sociedade, afastando-os da criminalidade, colaborando para um Brasil mais saudável.

 

O projeto Atletismo - A Força do Esporte promove entre jovens estudantes a modalidade do atletismo e suas provas além de aproxima-los de atletas brasileiros. Uma exposição e atividades multidisciplinares colaboram para uma nova visão sobre o esporte, instigando a sua prática e seus valores. Acreditamos que o esporte é uma importante ferramenta na construção da cidadania.

Para incentivar o esporte não apenas como atividade física, mas também profissional, o projeto irá colocar atletas e estudantes , para um conversa honesta sobre o impacto positivo do esporte em suas vidas.

  

16 de maio de 2016

Núcleo Pedagógico

Diretoria de Ensino da Região de Miracatu

  

Fontes:

www.adhemarferreiradasilva.org

www.clubedeatletismo.org.br/bmf-bovespa/feminino/artigo19...

en.wikipedia.org/wiki/Rosemar_Coelho_Neto

www.cantorasdobrasil.com.br/cantoras/adyel_silva.htm

 

Fotografia: Paulo Henrique Zioli

El legendario compositor argentino Víctor Heredia volvió a triunfar en Viña del Mar, pues su canción "Ayer te vi" se convirtió en la mejor de la Competencia Internacional del Festival 2009, con la interpretación de Emiliano del Río.

 

Cobertura para Cooperativa.cl

Música Argentina pianista acordeonista y compositora,que forma parte de de la escena musical Argentina contemporánea.He aquí algunos de sus trabajos mas significativos en el rock, ya que se presenta como pianista de música de cámara y como pianista solista también.

Discográfia

GRABACIONES:

  

Grabó como pianista, acordeonista, tecladista y/o compositora en los

CDS.:

1- -"Tren de Fugitivos" (El Soldado junto a los Redonditos de Ricota, 1997)

  

2- "Fuego Indio" (1998)

  

3- "Alas Rotas" (El Soldado, 1998)

  

4- "Jazz Bazar II" (Valentino-Patán Vidal, 1999)

  

5- "Tancredo Tango" (Tancredo, 2000)

  

6- "De Cardo y Clavel" (El Soldado, 2001)

  

7- "Belleza" (Juana la Loca, 2001)

  

8- “Buen día” (Intoxicados, 2001)

  

9- "El juego o la vida" (Responsables No Inscriptos, 2002)

  

10-"Gabinete de curiosidades" (Hilda Lizarazu, 2004)

  

11-"Un camino, algún lugar" (Me darás mil hijos, 2004)

  

12-“Inestables” (Los Tortorolos, 2005 Ex integrantes de Don Cornelio y la Zona y Los Visitantes.

  

13-“Inconsciente Colectivo” (Fabiana Cantilo, 2005)

  

14-“Margarita y Azucena” (Mariana Baraj, 2007)

  

15-“Hija del Rigor” (Fabiana Cantilo, 2007)

  

16-“Aire” (Me darás mil hijos, 2008)

  

17-”En la Vereda del Sol” (Fabiana Cantilo, 2009)

 

18-“La todo Mal Orquesta Volumen 2 (Junto a los músicos de Las Pelotas,La Portuaria, Los Redondos y La Doblada como invitados)

 

19-“Ahora”(Fabiana Cantilo, 2011)

 

Actualmente se presenta junto a Luciano Coniglio.

Autor

CHARO BOGARÍN

 

Compositor

DIEGO PÉREZ

 

Producción artística

TONOLEC

 

Intérpretes

CHARO BOGARÍN (voz-charango)

SHICA (voz)

PATRICIA SOSA (voz)

SOPHIE OLIVER (voz)

DIEGO ENRIQUE PÉREZ (programación-guitarra-piano)

LUCAS HELGUERO (bombo legüero-cajón peruano)

 

Mezcla y masterización

LUIS VOLCOFF

 

Estudio de grabación

TONICA (Buenos Aires-Argentina) - Diciembre 2011

 

Montadores de vídeos

JULIÁN GARRO

NADIA AMORENA

 

Dirección de vídeo

SEBASTIÁN ZAYAS

 

Dirección de producción

PEPE CIELO

 

Ayudante de dirección de producción

IGNACIO HELGUERA

 

Músicos vídeos

VEROKI (Cajón Flamenqom)

MERCEDES MOREIRA (Charango y cajón)

 

Comunidad QOM

EUSTAQUIO GONZÁLEZ

LISANDRO CHÁVEZ

ROGELIO MONZÓN

SANTA "Costurera"

FLORA "Costurera"

MARISA "Costurera"

