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Item No.-11 C1/675/2018

Agenda :

 

To Consider renewal of regular permit in respect of Stage Carriage KL 47 D 606 is operating on the route Guruvayur-Chottanikkara Via Thriprayar, Kodungallur,Moothukunnam-Varapuzha- Koonamavu-N.paruredappally-Highcourt Ernakulam South Vyttila-Thiruvankulam as LSOS. Valid up to 06.04.2018

 

Applicant :Sri. Hamsa K.K, Karukaparambil House,Mathilakam.Thrissur

 

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Item No. 21 No.C5/44507/2011/R

Agenda

 

To reconsider the application for variation of permit in respect of Stage Carriage KL 47 6566 (replaced by KL 47 D 606 ) on the route Chottanikkara Guruvayur (via) Puthiyakavu - tripunithura - vyttila - ernakulam South - M.G Road Kaloor - palarivattom - Edappally - muttar Bridge - paravur - moothakunnam - kodungallur chettuva AS LSOS valid up to 06.04.2018 by deviating the route from Koonammavu to Kunnumpuram via Varapuzha bridge instead of via Pathalam without changing the existing timings and trips

 

Applicant : K.K. Hamza, Karukaparambil house, Rejula Manzil, P.O. Mathilakam, Thrissur

 

Ernakulam 5.46

N.Paravur 6.46

Kodungallur 7.10

Guruvayur 8.46 - 8.52

Kodungallur 10.28

N.Paravur 10.52

Ernakulam 11.52 - 12.38

N.Paravur 1.38

Kodungallur 2.02

Guruvayur 3.37 - 4.39

Kodungallur 6.15

N.Paravur 6.39

Ernakulam 7.39

Chottanikkara 8.05 Halt

Consider this.. McDonald's- the burger chain- makes money in largely vegetarian India. This is a company with imagination!

 

I don't now what an aaj bhi is... can anyone help? But I do know that at the time (Nov 07) Rs 20 was about 50 US cents.

 

This is the same store are you see in my other "Janpath" McDonald's photo.

 

Mr ref: MCD-Jan-Window-4457

Luke Chapter 12 27 “Consider how the wild flowers grow. They do not labor or spin. Yet I tell you, not even Solomon in all his splendor was dressed like one of these. 28 If that is how God clothes the grass of the field, which is here today, and tomorrow is thrown into the fire, how much more will he clothe you—you of little faith!

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Nigel considers the next shot - there is a second train being loaded at Cwmbargoed washery to the right of the scene.

 

The train is the FHH 14.00 to Aberthaw power station headed by 66513..

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Consider this a trailer for this year's flickr project.

I've always loved going to the cinema, more so than just watching films on TV or DVD. Since 1995 (my second year at university I think) I've been collecting my cinema tickets. This year I will be scanning each one individually and storing them on flickr for prosperity.

 

The more I think about this the more autobiographical this collection becomes.

 

But boy do Vue print poor quality tickets compared to pictureville.

Considerada a praça mais bela da Paraíba, a Praça Getúlio Vargas é o principal cartão postal da cidade, um dos locais mais fotografados do município. Nela encontra-se playground, lanchonetes, painéis em mosaico, jardineiras e réplicas de animais da fauna mundial (http://www.pocinhos.pb.gov.br/turismo.php)

 

Pocinhos está situado no Planalto da Borborema, na mesorregião do agreste paraibano, na microrregião do Curimataú Ocidental, com uma área de 629,521km², representando um percentual de 16,23% da microrregião e de 1,12% do estado. A sede está a uma altitude de 640 metros acima do nível do mar e as coordenadas geográficas são de 7º04’36” de latitude S e 36º03’40” de longitude W. Distância: Dista 152 km da capital, João Pessoa, e a 30 km da cidade de Campina Grande, com quem mantêm intenso relacionamento ecocômico social.

 

Conforme dados coletados pelo IBGE, a população de Pocinhos em 2007 foi de aproximadamente 15.956 pessoas, representando um crescimento de 7,23% com relação à população de 2000. ( www.pocinhos.pb.gov.br/index.php)

 

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Photo by Eric Wheeler, Metro Transit.

Considerada um dos mais impressionantes edifícios lisboetas, a Igreja de São Vicente de Fora ergue-se como uma imagem emblemática do mecenato arquitectónico de Filipe I, depois de ter subido ao trono português.

Instituído por D. Afonso Henriques em 1147, decorrendo do voto feito pelo monarca caso conseguisse conquistar Lisboa, o mosteiro dedicado ao mártir, e entregue aos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, simbolizou na sua essência a refundação cristã da cidade, tornando-se progressivamente uma das mais importantes casas conventuais lisboetas.

Em 1527, D. João III encetou uma profunda reforma no interior da ordem dos Crúzios, que estabelecia uma reformulação das regras de vida monástica, estendendo-se à arquitectura dos complexos conventuais.

No entanto, só no início do reinado de Filipe I foi iniciada a reforma do edifício da igreja e do mosteiro, numa acção em que o monarca "refazia o gesto fundacional de Afonso Henriques, sobretudo como gesto primeiro de um novo dinasta e de um novo mecenas", reforçada pela escolha do templo para panteão real (SOROMENHO, 1994, p. 208).

A autoria da traça do novo mosteiro continua envolta em alguma polémica, embora nos últimos anos seja consensual que as grandes figuras de destaque da reforma vicentina sejam os arquitectos Juan de Herrera e Filipe Terzi.

Se a Herrera, autor do Escorial, são atribuídos os planos do complexo mandados fazer por Filipe I, coincidindo a data dos esboços com os anos de permanência do arquitecto em Lisboa (1580-1583), de Terzi destaca-se o seu contributo nas "traças operativas", ou seja, o seu papel na condução do estaleiro de obras e a influência decisiva do seu trabalho na estrutura final (idem, ibidem, p. 210).

Outra figura de destaque na obra de São Vicente de Fora é, sem dúvida, o arquitecto português Baltazar Álvares, que dirigiu as obras entre 1597 e 1624, e a quem se aponta a composição da fachada (idem, ibidem; SOROMENHO, 1995, p. 379-380). Adaptando a tradição do Maneirismo romano às tradições arquitectónicas portuguesas, o seu modelo constituiu-se como uma das géneses do estilo chão, marcando em definitivo a arquitectura maneirista, em Portugal e em todo o mundo português, durante o século XVII.

De planta longitudinal, o templo vicentino possui nave única, com transepto, capela-mor bastante profunda e retrocoro. Nas paredes laterais da nave "destaca-se a sequência rítmica de pilastras emparelhadas" (idem, ibidem), entre as quais foram rasgadas, em 1608 pequenas capelas, comunicantes entre si. O espaço, cuja iluminação é feita através de janelas termais que se distribuem pelo topo da cabeceira e do transepto, é coberto por abóbada de berço de caixotões, estando estes decorados com diferentes relevos. O cruzeiro da igreja era originalmente rematado por uma cúpula, que ficou totalmente destruída durante o terramoto de 1755.

A fachada apresenta uma composição muito original, de linhas sóbrias e depuradas mas repleta de monumentalidade, como convinha a uma igreja designada panteão-real, na qual se destaca a disposição das duas torres. Estas não são simplesmente justapostas como dois blocos adossados ao frontispício, mas antes plenamente integradas na estrutura, numa tipologia que recria, à luz da tratadística renascentista, a arquitectura medieval portuguesa, alcançando "um equilíbrio perfeito entre a tensão horizontal de um alçado de cinco tramos e a verticalidade sugerida pelos volumes torreados" (idem, ibidem).

Catarina Oliveira

DIDA/IGESPAR/28 de Novembro de 2007 www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel...

Considerada o "coração da cidade", antigamente era banhada pelo mar e chamada de Prainha. O Largo Costa Pereira foi transformado na Praça da Independência, sendo conhecido por este nome até a década de 60, quando voltou a sua denominação anterior.

Vitória, Espirito Santo

 

Considerado um dos principais teóricos dos direitos fundamentais, Robert Alexy (d) recebeu título de professor Honoris Causa da Universidade do Oeste de Santa Catarina, em Chapecó. Entrega foi feita pelo reitor da instituição, Aristides Cimadon.

 

Crédito de foto: Kaehryan Fauth.

United Nations, New York, 19 December 2016 - The UN Secretary-General’s Special Representative for Afghanistan called on the international community and all Afghans, including the Taliban, to back a peace process to end the suffering of the Afghan people.

 

“It takes courage to enter into a peace process,” stressed Tadamichi Yamamoto, who is also the head of the UN Assistance Mission in Afghanistan (UNAMA). “It is not an admission of defeat; it is a recognition of reality,” as an “endless war ruins the country.”

 

The only path to a meaningful peace, he said, is by Afghans talking directly with Afghans. Mr. Yamamoto urged all parties to the longstanding conflict to identify common interests, and asked for the Taliban to participate in sincere peace talks “without preconditions.”

 

In his briefing to the UN Security Council, Mr. Yamamoto underscored the urgency of his message by noting that an unprecedented number of Afghans have been displaced this year, with continued fighting taking a devastating toll on civilians.

 

“In 2016, thousands and thousands of Afghans have been killed in the conflict, and tens of thousands more were wounded,” he said, noting that a better future for Afghanistan is not possible without peace.

 

“At stake is the future of the Afghan people and the country,” he stressed, imploring the warring parties to come to the table by asking them to consider the human toll of conflict and answer the question: “Is compromise and accommodation really not possible?”

 

While outlining the dire situation Afghans face, Mr. Yamamoto spoke optimistically about the international will to back Afghanistan’s development. He said he saw “hope in Afghanistan” after key donor conferences in Brussels and Warsaw, and commended the Afghan government for advancing its reform agenda and improving public services.

 

In closing, the Special Representative outlined steps that could be taken by the government and anti-government elements to move the peace process forward, including through the added participation of women to help shape a lasting peace.

 

While emphasizing the importance of intra-Afghan dialogue, the Special Representative informed the Security Council that international support remains imperative.

 

“I am encouraged by the positive messages of support of the regional countries for an Afghan-led peace process, and I look forward to these messages showing positive results,” he said. “I call upon each country of the region to ask itself what more it can do to help create an environment conducive to peace in Afghanistan and the region.”

 

UN Photo/Amanda Voisard.

Do consider joining me on the February 2015 East Coast Waterfowl Tour for the waterfowl (and more) experience of a lifetime!

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A procurement management software is a computer program to automate the sale and purchase process in an organization. To know more view this infographics.

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A Marina Bracuhy é hoje considerada a maior e mais bem equipada Marina do Brasil. Localizada dentro do complexo Porto Marina Bracuhy, possui atualmente 700 embarcações sob sua guarda. A estrutura náutica não poderia ser mais completa. Além da bacia de evolução (108.000m2) ser abrigada, seus cais construídos em ferro-cimento presos a estacas, proporcionam total segurança às embarcações ali atracadas. Há também em funcionamento um travel-lift com capacidade de 20 toneladas, carreira para barcos de até 150 toneladas, além da rampa propriamente dita. Além disso, a Marina conta com os serviços de um posto de abastecimento náutico, com gelo a vontade, assim como serviços de marinharia, reparos em fibra e madeira, mecânica, eletricistas, velerias, etc, além da Sala de Rádio que funciona durante 24 horas. A capacidade final da Marina será de 2.000 embarcações entre vagas secas e molhadas.

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twitter.com/Memoire2cite les 30 glorieuses . com & l'Architecture Hospitalière centre hospitalier universitaire ou pas Les hôpitaux modernes sont conçus pour minimiser les efforts du personnel médical et réduire les risques de contamination, tout en optimisant l’efficacité du système dans son ensemble. La longueur des déplacements du personnel au sein de l’hôpital est réduite et le transport des patients d’une unité à une autre facilité. Le bâtiment doit intégrer des départements lourds, comme la radiologie et les blocs opératoires, tout en prenant en compte d’importantes spécificités en termes de raccordements électriques, de plomberie, et de gestion des déchets.Cependant, on remarque que les hôpitaux « modernes » sont souvent le produit d’une croissance qui s’étale sur des décennies ou même des siècles, fréquemment mal contrôlée. Cette croissance a entraîné des ajouts successifs, nécessaires mais désorganisés, en fonction des besoins et des ressources financières.Cor Wagenar, historien en architecture néerlandais, considère que de nombreux hôpitaux sont des catastrophes, des institutions anonymes et complexes où règne la bureaucratie et totalement inadaptées à la fonction pour laquelle elles ont été créées. Elles ne sont généralement pas fonctionnelles, et au lieu de mettre les patients à l’aise, elles créent du stress et de l’anxiété.Certains hôpitaux, plus récents, tentent de retrouver des architectures prenant en compte la psychologie des patients, comme une meilleure aération, des vues plus dégagées ou encore des couleurs plus agréables à l’œil. On renoue avec les concepts anciens du « bon air » et des « pouvoirs guérisseurs de la nature » qui furent employés lors du développement des hôpitaux pavillonnaires. Des études menées par la British Medical Association ont montré qu’une bonne architecture hospitalière peut réduire la période de guérison des patients. L’exposition au soleil aide à lutter contre la dépression ; des chambres non-mixtes permettent plus d’intimité et favorisent une certaine dignité des malades ; la présence d’espaces verts et de jardins est également importante : regarder par la fenêtre améliore l’humeur des patients, diminue leur tension et leur niveau de stress. La disparition des longs couloirs réduit la fatigue et le stress des infirmières.Autre mutation actuelle notable la migration d’un système de chambres communes divisées par des cloisons amovibles vers un système de chambres individuelles. Le système de chambres aménageables est considéré comme très efficace, surtout par le personnel médical, mais il est beaucoup plus stressant pour les patients et nuit à leur intimité. Mais demeure la contrainte importante du coût de ces chambres et de leur maintenance, ce qui pousse certains hôpitaux à tarifier plus cher pour des chambres individuelles. www.citedelarchitecture.fr/fr/video/architecture-hospital... www.youtube.com/watch?v=8pB9GEZI-Fg 15. Architecture hospitalière de la fin du XVIIIe siècle à nos jours

Pierre-Louis Laget, conservateur du patrimoine, chercheur dans le service de l'Inventaire général de la région Nord-Pas-de-CalaisDans le contexte du vaste mouvement de réflexion portant sur l'architecture et l'hygiène hospitalière qui prit naissance à la suite de l'incendie de l'Hotel-Dieu de Paris en 1772, fut élaboré un nouveau parti architectural, appelé bientôt système pavillonnaire, consistant à scinder un établissement hospitalier en une série de bâtiments indépendants, reliés ou non par des galeries de services aériennes ou encore souterraines. « Dans les années 1950, le biologiste et médecin américain Jonas Salk (1914-1995)

cherchait un traitement contre la poliomyélite dans un sombre laboratoire d’un soussol de Pittsburgh. Les progrès étaient lents, et, pour s’aérer l’esprit, Salk fit un voyage à

Assise, en Italie, où il visita la basilique Saint-François d’Assise datant du XIII e siècle,

se promenant entre les colonnes et dans les jardins des cloîtres. Là, de nouvelles idées

surgirent dans son esprit, dont celle qui finit par le conduire à un vaccin efficace contre

la poliomyélite, en 1955. Le chercheur devint convaincu que l’environnement d’un

bâtiment peut influer sur l’esprit. Dans les années 1960, il s’associa à l’architecte Louis

Kahn (1901-1974) pour construire l’Institut Salk à La Jolla, près de San Diego en

Californie : cela devait être un établissement de recherche capable de stimuler la

créativité des scientifiques. Salk redécouvrait ainsi ce dont les architectes ont l’intuition

de longue date : les endroits que nous habitons peuvent agir sur nos pensées, nos

sentiments et nos comportements. Depuis plusieurs années, les spécialistes du

comportement apportent des arguments empiriques en ce sens. Leurs recherches

suggèrent qu’il est possible de concevoir les espaces de vie qui favorisent la créativité,

l’attention et la vigilance, ou la relaxation et la convivialité ». (Cerveau & Psycho,

2009, n° 33, p. 30). La lecture de ce début d’un article intitulé « Comment l’architecture

influence notre pensée » dans la revue Cerveau & Psycho a fortement résonné en moi

au moment où je construisais le projet du présent mémoire dans la mesure où cela faisait

écho à des intuitions que j’avais forgées comme patient et que je souhaitais interroger

en tant que futur architecte. Cela a été un des éléments qui m’ont décidé à travailler sur

l’architecture des bâtiments de santé sous l’angle de la perception qu’en ont les usagers.Plus que pour d’autres bâtiments, la construction d’un hôpital s’avère extrêmement

contrainte par un programme d’une grande complexité fixé en amont et avec lequel

l’architecte doit composer tout comme avec le site et les règles, elles aussi très

contraignantes, de la composition architecturale. Il s’appuie aussi, pour avancer dans

son projet, sur les besoins sociaux dont il a la connaissance ou l’intuition. Ainsi Pierre

Riboulet (1994), dans le journal qu’il tient de sa réflexion de cinq mois (de mai à

octobre 1980) sur le projet du grand hôpital pédiatrique Robert Debré, note, dès les

premiers jours, les 13 et 17 mai: « Que les enfants entrent là comme dans un lieu

familier, un lieu dont ils aient l’habitude » et, inventoriant « les lieux que pratiquent les

enfants dans les villes », (« des endroits où l’on peut courir, où il n’y a pas de

voitures », « des endroits qui ne font pas mal, où il y a les copains et les copines, où l’on

peut rigoler »), il conclut : « Il faudrait entrer dans l’hôpital comme on passe dans une

rue, une galerie où il y beaucoup de choses à regarder, où l’on peut aller et venir sans

obligation, courir et rêver. » De cela découle un bâtiment dont il affirme « qu’il ne faut

pas faire là un édifice » et qu’il cherche à rendre, avec le succès que l’on sait, le moins

intimidant possible pour des enfants.

Il s’avère qu’en plus de son intuition certaines recherches peuvent aussi renseigner

l’architecte et le programmiste sur les besoins fondamentaux des patients. Menées en

psychologie environnementale (Moser, 2009) ou en géographie de la santé (Gesler,

2003), elles ont mis en exergue différents facteurs contribuant au bien-être comme

constitutif de la santé dans la définition que donne l’OMS de cette dernière dans la

constitution de 1946 et qui fait toujours référence : « La santé est un état de complet

bien-être physique, mental et social et ne consiste pas seulement en une absence de

maladie et d’infirmité. ». Ces recherches incitent à prendre en compte, dans la

conception et dans l’évaluation d’un bâtiment de santé, la relation qu’établissent avec

ce bâtiment les usagers, et en particulier les patients. Il ne s’agit évidemment pas là d’un

élément tout à fait nouveau et une relation a sans doute été établie, de longue date, entre

la qualité d’un bâtiment de santé ou d’un lieu thérapeutique et le bien-être apporté au

patient. L’intérêt des recherches évoquées ci-dessus est, en affirmant avec force que « le

soin et le lieu sont inséparables » (Gessler, 2003) de tenter de trouver des critères

objectifs susceptibles d’expliquer la dimension « thérapeutique » d’un lieu de santé.C’est sur cette dimension que porte le présent mémoire qui étudie un service de Soins

de Suites et de Réadaptation (S.S.R), en l’occurrence celui de l’Hôpital Rothschild, à

Paris, dans lequel j’ai été invité en immersion du 28 mai au 7 juin 2013. L’objectif est

de comprendre et décrire la manière dont les différents usagers de ce SSR vivent le lieu

dans lequel ils exercent leur métier ou sont hospitalisés, quelle importance ils lui

accordent et sur quels points. Au plan architectural et programmatique, mon hypothèse

est que ce détour par les usagers et leur relation au lieu peut venir alimenter le cahier

des charges d’un bâtiment de santé en prenant appui non sur les seules intuitions mais

sur des éléments récurrents dans le discours des usagers.

Dans une première partie, je pose les bases théoriques qui permettent de penser cette

question et présente, en seconde partie, les choix méthodologiques effectués. Les

principaux résultats, présentés en troisième partie, m’amènent à une conclusion dans

laquelle j’envisage les éléments programmatiques qui découlent de mon enquête pour un bâtiment de santé et les pistes de réflexion ouvertes. ---- Comment est-on passé de la salle commune à la chambre individuelle ?

Comment l’hôpital, d’abord hospice, est devenu établissement de soins ?

Quelle est l’histoire des maternités, des lazarets, des asiles d’aliénés ? Autant

de réponses à découvrir dans le voyage architectural à travers toute la France

auquel invite ce bel ouvrage illustré de 592 pages, qui retrace l’histoire de

l’hôpital et de son architecture en France du Moyen-Âge à nos jours.

Jusqu’au siècle des Lumières, l’hôpital, lieu de charité chrétienne et d’exclusion

sociale, est aussi le premier outil d’une politique sanitaire balbutiante. L’incendie

de l’hôtel-Dieu de Paris, en 1772, est le catalyseur d’une double réflexion sur

la prise en charge des démunis et sur les réponses architecturales accordées

à une première médicalisation de l’hôpital. Ainsi architectes et médecins

poursuivent tout au long du XIXe

siècle la même chimère : une architecture en

mesure de soigner le corps et l’esprit. L’hygiénisme impose alors durablement

le plan en « double peigne » puis le système du pavillon isolé tandis que

les découvertes de Pasteur tardent à faire valoir leur logique. Inversement,

dans l’Entre-deux-guerres, ce sont les données économiques, sociales et

architecturales qui précèdent la révolution de l’antibiothérapie pour donner

naissance à l’hôpital-bloc. Les Trente Glorieuses appliquent à l’institution leur

politique centralisatrice, prescriptrice de modèles fonctionnels. Aujourd’hui,

les maîtres mots sont désormais humanisation et insertion urbaine.

Explorer l’histoire des hôpitaux en France revient à cheminer auprès du

pèlerin, de l’indigent, du marginal, du déviant, du fou, de l’enfant abandonné,

du vieillard, de l’infirme, du malade, aujourd’hui du patient. C’est surtout

découvrir, présents dans toutes nos villes, des bâtiments d’exception. L’histoire de l’hôpital est à tout à fait exemplaire de ces glissements progressifs, presque

insensibles quand on travaille sur une période courte, mais spectaculaires quand on prend

le sujet dans toute son ampleur : de la salle médiévale, qui n’offre qu’un abri, et un abri

dangereux, aux machines à guérir ultra-spécialisées d’aujourd’hui, dont les programmes

fournis par les maîtres d’ouvrage aux architectes comptent plusieurs centaines, voire

plusieurs milliers de pages.

On pourra donc faire une double lecture de ce livre : on y trouvera une histoire complète

et détaillée sur la longue durée et jusqu’au temps présent de l’hôpital en France, mais

aussi une très belle illustration de méthode. La clé de l’architecture est sans doute du

côté de la construction et sa poésie du côté des ornements, mais les causes profondes de

son évolution se trouvent d’abord du côté des programmes et de ce qui les conditionne

(mœurs, usages, mentalités, société, etc.).

Les auteurs de ce très bel ouvrage de synthèse sur les hôpitaux français n’ont pas organisé leur matière en fonction de l’histoire des styles, mais bien en fonction des causes

profondes de l’évolution des hôpitaux, c’est-à-dire en fonction d’une conception très

large de la médecine, incluant les connaissances vraies ou fausses sur la transmission

des maladies, mais aussi en fonction de la législation sur la santé publique. Ils rendent

donc lumineux ce lent processus, avec ses moments de basculements et de brusques

accélérations, qui remodèle leur objet. Ils n’en négligent pas pour autant les autres

facettes, des structures constructives aux styles et aux ornements. L’illustration, toujours judicieuse, offre à cet égard un tableau historique fascinant qui permet soit de

descendre dans le fil du temps, soit d’y remonter, soit encore de faire de magnifiques

arrêts sur image. Ces bâtiments en effet portent en eux des leçons d’architecture : ils

montrent que celle-ci, lorsqu’elle est belle, a pu et peut encore apporter aux cœurs des

hommes une joie ou une sérénité, lesquelles peuvent aussi contribuer à la guérison.

Au moment où le patrimoine hospitalier français connaît un bouleversement profond, à

la fois par l’émergence de toute une génération de nouveaux hôpitaux (où l’excellence

médicale n’est pas toujours au rendez-vous, tant les problèmes sont devenus complexes), et par la désaffectation de nombreux hôpitaux anciens, qui paraissent obsolètes,

ce qui conduit parfois à leur disparition et trop rarement à leur réhabilitation, il paraît

bien utile de revenir sur cette histoire. Or les auteurs de ce livre nous offrent une lecture profondément renouvelée par un recours systématique aux archives, manuscrites

ou imprimées, et clairement structurée par cette attention aux causes profondes de

ces mutations, dont la dernière se produit sous nos yeux.

Au lecteur maintenant d’entrer dans ce territoire défriché, balisé, éclairé, sous la

conduite des meilleurs guides. file:///C:/Users/u/Downloads/dp_hopitaux_121012-1.pdf -- file:///C:/Users/u/Downloads/08-Dossier+HOPITAL.pdf - le Logement Collectif* 50,60,70's dans tous ses états..Histoire & Mémoire de l'Habitat / Rétro-Villes / HLM / Banlieue / Renouvellement Urbain / Urbanisme 😊 De grandes barres d’immeubles, appelées les grands ensembles, sont le symbole de nos banlieues. Entrée Libre revient sur le phénomène de destruction de ces bâtiments qui reflètent aujourd’hui la misere www.youtube.com/watch?v=mCqHBP5SBiM Quatre murs et un toit 1953 Scenario et réalisation Pierre Jallaud MRU (ministère de la reconstruction et de l'urbanisme) www.dailymotion.com/video/xk6xui twitter.com/Memoire2cite/status/1121877386491043840/photo... Avril 1993, 6 ans après l'implosion de la tour DEBUSSY des 4000, 30% seulement des travaux de rénovation ont été réalisés et le chômage frappe toujours 1/3 des hbts. C'est un échec. A Mantes la Jolie, 6 mois après la destruction des 4 tours du Val Fourré, www.youtube.com/watch?v=ta4kj05KJOM … Banlieue 89, Bacalan à Bordeaux 1986 - Un exemple de rénovation urbaine et réhabilitation de l'habitat dans un des quartiers de Bordeaux La Cité Claveau à BACALAN. A l'initiative du mouvementla video içi www.youtube.com/watch?v=IN0JtGBaA1o … L'assoçiation de ROLLAND CASTRO @ Le Plan Banlieue 89 - mode d'emploi - Archive INA - La video içi. TRANSFORMER LES PAYSAGES URBAINS AVEC UNE APPROCHE CULTURELLE www.youtube.com/watch?v=Aw-_f-bT2TQ … SNCF les EDITIONS DU CABRI PRESENTE PARIS LA BANLIEUE 1960-1980 -La video Içi.

www.youtube.com/watch?v=lDEQOsdGjsg … Içi la DATAR en 1000 clichés missionphotodatar.cget.gouv.fr/accueil - Notre Paris, 1961, Réalisation : André Fontaine, Henri Gruel Les archives filmées de la cinémathèque du ministère de 1945 à nos jours içi www.dailymotion.com/video/xgis6v?playlist=x34ije

31 TOULOUSE - le Mirail 1962 réalisation : Mario Marret construction de la ville nouvelle Toulouse le Mirail, commentée par l'architecte urbaniste Georges Candilis le film www.dailymotion.com/video/xn4t4q?playlist=x34ije Il existe de nos jours, de nombreux photographes qui privilégient la qualité artistique de leurs travaux cartophiles. A vous de découvrir ces artistes inconnus aujourd’hui, mais qui seront peut-être les grands noms de demain.Les films du MRU - Le temps de l'urbanisme, 1962, Réalisation : Philippe Brunet www.dailymotion.com/video/xgj2zz?playlist=x34ije … … … … -Les grands ensembles en images Les ministères en charge du logement et leur production audiovisuelle (1944-1966) MASSY - Les films du MRU - La Cité des hommes, 1966, Réalisation : Fréderic Rossif, Albert Knobler www.dailymotion.com/video/xgiqzr?playlist=x34i - Les films du MRU @ les AUTOROUTES - Les liaisons moins dangereuses 1972 la construction des autoroutes en France - Le réseau autoroutier 1960 Histoire de France Transports et Communications - www.dailymotion.com/video/xxi0ae?playlist=x34ije … - A quoi servaient les films produits par le MRU ministère de la Reconstruction et de l'Urbanisme ? la réponse de Danielle Voldman historienne spécialiste de la reconstruction www.dailymotion.com/video/x148qu4?playlist=x34ije … -les films du MRU - Bâtir mieux plus vite et moins cher 1975 l'industrialisation du bâtiment et ses innovations : la préfabrication en usine, le coffrage glissant... www.dailymotion.com/video/xyjudq?playlist=x34ije … - TOUT SUR LA CONSTRUCTION DE NOTRE DAME LA CATHEDRALE DE PARIS Içi www.notredamedeparis.fr/la-cathedrale/histoire/historique... -MRU Les films - Le Bonheur est dans le béton - 2015 Documentaire réalisé par Lorenz Findeisen produit par Les Films du Tambour de Soie içi www.dailymotion.com/video/x413amo?playlist=x34ije

archipostcard.blogspot.com/search?updated-max=2009-02-13T... -Créteil.un couple à la niaiserie béate exalte les multiples bonheurs de la vie dans les new G.E. www.youtube.com/watch?v=FT1_abIteFE … La Ville bidon était un téléfilm d'1 heure intitulé La Décharge.Mais la censure de ces temps de présidence Pompidou en a interdit la diffusion télévisuelle - museedelacartepostale.fr/periode-semi-moderne/ - archipostalecarte.blogspot.com/ - Hansjörg Schneider BAUNETZWOCHE 87 über Papiermoderne www.baunetz.de/meldungen/Meldungen_BAUNETZWOCHE_87_ueber_... … - ARCHITECTURE le blog de Claude LOTHIER içi leblogdeclaudelothier.blogspot.com/2006/ - - Le balnéaire en cartes postales autour de la collection de David Liaudet, et ses excellents commentaires.. www.dailymotion.com/video/x57d3b8 -Restaurants Jacques BOREL, Autoroute A 6, 1972 Canton d'AUXERRE youtu.be/LRNhNzgkUcY munchies.vice.com/fr/article/43a4kp/jacques-borel-lhomme-... … Celui qu'on appellera le « Napoléon du prêt-à-manger » se détourne d'ailleurs peu à peu des Wimpy, s'engueule avec la maison mère et fait péricliter la franchise ...

museedelacartepostale.fr/blog/ - museedelacartepostale.fr/exposition-permanente/ - www.queenslandplaces.com.au/category/headwords/brisbane-c... - collection-jfm.fr/t/cartes-postales-anciennes/france#.XGe... - www.cparama.com/forum/la-collection-de-cpa-f1.html - www.dauphinomaniac.org/Cartespostales/Francaises/Cartes_F... - furtho.tumblr.com/archive

le Logement Collectif* 50,60,70's, dans tous ses états..Histoire & Mémoire d'H.L.M. de Copropriété Renouvellement Urbain-Réha-NPNRU., twitter.com/Memoire2cite tout içi sig.ville.gouv.fr/atlas/ZUS/ - media/InaEdu01827/la-creatio" rel="noreferrer nofollow">fresques.ina.fr/jalons/fiche-media/InaEdu01827/la-creatio Bâtir mieux plus vite et moins cher 1975 l'industrialisation du bâtiment et ses innovations : www.dailymotion.com/video/xyjudq?playlist=x34ije la préfabrication en usine www.dailymotion.com/video/xx6ob5?playlist=x34ije , le coffrage glissant www.dailymotion.com/video/x19lwab?playlist=x34ije ... De nouvelles perspectives sont nées dans l'industrie du bâtiment avec les principes de bases de l'industrialisation du bâtiment www.dailymotion.com/video/x1a98iz?playlist=x34ije ,

www.dailymotion.com/video/xk6xui?playlist=x34ije , www.dailymotion.com/video/xk1dh2?playlist=x34ije :- que dire de RICARDO BOFFIL Les meilleures balades que j’ai fait autour de Paris je les ai faites dans l’application Plans. Je ne minore pas le rôle de Google Maps, révolution cartographique sans précédent et sans égale, qui aura réalisé nos fantasmes d’Aleph borgesien — l’idée d’un point d’où le monde serait visible en totalité — parachevé Mercator et permis d’explorer des parties du globe inconnues de Cook, Bougainville et Amundsen. Je n’oublie pas non plus cet exercice de cartographie au collège, qui nous avait démontré que nous étions à 3 cartes IGN de la capitale, et que le tissu urbain était de plus en plus serré à mesure que nous avancions vers le nord. Mais Plan possédait une fonctionnalité inédite, le Flyover, technologie à l’origine destinée aux pilotes de chasse, et qui fournissait des rendus 3D spectaculaire des bâtiments survolés — ainsi que des arbres et des déclivités du sol.

