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Not a great picture, I know, but it's mostly here just in case it's a useful shot to illustrate articles on... I don't know, luggage handling and stuff.
Enton né *3* <3 Vou contar o que foi que houve aqui HAUSUAHS
Eu estava bem satisfeita com a Miyu como sempre, pra quem não sabe ela é minha dó xodozinha hehe Apesar de amar todas a Miyu sempre teve um espaço bem especial no meu coraçãozinho, apesar de eu nem achar ela a mais bonita da minha coleção XD Enfim, terminou que com o tempo eu enjoei completamente da wig dela, ela estava usando a mesma faz 4 anos :,D Sem falar que a wig era cacheada nas pontas, e eu não cuidava direitinho o que fez com que as pontas ficassem um desastre, eu terminei alisando. E ja estava lisa faz tempo mas mesmo assim a wig ressecou ressecou ressecou até eu não aguentar mais e meter a tesoura XD Eu ja estava planejando comprar outra wig pra ela mesmo, ia ser só algo provisório, mas tinha ficado fofinho então pensei até em deixa assim. Mas eis que a anta aqui que tem praticamente um phd em arrumar cabelo de monster high foi fazer um boil na wig, NÃO FAÇAM ISSO SEM SER EM MH AAA ;-; O molde da franjinha dela foi completamente embora, não sabia que ia acontecer -_- Daí pronto, a wig ficou horrorosa, a franja terrível o corte terrível daí a Miyu ficou abandonada na estante porque estava simplesmente péssimo aquilo D: Tentei comprar uma wig pra ela diversas vezes e toda vez algo dava errada, ja tava achando que era um sinal divino pra eu não mexer mais nela LOL Até que semana passada a Milk me falou que ia vender a wig de uma das pullips dela e sinceramente o único critério que eu tinha era que a wig fosse rosa, porque ja estava aflita com a Miyu sem wig XD E terminou que ontem peguei com ela a peruquinha e pronto <3 <3 Ainda não sei se vai ser a definitiva, mas to SUPER feliz em poder voltar a babar nela como antes hehe A wig é linda, super grandona e brilhante e <3 Só a cor que é terrível pra sair direito nas fotos hehe Na minha câmera até que fica tranquilo, mas no celular essa danada insiste em sair loira! XD Eu super adorei esse tom de rosa.
Enfim, vou aproveitar essa foto pra também fazer as tag das metas desse ano, que a Pli me marcou <3 Essa descrição ta ficando gigante mas bah acontece HUASH
Ah, pra deixar claro tb que eu n vou fazer o balanço geral porque começo de 2016 eu fiquei muito afastada do flickr, então terminei sem fazer as metas pra esse ano ;-; 2018 eu faço o de 2017! ò3o
~x~
Dolls
1. Comprar minha primeira Minifee
Essa meta ta quase quase completa! Ja era pra eu ter comprado ela começo do ano, mas não é tão fácil assim vender um rim pra comprar doll KSJDGHSKDJHG Enfim, por causa do dinheiro isso ta sendo adiado adiado e adiado, mas esse ano minha Chloe vem! Quero ter essa doll desde que comecei o hobby ; - ;
2. Comprar uma doll da Groove
Meta super generalizada hehe Mas é que eu realmente não sei qual vai ser minha próxima doll! XD Vai depender de quando vou ter dinheiro e quais dolls estarão
no estoque e quanto dinheiro vou ter ao longo do ano XD Mas a prioridade é do Taeyang Koichi! Apaixonei nesse serzinho por causa do Panda e lascou eu preciso ter um na minha vida não importa o que eu faça KJSHDGKSJDH Espero que ele não fique raro, ele ja é caro o suficiente.. ;-;
3. Decidir minha vida sobre May
Essa doll específica tem me dado uma tremenda dor de cabeça e_e May é um personagem extremamente instável, o que deixa quase impossível a boneca ficar como quero e_e No momento estou sem saber se compro um isul pra fazer o personagem (Que pra quem não sabe, é bigênero) ou outra doll, mas a Lunatic Alice não ta dando conta. Daí eu fico sem saber o que fazer com a doll porque eu gosto dela e foi uma das minhas primeiras aí não queria vender e pronto fica num ciclo infinito e eu termino sem fazer nada! e_e
4. Corpinhos e wigs
Ta aí uma coisa que SEMPRE tem na meta XD Estou precisando comprar obitsu pra meus taeyangs, pure neemo para o Leslie e para a Melpomene, e um obitsu pra May caso ela continue sendo dal. Wigs preciso pra o Noah e talvez pra Miyu caso eu decida trocar essa. Não devo conseguir nem metade disso esse ano, mas sonhar não mata 8D
5. Restaurar a Miyuki
Pra quem não sabe, aconteceu um acidentezinho com ela ano passado e parte do blush dela saiu ;-; Nas fotos não da pra ver porque fica mais visível na parte de baixo do rosto dela, perto do queixo. Sem falar que ela ta amareladinha e com manchinhas no geral, e por algum motivo a sombra dela ta ficando AZUL! Não tenho a MENOR idéia do que possa estar causando isso ;-; Ela ta super inteirinha, mal ta amarela e a sombra dela ta ficando AZUL @_@ Preciso resolver isso o mais rápido possível :,D
Pessoais
1. Me esforçar pra valer na faculdade
Essa meta vai ser complicada de cumprir viu XD Minhas aulas começaram vai fazer um mês e eu simplesmente não consigo entrar no ritmo, to MORTA! Ja mandaram ler uns 4 livros e inclusive tenho um trabalho pra HOJE A NOITE que eu NEM COMECEI! 8D Viver a vida sem emoção é pros fracos né XD Mas eu to me esforçando ;^;
2. Começar tratamento psiquiátrico
Essa não tem muito o que falar, mas é a provável meta mais importante pra esse ano. Pra quem não sabe, sou cheia dos problemas mentais e FINALMENTE vou fazer 18 anos e não vou depender dos meus pais para cuidar de mim mesma, o que inclui finalmente tomar remédios, porque minha mãe sempre me proibiu. (Minha mãe é ótima, mas pra remédios ela tem um sério problema LOL Não deixa eu tomar nem remédio pra alergia, quem dirá pra ansiedade!)
3. Viajar para o exterior
Essa também é outra que ta quase QUASE se tornando real XD Planos para viajar com minha mãe e meu irmão final do ano para a Europa, VAMO QUE VAMO DESSA VEZ VAI (Ou não)
4. Comprar uma câmera nova
Algo que provavelmente só vou fazer se a meta acima se concetrizar, porque la fora é mais barato né! XD
~x~
Enfim, é isso :3
Se alguém leu até aqui ganha um biscoito KSJDGH
Bad weather is here again and the car has been sitting since just before Christmas. So I figured it to be as good a time as any to fix something that was really irking the crap out of me…the sun visors.
All of the 79-85 Eldorado’s with light up mirrors (which most had) unfortunately have a problem with visorus saginitus. The visor is held up by a small winged plastic bushing-it wraps around the chrome visor arm, and locks into the plastic visor body with the winged part. This little plastic thing gets brittle over time and starts to crack, losing its grip on the stationary rod. This starts as an issue where they droop a little bit when the car has been sitting in the sun on a summers day but eventually gets bad enough that it happens at all temperatures and will just flop down with bumps in the road.
To my knowledge there’s no replacements for this winged bushing and even if there were I don’t know how you would go about replacing it with the way it’s installed on the visor arm. GM evidently saw the problem as the arm and bushing were revised in 1984 to be bigger but evidently to no avail-the passenger visor on my car sagged from the time I had bought the car and I had held it in place with a nail wedged into the metal trim surrounding the window that had to be removed when you wanted to use it…this didn’t compute with the fairer sex, so it’s safe to say eventually I’m going to find all of those finishing nails that have gone missing over the past couple of years the hard way…
My driver’s side visor was free of this problem but I just didn’t use it as I was afraid it would start doing the same thing. So I set to work finding a real fix
These popped up for sale on ebay, red visors from an ’87 DeVille. They looked like a winner, same general shape, same color and in good condition. After a couple of messages to get an idea on size, I ordered them. However, when they arrived, they were neither the bright red shown in the pictures, nor in as good of repair. They definitely needed to be reupholstered to be used. I gave them a dry run before wasting any more money, and they had a couple of other issues. The first was a different electrical connector which was no biggie. The second was much bigger, that they could only be used to block sun going forward. Trying to move it to the side caused them to either drop or raise at a 45 degree angle.
I figured this was caused by the design of the mount which is heavily angled. So there wasn’t much I could do about it. Until my ebay suggestions came up with visors from a Buick Reatta for sale-the same general style as the DeVille, but with a flat type of mount similar to the OEM Eldorado!
Now the guy wanted over 100 dollars for these and after my blunder with the DeVille visors I wasn’t about to sink that type of change in a maybe. So I headed over to the Reatta AACA message board to see if anyone had a dogged set of visors with good mounts that they wanted to sell, and the first post in the for sale section happened to be by a fella who was parting out a complete Reatta! Score!
I emailed the guy and he explained that the car was in a junkyard local to his house. A real gentleman, he was able to get the visor arms for free and didn’t even charge me the ride up from Florida. Thanks Mike! The car in question had a burgundy interior so the arms would need to be sprayed dark carmine to work for me. After cleaning and priming, SEM aerosol made quick work of that.
Unfortunately when they were removed from the Reatta, this condom thing that wraps around a metal bushing shredded, but I was able to basically replicate it with heat shrink tubing
The arms are easily removed from the visors when uninstalled from the car. Simply rotate the arm into the mirror side of the visor (as if you were pushing the visor back up into the roof) until it clicks and then yank it out. Install it into the new visor in the same position. I did some tests for proof of concept and when it seemed like I was on the right track, I got to work. Or at least to spending money. I ordered carmine foam-backed headliner material (Sunbrite 1872 for those interested, it was a great match) and headliner adhesive (which I ended up not needing for this job)
The visors themselves are like a clamshell and probably harder to crack open than a turnip. After enough brute force, a hammer, and a screwdriver, I was able to get them open (see the color difference as compared to the ebay picture above)
The material around the visor ended up not being glued to the face of it, only tucked tight and hot glued from the factory. I decided to do the same thing (So I have to write off the spray adhesive until I do a new headliner). I carefully removed the old fabric and made a template out of the new material
(should anyone do this in the future, it’s much more simple and less risky to only cut the general shape of the template out, you can cut the hole for the mirror and sun shade later)
The visors themselves also needed some help. The “ears” at the ends were super fatigued and loose, so I mixed up some resin and fiberglass to shore them up.
Once the visor bodies were sound, I had to come up with a way of re-joining the clamshell. I have no idea how GM did this in the first place but super glue doesn’t work. After a lot of searching I found out that these are likely made of Polyethylene. I bought this 3M DP8005 adhesive which claimed to bond it and tested it on a junk visor-seemed to do the trick. You need a special mixing tip in addition to this and I also had to get a gun that it fits into.
With that solved, I started hot gluing the material onto the visors. I had never done anything with headliner material before aside from stapling them up when they started sagging and I was really surprised with how compliant it was. In that, it basically looked factory with no runs or wrinkles despite not having a clue what I was doing.
Then, I bonded the two halves back together. Each one had to sit like this for a day, and early signs seem like it worked. Hopefully the adhesive will hold, time and temperature will tell.
Here’s a comparison of the original visors with the DeVille replacements. Mirrors swapped without issue. I also had to swap the power connector, meaning I had to cut the crimped on connector at the mirror end from the old visors and install in the new ones. Delphi 12020347 is the connector part, there’s no room inside the assembly for a butt connector (and I hate using them unless I have to)
And here they are installed!
The only complication on the install is that the plastic visor arms bolt in a slightly smaller bolt pattern than the originals. You can take any 2 of the 3 holes but not all 3 at once. Fortunately there’s plenty of meat to drill into to make another hole.
I’m sure a lot of people are reading this right now and saying I should have just stuck with the nail but in reality it wasn’t that bad. It might seem like a mess but everything above is a “worse possible scenario” in that I got fleeced on the visors I bought and had to change color, structurally repair them, rehab the Reatta visor arms, then bond them back together. If you’re fortunate enough to have a 79-85 E body with an interior color the same as an 85-88 Deville, and can get the visors from it, the only thing you need do is get a set of Reatta visor arms and swap them out (and obviously your electrical connector from your 79-85). They’re really close in size as far as fit, and look factory with the exception of the sunshade. You could delete that when reupholstering, but I always liked them.
It seems like GM changed all their lighted visor designs to basically the same thing in the late 80’s downsized cars. So there might very well be more vehicles than just Reattas that have the flat plastic visor arm. As far as longevity, I’ll definitely keep everyone posted but I will say that I’ve never really seen any of the “newer” Cadillacs or Buicks experiencing visor problems. The whole metal bushing with condom setup also feels much more sturdy then the OEM 79-85 stuff.
Oh, and on the bright side, I’ll only have to wear these puppies at night now.
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Yes, I have a REAL problem. I am addicted to all things photo!
Well, my problem isn't so much I am addicted to photo...and film...and cameras. It's really that I am addicted to seemingly the MOST EXPENSIVE and TOTALLY UNNECESSARY equipment that I could think of. I mean really, I am nowhere near good enough a photographer to justify having a 5D Mark II. Not to mention I haven't yet made a penny at this "profession." (However, I did score some killer Ducks tix, and I have a few jobs lined up before Christmas this year).
Now I have this crazy itch to get a rangefinder! Not just any rangefinder....nooooooooo....I'm out looking at Leica's! And, no, I have little interest in spending close to $10,000 on an M9 and couple of lenses. I'm thinking a little (not much) more reasonably and looking at analog M6's or M7's. That's right, a FILM camera...and for HOW MUCH??? I'll let you look that one up and wonder what I am actually looking for.