SAMUEL ACOSTA

CASIMIRO (niño cajón)

 

Escuelas

EGB 1038 - Directora, LUCÍA

EGB 1035 - Directora, MIRTA

EGB 590 - Director, ANIBAL ABUD

 

Equipo del proyecto

MERCEDES MOREIRA

VEROKI BARRERA

GUIDO

MATÍAS SAAVEDRA

SOPHIE OLIVER

EMILIO DESTAILLATS

ROSARIO

MORE FERNÁNDEZ NÚÑEZ

FlLORENCIA FABIANO

PEPE CIELO

JAVIER PERALES

SEPE ZAYAS

IGNACIO HELGUERA

 

Fundaciones

PEQUEÑOS GESTOS

VOCES PARA LA CONCIENCIA Y EL DESARROLLO

 

También colaboran

AYUNTAMIENTO DE BANALAURÍA

TIERRAPLANO

 

www.voces.org.es

Neil Harbisson es un artista visual y compositor británico, presidente de la Fundación Cyborg. En 2004 se convirtió en la primera persona reconocida como cyborg por un gobierno. Harbisson tiene acromatopsia una condición visual que desde nacimiento le obliga a ver el mundo en blanco y negro. Desde la edad de 20 años lleva instalado un ojo electrónico en la cabeza llamado eyeborg que le permite escuchar los colores. En 2010, fundó la Fundación Cyborg, una organización internacional para ayudar a los seres humanos a convertirse en cyborgs y defender los derechos de los cyborgs.

 

Neil Harbisson es un artista visual y compositor británico, presidente de la Fundación Cyborg. En 2004 se convirtió en la primera persona reconocida como cyborg por un gobierno. Harbisson tiene acromatopsia una condición visual que desde nacimiento le obliga a ver el mundo en blanco y negro. Desde la edad de 20 años lleva instalado un ojo electrónico en la cabeza llamado eyeborg que le permite escuchar los colores. En 2010, fundó la Fundación Cyborg, una organización internacional para ayudar a los seres humanos a convertirse en cyborgs y defender los derechos de los cyborgs.

 

Neil Harbisson nos presentará el proceso de creación e implante en la cabeza del eyeborg, un ojo electrónico que le permite escuchar los colores y nos explicará cómo la unión entre un sofware y un cerebro puede crear nuevos sentidos, en su caso el sonocromatismo. También explicará cómo logró que el gobierno británico lo reconozca oficialmente como un cyborg y cómo ha cambiado su vida desde entonces. Finalmente nos hablará de su Fundación Cyborg, una esfuerzo dedicado a ayudar a los humanos a convertirse en cyborgs, a promover el uso de la cibernética y a defender los derechos cyborgs.

 

foto: alvi

Nando Reis

Cantor e compositor

Pedro Moraes

Cantor e compositor

La presencia holandesa en el Ajazzgo

El joven trompetista holandés Rik Mol llega a esta edición del Ajazzgo, con su quinteto integrado por los músicos Ben Van Den Dungen (saxofón), Joost Swarts (piano), Marius Beets (bajo) y Eric Hoeke (batería).

 

El evento se ha caracterizado por presentar diferentes grupos de jazz del viejo continente, en una especie de cruzada musical que el Festival ha denominado Eurojazz. En anteriores ediciones, músicos y melómanos de la ciudad hemos descubierto la existencia de agrupaciones sin mayor visibilidad en nuestro medio, pero con una alta calidad y profundo desarrollo musical, los cuales nos han dejado un agradable sabor de boca. Por tanto, en esta edición la visita de agrupaciones de ese lado del mundo suscita significativas expectativas, dados los antecedentes y a sabiendas del buen tino de la organización para dar en la nota adecuada a la hora de la escogencia.

 

El trompetista Rik Mol ha trabajado no sólo con su grupo, sino también con bandas de alto reconocimiento como las históricas Nueva Manteca y Cubop City Big Band, así como con el cuarteto del timbalero Lucas Van Merwijk. Su disco What’s on tonight, contiene músicas de diversa índole, tales como el hip hop, jazz y Dance las cuales junto a los elementos latinos, le permiten moverse con libertad por diferentes direcciones, construyendo un discurso decididamente ecléctico.

 

Mol, forjó su educación musical en el Conservatorio de La Haya con maestros como Huug Steketee, luego tomó clases particulares con Theo Mertens y Maurice André. Ha recibido orientaciones también del trompetista Winton Marsallis. Su trabajo con bandas de jazz latino puede ser apreciado en el magnífico disco Resurrección de la banda danesa Panchito dirigida por André Van Berlo, en la cual Mol figura con una labor muy interesante.

