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A Coleção fotográfica faz parte integrante da cobertura efetuada durante a mesa redonda, realizada a 27 de outubro no Auditório da ESTIG, com Ricardo, ex-guarda redes da Selecção Nacional, e Rui Dias (Director Criativo da Sporting TV)
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38° 00' 46.87''N
7° 52' 22.19''W
this piece is one of my earliest pieces in my portfolio. the beginning to my love of the human form.
model: Alex H.C.
how to make Vegetable risotto with chicken? In addition to wheat in the form of pasta and Pizza, in Italy you enjoy another cereal, rice, in its most traditional form of preparation, the risotto, own elaboration of the northwest zone of the country, Lombardy, Verona and Piedmont.
We can prepare many varieties of risotto, depending on the ingredients and broths that accompany the rice. What has to be a common denominator is the type of rice. A high-starch, hard, and resistant rice is called for. It is that amount of starch that will be gradually released while it absorbs the broth, maintaining its texture without breaking.
Among the most suitable varieties are arborio rice and carnaroli. The latter is the one we have used to make this chicken and vegetable risotto. We take risotto very seriously on our blog, and you even have a special course for make risotto like a real italian. That is why for this Italian risotto we have used rice to Scotty Risotto that perhaps it is the one that we can find more easily in supermarkets and large surfaces, maintaining the product canons of Italian cuisine.
This is one of those recipes that starting from the simplest ingredients, we get a first-class result. with a simple cooked chicken meat, or even using remains of a grilled chicken that is left over on Sunday or a chicken stew and the seasonal vegetables that we have in the fridge, we will have a risotto to suck our fingers. Who's up to prepare it this week?
Preparation
yourkitchen.alrehmanstore.com/delicious-vegetable-risotto...
Por meio da Educação, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) reforça a luta por um novo projeto de agricultura, que respeite a natureza e todas as formas de vida. Esse objetivo se fortalece com a formatura de 44 jovens camponeses, oriundos de dez estados, no Curso Superior de Agronomia com Ênfase em Agroecologia. A colação de grau dos trabalhadores Sem Terra e Atingidos por Barragens foi realizada na noite do dia 15 de dezembro de 2018 no Assentamento Novo Sarandi, em Sarandi, no Norte do Rio Grande do Sul.
As aulas de Bacharelado em Agronomia acontecem desde 2014 no Instituto Educar, uma escola de ensino superior e técnico construída pelo MST na antiga Fazenda Annoni, em Pontão, também na região Norte gaúcha. Essa é a primeira turma de engenheiros agrônomos formada na instituição. A segunda conclui seus estudos em 2020 e a terceira deve ingressar em fevereiro de 2019. O curso, que possui cinco anos de duração e ocorre em regime de alternância, é viabilizado através do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), em parceria com a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Erechim.
Colação de grau
O ato de colação de grau lembrou o papel histórico das mulheres camponesas na descoberta e no desenvolvimento da agricultura, por meio do cultivo e da preservação de sementes crioulas. Também criticou a ofensiva do modelo capitalista de produção, que destrói a natureza com o uso abusivo de insumos químicos, agrotóxicos e sementes transgênicas. O novo projeto de agricultura, defendido pelo MST para o campo brasileiro, foi representado pelos 44 jovens formandos, que simbolizaram o sonho de milhares de famílias Sem Terra de transformar a sociedade com a agroecologia.
Nesse sentido, a assentada Irene Manfio ressaltou que esse novo projeto deve incluir “as famílias camponesas como sujeitos de uma transformação histórica no campo e na cidade” e ser capaz de produzir alimentos saudáveis e de interpretar a natureza como aliada e não como inimiga. “Queremos relações mais humanas e não de interesses econômicos. Assim, se faz necessário formar agrônomos militantes que construam junto com o campesinato a agroecologia”, disse.
O juramento dos formandos complementou o tom das declarações de Irene. Eles se comprometeram a trabalhar pelo bem da humanidade, a respeitar a natureza e os saberes camponeses, a buscar a sustentabilidade ambiental, uma agricultura socialmente justa, economicamente viável e ecologicamente sustentável, além de compartilhar seus conhecimentos, honrar o legado de luta herdado de seus pais e educadores e sempre seguir, na execução das atividades de Agronomia, os princípios da agroecologia.
