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This image forms part of the digitised photographs of the Ross and Pat Craig Collection. Ross Craig (1926-2012) was a local historian born in Stockton and dedicated much of his life promoting and conserving the history of Stockton, NSW. He possessed a wealth of knowledge about the suburb and was a founding member of the Stockton Historical Society and co-editor of its magazine. Pat Craig supported her husband’s passion for history, and together they made a great contribution to the Stockton and Newcastle communities. We thank the Craig Family and Stockton Historical Society who have kindly given Cultural Collections at the University of Newcastle, NSW, Australia, access to the collection and allowed us to publish the images. Thanks also to Vera Deacon for her liaison in attaining this important collection.

 

Please contact Cultural Collections at the University of Newcastle, NSW, Australia, if you are the subject of the image, or know the subject of the image, and have cultural or other reservations about the image being displayed on this website and would like to discuss this with us.

 

Some of the images were scanned from original photographs in the collection held at Cultural Collections, other images were already digitised with no provenance recorded.

 

You are welcome to freely use the images for study and personal research purposes. Please acknowledge as “Courtesy of the Ross and Pat Craig Collection, University of Newcastle (Australia)" For commercial requests please consider making a donation to the Vera Deacon Regional History Fund.

 

These images are provided free of charge to the global community thanks to the generosity of the Vera Deacon Regional History Fund. If you wish to donate to the Vera Deacon Fund please download a form here: uoncc.wordpress.com/vera-deacon-fund/

 

If you have any further information on the photographs, please leave a comment.

a series of 20 maquettes made from recycled found objets

created in 2006 by tricia hutton

"Formas e Pulos" o Saci no Imaginário

 

Exposição no Museu Afro Brasil

www.museuafrobrasil.com.br

Por meio da Educação, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) reforça a luta por um novo projeto de agricultura, que respeite a natureza e todas as formas de vida. Esse objetivo se fortalece com a formatura de 44 jovens camponeses, oriundos de dez estados, no Curso Superior de Agronomia com Ênfase em Agroecologia. A colação de grau dos trabalhadores Sem Terra e Atingidos por Barragens foi realizada na noite do dia 15 de dezembro de 2018 no Assentamento Novo Sarandi, em Sarandi, no Norte do Rio Grande do Sul.

 

As aulas de Bacharelado em Agronomia acontecem desde 2014 no Instituto Educar, uma escola de ensino superior e técnico construída pelo MST na antiga Fazenda Annoni, em Pontão, também na região Norte gaúcha. Essa é a primeira turma de engenheiros agrônomos formada na instituição. A segunda conclui seus estudos em 2020 e a terceira deve ingressar em fevereiro de 2019. O curso, que possui cinco anos de duração e ocorre em regime de alternância, é viabilizado através do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), em parceria com a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Erechim.

 

Colação de grau

 

O ato de colação de grau lembrou o papel histórico das mulheres camponesas na descoberta e no desenvolvimento da agricultura, por meio do cultivo e da preservação de sementes crioulas. Também criticou a ofensiva do modelo capitalista de produção, que destrói a natureza com o uso abusivo de insumos químicos, agrotóxicos e sementes transgênicas. O novo projeto de agricultura, defendido pelo MST para o campo brasileiro, foi representado pelos 44 jovens formandos, que simbolizaram o sonho de milhares de famílias Sem Terra de transformar a sociedade com a agroecologia.

 

Nesse sentido, a assentada Irene Manfio ressaltou que esse novo projeto deve incluir “as famílias camponesas como sujeitos de uma transformação histórica no campo e na cidade” e ser capaz de produzir alimentos saudáveis e de interpretar a natureza como aliada e não como inimiga. “Queremos relações mais humanas e não de interesses econômicos. Assim, se faz necessário formar agrônomos militantes que construam junto com o campesinato a agroecologia”, disse.

 

O juramento dos formandos complementou o tom das declarações de Irene. Eles se comprometeram a trabalhar pelo bem da humanidade, a respeitar a natureza e os saberes camponeses, a buscar a sustentabilidade ambiental, uma agricultura socialmente justa, economicamente viável e ecologicamente sustentável, além de compartilhar seus conhecimentos, honrar o legado de luta herdado de seus pais e educadores e sempre seguir, na execução das atividades de Agronomia, os princípios da agroecologia.