El saxofonista Ben Van Den Dungen se convirtió en músico profesional en 1984. Junto al trompetista Jarmo Hoogendijkcodirigió el grupo Van Dunge-Hoogendijk Quintet, luego pasó al grupo Brand New Orleans. En 1986 se vinculó al grupo de jazz Nueva Manteca.

 

Se interesó por el Worldmusic y se dedicó a estudiar la música clásica de la India en Mumbai, lo cual dio como resultado una grabación con músicos holandeses e indios. Como jazzmen ha trabajado con músicos reconocidos como Mal Waldron, Art Taylor, Woody Shaw, Jimmy Knepper, Kirk Lightsey, Lester Bowie, entre otros. Del lado latino pueden destacarse sus participaciones en conciertos con Armando Peraza, Juancito Torres, Edy Martinez y Chocolate Armenteros, entre otros. Es director de la Academia de Jazz del Conservatorio de Rotterdam.

El bajista Marius Beets, inició su educación musical a los siete años en el piano. Luego adquirió mayor habilidad con la guitarra, en primer la variante acústica y eléctrica .En 1988 aprobó los exámenes de ingreso en el Conservatorio Royal en La Haya, obtuvo luego de seis años de estudio su grado con honores. Influenciado por los iconos del jazz norteamericano Paul Chambers, Ray Brown, Sam Jones y Ron Carter. Ha tocado con celebridades del jazz como James Moody, Bud Shank, Johnny Griffin, Herb Geller, George Coleman y muchos otros. En 1999 este bajista hizo parte del personal docente del Conservatorio de Rotterdam.

 

Los músicos Joost Swarts (piano) y Eric Hoeke (batería), completan esta nómina holandesa, ambos son reconocidos en la escena jazzística de dicho país europeo.

 

www.ajazzgofestival.com

Silvina Garré, cantante, autora, compositora y psicoanalista argentina, nació en la ciudad de Rosario, Pcia. de Santa Fe.

En 1981 comenzó a cantar profesionalmente junto a Juan Carlos Baglietto y Fito Páez, formando parte de este grupo musical hasta 1983, año en el que grabó su primer trabajo como solista.

 

Desde los inicios de su carrera ha sido una de las figuras paradigmáticas del rock argentino, movimiento que ha influenciado el posterior desarrollo musical de Latinoamérica.

 

En 1982, el escritor y director cinematográfico Eduardo Mignona, la convoca para cantar las canciones del film "Evita, quien quiera oír que oiga" y además para interpretar la voz de Eva Perón.

 

Posteriormente, participa como cantante en otras producciones cinematográficas: "Diapasón", de Jorge Polaco, con la dirección musical de Lito Vitale, "Luna Caliente" de Roberto Denis, con dirección musical de Litto Nebbia y "Martin Fierro, el ave solitaria" de Carlos Vallejo, con la dirección musical de Diego Clemente.

 

Su vasta trayectoria incluye giras por todas las provincias de la Rep. Argentina y conciertos en Estados Unidos, Chile, México y Uruguay.

Representa a su país en diversos festivales internacionales, entre los que se destacan el Festival de la O.T.I., realizado en Washington D.C. y el Primer Festival de la Canción, realizado en El Cairo, Egipto.

 

Recibe el reconocimiento de la prensa en varias oportunidades (premios, diplomas, distinciones) y de sus colegas. Caetano Veloso le dedica su libro "Verdade Tropical", declarando que Silvina es una de las cantantes que "mejor canta a Caetano". Ricardo Montaner incluye en su CD "Las mejores canciones del mundo" una de las canciones mas representativas de Silvina, titulada "Diablo y alcohol"

 

Su producción musical incluye ocho discos como solista, muchos de los cuales reciben el galardón de "Disco de oro".

Además participa como invitada en los trabajos discográficos de destacadas figuras de la canción: Juan Carlos Baglietto, Teresa Parodi, Los Trovadores, Lalo de los Santos, Litto Nebbia, Jorge Fandermole, Marilina Ross, Nito Mestre; Alejandro Filio y en producciones infantiles como Los Muvis y Cablín.

 

En 1993 publica su primer libro de poemas, titulado "Pena Privada".

 

Actualmente se encuentra preparando su segundo libro de poesía.

 

Acaba de finalizar su nueva producción discográfica titulada "El deseo", la cual saldrá a la venta en el mes de Junio y será presentada en vivo el 29 de Junio en el teatro ND Ateneo. Estará acompañada por su banda: Diego Clemente (guitarras, aerófonos, percusión y voz), Marcelo Pilotto (piano, acordeón y voz), Patricio Murphy (guitarra y bajo) y Jonatan Szer (percusión)

 

Su singularidad como cantante, autora y compositora, su ética profesional, su fidelidad a un estilo personal y la poesía sutil de sus canciones, la convierten en una de las figuras más destacadas y refinadas de la escena musical argentina.