Why film you ask? A few reasons...I LOVE film. Digital is great, but we're still not to the point where we can truly replicate that smooth, contrasty, warm, vivid color that film has. Plus, I really have a problem spending $6,000+ for a digital camera body that I know the sensor/pixels will wear out, and eventually become a paperweight (I guess film could become obsolete though too). I would also really love to get to the point that I can make fewer exposures and more "keepers," which only comes from practicing and preparing for those exposures. Then there is always the issue that a Leica film body just plain costs less than an M9.
Anyhow, like I told the guy at the Leica store today (yes, there is a dealer less than 4 miles from my doorstep....literally), I think I would be looking at a divorce before I was actually going to get serious about another big ticket piece.
Oh well, a guy can dream, right?
Strobist:
580EXII, into 45in shoot-through, frame right
580EXII, bare, high behind frame left
Financial problems caused the closure. And after a major refurbishment, the building now serves as the Administration centre for the Shire of Wiluna.
by Alfredo Fernandes
Alfi Art Production, Divar
41st Tiatr Competition A group of Kala Academy supported by TAG
13.10.2015
more here
joegoauk-tiatr.blogspot.in/2015/10/41st-tiatr-competition...
Diptesh Harmalkar
The students in Problems You Have Never Solved Before started working on their concrete canoes before having to duck inside from the rain on Thursday, July 9. (Photo by Emilie Milcarek)
top b&w photo- group photo at the Other Masque- guy with mustache is a friend of Brendan, Dave from Rhino 39 in Long Beach who died a short time later, Brendan, Girard from Whittier-loosely affiliated with Flipside crew- the very first deathrocker guy!, the blond was Nickey beats girlfriend at the time (Barbara James), the other girl was Sue from Long Beach and that's me on the right- photo taken by Al.
Middle left photo is me wearing a red sweater, taken same day I was an extra in Rock n Roll High School movie with The Ramones, taken by my sister. Middle right is at the Masque or Other Masque- on left Nicole, then me, then Lorna smoking, on the right is one of the Middle Class guys. Lower left color photo is Nate on the left & Al from Flipside with a girl from West LA, this was at sound check for 999 in OC. Bottom right photo is backstage at the Whiskey, thaat's me kneeling down with the guys in 999, probably taken by Al.
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I purchased some Hasegawa Mirror Finish tape, but I'm having a real trouble trying to get it to apply nicely to the domed eye. I've gone through several cut outs and shapes but nothing has been good enough, this photo was the closest I got. GOnna keep trying though, I'm desperate for that chrome eye
It's GROUNDHOG Day! One of my favorite "holidays". We also made a mess with yogurt and my wife discussed her problems and fears. Become a Shiggity Shanker: bit.ly/TheFunnyrats Yesterday's Vlog: ift.tt/16hSdEU Like the Video? Share the Love! Shop our Amazon link: ift.tt/1hkBumO (You pay the same, we get a few dimes!) Mystery Video: ift.tt/1ijUG7l LaneVid Video: ift.tt/QU0Z42 Year 1: ift.tt/1fG3EXm Year 2: ift.tt/LHF2mH Year 3: ift.tt/1fG3HlX Year 4: ift.tt/LHF2mF Year 5: ift.tt/1Brc5n9 New Videos are uploaded to TheFunnyrats everyday at 3:00pm CST. Subscribe so that never miss one! Vlogging Channel: ift.tt/XhTpg4 LaneVids Channel: ift.tt/Lbu9Um iPhone Channel: ift.tt/108WAJf Get an E-mail when I upload a new video, sign-up here: ift.tt/1e5oNtJ Send me some Shiggity Shankness in the Mail!: Lane Fournerat PO BOX 81271 Lafayette, LA 70508 You guys are AWESOMELY SHIGGITY SHANK! SOCIAL LINKS --------------------- SnapChat: TheFunnyrats Twitter (Lane): ift.tt/10aL8jw Twitter (Krista): ift.tt/10aL8jz Instagram (Lane): ift.tt/1fxosSB Instagram (Krista): ift.tt/1fEITea Facebook: ift.tt/108WAJg Google Plus: ift.tt/1fgUqQQ Pinterest: ift.tt/1fxosSz LANEVIDS SHIRTS: ift.tt/10aL6YX WEBSITE: www.LaneVids.com Support Us by Donating on PayPal: ift.tt/1cARtdz
I have a rather frustrating problem with my sound. When I turn the volume up, the slider falls back down to zero, all by itself.
I've replaced drivers to no avail. I've uninstalled so much software that my computer feels naked. The problem persists.
This is extremely frustrating.
You've got to love those moire patterns though...
[Update: I'd like to extend a special welcome to those who landed up here after doing a search on the word "naked" - I hope the disappointment wasn't too great...]
Is this picture shows that If you are experiencing an Instagram login problem, it could be due to a variety of issues. You may have forgotten your password or username, your account may have been hacked or disabled, or there may be a technical issue with the app or website. To resolve the issue, try resetting your password, contacting Instagram support, or checking for any app updates or server issues.visit: (howsocialfeed.com/instagram-login-problem/) for more information.
Captured aircraft and prototypes displayed at the US airbase.
Before the RAE display at Farnborough this USAAF display was held to raise funds for the war effort. At this display on the last display a Curtiss Ascender crashed killing the pilot and 2 people on the ground. This event was held before HMS Reaper sailed for the US with it's cargo of 39 German aircraft for evaluation by ther USAAF and Navy. there were German and Japanese aircraft there as well as the new US prototypes being shown to the public for the first time.
Please contact me if you have any copyright problems with this photograph / document
This is 4 different frames from an infrared timelapse I shot the other day. What is going on here? The first frame at the top left is how it was meant to look. The other three have some odd things going on that I'm not a fan of. Why does the sun have a shadow? Why did some frames come out almost completely black? Why do some frames have glitches? I should have uploaded the colour versions now that I think about it. The dark shadow comming from the sun was green. (a "normal" photo is only b&w plus pink) The glitches (lines) were a bunch of different colours. Could that be some kind of sensor overload? I'm going to get an IR filter in the 700 nm range and see how that works.
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True Story Magazine, October 1963
#Mémoire2cité au coeur de la rénovation urbaine en département LOIRE 42 @ ST-ETIENNE MONTCHOVET PREFABRICATION MASSIVE Le temps des cites modernes et souvent d'HLM....Domy z panelu (1959) - 1er court métrage du cinéaste tchèque Jiří Menzel - Un documentaire sur la construction des logements préfabriqués Paneláky Prefabricated Houses. A student work by Jiří Menzel, filmed during his second year at the FAMU film school.
www.youtube.com/watch?v=X-2hXxJUn74 Domy z panelu (Jirí Menzel, 1959) Prefabricated Houses. A student work by Jiří Menzel, filmed during his second year at the FAMU film school. les grands chantiers 1955 1960s 42 SAINT-ETIENNE QUARTIERS SUD EST @ LES CITES MODERNES DE BEAULIEU 1953-1973 @ BEAULIEU3 MONTCHOVET @ Architectes M GOUYON M HUR M CLEMENT M MAUHAUDIER - La Muraille de Chine en construction içi en 1963 @ Il y avait l'idée de faire le plus grand nombre possible de logements confortables ; dans le délai le plus rapide possible ; au coût le plus bas possible. Il y avait quand même l’idée comme ça d’une prouesse dans le domaine du logement social.42 St-Etienne Montchovet la muraille Mais dans les années 80, le quartier change. Banlieue à problèmes, zone de non-droit, autant d’étiquettes qui collent à la muraille au gré des faits divers, des voitures brûlent, des policiers patrouillent, des jeunes traînent, et puis le bâtiment a vieilli. Les locataires le désertent. En 85, le quartier s’offre un lifting de 120 millions de francs, mais les problèmes persistent. Alors en 95…On a fait le constat qu’il n’y avait pas eu possibilité de réhabiliter dans de bonnes conditions. Qu’on avait connu l’échec de réhabilitation, d’une façon tout à fait naturelle. J’en ai conclu qu’il ne fallait pas obliger les gens à vivre dans ce type d’habitat. Qu’il ne fallait pas remplir de force une telle muraille. Et donc, la conclusion s’imposait d’elle-même, il fallait démolir. Cette démolition permet de mettre un terme aux 4 millions de francs de perte annuelle générés par les logements vides...Ça coûte un bâtiment inoccupé. Début 97, la moitié du bâtiment était vide. Donc, sur 500 logements, nous avions 250 logements vacants. Mais pour certains riverains, cette logique comptable n’efface pas une profonde nostalgie, la muraille est l’emblème du quartier...La muraille de Chine, ça fait des années qu’elle existe. Je veux dire, c’est elle qui fait, quand on parle du quartier on parle toujours tout de suite de la muraille de chine...C’est triste quand même de voir le bâtiment qui va tomber, voilà ! C’est comme si on enterrait une personne hein ! C’est une page du quartier qui se tourne, et c’est dommage...Il n'y aura plus de muraille mais dans notre coeur, il y aura toujours une muraille...Ce bâtiment, les stéphanois l’appellent la muraille de Chine. 540 logements, 2000 habitants, 48 mètres de haut pour 17 étages, 280 mètres de long. C’etait un véritable village vertical. C’etait aussi le symbole du quartier de Montchovet, mais c’est un symbole condamné, c’est en effet la plus grande barre de logement d’Europe qui doit être détruite en une seule fois. La muraille a été construite en pleine crise du logement. En 65, ce bâtiment offre tt le confort moderne : salle de bains, chauffage central, ascenseur. Il est pris d’assaut par les locataires, tout comme les 4000 autres logements neufs construits au sud-est de Saint-Etienne...https://m.ina.fr/.../demolition-de-la-muraille-de-chine... Alors, au niveau de la préparation de ce chantier, les principales phases furent le désamiantage des façades qui représentaient 32 000 m² de matériaux non friables. Ensuite, est venu le temps de la déconstruction des appartements où on a retiré les planchers bois, les portes, tout ce qui était impropre à la mise en décharge. La troisième phase fut la déconstruction mécanique et l’affaiblissement mécanique des structures. La quatrième phase fut la foration, on a foré environ 3600 mètres linéaires de trous pour mettre les explosifs. La dernière phase qui est en cours de réalisation est la mise en place des protections, c’est bien sûr les voiles intérieurs ainsi que sur les voiles extérieurs afin d’éviter les projections...La muraille, une fois détruite, laissera un vide de plus de 4 ha au cœur de Montchovet. L’avenir de ce quartier est déjà tracé dans les cartons des architectes, il est devenu médical... m.ina.fr/.../demolition-de-la-muraille-de-chine... Entre les années 50 et 60, et suite à la seconde guerre mondiale, la municipalité stéphanoise a vu sa population passée d’un peu moins de 180 000 habitants en 1950 à plus de 200 000 habitants dix ans plus tard en 1960. Cette forte augmentation de la population pouvait s’expliquer par le fort taux de natalité de cette époque (baby-boom), mais aussi par l’afflux de travailleurs de la classe ouvrière venus dans la grande cité stéphanoise pour trouver un travail. De ce fait, la construction d’un logement sain pour chaque ouvrier était devenue une priorité absolue pour les élus qui considéraient à raison que cela était une condition vitale dans le cadre de ce grand développement. Pour ce faire, la ville a lancé dans les années 50 une vaste opération de construction de barres d’habitation dans la zone de Beaulieu, destinée à fournir un logement à une population grandissante. www.cimaise-architectes.com/.../lespace-beaulieu/ Des tours et des barres, voici les formes les plus courantes des bâtiments qui constituent les grands ensembles. On doit cette communauté de forme à l’industrialisation des procédés de construction et à l’imposition de normes et de plans types pour les appartements afi n de réduire les coûts de production, objectif constant des années 1950-1960. Ceci a conduit à privilégier des formes simples et l’usage du béton, qui accède alors à une véritable hégémonie. L’utilisation généralisée du chemin de grue est également pointée comme explication de l’orthogonalité des plans et d’une extrême uniformisation. La forme des grands ensembles est également liée à l’influence du Mouvement moderne en architecture et à une conception urbaine nouvelle. Il y a dans les Trente Glorieuses une volonté d’inventer la ville et même la vie. La forme urbaine du grand ensemble est conçue en rupture avec l’environnement immédiat, avec une organisation propre et autonome du nouveau quartier. C’est d’ailleurs cette rupture qui rend si facilement identifi ables les grands ensembles sur les vues aériennes. L es architectes et urbanistes veulent libérer l’espace au sol pour mieux organiser la relation entre immeuble et espace vert. Le plan des grands ensembles est en général orthogonal avec des immeubles en périphérie laissant au centre un espace planté, le fameux espace vert des plans masses. Cette forme architecturale et urbaine a pu concentrer les critiques. On reproche le gigantisme, la monotonie, mais aussi l’absence de véritables espaces publics. Les grands ensembles ont globalement été édifiés sur des parcelles agricoles ou maraîchères, faute de réserves foncières suffi santes en ville. Ils sont aussi parfois construits dans les vides du tissu urbain laissés par les lotissements pavillonnaires. Dans de nombreux cas, ils sont situés aux franges des villes, parfois à cheval sur deux communes qui ne souhaitaient pas forcément travailler ensemble. Ceci a encore un impact aujourd’hui sur la réussite des projets de transformation qui peut dépendre du niveau de coopération des communes concernées. Par souci d’économie, certaines opérations ont été réalisées à proximité de zones où devaient être construites des infrastructures telles qu’une autoroute ou un échangeur, ce qui a accentué encore la fracture avec les quartiers plus anciens
de la commune, le centre-ville et ses services. De plus, les grands
ensembles sont souvent implantés à l’écart des transports en commun. En région parisienne, cela s’améliorera avec la création du District ( 1961 ) et des villes nouvelles ( 1965 ) qui permet le financement des réseaux de transport en commun et des autoroutes. Certaines municipalités se sont montrées très volontaires pour accueillir des grands ensembles, mais l’État en a aussi imposé à des petites communes qui n’en voulaient pas.
