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Palestra com a Atleta Olímpica Rosemar Coelho Neto Menasse, a cantora e compositora Adyel Silva (filha de Adhemar Ferreira da Silva) e abertura da exposição "Projeto Atletismo: A Força do Esporte" do Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva, com monitoria dos alunos da EE “Poeta Domingues Bauer Leite”.
16 de maio de 2016
Auditório da Diretoria de Ensino da Região de Miracatu
Adhemar Ferreira da Silva foi o primeiro ganhador de uma medalha olímpica de atletismo na história do Brasil em 1952. Nasceu em São Paulo em 29 de setembro de 1927, conquistou as medalhas de ouro no salto triplo nos Jogos de Helsinque 1952 e de Melbourne 1956, sendo o primeiro bicampeão olímpico do país. Em 2012, foi imortalizado no Hall da Fama do atletismo. Ele é o único brasileiro a representar o país no salão da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), faleceu em São Paulo em 12 de janeiro de 2001.
Adyel Silva, por força das atividades profissionais do pai, foi criada entre o Brasil, Europa e África, e formou-se pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Inciciou a carreira de cantora profissional no início da década de 80, ao ser convidada para acompanhar o pianista Guilherme Vergueiro no bar One More Time. Nos anos seguintes se dedicou ao teatro, tendo participado dos espetáculos "O País dos Elefantes", estrelado pelo ator Antônio Fagundes, o musical "Emoções Baratas", dirigido por José Possi Neto (irmão de Zizi Possi), e "Cristal", espetáculo escrito po Ronaldo Bastos e dirigido por José Maurício Machline. Participou também de produções cinematográficas, como "O Efeito Ilha", de Luis Alberto Pereira, e o curta-metragem vencedor do Festival Internacional "Open Door", realizado pela BBC, "O Menino, a Favela e as Tampas de Panela", de Cao Hambúrguer. Também fez participações em programas de TV. O primeiro CD, "Chic da Silva" foi gravado somente em 2003, e tem composições da própria Adyel, além de algns clássicos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gonzaguinha e Roberto Menescal. O CD foi incicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de MPB. Em 2011 Adyel participou do Cd "A Voz da Mulher na Obra de Taiguara", cantando a música "Coisas" (Taiguara).
Rosemar Coelho Neto Menasse, nasceu em Juquiá em 2 de janeiro de 1977, foi aluna nas Escolas Estaduais "Poeta Domingues Bauer Leite" e "Professor Armando Gonçalves". Jogava vôlei na escola, mas não se adaptou ao esporte. Estimulada pelo Professor de Educação Física Paulo Itioka, migrou para o atletismo. "Ele foi mais que um professor, foi como um pai, não sossegou enquanto não encontrou um clube para mim", conta Rosemar. Numa competição escolar, por um erro nas inscrições, correu com os meninos e venceu. O resultado rendeu o convite do técnico Roberto Dik para integrar a equipe de Cubatão, seu primeiro clube.
Carreira
Melhor marca pessoal:
100 m - 11s23 (Bogotá/2004)
200 m - 23s10 (Tunja/2001)
Resultados importantes:
100 m
7ª na Universíade de Daegu/2003
8ª no Troféu Brasil/2012 (11s91)
Revezamento 4x100 m
Medalha de prata no Troféu Brasil/2013 (43s63, com Lucimar de Moura, Thaíssa Presti e Ana Cláudia Lemos Silva)
5ª no Mundial de Berlim/2009
4ª nas Olimpíadas de Pequim/2008
Medalha de bronze na Universíade de Daegu/2003
Medalha de prata na Universíade de Pequim/2001
Tricampeã do Troféu Brasil, em 2010, 2011 e 2012 (44s65)
O Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva é uma instituição sem fins lucrativos que acredita que o esporte é uma importante plataforma para o desenvolvimento humano.
A prática esportiva aproxima o jovem do trabalho em equipe, da cooperação,disciplina, hábitos saudáveis e inclusão sócio-cultural.
Os projetos do Instituto buscam manter jovens e crianças inclusos na sociedade, afastando-os da criminalidade, colaborando para um Brasil mais saudável.
O projeto Atletismo - A Força do Esporte promove entre jovens estudantes a modalidade do atletismo e suas provas além de aproxima-los de atletas brasileiros. Uma exposição e atividades multidisciplinares colaboram para uma nova visão sobre o esporte, instigando a sua prática e seus valores. Acreditamos que o esporte é uma importante ferramenta na construção da cidadania.
Para incentivar o esporte não apenas como atividade física, mas também profissional, o projeto irá colocar atletas e estudantes , para um conversa honesta sobre o impacto positivo do esporte em suas vidas.
16 de maio de 2016
Núcleo Pedagógico
Diretoria de Ensino da Região de Miracatu
Fontes:
www.adhemarferreiradasilva.org
www.clubedeatletismo.org.br/bmf-bovespa/feminino/artigo19...
en.wikipedia.org/wiki/Rosemar_Coelho_Neto
www.cantorasdobrasil.com.br/cantoras/adyel_silva.htm
Fotografia: Paulo Henrique Zioli
Enquanto espera para apresentar o seu novo disco, cantor, compositor e ator goiano Rubi celebra 20 anos do lançamento de seu disco homônimo de estréia ao apresentar gratuitamente o show inédito “Por Enquanto” em São Paulo. 02.11.18
Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2018/11/02/por-enquanto-com-r...
[papel con partitura impresa_010]
Exposición colectiva "Joves artistes de les Illes Balears interpreten Chopin". Dicha exposición del Govern Balear será itinerante e inaugurada día 26 de febrero a las 11:30 h en el Consolat de Mar de Palma de Mallorca. Después recorrerá otros pueblos de la isla, Menorca, Ibiza, Formentera, Londres, Barcelona y Varsovia.
Frédéric-François Chopin, compositor y pianista polaco adscrito al movimiento romántico, considerado como uno de los más grandes compositores de música para piano, nació el año 1810 en Polonia y murió el año 1849 en París. En 1838 enfermó de tuberculosis y se trasladó a Mallorca acompañado por George Sand, buscando un clima más benigno para su enfermedad. Allí, rechazado por la sociedad mallorquina de aquel tiempo, cuando la tuberculosis no tenía cura, encontró refugio en la Cartuja de Valldemossa, donde vivió desde diciembre de1838 hasta febrero de1839.
El Govern de les Illes Balears quiere adherirse a la iniciativa de las instituciones polacas e impulsar y dar apoyo a diferentes proyectos y actividades de interés general con las que dar relieve durante este año a la celebración del «Any Chopin».
video Govern Balear www.youtube.com/watch?v=i9XDv7o-PTY
video TV Mallorquina www.youtube.com/watch?v=H5nCCh-BLmg&feature=related
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*Fernando Miranda (Córdoba, Ver. 1962).* Compositor mexicano avecindado en
Durango, es uno de los iniciadores del movimiento de la Nueva Canción
Mexicana, durante la década de los años ochentas, junto con maestros como
Gabino Palomares, Marcial Alejandro, Rafael Mendoza y Jorge Buenfil, entre
otros.****
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Ha trabajado para instituciones públicas dando recitales en centros de
rehabilitación social, así como en dependencias educativas y foros
culturales del país.****
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Graba su primer disco en la ciudad de México D.F., en 1997, titulado “Por
la Avenida Insurgentes”. Uno de sus temas, “California Dancing Club” se
convirtió en la rúbrica de este histórico salón de baile. Se ha presentado
en numerosos escenarios de la República Mexicana interpretando sus
canciones de corte urbano en las que expone, a través del romanticismo,
diversas problemáticas sociales.****
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A lo largo de su carrera ha tenido la oportunidad de ser invitado a
compartir escenario con artistas como Alfredo Zitarrosa, Guadalupe Pineda y
Facundo Cabral.****
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Su segunda producción discográfica se titula “Querido Durango”, en la que
destacan temas dedicados a esta ciudad colonial.****
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Como comunicador, desde hace más de 20 años sus artículos y denuncias de
carácter político son publicados con frecuencia en revistas y periódicos
nacionales impresos y digitales.****
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La compositora Eva Gancedo, autora de bandas sonoras de películas como "Lágrimas negras", "La buena estrella", entre otras, ha participado en esta nueva edición del Curso de Cinematografía
Ilustração para a coluna de Música do caderno de Cultura do jornal Zero Hora de Porto Alegre.
Publicado em 15 de junho.
Lápis e hidrográfica sobre papel.
Trompetas con Trovadores (VOLUMEN V)
VEAN/SEE VIDEO AQUI youtu.be/-pxWygjCvwQ
DEDICATORIA A:
Dedicado a la memoria de Bobby Capo, Charlie Palmieri,
Pascual Melendez (virtuoso del cuatro y la guitarra), Totti Lopez
y Santiago Malpica; QUE EN PAZ DESCANSEN.