     

Rendition of my Tesla Model S

 

Autor

CHARO BOGARÍN

 

Compositor

DIEGO PÉREZ

 

Producción artística

TONOLEC

 

Intérpretes

CHARO BOGARÍN (voz-charango)

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Estudio de grabación

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SANTA "Costurera"

FLORA "Costurera"

MARISA "Costurera"

SAMUEL ACOSTA

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Escuelas

EGB 1038 - Directora, LUCÍA

EGB 1035 - Directora, MIRTA

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MERCEDES MOREIRA

VEROKI BARRERA

GUIDO

MATÍAS SAAVEDRA

SOPHIE OLIVER

EMILIO DESTAILLATS

ROSARIO

MORE FERNÁNDEZ NÚÑEZ

FlLORENCIA FABIANO

PEPE CIELO

JAVIER PERALES

SEPE ZAYAS

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Bloco Lírico Compositores e Foliões no Carnaval da Casa da Cultura

 

Foto: Fernando Figueroa/ Secult PE - Fundarpe

Como dijo el famoso compositor de Habaneras Ricardo Lafuente, no hay otra forma de describir la belleza de Torrevieja más que con una Habanera..

Aquí os dejo una de las más famosas, nuestro Himno... una belleza de letra llena de sentimientos, melancolía ..amor..

 

Es Torrevieja un espejo

Donde Cuba se mira

Y al verse suspira

Y se siente feliz

 

Es donde se habla de amores

Entre bellas canciones

Que traen de Cuba

Su alma y sentir

 

Entre las olas tatuadas

Vienen las habaneras

que son de la Habana

Mensaje de amor

 

Y es con tus suaves caricias

A la vez que la brisa

Besa la playa con una canción

 

Es Torrevieja divina

Es con su cielo sin par

Eres embrujo, canto de amores

Plácido ensueño

Para el que busca soñar junto al mar

 

Es Torrevieja divina

Es con su cielo sin par

Eres embrujo, canto de amores

Plácido ensueño

Para el que busca soñar junto al mar

  

César Lacerda

Cantor e compositor

Compositor y productor musical

 

José Gaviria es un artista, productor, cantante y compositor colombiano, especializado en música MIDI. Nació en Bogotá el 25 de julio de 1970. Fundó la agrupación Doble UC. Después co-produjo dos álbumes como solista: Camaleón (1994) y Mundo Nuevo. Ha estado presente en producciones (ha sido el productor) de Karoll Màrquez, Claudia García, La Gamba, Olga Tañon, Xiomara Xybile, Yolandita Monge, Lucas Arnau, Stephanie Cayo y Fanny Lú.

 

Fuente: Wikipedia .

 

Fotógrafo: Luis Alejandro Bernal Romero, Aztlek. aztlek.com

Estatua a Pau Casals.

 

Pau Casals i Defilló (El Vendrell, Catalunya 1876 - San Juan, Puerto Rico 1973) fou un violoncel·lista, pedagog, director i compositor musical català. La seva gran contribució al món de la música va ser la innovació en la interpretació amb el violoncel que, més tard, va ser adoptada per tots els violoncel·listes del món.

 

La seva interpretació d'El cant dels ocells ha esdevingut un símbol de pau i llibertat arreu del món, i de manera molt més significativa dins l'àmbit català.

 

El 1958 va fer un concert i el "missatge de pau" que Pau Casals havia gravat uns dies abans a Ginebra fou retransmès a més de 40 països. També aquell any fou proposat com a candidat pel Premi Nobel de la Pau.

El 1961 va ser convidat pel president John F. Kennedy a fer un concert a la Casa Blanca i, dos anys més tard, el mateix president dels Estats Units, li concedí la Medalla de la Llibertat.

El 1971 va compondre l'Himne a les Nacions Unides, que dirigí el 24 d'octubre d'aquell any en un concert a la mateixa seu de les Nacions Unides, i on el secretari General de les Nacions Unides U Thant li entregà la Medalla de la Pau. Fou en aquesta ocasió que va pronunciar la frase "What is more, I am a Catalan." explicant que Catalunya tenia un parlament democratic molt abans que Anglaterra.

