View allAll Photos Tagged Pro-e
Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos.
É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro.
São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço. Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento. É construído em madeira de pinheiro. pt.wikipedia.org/wiki/Moliceiro
Apresento aqui meu primeiro resultado usando o Photomatix Pro e o Photoshop CS4 para gerar uma imagem HDR, espero que gostem!
Alexandre Keese
Vorrei - Guccini
E per concludere, dopo due anni scade il pro. E come non festeggiarlo se non con il ritratto di colei che ti da la pace e dura quanto il soffio di un respiro.
Thanks for portrait to Elena!
M31 - Andromeda Galaxy in HaRGB - Versione Finale
" Una meravigliosa nebulosa a forma di fuso... Non riconosco in essa stelle. E' risolubile in d'Eu coni con asse NW/SE a contatto per la base . I due punti di massima luminosità distano circa 40' d hanno un diametro di 15' "
Era Il 3 agosto 1764 e Charles Messier descriveva cosi' quella che poi soltanto nel 1944 Baade la chiamera' galassia dopo aver risolto le stelle che la formano....Lei e' la nostra vicina di casa , M31 per il catalogo Messier , Andromeda il suo nome di battesimo , un giorno lontano si incontrara' con la nostra Via Lattea ad oggi la sua distanza da noi e' calcolata in circa 2.5 milioni di anni luce.
Questo progetto e' stato realizzato unendo dati di 2 camere astronomiche la mia Zwo Asi 2600 Mc pro e la Qhy 294c dell'amico Lino Benz che mi ha aiutato a finirla donandomi i dati da lui acquisiti nel 2022, ,colore e Ha (idrogeno)...Elaborata da me con i software Dss , PixInsight e Photoshop .
dati tecnici e strumenti
light : 100*120 secondi camera Asi 2600MC Pro ,gain 100 ,temp -15°
light : 60*300 secondi RGB + 36*300 Ha camera Qhy 294c, gain 1600, temp -5° (Lino Benz)
dark : 15
flat : 15
acquisizione dati : Asi Air Plus e Nina
telescopio : Skywatcher 80ED con riduttore 0.85x
telescopio : Skywatcher 72ED con spianatore 1x (Lino Benz)
guida : Oag-L + Asi 290 MM mini
montatura : Skywatcher EQ6R-pro
Elaborazione : DSS , PixInsight e Photoshop
日本CAR STYLING未來車設計雜誌 汽車設計比賽 - 特別獎
International Car Design Competition 2002
作品文字說明 Description of entry
A. Title of Entry : Power+
B. 設計構想
此小車的價值並不是只有它具有多重要的性能及其功能性之強大。
雖然此小車的身軀嬌小但是力量卻不輸給比它大好幾倍的大卡車,這設計的概念是起於大自然界中的昆蟲,身體雖小但力量卻是力大無窮。
理念即能夠搬移比自己更大的商品或者是可以處理更多的事務來完成我們的需求。因此我們設計此多元化的小車稱之為「Power +」。
這「Power +」除了可以用於自家用的小汽車之外,還能擔當建築工地中重型卡車搬運貨物的重任。此小汽車是一人乘座的並且可以前往不同的目的地,配合它的特殊裝備來完成各種不同的任務。
此「Power +」的特點不僅僅有小的價值並且有相當高的機動性,這是重型大卡車所做不到的,並可以解決相當多的問題。由於「Power +」能夠安裝許多的特殊概念設計並有不同的用途,例如:搬運貨物、救援行動、軍事方面的搬運等等的任務。
....................................................................................................................................................................
Description of Entry
A. Title of Entry : Power+
B. Concepts of Design
The value of small car isn't only small value that it has important meanings and functions. Through its body is small but it full of power.
The design ideas derive from many kinds of powerful small insects in nature.
The meaning of our design car can move bigger goods than itself or draw more one times thing than itself and so our design the multi-functions car - " POWER+ ".
" POWER+ " is small car but it can as heavy trucks in construction site for engineering. In general, the " POWER+ " is a small car of single seat and the worker can drive it to the destination where he want to go in the same home's car, when he reach, the both sides of “POWER+” body equipped special mechanism.
It composes of any different equipments for the needs.
The features of " POWER+ " are small value and high mobility so it can deeply reach any sites where heavy trucks can't go. It is quite helpful. Because of the " POWER+ " install many special concepts. So it can more develop many multiple functions. It can use many kinds of special function in vehicle for example, cargo fire, rescue …...etc.
Designer : 李岳樺 Yueh-Hua Lee
January 11, 2002
Review:
Tênis Salomon XA PRO 3D
A Marca
A Salomon surgiu em 1947, no coração dos alpes franceses. Inicialmente, desenvolvendo produtos para esqui.
Ao longo de 60 anos de existência, a marca vem desenvolvendo equipamentos inovadores para os mais diversos esportes de montanha.
Sediada em Annecy, na França, a Salomon empregava aproximadamente 1.500 pessoas no final de 2007. Hoje, os produtos Salomon são vendidos em mais de 160 países e a marca é um ícone global.
Atualmente a Salomon faz parte do grupo Amer Sports, detentora de marcas como Suunto, Arc'teryx, Mavic, Atomic, Precor e Wilson. O grupo Amer Sports é hoje um dos pilares da tecnologia voltada ao esporte.
Isso não se discute.
Os produtos Salomon voltados aos esportes outdoor são queridos por 9 entre 10 atletas neste ramo. No Brasil, a marca ainda não é muito conhecida, se limitando mesmo ao povo antenado com o mundo da aventura. Uma pena!
Neste review mostrarei o tênis Salomon XA PRO 3D. Só para constar, é o segundo que compro igual. Foi o primeiro tênis Salomon que comprei, a aproximadamente 4 anos atrás.
Achei tão bom que resolvi adotar mais um! :)
Entendendo o conceito do Tênis
O XA PRO 3D tem o DNA de um verdadeiro calçado para corridas "fora de estrada". Os desenvolvedores do projeto deste tênis capricharam na sua obra. Não sei se estou sendo exagerado em dizer isto, mas é essa a impressão que tenho dos Salomon XA PRO 3D.
O corpo do tênis é muito bem conseguido, com uma generosa biqueira. O cabedal é totalmente transpirável (você pode reparar pelas fotos, a luz atravessando a "rede" do cabedal do tênis). Se você usar meias de material fino, pode sentir o vento entrando no calçado, refrescando os pés. A entressola é bem rígida e uma placa te protege contra elementos perfuro-cortantes. O solado ainda tem uma projeção no calcanhar, aumentando a base que o tênis oferece. Além disso as laterais do tênis contam com uma boa proteção contra a lama até uma certa altura. Logo em seguida vem o cabedal transpirável. bem pensado.
Eu calço o tamanho 42 BR (e qualquer Salomon que eu tenha calçado, neste tamanho, deu certinho), e no meu "arsenal" conto ainda com um Salomon XT Wings - www.flickr.com/photos/sickilla/3956462567 -. Foi interessante colocar ambos os modelos lado a lado e observar. Os XA PRO 3D são quase 2cm maiores em comprimento, mas calçam igual. O aumento do tamanho se deve, basicamente, à biqueira e a "calcanheira", coisas de um tênis trilheiro com pedigree.
Os XT Wings, no entanto, são mais largos, e pelo que observei, se deve ao generoso forro, um "preenchimento" para oferecer mais conforto. Só como observação, este forro é o causador do calor nos XT Wings. O solado dos XT Wings acompanha a idéia do conforto, sendo mais largo e alto, também para suportar o sistema AGILE CHASSIS SKELETON®.
De volta ao Salomon XA PRO 3D que é o foco deste review, sua lingueta é preenchida por um material que, ao que parece, é espuma de EVA. Este preenchimento foi muito feliz, porque é confortável, bem compacto, possui boa ventilação (existem furos grandes nele) e não encharca. A lingueta conta ainda com um bolsinho, que é uma das grandes sacadas da Salomon, para guardar todo o sistema Quicklace®. Um simples puxão na cordinha do sistema Quicklace® e o calçado abraça seu pé de maneira inteligente, começando perto dos dedos.
O sistema Quicklace® do modelo XA PRO 3D funciona mais macio que do XT Wings, parece que a cordinha desliza por rolamentos, de tão preciso e solto que é. Feito isto, não precisa mais se preocupar com o calçado desamarrando. Isto ficou na pré-história dos calçados.
Toda esta combinação de robustez, agressividade, dinâmica, segurança, inovação, fazem do XA PRO 3D um calçado bastante exótico, mas ainda assim, bonito. O sistema 3D Chassis®, uma placa rígida que atravessa a entressola nascendo externamente no calcanhar e terminando no "peito-do-pé", ao nível da sola(ao menos é isto que parece) tem um visual que lembra fibra de carbono, kevlar, ou qualquer trama parecida. Dá um visual bem hi-tec ao tênis (e tenho visto muitas marcas usarem este visual de uns anos pra cá, inclusive a GIGANTE mundial dos calçados - aquela da "vírgula").
O visual robusto e agressivo, no entanto, esconde mais uma excelente característica dos Salomon XA PRO 3D: Leveza!
Conta com a excelente palmilha Ortholite®, cujo trunfo é não permitir a proliferação de fungos e bactérias causadores de mau cheiro, entre outros problemas.
Uma vez molhado, o calçado seca bem rápido.
Na trilha
O Salomon XA PRO 3D na trilha é como sapo na chuva. Felicidade total. Você se sente seguro para qualquer desafio. E ele aguenta qualquer desafio. Como eu disse no início do review, este é o meu segundo tênis deste mesmo modelo. O primeiro durou comigo quase um ano e meio de uso ABUSIVO e DESTRUTIVO, sem dó nem piedade. Posso dizer sem problemas que passei a andar mais rápido no meu dia-a-dia desde que tive este primeiro Salomon. Ele te ensina a correr nas trilhas. E te vicia nisso. Quando você está fora da trilha, é como se o mundo estivesse "liso e devagar demais para ser verdade". Para quem achar que é maluquice, pode haver um pouco de maluquice nisso mesmo. Isto pode ser graças à minha entrada no esporte, que me rendeu mais ritmo para caminhar e correr, mas como minha entrada no esporte foi calçando um Salomon XA PRO 3D... prefiro colocar a culpa neles... rsrsrs.
Eu já corria em asfalto antes, nem por isso eu caminhava tão rápido no dia-a-dia. Enfim...
Como eu havia dito no Review do Salomon XT Wings, não dá vontade de tirar um XA PRO 3D dos pés. Adiciono: Desde que você vá caminhar em qualquer terreno, e/ou correr por trilhas. Fora isto, se for dormir, convém tirar os tênis. rsrsrs
Conclusão
O sucesso deste projeto é notável, e a linha XA PRO é uma LENDA nas corridas "off-road". Esta linha conta/contava com os seguintes modelos:
S-Lab Xa Pro 3 (modelo ultraleve, que conta com uma polaina integrada, vermelho, bem racing);
XA PRO 3D Ultra (baseia-se na mesma estrutura do XA PRO 3D, mas é ainda mais leve);
XA PRO 3D Ultra GTX (baseia-se no XA PRO 3D Ultra, mas com membrana impermeável Gore-Tex®);
XA PRO 3D Ultra M+ (baseia-se no XA PRO 3D Ultra, com entressola mais generosa aumentando o amortecimento e conforto).
Eu indico o XA PRO 3D como porta de entrada para quem quer um calçado "todo terreno".
Este é meu segundo igual. Pretendo ter mais algum desta linha, quem sabe um Ultra ou um GTX (com valores mais altos).
Os XA PRO 3D já contam com alguns anos desde o seu lançamento, são lendas mas achei relevante falar desta linha.
São um equipamento, não um tênis conceito "qualquer". E diante desta perspectiva, até que o preço é justo.
Vejo muita gente pagar o dobro, ou quem sabe o triplo, por tênis da modinha, que na verdade, não tem propósito esportivo nenhum. Alguns fazem até mal.
Os XA PRO 3D se saem bem usando-se casualmente.
Bom, então é isto... espero que tenha sido útil este review. Faça uma boa escolha...
... e boas trilhas!!!
Quando minha galeria tava chegando em 200 fotos e o Flickr não tinha me dado a conta pro de graça (agora eles me deram 3 meses) eu apaguei umas fotos da galeria, essa faz parte do meu Desafio do Disquinho 1.0), como a conta virou pro e eu vou lançar o Desafio do Disquinho 2.0, não quero nenhuma pendencia! :P
Índice do desafio:
1) Ouro Nobre (Impala) + Hefesto (Hits)
2) Preto Fosco (Risqué) + Pratinha (Big Universo)
3) Cigarrete (Risqué) + Star (Risqué)
4) Ventinho Bom (Colorama) + Disco Ball (Impala) + Via Láctea (Colorama) + Cobertura Fosca (Risqué)
5) Amarelo Pop Art (Colorama) + Hefesto (Hits)
6) Revolution (Risqué) + Glitter Dourado
7) Pirulito (Avon) + Love Story (Impala)
8) Urban Sky (Hits) + Mystic Gold (Jade)
9) Missão Azul (Colorama) + Nfu-Oh 56
10) Cajá Manga (Impala) + Psiu! (Realce)
11) Pistache (Impala) + Hefesto (Hits)
12) Rosa Candy (Impala) + Glitter Dourado
13) Preto fosco (Risqué) + Beatriz (Rivka)
14) Preto Fosco (Risqué) + Grape (Orly)
15) Mistérios do Mar (Avon) + Sol da Meia Noite (Super Pérola) + Cobertura Fosca (Risqué)
16) Pavão (Realce) + Cobertura Encantada (Risqué)
17) Uncoventional (Hits) + Vermelho Surreal (Jade)
18) Noite Africana (Colorama) + Turquesa-Red (Ludurana)
construção de um moliceiro (2)
12 de agosto (cont)
colocada a draga dentro do casco, começou por ser fixada à ré, com o grampo que se vê em primeiro plano.
depois é ajustada à proa e elevada com a ajuda de uma alavanca improvisada.
por ser uma tarefa de alguma complexidade e interesse, irei documentá-la um pouco melhor.
(torreira; 12 de agosto de 2016)
Pubblico il testo dell'intervento di Marco Travaglio.
"Buongiorno a tutti.
Oggi vi voglio parlare di due sentenze delle quali avete sentito poco.
Di una avete saputo ma senza entrare nel merito, dell'altra proprio non avete sentito mai parlare e non ne sentirete mai parlare, credo.
Cominciamo dalla seconda.
Antonio Di Pietro, qualche anno fa, aveva dichiarato, come molti di noi fanno visto che conosciamo le carte, che Rete4 è abusiva.
Preciso: Rete4, secondo la Corte Costituzionale, da esattamente 14 anni non dovrebbe appartenere a Berlusconi o, nel caso in cui dovesse ancora appartenergli, non dovrebbe più trasmettere sull'analogico terrestre, sui canali che noi vediamo schiacciando il nostro telecomando al numero 4.
Perché nessun privato può possedere più di due reti televisive e Berlusconi ne possiede tre.
Dopodiché, trasmette in virtù di leggi fatte apposta che le consentono di farlo.
Quindi, Dal punto di vista delle leggi è strettamente legale quello che avviene, in realtà è incostituzionale e da qualche mese, da gennaio di quest'anno, è anche illegittimo in quanto incompatibile con le normative europee che, come voi sapete, prevalgono: il diritto comunitario prevale sul diritto nazionale, quindi lo dovrebbe scalzare.
Dico questo perché ogni volta che qualcuno dice che Rete4 è abusiva, anche se legalizzata ex-post a fare quello che non si può fare, Mediaset querela.
Io ho avuto molte cause, molti hanno avuto cause per avere detto questa semplice ed elementare verità.
Bene, di solito queste cause vanno a finire bene nel senso che portiamo le sentenze della Corte Costituzionale, adesso anche la sentenza della Corte Europea del Lussemburgo, e i giudici danno ragione.
Questa volta è successa una cosa in più: Di Pietro si è visto dare ragione con l'archiviazione della querela che gli aveva fatto Mediaset per avere detto "Rete4 è abusiva", il giudice ha voluto aggiungere un qualcosa in più.
Vediamo.
La sentenza è del 15 ottobre, sono quattro pagine.
Il giudice per le indagini preliminari di Milano, Vincenzo Tutinelli, preso atto della richiesta di archiviazione della procura di Milano, del fatto che Mediaset si è opposta alla richiesta di archiviazione, ha tenuto l'udienza e ha deciso di archiviare.
Perché ha deciso di archiviare? Perché non c'è diffamazione nel dire che Rete4 è abusiva.
Perché non c'è diffamazione? Perché Rete4 è abusiva, quindi dirlo non è diffamazione ma è la verità.
Il giudice, che deve essere anche spiritoso, parte dal vocabolario e va a cercare il significato dell'aggettivo "abusivo".
E scrive: "Secondo il vocabolario della lingua italiana, il termine "abusivo" qualifica un'attività fatta senza averne il diritto o l'autorizzazione.
E' noto l'uso del termine con riferimento all'abusivismo edilizio, in cui l'attività così qualificata è quella di avere costruito senza idonea licenza o concessione.
Proprio in riferimento al fenomeno dell'abusivismo edilizio, può essere in qualche modo interessante perché, così come per le trasmissioni televisive in tale ambito - le case costruite abusivamente - sono intervenute delle legislazioni che prevedevano interventi di sanatoria legittimando a posteriori l'abusiva attività svolta in precedenza."
Quante volte, dopo avere costruito una casa senza la licenza, la concessione o i permessi ambientali arriva la sanatoria, il condono e quindi uno dice "io sono in regola".
No, non sei in regola: sei un abusivista legalizzato dai tuoi amici in Parlamento.
"...legittimando a posteriori l'abusiva attività svolta in precedenza".
Quando l'hai fatto non potevi, dopo ti sei fatto mettere in regola.
"Il riferimento all'abusivismo edilizio è, inoltre, interessante perché in tale contesto si è enucleata un'altra categoria di attività abusive, quelle svolte in forza di un provvedimento dichiarato illegittimo".
