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This image forms part of the digitised photographs of the Ross and Pat Craig Collection. Ross Craig (1926-2012) was a local historian born in Stockton and dedicated much of his life promoting and conserving the history of Stockton, NSW. He possessed a wealth of knowledge about the suburb and was a founding member of the Stockton Historical Society and co-editor of its magazine. Pat Craig supported her husband’s passion for history, and together they made a great contribution to the Stockton and Newcastle communities. We thank the Craig Family and Stockton Historical Society who have kindly given Cultural Collections at the University of Newcastle, NSW, Australia, access to the collection and allowed us to publish the images. Thanks also to Vera Deacon for her liaison in attaining this important collection.

 

Please contact Cultural Collections at the University of Newcastle, NSW, Australia, if you are the subject of the image, or know the subject of the image, and have cultural or other reservations about the image being displayed on this website and would like to discuss this with us.

 

Some of the images were scanned from original photographs in the collection held at Cultural Collections, other images were already digitised with no provenance recorded.

 

You are welcome to freely use the images for study and personal research purposes. Please acknowledge as “Courtesy of the Ross and Pat Craig Collection, University of Newcastle (Australia)" For commercial requests please consider making a donation to the Vera Deacon Regional History Fund.

 

These images are provided free of charge to the global community thanks to the generosity of the Vera Deacon Regional History Fund. If you wish to donate to the Vera Deacon Fund please download a form here: uoncc.wordpress.com/vera-deacon-fund/

 

If you have any further information on the photographs, please leave a comment.

riding out of town. Sam, Daniel, Ira, Ryan

Canyon de Chelly, Arizona

www.charlesdeoxum.com.br/2018/02/o-segredo-da-ocupacao.html

 

Para muitos batuqueiros isto é um mito, ou um assunto que realmente não se comenta, mas quem é do meio sabe que não é realmente desta forma que acontece.

  

Quase sempre no dia posterior ao batuque sempre nos reunimos em uma rodinha com filhos e amigos para comentar o mesmo, as pessoas em questão e os santos que se manifestaram na festa, então de fato é um assunto que se comenta.

  

Mas quando se faz algumas perguntas básicas sobre o mesmo, daí temos perguntas sem respostas ou mesmo respostas categóricas.

 

A pergunta que não quer calar: Porque as pessoas não podem saber que se ocupam? Que o santo chega! Que é cavalo de santo!

 

Cada casa, cada pai ou mãe de santo conta uma história e quando não sabem ao menos uma história são categóricos em dizer: não pode e pronto não pergunta mais!

  

As histórias são incríveis e fácil de acreditar veja alguns exemplos:

  

- As pessoas não podem saber que se ocupam por que se não a pessoa que contar vai morrer e a que ficar sabendo enlouquece, entendeu!

 

- As pessoas não são dignas de receber um santo, quando descobrem que o recebe ficam loucas devido à pureza do santo descoberta em corpo impuro, entendeu!!

 

- Por que se não o santo foge!

 

- O santo trás consigo o segredo da morte da pessoa, e divide com todos os segredos da chegada dele, quando isso é revelado ele então embaralha a mente do mesmo, não chegando mais e retribuindo o segredo da morte para pessoa que contou!!

  

Essas são só algumas das histórias que eu mesmo ouvi nas casas de religião por ai a fora, da boca de muitos batuqueiros inclusive famosos.

  

Sem base nenhuma, sem se quer fonte justificativa quando questionados mais a fundo.

  

São história que vem de geração em geração, muitas sem pé nem cabeça.

  

No candomblé a pessoa é escolhida pelo santo, o mesmo então anuncia sua chegada através dos búzios e assim o babalorixá recepciona o mesmo com parlamentos e glorias dada ao santo, e não a pessoa.

  

A pessoa é uma escolhida, ou seja, uma iluminada pelo orixá, digna da chegada do mesmo, é informada disso sem problema nenhum, pelo contrario, isso é uma honra!

  

Em nossa Nação Rio Grandense, o santo é tratado também como uma divindade de luz maior e poder absoluto, porém as pessoas não se portam com humildade perante aos mesmos, claro que nem todas agem assim, mas uma grande porcentagem age desta forma egoísta.