 

El 1973 va patir un atac de cor irreversible, a Puerto Rico. Va morir a San Juan de Puerto Rico el 22 d'octubre de 1973. L'any 1979 es van traslladar les seves despulles al cementiri del Vendrell, moment en el qual li fou concedida, a títol pòstum, la Medalla d'Or de la Generalitat de Catalunya.

 

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Pau Casals i Defilló (Catalan pronunciation: [ˈpaw kəˈzaɫs]) (December 29, 1876 – October 22, 1973), known during his professional career as Pablo Casals, was a Spanish Catalan cellist and conductor. He made many recordings throughout his career, of solo, chamber, and orchestral music, also as conductor, but Casals is perhaps best remembered for the recording of the Bach Cello Suites he made from 1936 to 1939.

Casals was an ardent supporter of the Spanish Republican government. After its defeat in 1939, Casals vowed not to return to Spain until democracy had been restored, although he did not live to see the end of the Franco dictatorial regime.

 

One of his last compositions was the "Hymn of the United Nations". He conducted its first performance in a special concert at the United Nations on October 24, 1971, two months before his 95th birthday. On that day, the Secretary-General of the United Nations, U Thant awarded Pau Casals the U.N. Peace Medal in recognition of his stance for peace, justice and freedom. Casals accepted the medal and made his famous "I am a Catalan" speech, where he explained that Catalonia had the first democratic parliament, long before England did.

 

He also made popular the old Catalan song, "El cant dels ocells" playing it at the UN.

 

-------

 

Pau Carles Salvador Casals i Defilló (El Vendrell, 29 de diciembre de 1876 - San Juan de Puerto Rico, 22 de octubre de 1973), más conocido como Pau Casals, y también como Pablo Casals en Latinoamérica y el mundo anglosajón, es unos de los músicos catalanes mas destacados del siglo XX. Por su incomparable desempeño como instrumentista del violonchelo, Casals es considerado uno de los mejores violonchelistas de todos los tiempos.

Una de sus composiciones más célebres es el "Himno de las Naciones Unidas", conocido como el "Himno de la Paz", compuesto mientras residía en su segunda patria, Puerto Rico (donde había nacido y se había criado su madre), y donde residían otros españoles renombrados internacionalmente, tales como Juan Ramón Jiménez y Francisco Ayala. Magnífico director de orquesta y notabilísimo compositor, Casals fue siempre un artista completísimo, con la más férrea disciplina y la dedicación más profunda a la música.

Además de reconocérselo por su imponente obra musical, Pau Casals destacó en todo el mundo por su activismo en la defensa de la paz, la democracia, la libertad y los derechos humanos, que le valieron prestigiosas condecoraciones como la Medalla de la Paz de la ONU y ser nominado al Premio Nobel de la Paz.

Fue en la ONU donde Casal dijo al aceptar la medalla "I am a Catalan"" (Soy un Catalán) donde explico que Catalunya tenia el primer parlamento democratico, mucho antes que Inglaterra.

 

Casals también manifestó públicamente su oposición al régimen franquista y su deseo de ver una Cataluña no necesariamente independiente pero con un grado alto de autonomía (vid. cap. V de sus memorias, dictadas originariamente en francés a Albert E. Kahn y traducidas al catalán como Joia i Tristor).

Pau Casals murió el 22 de octubre de 1973, a la edad de 96 años, en San Juan de Puerto Rico, a consecuencia de un ataque al corazón. Fue enterrado en el Cementerio Conmemorativo de San Juan de Puerto Rico.

El 9 de noviembre de 1979, restablecida la democracia en España, sus restos fueron trasladados al cementerio de El Vendrell, su población natal, donde actualmente descansan.

 

Popularizó la antigua canción catalana "El cant dels ocells" tocándola en la sede de la ONU;

   