Desafios e superações
Os oradores Tatiana Lopes e Lucas da Silva, representando todos os integrantes da turma, compartilharam com os participantes da formatura os momentos mais marcantes durante os cinco anos de curso. Lembraram que a ocupação do espaço universitário ainda é um privilégio no país e uma barreira colocada principalmente aos filhos de camponeses, historicamente privados do direito de estudar. Diante dessa realidade, destacaram a luta do MST desde 2012 para tornar possível o Curso Superior de Agronomia com Ênfase em Agroecologia no Instituto Educar. “O processo inicial não foi fácil. Houve intensas negociações com representantes da universidade, apresentando o projeto, os objetivos do curso, a importância da formação para a juventude camponesa e do desenvolvimento da produção agroecológica nos assentamento de Reforma Agrária”, resgataram.
Segundo os recém-formados, lutas em torno de objetivos coletivos se fizeram necessárias para garantir a continuidade dos seus estudos, em função do desmonte do Pronera após o golpe político, midiático e parlamentar de 2016. Recordaram a maturidade que tiveram para enfrentar aquele momento, com a decisão de destinar recursos que estavam sendo guardados à formatura para apoiar financeiramente o Instituto Educar, garantir a infraestrutura básica e impedir a paralisação das aulas.
Para a turma, que recebeu o nome de Ênio Guterres — em homenagem e memória ao engenheiro agrônomo e militante da agroecologia falecido em 2005 —, a elaboração teórica e a pesquisa acadêmica também foram grandes desafios, pois vinham acompanhadas da tarefa de estudar e pesquisar costumes, técnicas, culturas e problemáticas que envolveriam a base Sem Terra. No entanto, os jovens se destacaram pela qualidade dos trabalhos de conclusão de curso e o resultado das avaliações, feitas por doutores — as notas mais baixas foram oito, 15 jovens receberam nota 10 e 15 já estão publicando artigos.
Além disso, o único trabalho brasileiro premiado na Conferência Internacional sobre Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada, evento que envolveu este ano mais de 400 elaborações de acadêmicos, mestres e doutores de 32 países em Porto Alegre, é de autoria da primeira turma de Agronomia do Instituto Educar. Conforme a educadora Salete Campigotto, os recém-formados possuem alta qualidade e contribuirão com o desenvolvimento sustentável dos assentamentos da Reforma Agrária. “Muitos já estão inseridos em cooperativas e no Setor de Produção do MST em várias regiões do Brasil, e alguns jovens ajudarão camponeses a aplicarem a agroecologia na Venezuela e no Haiti”, contou.
Motivos de orgulho
O engenheiro agrônomo Adalberto Martins foi escolhido para ser paraninfo da turma Ênio Guterres, juntamente com a educadora Salete Campigotto. Durante o ato de colação de grau, eles demonstraram o orgulho que sentem pela formação dos pioneiros em Agronomia do Instituto Educar e elogiaram a trajetória trilhada pelos 44 formandos durante as etapas do curso. “Vocês amadureceram e se transformaram. Se tornaram seres humanos melhores e comprometidos com os camponeses e as mudanças necessárias ao país. Essa turma nos orgulha, porque é a maior formada pela UFFS no Campus de Erechim, porque alguns de vocês nós vimos crianças, vimos seus pais em acampamentos e em assentamentos se sacrificando para organizar o MST. Sem vocês aqui hoje, isso tudo não faria sentido. Agora é a hora de nos responsabilizarmos, de darmos sequência a essa dedicação pela causa popular”, apontou Martins.
Já Mário Lill, coordenador geral do Instituto Educar, agradeceu a todos que, de uma forma ou outra, contribuíram para que o curso se tornasse realidade. Ele destacou que a instituição é resultado da luta do MST, que traz como frutos a Reforma Agrária, a reorganização da produção, a socialização do conhecimento e condições melhores de vida. “O Educar fez tudo o que pôde para que os formandos saíssem daqui os mais humanos possíveis e com o máximo de conhecimento para transformar a produção em nossos assentamentos”, finalizou.
Texto: Catiana de Medeiros
Fotos: Maiara Rauber
Greenpeace USA climbers form a blockade on the Fred Hartman Bridge in Baytown, Texas shutting down the largest fossil fuel thoroughfare in the United States ahead of the third Democratic primary debate in nearby Houston. The climbers are preventing the transport of all oil and gas through the Houston Ship Channel, home to the largest petrochemical complex in the United States. Their action is a call to the country’s present and future leaders to imagine a world beyond fossil fuels and embrace a just transition to renewable energy.
