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Com mais de 30 anos de carreira, o cantor e compositor Kiko Zambiachi apresenta o show “Bem Bacana Demais” em São Paulo. 31.07.18

 

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L’hotel prende il nome dal famoso compositore tedesco Richard Wagner che, durante l’apertura di alcune stagioni liriche, tra il 1881 e il 1882 abitò con la sua famiglia nell’omonima via. Già dalla sontuosa scalinata in marmo lucente posta all’entrata, l’hotel dona ai propri Ospiti un’atmosfera d’altri tempi, dove il ferro battuto si sposa al calore del legno ed alle preziose decorazioni in oro zecchino. Le luci risplendono nei saloni della hall in cui domina maestoso, tra i vetri d’arte, il famoso lampadario utilizzato nella scena del gran ballo del celebre film “Il Gattopardo”. Gli interni sono arricchiti inoltre da affreschi, tappeti, marmi pregiati, colonne marmoree, vetrate incise a mano da noti artigiani, quadri d’epoca e da un prezioso camino antico.

 

Adiacente alla Hall, si trova l’elegante American Bar, in cui è possibile rilassarsi sorseggiando una delle specialità dei nostri barmans ed ascoltando in sottofondo la piacevole musica del pianobar. Al piano inferiore della hall, per il benessere degli ospiti, l’hotel dispone di una zona fitness e wellness, attrezzata con sauna, cromoterapia, tapis roulant, cyclette e cabina per massaggi e trattamenti estetici.

 

Al quarto piano, si trovano l’ampia terrazza, luogo ideale per un esclusivo aperitivo o un elegante dopocena, e le sale Verdi e Rossini, dotate delle più sofisticate attrezzature e disponibili per riunioni di lavoro, meetings e congressi. La grande professionalità dello staff del Grand Hotel Wagner garantiranno agli Ospiti la massima attenzione ed un soggiorno indimenticabile in un ambiente raffinato ed elegante.

Riferimento: www.grandhotelwagner.it/descrizione-alberghi-palermo.asp

Compositor de bandas sonoras.

Intérprete en Julio de la Rosa.

   

Álbum: offstage

Palestra com a Atleta Olímpica Rosemar Coelho Neto Menasse, a cantora e compositora Adyel Silva (filha de Adhemar Ferreira da Silva) e abertura da exposição "Projeto Atletismo: A Força do Esporte" do Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva, com monitoria dos alunos da EE “Poeta Domingues Bauer Leite”.

 

16 de maio de 2016

Auditório da Diretoria de Ensino da Região de Miracatu

 

Adhemar Ferreira da Silva foi o primeiro ganhador de uma medalha olímpica de atletismo na história do Brasil em 1952. Nasceu em São Paulo em 29 de setembro de 1927, conquistou as medalhas de ouro no salto triplo nos Jogos de Helsinque 1952 e de Melbourne 1956, sendo o primeiro bicampeão olímpico do país. Em 2012, foi imortalizado no Hall da Fama do atletismo. Ele é o único brasileiro a representar o país no salão da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), faleceu em São Paulo em 12 de janeiro de 2001.

 

Adyel Silva, por força das atividades profissionais do pai, foi criada entre o Brasil, Europa e África, e formou-se pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Inciciou a carreira de cantora profissional no início da década de 80, ao ser convidada para acompanhar o pianista Guilherme Vergueiro no bar One More Time. Nos anos seguintes se dedicou ao teatro, tendo participado dos espetáculos "O País dos Elefantes", estrelado pelo ator Antônio Fagundes, o musical "Emoções Baratas", dirigido por José Possi Neto (irmão de Zizi Possi), e "Cristal", espetáculo escrito po Ronaldo Bastos e dirigido por José Maurício Machline. Participou também de produções cinematográficas, como "O Efeito Ilha", de Luis Alberto Pereira, e o curta-metragem vencedor do Festival Internacional "Open Door", realizado pela BBC, "O Menino, a Favela e as Tampas de Panela", de Cao Hambúrguer. Também fez participações em programas de TV. O primeiro CD, "Chic da Silva" foi gravado somente em 2003, e tem composições da própria Adyel, além de algns clássicos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gonzaguinha e Roberto Menescal. O CD foi incicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de MPB. Em 2011 Adyel participou do Cd "A Voz da Mulher na Obra de Taiguara", cantando a música "Coisas" (Taiguara).

 

Rosemar Coelho Neto Menasse, nasceu em Juquiá em 2 de janeiro de 1977, foi aluna nas Escolas Estaduais "Poeta Domingues Bauer Leite" e "Professor Armando Gonçalves". Jogava vôlei na escola, mas não se adaptou ao esporte. Estimulada pelo Professor de Educação Física Paulo Itioka, migrou para o atletismo. "Ele foi mais que um professor, foi como um pai, não sossegou enquanto não encontrou um clube para mim", conta Rosemar. Numa competição escolar, por um erro nas inscrições, correu com os meninos e venceu. O resultado rendeu o convite do técnico Roberto Dik para integrar a equipe de Cubatão, seu primeiro clube.

 

Carreira

Melhor marca pessoal:

100 m - 11s23 (Bogotá/2004)

200 m - 23s10 (Tunja/2001)

 

Resultados importantes:

100 m

7ª na Universíade de Daegu/2003

8ª no Troféu Brasil/2012 (11s91)

Revezamento 4x100 m

Medalha de prata no Troféu Brasil/2013 (43s63, com Lucimar de Moura, Thaíssa Presti e Ana Cláudia Lemos Silva)

5ª no Mundial de Berlim/2009

4ª nas Olimpíadas de Pequim/2008

Medalha de bronze na Universíade de Daegu/2003

Medalha de prata na Universíade de Pequim/2001

Tricampeã do Troféu Brasil, em 2010, 2011 e 2012 (44s65)

 

O Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva é uma instituição sem fins lucrativos que acredita que o esporte é uma importante plataforma para o desenvolvimento humano.

A prática esportiva aproxima o jovem do trabalho em equipe, da cooperação,disciplina, hábitos saudáveis e inclusão sócio-cultural.

Os projetos do Instituto buscam manter jovens e crianças inclusos na sociedade, afastando-os da criminalidade, colaborando para um Brasil mais saudável.

 

O projeto Atletismo - A Força do Esporte promove entre jovens estudantes a modalidade do atletismo e suas provas além de aproxima-los de atletas brasileiros. Uma exposição e atividades multidisciplinares colaboram para uma nova visão sobre o esporte, instigando a sua prática e seus valores. Acreditamos que o esporte é uma importante ferramenta na construção da cidadania.

Para incentivar o esporte não apenas como atividade física, mas também profissional, o projeto irá colocar atletas e estudantes , para um conversa honesta sobre o impacto positivo do esporte em suas vidas.

  

16 de maio de 2016

Núcleo Pedagógico

Diretoria de Ensino da Região de Miracatu

  

Fontes:

www.adhemarferreiradasilva.org

www.clubedeatletismo.org.br/bmf-bovespa/feminino/artigo19...

en.wikipedia.org/wiki/Rosemar_Coelho_Neto

www.cantorasdobrasil.com.br/cantoras/adyel_silva.htm

 

Fotografia: Paulo Henrique Zioli

O Cantor, compositor, Instrumentista e poeta paraibano Chico César, durante show de encerramento do V Festival da Lagosta de Icapuí.

 

Show realizado na Praia de Barreiras de Cima. Icapuí/CE - Brasil

Cantora e compositora, Bruna Moraes faz show de lançamento de seu primeiro disco autoral, “Olho de Dentro”, em São Paulo. 22.01.14

 

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Rendition of my Tesla Model S

 

Lino Krizz é cantor, compositor e produtor aos 13 anos

já premiado com disco de ouro pela Sony Music.

Sob influência de Tim Maia, Cassiano, Luiz Melodia,

Carlos Dafé, entre outros, Lino Krizz possui em suas

obras, fortes influências de Bossa Nova, Funk dos

anos 70, Samba, Rock N’Roll Clássico, Samba-rock

e Modern Soul.

Lino fez o show de lançamento do livro Vale Tudo!, de

Nelson Motta. Uma interpretação elogiada pelo autor da

biografia de Tim Maia. Cantou e gravou com grandes

nomes da música nacional e internacional como:

Ed Motta, Alexandre Pires, Sandra de Sá, Seu Jorge,

Fernanda Porto, Rogério Flausino (J Quest), Nando Reis,

Jorge Ben Jor, Zezé Mota, Cláudio Zoli, CD e DVD Acústico Ira!,

Paula Lima, Falcão (O Rappa),Toni Garrido (Cidade Negra),

Living Colour, George Benson, Will I.Am (Black Eyed Peas),

Marku Ribas e outros. Durante turnê na Europa, ao lado de

Mano Brown a repercussão dos shows manteve todas as casas lotadas.

Lino Krizz tem sua voz em grandes campanhas de jingle

para TV e rádio. Com cinco músicas em novelas na

Rede Globo uma delas abertura(Avenida Brasil) Lino mostra

sua versatilidade.

 

Fotos: Felipe L. Gonçalves/Brasil247

Cantor, compositor e guitarrista Leo Maia apresenta o show “Baile do Síndico” em que faz uma releitura dos grandes sucessos do inesquecível síndico do Brasil, Tim Maia, em São Paulo. 12.02.19

 

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Jornalista com mais de 50 anos de atuação na imprensa paulista. Ucraniano está no Brasil desde 1958, foi naturalizado brasileiro em 1971, ficou preso no DOI-Codi de São Paulo em 1973.

 

Em mais de 50 anos de jornalismo, trabalhou nos maiores jornais e revistas do país, sem abrir mão de suas convicções libertárias e princípios éticos, em busca da verdade e do texto perfeito.

 

Poeta, compositor e escritor Alex Solnik escreveu para a Retratos do Brasil, revista mensal com conteúdo de política, economia, cultura, ciência e condições de vida.

 

Na Gazeta Russa, segundo se apresenta “com notícias da Rússia na sua língua” suas reportagens explicam também o Brasil para os russos.

 

Solnik trabalhou também como editor-executivo da revista SRAS & SRS que circulava em Brasília e Goiânia, com entrevistas especiais. Sobre sua rotina rotina disse: “faço revistas por encomenda, adoro fazer revistas. Escrever, editar. Faço poesias de vez em quando. Músicas. Tenho um parceiro, o Sergio Mello. Temos 100 músicas prontas”. Compartilhou o poema que escreveu para Vinicius de Moraes por ocasião de sua morte: “Ave poeta cheio de graça / nuvem de fumaça / a caminho da UTI / do Itamaraty. /Poeta nosso que estás / no céu de Ipanema / rogai por nós, poetas menores / agora e na hora dos nossos porres / Ave poeta que sempre nasces / porque nunca morres”.

 

Alex lançou em 2004 o livro Garoto de Ipanema – venturas e desventuras de Vinicius de Moraes, pela editora Conex, em 2004. “O propósito deste livro é homenagear a memória de Vinicius de Moraes por meio da veiculação do depoimento de pessoas que com ele conviveram e por ele manifestam justa admiração e o devido respeito”, escreveu na sinopse.

 

Outros títulos fazem parte da sua bibliografia, entre eles estão: Em parceria com Paulo Caruso, Alex Solnik assina duas obras: Ecos do Ipiranga, lançado pela editora Paz / Terra Ano, em 1982; e Bar Brasil – na Nova República, pela editora L&pm, em 1986.

 

O título Domador de sonhos – a vida magica de Beto Carrero lançou pela Ediouro Editora, em 2008. Alex Solnik que foi assessor de Beto Carrero, já havia colhido o depoimento do empresário, quando ele morreu, em janeiro de 2008. No livro o Beto Carrero narra sua vida e o autor acrescentou uma introdução contando principalmente os episódios que envolveram os últimos meses de vida do biografado, e uma espécie de posfácio, com um texto ficcional escrito em homenagem à memória de Beto Carrero.