 

Para explicar um pouco mais sobre este assunto temos que voltar um pouco no tempo e buscar a pureza que nossa religião era á um tempo atrás, e que hoje resta muito pouco.

  

Os antigos acreditavam que a chegada de um santo na terra era motivo de festa e os adoravam como se fosse Deuses o que realmente são.

  

As possessões dada de um santo ao individuo era total, ou seja, a pessoa realmente entrava em transe profundo e absoluto, sem controle nenhum de seus movimentos e ações feitas no ritual, essa manifestação era muito forte ao ponto de ter certos cuidados para que ao subir ou for embora, a pessoa pudesse voltar ao seu estado normal sem nenhum prejuízo físico ou psicológico, e muitos não sabiam o que tinha acontecido, ou mesmo que tinham se ocupado de santo.

  

O cuidado era maior, a devoção era maior, o respeito era total e a veracidade da possessão era plena, pois o santo conseguia mudar o relógio da percepção da pessoa ocupada e ela simplesmente não se dava conta que havia sido tomada pela força de seu orixá independente do tempo que ele ficava em seu corpo.

 

O segredo surgiu pelo respeito que as pessoas tinham pelo orixá que se manifestava de forma bruta e suave ao mesmo tempo, mostrando veracidade nas palavras, danças e gestos feitos no ritual.

  

Os próprios orixás em possessão nos aparelhos pediam aos filhos e pessoas envolvidas nos rituais que não contassem suas chegadas, visando manter a fé e a devoção da pessoa escolhida.

 

A obrigação de nação consiste em ligações: Ocutá, casa do santo representando a natureza, Ferramentas, armas do mesmo para defesa simbolizando a matéria, o Axorô, sangue de animal, simbolizando vida sacrifício, Ori, cabeça da pessoa, simbolizando a vida de quem vai se guiar, cuidar e trabalhar a partir daquele momento.

  

A confirmação maior de todas essas ligações é dada, quando o orixá em questão manifesta na pessoa em obrigação.

 

Mesmo o fato não acontecendo não nos permite dizer que a obrigação não houve resposta ou não foi confirmada, na verdade existem também outras formas de saber se a obrigação foi bem aceita pelo orixá e se vai beneficiar a pessoa em questão.

  

Ex: Búzios.

  

Mas voltando ao assunto inicial, os orixás no mundo já pediam que não divulgassem suas chegadas, por que sabiam que de uma forma ou de outra, isso afetaria em médio ou em longo prazo a fé das pessoas manifestadas do mesmo.

 

E para continuar chegando e dando seus Axés a todos, precisa de um aparelho, corpo limpo.

 

O corpo limpo para orixá não se trata de sujeira material, mas sim de sujeira espiritual aquela que afeta sua fé.

 

A fé é a crença naquilo que não se vê e não se tem como provar, mas sentimos de alguma forma e isso faz com que as coisas se tornem menos difícil.

  

Acreditar na obrigação pura, nas ligações que compõem uma obrigação, nos rituais que fazem parte da mesma, sem querer ou desejar ser o santo, mas sim cultuá-lo, isso é ter fé, isso é ter o corpo limpo para uma aproximação maior do orixá na pessoa.

 

Não se pode divulgar isso, por que simplesmente o fato de saber que se ocupa afetará de imediato a pureza estabelecida pelo santo para então fazer sua chegada.

 

As consequências de uma pessoa que fica sabendo que se ocupa são obvia, tem haver com o fato de enlouquecer, por que uma pessoa sem fé é uma pessoa sem rumo, sem direção, perdida no meio do povo sem saber em quem confiar e abandonada.

  

A pessoa que conta, também terá o mesmo destino, por que se trata de uma pessoa impura no meio, e terá as consequências, não com a morte, mas com o abandono dos orixás sobre sua vida por que contribuiu para destruição de uma fé pura que mantinha o orixá na terra para dar sua benção.

  

O assunto é sério, e temos muita gente agindo desta maneira, pessoas não instruídas, não preparadas para religião e que mesmo assim acabam por se tornar lideres religiosos e ensinar erradamente seus seguidores.

 

Precisamos nos atualizar, mas não devemos esquecer nossos princípios e nossas raízes deveram sempre ser respeitadas e cultuar os orixás da mesma forma que se cultuava antigamente, afinal quem mudou foi nós e não eles.