Ecco l'altro passaggio: quelle leggi che dopo che hai fatto la casa abusiva l'hanno sanata ex-post, sono poi state dichiarate addirittura illegittime, nel caso delle TV naturalmente, dalla Corte Europea di Lussemburgo.
E allora, si passa dalle case abusive alla televisione abusiva.
E qui il giudice - ripeto, si chiama Vincenzo Tutinelli - fa una breve storia, un bignamino, di Rete4.
Dice: "Da tempo le trasmissioni radiotelevisive sono regolate con legge che prevede la necessità tra gli operatori, stante la limitatezza delle frequenze, di un'idoneo provvedimento concessorio da parte dell'autorità statale competente".
La concessione dello Stato a trasmettere, su scala locale o nazionale come nel nostro caso.
Negli atti è richiamato il decreto ministeriale del 1999 che da una parte rigetta la domanda della querelante - Mediaset, per Rete4 - di assegnazione delle frequenze.
Nel 1999 c'era stata, ricordate, la gara per l'assegnazione delle concessioni: Rete4 l'aveva persa, Europa7 di Di Stefano l'aveva vinta e quindi quando Mediaset ha chiesto di nuovo le frequenze per Rete4 gli hanno detto no.
Da un lato il decreto ministeriale del 1999 rigetta la richiesta di frequenze da parte di Rete4, dall'altra la autorizza in via transitoria, dicendo "Continuate pure a usare quelle che già avete, fino a quando l'autorità di garanzia delle comunicazioni - AGCOM - fisserà un termine ai sensi della legge".
Naturalmente l'AGCOM che cos'ha fatto? Non ha fissato nessun termine quindi Mediaset ha continuato a trasmettere in base a questa proroga, illegittima, per anni e anni fino ad oggi.
L'autorità, com'è noto, non è indipendente ma nominata dai partiti.
A quel punto, fino al 2003 non arriva nessun termine dall'AGCOM e allora interviene di nuovo la Corte Costituzionale che come già nel 1994 dice: "guardate che Rete4 deve andare su satellite o essere venduta" e fissa lei il termine: 31 dicembre del 2003.
Terrorizzato, Berlusconi approva la legge Gasparri 1. Ciampi la rimanda indietro, all'epoca avevamo un Presidente della Repubblica che ogni tanto rimandava indietro qualche legge incostituzionale - e a Natale 2003, a pochi giorni dalla scadenza, Berlusconi vara il decreto salva Rete4, poi mette a posto tutto per legge con la Gasparri 2, nell'aprile 2004.
A questo punto ecco che nel 2008 anche la Corte di Giustizia delle Comunità Europee di Lussemburgo si accorge che l'Italia è fuorilegge.
"Ha affermato la illegittimità della normativa che permetteva il differimento degli effetti del provvedimento, autorizzando occupanti di fatto delle frequenze".
Li tratta proprio come degli squatter, come quelli che occupano gli edifici pubblici e ci si installano dentro.
Questi occupano abusivamente frequenze pubbliche.
Sancisce l'illegittimità della norma che consente agli occupanti di continuare a occupare le frequenze, sia pure sempre in via transitoria che è una transitoria definitiva perché non finisce mai!
Qui cita tutta la sentenza della Corte di Giustizia Europea e spiega che conseguenze ha, visto che il diritto comunitario prevale sul diritto nazionale.
"Tale sentenza evidenzia la sussistenza di un contrasto con il diritto comunitario dell'intero sistema italiano televisivo e della prosecuzione delle occupazioni delle frequenze da parte dell'odierna querelante" cioè di Mediaset.
Quello che sta facendo Mediaset è in contrasto con la normativa europea, anche se è legittimato dalle leggi ad hoc italiane che decadono di fronte all'orientamento europeo.
"Afferma il contrasto fra la normativa europea e l'autorizzazione temporanea a trasmettere del soggetto che in precedenza occupava le frequenze."
Questa è la frase fondamentale: "Il giudice nazionale non ha la possibilità di discostarsi dall'orientamento in quella sede europea espresso".
Cosa vuol dire? Il Consiglio di Stato che aveva interpellato la Corte Europea di Lussemburgo per sapere se quello che succede in Italia è o non è in linea con l'Europa, ora che ha saputo dalla Corte Europea che siamo completamente fuori legge, non può fregarsene e fare finta di niente, anzi non può discostarsi da quell'orientamento, deve farlo proprio.
Perché? Perché "ubi maior, minor cessat", la legge italiana conta niente rispetto alla sentenza della Corte Europea, quindi quando a dicembre il Consiglio di Stato dovrà decidere il da farsi sui ricorsi presentati da Di Stefano per Europa7, dovrà fare propria questa roba qua!
Anzi, sarebbe addirittura autorizzato lui stesso a togliere le frequenze a Rete4 per darle a Europa7, perché la legge soccombe rispetto alla sentenza della Corte Europea.
E non c'è niente da fare.
"In ragione di ciò, il carattere della abusività richiamato nelle dichiarazioni incriminate - quelle di Di Pietro - verrebbe a derivare dalla patente di illegittimità conferita dalla sentenza della Corte di Giustizia delle Comunità Europee all'intero sistema normativo italiano dal 1997 ad oggi, e ai provvedimenti attuativi di tale sistema".
Insomma: "E' ben difficile ritenere diffamatoria un'affermazione fatta da un soggetto" - Di Pietro - quando la medesima affermazione viene di fatto riproposta dalla Corte di Giustizia delle Comunità Europee pochi anni dopo.
Di Pietro ha semplicemente detto ciò che poi ha ribadito addirittura la Corte Europea di Lussemburgo.
Allora due sono le conclusioni.
Primo: a dicembre il Consiglio di Stato dovrebbe, secondo questo giudice - un giurista, quindi capisce di queste cose - farla finita con questo abuso non edilizio ma televisivo, ai danni dei cittadini e ai danni di un concorrente come Europa7 di Francesco Di Stefano.
E questo vi spiega per quale motivo, visto che anche gli avvocati di Mediaset lo sanno, ques'estate il governo ha tentato di fare l'ennesima salva Rete4 per sistemare un'altra volta le sue faccende e l'ha messa da parte perché tanto l'Europa, nella procedura di infrazione che potrebbe nascere, si pronuncerà fra qualche mese.
E adesso, nel tentativo disperato di fare in modo che il Consiglio di Stato non tolga le frequenze a Rete4 cosa ha fatto il governo insieme all'AGCOM, quella rimasta inadempiente per tutti questi anni?
Ha stabilito che le frequenze a Europa7 non gliele dia Rete4, che le occupa abusivamente sia pure autorizzata per legge illegittima.
No, le frequenze si tolgono a Rai1!
Pensate, abbiamo una televisione abusiva e invece di levare le frequenze a lei le si leva a Rai1 che è assolutamente legittimata!
Rai1 dovrà sacrificare una parte delle sue frequenze di trasmissione per darle a Europa7 in modo che Rete4 continui a occupare abusivamente le frequenze che non le spetterebbero in quanto è senza concessione.
Vi rendete conto di quello che sta avvenendo nel silenzio assoluto?
Non c'è nessuno, nemmeno nelle opposizioni cosiddette, che abbia parlato di questo ne abbiamo sentito riferimenti ai conflitti di interessi e alla faccenda televisiva nel meraviglioso discorso di Uòlter Veltroni al Circo Massimo.
Infine, c'è un bellissimo richiamo all'articolo 21 della Costituzione, a dimostrazione del fatto che per fortuna ancora qualche giudice in materia di diritto di critica fa riferimento alla Costituzione.
Dice: "Appare il caso di ricordare che l'articolo 21 non protegge unicamente le idee favorevoli o inoffensive o indifferenti, essendo al contrario principalmente rivolto a garantire la libertà proprio delle opinioni che urtano, scuotono, inquietano con la conseguenza che di esse non può predicarsi un controllo se non nei limiti della continenza espositiva".
Certo, se uno si mette a insultare... ma se uno usa dei termini appropriati, può fare anche le critiche più dure.
Perché? Perché la libertà di espressione tutelata dall'articolo 21 della Costituzione non tutela il diritto di applauso ma il diritto di critica, innanzitutto.
E questa è la prima sentenza.
La seconda, almeno ne avete sentito il titolo, è quella che riguarda Calogero Mannino, ex segretario regionale della DC, ex ministro democristiano, trapassato tranquillamente, senza traumi, dalla prima alla seconda repubblica e oggi felicemente seduto in Senato con l'UDC.
L'Unione dei Cuffari, dei Casini e dei Cesa. E anche dei Mannini.
Bene, l'altro giorno è stato assolto nel secondo processo d'appello dall'accusa di concorso esterno in associazione mafiosa.
La formuletta è la solita che mettono quando assolvono un politico coperto di prove: dicono che le prove sono insufficienti.
E' il solito comma 2 dell'articolo 530 del codice di procedura penale, lo stesso che avevano inserito nella sentenza di primo grado che assolveva Andreotti, anche lì per insufficienza di prove.
La stessa che hanno messo quando hanno assolto il presidente della Provincia di Palermo, Francesco Musotto.
La stessa che hanno messo per tanti processi, per accuse diverse ovviamente, a Berlusconi, a cominciare dalla sentenza della Cassazione sulle tangenti alla Guardia di Finanza.
Bene, le sentenze, come è noto, si rispettano, se ne prende atto, si aspettano le motivazioni, se non le si condivide si impugnano nella sede successiva.
Probabilmente la procura generale di Palermo ricorrerà un'altra volta in Cassazione, all'incontrario di quello che era avvenuto la volta scorsa quando Mannino, assolto in primo grado per insufficienza di prove, in appello era stato condannato a 5 anni e 4 mesi, e aveva impugnato la sentenza in Cassazione che gli aveva dato ragione dicendo che la motivazione era scritta male, bisognava riformularla.
Aveva rimandato indietro il processo alla Corte d'Appello per difetto di motivazione perché si rifacesse il processo di secondo grado, lo si è rifatto, i giudici questa volta lo hanno assolto per insufficienza di prove, cioè hanno ritenuto insufficienti le stesse prove che i loro colleghi della stessa Corte d'Appello avevano ritenuto sufficienti.
Stavolta, probabilmente, sarà l'accusa a impugnare davanti alla Cassazione e se così forse potrebbe anche darsi che la Cassazione rimandi il processo indietro per fare un terzo processo di Appello.
Uno dirà "siamo dei pazzi a fare così". Sono i pro e i contro del sistema che abbiamo in Italia, che consente molte impugnazioni e che, consentendo vari gradi di giudizio, prevede la possibilità che ogni volta i giudici valutino il materiale probatorio in maniera diversa da quello dei loro colleghi precedenti.
C'è chi vede il bicchiere mezzo pieno e chi mezzo vuoto, è sempre così.
E' una valutazione discrezionale.
Che cosa interessa a noi cittadini, a me giornalista?
Interessa soprattutto sapere se ci sono degli elementi dei quali parlare, emersi in questo processo.
Se ci sono dei fatti gravi per il fatto che questo signore fa politica in Parlamento, dei quali possiamo prendere atto a prescindere da che cosa decidono i giudici sulla configurabilità del reato in base a quegli elementi.
Abbiamo dei fatti dai quali partire? C'erano dei fatti che giustificavano quel processo?
Poi l'abbiamo detto: il giudice è liberissimo soprattutto in un ambito così aleatorio come il reato di concorso esterno in associazione mafiosa, di stabilire che secondo lui è provato lo scambio fra il politico e il mafioso o di stabilire che non è sufficientemente provato lo scambio.
Perché lo dico? Perché questa sentenza è utilissima per capire la differenza che c'è fra una assoluzione - una volta si sarebbe detto - per insufficienza di prove o un'assoluzione per una diversa valutazione delle prove da parte di giudici di vario grado, e invece l'errore giudiziario.
Ogni volta che assolvono qualcuno che era stato arrestato, come in questo caso, oppure indagato oppure addirittura già condannato una volta, scatta subito lo strillo generale: "ecco, era un errore giudiziario!".
Non è mica detto, può darsi benissimo che uno venga arrestato, rinviato a giudizio e poi assolto senza che nessuno abbia commesso nessun errore giudiziario.
Anche perché gli elementi necessari per arrestare qualcuno prima del processo o per rinviare a giudizio qualcuno sono diversi da quelli che sono necessari per condannarlo.
Basta molto meno per arrestare una persona che non per condannarla.
Di solito li si arresta quando ci sono gravi indizi e quando si rischia che quello inquini le prove o intimidisca i testimoni, o commetta altri reati o scappi, rendendo comunque vano il processo.
Per questo che spesso si arresta qualcuno prima del processo: per fare in modo che il processo si possa fare genuinamente.
Se poi al processo non emergono altre cose rispetto a quelle emerse al momento dell'arresto, quello può essere assolto e non c'è stato nessun errore giudiziario.
Gli elementi per arrestarlo c'erano e quelli per condannarlo no.
Bisogna conoscerle le cose per parlare. Qua parla invece sempre chi non sa niente. E allora hanno detto: "visto? Era un errore giudiziario!".
Non c'è stato nessun errore giudiziario nel caso di Mannino.
Mannino è stato arrestato all'inizio degli anni Novanta ed è rimasto in carcere per due anni.
L'arresto non l'ha fatto la procura di Caselli, l'ha chiesto la procura di Caselli.
Due pubblici ministeri, Teresa Principato e Vittorio Teresi, e quell'arresto è stato confermato.
E' stato disposto dal GIP, ovviamente, confermato da tre giudici del riesame. Due PM, un GIP e tre giudici del riesame: siamo già a sei.
Ha fatto ricorso la sua difesa alla Cassazione, la Cassazione si è pronunciata a sezioni unite. Sono in nove nelle sezioni unite: i nove delle sezioni unite hanno confermato l'esigenza di tenerlo dentro, e siamo a nove più sei: quindici.
Dopodiché hanno chiesto la scarcerazione per motivi di salute; il tribunale del riesame di Palermo, altri tre giudici, hanno detto di no.
Diciotto giudici di diverse città, sedi e funzioni hanno deciso che Mannino doveva stare in galera.
E' evidente che non possono essere tutti visionari o avercela tutti con lui.
E allora com'è che è stato arrestato e ora è stato assolto?
Semplice: c'erano gli elementi per arrestarlo e secondo i giudici non c'erano sufficienti elementi per condannarlo.
Secondo i giudici del secondo appello, mentre secondo i giudici del primo appello gli elementi c'erano e gli hanno dato 5 anni e 4 mesi.
Qual è il problema? E' che noi viviamo in un sistema dove ci sono troppi gradi di giudizio, dove troppi giudici mettono il becco.
Naturalmente questa è una garanzia, perché molti occhi vedono meglio di pochi, ma dall'altra parte c'è sempre la possibilità che ogni occhio veda alla maniera sua e che quindi ci siano ribaltamenti di giudizio e di valutazione.
E' tutto fisiologico, anche se sembra strano, sta nel nostro sistema questa conseguenza paradossale.
C'è poi una convenzione, che noi accettiamo altrimenti non staremmo insieme e non affideremmo la giustizia ai Tribunali, per cui ha ragione l'ultimo arrivato.
Alla fine dei ricorsi, l'ultima sentenza, quella che diventa definitiva, è quella buona.
Ma chi ci dice che l'ultima sia quella buona e non fosse meglio la penultima?
E' una convenzione, in questo caso alcuni hanno detto che ci sono elementi altri hanno detto che non sono sufficienti, e intanto vogliamo conoscere questi elementi, in modo che possiamo giudicare almeno la persona?
Dopodiché il reato fa il suo corso, vedremo come finirà, ma a noi devono interessare i fatti che riguardano la persona.
E allora quali sono i fatti?
I fatti sono, per esempio, che Mannino già dal Tribunale che lo assolveva in primo grado era stato giudicato malissimo, dal punto di vista politico ed etico.
"E' acquisita la prova che nel 1980-1981 Mannino aveva stipulato un accordo elettorale con un esponente della famiglia agrigentina di Cosa Nostra Antonio Vella - c'era stato addirittura un incontro in casa con questo farabutto - e in seguito con altri boss della mafia Agrigentina".
Il Tribunale parlava, assolvendolo - il Tribunale che 'gli voleva bene' - di "patto elettorale ferreo, avallato dall'intervento di un mafioso come Vella. Un patto che costituisce una chiave per interpretare la personalità e consente di invalidare buona parte della linea difensiva di Mannino, volta a rappresentarlo come un politico immune da contaminazioni coscienti con ambienti mafiosi" o addirittura vittima di chissà quali complotti.
Nessun complotto, altro che immune da contatti mafiosi: questo sapeva che erano mafiosi, andava lì e faceva un patto elettorale ferreo con i capi mafia di Agrigento.
E poi aveva proseguito negli anni successivi.
Perché allora l'avevano assolto e perché adesso l'hanno di nuovo assolto?
Probabilmente, la motivazione oggi non c'è, abbiamo quella del primo grado, perché "non c'è la prova che l'accordo elettorale abbia avuto a oggetto una promessa di svolgere un'attività anche lecita, anche sporadica, per il raggiungimento degli scopi di Cosa Nostra".
Traduzione in italiano: E' provato che abbia fatto un patto elettorale con la mafia, è provato che ha incontrato i capi mafia, è provato che gli abbia chiesto i voti, è provato che quelli l'hanno votato... ma poi Mannino li ha fregati.
Cioè Mannino ha truffato la mafia e non ha dato in cambio quello che loro si aspettavano, o almeno non è provato che lui abbia dato qualcosa in cambio.
In appello, nel primo appello, il procuratore generale Teresi, invece, aveva dimostrato che cosa aveva dato in cambio Mannino, e aveva portato una sentenza fantastica, che è quella sul tavolino degli appalti in Sicilia.
Voi sapete che nelle zone "normali" la corruzione riguarda l'imprenditore che paga e il politico che prende.
In Sicilia e nelle zone di criminalità organizzata il tavolino ha tre gambe: c'è l'imprenditore che paga e dall'altra parte ci sono il politico e il mafioso che prendono.
Nella sentenza su questo tavolino a tre gambe, quello gestito da Salamone, il fratello del magistrato di Brescia. Filippo Salamone l'imprenditore agrigentino che gestiva il tavolino insieme ai mafiosi e ai politici.