On quittait enfin les champs asphyxiants de la photographie aérienne pour des vues à l’oblique des villes visitées : après un siècle d’écrasement — la photographie aérienne est étroitement contemporaine du bombardement aérien — les villes reprenaient enfin de la vigueur et remontaient vers le ciel. J’avais d’ailleurs effectué moi-même une manœuvre de redressement similaire le jour où j’étais parti, à pied depuis Paris, visiter à Nanterre une exposition sur la photographie aérienne. J’étais à la quête des premières vues de Paris qu’avait prises Nadar depuis un ballon captif. À défaut de ces images, définitivement manquantes, j’avais parcouru, après la Grande Arche, les derniers kilomètres de la Voie Royale, cette prodigieuse perspective historique partie du Louvre — rare exemple de frise chronologique implémentée dans une structure urbanistique.

J’avais en réalité un peu dévié de la ligne droite pour aller voir les tours Nuages d’Emile Aillaud, le Facteur Cheval du modernisme, dont je connaissais déjà les autres chefs d’œuvres d'architecture naïve, les nouilles chinoises de Grigny et le spaghetti de Pantin.

C’était précisément l’usage que j’avais fait de l’application Plans : j’étais parti à la recherche de tous les groupements de tour qu’elle m’avait permis d’identifier, sur mon iPad. Je les faisais tourner avec deux doigts, comme un éclaireur qui marcherait autour d’un donjon, avant de les immortaliser, sous leur plus bel angle, par une capture d’écran.Un éclaireur autour d’un donjon : c’était exactement cela, qui m’avait fasciné. Les guerres territoriales entre Les Tarterêts de Corbeil et les Pyramides d’Evry avaient marqué mon enfance. La notion de cité, telle qu’elle avait été définie, à partir des années 80, dans le second âge des grands ensembles, l’âge du déclin, avait conservé un cachet médiéval. Ici, vivaient guetteurs et trafiquants, condottieres à la tête d’une écurie de go-fast et entretenant des chenils remplis de mâtins rares et dangereux. Ici, l’État central ne remplissait plus ses tâches régaliennes, ici la modernité laïque était entrée en crise. Mais ce que j’avais découvert, en collectionnant ces captures d’écran, c’était à quel point l’urbanisme de la banlieue parisienne était, strictement, d’obédience médiévale. On était passé, d’un seul mouvement et sans même s’en rendre compte de Château-Gaillard à la Cité 4000, du Donjon de Vincennes aux tours de Sarcelles, du château de Gisors aux choux fleurs de Créteil.J’ai même retrouvé la colonne détruite du désert de Retz dans le babylonien château d’eau de Noisiel.

Des hauteurs de Rosny à celle de Chanteloup, du plateau de Clichy à la dalle d’Argenteuil, on avait bizarrement livré des pastiches inconscients de la grande architecture militaire médiévales : les environs de Paris s’étaient retrouvés à nouveau fortifiés, la vieille tour de Montlhéry n’était plus solitaire, et même les immeubles de briques rouges qui avaient succédé à l’enceinte de Thiers évoquaient des murailles.

Et ce que j’avais initialement pris pour des anomalies, des accidents malheureux du post-modernisme, les grand ensembles voûtés et cannelés de Ricardo Boffil, étaient peut-être ce qui exprimait le mieux tout cela — ou du moins qui clôturaient avec le génie le plus clair cet âge des grands ensembles.

Car c’était cela, ces Carcassonnes, ces Acropoles, ces Atlandides qui surnageaient avec le plus de conviction au milieu des captures d’écrans de ruines médiévales qui s’accumulaient sur mon bureau.

Si décriées, dès leur construction, pour leur kitch intolérable ces mégastructures me sont soudain apparues comme absolument nécessaires.

Si les Villes Nouvelles n’ont jamais existé, et persisteront dans la mémoire des hommes, elles le doivent à ces rêveries bizarres et grandioses, à ces hybridations impossibles entre les cités idéales de Ledoux et les utopies corbuséennes.

L’Aqueduc de Saint-Quentin-en-Yvelines, les Espaces d’Abraxas à Marne-la-Vallée, les Colonnes de Saint-Christophe à Cergy-Pontoise sont les plus belles ruines du Grand Paris.

www.franceculture.fr/emissions/la-conclusion/ricardo-bofill immerssion dans le monde du logement social, l'univers des logements sociaux, des H.B.M au H.L.M - Retour sur l'histoire du logement collectif d'apres guerre - En Françe, sur l’ensemble du territoire avant, 4 millions d’immeubles étaient vétustes, dont 500.000 à démolir; au total 10% des logements étaient considérés comme insalubres et 40% réputés d’une qualité médiocre, et surpeuplés. C’est pour ces raisons que, à partir de 1954, le Ministre à la Reconstruction et au Logement évalue le besoin en logements à 2.000.660, devenant ainsi une priorité nationale. Quelques années plus tard à l’appel de l’Abbé Pierre, le journaliste Gilbert Mathieu, en avril 1957 publiait dans le quotidien Le Monde une série d’articles sur la situation dramatique du logement : Logement, notre honte et dénonçant le nombre réduit de logements et leur impitoyable état. Robert Doisneau, Banlieue après-guerre, 1943-1949 /Le mandat se veut triple : reconstruire le parc immobilier détruit durant les bombardements essentiellement du printemps/été 1944, faire face à l’essor démographique et enfin résorber l’habitat insalubre notamment les bidonvilles et les cités de transit. Une ambition qui paraît, dès le début, très élevée, associée à l’industrialisation progressive de la nation entre autre celle du secteur de la construction (voir le vidéo de l’INA du 17 juillet 1957 intitulée La crise du logement, un problème national. Cela dit, l’effort pour l’État français était d’une ampleur jamais vue ailleurs. La double nécessité de construire davantage et vite, est en partie la cause de la forme architecturale excentrique qui constituera les Grands Ensembles dans les banlieues françaises. Cinq caractéristiques permettent de mieux comprendre ce terme : la rupture avec le tissu urbain ancien, un minimum de mille logements, une forme collective (tours, barres) de quatre jusqu’à vingt niveaux, la conception d’appartements aménagés et équipés et enfin une gestion destinée pour la plupart à des bailleurs de logement social.

Pour la banlieue parisienne leur localisation s’est opérée majoritairement dans la périphérie, tandis que dans les autres cas, plus de la moitié a été construite dans le centre ville, le plus souvent à la limite des anciens faubourgs.

Architecture d’Aujourd’hui n° 46, 1953 p. 58-55

C’est le triomphe de l’urbanisme fonctionnel et rationaliste cher à Le Corbusier. Entre 1958 et 1973, cent quatre-vingt-quinze Zones à Urbaniser en Priorité (ZUP) sont créées, comprenant deux millions de logements, essentiellement de type populaire en Habitations à Loyer Modéré (HLM), mais pas exclusivement, remplaçant ainsi les anciennes Habitations à Bon Marché (HBM) crées en 1894. Selon le décret du 27 mars 1954 qui en fixe les conditions d’attribution, les bénéficiaires de la législation n’ont pas changé, ce sont toujours des « personnes peu fortunées vivant principalement de leur salaire », selon la loi Strauss de 1906. En 1953, tous les HLM voient leur surface maximale se réduire, en passant de 71 à 65 mètres carrés pour un quatre pièces. L’accès au logement des familles modestes se fera donc au détriment de la qualité et quantité de l’espace habité pour des familles nombreuses. À ce propos, le sociologue Thierry Oblet a bien montré comment se sont articulées les pensées des architectes et des ingénieurs modernistes, avec leur souci planificateur d’un État interventionniste[8] grâce à l’hégémonie du béton, de la ligne droite et de la standardisation de la construction.

Les exemples de cette architecture restent nombreux : de la Cité de 4000 (pour 4000 logements) à la Courneuve en Seine-Saint-Denis (93) aux logements de 15 étages aux balcons pétales, appelés « Chou-fleur » à Créteil en Val-de Marne (94) dessinés au début des années 70 par l’architecte Gérard Grandval. De la Cité des nuages à Nanterre dans les Hauts-de-Seine (92) à la Grande borne construite entre 1967 et 1971 sur le territoire des communes de Grigny et Viry-Châtillon, dans l’Essonne (91) en passant par la Noé à Chanteloup-les-Vignes dans le département des Yvelines (78) scénario du célèbre film La Haine[9] de Kassovits.

Récemment, plusieurs expositions photographiques se sont

concentrées sur cette nouvelle figure de l’urbanisme fonctionnaliste français de l’après-guerre. Par exemple Toit&Moi, 100 ans de logement social (2012), Les Grands ensembles 1960-2010 (2012) produite par l’école supérieure d’arts & médias de Caen/Cherbourg, selon un projet du Ministère de la Culture et de la Communication. Enfin l’exposition Photographie à l’œuvre, (2011-2012) d’Henri Salesse, photographe du service de l’inventaire du Ministère de la Reconstruction et de l’Urbanisme et Voyage en périphérie (2012) de Cyrus Cornut.

Il s’agissait là non seulement d’un progrès matériel, mais aussi démocratique, donnant ainsi à chaque citoyen, la possibilité d’accéder à son petit appartement doté de tous les conforts de l’époque. La recherche d’économie et de rapidité dans la conduite des chantiers portent à l’utilisation du béton comme matériel privilégié et à des plans architecturaux aussi simples que possible avec la réalisation de logements standardisés, dont les barres et les tours deviennent les figures principales : Au mitan des années cinquante, apparurent d’étranges formes urbaines. Des immeubles d’habitation de plus en plus longs et de plus en plus hauts, assemblés en blocs qui ne s’intégraient pas aux villes existantes. Ces blocs s’en différenciaient ostensiblement et parfois comme systématiquement, s’en isolaient. Ils semblaient faire ville à part. Surtout ils ne ressemblaient pas à ce qu’on avait l’habitude d’appeler ville. Et leur architecture aussi, qui était tellement déroutante. On les a nommés » grands ensembles. Cité de l’Abreuvoir, Bobigny (93), 2003 (Inventaire général du Patrimoine, Région Ile de France / Stéphane Asseline)

Bref, entre 1946 et 1975 le parc immobilier français passe de 12,7 millions à 21 millions de logements. Environ 8 millions de ceux-ci sont neufs, construits entre 1953-1975 – dont la moitié sous forme de grands ensembles – et près de 80 % des logements grâce à une aide de l’État avec des crédits publics. Le nombre de logements sociaux passe de moins de 500.000 à près de 3 millions, dont 43 % en région parisienne, où la demande est la plus forte[11]. Ce qui témoigne d’un effort énorme. Secrétariat d’État à la Reconstruction et au Logement, Supplément du logement en 1954, cité par Bachmann, C. Le Guennec, N., Violences urbaines…Op.cit, p.24. Alors que l’hiver 1954 est particulièrement rigoureux, l’abbé Pierre lance un appel en faveur des sans-logis et déshérités et organise des collectes de vêtements et de nourriture pour les plus démunis. Cela nous rappelle également que les inégalités sociales restaient particulièrement importantes à l’époque, malgré les débuts de la croissance économique, et que la crise du logement n’était pas encore complètement résolue. Danièle Voldman, La reconstruction des villes françaises de 1940 à 1954 : histoire d’une politique, Paris, L’Harmattan, 1997. Les Actualités françaises, La crise du logement, un problème national, 17 juillet, 1957, in fresques.ina.fr/…/la-crise-du-logement-un-probleme-n…, consulté le 20/02/2014. C’est l’urbaniste Marcel Rotival dans un numéro d’Architecture d’Aujourd’hui de juin 1935 (vol.1, n°6, juin 1935, p.57) qui propose pour la première fois cette terminologie pour désigner les Habitations à Bon Marché (HBM) et leur transformation en Habitations à Loyer Modéré (HLM), par la loi du 21 juillet 1951: « Nous espérons, un jour, sortir des villes comme Paris, non seulement par l’avenue des Champs Elysées, la seule réalisation de tenue sans laquelle Paris n’existerait pas, mais sortir par Belleville, par Charonne, par Bobigny, etc., et trouver harmonieusement disposés le long de larges autostrades, au milieu de grands espaces boisés, de parcs, de stades, de grandes cités claires, bien orientées, lumineusement éclairées par le soleil. » Largement reprise depuis les années 1950 dans le jargon administratif et public, elle apparaît pour la première fois dans un texte officiel qu’en 1973 avec la Circulaire Guichard, alors Ministre de l’Aménagement du territoire, de l’Equipement, du Logement et du tourisme. Celui-ci met un terme à la politique initiée après-guerre afin « d’empêcher la réalisation des formes d’urbanisation désignées généralement sous le nom de “grands ensembles”, peu conforme aux aspirations des habitants et sans justification économique sérieuse ». Paradoxalement, le terme de grands ensembles s’officialise donc au moment même où ils son mis en question. ZUP est un acronyme qui signifie Zone à Urbaniser en Priorité. Elles ont été créées par le décret N°58-1464 du 31 décembre 1958, afin de planifier et d’encadrer sur le territoire national, le développement urbain pour répondre à la carence de logements face à l’accroissement démographique et favoriser enfin la résorption de l’habitat insalubre. Oblet, Thierry, Gouverner la ville. Les voies urbaines de la démocratie moderne, Paris, PUF, 2003. En particulier par l’intermédiaire de la Société centrale de construction et de la Société centrale pour l’équipement du territoire, créées au milieu des années 1950 en tant que filiales de la Caisse des dépôts et consignations.

Kassovitz, Mathieu, La Haine, France, 1995.

Cornu, Marcel, Libérer la ville, Bruxelles, Casterman, 1977, p.60. Annie Fourcaut « Les banlieues populaires ont aussi une histoire », Projet 4/2007 (n° 299), pp. 7-15.

www.dailymotion.com/video/xw6lak?playlist=x34ije - Rue neuve 1956 la reconstruction de la France dix ans après la fin de la seconde guerre mondiale, villes, villages, grands ensembles réalisation : Jack Pinoteau , Panorama de la reconstruction de la France dix ans après la fin de la seconde guerre mondiale, ce film de commande évoque les villes et villages français détruits puis reconstruits dans un style respectant la tradition : Saint-Malo, Gien, Thionville, Ammerschwihr, etc. ainsi que la reconstruction en rupture avec l'architecture traditionnelle à Châtenay-Malabry, Arles, Saint Étienne, Évreux, Chambéry, Villeneuve-Saint-Georges, Abbeville, Le Havre, Marseille, Boulogne-sur-Mer, Dunkerque. Le documentaire explique par exemple la manière dont a été réalisée la reconstruction de Saint-Malo à l'intérieur des rempart de la vieille ville : "c'est la fidélité à l'histoire et la force du souvenir qui a guidé l'architecte". Dans le même esprit à Gien, au trois quart détruite en 1940, seul le château construit en 1494 pour Anne de Beaujeu, fille aînée de Louis XI, fut épargné par les bombardements. La ville fut reconstruite dans le style des rares immeubles restant. Gien est relevé de ses ruines et le nouvel ensemble harmonieux est appelé « Joyau de la Reconstruction française ». Dans un deuxième temps est abordé le chapitre de la construction des cités et des grands ensembles, de l’architecture du renouveau qualifiée de "grandiose incontestablement". S’il est précisé "on peut aimer ou de ne pas aimer ce style", l’emporte au final l’argument suivant : les grands ensembles, c'est la campagne à la ville, un urbanisme plus aéré, plus vert." les films caravelles 1956, Réalisateur : Jack Pinoteau (connu pour être le metteur en scène du film Le Triporteur 1957 qui fit découvrir Darry Cowl) www.dailymotion.com/video/xuz3o8?playlist=x34ije - www.dailymotion.com/video/xk1g5j?playlist=x34ije Brigitte Gros - Urbanisme - Filmer les grands ensembles 2016 - par Camille Canteux chercheuse au CHS -Centre d'Histoire Sociale - Jeanne Menjoulet - Ce film du CHS daté de 2014 www.youtube.com/watch?v=VDUBwVPNh0s … L'UNION SOCIALE POUR L'HABITAT le Musée des H.L.M. musee-hlm.fr/ union-habitat.org/ - EXPOSITION :LES 50 ANS DE LA RESIDENCe SALMSON POINT-Du JOUR www.salmsonlepointdujour.fr/pdf/Exposition_50_ans.pdf - Sotteville Construction de l’Anjou, le premier immeuble de la Zone Verte sottevilleaufildutemps.fr/2017/05/04/construction-de-limm... - www.20minutes.fr/paris/diaporama-7346-photo-854066-100-an... - www.ladepeche.fr/article/2010/11/02/940025-140-ans-en-arc... dreux-par-pierlouim.over-blog.com/article-chamards-1962-9... missionphoto.datar.gouv.fr/fr/photographe/7639/serie/7695...

Official Trailer - the Pruitt-Igoe Myth: an Urban History

www.youtube.com/watch?v=g7RwwkNzF68 - la dérive des continents youtu.be/kEeo8muZYJU Et la disparition des Mammouths - RILLIEUX LA PAPE & Dynacité - Le 23 février 2017, à 11h30, les tours Lyautey étaient foudroyées. www.youtube.com/watch?v=W---rnYoiQc

Ginger CEBTP Démolition, filiale déconstruction du Groupe Ginger, a réalisé la maîtrise d'oeuvre de l'opération et produit les études d'exécution. L'emblématique ZUP Pruitt Igoe. vaste quartier HLM (33 barres de 11 étages) de Saint-Louis (Missouri) USA. démoli en 1972 www.youtube.com/watch?v=nq_SpRBXRmE … "Life is complicated, i killed people, smuggled people, sold people, but perhaps in here.. things will be different." ~ Niko Bellic - cité Balzac, à Vitry-sur-Seine (23 juin 2010).13H & Boom, quelques secondes plus tard, la barre «GHJ», 14 étages et 168 lgts, s’effondrait comme un château de cartes sous les applaudissements et les sifflets, bientôt enveloppés dans un nuage de poussière. www.youtube.com/watch?v=d9nBMHS7mzY … - "La Chapelle" Réhabilitation thermique de 667 logements à Andrézieux-Bou... youtu.be/0tswIPdoVCE - 11 octobre 1984 www.youtube.com/watch?v=Xk-Je1eQ5po

DESTRUCTION par explosifs de 10 tours du QUARTIER DES MINGUETTES, à LYON. les tours des Minguettes ; VG des tours explosant et s'affaissant sur le côté dans un nuage de fumée blanche ; à 13H15, nous assistons à l'explosion de 4 autres tours - St-Etienne Métropole & Montchovet - la célèbre Muraille de Chine ( 540 lgts 270m de long 15 allees) qui était à l'époque en 1964 la plus grande barre HLM jamais construit en Europe. Après des phases de rénovation, cet immeuble a été dynamité en mai 2000 www.youtube.com/watch?v=YB3z_Z6DTdc … - PRESQU'ILE DE GENNEVILLIERS...AUJOURD'HUI...DEMAIN... (LA video içi parcours.cinearchives.org/Les-films-PRESQU-ILE-DE-GENNEVI... … ) Ce film de la municipalité de Gennevilliers explique la démarche et les objectifs de l’exposition communale consacrée à la presqu’île, exposition qui se tint en déc 1972 et janvier 1973 - le mythe de Pruitt-Igoe en video içi nextcity.org/daily/entry/watch-the-trailer-for-the-pruitt... … - 1964, quand les loisirs n’avaient (deja) pas le droit de cité poke @Memoire2cite youtu.be/Oj64jFKIcAE - Devenir de la ZUP de La Paillade youtu.be/1qxAhsqsV8M v - Regard sur les barres Zum' youtu.be/Eow6sODGct8 v - MONTCHOVET EN CONSTRUCTION Saint Etienne, ses travaux - Vidéo Ina.fr www.ina.fr/video/LXF99004401 … via - La construction de la Grande Borne à Grigny en 1969 Archive INA www.youtube.com/watch?time_continue=12&v=t843Ny2p7Ww (discours excellent en seconde partie) -David Liaudet : l'image absolue, c'est la carte postale" phothistory.wordpress.com/2016/04/27/david-liaudet-limage... … l'architecture sanatoriale Histoire des sanatoriums en France (1915-1945). Une architecture en quête de rendement thérapeutique..

passy-culture.com/wp-content/uploads/2009/10/Les-15-Glori... … … & hal.archives-ouvertes.fr/tel-01935993/document … explosion des tours Gauguin Destruction par implosion des Tours Gauguin (quartier de La Bastide) de Limoges le dimanche 28 novembre 2010 à 11 heures. Limoges 28/11/2010 youtu.be/cd0ln4Nqqbs … 42 Roanne - c'etait le 11 novembre 2013 - Souvenirs des HLM quartier du Parc... Après presque 45 minutes de retard, les trois dernières tours Chanteclair sont tombées. Le tir prévu etait à 11h14 La vidéo içi www.leprogres.fr/loire/2013/11/01/roanne-les-3-dernieres-... … … www.leprogres.fr/loire/2013/11/01/roanne-une-vingtaine-de... …Besançon (25) - la Nouvelle cité d'HLM La Planoise en 1960 avec la video des premiers habitants de Planoise en juin 1968 www.youtube.com/watch?v=LVKAkJSsCGk … … … archive INA … BEGIN Japanology - les utopies de l'extreme et Kenzo Tange l'architecte japonnais - la video içi www.youtube.com/watch?v=ZlAOtYFE4GM … 71 les Prés Saint-Jean a Chalon-sur-Saône - L'Implosion des 3 tours HLM de 15 etages le 5 décembre 2009 par FERRARI DEMOLITION içi www.youtube.com/watch?v=oDsqOjQJS8E … … … & là www.youtube.com/watch?v=ARQYQLORBBE … 21 DIJON Cité des Grésilles - c'etait l'implosion de la residençe HLM Paul Bur le 19 02 2010 www.youtube.com/watch?v=fAEuaq5mivM … … & la www.youtube.com/watch?v=mTUm-mky-sw … 59 - la technique dite du basculement - Destruction de l'immeuble Rhone a Lille avec pleins de ralentit içi video-streaming.orange.fr/actu-politique/destruction-de-l... … 21 Chenôve (le GRAND DIJON) - Implosion de la barre François RUDE le 3 nov 2010 (top video !!) www.youtube.com/watch?v=ClmeXzo3r5A … …Quand l histoire çe repete et çe repetera autant de fois que nesçessaire quand on voie la quantitée de barres 60 70's...dans le collimateur de l'ANRU2.. 77 MEAUX 3 grandes tours..& puis s'en vont.. Démolition Pierre Collinet Batiment Genêt, Hortensia et Iris - Reportage Journal le 26 juin 2011 youtu.be/fpPcaC2wRIc 71 CHALON SUR SAONE C'etait les Prés Saint Jean le 05 décembre 2009 , pour une implosion hlm hors du commun !!! Caméra mise à même le sol , à une vingtaine de mètres de la première tour .... www.youtube.com/watch?v=kVlC9rYU-gs … 78 les MUREAUX le 3 octobre 2010 ,Les dernières minutes de la Tour Molière aux Mureaux (Yvelines) et sa démolition par semi-foudroyage, filmés du quartier de la Vigne Blanche. www.youtube.com/watch?v=u2FDMxrLHcw …71 MACON LES GRANDES PERRIERES C'etait un 30 juin 2013, avec l'implosion de la barre HLM des Perrières par GINGER www.youtube.com/watch?v=EzYwTcCGUGA … … une video exceptionnelle ! c'etait Le Norfolk Court un ensemble résidentiel, le Norfolk Court, construit dans les années 1970, a été démoli à Glasgow en Ecosse le 9 mai 2016 . Il rate la démolition d'un immeuble au tout dernier moment LES PASSAGERS DU BUS EN PROFITE A SA PLAçE lol www.20minutes.fr/tv/t-as-vu/237077-il-rate-la-demolition-... … 69 LYON Quand La Duchère disait adieu à sa barre 230 le jeudi 2 juillet 2015

www.youtube.com/watch?v=BSwidwLw0NAwww.youtube.com/watch?v=BdLjUAK1oUkwww.youtube.com/watch?v=-DZ5RSLpYrM …Avenir Deconstruction : Foudroyage de 3 barres HLM - VAULX-EN-VELIN (69) www.youtube.com/watch?v=-E02NUMqDno Démolition du quartier Bachelard à Vaulx-en-Velin www.youtube.com/watch?v=DSAEBIYYpXY Démolition des tours du Pré de l'Herpe (Vaulx-en-Velin)

www.youtube.com/watch?v=fG5sD1G-QgU REPORTAGE - En sept secondes, un ensemble de 407 appartements à Vaulx-en-Velin a été détruit à l'explosif dans le cadre du renouvellement urbain... www.youtube.com/watch?v=Js6w9bnUuRM www.youtube.com/watch?v=MCj5D1NhxhI - St-QUENTIN LA ZUP (scic)- NOUMEA - NOUVELLE CALEDONIE historique de la cité Saint-Quentin içi www.agence-concept.com/savoir-faire/sic/

www.youtube.com/watch?v=_Gt6STiH_pM …[VIDEOS] Trois tours de la cité des Indes de Sartrouville ont été démolies dans le cadre du plan de rénovation urbaine du quartier Mille quatre cent soixante-deux détonateurs, 312 kilos le 06/06/2010 à 11 heures. la belle video içi www.youtube.com/watch?v=fY1B07GWyDE VIGNEUX-SUR-SEINE, VOTRE HISTOIRE, VOS SOUVENIRS. içi www.youtube.com/watch?v=8o_Ke26mB48 … , Film des Tours et du quartier de la Croix Blanche, de 1966 à 1968. Les Tours en train de finir de se construire, ainsi que le centre commerciale. Destruction de la Tour 21, pour construire de nouveaux HLM...

42 LOIRE ST-ETIENNE MONTREYNAUD tout une histoire youtu.be/ietu6yPB5KQ - Mascovich & la tour de Montreynaud www.youtube.com/watch?v=p7Zmwn224XE … -Travaux dalle du Forum à Montreynaud Saint-Etienne www.youtube.com/watch?v=0WaFbrBEfU4 … & içi www.youtube.com/watch?v=aHnT_I5dEyI … - et fr3 là www.youtube.com/watch?v=hCsXNOMRWW4 … - Au nord-Est de St-Etienne, aux confins de la ville, se dresse une colline et sur les pentes de cette colline s’accroche une petite ville, un quartier, un peu à part. Cet endroit niché au milieu de la verdure, c’est le quartier de Montreynaud. www.youtube.com/watch?v=Sqfb27hXMDo&fbclid=IwAR2ALN4d... …Et sinon, avez-vous remarqué au dessus du P de AGIP ? On voit, dans le film, la Tour Réservoir Plein Ciel du quartier de Montreynaud, détruite 3 ans plus tard par foudroyage ! Sûr que @Memoire2cite a des photos du quartier et de la tout à l'époque ! ;-) 42 LOIRE SAINT-ETIENNE MONTREYNAUD LA ZUP Souvenirs avec Mascovich & son clip "la tour de Montreynaud" www.youtube.com/watch?v=p7Zmwn224XE

- Que de chemin parcouru, Muraille de Chine La Palle Beaulieu jusqu'aux années 90. L habitat se transforme et s adapte aux nouveaux besoins. Autre temps, période d'essor économique et du "vivre ensemble". Merci à @Memoire2cite pour cette introspection du passé! -

La Semana Santa Zaragozana de 1.946, aunque comenzaba a configurarse tal y como la conocemos hoy, todavía se parecía muy poco a la actual. Las principales diferencias se encontraban en los actos que se desarrollaban, su importancia y número de participantes. En esa época, el acto fundamental era la Procesión del Santo Entierro organizada por la Hermandad de la Sangre de Cristo y, junto a ella, se celebraban anteriormente las procesiones de las Cofradías, que eran considerados como traslados de los pasos para participar en la procesión General del Viernes Santo. En ésta participaban todos los Pasos, unos llevados por las cofradías y otros, si no tenían cofradía constituida, por diversos grupos cristianos.

 

En 1.946 el paso de la Cena, al igual que en años anteriores, fue llevado por miembros de las asociaciones eucarísticas de Zaragoza -Jueves Eucarísticos, Adoración Nocturna, 40 Horas-. La procesión del Viernes Santo, para estos buenos hombres, para estos cristianos adoradores de la Eucaristía, se convirtió en su corazón en un obligado y periódico lugar de encuentro en el que unían, por igual, su amor al Sagrado Sacramento y su profundo respeto por la Cruz de Cristo y por la Pasión del Redentor que, de un modo incruento pero actual, se renueva diariamente en el Santo Sacramento del Altar.

 

Por ello, las Semanas Santas que penitencialmente habían vivido desde el año 1.936, uniendo la Cruz y la Eucaristía, sintiendo el drama de amor y Eucaristía que se vivió hace casi 2.000 años en el Cenáculo como pórtico inseparable de la pasión y camino de la cruz, les llevó a constituir una Cofradía con la que cada año poder revivir estos acontecimientos, pregonarlos a la Ciudad de Zaragoza y que les ayudara en su vivir diario a tenerlos permanentemente unidos en su corazón.

 

En septiembre de 1.946 se constituyó, por representantes de las asociaciones eucarísticas de Zaragoza, la Comisión promotora de la Cofradía que quedó fundada ese mismo año y sus estatutos fueron aprobados en Capítulo General celebrado en el Real Seminario de San Carlos el día 28 de diciembre de 1.946 y ratificados por decreto de erección canónica del Obispo de Zaragoza de 10 de febrero de 1.947.

 

Este peculiar origen de la Cofradía les llevó a alejarse de la idea que habitualmente había transmitido el paso del Cenáculo como el de la "cena" de Jesús con sus discípulos, como despedida de éstos y pórtico de la Pasión, para pasar a ser el de la Cena del Señor, en la que se instituye la nueva alianza de Dios con los hombres, en torno al Pan y al Vino, como anticipo de la Cruz salvadora, cuyo memorial todos los días se renueva en el Sacramento del Altar.

 

Por ello la Cofradía lo primero que hizo fue sustituir la imagen de Jesús sentado, que desde 1.828 tenía el Paso, por otra de pie, pasando de una en la que aparece Jesús en actitud de cenar a otra en la que le vemos en actitud de consagrar.