Freddie Mercury (Stone Town, Zanzíbar, 5 de septiembre de 1946 – Kensington, Londres, Reino Unido, 24 de noviembre de 1991) fue un cantante, compositor y músico británico de origen parsi e indio, conocido por haber sido el fundador y vocalista de la banda de rock Queen, cuyo nombre de nacimiento era Farrokh Bulsara.Como intérprete, ha sido reconocido por su poderosa voz y extravagantes puestas en escena. Como compositor, escribió muchos éxitos, tales como «Bohemian Rhapsody», «Killer Queen», «Somebody to Love», «Don’t Stop Me Now», «Crazy Little Thing Called Love», «Barcelona» y «We Are the Champions». Además de la actividad con Queen, en los años ochenta lanzó su carrera como solista, que lo llevó a publicar dos álbumes, Mr. Bad Guy en 1985 y Barcelona en 1988, el último en colaboración con la soprano española Montserrat Caballé. El sencillo homónimo, una colaboración entre ambos, fue la canción oficial de los Juegos Olímpicos de Barcelona 1992.Murió de una bronconeumonía complicada por el sida el 24 de noviembre de 1991, solo un día después de comunicar oficialmente que padecía esta última enfermedad. En 2006, la revista Time Asia lo nombró como uno de los héroes asiáticos más influyentes de los últimos sesenta años y continúa siendo votado por la gente como uno de los mejores cantantes en la historia de la música popular. En 2005, en una encuesta organizada por Blender y MTV2, fue nombrado el mejor cantante masculino de todos los tiempos. En 2009 una encuesta de la revista Classic Rock lo colocó en el primer puesto entre los mejores cantantes de rock de todos los tiempos. En 2008, la revista estadounidense Rolling Stone lo colocó en el puesto 18 en su lista de los 100 mejores cantantes de todos los tiempos, reflejando la opinión de la editorial de la revista, mientras que Classic Rock, al año siguiente, lo consideró el mejor cantante de rock de la historia. Por su parte, Allmusic definió a Mercury como “uno de los líderes más carismáticos y dinámicos en la historia del rock”. Una encuesta hecha por The Sun, que pretendía encontrar al «Máximo dios del rock», situó a Mercury en el puesto número uno.Para recordar la personalidad y el pensamiento de este genio, compartimos algunas de sus mejores frases:

  

- No me gusta que mis dientes sean tan prominentes. Me los quiero arreglar, pero no tengo tiempo. Por lo demás, soy perfecto.

- Me gusta imaginarme que soy una pantera negra.

- Olviden los rumores de nuestra separación, estaremos juntos hasta la muerte.

- Las cosas que he hecho en mi vida…¡Las calificarían con XXX, se los aseguro!

- Yo pienso que mis melodías son superiores a mis letras.

- “We are the champions” ha sido adoptada por los hinchas de fútbol porque es una canción de vencedores. No imagino a nadie que escriba una nueva canción que pueda sustituirla.

- Creo que me llevo bien con la mayoría de la gente. Estoy seguro de que incluso me llevaría bien con King Kong. Tenemos la misma edad y he escalado edificios más altos.

- No seré una estrella de rock. Seré una leyenda.

  

- No me considero un líder. La persona más importante, quizás.

- Por gente como John Lennon viviríamos en paz. Por gente como el que le mató vivimos como vivimos.

- No puedo ganar. El amor es para mí la ruleta rusa. Nadie ama mi verdadero yo. Están enamorados de mi fama, de mi estrellato.

- Soy una prostituta musical.

- Divertido como el amor es el final de las mentiras cuando comienza la verdad.

- Creo que todos saben que no sé tocar la guitarra… sólo me sé 3 acordes.

- Una de mis inspiraciones iniciales se remonta a la película Cabaret. Amo a Liza Minelli.

- No tengo el miedo de hablar claro, y decir cosas que quiero hacer, o hacer las cosas que quiero hacer… pienso que ser natural, y ser genuino es triunfar.

- La peor enfermedad es el aburrimiento.

- Si es planeado, es aburrido.

- La gente se inquieta cuando me conoce. Piensan que voy a comérmelos. Pero en el fondo soy bastante tímido.

- En el escenario soy un demonio. Pero soy apenas un rechazado social.

- Soy un desesperanzado con dinero; simplemente gasto lo que tengo.

- ¿Qué estaré haciendo en veinte años? Estaré muerto, cariño, ¿estás loca?

- La fórmula ideal para escribir es desnudo en la playa. Ahí sale todo.

- Las mujeres son como las obras de arte modernas. Si tratas de entenderlas, no podrás disfrutarlas

- Si no estuviera haciendo esto, no tengo nada más qué hacer, ¿sabes? No sé cocinar… No soy bueno como ama de casa.

- El dinero podrá ser vulgar, pero es majestuoso.

- Puedes tenerlo todo en el mundo y ser el hombre más solo en el mundo. El éxito me ha hecho un ídolo y ser millonario pero me ha impedido tener una cosa que necesitamos: Cariño, una relación estable.

- Cuando dejen de comprar nuestros discos, entonces diré adiós y haré otra cosa, tal vez me vuelva stripper.

- Lo único que me hace seguir adelante es que me gusta reírme de mí mismo. Pero todo es fingido. Por dentro sigo siendo un músico.

- Pensé que seríamos grandes, y lo fuimos.

- Nadie más sacará un solo penique, excepto mis gatos Oscar y Tiffany. Aparte de ellos, no voy a regalar ninguna de mis cosas cuando esté muerto.

- Cuando esté muerto, me gustaría que se me recordara como un músico de cierta valía y sustancia.