Personal
Elias Lopez - Director, Arreglista, Primera trompeta y Flugelhorn
Johnny Lopez- Trompeta y Flugelhorn
Radames Quenepo Gonzalez
PERSONAL
Elias Lopes - Director, Arreglista, Primera Trompeta
Johnny Lopez - Trompeta y Flugelhorn
Radames Quenepo Gonzalez - Trombone
Miguel A Bonilla - Trombone
Jose Pucho Rivera - Sax, Alto y Flauta
Edgardo La Torres - Sax, Baritono y Flauta
Tony Velazquez - Piano
Gilberto Mendez - Bajo
Elias Lopes Jr - Timbal y Guiro
Roberto Ginorio - Congas
Orlando le Laureano - Cuatro y Cuatro Ritmico
Rafael Pole Ortiz - Vocalista y Coro
Harry Melendez - Vocalista y Coro
MUSICOS INVITADO
Juan Molina - Sax, Baritono y Flauta
Victor Candelario - Trombone
LADO A
1. Despierta Borinquen
Estilo: Salsa Jibara
Autor: Bobby Capo
Arreglo: Elias Lopes
Cantan: Harry Melendez y
Pole Ortiz
Duracion: 5:11
2. La Perla de las Antillas
Estilo: Seis Marianda
Autor: Felix Morales
Arreglo: Ramon Sanchez
Cantan: Felix Morales
Duracion: 3:45
3. Soy El Pequeño Turpial
Estilo: Seis Celines
Autor: Polito Rios
Arreglo: Elias Lopes
Cantan: Harolds Pratts
Duracion: 3:04
4. A mi Patria Linda
Estilo: Aguinaldo de Guayama
Autor: Cayito Figueroa
Arreglo: Elias Lopes
Cantan: Pole Ortiz
Duracion: 3:04
5. Fruto De Nueva Cosecha
Estilo: Seis Llanero
Autor: Miguel Santiago
Arreglo: Elias Lopes
Cantan: Yezenia Cruz
Duracion: 3:53
LADO B
1. Cafe Puya
Estilo: Paranda en Salsa
Autor: Sandra Pacheco
Arreglo: Elias Lopes
Cantan: Harry Melendez
Duracion: 5:26
2. Añoranza
Estilo: Seis Viequense
Autor: Luis Miranda
Arreglo: Elias Lopes
Cantan: Luis Miranda
Duracion: 3:10
3. Puerto Rico Canta
Estilo: Aguinaldo de Yunquez
Autor: Victor M Reyes
Arreglo: Elias Lopes
Cantan: Victor M Reyes
Duracion: 3:09
4. De Villalva a Bayamon
Estilo: Seis Controversial
Autor: Polito Rios
Arreglo: Elias Lopes
Cantan: Harold y Yezenia
Duracion: 3:25
5. En el Quinto Aniversario
Estilo: Seis con Decima
Autores: Luis, Felix y Victor
Arreglo: Ramon Sanchez y
Elias Lopes
Cantan: Luis, Felix y Victor
Duracion: 4:39
CREDITOS DE ELIAS LOPES & COMPANY
Trovadores Estelares
Luis Miranda "El Pico de Oro"
Felix Morales "El Trovador Nacional"
Victor Manuel Reyes "El Principe de la Trova"
Trovadores Infantiles Invitados
Harold Pratts "El Pequeño Turpial" (10 años)
Yezenia Cruz "El Angel que canta" (16 años)- Premio Nacional
Cortesias de Pollito Rios, Gran trovaor y compositor naranjiteño
Arte de la Caratula- Luis Perez Diaz
SONIDISTA Y VALET
Eric Lopez, Alfonso Tejada, Angel Santiago y Francisco Colon
FOTS: Arturo Santiago - Star Video Prod. & Photo Lab
AVE. MONSERRATE BH - 16, VALLE ARRIBA HEIGHTS,
CAROLINA, PR 00630 TELS 809.768.3243
Grabado en Telesound (Julio 13,17,27 y 28 1990)
Ingeniero Gerardo Papo Rios, Asistente George Kamarinos
Mezcla Digital Gerardo Papo Rios y Elias Lopes,
La Asociación de Mujeres en la Música ha apoyado la celebración de un concierto de la formación Nuevo Esemble de Segovia (neSg) dedicado exclusivamente a la obra de mujeres compositoras. El concierto tuvo lugar el martes, 31 de enero y se interpretaron en la sede de la SGAE piezas de Consuelo Díez, María Luisa Ozaita, Diana Pérez Custodio, Laura Vega, Anna Bofill, Mercedes Zavala, Cruz López de Rego, Beatriz Arzamendi.
neSg dedica su actividad a la difusión del repertorio de música contemporánea y es la versión actual del conjunto formado por Flores Chaviano, su director, en 1992. Ha participado en numerosos festivales, tanto a nivel nacional como internacional, destacando su intervención en el Festival de Primavera de Salamanca, el Festival de Música Española de León, el COMA (Festival Internacional de Música Contemporánea de Madrid), el Ciclo de Conciertos de la Universidad Autónoma de Madrid, las Jornadas de Música Contemporánea de Segovia (de las que es grupo residente) o el Festival HLCC of SUNY College at New York (EEUU), entre otros.
Más información en el blog de la Asociación.
Estátua do compositor Dorival Caymmi na praia de Copacabana Brasil.
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Statue of composer Dorival Caymmi on Copacabana beach Brazil.
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Statue des Komponisten Dorival Caymmi am Strand der Copacabana Brasilien.
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コパカバーナビーチブラジルの作曲家Dorival Caymmiの像。
A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.
Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.
Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.
As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).
Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.
Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm
Um show bem carnaval, com uma energia contagiante e muito balanço, assim foi o primeiro ensaios da cantora e compositora Margareth Menezes com o movimento Afropop brasileiro, na praça Pedro Archanjo no Pelourinho, em noite dedica as Yabás, denominação dada às orixás mulheres, como Oxum e Iemanjá.
Com ingressos esgotados, Margareth Menezes fez o público se entregar sem pudor ao axé da Bahia, durante quase duas horas de show que fez um passeio pela sua trajetória musical até os dias de hoje. Onde força, ritmo, raça e emoção são algumas palavras chave para definir a artistas Margareth Menezes.
Os turistas presente no local, foram unânimes ao comentar a energia e a alegria de estar no show da Maga, como é carinhosamente apelidada. Bastante emocionada, a cantora disparou “Quando subo no palco é uma troca de energia e emoção muito grande. Fico emocionada em ver vocês cantando as músicas, dançando a arte, e saber que naquele neste eu represento alegria e felicidade”.
Um show dedicado as Yabás, claro que não poderiam faltar grandes vozes femininas de Salvador, Mariene de Castro foi a primeira convidade de Margareth Menezes, juntas, mostraram o melhor do samba baiano cantando os sucessos "Vi mamãe na areia", "Vou festejar", "Abre caminho" e "Canto de nanã", com a banda percussiva Didá canções que exaltam a cultura afro e o povo brasileiro "Dona Canô", "História de Ifá" e "Alegria da Cidade".
Mas o ponto forte da noite sem dúvida foi a participação da Daniela Mercury, aparentimente mais magra e usando um vestido curto, deixando suas pernas de fora. No repertório, grandes sucessos, como “Oyá Por Nós”, sucesso das duas artistas, "Trio metal", . “Dandalunda”, “Maimbê Dandá", “Toté de Maianga” e "É carnaval”, música de trabalho de Daniela Mercury para o verão 2011.
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Felipe Souto Maior
Miller es un músico, compositor y productor de jazz, sus trabajos más conocidos son como bajista en conjunto con el trompetista Miles Davis, Luther Vandross y David Sanborn.
*KIRT & NEON LEGION*, el poderoso colectivo rock-indie-electro que comanda
el compositor y multi-instrumentista de origen alemán *Philip Kressin*,
vuelve a presentarse en Argentina. Tras tres años desde su última actuación
en tierras locales, *KIRT* regresa a nuestro país con una nueva encarnación
de *NEON LEGION* para presentar *“EMPIRE”*, su último álbum, que ya rankea
en los principales charts de USA y Canadá, y la cita obligada es para *el
miércoles 6 de Abril en el “Roxy Live”*.
El viaje musical de Philip Kressin (alias KIRT, como lo conocimos nosotros
en 2008) lo ha llevado desde un búnker de la Segunda Guerra Mundial en
Frankfurt a una chacrita aislada en medio de Argentina. Estudiante de música
clásica en su Alemania natal y compositor para películas, el músico llega a
Buenos Aires para presentar *“EMPIRE”*, una producción discográfica que
demandó la participación de más de una docena de músicos de tres continentes
y en cuatro países distintos. Álbum que cuenta, nada menos, con
participaciones de músicos que van desde *THE HIDDEN CAMERAS*, *HOLY FU*K* y
*BAHAMAS*, todos ellos dirigidos por Jason Collet de *BROKEN SOCIAL SCENE* y
grabado en los *Electric Lady Studios* de Nueva York.
Enlaces:
soundcloud.com/neon-legion-giveaway
* *
*BIO*
El increíble viaje musical de Philip Kressin lo ha llevado desde un búnker
de la Segunda Guerra Mundial en Frankfurt a una chacrita aislada en medio de
Argentina. Obsesivo desde su nacimiento con la música de Michael Jackson
pero también adolescente metalero, estudiante de música clásica en su
Alemania natal y compositor para películas, descendiente de una familia de
Caballeros medievales germanos, el músico y multi-instrumentista ha editado
un nuevo álbum, “EMPIRE”, que presenta con su nueva banda de músicos
locales, “NEON LEGION”. Ambicioso disco que explora su gusto por el rock, el
electro y la música clásica y que expresa su particular curiosidad por la
cultura.
Kirt estudió en el Frensham Heights School cerca de Londres, donde el rock &
roll es un capítulo natural de cualquier curriculum. Allí conoció por
primera vez las armonías de Bach y las melodías de Haendel, viajó por Europa
como miembro de un coro con orquesta, y se codeó con los hijos de leyendas
del rock como Roger Waters y Brian May, visitando a menudo la casa donde Led
Zeppelin grabó para la historia “Stairway to Heaven”. Inspirado, pasó más de
siete mes en reclusión en una pequeña chacra de la Argentina, donde grabó un
primer álbum electrónico que nunca ha visto la luz, aunque algunos motivos y
fragmentos de canciones aparecen en “Empire” el disco que publica ahora, 15
años más tarde.
Regresó a Inglaterra para estudiar música en la Universidad de Brunel, donde
compuso una pieza ganadora de un concurso acerca de las Cruzadas y una
composición en 3 movimientos basada en “2001: Odisea en el espacio”.
Después, se internó en los estudios Black Solaris (construidos en un viejo
bunker abandonado de la Segunda Guerra Mundial) donde produjo bandas de
hip-hop y a artistas electrónicos, y donde llevó a cabo su primera incursión
en la composición para películas con su pieza clásica “Geigensolo”.
En medio de todo esto, Kirt se las arregló para grabar su primer álbum
oficial CYAN, bajo el nombre artístico de KIRT. Después, viajó a los climas
calurosos de Buenos Aires para lanzar el disco. Durante los dos años que
pasó en Argentina, hizo acopio de cierto respeto por parte de la crítica,
pasó el tiempo tocando con la primera encarnación de su banda Neon Legion, y
fue co-fundador de “Multi-corriente”, un colectivo creativo que funcionaba
al mismo tiempo como sello discográfico y editorial de una revista musical
que salía una vez al mes a la calle.
Cuando la inquietud volvió a golpear a sus puertas, Kirt viajó a lo que
ahora son sus dos hogares en Norteamérica: Nueva York y Toronto. Ahora,
vuelve a presentarse en nuestro país mientras sus canciones ya rankean en
los principales charts de Canadá y USA.
* *
*EMPIRE*
La realización de EMPIRE demandó la participación de más de una docena de
músicos en cuatro países de tres continentes. Después de trabajar en los
arreglos con su conjunto en Argentina, Kirt reclutó al cellista Daniel Bensi
en Nueva York, así como a un gran elenco de músicos de Toronto de la mano de
Jason Collett (BROKEN SOCIAL SECENE), incluyendo a miembros del conjunto de
electrónica experimental HOLY FU*K, HIDDEN CAMERAS y BAHAMAS. A pesar de la
multitud de manos metidas en la ensalada del proyecto, el álbum se las
arregla para mantener un tono orgánico y homogéneo que no es ajeno al
synth-rock. Este es el resultado de haber grabado mayormente en vivo,
mientras Kirt intentaba mantenerse al margen de sus tendencias “control
freak” y confiaba en los instintos de los músicos colegas.
Mezclado y (parcialmente) grabado en los Electric Lady Studios de Nueva
York, EMPIRE, lleva la inconfundible marca sonora de ese legendario edificio
con más de 40 años de historia. En primer plano aparece la voz de tenor de
Kirt, contrapunto del continuo murmullo electro-rock que corre por debajo y
no teme reconocer la influencia de las clásicas armonías de Blonde Redhead
como fuente de su particular inspiración vocal en EMPIRE.