 

Estas mismas ideas son las que llevarán a la Cofradía a constituirse con el nombre de Institución de la Sagrada Eucaristía y no de la Cena y a sustituir el nombre del paso de “El Cenáculo”, al de la “Santa Cena”, para pasar el centro de gravedad del frío habitáculo al Sagrado Acto que celebraron en él sus protagonistas.

 

Estas dos ideas -Cruz y Eucaristía- son las que permanentemente han centrado la vida de la Cofradía, inclinándose más a una u otra según los momentos y las personas que dirigían y formaban parte de la misma, pero procurando mantener siempre el equilibrio entre ambas. Ideas que, de una parte, llevaron a la Cofradía a celebrar en la noche del Martes Santo un Vía Crucis, por las calles de su Parroquia en torno a una solitaria Cruz de madera, protegida solamente con un sudario y, de otra parte, a celebrar como segunda fiesta de la Cofradía la solemnidad del Corpus Christi, del Cuerpo y de la Sangre de Cristo, participando de un modo muy especial en su procesión siendo los portadores de la Carroza de la Custodia.

 

La Cofradía, con los años fue reflexionando sobre su Paso de la Santa Cena y sintió la necesidad de un segundo Paso en el que mostrar especialmente al Señor con el Pan en la mano, en actitud de bendecirlo y de ofrecérnoslo a todos y cada uno de nosotros. Así nació el segundo Paso de la Cofradía, como el del Señor de la Eucaristía, protagonista de la Santa Cena y de su día el Jueves Santo. Por ello uniendo todas estas características tiene en una mano el pan, con la otra lo está bendiciendo, recibe el apelativo de “Cristo” y la advocación “del Amor Fraterno”, como Señor del Jueves Santo.

 

Además, este segundo paso, desde el primer momento, allá en el año 1.982 fue concebido como un Paso para ser llevado a hombros para, juntamente con su carácter Eucarístico, resaltar especialmente la idea penitencial del acto del traslado procesional del paso, mostrándolo en el esfuerzo y sacrificio de sus portadores. Idea especialmente resaltada y potenciada en el nuevo y magnífico Paso que en conmemoración de nuestro 50 Aniversario será flamantemente estrenado está Semana Santa de 1.996, siendo portado por una cuadrilla de 30 hermanos costaleros.

 

Reflexionando sobre nuestros pasos, que es como reflexionar sobre la Cofradía, podemos decir que existen entre ellos algo más que ese centenar de metros que los separa en nuestra procesión. En realidad, si examinamos su significado podemos afirmar que existen casi dos mil años de distancia entre ellos.

 

En el primero, en el Paso de la “Santa Cena”, vemos a Jesús rodeado de sus discípulos, en su Última Cena, en la que se despidió de sus amigos, partió con ellos el Pan y el Vino y les dejó su último y único mandato el del Amor.

 

En el segundo, el “Cristo del Amor Fraterno”, vemos únicamente al Señor, con la mano extendida, ofreciéndonos hoy a cada uno de nosotros su propio Cuerpo y Sangre en la nueva Alianza del Pan y el Vino. En este segundo Paso, sus discípulos, sus amigos, somos todos y cada uno de nosotros, en primer lugar sus costaleros que le rodean y llevan, en segundo lugar sus hermanos cofrades y finalmente toda Zaragoza que es llamada -hoy como hace 2.000 años- al misterio del Pan y el Vino en la Cena del Señor.

 

Además, con el tiempo, la Cofradía ha ido madurando una tercera idea, la de María, la madre. Idea central en todo cristiano, pero que en la Cofradía como colectivo, como asociación cristiana, ha necesitado de tiempo para nacer y fructificar, sobre todo ha necesitado encontrar su domicilio en un santuario mariano, el del Perpetuo Socorro, en el que se reunen singularmente las ideas de la madre y de la pasión, para aprehenderlas de esa Señora presurosa en acoger entre sus brazos y en socorrer a su hijo que huye atemorizado de la visión de la Cruz y de la lanza. Esa Madre, madre nuestra también, por Jesús, es a la que nos dirigimos implorando ayuda y socorro, ante nuestros pequeños dramas, ante la Cruz diaria que como cristianos hemos decidido abrazar y recoger para seguir el camino de Jesús.

 

Esta misma María, como madre, es a la que se aproxima nuestra Cofradía Eucarística, al haber sido la que llevo en su seno, como primer Sagrario, a Jesús, y la que posteriormente lo acogió entre sus brazos para criarlo y socorrerlo -tal y como la vemos en el icono de Nuestra Señora del Perpetuo Socorro- como anticipo de esa misma madre dolorosa que recogería el cuerpo desnudo y destrozado de Jesús bajo los maderos de la Cruz.

 

La Virgen, desde hace cuatro años, es llevada en nuestros desfiles procesionales en su icono doloroso de Nuestra Señora del Perpetuo Socorro, que se encuentra en el Guión de la Archicofradía, con categoría de Paso de nuestra Cofradía, como anticipo del que con el tiempo será nuestro tercer titular.

 

Todos los sentimientos anteriores la Cofradía los vive principal, pública y colectivamente en cada Semana Santa desde su fundación y de un modo particular y privado en su periódicas Eucaristías, en su adoración al Santísimo Sacramento, en su trabajo cotidiano en la Parroquia, en su secciones de tambores, bombos, cornetas, hachas, costaleros, coro, ...

 

En sólo dos palabras, nuestra Cofradía es Cruz y Eucaristía. En Semana Santa en la calle y el resto del año en el corazón y en la vida cristiana de sus cofrades.

 

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Es considerando el segundo carnaval más popular y conocido internacionalmente, después de los que se celebran en Río de Janeiro (Brasil). De hecho la ciudad de Santa Cruz de Tenerife está hermanada con la ciudad de Río de Janeiro por esta razón.

   

Considerado um dos festejos carnavalescos mais típicos do país, na vila de Lazarim, no Concelho de Lamego, os caretos substituem o samba, mostrando nas ruas uma manifestação de encenações ancestrais da cultura portuguesa.

 

O trabalho dos artesãos e das gentes locais, fiéis a um passado comum exigente, elabora de forma artesanal as máscaras e os trajes dos Caretos de Lazarim, são ainda preparados em segredo os testamentos, famosos pelo seu grau de malícia satírica, para serem lidos na Terça-Feira Gorda.

 

Neste dia, as comadres e os compadres envergam as suas máscaras esculpidas em madeira de amieiro e trajes típicos, ocultando a sua identidade e procedendo ao ancestral jogo de rivalidade entre sexos.

 

O Entrudo de Lazarim, termina com a leitura dos testamentos, seguindo-se a morte do compadre e da comadre no fogo e a oferta de uma feijoada e caldo de galinha a todos os presentes

I consider this one of my best photographs in this album. This is the beautiful step-like formation (terraces) of thermal pools dipping into the valley. The pastel blue of the water and the pastel brown of the surroundings, thanks to the presence of white calcium makes for a very pleasing colour combination. The wonders of natute! It's actually quite a steep drop down there, so the scene you see ahead of you is closed to the public. (Denizli/ Pamukkale, Turkey, Nov. 2014)

Considero que los chilenos son encantadores, tiernos, sensibles, por lo mismo estoy súper ansiosa de conocer a los ganadores con los que compartiré techo día y noche.

Our motion designers at Punchcut prepared this video to illustrate our thinking about touch UI design. Read the full-length text, blogged last week here: “Design Considerations for Touch UI“.

 

Read the detailed write up on our blog: idlemode.com/2009/04/10/design-considerations-for-touch-ui/

 

Contact us. www.punchcut.com

strada Matei Basarab nr. 63

 

Oficial, este considerata cea mai veche biserica din Ploiesti (1639). Este ctitorie a lui Matei Basarab (in sfarsit o biserica restaurata !!!!). Exista si in Bucuresti o ctitorie a lui Matei Basarab (1636, tot cu hramul Sf. Petru si Pavel, fosta Manastire a Tarnovului), ascunsa pe undeva in spatele blocurilor de pe langa Piata Natiunile Unite - Izvor, intr-o stare jalnica-jalnica. Iata ca se poate...

 

Cind in sfarsit am gasit biserica asta de pe la marginea Ploiestiului dupa ce am orbecait pe tot felul de stradute din preajma stadionului (de unde rasunau urale, caci era meci...), trecuse deja bine de ora patru... Si, fireste, era inchisa, plus ca era imprejmuita de un gard zdravan (si tare inalt) din lemn. M-am uitat printr-o crapatura a portii, un tiganus care trecea pe acolo pe strada a anuntat binevoitor "s-a inchis, tanti". Deja incepuse sa-mi para rau, mai ales cind am vazut fatada pictata... Si m-am gindit totusi sa fac doua poze printre crapaturile portii, cind iar a strigat cineva din spatele meu "cautati ceva?". Cind mai sa trec la ofensiva (ma credeam tot in Bucuresti, unde tuturor li se pare o mare ilegalitate daca vrei sa pozezi ceva de pe "domeniul" lor....), noroc ca m-am abtinut, am realizat ca de fapt omul ala din masina era binevoitor. Mirat initial ("cum, ati vrut doar sa vedeti biserica, asa?"), m-a anuntat: "vin imediat sa va deschid...". M-a lasat cu gura cascata... A disparut si dupa trei minute a aparut din spatele portii... Sunt convinsa ca de fapt era pe picior de plecare, desi a pretins ca de fapt venea... Asa ca a deschis biserica pt mine, mi-a spus o poveste despre icoana cu trei miini a Maicii Domnului (ceva legat de Ioan Damaschin si imparatul Leon), mi-a zis sa ma uit cu atentie la lespezile podelei, sub care se aflau morminte vechi, probabil ale unor personaje importante, mi-a aratat usa secreta (acoperita de o draperie) pe care o folosea Matei Basarab, mi-a mai povestit cum au restaurat usa de la intrare, cea originara, si ca toate cheile alea imense pe care le tinea in mina erau tot alea folosite cu sute de ani in urma... Mi-a dat chiar si o brosurica cu istoria bisericii, iar s-a minunat ca ce cautam acolo ("cum chiar nu aveti rude in ploiesti?" "nici nu vreti sa faceti vreo lucrare la facultate, nici nu aveti nevoie pentru altceva?" "cum, nici macar nu sunteti ortodoxa??"), eu m-am amuzat, cred ca in afara de enoriasi nu mai cauta nimeni biserica aia in interes "turistic". Mi-a aratat gradina si a povestit cum a amenajat-o, cum a plantat braduti, cum a facut un altar unde se tin vara slujbele, cum a asezat bancute in curte. Ce mai, toata incinta fusese amenajata gospodareste (parca cam prea gospodareste pentru gustul meu :D), insa ce treaba buna facuse preotul acesta, adusese totusi la viata tot complexul: cica atunci cind venise la biserica asta o gasise intr-o stare de plins, lasata in parasire, inconjurata de maidane, si-l cred...pentru ca stiu cum stau lucrurile prin tara asta.. Iar la sfirsit m-a condus pina la poarta (a si intrat in vorba cu niste pusti care treceau pe acolo, cred ca ii stia pe toti oamenii din cartier), m-a intrebat si de nume ca sa ma pomeneasa nu stiu unde si m-a sfatuit cum sa ajung in centru... Incredibil... mai sunt si oameni din astia...

 

(Copacii au fost taiati, pentru ca au avut o problema cu unul care a cazut peste biserica, in timpul unei furtuni...)

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Abren capilla contra aborto

 

Rosa Álvarez

 

Al inaugurar la parroquia, el obispo De Gasperín, llama a defender la vida. Todos los días a las 6:30 pm rezarán por los no nacidos

 

QUERÉTARO. Para combatir lo que se considera “una amenaza” contra la vida, la Diócesis de Querétaro puso en marcha la primera capilla de su tipo en el país, y así los fieles puedan orar contra el aborto, por las parejas que sufren infertilidad y por la vida.

 

En el estado de Querétaro, que ocupa uno de los primeros lugares en la lista de mujeres que acuden a hospitales en el Distrito Federal a interrumpir su embarazo, de acuerdo con estadísticas de la Secretaría de Salud de la capital del país, el obispo Mario de Gasperín, llamó a defender la vida.

 

“Lo que se concibe es lo que da a luz, un hijo, por esta razón ahora que la vida humana se ve amenazada con tantas agresiones y que se minimiza y distorsiona, es necesario volver a esta fuente de vida y dignidad en el ser humano, que es el seno de María”, indicó.

 

Dijo que “hay quien pretende proteger la sociedad minando sus bases, que son la familia y la vida.

 

“Y aquellos que promueven el aborto como una aprehensión a la salud humana, qué desconcertante resulta la tesis de aquellos para quienes la supresión de la vida es una cuestión de salud reproductiva.”

 

Durante la inauguración, el prelado queretano mencionó que todos, desde la concepción, son hijos adoptivos de María. “Qué amarga es la ironía (...) de aquellos que promueven el aborto como una atención a la salud materna”.

 

Ante unos 200 fieles que se dieron cita en una misa que ofreció, De Gasperín señaló que “no se puede pretender proteger el edificio social minando precisamente sus bases: la familia y la vida, el único problema es que Dios desaparece del horizonte de los hombres”.

 

Por ello, en su discurso, destacó que cada vida humana debe ser protegida siempre, “la del concebido, la del seno materno, la de la mujer encinta, la del recién nacido, la del débil y enfermo, la del anciano, incluso la del criminal, al igual que Dios protegió la vida.

 

En esta capilla anexa a la iglesia Santa Clara, llamada Santuario de la Vida, todos los días a las 6:30 de la tarde rezarán por los no nacidos. La parroquia se encuentra en el Centro Histórico de la capital queretana, a una cuadra de la sede de la Legislatura local.

 

“Este templo Santuario de la Vida, quiere ser recinto donde se honre, respete, agradezca, donde también se llore, se experimente la misericordia, el perdón y la paz, una luz que encienda la esperanza”, concluyó.

 

A su exterior fue colocado un puesto con imágenes y folletos donde promueven el derecho a la vida.

 

Al inaugurar la parroquia, el obispo De Gasperín, llama a defender la vida. Todos los días a las 6:30 pm rezarán por los no nacidos

 

QUERÉTARO. Para combatir lo que se considera “una amenaza” contra la vida, la Diócesis de Querétaro puso en marcha la primera capilla de su tipo en el país, y así los fieles puedan orar contra el aborto, por las parejas que sufren infertilidad y por la vida.

 

En el estado de Querétaro, que ocupa uno de los primeros lugares en la lista de mujeres que acuden a hospitales en el Distrito Federal a interrumpir su embarazo, de acuerdo con estadísticas de la Secretaría de Salud de la capital del país, el obispo Mario de Gasperín, llamó a defender la vida.

 

“Lo que se concibe es lo que da a luz, un hijo, por esta razón ahora que la vida humana se ve amenazada con tantas agresiones y que se minimiza y distorsiona, es necesario volver a esta fuente de vida y dignidad en el ser humano, que es el seno de María”, indicó.

 

Dijo que “hay quien pretende proteger la sociedad minando sus bases, que son la familia y la vida.

 

“Y aquellos que promueven el aborto como una aprehensión a la salud humana, qué desconcertante resulta la tesis de aquellos para quienes la supresión de la vida es una cuestión de salud reproductiva.”

 

Durante la inauguración, el prelado queretano mencionó que todos, desde la concepción, son hijos adoptivos de María. “Qué amarga es la ironía (...) de aquellos que promueven el aborto como una atención a la salud materna”.

 

Ante unos 200 fieles que se dieron cita en una misa que ofreció, De Gasperín señaló que “no se puede pretender proteger el edificio social minando precisamente sus bases: la familia y la vida, el único problema es que Dios desaparece del horizonte de los hombres”.

 

Por ello, en su discurso, destacó que cada vida humana debe ser protegida siempre, “la del concebido, la del seno materno, la de la mujer encinta, la del recién nacido, la del débil y enfermo, la del anciano, incluso la del criminal, al igual que Dios protegió la vida.

 

En esta capilla anexa a la iglesia Santa Clara, llamada Santuario de la Vida, todos los días a las 6:30 de la tarde rezarán por los no nacidos. La parroquia se encuentra en el Centro Histórico de la capital queretana, a una cuadra de la sede de la Legislatura local.

 

“Este templo Santuario de la Vida, quiere ser recinto donde se honre, respete, agradezca, donde también se llore, se experimente la misericordia, el perdón y la paz, una luz que encienda la esperanza”, concluyó.

 

A su exterior fue colocado un puesto con imágenes y folletos donde promueven el derecho a la vida.

  

www.twitter.com/Memoire2cite « Non aux bidonvilles, non aux villes-bidon. L'urbanisme est un acte politique au service du peuple ». L'Atelier populaire des Beaux-Arts, en mai 1968, cristallise derrière ce slogan le mécontentement croissant face à la fabrique de la ville et à la multiplication de ce qu’on commence à appeler les Grands Ensembles. Délinquance juvénile, ennui, dépression, prostitution, ségrégation spatiale et sous-équipement... tels sont les symptômes d'une nouvelle maladie qui, selon L'Echo Régional du 22 mars 1962, frappe les villes dans les années 1960 : la « sarcellite ». Ce jugement très sévère sur les Grands Ensembles est partagé à la fois par les sociologues comme par les géographes voire par les politiques à en juger par le titre d'une note interne de la Commission Nationale du Logement en 1975 : « Grands Ensembles, grands problèmes ».Les quelques albums pour enfants qui entendent parler de l'époque dans laquelle leurs jeunes lecteurs vivent reprennent en cœur cette image austère de tours et de barres grises sans charmes. À l'instar de C'est le bouquet, de Claude Roy et Alain Le Foll édité en 1963 par Robert Delpire, l'extension horizontale de la fleur qui parvient à pousser à travers le béton et dans laquelle les habitants de la cité viennent se lover s'oppose à l'empilement des appartements dans les nombreuses tours. De la même façon, le troisième album des « Barbapapas », série créée en 1968, dénonce ces grandes barres grises qui brisent le rêve et l’imagination. Pourtant, face à cette critique qui met en avant davantage l'aspect esthétique ou inesthétique, une série, parue aux éditions La Farandole, fait résistance et entend porter un tout autre regard sur les Grands Ensembles et notamment sur le cadre de vie de ses habitants. Les six albums de la série « Nicole », réalisés entre 1969 et 1978, sont une idée d'Andrée Clair, auteure confirmée et militante communiste, mise en images par la toute jeune illustratrice débutante Bernadette Després.

La série des Nicole constitue probablement le témoignage d’un autre courant né dans les années 1960 mais qui s’affirme au sein de la gauche française et particulièrement du PCF après 1968 : il s’agit de la « Deuxième Gauche ». Dans cet article, il s’agira donc de montrer en quoi cette série peut être rattachée à ce nouveau courant et comment elle fait rupture avec le discours habituel sur les Grands Ensembles. Pour ce faire, nous entreprendrons d'abord de décrire la représentation des Grands Ensembles dans le paysage pictural français des albums pour enfants à la fin des années 1960. Ensuite, l’intentionnalité éditoriale qui a donné le jour à la série des « Nicole » dans la collection « Mille Images » sera interrogée. Enfin, les représentations et le discours socio-spatial original portés par la série sur les Grands Ensembles seront analysés. Grands chantiers, grands ensembles

1 « Quarante mille voisins », Cinq colonnes à la Une, Radiodiffusion de la Télévision Française, 2 dé (...)

« Dans quelques années, quand vous traverserez la banlieue parisienne, c’est en hélicoptère sans doute que vous irez. Et partout, vous survolerez des villes dans le genre de celle-ci. On les appelle les Grands Ensembles. On les appelle les villes-dortoirs. Elles doivent permettre aux familles de vivre loin de l’agitation et de l’air malsain des grandes cités. Elles existent dans le monde entier. Les urbanistes et les sociologues leur consacrent des volumes et des congrès1. »

C’est par ces mots que le journaliste de l’émission de télévision, Cinq colonnes à la Une, Pierre Tchernia, survolant en hélicoptère Sarcelles, présente en 1960 ce phénomène urbanistique original et sans réel précédent en France si l’on considère la vitesse de sa diffusion et l’ampleur des chantiers occasionnés. Le Ministère de la Reconstruction et de l’Urbanisme fut le moteur de ces constructions d’habitations mécanisées, préfabriquées et montées en série qui répondaient à une demande urgente de logements au lendemain de la Seconde guerre mondiale. Le Ministère se dota d’un arsenal de lois et de programmes de construction comme le programme de logements économique de première nécessité en 1955 et le décret du 31 décembre 1958 qui créa des Zones à Urbaniser en Priorité (ZUP) aux marges des grandes villes. Entre 1953 et 1978, ce sont 300 000 logements par an qui furent ainsi ouverts à l’habitation à loyer modéré. Plus de six millions de logements furent construits au total. L’émission de Cinq Colonnes à la Une se situe près de cinq ans après l’ouverture des premiers chantiers et l’on sent déjà dans le ton du journaliste le doute s’installer. « Elles doivent permettre aux familles de vivre loin de l’agitation et de l’air malsain des grandes cités », nous dit-il. Ces constructions commanditées par l’Etat, ayant recours aux méthodes de construction les plus modernes doivent améliorer les conditions de vie des habitants. Mais d’ailleurs comment nommer ces habitations ? On sent que le journaliste hésite : « grands ensembles », « villes dortoirs » ? En 1963, le géographe Yves Lacoste entreprend de donner une définition : Yves Lacoste, « Un problème complexe et débattu : les Grands Ensembles », Bulletin de l’Association (...)

Le Grand Ensemble apparaît comme une unité d’habitation relativement autonome formée de bâtiments collectifs, édifiés dans un assez bref laps de temps, en fonction d’un plan global qui comprend plus de 1000 logements environ2.

Raphaële Bertho, « Les grands ensembles », Études photographiques, 31, printemps 2014, [en ligne], (...)

cf. à ce propos Raphaële Bertho, op. cit.

Par « bâtiments collectifs », il faut comprendre une architecture de barres et de tours édifiées sur des zones d’implantation assez vastes ayant en commun d’appartenir à une même opération de grande envergure et visant à offrir des logements à loyer relativement bon marché. Raphaële Bertho souligne qu’avec le début des années 1960, « de réalisations glorieuses d’une Nation tournée vers l’avenir, [les grands ensembles] deviennent les symboles d’un État planificateur imbu de sa puissance3. » C’est d’ailleurs cette « toute puissance » qui est donnée à voir dans les premières images de Cinq Colonnes à la Une par une vue oblique depuis l’hélicoptère. L’observateur domine la création, l’aménagement et l’organisation humains. C’est tout le génie de l’architecte-urbaniste qui est mis en exergue ici dans ces images qui reprennent d’ailleurs une représentation très fréquente4 de ces manifestations bétonnées de la « modernisation triomphante ». Raphaële Bertho insiste sur l’image de cet « urbanisme nouveau » des Grands Ensembles qui est donnée par les services de l’État :

Dominique Gauthey, « Les archives de la reconstruction (1945-1979) », Etudes géographiques, n°3, no (...)

Raphaële Bertho, op. cit.

Les Grands Ensembles y sont présentés comme l’anticipation en actes d’une ville pensée et prévue pour l’homme, cités idéales où l’on retrouve l’importance accordée au soleil, à l’espace et à la verdure dans le credo moderniste. Une orientation manifeste, que l’on observe notamment dans la mise en scène des clichés lors des Salons des arts ménagers dans les années 1950, lesquels sont les vecteurs privilégiés de cette « planification intégrale du bonheur5 » auprès du public. Celui-ci est ainsi accueilli par la vision d’enfants profitant des espaces de loisirs nouvellement aménagés dans ces “cités radieuses”.Les enfants ont ainsi toute leur place dans ces projets modernes. Ces derniers sont en grande partie construits pour eux, part de la population française la plus nombreuse dans ce tout début de baby-boom. Louis Caro, « Psychiatres et sociologues dénoncent la folie des grands ensembles », Sciences et Vie(...)

L’Humanité du 5 novembre 1963.

Pourtant dès 1959, les grands ensembles sont mis sur la sellette. Dans Science et Vie, Louis Caro consacre un article entier à la formation des bandes de voyous dans les Grands Ensembles7. Dans les années 1962-1963, Sarcelles et ses avatars subissent de sévères critiques depuis qu’un des occupants d’une tour s’est défenestré. Les médias commencent à parler de « sarcellite », une maladie qui toucherait les habitants de Sarcelles et de tous les Grands Ensembles. Ainsi est-elle définie dans les colonnes de L’Humanité en 1963 : « Sarcellite, total désenchantement, indifférence à la vie sociale, ennui insurmontable, aboutissant à la dépression nerveuse dans les cas bénins, au suicide dans les cas aigus8. » Dès lors, les grands ensembles ne sont plus aussi radieux pour les enfants qui y habitent et il conviendrait peut-être de grandir ailleurs qu’à l’ombre des tours et des barres de béton armé. Claude Roy, Alain Le Fol, C’est le bouquet ! Gallimard, 1979, p.9.

10C’est à cette même époque que l’édition pour enfants s’intéresse au sujet et principalement certaines petites maisons d’édition. En 1963, Robert Delpire publie une histoire écrite par Claude Roy et mise en images par Alain Le Fol : C’est le bouquet ! Deux enfants, Claudelun et Claudelune, habitent au neuvième étage d’une tour d’un « Grand Ensemble de 2000 maisons avec un total de 200 000 appartements9 » situé tout près de Paris. La famille qui vivait jusque là dans des « coins-recoins-celliers-et-machin » au cœur de Paris, avait subi la crise du logement et était venue s’installer en banlieue dans des habitations imaginées par un Architecte malin :

L’Architecte, avec sa règle graduée, son équerre et sa bouteille d’encre de Chine, l’Architecte avait pensé à tout. Il avait prévu un vide-épluchures et vide-bouteilles, un vide-poussière et un vide-enfants. Mais il n’avait pas prévu les gens, et les gens s’ennuyaient dans tout ce ciment, ce verre, et ce vent, dans ces grands appartements tous pareils, qui ressemblaient à des cages à mouches empilées dans le ciel.

Roy, Cana, C’est le bouquet ! (1963), p. 10-11. © GallimardLa description qui est faite par Claude Roy d’un grand ensemble rejoint en tout point les griefs formulés contre ces grandes constructions grises : la tristesse, la monotonie, le fonctionnalisme poussé à l’excès. Les illustrations d’Alain Le Fol jouent sur l’opposition des constructions grises atoniques et de la « nature » multicolore. Cette opposition est développée tout au long de l’histoire, d’abord avec l’Oiseau Moqueur qui voit s’installer la famille, ensuite avec la croissance d’une plante semée accidentellement par l’un des deux enfants. Au début de l’histoire, la tour est perçue comme un supplice, une punition infligée aux enfants. L’Oiseau Moqueur se demande d’ailleurs : « Qu’est-ce qu’ils ont donc fait pour avoir mérité d’être enfermés dans ces cages-à-gens11 ? » Plus loin, lorsque la Mère veut calmer ses enfants qui semblent tourner en rond dans l’appartement, « elle les mettait dans le vide-enfants et ils allaient s’ennuyer sur le tas de sable à enfants à air conditionné ». À la fin, la fraxilumèle, cette plante aux couleurs merveilleuses, a dépassé les tours et envahi le Grand Ensemble. Elle est devenue l’aire de jeu la plus réjouissante dans laquelle enfants et adultes se retrouvent et s’amusent. On retrouvera cette même opposition entre la grisaille du béton et les couleurs liées au rêve et à l’enchantement dans un album de 1979 publié par le Père Castor, Fleur de béton de Michel Gansel et Monique Touvay. Dans cet ouvrage, trois jeunes garçons d’une cité HLM sortent de l’école et vont rendre visite à un de leur camarade malade et alité. Pour lui remonter le moral, ils lui confectionnent une grande fleur multicolore.Gansel, Touvay, Fleur de béton (1979), p. 4-5. © Père Castor/Flammarion

En 1968, Talus Taylor, un biologiste de San Francisco, rencontre à Paris une jeune architecte française, Annette Tison. Tous les deux imaginent sur une nappe de la brasserie Zeyer, place d’Alésia, un personnage hors norme, protéiforme, d’un rose très vif : Barbapapa. Ce dernier est né d’une graine et a pris naissance dans la Terre. Le premier album est publié en 1970 par la toute récente maison d’édition de l’École des loisirs. Deux ans plus tard, Barbapapa qui s’est construit une famille multicolore doit fuir une ville livrée à la démolition. Il est alors relogé dans de Grands Ensembles où il vit très mal l’entassement et l’ennui. La famille Barbapapa quitte alors la ville pour aller s’installer à la campagne.

Tison, Taylor, La Maison de Barbapapa (1972), p. 8-9. © Le Dragon d’or Ces trois ouvrages sont assez représentatifs du peu d’albums qui évoquent et représentent les grands ensembles entre 1960 et 1970. Le discours est toujours le même : éloigner les enfants de la « sarcellite » qui ne peut être qu’inéluctable dans ces grandes constructions que l’on s’emploie à représenter grises et tristes, sans joie et sans vie. Ce discours sera d’ailleurs maintenu bien après 1968. Cependant, à côté de cette production rare de quelques petits éditeurs et du silence des grandes maisons d’édition pour la jeunesse telles qu’Hachette, la série des « Nicole » a su attirer notre attention. Son discours sur les Grands Ensembles est à la fois très favorable et très engagé.