This image forms part of the digitised photographs of the Ross and Pat Craig Collection. Ross Craig (1926-2012) was a local historian born in Stockton and dedicated much of his life promoting and conserving the history of Stockton, NSW. He possessed a wealth of knowledge about the suburb and was a founding member of the Stockton Historical Society and co-editor of its magazine. Pat Craig supported her husband’s passion for history, and together they made a great contribution to the Stockton and Newcastle communities. We thank the Craig Family and Stockton Historical Society who have kindly given Cultural Collections at the University of Newcastle, NSW, Australia, access to the collection and allowed us to publish the images. Thanks also to Vera Deacon for her liaison in attaining this important collection.
Please contact Cultural Collections at the University of Newcastle, NSW, Australia, if you are the subject of the image, or know the subject of the image, and have cultural or other reservations about the image being displayed on this website and would like to discuss this with us.
Some of the images were scanned from original photographs in the collection held at Cultural Collections, other images were already digitised with no provenance recorded.
You are welcome to freely use the images for study and personal research purposes. Please acknowledge as “Courtesy of the Ross and Pat Craig Collection, University of Newcastle (Australia)" For commercial requests please consider making a donation to the Vera Deacon Regional History Fund.
These images are provided free of charge to the global community thanks to the generosity of the Vera Deacon Regional History Fund. If you wish to donate to the Vera Deacon Fund please download a form here: uoncc.wordpress.com/vera-deacon-fund/
If you have any further information on the photographs, please leave a comment.
This is a handy phone that I have been using for two years.
I like this design very well, but I will change new one because of the battery is bad.
But the newtype of a good design is not found easily.
For generations we've delivered quality roll formed products to hundreds of industries including roll formed metal parts for furniture, partitions, displays, racks & storage, filters, refrigeration and too many others to list.
you could always encounter the same few lichen species but their random arrangement always draws new landscapes
This image forms part of the digitised photographs of the Ross and Pat Craig Collection. Ross Craig (1926-2012) was a local historian born in Stockton and dedicated much of his life promoting and conserving the history of Stockton, NSW. He possessed a wealth of knowledge about the suburb and was a founding member of the Stockton Historical Society and co-editor of its magazine. Pat Craig supported her husband’s passion for history, and together they made a great contribution to the Stockton and Newcastle communities. We thank the Craig Family and Stockton Historical Society who have kindly given Cultural Collections at the University of Newcastle, NSW, Australia, access to the collection and allowed us to publish the images. Thanks also to Vera Deacon for her liaison in attaining this important collection.
Please contact Cultural Collections at the University of Newcastle, NSW, Australia, if you are the subject of the image, or know the subject of the image, and have cultural or other reservations about the image being displayed on this website and would like to discuss this with us.
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El agua es una molécula formada por hidrógeno y oxígeno que a pesar de ser simple tiene una gran importancia permitiendo la formación y existencia de vida en nuestro planeta.
Sin agua ningún ser vivo o ecosistema puede vivir, ya sea entendida como hábitat, alimento, dulce, salada o simplemente utilizada para la higiene humana o animal. Desde el comienzo de los tiempos el agua ha sido primordial para las actividades vitales de los seres vivos, entre ellos el ser humano, quien durante su historia evolutiva se ha servido de ella dándole diferentes usos ya sean biológicos, culturales, sociales o actividades de ocio.
Es tal la importancia del agua que en la actualidad es también origen de conflictos socio-culturales ya sean producidos por motivos de escasez, intereses económicos o una mala gestión.
En definitiva, el agua es el capitán que guía el estado de los seres vivos, sociedades, ecosistemas, etc y es por eso que para mi el agua supone la vida misma.
Fotos por cortesia de Alejandro Blanco
www.flickr.com/photos/alejandro5000
De Wikipedia, la enciclopedia libre
es.wikipedia.org/wiki/San_Juan_de_Duero
San Juan de Duero, conocido también como Arcos de San Juan de Duero, forma un conjunto de arquitectura románica castellana situado a las afueras de la ciudad de Soria, Castilla León (España).
Lo que hoy se ve, la iglesia y el claustro, no son sino los restos de un monasterio de la Orden militar de los Hospitalarios de San Juan de Jerusalén o caballeros sanjuanistas levantado en la primera mitad del siglo XII a orillas del río Duero y que se mantuvo habitado hasta el siglo XVIII.
El Centro de Estudios del Románico (CER) de la Fundación Santa María la Real puso en marcha, entre el 3 de noviembre y el 28 de diciembre, el concurso Maravillas del Románico Español para elegir los siete edificios preferidos de los amantes de este estilo artístico. Tras una primera selección realizada por un equipo de expertos compuesto por docentes universitarios y conservadores museísticos, el Monasterio de San Juan de Duero quedó en cuarto puesto con 1706 votos tras San Isidoro de León, la Catedral de Santiago de Compostela y la Catedral Vieja de Salamanca.