Las 10 canciones del álbum profundizan en tópicos a veces políticos y casi
siempre existenciales (la naturaleza del hombre, intelecto vs instinto,
hombre vs naturaleza) desde una perspectiva omnisciente en un esfuerzo por
capturar la esencia humana. “Hunt” se enfrenta a la negación cristiana de la
evolución del hombre, y en “Time to feed”, Kirt lamenta la destrucción del
planeta Tierra. Esta gravedad aparente de los temas nunca tropieza con el
“gancho” de la música: “Eyes” incorpora elementos electrónicos a su pulsante
melodía, y el synth-pop insistente de “Wicked Men” suena como un homenaje a
los maestros de este artificio, Depeche Mode. Un disco que avanza como un
ejército de Caballeros teutónicos gigantes.
Y la analogía es apropiada: Kirt es descendiente de Caballeros germanos, y
ve como parte de su misión re-enfatizar los valores que se desprenden del
código caballeresco. Visualmente, la meta parece magnificarse con la
presencia de Stefan Strumbel en el arte del álbum. Ambos artistas poseen
objetivos similares y ambos planean colaborar en una instalación interactiva
durante el año.
Muchos años después de comenzar a proyectar EMPIRE, incluso Kirt se siente
impresionado por la forma en que este esfuerzo recorrió el mundo con un
sentido tan fuerte de la cohesión. “Eso es parte de la idea de Neon Legion”,
explica Kirt. “Es como un pequeño ejército de creatividad”.
prensa
1535803192
O cantor e compositor Jorge Vercillo comemora 20 anos de carreira com show repleto de sucessos em São Paulo. 03.10.14
Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2014/10/04/luar-de-sol-e-os-2...
Cantor e compositor apresenta o show "Labiata", que também é o nome do CD lançado pelo artista em setembro do ano passado. São Paulo. 14.08.09
Itaipu ou Usina Hidrelétrica de Itaipu (Guarani: Itaipu, Espanhol: Itaipú;) é uma usina hidrelétrica no rio Paraná, localizada na fronteira entre Brasil e Paraguai.
O nome "Itaipu" foi tirado de uma ilha que existia perto do local de construção. No idioma guarani, Itaipu significa "o som de uma pedra". O compositor estadunidense Philip Glass também escreveu uma cantata sinfônica em nome de Itaipu, em honra da sua estrutura.
Itaipu Binacional é a empresa que gerencia a maior usina hidrelétrica em funcionamento e em capacidade de geração de energia no mundo. É uma empresa binacional construída pelo Brasil e pelo Paraguai no rio Paraná, no trecho de fronteira entre os dois países, 15 km ao norte da Ponte da Amizade. O projeto vai de Foz do Iguaçu, no Brasil, e Ciudad del Este, no Paraguai, no sul, até Guaíra e Salto del Guairá, no norte. A capacidade instalada de geração da usina é de 14 GW, com 20 unidades geradoras fornecendo 700 MW cada. No ano de 2008, a usina geradora atingiu o seu recorde de produção, com 94,68 bilhões de quilowatts-hora (kWh), fornecendo 90% da energia consumida pelo Paraguai e 19% da energia consumida pelo Brasil.
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La represa hidroeléctrica de Itaipú (del guaraní, «piedra que suena»), es una empresa binacional entre Paraguay y Brasil. Está ubicada sobre el río Paraná en la frontera entre estos dos países, 25°24′S 54°35′O / -25.4, -54.58325°24′S 54°35′O / -25.4, -54.583 en la ciudad de Hernandarias, a 14 km al norte del Puente de la Amistad. Es la Central Hidroeléctrica más grande del mundo, y según algunos expertos, sera difícil superarla.
El área implicada en el proyecto se extiende desde Foz do Iguaçu, en el Brasil, y Ciudad del Este, en el Paraguay, al sur, hasta Guaíra (Brasil) y Salto del Guairá (Paraguay), al norte. El lago artificial de la represa contiene 29000 Hm³ de agua, con unos 200 km de extensión en línea recta, y un área aproximada de 1400 km².
La potencia de generación electrohidráulica instalada es de 14 GW, con 20 turbinas generadoras de 700 MW. En el año 2000 tuvo su récord de producción con 93400 de GWh, generando el 95% de la energía eléctrica consumida en Paraguay y el 24% de la de Brasil.
La energía generada por Itaipú destinada al Brasil es distribuida por la empresa Furnas Centrales Eléctricas S.A., y la energía destinada a Paraguay es distribuida por la Administración Nacional De Electricidad (ANDE).
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The Itaipu Dam (Guarani: Itaipu, Portuguese: Itaipu, Spanish: Itaipú; Portuguese pronunciation: [itaiˈpu], Spanish pronunciation: [itaiˈpu]) is a hydroelectric dam on the Paraná River located on the border between Brazil and Paraguay. The name "Itaipu" was taken from an isle that existed near the construction site. In the Guarani language, Itaipu means "the sound of a stone". The American composer Philip Glass has also written a symphonic cantata named Itaipu, in honour of the structure.
The dam is second only to the Three Gorges Dam in its generating capacity.It is a binational undertaking run by Brazil and Paraguay at the Paraná River on the border section between the two countries, 15 km (9.3 mi) north of the Friendship Bridge. The project ranges from Foz do Iguaçu, in Brazil, and Ciudad del Este in Paraguay, in the south to Guaíra and Salto del Guaíra in the north. The installed generation capacity of the plant is 14 GW, with 20 generating units providing 700 MW each. In 2008 the plant generated a record 94.68 billion kilowatt-hours (kWh), supplying 90% of the energy consumed by Paraguay and 19% of that consumed by Brazil.
Of the twenty generator units currently installed, ten generate at 50 Hz for Paraguay and ten generate at 60 Hz for Brazil. Two 600 kV HVDC lines, each approximately 800 km long, carry both Brazilian and Paraguayan energy to São Paulo where the terminal equipment converts the power to 60 Hz.
Um show bem carnaval, com uma energia contagiante e muito balanço, assim foi o primeiro ensaios da cantora e compositora Margareth Menezes com o movimento Afropop brasileiro, na praça Pedro Archanjo no Pelourinho, em noite dedica as Yabás, denominação dada às orixás mulheres, como Oxum e Iemanjá.
Com ingressos esgotados, Margareth Menezes fez o público se entregar sem pudor ao axé da Bahia, durante quase duas horas de show que fez um passeio pela sua trajetória musical até os dias de hoje. Onde força, ritmo, raça e emoção são algumas palavras chave para definir a artistas Margareth Menezes.
Os turistas presente no local, foram unânimes ao comentar a energia e a alegria de estar no show da Maga, como é carinhosamente apelidada. Bastante emocionada, a cantora disparou “Quando subo no palco é uma troca de energia e emoção muito grande. Fico emocionada em ver vocês cantando as músicas, dançando a arte, e saber que naquele neste eu represento alegria e felicidade”.
Um show dedicado as Yabás, claro que não poderiam faltar grandes vozes femininas de Salvador, Mariene de Castro foi a primeira convidade de Margareth Menezes, juntas, mostraram o melhor do samba baiano cantando os sucessos "Vi mamãe na areia", "Vou festejar", "Abre caminho" e "Canto de nanã", com a banda percussiva Didá canções que exaltam a cultura afro e o povo brasileiro "Dona Canô", "História de Ifá" e "Alegria da Cidade".
Mas o ponto forte da noite sem dúvida foi a participação da Daniela Mercury, aparentimente mais magra e usando um vestido curto, deixando suas pernas de fora. No repertório, grandes sucessos, como “Oyá Por Nós”, sucesso das duas artistas, "Trio metal", . “Dandalunda”, “Maimbê Dandá", “Toté de Maianga” e "É carnaval”, música de trabalho de Daniela Mercury para o verão 2011.
ATENÇÃO! Todas as imagens deste álbum virtual estão protegidas pela LEI DO DIREITO AUTORAL, Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998. Portanto é proibida qualquer reprodução ou divulgação das minhas imagens, com fins comerciais ou não, em qualquer meio de comunicação, inclusive na WEB, sem prévia consulta e aprovação.
Contato: (071) 9168.9589 - (81) 9227.6853
Felipe Souto Maior
Lino Krizz é cantor, compositor e produtor aos 13 anos
já premiado com disco de ouro pela Sony Music.
Sob influência de Tim Maia, Cassiano, Luiz Melodia,
Carlos Dafé, entre outros, Lino Krizz possui em suas
obras, fortes influências de Bossa Nova, Funk dos
anos 70, Samba, Rock N’Roll Clássico, Samba-rock
e Modern Soul.
Lino fez o show de lançamento do livro Vale Tudo!, de
Nelson Motta. Uma interpretação elogiada pelo autor da
biografia de Tim Maia. Cantou e gravou com grandes
nomes da música nacional e internacional como:
Ed Motta, Alexandre Pires, Sandra de Sá, Seu Jorge,
Fernanda Porto, Rogério Flausino (J Quest), Nando Reis,
Jorge Ben Jor, Zezé Mota, Cláudio Zoli, CD e DVD Acústico Ira!,
Paula Lima, Falcão (O Rappa),Toni Garrido (Cidade Negra),
Living Colour, George Benson, Will I.Am (Black Eyed Peas),
Marku Ribas e outros. Durante turnê na Europa, ao lado de
Mano Brown a repercussão dos shows manteve todas as casas lotadas.
Lino Krizz tem sua voz em grandes campanhas de jingle
para TV e rádio. Com cinco músicas em novelas na
Rede Globo uma delas abertura(Avenida Brasil) Lino mostra
sua versatilidade.
Fotos: Felipe L. Gonçalves/Brasil247
Palestra com a Atleta Olímpica Rosemar Coelho Neto Menasse, a cantora e compositora Adyel Silva (filha de Adhemar Ferreira da Silva) e abertura da exposição "Projeto Atletismo: A Força do Esporte" do Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva, com monitoria dos alunos da EE “Poeta Domingues Bauer Leite”.
16 de maio de 2016
Auditório da Diretoria de Ensino da Região de Miracatu
Adhemar Ferreira da Silva foi o primeiro ganhador de uma medalha olímpica de atletismo na história do Brasil em 1952. Nasceu em São Paulo em 29 de setembro de 1927, conquistou as medalhas de ouro no salto triplo nos Jogos de Helsinque 1952 e de Melbourne 1956, sendo o primeiro bicampeão olímpico do país. Em 2012, foi imortalizado no Hall da Fama do atletismo. Ele é o único brasileiro a representar o país no salão da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), faleceu em São Paulo em 12 de janeiro de 2001.