Pour celles-ci, les évolutions urbaines, démographiques et économiques consécutives ont parfois provoqué de véritables séismes. Suivant leur envergure, les nouveaux quartiers
ont pu submerger les anciens bourgs et faire basculer les territoires du rural à l’urbain à une vitesse fulgurante... Dans les années 1950, les logements sont rares, surpeuplés et souséquipés. En 1954, la plupart ne disposent ni de sanitaires, ni de wc intérieurs et à peine la moitié ont l’eau courante. Avec la construction des grands ensembles, en 1975 la quasi-totalité des logements ont l’eau courante, 75 % l’eau chaude et une installation
sanitaire complète avec wc intérieurs. Enfin, moins de 5 % des logements sont surpeuplés. On comprend alors que
les grands ensembles incarnent une modernité bienfaisante pour les mallogés qui y emménagent. Cependant, l’économie de moyens
dans la construction a été telle que les problèmes liés aux malfaçons arrivent vite. De plus, les bâtiments mal entretenus s’abîment avant même que tous les équipements soient
terminés. Aux défauts de construction et d’entretien s’ajoute la faiblesse des équipements collectifs. Les nouveaux résidents déchantent. Malgré tout, des sociabilités s’organisent, autour de la cage d’escalier, du chemin de l’école, de la vie associative et
de fêtes ou manifestations culturelles et sportives. la fête de grand
vaux à savignysur-orge. Jusqu’à la fi n des années 1970, des événements et fêtes organisés dans le quartier drainent des habitants de toute la commune, voire au-delà. Grand Vaux est alors presque un second centre-ville. @ 1975 13 le grand ensemble de sarcelles. Le terme «sarcellite » est inventé en 1962 pour désigner le mal des grands ensembles, une sorte de dépression dont seraient victimes les habitants. Cette soi-disant maladie de l’habitat moderne fait de Sarcelles le symbole des grands ensembles français. 1961 villagexpo à saint-michel sur-orge. Des concours visant à abaisser le coût du logement individuel ( Villagexpo en 1966, Chalandonnettes en 1969 ) sont lancés par le ministère de l’Équipement et du Logement. Le renouveau pavillonnaire encouragé par l’État témoigne du discrédit parallèle des grands ensembles. 1966 15 À peine les premiers habitants installés, journalistes, sociologues et autres experts viennent enquêter sur la vie dans les grands ensembles. Les uns sont séduits par leur modernité. Les autres, de plus en plus nombreux, dénoncent le mal des grands ensembles, leur taille et leur monotonie. La critique architecturale et sociale enfle et la circulaire Guichard met fin à leur construction le 21 mars 1973. L’ère du pavillonnaire prend le relais...MONTCHOVET MAI 2000 Au départ conçue pour loger les classes moyennes, la "Muraille de Chine" a accueilli, à partir des années 1970, de plus en plus de populations immigrées. Malgré plusieurs réhabilitations, elle était devenue, à l'instar d'autres quartiers défavorisés, le symbole de l'échec de la politique du logement, avec la ghettoïsation des populations pauvres et immigrées. Quatre mois de préparation avaient été nécessaires avant que, ce 27 mai 2000, les 600 kilos d’explosifs foudroient, en quelques secondes, la "Muraille de Chine". Il avait fallu ensuite plusieurs jours pour évacuer les 80.000 tonnes de gravats. Depuis 2005, l'Hôpital privé de la Loire (HPL) a été édifié à l'emplacement même du bâtiment. Éclairage
Au sud-est de la ville de Saint-Etienne, le quartier d'habitation de Beaulieu-Montchovet est construit entre 1953 et 1971. En 1964, la troisième tranche dénommée « Beaulieu III » donne lieu à la réalisation du plus grand bâtiment d'habitation en Europe. Surnommé « la muraille de chine » en raison de son gigantisme, il est détruit par dynamitage en 2000. Son histoire est profondément inscrite dans le contexte de la politique du logement en France.
Grâce à son bassin charbonnier, au développement de l'industrie textile et à sa manufacture d'armes, l'essor de la ville de Saint-Etienne bénéficie de la révolution industrielle du XIXe siècle. Forte de cet héritage, elle a conservé son dynamisme économique jusqu'au milieu du XXe siècle. Important centre militaro-industriel durant la Seconde Guerre mondiale, Saint-Etienne est touchée par plusieurs bombardements. Ces destructions ont accentué la crise du logement dues aux profondes mutations de l'après-guerre qui concentrent la population dans les grands centres urbains et industriels. C'est dans ce contexte que la ville de Saint-Etienne décide de construire un quartier neuf afin de loger près de 30 000 habitants dans près de 4 600 logements. Le quartier Beaulieu-Montchovet est proche du centre ville. Il est situé sur une zone dont le sous-sol n'était pas fragilisé par la présence d'anciennes mines de charbons, ce qui autorisait la construction d'immeubles importants. La réalisation de la Muraille de Chine est très comparable à celles qui voient le jour dans le cadre de la politique des Zones à Urbaniser en Priorité (ZUP) initiée en 1959. Des quartiers nouveaux ont vu le jour, en principe avec des commerces et des équipements, constituant ce qu'il est convenu d'appeler des « grands ensembles ». A Saint-Étienne, au cœur du quartier de Beaulieu-Montchovet, la « Muraille de Chine » s'ajoute à des ensembles déjà construits. D'une hauteur de 48 mètres, le bâtiment est parfaitement rectiligne afin de rationaliser la construction. Les grues peuvent se déplacer sur des rails tout le long de la « barre », terme qui désigne ces grands immeubles. Il est composé de 19 étages sur 270 mètres de long et abrite 450 logements. L'armature en béton armé et les éléments standardisés permettent une construction rapide et compétitive. Le confort moderne des appartements n'est pas le seul atout de cet immeuble, les infrastructures du quartier suivent l'évolution de la population : équipements sportifs, centre commercial et collège complètent le dispositif et, à l'origine, la demande des familles est forte pour ce bâtiment imposant, symbole de modernité.
Après les années 1970, Saint-Etienne connaît une crise économique, le charbon est concurrencé par le pétrole, les industries locales sont en déclin et la démographie fléchit. Les grandes opérations lancées dans les années 1950 et 1960 ont vieilli. La « Muraille de Chine » n'est habitée qu'à moitié et la ville peine à entretenir cet ensemble. Malgré plusieurs opérations de réhabilitation dont la dernière lancée dans le cadre du programme « Banlieues 89 » (Roland Castro), elle devient le symbole des difficultés économiques et sociales : fort taux de chômage, exclusion et délinquance. La concentration en un même lieu d'une population défavorisée et touchée par le chômage fait sentir ses effets. De nouvelles politiques de la ville voient le jour. Elles prônent une mixité sociale qui s'oppose à la ségrégation qui résultait de la politique de ZUP. Impuissante à renverser cette évolution générale, la ville décide la destruction de l'immeuble. Ces opérations de destruction apparaissent au début des années 1970 aux Etats-Unis ; elles sont imitées à Villeurbanne en 1978 pour la cité Olivier de Serres, même si en France, jusqu'au milieu des années 1990, l'État a le plus souvent privilégié une politique de réhabilitation. Le 27 mai 2000 les derniers habitants de la Muraille de Chine sont évacués, l'autoroute est barrée et le quartier bouclé par les forces de l'ordre : à 13 heures précises a lieu la plus grosse opération de démolition jamais réalisée en Europe @ Ce bâtiment, les stéphanois l’appellent la muraille de Chine. 500 logements, 2000 habitants, 48 mètres de haut pour 17 étages, 280 mètres de long. C’est un véritable village vertical. C’est aussi le symbole du quartier de Montchovet, mais c’est un symbole condamné, c’est en effet la plus grande barre de logement d’Europe qui doit être détruite en une seule fois. La muraille a été construite en pleine crise du logement. En 1965, ce bâtiment offre tout le confort moderne : salle de bains, chauffage central, ascenseur. Il est pris d’assaut par les locataires, tout comme les 4000 autres logements neufs construits au sud-est de Saint-Etienne. Il y avait l'idée de faire le plus grand nombre possible de logements confortables ; dans le délai le plus rapide possible ; au coût le plus bas possible. Il y avait quand même l’idée comme ça d’une prouesse dans le domaine du logement social. Mais dans les années 80, le quartier change. Banlieue à problèmes, zone de non-droit, autant d’étiquettes qui collent à la muraille au gré des faits divers, des voitures brûlent, des policiers patrouillent, des jeunes traînent, et puis le bâtiment a vieilli. Les locataires le désertent. En 85, le quartier s’offre un lifting de 120 millions de francs, mais les problèmes persistent. Alors en 95… On a fait le constat qu’il n’y avait pas eu possibilité de réhabiliter dans de bonnes conditions. Qu’on avait connu l’échec de réhabilitation, d’une façon tout à fait naturelle. J’en ai conclu qu’il ne fallait pas obliger les gens à vivre dans ce type d’habitat. Qu’il ne fallait pas remplir de force une telle muraille. Et donc, la conclusion s’imposait d’elle-même, il fallait démolir. Cette démolition permet de mettre un terme aux 4 millions de francs de perte annuelle générés par les logements vides. Ça coûte un bâtiment inoccupé. Début 97, la moitié du bâtiment était vide. Donc, sur 500 logements, nous avions 250 logements vacants. Mais pour certains riverains, cette logique comptable n’efface pas une profonde nostalgie, la muraille est l’emblème du quartier. La muraille de Chine, ça fait des années qu’elle existe. Je veux dire, c’est elle qui fait, quand on parle du quartier on parle toujours tout de suite de la muraille de chine. C’est triste quand même de voir le bâtiment qui va tomber, voilà ! C’est comme si on enterrait une personne hein ! C’est une page du quartier qui se tourne, et c’est dommage. Il n'y aura plus de muraille mais dans notre coeur, il y aura toujours une muraille. Depuis le 24 janvier, une cinquantaine d’ouvriers travaillent à la déconstruction de ce bâtiment. Aujourd’hui, tout est prêt pour l’explosion. Alors Monsieur Arnaud, quelles ont été les différentes phases de ce chantier ? Alors, au niveau de la préparation de ce chantier, les principales phases furent le désamiantage des façades qui représentaient 32 000 m² de matériaux non friables. Ensuite, est venu le temps de la déconstruction des appartements où on a retiré les planchers bois, les portes, tout ce qui était impropre à la mise en décharge. La troisième phase fut la déconstruction mécanique et l’affaiblissement mécanique des structures. La quatrième phase fut la foration, on a foré environ 3600 mètres linéaires de trous pour mettre les explosifs. La dernière phase qui est en cours de réalisation est la mise en place des protections, c’est bien sûr les voiles intérieurs ainsi que sur les voiles extérieurs afin d’éviter les projections. Un périmètre de sécurité de 150 m sera mis en place autour du chantier, l’autoroute sera fermée samedi entre 11 heures et 14 heures. Un millier de riverains seront évacués et 300 CRS et policiers assureront la sécurité du public pendant l’opération de foudroyage. La phase ultime sera le tir, et ensuite le traitement des matériaux au sol. Les 23 000 m3 de béton seront évacués en deux mois. La muraille, une fois détruite, laissera un vide de plus de 4 ha au cœur de Montchovet. L’avenir de ce quartier est déjà tracé dans les cartons des architectes, il sera médical. Notre projet c’est de construire une clinique de 251 lits qui est constituée du regroupement de 3 cliniques existantes à Saint-Etienne. Il y aura une maternité, il y aura également un service de médecine, et puis un service de chirurgie comme ça existe dans la plupart des cliniques privées. Avec 16 salles d’opération et 150 médecins, ce centre hospitalier sera le plus important pôle de santé privé de Rhône-Alpes. Les travaux commenceront en septembre pour s’achever en janvier 2002. Ils coûteront 250 millions de francs. On a choisi ce quartier parce que nous pensions que c’est un beau quartier qui est extrêmement bien situé ; duquel il y a une vue qui est très belle, quand on est monté dans la muraille de Chine, on le sait. Que d’autre part, pour un établissement de santé, c’est à proximité de l’autoroute ; donc avec des facilités d’accès pour les patients extrêmement importants, qui feront que cet établissement sera vu quand on passera devant, et qu’on pourra y accéder facilement. 40 ans après la construction de la muraille, l’ambition de la municipalité est d'effacer la difficile réputation du quartier de Montchovet, par un vaste réaménagement urbain ; avec à l’horizon 2003, une nouvelle ligne de tramway, deux maisons de convalescence, et un aménagement paysager. Le samedi 27 mai à 13 heures 01, la muraille de Chine s’effondrera sur elle-même en 15 secondes. Nous serons là pour vous montrer ce moment crucial dans la vie du quartier et qui changera définitivement le visage de Saint-Etienne. En France, la préfabrication va tout d'abord se développer dans le contexte de pénurie générale de la Libération. Dans un second temps, l'opération des « 4 000 logements de la région parisienne » en 1953 inaugure la généralisation de la préfabrication pour la construction des grands ensembles de logements en France. Le Bonheur est dans le béton - 2015 Documentaire réalisé par Lorenz Findeisen produit par Les Films du Tambour de Soie Le logement préfabriqué, victime de son succès en France, fut exporté en Europe de l’Est. Qui se souvient aujourd’hui que ces logements symboles de progrès devinrent, en pleine guerre froide, la marque de fabrique du collectivisme ? Jacqueline a 50 ans et vit à la cité des Courtillières à Pantin. Elle se souvient lorsque, enfant, elle quitta avec ses parents le « une pièce parisien » sans commodités pour un appartement spacieux et moderne dans cette cité. La cité des Courtillières est alors une cité pilote, censée réaliser le rêve d’une vie nouvelle dans une France qui manquait à la Libération cruellement de logements.