  

- www.sinneuronas.com/a-23-anos-de-su-muerte-las-mejores-fr...

http://www.sinneuronas.com/a-23-anos-de-su-muerte-las-mejores-frases-de-freddie-mercury/

Locuras

  

#Locuras

From: De Grafiske Fag 1925

 

Here some info from the article

 

Invented by the German American engineer D. Petri-Palermo and Benjamin F. Bellow from Cleveland.

4 double magazines – total 8 different type faces. 1016 characters on the machine – split over the 4 magazines. 6 to 24 pkt. All 8 typefaces can be used on the same line despite the pt. size. No hand matrices.

5 casting forms. 127 typesetting keys on the keyboard.

Typefaces: Baskerville, Bodoni, Old Style, Caslon & Gothe etc. - in cooperation with Bauersche Gisserei in Frankfurt a.M.

Pedro Moraes

Cantor e Compositor

Autobiografia

Cayambe: 1902 - Quito: 1992

Cayambeño, Músico de Banda

Héroe de guerra 1941

Sub Oficial del Ejército Ecuatoriano 1949

Director de Bandas por todo el Ecuador

Compositor Musical, 192 canciones

Director de la Banda Municipal de Cayambe

 

Compiladores:

Gabriel Eduardo Meza Rueda

Gabriel Meza Perez

Investigacion: Pablo Guaña

Rendition of my Tesla Model S

 

Capa do Cd do compositor Júlio César Barbalho

El Festival de Salzburgo se apuntó el tanto de su última década al presentar este verano el estreno mundial de la tercera ópera del compositor británico Thomas Adès (Londres, 1971) a partir de la corrosiva película «El ángel exterminador» (1962) de Luis Buñuel. Adès declaró en una entrevista reciente que le vino la idea de abordar este drama surrealista para convertirlo en ópera hace unos 15 años, antes incluso de componer su aclamada obra lírica «La tempestad» (2004), ofrecida en los principales escenarios internacionales (excepto en España). A priori no era fácil abordar con éxito un proyecto así al tratarse de una obra coral con 22 personajes y un abundante diálogo en la que un grupo de burgueses son invitados a cenar, tras una función operística, en la mansión de los Nobile, de la que misteriosamente no podrán salir, aunque no había nada que lo impidiera. En su película, Buñuel hace un grotesco retrato de la refinada e insustancial sociedad burguesa mexicana que llega a perder sus encantadores modales llevándoles hacia unos humillantes límites de degradación humana a medida que pasan los días encerrados en un único espacio, que se vuelve cada vez más opresivo por la degradación de las relaciones personales entre ellos. La condición humana y sus inexplicables reacciones incontroladas ante un impedimento desconocido y azaroso es la clave a partir de la cual Adés construye una página operística modélica de poco más de dos horas con una música intensa y libre de ataduras con referencias claras al vals vienés, la música de Shostakovich, la ambigüedad tonal de Messiaen, incluso los repetitivos ritmos martilleantes de los tambores de Calanda (pueblo de nacimiento de Buñuel). Pero, sobre todo, es el lenguaje tan personal de Adés lo que hizo que esta obra tuviera de principio a fin un ritmo frenético, casi convulsivo y con marcada bipolaridad entre la tonalidad y la atonalidad, que logró mantener en vilo al espectador (no se movía ni una mosca en la sala), a través de una singular profundización sicológica de la veintena de extravagantes personajes, cincelados con gran maestría a partir de un tratamiento vocal riquísimo, variadísimo y dificilísimo, que abarca toda la gama vocal desde la tesitura del bajo (Doctor) hasta la soprano de extrema coloratura (Leticia) pasando por la voz de contratenor (Francisco de Ávila). Estamos pues ante una ópera totalmente abierta que no reniega de los ancestros y que mira al futuro, sin ataduras, con total libertad ¿Modernidad musical? La escena, coproducida por los grandes teatros de Londres, Nueva York y Copenhague –¿por qué no han estado aquí los coliseos españoles?– se abría al espectador con una sencilla escenografía giratoria, presidida por un arco central en madera de caoba, un simple mobiliario como atrezzo y una estupenda iluminación. Concebida y realizada por el también libretista de la obra, Tom Cairns, es fiel al guión original de la película, utilizando las polémicas y surrealistas repeticiones de las secuencias de Buñuel que le imprimen un ritmo extraño y poético tanto al film como a la ópera. Compositor y libretista sólo aligeran la última parte del drama, momento en el que salen del encierro de la mansión hasta la escena final de la iglesia, convirtiéndolo en un epílogo más impactante con un coro interno de fondo. Aquí hay menos humor que en la película, pero sin embargo Adés y su socio teatral Cairns consiguen potenciar mucho más la sicología humana de los personajes apoyándose en un sustrato musical excepcional que bucea en los límites de la degradación humana deteriorada por una vivencia extrema. La dirección musical, muy cuidada, fue espléndida en todo su conjunto y estuvo a cargo del propio compositor, al frente de la Orquesta de la ORF de Viena. El reparto vocal, en paralelo al de la película, estuvo encabezado por la histérica Lucia Nobile de Amanda Echalaz, el sólido tenor Charles Workman (Edmundo Nobile), la estratosférica soprano Audrey Luna (Leticia), la sensacional Blanca de Christine Rice (lo mejor del reparto en términos vocales y teatrales), el divertido Eduardo del contratenor Ed Lyon y los valores seguros de esos tres monstruos sagrados de la escena de las últimas décadas (algunos en vías de retirada) como son: Thomas Allen (Roc), John Tomlinson (Doctor) y Anne Sofie von Otter (Leonora). Al final el público saltó como un resorte de su butaca y vitoreó durante más de diez minutos la nueva ópera de Thomas Adès, que dará mucho que hablar. La misma sensación tuve hace cuatro años tras el estreno en el Festival de Aix de otra obra maestra de este siglo, «Written on Skin», de Georg Benjamin.