 

O Cofre do Adhemar, que resgata os acontecimentos do dia 18 de julho de 1969. De acordo com a obra naquele dia houve um dos mais ousados assaltos da história do Brasil. Um cofre contendo US$ 2,5 milhões foi roubado da casa da amante do falecido governador de São Paulo, Adhemar de Barros. Os dólares eram frutos das negociatas do governador. Um dinheiro ilícito, misterioso. Os autores do crime: jovens de 16 a 20 anos, integrantes da VAR-Palmares, revolucionários de esquerda lutando contra a “repressão da ditadura militar e a hegemonia norte-americana”. Lançado pela Editora Sextante em 2011.

 

No mesmo ano lançou a Guerra do apagão – crise de energia elétrica no Brasil, que fez parte da coleção Ponto Futuro (editora SENAC SP/2011). Na obra Solnik considera que o leitor não familiarizado com o assunto, e abriu 'janelas' para entrevistas que contemplam os dois lados de toda controvérsia. É um livro-reportagem com um toque bem-humorado e polêmico sobre o fantasma do apagão que rondava o Brasil da época.

 

Em 2013 veio o título 100 VINICIUS 100 – A poesia festeja o centenário de seu grande mestre lançado pela BB Editora. Projetado para comemorar os 100 anos do nascimento do diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor Vinicius de Moraes, o livro traz depoimentos de personalidades da cultura brasileira que conviveram com Vinicius ao longo de toda a sua vida. Pessoas como Jorginho Guinle, Toquinho, Gilda Matoso, Ferreira Gullar, Zélia Gattai, Oscar Niemeyer, Cândido Portinari, Sergio Cabral, além de outros grandes amigos que compartilharam da intimidade do poeta.

 

Fez parte do time que participou da revista Imprensa desde o primeiro número. Alex Solnik era um dos colaboradores como, Gepp & Maia, Oscar Pilagallo, Milton Blay e Moacir Japiassu, entre tantos outros que passaram pelo veículo e que também foram lembrados da edição do 25º aniversário da revista Imprensa, em setembro de 2012.

 

Alex Solnik é editor especial da revista Brasileiros e assina a coluna ‘Bom e mau humor’ na revista. Durante a Copa do Mundo no Brasil escreveu o ‘Diário da Copa’.

 

Em agosto de 2015 passou a colaborador do Brasil 247.

 

Fotos: Felipe L. Gonçalves/Brasil247

Dirigido por el compositor ecuatoriano, el bajista y cantante Alex Alvear, este estimulante híbrido juguetonamente integra una amplia gama de influencias de blues, Jazz y funk a las raíces caribeñas, con una fuerte base rítmica que empata en diversas tradiciones musicales de Afro-Latin.

Esta fusión estilística permite para un brebaje que se traduce en la música que trasciende fronteras étnicas, proporcionar un nuevo color en la paleta de música Latina.

Los miembros de Mango Blue provienen de diferentes partes del mundo, incluyendo Venezuela, Israel, Colombia, México, Estados Unidos y Ecuador y están entre los mejores instrumentistas de la región.

Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (Rio de Janeiro, 25 de janeiro de 1927 — Nova Iorque, 8 de dezembro de 1994), mais conhecido como Tom Jobim, foi um compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista brasileiro. É considerado o maior expoente de todos os tempos da música popular brasileira pela revista Rolling Stone1 e um dos criadores e principais forças do movimento da bossa nova.

 

BIOGRAFIA

Compositor. Arranjador. Instrumentista.

 

Filho de Jorge de Oliveira Jobim e de Nilza Brasileiro de Almeida. Nascido na Tijuca, mudou-se para Ipanema em 1931. Lá viveu com os avós maternos, Mimi e Azor, os pais e sua única irmã, Helena Jobim. Depois da morte prematura do pai, sua mãe casou-se com Celso Frota Pessoa, que lhe deu muito incentivo para a vida musical, chegando a lhe presentear com um piano. Em 1940, sua mãe fundou o Colégio Brasileiro de Almeida.

 

Iniciou seus estudos de música em 1941, com aulas de piano com o professor Hans Joachim Koellreuter. Estudou, ainda, com Lúcia Branco, Tomás Terán, Leo Peracchi e Alceu Bocchino. Cursou a Faculdade de Arquitetura, chegando a trabalhar em um escritório, por um curto período.

 

Em 1949, casou-se com Thereza Hermanny e, no ano seguinte, nasceu seu primeiro filho, Paulo Jobim, que se tornaria músico como o pai.

 

Em 1953, mudou-se para o apartamento 201 da Rua Nascimento Silva, 107, em Ipanema, endereço que viria a ser tema da música "Carta ao Tom 74", de Toquinho e Vinicius de Moraes.

 

Em 1957, nasceu Elizabeth Jobim, sua primeira filha, que se tornaria artista plástica e participaria da Banda Nova, grupo que o acompanhou nos últimos anos de sua carreira, atuando no coro feminino característico de seus últimos trabalhos.

 

Em 1962, mudou-se, com a família, para a casa da Rua Barão da Torre, em Ipanema. Seu primeiro neto, Daniel Jobim, nasceu em 1973. Tornou-se músico e, após a morte do avô, formou, ao lado do pai, Paulo Jobim, e de Jaques e Paula Morelenbaum, o quarteto Jobim-Morelenbaum.

 

Em 1976, nasceu Dora, irmã de Daniel. Foi neste ano que Tom conheceu a fotógrafa Ana Beatriz Lontra, então com 19 anos, com quem saiu em lua-de-mel, em 1978, vindo a se casar, oficialmente, somente em 1986. Ana lhe deu mais dois filhos: João Francisco, em 1979, e Maria Luiza Helena, em 1987. Ana Lontra também participou do coro feminino da Banda Nova, acompanhando o marido em shows e gravações, e lançou, em 1988, um livro de fotos sobre o maestro intitulado "Ensaio Poético".

 

Morreu dia 8 de dezembro de 1994, aos 67 anos de idade, em Nova York, no Hospital Mount Sinai.

 

Em 1998, morreu, aos 18 anos, João Francisco, seu primeiro filho com Ana Jobim, em conseqüência de um acidente de carro no Rio de Janeiro.

 

DADOS ARTÍSTICOS

No início de sua carreira, trabalhou como pianista em casas noturnas cariocas, como Drink, Bambu Bar, Arpège, Sacha's, Monte Carlo, Night and Day, Casablanca, Tasca e Alcazar. Muitas vezes revezava com Newton Mendonça de quem se tornou grande amigo e com quem iniciou uma bem sucedida parceria musical, que gerou canções como "Desafinado" e "Samba de uma nota só", entre outras.

 

Em 1952 foi contratado pela Continental Discos, com a função de fazer transcrições de músicas para registro. Decidido a trocar a vida boêmia e noturna pela diurna, declarou: "Resolvi mudar de vida, de repente. Para ser bicho diurno, arranjei emprego na Continental Discos. Levava a minha pastinha, com algumas partituras. Alguém cantava uma música, batendo na caixa de fósforo, e eu punha a melodia no papel" (JOBIM, Helena p.85).

 

O primeiro registro fonográfico de uma composição de sua autoria ocorreu em 1953, quando sua canção "Incerteza" (parceria com Newton Mendonça) foi lançada pela gravadora Sinter, no disco de 78 rpm de Mauricy Moura. Nesse mesmo ano, Ernâni Filho gravou, também pela Sinter, "Pensando em você" e "Faz uma semana" (c/ Juca B. Stockler). Em seguida, atuou como arranjador, auxiliado, no início, pelo maestro Radamés Gnattali.

 

Seus primeiros arranjos gravados pela Continental foram em discos de 78 rpm. O primeiro foi para a composição "Outra vez", também de sua autoria, gravada por Dick Farney, em 1954. Fez arranjo, ainda, para músicas gravadas por Dóris Monteiro, Nora Ney, Orlando Silva e Dalva de Oliveira, entre vários outros. Seu primeiro sucesso foi "Tereza da praia" (c/ Billy Blanco), gravada em 1954 por Dick Farney e Lúcio Alves. Também nesse ano, lançou, com Billy Blanco, o LP "Sinfonia do Rio de Janeiro", pela Continental, com arranjos de Radamés Gnattali. Essa obra foi incluída, mais tarde, na trilha do filme "Esse Rio que eu amo", de Carlos Hugo Christensen. Ainda em 1954, teve músicas gravadas por Nora Ney, Elizeth Cardoso e Lúcio Alves, entre outros. A partir de então, suas músicas vêm sendo gravadas, ano após ano, por centenas de artistas nacionais e estrangeiros. Com o prestígio cada vez maior, foi chamado para comandar, em São Paulo, o programa "Bom Tom", no qual recebia convidados como Lúcio Alves e Silvinha Telles, entre outros.

 

Em 1956, foi apresentado a Vinicius de Moraes, que viria a se tornar seu parceiro mais importante. O encontro se deu através de Lúcio Rangel, no Bar Gouveia, em frente à Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro. Nessa ocasião, foi convidado por Vinicius a musicar a peça "Orfeu da Conceição". O espetáculo estreou no dia 25 de setembro de 1956, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e, no mesmo ano, foi lançado o LP da peça. Ainda em 1956, começou a trabalhar na gravadora Odeon, como diretor artístico. Além de Vinicius, teve outros parceiros importantes. Com Dolores Duran compôs "Se é por falta de adeus", "Estrada do Sol" e "Por causa de você", um repertório pequeno, mas bastante expressivo na MPB.

 

Em 1957, foi lançado, pela Odeon, o LP "Carícia", de Sylvia Telles, com o samba-canção "Foi a Noite", que compôs com Newton Mendonça. Nesse ano, recebeu, da prefeitura do Distrito Federal, o prêmio de Melhor Compositor.

 

Compôs, com Vinicius de Moraes, a canção "Chega de saudade", que marcou o início da bossa nova e que foi lançada por Elizeth Cardoso, em 1958, no emblemático LP "Canção do amor demais", para o qual assinou os arranjos e a direção musical. Nesse disco, João Gilberto aparece pela primeira vez em gravação, tocando, no violão, a batida que caracterizaria a bossa nova - nas faixas "Chega de saudade" e "Outra vez". Também nesse ano, compôs a trilha sonora para o filme de Haroldo Costa "Pista de Grama", no qual apareceu tocando piano ao lado de João Gilberto (ao violão) e Elizeth Cardoso, interpretando a música "Eu não existo sem você", de sua parceria com Vinícius. Ainda em 1958, Sylvia Telles gravou o LP "Amor de gente moça", contendo nove composições inéditas de sua autoria, e a soprano Lenita Bruno lançou o LP "Por toda a minha vida", contendo canções de sua parceria com Vinicius de Moraes. Também nesse ano, recebeu diversos prêmios como compositor, entre eles o "Microfone de Ouro", da Radiolândia.

 

Compôs, em 1960, com Vinicius de Moraes, a pedido do então presidente Juscelino Kubitscheck, "Brasília, Sinfonia da Alvorada" e, no ano seguinte, a trilha sonora para o filme "Porto das Caixas", de Paulo César Saraceni.

 

Ainda com Vinicius de Moraes, compôs, em 1962, uma das músicas mais gravadas em todo o mundo: "Garota de Ipanema". Nesse mesmo ano, realizou show no restaurante "Au Bon Gourmet", em Copacabana (RJ), ao lado de Vinicius, João Gilberto, Os Cariocas e dos músicos Otávio Bailly (baixo) e Milton Banana (bateria). Nesse show, suas músicas "Só danço samba" e "Garota de Ipanema", ambas com Vinicius de Moraes, e "Samba do avião", entre outras, foram ouvidas pela primeira vez pelo público. Recebeu prêmio conferido por The National Academy of Recordings Arts and Sciences, na categoria Best Background Arrangement, pelo disco "João Gilberto". Ainda em 1962, viajou pela primeira vez aos Estados Unidos, onde participou, ao lado de outros artistas brasileiros, do Show da Bossa Nova, apresentado no Carnegie Hall de Nova York.