Adyel Silva, por força das atividades profissionais do pai, foi criada entre o Brasil, Europa e África, e formou-se pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Inciciou a carreira de cantora profissional no início da década de 80, ao ser convidada para acompanhar o pianista Guilherme Vergueiro no bar One More Time. Nos anos seguintes se dedicou ao teatro, tendo participado dos espetáculos "O País dos Elefantes", estrelado pelo ator Antônio Fagundes, o musical "Emoções Baratas", dirigido por José Possi Neto (irmão de Zizi Possi), e "Cristal", espetáculo escrito po Ronaldo Bastos e dirigido por José Maurício Machline. Participou também de produções cinematográficas, como "O Efeito Ilha", de Luis Alberto Pereira, e o curta-metragem vencedor do Festival Internacional "Open Door", realizado pela BBC, "O Menino, a Favela e as Tampas de Panela", de Cao Hambúrguer. Também fez participações em programas de TV. O primeiro CD, "Chic da Silva" foi gravado somente em 2003, e tem composições da própria Adyel, além de algns clássicos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gonzaguinha e Roberto Menescal. O CD foi incicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de MPB. Em 2011 Adyel participou do Cd "A Voz da Mulher na Obra de Taiguara", cantando a música "Coisas" (Taiguara).
Rosemar Coelho Neto Menasse, nasceu em Juquiá em 2 de janeiro de 1977, foi aluna nas Escolas Estaduais "Poeta Domingues Bauer Leite" e "Professor Armando Gonçalves". Jogava vôlei na escola, mas não se adaptou ao esporte. Estimulada pelo Professor de Educação Física Paulo Itioka, migrou para o atletismo. "Ele foi mais que um professor, foi como um pai, não sossegou enquanto não encontrou um clube para mim", conta Rosemar. Numa competição escolar, por um erro nas inscrições, correu com os meninos e venceu. O resultado rendeu o convite do técnico Roberto Dik para integrar a equipe de Cubatão, seu primeiro clube.
Carreira
Melhor marca pessoal:
100 m - 11s23 (Bogotá/2004)
200 m - 23s10 (Tunja/2001)
Resultados importantes:
100 m
7ª na Universíade de Daegu/2003
8ª no Troféu Brasil/2012 (11s91)
Revezamento 4x100 m
Medalha de prata no Troféu Brasil/2013 (43s63, com Lucimar de Moura, Thaíssa Presti e Ana Cláudia Lemos Silva)
5ª no Mundial de Berlim/2009
4ª nas Olimpíadas de Pequim/2008
Medalha de bronze na Universíade de Daegu/2003
Medalha de prata na Universíade de Pequim/2001
Tricampeã do Troféu Brasil, em 2010, 2011 e 2012 (44s65)
O Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva é uma instituição sem fins lucrativos que acredita que o esporte é uma importante plataforma para o desenvolvimento humano.
A prática esportiva aproxima o jovem do trabalho em equipe, da cooperação,disciplina, hábitos saudáveis e inclusão sócio-cultural.
Os projetos do Instituto buscam manter jovens e crianças inclusos na sociedade, afastando-os da criminalidade, colaborando para um Brasil mais saudável.
O projeto Atletismo - A Força do Esporte promove entre jovens estudantes a modalidade do atletismo e suas provas além de aproxima-los de atletas brasileiros. Uma exposição e atividades multidisciplinares colaboram para uma nova visão sobre o esporte, instigando a sua prática e seus valores. Acreditamos que o esporte é uma importante ferramenta na construção da cidadania.
Para incentivar o esporte não apenas como atividade física, mas também profissional, o projeto irá colocar atletas e estudantes , para um conversa honesta sobre o impacto positivo do esporte em suas vidas.
16 de maio de 2016
Núcleo Pedagógico
Diretoria de Ensino da Região de Miracatu
Fontes:
www.adhemarferreiradasilva.org
www.clubedeatletismo.org.br/bmf-bovespa/feminino/artigo19...
en.wikipedia.org/wiki/Rosemar_Coelho_Neto
www.cantorasdobrasil.com.br/cantoras/adyel_silva.htm
Fotografia: Paulo Henrique Zioli
Ópera emblemática del compositor Giusseppe Verdi, representada en Melilla y de la que disfruté haciendo estas tomas con teleobjetivo y mucha paciencia. Lleno a rebozar y disfrutando del principio al final.
La Traviata resultó un fracaso en su estreno en Venecia, 1853. Un año después volvió a la ciudad, y triunfó.
Acto I
La ópera se inicia con un breve pero brillante preludio que empieza a generar una buena predisposición por parte del oyente (o del espectador si está en el teatro) de cara a disfrutar de una ópera romántica que pone al espectador en un mundo de pasión, renuncia al amor, ira y, finalmente, reconciliación en un momento trágico. La ópera, basada en "La dama de las camelias" de Alejandro Dumas, comienza con una fiesta de alta sociedad en casa de Violetta a la que asisten los amigos de ésta entre los que figura Gastón, el Barón Douphol, el marqués o Flora. Gastón presenta de forma halagadora a Alfredo Germont ante Violetta que queda prendada ante aquel joven. Ya sentados en el banquete, empiezan a dialogar sobre el interés que sintió Alfredo por Violetta cuando llega el primer gran momento de la ópera y que le ha dado popularidad en el mundo como es el célebre brindis (Libiamo!) que entona Alfredo y que sigue Violetta posteriormente. Una vez acabado el banquete, se van los invitados a otra sala para bailar y quedan ellos solos conversando ya que Alfredo se siente preocupado por la salud de ella (entre la enfermedad que se menciona al inicio de la ópera y el mareo que le ha obligado a quedarse) y ella siente que el interés de Alfredo por ella es sincero, demasiado sincero para su gusto ya que teme que tras ese interés haya un amor al que ella no quiera responder. A la pregunta de ella ("Da molto è che mi amate?") él da rienda a ese gran "Un dì, felice, eterea" seguido de "Di quell'amore ch'è palpito" que se convierte en el leit-motiv en este acto cuando Alfredo le revela su amor, que ella no quiere ya que "ella no sabe amar" y le conmina a ser amigos pero nunca amantes. Alfredo parte con el resto de los invitados, no sin conseguir antes que pueda volver a verla. Sola en su casa, se queda pensativa ante esas palabras que, unos momentos antes, le había revelado Alfredo y que le hacen plantearse por unos momentos aceptar ese amor que le propone. En pleno delirio emocional se niega ese amor para volver a ser ella misma, la Violetta que sólo quiere gozar en la senda del placer ("Sempre libera deggio!") mientras, a lo lejos, se oye a Alfredo con ese "amor è palpito" .
Acto II
Escena 1.Ha pasado el tiempo y ambos ya viven juntos en una casita cerca de París. Alfredo revela en su célebre "Lunge da lei" y su posterior "De miei bollenti spiriti" que Violetta ha renunciado por su amor a los lujos, fiestas,etc y que se siente "como en el cielo" estando con ella pero, de repente, Annina le desvela que vuelve de París con el fin de vender los bienes de Violetta para seguir viviendo juntos a lo que él se niega y marcha para París, no sin antes sentirse ultrajado (0 mio rimorso!). Llega ahora uno de los momentos más importantes en la trama de la historia de esta ópera: el encuentro de Violetta y el padre de Alfredo, Giorgio Germont. El diálogo entre los dos va in crescendo en el argumento y en la música que Verdi compuso para este fragmento. Giorgio le pide un sacrificio para que abandone a Alfredo por el bien de su familia a lo que, en principio ella niega ( A no!Giammai!...Non sapete che colpita d'atro morbo è la mia vita- Ignoráis que mi vida está herida de una enfermedad fatal- ya se alude al final de Violetta) para luego aceptar el sacrificio a cambio de que, con el tiempo, él le confíe el secreto a Alfredo del tremendo sacrificio hecho por ella.
Con la marcha del padre de Alfredo, Violetta se decide a escribir para despedirse de Alfredo cuando éste llega de París. En este punto se vive un encuentro lleno de emoción que sugeriría escuchase con gran detenimiento el oyente. Ese Amami Alfredo! es de una pasión diferente a la que se puede vivir en otras óperas, ese sentimiento de Violetta que sabe que ese debe ser el final, como las lágrimas asoman en las mejillas de Violetta. De aquí al final del acto, se aceleran las situaciones. Giorgio habla con Alfredo ("Di Provenza il mar, il suolo" con el fin de convencerlo para volver a su tierra natal con sus familiares), Alfredo se indigna por esa separación sin motivo de Violetta y parte hacia París para vengarse de ella, desconociendo ese sacrificio que sí conocía el padre.
Escena 2. En la fiesta organizada por Flora, la tensión va en aumento desde que aparece Alfredo, cuando nadie esperaba su presencia, y dada la rivalidad existente entre éste y el Barón Douphol. Violetta, que estaba también en la fiesta, pide a Alfredo que se marche pues le amenaza un gran peligro. Alfredo se niega y le dice que marchará siempre y cuando ella le siga. Ella es, ahora, la que dice que no puede, que hizo un juramento. Violetta se ve obligada a mentirle y afirmar su amor por el barón. La reacción de Alfredo es cruel, llama a todos los invitados y, delante de ellos, le tira una bolsa de dinero a los pies de ella para que todos sean testigos de que ha pagado la deuda ("Ogni suo aver tal femmina per amor mio sperdea"- Todos sus bienes esta mujer ha derrochado por mi amor...y yo los aceptaba). En ese momento aparece Giorgio Germont y le recrimina la acción despiadada a lo que Alfredo se derrumba. El gran final es digno de escuchar con detenimiento en cada uno de los matices que se reflejan: el remordimiento de Alfredo, la pena de Violetta porque sabe que él desconoce los verdaderos motivos de su sacrificio, la ira del barón, etc.
Acto III
Después de un breve y triste preludio se observa la triste soledad de una pobre mujer enferma que está antes sus últimas hora de vida. Relee la carta que le mandó Giorgio en el que le relata que le contó el sacrificio a Alfredo y que él "volverá para imploraros perdón". El aria "Addio del passato bei sogni ridenti" es el mejor reflejo de lo que escribí en el inicio de este párrafo, aquel que la oiga por primera vez no quedará decepcionado. Aninna le revela la llegada de "una alegría insospechada"...sí, Alfredo llega ante ella y tras unos diálogos rápidos se inicia un dúo ("Parigi, o cara, noi lasceremo") cargado de inusual optimismo que finaliza con otro más cargado de penar (Alfredo empieza a sospechar que el estado de salud de ella está mal) en el que Violetta ya empieza a "despedirse "("Morir si giovane") mientras que él le pide que "no cierre su corazón a la esperanza". Llega el padre y Alfredo le hace ver el mal que ha hecho y que observe el fin de Violetta. Violetta le entrega un pequeño medallón a Alfredo para que lo conserve como recuerdo de amor y le pide que, de enamorarse otra vez, le entregue el medallón a esa "púdica doncella en la flor de sus años" y le diga que es un "don de quién en el cielo, entre los ángeles, ruega por ella, por ti" mientras que Alfredo no puede aceptar el fin de ella... "que viva o un solo féretro me acogerá contigo". Parece que resurge pero no, Violetta muere entre los brazos de Alfredo mientras que el doctor confirma el fatal desenlace.