  

Hoje os batuques não são mais como eram antigamente, mas os santos ainda são os mesmos, se estão mais bonitos foi por que o pai de santo o doutrinou assim desta forma, se este mais bem vestido foi por que a pessoa investiu no melhor tecido, se está apagadinho, é porque criamos expectativas conforme a roupa, se não nos surpreende mais, é por que hoje somos mais exigentes, mas acredite o santo ainda é o mesmo.

  

Avalie seu comportamento nos batuque e veja quem mudou!

  

Antes o santo quando chegava era aplaudido ou no mínimo louvado com sua saudação, e isso se dava independentemente de trajes ou nomes, mas pelo simples fato da chegada. Faziam filas e mais filas de pessoas para tomar axé com o santo, quando partia as pessoas se emocionavam com a saída do santo, suas palavras eram esperadas com fervor e podiam ser qualquer coisa: saúde, prosperidade, paz, amor, união. Acatávamos com toda fé do mundo, adorávamos um batuque.

  

Na hora da Aforiba, aplaudíamos o ritual, era lindo, bebíamos o atâ, comiam a canja, e o amalá tudo era com muito respeito, esperávamos a hora da canjica era sagrada.

  

A balança era o ponto alto do batuque quem não participava queria ver de todo jeito, a reza do Alá, dançar para iemanjá era motivo de honra.

 

Tinha uma época que ninguém podia sair antes do ecó do batuque era errado podia atrair coisas ruins e muitos tinham o compromisso de ficar até o fim, e quem viesse no primeiro batuque tinha por obrigação comparecer no segundo.

  

Quem mudou?

  

O que mudou?

  

Não importa forma que é feito, como são apresentados, de que maneira dançam a roupa que não brilha as rezas que não danço as pessoas que não gosto, as comidas que não como, a marca de refrigerante que não bebo o banco duro que estou sentado, o fulano que é mais paparicado.

  

O que de fato faço eu aqui, no meio de tanta gente, mas sou eu muito diferente?

 

Gosto ou sou obrigado? Sorrio mas não estou feliz? Acredito só se me provarem!

  

É esse tipo de atitude descompensada e sem nexo que produzem os JOIOS que temos hoje, e ensinam história sem fundamentos sobre ocupação, por que ao explicar a verdade atiram em seus próprios pés.

  

Autor: Anderson de Bará Agelú

   

1972 school disco at St. Joseph's Grammar Technical school, Hebburn. Before the days when the school disco was rebranded a prom ('cause we all wish we were American, don't we?).

MIMIC - clytia mimics - Common Mime - Papilio clytia - Mimic form of model - Common Indian Crow

Think this is easy? Well, you're wrong.

人型からペイルライダー形態へ。

Cut up milk jug strips, bonded wax paper with rubber cement, and created molds with masking taping. Surprisingly effective.

From the exhibition Forming, November 16 - January 24, 2009.

 

Photo by AGCC Visual Arts Director Marshall Astor.

Autor:

Coello, Francisco (1822-1898)

Título:

Zaragoza [Material cartográfico] / este mapa ha sido formado en vista de diferentes documentos por el Coronel del Cuerpo de Ingenieros D. Francisco Coello ; grabado bajo la dirección del autor ; el contorno por Raynaud ; la topografía por Lebreton ; y la letra por Bacot.

Datos cartogr.:

1:200.000.

Publicación:

Madrid : [s.n.], 1853.

Descripción física:

1 mapa : col., grab. ; 83 x 112 cm, pleg. en 20 x 14 cm.

Serie:

Atlas de España y sus posesiones de Ultramar

Contenido:

Los planos incluyen la relación de los edificios emblemáticos.

Contenido:

Inserta planos de población de: 1. Zaragoza. - 1:10.000. - 17 x 26 cm. - 2. [Contornos de Zaragoza]. - 1:100.000. - 12 x 18 cm. - 3. Pina. - 1:10.000. - 12 x 8 cm . - 4. Tarazona. - 1:10.000. - 11 x 13 cm. - 5. Calatayud. - 1:10.000. - 11 x 13 cm. - 6. Borja. - 1:10.000. - 9 x 8 cm. - 7. La Almunia de Doña Godina. - 1:10.000. - 9 x 8 cm. - 8. Ateca. - 1:10.000. - 10 x 11 cm. - 9. Daroca. - 1:10.000. - 10 x 11 cm. - 10. Belchite. - 1:10.000. - 10 x 11 cm. - 11. Caspe. - 1:10.000. - 10 x 11 cm.