Comme tant d’autres Jacqueline enfant ignorait qu’elle devait à Raymond Camus architecte génial, créateur du panneau en béton préfabriqué, cette invention qui promettait un futur radieux pour tous. Sydney, voisin de Jacqueline, se remémore lui, les bus remplis d’architectes venus d’Union soviétique pour visiter sa cité…
La marque de fabrique du collectivisme
Le logement préfabriqué victime de son succès en France est exporté en Europe de l’Est. Qui se souvient aujourd’hui que ces logements symboles de progrès devinrent en pleine guerre froide, la marque de fabrique du collectivisme ? Pour Julie, à Prague, ou Susanna à Berlin Est, l’arrivée du préfabriqué dans leur vie revêt une toute autre signification. Utopies sociales, idéologies politiques et avant-garde architecturale commencent à se mélanger. Le rêve du bonheur tourne vite au cauchemar…
En République tchèque, l’antique ville de Most est détruite pour des raisons économiques pour être reconstruite grâce au panneau de béton. Au travers d’archives inédites et de témoignages des habitants, l’histoire incroyable de panneau en béton se raconte pour la première fois de Paris à Moscou, de 1950 à nos jours.
Documentaire réalisé par Lorenz Findeisen, produit par Les Films du Tambour de Soie www.dailymotion.com/video/x413amo @
Petite histoire de la préfabrication
Les violentes destructions de la Seconde Guerre mondiale ont contraint une bonne partie des pays européens à trouver des solutions inédites concernant la reconstruction.
« Les guerres sont par exemple d’importants accélérateurs de l’industrialisation du bâtiment pour deux raisons au moins. La première est que l’industrie d’armement se recycle logiquement dans la production civile après les conflits ; la deuxième est que les territoires dévastés par les destructions, comprenant des villes entières, sont à reconstruire. » Franz Graf
L’originalité de la première phase de ces reconstructions réside dans la dynamique expérimentale initiée par les gouvernements européens autour de la préfabrication, ainsi que l’explique Franz Graf [2] dans l’introduction référencée de l’ouvrage.
Elain Harwood met en lumière les programmes de logements publics préfabriqués en Angleterre et Nick Bullock présente un focus sur les maisons-témoins préfabriquées de Northolt aux apparences ordinaires. Ce sont ces dernières qui vont inspirer le Ministère de la Reconstruction et de l’Urbanisme français pour ces chantiers expérimentaux de maisons préfabriquées.
L’Italie, de son côté, se basera sur les maisons de Northolt et la cité expérimentale de Noisy-le-Sec pour concevoir le QT8 à Milan, laboratoire où sont construits des maisons-prototypes en relation avec la Triennale, ainsi que l’explique Francesca Albani. Les deux contributions consacrées à l’Allemagne de Steeve Sabatto et Silke Langenberg s’attachent plus spécifiquement à la dimension technique et aux systèmes constructifs inventés par Konrad Wachsmann en collaboration avec Walter Gropius et Helmut Spieker, semble-t-il sans lien avec les autres pays européens.
Suite aux expérimentations, chacun des pays prend des voies sensiblement différentes vers le logement de masse. Si les prefabs anglais demeurent un élément caractéristique du paysage national, la construction traditionnelle, tout aussi rentable économiquement sera préférée. Le recours à la préfabrication concernera, avec davantage de bonheur, les écoles anglaises. En France, à partir de 1954, l’État fixe aussi sa doctrine : la solution au manque de logement se trouve dans la préfabrication lourde, ouvrant la voie aux grands ensembles. Et l’Italie prendra finalement un tournant bien différent en opérant un retour décisif à des techniques artisanales, exécutées à pied d’œuvre, afin d’augmenter l’occupation ouvrière. Mais un défi, tant collectif que particulier, est aujourd’hui à relever : comment rénover le bâti préfabriqué existant ? Les solutions dépendront forcément « de la valeur que l’on attribue à un patrimoine, surtout s’il est considéré comme ordinaire et diffus » [3]. Ainsi que le démontrent les cas particuliers ici étudiés, il n’y a pas de réponse préfabriquée, mais des réflexions et des histoires captivantes autant que singulières.
Les héros de l’industrialisation face à la patrimonialisation
Si les histoires architecturales racontées sont principalement européennes, il aurait été impensable, à propos de préfabrication, de ne pas mentionner les États-Unis et notamment un de ses représentants les plus populaires : Buckminster Fuller. Le texte de James Ashby [4] retrace l’aventure de la restauration de la maison Dymaxion (contraction en anglais de dynamic-maximum-tension), aujourd’hui exposée au musée Ford à Détroit. Cette maison devait « révolutionner l’industrie du logement après la Seconde Guerre mondiale » en proposant aux familles des habitations qui ne devaient pas dépasser le prix d’une Cadillac. Mais l’entreprise de Fuller fit faillite et il ne resta qu’un prototype, récupéré et transformé par l’un des investisseurs afin d’en faire son logement. Des décennies après, la maison est abandonnée et le bâti se dégrade : les héritiers finissent par faire don de la maison au musée en 1991. Mais six années vont encore s’écouler avant que le musée ne s’engage dans la restauration de la maison Dymaxion. Une équipe pluridisciplinaire va être constituée dans une démarche scientifique, avec pour défi complexe d’être au plus proche de l’authenticité d’une expérience architecturale inachevée.
Portes du pavillon du centenaire de l’aluminium, page 107 du catalogue de vente Artcurial des 23 et 24 novembre 2010
Autre héros de la préfabrication, notre Jean Prouvé hexagonal. L’article de Richard Klein [5], « Le pavillon du centenaire de l’aluminium, un patrimoine en pièce », présente différents paradoxes patrimoniaux lié à cet édifice nomade, le caractère véhiculaire était bien souvent intrinsèque aux constructions de Prouvé. L’auteur part ici de la controverse apparue suite à la mise en vente d’un ensemble de portes et d’un panneau provenant du pavillon du centenaire de l’aluminium, construction protégée au titre des Monuments historiques. Outre les remarques concernant la place des collectionneurs de Prouvé, la question de l’intégrité de l’édifice est passionnante. En effet, le bâtiment, tel qu’il a été remonté à Villepinte, a été réduit par rapport à son implantation initiale. Dès lors, Richard Klein pose la question : « comment envisager la question de l’intégrité d’un édifice dont les dimensions peuvent être considérées comme variables ? »
Les problèmes patrimoniaux liés à ce pavillon semblent sans fin, reflétant la complexité de la situation. Un dernier exemple : l’édifice s’étant déplacé de Lille à Villepinte, son périmètre de protection s’est-il déplacé avec lui ? Parmi les autres cas d’études intelligemment présentés : la construction inachevée de Claude Prouvé, véritable ruine de science-fiction ou encore les péripéties patrimoniales de la CAF du XVe arrondissement à Paris, « l’unique bâtiment en France qui a fait l’objet d’un déclassement du statut de Monument historique ». Dénouement
Face à des bâtiments qui ne correspondent plus aux besoins contemporains ou qui se sont dégradés avec le temps, la dernière partie de l’ouvrage présente des projets de réhabilitation, transformation, rénovation, adaptation et sauvegarde. Le SHAPE Village de la Faisanderie à Fontainebleau, la transformation de la tour Bois-le-Prêtre à Paris, la cité d’habitation de Droixhe en Belgique, les bâtiments des frères Honegger à Genève, les immeubles de Triemli à Zurich : autant de témoignages d’une nouvelle réception de cette architecture préfabriquée qui eut longtemps mauvaise presse mais dont les qualités architecturales sont désormais reconnues par les architectes. Beaucoup militent pour les transformer en respectant les projets initiaux. Ces derniers textes, plus courts et moins réflexifs ont néanmoins leur place, présentant les directions actuelles et les problématiques quant aux projets de transformations. À la fin de ce copieux ouvrage bien documenté, si les auteurs n’ont pas épuisé la question de la sauvegarde de l’architecture préfabriquée, certaines énigmes de cette histoire architecturale qui parcourt le XXe siècle jusqu’à aujourd’hui piquent la curiosité. Des contributions passionnantes et une grande cohérence dans le contenu donnent à l’histoire de la préfabrication des allures d’épopée architecturale. GRAF, Franz et DELEMONTEY, Yvan (dir.), Architecture industrialisée et préfabriquée : connaissance et sauvegarde, Éditions des Presses polytechniques et universitaires romandes, Laboratoire des Techniques de la Sauvegarde de l’Architecture Moderne, textes en anglais et en français, 2012 le Logement Collectif* dans tous ses états..Histoire & Mémoire de l'Habitat / Archives ANRU / Rétro Banlieue / Renouvellement Urbain / Urbanisme / HLM twitter.com/Memoire2cite URSS un film fantastique et commic du BTP @ Au grAnd Ensemble Sovietic vs le recommande des clichés de folie youtube.com/watch?v=F68bbzOOOdY&feature=emb_err_woyt Après 1945, les collines agricoles du sud-est de la ville connaissent un programme d’urbanisation de grande ampleur pour répondre à la crise du logement. Près de 4600 logements sociaux vont ainsi être construits en quatre tranches successives de 1953 à 1970 : Beaulieu, la Marandinière, Montchovet, la Métare et la Palle formant aujourd’hui les quartiers sud-est. Touché par la crise économique et urbaine de dingue, le secteur sud-est apparaît à la fin des années 1990 comme un espace monofonctionnel dédié en totalité à l’habitat locatif social et porté par un seul bailleur l'OPAC devenu Métropole Habitat. Bien que bénéficiant de nombreux atouts (accessibilité et environnement agréable...), le quartier souffre du gigantisme de son urbanisation et du manque de résidentialisation des unités d’habitation. Par une action en profondeur et dans la durée, la Ville de Saint-Étienne, à travers son Programme de Rénovation Urbaine (PRU), a amorcé une transformation durable du quartier depuis 1989 avec la 1ere demolition du programme à la rue Pierre Loti le 31 janvier 1989 (BANLIEUE89), 30 ans de renouvellement urbain sur la ville.... une ville pilote en la matiere des 1990. Aujourd'hui et demain Les quartiers sud-est vont poursuivre leur mutation, avec l’appui continu de l’Agence Nationale de Rénovation Urbaine et ses partenaires l'ANRU2. Développer le secteur économique
L'objectif est de dynamiser l’économie dans ce territoire en portant de nouveaux projets et en restructurant l’offre commerciale de proximité. La Ville de Saint-Étienne a prévu la création de nouvelles zones d’activités permettant l’accueil d’entreprises. Ainsi une zone d’activités économiques, rue Pierre Loti, répondra aux besoins fonciers des entreprises et des artisans locaux. Ce projet de zone économique, en visibilité directe de la RN 88, permettra l’implantation d’une cinquantaine d’entreprises et la création de 300 emplois. Un nouveau centre commercial sur le secteur de la Marandinière, couplé à la démolition des centres commerciaux de la Palle et Sembat, permettra de restructurer et moderniser l’offre commerciale de proximité. Renouveller l'offre d'habitat Une qualité résidentielle s’affirme progressivement au sein des quartiers Sud-Est, grâce à une nouvelle offre d’habitat variée qui émerge depuis plusieurs années. Les nombreuses démolitions réalisées et à venir (Boulevard des Mineurs en 2018 et immeubles Loti en 2020), ainsi que les réhabilitations d’immeubles en cours, vont permettre de diversifier l’offre de logements. L’un des objectifs du projet urbain est donc de conforter la vocation résidentielle du quartier en stimulant l’offre et en accompagnant des projets comme la construction de logements passifs sur le secteur de Beaulieu, la transformation de l’ancienne école Baptiste-Marcet et la réhabilitation de logements à Monchovet. Améliorer le cadre de vie des habitants
Les quartiers sud-est bénéficient d’un environnement naturellement riche et varié, à l’interface entre les grands parcs de la ville (jardin des Plantes, parc de l’Europe, Bois d’Avaize) et le Pilat. Le projet urbain de la Ville de Saint-Étienne prévoit de relier ces espaces naturels entre-eux avec la création d’une continuité verte, qui permettra aux marcheurs et autres randonneurs de bénéficier d’un véritable réseau de chemins autour de la commune. Le boulevard Alexandre-de-Fraissinette, véritable colonne vertébrale du quartier, et la rue Pierre-Loti seront entièrement revus pour assurer un meilleur partage de l’espace entre tous les modes de déplacements (voiture, vélo et piéton) et assurer un maillage inter-quartiers plus efficace. fr.calameo.com/read/0005441131b4119eaa674
Depuis 2014, la rénovation urbaine dans les quartiers sud-est s’est traduite par de nombreux travaux: la construction du centre commercial de la Grande Marandinière, l’aménagement d’un lotissement de treize maisons individuelles passives, impasse Clémenceau, les rénovations des écoles de Montchovet et de Beaulieu, la réhabilitation de locaux rue Henri-Dunant (pour y installer la Maison des associations), et enfin les démolitions récentes du centre commercial du boulevard de la Palle et d’un garage, au 41 rue de Terrenoire.Démolitions mais aussi constructions sont au programme. Plusieurs acteurs entrent en jeu dans le financement de ces projets, notamment l’ANRU (Agence nationale de rénovation urbaine) mais aussi la Ville, le Département et la Région. Ainsi, le contrat avec l’ANRU, signé le 14 mars, dégage une somme de 23 millions d’euros, somme à laquelle il faut ajouter 3,3 millions d’euros de la Région. Pour les années à venir, les objectifs visent à la poursuite du développement économique, de la mutation de l’habitat par des constructions individuelles ou de petits immeubles, des démolitions ponctuelles, de la valorisation des espaces publics et du renforcement des espaces du quartier. Deux secteurs sont concernés : Loti et la Grande Marandinière. Le 11 AVRIL 1964, le développement de la ville de Saint Etienne, et ses travaux ..La ville de Saint Etienne se développe tout comme l'ensemble du territoire... Pour accompagner cet accroissement de population, de nouveaux quartiers se construisent aux abords de la ville chaque jours. Et pour faire face aux problèmes de circulation, un boulevard périphérique a été aménagé. Réalisé à l'occasion de la construction de la déviation sud de l'autoroute de Saint Etienne, ce reportage témoigne de la visite du sénateur maire de la ville, Mr. Michel DURAFOUR, sur le chantier du tunnel de la déviation. Accueilli par Mr. Rocher, président de la société forêzienne de travaux publics, Michel DURAFOUR découvre avec les membres du conseil municipal l'avancée des travaux. (voir aussi le chantier de l A 47 avec la video du tunnel du rond-point içi : www.ina.fr/video/LXC9610041788 . Ce quartier est né des programmes de grands ensembles mis en œuvre à partir des années 1950 afin de réduire la pénurie de logements. La mairie choisit donc de développer un quartier moderne 4 600 logements en HLM pour pouvoir loger plus de 30 000 habitants avec des loyers modérés dans des bâtiments modernes. Ce quartier avait comme emblème un des plus grands immeubles d’Europe surnommé la Muraille de Chine qui était visible depuis l’autoroute. Ce quartier s’est construit en quatre tranches : Beaulieu I (Beaulieu) de 1953 à 1955 ; Beaulieu II (La Marandinière) en 1959 ; Beaulieu III (Montchovet) en 1964 ; Beaulieu IV (La Palle) en 1971. Il est aujourd’hui en profonde mutation avec un programme de renouvellement urbain qui prévoit la démolition de plus 1000 logements et la reconstruction de 250. Bâtiments spécifiques : CHPL (Centre Hospitalier Privé de la Loire) qui remplace la Muraille de Chine ; Ecole Nationale d'ingénieurs de Saint-Etienne Un modèle de l'urbanisme des années 1950. Beaulieu-Montchovet: La ville choisit de construire un immense quartier neuf de plus de 4.600 logements, prévu pour loger 30.000 habitants, sur les basses pentes du Pilat, à la sortie sud-est de Saint-Etienne.Entre les forêts, qui seront classées parc naturel quelques années plus tard, et les quartiers chics du cours Fauriel, c'est un des endroits les mieux situés de la ville.C'est aussi le seul grand emplacement proche du centre où il n'y aie pas eu de mines, parce que les couches de charbon s'arrêtent juste avant : le terrain est assez solide pour supporter de gros immeubles. Içi le chantier de construction de MONTCHOVET soit Beaulieu 3, la continuitée des constructions HLM de nos quartiers sud-est (les chantiers de l'OPAC) , la vidéo içi :
www.ina.fr/video/LXF99004401 .