 

Desafios e superações

 

Os oradores Tatiana Lopes e Lucas da Silva, representando todos os integrantes da turma, compartilharam com os participantes da formatura os momentos mais marcantes durante os cinco anos de curso. Lembraram que a ocupação do espaço universitário ainda é um privilégio no país e uma barreira colocada principalmente aos filhos de camponeses, historicamente privados do direito de estudar. Diante dessa realidade, destacaram a luta do MST desde 2012 para tornar possível o Curso Superior de Agronomia com Ênfase em Agroecologia no Instituto Educar. “O processo inicial não foi fácil. Houve intensas negociações com representantes da universidade, apresentando o projeto, os objetivos do curso, a importância da formação para a juventude camponesa e do desenvolvimento da produção agroecológica nos assentamento de Reforma Agrária”, resgataram.

 

Segundo os recém-formados, lutas em torno de objetivos coletivos se fizeram necessárias para garantir a continuidade dos seus estudos, em função do desmonte do Pronera após o golpe político, midiático e parlamentar de 2016. Recordaram a maturidade que tiveram para enfrentar aquele momento, com a decisão de destinar recursos que estavam sendo guardados à formatura para apoiar financeiramente o Instituto Educar, garantir a infraestrutura básica e impedir a paralisação das aulas.

 

Para a turma, que recebeu o nome de Ênio Guterres — em homenagem e memória ao engenheiro agrônomo e militante da agroecologia falecido em 2005 —, a elaboração teórica e a pesquisa acadêmica também foram grandes desafios, pois vinham acompanhadas da tarefa de estudar e pesquisar costumes, técnicas, culturas e problemáticas que envolveriam a base Sem Terra. No entanto, os jovens se destacaram pela qualidade dos trabalhos de conclusão de curso e o resultado das avaliações, feitas por doutores — as notas mais baixas foram oito, 15 jovens receberam nota 10 e 15 já estão publicando artigos.

 

Além disso, o único trabalho brasileiro premiado na Conferência Internacional sobre Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada, evento que envolveu este ano mais de 400 elaborações de acadêmicos, mestres e doutores de 32 países em Porto Alegre, é de autoria da primeira turma de Agronomia do Instituto Educar. Conforme a educadora Salete Campigotto, os recém-formados possuem alta qualidade e contribuirão com o desenvolvimento sustentável dos assentamentos da Reforma Agrária. “Muitos já estão inseridos em cooperativas e no Setor de Produção do MST em várias regiões do Brasil, e alguns jovens ajudarão camponeses a aplicarem a agroecologia na Venezuela e no Haiti”, contou.

 

Motivos de orgulho

 

O engenheiro agrônomo Adalberto Martins foi escolhido para ser paraninfo da turma Ênio Guterres, juntamente com a educadora Salete Campigotto. Durante o ato de colação de grau, eles demonstraram o orgulho que sentem pela formação dos pioneiros em Agronomia do Instituto Educar e elogiaram a trajetória trilhada pelos 44 formandos durante as etapas do curso. “Vocês amadureceram e se transformaram. Se tornaram seres humanos melhores e comprometidos com os camponeses e as mudanças necessárias ao país. Essa turma nos orgulha, porque é a maior formada pela UFFS no Campus de Erechim, porque alguns de vocês nós vimos crianças, vimos seus pais em acampamentos e em assentamentos se sacrificando para organizar o MST. Sem vocês aqui hoje, isso tudo não faria sentido. Agora é a hora de nos responsabilizarmos, de darmos sequência a essa dedicação pela causa popular”, apontou Martins.

 

Já Mário Lill, coordenador geral do Instituto Educar, agradeceu a todos que, de uma forma ou outra, contribuíram para que o curso se tornasse realidade. Ele destacou que a instituição é resultado da luta do MST, que traz como frutos a Reforma Agrária, a reorganização da produção, a socialização do conhecimento e condições melhores de vida. “O Educar fez tudo o que pôde para que os formandos saíssem daqui os mais humanos possíveis e com o máximo de conhecimento para transformar a produção em nossos assentamentos”, finalizou.