C'è scritto che negli anni Ottanta, quando Mannino era segretario regionale, poi diventò ministro della DC, funzionava perfettamente il triangolo con i politici che prendevano i voti dai mafiosi, gli imprenditori che pagavano i mafiosi e i politici in cambio di appalti e i mafiosi che ricevevano appalti in cambio dei voti ai politici e della protezione agli imprenditori.
Sapete com'è andato quel processo? C'erano tre nomi di politici che facevano parte di questo patto, del tavolino: uno si chiamava Sciangula, uno Nicolosi ed era il presidente della Regione, democristiano, e l'altro si chiamava Mannino.
Sono nominati tutti e tre nella sentenza. Quale? Quella che condanna per il tavolino degli affari politico-mafiosi-imprenditoriali gli imprenditori e i mafiosi.
I mafiosi sono stati condannati, gli imprenditori sono stati condannati.
E i politici? Sono stati assolti. Voi capite la differenza che c'è fra un errore giudiziario e una diversa valutazione degli elementi.
Evidentemente quello che fanno i politici è meno grave di quello che fanno i mafiosi e gli imprenditori insieme ai politici.
Qualcuno potrebbe persino pensare che l'errore giudiziario non è soltanto quando viene condannato un innocente ma anche quando viene assolto un colpevole. Giusto?
In linea generale è così: l'errore giudiziario è quando il colpevole la fa franca o l'innocente viene condannato al posto del colpevole.
Ecco, spero che sia chiaro che cosa ho voluto dire: non è tanto importante, agli occhi del cittadino, se un politico ha commesso un reato oppure no, perché anche se si ritiene che non l'abbia commesso, che non ci sia la prova sufficiente che l'abbia commesso, importa se ci sono dei fatti che lo riguardano.
E voi vedrete che se leggerete la sentenza, la pubblicheremo appena ci sarà, le altre le abbiamo messe nel libro "Intoccabili" che abbiamo scritto Saverio Lodato ed io, vi renderete conto che di fatti ce ne sono a carico di Mannino.
Penalmente rilevanti? Non lo so, non spetta a me deciderlo.
Politicamente gravi? Quello si spetta a noi deciderlo!
Andare ai matrimoni dei mafiosi e poi dire "ero lì per la sposa" facendo finta di non conoscere lo sposo Gerlando Caruana?
Strano.
Assegnare le esattorie della provincia di Agrigento ai cugini Salvo, noti mafiosi?
Questo ha fatto Mannino.
Assumere al ministero un certo Mortillaro che era un uomo della mafia, che cosa è? Un fatto.
Andare a casa o ricevere a casa dei mafiosi per fare "patti elettorali ferrei" con la mafia, anche se poi secondo alcuni non è dimostrato il contraccambio, è un fatto grave o no?
E' un fatto grave.
E avanti di questo passo. Far parte del tavolino, ed essere garantiti per i voti, con i mafiosi e gli imprenditori è grave o non è grave?
Bene, di queste cose naturalmente non si è parlato e si è preferito parlare di errore giudiziario come se avessero processato Mannino al posto di qualcun altro.
Non è stato un abbaglio, non è stato un caso di omonimia o un sosia.
Volevano processare proprio Mannino e dovevano processare proprio Mannino perché questi fatti andavano esaminati.
Dopodiché, non basta non essere condannati per poter essere puliti, per poter fare politica a testa alta se si hanno sulla coscienza fatti come questi.
Naturalmente, sono cose che purtroppo non avete sentito e non avete letto, quindi cosa volete che vi dica?
Il solito nostro motto: passate parola."
Submarino da classe Oberon.
A denominação "Riachuelo" recorda a batalha naval ocorrida em 11 de junho de 1865, durante a Guerra do Paraguai, entre a esquadra paraguaia e uma fração da esquadra brasileira sob o comando do almirante Barroso. Essa embarcação é a sétima da Marinha do Brasil a ostentar esse nome.
Construído nos estaleiros Vickers Limited, na Inglaterra, sua quilha foi batida em 26 de abril de 1973 e foi lançado ao mar em 6 de setembro de 1975. Sua incorporação à Armada ocorreu em 27 de janeiro de 1977, com o indicativo visual S22.
Em aproximadamente 20 anos de atividade, percorreu 181924,88 milhas em 1283,5 dias de mar e 17699 horas e 41 minutos de imersão.
Sua Mostra de Desarmamento foi realizada em 12 de novembro de 1997, quando foi entregue ao Serviço de Documentação Geral da Marinha e reclassificado como Submarino-Museu.
C a r a c t e r í s t i c a s
Deslocamento: 1.620 ton (padrão), 2.040 ton (carregado na superfície) e 2.410 ton (carregado em mergulho).
Dimensões: 89.9 m de comprimento, 8.07 m de boca e 5.48 m de calado.
Propulsão: diesel-elétrica; 2 motores diesel Admiralty Standard Range de 16 cilindros 16 VVS-ASR-1, dois geradores de 1.280 Kw, 2 motores elétricos AEI gerando 6.000 hp,acoplados à dois eixos e dois hélices de três pás cada.
Velocidade: máxima de 17.5 nós (superfície) e 15 nós (imersão).
Raio de ação: 11.000 milhas náuticas à 11 nós (superfície ou com snorkel), e 56 dias de autonomia.
Profundidade máxima de mergulho: ?
Armamento: 8 tubos de torpedos de 21 pol. (533 mm), sendo dois na popa; e capacidade para 24 torpedos numa combinação que incluía o Mk 24 Tigerfish Mod.1 (filoguiado), Mk 37 Mod.2 (tubos da popa) e até o torpedo anti-navio Mk 8 Mod.4, ou ainda uma combinação de minas e torpedos. Ejetores de despistadores de 102 mm, Mk.2 (proa) e Mk.4 mod.1B (popa).
Controle de Armas: sistema de direção de tiro Ferranti TIOS 24B.
Sensores: sonar de casco THORN EMI Type 197CA de media freqüência, passivo/ativo para busca e ataque; hidrofone lateral BAC Type 2007AA de baixa freqüência, para busca; hidrofones de interceptação (goniometros) DUUG-1 e AUUD-1; ecobatimetro Type 776/778; 1 radar de navegação Kelvin Hughes Type 1006; MAGE UA-4; radios HF SSA-2 de 500W e SATNAV MAGNAVOX MX 1102.
Código Internacional de Chamada: PWRI
Tripulação: 74 homens, sendo 7 oficiais e 67 praças.
os moliceiros têm vela (3)
O barco moliceiro, ex-libris lagunar
(continuação)
Relativamente à pintura do barco, temos a referir que, inicialmente, o costado era amarelado, devido ao uso do pez louro, mas nas amanhações (reparações para manutenção) anuais, passava a ser embreado (coberto de breu), o que melhorava a sua resistência. Os que ainda restam são pintados a tintas de cor forte, a gosto do dono.
«Nenhum dos barcos da larga família etnográfica e longa ascendência tem a graça e o valor pictórico do moliceiro da ria de Aveiro». - 4 -
À proa e a ré, a bombordo e a estibordo, apresenta quatro painéis, com espantosas cercaduras policromas, flores e ramalhetes pintados em cores berrantes e estilizações bizarras, cheias de ingenuidade ou ingénuas de malícia. Para além da harmonia de linhas que fazem do moliceiro uma embarcação muito «sui generis», o seu grande encanto reside na decoração que ostenta. É o barco mais ricamente decorado e mais decorativo. - 5-
Citando, de novo, Luís Chaves – «Os barcos vestem-se como se vestiram os corpos. E se enfeitaram, guarneceram (…) nos barcos, como nos vestidos, há faixas coloridas, paralelas ou não, grades ou xadrezes, barras, flores estilizadas ou realistas, emblemas, etc. O princípio do revestimento é o mesmo.»
Barcos havia ao longo do nosso litoral que ostentavam ou por embelezamento ou superstição alguns signos pictóricos interessantes: pinturas de olhos, cruzes, emblemas, pequenas figuras, etc. Aqueles cuja decoração atingiu uma maior superfície e grande beleza foram os varinos do Tejo, seguidos dos botes e das canoas.
Mas, os moliceiros com as suas quatro iluminuras de uma diversificação estonteante fizeram da ria de Aveiro uma galeria de arte fluida, em que todos estes elementos estéticos foram mergulhando.
Há quem considere a proa, pelo seu formato, a parte monumental do barco, já que a diferença da construção limita, na ré, o espaço para decorações. No entanto, é na ré que por vezes surgem os mais sugestivos desenhos e legendas mais espirituosas, talvez para compensar em expressão o que reduz em espaço. Hoje, não é bem, bem, assim, porque o espaço decorativo da ré tem aumentado.
Normalmente, o olhar do observador é levado para o centro do painel onde o motivo central aparece livremente ou limitado por um círculo, uma fechadura, por uma «casa» ou ainda por cortinados encimados pela coroa real. Utilizavam-se mais os círculos e cortinados à proa e as fechaduras e «casas» a ré.
-4- Luís Chaves, Os Transportes Populares em Portugal – carros e barcos. FNAT. Gabinete de Etnografia, Lisboa, 1958.
-5- Nem sempre assim foi. Há provas imagéticas de que as primeiras decorações, mais incipientes, terão aparecido apenas em finais do século XIX.
(a continuar)
torreira; regata do s.paio; setembro, 2014
(o barco do mestre zé rito, à frente a cambar)
Petroleiro ‘Jacob Mærsk (III)’ e seu fim trágico a 29/01/1975 (faz hoje 41 anos) ao largo da praia de Matosinhos (praia Moderna, em frente ao atual bar ‘Lais de Guia’), junto à entrada do porto de Leixões – ATUALIZADO
Características do navio:
navio-tanque petroleiro com uma capacidade para 84 000 toneladas, 261,81 m de compri-mento, 37,1 m de boca e 17,5 m de calado, deslocava 48 252 toneladas brutas (31 284 tone-ladas líquidas) ostentando bandeira / pavilhão dinamarquês;
foi construído no estaleiro ‘Odense Staalskibsværft’, um estaleiro dinamarquês localizado desde 1919 no município de Odense do condado de Fiónia e pertencente ao grupo empre-sarial ‘A. P. Møller - Mærsk Gruppen’, tendo sido entregue em maio de 1966 à empresa sua proprietária (a companhia dinamarquesa de navegação marítima ‘Maerskline Navigation Company’ que foi constituída em 1904 e também pertence ao mesmo grupo empresarial).
Fim trágico do navio –
A 29/01/1975, o petroleiro dinamarquês ‘Jacob Mærsk (III)’ chegou de manhã à entrada do porto de Leixões com 17 tripulantes e a esposa do Comandante, contratado pelo armador ‘Shell Oil Company’ e carregado com 80 mil toneladas de Crude proveniente de Kharg Is-land no Irão via Golfo Pérsico e Mar Mediterrâneo, com destino à refinaria petrolífera de Le-ça da Palmeira, a então 'Sociedade Anónima de Combustíveis e Óleos Refinados, SARL' (SACOR) que tinha sido inaugurada em 1970:
ao contrário do que vi na Internet nos mais de 10 sítios que consultei, e acreditando nas pa-lavras da minha mãe quando cheguei a casa para almoçar por volta das 12:40 vindo do Li-ceu Nacional de Matosinhos, eram 11:00 ou 11:30 quando a minha mãe chegou das com-pras e ela ficou admirada de ver o petroleiro no exato local onde explodiu ‘tão perto da praia’ (ela nunca tinha visto nenhum naquele local, tal como eu quando cheguei a casa e comen-tei com ela a minha admiração pelo mesmo que vi das janelas da nossa sala de jantar);
nas manobras de atracagem ao posto A do Terminal de Petroleiros do Molhe Norte do porto de Leixões durante a manhã, um erro humano terá levado o navio a aproximar-se da zona onde se encontra o rochedo submerso ‘Esfarrapada’, bem como os destroços do vapor Gre-go ‘Virginia’ (com 100 m de comprimento e 2350 toneladas brutas) que ali afundou a 24/11/1928 (o vapor sofreu uma colisão quando em viagem ao largo da costa, e na eminên-cia de afundamento, foi abandonado pela tripulação que terá sido possivelmente recolhida por outro vapor e então várias traineiras de Matosinhos rebocaram-no para ele entrar no por-to de Leixões, o que não foi autorizado pela APDL, e então essas traineiras tentaram levá-lo para local não prejudicial à navegação ou vará-lo na praia de Matosinhos a fim de o consi-derar ‘Salvado de mar’, mas ele acabou por se afundar ao embater na ‘Esfarrapada’ – em junho de 1929, o NRP ‘PATRÃO LOPES’ foi trabalhar no local onde jazia o casco do vapor grego ‘Virginia’ que, encontrado abandonado ao largo da costa, foi trazido por várias trainei-ras a 24/11/1928 acabando por submergir próximo do 'Castelo do Queijo');
embatendo na ‘Esfarrapada’, nos destroços do ‘Virginia’ ou num banco de areia por volta das 11 ou onze e meia da manhã, começou a entrar água nos tanques que começaram a expulsar, a partir do tanque de ventilação, crude para o ventilador da casa das máquinas;
os vapores que foram entrando na casa das máquinas acabaram por originar uma 1.ª ex-plosão da qual vi pela minha janela apenas fumo branco a sair do navio e, daí a uns minu-tos, 2 ou 3 fortíssimas explosões (que foram audíveis em toda a vila de Matosinhos e fize-ram estremecer a minha casa, a 50 m, quando eu ia começar a comer uma maçã de sobre-mesa) iniciaram entre as 12:55 e as 13:05 o incêndio que se propagou de imediato às 80 mil toneladas de crude nos vários tanques de carga, tendo eu deixado a maçã em cima da me-sa e corrido escadas abaixo (vivia no 3.º andar do prédio ainda existente na esquina da R. Roberto Ivens com a Av. Menéres) em direção à praia Moderna aonde cheguei a tempo de ainda ver o crude em chamas a chegar a arder junto à areia e pelo menos 2 tripulantes a saltarem para o mar naquele dia de sol, mas frio e sem vento, tendo de repente ficado bem quente na praia junto à beira-mar onde as ondas rebentavam com para aí meio metro de al-tura estando a maré, penso eu, a subir (é que essas explosões ‘partiram’ / ‘romperam’ todos os tanques e reservatórios do petroleiro que ficou ‘rompido’ e a derramar para o mar crude que ficou espalhado a arder por uma grande extensão de mar até à costa junto às praias);
o rebocador ‘Monte da Luz’ da APDL (Administração dos Portos do Douro e Leixões) apro-ximou-se corajosamente do petroleiro em chamas, tendo conseguindo salvar os 2 pilotos da barra e 11 tripulantes que se atiraram para a água devido ao navio ter começado a fundar-se lentamente (dos 17 tripulantes e a mulher do Comandante, os 6 que estavam na casa das máquinas tiveram morte imediata, a maioria deles engenheiros de máquinas, e os seus corpos nunca chegaram a ser resgatados do mar, 1 morreu afogado e os restantes 11 foram salvos tendo havido 7 feridos, 4 deles gravemente queimados);
de imediato, foram feitos voos de reconhecimento sobre o local do acidente por helicópteros ALIII modelo SE-360 (Os SE-3160 Alouette III ou ALIII foram adquiridos pela Força Aérea Portuguesa a partir de abril de 1963 como complemento aos poucos aparelhos Alouette II já em serviço, para atuarem nas operações militares a decorrer em Angola, Guiné Portuguesa e Moçambique.) da Força Aérea Portuguesa, de fabrico francês, mas as chamas que dura-ram dias não permitiam qualquer tipo de ação de recolha do crude que estava no mar, pelo que a contenção do derramamento de crude começou com a colocação de uma barra flutu-ante na entrada do porto de Leixões e de uma barreira de palha ao redor do naufrágio para conter o derramamento de uma forma breve enquanto os rebocadores da APDL e outros barcos da Marinha espalhavam dispersantes, como resultado da pronta e rápida colabora-ção entre o Ministro das Pescas, a Marinha, o Exército, o armador do navio e parte da popu-lação local (o que permitiu que a poluição não atingisse níveis ainda mais graves) tendo as 10 Corporações de Bombeiros Voluntários que acorreram ao local se sentido impotentes pa-ra combater o incêndio, dada a sua dimensão;
seguiram-se nessa tarde outras explosões no convés e na casa das máquinas, a ponto de o navio ter primeiro ficado partido em 2 (popa / zona central e proa) e, mais tarde, em 3 (popa e zona central que se afundaram no fundo de areia entre os 12 e os 15 metros de profundi-dade tendo a popa do navio sido mais tarde parcialmente removida para não haver perigo de colisão com outras embarcações, e a 3.ª parte foi a proa do navio que ficou a flutuar e se foi deslocando lentamente para sul por força das correntes até encalhar algumas semanas depois nas rochas em frente ao Forte de S. Francisco Xavier (‘Castelo do Queijo’) tendo aí permanecido como um triste memorial de uma das mais horríveis tragédias ocorridas no Grande Porto e também como um verdadeiro ícone involuntário e temporário de atração tu-rística durante 20 anos, até 1995 (por volta deste ano, o que restava da proa foi desmantela-do e retirado);
durante as 58 horas (2 dias e 10 h) que o incêndio durou no navio e na sua área envolven-te, estimou-se que entre 40 e 50 000 toneladas de crude arderam no mar, entre 15 e 25 000 toneladas ficaram à deriva no mar e cerca de 15 000 toneladas deram à costa poluindo as praias num comprimento de 50 km com graves danos ecológicos e na poluição ambiental local e regional, as chamas chegaram atingir os 100 m de altura e a nuvem de fumo espes-so e preto criada foi visível de Aveiro a Viana do Castelo porque o seu cone de fumo che-gou a atingir os 750 m (proporcionando uma cena dantesca a todos os que assistiram à sua longa agonia ao largo da praia de Matosinhos e arredores), dezenas de moradores na zona mais próxima do acidente tiveram que ser internados com problemas respiratórios devido aos fumos tóxicos, o ar tornou-se quase irrespirável em Matosinhos sendo necessário man-ter portas e janelas fechadas, muitos estabelecimentos comerciais de Matosinhos foram obrigados a fechar e chegou a aventar-se a hipótese de dezenas de milhares de pessoas terem de ser evacuadas da vila pelo perigo de exposição aos gases tóxicos e dificuldades respiratórias.