Retour sur son historique de 1962 à aujourd'hui e n 2018.
Un grand-Ensemble qui rappelle combien la politique d'urbanisme des années 1960 et suivantes a été conduite en dépit du bon sens la video içi www.google.fr/search?q=montchovet+ina&oq=montchovet+i... et là www.ina.fr/video/CAC00029801 , mais aussi içi www.ina.fr/video/CAC00029801 - avec Claude BARTOLONE içi avec la Visite à Saint Etienne du ministre délégué à la ville le jour de la démolition de la muraille de Chine. Rencontre avec des associations pr discuter du futur du quartier Montchovet. www.ina.fr/video/LY00001263573 - fresques.ina.fr/rhone-alpes/fiche-media/Rhonal00046/demol... - et les differentes videos de la demolition la encore : La démolition de la "muraille de Chine" de Saint Etienne www.youtube.com/watch?v=aq1uOc6Gtd0, www.youtube.com/watch?v=YB3z_Z6DTdc terrible :( ^^ l interview de Michel Thiolliere Le Grisou.fr a interviewé Michel Thiollière, ancien maire de Saint-Etienne et sénateur de la Loire, membre du Parti radical et actuel vice-président de la Commission de régulation de l'énergie. Il livre son analyse sur les prochaines échéances politiques, notamment la campagne des municipales en cours à Saint-Etienne, les alliances de la droite et du centre, mais aussi le mandat de Maurice Vincent. Michel Thiollière s'attarde également sur les besoins de l'agglomération stéphanoise et évoque les enjeux énergétiques en France.(Interview : Maxime Petit -- Réalisation : Studios Bouquet) www.youtube.com/watch?v=AJAylpe8G48,"François Mitterrand, après la visite de deux quartiers -l'un à Saint Etienne et l'autre à Vénissieux, inscrits sur la liste de ceux à réhabiliter -, parle du plan de réhabilitation pour de meilleures conditions de logement.François Mitterrand / Georgina Dufoix / Gilbert Trigano / François Dubanchet / Marcel Houël Thèmes : Grands travaux et grands projets
Le Président > 1er septennat 1981-1988 > 1981-1986 Éclairage
Depuis la fin des années 1970, la région lyonnaise apparaît comme l'épicentre des violences urbaines qui se déroulent en France. Durant l'été 1981, des violences urbaines ont conduit le gouvernement à engager le plus tôt possible une nouvelle politique en faveur des quartiers dégradés. Malgré les premières opérations de réhabilitation engagées par la Commission nationale pour le développement social des quartiers, la situation demeure extrêmement tendue dans un certain nombres de quartiers populaires. L'assassinat d'un jeune de la Cité des 4 000 par un habitant en juillet 1983 a ravivé les débats autour du thème du "mal des grands ensembles" selon l'expression de l'époque. D'autre part, le contexte politique conduit également le pouvoir à s'intéresser encore davantage à la question de la dégradation urbaine dans la mesure où de très nombreux quartiers populaires n'ont pas cette fois-ci apporté leurs suffrages aux candidats de la gauche.La visite de François Mitterrand dans deux quartiers dégradés de la région lyonnaise constitue donc un signal fort à l'égard des populations qui y vivent. Ce déplacement fait également écho à celui réalisé quelques jours plus tôt au sein de la Cité des 4 000 à La Courneuve en Seine Saint Denis (voir Visite de François Mitterrand à La Courneuve). Le principe est d'ailleurs le même et il est exprimé par le président de la République : voir par lui-même l'état réel de ses quartiers. Le fait qu'il soit mentionné dans le reportage que "ces visites surprises" se soient faites dans la "plus grande discrétion" (notamment sans les élus locaux concernés) marque effectivement la volonté du président de la République d'établir une sorte de lien direct avec les habitants qui vivent dans ces quartiers. Il ne s'agit pas de faire l'annonce de nouvelles mesures mais "de voir les choses par moi-même" selon l'expression utilisée par François Mitterrand lors de son allocution à la Préfecture à Lyon. Au moment où la Commission nationale pour le développement social des quartiers établit la liste définitive des 22 quartiers qui bénéficieront d'un programme de réhabilitation, la visite du président de la République sur le terrain suggère une forme de "présidentialisation" du thème de la réhabilitation des grands ensembles.La création au même moment de Banlieue 89 suscitée par deux architectes proches de François Mitterrand, Roland Castro et Michel Cantal-Duparc, suggère également l'intérêt du président de la République pour les questions urbaines (voir Inauguration de l'exposition organisée par Banlieue 89)."http://fresques.ina.fr/mitterrand/fiche-media/Mitter00106/visite-de-francois-mitterrand-a-saint-etienne-et-aux-minguettes.html Journaliste
Visites surprises qui se sont déroulées dans la plus grande discrétion, seule Madame Georgina Dufoix, Secrétaire d’Etat à la Famille et aux Immigrés, Monsieur Gilbert Trigano, le PDG du Club Méditerranée qui participe à la Commission Dubedout, et deux collaborateurs du Chef de l’État étaient présents. Ni à Saint-Étienne, ni à Vénissieux, les autorités locales n’y ont participés. Peu avant midi, le Président est arrivé à la Préfecture du Rhône à Lyon où s’est déroulée pendant 45 minutes une séance de travail avec les élus locaux et notamment Messieurs Dubanchet, Maire de Saint-Étienne et Houël, Maire de Vénissieux. Réunion qui a donné l’occasion d’aborder les problèmes de fond, devait souligner François Mitterrand.(Bruit)François Mitterrand
Les deux quartiers que je viens de visiter, celui de Montchovet à Saint-Étienne et celui de Monmousseau à l’intérieur des Minguettes sur la commune de Vénissieux, sont inscrits sur la liste des 22 quartiers à réhabiliter, retenus, proposés par la Commission Dubedout devenue la Commission Pesce, et retenus par le Gouvernement. Et je compte appliquer nos efforts pour qu’effectivement, ces quartiers soient réhabilités, c’est-à-dire, soient habitables. Qu’on y trouve, pour ceux qui y vivent, euh, suffisamment de convivialité, de capacité de développer une famille et, euh, revenant de son travail quand on en a, de pouvoir vivre avec les autres. Les conditions de logement, la construction de ces ensembles, les liaisons avec l’extérieur, l’école, le sport, les espaces verts, bref, l’espace tout court, contribuent, vous le comprenez bien à, au futur équilibre, ou contribueront au futur équilibre de ces quartiers. Alors, je préfère voir les choses par moi-même. Il faut bien se dire que à l’origine de nombreux désordres sociaux se trouvent ces fâcheuses, ces déplorables conditions de vie. Et moi, je veux lutter contre ces désordres et pour cela, il faut que je m’attaque avec le Gouvernement et ceux qui ont la charge auprès de moi, je veux absolument m’attaquer aux sources d’un malaise et d’un déséquilibre social qui sont d’une immense ampleur. Raison de plus pour commencer par un bout avec énergie et continuité. Et de ce point de vue, je compte bien, au cours des semaines et des mois à venir, persévérer dans cette enquête personnelle qui me permet ensuite de donner des instructions précises à ceux qui participent à la gestion de l’État., à Saint-Étienne comme dans les communes de sa proche banlieue. Une sorte de grand monument à la gloire des HLM, comme si on avait fait exprès de la faire aussi énorme pour montrer comme les gens étaient fiers de ce quartier. Autour on construit tout ce qu'il faut pour les habitants : une école, Montchovet, qui donne sur le grand pré derrière, une MJC, une piscine, un centre commercial, avec la Poste, plus tard le bureau de police. En 1978, comme les enfants des habitants grandissent, on ouvre un deuxième collège dans la ZUP. Il prendra le nom de Jean Dasté, qui a créé la Comédie de Saint-Etienne, le plus grand théatre de province en France, et son école de comédiens. Après 1984 les loyers des HLM ont augmenté, beaucoup d'habitants sont partis. La population de Saint-Etienne diminue surtout dans les quartiers sud : beaucoup de gens déménagent vers la plaine du Forez, moins froide, où il y a la place de batir des maisons. On a rénové beaucoup d'appartements anciens en ville : la crise du logement est finie. On ne sait même plus qu'elle a existé. Les ZUP ont vieilli et la plupart des gens préfèrent se loger dans des appartements récents. Alors on ferme : le collège de Beaulieu, l'école de la Marandinière, la Poste. La Muraille coute très cher à entretenir : il n'y a plus asssez d'habitants pour payer les frais. Les HLM ont décidé de la détruire: c'est le plus gros projet de démolition jamais réalisé en Europe. Les familles qui restaient ont du déménager. On va faire exploser la Muraille de Chine au printemps de l'an 2000. Peut être qu'il fallait le faire, mais pour les gens du quartier c'est un gros morceau de notre Histoire qu'on nous détruit.
1954: les premiers travaux à Beaulieu : la campagne devient une ville à grands coups de bulldozer..
Le projet est de construire en grande quantité des logements de bonne qualité, avec tout le confort, des chambres pour les enfants, l'eau, le chauffage central, des sanitaires, des arbres et des pelouses, et surtout .... des loyers accessibles pour tous. Ce seront les Habitations à Loyers Modérés, les HLM.
Il faudra les construires en dehors des villes, pour en finir avec le mélange des industries et des logements, qui amène le bruit et la pollution. Y prévoir tous les équipements : commerces, écoles, collèges, lycées, transports, parcs, équipements sportifs, police, pompiers, Postes. Construire des villes entières où tout le monde aura accès à ce qui n'était encore que le luxe de quelques gens très riches.
Cinq villes sont choisies pour être prioritaires : Paris ( Pantin ) et Lyon ( Bron-Parilly) à cause de leur taille, Angers et Rouen détruites dans les bombardements de 1944, Saint-Etienne, la ville la plus sinistrée de France pour le logement. C'est là que naissent les cinq premières Zone à Urbaniser en Priorité, les ZUP, modèles de l'urbanisme pour toute une génération. Elles ne s'appellent pas encore comme ça : on les construites avant que l'expression de ZUP existe, c'est de leur réussite que naitra le modèle repris partout pour lequel on inventera le mot plus tard.
Beaulieu I: le projet d'urbanisme
Maquette de 1953 - Projet des architectes Gouyon-Clément
Une architecture géométrique, de grands espaces, des arbres, des formes qui soulignent le relief.
La ZUP de Beaulieu est construite en quatre tranches:
- Beaulieu I ( Beaulieu ) de 1953 à 1955
- Beaulieu II ( La Marandinière ) en 1959
- Beaulieu III ( Montchovet ) en 1964, dont fait partie la Muraille de Chine, le grand immeuble le long du boulevard à gauche.
- Beaulieu IV ( La Palle ) en 1971
Le quartier:
Au premier plan, en bas à droite Beaulieu, la Marandinière est à droite derrière l'autoroute, Montplaisir à gauche, Monchovet au milieu, le long du boulevard de la Palle.
A gauche des tennis, les batiments du collège de Beaulieu. C'était l'autre collège de la ZEP, le seul collège "sensible" de France a avoir été fermé, en 1995.
Nouvelles techniques, nouveaux matériaux :
Construire vite pour un prix raisonnable oblige à inventer de nouvelles techniques, d'autant que l'on manque de travailleurs qualifiés.
La construction s'industrialise: immeubles à structure porteuse ( des poteaux en béton armé tiennent les dalles, ce ne sont plus les murs qui soutiennent les immeubles ), murs rideaux ( les murs sont fait de morceaux préfabriqués accrochés aux dalles ), éléments standardisés ( les éléments: murs, tuyauterie, portes et fenêtres, sanitaires, etc... sont tous identiques, fabriqués en usine en grande série, installés de la même façon dans tous les immeubles ), nouveaux matériaux ( matières plastiques, béton armé, acier ) qui ne s'utilisaient pas dans la construction traditionnelle.
Cela permet de diminuer les prix, en automatisant les fabrications, mais aussi parce qu'on peut utiliser des ouvriers beaucoup moins qualifiés, qui ne font que du montage et que l'on paye moins cher.