La iglesia
La iglesia es muy sencilla, de una sola nave con presbiterio y ábside; aquél, con bóveda de medio cañón apuntado, y éste, semicircular con bóveda de horno. No tendría nada de llamativo si no fuese por los dos templetes dispuestos uno a cada lado del presbiterio a modo de iconostasis, de forma que podía cerrarse el espacio que quedaba entre ambos y ocultar al sacerdote en el momento de la consagración, siguiendo las normas del rito griego. Se trata de dos baldaquinos, de cúpula esférica, el uno, y cónica, el otro, pero en ambos casos esquifadas y montadas sobre columnas de cuádruple fuste y capitel y basa únicos. Los capiteles ostentan relieves figurativos de meritoria labra escenificando pasajes evangélicos y alegóricos.
El claustro
Con ser originales estos dos templetes, lo es más el claustro construido en el siglo XIII. Forma un cuadrilátero irregular cuyos cuatro ángulos, esto es, la propia esquina achaflanada y los semilados que en ella concurren, son diferentes entre sí. El ángulo noroccidental, anterior a los demás, es típicamente románico, con arcos de medio punto y basamento corrido. El nororiental no tiene basamento, siendo sus columnas de fustes cuádruples dispuestos en forma de cruz, y sus arcos túmidos. El vértice sudeste posee columnas acanaladas de sección cuadrada y arcos túmidos que se cruzan entre sí. El otro ángulo, el suroeste, tiene columnas de doble fuste circular y capiteles ornamentados, sobre los que apoyan los arcos apuntados que se cruzan de forma parecida a los del ángulo anterior pero con mayor simplicidad.
Gustavo Adolfo Bécquer escribió la leyenda de El monte de las ánimas basándose en sus Caballeros y los parajes de su alrededor.
Forma parte del jurado oficial de la 58 edición del Festival de Cine internacional de Valladolid (SEMINCI).
Standing like unstrung lutes in a temple like gallery these forms could be instruments waiting to be strung and played to bring the gods into contact with the worshippers. Strings will never be set into these forms and yet they and tuned and played. The setting arranged by the artist and the scene made in the gallery create the tension on the strings. The viewers play the notes and follow the ephemeral chords to reach their own divine imaginings.
At the time of taking these pictures The Hepworth Wakefield was just over a year old. It houses a superb collection of works by Barbara Hepworth and features displays from other artists. Designed by David Chipperfield Architects with 10 galleries this is definitely a place to make a visit to.
The Hepworth Wakefield
Gallery Walk, Wakefield, West Yorkshire, WF1 5AW
T: +44 (0)1924 247360
Printmaking Project
Initially this project was to create a concept of the elevation for the Museum of Technology.
The topic for the series of those prints was „Mechanical Forms”. I wanted to make the series of prints which would produce one consistent pattern that would be sequential. I drew two different combinations of the set of the cogs on the linoleum and engraved it very deeply. I printed the actual linocut in black using the printing press. After experiencing it I wanted to make it look more interesting, that is why I developed the idea further and made another linocut to obtain even deeper printing matrix. I wanted to use it as a block printing form made of an elastic silicone rubber. I poured the silicon over the matrix and waited till it hardens. When it was solid I rolled the gold and white oil based ink over the silicon “stamps” and printed it by hand onto the black paper. I had to be very careful, because I did print it with a different stamp every time so, that it would be duplicated without a noticeable gap. The effect was quite stoning and very textile like. The mechanical character of the composition was strengthen by multiplying of the forms. I have also noticed that I have reached proper limit of the scale of a singular printing element versus the total size of a print and that further multiplying of the stamp would diminish the power of the image. I am planning to explore this technique in the future.
FORM V by Mark Andrew Webber. The fifth in a 5-part series of works published by The Future Tense.
Email info@thefuturetense.net for more details.
Best viewed as a set here: www.flickr.com/photos/thefuturetense/sets/72157636580595424/
FL, Alachua Co., Santa Fe River at High Springs; 30 May 2014. FFS-14-39.
In most damselflies, males of a species are fairly uniform in appearance. However, females often come in a variety of color and striping patterns, a phenomenon called polymorphism (literally, many forms). In the Powdered Dancer, females come in several different forms and the types and proportions of each vary geographically. On the Santa Fe River near High Springs, the predominant forms are brown and blue (shown here) thorax, plus a few that are green. The thin, horizontal, deeply-cleft "V" pattern on the side of the thorax (seen in this individual) may be present or absent.
Canon 7D camera and Sigma 150 mm macro lens with 1.4X TC.