Contenido:

Contiene: Mapa de la provincia. - 1:200.000. - 74 x 111 cm

Notas:

"Este mapa se completa mirando la línea de graduación AB a la marcada con las mismas letras en el Suplemento de Aragón"

Notas:

En el margen superior izquierdo: Diccionario geográfico-estadístico-histórico.

Al verso: etiqueta en la que consta Atlas de España y sus posesiones de Ultramar. Zaragoza por Coello.

Notas:

Esta obra se publica para complementar el Diccionario geográfico-estadístico-histórico de Pascual Madoz.

Notas:

Escala expresada en otras unidades. - Orientado. - Longitud oriental del meridiano de Madrid. - Márgenes graduados. - Relieve por sombreado y normales. - Abundante toponimia. - Delimitaciones administrativas en color.

Referencias:

Anes, Gonzalo, coord. Economía, sociedad, política y cultura en la España de Isabel II: exposición con motivo del primer centenario de la muerte de Isabel II, del 12 al 28 de enero de 2004. Madrid: RAH, 2004, p. 97-98

Martín López, José. "Francisco Coello y su obra" en Boletín del Instituto de Estudios Gienenses, julio/diciembre 1998, n. 169, p. 45-65

Materia/género:

Zaragoza (Provincia)-Mapas generales-1853.

Zaragoza-Planos de población-1853.

Zaragoza (Alrededores)-Mapas generales-1853.

Pina (Zaragoza)-Planos de población-1853.

Tarazona (Zaragoza)-Planos de población-1853.

Calatayud (Zaragoza)-Planos de población-1853.

Borja (Zaragoza)-Planos de población-1853.

La Almunia de Doña Godina (Zaragoza)-Planos de población-1853.

Ateca (Zaragoza)-Planos de población-1853.

Daroca (Zaragoza)-Planos de población-1853.

Belchite (Zaragoza)-Planos de población-1853.

Caspe (Zaragoza)-Planos de población-1853.

Otros responsables:

Madoz, Pascual (1806-1870)

Raynaud.

Lebreton, Louis (1818-1866)

Bacot, Pierre Adolphe.

Madoz, Pascual (1806-1870). Diccionario geográfico-estadístico-histórico.

Lugar:

España - Madrid

Serie normalizada:

Coello, Francisco (1822-1898). Atlas de España y sus posesiones de Ultramar.

 

Enlace a europeana :

www.europeana.eu/portal/es/record/2022717/bnesearch_detal...

Large

 

The diving school takes safety and education very seriously, so equipment were to be unloaded and checked and forms were to be filled out, before Louise could return to Eshu

Ever: Argentina (detail)

Cackling Geese at the Rio Grande Nature Center.

 

Happy Feathery Friday!

Sigurd Bronger. Norsk Form's yearly award ceremony for design. Held at the Norwegian Centre for Design and Architecture. Photo: André Gali

Viola trinervata forma semialba, rocky hillsides adjacent to WA Hwy. 821 (Canyon Rd.), Yakima River Canyon, north of Roza, Kittitas Co., WA, 13 Apr 2021.

Human figure, stoneware and limestone, 43cm high

Anish Kapoor in Pitzhanger Manor, optical tricks with mirrors and metal

 

Anish Kapoor

(March to August 2019)

 

Within the newly restored gallery, with its three circular skylights, Kapoor’s sculptures challenge our traditional notion of form and space by disorientating the viewer and transforming their surroundings.

These sculptures echo Soane’s complex use of mirrors and light and will enable visitors to Pitzhanger to see Soane’s architecture from a fresh perspective.