Consequências deste trágico acidente que, até 1996, esteve classificado em 12.º lugar na lista dos maiores derramamentos de crude a nível mundial:
o custo da catástrofe foi estimado pela OCDE (Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento) em 2,8 milhões de dólares;
as praias mais afetadas foram as da orla imediatamente adjacente à destruição, em Matosi-nhos, mas também em Nevogilde e Foz do Douro, onde a limpeza começou com a remoção da camada superior da areia e com a aplicação de dispersantes;
embora os destroços do ‘Virginia’ estejam fora do canal de navegação, tal como os do ‘Ja-cob Mærsk (III)’, eles continuam a causar perigo para a navegação que se aproxime muito da costa, mais ou menos perigo conforme a altura das águas;
uma âncora do ‘Jacob Mærsk (III)’ foi recuperada dos destroços e ficou guardada num dos armazéns da APDL em S. Gens, até que foi aproveitada para ser exposta como uma evoca-ção do trágico acidente junto da Marina de Leça da Palmeira (suportada por um cubo onde está afixada uma placa com algumas das características do petroleiro escritas em português e em inglês);
para quem quiser reviver o passado, poderá agora visitar os poucos restos do ‘Jacob Mærsk (III)’ no fundo do mar seguindo os dados seguintes para o mergulho subaquático -
Tipo de mergulho: Naufrágio; Experiência: CMAS; Vida marinha: Pouca; Profundidade mé-dia: 12m; Profundidade máxima: 15m; Corrente: Inferior 2 nós; Visibilidade: Inferior a 5 m; Perigos: Tráfego de barcos e redes; Coordenadas GPS: Latitude 41° 10.178' N / Longitude 8° 42.066' W.
Eguá, esse é o Sr. Assis. chamou eu e o Andre Leão p registrar como era facil lançar uma tarrafa. " Facil e uma ova " e ele fazia isso tão simples e a rede não fechava nem um palmo.
É uma espécie de rede de mão, antes tecida com fio de algodão simples ou dobrado, linha torçal, barbante, fio de gravatá ou tucum, atualmente fio de nylon. As malhas são miúdas, variando de acordo com o pescado desejado.
Começa-se a tecer uma tarrafa a partir de um número reduzido de malhas (14, no geral) para até 800 de roda ou mais, variando de acordo com o tamanho que se quer, contando que ela tome forma triangular. Para isso, aumenta-se uma malha de duas em duas carreiras. A essa malha que cresce, dá-se o nome de "crescente". Antigamente, para dar a forma cônica a peça, fazia-se a cozedura dos lados.
No parte superior da tarrafa ou "olho" fixa-se um cordel que toma o nome "fieira", e na base da mesma fica a "roda" que é guarnecida, de espaço em espaço, de pequenos cilindros de chumbo ou "chumbadas". Tarrafas grandes, têm a roda (perímetro) de 12 a 20 metros e o peso de 5 a 6 quilos.
As chumbadas, geralmente, são reviradas para dentro formando uma espécie de saco ou "rufo", por meio de pequenos cabos ou "tentos". A tarrafa para camarão não tem rufo.
Lucas Boiteux, em seu livro "Pesca em Santa Catarina" descreve...
"...A operação de lançar a tarrafa - "tarrafear", demanda muita prática. Tendo a fieira ligada ao pulso esquerdo, fazem dela algumas duchas que apreendem com a mesma mão. Prendendo uma chumbada nos dentes, passam a mão direita por baixo da demais, conservando metade delas sobre o antebraço. Assim colhida a tarrafa, dão um balanço ao corpo para a esquerda, e descrevendo com o braço direito um rápido arco de círculo horizontal - o que chamam panear, lançam a tarrafa para a direita..."
Resumindo, não poderia-se ensinar tarrafear apenas descrevendo, como o fez Boiteux. É preciso, averiguar na fonte, isto é, ver o pescador em ação.
Vale ressaltar que, após lançada a tarrafa, puxa-se vagarosamente através da fieira dando pequenos puxões secos (fazer "rufar") fazendo com que unam as chumbadas fechando a boca da tarrafa. O uso da tarrafa se faz oportuna nos dias nublados para que ao lançamento o peixe não a perceba.
Em alguns casos, os pescadores jogam n'água algum objeto para aguçar a curiosidade da presa. Pescam a tainha lançando a tarrafa pela proa, e o camarão, lançando a tarrafa pelas bordas da canoa e vogando contra a maré.
As cores combinavam com as cores do convite: azul marinho, branco e amarelo.
Encomendas: (21) 2652-6583 ou pro e-mail:selmadocesenfeites@yahoo.com.br
In questa foto ho provato sempre un merge di 5 esposizioni, con HDR Efex pro, e stavolta, visti i colori decisamente smorti del primo pomeriggio, ho deciso di convertirla in bianco e nero (con Silver Efex), per tirar fuori un effetto migliore.
Mi piace molto il dettaglio della pietra lavica, ma la prossima volta voglio provare con un altro filtro ND (qui ho usato un graduato soft da 0.9), per avere un effetto più morbido su cielo e mare..
📷 Sony a7R iii + Sony GM 16-35 f. 2.8
🔎 Nisi Natural Night
🔧 Bracketing 5 foto in Picturenaut
⚙️ Tiff in Capture One Pro
È la mera rappresentazione della realtà? È una foto di architettura urbana? È una notturna? No: oppure, lo è anche. È la storia di due persone che scendono da una vecchia Lancia Ypsilon ed attraversano sulle strisce pedonali: dove saranno andati? E perché? Lei ha dimenticato il cellulare, in auto. E, poi, corre dentro e raggiunge il marito o il compagno. È la storia di immigrati che si rifugiano nella hall della struttura per ripararsi dalla rigidità del clima serale. È la storia di tante biciclette parcheggiate, in attesa del loro conduttore (reale o potenziale).
Ancora qualche esercizio di foto al tramonto, scattata al porto di Catania, dal Molo di Levante, con sullo sfondo l'Etna e il centro storico della città.
La foto è il risultato del merge di 5 esposizioni, processate con HDR Efex pro, e quindi con Color Efex per contrasto e dettagli. Infine ho usato Define per attenuare il rumore.
Develop more accurate and reliable products in least time and low costs. SolidWorks Premium includes SolidWorks 3D CAD software, that offers unmatched 3D design capabilities, performance, and ease-of-use. If you know Microsoft® Windows®, you’re well on your way to designing with SolidWorks. Familiar Windows functions like drag-and-drop, point-and-click, and cut-and-paste allow you to become productive in hours, proficient within weeks. Create 3D models from existing 2D data with the best available transition tools. Enjoy unmatched design communication capabilities, such as the built-in eDrawings application, providing a breakthrough in sharing 2D and 3D product design information. It also includes a full range of design communication and CAD productivity tools and PDMWorks, an easy to set up and use product data management (PDM) solution that is uniquely adapted to managing SolidWorks product data for the individual or workgroup SolidWorks Premium is the complete 3D product design solution, providing your product design team with all the design engineering, data management, and communications tools that they need in one package. SolidWorks Premium also provides you the powerful tools offered by SolidWorks Simulation and Motion Simulation for design validation.SolidWorks 3D MCAD
SolidWorks SimulationFinite Element Analysis
SolidWorks Enterprise PDMProduct Data Management
HSMWorksManufacturing
DriveWorksDesign Automaton
3D Via ComposerTechnical Illustration
RapidFormReverse Engineering
Estou limpando e deletando muuuuitas fotos e esta foi uma delas... só que por engano deletei todas desta mani, quando na verdade ia deixar pelo menos uma (tenho mais de 80 fotos selecionadas para publicar). Então apesar de não ser a melhor que tirei, vou deixar registrada na galeria.
Ainda estou triste com estas mudanças do Flickr, mas não vou abrir conta pro e nem tampouco fazer outra galeria... Seguirei no insta até quando der, afinal, não sou profissional e nem tenho tido tempo para publicar com frequência.
Usei:
2x Black Pixel - Orly FX
Obs. Mani de 2016.
Devo admitir que usar somente essa cor não tem sido muito fácil pra mim. Eu, como fã n° 1 de azuis e verdes, deixei meus lindinhos de lado pra usar as mais variadas tonalidades da cor mais amada pela maioria das mulheres: o rosa. Mas tem valido muito à pena! Tenho visto muitas meninas aderindo à campanha!
Já que a tarefa não tem sido fácil, resolvi não ficar no rosa cremoso báááásico. Estou variando tonalidades combinadas à acabamentos diferenciados. Às vezes até arrisco uma nailart.
E hoje não resisti, e combinei 2 dos esmaltes mais baphos da minha coleção: o magenta com cara de importado Sexy, da Dote, e o glitter duochrome mais lindo everrrrr, o Chunky Holo Purple, da Kleancolor. Ameiiiiii a combinação!!!
Desejei o Chunky Holo Purple desde o dia que o vi, e agradeço a lindona da Lú Rodrigues por ter acalmado à Gertrudes, minha lombriga! Obrigada, viu flor?!?
Meninas, tem mta gente aderindo à campanha do Outubro Rosa no Dedinhos, mas está esquecendo de mandar as fotos ou o link de divulgação pro e-mail do blog. O objetivo principal é cumprido, lógico! Mas só quem mandar o e-mail pro Dedinhos é que vai participar do post de encerramento da campanha, e concorrer ao sorteio da Jóia de Unha, em 18K, no dia 2 de Novembro. Não deixem de participar, viu?!?
Leia mais em www.dedinhoscoloridos.com.br
第五屆 全球自行車設計競賽 - 銀牌獎 Second Prize
The 5th International Bicycle Design Competition 2001
作品文字說明 Description of entry
A. Title of Entry : Pretty
B. 設計構想
1. 個性化及更親近人的設計
2. 可以依個人喜好去改變造型顏色
Pretty是多變化的電動自行車,亦是個性化的產品,使電動自行車不只是追求操作上舒適,更要達到人性化的設計。
為了達到以上的構想,Pretty具有圓滑曲線、可愛的造型,不同於管材焊接的傳統自行車,而是採用分模組合的方式去構成整個車身,組合步驟簡易,可以依自己的喜好自行更換車體外殼的色彩或材質,配合不同的場合及時間。
除了製造時可生產多種色彩、材質的車殼供消費者選擇,自行更換外,消費者還可以藉由在電腦中選擇其所喜好的色彩、自行設計圖樣或文字,再由工廠塗裝,因此消費者可有完全符合自己心中想要的樣式。
C. 市場對象
Pretty的市場目標主要是以女性、學生族群及追求個人風格和多變化生活的人為對象。適用於都市區代步用如通勤、散步、逛街的電動自行車。
D. 創新結構說明
1. 小型電動自行車易於停放收藏
2. 以對稱模組化設計減少模具成本
3. 塑膠類復合材質,可有多種色彩變化的外殼,並有強化設計
4. 玩具模型的組合方式,容易自行拆裝更換搭配外殼和保養
5. 可附加多種配備:如專用購物袋、自動照明燈等
6. 變化性大因此產品生命週期可不斷延伸
E .特殊結構文字說明
1. 數位式電量及速度顯示螢幕
2. 模組化對稱設計車體
3. 避震坐墊及旋鈕式座桿束子(旋鈕表面為反射片材質)
4. 單管式避震器、檔泥板式前叉及車輪組裝方式
5. 自動照明前燈
6. 強化塑膠類複合材質車殼結構
....................................................................................................................................................................
Description of Entry
A. Title of Entry : Pretty
B. Concepts of Design
1.personalized and user-friendly design
2.changeable design, according to user's preference
Pretty is an electric bicycle with many possible changes of appearance. It is a
personalized product that not only facilitates the operation but also gives a
pleasant looking. To achieve the goal of the above-mentioned concepts of design,
Pretty is designed with a smooth curving and cute shape. To differentiate with
the conventional fixed bicycles which is composed of welded steel bars, Pretty's
body structure is assembled with sets of modules. One can change the material
and color of the body structure in accordance with his preference. The cold
metallic hardness of the ordinary bicycles is thus replaced by a joyful and warm
feeling.
For the body structure, the manufacturer provides a variety of colors and materials
for customers to choose and change the look of their bikes by themselves. In addition,
buyers can also choose their favorite color, draft their own designs and characters
in reference to the information in the factory's database and ask the factory to do
the coating and assembling. In this way, the consumer is sure to get the ideal bike
he dreams for.
C. Target Market
The target market for Pretty is focusing on young female, students and person in pursuit
of stylish and innovative things. Pretty is suitable for urban transportation such as
commuting and shopping.
D. Innovative Features
1.Being a mini-sized electric bike, it is easy to park and store.
2.With symmetric mold set design, it reduces the cost of mole.
3.The surface structure of the bike is made of composite plastic material with many
different colors for choice.
4.Assembly method is similar to that of a toy model.
5.Easy to disassemble, maintain, and change parts of the structure.
6.Long product life cycle due to its wide variation.
Designer : 廖軍豪 Timothy Liao / 李岳樺 Yueh-Hua Lee ( Philip Lee )
March 31, 2001
Anche se purtroppo non abbiamo più le nostre macchine fotografiche preferite sono riuscita comunque a fare queste due cinciallegre che mangiavano sulla mangiatoia che ho preparato per loro in giardino, scattando con la vecchia Fuij S1 pro e con il 70-300. Alla faccia di chi ci vuole male!
Don't use this photo without my permission.
SUPERBIKE SERIES em Interlagos neste domingo.
Os ingressos para a primeira etapa do SuperBike Series podem ser retirados diretamente nas bilheterias do autódromo de Interlagos, a partir das 8h da manhã. A primeira largada será a da Copa Kawasaki Ninja 250 R, às 10h. Na sequência, acontece a prova da principal categoria, a SuperBike Pro e Pro-AM, a partir das 11h10.
O público que comparecer no autódromo no domingo pela manhã aproveitará também a apresentação do grupo de acrobacias sobre duas rodas Força e Ação. Para quem não puder vir ao autódromo, o www.superbike.com.br exibirá todas as baterias deste domingo, a partir das 10h. Além disso o site www.redacaoesportiva.com.br e o www.donini.com.br também exibirão a prova de abertura do Pirelli Mobil SuperBike neste domingo.
Confira todas as informações sobre a programação, vídeos, fotos, notícias, resultados através do www.superbike.com.br e nas mídias sociais do SuperBike Series Brasil no Twitter (@superbikebrasil) e no Facebook. O SuperBike Series Brasil tem a realização da MotoSchool. Patrocínio de Pirelli, Mobil, Kawasaki, Alemão Pneus, Dia-Frag, TNT Energy Drink, Alpinestars, Brembo, Shark. Apoio da Prefeitura da Cidade de São Paulo, São Paulo Turismo e ESPN Brasil.
Resultados de sábado
SuperPole SBK Pro/Pro AM
1° (51) José Luiz Teixeira “Cachorrão” 1:40.370
2º (34) Bruno Corano 1:40.742
3° (64) Danilo Andric 1:40.813
4º (42) Heber Pedrosa 1:41.380
5° (90) Alecsandre “Doca” de Grandi 1:41.878
SBK Pro-AM Light/SBK Stock
1° (4) Edson de Oliveira 1:48.430
2° (20) Eduardo Duller 1:48.785
3° (31) Rafael Gomide 1:52.995
4° (12) Carlos Quintas (SBK Stock) 1:53.689
5° (21) Rodrigo Espinha 1:54.252
SuperPole 600cc
1° (41) Marcos Nishimoto 1:44.076
2° (27) Daniel Fabbri 1:45.242
3º (24) Marcello Brasil 1:45.588
4º (117) Eduardo Costa Neto 1:46.566
5º (35) Ronaldo Caseli 1:47.206
Copa Kawasaki Ninja 250R
1° (22) Alex Schultz 2:05.257
2° (46) Gustavo Carreira Gil 2:06.693
3° (44) André Paiato 2:07.307
4° (43) Carlos Augusto de Andrade 2:08.277
5° (1) Mauricio Prado 2:08.672
250cc Multimarca/135 Classic
1° (627) Sergio Gaeta 2:07.398
2° (1) Lucas Teodoro 2:07.803
3° (74) Maicon Fuser (135cc) 2:09.374
4° (200) Rubens Pacheco 2:10.871
5° (646) Adriano Prado 2:12.983
It is the old Palm III in IBM colors. It runs German version of Palm OS 3.3. It's still a good calculator and calendar machine.
ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2021. Roma, Progetto I Fori Imperiali, 1998-2001. F. Rutelli, E. La Rocca e A. La Regina: Il Viadotto della Via Dell' Impero, e la ripresa della "Chirurgia Archeologica" di Mussolini e l'attuale balcone di Via dei Fori (dal 1997 in poi) con vista sui ruderi di gli antichi Fori; in: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3 [= Dr. Arch. Elisabetta Pallottino, BullCom., Vol. 116 (2015): 233-248]. S.v., Dr. Luigi Lenzi (1931), Dr. Guido Calza (1934) bis Dr. Antonella Clementoni (2017) & Adriano La Regina (2019). wp.me/pbMWvy-2k8
Foto 1: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657208
1). ROMA - Dr. Arch. Guido Fiorini, "Chirurgia Archeologica." Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3.
Dott. Arch. Fiorini (1934), proposta per il successivo progetto della Via Dell'impero dalla metà degli anni Trenta in poi. Da notare la rimozione della carreggiata della Via Alessandrina (ora parzialmente rimossa lungo il Foro di Traiano [2017-19]), i due nuovi accessi che dalla Via dell'Impero immettevano nel Foro Romano (proposta per la prima volta nel 1998-99, e ora in corso di restauro da parte del Comune e del PArCO [2019-21]), e infine la realizzazione di nuovi camminamenti pubblici all'interno dell'area dei Fori (la prima fase completata dalla Colonna di Traiano, attraverso il Foro, poi sotto la Via dei Fori nel Foro di Cesare e ora fino al Foro di Nerva [2016-20]).