 

Lançou, nos Estados Unidos, os LPs "The composer of Desafinado plays" (Verve/1963), com arranjos de Claus Oggerman, e "The Wonderful World of Antonio Carlos Jobim" (Warner Bros/1964). Seu sucesso nos Estados Unidos foi tão grande que, ainda no início da década de 1960, teve uma versão instrumental de "Desafinado" gravada por Stan Getz e Charles Byrd, que chegou a vender um milhão de cópias.

 

Em 1964, foi para Los Angeles encontrar-se com Ray Gilbert, que faria as versões de suas músicas para o inglês.

 

No ano seguinte, lançou os LPs "Antônio Carlos Jobim" e "A certain Mr. Jobim", pela Warner Bros, ambos com arranjos de Claus Ogerman.

 

Em 1967 gravou com Frank Sinatra o LP "Francis Albert Sinatra & Antônio Carlos Jobim". Ainda nesse ano, compôs a trilha sonora para o filme "Garota de Ipanema", de Leon Hirszman. Também em 1967 recebeu indicação para o Grammy.

 

Em 1968 venceu o III Festival Internacional da Canção (FIC), realizado no Rio de Janeiro, com a música "Sabiá" (c/ Chico Buarque), tirando o primeiro lugar na fase nacional e na fase internacional (sob vaias do público, que torcia pela canção "Pra não dizer que não falei de flores", de Geraldo Vandré). Ainda nesse ano, logo depois de chegar de uma bem sucedida viagem aos Estados Unidos, gravou depoimento para o Museu da Imagem e do Som, coordenado pelo então diretor Ricardo Cravo Albin, auxiliado por Vinicius de Moraes, Dori Caymmi, Chico Buarque e Oscar Niemeyer.

 

Em 1969, compôs mais uma trilha para o cinema, desta vez para o filme "Os Aventureiros". A trilha foi gravada em Londres, com arranjos e regência de Eumir Deodato. Em seguida, assinou a trilha sonora dos filmes "Tempo de mar", dirigido por Pedro de Moraes, filho de Vinicius de Moraes, e "A casa assassinada", de Paulo César Saraceni.

 

Em 1970, Jobim lançou o LP "Stone Flower", com arranjos de Eumir Deodato, que também foi o arranjador do LP de Frank Sinatra, "Sinatra & Cia", lançado no ano seguinte, que continha cinco músicas de sua autoria.

 

Uma das canções mais representativas de sua trajetória como compositor é "Águas de março", cuja primeira gravação saiu em um compacto encartado no semanário "O Pasquim", em 1972. A música contaria depois com a célebre gravação que fez em dueto com Elis Regina, no disco "Elis & Tom", gravado em Los Angeles e lançado em 1974.

 

Recebeu, por três vezes, o prêmio da BMI - Broadcast Music Inc., como Great National Popularity, com "The Girl From Ipanema" (versão de "Garota de Ipanema"), em 1970, "Meditation" (versão de "Meditação"), em 1974, e "Desafinado", em 1977.

 

Gravou, com Miúcha, em 1978, o LP "Miúcha & Antônio Carlos Jobim".

 

Sua composição "Luiza" foi tema de abertura da novela "Brilhante" (Rede Globo) em 1981.

 

Ainda na década de 1980, compôs a trilha sonora dos filmes "Eu te amo", de Arnaldo Jabor, e "Gabriela", dirigido por Bruno Barreto. Com Chico Buarque, compôs, ainda, a trilha do filme "Para viver um grande amor", de Miguel Faria. Recebeu o prêmio Shell na categoria Melhor Compositor do ano de 1982, na festa realizada na Sala Cecília Meireles (RJ).

 

Em 1984, foi convidado pelo diretor Marco Altberg para fazer a trilha sonora do filme "Fonte da Saudade", baseado no romance "Trilogia do Assombro", de Helena Jobim. Com esta trilha, ganhou o Kikito de Melhor Música no Festival de Gramado. Nesse mesmo ano, fez a trilha para o filme "O tempo e o vento", baseado no romance homônimo de Érico Veríssimo. Ainda em 1984, formou a Banda Nova, grupo que o acompanharia em shows e gravações até o fim de sua vida. Ao lado de Paulo Jobim (violão), Danilo Caymmi (flauta e voz), Jaques Morelenbaum (violoncelo), Tião Neto (baixo), Paulo Braga (bateria) e do coro formado por Ana Jobim, Elizabeth Jobim, Paula Morelenbaum, Maucha Adnet e Simone Caymmi, realizou show no Carnegie Hall, em Nova York.

 

Em 1985, junto com a Banda, apresentou-se, com João Gilberto, na abertura do Festival de Montreux, na Suíça. Nesse ano, ganhou o título de "Grand Commandeur da Ordre des Arts et des Lettres", concedido pelo governo francês, através de seu Ministério da Cultura.

 

Em 1986, recebeu o prêmio "Millionaired Songs", conferido pela BMI aos autores de canções que foram ao ar mais de um milhão de vezes. Nesse mesmo ano, compôs a trilha sonora para o filme "Brasa adormecida", dirigido por Djalma Limonji Batista. Ainda em 1986, compôs "Anos dourados", que foi tema de abertura da minissérie homônima exibida pela Rede Globo e que, posteriormente, ganhou letra de Chico Buarque. Também nesse ano, lançou com a Banda Nova, o LP "Passarim", pelo qual recebeu o primeiro Disco de Ouro de sua carreira e os Prêmios Sharp de Melhor Disco MPB e Melhor Música do ano.

 

Em 1987, participou do disco "Há sempre um nome de mulher", álbum duplo dedicado à campanha do aleitamento materno e do qual se venderam 600.000 cópias apenas nas agências do Banco do Brasil. A gravação foi realizada em sua própria casa, tocando apenas ao piano a canção "Luiza", registro considerado um dos seus melhores momentos como cantor. No encarte do disco, o produtor Ricardo Cravo Albin escreveu: "Tom é hoje uma coleção completa de boa parte do que ocorreu com a MPB de 1956 para cá".

 

Em 1990, tornou-se membro da Academia Nacional de Música Popular Americana. Foi ainda nomeado reitor e, depois, presidente do Conselho Diretor da Universidade Livre de Música, situada em São Paulo, e Doutor Honoris-causa pela UERJ. Mais tarde, recebeu o mesmo título da Universidade de Lisboa.

 

Foi homenageado pela escola de samba Estação Primeira de Mangueira (RJ), em 1992, com o samba-enredo "Se todos fossem iguais a você", título da canção que fez em parceria com Vinicius de Moraes.

 

Gravou inúmeros programas para as TVs brasileira e americana, entre os quais o especial com Milton Nascimento, exibido, em 1993, pela TV Bandeirantes.

 

Em 1994, realizou mais uma apresentação no Carnegie Hall, desta vez ao lado do guitarrista Pat Metheny e do pianista Herbie Hancock, e lançou o último trabalho de sua carreira: o CD "Antônio Brasileiro", pelo qual recebeu os Prêmios Sharp de Melhor Disco MPB e Melhor Música-samba, com "Piano na Mangueira", composta em parceria com Chico Buarque. O CD foi, também, contemplado com o Prêmio Grammy, na categoria Best Latin Jazz Performance. Ainda em 1994, a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro concedeu-lhe a Medalha Pedro Ernesto. Morreu no dia 8 de dezembro desse ano.

 

Em 1996, Helena Jobim lançou o livro "Um homem iluminado", uma biografia do irmão. No ano seguinte, Sérgio Cabral publicou "Antonio Carlos Jobim - uma biografia". O selo Revivendo, de Curitiba (PR), lançou o CD "Meus primeiros passos e compassos", contendo as primeiras gravações de suas músicas.

 

Em 2000, foi lançada a caixa "Raros Compassos" (Revivendo), contendo três CDs com músicas do início de sua carreira, interpretadas por vários artistas. Nesse mesmo ano, foi lançado o CD "Tom Canta Vinicius", com a gravação ao vivo do show realizado no Centro Cultural Banco do Brasil (RJ), em janeiro de 1990. A cantora Gal Costa lançou, ainda, um CD interpretando suas composições, projeto que idealizou quando o maestro ainda vivia.

 

Diversas homenagens póstumas foram realizadas, como a polêmica mudança do nome da Avenida Vieira Souto, situada em Ipanema (RJ), para Avenida Tom Jobim. Com isso se criaria a esquina Tom Jobim com Vinicius de Moraes, antiga Rua Montenegro, onde situava-se o Bar do Veloso, hoje Garota de Ipanema, muito freqüentado por Tom e Vinicius e onde nasceu a inspiração para compor "Garota de Ipanema". As placas chegaram a ser trocadas, mas a família Vieira Souto apelou para a justiça e a troca foi desfeita. Mais tarde, o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro passou a se chamar Aeroporto Internacional Maestro Antônio Carlos Jobim, por pressão junto ao Congresso Nacional de uma comissão de notáveis, formada por Chico Buarque, Oscar Niemeyer, João Ubaldo Ribeiro, Antonio Candido, Antonio Houaiss e Edu Lobo, criada e pessoalmente coordenada pelo crítico Ricardo Cravo Albin. Foi criado o Parque Tom Jobim, na Lagoa Rodrigo de Freitas e lançada a caixa "Tom Jobim - inédito", contendo dois CDs.

 

Em 2000, foi lançada a edição de luxo do "Cancioneiro Jobim", contendo partituras de 42 de suas composições, textos biográficos, fotos e reproduções de manuscritos. Esgotada a primeira edição, a publicação ganhou novo formato, dividido em dois volumes, um contendo texto biográfico e imagens e o outro contendo as partituras.

 

Em 2001, foi lançado o "Cancioneiro Jobim - obras completas", reunindo partituras e letras de todas as músicas do maestro divididas em 5 volumes, com ilustração de Elizabeth Jobim. Nesse mesmo ano, foi inaugurado, com a exposição "Nas Trilhas do Tom", o Instituto Antonio Carlos Jobim, presidido por Paulo Jobim e dirigido por Ana Lontra Jobim, Elizabeth Jobim e Wanda Mangia Klabin, tornando acessível a músicos e pesquisadores a obra e o acervo particular do compositor.

 

Em 2003, foram lançados o CD e o DVD "Jobim Sinfônico", contendo suas peças orquestrais. O projeto foi idealizado e produzido por Mario Adnet e Paulo Jobim, registrando o espetáculo homônimo gravado em 2002, na Sala São Paulo (SP), com a Orquestra Sinfônica de São Paulo, sob a regência de Roberto Minczuk, assistente da Filarmônica de Nova York, e a participação de Milton Nascimento e 80 músicos. Ainda em 2003, chegou às livrarias o "Cancioneiro Vinicius de Moraes: Orfeu" (Jobim Music), songbook do espetáculo "Orfeu da Conceição", encenado em 1956 no Teatro Municipal, trazendo 14 partituras das canções compostas com Vinicius para o musical, além de desenhos de Carlos Leão e Carlos Scliar, cartazes, críticas, capas de discos, textos de Sérgio Augusto, Susana de Moraes, Paulo Jobim e Cacá Diégues, uma edição assinada por Maria Lúcia Rangel dos textos do poeta sobre a criação da peça e a correspondência mantida com Vinicius sobre a primeira adaptação da obra para o cinema, realizada por Marcel Camus, em 1959, com o título de "Orfeu negro".

 

Em 2004, o crítico Ricardo Cravo Albin propôs à Associação Comercial do Rio de Janeiro que se promovesse junto ao Aeroporto Maestro Antônio Carlos Jobim um memorial a ele dedicado, por ocasião dos 10 anos de seu falecimento.

 

Entre os artistas estrangeiros que gravaram suas canções estão Frank Sinatra, Miles Davis, Stan Getz, Quincy Jones, Dizzie Gillespie, Charlie Byrd, Sara Vaughan, Clare Fischer, Ella Fitzgerald, Louis Armstrong, Oscar Peterson, Joe Pass e Sting, entre outros.

 

Em 2004, foi lançado o CD "Antonio Carlos Jobim em Minas ao vivo Piano e Voz", registro do recital apresentado pelo compositor, em 1981, no Palácio das Artes (BH).