 

Texto: Catiana de Medeiros

Fotos: Maiara Rauber

Across from the Seattle Central Library in downtown

A marriage is a form where two people are united in marriage. Marriage traditions and customs vary greatly between societies, ethnical groups, persuasions, countries, and social classes. Utmost marriage observances involve an exchange of marriage promises by a couple, donation of a gift (immolation, rings, emblematic item, flowers, plutocrat, dress), and a public proclamation of marriage by an authority figure or partyer. Special marriage garments are frequently worn, and the form is occasionally followed by a marriage event. Music, poetry, prayers, or readings from religious textbooks or literature are also generally incorporated into the form, as well as superstitious customs.

 

For More Updates, you can contact us Through Social sites that are given below,

 

Website: valleyluxuryevents.com/

 

Contact: 916–518–0200

 

Email:

info@valleyluxuryevents.com

 

Address: 525 Harbor Blvd Suite 70 West Sacramento, Ca, 95691

 

Instagram: www.instagram.com/valleyluxuryevents/

 

Twitter: twitter.com/ValleyLuxuryEv1

 

The marriage form is frequently followed by a marriage event or a marriage breakfast, in which the rituals may include speeches from a bachelor, stylish man, father of a bridegroom, and conceivably a bridegroom, the newlyweds' first cotillion as a couple, and the slice of an elegant marriage cutlet. In recent times traditions have changed to include a father-son cotillion for a bridegroom and her father, and occasionally also a mama-son cotillion for a bachelor and his mama.

  

form and function

The Paringa Bridge forms part of the Sturt Highway, carrying traffic across the Murray River between Renmark and Paringa.

 

The Paringa Bridge is one of only four suspension bridges still spanning the Murray River, opening in January 1927. The bridge is of particular structural significance due to its advanced engineering which allows a section of the bridge to be raised to allow larger river traffic to pass through. This is crucial for our large fleet of commercial houseboats to move up and downstream as a part of their river experience.

 

The bridge structure was designed and constructed in Adelaide and was to cater for both road and rail traffic, though you could be mistaken for thinking the road carriages were an afterthought, especially once you have driven across the bridge on the narrow laneways (especially if you are in a van, motorhome or truck)!

 

With rail no longer operating in the region, the track section of the bridge has been converted to a pedestrian walkway and forms a part of the district's Tracks and Trails network.

 

The lift-span section of the bridge continue to operate to this day with the bridge scheduled to lift at 9.30am and 2.30pm daily (depending on river traffic).

19/11/13 in Ysgol in Moelwyn with Maria Hayes and Mark Pavey

Dress Form Mannequin with Arms Floral Striped Fabric Ribbon Rosettes Decoupaged Painted Mint Green Vintage Dried Flowers

 

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I can be found here: www.etsy.com/shop/thewhiterabbitstudio?ref=l2-shopheader-...

 

Thank you for looking.

-Kimberly

Morning dew on an "elegans" hosta in the garden. Soon it will be coated with frost. My attempt at an "O'Keefe" type image.

Students had to fill in two forms before picking up their refurb PCs.

As this PC is given out on a long term loan rather than a donation, recipients has to sign to agree to terms .

I was camping this weekend and have to admit I was a bit desperate for shots. Not too proud of this entry, but I still covered the day.

 

Day 18 of the July Challenge

 

See the rest of my photos in this set and check out the Photochallenge group.

The vaccination forms require some information from each person to gather some statistical information about the people receiving vaccines, including timestamps to allow the MRC to evaluate how well it was able to get patients in and out of the door.

Thinking In Universe..Mind Of Universe

The later of the two renowned 'triple bunk' Fettiplace monuments in the chancel, its form inspired by the earlier monument next to it. The three effigies were carved by Oxford sculptor William Byrd and commemorate (from top to bottom) Sir Edmund Fettiplace (d.1686), his father Sir John Fettiplace (d.1672) and his uncle John Fettiplace (d.1657).

 

Swinbrook church is justly renowned as one of the most rewarding one could hope to visit, a modest building but one of great charm with some fascinating contents.