Foto 2: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657723
Nota: Con il Comune nel 2020-21, annunciando nuovi piani di passerelle pubbliche con il Foro di Nerva e della Pace e anche il Foro di Augusto e i Mercati e Foro di Traiano (2022 in poi?).
Quanto a Via Dell'Impero, i progetti per la sede stradale dopo la metà degli anni Trenta; prima una carreggiata come balcone che si affaccia sulle rovine dei Fori come menzionato da Coloni, Dardi, Benevolo & Rutelli e altri nei primi anni '80 fino alla fine degli anni '90.
Con le successive proposte di Fiorini per un viadotto di Via Dell' Impero dalla metà degli anni '30 in poi; con questo progetto poi proposto e ripreso da La Regina e Fuksas nel 2004-05 e ancora da La Regina nel 2015.
Di seguito un elenco di risorse contemporanee e storiche per le varie proposte di idea urbanistica della Via dell'Impero di Mussolini negli anni Trenta; e recenti ricerche sulle riprese del Viadotto Mussoliniano di Via dei Fori da parte del Comune di Roma, primi anni '80 e fino al 2021.
Foto 3: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51778299160
2). ROME - Dr. Arch. Fiorini's (1934), proposal for the later design for the Via Dell'impero after the mid-1930s onwards. Notice the removal of the roadway of the Via Alessandrina (now partially removed along the Foro di Traiano [2017-19]), the two new entranceways leading into the Roman Forum from the Via dell' Impero (first proposed in 1998-99, and now beginning restored by the Comune and PArCO [2019-21]), and finally the creation of new public walkways within the area Fori (the first phase completed from the Column of Trajan, thru the Forum, then under the Via dei Fori into the Forum of Caesar and now upto the Forum of Nerva [2016-20]).
Foto 4: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777413166
Note: With the Comune in 2020-21, announcing new plans for public walkways with the Forum of Nerva and Peace and also the Forum of Augustus and the Markets and Forum of Trajan (2022 onwards?).
As for the Via Dell' Impero, the plans for the roadway after the mid-1930s; first a roadway as a balcony overlooking the ruins of the Fori as mentioned by Coloni, Dardi, Benevolo & Rutelli and others in the early 1980s thru late 1990s.
Foto 5: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657748
With the later Fiorini's proposals for a viaduct of the Via Dell' Impero mid-1930s onwards; with this project later proposed and revived by La Regina and Fuksas in 2004-05 and agian by La Regina in 2015.
Below a listing contemporay and historical resources for the various proposed planning idea's of Mussolini's Via dell' Impero in the 1930s; and recent research on the resumptions of Mussolini's Viaduct of the Via dei Fori by the City of Rome, early 1980s and up to the 2021.
RARA 2021 (12/26/2021).
Fonte / sources:
--- Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3; in:
Biblioteca Nazionale Centrale di Roma (12/2021).
--- Dr. Arch. Guido Fiorini, 1934; in: Dr. Arch. Elisabetta Pallottino, "Isolamenti e invenzione di contesti nell'opera del Governatorato a Roma. Liberazione e restauro della Casa dei Cavalieri di Rodi (1924-1949)." BullCom., Vol. 116 (2015): 233-248. www.jstor.org/stable/26331792
--- Dr. Luigi Lenzi, “The New Rome”, The Town Planning Review, Vol. 14, No. 3 (May, 1931): 162 [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori]. RARA 2010-20 = wp.me/pPRv6-4TZ
--- Dr. Guido Calza, “THE VIA DELL` IMPERO AND THE IMPERIAL FORA,” JRIBA, (24 March 1934): 489 & 503 [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-20 = wp.me/pPRv6-4TZ
--- Prof. Antonio Cederna Archivio (1981/2021) = “Polemiche su via dei Fori – Un Viadotto da Fantascienza.” OCCHIO (03/03/1981): 12 [in PDF]. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2021 = romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/0...
--- Prof. Antonio Cederna Archvio (1981/2021) = Prof. Antonio M. Colini, "COSI`NACQUE VIA DEI FORI IMPERIALI." IL TEMPO (30/11/1981) [=PDF] & A. Colini, "UN TERZO INTERVENTO DEL PROF. A. M. COLINI." IL TEMPO (18|02|1981) [= PDF]. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2014/11/27/roma...
--- Dr. Arch. Costantino Dardi / IUAV (1985/2021), “Ristrutturazione via dei Fori Imperiali / Progetto per la ristrutturazione del margine urbano dell’area dei Fori Imperiali a Roma (1985)"; in: Costantino Dardi et al.,“Semplice lineare complesso”, Milano (1987) | Costantino Dardi, Le trame dello spazio, in “Eupalino”, n. 8, (1987); di IUAV – Universita` IUAV di Venezia / Sistema Bibliotecario E Documentale. IUAV (01/2021). [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2021 = romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/0...
--- Prof. Arch. L. Benevolo (1988), "FORO DI NERVA. Stamane riprendono gli scavi nel giardino accanto ai Fori Imperiali – Taglio del nastro al cantiere E Benevolo mette insieme i pro e i contro." IL MESSAGGERO (29/09/1988): 29. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori]. RARA 2021 = wp.me/pbMWvy-10k
--- Prof. Eugenia La Rocca (1999), [= la Via dei Fori e il nuovo Viadotto, 1997-99]; in:
Carlo Aymonino, “Progetto di sistemazione dell'area dei Fori / Project for the ordering of the Forums area.” Zodiac No. 21 (1999): 188-193 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF ; Carlo Aymonino, “Tra scavi, conservazione e completamenti: quali interventi per i Fori Imperiali? / Excavation, conservation, completion: what should be done with the Imperial Forums?" Zodiac No. 19 (1998): 18-23 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF ; Silvana Rizzo, “I Fori Imperiali a Roma: la memoria dell’antico tra guerre, sterri e scavi / The Imperial Forums in Rome: the memory of the ancient, through wars, digs and excavations.” Zodiac No. 19 (1998): 24-39 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF & Silvana Rizzo, “Archeologia dei Fori Imperiali / “Archaeology of the Imperial Fora.” Zodiac No. 17 (1997): 56-69 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF
--- Mayor Francesco Rutelli (04/1999); in: "ROME - ARTS ABROAD - From Fascist Avenue to a Balcony on Ancient Rome [the Imperial
Fora excavations]. The New York Times (22 April 1999): E22. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
www.nytimes.com/1999/04/22/arts/arts-abroad-from-fascist-...
Note: F. Rutelli (04/1999) = [The Via dei Fori Imperiali] from a scenic highway through the ruins to a kind of balcony on the most extensive archeological area[s] in the world…''
Nota: F. Rutelli (04/1999) = "[La Via dei Fori Imperiali] da una strada panoramica attraverso le rovine a una sorta di balcone sull'area archeologica più estesa del mondo…''
--- Prof. Adriano La Regina (07/1999); in: ROMA – RIVIVE L’ URBE ANTICA “ANCHE GRAZIE AL DUCE.” Gli espropri già` realizzati da Mussolini costerebbe centinaia di miliardi. Corriere Della Sera (29|07|1999), p. 27. [Nota: Italiano / English].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/03/29/roma...
--- Prof. Paulette Singley, “Fascism Under Erasure – A Proposal for Via dei Fori Imperiali,” LOG No. 8, (2006): 143-151 [in PDF].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2012/03/28/roma...
--- Dr. Arch. Guido Fiorini, "Chirurgia Archeologica" (1934/2009); [Roma - Via dell' Impero / Fori Imperiali 1930-39]; in: Carla Martini ha seguito l'Odissea dei 500 contenitori che da 70 anni girano per Roma. Il problema: trovare una sede stabile a questi tesori Parla la 'Indiana Jones delle casse'
"Ciascuna contiene un'emozione." La Repubblica (05/08/2009).
www.repubblica.it/2009/08/sezioni/spettacoli_e_cultura/ar...
--- Prof. Adriano La Regina (03/2015); in: ROMA – “Chiudere via dei Fori e costruire un viadotto sull’area archeologica”. [Adriano] La Regina: “soluzione appoggiata dalla commissione”. LUMSA NEWS Online (09/03/2015) & La Repubblica (14/06/2019). [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/03/29/roma...
S.v.,
— ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Antonella Clementoni, “Gli architetti e l’archeologia: Roma 1922-1938 [= Corrado Ricci, Alfonso Bartoli, Antonio Munoz e Gustavo Giovannoni].” Dottorato di ricerca, Dipartimento di Filosofia e Beni Culturali. Università Ca’ Foscari Venezia (2017): 1-276 [in PDF].
— ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Andrew John Manson, Rationalism and Ruins in Roma Mussoliniana: The 1934 Palazzo del Littorio Competition. Thesis, Ph.D., Columbia University (2015): 1-152 [PDF].
— ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Maria Luisa Gottari, Prende il via il bando-concorso ‘Via dei Fori Imperiali’ a Roma Problemi archeologici con il fascio delle infrastrutture viarie e di trasporto, EDILIA2000 (08|03|2016). Foto: I Fori Imperiali & Via Dell’ Impero (G. Calza [1934] & L. Lenzi [1931]). wp.me/pPRv6-3xy
ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2021. Roma, Progetto I Fori Imperiali, 1998-2001. F. Rutelli, E. La Rocca e A. La Regina: Il Viadotto della Via Dell' Impero, e la ripresa della "Chirurgia Archeologica" di Mussolini e l'attuale balcone di Via dei Fori (dal 1997 in poi) con vista sui ruderi di gli antichi Fori; in: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3 [= Dr. Arch. Elisabetta Pallottino, BullCom., Vol. 116 (2015): 233-248]. S.v., Dr. Luigi Lenzi (1931), Dr. Guido Calza (1934) bis Dr. Antonella Clementoni (2017) & Adriano La Regina (2019). wp.me/pbMWvy-2k8
Foto 1: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657208
1). ROMA - Dr. Arch. Guido Fiorini, "Chirurgia Archeologica." Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3.
Dott. Arch. Fiorini (1934), proposta per il successivo progetto della Via Dell'impero dalla metà degli anni Trenta in poi. Da notare la rimozione della carreggiata della Via Alessandrina (ora parzialmente rimossa lungo il Foro di Traiano [2017-19]), i due nuovi accessi che dalla Via dell'Impero immettevano nel Foro Romano (proposta per la prima volta nel 1998-99, e ora in corso di restauro da parte del Comune e del PArCO [2019-21]), e infine la realizzazione di nuovi camminamenti pubblici all'interno dell'area dei Fori (la prima fase completata dalla Colonna di Traiano, attraverso il Foro, poi sotto la Via dei Fori nel Foro di Cesare e ora fino al Foro di Nerva [2016-20]).
Foto 2: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657723
Nota: Con il Comune nel 2020-21, annunciando nuovi piani di passerelle pubbliche con il Foro di Nerva e della Pace e anche il Foro di Augusto e i Mercati e Foro di Traiano (2022 in poi?).
Quanto a Via Dell'Impero, i progetti per la sede stradale dopo la metà degli anni Trenta; prima una carreggiata come balcone che si affaccia sulle rovine dei Fori come menzionato da Coloni, Dardi, Benevolo & Rutelli e altri nei primi anni '80 fino alla fine degli anni '90.
Con le successive proposte di Fiorini per un viadotto di Via Dell' Impero dalla metà degli anni '30 in poi; con questo progetto poi proposto e ripreso da La Regina e Fuksas nel 2004-05 e ancora da La Regina nel 2015.
Di seguito un elenco di risorse contemporanee e storiche per le varie proposte di idea urbanistica della Via dell'Impero di Mussolini negli anni Trenta; e recenti ricerche sulle riprese del Viadotto Mussoliniano di Via dei Fori da parte del Comune di Roma, primi anni '80 e fino al 2021.
Foto 3: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51778299160
2). ROME - Dr. Arch. Fiorini's (1934), proposal for the later design for the Via Dell'impero after the mid-1930s onwards. Notice the removal of the roadway of the Via Alessandrina (now partially removed along the Foro di Traiano [2017-19]), the two new entranceways leading into the Roman Forum from the Via dell' Impero (first proposed in 1998-99, and now beginning restored by the Comune and PArCO [2019-21]), and finally the creation of new public walkways within the area Fori (the first phase completed from the Column of Trajan, thru the Forum, then under the Via dei Fori into the Forum of Caesar and now upto the Forum of Nerva [2016-20]).
Foto 4: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777413166
Note: With the Comune in 2020-21, announcing new plans for public walkways with the Forum of Nerva and Peace and also the Forum of Augustus and the Markets and Forum of Trajan (2022 onwards?).
As for the Via Dell' Impero, the plans for the roadway after the mid-1930s; first a roadway as a balcony overlooking the ruins of the Fori as mentioned by Coloni, Dardi, Benevolo & Rutelli and others in the early 1980s thru late 1990s.
Foto 5: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657748
With the later Fiorini's proposals for a viaduct of the Via Dell' Impero mid-1930s onwards; with this project later proposed and revived by La Regina and Fuksas in 2004-05 and agian by La Regina in 2015.
Below a listing contemporay and historical resources for the various proposed planning idea's of Mussolini's Via dell' Impero in the 1930s; and recent research on the resumptions of Mussolini's Viaduct of the Via dei Fori by the City of Rome, early 1980s and up to the 2021.
RARA 2021 (12/26/2021).
Fonte / sources:
--- Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3; in:
Biblioteca Nazionale Centrale di Roma (12/2021).
--- Dr. Arch. Guido Fiorini, 1934; in: Dr. Arch. Elisabetta Pallottino, "Isolamenti e invenzione di contesti nell'opera del Governatorato a Roma. Liberazione e restauro della Casa dei Cavalieri di Rodi (1924-1949)." BullCom., Vol. 116 (2015): 233-248. www.jstor.org/stable/26331792
--- Dr. Luigi Lenzi, “The New Rome”, The Town Planning Review, Vol. 14, No. 3 (May, 1931): 162 [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori]. RARA 2010-20 = wp.me/pPRv6-4TZ
--- Dr. Guido Calza, “THE VIA DELL` IMPERO AND THE IMPERIAL FORA,” JRIBA, (24 March 1934): 489 & 503 [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-20 = wp.me/pPRv6-4TZ
--- Prof. Antonio Cederna Archivio (1981/2021) = “Polemiche su via dei Fori – Un Viadotto da Fantascienza.” OCCHIO (03/03/1981): 12 [in PDF]. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2021 = romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/0...
--- Prof. Antonio Cederna Archvio (1981/2021) = Prof. Antonio M. Colini, "COSI`NACQUE VIA DEI FORI IMPERIALI." IL TEMPO (30/11/1981) [=PDF] & A. Colini, "UN TERZO INTERVENTO DEL PROF. A. M. COLINI." IL TEMPO (18|02|1981) [= PDF]. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2014/11/27/roma...
--- Dr. Arch. Costantino Dardi / IUAV (1985/2021), “Ristrutturazione via dei Fori Imperiali / Progetto per la ristrutturazione del margine urbano dell’area dei Fori Imperiali a Roma (1985)"; in: Costantino Dardi et al.,“Semplice lineare complesso”, Milano (1987) | Costantino Dardi, Le trame dello spazio, in “Eupalino”, n. 8, (1987); di IUAV – Universita` IUAV di Venezia / Sistema Bibliotecario E Documentale. IUAV (01/2021). [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2021 = romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/0...
--- Prof. Arch. L. Benevolo (1988), "FORO DI NERVA. Stamane riprendono gli scavi nel giardino accanto ai Fori Imperiali – Taglio del nastro al cantiere E Benevolo mette insieme i pro e i contro." IL MESSAGGERO (29/09/1988): 29. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori]. RARA 2021 = wp.me/pbMWvy-10k
--- Prof. Eugenia La Rocca (1999), [= la Via dei Fori e il nuovo Viadotto, 1997-99]; in:
Carlo Aymonino, “Progetto di sistemazione dell'area dei Fori / Project for the ordering of the Forums area.” Zodiac No. 21 (1999): 188-193 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF ; Carlo Aymonino, “Tra scavi, conservazione e completamenti: quali interventi per i Fori Imperiali? / Excavation, conservation, completion: what should be done with the Imperial Forums?" Zodiac No. 19 (1998): 18-23 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF ; Silvana Rizzo, “I Fori Imperiali a Roma: la memoria dell’antico tra guerre, sterri e scavi / The Imperial Forums in Rome: the memory of the ancient, through wars, digs and excavations.” Zodiac No. 19 (1998): 24-39 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF & Silvana Rizzo, “Archeologia dei Fori Imperiali / “Archaeology of the Imperial Fora.” Zodiac No. 17 (1997): 56-69 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF
--- Mayor Francesco Rutelli (04/1999); in: "ROME - ARTS ABROAD - From Fascist Avenue to a Balcony on Ancient Rome [the Imperial
Fora excavations]. The New York Times (22 April 1999): E22. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
www.nytimes.com/1999/04/22/arts/arts-abroad-from-fascist-...
Note: F. Rutelli (04/1999) = [The Via dei Fori Imperiali] from a scenic highway through the ruins to a kind of balcony on the most extensive archeological area[s] in the world…''
Nota: F. Rutelli (04/1999) = "[La Via dei Fori Imperiali] da una strada panoramica attraverso le rovine a una sorta di balcone sull'area archeologica più estesa del mondo…''
--- Prof. Adriano La Regina (07/1999); in: ROMA – RIVIVE L’ URBE ANTICA “ANCHE GRAZIE AL DUCE.” Gli espropri già` realizzati da Mussolini costerebbe centinaia di miliardi. Corriere Della Sera (29|07|1999), p. 27. [Nota: Italiano / English].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/03/29/roma...
--- Prof. Paulette Singley, “Fascism Under Erasure – A Proposal for Via dei Fori Imperiali,” LOG No. 8, (2006): 143-151 [in PDF].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2012/03/28/roma...
--- Dr. Arch. Guido Fiorini, "Chirurgia Archeologica" (1934/2009); [Roma - Via dell' Impero / Fori Imperiali 1930-39]; in: Carla Martini ha seguito l'Odissea dei 500 contenitori che da 70 anni girano per Roma. Il problema: trovare una sede stabile a questi tesori Parla la 'Indiana Jones delle casse'
"Ciascuna contiene un'emozione." La Repubblica (05/08/2009).
www.repubblica.it/2009/08/sezioni/spettacoli_e_cultura/ar...