 

No ano seguinte, "The Girl from Ipanema" histórica gravação de Astrud Gilberto, ao lado de João Gilberto, Stan Getz e do próprio compositor, realizada em 1963, foi escolhida como uma das 50 grandes obras musicais da Humanidade pela Biblioteca do Congresso Americano. Também em 2005, a Jobim Biscoito Fino relançou o álbum duplo "Tom Jobim Inédito". O disco, gravado em 1987 para a Odebrecht, com produção de Jairo Severiano e Vera Alencar, teve distribuição comercial em tiragem limitada, no final de 1995.

 

Em 2006, foi lançado, também pela Jobim Biscoito Fino, o DVD "Tom Jobim ao vivo em Montreal", registro do show gravado em 1986, no Festival Internacional de Jazz daquela cidade. Ao lado do compositor, os músicos Jaques Morelenbaum (violoncelo), Paulo Jobim (violão), Danilo Caymmi (flauta), Tião Neto (baixo) e Paulo Braga (bateria), e do vocal de Paula Morelenbaum, Maucha Adnet, Simone Caymmi, Ana Jobim e Elizabeth Jobim. O DVD traz ainda uma entrevista concedida pelo compositor em sua casa, no bairro do Jardim Botânico (RJ), em 1981, ao jornalista Roberto D'Ávila.

 

Em 2007, a gravadora Biscoito Fino lançou o CD "Tom Jobim ao Vivo em Montreal", contendo o áudio do DVD homônimo, lançado no ano anterior. No repertório, suas canções “Água de beber”, “Chega de saudade”, “A felicidade” e “Garota de Ipanema”, todas com Vinicius de Moraes, “Samba de uma nota só” (c/ Newton Mendonça), “Two kites”, “Wave”, “Borzeguim”, “Falando de amor”, “Gabriela”, “Samba do avião” e “Waters of March”.

 

Em 2007 foi lançado o DVD “A casa do Tom – Mundo, Monde, Mondo”, filme de Ana Jobim que conta a história de amor do compositor com a música, a família e a natureza. Narrado pela própria Ana Jobim, o documentário inclui falas, fotos, filmes caseiros e filmes profissionais, poemas, uma longa entrevista e uma trilha sonora composta de 24 músicas.

 

Em 2010, foi relançado o CD “Minha alma canta”, com interpretações suas de músicas de outros compositores, gravadas ao lado de amigos como Edu Lobo, Chico Buarque e Gal Costa para alguns dos songbooks produzidos por Almir Chediak. Nesse mesmo ano, a remontagem do musical “Orfeu da Conceição”, com trilha sonora de sua parceria com Vinicius de Moraes, estreou turnê nacional no Canecão (RJ), com direção geral de Aderbal Freire-Filho e direção musical de Jaques Morelenbaum e Jaime Alem, com elenco formado por Érico Brás, Wladimir Pinheiro, Jéssica Barbosa e Isabel Fillardis, coreografia de Carlinhos de Jesus e figurino de Kika Lopes.

 

Em 2011, o musical “Passarim – As peripécias de um sabiá apaixonado por Luiza”, com direção e roteiro de Rony Guilherme, estreou no Teatro das Artes (RJ), com canções de sua autoria, entre as quais “Eu sei que vou te amar” (c/ Vinicius de Moraes), “Imagina” (c/ Chico Buarque) “Brasil nativo”, “Borzeguim”, “Passarim” e “Wave”. Nesse mesmo ano, numa parceria do Instituto Cultural Cravo Albin com o selo Discobertas, foi lançado o box "100 Anos de Música Popular Brasileira", contendo quatro CDs duplos, com áudio restaurado por Marcelo Fróes da coleção de oito LPs da série homônima produzida por Ricardo Cravo Albin, em 1975, com gravações raras dos programas radiofônicos “MPB 100 ao vivo” realizadas no auditório da Rádio MEC, em 1974 e 1975. O compositor participou do volume 5 da caixa, com suas canções “Se é por falta de adeus” (c/ Dolores Duran), na voz de Dóris Monteiro, “Foi a noite” (c/ Marino Pinto), na voz de Lúcio Alves, “Desafinado” (c/ Newton Mendonça), na voz de Alaíde Costa, e ainda com as seguintes canções em parceria com Vinicius de Moraes: “Se todos fossem iguais a você”, “Eu sei que vou te amar” e “A felicidade”, todas na voz de Lúcio Alves, “Eu não existo sem você”, na voz de Alaíde Costa, e “Garota de Ipanema”, interpretada em dueto por Johnny Alf e Alaíde Costa.

 

Em 2012, estreou no Brasil o documentário “A música segundo Tom Jobim”, de Nelson Pereira dos Santos e Dora Jobim, com roteiro de Nelson Pereira dos Santos e Miúcha, após passar pelos festivais de Nova York, Copenhague, Santa Maria Feira (em Portugal) e ainda pelo Festival Internacional de Documentários de Amsterdã, considerado como o mais importante festival mundial do gênero. Nesse mesmo ano, foi lançado o livro “Histórias de canções – Tom Jobim”, de Wagner Homem e Luiz Roberto Oliveira (Leya Brasil). Pelo conjunto de sua obra, foi homenageado com o "Lifetime Achievement Award" do Grammy 2012, premiação pela primeira vez conferida a um artista brasileiro.

 

Em 2013, entrou no circuito cinematográfico o documentário “A Luz do Tom”, de Nelson Pereira dos Santos, no qual o compositor tem sua vida narrada por vozes femininas. Nesse mesmo ano, foi o homenageado da 24ª edição do Prêmio da Música Brasileira. O evento contou com a participação de vários artistas, entre os quais Gal Costa, João Bosco, Ney Matogrosso e Leny Andrade, que interpretaram canções de sua autoria. Em 2014, em comemoração aos 20 anos de sua morte, foi inaugurada uma estátua sua em tamanho real na orla da praia de Ipanema, próximo ao Arpoador, no Rio de Janeiro. A escultora Christina Motta afirmou que se baseou em uma antiga foto de Tom com o amigo Vinicius de Moraes para fazer a estátua, que demorou 4 meses para ficar pronta e foi encomendada pela Prefeitura do Rio. O evento contou com a participação do Sexteto Terra Brasilis, convidado pela família do músico.

DANIEL DOVAL: Fotógrafo, com 50 anos de idade, 27 de profissão e há 15 anos trabalhando com uma máquina que tem um século de existência: o Lambe-Lambe. Natural de Entre Rios, na Argentina, já passou por lugares como Bariloche, Mar Del Plata, Montevideo e algumas cidades brasileiras como Paraty-RJ e Ouro Preto-MG. Desde setembro de 2010, está trabalhando diariamente no Alto da Sé em Olinda/PE. A foto foi feita para o encarte do CD "Não me peçam que eu dê de graça tudo aquilo que eu tenho pra vender", do compositor e cantor de coco Herbert Lucena. Foto: Marcelo Soares.

Representantes de autores y compositores ecuatorianos en reunión con René Ramírez

Compositor, cantor e considerado um dos melhores guitarristas do mundo, tem suas raízes ligadas aos blues. Alcançou o maior sucesso de sua carreira com a música "Tears In Heaven", dedicada ao filho morto aos quatro anos ao cair da janela do apartamento da namorada de Clapton. O disco acústico contendo a música e regravações de outros clássicos foi um sucesso absoluto e ganhou dezenas de prêmios, inclusive seis Grammys.

 

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OSASCO, SP, 08.03.2013 : CRIOLO/OSASCO/SP - Apresentacao do cantor e compositor Criolo no palco do galpao onde sera erguido a unidade do Sesc em Osasco, na grande Sao Paulo. (Foto: Renato Luiz Ferreira/Folhapress)

 

Renato Luiz Ferreira/Folhapress ©

 

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Imagem protegida pela Lei do Direito Autoral Nº 9.610 de 19/02/1998.

Proibida reprodução, edição e publicação total ou parcial em qualquer tipo de mídia sem autorização do autor

 

Foto © Renato Luiz Ferreira .

Palestra com a Atleta Olímpica Rosemar Coelho Neto Menasse, a cantora e compositora Adyel Silva (filha de Adhemar Ferreira da Silva) e abertura da exposição "Projeto Atletismo: A Força do Esporte" do Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva, com monitoria dos alunos da EE “Poeta Domingues Bauer Leite”.

 

16 de maio de 2016

Auditório da Diretoria de Ensino da Região de Miracatu

 

Adhemar Ferreira da Silva foi o primeiro ganhador de uma medalha olímpica de atletismo na história do Brasil em 1952. Nasceu em São Paulo em 29 de setembro de 1927, conquistou as medalhas de ouro no salto triplo nos Jogos de Helsinque 1952 e de Melbourne 1956, sendo o primeiro bicampeão olímpico do país. Em 2012, foi imortalizado no Hall da Fama do atletismo. Ele é o único brasileiro a representar o país no salão da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), faleceu em São Paulo em 12 de janeiro de 2001.

 

Adyel Silva, por força das atividades profissionais do pai, foi criada entre o Brasil, Europa e África, e formou-se pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Inciciou a carreira de cantora profissional no início da década de 80, ao ser convidada para acompanhar o pianista Guilherme Vergueiro no bar One More Time. Nos anos seguintes se dedicou ao teatro, tendo participado dos espetáculos "O País dos Elefantes", estrelado pelo ator Antônio Fagundes, o musical "Emoções Baratas", dirigido por José Possi Neto (irmão de Zizi Possi), e "Cristal", espetáculo escrito po Ronaldo Bastos e dirigido por José Maurício Machline. Participou também de produções cinematográficas, como "O Efeito Ilha", de Luis Alberto Pereira, e o curta-metragem vencedor do Festival Internacional "Open Door", realizado pela BBC, "O Menino, a Favela e as Tampas de Panela", de Cao Hambúrguer. Também fez participações em programas de TV. O primeiro CD, "Chic da Silva" foi gravado somente em 2003, e tem composições da própria Adyel, além de algns clássicos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gonzaguinha e Roberto Menescal. O CD foi incicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de MPB. Em 2011 Adyel participou do Cd "A Voz da Mulher na Obra de Taiguara", cantando a música "Coisas" (Taiguara).

 

Rosemar Coelho Neto Menasse, nasceu em Juquiá em 2 de janeiro de 1977, foi aluna nas Escolas Estaduais "Poeta Domingues Bauer Leite" e "Professor Armando Gonçalves". Jogava vôlei na escola, mas não se adaptou ao esporte. Estimulada pelo Professor de Educação Física Paulo Itioka, migrou para o atletismo. "Ele foi mais que um professor, foi como um pai, não sossegou enquanto não encontrou um clube para mim", conta Rosemar. Numa competição escolar, por um erro nas inscrições, correu com os meninos e venceu. O resultado rendeu o convite do técnico Roberto Dik para integrar a equipe de Cubatão, seu primeiro clube.

 

Carreira

Melhor marca pessoal:

100 m - 11s23 (Bogotá/2004)

200 m - 23s10 (Tunja/2001)

 

Resultados importantes:

100 m

7ª na Universíade de Daegu/2003

8ª no Troféu Brasil/2012 (11s91)

Revezamento 4x100 m

Medalha de prata no Troféu Brasil/2013 (43s63, com Lucimar de Moura, Thaíssa Presti e Ana Cláudia Lemos Silva)

5ª no Mundial de Berlim/2009

4ª nas Olimpíadas de Pequim/2008

Medalha de bronze na Universíade de Daegu/2003

Medalha de prata na Universíade de Pequim/2001

Tricampeã do Troféu Brasil, em 2010, 2011 e 2012 (44s65)

 

O Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva é uma instituição sem fins lucrativos que acredita que o esporte é uma importante plataforma para o desenvolvimento humano.

A prática esportiva aproxima o jovem do trabalho em equipe, da cooperação,disciplina, hábitos saudáveis e inclusão sócio-cultural.

Os projetos do Instituto buscam manter jovens e crianças inclusos na sociedade, afastando-os da criminalidade, colaborando para um Brasil mais saudável.