 

The present church is of 12th century origin but most of the present building is the result of later rebuilding, much of it in the 15th century from when the present traceried windows appear to date, including that which fills most of the east wall of the chancel. The tower is a bit of an oddity, a diminutive structure that looks like an afterthought and technically is, having only been added in 1822, its western face eccentrically supported on a flat arched suspended between two buttresses.

 

It is inside where the real surprises await, for this charming Cotswold church has a unique pair of monuments from both ends of the 17th century that fill the entire north wall of the chancel, the monuments of the Fettiplace family whose sons are arrayed as effigies reclining on their elbows on shelves in a triple-decker arrangement, the earlier figures stiff and awkward but the later group far more naturalistic works of much higher quality.

 

There are other monuments of note, including later medieval brasses in the chancel and a fine group of ancient stalls with carved misericords, a rarity in a parish church. The upper traceries of the east window once preserved their original 15th century glass but only two of the angel figures remain in situ, the rest were damaged by a bomb in World War II and were re-assembled in the east window of the south aisle where they can be seen at closer quarters at least.

 

Outside the church are the graves of three of the Mitford Sisters who once lived nearby at Swinbrook Manor.

 

Swinbrook church is one not to miss if in the area and indeed worth a longer trip to see. Happily the church is normally kept open and welcoming to visitors during the day.

 

www.greatenglishchurches.co.uk/html/swinbrook.html

Swallow with some nest building materials

gelados com sabor Ineditos vem a GC&F,LdaTel:924 617 026/ 995 617 026

Astragalus shultziorum, a phenotypically, genetically, and geographically distinct segregate of Astragalus molybdenus, is common on talus slopes and rocky benches dominated by short-statured vegetation and from Rendezvous Mountain to the Mount Meek area in the Teton Range. This site is along the trail just north of Mount Meek Pass. The long-attenuate style emanating from the distal tip of a triquetrous legume (triangular in cross-section), peduncles that are distinctly shorter than the leaves (averaging not much over 2 cm long) and that generally bear one or two sometimes three flowers or fruits are distinguishing traits of this mat-forming perennial milkvetch. Barneby refers to the infructescence as humistrately ascending, which is generally the case.

Ivy, owner of this woderful farm kindly gave lovecycling.sg riders an inspiring introduction to her farm. Plus many little childhood story of her kampong life.

Sticker art (also known as sticker bombing, sticker slapping, slap tagging, and sticker tagging) is a form of street art in which an image or message is publicly displayed using stickers. These stickers may promote a political agenda, comment on a policy or issue, or comprise a subcategory of graffiti.

 

Sticker artists use a variety of label types, including inexpensively purchased and free stickers, such as the United States Postal Service's Label 228 or name tags.

 

Even if there were various unknown pioneers before, the first officially recognized example of sticker art in the USA is André the giant has a posse by Shepard Fairey, created in 1989. The first European (and non-American) sticker art project is I Sauri, started in 1993. Since 2000, many graffiti artists and street artists, like Katsu or Barry McGee incorporated stickers in their production, using them as an alternative to tagging and bombing, or as autonomous art projects.

 

Label 228s are often used with hand-drawn art, and are quite hard to remove, leaving a white, sticky residue.

 

Sticker artists can design and print thousands of stickers at low cost using a commercial printing service or at home with a computer printer and self-adhesive labels.

 

Sticker artists also print their designs onto adhesive vinyl, which has a strong, permanent adhesive, is waterproof, and generally fade resistant. A variant type of adhesive vinyl, called "destructible", is used by some artists. Destructible vinyl decals are primarily used as tamper indicators on equipment and shipping containers. The difficult–to–remove nature of this material is attractive to sticker artists, including B.N.E. and Obey Giant.

 

Artist Cristina Vanko refers to her "I am Coal" project as "smart vandalism." Vanko uses stickers to identify objects that are coal powered, spreading awareness of global climate change.

 

The artist Cindy Hinant created a series of projects from 2006 to 2009 that combined the tradition of sticker collecting and sticker bombing in works that reflected on feminine representations in popular culture.