Bien après les gens se plaindront de ces appartements tous identiques, de ces matériaux peu agréables, de la taille inhumaine des batiments.
Mais à l'époque il faut compter deux à trois ans d'attente pour obtenir un appartement dans le quartier. Les familles sont si contentes de leur quartier tout neuf que les collègiens qui prennent le bus emportent une paire de bottes en plus de leur chaussures pour aller des immeubles à l'arrêt de bus : pas question de ramener de la boue dans les bus ou dans les escaliers.La crise du logement:
1950 : la France connait la pire crise du logement de son Histoire. La crise économique de 1929 puis la guerre de 1939-1945 ont arrêté la construction de logements, déja insuffisante avant 1930, pendant plus de vingt ans.
La France est au maximum du "baby-boom" ( période de très forte natalité qui commence à la fin de la guerre ) : les 40 millions de français de 1950 font deux fois plus de bébés que les 60 millions d'aujourd'hui. La très forte croissance économique relance l'immigration. Plus de la moitié des familles sont mal logées alors que la France commence la plus forte croissance démographique de son Histoire.
La IV° République, héritière du programme de la Résistance donne la priorité aux besoins sociaux : école, santé, logement, sur la rentabilité financière. L'Etat, les villes, sont décidés à investir dans le logement, qui est déclaré prioritaire dans le Plan d'organisation de l'économie.
Entre les années 50 et 60, et suite à la seconde guerre mondiale, la municipalité stéphanoise a vu sa population passée d’un peu moins de 180 000 habitants en 1950 à plus de 200 000 habitants dix ans plus tard en 1960. Cette forte augmentation de la population pouvait s’expliquer par le fort taux de natalité de cette époque (baby-boom), mais aussi par l’afflux de travailleurs de la classe ouvrière venus dans la grande cité stéphanoise pour trouver un travail. De ce fait, la construction d’un logement sain pour chaque ouvrier était devenue une priorité absolue pour les élus qui considéraient à raison que cela était une condition vitale dans le cadre de ce grand développement. Pour ce faire, la ville a lancé dans les années 50 une vaste opération de construction de barres d’habitation dans la zone de Beaulieu, destinée à fournir un logement à une population grandissante.
Une barre d’habitation innovante
A l’époque, avec une majorité d’architectes, les appartements modernes construits possédaient des cloisons lourdes empêchant toute modification interne ainsi que des espaces de renvoi sombres et non ventilés ressemblant à des alcôves.
Mais à l’inverse, pour certains architectes précurseurs de la région à l’image d’Yves et Henri Gouyon, la modernité reflétait le gout de la clarté, de l’air, et du soleil, avec de larges horizons. Ainsi, ces derniers donnaient la priorité non pas aux façades qu’ils considéraient comme de simples élévations du plan, mais aux cellules d’habitations et à leur orientation. Dans cette optique, le bâtiment proposé par Henri Gouyon, qui était donc un partisan de l’espace ouvert moderne, supprimait les circulations et profitait de ce gain de place pour aménager de nouveaux espaces de vie communes. De plus, dans ces cellules d’habitations, les architectes ont tirés profit au maximum de la double orientation des appartements (ces derniers étaient traversant) avec par exemple l’accolement de balcons.
Conception et réalisation d’un quartier entier
Pour le projet de Beaulieu, l’on confia la conception ainsi que la réalisation des interventions aux agences Henri et Yves Gouyon puis Yves Gouyon et associés. Ainsi, dés le milieu des années 50, des études concernant Beaulieu II – La Marandinière furent conduites, suivis de la construction du bâtiment entre 1957 et 1959. S’en suivit Beaulieu III – Montchovet entre 1962 et 1964, surnommé la « Muraille de Chine », qui comprenait entre autres, une barre de type HLM haute de 10 à 17 mètres et longue de 270 mètres, avec 560 logements. Suites à ces constructions, l’urbanisation des vallées et collines du sud-est de Saint-Etienne continua jusque dans les années 70 avec les séries de la Métare I, II, et III. Au total, ce sont plus de 8 000 logements, pour l’essentiel de type HLM, qui ont été construits durant cette période.
Ces constructions ont également contribué à la création du parc de l’Europe et d’un boulevard circulaire qui servait de jonction entre les différents édifices et le centre-ville de la cité stéphanoise.Un projet pharaonique
Le centre commercial fut un projet d’une dimension sans précédent pour la ville, plus grand centre commercial intra-urbain de la région Loire-Auvergne, avec 100 magasins, 1500 places de stationnement, 90 000 m² de surface, et sur 3 niveaux (4 niveaux avec la terrasse). Le 2 octobre 1979, CENTRE DEUX ouvre ses portes pour la première fois, et constitue une renaissance et un véritable tournant pour la ville.L’avis de l’architecte
De toutes les constructions de cette époque, Beaulieu est un des ensembles construits qui se porte le mieux si l’on en croit les nombreuses enquêtes menées auprès de la population de ces logements, dont certains l’occupe pratiquement depuis le début. Les arbres atteignent désormais le haut des immeubles, et la rue Le Corbusier adjacente a pris les allures « d’une banlieue des années 30 » avec un niveau d’urbanisme parfaitement acceptable. En conclusion, on peut parler pour cette construction d’un véritable savoir faire architectural et en quelques sortes d’art urbain. Ce projet a été récompensé par un prix d’urbanisme, mettant en valeur le travail en amont du projet. St-Etienne Cimaise Architectes -
Entretien avec François Tomas, géographe, spécialiste de l'aménagement urbain, et enseignant à l'université et à l'école d'architecture de Saint-Etienne. Il est notamment l'auteur des Grands Ensembles, une histoire qui continue (Publications de l'université de Saint-Etienne, 2003). Cet intellectuel a également mis la main à la pâte. Entre 1977 et 1983, il fut adjoint à l'urbanisme du maire communiste de l'époque, Joseph Sanguedolce. Engagé au PC de 1974 à 1985, il a, depuis, rejoint le Parti socialiste «comme militant de base»Quelle est l'ampleur des destructions provoquées par la Seconde Guerre mondiale à Saint-Etienne?
La ville subit un important bombardement des Alliés le 26 mai 1944. Celui-ci vise les usines qu'utilisaient les Allemands dans la région pour leur effort de guerre et les noeuds de communication ferroviaire. Comme prévu, la gare de Châteaucreux, les usines de Marais et le tunnel de Tardy sont touchés. Mais les bombes, larguées trop rapidement, atteignent aussi les quartiers du Soleil et de Tardy - notamment les écoles - ainsi que l'église Saint-François, emplie de fidèles. Au total, le bilan est lourd: un millier de morts, 1 500 blessés, 22 000 sinistrés; 800 immeubles ont été plus ou moins détruits.Que prévoit-on pour la reconstruction?Pas grand-chose. A la différence de la refonte spectaculaire du Havre, par exemple, on se contente ici de bâtir de petits immeubles, plus modernes bien sûr, mais sans réelle innovation architecturale ou urbanistique.Est-il vrai que Saint-Etienne, après guerre, traîne une réputation de «capitale des taudis»?C'est exact, et celle-ci n'est pas usurpée. En 1946, 7% seulement des logements sont jugés «confortables», et 17%, «acceptables»; 56% sont médiocres, et 20% peuvent véritablement être qualifiés de taudis: 1 logement sur 5 n'a pas d'eau à l'évier, les deux tiers ne disposent pas de WC, et 95%, de salle d'eau. Mais le problème n'a pas été créé par la guerre. Depuis la fin du XIXe siècle, Saint-Etienne a beaucoup grandi, mais très peu construit. Résultat: la ville a vieilli sur elle-même et se trouve après guerre dans une situation désastreuse, que les bombardements ont simplement aggravée.C'est alors qu'Alexandre de Fraissinette, maire élu en 1947, fixe le logement comme l'une de ses priorités.
Oui. Et ce ne sera pas un vain mot. Rendez-vous compte: on passe de 114 logements construits en 1948 à 531 en 1951, 1 085 en 1954, 1 694 en 1957 et même 2 932 en 1959! L'effort est gigantesque. Mais le changement est aussi qualitatif. A la fin des années 1940 et au début des années 1950, la France va connaître une rupture architecturale avec l'apparition des premiers grands ensembles. Saint-Etienne sera l'une des villes symboles de cette rupture.Comment cette nouvelle architecture est-elle accueillie?Très favorablement par les classes moyennes, beaucoup moins par les classes populaires.Cela paraît paradoxal, pour du logement social!
Le paradoxe n'est qu'apparent. On l'a oublié aujourd'hui, mais les premiers grands ensembles sont réservés aux familles de moins de trois enfants ayant des revenus corrects, autrement dit aux classes moyennes. Alors que, depuis la guerre, celles-ci devaient se contenter d'une ou de deux pièces mal équipées, elles se voient soudain proposer des logements spacieux, avec de la verdure, de la lumière, une salle d'eau, des WC, le chauffage central. Cela leur paraît merveilleux! Les pauvres, eux, continuent de s'entasser dans de petits appartements sans confort, quand ce ne sont pas des taudis, en particulier à Tarentaize et à Beaubrun, ou des bidonvilles, du côté de Méons, près des puits de mine et des usines sidérurgiques. Ce n'est que plus tard, à partir des années 1970, que les grands ensembles seront prioritairement réservés aux pauvres et aux familles immigrées. Mais, dans les années 1950, les grands ensembles sont encore synonymes de progrès social. Et même au-delà. On est persuadé que ce nouvel habitat va entraîner le recul de la maladie, de la délinquance, voire de la mésentente entre les époux! Il existe ainsi une «commission du bonheur ou des grands ensembles»!On croit rêver...
C'était l'ambiance de l'époque, avec ses utopies et ses excès. Pour les architectes, si l'un des repoussoirs est le taudis de centre-ville, l'autre est le petit pavillon de banlieue, symbole à leurs yeux de l'individualisme petit-bourgeois, avec ses gaspillages de terrain, son absence d'horizon et son coût pour la communauté...Quels sont les quartiers typiques de cette période, à Saint-Etienne?Le premier est constitué par le très bel ensemble de la place du Maréchal-Foch. Il s'agit d'une étape intermédiaire entre l'îlot traditionnel (des immeubles accolés, formant un pâté de maisons) et sa suppression totale. Du côté de la Grand-Rue, plusieurs immeubles constituent encore des semi-îlots. Mais, à l'ouest, deux immeubles sont déjà totalement indépendants: ils sont construits au milieu de la verdure. Et cela, c'est très nouveau. Jusqu'à présent, tous les immeubles érigés à Saint-Etienne, y compris les plus hauts, étaient accolés à d'autres édifices. Cela reste encore, cinquante ans plus tard, l'un des quartiers chics de Saint-Etienne.L'autre grande opération de l'époque, c'est Beaulieu I.Evidemment. On est, cette fois, face à
"She stands stark naked and she beckons you to bed; don't go, you'll only want to come back again."
; Nude - Radiohead
*TRADUZIONE
Lei è lì nuda e ti invita nel suo letto; non andare, dopo vorrai solo tornare ancora indietro.
©
This small accessory can protect your FFF 3D printer filament from two common issues - cleaning and lubrication.
A sponge wipes the filament clean from any dust particles and prevents them clogging the extruder.
By dropping a few drops of common mineral oil on the sponge the filament passing through gets lubricated thus relieving the extruder motor from strain.
Lubrication is specially useful if the filament needs to travel through long tubes before it enters the extruder.
INSTRUCTIONS
Download the STL-file from www.thingiverse.com/thing:492067
3D-print the provided STL file and insert a small piece sponge into the filament filter.
Poke a hole into the sponge and make sure the filament passes through and comes out at the other end.
Soak the sponge with a few drops of mineral oil (as for sewing machines, door hinges or bicycle chains).
Place the filament filter somewhere in between the spool and the extruder. If you have a plastic tube which guides the filament to extruder (such as a bowden solution) make sure you place the filter before the filament enters the tube.
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AIR CDRE (RETD) ISHFAQ ILAHI CHOUDHURY
As we say goodbye to the year 2012, we might take time out to reflect on our achievements and failures in the year gone by, examine our prospects for the future and the challenges that lie ahead. Religious extremism leading to terrorist activities is one such area that needs to be reviewed. While many South Asian countries are deeply embroiled in the fight against terrorism, Bangladesh had generally been free from terrorist attacks since 2005. As we tended to relax, two incidents in 2012 brought our focus back to the terrorism issue. The first was the burning and looting of the houses and temples of the Buddhist communities in Cox’s Bazar area on 29-30 September. The second was the arrest on 17 October of a young Bangladeshi man caught while planning to bomb the Federal Reserve Building in New York, USA. As the year was coming to a close, the violence unleashed across the country by the Jamaat-e-Islami (JI), a right-wing Islamist party, sent us a clear signal of the growing strength of Islamist politics.
s we say goodbye to the year 2012, we might take time out to reflect on our achievements and failures in the year gone by, examine our prospects for the future and the challenges that lie ahead. Religious extremism leading to terrorist activities is one such area that needs to be reviewed. While many South Asian countries are deeply embroiled in the fight against terrorism, Bangladesh had generally been free from terrorist attacks since 2005. As we tended to relax, two incidents in 2012 brought our focus back to the terrorism issue. The first was the burning and looting of the houses and temples of the Buddhist communities in Cox’s Bazar area on 29-30 September. The second was the arrest on 17 October of a young Bangladeshi man caught while planning to bomb the Federal Reserve Building in New York, USA. As the year was coming to a close, the violence unleashed across the country by the Jamaat-e-Islami (JI), a right-wing Islamist party, sent us a clear signal of the growing strength of Islamist politics.
These are happening at a time when an avowed secular party, the Awami League (AL), is in power. AL won the 2008 election with a commitment to amend the constitution to restore its secular character. It also promised stern action against all forms of religious extremism and terrorism. Four years down the line, much of those promises remain unfulfilled. Constitutional reform was half-done; Islam remained a state religion. Religious parties are more organised today than ever before. Their student fronts are active in most educational institutions. While Islamists are active on political fronts, more radical amongst them are organising themselves for terrorist activities as and when opportunities appear.