 

O projeto Atletismo - A Força do Esporte promove entre jovens estudantes a modalidade do atletismo e suas provas além de aproxima-los de atletas brasileiros. Uma exposição e atividades multidisciplinares colaboram para uma nova visão sobre o esporte, instigando a sua prática e seus valores. Acreditamos que o esporte é uma importante ferramenta na construção da cidadania.

Para incentivar o esporte não apenas como atividade física, mas também profissional, o projeto irá colocar atletas e estudantes , para um conversa honesta sobre o impacto positivo do esporte em suas vidas.

  

16 de maio de 2016

Núcleo Pedagógico

Diretoria de Ensino da Região de Miracatu

  

Fontes:

www.adhemarferreiradasilva.org

www.clubedeatletismo.org.br/bmf-bovespa/feminino/artigo19...

en.wikipedia.org/wiki/Rosemar_Coelho_Neto

www.cantorasdobrasil.com.br/cantoras/adyel_silva.htm

 

Fotografia: Paulo Henrique Zioli

Enquanto espera para apresentar o seu novo disco, cantor, compositor e ator goiano Rubi celebra 20 anos do lançamento de seu disco homônimo de estréia ao apresentar gratuitamente o show inédito “Por Enquanto” em São Paulo. 02.11.18

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2018/11/02/por-enquanto-com-r...

[papel con partitura impresa_010]

 

Exposición colectiva "Joves artistes de les Illes Balears interpreten Chopin". Dicha exposición del Govern Balear será itinerante e inaugurada día 26 de febrero a las 11:30 h en el Consolat de Mar de Palma de Mallorca. Después recorrerá otros pueblos de la isla, Menorca, Ibiza, Formentera, Londres, Barcelona y Varsovia.

 

Frédéric-François Chopin, compositor y pianista polaco adscrito al movimiento romántico, considerado como uno de los más grandes compositores de música para piano, nació el año 1810 en Polonia y murió el año 1849 en París. En 1838 enfermó de tuberculosis y se trasladó a Mallorca acompañado por George Sand, buscando un clima más benigno para su enfermedad. Allí, rechazado por la sociedad mallorquina de aquel tiempo, cuando la tuberculosis no tenía cura, encontró refugio en la Cartuja de Valldemossa, donde vivió desde diciembre de1838 hasta febrero de1839.

 

El Govern de les Illes Balears quiere adherirse a la iniciativa de las instituciones polacas e impulsar y dar apoyo a diferentes proyectos y actividades de interés general con las que dar relieve durante este año a la celebración del «Any Chopin».

 

video Govern Balear www.youtube.com/watch?v=i9XDv7o-PTY

video TV Mallorquina www.youtube.com/watch?v=H5nCCh-BLmg&feature=related

 

****

 

*Fernando Miranda (Córdoba, Ver. 1962).* Compositor mexicano avecindado en

Durango, es uno de los iniciadores del movimiento de la Nueva Canción

Mexicana, durante la década de los años ochentas, junto con maestros como

Gabino Palomares, Marcial Alejandro, Rafael Mendoza y Jorge Buenfil, entre

otros.****

 

****

 

Ha trabajado para instituciones públicas dando recitales en centros de

rehabilitación social, así como en dependencias educativas y foros

culturales del país.****

 

****

 

Graba su primer disco en la ciudad de México D.F., en 1997, titulado “Por

la Avenida Insurgentes”. Uno de sus temas, “California Dancing Club” se

convirtió en la rúbrica de este histórico salón de baile. Se ha presentado

en numerosos escenarios de la República Mexicana interpretando sus

canciones de corte urbano en las que expone, a través del romanticismo,

diversas problemáticas sociales.****

 

****

 

A lo largo de su carrera ha tenido la oportunidad de ser invitado a

compartir escenario con artistas como Alfredo Zitarrosa, Guadalupe Pineda y

Facundo Cabral.****

 

****

 

Su segunda producción discográfica se titula “Querido Durango”, en la que

destacan temas dedicados a esta ciudad colonial.****

 

****

 

Como comunicador, desde hace más de 20 años sus artículos y denuncias de

carácter político son publicados con frecuencia en revistas y periódicos

nacionales impresos y digitales.****

 

****

 

****

 

****

 

** **

La compositora Eva Gancedo, autora de bandas sonoras de películas como "Lágrimas negras", "La buena estrella", entre otras, ha participado en esta nueva edición del Curso de Cinematografía

Ilustração para a coluna de Música do caderno de Cultura do jornal Zero Hora de Porto Alegre.

Publicado em 15 de junho.

Lápis e hidrográfica sobre papel.

La Asociación de Mujeres en la Música ha apoyado la celebración de un concierto de la formación Nuevo Esemble de Segovia (neSg) dedicado exclusivamente a la obra de mujeres compositoras. El concierto tuvo lugar el martes, 31 de enero y se interpretaron en la sede de la SGAE piezas de Consuelo Díez, María Luisa Ozaita, Diana Pérez Custodio, Laura Vega, Anna Bofill, Mercedes Zavala, Cruz López de Rego, Beatriz Arzamendi.

 

neSg dedica su actividad a la difusión del repertorio de música contemporánea y es la versión actual del conjunto formado por Flores Chaviano, su director, en 1992. Ha participado en numerosos festivales, tanto a nivel nacional como internacional, destacando su intervención en el Festival de Primavera de Salamanca, el Festival de Música Española de León, el COMA (Festival Internacional de Música Contemporánea de Madrid), el Ciclo de Conciertos de la Universidad Autónoma de Madrid, las Jornadas de Música Contemporánea de Segovia (de las que es grupo residente) o el Festival HLCC of SUNY College at New York (EEUU), entre otros.

 

Más información en el blog de la Asociación.

Estátua do compositor Dorival Caymmi na praia de Copacabana Brasil.

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Statue of composer Dorival Caymmi on Copacabana beach Brazil.

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Statue des Komponisten Dorival Caymmi am Strand der Copacabana Brasilien.

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コパカバーナビーチブラジルの作曲家Dorival Caymmiの像。

A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.

 

Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.

 

Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.

 

As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).

 

Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.

 

Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm

Compositor, produtor e baixista do Barao Vermelho, vocalista, produtor, compositor, baixista e violonista dos Britos e em carreira solo esse ano de 2007, ao vivo na Livraria Letras e Expressões, Ipanema, Rio de Janeiro, RJ.

Miller es un músico, compositor y productor de jazz, sus trabajos más conocidos son como bajista en conjunto con el trompetista Miles Davis, Luther Vandross y David Sanborn.

*KIRT & NEON LEGION*, el poderoso colectivo rock-indie-electro que comanda

el compositor y multi-instrumentista de origen alemán *Philip Kressin*,

vuelve a presentarse en Argentina. Tras tres años desde su última actuación

en tierras locales, *KIRT* regresa a nuestro país con una nueva encarnación

de *NEON LEGION* para presentar *“EMPIRE”*, su último álbum, que ya rankea

en los principales charts de USA y Canadá, y la cita obligada es para *el

miércoles 6 de Abril en el “Roxy Live”*.

 

El viaje musical de Philip Kressin (alias KIRT, como lo conocimos nosotros

en 2008) lo ha llevado desde un búnker de la Segunda Guerra Mundial en

Frankfurt a una chacrita aislada en medio de Argentina. Estudiante de música

clásica en su Alemania natal y compositor para películas, el músico llega a

Buenos Aires para presentar *“EMPIRE”*, una producción discográfica que

demandó la participación de más de una docena de músicos de tres continentes

y en cuatro países distintos. Álbum que cuenta, nada menos, con

participaciones de músicos que van desde *THE HIDDEN CAMERAS*, *HOLY FU*K* y

*BAHAMAS*, todos ellos dirigidos por Jason Collet de *BROKEN SOCIAL SCENE* y

grabado en los *Electric Lady Studios* de Nueva York.

 

Enlaces:

 

www.facebook.com/neonlegion

  

soundcloud.com/neon-legion-giveaway

 

* *

 

*BIO*

 

El increíble viaje musical de Philip Kressin lo ha llevado desde un búnker

de la Segunda Guerra Mundial en Frankfurt a una chacrita aislada en medio de

Argentina. Obsesivo desde su nacimiento con la música de Michael Jackson

pero también adolescente metalero, estudiante de música clásica en su

Alemania natal y compositor para películas, descendiente de una familia de

Caballeros medievales germanos, el músico y multi-instrumentista ha editado

un nuevo álbum, “EMPIRE”, que presenta con su nueva banda de músicos

locales, “NEON LEGION”. Ambicioso disco que explora su gusto por el rock, el

electro y la música clásica y que expresa su particular curiosidad por la

cultura.

 

Kirt estudió en el Frensham Heights School cerca de Londres, donde el rock &

roll es un capítulo natural de cualquier curriculum. Allí conoció por

primera vez las armonías de Bach y las melodías de Haendel, viajó por Europa

como miembro de un coro con orquesta, y se codeó con los hijos de leyendas

del rock como Roger Waters y Brian May, visitando a menudo la casa donde Led

Zeppelin grabó para la historia “Stairway to Heaven”. Inspirado, pasó más de

siete mes en reclusión en una pequeña chacra de la Argentina, donde grabó un

primer álbum electrónico que nunca ha visto la luz, aunque algunos motivos y

fragmentos de canciones aparecen en “Empire” el disco que publica ahora, 15

años más tarde.

 

Regresó a Inglaterra para estudiar música en la Universidad de Brunel, donde

compuso una pieza ganadora de un concurso acerca de las Cruzadas y una

composición en 3 movimientos basada en “2001: Odisea en el espacio”.

Después, se internó en los estudios Black Solaris (construidos en un viejo

bunker abandonado de la Segunda Guerra Mundial) donde produjo bandas de

hip-hop y a artistas electrónicos, y donde llevó a cabo su primera incursión

en la composición para películas con su pieza clásica “Geigensolo”.

 

En medio de todo esto, Kirt se las arregló para grabar su primer álbum

oficial CYAN, bajo el nombre artístico de KIRT. Después, viajó a los climas

calurosos de Buenos Aires para lanzar el disco. Durante los dos años que

pasó en Argentina, hizo acopio de cierto respeto por parte de la crítica,

pasó el tiempo tocando con la primera encarnación de su banda Neon Legion, y

fue co-fundador de “Multi-corriente”, un colectivo creativo que funcionaba

al mismo tiempo como sello discográfico y editorial de una revista musical

que salía una vez al mes a la calle.

 

Cuando la inquietud volvió a golpear a sus puertas, Kirt viajó a lo que

ahora son sus dos hogares en Norteamérica: Nueva York y Toronto. Ahora,

vuelve a presentarse en nuestro país mientras sus canciones ya rankean en

los principales charts de Canadá y USA.

 

* *

 

*EMPIRE*

 

La realización de EMPIRE demandó la participación de más de una docena de

músicos en cuatro países de tres continentes. Después de trabajar en los

arreglos con su conjunto en Argentina, Kirt reclutó al cellista Daniel Bensi

en Nueva York, así como a un gran elenco de músicos de Toronto de la mano de

Jason Collett (BROKEN SOCIAL SECENE), incluyendo a miembros del conjunto de

electrónica experimental HOLY FU*K, HIDDEN CAMERAS y BAHAMAS. A pesar de la

multitud de manos metidas en la ensalada del proyecto, el álbum se las

arregla para mantener un tono orgánico y homogéneo que no es ajeno al

synth-rock. Este es el resultado de haber grabado mayormente en vivo,

mientras Kirt intentaba mantenerse al margen de sus tendencias “control

freak” y confiaba en los instintos de los músicos colegas.

 

Mezclado y (parcialmente) grabado en los Electric Lady Studios de Nueva

York, EMPIRE, lleva la inconfundible marca sonora de ese legendario edificio

con más de 40 años de historia. En primer plano aparece la voz de tenor de

Kirt, contrapunto del continuo murmullo electro-rock que corre por debajo y

no teme reconocer la influencia de las clásicas armonías de Blonde Redhead

como fuente de su particular inspiración vocal en EMPIRE.