Sous le béton, la plage ! Nicole au quinzième étage est la première aventure d’une série de six éditée par La Farandole en 1969. Nicole et sa famille viennent d’emménager dans un appartement situé au quinzième étage d’une tour HLM. La jeune fille s’extasie, apprécie le confort et passe sa journée à la fenêtre à regarder la ville depuis le quinzième étage. Dans le deuxième album, Nicole et l’ascenseur (1971), c’est la diversité régnant dans cette tour de dix-huit étages qui est célébrée. Nicole dans le grand pré (1973) et Nicole et l’étoile de mer (1978) montrent qu’au cœur des Grands Ensembles existent des espaces verts de loisirs dans lesquels les enfants peuvent s’ébattre et s’épanouir au contact de la nature. Dans Nicole ne voit plus rien (1975), une panne d’électricité, aléa du modernisme, plonge la cité HLM dans le noir. Enfin Nicole et Djamila (1976) traite de la découverte de l’altérité au sein de ces grands ensembles qui ont accueilli une grande partie de la population immigrée venue offrir son travail en France depuis le milieu des années 1950. Ces six albums couvrent près de dix ans. La série se termine en 1978 et correspond, presque par hasard, avec la fin des politiques publiques des Grands Ensembles. Tous les albums en donnent une vision extrêmement positive. Aucune des illustrations ne montre de la grisaille, bien au contraire, tous les albums utilisent des couleurs très vives. L’illustratrice, Bernadette Després, n’a jamais recours au noir ou au gris pour dessiner les contours des Grands Ensembles mais au jaune d’or ou au bleu. La série toute entière, appartenant à la collection « Mille images » de la maison d’édition communiste La Farandole, est consacrée au bonheur de vivre dans les Grands Ensembles. On serait alors tenté de croire qu’il s’agit d’une prise de position politique éditoriale très marquée, rendant hommage à l’amélioration de la vie de la classe ouvrière. Cependant, il n’en est rien. D’autres ouvrages, publiés par La Farandole à la même époque que la série des Nicole, ont un discours très critique sur les Grands Ensembles.: Garonnaire, La Tour part en voyage (1974), couverture. © La Farandole

Prenons par exemple La Tour part en voyage de Jean Garonnaire en 1974. Les habitants d’une tour attristés par la vie au milieu de la cité HLM décident de desceller leur tour du sol pour l’emmener à la campagne, au milieu des bois et des prairies fleuries. Nous retrouvons ici encore une opposition ville/campagne, anthropisation/nature, qui semble être le courant dominant dans la littérature de jeunesse de l’époque qui veut bien s’intéresser à ce phénomène urbain. Il en va de même pour Grégoire et la grande cité (1979) de Jean-Pierre Serenne et Sylvia Maddonni où, dès la couverture, l’opposition cité HLM/champs fleuris est annoncé. : Serenne, Maddonni, Grégoire et la grande cité (1979), couverture. © La Farandole La ligne idéologique de La Farandole n’est donc pas fixée sur ce sujet à l’instar, d’ailleurs, de la ligne politique des membres du parti communiste français au sein duquel les avis sur la question des Grands Ensembles sont très partagés. Rappelons que L’Humanité fut l’un des premiers quotidiens à parler de « sarcellite » et que la jeunesse communiste de mai 1968 revendique davantage un urbaniste au service du peuple que le contraire. Il faut donc bien l’admettre, la série des « Nicole » est une œuvre originale dans le paysage de la littérature de jeunesse de cette époque et elle doit davantage son idéologie marquée pour les Grands Ensembles au militantisme de son auteure, Andrée Clair, qu’à celui de la maison d’édition ou du parti politique auquel elle se trouve rattachée. Hélène Bonnefond, « Les années "Lilenstein" de La Farandole », La Revue des livres pour enfants, n° (...) Ce à quoi semblent véritablement attachées Paulette Michel, l’épouse de Jean Jérôme, membre dirigeant du PCF, et Madeleine Gilard, les deux fondatrices de La Farandole en 1955, est une forme de « parler vrai » et de « montrer vrai ». Ceci peut se concevoir comme une véritable ligne éditoriale novatrice au milieu des années 1950. Hélène Bonnefond note que chez certains petits éditeurs comme La Farandole mais aussi Delpire, Harlin Quist ou l’École des Loisirs, « de plus en plus se développe l’idée que la jeunesse est un lectorat qui ne doit pas être restreint à des lectures angéliques, qu’il est capable de lire des histoires qui sont le reflet de la réalité sociale, culturelle, scientifique ou historique ». Sébastien Jolis, « Du logement au cadre de vie. Mobilisations associatives et vie sociale dans les (...)

22Comme le montre Sébastien Jolis14, au sein même du PCF, le regard sur les Grands Ensembles change au lendemain de mai 1968. La rupture est même consommée le 25 novembre de cette même année, après la journée nationale d’étude sur les équipements sociaux et culturels. En effet, si certains continuent à remettre en cause le financement par l’État de projets immobiliers collectifs, minimisant la place allouée aux équipements socio-culturels, d’autres, issus de la « Deuxième Gauche », qui s’étaient opposés au totalitarisme et au colonialisme, défendent une gestion partagée par les usagers des ZUP, une sorte de réappropriation des Grands Ensembles par la culture et les usagers eux-mêmes. C’est très sûrement avec la connaissance de cette faille au sein du PCF qu’il faut lier et comprendre le travail d’Andrée Clair dans la série des Nicole.

Andrée Clair, de son vrai nom Renée Jung, est née en 1916. Elle grandit dans la banlieue parisienne où son père est contrôleur des PTT et sa mère femme au foyer. Elle fait des études d’ethnologie à la Sorbonne puis part à Brazzaville où elle décroche un poste d’ethnologue assistante. Elle reste en Afrique pendant plusieurs années et y exerce plusieurs emplois liés à l’enseignement. Militante communiste, en 1949 elle est rapatriée d’office pour avoir contribué au développement du mouvement syndical africain. Elle retourne en Afrique après les indépendances et, de 1961 à 1974, elle devient conseillère culturelle du président Hamani Diori au Niger. Forcée de rentrer en France après le renversement de ce dernier, elle s’installe à Paris puis à Dreux où elle décèdera en 1982. Andrée Clair, « Pourquoi et pour qui j’écris ? », Enfance, tome 9, n°3, 1956, p.75.

Elle collabore avec les éditions de La Farandole depuis 1957. Elle écrit pour la jeunesse des romans et des albums qui ont très souvent pour toile de fond l’Afrique : Eau ficelée et ficelle de fumée (1957), Aminatou (1959), Dijé (1961), Les Découvertes d’Alkassoum (1964). Andrée Clair est une véritable militante engagée dans la vie sociale. En 1956, dans un numéro de la revue Enfance, elle écrit : « Pourquoi j’écris ? Pour remettre les choses en place. Autant que je le peux. Pour qui ? Pour les enfants, parce que... 15». Comme elle le dit elle-même, c’est la « rage » qui la pousse à écrire, celle de dénoncer le faux :

Ce n’est pas drôle d’avoir honte de la couleur de sa peau. Ce n’est pas drôle de découvrir que ce que vous avez toujours cru est faux. La rage déborda. Il fallait que je dise aux gens ce qu’était l’Afrique, l’enseignement, le racisme permanent, la vie de chaque jour. Il fallait dire la vérité. Cette vérité si difficile à trouver ici, pour qui n’a que de « bonnes » lectures. Comment le dire, sinon en écrivant ? Pour qui écrire, sinon pour des enfants ? J’avais été trompée. Je voulais détromper @ Le projet des « Nicole » naît de cette même rage d’expliquer aux enfants. Dans un entretien que j’ai pu avoir avec l’illustratrice, Bernadette Després m’a appris que le premier volume de la série, Nicole au quinzième étage, était une réaction à l’ouvrage de Claude Roy et Alain Le Fol, C’est le bouquet ! Pour Andrée Clair, il fallait donner une autre image des cités. Elle regardait C’est le bouquet ! comme une littérature bourgeoise adressée à des enfants qui ne connaissaient pas et ne connaîtraient sans doute jamais les Grands Ensembles.

« Je tiens à l’absolue exactitude de ce que j’écris [...] : géographie, ethnologie, milieu, ambiance17 », écrit encore Andrée Clair. Lorsqu’elle a l’idée du personnage de Nicole et de sa première aventure, La Farandole lui fait rencontrer une jeune illustratrice qui travaille pour la maison depuis quatre ans, Bernadette Després. Cette dernière a la même envie que son auteure : dessiner la vie des enfants au plus près de la réalité, ne pas chercher à leur mentir. Dès leur première rencontre en 1968, Andrée Clair entreprend de faire découvrir à Bernadette Després ces Grands Ensembles qu’elle devra dessiner, elle qui a grandi dans le VIIe arrondissement de Paris. Andrée Clair a une amie qui vit au quinzième étage d’une tour HLM dans le quartier de l’Argonne à Orléans. Elle y emmène Bernadette Després, lui fait voir la ville du haut de la tour. Bernadette Després prend tout en notes, fait des croquis de l’appartement. Andrée Clair supervise le travail de l’illustratrice de façon à être au plus proche de la réalité, s’accordant parfois la liberté de gommer les signes religieux comme la cathédrale d’Orléans qui est remplacée par un château fort. Andrée Clair, comme tous les auteurs de littérature pour enfants de La Farandole, fait partie du co (...)

Andrée Clair mise donc sur la sérialité ainsi que sur des histoires vraies18 de tous les jours pour accrocher ses jeunes lecteurs et faire passer un certain nombre de valeurs. Cette intentionnalité, elle l’exprimait déjà en 1956 :

Je suis contre la guerre (d’oppression, de conquête) et pour les résistants. Je suis contre le racisme, la bêtise, les mesquineries, la méchanceté. Je suis pour la beauté, la gaieté, l’amitié, la dignité, la lucidité. Pour la joie et l’enthousiasme. Pour ce qui est simple et sain, réel et humain. C’est dans ce sens que je veux entrainer mes lecteurs. Cette intentionnalité, quasi idéologique, est à la fois sociale et spatiale dans la mesure où elle est, dans le cas de la série « Nicole », liée à un lieu : les Grands Ensembles. Le travail d’illustratrice de Bernadette Després devient très important dès lors qu’il s’agit de créer un iconotexte dans lequel le récit textuel veut être en interdépendance avec le récit iconique.

Le Paradis des enfants Dans le discours iconotextuel de la série des « Nicole », trois arguments majeurs sont développés en faveur des Grands Ensembles : l’amélioration du niveau de vie des habitants, les bienfaits du vivre ensemble et une sorte d’égalité au droit à la ville. Ce sont ces trois arguments que nous souhaiterions développer ici à partir de quelques planches extraites de la série et qui nous semblent révélateurs du tournant que put représenter 1968. Clair, Després, Nicole au quinzième étage (1969), p.2-3. © La Farandole @ Andrée Clair, Bernadette Després, Nicole au quinzième étage, La Farandole, 1969, p.2.

30« J’habite au quinzième étage. Depuis une semaine, depuis le 4 décembre. Avant, nous habitions une pièce et une cuisine, au rez-de-chaussée, au fond d’une cour. C’était tout petit et on ne voyait jamais le soleil20 ». Ainsi commence Nicole au quinzième étage. Et dès la première double page, l’illustratrice joue sur les oppositions : l’enfermement et l’exiguïté des petites maisons entassées sur la page de gauche (p. 3) contrastent avec l’élévation et la prise d’espace sur la page de droite (p. 4). Le Grand Ensemble est une conquête spatiale et la petite famille de Nicole (son père, sa mère, sa grande sœur et son petit frère) vont dorénavant vivre à cinq dans un trois pièces-cuisine. Clair, Després, Nicole au quinzième étage (1969), p.4-5. © La Farandole

Cette conquête spatiale continue à la double-page suivante (p. 5-6). Sur la page de gauche, Nicole regarde le nouveau quartier à ses pieds desservi par une ligne de chemin de fer et une route à grande circulation. Sur la page de droite, une vue cavalière de l’appartement laisse deviner son agencement : « Notre appartement a trois pièces, une cuisine, une salle d’eau, un couloir, un séchoir, des placards. Quelle place !21 ». L’appartement est fonctionnel : les pièces de « long séjour » (chambres, salle de séjour, cuisine), donnant toutes sur l’extérieur, s’organisent autour de pièces dites de « court séjour », aveugles (buanderie, toilettes, salle de bain). Ce logement répond aux exigences du moment, telles qu’elles ont pu être définies dès la Reconstruction par des architectes comme Auguste Perret : confort (ensoleillement, chambres des enfants et des parents séparées), modernité (cuisine équipée, sanitaires, eau courante, électricité) et flexibilité (cloisons fines permettant un réaménagement de l’espace). Les tours sont équipées d’un indispensable ascenseur pour desservir les dix-huit étages. Cette couleur très visible sur les originaux se transforme en un orange vif sur les épreuves.

32« Nous avons notre chambre pour nous toutes seules. Nous avons chacun notre lit. Luc, le tout petit frère, dort dans la chambre de papa et maman. Le soir, nous dînons dans la salle de séjour. À midi, papa mange à la cantine de son usine. Luc se régale avec sa bouillie et son fruit, puis maman, Janine et moi, nous déjeunons dans la cuisine. Elle est claire. Dans toutes les pièces, il y a des grandes fenêtres. Quand il y a du soleil, il entre partout22. » À plusieurs reprises le texte insiste sur le gain de place, sur l’amélioration des conditions de vie apportées à une famille ouvrière. L’omniprésence du soleil se retrouve dans les images dans lesquelles Bernadette Després a eu abondamment recours à la couleur or23. Les traits de crayons donnent à ces couleurs un effet de scintillement.

Clair, Després, Nicole ne voit plus rien (1975), p.8-9. © La Farandole Andrée Clair, Bernadette Després, Nicole ne voit plus rien, La Farandole, 1975, p.6 Andrée Clair, op. cit., p.77.

Dans Nicole ne voit plus rien, l’aléa d’une panne d’électricité plonge la tour entière dans le noir. Le modernisme a ses limites ! « Mais... il n’y a plus de lumières nulle part. Oh !... c’est une panne d’électricité. Ce n’est que ça ! Maintenant qu’elle sait, Nicole n’a presque plus peur24. » Dans cette aventure, Nicole, restée seule à la maison, va devoir surmonter ses peurs en regardant par la fenêtre, en continuant à accomplir ses tâches. L’accident est appréhendé de manière optimiste et constitue pour Andrée Clair une véritable leçon de vie. « J’affirme que l’optimisme, la gaieté, l’entrain sont une forme de courage25 », déclare-t-elle en 1956. Les Grands Ensembles sont également pour Andrée Clair des espaces de mixité sociale où la diversité et la découverte de l’altérité sont bien réelles. L’exemple de Nicole et l’ascenseur en est un premier aperçu. Dans la tour où habite Nicole, les ascenseurs sont en panne. La mère de Nicole, qui revient du marché, doit monter les quinze étages à pied avec ses courses et son enfant en bas âge. Arrivée au dixième étage, les sacs se renversent et toutes les provisions tombent dans les escaliers. Cet accident devient une formidable occasion pour les habitants de la tour de venir en aide à la famille de Nicole. La majeure partie de l’histoire se déroule dans la cage d’escalier qui s’enroule autour des ascenseurs. De cette longue colonne vertébrale de la tour, Bernadette Després en fait un espace multigénérationnel, où les habitants se rencontrent et s’entraident. On sait combien la découverte de l’altérité est un aspect très cher à Andrée Clair. Les Grands Ensembles sont justement des lieux qui permettent la rencontre de l’Autre. C’est d’ailleurs tout le propos de l’album Nicole et Djamila, paru en 1976. Le père de Nicole arrive un soir à la maison avec une petite fille, Djamila. Son père a eu un accident du travail et sa mère est encore à la maternité. Djamila va donc passer quelques jours dans la famille de Nicole. Les deux fillettes qui semblent avoir le même âge vont partager la même chambre. cf. Yves Gastaut, « La flambée raciste de 1973 en France », Revue européenne des migrations interna (...) On ne peut éviter de replacer cet album dans son contexte historique. L’album est publié en 1976 au moment où la France connaît une flambée raciste et ce depuis la première crise économique de 1973. Face à la montée du chômage, l’État réglemente de manière plus drastique l’immigration en fermant les frontières26 et en multipliant les ordres de quitter le territoire national. Des affrontements racistes éclatent entre les partisans de l’Ordre Nouveau, favorable au retour des immigrés, et des partisans du PCF, à Paris et à Lyon. À Grasse et à Marseille, dans le courant de l’automne et de l’été 1973, des agressions racistes contre des Algériens font cinquante morts et près de trois cents blessés. Nous avons déjà évoqué précédemment le dégoût d’Andrée Clair pour le racisme et la bêtise humaine. Ce cinquième album de la série correspond encore à ce qu’écrivait Andrée Clair en 1956 : Andrée Clair, op. cit., p.76.

Ne pas insister sur les différences qui, si apparentes soient-elles, restent superficielles : peau, cheveux, forme des maisons ou art culinaire ; mais faire remarquer discrètement ce qui est semblable : causes de joie ou de tristesse, ennuis, soucis de chaque jour. Insister sur la richesse du cœur, de la pensée, de l’art. [...] Expliquer, toujours expliquer @ Clair, Després, Nicole et Djamila (1976), couverture. © La Farandole Dès la couverture, Bernadette Després montre davantage ce qui réunit les deux fillettes que ce qui pourrait les séparer : toutes les deux ont le sourire et jouent à la poupée dans la chambre de Nicole où de nombreux jouets sont éparpillés sur le sol. Rien dans l’image ne laisse entendre que la fillette aux cheveux longs est une petite Algérienne si ce n’est dans le titre. Le rapprochement entre les deux fillettes est doublé par le rapprochement de leurs deux poupées.: Clair, Després, Nicole et Djamila (1976), p.8 © La Farandole Andrée Clair, Bernadette Després, op. cit., 1976, p.9. Les différences de culture sont très discrètes. L’image panoramique des pages 8-9 représente une scène de table : le père de Djamila a été invité chez les parents de Nicole. Les convives partagent un plat unique qui ressemble à un hachis Parmentier. Dans un phylactère émanant du père de Djamila, Bernadette Després a dessiné un repas chez les parents de Djamila : « On n’a pas encore fêté la naissance de Karim. Samedi, nous invitons des amis. Ma femme voudrait que vous veniez. Moi aussi28. » Retour de bon procédé, les convives partagent un couscous. D’après Bernadette Després, Andrée Clair avait absolument tenu à ce que la famille algérienne soit assise sur des chaises et non par terre de façon à ce qu’on ne puisse pas se moquer d’eux. Pour terminer cette analyse de la série des « Nicole », un dernier aspect qui ne semble pas évident au premier coup d’œil le devient dès lors que l’on abandonne le point de vue contemporain et que l’on se replace dans le contexte de cette fin des années 1960. La série semble redéfinir la ville. Du haut de sa tour Nicole voit la ville se déployer, sortir de ses anciennes limites. La périphérie, les banlieues qu’elle habite s’étendent avec le développement des Grands Ensembles. Le phénomène peut parler à n’importe quel enfant dans la mesure où il est général à la France entière. Ces transformations fondamentales, ces transmutations de la ville industrielle en une forme tentaculaire, perceptibles dans les albums de la série, un philosophe les décrit, les analyse et s’en alerte en 1968, c’est Henri Lefebvre Henri Lefebvre, Le Droit à la ville, Anthropos, 1968 (2009), p. 8. Le Droit à la ville paraît en mars 1968. Dans cet ouvrage, Lefebvre décrit le processus « d’implosion-explosion » que subissent toutes les villes des grands pays industriels : « Les gens se déplacent vers des périphéries lointaines, résidentielles ou productives. Des bureaux remplacent les logements dans les centres urbains29. » Au terme de « ville », qu’il conserve pour parler des villes industrielles d’avant 1945, le philosophe préfère le terme de « tissu urbain » ou « d’urbain ». Cette réalité nouvelle affirme l’éclatement de la ville classique en périphéries industrielles, pavillonnaires ou faites de grands ensembles et le grignotement progressif de la campagne. Lefebvre alerte des dangers potentiels de cette urbanisation « capitaliste » qui subordonne la campagne à l’urbain, qui empêche l’appropriation par ses habitants, qui créé des îlots de pauvreté à la marge et qui renforce une centralité soumise à l’argent. Pour Lefebvre, les habitants des quartiers périphériques, dénués selon lui d’urbanité, se verraient spolier leur « droit à la ville ». Est-ce l’impression qui se dégage des planches de la série des Nicole ? Non. Nicole et le grand pré (1973), Nicole et l’étoile de mer (1978).Sébastien Jolis, op. cit., p. 42. On pourrait dire, bien au contraire, qu’à travers les différentes aventures de Nicole dans sa cité HLM, Andrée Clair revendique un « droit à la ville pour tous ». La famille de Nicole, en occupant un humble deux pièces au fond d’une cour dans le centre-ville, se trouvait finalement à la marge de la ville, ne pouvant profiter d’aucune des innovations offertes par la modernisation. Habiter les Grands Ensembles a permis à cette famille d’y avoir accès et, en même temps, de jouir des services de la ville. La cité HLM, située en périphérie, n’est pas déconnectée du centre-ville : les moyens de transport (lignes de bus, chemin de fer) sont régulièrement représentés dans les histoires. Le lien avec la « nature » est toujours maintenu. Dans deux des albums de la série30, Nicole passe ses loisirs dans un « centre aéré » situé à proximité de chez elle : le Grand Pré. Pour ce centre aéré, Andrée Clair s’est inspirée du centre aéré de la ville de Saint-Pierre-des-Corps (Indre-et-Loire), Les Grands Arbres. Ce centre a été créé en 1964, en bord de Loire, à quelques mètres de Grands Ensembles, et continue à recevoir les enfants de la ville sous des tentes plantées au milieu d’une prairie ombragée. Il constitue un élément, voire une infrastructure paysagère, sur lequel les partisans de la « Deuxième Gauche » vont s’appuyer pour modifier le regard porté au Grands Ensembles après 1968. En mobilisant l’attention sur le cadre de vie, ils défendent « une amélioration de leur condition d’habitat, en rejetant l’idée d’un divorce entre les habitants et leur habitat en grand ensemble31 ». Clair, Després, Nicole et Djamila (1976), p.3. (détail) © La Farandol Enfin, à de nombreuses occasions, Bernadette Després représente la vue depuis la fenêtre de la cuisine ou de la chambre de Nicole : il s’agit du centre-ville, de son château et de ses vieilles maisons, de sa gare et de ses usines. Cette vue est, au même titre que les quelques images accrochées au mur et qui représentent la montagne ou la campagne, un tableau. Cette vue de la ville quasi-omniprésente dans les albums est la manifestation d’une sorte d’appropriation de la ville. À la différence des images encadrées, le centre-ville lui est bien réel, aisément accessible, à portée d’œil et de main La cité HLM n’est pas un espace sans vie, sans âme. Elle est, sous la plume d’Andrée Clair et les pinceaux de Bernadette Després une émanation de la ville, une partie parfaitement connectée au reste du tissu urbain. Elle est le lieu qui donne aux classes populaires « droit à la ville ». Voilà en quelques mots l’intentionnalité socio-spatiale qui est présente à travers les six volumes de la série des Nicole. Cette intentionnalité, on l’a vu, n’est pas éditoriale mais est propre à une auteure engagée et militante, défendant le réalisme au nom d’un certain nombre de valeurs telles que la tolérance, le droit au bonheur, l’amélioration du niveau de vie pour tous Peu d’ouvrages pour enfants se sont intéressés au phénomène des Grands Ensembles et quand ce fut le cas, ce fut presque tout le temps pour les dénigrer et en présenter les dangers. La série des Nicole apparaît alors comme une exception, une originalité, qui entend s’adresser aux enfants et, à travers eux, aux adultes qu’ils deviendront. Pour Andrée Clair, écrire pour les enfants c’est les aider à grandir.

Andrée Clair, op. cit., p.76. En parlant de Moudaïna ou Deux enfants au cœur de l’Afrique (1952), Andrée Clair écrivait : « Il reste toujours quelque chose des livres d’enfants que l’on a aimés. Les lecteurs de ce livre ne pensent peut-être plus aux enfants noirs comme ils y penseraient s’ils ne l’avaient pas lu. C’est un point de gagné contre le racisme et contre la bêtise. Car jamais deux monstruosités n’ont été si bien ensemble que ces deux-là32 » Marie-Claude Monchaux, Écrits Pour nuire, Paris, UNI, 1985, p. 12 Ibid., p. 54.

47La série des « Nicole » entendait « parler vrai » aux enfants. Ce « parler vrai », ce « montrer vrai » de la société et de ce qui entoure l’enfant a pu passer, aux yeux de certains critiques conservateurs, pour de la littérature de jeunesse subversive. En 1985, par exemple, Marie-Claude Monchaux, dans Écrits pour nuire, mène une campagne à charge contre ce « volontaire pourrissement qu’on constate dans les livres pour enfants depuis 196833 ». Ce qu’elle reproche à ces éditeurs comme La Farandole c’est de priver les enfants du « droit sacré du rêve34 » p. 54.

Je demande pour eux des îles, et des amours enfantines qui s’épanouissent avec les couleurs de la vie la plus belle, car ils ont le droit de l’espérer autrement que par le truchement d’un droit syndical. […] Mais non, on lui coupe dès huit ans sous le pied l’herbe naissante ! La vie, mon petit, c’est ce petit HLM, ces petits sentiments, ces petits frôlements de peau à peau, ces petits amours dont on change, cet air mesuré et qui empeste les frites, ces mamans qui pour l’instant n’ont pas de petit ami, ces petits couplets sur le droit de grève @ Un débat idéologique post-68 est ici manifestement présent. Pour Andrée Clair, en revanche, il n’y a absolument pas d’aliénation du droit au rêve. Seulement, elle affirme que le rêve peut prendre sa place au milieu du béton et des tours où règnent diversité, altérité et mixité.

 

www.dailymotion.com/video/xw6lak?playlist=x34ije -Rue neuve 1956 la reconstruction de la France dix ans après la fin de la seconde guerre mondiale, villes, villages, grands ensembles réalisation : Jack Pinoteau , Panorama de la reconstruction de la France dix ans après la fin de la seconde guerre mondiale, ce film de commande évoque les villes et villages français détruits puis reconstruits dans un style respectant la tradition : Saint-Malo, Gien, Thionville, Ammerschwihr, etc. ainsi que la reconstruction en rupture avec l'architecture traditionnelle à Châtenay-Malabry, Arles, Saint Étienne, Évreux, Chambéry, Villeneuve-Saint-Georges, Abbeville, Le Havre, Marseille, Boulogne-sur-Mer, Dunkerque. Le documentaire explique par exemple la manière dont a été réalisée la reconstruction de Saint-Malo à l'intérieur des rempart de la vieille ville : "c'est la fidélité à l'histoire et la force du souvenir qui a guidé l'architecte". Dans le même esprit à Gien, au trois quart détruite en 1940, seul le château construit en 1494 pour Anne de Beaujeu, fille aînée de Louis XI, fut épargné par les bombardements. La ville fut reconstruite dans le style des rares immeubles restant. Gien est relevé de ses ruines et le nouvel ensemble harmonieux est appelé « Joyau de la Reconstruction française ».

 

Dans un deuxième temps est abordé le chapitre de la construction des cités et des grands ensembles, de l’architecture du renouveau qualifiée de "grandiose incontestablement". S’il est précisé "on peut aimer ou de ne pas aimer ce style", l’emporte au final l’argument suivant : les grands ensembles, c'est la campagne à la ville, un urbanisme plus aéré, plus vert." les films caravelles 1956, Réalisateur : Jack Pinoteau (connu pour être le metteur en scène du film Le Triporteur 1957 qui fit découvrir Darry Cowl)

 

www.dailymotion.com/video/xuz3o8?playlist=x34ije ,

 

Film d'archive actualités de 1952 Reconstruction de la France sept ans après la fin de la seconde guerre mondiale état des lieux de la crise du logement , Actualités de 1952.

 

Sept ans après la fin de la seconde guerre Mondiale état des lieux de la reconstruction de la France et de la crise du logement à l’œuvre, pénurie de logement, logements insalubres. Les actualités montrent des images d'archives de la destruction de la France, les Chars de la division Leclerc qui défilent sur les Champs Elysees. Le commentaire dénonce la lenteur de la reconstruction et notamment des manifestations qui ont eu lieue à Royan afin d''accélérer la reconstruction de la ville détruite.

 

Le film montre à Strasbourg, Mulhouse, des réalisation moderne de grands ensembles et des images d'archive de la reconstruction du Havre de Saint Nazaire.

 

Le film se termine à Marseille sur les réalisation nouvelles autour du vieux port puis on assiste à l'inauguration de la Cité Radieuse par le ministre de la Reconstruction et de l'Urbanisme Eugène Claudius-Petit en présence de son architecte Le Corbusier à qui le ministre remet la cravate de commandeur de la légion d'honneur. www.dailymotion.com/video/xk1g5j?playlist=x34ije Brigitte Gros - Urbanisme - Filmer les grands ensembles 2016 - par Camille Canteux chercheuse au CHS -Centre d'Histoire Sociale - Jeanne Menjoulet - Ce film du CHS daté de 2014 www.youtube.com/watch?v=VDUBwVPNh0s … L'UNION SOCIALE POUR L'HABITAT le Musée des H.L.M. musee-hlm.fr/ / - www.union-habitat.org/ / - www.institutfrancais.com/sites/default/files/dp_expositio... archives-histoire.centraliens.net/pdfs/revues/rev625.pdf tel.archives-ouvertes.fr/tel-00554230/document

twitter.com/Memoire2cite #42 #St-ETIENNE twitter.com/Memoire2citehttps://twitter.com/Memoire2cite le Logement Collectif* 50,60,70's dans tous ses états..Histoire & Mémoire de l'Habitat / Rétro-Villes / Banlieue / HLM / Renouvellement Urbain / Urbanisme Ville et renouvellement urbain ¤ La volonté de réintroduire de l’urbanité dans des grands ensembles aux espaces publics souvent peu structurés et à la vocation peu claire, en y réaménageant les espaces publics autour de rues, de parcs ou squares, de résidences rattachées aux immeubles.Une logique de sécurisation de l’espace : éloigner les immeubles des circulations, en contrôler l’accès, rendre moins aisées les circulations dans le grand ensemble. La loi du 1/08/03 a ensuite fixé un objectif national de résidentialisation de 200 000 lgts le Logement Collectif* 50,60,70's dans tous ses états.. #Histoire & Mémoire de l' #Habitat / Rétro-#Villes / #HLM / #Banlieue / #Renouvellement #Urbain / #Urbanisme Ville et renouvellement urbain

Les projets de résidentialisation :

points de vigilance et recommandations Coordination : Béatrix Mora, Délégation à l’action professionnelle de l’Union sociale pour l’habitat.

Réalisation : Pascale Korn, Louise de Verneuil, Délégation à l’action professionnelle de l’Union sociale pour l’habitat.Les évolutions de la notion de résidentialisation Le terme est apparu à la fin des années 90, en réponse à deux types de préoccupations : ¤ La volonté de réintroduire de l’urbanité dans des grands ensembles aux espaces publics souvent peu structurés et à la vocation peu claire, en y

réaménageant les espaces publics autour de rues, de parcs ou squares, de

résidences rattachées aux immeubles.

¤ Une logique de sécurisation de l’espace : éloigner les immeubles des circulations, en contrôler l’accès, rendre moins aisées les circulations dans le grand ensemble.

La loi du 1er août 2003 a ensuite fixé un objectif national de résidentialisation de

200 000 logements locatifs sociaux, faisant de ces opérations un “incontournable” de la plupart des dossiers ANRU. En conséquence, la quasi-totalité des

projets de renouvellement urbain font référence à ce type d’opération, mais en

renvoyant à des principes, des ambitions et des types d’aménagement différents selon les sites.

Si elle est bien conduite, se fixe des objectifs clairs et tient compte des

spécificités du quartier, une opération de résidentialisation peut améliorer de

façon considérable les conditions de vie des habitants d’un quartier, ainsi que

son image et son attractivité. Pour autant, il s’agit d’opérations délicates, à la

croisée de multiples enjeux urbains, patrimoniaux et de gestion. L’objectif de ce

document est donc de revenir sur ces enjeux, et sur les questions qu’il convient

de se poser lorsque l’on engage une opération de résidentialisation, au stade de

la programmation et de l’élaboration du cahier des charges.Une opération de résidentialisation s’inscrit dans un projet d’ensemble . L’importance de la démarche de conception de l’opération de résidentialisation Les opérations de résidentialisation nécessitent, de façon encore plus poussée que les autres types d’opération de renouvellement urbain, la mise en place d’un travail partenarial solide entre bailleur et collectivité. Elles se situent en effet à la convergence des territoires d’intervention des deux acteurs : espace public sur lequel intervient la collectivité, résidence qui le plus souvent sera placée sous la responsabilité de gestion du bailleur. Dès lors, la coordination entre les opérations de résidentialisation et les opérations voisines (aménagement de voirie, de stationnements, d’espaces verts publics, autre opération de résidentialisation, etc.) est fondamentale. Le risque existe en effet que l’une des opérations s’impose aux autres, notamment dans le dessin des résidences, ou que les opérations n’aient pas toutes le même niveau de qualité. Pour le pallier, il convient de mettre en place un processus opérationnel efficace, afin de coordonner les interventions : dans le temps en réfléchissant finement aux phasage ; et dans l’espace en demandant aux maîtres d’œuvre de travailler ensemble, soit en lien avec L’urbaniste coordonnateur du projet, soit en ayant recours à la procédure du groupement de commande entre collectivité et bailleur (qui permet de faire travailler un maître d’œuvre unique sur les espaces publics et la résidentialisation Les opérations de résidentialisation, points de vigilance Il est en outre essentiel que l’élaboration du projet de résidentialisation s’appuie sur une bonne connaissance du fonctionnement social du quartier et des usages des habitants. Ces derniers devront être étroitement associés à la réflexion sur le projet, à travers un processus de concertation à définir de façon partenariale et à intégrer au cahier des charges des concepteurs. Il est également important que les gestionnaires du quartier puissent faire valoir leur point de vue et les contraintes qui sont les leurs. Quelle dimension pour les résidences ? Déterminer la taille pertinente pour une résidence (nombre de logements et surface des espaces extérieurs intégrés à la résidence) suppose de croiser plusieurs critères : ¤ Le projet d’ensemble pour le quartier : maillage viaire, positionnement des espaces publics de type place ou parc, etc.