--- Prof. Adriano La Regina (03/2015); in: ROMA – “Chiudere via dei Fori e costruire un viadotto sull’area archeologica”. [Adriano] La Regina: “soluzione appoggiata dalla commissione”. LUMSA NEWS Online (09/03/2015) & La Repubblica (14/06/2019). [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/03/29/roma...
S.v.,
— ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Antonella Clementoni, “Gli architetti e l’archeologia: Roma 1922-1938 [= Corrado Ricci, Alfonso Bartoli, Antonio Munoz e Gustavo Giovannoni].” Dottorato di ricerca, Dipartimento di Filosofia e Beni Culturali. Università Ca’ Foscari Venezia (2017): 1-276 [in PDF].
— ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Andrew John Manson, Rationalism and Ruins in Roma Mussoliniana: The 1934 Palazzo del Littorio Competition. Thesis, Ph.D., Columbia University (2015): 1-152 [PDF].
— ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Maria Luisa Gottari, Prende il via il bando-concorso ‘Via dei Fori Imperiali’ a Roma Problemi archeologici con il fascio delle infrastrutture viarie e di trasporto, EDILIA2000 (08|03|2016). Foto: I Fori Imperiali & Via Dell’ Impero (G. Calza [1934] & L. Lenzi [1931]). wp.me/pPRv6-3xy
ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2021. Roma, Progetto I Fori Imperiali, 1998-2001. F. Rutelli, E. La Rocca e A. La Regina: Il Viadotto della Via Dell' Impero, e la ripresa della "Chirurgia Archeologica" di Mussolini e l'attuale balcone di Via dei Fori (dal 1997 in poi) con vista sui ruderi di gli antichi Fori; in: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3 [= Dr. Arch. Elisabetta Pallottino, BullCom., Vol. 116 (2015): 233-248]. S.v., Dr. Luigi Lenzi (1931), Dr. Guido Calza (1934) bis Dr. Antonella Clementoni (2017) & Adriano La Regina (2019). wp.me/pbMWvy-2k8
Foto 1: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657208
1). ROMA - Dr. Arch. Guido Fiorini, "Chirurgia Archeologica." Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3.
Dott. Arch. Fiorini (1934), proposta per il successivo progetto della Via Dell'impero dalla metà degli anni Trenta in poi. Da notare la rimozione della carreggiata della Via Alessandrina (ora parzialmente rimossa lungo il Foro di Traiano [2017-19]), i due nuovi accessi che dalla Via dell'Impero immettevano nel Foro Romano (proposta per la prima volta nel 1998-99, e ora in corso di restauro da parte del Comune e del PArCO [2019-21]), e infine la realizzazione di nuovi camminamenti pubblici all'interno dell'area dei Fori (la prima fase completata dalla Colonna di Traiano, attraverso il Foro, poi sotto la Via dei Fori nel Foro di Cesare e ora fino al Foro di Nerva [2016-20]).
Foto 2: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657723
Nota: Con il Comune nel 2020-21, annunciando nuovi piani di passerelle pubbliche con il Foro di Nerva e della Pace e anche il Foro di Augusto e i Mercati e Foro di Traiano (2022 in poi?).
Quanto a Via Dell'Impero, i progetti per la sede stradale dopo la metà degli anni Trenta; prima una carreggiata come balcone che si affaccia sulle rovine dei Fori come menzionato da Coloni, Dardi, Benevolo & Rutelli e altri nei primi anni '80 fino alla fine degli anni '90.
Con le successive proposte di Fiorini per un viadotto di Via Dell' Impero dalla metà degli anni '30 in poi; con questo progetto poi proposto e ripreso da La Regina e Fuksas nel 2004-05 e ancora da La Regina nel 2015.
Di seguito un elenco di risorse contemporanee e storiche per le varie proposte di idea urbanistica della Via dell'Impero di Mussolini negli anni Trenta; e recenti ricerche sulle riprese del Viadotto Mussoliniano di Via dei Fori da parte del Comune di Roma, primi anni '80 e fino al 2021.
Foto 3: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51778299160
2). ROME - Dr. Arch. Fiorini's (1934), proposal for the later design for the Via Dell'impero after the mid-1930s onwards. Notice the removal of the roadway of the Via Alessandrina (now partially removed along the Foro di Traiano [2017-19]), the two new entranceways leading into the Roman Forum from the Via dell' Impero (first proposed in 1998-99, and now beginning restored by the Comune and PArCO [2019-21]), and finally the creation of new public walkways within the area Fori (the first phase completed from the Column of Trajan, thru the Forum, then under the Via dei Fori into the Forum of Caesar and now upto the Forum of Nerva [2016-20]).
Foto 4: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777413166
Note: With the Comune in 2020-21, announcing new plans for public walkways with the Forum of Nerva and Peace and also the Forum of Augustus and the Markets and Forum of Trajan (2022 onwards?).
As for the Via Dell' Impero, the plans for the roadway after the mid-1930s; first a roadway as a balcony overlooking the ruins of the Fori as mentioned by Coloni, Dardi, Benevolo & Rutelli and others in the early 1980s thru late 1990s.
Foto 5: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657748
With the later Fiorini's proposals for a viaduct of the Via Dell' Impero mid-1930s onwards; with this project later proposed and revived by La Regina and Fuksas in 2004-05 and agian by La Regina in 2015.
Below a listing contemporay and historical resources for the various proposed planning idea's of Mussolini's Via dell' Impero in the 1930s; and recent research on the resumptions of Mussolini's Viaduct of the Via dei Fori by the City of Rome, early 1980s and up to the 2021.
RARA 2021 (12/26/2021).
Fonte / sources:
--- Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3; in:
Biblioteca Nazionale Centrale di Roma (12/2021).
--- Dr. Arch. Guido Fiorini, 1934; in: Dr. Arch. Elisabetta Pallottino, "Isolamenti e invenzione di contesti nell'opera del Governatorato a Roma. Liberazione e restauro della Casa dei Cavalieri di Rodi (1924-1949)." BullCom., Vol. 116 (2015): 233-248. www.jstor.org/stable/26331792
--- Dr. Luigi Lenzi, “The New Rome”, The Town Planning Review, Vol. 14, No. 3 (May, 1931): 162 [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori]. RARA 2010-20 = wp.me/pPRv6-4TZ
--- Dr. Guido Calza, “THE VIA DELL` IMPERO AND THE IMPERIAL FORA,” JRIBA, (24 March 1934): 489 & 503 [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-20 = wp.me/pPRv6-4TZ
--- Prof. Antonio Cederna Archivio (1981/2021) = “Polemiche su via dei Fori – Un Viadotto da Fantascienza.” OCCHIO (03/03/1981): 12 [in PDF]. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2021 = romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/0...
--- Prof. Antonio Cederna Archvio (1981/2021) = Prof. Antonio M. Colini, "COSI`NACQUE VIA DEI FORI IMPERIALI." IL TEMPO (30/11/1981) [=PDF] & A. Colini, "UN TERZO INTERVENTO DEL PROF. A. M. COLINI." IL TEMPO (18|02|1981) [= PDF]. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2014/11/27/roma...
--- Dr. Arch. Costantino Dardi / IUAV (1985/2021), “Ristrutturazione via dei Fori Imperiali / Progetto per la ristrutturazione del margine urbano dell’area dei Fori Imperiali a Roma (1985)"; in: Costantino Dardi et al.,“Semplice lineare complesso”, Milano (1987) | Costantino Dardi, Le trame dello spazio, in “Eupalino”, n. 8, (1987); di IUAV – Universita` IUAV di Venezia / Sistema Bibliotecario E Documentale. IUAV (01/2021). [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2021 = romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/0...
--- Prof. Arch. L. Benevolo (1988), "FORO DI NERVA. Stamane riprendono gli scavi nel giardino accanto ai Fori Imperiali – Taglio del nastro al cantiere E Benevolo mette insieme i pro e i contro." IL MESSAGGERO (29/09/1988): 29. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori]. RARA 2021 = wp.me/pbMWvy-10k
--- Prof. Eugenia La Rocca (1999), [= la Via dei Fori e il nuovo Viadotto, 1997-99]; in:
Carlo Aymonino, “Progetto di sistemazione dell'area dei Fori / Project for the ordering of the Forums area.” Zodiac No. 21 (1999): 188-193 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF ; Carlo Aymonino, “Tra scavi, conservazione e completamenti: quali interventi per i Fori Imperiali? / Excavation, conservation, completion: what should be done with the Imperial Forums?" Zodiac No. 19 (1998): 18-23 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF ; Silvana Rizzo, “I Fori Imperiali a Roma: la memoria dell’antico tra guerre, sterri e scavi / The Imperial Forums in Rome: the memory of the ancient, through wars, digs and excavations.” Zodiac No. 19 (1998): 24-39 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF & Silvana Rizzo, “Archeologia dei Fori Imperiali / “Archaeology of the Imperial Fora.” Zodiac No. 17 (1997): 56-69 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF
--- Mayor Francesco Rutelli (04/1999); in: "ROME - ARTS ABROAD - From Fascist Avenue to a Balcony on Ancient Rome [the Imperial
Fora excavations]. The New York Times (22 April 1999): E22. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
www.nytimes.com/1999/04/22/arts/arts-abroad-from-fascist-...
Note: F. Rutelli (04/1999) = [The Via dei Fori Imperiali] from a scenic highway through the ruins to a kind of balcony on the most extensive archeological area[s] in the world…''
Nota: F. Rutelli (04/1999) = "[La Via dei Fori Imperiali] da una strada panoramica attraverso le rovine a una sorta di balcone sull'area archeologica più estesa del mondo…''
--- Prof. Adriano La Regina (07/1999); in: ROMA – RIVIVE L’ URBE ANTICA “ANCHE GRAZIE AL DUCE.” Gli espropri già` realizzati da Mussolini costerebbe centinaia di miliardi. Corriere Della Sera (29|07|1999), p. 27. [Nota: Italiano / English].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/03/29/roma...
--- Prof. Paulette Singley, “Fascism Under Erasure – A Proposal for Via dei Fori Imperiali,” LOG No. 8, (2006): 143-151 [in PDF].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2012/03/28/roma...
--- Dr. Arch. Guido Fiorini, "Chirurgia Archeologica" (1934/2009); [Roma - Via dell' Impero / Fori Imperiali 1930-39]; in: Carla Martini ha seguito l'Odissea dei 500 contenitori che da 70 anni girano per Roma. Il problema: trovare una sede stabile a questi tesori Parla la 'Indiana Jones delle casse'
"Ciascuna contiene un'emozione." La Repubblica (05/08/2009).
www.repubblica.it/2009/08/sezioni/spettacoli_e_cultura/ar...
--- Prof. Adriano La Regina (03/2015); in: ROMA – “Chiudere via dei Fori e costruire un viadotto sull’area archeologica”. [Adriano] La Regina: “soluzione appoggiata dalla commissione”. LUMSA NEWS Online (09/03/2015) & La Repubblica (14/06/2019). [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/03/29/roma...
S.v.,
— ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Antonella Clementoni, “Gli architetti e l’archeologia: Roma 1922-1938 [= Corrado Ricci, Alfonso Bartoli, Antonio Munoz e Gustavo Giovannoni].” Dottorato di ricerca, Dipartimento di Filosofia e Beni Culturali. Università Ca’ Foscari Venezia (2017): 1-276 [in PDF].
— ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Andrew John Manson, Rationalism and Ruins in Roma Mussoliniana: The 1934 Palazzo del Littorio Competition. Thesis, Ph.D., Columbia University (2015): 1-152 [PDF].
— ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Maria Luisa Gottari, Prende il via il bando-concorso ‘Via dei Fori Imperiali’ a Roma Problemi archeologici con il fascio delle infrastrutture viarie e di trasporto, EDILIA2000 (08|03|2016). Foto: I Fori Imperiali & Via Dell’ Impero (G. Calza [1934] & L. Lenzi [1931]). wp.me/pPRv6-3xy
Os moliceiros são embarcações típicas da Ria de Aveiro. Fabricados na zona de Pardilhó (Estarreja) e nos concelhos de Ílhavo,Murtosa e Aveiro. Destina(va)m-se à coheita e transporte do moliço (vegetação da Ria, utlizada para fertilizar os campos). Os moliceiros possuem alusões a cenas românticas, religiosas, profissionais e satíricas, "divinizados" com uma legenda ou dístico na proa e na ré. As cores mais utilizadas sã: vermelho, preto, azul, branco e amarelo.
ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2021. Roma, Progetto I Fori Imperiali, 1998-2001. F. Rutelli, E. La Rocca e A. La Regina: Il Viadotto della Via Dell' Impero, e la ripresa della "Chirurgia Archeologica" di Mussolini e l'attuale balcone di Via dei Fori (dal 1997 in poi) con vista sui ruderi di gli antichi Fori; in: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3 [= Dr. Arch. Elisabetta Pallottino, BullCom., Vol. 116 (2015): 233-248]. S.v., Dr. Luigi Lenzi (1931), Dr. Guido Calza (1934) bis Dr. Antonella Clementoni (2017) & Adriano La Regina (2019). wp.me/pbMWvy-2k8
Foto 1: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657208
1). ROMA - Dr. Arch. Guido Fiorini, "Chirurgia Archeologica." Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3.
Dott. Arch. Fiorini (1934), proposta per il successivo progetto della Via Dell'impero dalla metà degli anni Trenta in poi. Da notare la rimozione della carreggiata della Via Alessandrina (ora parzialmente rimossa lungo il Foro di Traiano [2017-19]), i due nuovi accessi che dalla Via dell'Impero immettevano nel Foro Romano (proposta per la prima volta nel 1998-99, e ora in corso di restauro da parte del Comune e del PArCO [2019-21]), e infine la realizzazione di nuovi camminamenti pubblici all'interno dell'area dei Fori (la prima fase completata dalla Colonna di Traiano, attraverso il Foro, poi sotto la Via dei Fori nel Foro di Cesare e ora fino al Foro di Nerva [2016-20]).
Foto 2: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657723
Nota: Con il Comune nel 2020-21, annunciando nuovi piani di passerelle pubbliche con il Foro di Nerva e della Pace e anche il Foro di Augusto e i Mercati e Foro di Traiano (2022 in poi?).
Quanto a Via Dell'Impero, i progetti per la sede stradale dopo la metà degli anni Trenta; prima una carreggiata come balcone che si affaccia sulle rovine dei Fori come menzionato da Coloni, Dardi, Benevolo & Rutelli e altri nei primi anni '80 fino alla fine degli anni '90.
Con le successive proposte di Fiorini per un viadotto di Via Dell' Impero dalla metà degli anni '30 in poi; con questo progetto poi proposto e ripreso da La Regina e Fuksas nel 2004-05 e ancora da La Regina nel 2015.
Di seguito un elenco di risorse contemporanee e storiche per le varie proposte di idea urbanistica della Via dell'Impero di Mussolini negli anni Trenta; e recenti ricerche sulle riprese del Viadotto Mussoliniano di Via dei Fori da parte del Comune di Roma, primi anni '80 e fino al 2021.
Foto 3: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51778299160
2). ROME - Dr. Arch. Fiorini's (1934), proposal for the later design for the Via Dell'impero after the mid-1930s onwards. Notice the removal of the roadway of the Via Alessandrina (now partially removed along the Foro di Traiano [2017-19]), the two new entranceways leading into the Roman Forum from the Via dell' Impero (first proposed in 1998-99, and now beginning restored by the Comune and PArCO [2019-21]), and finally the creation of new public walkways within the area Fori (the first phase completed from the Column of Trajan, thru the Forum, then under the Via dei Fori into the Forum of Caesar and now upto the Forum of Nerva [2016-20]).
Foto 4: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777413166
Note: With the Comune in 2020-21, announcing new plans for public walkways with the Forum of Nerva and Peace and also the Forum of Augustus and the Markets and Forum of Trajan (2022 onwards?).
As for the Via Dell' Impero, the plans for the roadway after the mid-1930s; first a roadway as a balcony overlooking the ruins of the Fori as mentioned by Coloni, Dardi, Benevolo & Rutelli and others in the early 1980s thru late 1990s.
Foto 5: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657748
With the later Fiorini's proposals for a viaduct of the Via Dell' Impero mid-1930s onwards; with this project later proposed and revived by La Regina and Fuksas in 2004-05 and agian by La Regina in 2015.
Below a listing contemporay and historical resources for the various proposed planning idea's of Mussolini's Via dell' Impero in the 1930s; and recent research on the resumptions of Mussolini's Viaduct of the Via dei Fori by the City of Rome, early 1980s and up to the 2021.
RARA 2021 (12/26/2021).
Fonte / sources:
--- Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3; in:
Biblioteca Nazionale Centrale di Roma (12/2021).
--- Dr. Arch. Guido Fiorini, 1934; in: Dr. Arch. Elisabetta Pallottino, "Isolamenti e invenzione di contesti nell'opera del Governatorato a Roma. Liberazione e restauro della Casa dei Cavalieri di Rodi (1924-1949)." BullCom., Vol. 116 (2015): 233-248. www.jstor.org/stable/26331792
--- Dr. Luigi Lenzi, “The New Rome”, The Town Planning Review, Vol. 14, No. 3 (May, 1931): 162 [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori]. RARA 2010-20 = wp.me/pPRv6-4TZ
--- Dr. Guido Calza, “THE VIA DELL` IMPERO AND THE IMPERIAL FORA,” JRIBA, (24 March 1934): 489 & 503 [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-20 = wp.me/pPRv6-4TZ
--- Prof. Antonio Cederna Archivio (1981/2021) = “Polemiche su via dei Fori – Un Viadotto da Fantascienza.” OCCHIO (03/03/1981): 12 [in PDF]. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2021 = romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/0...
--- Prof. Antonio Cederna Archvio (1981/2021) = Prof. Antonio M. Colini, "COSI`NACQUE VIA DEI FORI IMPERIALI." IL TEMPO (30/11/1981) [=PDF] & A. Colini, "UN TERZO INTERVENTO DEL PROF. A. M. COLINI." IL TEMPO (18|02|1981) [= PDF]. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2014/11/27/roma...