 

Las 10 canciones del álbum profundizan en tópicos a veces políticos y casi

siempre existenciales (la naturaleza del hombre, intelecto vs instinto,

hombre vs naturaleza) desde una perspectiva omnisciente en un esfuerzo por

capturar la esencia humana. “Hunt” se enfrenta a la negación cristiana de la

evolución del hombre, y en “Time to feed”, Kirt lamenta la destrucción del

planeta Tierra. Esta gravedad aparente de los temas nunca tropieza con el

“gancho” de la música: “Eyes” incorpora elementos electrónicos a su pulsante

melodía, y el synth-pop insistente de “Wicked Men” suena como un homenaje a

los maestros de este artificio, Depeche Mode. Un disco que avanza como un

ejército de Caballeros teutónicos gigantes.

 

Y la analogía es apropiada: Kirt es descendiente de Caballeros germanos, y

ve como parte de su misión re-enfatizar los valores que se desprenden del

código caballeresco. Visualmente, la meta parece magnificarse con la

presencia de Stefan Strumbel en el arte del álbum. Ambos artistas poseen

objetivos similares y ambos planean colaborar en una instalación interactiva

durante el año.

 

Muchos años después de comenzar a proyectar EMPIRE, incluso Kirt se siente

impresionado por la forma en que este esfuerzo recorrió el mundo con un

sentido tan fuerte de la cohesión. “Eso es parte de la idea de Neon Legion”,

explica Kirt. “Es como un pequeño ejército de creatividad”.

 

prensa

1535803192

Cantor e compositor apresenta o show "Labiata", que também é o nome do CD lançado pelo artista em setembro do ano passado. São Paulo. 14.08.09

Las reflexiones como documentalista para desarrollar este trabajo, la gira cultural 2012 “Contagiemos a México de Jazz” y los alcances del proyecto aún sin estar exhibida en salas comerciales son los puntos a conversar con el director.

Una historia, cuarenta testimonios entre críticos, músicos, compositores, radiodifusores y managers que generan una conversación durante dos horas en donde se teje una realidad objetiva respecto al fenómeno del Jazz y la Big Band Jazz de México es lo que propone el documental Resiliencia por una nota. “Es la posibilidad de mirar por la rendija no solamente la escena del jazz nacional sino la escena de la música en México” Luis Felipe Ferrá.

¿Cuáles fueron los motivos que te llevaron a mirar hacia el jazz y en particular a la Big Band Jazz de México para desarrollar este documental?

El documentalista siempre está buscando esas historias que no han sido relatadas. Primero hay que encontrarlas y después advertir la importancia que tendrán para el público. Me enfrenté ante un tema suficientemente virgen como para poder tratarlo y manipularlo a mi manera. El génreo del jazz en México a través de la formación más grande que tiene el género que es una Big Band me parecía exquisito. ¿Por qué la Big Band Jazz de México? La banda es de Xochimilco, si la palabra jazz con México es un tanto cuanto incompatible imagínate la palabra jazz con Xochimilco. Un motivo que es igualmente válido que los otros es el absolutamente personal. El cine que me gusta es producido en los cuarenta, cincuenta, y sesenta que está muy impregnado de jazz. Vi que no existían trabajos similares en México y para mi fue una gran oportunidad.

¿Cúal es el objetivo de la gira cultural 2012 “Contagiemos a México de Jazz” y qué actividades que implica?

La gira cultural 2012 "Contagiemos a México de Jazz" es el vehículo que la productora Polytropos tuvo que diseñarse para exhibir la película. Quería mantenerme al margen de lo comercial porque con su presencia se desbirtúan los proyectos. Yo no quería ir a las salas de cine porque conectado a lo comercial se ha vuelto el prostíbulo de la cinematografía como disciplina. La sala de cine ha orillado a muchos proyectos se les corte y cambie el final, que tengan que meter a un artista, actor o director determinado porque vende. Además, ahí no está el público de mi película.

La gira consta de tres fases. La primera es la exhibición de la película en donde el público tiene un primer acercamiento con el jazz. La segunda es un debate, que para mí es el momento crucial de la gira, llamado “Riesgos el corazón del Jazz”. Nos damos cita dos personas de la productora, dos personas de la Big Band Jazz de México y dos personas que ofrecen su testimonio durante el documental para conformar una mesa con personas que se dedican al cine, la música y la crítica o está en el escenario del jazz. Y por último tenemos el concierto de la Big Band Jazz de México. Esto hace que el público tenga una experiencia integral (audiovisual, intelectual reflexiva y musical).

El documental se exhibirá en la Escuela Normal de Profesores de Toluca el 2 de mayo para dar paso al concierto de La Big Band Jazz de México el 4 de mayo en la misma institución. La gira continuará en la Feria de San Marcos, Aguscalientes (11-13 de mayo) en Tuxtla Gutiérrez, Chiapas (17-19 de mayo) y en el Festival del Desierto, San Luis Potosí (14 al 16 de junio).

¿Se tiene planeado la edición del soundtrack del documental o eventualmente una nueva producción de la Big Band Jazz de México?

La Big Band Jazz de México, por alguna extraña razón, lo suficientemente extraña como para volverse importante, no componía. Desidia, tedio, huesos o quizá no era necesario aún tener esos temas originales. Cuando hablé con Ernesto y Martín Ramos para proponerles el proyecto me dieron los dos discos con Manzanero y el disco de Revival grabado en el Lunario del Auditorio Nacional. Cuando ví que no habían temas originales, con el mismo ímpetu con el que los había llamado para decirles que quería hacerles una película les iba a decir que ya no quería hacérselas.

Los artistas no lo son si no tienen propuesta. En México no hemos dedicado históricamente a ser la calca de la calca. No iba a permitir que en mi primer trabajo original pasara esto. Algo que se planteó de una manera seria e importante era el asunto de que hacían el soundtrack o no hacíamos la película. Todas las canciones del soundtrack son originales. La primera canción original de la Big Band Jazz de México se llama “Cala” y es el tema que desfigurado en otros ritmos y en otras formas de tocar jazz dan pie al track "Resiliencia por una nota" y que es con el cual se abren los créditos iniciales en la película. Seguramente sí. Depende más de la Big Band Jazz de México que de "Resiliencia por una nota", de que salga el soundtrack tal cual. Por otro lado, la Big Band va a sacar un cuarto disco de música mexicana.

El documental podrá generar cualquier tipo de reacción excepto la indiferencia, ¿Cuál fue la generada dentro de la misma agrupación?

El documental le afectó a la Big Band Jazz de México porque con él se vió cuestionada. Porque fue la primera vez que entendió que eran sui generis, que son dignos, importantes y trascendentes como para tener una película. Ha entendido que mucha gente se ha enamorado del jazz a través de ellos. Entendió que se necesita no nada más tenacidad y resiliencia sino también un proyecto. No basta con sonar bien sino que hay que proponer. Estas cosas se las dio el documental. La Big Band tiene actualmente un rostro completamente diferente.

¿Después del término de la gira, hacia donde dirigirá la atención de Luis Felipe Ferrá?

Seguiré haciendo cuestiones audiovisuales siempre y cuando valgan la pena. Si no hay algo que contar lo suficientemente impactante y potente prefiero ahorrarme el derecho y seguir por otros caminos que también me encantan como lo es la escritura o la academia.

Tengo pláticas con jazzistas para hacer video clips y estoy interesado en realizar proyectos con músicos de otros géneros incluido el flamenco y la música clásica. Sin embargo quiero intentar algo en la ficción. Vienen mejores trabajos. Vienen nuevos textos ya que antes que otra cosa soy escritor. Escribiré más, no todo puede ser cine.

Moska

Cantor Compositor

Palestra com a Atleta Olímpica Rosemar Coelho Neto Menasse, a cantora e compositora Adyel Silva (filha de Adhemar Ferreira da Silva) e abertura da exposição "Projeto Atletismo: A Força do Esporte" do Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva, com monitoria dos alunos da EE “Poeta Domingues Bauer Leite”.

 

16 de maio de 2016

Auditório da Diretoria de Ensino da Região de Miracatu

 

Adhemar Ferreira da Silva foi o primeiro ganhador de uma medalha olímpica de atletismo na história do Brasil em 1952. Nasceu em São Paulo em 29 de setembro de 1927, conquistou as medalhas de ouro no salto triplo nos Jogos de Helsinque 1952 e de Melbourne 1956, sendo o primeiro bicampeão olímpico do país. Em 2012, foi imortalizado no Hall da Fama do atletismo. Ele é o único brasileiro a representar o país no salão da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), faleceu em São Paulo em 12 de janeiro de 2001.

 

Adyel Silva, por força das atividades profissionais do pai, foi criada entre o Brasil, Europa e África, e formou-se pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Inciciou a carreira de cantora profissional no início da década de 80, ao ser convidada para acompanhar o pianista Guilherme Vergueiro no bar One More Time. Nos anos seguintes se dedicou ao teatro, tendo participado dos espetáculos "O País dos Elefantes", estrelado pelo ator Antônio Fagundes, o musical "Emoções Baratas", dirigido por José Possi Neto (irmão de Zizi Possi), e "Cristal", espetáculo escrito po Ronaldo Bastos e dirigido por José Maurício Machline. Participou também de produções cinematográficas, como "O Efeito Ilha", de Luis Alberto Pereira, e o curta-metragem vencedor do Festival Internacional "Open Door", realizado pela BBC, "O Menino, a Favela e as Tampas de Panela", de Cao Hambúrguer. Também fez participações em programas de TV. O primeiro CD, "Chic da Silva" foi gravado somente em 2003, e tem composições da própria Adyel, além de algns clássicos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gonzaguinha e Roberto Menescal. O CD foi incicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de MPB. Em 2011 Adyel participou do Cd "A Voz da Mulher na Obra de Taiguara", cantando a música "Coisas" (Taiguara).

 

Rosemar Coelho Neto Menasse, nasceu em Juquiá em 2 de janeiro de 1977, foi aluna nas Escolas Estaduais "Poeta Domingues Bauer Leite" e "Professor Armando Gonçalves". Jogava vôlei na escola, mas não se adaptou ao esporte. Estimulada pelo Professor de Educação Física Paulo Itioka, migrou para o atletismo. "Ele foi mais que um professor, foi como um pai, não sossegou enquanto não encontrou um clube para mim", conta Rosemar. Numa competição escolar, por um erro nas inscrições, correu com os meninos e venceu. O resultado rendeu o convite do técnico Roberto Dik para integrar a equipe de Cubatão, seu primeiro clube.

 

Carreira

Melhor marca pessoal:

100 m - 11s23 (Bogotá/2004)

200 m - 23s10 (Tunja/2001)

 

Resultados importantes:

100 m

7ª na Universíade de Daegu/2003

8ª no Troféu Brasil/2012 (11s91)

Revezamento 4x100 m

Medalha de prata no Troféu Brasil/2013 (43s63, com Lucimar de Moura, Thaíssa Presti e Ana Cláudia Lemos Silva)

5ª no Mundial de Berlim/2009

4ª nas Olimpíadas de Pequim/2008

Medalha de bronze na Universíade de Daegu/2003

Medalha de prata na Universíade de Pequim/2001

Tricampeã do Troféu Brasil, em 2010, 2011 e 2012 (44s65)

 

O Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva é uma instituição sem fins lucrativos que acredita que o esporte é uma importante plataforma para o desenvolvimento humano.

A prática esportiva aproxima o jovem do trabalho em equipe, da cooperação,disciplina, hábitos saudáveis e inclusão sócio-cultural.

Os projetos do Instituto buscam manter jovens e crianças inclusos na sociedade, afastando-os da criminalidade, colaborando para um Brasil mais saudável.

 

O projeto Atletismo - A Força do Esporte promove entre jovens estudantes a modalidade do atletismo e suas provas além de aproxima-los de atletas brasileiros. Uma exposição e atividades multidisciplinares colaboram para uma nova visão sobre o esporte, instigando a sua prática e seus valores. Acreditamos que o esporte é uma importante ferramenta na construção da cidadania.

Para incentivar o esporte não apenas como atividade física, mas também profissional, o projeto irá colocar atletas e estudantes , para um conversa honesta sobre o impacto positivo do esporte em suas vidas.