[Pitzhanger Manor & Gallery]

  

Pitzhanger Manor was bought by Sir John Soane (1753-1837) in 1800. He demolished most of George Dance's building but retained the southern extension, replacing the main block with one of his own design. In the same year Soane employed John Haverfield to produce new designs for the grounds which were delivered by September 1800 (guidebook). The new mansion was used to display Soane's art collection and for entertaining, his Lincoln's Inn house being retained as the family residence. By 1809 Soane was only occasionally at Pitzhanger and in June of that year he instructed James Christie to sell the house and the estate. Once again the property passed through a series of owners until, in 1843, it was sold to the politician Spencer Walpole and became the home of his four unmarried sisters-in-law, the daughters of the Rt Hon Spencer Perceval. Prior to the death aged ninety-five of the last-surviving Perceval sister, Frederika, in May 1900, her nephew, Sir Spencer Walpole, had begun negotiations with Ealing District Council for the sale of the house and the estate. The sale negotiations were completed early in January 1900 and, following Miss Perceval's death, alterations were carried out. The then Borough Surveyor, Charles Jones, was responsible for the designs for the alterations to the house and grounds and in April 1902 the building was opened as a public library. At the time of the sale, the property was variously referred to as Manor House Park (Middlesex County Times, 19 May 1900) and Perceval Park (Middlesex County Times, 28 July 1900). The name Walpole Park was adopted after communications between the last owner and Ealing Borough Council towards the end of 1900.

Further major alterations to the library building were completed by 1940 and then, in 1984, the Central Library was moved to new premises in Ealing. The following year a continuing programme of restoration and repair to both the mansion and the grounds began. The restored manor house was reopened as a museum and centre for cultural events in the late 1990s. The grounds continue (2000) in the ownership of the London Borough of Ealing.

[Historic England]

This metal was formed and fabricated to customers specification

A quick morning walk around Talkin Tarn Country Park

 

Talkin Tarn is a glacial lake and country park near Brampton, Cumbria, England. The lake is a kettle hole lake, formed 10,000 years ago by mass glacial action.

 

The name is of Brittonic origin. The Brittonic dialect known as Cumbric was formerly spoken in the area. The first element, tal, means "brow" or "end" in Brittonic and modern Welsh, Cornish, and Breton. The second element is unclear. It may come from the Brittonic word which appears in Welsh and Old Cornish as can ("white") and Breton as kann ("bland, brilliant"). Talkin may be a hill-name meaning "white brow".

 

'Tarn' is derived from Old Norse 'tjǫrn' and then Middle English 'terne' meaning 'small mountain pool' or 'small lake'.

 

Talkin Tarn Country Park is owned and maintained by Carlisle City Council. It is home to the Boat House Tea Rooms, Brampton Sailing Club, and Talkin Tarn Amateur Rowing Club. The profits from the Tea Rooms and the pay and display car parking are reinvested in the up keep and improvement of the site.

 

Rowing is an activity at Talkin Tarn. The rowing club, Talkin Tarn Amateur Rowing Club, celebrated its 150th anniversary in 2009. Rowing races were first held on Talkin Tarn in the 1850s, and the Rowing Club was formed in 1859 by local townsfolk, several descendants of whom still live in the area. It is the oldest rowing club in the North of England, with the exception of Tyne Rowing Club, and is the 14th oldest non-university club in the country. Talkin Tarn Annual Regatta has grown considerably in recent years from a total entry of 20 in 1946 and 97 in 1988 to what it is today – very successful and one of the largest one-day regattas outside of London with total entries now in excess of 400.

 

On 9th November 1983 an Aerospatiale Gazelle Helicopter (reg G-SFTB) crashed into the tarn during a low level training flight from Carlisle Airport. The single occupant escaped the crash but the helicopter, once raised from the bottom, was damaged beyond repair.

 

Research on climate change carried out at Talkin Tarn was published in 2004.

 

Old buckles, stone axes, and urns have been found in the area.

 

#talkin #talkintarn #talkintarncountrypark

 

More photos of Talkin Tarn here: www.flickr.com/photos/davidambridge/albums/72157633050144969

FORM V by Mark Andrew Webber. The fifth in a 5-part series of works published by The Future Tense.

 

Email info@thefuturetense.net for more details.

 

Best viewed as a set here: www.flickr.com/photos/thefuturetense/sets/72157636580595424/

Formen und Farben in Münchens Untergrund

Papier, ruban adhésif, techique mixte

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