--- Dr. Arch. Costantino Dardi / IUAV (1985/2021), “Ristrutturazione via dei Fori Imperiali / Progetto per la ristrutturazione del margine urbano dell’area dei Fori Imperiali a Roma (1985)"; in: Costantino Dardi et al.,“Semplice lineare complesso”, Milano (1987) | Costantino Dardi, Le trame dello spazio, in “Eupalino”, n. 8, (1987); di IUAV – Universita` IUAV di Venezia / Sistema Bibliotecario E Documentale. IUAV (01/2021). [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2021 = romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/0...
--- Prof. Arch. L. Benevolo (1988), "FORO DI NERVA. Stamane riprendono gli scavi nel giardino accanto ai Fori Imperiali – Taglio del nastro al cantiere E Benevolo mette insieme i pro e i contro." IL MESSAGGERO (29/09/1988): 29. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori]. RARA 2021 = wp.me/pbMWvy-10k
--- Prof. Eugenia La Rocca (1999), [= la Via dei Fori e il nuovo Viadotto, 1997-99]; in:
Carlo Aymonino, “Progetto di sistemazione dell'area dei Fori / Project for the ordering of the Forums area.” Zodiac No. 21 (1999): 188-193 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF ; Carlo Aymonino, “Tra scavi, conservazione e completamenti: quali interventi per i Fori Imperiali? / Excavation, conservation, completion: what should be done with the Imperial Forums?" Zodiac No. 19 (1998): 18-23 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF ; Silvana Rizzo, “I Fori Imperiali a Roma: la memoria dell’antico tra guerre, sterri e scavi / The Imperial Forums in Rome: the memory of the ancient, through wars, digs and excavations.” Zodiac No. 19 (1998): 24-39 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF & Silvana Rizzo, “Archeologia dei Fori Imperiali / “Archaeology of the Imperial Fora.” Zodiac No. 17 (1997): 56-69 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF
--- Mayor Francesco Rutelli (04/1999); in: "ROME - ARTS ABROAD - From Fascist Avenue to a Balcony on Ancient Rome [the Imperial
Fora excavations]. The New York Times (22 April 1999): E22. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
www.nytimes.com/1999/04/22/arts/arts-abroad-from-fascist-...
Note: F. Rutelli (04/1999) = [The Via dei Fori Imperiali] from a scenic highway through the ruins to a kind of balcony on the most extensive archeological area[s] in the world…''
Nota: F. Rutelli (04/1999) = "[La Via dei Fori Imperiali] da una strada panoramica attraverso le rovine a una sorta di balcone sull'area archeologica più estesa del mondo…''
--- Prof. Adriano La Regina (07/1999); in: ROMA – RIVIVE L’ URBE ANTICA “ANCHE GRAZIE AL DUCE.” Gli espropri già` realizzati da Mussolini costerebbe centinaia di miliardi. Corriere Della Sera (29|07|1999), p. 27. [Nota: Italiano / English].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/03/29/roma...
--- Prof. Paulette Singley, “Fascism Under Erasure – A Proposal for Via dei Fori Imperiali,” LOG No. 8, (2006): 143-151 [in PDF].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2012/03/28/roma...
--- Dr. Arch. Guido Fiorini, "Chirurgia Archeologica" (1934/2009); [Roma - Via dell' Impero / Fori Imperiali 1930-39]; in: Carla Martini ha seguito l'Odissea dei 500 contenitori che da 70 anni girano per Roma. Il problema: trovare una sede stabile a questi tesori Parla la 'Indiana Jones delle casse'
"Ciascuna contiene un'emozione." La Repubblica (05/08/2009).
www.repubblica.it/2009/08/sezioni/spettacoli_e_cultura/ar...
--- Prof. Adriano La Regina (03/2015); in: ROMA – “Chiudere via dei Fori e costruire un viadotto sull’area archeologica”. [Adriano] La Regina: “soluzione appoggiata dalla commissione”. LUMSA NEWS Online (09/03/2015) & La Repubblica (14/06/2019). [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/03/29/roma...
S.v.,
— ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Antonella Clementoni, “Gli architetti e l’archeologia: Roma 1922-1938 [= Corrado Ricci, Alfonso Bartoli, Antonio Munoz e Gustavo Giovannoni].” Dottorato di ricerca, Dipartimento di Filosofia e Beni Culturali. Università Ca’ Foscari Venezia (2017): 1-276 [in PDF].
— ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Andrew John Manson, Rationalism and Ruins in Roma Mussoliniana: The 1934 Palazzo del Littorio Competition. Thesis, Ph.D., Columbia University (2015): 1-152 [PDF].
— ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Maria Luisa Gottari, Prende il via il bando-concorso ‘Via dei Fori Imperiali’ a Roma Problemi archeologici con il fascio delle infrastrutture viarie e di trasporto, EDILIA2000 (08|03|2016). Foto: I Fori Imperiali & Via Dell’ Impero (G. Calza [1934] & L. Lenzi [1931]). wp.me/pPRv6-3xy
the Hasli dwarf saga
Immer im Herbst, wenn die ersten dicken
Nebelschwaden die Flanken des mächtigen
Wetterhorns emporkrochen und die
Sennen mit den Tieren die Alpen längst
wieder verlassen hatten, stiegen auch die
Haslizwerge von den Flühen hinab ins Tal.
Beladen mit getrockneten Tannzapfen,
die sie den Alten als Brennmaterial für die
kalten Wintertage und -nächte brachten.
Die Zwerge waren seit Jahrhunderten
die Freunde der Menschen im Haslital.
Sie halfen in Haus, Garten und Stall als
gute Geister. Doch die Menschen waren
undankbar und boshaft. Und so verliessen
die freundlichen Wichte das Tal und zogen
sich auf die höchsten Gipfel ins ewige Eis
zurück. Und dort blieben sie – bis sie jetzt
wieder für ein paar Wochen im Loeb
Schaufenster wohnen ....
Yahoo! Babelfish
Yahoo! Searchweb search
In English
Always in the autumn, if the first thick fogs cloud the flanks of the powerful Weatherhorn up-crept and those Sennen with the animals the alps lengthens again, rose also those had left Haslizwerge of the Flühen down there in the valley. Loaded with dried Tannzapfen, for the old persons as fuel material for the cold winter days and - nights brought. The dwarves were for centuries the friends of humans in the Haslital. They helped in house, garden and stable as good spirit. But humans were ungratefully and maliciously. And in such a way left the friendly density the valley and drew itself on the highest summits in the eternal ice back. And there they remained - to it now again for a few weeks live in the Loeb Shop windows ….
translated by yahoo :-))
Sweet Lullabye
Sa ziza zecob dela dalou'a
Boralea'e borale mi komi oula
Etawuae'o ela'o coralia wu'aila
Ilei pandera zel e' tomu pere no mo mai
Alatawuané icas imani'u
Barletas e'e barkia'a
Pro'e lai e'le a pantou la'u
Ilei pandera zel e' tomu pere no mo mai
Sa ziza zecob dela dalou'a
Boralea'e borale mi komi oula
Alatawuané icas iwua'oula
Ilei pandera zel e' tomu pere no mo mai
Deep Forest
Petroleiro ‘Jacob Mærsk (III)’ e seu fim trágico a 29/01/1975 (faz hoje 41 anos) ao largo da praia de Matosinhos (praia Moderna, em frente ao atual bar ‘Lais de Guia’), junto à entrada do porto de Leixões – ATUALIZADO
Características do navio:
navio-tanque petroleiro com uma capacidade para 84 000 toneladas, 261,81 m de compri-mento, 37,1 m de boca e 17,5 m de calado, deslocava 48 252 toneladas brutas (31 284 tone-ladas líquidas) ostentando bandeira / pavilhão dinamarquês;
foi construído no estaleiro ‘Odense Staalskibsværft’, um estaleiro dinamarquês localizado desde 1919 no município de Odense do condado de Fiónia e pertencente ao grupo empre-sarial ‘A. P. Møller - Mærsk Gruppen’, tendo sido entregue em maio de 1966 à empresa sua proprietária (a companhia dinamarquesa de navegação marítima ‘Maerskline Navigation Company’ que foi constituída em 1904 e também pertence ao mesmo grupo empresarial).
Fim trágico do navio –
A 29/01/1975, o petroleiro dinamarquês ‘Jacob Mærsk (III)’ chegou de manhã à entrada do porto de Leixões com 17 tripulantes e a esposa do Comandante, contratado pelo armador ‘Shell Oil Company’ e carregado com 80 mil toneladas de Crude proveniente de Kharg Is-land no Irão via Golfo Pérsico e Mar Mediterrâneo, com destino à refinaria petrolífera de Le-ça da Palmeira, a então 'Sociedade Anónima de Combustíveis e Óleos Refinados, SARL' (SACOR) que tinha sido inaugurada em 1970:
ao contrário do que vi na Internet nos mais de 10 sítios que consultei, e acreditando nas pa-lavras da minha mãe quando cheguei a casa para almoçar por volta das 12:40 vindo do Li-ceu Nacional de Matosinhos, eram 11:00 ou 11:30 quando a minha mãe chegou das com-pras e ela ficou admirada de ver o petroleiro no exato local onde explodiu ‘tão perto da praia’ (ela nunca tinha visto nenhum naquele local, tal como eu quando cheguei a casa e comen-tei com ela a minha admiração pelo mesmo que vi das janelas da nossa sala de jantar);
nas manobras de atracagem ao posto A do Terminal de Petroleiros do Molhe Norte do porto de Leixões durante a manhã, um erro humano terá levado o navio a aproximar-se da zona onde se encontra o rochedo submerso ‘Esfarrapada’, bem como os destroços do vapor Gre-go ‘Virginia’ (com 100 m de comprimento e 2350 toneladas brutas) que ali afundou a 24/11/1928 (o vapor sofreu uma colisão quando em viagem ao largo da costa, e na eminên-cia de afundamento, foi abandonado pela tripulação que terá sido possivelmente recolhida por outro vapor e então várias traineiras de Matosinhos rebocaram-no para ele entrar no por-to de Leixões, o que não foi autorizado pela APDL, e então essas traineiras tentaram levá-lo para local não prejudicial à navegação ou vará-lo na praia de Matosinhos a fim de o consi-derar ‘Salvado de mar’, mas ele acabou por se afundar ao embater na ‘Esfarrapada’ – em junho de 1929, o NRP ‘PATRÃO LOPES’ foi trabalhar no local onde jazia o casco do vapor grego ‘Virginia’ que, encontrado abandonado ao largo da costa, foi trazido por várias trainei-ras a 24/11/1928 acabando por submergir próximo do 'Castelo do Queijo');
embatendo na ‘Esfarrapada’, nos destroços do ‘Virginia’ ou num banco de areia por volta das 11 ou onze e meia da manhã, começou a entrar água nos tanques que começaram a expulsar, a partir do tanque de ventilação, crude para o ventilador da casa das máquinas;
os vapores que foram entrando na casa das máquinas acabaram por originar uma 1.ª ex-plosão da qual vi pela minha janela apenas fumo branco a sair do navio e, daí a uns minu-tos, 2 ou 3 fortíssimas explosões (que foram audíveis em toda a vila de Matosinhos e fize-ram estremecer a minha casa, a 50 m, quando eu ia começar a comer uma maçã de sobre-mesa) iniciaram entre as 12:55 e as 13:05 o incêndio que se propagou de imediato às 80 mil toneladas de crude nos vários tanques de carga, tendo eu deixado a maçã em cima da me-sa e corrido escadas abaixo (vivia no 3.º andar do prédio ainda existente na esquina da R. Roberto Ivens com a Av. Menéres) em direção à praia Moderna aonde cheguei a tempo de ainda ver o crude em chamas a chegar a arder junto à areia e pelo menos 2 tripulantes a saltarem para o mar naquele dia de sol, mas frio e sem vento, tendo de repente ficado bem quente na praia junto à beira-mar onde as ondas rebentavam com para aí meio metro de al-tura estando a maré, penso eu, a subir (é que essas explosões ‘partiram’ / ‘romperam’ todos os tanques e reservatórios do petroleiro que ficou ‘rompido’ e a derramar para o mar crude que ficou espalhado a arder por uma grande extensão de mar até à costa junto às praias);
o rebocador ‘Monte da Luz’ da APDL (Administração dos Portos do Douro e Leixões) apro-ximou-se corajosamente do petroleiro em chamas, tendo conseguindo salvar os 2 pilotos da barra e 11 tripulantes que se atiraram para a água devido ao navio ter começado a fundar-se lentamente (dos 17 tripulantes e a mulher do Comandante, os 6 que estavam na casa das máquinas tiveram morte imediata, a maioria deles engenheiros de máquinas, e os seus corpos nunca chegaram a ser resgatados do mar, 1 morreu afogado e os restantes 11 foram salvos tendo havido 7 feridos, 4 deles gravemente queimados);
de imediato, foram feitos voos de reconhecimento sobre o local do acidente por helicópteros ALIII modelo SE-360 (Os SE-3160 Alouette III ou ALIII foram adquiridos pela Força Aérea Portuguesa a partir de abril de 1963 como complemento aos poucos aparelhos Alouette II já em serviço, para atuarem nas operações militares a decorrer em Angola, Guiné Portuguesa e Moçambique.) da Força Aérea Portuguesa, de fabrico francês, mas as chamas que dura-ram dias não permitiam qualquer tipo de ação de recolha do crude que estava no mar, pelo que a contenção do derramamento de crude começou com a colocação de uma barra flutu-ante na entrada do porto de Leixões e de uma barreira de palha ao redor do naufrágio para conter o derramamento de uma forma breve enquanto os rebocadores da APDL e outros barcos da Marinha espalhavam dispersantes, como resultado da pronta e rápida colabora-ção entre o Ministro das Pescas, a Marinha, o Exército, o armador do navio e parte da popu-lação local (o que permitiu que a poluição não atingisse níveis ainda mais graves) tendo as 10 Corporações de Bombeiros Voluntários que acorreram ao local se sentido impotentes pa-ra combater o incêndio, dada a sua dimensão;
seguiram-se nessa tarde outras explosões no convés e na casa das máquinas, a ponto de o navio ter primeiro ficado partido em 2 (popa / zona central e proa) e, mais tarde, em 3 (popa e zona central que se afundaram no fundo de areia entre os 12 e os 15 metros de profundi-dade tendo a popa do navio sido mais tarde parcialmente removida para não haver perigo de colisão com outras embarcações, e a 3.ª parte foi a proa do navio que ficou a flutuar e se foi deslocando lentamente para sul por força das correntes até encalhar algumas semanas depois nas rochas em frente ao Forte de S. Francisco Xavier (‘Castelo do Queijo’) tendo aí permanecido como um triste memorial de uma das mais horríveis tragédias ocorridas no Grande Porto e também como um verdadeiro ícone involuntário e temporário de atração tu-rística durante 20 anos, até 1995 (por volta deste ano, o que restava da proa foi desmantela-do e retirado);
durante as 58 horas (2 dias e 10 h) que o incêndio durou no navio e na sua área envolven-te, estimou-se que entre 40 e 50 000 toneladas de crude arderam no mar, entre 15 e 25 000 toneladas ficaram à deriva no mar e cerca de 15 000 toneladas deram à costa poluindo as praias num comprimento de 50 km com graves danos ecológicos e na poluição ambiental local e regional, as chamas chegaram atingir os 100 m de altura e a nuvem de fumo espes-so e preto criada foi visível de Aveiro a Viana do Castelo porque o seu cone de fumo che-gou a atingir os 750 m (proporcionando uma cena dantesca a todos os que assistiram à sua longa agonia ao largo da praia de Matosinhos e arredores), dezenas de moradores na zona mais próxima do acidente tiveram que ser internados com problemas respiratórios devido aos fumos tóxicos, o ar tornou-se quase irrespirável em Matosinhos sendo necessário man-ter portas e janelas fechadas, muitos estabelecimentos comerciais de Matosinhos foram obrigados a fechar e chegou a aventar-se a hipótese de dezenas de milhares de pessoas terem de ser evacuadas da vila pelo perigo de exposição aos gases tóxicos e dificuldades respiratórias.
Consequências deste trágico acidente que, até 1996, esteve classificado em 12.º lugar na lista dos maiores derramamentos de crude a nível mundial:
o custo da catástrofe foi estimado pela OCDE (Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento) em 2,8 milhões de dólares;
as praias mais afetadas foram as da orla imediatamente adjacente à destruição, em Matosi-nhos, mas também em Nevogilde e Foz do Douro, onde a limpeza começou com a remoção da camada superior da areia e com a aplicação de dispersantes;
embora os destroços do ‘Virginia’ estejam fora do canal de navegação, tal como os do ‘Ja-cob Mærsk (III)’, eles continuam a causar perigo para a navegação que se aproxime muito da costa, mais ou menos perigo conforme a altura das águas;
uma âncora do ‘Jacob Mærsk (III)’ foi recuperada dos destroços e ficou guardada num dos armazéns da APDL em S. Gens, até que foi aproveitada para ser exposta como uma evoca-ção do trágico acidente junto da Marina de Leça da Palmeira (suportada por um cubo onde está afixada uma placa com algumas das características do petroleiro escritas em português e em inglês);
para quem quiser reviver o passado, poderá agora visitar os poucos restos do ‘Jacob Mærsk (III)’ no fundo do mar seguindo os dados seguintes para o mergulho subaquático -
Tipo de mergulho: Naufrágio; Experiência: CMAS; Vida marinha: Pouca; Profundidade mé-dia: 12m; Profundidade máxima: 15m; Corrente: Inferior 2 nós; Visibilidade: Inferior a 5 m; Perigos: Tráfego de barcos e redes; Coordenadas GPS: Latitude 41° 10.178' N / Longitude 8° 42.066' W.
Nuova Renault Scenic, Pro e Contro dell'ultimo vero Monovolume via ---> www.diggita.it/v.php?id=1578941
Photoshop CS3 Dicas & Truques e Tratamento e edição profissional de imagem!
com Alexandre Keese
10 e 11 de outubro em Aracaju, Photoshop CS3, dois cursos ministrados por Alexandre Keese, editor da revista Photoshop Pro e Desktop. Durante um dia inteiro, você vai aprender como combinar o imenso poder do Photoshop CS3 a partir de shortcuts eficientes, dicas & truques criativos, técnicas avançadas para manipulação profissional de imagens e muito mais.