 

Sticker artists often trade their work with each other in order to expand distribution. An artist's stickers may be distributed worldwide and end up adhered in places they themselves have never been to. These trades are sometimes arranged personally or through social networking sites.

Formed at the breakup of Gondwana, some 135 million years ago, the sandstone layers of Water Fall Bluff are home to a number of waterfalls, unique in that they drop from off top the Bluff directly into the ocean below,

Electronic transmedia project based in Bogotá - Colombia - Southern waves and frequencies.

 

"of the cold and noisy nights, of the depths of the emotions, of the darkness of the soul and life. a sordid, hypnotic work of strong and energetic rhythms, with basses that reference in this digital age the decadent notes of the 80s, the dark cyber punk synths, cold wave, garage post punk, the abandoned floor, voices heartbreaking, sensual and energetic of our underground mental world, our most abstract and dense thoughts. Mental abstractions, immersed in our analogue digital synthetic atmosphere of emotions and noises, lost among electronic scrap, between technologies, neon lights and shadows of the universe of the present...

Por meio da Educação, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) reforça a luta por um novo projeto de agricultura, que respeite a natureza e todas as formas de vida. Esse objetivo se fortalece com a formatura de 44 jovens camponeses, oriundos de dez estados, no Curso Superior de Agronomia com Ênfase em Agroecologia. A colação de grau dos trabalhadores Sem Terra e Atingidos por Barragens foi realizada na noite do dia 15 de dezembro de 2018 no Assentamento Novo Sarandi, em Sarandi, no Norte do Rio Grande do Sul.

 

As aulas de Bacharelado em Agronomia acontecem desde 2014 no Instituto Educar, uma escola de ensino superior e técnico construída pelo MST na antiga Fazenda Annoni, em Pontão, também na região Norte gaúcha. Essa é a primeira turma de engenheiros agrônomos formada na instituição. A segunda conclui seus estudos em 2020 e a terceira deve ingressar em fevereiro de 2019. O curso, que possui cinco anos de duração e ocorre em regime de alternância, é viabilizado através do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), em parceria com a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Erechim.

 

Colação de grau

 

O ato de colação de grau lembrou o papel histórico das mulheres camponesas na descoberta e no desenvolvimento da agricultura, por meio do cultivo e da preservação de sementes crioulas. Também criticou a ofensiva do modelo capitalista de produção, que destrói a natureza com o uso abusivo de insumos químicos, agrotóxicos e sementes transgênicas. O novo projeto de agricultura, defendido pelo MST para o campo brasileiro, foi representado pelos 44 jovens formandos, que simbolizaram o sonho de milhares de famílias Sem Terra de transformar a sociedade com a agroecologia.

 

Nesse sentido, a assentada Irene Manfio ressaltou que esse novo projeto deve incluir “as famílias camponesas como sujeitos de uma transformação histórica no campo e na cidade” e ser capaz de produzir alimentos saudáveis e de interpretar a natureza como aliada e não como inimiga. “Queremos relações mais humanas e não de interesses econômicos. Assim, se faz necessário formar agrônomos militantes que construam junto com o campesinato a agroecologia”, disse.

 

O juramento dos formandos complementou o tom das declarações de Irene. Eles se comprometeram a trabalhar pelo bem da humanidade, a respeitar a natureza e os saberes camponeses, a buscar a sustentabilidade ambiental, uma agricultura socialmente justa, economicamente viável e ecologicamente sustentável, além de compartilhar seus conhecimentos, honrar o legado de luta herdado de seus pais e educadores e sempre seguir, na execução das atividades de Agronomia, os princípios da agroecologia.

 

Desafios e superações

 

Os oradores Tatiana Lopes e Lucas da Silva, representando todos os integrantes da turma, compartilharam com os participantes da formatura os momentos mais marcantes durante os cinco anos de curso. Lembraram que a ocupação do espaço universitário ainda é um privilégio no país e uma barreira colocada principalmente aos filhos de camponeses, historicamente privados do direito de estudar. Diante dessa realidade, destacaram a luta do MST desde 2012 para tornar possível o Curso Superior de Agronomia com Ênfase em Agroecologia no Instituto Educar. “O processo inicial não foi fácil. Houve intensas negociações com representantes da universidade, apresentando o projeto, os objetivos do curso, a importância da formação para a juventude camponesa e do desenvolvimento da produção agroecológica nos assentamento de Reforma Agrária”, resgataram.