From: De Grafiske Fag 1925
Here some info from the article
Invented by the German American engineer D. Petri-Palermo and Benjamin F. Bellow from Cleveland.
4 double magazines – total 8 different type faces. 1016 characters on the machine – split over the 4 magazines. 6 to 24 pkt. All 8 typefaces can be used on the same line despite the pt. size. No hand matrices.
5 casting forms. 127 typesetting keys on the keyboard.
Typefaces: Baskerville, Bodoni, Old Style, Caslon & Gothe etc. - in cooperation with Bauersche Gisserei in Frankfurt a.M.
Jornalista com mais de 50 anos de atuação na imprensa paulista. Ucraniano está no Brasil desde 1958, foi naturalizado brasileiro em 1971, ficou preso no DOI-Codi de São Paulo em 1973.
Em mais de 50 anos de jornalismo, trabalhou nos maiores jornais e revistas do país, sem abrir mão de suas convicções libertárias e princípios éticos, em busca da verdade e do texto perfeito.
Poeta, compositor e escritor Alex Solnik escreveu para a Retratos do Brasil, revista mensal com conteúdo de política, economia, cultura, ciência e condições de vida.
Na Gazeta Russa, segundo se apresenta “com notícias da Rússia na sua língua” suas reportagens explicam também o Brasil para os russos.
Solnik trabalhou também como editor-executivo da revista SRAS & SRS que circulava em Brasília e Goiânia, com entrevistas especiais. Sobre sua rotina rotina disse: “faço revistas por encomenda, adoro fazer revistas. Escrever, editar. Faço poesias de vez em quando. Músicas. Tenho um parceiro, o Sergio Mello. Temos 100 músicas prontas”. Compartilhou o poema que escreveu para Vinicius de Moraes por ocasião de sua morte: “Ave poeta cheio de graça / nuvem de fumaça / a caminho da UTI / do Itamaraty. /Poeta nosso que estás / no céu de Ipanema / rogai por nós, poetas menores / agora e na hora dos nossos porres / Ave poeta que sempre nasces / porque nunca morres”.
Alex lançou em 2004 o livro Garoto de Ipanema – venturas e desventuras de Vinicius de Moraes, pela editora Conex, em 2004. “O propósito deste livro é homenagear a memória de Vinicius de Moraes por meio da veiculação do depoimento de pessoas que com ele conviveram e por ele manifestam justa admiração e o devido respeito”, escreveu na sinopse.
Outros títulos fazem parte da sua bibliografia, entre eles estão: Em parceria com Paulo Caruso, Alex Solnik assina duas obras: Ecos do Ipiranga, lançado pela editora Paz / Terra Ano, em 1982; e Bar Brasil – na Nova República, pela editora L&pm, em 1986.
O título Domador de sonhos – a vida magica de Beto Carrero lançou pela Ediouro Editora, em 2008. Alex Solnik que foi assessor de Beto Carrero, já havia colhido o depoimento do empresário, quando ele morreu, em janeiro de 2008. No livro o Beto Carrero narra sua vida e o autor acrescentou uma introdução contando principalmente os episódios que envolveram os últimos meses de vida do biografado, e uma espécie de posfácio, com um texto ficcional escrito em homenagem à memória de Beto Carrero.
O Cofre do Adhemar, que resgata os acontecimentos do dia 18 de julho de 1969. De acordo com a obra naquele dia houve um dos mais ousados assaltos da história do Brasil. Um cofre contendo US$ 2,5 milhões foi roubado da casa da amante do falecido governador de São Paulo, Adhemar de Barros. Os dólares eram frutos das negociatas do governador. Um dinheiro ilícito, misterioso. Os autores do crime: jovens de 16 a 20 anos, integrantes da VAR-Palmares, revolucionários de esquerda lutando contra a “repressão da ditadura militar e a hegemonia norte-americana”. Lançado pela Editora Sextante em 2011.
No mesmo ano lançou a Guerra do apagão – crise de energia elétrica no Brasil, que fez parte da coleção Ponto Futuro (editora SENAC SP/2011). Na obra Solnik considera que o leitor não familiarizado com o assunto, e abriu 'janelas' para entrevistas que contemplam os dois lados de toda controvérsia. É um livro-reportagem com um toque bem-humorado e polêmico sobre o fantasma do apagão que rondava o Brasil da época.
Em 2013 veio o título 100 VINICIUS 100 – A poesia festeja o centenário de seu grande mestre lançado pela BB Editora. Projetado para comemorar os 100 anos do nascimento do diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor Vinicius de Moraes, o livro traz depoimentos de personalidades da cultura brasileira que conviveram com Vinicius ao longo de toda a sua vida. Pessoas como Jorginho Guinle, Toquinho, Gilda Matoso, Ferreira Gullar, Zélia Gattai, Oscar Niemeyer, Cândido Portinari, Sergio Cabral, além de outros grandes amigos que compartilharam da intimidade do poeta.
Fez parte do time que participou da revista Imprensa desde o primeiro número. Alex Solnik era um dos colaboradores como, Gepp & Maia, Oscar Pilagallo, Milton Blay e Moacir Japiassu, entre tantos outros que passaram pelo veículo e que também foram lembrados da edição do 25º aniversário da revista Imprensa, em setembro de 2012.
Alex Solnik é editor especial da revista Brasileiros e assina a coluna ‘Bom e mau humor’ na revista. Durante a Copa do Mundo no Brasil escreveu o ‘Diário da Copa’.
Em agosto de 2015 passou a colaborador do Brasil 247.
Fotos: Felipe L. Gonçalves/Brasil247
OSASCO, SP, 08.03.2013 : CRIOLO/OSASCO/SP - Apresentacao do cantor e compositor Criolo no palco do galpao onde sera erguido a unidade do Sesc em Osasco, na grande Sao Paulo. (Foto: Renato Luiz Ferreira/Folhapress)
Renato Luiz Ferreira/Folhapress ©
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Proibida reprodução, edição e publicação total ou parcial em qualquer tipo de mídia sem autorização do autor
Foto © Renato Luiz Ferreira .
A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.
Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.
Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.
As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).
Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.
Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm
Palestra com a Atleta Olímpica Rosemar Coelho Neto Menasse, a cantora e compositora Adyel Silva (filha de Adhemar Ferreira da Silva) e abertura da exposição "Projeto Atletismo: A Força do Esporte" do Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva, com monitoria dos alunos da EE “Poeta Domingues Bauer Leite”.
16 de maio de 2016
Auditório da Diretoria de Ensino da Região de Miracatu
Adhemar Ferreira da Silva foi o primeiro ganhador de uma medalha olímpica de atletismo na história do Brasil em 1952. Nasceu em São Paulo em 29 de setembro de 1927, conquistou as medalhas de ouro no salto triplo nos Jogos de Helsinque 1952 e de Melbourne 1956, sendo o primeiro bicampeão olímpico do país. Em 2012, foi imortalizado no Hall da Fama do atletismo. Ele é o único brasileiro a representar o país no salão da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), faleceu em São Paulo em 12 de janeiro de 2001.
Adyel Silva, por força das atividades profissionais do pai, foi criada entre o Brasil, Europa e África, e formou-se pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Inciciou a carreira de cantora profissional no início da década de 80, ao ser convidada para acompanhar o pianista Guilherme Vergueiro no bar One More Time. Nos anos seguintes se dedicou ao teatro, tendo participado dos espetáculos "O País dos Elefantes", estrelado pelo ator Antônio Fagundes, o musical "Emoções Baratas", dirigido por José Possi Neto (irmão de Zizi Possi), e "Cristal", espetáculo escrito po Ronaldo Bastos e dirigido por José Maurício Machline. Participou também de produções cinematográficas, como "O Efeito Ilha", de Luis Alberto Pereira, e o curta-metragem vencedor do Festival Internacional "Open Door", realizado pela BBC, "O Menino, a Favela e as Tampas de Panela", de Cao Hambúrguer. Também fez participações em programas de TV. O primeiro CD, "Chic da Silva" foi gravado somente em 2003, e tem composições da própria Adyel, além de algns clássicos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gonzaguinha e Roberto Menescal. O CD foi incicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de MPB. Em 2011 Adyel participou do Cd "A Voz da Mulher na Obra de Taiguara", cantando a música "Coisas" (Taiguara).
Rosemar Coelho Neto Menasse, nasceu em Juquiá em 2 de janeiro de 1977, foi aluna nas Escolas Estaduais "Poeta Domingues Bauer Leite" e "Professor Armando Gonçalves". Jogava vôlei na escola, mas não se adaptou ao esporte. Estimulada pelo Professor de Educação Física Paulo Itioka, migrou para o atletismo. "Ele foi mais que um professor, foi como um pai, não sossegou enquanto não encontrou um clube para mim", conta Rosemar. Numa competição escolar, por um erro nas inscrições, correu com os meninos e venceu. O resultado rendeu o convite do técnico Roberto Dik para integrar a equipe de Cubatão, seu primeiro clube.
Carreira
Melhor marca pessoal:
100 m - 11s23 (Bogotá/2004)
200 m - 23s10 (Tunja/2001)
Resultados importantes:
100 m
7ª na Universíade de Daegu/2003
8ª no Troféu Brasil/2012 (11s91)
Revezamento 4x100 m
Medalha de prata no Troféu Brasil/2013 (43s63, com Lucimar de Moura, Thaíssa Presti e Ana Cláudia Lemos Silva)
5ª no Mundial de Berlim/2009
4ª nas Olimpíadas de Pequim/2008
Medalha de bronze na Universíade de Daegu/2003
Medalha de prata na Universíade de Pequim/2001
Tricampeã do Troféu Brasil, em 2010, 2011 e 2012 (44s65)
O Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva é uma instituição sem fins lucrativos que acredita que o esporte é uma importante plataforma para o desenvolvimento humano.
A prática esportiva aproxima o jovem do trabalho em equipe, da cooperação,disciplina, hábitos saudáveis e inclusão sócio-cultural.
Os projetos do Instituto buscam manter jovens e crianças inclusos na sociedade, afastando-os da criminalidade, colaborando para um Brasil mais saudável.
O projeto Atletismo - A Força do Esporte promove entre jovens estudantes a modalidade do atletismo e suas provas além de aproxima-los de atletas brasileiros. Uma exposição e atividades multidisciplinares colaboram para uma nova visão sobre o esporte, instigando a sua prática e seus valores. Acreditamos que o esporte é uma importante ferramenta na construção da cidadania.
Para incentivar o esporte não apenas como atividade física, mas também profissional, o projeto irá colocar atletas e estudantes , para um conversa honesta sobre o impacto positivo do esporte em suas vidas.