Source: la razon www.seewaldevents.es/2016/08/02/bunuel-intenso-y-libre/

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Silvina Garré, cantante, autora, compositora y psicoanalista argentina, nació en la ciudad de Rosario, Pcia. de Santa Fe.

En 1981 comenzó a cantar profesionalmente junto a Juan Carlos Baglietto y Fito Páez, formando parte de este grupo musical hasta 1983, año en el que grabó su primer trabajo como solista.

 

Desde los inicios de su carrera ha sido una de las figuras paradigmáticas del rock argentino, movimiento que ha influenciado el posterior desarrollo musical de Latinoamérica.

 

En 1982, el escritor y director cinematográfico Eduardo Mignona, la convoca para cantar las canciones del film "Evita, quien quiera oír que oiga" y además para interpretar la voz de Eva Perón.

 

Posteriormente, participa como cantante en otras producciones cinematográficas: "Diapasón", de Jorge Polaco, con la dirección musical de Lito Vitale, "Luna Caliente" de Roberto Denis, con dirección musical de Litto Nebbia y "Martin Fierro, el ave solitaria" de Carlos Vallejo, con la dirección musical de Diego Clemente.

 

Su vasta trayectoria incluye giras por todas las provincias de la Rep. Argentina y conciertos en Estados Unidos, Chile, México y Uruguay.

Representa a su país en diversos festivales internacionales, entre los que se destacan el Festival de la O.T.I., realizado en Washington D.C. y el Primer Festival de la Canción, realizado en El Cairo, Egipto.

 

Recibe el reconocimiento de la prensa en varias oportunidades (premios, diplomas, distinciones) y de sus colegas. Caetano Veloso le dedica su libro "Verdade Tropical", declarando que Silvina es una de las cantantes que "mejor canta a Caetano". Ricardo Montaner incluye en su CD "Las mejores canciones del mundo" una de las canciones mas representativas de Silvina, titulada "Diablo y alcohol"

 

Su producción musical incluye ocho discos como solista, muchos de los cuales reciben el galardón de "Disco de oro".

Además participa como invitada en los trabajos discográficos de destacadas figuras de la canción: Juan Carlos Baglietto, Teresa Parodi, Los Trovadores, Lalo de los Santos, Litto Nebbia, Jorge Fandermole, Marilina Ross, Nito Mestre; Alejandro Filio y en producciones infantiles como Los Muvis y Cablín.

 

En 1993 publica su primer libro de poemas, titulado "Pena Privada".

 

Actualmente se encuentra preparando su segundo libro de poesía.

 

Acaba de finalizar su nueva producción discográfica titulada "El deseo", la cual saldrá a la venta en el mes de Junio y será presentada en vivo el 29 de Junio en el teatro ND Ateneo. Estará acompañada por su banda: Diego Clemente (guitarras, aerófonos, percusión y voz), Marcelo Pilotto (piano, acordeón y voz), Patricio Murphy (guitarra y bajo) y Jonatan Szer (percusión)

 

Su singularidad como cantante, autora y compositora, su ética profesional, su fidelidad a un estilo personal y la poesía sutil de sus canciones, la convierten en una de las figuras más destacadas y refinadas de la escena musical argentina.

     

Linda voz e interpretação.

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