Rise of Islamic extremism in Bangladesh
On 16 December 1971, we hoped that Bangladesh would emerge as a modern democratic state. The spirit of the nation was epitomised in the Constitution (1972) that adopted secularism as a state principle and prohibited the political use of religion. The Constitution barred the state from declaring any religion as state religion. However, it all changed after the killing of Bangabandhu Sheikh Mujibur Rahman and many top-ranking political leaders in 1975. Those who seized power at the time found the Islamists as their political ally and started islamising the society and the state. Islamist political parties, such as JI, started building their party structures. The power elites established thousands of madrassas that produced religiously indoctrinated youths who would be the front-line activists of the Islamist parties. Poor, jobless students from the madrassas became easy target of the recruiters of militant Islamist organisations. By late 1990s we had militant organisations such as Jamiatul Mujahedin Bangladesh (JMB) and Harkatul Jihad Al-Islami (HUJI) that took roots in Bangladesh.
Starting from 1999 to 2005, the militants bombed temples, churches, political rallies, cultural functions, cinema halls etc. The government and the opposition kept on blaming each other for those attacks. Even when grenades attack was made on the AL rally in Dhaka on 22 August 2004 killing 22 people and injuring the AL Chief Sheikh Hasina, the government blamed it on the opposition. The series bombing on 17 August 2005 finally compelled the government to come out of the denial mode and stand up to the terrorist threat. In 2006-07, we saw a series of arrests, prosecution and handing down of sentences, including death sentences, on some of the terror leaders. Since then there has been no major terror attack in Bangladesh, but that the terrorists are active is evident from the frequent arrests of activists and seizure of large cache of arms and explosives from their hideouts.
Bulk of the Islamic militants arrested so far had come from poor rural communities. Many were from the Quomi Madrassa background. However, recent years saw a new breed of extremists called the Hizb-ut-Tahrir (HuT). HuT members are drawn from children of urban, upper income parentage, educated in the mainstream or English medium schools and colleges. HuT is targeting the cream of our youth, the nation’s future, and therefore, poses a clear danger. It is feared that HuT has penetrated among schools and universities, professionals – engineers, doctors, government officials and even among the security apparatus. Although the party was banned in 2009, its clandestine activities continue in the country. On the political front, JI continued to grow in strength in Bangladesh. The party is small in size, but highly disciplined, well-organised and has a well-defined hierarchy. Jamaat’s aim is to establish a pure Islamic state based on Sharia. The party had opposed the Liberation War of Bangladesh in 1971 and actively collaborated in the genocide. Some of the top leaderships are now facing war-crime trial. The party, therefore, is on a back foot now, but given the fact that a new election is around the corner, its rank and file might align with the major opposition party to make a bid for power. JI’s student wing, Islami Chattra Shibir (Islamic Students Front), is now a potent student organisation, from schools to universities. The other Islamist party of importance is Islami Oikyo Jote (Islamic Unity Front), a collection of small Islamic parties. Like JI, IOJ also wants to establish an Islamic state in Bangladesh, but there are differences in outlook. IOJ members are exclusively from Quomi madrassa background and more traditional. IOJ has been in the forefront, along with JI, in the movement to declare Ahmedia community as non-Muslims. Present government’s attempt to register Quomi Madrassas and reform their curriculum was thwarted by IOJ’s agitation. None of the Islamist political parties gave open support to the militant activities, however, many of the JMB and HUJI activists had previously been members of Islamist political parties. The Islamist parties have multifarious social, economic and financial investments. Some of the largest banks, insurance, hospitals, diagnostic centres, schools, universities, coaching centres, and travel agencies are operated undercover by the Islamist parties. The Islamist parties have been gaining in strength in Bangladesh at the expense of the two major political parties – BNP and AL. Both parties at one time or other have been courting these parties in order to gain short term advantage over the other.
Countering the extremists
Bangladesh government has taken a number steps to check extremism and militancy. Notable among those are: Anti-Terrorism Act 2009 and Money Laundering Prevention Act 2009 as amended in 2011. The two acts provide for deterrent punishment to offenders in case they engage in acts of terror or launder money to support terrorism. Based on a series of dialogues, workshops and seminars, participated by academics, researchers, politicians, parliamentarians, civil and military officials, a national strategy to combat terrorism in the country has been proposed.Bangladesh has banned a total of six terrorist organizations, including JMB, HUJI and HuT. A number of Islamic NGOs have been banned who had terror links, including Revival of Islamic Heritage Society (Kuwait), Rabita Al Alam Al Islami (Saudi Arabia), and International Islamic relief Organization (Saudi Arabia), Muslim Aid (UK). More than 1,300 militants were arrested; most of them belonging to JMB, HUJI-B or HuT. 29 terrorist kingpins have been sentenced to death and many more sentenced to long imprisonment or are awaiting trial.While our police action has been commendable, we did not do enough on the social front. We need to address urgently the problem of poverty, ignorance, and backwardness. Democratisation of the society is an insurance against extremist ideology. We need to improve governance and provide access to justice for the poor and downtrodden. We need to impart modern education to our youth that prepare them to face the challenges of a fast changing world. A thorough overhaul of madrassa education in our country is long overdue. We need an education system that produce people with high ethical and technical standards, a system that encourages freethinking rather than rote learning. Emergence of HuT points out a lack of pride and a sense of disillusionment among the children of affluent class. This is because English medium schools, where most of the rich parents send their children, follow a curriculum that has no relevance to our culture, history or traditions. Therefore, English medium school syllabus too needs a thorough review.Government must legislate not to allow use of religion to gain political mileage. We need to check creeping ‘Sudiaization’ of Islam. Along with the money from the ME donors, comes the ideological package of Wahhabi Islam which is alien to South Asia. One of the prices we pay for the remittance from our labour force in the ME is the influx of Saudi brand of Islam. How do we de-radicalise these migrant workers is a big challenge for us. Meanwhile, hundreds of extremists who are arrested or under trial must be segregated from other prisoners. At present, these extremists are finding a captive audience 24 hours at their disposal, busy recruiting new ones from among the prisoners. We need to isolate the extremists and start a de-radicalisation program so that when they return to the society they become useful citizen.Our effort to counter religious extremism must be supplemented by regional and global effort. We need to have close cooperation and coordination between the governments of the region. Border monitoring, passport control, anti-money laundering measures, exchange of information on the movement of suspects, arrest and deportation of fugitives are some of the areas where regional countries could cooperate. Checking of arms smuggling across the porous border is another area where regional cooperation is the answer. In short, a total, comprehensive strategy has to be adopted for fighting religious extremism. If Bangladesh is to emerge as a modern, democratic state, the menace of extremism must be eliminated.
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Cigüeñuela común
Himantopus himantopus
Longitud / Envergadura: 33-36 cm / 67-83 cm
Identificación: Limícola que se caracteriza por unas patas largas de color rojo y por un pico fino y largo. El dorso es oscuro, en los machos es negro irisado y en las hembras parduzco, el resto es blanco y en la cabeza y el cuello presentan una cantidad variable de negro dependiendo del individuo. Los juveniles presentan el dorso de color marrón jaspeado. En vuelo presenta un aspecto muy alargado.
Canto: Cuando está posada es silenciosa, pero si se siente amenazada emite un "kii-ik kii-ik" agudo y penetrante.
Alimentación: Su dieta se basa en insectos acuáticos que captura mediante rápidos picotazos en la superficie del agua, bajo esta o sobre la vegetación.
Reproducción: A finales de abril comienza la época de reproducción. Cría en colonias, y todas los integrantes del núcleo defienden el territorio. El nido, formado por materia vegetal, se sitúa en zonas abiertas, cerca de aguas profundas, en una depresión de la superficie. Al poco de nacer los pollos son capaces de alimentarse por sí solos, pero los cuidados de los padres continúan hasta que aprenden a volar.
HÁBITAT
Ocupa humedales de aguas someras, como marjales, estuarios, deltas o lagunas estacionales, y también aparece en zonas asociadas al hombre, como arrozales o salinas.
DISTRIBUCIÓN
En España: Está presente en casi todas las comunidades autónomas, y más de la mitad de la población se concentra en las marismas del Guadalquivir e el delta del Ebro.
En Castilla y León: Cría en todas las provincias, siendo muy abundante en Villafáfila (Zamora) , y más escasa en Burgos, Ávila, Segovia y Soria.
Desplazamientos y migraciones: Entre marzo y junio comienza el paso migratorio prenupcial en la costa mediterránea, y entre febrero y mayo por interior. De las poblaciones ibéricas, una parte migra hacia el sur y el resto se queda invernando con otras aves de Europa central.
POBLACIONES
En España: Se estima una población de 14.000-15.500 parejas reproductoras.
ESTADO DE CONSERVACIÓN:
En el Catálogo Nacional de Especies Amenazadas figura con la categoría "De Interés Especial". En el Libro Rojo de las Aves de España (2004) está catalogado como "No Evaluada".
AMENAZAS
La desaparición de los humedales, el uso de plaguicidas, la transformación de las salinas y la mala gestión en los niveles de agua afectan a su capacidad de reproducción. Otros problemas son el aumento de predadores (ratas y perros) y la gaviota patiamarilla, con la que compite por las zonas de cría.
1957 Maserati 200SI by Fantuzzi
Offered from the Oscar Davis Collection
$3,112,500 USD | Sold
From Sotheby's:
“The 200SI was one of the best handling front-engined, drum-braked racing cars from that period. It was wonderful to hang on in curves with it, and it clearly followed your line. It was a pleasure to drive.”
John Fitch
Although occasionally still achieving respectable results with their aging A6GCS, by 1954 Maserati had acknowledged its creeping obsolescence and were simultaneously developing their new 150S and 200S models as suitable replacements. Somewhat illogically designated the Tipo 53 and Tipo 52, respectively, both shared broadly similar conventional tubular chassis, as well as 1.5- and 2-liter versions of the same all-new, twin-plug four-cylinder engine. Front suspension on both models was via conventional double wishbones and coil springs, although the 150S employed a De Dion tube and transverse leaf-spring arrangement at the rear while the 200S—initially at least—used a live axle. However, following complaints from early 200S customers, rear suspension on all but the first few cars was subsequently modified to mirror that of its smaller sibling.
Development of the 200S proved troublesome, with transmission problems plaguing the car in longer distance and road racing events. However, wins in 1956 for Jean Behra at the Gran Premio di Bari and Gran Premio di Roma salvaged considerable pride, as did Stirling Moss and Cesare Perdisa’s fine 2nd place to Mike Hawthorn and Peter Collins’ Ferrari 500 Testa Rossa in that year’s Supercortemaggiore at Monza. The move to Appendix C regulations for 1957 precipitated the car’s transformation into 200SI, or Sport Internazionale, guise—a move which saw such cars fitted with a full-width windscreen, two functioning doors, provision for a spare wheel, and a somewhat makeshift fabric top to ensure compliance.
RUNNING WITH THE EAST COAST SCCA FRATERNITY
One of just 20 200SI-specification cars constructed, chassis 2427 was completed at Maserati’s fabled Modena works on 9 August 1957. As with all but five 200S/SI chassis, it was constructed with the later, and more attractive, Fantuzzi coachwork; the car was further specified with Jaeger instruments, Cibie headlights, and Pirelli-shod Borrani wire wheels. It was originally imported by United States concessionaire Maserati Corporation of America on behalf of its first owner, New York-based philanthropist and respected art authority Vincent Dyckman Andrus. The car was destined to be driven by road racing legend John Fitch—by this time a winner of both the Sebring 12 Hours and the RAC Tourist Trophy—principally in East Coast SCCA events.
Fitch’s first competitive outing in 2427 was in the Queen Catherine Cup at Watkins Glen on 21 September 1957, in which he finished a promising 4th, and 1st in class, with Bob Holbert’s Porsche 550RS victorious. The following weekend, both Fitch and Maserati travelled to Bridgehampton, where the 25-lap SCCA feature race included no less than four Briggs Cunningham-entered Jaguar D-types, and Phil Hill in a Ferrari 857S. Against formidable opposition, Fitch finished 5th, and once again took a class victory, with Walt Hansgen securing overall honors for Cunningham.
In December 1957, Fitch and 2427 headed south for the popular International Bahamas Speed Week; the car now sported a new white-with-blue-underbelly color scheme in place of its previous red. A preliminary five-lap heat for the Governor’s Trophy race yielded an excellent 2nd overall and 1st in class behind Ed Crawford’s Porsche 550RS—and ahead of similar cars driven by the Rodriguez brothers, and Olivier Gendebien’s Ferrari 500 TRC—but the feature race itself ended in retirement. However, the Nassau Memorial Trophy race the following day provided the most significant result of the car’s career, with Fitch finishing 3rd overall—and 1st in class yet again—beaten only by Stirling Moss’ Scuderia Buell Ferrari 290MM and Ritchie Ginther’s fearsome 5-liter John Edgar-owned Ferrari 410 Sport.
The East Coast SCCA fraternity reconvened on 27 April 1958 at Lime Rock Park, Connecticut, although in the 20-lap under 2-liter race, Fitch could manage only 2nd overall (and 2nd in class) to Gaston Andrey’s Ferrari 500 TRC. However, normal service was resumed when the pair returned in June, with Fitch finishing 4th overall, and 1st in class once again, in the feature 40-lap Sports Car Race, behind Walt Hansgen’s new Lister-Jaguar, Bob Oker’s Aston Martin DBR2, and Holbert’s Porsche 550RS.
By mid-1958, Fitch was evidently at a crossroads with 2427. In terms of pace, he was, unsurprisingly, some distance away from the newer and more powerful Cunningham Listers, yet in his own class he was virtually unchallenged. Inquiries were made as to the cost of a new, factory-built 2.5-liter engine, although his (and Andrus’) subsequent decision to offer the car for sale suggests that either they thought better of the idea, or that the cost was prohibitive. Either way, the July SCCA meeting at Lime Rock marked Fitch’s final outing in the car; his 3rd overall and final class win behind the two Cunningham Listers of Crawford and Hansgen ensured that the pair signed off on a high.