16 de maio de 2016
Núcleo Pedagógico
Diretoria de Ensino da Região de Miracatu
Fontes:
www.adhemarferreiradasilva.org
www.clubedeatletismo.org.br/bmf-bovespa/feminino/artigo19...
en.wikipedia.org/wiki/Rosemar_Coelho_Neto
www.cantorasdobrasil.com.br/cantoras/adyel_silva.htm
Fotografia: Paulo Henrique Zioli
El compositor Julio Estrada, más conocido como Fruko interpreta uno de sus éxitos “El Preso”, durante un ensayo en el teatro Jorge Eliécer Gaitan.
Crédito: CEET
Fotógrafo: Andrea Moreno
Fecha: 20 de agosto de 2010
Palestra com a Atleta Olímpica Rosemar Coelho Neto Menasse, a cantora e compositora Adyel Silva (filha de Adhemar Ferreira da Silva) e abertura da exposição "Projeto Atletismo: A Força do Esporte" do Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva, com monitoria dos alunos da EE “Poeta Domingues Bauer Leite”.
16 de maio de 2016
Auditório da Diretoria de Ensino da Região de Miracatu
Adhemar Ferreira da Silva foi o primeiro ganhador de uma medalha olímpica de atletismo na história do Brasil em 1952. Nasceu em São Paulo em 29 de setembro de 1927, conquistou as medalhas de ouro no salto triplo nos Jogos de Helsinque 1952 e de Melbourne 1956, sendo o primeiro bicampeão olímpico do país. Em 2012, foi imortalizado no Hall da Fama do atletismo. Ele é o único brasileiro a representar o país no salão da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), faleceu em São Paulo em 12 de janeiro de 2001.
Adyel Silva, por força das atividades profissionais do pai, foi criada entre o Brasil, Europa e África, e formou-se pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Inciciou a carreira de cantora profissional no início da década de 80, ao ser convidada para acompanhar o pianista Guilherme Vergueiro no bar One More Time. Nos anos seguintes se dedicou ao teatro, tendo participado dos espetáculos "O País dos Elefantes", estrelado pelo ator Antônio Fagundes, o musical "Emoções Baratas", dirigido por José Possi Neto (irmão de Zizi Possi), e "Cristal", espetáculo escrito po Ronaldo Bastos e dirigido por José Maurício Machline. Participou também de produções cinematográficas, como "O Efeito Ilha", de Luis Alberto Pereira, e o curta-metragem vencedor do Festival Internacional "Open Door", realizado pela BBC, "O Menino, a Favela e as Tampas de Panela", de Cao Hambúrguer. Também fez participações em programas de TV. O primeiro CD, "Chic da Silva" foi gravado somente em 2003, e tem composições da própria Adyel, além de algns clássicos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gonzaguinha e Roberto Menescal. O CD foi incicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de MPB. Em 2011 Adyel participou do Cd "A Voz da Mulher na Obra de Taiguara", cantando a música "Coisas" (Taiguara).
Rosemar Coelho Neto Menasse, nasceu em Juquiá em 2 de janeiro de 1977, foi aluna nas Escolas Estaduais "Poeta Domingues Bauer Leite" e "Professor Armando Gonçalves". Jogava vôlei na escola, mas não se adaptou ao esporte. Estimulada pelo Professor de Educação Física Paulo Itioka, migrou para o atletismo. "Ele foi mais que um professor, foi como um pai, não sossegou enquanto não encontrou um clube para mim", conta Rosemar. Numa competição escolar, por um erro nas inscrições, correu com os meninos e venceu. O resultado rendeu o convite do técnico Roberto Dik para integrar a equipe de Cubatão, seu primeiro clube.
Carreira
Melhor marca pessoal:
100 m - 11s23 (Bogotá/2004)
200 m - 23s10 (Tunja/2001)
Resultados importantes:
100 m
7ª na Universíade de Daegu/2003
8ª no Troféu Brasil/2012 (11s91)
Revezamento 4x100 m
Medalha de prata no Troféu Brasil/2013 (43s63, com Lucimar de Moura, Thaíssa Presti e Ana Cláudia Lemos Silva)
5ª no Mundial de Berlim/2009
4ª nas Olimpíadas de Pequim/2008
Medalha de bronze na Universíade de Daegu/2003
Medalha de prata na Universíade de Pequim/2001
Tricampeã do Troféu Brasil, em 2010, 2011 e 2012 (44s65)
O Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva é uma instituição sem fins lucrativos que acredita que o esporte é uma importante plataforma para o desenvolvimento humano.
A prática esportiva aproxima o jovem do trabalho em equipe, da cooperação,disciplina, hábitos saudáveis e inclusão sócio-cultural.
Os projetos do Instituto buscam manter jovens e crianças inclusos na sociedade, afastando-os da criminalidade, colaborando para um Brasil mais saudável.
O projeto Atletismo - A Força do Esporte promove entre jovens estudantes a modalidade do atletismo e suas provas além de aproxima-los de atletas brasileiros. Uma exposição e atividades multidisciplinares colaboram para uma nova visão sobre o esporte, instigando a sua prática e seus valores. Acreditamos que o esporte é uma importante ferramenta na construção da cidadania.
Para incentivar o esporte não apenas como atividade física, mas também profissional, o projeto irá colocar atletas e estudantes , para um conversa honesta sobre o impacto positivo do esporte em suas vidas.
16 de maio de 2016
Núcleo Pedagógico
Diretoria de Ensino da Região de Miracatu
Fontes:
www.adhemarferreiradasilva.org
www.clubedeatletismo.org.br/bmf-bovespa/feminino/artigo19...
en.wikipedia.org/wiki/Rosemar_Coelho_Neto
www.cantorasdobrasil.com.br/cantoras/adyel_silva.htm
Fotografia: Paulo Henrique Zioli
O compositor Antônio CarlosJobim conversando com o ator Marcello Mastroianni, em Paraty. A prosa parece divertidíssima!
N.T: Creio que nos bastidores da filmagem da película 'Gabriela', do diretor Bruno Barreto. Da qual, respectivamente, Tom compôs a trilha sonora e Marcello co-protagonizou ao lado da atriz Sonia Braga, dando vida a personagem de 'Seu Nacib'.
La compositora Eva Gancedo, autora de bandas sonoras de películas como "Lágrimas negras", "La buena estrella", entre otras, ha participado en esta nueva edición del Curso de Cinematografía
Palestra com a Atleta Olímpica Rosemar Coelho Neto Menasse, a cantora e compositora Adyel Silva (filha de Adhemar Ferreira da Silva) e abertura da exposição "Projeto Atletismo: A Força do Esporte" do Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva, com monitoria dos alunos da EE “Poeta Domingues Bauer Leite”.
16 de maio de 2016
Auditório da Diretoria de Ensino da Região de Miracatu
Adhemar Ferreira da Silva foi o primeiro ganhador de uma medalha olímpica de atletismo na história do Brasil em 1952. Nasceu em São Paulo em 29 de setembro de 1927, conquistou as medalhas de ouro no salto triplo nos Jogos de Helsinque 1952 e de Melbourne 1956, sendo o primeiro bicampeão olímpico do país. Em 2012, foi imortalizado no Hall da Fama do atletismo. Ele é o único brasileiro a representar o país no salão da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), faleceu em São Paulo em 12 de janeiro de 2001.
Adyel Silva, por força das atividades profissionais do pai, foi criada entre o Brasil, Europa e África, e formou-se pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Inciciou a carreira de cantora profissional no início da década de 80, ao ser convidada para acompanhar o pianista Guilherme Vergueiro no bar One More Time. Nos anos seguintes se dedicou ao teatro, tendo participado dos espetáculos "O País dos Elefantes", estrelado pelo ator Antônio Fagundes, o musical "Emoções Baratas", dirigido por José Possi Neto (irmão de Zizi Possi), e "Cristal", espetáculo escrito po Ronaldo Bastos e dirigido por José Maurício Machline. Participou também de produções cinematográficas, como "O Efeito Ilha", de Luis Alberto Pereira, e o curta-metragem vencedor do Festival Internacional "Open Door", realizado pela BBC, "O Menino, a Favela e as Tampas de Panela", de Cao Hambúrguer. Também fez participações em programas de TV. O primeiro CD, "Chic da Silva" foi gravado somente em 2003, e tem composições da própria Adyel, além de algns clássicos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gonzaguinha e Roberto Menescal. O CD foi incicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de MPB. Em 2011 Adyel participou do Cd "A Voz da Mulher na Obra de Taiguara", cantando a música "Coisas" (Taiguara).
Rosemar Coelho Neto Menasse, nasceu em Juquiá em 2 de janeiro de 1977, foi aluna nas Escolas Estaduais "Poeta Domingues Bauer Leite" e "Professor Armando Gonçalves". Jogava vôlei na escola, mas não se adaptou ao esporte. Estimulada pelo Professor de Educação Física Paulo Itioka, migrou para o atletismo. "Ele foi mais que um professor, foi como um pai, não sossegou enquanto não encontrou um clube para mim", conta Rosemar. Numa competição escolar, por um erro nas inscrições, correu com os meninos e venceu. O resultado rendeu o convite do técnico Roberto Dik para integrar a equipe de Cubatão, seu primeiro clube.
Carreira
Melhor marca pessoal:
100 m - 11s23 (Bogotá/2004)
200 m - 23s10 (Tunja/2001)
Resultados importantes:
100 m
7ª na Universíade de Daegu/2003
8ª no Troféu Brasil/2012 (11s91)
Revezamento 4x100 m
Medalha de prata no Troféu Brasil/2013 (43s63, com Lucimar de Moura, Thaíssa Presti e Ana Cláudia Lemos Silva)
5ª no Mundial de Berlim/2009
4ª nas Olimpíadas de Pequim/2008
Medalha de bronze na Universíade de Daegu/2003
Medalha de prata na Universíade de Pequim/2001
Tricampeã do Troféu Brasil, em 2010, 2011 e 2012 (44s65)
O Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva é uma instituição sem fins lucrativos que acredita que o esporte é uma importante plataforma para o desenvolvimento humano.
A prática esportiva aproxima o jovem do trabalho em equipe, da cooperação,disciplina, hábitos saudáveis e inclusão sócio-cultural.
Os projetos do Instituto buscam manter jovens e crianças inclusos na sociedade, afastando-os da criminalidade, colaborando para um Brasil mais saudável.
O projeto Atletismo - A Força do Esporte promove entre jovens estudantes a modalidade do atletismo e suas provas além de aproxima-los de atletas brasileiros. Uma exposição e atividades multidisciplinares colaboram para uma nova visão sobre o esporte, instigando a sua prática e seus valores. Acreditamos que o esporte é uma importante ferramenta na construção da cidadania.
Para incentivar o esporte não apenas como atividade física, mas também profissional, o projeto irá colocar atletas e estudantes , para um conversa honesta sobre o impacto positivo do esporte em suas vidas.