  

16 de maio de 2016

Núcleo Pedagógico

Diretoria de Ensino da Região de Miracatu

  

Fontes:

www.adhemarferreiradasilva.org

www.clubedeatletismo.org.br/bmf-bovespa/feminino/artigo19...

en.wikipedia.org/wiki/Rosemar_Coelho_Neto

www.cantorasdobrasil.com.br/cantoras/adyel_silva.htm

 

Fotografia: Paulo Henrique Zioli

From: De Grafiske Fag 1925

 

Here some info from the article

 

Invented by the German American engineer D. Petri-Palermo and Benjamin F. Bellow from Cleveland.

4 double magazines – total 8 different type faces. 1016 characters on the machine – split over the 4 magazines. 6 to 24 pkt. All 8 typefaces can be used on the same line despite the pt. size. No hand matrices.

5 casting forms. 127 typesetting keys on the keyboard.

Typefaces: Baskerville, Bodoni, Old Style, Caslon & Gothe etc. - in cooperation with Bauersche Gisserei in Frankfurt a.M.

Sesi, Taguatinga, DF, Brasil, 27/9/2018 Foto: Helio Montferre/Sistema Fibra.

  

Nesta quinta-feira, 27 de setembro, Reinaldo Cordeiro levou o show Encantos da Natureza ao palco da Sala Yara Amaral, no Centro Cultural Sesi. O cantor e compositor é a atração da semana das Quintas Musicais do Projeto Sesi BRB Cultural.

Jornalista com mais de 50 anos de atuação na imprensa paulista. Ucraniano está no Brasil desde 1958, foi naturalizado brasileiro em 1971, ficou preso no DOI-Codi de São Paulo em 1973.

 

Em mais de 50 anos de jornalismo, trabalhou nos maiores jornais e revistas do país, sem abrir mão de suas convicções libertárias e princípios éticos, em busca da verdade e do texto perfeito.

 

Poeta, compositor e escritor Alex Solnik escreveu para a Retratos do Brasil, revista mensal com conteúdo de política, economia, cultura, ciência e condições de vida.

 

Na Gazeta Russa, segundo se apresenta “com notícias da Rússia na sua língua” suas reportagens explicam também o Brasil para os russos.

 

Solnik trabalhou também como editor-executivo da revista SRAS & SRS que circulava em Brasília e Goiânia, com entrevistas especiais. Sobre sua rotina rotina disse: “faço revistas por encomenda, adoro fazer revistas. Escrever, editar. Faço poesias de vez em quando. Músicas. Tenho um parceiro, o Sergio Mello. Temos 100 músicas prontas”. Compartilhou o poema que escreveu para Vinicius de Moraes por ocasião de sua morte: “Ave poeta cheio de graça / nuvem de fumaça / a caminho da UTI / do Itamaraty. /Poeta nosso que estás / no céu de Ipanema / rogai por nós, poetas menores / agora e na hora dos nossos porres / Ave poeta que sempre nasces / porque nunca morres”.

 

Alex lançou em 2004 o livro Garoto de Ipanema – venturas e desventuras de Vinicius de Moraes, pela editora Conex, em 2004. “O propósito deste livro é homenagear a memória de Vinicius de Moraes por meio da veiculação do depoimento de pessoas que com ele conviveram e por ele manifestam justa admiração e o devido respeito”, escreveu na sinopse.

 

Outros títulos fazem parte da sua bibliografia, entre eles estão: Em parceria com Paulo Caruso, Alex Solnik assina duas obras: Ecos do Ipiranga, lançado pela editora Paz / Terra Ano, em 1982; e Bar Brasil – na Nova República, pela editora L&pm, em 1986.

 

O título Domador de sonhos – a vida magica de Beto Carrero lançou pela Ediouro Editora, em 2008. Alex Solnik que foi assessor de Beto Carrero, já havia colhido o depoimento do empresário, quando ele morreu, em janeiro de 2008. No livro o Beto Carrero narra sua vida e o autor acrescentou uma introdução contando principalmente os episódios que envolveram os últimos meses de vida do biografado, e uma espécie de posfácio, com um texto ficcional escrito em homenagem à memória de Beto Carrero.

 

O Cofre do Adhemar, que resgata os acontecimentos do dia 18 de julho de 1969. De acordo com a obra naquele dia houve um dos mais ousados assaltos da história do Brasil. Um cofre contendo US$ 2,5 milhões foi roubado da casa da amante do falecido governador de São Paulo, Adhemar de Barros. Os dólares eram frutos das negociatas do governador. Um dinheiro ilícito, misterioso. Os autores do crime: jovens de 16 a 20 anos, integrantes da VAR-Palmares, revolucionários de esquerda lutando contra a “repressão da ditadura militar e a hegemonia norte-americana”. Lançado pela Editora Sextante em 2011.

 

No mesmo ano lançou a Guerra do apagão – crise de energia elétrica no Brasil, que fez parte da coleção Ponto Futuro (editora SENAC SP/2011). Na obra Solnik considera que o leitor não familiarizado com o assunto, e abriu 'janelas' para entrevistas que contemplam os dois lados de toda controvérsia. É um livro-reportagem com um toque bem-humorado e polêmico sobre o fantasma do apagão que rondava o Brasil da época.

 

Em 2013 veio o título 100 VINICIUS 100 – A poesia festeja o centenário de seu grande mestre lançado pela BB Editora. Projetado para comemorar os 100 anos do nascimento do diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor Vinicius de Moraes, o livro traz depoimentos de personalidades da cultura brasileira que conviveram com Vinicius ao longo de toda a sua vida. Pessoas como Jorginho Guinle, Toquinho, Gilda Matoso, Ferreira Gullar, Zélia Gattai, Oscar Niemeyer, Cândido Portinari, Sergio Cabral, além de outros grandes amigos que compartilharam da intimidade do poeta.

 

Fez parte do time que participou da revista Imprensa desde o primeiro número. Alex Solnik era um dos colaboradores como, Gepp & Maia, Oscar Pilagallo, Milton Blay e Moacir Japiassu, entre tantos outros que passaram pelo veículo e que também foram lembrados da edição do 25º aniversário da revista Imprensa, em setembro de 2012.

 

Alex Solnik é editor especial da revista Brasileiros e assina a coluna ‘Bom e mau humor’ na revista. Durante a Copa do Mundo no Brasil escreveu o ‘Diário da Copa’.

 

Em agosto de 2015 passou a colaborador do Brasil 247.

 

Fotos: Felipe L. Gonçalves/Brasil247

OSASCO, SP, 08.03.2013 : CRIOLO/OSASCO/SP - Apresentacao do cantor e compositor Criolo no palco do galpao onde sera erguido a unidade do Sesc em Osasco, na grande Sao Paulo. (Foto: Renato Luiz Ferreira/Folhapress)

 

Renato Luiz Ferreira/Folhapress ©

 

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Imagem protegida pela Lei do Direito Autoral Nº 9.610 de 19/02/1998.

Proibida reprodução, edição e publicação total ou parcial em qualquer tipo de mídia sem autorização do autor

 

Foto © Renato Luiz Ferreira .

A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.

 

Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.

 

Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.

 

As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).

 

Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.

 

Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm

Palestra com a Atleta Olímpica Rosemar Coelho Neto Menasse, a cantora e compositora Adyel Silva (filha de Adhemar Ferreira da Silva) e abertura da exposição "Projeto Atletismo: A Força do Esporte" do Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva, com monitoria dos alunos da EE “Poeta Domingues Bauer Leite”.

 

16 de maio de 2016

Auditório da Diretoria de Ensino da Região de Miracatu

 

Adhemar Ferreira da Silva foi o primeiro ganhador de uma medalha olímpica de atletismo na história do Brasil em 1952. Nasceu em São Paulo em 29 de setembro de 1927, conquistou as medalhas de ouro no salto triplo nos Jogos de Helsinque 1952 e de Melbourne 1956, sendo o primeiro bicampeão olímpico do país. Em 2012, foi imortalizado no Hall da Fama do atletismo. Ele é o único brasileiro a representar o país no salão da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), faleceu em São Paulo em 12 de janeiro de 2001.

 

Adyel Silva, por força das atividades profissionais do pai, foi criada entre o Brasil, Europa e África, e formou-se pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Inciciou a carreira de cantora profissional no início da década de 80, ao ser convidada para acompanhar o pianista Guilherme Vergueiro no bar One More Time. Nos anos seguintes se dedicou ao teatro, tendo participado dos espetáculos "O País dos Elefantes", estrelado pelo ator Antônio Fagundes, o musical "Emoções Baratas", dirigido por José Possi Neto (irmão de Zizi Possi), e "Cristal", espetáculo escrito po Ronaldo Bastos e dirigido por José Maurício Machline. Participou também de produções cinematográficas, como "O Efeito Ilha", de Luis Alberto Pereira, e o curta-metragem vencedor do Festival Internacional "Open Door", realizado pela BBC, "O Menino, a Favela e as Tampas de Panela", de Cao Hambúrguer. Também fez participações em programas de TV. O primeiro CD, "Chic da Silva" foi gravado somente em 2003, e tem composições da própria Adyel, além de algns clássicos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gonzaguinha e Roberto Menescal. O CD foi incicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de MPB. Em 2011 Adyel participou do Cd "A Voz da Mulher na Obra de Taiguara", cantando a música "Coisas" (Taiguara).

 

Rosemar Coelho Neto Menasse, nasceu em Juquiá em 2 de janeiro de 1977, foi aluna nas Escolas Estaduais "Poeta Domingues Bauer Leite" e "Professor Armando Gonçalves". Jogava vôlei na escola, mas não se adaptou ao esporte. Estimulada pelo Professor de Educação Física Paulo Itioka, migrou para o atletismo. "Ele foi mais que um professor, foi como um pai, não sossegou enquanto não encontrou um clube para mim", conta Rosemar. Numa competição escolar, por um erro nas inscrições, correu com os meninos e venceu. O resultado rendeu o convite do técnico Roberto Dik para integrar a equipe de Cubatão, seu primeiro clube.

 

Carreira

Melhor marca pessoal:

100 m - 11s23 (Bogotá/2004)

200 m - 23s10 (Tunja/2001)

 

Resultados importantes:

100 m

7ª na Universíade de Daegu/2003

8ª no Troféu Brasil/2012 (11s91)

Revezamento 4x100 m

Medalha de prata no Troféu Brasil/2013 (43s63, com Lucimar de Moura, Thaíssa Presti e Ana Cláudia Lemos Silva)

5ª no Mundial de Berlim/2009

4ª nas Olimpíadas de Pequim/2008

Medalha de bronze na Universíade de Daegu/2003

Medalha de prata na Universíade de Pequim/2001

Tricampeã do Troféu Brasil, em 2010, 2011 e 2012 (44s65)

 

O Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva é uma instituição sem fins lucrativos que acredita que o esporte é uma importante plataforma para o desenvolvimento humano.

A prática esportiva aproxima o jovem do trabalho em equipe, da cooperação,disciplina, hábitos saudáveis e inclusão sócio-cultural.

Os projetos do Instituto buscam manter jovens e crianças inclusos na sociedade, afastando-os da criminalidade, colaborando para um Brasil mais saudável.

 

O projeto Atletismo - A Força do Esporte promove entre jovens estudantes a modalidade do atletismo e suas provas além de aproxima-los de atletas brasileiros. Uma exposição e atividades multidisciplinares colaboram para uma nova visão sobre o esporte, instigando a sua prática e seus valores. Acreditamos que o esporte é uma importante ferramenta na construção da cidadania.

Para incentivar o esporte não apenas como atividade física, mas também profissional, o projeto irá colocar atletas e estudantes , para um conversa honesta sobre o impacto positivo do esporte em suas vidas.