¤ Les fonctions que l’on souhaite intégrer à la résidence, selon la vocation que l’on souhaite lui donner : espace

de loisir pour les résidents ? Intégration des stationnements ?... Si cette question est mal anticipée, le risque existe que les résidences s’avèrent trop grandes et difficilement appropriables, avec des espaces à la vocation peu claire, ou à l’inverse trop petites pour les usages que

l’on souhaiterait voir s’y développer.

¤ Les critères de gestion du bailleur, notamment le nombre de logements qu’il lui semble raisonnable d’inclure dans une résidence.

¤ La possibilité de mutabilité ultérieure de la résidence : quelle est la taille qui permettra dans le futur que la parcelle définie par la résidence puisse muter indépendamment du reste du quartier et en cohérence avec la trame urbaine définie pour le projet ?

Il est important de prendre en compte l’intégralité de ces critères et de veiller à ce que l’un d’eux ne l’emporte pas au détriment des autres, avec le risque de difficultés ultérieures.En outre, la réalisation d’une opération de résidentialisation constitue l’occasion de remettre à plat les domanialités. A terme, il importe de clarifier domanialité privée du bailleur et domanialité publique de la collectivité, en cohérence avec le projet. Il ne faut toutefois pas faire de ces rétrocessions foncières, qui impliquent de longs délais, un préalable à la mise en œuvre d’une opération de résidentialisation.Les opérations de résidentialisation, points de vigilance

1.3. Faut-il ou non résidentialiser

l’ensemble d’un quartier suivant les mêmes principes ?

Retenir le même principe d’intervention sur l’ensemble d’un quartier, au risque de maintenir une identité parfois stigmatisée et de laisser persister la confusion des repères ; ou demander à différents maîtres d’œuvre d’intervenir sur un même quartier, au risque d’une disparité des interventions ? Il n’existe pas de réponse toute faite à cette question, qu’il faut notamment appréhender en fonction de la taille du quartier : on cherchera par exemple à maintenir la cohérence d’un petit quartier (en conservant un certain nombre de principes d’une résidence à l’autre : matériaux et mobilier urbain utilisés, modalités de traitement des limites, etc.), mais à créer par le biais de la résidentialisation plusieurs sousensembles au sein d’un grand quartier. La réalisation d’un cahier de prescriptions architecturales par l’urbaniste référent d’un quartier peut utilement permettre de définir les principes généraux que devront

respecter l’ensemble des opérations de résidentialisation D’un même quartier. Sur le quartier de la Grande Borne à

Grigny par exemple, l’Atelier Ruelle a élaboré un planguide qui, parmi d’autres prescriptions urbaines et

architecturales, définit les principes que devront respecter les futures opérations de résidentialisation : traitement des cheminements, modalités d’aménagement de jardins résidentiels, dessin de la limite La programmation d’une opération de résidentialisation Organisation générale de l’espace résidentiel Espace intermédiaire, transition entre le “tout public” de la rue et le “tout privé” de l’immeuble et de l’appartement, la résidence est un espace important, à la programmation duquel il convient de réfléchir avec attention. La maîtrise d’ouvrage doit se poser un certain nombre de questions au stade de l’élaboration du cahier des charges de l’opération, soit qu’on souhaite indiquer au concepteur quelles sont les options retenues, soit qu’on souhaite attirer son attention et lui signaler quels sont les éléments de réflexion à prendre en compte et les dysfonctionnements à traiter.2. Le stationnement La mise en œuvre d’une opération de résidentialisation constitue une occasion de réfléchir à la réorganisation du stationnement, question particulièrement sensible aux yeux des habitants comme l’ont montré les études de satisfaction et aspect qui, s’il est bien traité, participe largement à la revalorisation d’un quartier. Si l’on constate souvent un traitement paysager satisfaisant de cette question, il n’en va pas toujours de même de la prise en compte des besoins des habitants : il est donc important, préalablement à l’élaboration du programme de la résidentialisation, de réaliser un diagnostic permettant d’avoir une vision claire de la situation avant résidentialisation d’une part, des besoins des locataires (taux de motorisation) d’autre part. Il convient de ne pas oublier la question du stationnement non résidentiel (visiteurs, commerçants, etc.). Des choix sont ensuite à faire, dans la mesure où la satisfaction de certains des besoins exprimés par les locataires (plusieurs places par logement, stationnement à proximité des immeubles, etc.) risque de se faire au détriment des espaces verts et donc d’une certaine qualité de la résidence. A cet égard, la question du stationnement constitue un terrain intéressant pour la mise en place d’une concertation autour de plusieurs scénarios et de leurs incidences sur l’aspect général de la résidence. Plusieurs solutions sont envisageables pour l’organisation des stationnement : dans ou hors de la résidence, attribués ou non, loués ou non, accès bloqué par “stop car” ou non. Lorsque le stationnement est intégré à la résidence, il convient par ailleurs de se poser la question de l’accès à celle-ci : dès lors que la résidence accueille des véhicules, doit-elle être fermée ? Quel degré de fermeture choisir, quel accès proposer aux usagers ? En tout état de cause, même lorsque les parkings ne sont pas intégrés aux résidences, il convient de réfléchir à leur organisation dans une logique de résidence : fragmentation des poches, attribution d’un parking à une résidence donnée, etc.Les opérations de résidentialisation, points de vigilance La collecte des ordures ménagères

La résidentialisation constitue aussi l’occasion de remettre à plat la question de la collecte des ordures ménagères et, le cas échéant, d’introduire la collecte sélective dans un quartier. Les réflexions menées dans ce cadre conduisent souvent à la mise en œuvre de nouvelles formes de collecte des déchets. Les ordures peuvent être stockées dans des locaux attenants aux halls (en prenant en compte le risque d’incendie), en édicules extérieurs (qui peuvent poser des problèmes d’esthétique et d’encombrement), ou en containers enterrés (qui nécessitent un investissement important, tant de la part du bailleur que de la collectivité, et sont délicats à manipuler, mais sont plus aisés d’entretien par la suite, et moins encombrants). Il convient de prêter attention aux cheminements, afin que les locataires n’aient pas à faire un détour pour déposer leurs ordures, et à l’accès des containers, qui doit être aisé pour des personnes âgées ou des enfants. Dans tous les cas il est indispensable de mener une réflexion partenariale, prenant en compte les usages des habitants, mais aussi le rôle des gardiens, les techniques de collecte, les fréquences de ramassage, etc. Comment marquer la limite de la résidence ? Le choix du marquage de la limite de la résidence doit découler des options prises en matière de programmation, de la vocation que la maîtrise d’ouvrage souhaite donner à la résidence, de la prise en compte du fonctionnement social et de la pratique des espaces par les habitants, et non constituer un préalable à la conception de cette résidentialisation. Par ailleurs ce choix de la façon dont on va marquer la limite entre espace public et espace privatif va fortement contribuer à créer une nouvelle ambiance urbaine. Il est donc fondamental de se poser la question de l’impact, tant visuel que social, du dispositif qui sera mis en place. Les opérations de résidentialisation, points de vigilance En tout état de cause, il nous semble important de faire un choix clair entre fermeture et ouverture de la résidence, l’un ou l’autre de ces choix devant être assumé. Les solutions qui ne prennent pas de parti clair (volonté de limiter l’accès à la résidence aux seuls résidents, mais mise en place de barrières de faible hauteur par exemple) apparaissent en effet comme peu satisfaisantes. Il convient, enfin, de prêter attention à la qualité des matériaux utilisés, à leur intégration (accompagnement du barreaudage par des plantations) et à leur implantation. Interventions complémentaires

sur les halls et les façades

En lien avec la résidentialisation, il est souvent nécessaire de travailler sur la relation entre l’espace résidentiel et l’immeuble, à travers la requalification des halls, la réorganisation de l’accès aux caves, etc. La réfection d’une façade permet pour sa part une réelle revalorisation de l’image d’un bâtiment. Les opérations de résidentialisation, points de vigilance Une réflexion sur ces questions est indispensable à la pérennisation des investissements réalisés. Il convient à ce titre :¤ D’anticiper, dès le stade de la conception du projet, les modalités et le coût de la gestion des nouveaux aménagements qui seront réalisés, afin de chercher à limiter ces

coûts. On pourra par exemple préférer des haies vives à des haies devant être régulièrement taillées, choisir un revêtement en fonction de sa résistance dans le temps, etc. Dans ce cadre, il est important de consulter les gestionnaires au stade de la conception du projet, au risque sinon de constater après la livraison que certaines erreurs auraient pu être évitées en prenant en compte leur avis.

¤ De clarifier les modalités de gestion futures du quartier, le “qui fait quoi et où”. L’opération introduit en effet des modifications dans la morphologie urbaine, dont les gestionnaires doivent tenir compte ; par ailleurs, il est indispensable que les investissements réalisés fassent l’objet d’une bonne gestion afin que leur pérennité soit assurée. Pour autant, les territoires d’intervention des différents gestionnaires ne doivent pas forcément coïncider avec les territoires de la résidentialisation, et il convient en la matière de se montrer pragmatique, en tenant compte du surcoût éventuel pour l’un des acteurs, de la répartition des responsabilités avant résidentialisation, etc. Des conventions de gestion peuvent être conclues entre les intervenants afin qu’ils interviennent sur les territoires les uns des autres. Ainsi sur le quartier Teisseire à Grenoble, la Ville s’est engagée par convention à subventionner les surcoûts de gestion : au-delà de

2 €/mois.lgt la première année, 3 € la seconde année,

4€ la troisième année.

Il peut également être intéressant d’accompagner les

habitants dans l’appropriation de la résidence. Ainsi toujours à Grenoble, le bailleur a créé un poste de chargé de

gestion des unités résidentielles, pour la mise en place et le suivi de comités de résidents à l’échelle de chaque unité résidentielle, afin d’encourager une dynamique participative de la part des locataires.

¤ De se donner, dans la mesure du possible, les moyens de réintervenir a posteriori pour ajuster les aménagements, corriger d’éventuelles erreurs ou oublis. Seul l’usage permettra en effet de juger de la pertinence des choix faits.

QUELQUES EXPÉRIENCES 42 St-ETIENNE MONTCHOVET 2020 La résidentialisation est un type d'opération de rénovation urbaine, apparue en France au début des années 1990. Elle est généralement vue comme une amélioration du cadre de vie des quartiers d'habitat social > Canteleu Cité verte, Ilot Dumas - Habitat 76 ............................ 18

> Corbeil-Essonnes, Les Tarterêts

Résidence Courbet-Delacroix - Logement Francilien.................. 24

> Dreux, Quartier de la Croix Tiénac - OPAC Habitat Drouais ........... 30

> Stains, Moulin Neuf - Immobilière 3F.................................... 36

> Vandœuvre les Nancy, Quartier de l’Etoile - Batigère .................. 42 twitter.com/Memoire2cite Montchovet, un grand-Ensemble qui rappelle combien la politique d'urbanisme des années 1960 et suivantes a été conduite en dépit du bon sens la video içi www.google.fr/search?q=montchovet+ina&oq=montchovet+i... et là www.ina.fr/video/CAC00029801 , mais aussi içi www.ina.fr/video/CAC00029801 - avec Claude BARTOLONE içi avec la Visite à Saint Etienne du ministre délégué à la ville le jour de la démolition de la muraille de Chine. Rencontre avec des associations pr discuter du futur du quartier Montchovet. www.ina.fr/video/LY00001263573 - fresques.ina.fr/rhone-alpes/fiche-media/Rhonal00046/demol... - et les differentes videos de la demolition la encore : La démolition de la "muraille de Chine" de Saint Etienne www.youtube.com/watch?v=aq1uOc6Gtd0, www.youtube.com/watch?v=YB3z_Z6DTdc terrible :( ^^ l interview de Michel Thiolliere Le Grisou.fr a interviewé Michel Thiollière, ancien maire de Saint-Etienne et sénateur de la Loire, membre du Parti radical et actuel vice-président de la Commission de régulation de l'énergie. Il livre son analyse sur les prochaines échéances politiques, notamment la campagne des municipales en cours à Saint-Etienne, les alliances de la droite et du centre, mais aussi le mandat de Maurice Vincent. Michel Thiollière s'attarde également sur les besoins de l'agglomération stéphanoise et évoque les enjeux énergétiques en France.

Interview : Maxime Petit -- Réalisation : Studios Bouquet) www.youtube.com/watch?v=AJAylpe8G48,

"François Mitterrand, après la visite de deux quartiers -

l'un à Saint Etienne et l'autre à Vénissieux, inscrits sur la liste de ceux à réhabiliter -, parle du plan de réhabilitation pour de meilleures conditions de logement.

Type de média : Vidéo - Journal télévisé

Date de diffusion : 10 août 1983

Source : FR3 (Collection: JT FR3 Rhône Alpes )

Georgina Dufoix / Gilbert Trigano / François Dubanchet / Marcel Houël Le Président

Depuis la fin des années 1970, la région lyonnaise apparaît comme l'épicentre des violences urbaines qui se déroulent en France. Durant l'été 1981, des violences urbaines ont conduit le gouvernement à engager le plus tôt possible une nouvelle politique en faveur des quartiers dégradés. Malgré les premières opérations de réhabilitation engagées par la Commission nationale pour le développement social des quartiers, la situation demeure extrêmement tendue dans un certain nombres de quartiers populaires. L'assassinat d'un jeune de la Cité des 4 000 par un habitant en juillet 1983 a ravivé les débats autour du thème du "mal des grands ensembles" selon l'expression de l'époque. D'autre part, le contexte politique conduit également le pouvoir à s'intéresser encore davantage à la question de la dégradation urbaine dans la mesure où de très nombreux quartiers populaires n'ont pas cette fois-ci apporté leurs suffrages aux candidats de la gaucheLa visite de François Mitterrand dans deux quartiers dégradés de la région lyonnaise constitue donc un signal fort à l'égard des populations qui y vivent. Ce déplacement fait également écho à celui réalisé quelques jours plus tôt au sein de la Cité des 4 000 à La Courneuve en Seine Saint Denis (voir Visite de François Mitterrand à La Courneuve). Le principe est d'ailleurs le même et il est exprimé par le président de la République : voir par lui-même l'état réel de ses quartiers. Le fait qu'il soit mentionné dans le reportage que "ces visites surprises" se soient faites dans la "plus grande discrétion" (notamment sans les élus locaux concernés) marque effectivement la volonté du président de la République d'établir une sorte de lien direct avec les habitants qui vivent dans ces quartiers. Il ne s'agit pas de faire l'annonce de nouvelles mesures mais "de voir les choses par moi-même" selon l'expression utilisée par François Mitterrand lors de son allocution à la Préfecture à Lyon. Au moment où la Commission nationale pour le développement social des quartiers établit la liste définitive des 22 quartiers qui bénéficieront d'un programme de réhabilitation, la visite du président de la République sur le terrain suggère une forme de "présidentialisation" du thème de la réhabilitation des grands ensembles.La création au même moment de Banlieue 89 suscitée par deux architectes proches de François Mitterrand, Roland Castro et Michel Cantal-Duparc, suggère également l'intérêt du président de la République pour les questions urbaines (voir Inauguration de l'exposition organisée par Banlieue 89)."http://fresques.ina.fr/mitterrand/fiche-media/Mitter00106/visite-de-francois-mitterrand-a-saint-etienne-et-aux-minguettes.html Journaliste

Visites surprises qui se sont déroulées dans la plus grande discrétion, seule Madame Georgina Dufoix, Secrétaire d’Etat à la Famille et aux Immigrés, Monsieur Gilbert Trigano, le PDG du Club Méditerranée qui participe à la Commission Dubedout, et deux collaborateurs du Chef de l’État étaient présents. Ni à Saint-Étienne, ni à Vénissieux, les autorités locales n’y ont participés. Peu avant midi, le Président est arrivé à la Préfecture du Rhône à Lyon où s’est déroulée pendant 45 minutes une séance de travail avec les élus locaux et notamment Messieurs Dubanchet, Maire de Saint-Étienne et Houël, Maire de Vénissieux. Réunion qui a donné l’occasion d’aborder les problèmes de fond, devait souligner François Mitterrand.(Bruit)François Mitterrand

Les deux quartiers que je viens de visiter, celui de Montchovet à Saint-Étienne et celui de Monmousseau à l’intérieur des Minguettes sur la commune de Vénissieux, sont inscrits sur la liste des 22 quartiers à réhabiliter, retenus, proposés par la Commission Dubedout devenue la Commission Pesce, et retenus par le Gouvernement. Et je compte appliquer nos efforts pour qu’effectivement, ces quartiers soient réhabilités, c’est-à-dire, soient habitables. Qu’on y trouve, pour ceux qui y vivent, euh, suffisamment de convivialité, de capacité de développer une famille et, euh, revenant de son travail quand on en a, de pouvoir vivre avec les autres. Les conditions de logement, la construction de ces ensembles, les liaisons avec l’extérieur, l’école, le sport, les espaces verts, bref, l’espace tout court, contribuent, vous le comprenez bien à, au futur équilibre, ou contribueront au futur équilibre de ces quartiers. Alors, je préfère voir les choses par moi-même. Il faut bien se dire que à l’origine de nombreux désordres sociaux se trouvent ces fâcheuses, ces déplorables conditions de vie. Et moi, je veux lutter contre ces désordres et pour cela, il faut que je m’attaque avec le Gouvernement et ceux qui ont la charge auprès de moi, je veux absolument m’attaquer aux sources d’un malaise et d’un déséquilibre social qui sont d’une immense ampleur. Raison de plus pour commencer par un bout avec énergie et continuité. Et de ce point de vue, je compte bien, au cours des semaines et des mois à venir, persévérer dans cette enquête personnelle qui me permet ensuite de donner des instructions précises à ceux qui participent à la gestion de l’État.(Silence), à Saint-Étienne comme dans les communes de sa proche banlieue. Une sorte de grand monument à la gloire des HLM, comme si on avait fait exprès de la faire aussi énorme pour montrer comme les gens étaient fiers de ce quartier. Autour on construit tout ce qu'il faut pour les habitants : une école, Montchovet, qui donne sur le grand pré derrière, une MJC, une piscine, un centre commercial, avec la Poste, plus tard le bureau de police. En 1978, comme les enfants des habitants grandissent, on ouvre un deuxième collège dans la ZUP. Il prendra le nom de Jean Dasté, qui a créé la Comédie de Saint-Etienne, le plus grand théatre de province en France, et son école de comédiens. Après 1984 les loyers des HLM ont augmenté, beaucoup d'habitants sont partis. La population de Saint-Etienne diminue surtout dans les quartiers sud : beaucoup de gens déménagent vers la plaine du Forez, moins froide, où il y a la place de batir des maisons. On a rénové beaucoup d'appartements anciens en ville : la crise du logement est finie. On ne sait même plus qu'elle a existé. Les ZUP ont vieilli et la plupart des gens préfèrent se loger dans des appartements récents. Alors on ferme : le collège de Beaulieu, l'école de la Marandinière, la Poste. La Muraille coute très cher à entretenir : il n'y a plus asssez d'habitants pour payer les frais. Les HLM ont décidé de la détruire: c'est le plus gros projet de démolition jamais réalisé en Europe. Les familles qui restaient ont du déménager. On va faire exploser la Muraille de Chine au printemps de l'an 2000. Peut être qu'il fallait le faire, mais pour les gens du quartier c'est un gros morceau de notre Histoire qu'on nous détruit.

1954: les premiers travaux à Beaulieu : la campagne devient une ville à grands coups de bulldozer..

Le projet est de construire en grande quantité des logements de bonne qualité, avec tout le confort, des chambres pour les enfants, l'eau, le chauffage central, des sanitaires, des arbres et des pelouses, et surtout .... des loyers accessibles pour tous. Ce seront les Habitations à Loyers Modérés, les HLM.

Il faudra les construires en dehors des villes, pour en finir avec le mélange des industries et des logements, qui amène le bruit et la pollution. Y prévoir tous les équipements : commerces, écoles, collèges, lycées, transports, parcs, équipements sportifs, police, pompiers, Postes. Construire des villes entières où tout le monde aura accès à ce qui n'était encore que le luxe de quelques gens très riches.

Cinq villes sont choisies pour être prioritaires : Paris ( Pantin ) et Lyon ( Bron-Parilly) à cause de leur taille, Angers et Rouen détruites dans les bombardements de 1944, Saint-Etienne, la ville la plus sinistrée de France pour le logement. C'est là que naissent les cinq premières Zone à Urbaniser en Priorité, les ZUP, modèles de l'urbanisme pour toute une génération. Elles ne s'appellent pas encore comme ça : on les construites avant que l'expression de ZUP existe, c'est de leur réussite que naitra le modèle repris partout pour lequel on inventera le mot plus tard.

 

Beaulieu I: le projet d'urbanisme

 

Maquette de 1953 - Projet des architectes Gouyon-Clément

 

Une architecture géométrique, de grands espaces, des arbres, des formes qui soulignent le relief. Un modèle de l'urbanisme des années 1950.

 

Beaulieu-Montchovet:

 

La ville choisit de construire un immense quartier neuf de plus de 4.600 logements, prévu pour loger 30.000 habitants, sur les basses pentes du Pilat, à la sortie sud-est de Saint-Etienne.

 

Entre les forêts, qui seront classées parc naturel quelques années plus tard, et les quartiers chics du cours Fauriel, c'est un des endroits les mieux situés de la ville.

 

C'est aussi le seul grand emplacement proche du centre où il n'y aie pas eu de mines, parce que les couches de charbon s'arrêtent juste avant : le terrain est assez solide pour supporter de gros immeubles.

 

La ZUP de Beaulieu est construite en quatre tranches:

 

- Beaulieu I ( Beaulieu ) de 1953 à 1955

 

- Beaulieu II ( La Marandinière ) en 1959

 

- Beaulieu III ( Montchovet ) en 1964, dont fait partie la Muraille de Chine, le grand immeuble le long du boulevard à gauche.

 

- Beaulieu IV ( La Palle ) en 1971

Le quartier:

Au premier plan, en bas à droite Beaulieu, la Marandinière est à droite derrière l'autoroute, Montplaisir à gauche, Monchovet au milieu, le long du boulevard de la Palle.

A gauche des tennis, les batiments du collège de Beaulieu. C'était l'autre collège de la ZEP, le seul collège "sensible" de France a avoir été fermé, en 1995.

Nouvelles techniques, nouveaux matériaux :

Construire vite pour un prix raisonnable oblige à inventer de nouvelles techniques, d'autant que l'on manque de travailleurs qualifiés.

La construction s'industrialise: immeubles à structure porteuse ( des poteaux en béton armé tiennent les dalles, ce ne sont plus les murs qui soutiennent les immeubles ), murs rideaux ( les murs sont fait de morceaux préfabriqués accrochés aux dalles ), éléments standardisés ( les éléments: murs, tuyauterie, portes et fenêtres, sanitaires, etc... sont tous identiques, fabriqués en usine en grande série, installés de la même façon dans tous les immeubles ), nouveaux matériaux ( matières plastiques, béton armé, acier ) qui ne s'utilisaient pas dans la construction traditionnelle.

Cela permet de diminuer les prix, en automatisant les fabrications, mais aussi parce qu'on peut utiliser des ouvriers beaucoup moins qualifiés, qui ne font que du montage et que l'on paye moins cher.

Bien après les gens se plaindront de ces appartements tous identiques, de ces matériaux peu agréables, de la taille inhumaine des batiments.

Mais à l'époque il faut compter deux à trois ans d'attente pour obtenir un appartement dans le quartier. Les familles sont si contentes de leur quartier tout neuf que les collègiens qui prennent le bus emportent une paire de bottes en plus de leur chaussures pour aller des immeubles à l'arrêt de bus : pas question de ramener de la boue dans les bus ou dans les escaliers.

La crise du logement:

1950 : la France connait la pire crise du logement de son Histoire. La crise économique de 1929 puis la guerre de 1939-1945 ont arrêté la construction de logements, déja insuffisante avant 1930, pendant plus de vingt ans.

La France est au maximum du "baby-boom" ( période de très forte natalité qui commence à la fin de la guerre ) : les 40 millions de français de 1950 font deux fois plus de bébés que les 60 millions d'aujourd'hui. La très forte croissance économique relance l'immigration. Plus de la moitié des familles sont mal logées alors que la France commence la plus forte croissance démographique de son Histoire.

 

La IV° République, héritière du programme de la Résistance donne la priorité aux besoins sociaux : école, santé, logement, sur la rentabilité financière. L'Etat, les villes, sont décidés à investir dans le logement, qui est déclaré prioritaire dans le Plan d'organisation de l'économie.

Entre les années 50 et 60, et suite à la seconde guerre mondiale, la municipalité stéphanoise a vu sa population passée d’un peu moins de 180 000 habitants en 1950 à plus de 200 000 habitants dix ans plus tard en 1960. Cette forte augmentation de la population pouvait s’expliquer par le fort taux de natalité de cette époque (baby-boom), mais aussi par l’afflux de travailleurs de la classe ouvrière venus dans la grande cité stéphanoise pour trouver un travail. De ce fait, la construction d’un logement sain pour chaque ouvrier était devenue une priorité absolue pour les élus qui considéraient à raison que cela était une condition vitale dans le cadre de ce grand développement. Pour ce faire, la ville a lancé dans les années 50 une vaste opération de construction de barres d’habitation dans la zone de Beaulieu, destinée à fournir un logement à une population grandissante.

Une barre d’habitation innovante

A l’époque, avec une majorité d’architectes, les appartements modernes construits possédaient des cloisons lourdes empêchant toute modification interne ainsi que des espaces de renvoi sombres et non ventilés ressemblant à des alcôves.

Mais à l’inverse, pour certains architectes précurseurs de la région à l’image d’Yves et Henri Gouyon, la modernité reflétait le gout de la clarté, de l’air, et du soleil, avec de larges horizons. Ainsi, ces derniers donnaient la priorité non pas aux façades qu’ils considéraient comme de simples élévations du plan, mais aux cellules d’habitations et à leur orientation. Dans cette optique, le bâtiment proposé par Henri Gouyon, qui était donc un partisan de l’espace ouvert moderne, supprimait les circulations et profitait de ce gain de place pour aménager de nouveaux espaces de vie communes. De plus, dans ces cellules d’habitations, les architectes ont tirés profit au maximum de la double orientation des appartements (ces derniers étaient traversant) avec par exemple l’accolement de balcons.

Conception et réalisation d’un quartier entier

Pour le projet de Beaulieu, l’on confia la conception ainsi que la réalisation des interventions aux agences Henri et Yves Gouyon puis Yves Gouyon et associés. Ainsi, dés le milieu des années 50, des études concernant Beaulieu II – La Marandinière furent conduites, suivis de la construction du bâtiment entre 1957 et 1959. S’en suivit Beaulieu III – Montchovet entre 1962 et 1964, surnommé la « Muraille de Chine », qui comprenait entre autres, une barre de type HLM haute de 10 à 17 mètres et longue de 270 mètres, avec 560 logements. Suites à ces constructions, l’urbanisation des vallées et collines du sud-est de Saint-Etienne continua jusque dans les années 70 avec les séries de la Métare I, II, et III. Au total, ce sont plus de 8 000 logements, pour l’essentiel de type HLM, qui ont été construits durant cette période.

Ces constructions ont également contribué à la création du parc de l’Europe et d’un boulevard circulaire qui servait de jonction entre les différents édifices et le centre-ville de la cité stéphanoise.

Un projet pharaonique

Le centre commercial fut un projet d’une dimension sans précédent pour la ville, plus grand centre commercial intra-urbain de la région Loire-Auvergne, avec 100 magasins, 1500 places de stationnement, 90 000 m² de surface, et sur 3 niveaux (4 niveaux avec la terrasse). Le 2 octobre 1979, CENTRE DEUX ouvre ses portes pour la première fois, et constitue une renaissance et un véritable tournant pour la ville.

L’avis de l’architecte

De toutes les constructions de cette époque, Beaulieu est un des ensembles construits qui se porte le mieux si l’on en croit les nombreuses enquêtes menées auprès de la population de ces logements, dont certains l’occupe pratiquement depuis le début. Les arbres atteignent désormais le haut des immeubles, et la rue Le Corbusier adjacente a pris les allures « d’une banlieue des années 30 » avec un niveau d’urbanisme parfaitement acceptable. En conclusion, on peut parler pour cette construction d’un véritable savoir faire architectural et en quelques sortes d’art urbain. Ce projet a été récompensé par un prix d’urbanisme, mettant en valeur le travail en amont du projet. St-Etienne Cimaise Architectes -

- Entretien avec François Tomas, géographe, spécialiste de l'aménagement urbain, et enseignant à l'université et à l'école d'architecture de Saint-Etienne. Il est notamment l'auteur des Grands Ensembles, une histoire qui continue (Publications de l'université de Saint-Etienne, 2003). Cet intellectuel a également mis la main à la pâte. Entre 1977 et 1983, il fut adjoint à l'urbanisme du maire communiste de l'époque, Joseph Sanguedolce. Engagé au PC de 1974 à 1985, il a, depuis, rejoint le Parti socialiste «comme militant de base»

Quelle est l'ampleur des destructions provoquées par la Seconde Guerre mondiale à Saint-Etienne?

La ville subit un important bombardement des Alliés le 26 mai 1944. Celui-ci vise les usines qu'utilisaient les Allemands dans la région pour leur effort de guerre et les noeuds de communication ferroviaire. Comme prévu, la gare de Châteaucreux, les usines de Marais et le tunnel de Tardy sont touchés. Mais les bombes, larguées trop rapidement, atteignent aussi les quartiers du Soleil et de Tardy - notamment les écoles - ainsi que l'église Saint-François, emplie de fidèles. Au total, le bilan est lourd: un millier de morts, 1 500 blessés, 22 000 sinistrés; 800 immeubles ont été plus ou moins détruits.

Que prévoit-on pour la reconstruction?

Pas grand-chose. A la différence de la refonte spectaculaire du Havre, par exemple, on se contente ici de bâtir de petits immeubles, plus modernes bien sûr, mais sans réelle innovation architecturale ou urbanistique.

Est-il vrai que Saint-Etienne, après guerre, traîne une réputation de «capitale des taudis»?