16 de maio de 2016
Núcleo Pedagógico
Diretoria de Ensino da Região de Miracatu
Fontes:
www.adhemarferreiradasilva.org
www.clubedeatletismo.org.br/bmf-bovespa/feminino/artigo19...
en.wikipedia.org/wiki/Rosemar_Coelho_Neto
www.cantorasdobrasil.com.br/cantoras/adyel_silva.htm
Fotografia: Paulo Henrique Zioli
Recife (PE) - 02/10/2013 - A cantora e compositora paulista Maria Gadú voltou a encarnar o poeta rebelde no Recife, integrando o projeto Banco do Brasil Covers 2013. O espetáculo aconteceu nesta quarta-feira (2), no Teatro Guararapes em Recife(PE). O público recifense cantou em coro junto com a menina do vozeirão sucessos como Ideologia, Exagerado, O tempo não para, Brasil, O nosso amor a gente inventa, Codinome Beija-flor, Bete Balanço e Preciso dizer que te amo. A intensidade que pautou Cazuza parece guiar também os caminhos de Maria Gadú. Grande revelação de 2009, ano em que lançou seu primeiro álbum, Maria Gadú, com sucessos autorais como Shimbalaiê, a cantora e compositora paulistana já gravou desde então dois álbuns de estúdio e fez dois registros ao vivo de shows (um deles com Caetano Veloso) em apenas quatro anos de carreira fonográfica. O sucesso de Gadú já extrapola inclusive as fronteiras nacionais. Parceira do compositor norte-americano Jesse Harris, a artista fez este ano turnê pela Europa, com shows invariavelmente lotados.
Foto: Mauro Filho
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Cantora e compositora Fernanda Takai apresenta show da turnê do CD “Na Medida do Impossível” em São Paulo. 10.10.14
Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2014/10/11/fernanda-takai-ret...
Palestra com a Atleta Olímpica Rosemar Coelho Neto Menasse, a cantora e compositora Adyel Silva (filha de Adhemar Ferreira da Silva) e abertura da exposição "Projeto Atletismo: A Força do Esporte" do Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva, com monitoria dos alunos da EE “Poeta Domingues Bauer Leite”.
16 de maio de 2016
Auditório da Diretoria de Ensino da Região de Miracatu
Adhemar Ferreira da Silva foi o primeiro ganhador de uma medalha olímpica de atletismo na história do Brasil em 1952. Nasceu em São Paulo em 29 de setembro de 1927, conquistou as medalhas de ouro no salto triplo nos Jogos de Helsinque 1952 e de Melbourne 1956, sendo o primeiro bicampeão olímpico do país. Em 2012, foi imortalizado no Hall da Fama do atletismo. Ele é o único brasileiro a representar o país no salão da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), faleceu em São Paulo em 12 de janeiro de 2001.
Adyel Silva, por força das atividades profissionais do pai, foi criada entre o Brasil, Europa e África, e formou-se pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Inciciou a carreira de cantora profissional no início da década de 80, ao ser convidada para acompanhar o pianista Guilherme Vergueiro no bar One More Time. Nos anos seguintes se dedicou ao teatro, tendo participado dos espetáculos "O País dos Elefantes", estrelado pelo ator Antônio Fagundes, o musical "Emoções Baratas", dirigido por José Possi Neto (irmão de Zizi Possi), e "Cristal", espetáculo escrito po Ronaldo Bastos e dirigido por José Maurício Machline. Participou também de produções cinematográficas, como "O Efeito Ilha", de Luis Alberto Pereira, e o curta-metragem vencedor do Festival Internacional "Open Door", realizado pela BBC, "O Menino, a Favela e as Tampas de Panela", de Cao Hambúrguer. Também fez participações em programas de TV. O primeiro CD, "Chic da Silva" foi gravado somente em 2003, e tem composições da própria Adyel, além de algns clássicos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gonzaguinha e Roberto Menescal. O CD foi incicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de MPB. Em 2011 Adyel participou do Cd "A Voz da Mulher na Obra de Taiguara", cantando a música "Coisas" (Taiguara).
Rosemar Coelho Neto Menasse, nasceu em Juquiá em 2 de janeiro de 1977, foi aluna nas Escolas Estaduais "Poeta Domingues Bauer Leite" e "Professor Armando Gonçalves". Jogava vôlei na escola, mas não se adaptou ao esporte. Estimulada pelo Professor de Educação Física Paulo Itioka, migrou para o atletismo. "Ele foi mais que um professor, foi como um pai, não sossegou enquanto não encontrou um clube para mim", conta Rosemar. Numa competição escolar, por um erro nas inscrições, correu com os meninos e venceu. O resultado rendeu o convite do técnico Roberto Dik para integrar a equipe de Cubatão, seu primeiro clube.
Carreira
Melhor marca pessoal:
100 m - 11s23 (Bogotá/2004)
200 m - 23s10 (Tunja/2001)
Resultados importantes:
100 m
7ª na Universíade de Daegu/2003
8ª no Troféu Brasil/2012 (11s91)
Revezamento 4x100 m
Medalha de prata no Troféu Brasil/2013 (43s63, com Lucimar de Moura, Thaíssa Presti e Ana Cláudia Lemos Silva)
5ª no Mundial de Berlim/2009
4ª nas Olimpíadas de Pequim/2008
Medalha de bronze na Universíade de Daegu/2003
Medalha de prata na Universíade de Pequim/2001
Tricampeã do Troféu Brasil, em 2010, 2011 e 2012 (44s65)
O Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva é uma instituição sem fins lucrativos que acredita que o esporte é uma importante plataforma para o desenvolvimento humano.
A prática esportiva aproxima o jovem do trabalho em equipe, da cooperação,disciplina, hábitos saudáveis e inclusão sócio-cultural.
Os projetos do Instituto buscam manter jovens e crianças inclusos na sociedade, afastando-os da criminalidade, colaborando para um Brasil mais saudável.
O projeto Atletismo - A Força do Esporte promove entre jovens estudantes a modalidade do atletismo e suas provas além de aproxima-los de atletas brasileiros. Uma exposição e atividades multidisciplinares colaboram para uma nova visão sobre o esporte, instigando a sua prática e seus valores. Acreditamos que o esporte é uma importante ferramenta na construção da cidadania.
Para incentivar o esporte não apenas como atividade física, mas também profissional, o projeto irá colocar atletas e estudantes , para um conversa honesta sobre o impacto positivo do esporte em suas vidas.
16 de maio de 2016
Núcleo Pedagógico
Diretoria de Ensino da Região de Miracatu
Fontes:
www.adhemarferreiradasilva.org
www.clubedeatletismo.org.br/bmf-bovespa/feminino/artigo19...
en.wikipedia.org/wiki/Rosemar_Coelho_Neto
www.cantorasdobrasil.com.br/cantoras/adyel_silva.htm
Fotografia: Paulo Henrique Zioli
Fotos de arquivo do cantor e compositor Djavan.
Crédito: Frederico Mendes
Saiba mais em www.djavan.com.br
OSASCO, SP, 08.03.2013 : CRIOLO/OSASCO/SP - Apresentacao do cantor e compositor Criolo no palco do galpao onde sera erguido a unidade do Sesc em Osasco, na grande Sao Paulo. (Foto: Renato Luiz Ferreira/Folhapress)
Renato Luiz Ferreira/Folhapress ©
Todos os direitos reservados.
Imagem protegida pela Lei do Direito Autoral Nº 9.610 de 19/02/1998.
Proibida reprodução, edição e publicação total ou parcial em qualquer tipo de mídia sem autorização do autor
Foto © Renato Luiz Ferreira .
Palestra com a Atleta Olímpica Rosemar Coelho Neto Menasse, a cantora e compositora Adyel Silva (filha de Adhemar Ferreira da Silva) e abertura da exposição "Projeto Atletismo: A Força do Esporte" do Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva, com monitoria dos alunos da EE “Poeta Domingues Bauer Leite”.
16 de maio de 2016
Auditório da Diretoria de Ensino da Região de Miracatu
Adhemar Ferreira da Silva foi o primeiro ganhador de uma medalha olímpica de atletismo na história do Brasil em 1952. Nasceu em São Paulo em 29 de setembro de 1927, conquistou as medalhas de ouro no salto triplo nos Jogos de Helsinque 1952 e de Melbourne 1956, sendo o primeiro bicampeão olímpico do país. Em 2012, foi imortalizado no Hall da Fama do atletismo. Ele é o único brasileiro a representar o país no salão da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), faleceu em São Paulo em 12 de janeiro de 2001.
Adyel Silva, por força das atividades profissionais do pai, foi criada entre o Brasil, Europa e África, e formou-se pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Inciciou a carreira de cantora profissional no início da década de 80, ao ser convidada para acompanhar o pianista Guilherme Vergueiro no bar One More Time. Nos anos seguintes se dedicou ao teatro, tendo participado dos espetáculos "O País dos Elefantes", estrelado pelo ator Antônio Fagundes, o musical "Emoções Baratas", dirigido por José Possi Neto (irmão de Zizi Possi), e "Cristal", espetáculo escrito po Ronaldo Bastos e dirigido por José Maurício Machline. Participou também de produções cinematográficas, como "O Efeito Ilha", de Luis Alberto Pereira, e o curta-metragem vencedor do Festival Internacional "Open Door", realizado pela BBC, "O Menino, a Favela e as Tampas de Panela", de Cao Hambúrguer. Também fez participações em programas de TV. O primeiro CD, "Chic da Silva" foi gravado somente em 2003, e tem composições da própria Adyel, além de algns clássicos de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gonzaguinha e Roberto Menescal. O CD foi incicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de MPB. Em 2011 Adyel participou do Cd "A Voz da Mulher na Obra de Taiguara", cantando a música "Coisas" (Taiguara).
Rosemar Coelho Neto Menasse, nasceu em Juquiá em 2 de janeiro de 1977, foi aluna nas Escolas Estaduais "Poeta Domingues Bauer Leite" e "Professor Armando Gonçalves". Jogava vôlei na escola, mas não se adaptou ao esporte. Estimulada pelo Professor de Educação Física Paulo Itioka, migrou para o atletismo. "Ele foi mais que um professor, foi como um pai, não sossegou enquanto não encontrou um clube para mim", conta Rosemar. Numa competição escolar, por um erro nas inscrições, correu com os meninos e venceu. O resultado rendeu o convite do técnico Roberto Dik para integrar a equipe de Cubatão, seu primeiro clube.
Carreira
Melhor marca pessoal:
100 m - 11s23 (Bogotá/2004)
200 m - 23s10 (Tunja/2001)
Resultados importantes:
100 m
7ª na Universíade de Daegu/2003
8ª no Troféu Brasil/2012 (11s91)
Revezamento 4x100 m
Medalha de prata no Troféu Brasil/2013 (43s63, com Lucimar de Moura, Thaíssa Presti e Ana Cláudia Lemos Silva)
5ª no Mundial de Berlim/2009
4ª nas Olimpíadas de Pequim/2008
Medalha de bronze na Universíade de Daegu/2003
Medalha de prata na Universíade de Pequim/2001
Tricampeã do Troféu Brasil, em 2010, 2011 e 2012 (44s65)
O Instituto Salto para a Vida - Adhemar Ferreira da Silva é uma instituição sem fins lucrativos que acredita que o esporte é uma importante plataforma para o desenvolvimento humano.