  

16 de maio de 2016

Núcleo Pedagógico

Diretoria de Ensino da Região de Miracatu

  

Fontes:

www.adhemarferreiradasilva.org

www.clubedeatletismo.org.br/bmf-bovespa/feminino/artigo19...

en.wikipedia.org/wiki/Rosemar_Coelho_Neto

www.cantorasdobrasil.com.br/cantoras/adyel_silva.htm

 

Fotografia: Paulo Henrique Zioli

Viernes 17 de agosto de 2018

 

La Universidad del Claustro de Sor Juana fue sede del Foro Internacional: “Ciudad de México y la condiciones de las y los los creadoras/es”, con el foro vespertino “Libertad creativa y cooperación” participaron: Marcela Jiménez, subdirectora de Pequeñas Empresas Culturales de la SCCDMX, Fco. José Guevara, director ejecutivo de Arquetopia: Santiago Schuster, director regional de la Confederación Internacional de Sociedades de Autores y Compositores; Nelly César, directora de Pandeo; Jimena Lara, directora de Asuntos Internacionales de la Secretaría de Cultura y Tood Lanier Leister, de Free Dimensional, moderó Carlos Mesén.

 

Fotografía: Tania Victoria/ Secretaría de Cultura CDMX

 

El compositor Julio Estrada, más conocido como Fruko interpreta uno de sus éxitos “El Preso”, durante un ensayo en el teatro Jorge Eliécer Gaitan.

Crédito: CEET

Fotógrafo: Andrea Moreno

Fecha: 20 de agosto de 2010

 

Palestra com a Atleta Olímpica Rosemar Coelho Neto Menasse, a cantora e compositora Adyel Silva (filha de Adhemar Ferreira da Silva) e abertura da exposição "Projeto Atletismo: A Força do Esporte" do Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva, com monitoria dos alunos da EE “Poeta Domingues Bauer Leite”.

 

16 de maio de 2016

Auditório da Diretoria de Ensino da Região de Miracatu

 

Adhemar Ferreira da Silva foi o primeiro ganhador de uma medalha olímpica de atletismo na história do Brasil em 1952. Nasceu em São Paulo em 29 de setembro de 1927, conquistou as medalhas de ouro no salto triplo nos Jogos de Helsinque 1952 e de Melbourne 1956, sendo o primeiro bicampeão olímpico do país. Em 2012, foi imortalizado no Hall da Fama do atletismo. Ele é o único brasileiro a representar o país no salão da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), faleceu em São Paulo em 12 de janeiro de 2001.

 

Adyel Silva, por força das atividades profissionais do pai, foi criada entre o Brasil, Europa e África, e formou-se pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Inciciou a carreira de cantora profissional no início da década de 80, ao ser convidada para acompanhar o pianista Guilherme Vergueiro no bar One More Time. Nos anos seguintes se dedicou ao teatro, tendo participado dos espetáculos "O País dos Elefantes", estrelado pelo ator Antônio Fagundes, o musical "Emoções Baratas", dirigido por José Possi Neto (irmão de Zizi Possi), e "Cristal", espetáculo escrito po Ronaldo Bastos e dirigido por José Maurício Machline. Participou também de produções cinematográficas, como "O Efeito Ilha", de Luis Alberto Pereira, e o curta-metragem vencedor do Festival Internacional "Open Door", realizado pela BBC, "O Menino, a Favela e as Tampas de Panela", de Cao Hambúrguer. Também fez participações em programas de TV. O primeiro CD, "Chic da Silva" foi gravado somente em 2003, e tem composições da própria Adyel, além de algns clássicos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gonzaguinha e Roberto Menescal. O CD foi incicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de MPB. Em 2011 Adyel participou do Cd "A Voz da Mulher na Obra de Taiguara", cantando a música "Coisas" (Taiguara).

 

Rosemar Coelho Neto Menasse, nasceu em Juquiá em 2 de janeiro de 1977, foi aluna nas Escolas Estaduais "Poeta Domingues Bauer Leite" e "Professor Armando Gonçalves". Jogava vôlei na escola, mas não se adaptou ao esporte. Estimulada pelo Professor de Educação Física Paulo Itioka, migrou para o atletismo. "Ele foi mais que um professor, foi como um pai, não sossegou enquanto não encontrou um clube para mim", conta Rosemar. Numa competição escolar, por um erro nas inscrições, correu com os meninos e venceu. O resultado rendeu o convite do técnico Roberto Dik para integrar a equipe de Cubatão, seu primeiro clube.

 

Carreira

Melhor marca pessoal:

100 m - 11s23 (Bogotá/2004)

200 m - 23s10 (Tunja/2001)

 

Resultados importantes:

100 m

7ª na Universíade de Daegu/2003

8ª no Troféu Brasil/2012 (11s91)

Revezamento 4x100 m

Medalha de prata no Troféu Brasil/2013 (43s63, com Lucimar de Moura, Thaíssa Presti e Ana Cláudia Lemos Silva)

5ª no Mundial de Berlim/2009

4ª nas Olimpíadas de Pequim/2008

Medalha de bronze na Universíade de Daegu/2003

Medalha de prata na Universíade de Pequim/2001

Tricampeã do Troféu Brasil, em 2010, 2011 e 2012 (44s65)

 

O Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva é uma instituição sem fins lucrativos que acredita que o esporte é uma importante plataforma para o desenvolvimento humano.

A prática esportiva aproxima o jovem do trabalho em equipe, da cooperação,disciplina, hábitos saudáveis e inclusão sócio-cultural.

Os projetos do Instituto buscam manter jovens e crianças inclusos na sociedade, afastando-os da criminalidade, colaborando para um Brasil mais saudável.

 

O projeto Atletismo - A Força do Esporte promove entre jovens estudantes a modalidade do atletismo e suas provas além de aproxima-los de atletas brasileiros. Uma exposição e atividades multidisciplinares colaboram para uma nova visão sobre o esporte, instigando a sua prática e seus valores. Acreditamos que o esporte é uma importante ferramenta na construção da cidadania.

Para incentivar o esporte não apenas como atividade física, mas também profissional, o projeto irá colocar atletas e estudantes , para um conversa honesta sobre o impacto positivo do esporte em suas vidas.

  

16 de maio de 2016

Núcleo Pedagógico

Diretoria de Ensino da Região de Miracatu

  

Fontes:

www.adhemarferreiradasilva.org

www.clubedeatletismo.org.br/bmf-bovespa/feminino/artigo19...

en.wikipedia.org/wiki/Rosemar_Coelho_Neto

www.cantorasdobrasil.com.br/cantoras/adyel_silva.htm

 

Fotografia: Paulo Henrique Zioli

O compositor Antônio CarlosJobim conversando com o ator Marcello Mastroianni, em Paraty. A prosa parece divertidíssima!

 

N.T: Creio que nos bastidores da filmagem da película 'Gabriela', do diretor Bruno Barreto. Da qual, respectivamente, Tom compôs a trilha sonora e Marcello co-protagonizou ao lado da atriz Sonia Braga, dando vida a personagem de 'Seu Nacib'.

Dado Villa-Lobos apresenta o show da turnê de seu mais recente álbum solo, “Exit”, em São Paulo. 07.05.19

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2019/05/07/exit-de-dado-villa...

La compositora Eva Gancedo, autora de bandas sonoras de películas como "Lágrimas negras", "La buena estrella", entre otras, ha participado en esta nueva edición del Curso de Cinematografía

Palestra com a Atleta Olímpica Rosemar Coelho Neto Menasse, a cantora e compositora Adyel Silva (filha de Adhemar Ferreira da Silva) e abertura da exposição "Projeto Atletismo: A Força do Esporte" do Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva, com monitoria dos alunos da EE “Poeta Domingues Bauer Leite”.

 

16 de maio de 2016

Auditório da Diretoria de Ensino da Região de Miracatu

 

Adhemar Ferreira da Silva foi o primeiro ganhador de uma medalha olímpica de atletismo na história do Brasil em 1952. Nasceu em São Paulo em 29 de setembro de 1927, conquistou as medalhas de ouro no salto triplo nos Jogos de Helsinque 1952 e de Melbourne 1956, sendo o primeiro bicampeão olímpico do país. Em 2012, foi imortalizado no Hall da Fama do atletismo. Ele é o único brasileiro a representar o país no salão da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), faleceu em São Paulo em 12 de janeiro de 2001.

 

Adyel Silva, por força das atividades profissionais do pai, foi criada entre o Brasil, Europa e África, e formou-se pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Inciciou a carreira de cantora profissional no início da década de 80, ao ser convidada para acompanhar o pianista Guilherme Vergueiro no bar One More Time. Nos anos seguintes se dedicou ao teatro, tendo participado dos espetáculos "O País dos Elefantes", estrelado pelo ator Antônio Fagundes, o musical "Emoções Baratas", dirigido por José Possi Neto (irmão de Zizi Possi), e "Cristal", espetáculo escrito po Ronaldo Bastos e dirigido por José Maurício Machline. Participou também de produções cinematográficas, como "O Efeito Ilha", de Luis Alberto Pereira, e o curta-metragem vencedor do Festival Internacional "Open Door", realizado pela BBC, "O Menino, a Favela e as Tampas de Panela", de Cao Hambúrguer. Também fez participações em programas de TV. O primeiro CD, "Chic da Silva" foi gravado somente em 2003, e tem composições da própria Adyel, além de algns clássicos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gonzaguinha e Roberto Menescal. O CD foi incicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de MPB. Em 2011 Adyel participou do Cd "A Voz da Mulher na Obra de Taiguara", cantando a música "Coisas" (Taiguara).

 

Rosemar Coelho Neto Menasse, nasceu em Juquiá em 2 de janeiro de 1977, foi aluna nas Escolas Estaduais "Poeta Domingues Bauer Leite" e "Professor Armando Gonçalves". Jogava vôlei na escola, mas não se adaptou ao esporte. Estimulada pelo Professor de Educação Física Paulo Itioka, migrou para o atletismo. "Ele foi mais que um professor, foi como um pai, não sossegou enquanto não encontrou um clube para mim", conta Rosemar. Numa competição escolar, por um erro nas inscrições, correu com os meninos e venceu. O resultado rendeu o convite do técnico Roberto Dik para integrar a equipe de Cubatão, seu primeiro clube.

 

Carreira

Melhor marca pessoal:

100 m - 11s23 (Bogotá/2004)

200 m - 23s10 (Tunja/2001)

 

Resultados importantes:

100 m

7ª na Universíade de Daegu/2003

8ª no Troféu Brasil/2012 (11s91)

Revezamento 4x100 m

Medalha de prata no Troféu Brasil/2013 (43s63, com Lucimar de Moura, Thaíssa Presti e Ana Cláudia Lemos Silva)

5ª no Mundial de Berlim/2009

4ª nas Olimpíadas de Pequim/2008

Medalha de bronze na Universíade de Daegu/2003

Medalha de prata na Universíade de Pequim/2001

Tricampeã do Troféu Brasil, em 2010, 2011 e 2012 (44s65)

 

O Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva é uma instituição sem fins lucrativos que acredita que o esporte é uma importante plataforma para o desenvolvimento humano.

A prática esportiva aproxima o jovem do trabalho em equipe, da cooperação,disciplina, hábitos saudáveis e inclusão sócio-cultural.

Os projetos do Instituto buscam manter jovens e crianças inclusos na sociedade, afastando-os da criminalidade, colaborando para um Brasil mais saudável.

 

O projeto Atletismo - A Força do Esporte promove entre jovens estudantes a modalidade do atletismo e suas provas além de aproxima-los de atletas brasileiros. Uma exposição e atividades multidisciplinares colaboram para uma nova visão sobre o esporte, instigando a sua prática e seus valores. Acreditamos que o esporte é uma importante ferramenta na construção da cidadania.

Para incentivar o esporte não apenas como atividade física, mas também profissional, o projeto irá colocar atletas e estudantes , para um conversa honesta sobre o impacto positivo do esporte em suas vidas.

  

16 de maio de 2016

Núcleo Pedagógico

Diretoria de Ensino da Região de Miracatu

  

Fontes:

www.adhemarferreiradasilva.org

www.clubedeatletismo.org.br/bmf-bovespa/feminino/artigo19...

en.wikipedia.org/wiki/Rosemar_Coelho_Neto

www.cantorasdobrasil.com.br/cantoras/adyel_silva.htm

 

Fotografia: Paulo Henrique Zioli

Rendition of my Tesla Model S

 

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