2427 HEADS SOUTH
In September 1958, 2427 was advertised for sale by Carroll Shelby Sports Cars Inc.; the car was purchased shortly thereafter by Floridian John J. Packo, who had previously campaigned a Lotus XI in local SCCA events. However, despite reinstating the original red paintwork, “J.J” apparently raced the car only once, at Boca Raton in March 1959, where he finished 2nd in the Preliminary race to Lucky Casner’s Ferrari 250 Testa Rossa and then 3rd in the feature race behind the similar cars of Jim Hunt and E.D. Martin.
As competitors on track, Packo and Casner—proprietor of the ambitious Camoradi team—had forged a close friendship, and when one of Casner’s two Maserati Tipo 61 Birdcages failed to materialize for the Cuban Grand Prix of February 1960, it was Packo who generously stepped in and lent the team his car. Duly entered by Camoradi, and with no lesser driver than Dan Gurney at the wheel, 2427 unfortunately retired in the race, although not before sharing track time in the rarefied company of winner (and Camoradi teammate) Moss, Maurice Trintignant, Jack Brabham, Carroll Shelby, Masten Gregory, and both Rodriguez brothers.
THE PRIDE OF COLLECTORS WORLDWIDE
Having been advertised for sale in February 1963, this car was duly purchased by emerging Ferrari and Maserati collector Carl Bross of Bloomfield Hills, Michigan; it was a stablemate to his ex-Moss, 1956 Italian Grand Prix-winning 250F. However, after Bross’ death in 1971, much of his collection, including 2427, passed to Anthony Bamford of Rocester, United Kingdom, before joining the collection of discerning Scottish Maserati enthusiast Ray Fielding in 1978. Exhibited for many years in the Doune Motor Museum near Falkirk, Scotland, the car remained in the Fielding family for almost three decades, and remerged in highly original condition before being sold to Anton Bilton, of London, in July 2007.
In late 2007, 2427 was entrusted to renowned restorers GPS Classic of Soragna, Italy, who embarked on an overhaul of its the chassis, numbers-matching engine, and gearbox with the objective of preparing the car for vintage racing. The restoration of its highly prized original body, meanwhile, was entrusted to Quality Cars of Padova. Duly completed and resplendent once again in its original color, it made its post-restoration debut in the 2008 Mille Miglia Storica. However, Bilton kept the car only briefly, selling it to Dr. Wolf Zweifler of Munich, Germany—who has owned a remarkable series of Maseratis from this wonderful era—in July 2008. Dr. Zweifler campaigned the car extensively over the next few years, including several participations in the Ferrari Maserati Challenge, 2009 Mille Miglia Storica, and the 2010 Le Mans Classic, before selling the car.
After its acquisition by Oscar Davis in 2012, Leydon Restorations of Lahaska, Pennsylvania began the painstaking task of bringing 2427 back to its as-built mechanical and cosmetic specification. The safety structure previously added was removed, interior panels were reworked to their original appearance, and original components were refitted—all to return this Maserati to its original 1957 presentation. It has remained in the Oscar Davis Collection ever since.
Although the Maserati 200S/SI did little to distinguish itself in contemporary European long-distance events, it proved highly effective in shorter-format races in North America—a fact underlined by John Fitch’s considerable achievements driving this particular car. However, the impressive competition record of 2427 is but one facet of its remarkable life; its subsequent enjoyment, preservation, documentation and restoration by some of the world’s most discerning collectors being no less noteworthy. Its impressive provenance is substantiated by an accompanying history file containing copies of Maserati factory build sheets, research and correspondence, photo documentation of its restoration, and past FIVA identity cards dated 2007 and 2009.
Fastidiously maintained in the Oscar Davis Collection and impeccably presented today, it offers extraordinary versatility as well as seemingly limitless opportunities to enter the world’s most exclusive vintage touring and racing events, and it would assuredly prove a worthy addition to any significant car collection.
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Kristina and I headed over to RM Sotheby's at the Monterey Conference Center to view some glorious cars at their auction preview.
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Had a blast with our auto-enthusiast friend and neighbor, Fred, at Monterey Car Week 2022.
The problem is that bright sunlight can wash out an LCD display to the point of being pretty useless. So you switch to the viewfinder. But if that's an EVF that too can't compete with bright sunlight -- if the sunlight can get in. Which it can't if there's a good eye fitting eye cup. But if your a spectacle wearer the eye cup fits the spec lens, and there's a gap between eye and lens. If the sun is in a position to see that gap it can wash out the EVF too.
Shading the gap with the other (non-shutter) hand can help a bit, at the cost of a less stable grip. A cap with a good comprehensive peak, like a baseball cap, can often be tipped so as to shade out the sun. But that's still only a partial solution.
I sometimes go out on a sunny day to photograpg flowers. It's quite nice sometimes to be able to isolate a flower against a black background. So I often take a large black scarf with me which can be used as a flower portrait background. I discovered that even in the worst sunlight for washing out the LCD & EVF that throwing the scarf over both my head and the camera gave a beautifully clear view of both EVF & LCD. In fact the cloth over both head and camera was how the original wooden large format camera users manages to see their very dim ground glass back screen displays.
But I was planning to take my Sony A77 camera, a well known sufferer from the bright sun problem, on holiday to Sicily. Where the sun is both very bright, and much too hot for carrying around a large black scarf.
But I would need a sun hat of some kind. So what about a sun hat with a very large very floppy peak which could be draped over the camera? There does exist a hat which has a peak at the front and a sort of curtain at the back to shield neck and ears from the tropical sun. Japanese soldiers in the jungle in WW2 films are often seen wearing this kind of hat. Members of the Foreign Legion wear a white version of this hat. It's often called a legionnaires hat. If put on back to front the neck curtain could provide an excellent sunlight blocking camera cloak.
This a photograph of me in Sicily wearing one the right way round. I'm using the peak to shade the gap between camera and eye. When the sun is not at a bad angle the front peak is often a good enough shade.
(Photograph courtesy of a nearby friendly Olympus camera.user. Hence the unusual EXIF data.)
Original: P9290426-EditPhM
(OLYMPUS DIGITAL CAMERA)
I have 2 yahoo mail accounts, 1 of which is a main one that I use for everyday correspondence, and the other is one that I use mostly for junk mail but also for research reports. Two weeks ago, I checked the secondary account, only to find that I was unable to log on. At first I thought it was a glitch that would soon be corrected, but after a few days, when I still couldn't get on, I decided to check the profile and this is what I found. Clearly, some crazy lunatic had hacked into my account. I've already emailed yahoo help but no one has responded to me. Any suggestions for what I can do?
Even though the account isn't my main one, I would still like to retrieve it.
God, I feel so violated!
The problem with spotting at Edinburgh bus station, though, is that with the way its laid out, as well as the way buses enter and exit, you're usually stuck with the first buses or coaches waiting at the traffic lights while others queue up behind them. That does mean you might miss a couple... no worry if you're generally spotting vehicles, but if you're after anything in particular... tough luck!
Having not travelled far from it's previously-allocated route since it's repaint from Express City Connect livery serving St Andrews and Edinburgh, Stagecoach East Scotland's 53807, a 2015 Volvo B11R Plaxton Elite, is seen waiting at the lights to enter Edinburgh Bus Station at the end of a working of the X58 to Edinburgh.
We decided to go for a city break rather than sun in Tenerife again this September. Other than a few days in the North East we haven’t been away since last March and wanted a change and hopefully some sun. The problem is getting flights from the north of England to the places we want to go to. We chose Valencia as we could fly from East Midlands – which was still a pain to get to as it involved the most notorious stretch of the M1 at five in the morning. In the end we had a fairly good journey, the new Ryanair business class pre-booked scheme worked quite well and bang on time as usual. It was dull when we landed with storms forecast all week, the sky was bright grey – the kiss of death to the photography I had in mind. I was full of cold and wishing I was at work. It did rain but it was overnight on our first night and didn’t affect us. There has been a drought for eleven months apparently and it rained on our first day there! The forecast storms didn’t materialise in Valencia but they got it elsewhere.
Over the course of a Monday to Sunday week we covered 75 miles on foot and saw most of the best of Valencia – The City of Bell Towers. The Old City covers a pretty large area in a very confusing layout. There was a lot of referring to maps – even compass readings! – a first in a city for us. The problem with photography in Valencia is that most of the famous and attractive building are closely built around, some have poor quality housing built on to them. Most photographs have to be taken from an extreme angle looking up. There are no high points as it is pan flat, there are a small number of buildings where you can pay to go up on to the roof for a better view and we went up them – more than once!
The modern buildings of The City of Arts and Sciences – ( Ciutat de Las Arts I de les Ciencies ) are what the city has more recently become famous for, with tourists arriving by the coachload all day until late at night. They must be photographed millions of times a month. We went during the day and stayed till dark one evening, I gave it my best shot but a first time visit is always a compromise between ambition and realism, time dictates that we have to move on to the next destination. I travelled with a full size tripod – another first – I forgot to take it with me to TCoAaS! so It was time to wind up the ISO, again! Needless to say I never used the tripod.
On a day when rain was forecast but it stayed fine, albeit a bit dull, we went to the Bioparc north west of the city, a zoo by another name. There are many claims made for this place, were you can appear to walk alongside some very large animals, including, elephants, lions, giraffe, rhino, gorillas and many types of monkey to name a few. It is laid out in different geographical regions and there is very little between you and the animals, in some cases there is nothing, you enter the enclosure through a double door arrangement and the monkeys are around you. It gets rave reviews and we stayed for most of the day. The animals it has to be said gave the appearance of extreme boredom and frustration and I felt quite sorry for them.
The course of The River Turia was altered after a major flood in the 50’s. The new river runs west of the city flanked by a motorway. The old river, which is massive, deep and very wide between ancient walls, I can’t imagine how it flooded, has been turned into a park that is five miles long. There is an athletics track, football pitches, cycle paths, restaurants, numerous kids parks, ponds, fountains, loads of bridges, historic and modern. At the western end closest to the sea sits The City of Arts and Sciences – in the river bed. Where it meets the sea there is Valencia’s urban Formula One racetrack finishing in the massive marina built for The Americas Cup. The race track is in use as roadways complete with fully removable street furniture, kerbs, bollards, lights, islands and crossings, everything is just sat on the surface ready to be moved.
We found the beach almost by accident, we were desperate for food after putting in a lot of miles and the afternoon was ticking by. What a beach, 100’s of metres wide and stretching as far as the eye could see with a massive promenade. The hard thing was choosing, out of the dozens of restaurants, all next door to each other, all serving traditional Paella – rabbit and chicken – as well as seafood, we don’t eat seafood and it constituted 90% of the menu in most places. Every restaurant does a fixed price dish of the day, with a few choices, three courses and a drink. Some times this was our only meal besides making the most of the continental breakfast at the hotel. We had a fair few bar stops with the local wine being cheap and pleasant it would have been a shame not to, there would have been a one woman riot – or strike!
On our final day, a Sunday, we were out of bed and down for breakfast at 7.45 as usual, the place was deserted barring a waiter. We walked out of the door at 8.30 – in to the middle of a mass road race with many thousands of runners, one of a series that take place in Valencia – apparently! We struggled to find out the distance, possibly 10km. The finish was just around the corner so off we went with the camera gear, taking photos of random runners and groups. There was a TV crew filming it and some local celebrity (I think) commentating. Next we came across some sort of wandering religious and musical event. Some sort of ritual was played out over the course of Sunday morning in various locations, it involved catholic priests and religious buildings and another film crew. The Catholic tourists and locals were filling the (many) churches for Sunday mass. Amongst all of this we had seen men walking around in Arab style dress – the ones in black looked like the ones from ISIS currently beheading people – all carrying guns. A bit disconcerting. We assumed that there had been some sort of battle enactment. We were wrong, it hadn’t happened yet. A while later, about 11.30 we could hear banging, fireworks? No it was our friends with the guns. We were caught up in total mayhem, around 60 men randomly firing muskets with some sort of blank rounds, the noise, smoke and flames from the muzzles were incredible. We were about to climb the Torres de Serranos which is where, unbeknown to us, the grand, and deafening, finale was going to be. We could feel the blast in our faces on top of the tower. Yet again there was a film camera in attendance. I couldn’t get close ups but I got a good overview and shot my first video with the 5D, my first in 5 years of owning a DLSR with the capability. I usually use my phone ( I used my phone as well). Later in the day there was a bullfight taking place, the ring was almost next to our hotel, in the end we had other things to do and gave it a miss, it was certainly a busy Sunday in the city centre, whether it’s the norm or not I don’t know.
There is a tram system in Valencia but it goes from the port area into the newer part of the city on the north side, it wouldn’t be feasible to serve the historic old city really. A quick internet search told me that there are 55,000 university students in the city, a pretty big number. I think a lot of the campus is on the north side and served by the tram although there is a massive fleet of buses as well. There is a massive, very impressive market building , with 100’s of stalls that would make a photo project on its own, beautiful on the inside and out but very difficult to get decent photos of the exterior other than detail shots owing to the closeness of other buildings and the sheer size of it. Across town, another market has been beautifully renovated and is full of bars and restaurants and a bit of a destination in its own right.
A downside was the all too typical shafting by the taxi drivers who use every trick in the book to side step the official tariffs and rob you. The taxi from the airport had a “broken” meter and on the way home we were driven 22 km instead of the nine that is the actual distance. Some of them seem to view tourists as cash cows to be robbed at all costs. I emailed the Marriot hotel as they ordered the taxi, needless to say no answer from Marriot – they’ve had their money. We didn’t get the rip off treatment in the bars etc. that we experienced in Rome, prices are very fair on most things, certainly considering the city location.
All in all we had a good trip and can highly recommend Valencia.