A prática esportiva aproxima o jovem do trabalho em equipe, da cooperação,disciplina, hábitos saudáveis e inclusão sócio-cultural.
Os projetos do Instituto buscam manter jovens e crianças inclusos na sociedade, afastando-os da criminalidade, colaborando para um Brasil mais saudável.
O projeto Atletismo - A Força do Esporte promove entre jovens estudantes a modalidade do atletismo e suas provas além de aproxima-los de atletas brasileiros. Uma exposição e atividades multidisciplinares colaboram para uma nova visão sobre o esporte, instigando a sua prática e seus valores. Acreditamos que o esporte é uma importante ferramenta na construção da cidadania.
Para incentivar o esporte não apenas como atividade física, mas também profissional, o projeto irá colocar atletas e estudantes , para um conversa honesta sobre o impacto positivo do esporte em suas vidas.
16 de maio de 2016
Núcleo Pedagógico
Diretoria de Ensino da Região de Miracatu
Fontes:
www.adhemarferreiradasilva.org
www.clubedeatletismo.org.br/bmf-bovespa/feminino/artigo19...
en.wikipedia.org/wiki/Rosemar_Coelho_Neto
www.cantorasdobrasil.com.br/cantoras/adyel_silva.htm
Fotografia: Paulo Henrique Zioli
Destacado compositor del estado Lara, con un disco en el mercado (Sanzoneando) y pronto su más reciente producción Nada es para Siempre. Escúchalo aquí
Márcio Mello para Revista Pocket.
É improvável achar alguém que nunca tenha ouvido alguma música de Márcio de Abreu Mello, mesmo que desconheça o seu nome. Aqueles que já apreciaram canções de artistas como Cássia Eller e Vânia Abreu, provavelmente já se pegaram cantarolando refrões criados por ele. Um dos maiores sucessos da cantora Daniela Mercury até hoje, “Nobre Vagabundo”, é de autoria dele, além de “Esnoba”, que foi trilha sonora da novela global “Beleza Pura”, executada pelo grupo Moinho. Na lúdica década de 80, ele liderou a banda Rabo de Saia, junto com quatro musicistas baianas. O grupo se instalou no Rio de Janeiro, vivenciando de perto uma das fases mais importantes do rock nacional. De volta a Salvador, o cantor participou de alguns dos eventos mais exóticos e cultuados da cena alternativa baiana, o que nunca surpreendeu os fãs que já o acompanham há tempo; ele já experimentou pop, punk, rock, bossa e MPB. O ecletismo musical sempre se refletiu também no seu conceito estético. Ao ver Márcio Mello, é quase impossível ter certeza de como será a sua roupa ou corte de cabelo, no dia seguinte. “Sinto grande necessidade de ter dias diferentes porque sou inquieto; acho que esse é o motivo de eu ser tão mutante. Nunca quis saber qual o motivo da minha existência como artista, prefiro acreditar que posso desempenhar múltiplos papéis na música”, diz o cantor. Com oito álbuns lançados em 24 anos de carreira, o cantor tocou na Inglaterra, Espanha e Portugal; em solo português ele é até hoje, um dos compositores brasileiros mais tocados. Este ano, levou 20 dias na Europa gravando o seu primeiro DVD, na Holanda, Portugal e Espanha, que também utiliza imagens gravadas aqui no Brasil. Para entender a riqueza da história musical dele é necessário comparar o seu trabalho, que está previsto para ser lançado agora em novembro, com as inúmeras experiências sonoras iniciadas por um ainda adolescente Márcio Mello, que, ao descobrir Bob Marley e Luiz Gonzaga, percebeu que a sua vida seria tudo, menos previsível. SOLITARIO PUNK Gravado no estúdio Benedito em salvador (BA) no período de abril a julho de 2009. Produzido por Marcio Mello Com participações de : Participação especial Chorão em mulher de 23 Baixo : Baé e Marcelo seco Guitarra , voz e teclado : Marcio Mello Bateria : Daniel
Fonte: www.myspace.com/marciomello
O cantor, compositor e ator Jorge Mário da Silva, o Seu Jorge, nasceu em 8 de junho de 1970, em Belford Roxo, Baixada Fluminense (Rio de Janeiro, Brasil). Primogênito de quatro filhos, Seu Jorge teve uma infância tranqüila, freqüentando a escola e ajudando a mãe a tomar conta dos irmãos. Começou a trabalhar com apenas dez anos de idade em uma borracharia, primeira de várias ocupações como contínuo, marceneiro e office-boy, entre outras. As variadas profissões nunca ofuscaram o seu verdadeiro desejo de se tornar músico. Desde adolescente, freqüentava as rodas de samba cariocas acompanhando o pai e os bailes funks da periferia, e cedo começou a se profissionalizar cantando na noite.
Foi aí que a morte de seu irmão Vitório em uma chacina levou a família à desestruturação, e Seu Jorge acabou virando sem-teto por cerca de três anos. A nova virada se deu quando o clarinetista Paulo Moura o convidou para fazer um teste para um musical de teatro. Foi aprovado e acabou participando de mais de 20 espetáculos com o Teatro da Universidade do Rio de Janeiro, como cantor e ator.
Participou depois da formação da banda Farofa Carioca, que lançou seu primeiro CD em 1998 com uma competente mistura da ritmos negros de várias partes do mundo, como samba, reggae, jongo, funk e rap. A partir daí, Seu Jorge tem sua carreira engrenada e passa a participar de vários projetos, como um disco de tributo a Tim Maia e a participação em estúdio e na turnê da banda brasileira Planet Hemp, em 2000.
Miércoles 16 de marzo de 2022
Conferencia para anunciar el concierto Contigo aprendí. Homenaje a Armando Manzanero, en memoria de uno de los más grandes compositores mexicanos, en el marco de la clausura del Festival de Primavera 2022 con la interpretación de Tania Libertad en compañía de Joaquina Mertz y Juan Pablo Manzanero, hijo del cantautor.
Fotografía: Tania Victoria/ Secretaría de Cultura de la Ciudad de México
Plenário do Senado Federal durante sessão especial para celebrar os 100 anos de nascimento do cantor e compositor Lupicínio Rodrigues.
Acaba de ter início no Plenário a homenagem ao centenário de nascimento do cantor e compositor gaúcho Lupicínio Rodrigues. Autor de canções como Felicidade, Nervos de Aço e Se Acaso Você Chegasse, Lupicínio é homenageado em sessão especial requerida por vários senadores.
Mesa (E/D):
cônsul do Grêmio em Brasília, Vilmar da Silva Fogaça;
senador Paulo Paim (PT-RS);
senadora Ana Amélia (PP-RS) - preside sessão;
filho do homenageado, Lupicínio Rodrigues Filho
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Concierto en reconocimiento a la compositora cristiana Cindy Berry, presentado por agrupaciones musicales de la Universidad de Montemorelos, el 19 de marzo del 2014 en el Auditorio Universitario.
Titãs / Família
Compositor: Arnaldo Antunes / Tony Bellotto
Família, família
Papai, mamãe, titia,
Almoça junto todo dia,
Nunca perde essa mania.
Mas quando a filha quer fujir de casa
Precisava descolar um ganha-pão
Filha de família se não casa
Papai, mamãe, não dão nem um tostão,
Família ê,
Família a
Família
Família, família,
Vovô, vovó, sobrinha.
Família, família
Janta junto todo dia.
Nunca perde essa mania
Mas quando o nenê fica doente
Procura uma farmácia de plantão
O choro do nenê é estridente
Assim não dá pra ver televisão.
Família ê
Família a
Família
Família, família
Cachorro, gato, galinha
Família, família
Vivi junto todo dia
Nunca perde essa mania
A mãe morre de medo de barata,
O pai vive com medo de ladrão,
Jogaram inseticida pela casa,
Botaram cadeado no portão.
Família ê
Família a
Família.
Em sua primeira edição, o Festival Pianistas Compositores da Bahia vem evidenciar a produção autoral de pianistas do nosso estado. Unindo profissionais de formações e atuações diversas em torno de um exercício comum, trazemos ao público esse aspecto pouco conhecido da nossa cultura, em evento com características inéditas.
A tradição dos pianistas compositores é parte essencial da história do piano. Grandes pianistas, ao longo dos séculos, deixaram um legado de obras, criando uma tradição que viria a compor a própria identidade do instrumento. O piano surgiu na Itália, no início do século XVIII, rapidamente se espalhando pela Europa e avançando em direção aos outros continentes. Chegou ao Brasil no início do século XIX, emergindo aos poucos na nossa cultura musical.
Hoje, cerca de duzentos anos após a chegada dos primeiros pianos ao nosso país, propomos um retrato cultural da Bahia e do Brasil através de seus pianistas. Criando e executando obras musicais de formas diversas, eles vêm expressar o momento presente de uma cultura singular.
Nesta primeira edição tivemos a honra e o prazer de contar com a participação de Benjamin Taubkin e Gilson Peranzzetta, nomes de grande destaque no cenário da música brasileira e mundial. Junto aos pianistas baianos, proporcionaram um ambiente de intercâmbio e descobertas, dinamizando ações em torno da criação musical.
Tivemos também a satisfação de prestar uma homenagem especial ao nosso caro Professor Paulo Gondim, que, com sua incessante dedicação ao trabalho autoral, ao longo da carreira, muito nos inspira a criar, no âmbito da música e da dinâmica cultural.
Desejamos vida longa e muito espaço ao piano, à arte de criar.
Saulo Gama
A partir das apresentações foi gerado, em parceria com o IRDEB para o Especial TVE,um programa dividido em quatro capítulos exibido na grade da programação emissora.
Clique nos links abaixo para conferir os programas:
•Especial TVE – Festival Pianistas Compositores da Bahia – parte 01 - zip.net/bwq1C6
•Especial TVE – Festival Pianistas Compositores da Bahia – parte 02 - zip.net/bnq10Q
•Especial TVE – Festival Pianistas Compositores da Bahia – parte 03 - zip.net/bkq10p
•Especial TVE – Festival Pianistas Compositores da Bahia – parte 04 - zip.net/bgq1ML
Clique aqui para conferir Fotos do Festival - zip.net/brq16f
Serviço-
Festival Pianistas Compositores da Bahia – 1ª edição
Onde: Teatro Castro Alves (TCA) – Praça Dois de Julho, s/n, Campo Grande, Salvador – Bahia.
Quando: 18 e 19 de setembro, às 20 horas.
Ingressos: R$ 20 / R$10.
Email: plataformadelancamento@gmail.com
Tel.: + 55 71 9131-8929