C'est exact, et celle-ci n'est pas usurpée. En 1946, 7% seulement des logements sont jugés «confortables», et 17%, «acceptables»; 56% sont médiocres, et 20% peuvent véritablement être qualifiés de taudis: 1 logement sur 5 n'a pas d'eau à l'évier, les deux tiers ne disposent pas de WC, et 95%, de salle d'eau. Mais le problème n'a pas été créé par la guerre. Depuis la fin du XIXe siècle, Saint-Etienne a beaucoup grandi, mais très peu construit. Résultat: la ville a vieilli sur elle-même et se trouve après guerre dans une situation désastreuse, que les bombardements ont simplement aggravée.

C'est alors qu'Alexandre de Fraissinette, maire élu en 1947, fixe le logement comme l'une de ses priorités.

Oui. Et ce ne sera pas un vain mot. Rendez-vous compte: on passe de 114 logements construits en 1948 à 531 en 1951, 1 085 en 1954, 1 694 en 1957 et même 2 932 en 1959! L'effort est gigantesque. Mais le changement est aussi qualitatif. A la fin des années 1940 et au début des années 1950, la France va connaître une rupture architecturale avec l'apparition des premiers grands ensembles. Saint-Etienne sera l'une des villes symboles de cette rupture.

Comment cette nouvelle architecture est-elle accueillie?

Très favorablement par les classes moyennes, beaucoup moins par les classes populaires.

Cela paraît paradoxal, pour du logement social!

Le paradoxe n'est qu'apparent. On l'a oublié aujourd'hui, mais les premiers grands ensembles sont réservés aux familles de moins de trois enfants ayant des revenus corrects, autrement dit aux classes moyennes. Alors que, depuis la guerre, celles-ci devaient se contenter d'une ou de deux pièces mal équipées, elles se voient soudain proposer des logements spacieux, avec de la verdure, de la lumière, une salle d'eau, des WC, le chauffage central. Cela leur paraît merveilleux! Les pauvres, eux, continuent de s'entasser dans de petits appartements sans confort, quand ce ne sont pas des taudis, en particulier à Tarentaize et à Beaubrun, ou des bidonvilles, du côté de Méons, près des puits de mine et des usines sidérurgiques. Ce n'est que plus tard, à partir des années 1970, que les grands ensembles seront prioritairement réservés aux pauvres et aux familles immigrées. Mais, dans les années 1950, les grands ensembles sont encore synonymes de progrès social. Et même au-delà. On est persuadé que ce nouvel habitat va entraîner le recul de la maladie, de la délinquance, voire de la mésentente entre les époux! Il existe ainsi une «commission du bonheur ou des grands ensembles»!

On croit rêver...

C'était l'ambiance de l'époque, avec ses utopies et ses excès. Pour les architectes, si l'un des repoussoirs est le taudis de centre-ville, l'autre est le petit pavillon de banlieue, symbole à leurs yeux de l'individualisme petit-bourgeois, avec ses gaspillages de terrain, son absence d'horizon et son coût pour la communauté...

Quels sont les quartiers typiques de cette période, à Saint-Etienne?

Le premier est constitué par le très bel ensemble de la place du Maréchal-Foch. Il s'agit d'une étape intermédiaire entre l'îlot traditionnel (des immeubles accolés, formant un pâté de maisons) et sa suppression totale. Du côté de la Grand-Rue, plusieurs immeubles constituent encore des semi-îlots. Mais, à l'ouest, deux immeubles sont déjà totalement indépendants: ils sont construits au milieu de la verdure. Et cela, c'est très nouveau. Jusqu'à présent, tous les immeubles érigés à Saint-Etienne, y compris les plus hauts, étaient accolés à d'autres édifices. Cela reste encore, cinquante ans plus tard, l'un des quartiers chics de Saint-Etienne.

L'autre grande opération de l'époque, c'est Beaulieu I.

Evidemment. On est, cette fois, face à un grand ensemble «pur». Le chantier commence en 1953 - il y a juste cinquante ans - et s'achève en 1955. Ce nouveau quartier de 1 264 logements est remarquablement conçu. Non seulement il respecte la topographie des lieux, mais aussi il joue avec elle: les bâtiments sont implantés soit parallèlement, soit perpendiculairement aux courbes de niveau, ce qui met en valeur la colline tout en préservant son sommet. Pour rompre l'anonymat, les entrées, les façades et les balcons sont individualisés. Les logements sont de qualité, et les espaces verts, confiés aux services de la ville, tout simplement magnifiques. Beaulieu produit d'ailleurs un effet prodigieux sur ses premiers habitants.

Son implantation n'est pas non plus le fait du hasard...

En effet. Compte tenu des préoccupations hygiénistes de l'époque, le conseil municipal a choisi ce site «loin des zones minières et industrielles, à l'abri des poussières et des fumées, au climat salubre». Il souligne qu'il ne sera «jamais exploité par les houillères, car son sous-sol est stérile» et qu'il est également «bien relié à Saint-Etienne par le cours Fauriel, la seule avenue large de la ville». C'est véritablement le contre-modèle du taudis. Il a d'ailleurs, lui également, remarquablement bien vieilli.

Etes-vous aussi enthousiaste pour les projets qui ont suivi Beaulieu I?

Hélas!... Beaulieu II-La Marandinière (1957-1959), Beaulieu III-Montchovet (1962-1964), avec la fameuse «muraille de Chine», Beaulieu IV-la Palle (1967-1970) et la Métare (1962-1974), représentant à eux tous quelque 6 000 logements, constituent - à l'exception de la Métare, qui ne comprend que des appartements en copropriété - des échecs complets. Et tragiques.

Pourquoi cette différence?

Beaulieu I a bénéficié d'une accumulation de partis pris judicieux qui n'ont pas été appliqués par la suite. Outre la qualité de son architecture et de ses espaces verts, on a évité le zonage bête et méchant, qui allait s'imposer plus tard: les zones commerciales, d'un côté; les tours et les barres d'habitation, d'un deuxième; les emplois, d'un troisième. Enfin, Beaulieu I, réservé presque exclusivement aux classes moyennes, n'a pas connu le processus de dégradation que l'on constatera ailleurs, et dont la destruction de la «muraille de Chine» constituera le symbole.

Qui ont été les grands aménageurs de cette époque?

Parmi les politiques: le maire, Alexandre de Fraissinette (modéré), et son premier adjoint, qui lui succédera à sa mort, le radical Michel Durafour. Parmi les architectes: Edouard Hur et Henri Gouyon, concepteurs de Beaulieu I. Et, bien sûr, l'Etat, qui reste très présent. C'est lui qui, de manière générale, garde la haute main sur l'urbanisme. Beaulieu constitue une opération nationale, décidée de Paris. Cependant, ce qui est remarquable, c'est que, pour Beaulieu I, l'Etat va accepter de composer.

Dans quels domaines?

Le ministère de la Reconstruction souhaitait, ici comme ailleurs, que l'opération fût entièrement industrialisée. Autrement dit, que l'on adaptât au bâtiment les méthodes de l'automobile. Les constructions devaient se faire en préfabriqué, et l'on devait se contenter de les monter sur place. Mais, à Saint-Etienne, les architectes, soutenus par le maire, s'opposent à cette directive. Parce qu'ils sont expérimentés, et reconnus, ils vont obtenir gain de cause. Et heureusement.

Y a-t-il eu des projets, conçus à cette époque, qui n'ont pas vu le jour? A la fin des années 1950, l'Etat fait appel à de grands architectes pour remodeler les villes. A Saint-Etienne, c'est Dufau, distingué par le prix de Rome, qui est choisi. Il présente un projet radical: raser les 70 îlots qui se trouvent à l'est de la Grand-Rue, entre la place du Peuple et Bellevue, et les remplacer par autant de tours et de barres! Son projet, finalement, ne sera appliqué qu'en partie. Au sud, jusqu'à Bellevue, presque tout est démoli, beaucoup de tours et de barres sont construites. Au nord, les démolitions sont également presque systématiques, mais, cette fois, les nouveaux immeubles reproduisent la forme traditionnelle de l'îlot. On détruit également une partie du quartier derrière la grande poste, ainsi que l'ancienne caserne de Tréfilerie et la prison de Bizillon.

Le futur Centre-Deux...

C'est cela. Au départ, l'opération se nomme «prison-Tréfilerie», mais les promoteurs, qui ont le sens du commerce, préfèrent la rebaptiser. Ce quartier est conçu comme un centre d'affaires à l'américaine, type la Défense, à Paris, ou la Part-Dieu, à Lyon. On explique aux élus que, s'ils veulent que Saint-Etienne devienne une grande ville, ils doivent la doter d'un centre d'affaires, avec des immeubles atteignant 100 ou 150 mètres de hauteur, comme aux Etats-Unis! Le projet est lancé (en 1969), mais il sera peu à peu amendé, pour tenir compte de la réalité économique, de la montée des oppositions et de l'évolution des mentalités.

Comment l'économie stéphanoise se porte-t-elle alors?

La ville croit encore à l'avenir de la mine et des industries traditionnelles. Cela se comprend: le plan Monnet pour la relance de l'économie française s'appuie sur l'énergie, les transports, les industries lourdes... Bref, tous les points forts de Saint-Etienne, mais ce sera un cadeau empoisonné, car, bercée par cette illusion, la cité s'endort. Quand elle se décidera à moderniser ses structures industrielles, ce sera toujours avec quelques années de retard. Au fond, c'est dans les années 1950 que l'on commet les erreurs qui conduiront, plus tard, au démantèlement des industries locales.

Le secteur tertiaire a-t-il déjà commencé son essor?

Pas encore. Dans les années 1950, Saint-Etienne reste une ville très fortement industrielle. La tertiarisation, avec l'enseignement supérieur, la transformation de l'hôpital en centre hospitalier régional et universitaire et l'essor de Casino, avec les supermarchés et les hypermarchés, ne commencera véritablement que dans les années 1960.

Culturellement, la ville est aussi très active...

Elle est même, à ce moment-là, l'un des hauts lieux de la création culturelle en France, notamment dans les domaines théâtral et artistique. Maurice Allemand fait du musée de Saint-Etienne l'un des plus grands musées d'art moderne en France. Et Jean Dasté propose au public le théâtre moderne. Ce bouillonnement est dû, notamment, à Alexandre de Fraissinette. Comme, après lui, Michel Durafour, il est persuadé que l'avenir de la cité est dans la modernité. Il considère donc qu'elle doit être déclinée dans tous ses aspects: économique, urbanistique et culturel.

La population comprend-elle cette volonté?

Oui et non. Dans les années 1950, il existe un certain consensus, car tout le monde partage la vision d'un avenir meilleur. Mais, en réalité, Fraissinette, et surtout Durafour, sont très décalés. Dans leur obsession d'une ville «blanche», ils refusent en bloc le passé, dont on a heureusement découvert depuis lors les richesses. Ils rêvent d'une ville qui n'existe pas, peuplée d'habitants qui ne ressemblent pas aux Stéphanois réels... C'est d'ailleurs ce qui, plus tard, provoquera la chute de Michel Durafour.

La Catedral de Jaca

 

La Catedral de Jaca está considerada uno de los monumentos más importantes del arte románico español, no sólo por su reconocida antigüedad sino también por presentar una síntesis personal entre elementos propios y ajenos, dentro del ámbito de las rutas del Camino de Santiago.

 

Esta importante vía de peregrinación que en época medieval ponía en comunicación toda Europa y convirtió al arte románico en el primer "arte internacional", penetraba en Aragón salvando los Pirineos a través del Puerto del Somport y bajaba hasta Jaca para, a partir de aquí y en un acusado giro de noventa grados, dirigirse a tierras navarras.

 

El origen de la catedral y su relación íntima con la villa de Jaca debe situarse en ese mundo de las peregrinaciones jacobeas, tremendamente rico en flujos e intercambios de personas, productos e ideas, y en un preciso momento histórico en el que los reinos cristianos hispanos luchaban contra el invasor musulmán y avanzaban lentamente desde la montaña hacia el valle dejando a su paso testimonios de la fe restablecida.

 

Así, conquistada Jaca a comienzos del siglo X, inmediatamente se amuralla y se organiza su vida religiosa mediante la fundación de un viejo monasterio puesto bajo la advocación de San Pedro (llamado luego el Viejo, para diferenciarlo de la propia catedral, que recibió el mismo nombre. Jaca recibe sus fueros del rey Sancho Ramírez en el año 1077 y de esta forma alcanza la categoría de ciudad y la importante función de capital del Reino de Aragón, que desempeñará hasta la conquista de la ciudad de Huesca en 1096. El nuevo rango de ciudad viene acompañado de la instauración como sede episcopal, que inmediatamente precisa de un edificio para su obispo. Es éste un momento religioso de gran agitación debido a la llegada a tierras altoaragonesas de la poderosa orden cluniacense, establecida en el monasterio de San Juan de la Peña, que traerá consigo la reforma gregoriana y la sustitución del rito mozárabe por el nuevo rito romano.

Horario de visitas: De 11.00 a 13.30 y de 1.00 a 20.00 horas.

El templo románico

EL TEMPLO CATEDRALICIO conserva en lo básico su estructura y configuración románica: una planta basilical de tres naves de cinco tramos con sus correspondientes ábsides alineados y dos puertas de acceso: la occidental o principal, dotada de un espacioso atrio o lonja que abre a la plaza de San Pedro (donde antiguamente se situaba el monasterio

homónimo), y la puerta meridional, desde el siglo XVI dotada también de lonja y vinculada a la plaza del Mercado.

 

De los tres ábsides románicos sólo el meridional o de la Epístola se conserva inalterado, pues su simétrico quedó destruido y el central fue ampliado a finales del siglo XVIII para evitar las humedades de un cementerio anejo a la cabecera y para poder trasladar al presbiterio el coro y el órgano que estaban situados desde antiguo en los pies de la nave central (este traslado no se haría efectivo hasta 1919).

 

En este ábside meridional aparecen resumidos los elementos y el lenguaje arquitectónicos característicos del románico jaqués, entre los que destacan los "tacos" o "billetes" en ajedrezado (discurre en forma de imposta por el exterior e interior del edificio) y las "bolas" (presentes también en los apoyos interiores).

 

En el INTERIOR, las tres naves están separadas por arquerías de medio punto que apoyan sobre pilares cruciformes y cilíndricos que se alternan, configurando un curioso "tramo doble" del que pueden encontrarse paralelismos en iglesias del norte de Francia y en Inglaterra. Los capiteles, con una configuración básica de orden corintio, presentan diversos tipos de decoración: geométrica, vegetal y figurada.

 

El edificio románico cubría sus naves con techumbre de madera (a dos aguas la central y a una las laterales), que posteriormente como veremos se sustituirán por las actuales bóvedas. El resto de la catedral mantiene su sistema de cubrición original: bóveda de medio cañón para los brazos del transepto y los tramos rectos de los ábsides, cúpula hemiesférica sobre trompas para el crucero y bóveda de horno para los tramos curvos de los ábsides.

 

LA PORTADA OCCIDENTAL se sitúa al fondo de un profundo pórtico, cubierto con medio cañón, que tendría además función penitencial, tal como lo indican las representaciones y los textos del tímpano, en cuyo centro se dispone el típico Crismón Trinitario flanquedo por dos leones: el de la derecha aplasta con sus garras a un oso y a un basilisco, representando a Cristo como vencedor del pecado y de la muerte, mientras el de la izquierda protege a un hombre vestido de penitente que se prosterna ante él, mostrando así su misericordia divina.

  

LA PORTADA MERIDIONAL presenta un tímpano muy modificado y dos capiteles que simbolizan, a través de dos representaciones bíblicas (Abraham e Isaac y Balaam y el ángel) el poder salvífico de Dios; se atribuyen estos capiteles al llamado "maestro de Jaca" y junto con los magníficos capiteles del claustro (actualmente diseminados por distintas dependencias catedralicias, entre ellas el propio pórtico sur y el museo) constituyen los mejores ejemplos de la escultura del románico jaqués.

Las etapas constructivas

*La construcción de la catedral románica se desarrolla en dos fases bien diferenciadas, correspondientes a periodos de especial sintonía entre los reyes de Aragón y los obispos jacetanos:

EL PRIMER PERIODO ENTRE 1077 Y 1082, que se corresponde con el reinado de Sancho Ramírez y el obispado de su hermano el infante García.

EL SEGUNDO PERIODO ENTRE 1104 Y 1130, cuando Alfonso I el Batallador v Esteban de Huesca ceñían la corona v la mitra, respectivamente.

 

Una vez levantado el templo románico se fueron añadiendo dependencias necesarias para la vida capitular y la catedral fue creciendo. Su estructura inicial se vio modificada por sucesivas reformas, ampliaciones y destrucciones, que le han dado su configuración actual, pero siempre ha conservado esa conexión íntima con la ciudad y con sus habitantes.

 

Tras un pequeño paréntesis, donde únicamente se realizan obras de mantenimiento en el edificio, El SIGLO XV asiste a la construcción de capillas de estilo gótico como 1a de Santa Cruz, Santa Orosia, San Agustín y Santo Cristo, todas ellas en la nace septentrional, así como a la erección de la torre sobre e1 pórtico de entrada, que posteriormente sufrirá abundantes reformas.

 

EL SIGLO XVI Y PARTE DEL XVII siguen siendo momentos de gran actividad constructiva, destacando de ella los siguientes trabajos: el abovedamiento de las naves laterales (1520-30); la fundación de nuevas capillas tardogóticas como la de San Sebastián (cuya portada se copia en su simétrica de San Agustín), la de la Anunciación y la de Santa Ana; la aparición de las primeras capillas de estilo renacentista, entre las que destacan la espléndida de San Miguel (1523) con embocadura monumental en arco de triunfo realizada por el italiano Juan de Moreto, la de la Trinidad (1572), obra del magnífico escultor romanista Juan de Ancheta, la del obispo Baguer (1573), con sepulcro en arcosolio, y la de San jerónimo (1573), en el ábside septentrional.

  

A finales del siglo XVI (1598) se emprende el abovedamiento de la nave central, sustituyendo la anterior cubierta de madera, permitiendo de este modo la apertura de ventanales de iluminación. En este mismo año se encarga un retablo en piedra para el altar mayor, obras ambas contratadas con el arquitecto y escultor Juan de Bescós y finalizadas en la centuria siguiente.

 

A finales del siglo XVII se reconstruye el claustro, sustituyendo el románico, que por entonces presentaba un aspecto ruinoso por el actual de factura barroca, y se erige una nueva capilla dedicada a Santa Orosia, patrona de Jaca.

  

En el SIGLO XVIII aparecen o se reforman algunos altares, como el de San Agustín (1760) o el Santo Cristo (1767) y en sus últimos años se emprende la reforma de la cabecera, lo que supone, como ya se ha dicho, la destrucción del correspondiente ábside románico y el desmontaje del retablo mayor en piedra (cuyos fragmentos fueron repartidos por la catedral). El nuevo ábside recibió decoración pictórica (1793), que corrió a cargo del cartujo Manuel Bayeu.

 

En el SIGLO XX se traslada el coro a su ubicación actual en 1919. En 1931 fue declarada Monumento Nacional. En 1999 se redacta el Plan Director de la catedral.

*Textos y planos realizados por el equipo redactor del Plan Director de la Catedral de Jaca. Para más información: Consultar el libro "Catedral y Museo Diocesano de Jaca" de Mª del Carmen Lacarra Ducay y Ver folleto editado.

  

www.jaca.com/catedral.htm

A Aldeia de Piódão é considerada uma das mais bonitas do País, classificada como “Aldeia Histórica de Portugal“.

Situada no Centro do País, pertencente ao concelho de Arganil, na encosta da bonita Serra do Açor.

 

As suas típicas casas de xisto e lousa, com janelas em madeira de azul pintadas, descem graciosamente a encosta da serra, formando um anfiteatro nesta íngreme serra, sendo por muitos apelidada de “aldeia presépio”.

 

Piódão é uma aldeia serrana, de feição rural, e acessos difíceis, um excelente exemplo de como o ser humano se adaptou ao longo dos séculos aos mais inóspitos locais.

 

A natureza envolvente está quase que em estado puro, observando-se pela região diversas espécies de fauna e flora típicas do local.

 

A aldeia ter-se-á desenvolvido de um anterior Castro lusitano “Casal de Piodam”, hoje em dias em ruínas, que terá sabiamente aproveitado e aperfeiçoado a agricultura em socalcos.

Já no século XX o estilo de vida que durante anos perdurou em Piódão sofre uma grande mudança, com a emigração em massa que se fez sentir, perdendo-se a força da terra.

Hoje em dia Piódão renasce com a força turística, preservando sempre a sua essência.

 

www.guiadacidade.pt/portugal/index.php?G=monumentos.ver&a...

Considerado en su tiempo el centro matriz de la congregación jesuítica, el Colegio Máximo de la Compañía debe su fundación a don Francisco de Villanueva, que era un antiguo colegial de Alcalá de Henares. El acto fundacional fue en 1546, y todo el proyecto y su desarrollo posterior siguieron las directrices de San Ignacio de Loyola. Entre otros aspectos de su crónica, destacan detalles como los siguientes: para la edificación, Villanueva dispuso del apoyo financiero de tres damas de elevada alcurnia, doña Leonor de Mascareñas, doña María y doña Juana de Austria.

cvc.cervantes.es/artes/ciudades_patrimonio/alcala_henares...

 

El cuartel Mendigorría situado en la calle Libreros,27 de Alcalá de Henares, fue sede de la BRIPAC desde 1966 a 1979.

El cuartel de Mendigorría, fue recinto castrense, tras la desamortización de Mendizabal, quedando en 1836 a disposición del Ejército.

Antes de cuartel, fue iglesia y Colégio Máximo de los Jesuitas, siendo ambas construcciones de principios del siglo XVII y de grandes dimensiones. En 1780 tras una importante reforma se trasladó la universidad.

Desde 1990 tras una profunda rehabilitación es sede de la Universidad de Derecho.

 

www.amigosdelamili.com/groups/profile/30898

Esta foto participó en el juego En un lugar de Flickr

 

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"Consider how, after the death of our Lord, two of His disciples, Joseph and Nicodemus, took Him down from the Cross, and placed Him in the arms of His afflicted Mother, who received Him with unutterable tenderness, and pressed Him to her bosom.

 

O Mother of sorrow, for the love of this Son, accept me for thy servant, and pray to Him for me. And Thou, my Redeemer, since Thou hast died for me, permit me to love Thee; for I wish but Thee, and nothing more. I love Thee, my Jesus, and I repent of ever having offended Thee. Never permit me to offend Thee again. Grant that I may love Thee always; and then do with me what Thou wilt."

– Reflection by St Alphonsus Liguori.

 

Station from the Hungarian Stations of the Cross in the fields around the Shrine of Fatima, Portugal.

 

During Passiontide, I am posting one Station of the Cross a day, each taken from a different location around the world.

La avispa cartonera, Polistes dominula, es una avispa de agresividad media o baja, considerada como plaga en varios países, y con impacto negativo hacia las actividades agropecuarias, particularmente la fruticultura. Es nativa de Europa y del norte de África pero ha sido introducida accidentalmente en Estados Unidos y en la zona cordillerana de Argentina y Chile, donde está bien establecida.

 

Posee un cuerpo color negro con manchas amarillas. Puede alcanzar hasta 2 cm de largo. Presenta el abdomen alargado y con cintura muy estrecha. A veces suele ser confundida con la chaqueta amarilla, otra avispa similar y mucho más agresiva, que tiene patas más cortas, poca cintura y abdómen más abultado. La polistes papelera en cambio tiene patas largas que lleva colgando al volar y antenas color naranja. Al igual que la chaqueta amarilla, en la parte final de su abdomen posee el aguijón con el que suele atacar inoculando un veneno de gran toxicidad, el cual en los seres humanos puede producir picaduras dolorosas, edemas, y hasta casos fatales debido a shock anafiláctico. Al no perder su aguijón cuando pica, una misma avispa puede atacar varias veces a su víctima.

 

Las colonias son originadas tempranamente a fines del invierno, por una o más obreras que pudieron sobrevivir a la estación fría. Una sóla obrera se convierte en reina y coloca los huevos en las celdillas del nido.

 

Los nidos siempre son construídos en altura, buscando la protección de entretechos, tejados y aleros. Tienen un solo panal y carecen de capa envolvente. El material del nido es una especie de papel delgado con celdillas hexagonales construído a partir de celulosa que recolectan de la corteza de los árboles, y queda fijado a los techos o aleros mediante un pedestal único del mismo material. Por lo general conviven escaso número de individuos por nido, llegando a un máximo de 50. En algunas ocasiones pueden volver a ocupar nidos abandonados de la temporada anterior.

 

Se alimenta principalmente de frutas maduras. Normalmente ataca sólo cuando percibe agresiones hacia su nido.

Another Place is a subject of local controversy in Crosby. Some consider the statues to be "pornographic" due to the inclusion of a simplified penis on the statues,[citation needed] whilst others see them as beautiful pieces of art which have brought increased tourism revenue to the local area.[3] The debate continues as to whether the town should be able to keep them until 2008, Liverpool's year as Capital of Culture. Those who use the front for watersports voice the strongest resistance to the iron men staying, as the statues do pose a safety problem[citation needed] - especially as the local marina is being closed to public use. While these sportsmen have a serious claim to getting rid of the statues, keeping them until 2008 will no doubt be beneficial for the economy of Crosby and Waterloo,[citation needed] and if they stay it seems more likely a multi-million pound watersports centre will be built. Art lovers and local businesses are lobbying for the statues to stay. Gormley himself agrees with the proposal to keep the statues in Crosby, saying that the current location is "ideal".[4] The works, which had earlier been displayed in Germany, Norway and Belgium, became a major tourist attraction on Crosby Beach near Liverpool.

 

As of March 2007 permission was granted to have Another Place permanently installed at Crosby. Initially, coastguard authorities expressed safety fears, saying people could become stuck in soft sand and be cut off by the tide when viewing the statues up close.[citation needed]

 

Conservationists had also complained that bird-feeding areas had been compromised by the extra tourist traffic.[citation needed]

 

In October 2006, the local council refused permission for the statues to stay, prompting Gormley to criticise what he called Britain's "risk-averse culture." He said "When I have been down on the beach myself, the majority of people have been intrigued, amused, sometimes very moved," he said. [5]

 

Another Body Place Ltd, a body set up to campaign for the permanent installation, helped to convince the council to change its mind.

 

Graham Haywood, Chief Executive of Sefton Council, said in a statement "Despite some controversy, this internationally renowned artwork has aroused national and international public and media support." Saying that "The Iron Men have placed Crosby and Sefton firmly in the spotlight and the knock-on benefits of this should be felt for years to come." [6]

 

The planning committee decided to move 16 of the statues back away from an area used by small sailing craft. Three others are being re-sited away from bird feeding areas. The work on the 16 started on July 16 2007 and the plan is to put them in storage and return them in 2008. The full cost is expected to be £194,000 which will be paid for by Another Place Ltd, with funding coming from sources including The Northern Way and Northwest Development Agency. [7]

 

On the 14th Feb 2008, five of the statues were used in a costume design project by Edge Hill University students. This involved dressing the statues in various items of clothing replicating different costumes and periods, which were then removed as the tide came in.

 

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El 'Gálata moribundo' está considerada como una escultura de las más sugerentes de la antigüedad y ha sido muy reproducida. Se encuentra en lugar preferente en la Sala de los Gladiadores de los Museos Capitolinos.

 

El original griego, perdido y probablemente hecho en bronce, conmemoraba la victoria de Átalo I de Pérgamo en el siglo III aC sobre los galos instalados en lo que hoy es la Turquía central y entonces Galacia, de ahí el gentilicio gálatas.

 

Ésta en marmol es una obra encargada por Julio César en el siglo I para conmemorar sus victorias en la Guerra de las Galias.

 

El guerrero, cuyo abundante cabello y poblado bigote identifican como galo, desnudo como parece que los galos acostumbraban a ir al combate, yace con una herida sangrante en el costado derecho a punto de morir mientras la espada y el escudo descansan en el suelo (no visibles en la fotografía).

 

La obra apareció junto con otras del mismo tema en el siglo XVII, en la Villa Ludovisi, los romanos Jardines de Salustio (Horti Sallustiani) situados en las inmediaciones de lo que hoy es Vía Véneto.

 

Para más detalles:

aprendersociales.blogspot.com.es/2008/10/el-glata-moribun...

y

es.m.wikipedia.org/wiki/G%C3%A1lata_moribundo

Cândido Torquato Portinari: 1903 - 1962

“Guerra e Paz”.

 

Terminou nesta quinta-feira (06.01.2011) a exposição dos painéis "Guerra e paz", uma das principais obras do pintor brasileiro Cândido Portinari, considerado sua obra-prima. Os painéis estavam sendo exibidos desde o dia 21 de dezembro, no Theatro Municipal, no Centro do Rio de Janeiro. Do Rio, os painéis passarão por um itinerário que deve seguir de 2011 até 2013, passando pelo Grand Palais, em Paris, Memorial da Paz de Hiroshima, Japão, Auditório Municipal de Oslo (onde ficarão expostos durante a entrega do Prêmio Nobel da Paz daquele ano), e no Museu de Arte Moderna de Nova York.

 

Com 14 metros de altura, os painéis gigantes ocupam lugar de destaque no palco do teatro, onde já foram expostos em 1956, ano em que foram concluídos pelo artista. Na época, a obra embarcou para Nova York, onde enfeitou a sede da Organização das Nações Unidas (ONU) por mais de cinco décadas. A obra vai seguir para restauração no palácio Gustavo Capanema, no Centro do Rio, e ficam no Brasil até 2013.

 

“Guerra e Paz” – Portinari

(Portinari fez mais de 150 estudos)

 

Em 1952,o então Secretário Geral da ONU, Sr. Trygve Lie, sugere que cada nação membro da Organização das Nações Unidas faça uma contribuição cultural àquela instituição cuja sede está sendo construída. O projeto foi desenvolvido pela Comissão Internacional dos Arquitetos da ONU, chefiada por Wallace K. Harrison e que teve Oscar Niemeyer como um de seus membros. O governo brasileiro, através do Ministro das Relações Exteriores na época, João Neves da Fontoura, encomenda então a Portinari, dois painéis que serão oferecidos à ONU, para decorar sua sede. Em 1953, as maquetes estão prontas. Em 1954, Portinari mostra as maquetes na exposição em homenagem ao IV Centenário da cidade de São Paulo, realizada no Museu de Arte de São Paulo/MASP. Nesta ocasião as duas maquetes já estavam aprovadas pela Junta Assessora de Arte da ONU.

 

Ainda em 1954, Portinari sente com maior frequência os sintomas de intoxicação pelas tintas, e o artista fica, por determinação médica, algum tempo sem pintar. Aparentemente é o chumbo das tintas a causa da doença. Portinari refere-se à determinação médica: "Estou proibido de viver". Depois de longo atraso nas negociações financeiras, é assinado em 1955 o contrato entre Portinari e o Ministério das Relações Exteriores, para a execução dos painéis, cujos estudos estão bem adiantados.

Portinari pintou quatorze grandes quadros a óleo, e fez ainda mais duas maquetes para servir de modelo. Portinari teria gostado de ter pintado os painéis no próprio local na ONU, em Nova York, mas o artista não obteve o visto de entrada para os Estados Unidos em razão de suas convicções políticas: Portinari era comunista e na época os EUA viviam o período do Macartismo.