 

Segundo os recém-formados, lutas em torno de objetivos coletivos se fizeram necessárias para garantir a continuidade dos seus estudos, em função do desmonte do Pronera após o golpe político, midiático e parlamentar de 2016. Recordaram a maturidade que tiveram para enfrentar aquele momento, com a decisão de destinar recursos que estavam sendo guardados à formatura para apoiar financeiramente o Instituto Educar, garantir a infraestrutura básica e impedir a paralisação das aulas.

 

Para a turma, que recebeu o nome de Ênio Guterres — em homenagem e memória ao engenheiro agrônomo e militante da agroecologia falecido em 2005 —, a elaboração teórica e a pesquisa acadêmica também foram grandes desafios, pois vinham acompanhadas da tarefa de estudar e pesquisar costumes, técnicas, culturas e problemáticas que envolveriam a base Sem Terra. No entanto, os jovens se destacaram pela qualidade dos trabalhos de conclusão de curso e o resultado das avaliações, feitas por doutores — as notas mais baixas foram oito, 15 jovens receberam nota 10 e 15 já estão publicando artigos.

 

Além disso, o único trabalho brasileiro premiado na Conferência Internacional sobre Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada, evento que envolveu este ano mais de 400 elaborações de acadêmicos, mestres e doutores de 32 países em Porto Alegre, é de autoria da primeira turma de Agronomia do Instituto Educar. Conforme a educadora Salete Campigotto, os recém-formados possuem alta qualidade e contribuirão com o desenvolvimento sustentável dos assentamentos da Reforma Agrária. “Muitos já estão inseridos em cooperativas e no Setor de Produção do MST em várias regiões do Brasil, e alguns jovens ajudarão camponeses a aplicarem a agroecologia na Venezuela e no Haiti”, contou.

 

Motivos de orgulho

 

O engenheiro agrônomo Adalberto Martins foi escolhido para ser paraninfo da turma Ênio Guterres, juntamente com a educadora Salete Campigotto. Durante o ato de colação de grau, eles demonstraram o orgulho que sentem pela formação dos pioneiros em Agronomia do Instituto Educar e elogiaram a trajetória trilhada pelos 44 formandos durante as etapas do curso. “Vocês amadureceram e se transformaram. Se tornaram seres humanos melhores e comprometidos com os camponeses e as mudanças necessárias ao país. Essa turma nos orgulha, porque é a maior formada pela UFFS no Campus de Erechim, porque alguns de vocês nós vimos crianças, vimos seus pais em acampamentos e em assentamentos se sacrificando para organizar o MST. Sem vocês aqui hoje, isso tudo não faria sentido. Agora é a hora de nos responsabilizarmos, de darmos sequência a essa dedicação pela causa popular”, apontou Martins.

 

Já Mário Lill, coordenador geral do Instituto Educar, agradeceu a todos que, de uma forma ou outra, contribuíram para que o curso se tornasse realidade. Ele destacou que a instituição é resultado da luta do MST, que traz como frutos a Reforma Agrária, a reorganização da produção, a socialização do conhecimento e condições melhores de vida. “O Educar fez tudo o que pôde para que os formandos saíssem daqui os mais humanos possíveis e com o máximo de conhecimento para transformar a produção em nossos assentamentos”, finalizou.

 

Texto: Catiana de Medeiros

Fotos: Maiara Rauber

Lembranças de casamento:

Sachês em forma de coração confeccionados em tecido, fitas de cetim e botões personalizados.

Forming Words, showcases a selection of contemporary craft objects, which have been inspired and informed by text. Each work in this exhibition was specially commissioned by Flow Gallery, London, and responds to a piece of writing of the artist's choice, from poetry to a letter to lyrics.

 

For more info visit: www.craftanddesign.com

Copyright André Corrrêa

 

Camera: Diana F+ Snowcat

 

Filme: Lomography 120mm 100 ISO BW

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