 

A execução dos painéis começa, então no Rio de Janeiro, em março de 1955, em galpão da TV Tupi cedido a Portinari por Assis Chateaubriand e estará concluída em janeiro de 1956. Segundo Enrico Bianco, as condições de trabalho eram precárias. Na sua execução, trabalham ajudando Portinari Rosinha Leão e Enrico Bianco, dois discípulos e amigos do artista. Em 5 de janeiro de 1956 os painéis são entregues ao Ministro das Relações Exteriores, José Eugênio de Macedo Soares. Antes de embarcar para Nova York, os painéis são expostos no Teatro Municipal. A inauguração foi feita pelo Presidente Juscelino Kubischeck. Os painéis foram inaugurados em 6 de setembro de 1957, sem a presença de Portinari. Estavam presentes entre os brasileiros o Embaixador Cyro de Freitas Valle, o chefe da Comissão de Organismos Internacionais, Jayme de Barros e sua mulher Marina de Barros, a Consul do Brasil, em Nova York, Dora Vasconcellos e a própria Rosinha Leão.

 

Em São Paulo, as obras integrarão a maior exposição sobre Portinari no país, reunindo outros quadros do pintor, informou à Agência Brasil seu filho, João Candido Portinari, responsável pelo projeto. Os estudos preparatórios nunca foram vistos em seu conjunto, “e muito menos com os painéis”, disse ele. Por sua magnitude, a mostra deverá ser montada no Pavilhão de Exposições OCA, no Parque Ibirapuera. O local está capacitado para receber mais de 100 mil pessoas em cada fim de semana. O projeto está sendo desenvolvido em sintonia com o Museu de Arte Moderna de São Paulo.

 

Antes que os painéis retornem à ONU, em agosto de 2013, eles serão mostrados em vários países. João Candido informou que a primeira cidade, depois de São Paulo, onde a obra-prima de Portinari poderá ser apreciada será Paris, na França, ou Veneza, na Itália. “Isso encerraria o ano de 2011”.

 

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Hoy día se considera que este templo fue levantado a finales del siglo XI o comienzos del XII, pues ya existía en 1117, confirmado por el testamento de Domingo Petit donde aparece como testigo su abad.

Es un edificio de tres naves con tres tramos cada uno, transepto no acusado en planta, cimborrio sobre el crucero y una cabecera tripartita de ábsides semicirculares escalonados (el central perdido y sustituido por otro, cuadrado, más moderno). Una enorme torre campanario de ladrillo se erigió sobre el penúltimo tramo más próximo al hastial occidental. Cuenta, además, con una magnífica galería porticada que rodea las fachadas sur, oeste y norte.

Además de reformas y aditamentos que desfiguran algunas partes del edificio, hay que advertir que el templo de San Martín se encuentra muy restaurado. La piedra caliza original de color rosado está muy meteorizada, razón por la cual buena parte de la escultura repartida en canecillos y capiteles presenta un aspecto negruzco con los relieves casi disueltos.

El juego de volúmenes que forma su compleja estructura interior, fruto de las diferentes fases constructivas y de una topografía irregular, no restan armonía a este formidable templo románico. Contiguo a los pies hay un espacio que ha sido interpretado tradicionalmente -desde los escritos de Gómez Moreno- como prerrománico, formado por un cuadrado de nueve tramos (tres tramos de las tres naves), con la gran particularidad de que las bóvedas de los tramos laterales presentan bóvedas de medio cañón dispuestas perpendicularmente al eje de la iglesia, lo cual no es nada habitual. Los restantes espacios se cubren con bóveda de arista.

La torre de ladrillo también pertenece a la fase románica del siglo XII-XIII, aunque hubo de ser reformada en 1362 y recuerda, por la combinación de arcos de ladrillo sobre columnas pétreas, la de San Tirso de Sahagún. Es un ejemplar de extraordinaria nobleza, situada en el segundo tramo de la nave central. Consta de tres cuerpos de ladrillo. Los dos inferiores tienen dobles vanos de medio punto con columna común de piedra, en cada cara. El cuerpo superior, cubierto con chapitel barroco, es posterior.

Dos puertas románicas permiten el acceso al templo. Nada significativo tiene la puerta meridional, de arquivoltas aboceladas. Sin embargo, la que se abre a los pies es un portento de monumentalidad y belleza. Probablemente se trate de una de las portadas más grandes del románico castellano, cualidad que pasa algo desapercibida y ensombrecida por la magnificencia del pórtico que le antecede. La citada puerta tiene seis arquivoltas que combinan alternativamente formas lisas y aboceladas sobre jambas y columnas acodilladas. La profusión floral de algunas arquivoltas es verdaderamente notable

San Martín es el único ejemplo segoviano conservado que presume de tener una galería porticada que rodea completamente la iglesia salvo por su cabecera. El desnivel del terreno que rodea el templo por sus costados meridional y septentrional obligó a realizar un escalado de alturas para su adecuación. Como es habitual, dicha galería es el añadido más tardío de la construcción, seguramente de comienzos del siglo XIII. El tramo meridional es el más bello si atendemos a la armonía de su estructura. Tiene trece arcos de aristas vivas sobre columnas dobles sin interrupción por contrafuertes ni puertas, que dada su amplitud y continuidad recuerda, más que ninguna otra, la estructura cerrada de las arquerías de los claustros. Hay que señalar que este tramo está muy reconstruido y falseado por una restauración del siglo XIX, por lo que buena parte de los capiteles son nuevos y los demás están muy retocados y/o erosionados.

El tramo septentrional está cegado porque el espacio entre la columnata y el muro fue reutilizado para abrir una serie de dependencias que afean su visión. Sin embargo, la escultura de sus capiteles es más interesante y muestra todo un repertorio de escenas neotestamentarias, muy descriptivas y con claro fin catequético.

La gran entrada principal del pórtico, a los pies del templo, es otro primor de este monumento y viene a ser una especie de "nártex". Consta de cuatro grandes arquivoltas aboceladas con riquísima decoración de entrelazos geométricos y círculos secantes. La segunda y cuarta arquivoltas apoyan sobre dos pares de pilares rematados por capiteles. Por debajo de los mismos, los pilares se convierten en cuatro figuras humanas de gran tamaño. Se trata de apóstoles o personajes del Antiguo Testamento, de gran hieratismo, con cuerpos esbeltos y rígidos y un rico tratamiento del plegado de las vestimentas. Tradicionalmente se han vinculado estas esculturas a las de la francesa Catedral de Chartres.

 

Abren capilla contra aborto

 

Rosa Álvarez

 

Al inaugurar la parroquia, el obispo De Gasperín, llama a defender la vida. Todos los días a las 6:30 pm rezarán por los no nacidos

 

QUERÉTARO. Para combatir lo que se considera “una amenaza” contra la vida, la Diócesis de Querétaro puso en marcha la primera capilla de su tipo en el país, y así los fieles puedan orar contra el aborto, por las parejas que sufren infertilidad y por la vida.

 

En el estado de Querétaro, que ocupa uno de los primeros lugares en la lista de mujeres que acuden a hospitales en el Distrito Federal a interrumpir su embarazo, de acuerdo con estadísticas de la Secretaría de Salud de la capital del país, el obispo Mario de Gasperín, llamó a defender la vida.

 

“Lo que se concibe es lo que da a luz, un hijo, por esta razón ahora que la vida humana se ve amenazada con tantas agresiones y que se minimiza y distorsiona, es necesario volver a esta fuente de vida y dignidad en el ser humano, que es el seno de María”, indicó.

 

Dijo que “hay quien pretende proteger la sociedad minando sus bases, que son la familia y la vida.

 

“Y aquellos que promueven el aborto como una aprehensión a la salud humana, qué desconcertante resulta la tesis de aquellos para quienes la supresión de la vida es una cuestión de salud reproductiva.”

 

Durante la inauguración, el prelado queretano mencionó que todos, desde la concepción, son hijos adoptivos de María. “Qué amarga es la ironía (...) de aquellos que promueven el aborto como una atención a la salud materna”.

 

Ante unos 200 fieles que se dieron cita en una misa que ofreció, De Gasperín señaló que “no se puede pretender proteger el edificio social minando precisamente sus bases: la familia y la vida, el único problema es que Dios desaparece del horizonte de los hombres”.

 

Por ello, en su discurso, destacó que cada vida humana debe ser protegida siempre, “la del concebido, la del seno materno, la de la mujer encinta, la del recién nacido, la del débil y enfermo, la del anciano, incluso la del criminal, al igual que Dios protegió la vida.

 

En esta capilla anexa a la iglesia Santa Clara, llamada Santuario de la Vida, todos los días a las 6:30 de la tarde rezarán por los no nacidos. La parroquia se encuentra en el Centro Histórico de la capital queretana, a una cuadra de la sede de la Legislatura local.

 

“Este templo Santuario de la Vida, quiere ser recinto donde se honre, respete, agradezca, donde también se llore, se experimente la misericordia, el perdón y la paz, una luz que encienda la esperanza”, concluyó.

 

A su exterior fue colocado un puesto con imágenes y folletos donde promueven el derecho a la vida.

 

Al inaugurar la parroquia, el obispo De Gasperín, llama a defender la vida. Todos los días a las 6:30 pm rezarán por los no nacidos

 

QUERÉTARO. Para combatir lo que se considera “una amenaza” contra la vida, la Diócesis de Querétaro puso en marcha la primera capilla de su tipo en el país, y así los fieles puedan orar contra el aborto, por las parejas que sufren infertilidad y por la vida.

 

En el estado de Querétaro, que ocupa uno de los primeros lugares en la lista de mujeres que acuden a hospitales en el Distrito Federal a interrumpir su embarazo, de acuerdo con estadísticas de la Secretaría de Salud de la capital del país, el obispo Mario de Gasperín, llamó a defender la vida.

 

“Lo que se concibe es lo que da a luz, un hijo, por esta razón ahora que la vida humana se ve amenazada con tantas agresiones y que se minimiza y distorsiona, es necesario volver a esta fuente de vida y dignidad en el ser humano, que es el seno de María”, indicó.

 

Dijo que “hay quien pretende proteger la sociedad minando sus bases, que son la familia y la vida.

 

“Y aquellos que promueven el aborto como una aprehensión a la salud humana, qué desconcertante resulta la tesis de aquellos para quienes la supresión de la vida es una cuestión de salud reproductiva.”

 

Durante la inauguración, el prelado queretano mencionó que todos, desde la concepción, son hijos adoptivos de María. “Qué amarga es la ironía (...) de aquellos que promueven el aborto como una atención a la salud materna”.

 

Ante unos 200 fieles que se dieron cita en una misa que ofreció, De Gasperín señaló que “no se puede pretender proteger el edificio social minando precisamente sus bases: la familia y la vida, el único problema es que Dios desaparece del horizonte de los hombres”.

 

Por ello, en su discurso, destacó que cada vida humana debe ser protegida siempre, “la del concebido, la del seno materno, la de la mujer encinta, la del recién nacido, la del débil y enfermo, la del anciano, incluso la del criminal, al igual que Dios protegió la vida.

 

En esta capilla anexa a la iglesia Santa Clara, llamada Santuario de la Vida, todos los días a las 6:30 de la tarde rezarán por los no nacidos. La parroquia se encuentra en el Centro Histórico de la capital queretana, a una cuadra de la sede de la Legislatura local.

 

“Este templo Santuario de la Vida, quiere ser recinto donde se honre, respete, agradezca, donde también se llore, se experimente la misericordia, el perdón y la paz, una luz que encienda la esperanza”, concluyó.

 

A su exterior fue colocado un puesto con imágenes y folletos donde promueven el derecho a la vida.

  

FRERE K

3 juillet 2011

 

Très chères Sœurs et Frères, appelez-moi, si vous le voulez, Frère K. Voilà quelques semaines, je vous avais donné un certain nombre d'éléments concernant un certain nombre d'évènements, dirons-nous, devant se produire dans un avenir proche. Je vous disais, à ce moment là, que concevoir l'Autonomie et la Liberté, était quelque chose qu'il fallait anticiper (ne serait-ce que, simplement, en se posant les questions au-delà de la simple interrogation mentale), concernant le sens de votre vie, de la vie, de ce que vous êtes, de ce que vous faites. Aujourd'hui, je peux, enfin, vous dire qu'il est venu le temps de concevoir cette Liberté et cette Autonomie. Cette Liberté et cette Autonomie, qui vous sont promises, impliquent un certain nombre de conditions. Je m'exprimerais, si vous le voulez bien, sous l'angle exclusif de la Conscience, au-delà de toute considération concernant le déploiement lui-même de la Lumière qui est à venir au sein de cette Dimension et au sein même de votre Conscience dont les modalités vous seront définies dans les jours qui viennent. J'attire, simplement, votre attention sur un certain nombre d'éléments devant vous amener à vous interroger. Cette interrogation n'est pas de nature strictement mentale mais, bien plus, relève directement de l'Attention et de l'Intention de la Conscience quant à sa position, son emplacement et, surtout, ce que j'appellerais, en quelque sorte, son devenir dans les temps qui s'installent dorénavant.

 

L'Autonomie et la Liberté vous sont profondément inconnues au sein de ce que vous vivez quand vous êtes incarnés. Il faut, pour cela, se débarrasser, en quelque sorte, de tout ce qui est connu car, rien de ce qui vous est connu (que cela soit de ce côté-ci du voile en étant incarné ou, encore, en étant désincarné), ne peut être accessible. En effet, le connu concerne aussi bien l'ensemble du champ de perceptions de votre propre Conscience, l'ensemble de vos conceptions, l'ensemble de vos perceptions, s'appliquant à cette Dimension (et exclusivement à cette Dimension) et ceci vaut, aussi, dès l'instant que vous quittez ce corps et pénétrez ce qu'il est convenu d'appeler, classiquement, l'au-delà. Cet au-delà n'est pas, non plus, la Liberté et l'Autonomie puisque, comme vous le savez, chaque être humain s'incarne et se réincarne en espérant pacifier, purifier et épurer ce que vous appelez un élément karmique qui, quasiment jamais, ne peut se réaliser. Ainsi donc, l'Autonomie et la Liberté ne se trouvent pas au sein de ce monde, que cela soit de ce côté-ci du voile comme de l'autre côté du voile appelé la mort. De mon vivant, j'ai souvent parlé de ce connu, de la façon de s'en libérer qui était, déjà, une interrogation de la Conscience pure. Bien évidemment, tant que la Conscience pure ne peut pas accéder à ce qui est au-delà du connu, il est très difficile, pour elle, dans sa limitation et sa fragmentation, de percevoir ou d'adhérer à ce qui est, bien sûr, inconnu. Les circonstances de l'humanité, depuis 30 années, sont profondément différentes et, surtout, depuis quelques temps, car il vous est donné (au travers de ce qui est appelé des Vibrations, que mon collègue Sri Aurobindo appelait, de son vivant, le Supra Mental), de percevoir ce qui est au-delà du connu, au-delà de l'habitude, au-delà des limitations. Ainsi donc, les Vibrations, les perceptions que peuvent ressentir votre Conscience et votre corps en incarnation, sont les témoins de quelque chose qui vient, directement, de l'Inconnu, vous appelant, en quelque sorte, vers cet Inconnu.

 

La problématique majeure de l'humanité, quelle qu'elle soit, (dans ses cultures, dans ses religions, dans ses fondements), est que l'Inconnu est, par essence, redouté car, justement, il ne fait partie du champ de perceptions ou du champ de conceptions. Aujourd'hui (cet aujourd'hui signifiant quelques semaines), un nombre important d'êtres humains commence à modifier sa perception du connu pour s'apercevoir, en Conscience, qu'un certain nombre d'éléments qui, jusque là, étaient improbables, deviennent de plus en plus probables. Cela est directement issu de l'activation des Nouvelles Fréquences et, pour ceux d'entre vous, Frères et Sœurs qui êtes en avance sur ce chemin, s'ouvrent à vous des perceptions et des conceptions totalement différentes de ce qui est connu, vous amenant à percevoir (sous forme de bribes, sous forme d'éclairs), par moments ou par intermittence (rarement de manière constante), ce qu'est cet Inconnu qui se dévoile à vous au sein du connu, se traduisant, alors, par une espèce de dilatation temporelle mais, aussi, de dilatation de la trame de la matrice, vous faisant, alors, percevoir ce qui est au-delà de la matrice et qui, normalement, ne devait jamais être perçu (ou conçu même), par vos yeux ou par votre Conscience. La perception par les yeux traduit donc l'irruption de la Vision au sein d'une nouvelle gamme de fréquences, bien au-delà de ce que peut voir l'œil, se traduisant par la perception de l'Éther ou de la Lumière Supra Mentale sous forme de Lumière blanche où plus rien de ce qui peut appartenir à votre connu, à votre environnement, n'existe dans ces moments là.

 

Ceci est une forme, en quelque sorte, de sortie du connu vers l'Inconnu, se passant de manière progressive. Souvent, d'ailleurs, quand la Conscience revient dans son état ordinaire, à ce moment là, ceux qui en vivent l'expérience peuvent se poser, fort logiquement, des questions quant à la réalité de ce qui est vécu, les faisant sortir, en quelque sorte, de leur propre réalité que je qualifierais d'ordinaire. Ce processus est appelé à se généraliser. Bien sûr, la capacité de votre Conscience à avoir, auparavant, établi des bases solides d'accès à cet Inconnu (dont l'ensemble vous est connu, pour vous qui m'écoutez ou me lisez) et, qui correspondent, tout à fait, à ce qui vous a été dit, en particulier par Un Ami, concernant la Conscience Vibration. Ainsi, les Vibrations nouvelles apparaissant au sein de vos structures, même physiques, sont les témoins de votre accès à cet Inconnu qui se dessine, petit à petit. Je n'irai pas plus avant aujourd'hui sur ce que je dévoilerai bientôt, concernant la Conscience elle-même dans l'exploration de cet Inconnu et l'accès à cet Inconnu, appelé le déploiement de la Lumière Métatronique et se traduisant par des fonctionnements nouveaux de la Conscience. Mais, je tiens à préciser qu'il existe un certain nombre d'éléments qui sont fondamentals quant à l'accès à cet Inconnu et au vécu de la Conscience au sein de l'Illimité, de l'Êtreté si vous préférez.

 

Tout d'abord, il convient d'exercer un certain nombre de caractéristiques de la Conscience limitée permettant, tout d'abord, de se dégager, en quelque sorte, des conditionnements du connu. Les conditionnements du connu sont innombrables. Ils sont, d'abord, l'ensemble des attachements à tout ce qui fait votre vie et vos conditionnements au sein d'une personnalité, d'un rôle, d'une fonction et je dirais, même, des activités que vous menez en y adhérant comme étant la seule vérité possible parce qu'elle est la seule accessible à la Conscience elle-même limitée. Ces attachements sont innombrables. Un Archange vous a dit qu'il existait un certain nombre d'attachements qui étaient présents dans l'ensemble de l'humanité car inscrits dans la structure même du cerveau et dans des comportements, donc, qui sont inscrits et innés, je dirais, en quelque sorte, au sein du fonctionnement de la Conscience dans cette limitation. Se libérer du connu c'est, en quelque sorte, accepter, par anticipation, les mécanismes de fonctionnement (même s'ils ne sont pas parfaitement connus), de l'accès à la Conscience Illimitée. Bien sûr, nombre d'écrits, de tous temps, dans toutes les traditions, ont insisté sur l'expérience de certains Êtres ayant touché ces états inconnus, les ayant vécu de manière plus ou moins intense et vous ayant apporté un certain vocabulaire que, là aussi, il convient de dépasser intellectuellement. Ce vocabulaire insiste, toujours, lourdement, sur la notion d'Illusion de l'incarnation, de l'Illusion même de ce monde, de l'Illusion de la personne et de la personnalité, de l'Illusion des rôles, traduit pas un seul mot, « Maya ». Ce mot traduit que, finalement et en définitive, la Conscience vit un rêve, comme l'ont si bien décrit les peuples primitifs. Ce rêve éveillé est, en quelque sorte, une réalité qui n'a aucune substance spirituelle mais, simplement, une substance matérielle avec ses propres règles, ses propres conditionnements, ses propres limitations, inscrits même au sein des règles sociales, des règles politiques, des règles économiques, des règles, même, appelées de prédation, caractéristiques des mammifères car, l'homme est un mammifère, ne l'oublions pas. Tout cela fait partie des règles du jeu au sein d'un monde où prédomine ce qui est appelé l'action / réaction ou, si vous préférez un autre terme, aussi (qui est très à la mode au sein de la limitation), appelé le libre arbitre c'est-à-dire la capacité de l'être humain à choisir, à émettre des choix, toujours au sein de cette limitation, lui faisant dire qu'il est libre mais, il ne faut pas confondre le libre arbitre avec la Liberté.

 

La Liberté dont je vous parlais est celle qui s'affranchit du connu et de tous les conditionnements existants au sein de l'Illusion, pour vous permettre, en définitive, de pénétrer des espaces illimités de la Conscience où plus aucune règle existant au sein de ce monde ne peut perdurer. En effet, il existe une opposition fondamentale entre le libre arbitre et la Liberté. Le libre arbitre est issu d'un certain nombre de conditionnements appelé karma, action / réaction, vous faisant croire que les Lois de l'Esprit sont strictement les mêmes. Les Lois de l'Esprit, au sein des Mondes Unifiés, sont, je dirais, en quelque sorte, strictement opposées au libre arbitre et à l'action / réaction. Au sein de ce qui vous est inconnu pour l'instant, la Loi qui est la seule en usage est la Loi de Liberté ou Loi de Grâce ou, encore Loi d'Action de Grâce où absolument rien ne peut être approprié, où absolument rien ne peut être personnifié, où absolument rien ne peut être enfermé, ce qui est, vous le conviendrez, exactement l'opposé et l'inverse de ce qui est vécu de ce côté-ci (quand vous êtes incarné) ou mort au sein de la matrice. Effectivement, vous avez tous une identité. Cette identité est localisée dans le temps et dans l'espace. Elle est limitée par une limite corporelle. Elle est limitée par des limites mentales, les limites émotionnelles, des limites énergétiques et, aussi, des limites causales correspondant au principe existant au sein du libre arbitre. Les Mondes Unifiés (ou le Corps de l'Êtreté) n'ont strictement rien à voir avec tout ce qui vous est connu comme mode de fonctionnement au sein du connu. L'ensemble des Vibrations que certains d'entre vous, sur Terre, ont commencé à percevoir depuis quelques années ou plus longtemps, vous a amené, progressivement, à vous désengager, en quelque sorte, du connu, pour vous préparer à vivre l'Inconnu. Cette préparation a été extrêmement importante pour beaucoup d'entre vous car elle vous a permis de préparer votre Conscience à ce saut quantique vers un Inconnu et vers la Liberté et l'Autonomie.

 

Au sein de l'action / réaction, il n'existe aucune Autonomie et aucune Liberté puisque cette Liberté est enfermée dans une Illusion dimensionnelle dans laquelle les règles ne sont pas les règles des Univers au-delà de la manifestation tri-dimensionnelle. Ainsi, comme cela vous a été dit, en pénétrant le Corps d'Êtreté en totalité, vous vous apercevrez que vous n'êtes ni limités par un temps, ni limités par un espace et, encore moins, par un corps fusse-t-il celui de votre propre Êtreté. Cela est un changement radical de la Conscience, vous amenant à pouvoir éprouver un certain nombre de peurs liées à vos propres conditionnements. Les peurs sont l'apanage de ce monde, liées, directement, à la prédation et à la compétition, liées, aussi, à l'absence de preuves de l'Inconnu (qui vous a été, en quelque sorte, occulté au sein de la Conscience comme de vos cieux), comme des règles de fonctionnement de la vie au sein de cet univers et, plus particulièrement, de ce système solaire. Ainsi, le changement de paradigme qui vient à vous (et qui est, maintenant, comme vous le savez, inexorable et extrêmement proche en donnée de votre temps), ne peut être ignoré. De plus en plus d'êtres humains percevront, d'une manière ou d'une autre (soit dans leurs rêves, soit dans leurs émotions, soit dans leur mental et dans leur raison même), la transformation qui est en cours qui (comme vous l'a dit notre Commandeur) peut s'exprimer selon le point de vue, selon la vision de la chenille qui voit sa mort ou, selon du papillon à venir qui voit sa Résurrection, sa Renaissance ou sa Liberté. Bien sûr, l'être humain a parcouru (pendant des temps longs et lointains) les chemins de l'incarnation et, donc, du libre arbitre (avec des règles qui ont été de plus en plus denses et de plus en plus appliquées), aboutissant à une privation de plus en plus totale de la Liberté dimensionnelle au fur et à mesure des millénaires (comme de votre Liberté tout court au sein de ce monde tel que vous le vivez en fin de cycle) par la restriction des Libertés, quelles qu'elles soient, par l'enferment et le besoin de sécurité au sein de cet enfermement de plus en plus conséquent, au sein de règles de plus en plus rigides, de lois de plus en plus liberticides, vous amenant, de plus en plus, à vous poser des questions (du moins nous l'espérons), sur votre condition même au sein de ce monde.

 

L'ensemble du développement même (appelé technologique moderne, tel qu'il a été réalisé sur cette Terre depuis l'ère industrielle) a lourdement et largement contribué à majorer l'enfermement sous prétexte d'une Liberté et d'un confort de vie qui vous ont, en fait, encore plus éloignés de la Dimension de l'Esprit, la Dimension de l'Esprit, qui n'est restée qu'un vague souvenir (même au sein des religions les mieux organisées), vous enfermant encore plus dans l'Illusion et en vous promettant un avenir meilleur qui n'existera, bien sûr, jamais au sein de cette matrice, de ce côté-ci du voile comme de l'autre côté du voile. Ainsi, il n'existe pas d'au-delà de Lumière, contrairement à ce qu'on vous a fait croire car, aller vers cet au-delà de Lumière nécessite, en totalité, de vous libérer du connu pour parcourir, en toute Liberté, l'Illimité de la Conscience (appelé l'Inconnu, pour l'instant, pour vous), en tout cas pour ceux qui n'accèdent pas, en totalité, à leur Êtreté. Or, quelle est la caractéristique fondamentale (indépendamment de la loi de libre arbitre, existant de ce côté-ci, ou de la loi de l'Action de Grâce, existant au-delà de cette matrice et au-delà de la mort), la différence fondamentale vient, avant tout, qu'ici, dans ce corps (comme je le disais), et dans cette Conscience, vous êtes limités, limités par vos propres croyances, limités par vos propres conditionnements, par vos propres expériences, vous ayant enfermés dans des certitudes et des peurs (et, d'ailleurs, la certitude est faite pour lutter contre la peur), de même que pour la croyance alors, qu'en fait, elles occultent, encore plus, votre notion de grâce et votre possibilité d'accès à l'Inconnu. Le piège le plus important de cette matrice (dans ces conditionnements et dans son Illusion), est de vous faire croire que vous êtes une personne (et seulement une personne ou une personnalité) qui vit une vie, limitée par un instant appelé la naissance et, un autre instant appelé la mort, durant laquelle se déroule une Conscience qui va faire des choix, expérimenter des choses mais, à aucun moment (même sur un cheminement spirituel), ne pourra jamais s'affranchir, en quelque sorte, de ces conditionnements et de cette loi d'action / réaction.

 

Alors, bien sûr, on vous a, en quelque sorte, encouragés (au travers de certaines religions et de certains conditionnements dits spirituels), à croire à l'Esprit mais un esprit où les lois seraient les mêmes, strictement les mêmes qu'au sein de l'enfermement. Ceci est totalement faux. La Liberté n'a rien à voir avec le libre arbitre. La Loi de Grâce n'a rien à voir avec la loi d'action et réaction. L'action et réaction, d'ailleurs, comme l'ont compris certains maîtres du bouddhisme, ont parfaitement compris qu'il était totalement illusoire de vouloir récolter ou payer le résultat de l'ensemble des actions menées depuis des temps immémoriaux. Cela est, tout simplement, impossible. Alors, certains êtres, au-delà du bouddhisme, ont réussi à mener à bien ce qui est appelé l'Unité c'est-à-dire qu'ils se sont, littéralement, extraits des conditionnements en totalité. Ils se sont extraits, en totalité, du connu. Ils se sont extraits de leur propre personne, de leur propre personnalité et, à ce moment là, ont découvert, ce qui est, réellement, la Vérité au-delà de l'Illusion de ce monde, que cela soit de ce côté du voile comme dans la mort. Il est très difficile, pour ces êtres, de témoigner avec des mots, et même avec des Vibrations, de ce qui est la Vérité au-delà de l'Illusion car, dès qu'un mot est posé sur l'expérience vécue, réelle, de la Conscience, il y a, déjà, une falsification par le langage lui-même de ce qui est vécu. La Lumière de l'expérience Unitaire ne peut être, en aucun cas, comparable avec la lumière que vous voyez avec vos yeux ou avec votre 3ème œil. Elle n'a strictement pas la même composition. Elle n'a strictement pas les mêmes effets. Elle n'a strictement pas les mêmes limites que la lumière telle que vous la décrivez, l'analysez au sein de ce monde comme au sein de l'Illusion de l'autre côté du voile quand vous êtes morts. C'est pour cela que, dès le début, au sein de ce que nous vous avons donné, le mot qui a été choisi par les Anciens et les Archanges a été le mot Lumière Vibrale pour bien la différencier de la lumière illusoire de ce monde, que cela soit de ce côté-ci du voile comme du côté de la mort.

 

Aujourd'hui, du fait de l'activation de certains potentiels de Conscience (encore limités par rapport à ce qui va se développer et se déployer), vous êtes de plus en plus nombreux à parcourir des espaces éthériques nouveaux où la vision du soleil n'est plus du tout la même, où la vision de ce que vos yeux peuvent voir les yeux ouverts n'est plus du tout la même. Il y a, en effet (comme vous l'avais dit le Bien Aimé Sri Aurobindo), une Effusion de Lumière Vibrale sur ce monde, une Fusion des Éthers, se traduisant par l'apparition de la Lumière blanche que certains yeux commencent à voir puisque la matrice, de ce côté-ci du voile, cette fois-ci (là où vous êtes piégés), est en train de se dissoudre en totalité sous vos yeux. C'est cela qui est appelé l'Ascension. C'est cela qui pourrait être appelé, d'une autre manière, l'éthérisation de la planète et l'éthérisation de la Conscience, lui permettant de retrouver, en quelque sorte, son Autonomie, sa Liberté et donc, de voguer vers l'Inconnu. Les pièges sont nombreux sur ce chemin à tel point que cela peut être appelé le Feu de l'ego et il a d'ailleurs été appelé ainsi par notre Commandeur. Certains êtres, en effet, ont capté cette Lumière Vibrale, dans ses moments de descente et l'ont, en quelque sorte, piégée et enfermée dans leur propre ego essayant de (comme l'ont fait les religions d'ailleurs), traduire cette Lumière et de se l'approprier au sein même de leur personnalité, ayant fait dire à Sri Aurobindo (quand il fut Saint Jean), qu'il y aurait beaucoup d'appelés, peu d'élus, que ces appelés seraient marqués au front alors que les élus seraient marqués au Cœur. Le Feu de l'ego va se traduire par une appropriation de la Lumière et une revendication de l'ego à être, en quelque sorte, un serviteur de la Lumière. Vous ne pouvez pas servir la Lumière puisque vous êtes la Lumière. Ainsi, prétendre servir la Lumière ou un rôle quel qu'il soit, vous amène, inévitablement, à vous distancier de la Lumière Vibrale que vous avez reçue. Ça c'est le piège magnifique de l'ego survenant en ces temps ultimes où, par peur, l'ego, le mental ou l'émotionnel, vont s'approprier la Lumière en en faisant quelque chose qui va permettre une certaine forme de continuité de la conscience limitée avec un peu plus de Lumière. Ce qui se dévoile (au travers du choc de l'humanité et du déploiement de la Lumière), ne peut, en aucun cas, être compatible avec une poursuite quelconque de la personnalité, d'un rôle, d'une fonction, du mental, de l'ego, de l'émotionnel. C'est un changement total de vie appelé la Résurrection ou la Renaissance n'ayant plus rien à voir avec un quelconque conditionnement religieux, social, économique, politique, affectif et, même au sein de rôles que vous jouez dans un couple ou dans une famille.

 

La Liberté ne peut s'encombrer d'aucun lien. La Liberté ne peut s'encombrer d'aucune histoire, fut-elle la plus prestigieuse de ce monde que vous ayez vécue dans une vie passée. Vous devez donc, en totalité, vous affranchir et vous préparer à vous affranchir de toute identification à quoi que ce soit existant au sein du connu. Sans ça, vous ne pourrez aller avec facilité au sein de l'inconnu. Cela a été appelé, par l'Archange Anaël, l'Abandon à la Lumière qui vous est, aujourd'hui, demandé de concrétiser en totalité. Cet Abandon à la Lumière, comprenez bien qu'il ne s'agit pas de fuir votre propre vie, qu'il ne faut pas fuir tel travail ou telle personne mais, qu'il vous faut, au contraire, devenir de plus en plus conscients de cet Inconnu tout en maintenant ce corps au sein du connu. La Lumière Vibrale, qui s'est déposée en vous, au sein des différentes Couronnes, a permis de faciliter, en quelque sorte, ce Passage du connu à l'Inconnu qui, pour l'instant, je vous le précise, ne vous est pas encore connu et ne vous pas encore accessible en totalité, sauf pour certains êtres. Néanmoins, cette préparation a permis (pour ceux qui l'ont accepté), de se dépouiller d'un certain nombre de conditionnements, ces conditionnements qui sont, avant tout, les croyances, quelles qu'elles soient, (les croyances en ce que vos enfants soient vos enfants, les croyances en ce que votre profession est votre vie, les croyances entre ce que vous adhérez comme pays, comme culture), et la Vérité. Il n'existe aucune vérité au sein de ce monde et il ne peut donc exister aucune vérité dans tout ce que vous connaissez au sein de ce monde qui est, encore une fois, un rêve ou une Illusion, Maya. Ceci n'est pas une vue de l'esprit mais bien la Vérité ultime que vous aurez à affronter et à vivre. Ainsi donc, vous ne pouvez maintenir une quelconque angoisse concernant ce corps (qui est, lui aussi, une Illusion), pourtant dans lequel se réalise l'Inconnu par la Lumière Vibrale mais, il vous faut vous désincruster, littéralement, de tout conditionnement et de toute attache. Sans cela, vous ne pourrez pénétrer l'inconnu. Cela paraît extrêmement simple mais, le piège le plus important se situera, toujours, au niveau de votre ego qui tentera, d'une façon comme d'une autre (tant que vous n'avez pas vécu votre propre Résurrection, tant que vous n'avez pas passé la Porte de la Crucifixion correspondant au déploiement de la Lumière tel qu'il doit se réaliser), vous ne pouvez être sûr, en totalité, de pénétrer l'Inconnu.

 

Pénétrer l'Inconnu nécessite de lâcher prise, en totalité, sur ce qui est connu, ce connu étant, aussi bien, votre propre corps, vos propres conceptions mais, aussi, votre propre histoire puisque l'histoire (au sein de ce monde même) est une Illusion, même si cela peut se passer dans des temps anciens ou présents, même si cela peut refléter une certaine forme de réalité observable, encore (à travers des données archéologiques ou autre), elles appartiennent, de manière irrémédiable, à l'Illusion de ce monde. C'est de cela qu'il vous faut, aujourd'hui, vous extraire, en totalité, afin (nous l'espérons, pour la plupart d'entre vous) de rejoindre les sphères de la Liberté, de l'Inconnu c'est-à-dire au-delà de la 3ème Dimension et parcourir, en totale Liberté, les états multidimensionnels ou les états de densité différente que la vôtre. Le piège de l'ego est, toujours, de limiter, rappelez-vous cela. Il va vous limiter en voulant s'approprier alors que vous n'êtes pas les Serviteurs de la Lumière mais, les Ancreurs de la Lumière et que c'est qu'à condition de devenir, en totalité, transparents (c'est-à-dire en ne retenant absolument rien de la Lumière) que vous devenez, vous-mêmes, Lumière. Mais, devenir Lumière veut dire ne plus exister en tant que personne localisée au sein de ce temps, de cet espace, de cet âge, de cette vie. Vous n'êtes pas cette vie que vous vivez. Tant que vous avez l'espoir, ou tant que votre ego caresse l'espoir de se servir de la Lumière pour transformer quelque chose de cette vie, il n'a vraiment pas compris grand-chose à ce qu'est cet accès à l'Inconnu quelle que soit la Lumière Vibrale que vous vivez au sein de l'une de vos Couronnes Radiantes. La seule Porte (comme cela vous a été dit), est le Cœur et demeurera le Cœur et, quand je parle du Cœur, je ne parle pas de bonnes actions, je parle, simplement de l'établissement de la Couronne Radiante du Cœur, de la Vibration du Cœur, de l'accès conscient à l'Unité et au Samadhi tel que l'ont réalisé des êtres de plus en plus nombreux sur cette Terre et tel que l'ont réalisé des exemples dans les différents courants traditionnels et culturels de ce monde en incarnation.

 

La Liberté et l'Autonomie nécessitent de s'abandonner et de se précipiter, en quelque sorte, dans l'Inconnu. Cela nécessite de transcender tous les attachements, toutes les peurs et, surtout, je le précise, tout attachement à votre ego et, bien sûr, c'est au sein de cette Illusion même, que doit se réaliser ce Passage et, non pas, dans un quelconque au-delà situé de l'autre côté du voile, appelé la mort. Vous avez, donc, à affronter et à vivre ce qui vient de manière lucide et consciente en vous détachant de plus en plus de votre histoire et de votre propre personne. Tant qu'il existe un reste d'identification à un rôle, une fonction ou une personne, vous ne pouvez pénétrer les états multidimensionnels de l'Être ou appelés, encore, états multiples de l'Être. Les états multiples de l'Être sont liés à la Conscience Libre. Vous ne pouvez, jamais, expérimenter cela tant que vous êtes conditionnés par vous-mêmes ou par un système extérieur quel qu'il soit. Le choc de l'humanité correspond à la révélation totale de la Lumière et au déploiement de cette Lumière au sein de vos structures, ici même, illusoires. En fait, ce qui se déploie, c'est votre Esprit, votre Conscience Illimitée et la Conscience, bien sûr, Illimitée de la Terre faisant que, elle-même (effectuant ce saut quantique), est en train de désagréger et de dissoudre tout ce qui appartient au domaine de l'Illusion, de la compression, de la falsification. La Terre, donc, va se retourner, tout comme vous, se retourner dans tous les sens du terme (physiquement, géographiquement), de la même façon que votre Conscience, en définitive, vit son ultime Retournement, son ultime Croisement, lié au dernier croisement de la tête, se déployant, dorénavant, dans le corps (tel que je vous en donnerai certains éléments), qui vous permettront de mener à bien (si vous acceptez de lâcher tout connu), votre transformation finale et votre accès à votre statut de papillon ou de Semence d'Étoiles réalisée. Mais, encore une fois, vous ne pourrez, en aucune manière, maintenir ce que vous croyez être aujourd'hui et ce que vous serez demain que vous ne connaissez pas encore. C'est soit l'un soit l'autre.

 

Il vous appartient, donc, dès aujourd'hui de vous poser les bonnes questions. Que voulez-vous vivre ? Si vous voulez vivre, encore une fois, au sein d'une structure carbonée avec un peu plus de Lumière, il vous sera fait, exactement, selon votre Vibration. Mais, vous ne pourrez prétendre à la Lumière tout en restant au sein de ce corps carboné. Ainsi donc, il vous faudra choisir entre la Vibration Illimitée et la Vibration limitée. Ce choix, encore une fois, n'est pas un choix de la conscience parce que, bien évidemment, l'ego va toujours dire qu'il choisit la Lumière mais, à condition qu'il subsiste et demeure dans le même état. Or, l'état qui vient n'a rien à voir avec l'état de l'ego. L'ego est une illusion crée pour l'Illusion de ce monde n'ayant aucun substratum au sein des Mondes Unifiés. Au sein des Mondes Unifiés, vous n'êtes pas une personne. Bien évidemment, il existe encore une individualité mais, cette individualité ne s'exprime pas au travers d'une personne ou d'un corps limité, mais bien comme une Conscience totalement libérée de toute entrave, que cela soit la possibilité de voyager dans les différentes densités temporelles, dans les différents multivers, dans les différentes Dimensions, depuis La Source jusqu'à la lisière des mondes carbonés. Voilà donc ce que vous avez à intégrer. Voilà donc ce que vous avez à relever comme défi. Voilà donc la question essentielle que votre Conscience doit se poser au sein même de la limitation : voulez-vous rester un ego ou voulez-vous devenir, en totalité, libres ? Il n'y a pas d'autre alternative. L'ego ne peut jamais devenir libre. Comprenez bien et saisissez bien cela. L'ego sera toujours enfermant et limitant au sein d'un rôle, d'un corps limité, d'un temps limité. L'Esprit est totalement libre de tout cela. Simplement, votre Conscience est, encore, en grande partie, soumise à cette Illusion. La préparation Vibratoire (que, j'espère, nombre d'entre vous vivent), est destinée à vous faire passer plus ou moins facilement, selon votre Vibration, dans ces espaces unifiés. Certains d'entre vous commencent à percevoir ces espaces Unifiés, soit comme une espèce de dilatation de la Conscience, n'étant plus consciente d'elle-même au sein de ce corps (mécanisme se rapprochant de l'oblitération de la Conscience), menant à ce qui est appelé le 4ème Etat de la Conscience ou Turya (état Unitaire) ou, encore, par la perception (de manière lucide et consciente), directement, des Ethers Unifiés se traduisant, par exemple, par la Vison du Soleil bleu ou, encore, se traduisant par la Vision de la disparition de votre environnement les yeux ouverts. C'est comme cela que se produira, effectivement, le Passage du connu à l'Inconnu. Il faut, donc, maintenant, au fond de vous, vous poser la question et voir, avec Vérité, là où vous en êtes.

 

Le déploiement de la Lumière lui-même (tel qu'il doit intervenir), vous permettra de vous voir clairement, en totalité, ce qui veut dire qu'encore une fois et à encore à un degré encore plus important, vous ne pourrez plus tricher avec votre ego. Soit vous accepterez votre ego, soit vous le rejetterez (mais, vous le rejetterez en intégrant) mais, vous ne pourrez plus maintenir la Conscience dans les 2. Cela deviendra de plus en plus évident pour chacun d'entre vous qui parcourez les chemins de la Lumière Vibrale, vous deviendrez, soit l'Illimité, soit vous resterez limités. Et vous pénètrerez, de plus en plus, dans les sphères de l'Illimité ou vous pénètrerez, de plus en plus, dans les sphères de la limitation quel que soit le vécu de la Couronne Radiante de la Tête. Rappelez-vous que la Porte de sortie est et demeurera, toujours, le Cœur au travers de sa Vibration de la Lumière Vibrale quelles qu'en soient les 7 étapes existantes. Ainsi donc, la Liberté et l'Autonomie sont votre Essence, sont notre Essence et notre nature. Il vous appartient, donc, d'y adhérer, non pas comme on adhère à une religion ou à une croyance mais, l'adhésion ne pourra se faire que par le vécu même de cet accès à l'Inconnu. C'est à cela que vous êtes promis dans les semaines qui s'ouvrent à vous, devant vous et qui vont vous mettre au défi de passer dans cet Inconnu en totalité. Bien sûr, rappelez-vous que le point de vue de la limitation sera à l'opposé et strictement à l'opposé du point de vue de l'Illimitation. La chenille va appeler tout ce qui va se dérouler (et se déroule, déjà, sur Terre), une destruction totale de la vie parce qu'elle ne perçoit la vie qu'à travers le filtre de l'Illusion. Le papillon, au contraire, va appeler toutes ces modifications de la Lumière elle-même et de la densité, une libération et la vraie Vie, c'est-à-dire le Résurrection ou la Renaissance. Respectez le point de vue de la chenille. Respectez le point de vue du papillon. C'est à vous qu'il vous appartient de vous déterminer, de vous déconditionner, en étant, soit l'un, soit l'autre et, de plus en plus, vous deviendrez, soit l'un, soit l'autre, en Conscience et en toute lucidité.

 

Vous ne pourrez plus tricher avec le connu et avec l'Inconnu. Vous deviendrez, soit l'Inconnu, soit le connu. En devenant l'Inconnu, vous pénètrerez, de plus en plus, les sphères de l'Êtreté (et de votre propre dissolution de cette Dimension dans les sphères de l'Êtreté), dans vos véhicules multidimensionnels, au-delà des rôles de la personnalité, au-delà de toute fonction et de toute identification à une fonction au sein de l'Illusion. Christ vous l'avait dit : « nul ne peut me connaître s'il ne renaît de nouveau ». Cette Renaissance n'est pas une réincarnation mais, vraiment, une résurrection dans les Domaines de l'Esprit. Le Domaine de l'Esprit vous est strictement inconnu en incarnation. Cela ne peut être que des projections, projections de construction mentales, imaginant, supposant, selon ce qui vous est connu, ce qui est l'inconnu, l'au-delà de l'au-delà. Toutes les constructions liées à la connaissance dite ésotérique, ne sont que des suppositions n'ayant aucune réalité et aucune vérité quand vous pénétrez l'Unité si tant est que vous la pénétrez. Il vous faut, donc, rejeter toute forme de connaissance extérieure, là aussi, toute forme d'ésotérisme, toute forme de spiritualité, pour pénétrer, de plain pied, dans le vécu de l'Esprit (c'est-à-dire ne plus être dans l'application d'une spiritualité issue du connu) mais, pénétrer de plain pied l'Esprit de Vérité c'est-à-dire ce que vous êtes dans la Lumière. Voilà les quelques éléments d'interrogation que je souhaitais vous donner, qui verront, bien sûr, de larges développement de la Conscience elle-même lors du déploiement de la Lumière auquel je participerai au niveau humain dans le vécu de la Conscience elle-même. Bien sûr, s'il existe en vous, aujourd'hui, là de suite, des interrogations, et si j'en ai le temps, je veux bien essayer de donner plus d'éléments vous permettant d'aller vers cet Inconnu. Mais, rappelez-vous qu'aucun mot ne peut le traduire et il n'y a que vous qui pouvez y aller. Personne ne peut le faire à votre place.

 

Question : l'Inconnu est-il connu de nous en tant que Semence d'Étoiles ?

Mon Frère, ce que tu perçois au niveau Vibral (dans la Vibration des Étoiles, par exemple), dans l'activation de certains potentiels liés aux chakras majeurs (appelés, dans ce cas là, Couronnes Radiantes), que cela soit au niveau du Sacrum, de la Kundalini (appelée Canal de l'Éther), que cela soit au niveau du Cœur ou de la tête, te donne un petit aperçu de ce qu'est l'Inconnu. C'est la pénétration de l'Inconnu dans le connu qui, justement, permet de faire le pont et c'est un pont qui s'appelle l'Antakaranah qui permet, donc, de relier et de réunifier l'Esprit. Ainsi, donc, sans connaître l'Êtreté, il y a la possibilité, pour l'être humain (et déjà depuis fort longtemps, bien avant cette période de 30 années), la possibilité de pénétrer des états de félicité totale appelée Sat Chit Ananda, comme l'ont décrit de nombreux êtres ayant atteint cet état. Ainsi, l'état atteint au sein même de ce corps égotique, présent sur ce monde, permet de dissoudre, en totalité, l'ego, de le mettre au service de l'Esprit même si l'Esprit ne peut être vécu en totalité. Ceci change du fait même de la disparition de la matrice astrale collective, de la dissolution de l'Illusion programmée depuis fort longtemps (et se réalisant depuis 30 ans, comme je l'ai dit) et, surtout, depuis les Noces Célestes. Ainsi donc, l'Inconnu t'est connu au travers simplement de la Lumière Vibrale qui vient modifier (si tu l'acceptes), des comportements même issus de ton propre ego, de ta propre personne, faisant (comme cela a été dit) que l'ensemble de ce qui appartient à ce corps égotique (c'est-à-dire le corps de désir et l'ensemble des désir) disparaissent, progressivement, de votre champ de Conscience et de votre champ d'intérêt. Tant qu'il existe un désir, quel qu'il soit (qu'il soit de reconnaissance en tant que personne, qu'il soit de rester en tant que personne), tant qu'il existe un désir de reconnaissance en tant qu'être spirituel au sein de la matrice, vous ne pouvez toucher, en totalité, l'Inconnu car, à ce moment là, l'ego s'approprie la Lumière. La meilleure façon de se libérer de ces pièges, en totalité, va être réalisé par le déploiement de la Lumière. Mais, d'ores et déjà, certains d'entre vous ont eu accès, soit à l'Êtreté, soit aux manifestations directement reliées aux nouvelles fonctions spirituelles appelées les Nouveaux Corps (qui ne sont qu'une des parties du déploiement de la Lumière Vibrale) vous permettant, le moment venu, de franchir ce Rubicon pour aller dans l'Inconnu en totalité. La problématique majeure de l'ego, c'est qu'il tente toujours à s'approprier ce qui est vécu au sein de la Conscience Unitaire pour le faire sien. Il faut être lucide et parfaitement conscient que le Feu de l'ego ne sera jamais le Feu du Cœur. Le Feu de l'ego est un Feu qui va revendiquer : « moi je, moi je, moi je suis cela, moi je fais cela », alors que le Feu du Cœur sait pertinemment qu'il ne fait rien. Tant qu'il existe la moindre revendication, même de la Lumière, il y a, bien sûr, persistance de l'ego.

 

Question : j'ai vécu une touche d'Éternité dans mon individualité. Est-ce une Illusion ?

Mon Frère, je peux te répondre la chose suivante : celui qui vit, ne serait-ce que de façon fragmentaire, la dissolution de l'Illusion et de l'ego, ne peut se poser la question de l'Illusion de ce qui est vécu. Seul l'ego va te faire croire que c'était une illusion. Celui qui s'installe, de manière plus ou moins constante, au sein de son Unité, ne peut, en aucun cas, être dupe d'une quelconque illusion parce qu'à ce moment là, les facteurs de l'ego au sein de ce monde, tendent à s'effacer devant la majesté de l'Unité. Ainsi donc, il ne peut y avoir de doute quelconque sur ce qui est vécu au sein du Feu du Cœur. Ce qui interrogera sera toujours l'ego mais l'ego, dans ces cas là, s'efface et s'effacera, de plus en plus, devant l'Illimité. Ainsi donc, tant que tu me poses ou, tant que tu te poses la question de la réalité de ce qui a été vécu, cela traduit simplement, encore pour l'instant, la prééminence de l'ego car c'est l'ego qui doute et jamais l'Unité. Comprenez bien qu'il n'y a pas opposition (même si cela peut vous apparaître ainsi et c'est normal quand la Conscience se situe au sein de la limitation), cette opposition apparente entre ce qui est limité, connu et, Illimité, Inconnu, n'est qu'une apparence toute relative qui tient, justement, à l'enfermement au sein de l'ego. Dès l'instant où le Cœur d'une manière ou d'une autre, pénètre dans le Feu du Cœur, le Feu de l'ego (car là c'est un vase communiquant), disparaît. Ce Passage de l'ego au Cœur correspond à la Porte Etroite de la Crucifixion et de la Résurrection dans un second temps. Il y a, bien sûr, au moment du Passage en lui-même, un doute ultime illustré, aussi, de manière symbolique, par le Christ sur la Croix. C'est le moment où il faut s'abandonner en totalité à la Lumière. C'est le moment où la Conscience elle-même va comprendre qu'elle n'a aucun rôle par rapport à la Lumière si ce n'est de devenir cette Lumière et, devenir la Lumière n'est possible que s'il y a arrêt de tout ce qui est de l'ordre émotionnel, mental, attachement, croyance, sans exception, tout en maintenant, pour l'instant, ce corps ici. Il existe des témoins de cet accès à l'Illimité ou à l'Inconnu. Ils en sont les témoins indirects mais, néanmoins, la preuve formelle de ce qui est vécu. Ce sont les 12 Étoiles, avant tout. Ce sont les Couronnes Radiantes : celle de la Tête, celle du Cœur et celle du Sacrum. C'est le seul moyen qui existe, je dirais, rationnellement, de savoir que vous vivez cette transformation. Tout le reste n'est qu'illusion. La réminiscence de vos vies passées, l'accès à vos vies passées, la revendication d'un rôle au sein de ce monde, en tant que leader ou en tant qu'être éveillé, est un piège majeur de l'ego car, comme l'avait dit aussi, de son vivant, Maître Philippe, c'est en étant rien ici, absolument rien, que vous êtes tout ailleurs. Mais, si vous êtes quelque chose ici, comment pouvez-vous être quelque chose et tout ailleurs ? C'est impossible. Dit autrement (et j'espère que ces quelques mots vous parleront), tant que vous croyez posséder la Lumière, c'est l'ego qui vous possède. La Lumière vous possèdera et vous libérera dès l'instant où vous ne serez plus rien ici. En d'autres mots (et dans votre terminologie occidentale), cela s'appelle l'humilité et la simplicité. Ce n'est pas un vain mot. Ce n'est pas un vain concept mais c'est la stricte vérité. Comprenez bien aussi que, quand je parle du corps du désir, l'ensemble des désirs n'ont pas à être contrariés car, si vous vous opposez à vos propres désirs, vous les renforcerez inéluctablement. Mais, les désirs sont réellement transmutés, non pas par votre volonté, mais par la Lumière elle-même mettant fin à tous les désirs illusoires sans exception, à des degrés divers pour chacun, en fonction de sa progression vers l'Inconnu.

 

Question : comment trouver la cause du décalage causé par le fait de ne pas être dans la Joie tout en vivant le Feu du Cœur ?

Rechercher la cause ne veut pas dire trouver une explication. L'allumage ou l'activation de ce qui est appelé le Feu du Cœur, correspond, en vérité, à l'activation conjointe de ce que vous appelez le 8ème et le 9ème Corps (point OD et point ER), se traduisant par l'allumage de la Couronne Radiante du Cœur, se passant (comme cela vous a déjà été détaillé) en 7 étapes. La première étape n'est pas nécessairement dans la Joie. Elle correspond aux prémices de cette ouverture et se traduit souvent par des perceptions de compression et de douleurs survenant dans la région du cœur ou autour de la région du cœur ou au-dessus. L'ego est encore présent à ce moment là. La Porte Étroite, le Passage réel et total et définitif, de l'ego au Cœur se fait quand l'ego est dissout. C'est à ce moment là que la Joie peut s'installer de manière définitive. Quand je dis définitive, cela ne veut pas dire que cela va être permanent. Certains êtres ont été capables de manifester cette permanence pendant des temps très longs. Le meilleur exemple que je donnerais est la vie de Ma Ananda Moyi. Mais, certains êtres ont manifesté cet état de Joie à certains moments donnés de leur vie tout en pouvant manifester, encore, des colères quand ils redescendaient dans la personnalité parce que la Porte Étroite n'était pas encore fermée. Elle était entrouverte, permettant de passer de l'ego au Cœur et du Cœur à l'ego. C'est cette Porte là qui, lors du déploiement de la Lumière, va se refermer en totalité et traduisant, donc, la séparation finale de la Conscience, entre ceux vivant la Conscience de l'Inconnu (et y pénétrant en pleine Conscience et en pleine lucidité) et ceux qui resteront dans la Conscience limitée, toutefois, en quittant les mondes de la séparation et de l'Illusion. Ainsi, pour répondre, d'une autre manière, à cette question, s'il existe une perception, même au sein des premières étapes, du Feu du Cœur, et que la Joie n'est pas présente, c'est que l'ego est en lutte contre le Cœur. La sphère de l'Unité vécue en Samadhi au sein de la Conscience Unifiée (état Turya, Sat Chit Ananda), procure une espèce de distanciation et non pas une indifférence à tous les jeux existants au sein de la matrice parce que vous n'êtes plus identifiés à votre personne, vous n'êtes plus identifiés à un rôle, vous n'êtes plus identifiés à une fonction ni à une quelconque illusion présente au sein de ce monde et cela procure un état de Joie. La Joie est l'Essence même de l'Esprit. La peur est l'essence même de l'ego.

 

Question : comment faire alors pour diminuer ce décalage ?

S'abandonner à la Lumière. Il n'y a pas d'autre possibilité. Tant que vous ne vous donnez pas à la Lumière, vous ne pouvez pénétrer l'Esprit. Tant que vous maintenez une illusion de personne, au travers même de souffrances passées réellement vécues, vous êtes dans le passé, vous n'êtes pas dans l'Ici et Maintenant. Si vous étiez en totalité dans l'Ici et Maintenant, votre Cœur serait saturé de Joie, de la même façon que Ma Ananda Moyi ou bien d'autres. Ainsi donc, il n'y a rien à faire parce que le faire se situera toujours au niveau de l'ego. Maintenant, de plus en plus, il y a juste à Être. Et l'Être ne se trouve que dans l'Esprit, dans l'Ici et Maintenant, non pas par contrainte de l'ego mais, par Abandon de l'ego au profit de la Lumière. Cela est très complexe, ce que je dis, à percevoir par l'ego parce que, justement, c'est l'ego qui écoute. Mais, celui qui vit, ne serait-ce qu'en partie, l'Illimité, comprendra aisément puisqu'il le vit, ce que je dis. La Joie ne peut exister que quand la peur est absente. Toute peur, quelle qu'elle soit, est un conditionnement de l'ego et, donc, un non Abandon à la Lumière. Tant que vous croyez que vous dirigez, maîtrisez, contrôlez la Lumière, vous n'êtes pas la Lumière puisque, bien évidemment, vous êtes en distance par rapport à ce que vous considérez comme extérieur. Vous restez dans le connu et donc, dans la limitation et donc, dans la souffrance et donc, dans la peur. Autrement dit, la peur liée à l'ego aimerait bien disparaître en incorporant la Lumière au sein de la peur ou des Ombres. Cela est impossible. La Lumière doit prendre toute la place, chassant toutes les parts reptiliennes de votre cerveau.

 

Question : comment faire, au quotidien, pour aller vers l'Abandon à la Lumière ?

Qu'est-ce qui n'y arrive pas si ce n'est l'ego ? Et l'ego n'y arrivera jamais. L'Abandon à la Lumière n'est pas une volonté. Ce n'est pas un faire non plus. Ce n'est pas un travail sur ses propres Ombres même si la Lumière éclaire les Ombres. C'est l'acceptation, pure et simple, de la Lumière. Il y a, simplement, souffrance et éloignement de la Lumière par adhésion à ce que tu es en vérité ou, en tout cas, à ce que tu crois être en vérité c'est-à-dire ce corps, cette présence au sein de ce corps qui n'est, qu'en fait, qu'une projection de ton propre esprit au sein d'une Illusion dans laquelle tu as été piégée. Il faut déjà accepter ce concept. Dès l'instant où tu acceptes, en totalité, ce concept, tu prends déjà une certaine forme de distance par rapport à ce qui est appelé ta propre personnalité. Cette prise de distance par rapport à la personnalité est déjà une première étape vers la crucifixion de la personnalité qui ne va pas disparaître. Le Passage au Cœur fait, simplement, que celui qui conduit le véhicule n'est plus la personnalité mais l'Esprit. Mais, l'ego aimerait bien s'approprier l'Esprit. C'est d'ailleurs pour ça qu'il a créé des règles de l'Esprit au sein de ce monde appelé libre arbitre qui n'existe absolument pas au sein de la Grâce.

 

Question : un sentiment de paix profonde est ce que vous appeliez, tout à l'heure, l'Inconnu ?

Non. Ça en est les prémices. L'Inconnu vous affranchit, en totalité, du jeu de l'ego et, cela, vous ne pouvez l'ignorer quand vous le vivez parce que c'est un changement radical, de perceptions, de conceptions mais, bien sûr, avant tout, de Conscience. Tout ce qui est vécu au sein de la matrice, peut vous rapprocher, par la Lumière Vibrale, de cet état dont je parle. Mais, il ne peut être référencé en tant qu'expérience appartenant à ce monde. Vous êtes sur ce monde mais vous n'êtes pas de ce monde. Le Royaume des Cieux est inexistant sur Terre puisque cette Terre est une projection qui a été privée de l'Esprit. Donc, vous ne pouvez prétendre trouver l'Esprit, en totalité, dans ce monde, mais, sur ce monde. En ce sens, la Lumière Vibrale vient vous libérer.

 

Question : pouvez-vous nous aider, justement, à dépasser cet ego et ce mental ?

Si on excepte mes mots concernant la Conscience pure, l'ensemble du Yoga de l'Unité, de la Vérité, (vous ayant été communiqué par Un Ami) et l'ensemble des Noces Célestes, concourent, de manière formelle, à vous faire faire ce chemin, chacun à votre rythme mais, saisissez bien que ce qui arrive maintenant est le déploiement de la Lumière et que le déploiement de la Lumière en elle-même, elle va se faire en totalité pour tout être vivant, qu'il le veuille ou pas, qu'il l'accepte ou pas. Donc, il n'y a pas de souci à se faire pour la disparition du mental. Simplement, les circonstances de sa disparition seront profondément différentes selon votre capacité à vous en extraire ou à maintenir ce que j'ai appelé le Feu de l'ego ou les jeux de l'ego. Au fur et à mesure que vous pénétrez la Lumière Vibrale, ou plutôt, plus exactement, au fur et à mesure que la Lumière Vibrale vous pénètre, votre Conscience vit des accès temporaires à des états de Samadhi. C'est dans cet état de Samadhi que vous prenez conscience de la Vérité de l'assertion que ce monde est Illusion, pas avant. Sinon, ce n'est qu'une croyance, là aussi, mentale. Vous ne pouvez vivre que l'expérience de l'Illusion et l'expérience de l'Inconnu et cela n'est pas fonction d'un faire de l'ego, bien au contraire. C'est en ce sens que la Lumière Vibrale a pour vocation première, lors de ses premiers déploiements (antérieurs au déploiement de la Lumière maintenant), de vous amener à vivre la proximité de ce Passage qui est, en quelque sorte, la dernière Porte. C'est l'endroit où vous dépouillez de toutes vos illusions, de toutes vos prétentions en totalité. En quelque sorte, vous vous dépouillez de vous-mêmes. Vous acceptez, ou pas, de n'être plus rien pour pouvoir être tout.

 

Nous n'avons plus de questionnement, nous vous remercions.

Très chères Sœurs et très chers Frères, je vous transmets toute la Grâce qu'il est possible de vous transmettre au travers du corps où je suis. Je vous dis à très bientôt pour poursuivre, de manière je l'espère plus explicite, les différents Passages se produisant lors de cette ultime Passage du connu à l'Inconnu, lors du déploiement de la Conscience Illimitée, Sat Chit Ananda. Salutations et Bénédictions.

From "out of the rain"

G. Mule live version.

 

"There Was A Time I Was Taking No Prisoners Standing With A Cold Heart, Standing Alone It Took Your Sweet Love To Pull Me Out Of The Canyon I Believe I Can Make It Now, I Feel Like I Belong"

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