Instrutor:
ALEXANDRE KEESE
Editor da Revista Desktop
Adobe Certified Expert em Photoshop CS
Consultor da Adobe em Photoshop CS3 e criador do Grupo PhotoPro.com.br
Membro da National Association of Photoshop Professional - USA,
Membro do Grupo de Estudos de Normatização do PDF-X, da ABTG.
Alexandre é especialista em tratamento de imagens para publicações e consultor de várias empresas para capacitação de profissionais na área de imagens. Atualmente, ministra cursos in company e presta assessorias a gráficas, editoras de jornais e revistas, e agências de propaganda no Brasil. Aperfeiçoou-se em vários cursos com profissionais no Brasil e no exterior, como Ed Mineck (RIT), Andy Paparozzi (NAPL), Dan Margulis, Michael Riordan (RIT School of Printing), David Hunter (GATF), Richard Adans (GATF), Jack Davis (autor do livro The Photoshop wow! - o mais vendido no mundo sobre o assunto), Deke McClelland, Dan Margulis, Jack Davis, Scott Kelby, Ben Willmore, entre outros. Desde 2004 organiza o evento Photoshop Conference
Local: Aud. "Gov. José Rollemberg Leite", Pal. Justiça Tobias Barreto de Menezes, Pç. Fausto Cardoso, 112 - Centro - Aracaju-SE
Contato: (79) 8803 / (79) 9989-2421
ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2021. Roma, Progetto I Fori Imperiali, 1998-2001. F. Rutelli, E. La Rocca e A. La Regina: Il Viadotto della Via Dell' Impero, e la ripresa della "Chirurgia Archeologica" di Mussolini e l'attuale balcone di Via dei Fori (dal 1997 in poi) con vista sui ruderi di gli antichi Fori; in: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3 [= Dr. Arch. Elisabetta Pallottino, BullCom., Vol. 116 (2015): 233-248]. S.v., Dr. Luigi Lenzi (1931), Dr. Guido Calza (1934) bis Dr. Antonella Clementoni (2017) & Adriano La Regina (2019). wp.me/pbMWvy-2k8
Foto 1: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657208
1). ROMA - Dr. Arch. Guido Fiorini, "Chirurgia Archeologica." Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3.
Dott. Arch. Fiorini (1934), proposta per il successivo progetto della Via Dell'impero dalla metà degli anni Trenta in poi. Da notare la rimozione della carreggiata della Via Alessandrina (ora parzialmente rimossa lungo il Foro di Traiano [2017-19]), i due nuovi accessi che dalla Via dell'Impero immettevano nel Foro Romano (proposta per la prima volta nel 1998-99, e ora in corso di restauro da parte del Comune e del PArCO [2019-21]), e infine la realizzazione di nuovi camminamenti pubblici all'interno dell'area dei Fori (la prima fase completata dalla Colonna di Traiano, attraverso il Foro, poi sotto la Via dei Fori nel Foro di Cesare e ora fino al Foro di Nerva [2016-20]).
Foto 2: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657723
Nota: Con il Comune nel 2020-21, annunciando nuovi piani di passerelle pubbliche con il Foro di Nerva e della Pace e anche il Foro di Augusto e i Mercati e Foro di Traiano (2022 in poi?).
Quanto a Via Dell'Impero, i progetti per la sede stradale dopo la metà degli anni Trenta; prima una carreggiata come balcone che si affaccia sulle rovine dei Fori come menzionato da Coloni, Dardi, Benevolo & Rutelli e altri nei primi anni '80 fino alla fine degli anni '90.
Con le successive proposte di Fiorini per un viadotto di Via Dell' Impero dalla metà degli anni '30 in poi; con questo progetto poi proposto e ripreso da La Regina e Fuksas nel 2004-05 e ancora da La Regina nel 2015.
Di seguito un elenco di risorse contemporanee e storiche per le varie proposte di idea urbanistica della Via dell'Impero di Mussolini negli anni Trenta; e recenti ricerche sulle riprese del Viadotto Mussoliniano di Via dei Fori da parte del Comune di Roma, primi anni '80 e fino al 2021.
Foto 3: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51778299160
2). ROME - Dr. Arch. Fiorini's (1934), proposal for the later design for the Via Dell'impero after the mid-1930s onwards. Notice the removal of the roadway of the Via Alessandrina (now partially removed along the Foro di Traiano [2017-19]), the two new entranceways leading into the Roman Forum from the Via dell' Impero (first proposed in 1998-99, and now beginning restored by the Comune and PArCO [2019-21]), and finally the creation of new public walkways within the area Fori (the first phase completed from the Column of Trajan, thru the Forum, then under the Via dei Fori into the Forum of Caesar and now upto the Forum of Nerva [2016-20]).
Foto 4: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777413166
Note: With the Comune in 2020-21, announcing new plans for public walkways with the Forum of Nerva and Peace and also the Forum of Augustus and the Markets and Forum of Trajan (2022 onwards?).
As for the Via Dell' Impero, the plans for the roadway after the mid-1930s; first a roadway as a balcony overlooking the ruins of the Fori as mentioned by Coloni, Dardi, Benevolo & Rutelli and others in the early 1980s thru late 1990s.
Foto 5: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657748
With the later Fiorini's proposals for a viaduct of the Via Dell' Impero mid-1930s onwards; with this project later proposed and revived by La Regina and Fuksas in 2004-05 and agian by La Regina in 2015.
Below a listing contemporay and historical resources for the various proposed planning idea's of Mussolini's Via dell' Impero in the 1930s; and recent research on the resumptions of Mussolini's Viaduct of the Via dei Fori by the City of Rome, early 1980s and up to the 2021.
RARA 2021 (12/26/2021).
Fonte / sources:
--- Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3; in:
Biblioteca Nazionale Centrale di Roma (12/2021).
--- Dr. Arch. Guido Fiorini, 1934; in: Dr. Arch. Elisabetta Pallottino, "Isolamenti e invenzione di contesti nell'opera del Governatorato a Roma. Liberazione e restauro della Casa dei Cavalieri di Rodi (1924-1949)." BullCom., Vol. 116 (2015): 233-248. www.jstor.org/stable/26331792
--- Dr. Luigi Lenzi, “The New Rome”, The Town Planning Review, Vol. 14, No. 3 (May, 1931): 162 [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori]. RARA 2010-20 = wp.me/pPRv6-4TZ
--- Dr. Guido Calza, “THE VIA DELL` IMPERO AND THE IMPERIAL FORA,” JRIBA, (24 March 1934): 489 & 503 [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-20 = wp.me/pPRv6-4TZ
--- Prof. Antonio Cederna Archivio (1981/2021) = “Polemiche su via dei Fori – Un Viadotto da Fantascienza.” OCCHIO (03/03/1981): 12 [in PDF]. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2021 = romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/0...
--- Prof. Antonio Cederna Archvio (1981/2021) = Prof. Antonio M. Colini, "COSI`NACQUE VIA DEI FORI IMPERIALI." IL TEMPO (30/11/1981) [=PDF] & A. Colini, "UN TERZO INTERVENTO DEL PROF. A. M. COLINI." IL TEMPO (18|02|1981) [= PDF]. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2014/11/27/roma...
--- Dr. Arch. Costantino Dardi / IUAV (1985/2021), “Ristrutturazione via dei Fori Imperiali / Progetto per la ristrutturazione del margine urbano dell’area dei Fori Imperiali a Roma (1985)"; in: Costantino Dardi et al.,“Semplice lineare complesso”, Milano (1987) | Costantino Dardi, Le trame dello spazio, in “Eupalino”, n. 8, (1987); di IUAV – Universita` IUAV di Venezia / Sistema Bibliotecario E Documentale. IUAV (01/2021). [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2021 = romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/0...
--- Prof. Arch. L. Benevolo (1988), "FORO DI NERVA. Stamane riprendono gli scavi nel giardino accanto ai Fori Imperiali – Taglio del nastro al cantiere E Benevolo mette insieme i pro e i contro." IL MESSAGGERO (29/09/1988): 29. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori]. RARA 2021 = wp.me/pbMWvy-10k
--- Prof. Eugenia La Rocca (1999), [= la Via dei Fori e il nuovo Viadotto, 1997-99]; in:
Carlo Aymonino, “Progetto di sistemazione dell'area dei Fori / Project for the ordering of the Forums area.” Zodiac No. 21 (1999): 188-193 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF ; Carlo Aymonino, “Tra scavi, conservazione e completamenti: quali interventi per i Fori Imperiali? / Excavation, conservation, completion: what should be done with the Imperial Forums?" Zodiac No. 19 (1998): 18-23 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF ; Silvana Rizzo, “I Fori Imperiali a Roma: la memoria dell’antico tra guerre, sterri e scavi / The Imperial Forums in Rome: the memory of the ancient, through wars, digs and excavations.” Zodiac No. 19 (1998): 24-39 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF & Silvana Rizzo, “Archeologia dei Fori Imperiali / “Archaeology of the Imperial Fora.” Zodiac No. 17 (1997): 56-69 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF
--- Mayor Francesco Rutelli (04/1999); in: "ROME - ARTS ABROAD - From Fascist Avenue to a Balcony on Ancient Rome [the Imperial
Fora excavations]. The New York Times (22 April 1999): E22. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
www.nytimes.com/1999/04/22/arts/arts-abroad-from-fascist-...
Note: F. Rutelli (04/1999) = [The Via dei Fori Imperiali] from a scenic highway through the ruins to a kind of balcony on the most extensive archeological area[s] in the world…''
Nota: F. Rutelli (04/1999) = "[La Via dei Fori Imperiali] da una strada panoramica attraverso le rovine a una sorta di balcone sull'area archeologica più estesa del mondo…''
--- Prof. Adriano La Regina (07/1999); in: ROMA – RIVIVE L’ URBE ANTICA “ANCHE GRAZIE AL DUCE.” Gli espropri già` realizzati da Mussolini costerebbe centinaia di miliardi. Corriere Della Sera (29|07|1999), p. 27. [Nota: Italiano / English].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/03/29/roma...
--- Prof. Paulette Singley, “Fascism Under Erasure – A Proposal for Via dei Fori Imperiali,” LOG No. 8, (2006): 143-151 [in PDF].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2012/03/28/roma...
--- Dr. Arch. Guido Fiorini, "Chirurgia Archeologica" (1934/2009); [Roma - Via dell' Impero / Fori Imperiali 1930-39]; in: Carla Martini ha seguito l'Odissea dei 500 contenitori che da 70 anni girano per Roma. Il problema: trovare una sede stabile a questi tesori Parla la 'Indiana Jones delle casse'
"Ciascuna contiene un'emozione." La Repubblica (05/08/2009).
www.repubblica.it/2009/08/sezioni/spettacoli_e_cultura/ar...
--- Prof. Adriano La Regina (03/2015); in: ROMA – “Chiudere via dei Fori e costruire un viadotto sull’area archeologica”. [Adriano] La Regina: “soluzione appoggiata dalla commissione”. LUMSA NEWS Online (09/03/2015) & La Repubblica (14/06/2019). [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/03/29/roma...
S.v.,
— ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Antonella Clementoni, “Gli architetti e l’archeologia: Roma 1922-1938 [= Corrado Ricci, Alfonso Bartoli, Antonio Munoz e Gustavo Giovannoni].” Dottorato di ricerca, Dipartimento di Filosofia e Beni Culturali. Università Ca’ Foscari Venezia (2017): 1-276 [in PDF].
— ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Andrew John Manson, Rationalism and Ruins in Roma Mussoliniana: The 1934 Palazzo del Littorio Competition. Thesis, Ph.D., Columbia University (2015): 1-152 [PDF].
— ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Maria Luisa Gottari, Prende il via il bando-concorso ‘Via dei Fori Imperiali’ a Roma Problemi archeologici con il fascio delle infrastrutture viarie e di trasporto, EDILIA2000 (08|03|2016). Foto: I Fori Imperiali & Via Dell’ Impero (G. Calza [1934] & L. Lenzi [1931]). wp.me/pPRv6-3xy
A festa de Nossa Senhora do Carmo prende-se intimamente à Ordem Carmelitana, cuja origem remonta aos tempos antigos, envolvidos em nuvens de venerandas lendas. A Ordem dos Carmelitas tem por propósito especial o culto da Mãe de Deus, Maria Santíssima, e pretende ter origem nos tempos do profeta Elias.
Está fora de dúvida que o paganismo anti-cristão não estava sem conhecimento das promessas messiânicas. A Mãe do Salvador vêmo-la preconizada pelas Sibilas, simbolizada pelas imagens de Isis e venerada nos mistérios pagãos. Suposto isto,causaria estranheza, se o povo de Deus, possuidor das profecias mais claras e especializadas sobre a Mãe-Virgem, a vencedora da serpente, não tivesse tido palavra, instituição nenhuma, que dissesse respeito à Mãe do Salvador. Não é a intenção de querer alegar os argumentos pró e contra desta piedosa opinião ou digamos mesmo, convicção dos religiosos Carmelitas.
De fato, na Ordem Carmelitana é guardada a tradição, segundo a qual o profeta Elias, vendo aquela nuvenzinha, que se levantava no mar, bem como a pegada de homem, teria nela reconhecido o símbolo, a figura da futura Mãe do Salvador. Diz mais a tradição, que os discípulos de Elias, em lembrança daquela visão do mestre, teriam fundado uma Congregação, com sede no Monte Carmelita, com o fim declarado de prestar homenagens à Mãe do Mestre. Essa Congregação ter-se-ia conservado até os dias de Jesus Cristo e existido com o Título Servas de Maria.
Santa Teresa, a grande Santa da Ordem Carmelitana, reconhece no profeta Elias o fundador da Ordem. As visões da bem-aventurada Ana Catarina Emerich sobre a vida de Maria Santíssima, ocupam-se minuciosamente da Congregação dos Servos de Maria, no Antigo testamento.
Segundo uma piedosa tradição, autorizada pela liturgia, no dia de Pentecostes, um grupo de homens, devotos dos santos profetas Elias e Eliseu, preparado por São João Batista para o Advento do Salvador, abraçaram o cristianismo e erigiram no Monte Carmelo um santuário à Santíssima Virgem, naquele mesmo lugar, onde Elias vira aparecer aquela nuvenzinha, anunciadora da fecundidade da Mãe de Deus. Adotaram eles o nome de Irmãos da Bem-Aventurada Maria do “Monte Carmelo”.
As fontes que eu usei, tanto no cartão como na marca, foram Trajan Pro, Myridan Pro e Bonardi. duas fontes com serifa e outra sem serifa. Queria mostrar tanto o formal como o informal, o rústico e o moderno. Assim mostrando ainda mais o facto de haver pesquisa, empenho no trabalho.Na parte de trás do cartão destaquei a cor da frente, com mais uma frase. As frases que eu usei eram de motivação, e frases ou os autores que me inspiraram a ser melhor.
Deslocamento: 1.150 ton (padrão), 1.440 ton (carregado em mergulho).
Dimensões: 61.20 m de comprimento, 6.20 m de boca (7.60, incluindo os hidroplanos da popa) e 5.50 m de calado.
Propulsão: diesel-elétrica; 4 motores diesel de 12 cilindros MTU 12V493 TY60 de 800 hp cada, 4 geradores elétricos AEG de 420 Kw cada, 1 motor elétrico, acoplado a um eixo e um hélice de cinco pás, gerando 5.000 shp.
Combustível: 116 tons.
Eletricidade: 2 geradores de 1.280 kw cada.
Velocidade: máxima de 11 nós (superfície) e 21.5 nós (imersão).
Raio de ação: 10.000 milhas náuticas à 8 nós (superfície ou com snorkel), ou 25mn a 21.5 nós, 50mn a 16 nós, 230mn a 8 nós, e 400mn a 4 nós mergulhado usando o motor elétrico; e 50 dias de autonomia.
Profundidade máxima de mergulho: 250 metros.
Armamento: 8 tubos de torpedos de 21 pol. (533 mm), instalados na proa; e capacidade para 16 torpedos Mk 24 Tigerfish Mod.1 (filoguiado), ou ainda uma combinação de minas e torpedos.
Controle de Armas: sistema de direção de tiro e dados táticos Ferranti KAFS A10.
Sensores: uma de sonar STN Atlas Elektronik CSU-83/1, composta por um sonar ativo de média freqüência DBSQS-21 e dispositivos passivos laterais; 1 radar de navegação Thomson-CSF Calypso III; CME Thomson-CSF DR 3000U; 2 periscópios Kollmorgen Mod.76 e sistema de navegação inercial Sperry Mk 29 mod.2.
Código Internacional de Chamada: PWTI
Tripulação: 33 homens.
Expectations have gone beyond just making 2D drawings. The idea is to teach problem-solving and process, not complicated software
With time and cost being the crunch factor, pressures are to
produce cost effective & efficient design the very first time. Spend more time on real-world design problems and challenges rather than software usage
Industry is not willing to train. They want trained manpower
that can start delivering immediately. Schools need affordable software covering the entire process of design and validation
Educators want to teach skills that best prepare their students for the professional world
M51 Galassia Vortice
Situata a una distanza di circa 23 milioni di anni luce dalla Terra, la Galassia Vortice o Whirlpool Galaxy è una delle galassie più luminose del cielo, in virtù non solo delle sue dimensioni apparenti (il diametro angolare è di circa 11,2 minuti d’arco), ma soprattutto dei brillantissimi ammassi di giovani stelle blu, disseminati lungo tutto il percorso dei suoi bracci a spirale. Nota anche come Messier 51 (M51) o NGC 5194, fu scoperta da Charles Messier il 13 ottobre 1773. Quella macchia color beige, parzialmente coperta dal lungo braccio di spirale di M51 (con il quale interagisce) è un’altra galassia. Si chiama NGC 5195 (o M51b), più piccola e meno luminosa. Fu individuata solo otto anni dopo, nel 1781, da Pierre Méchain. La struttura a spirale di M51 fu invece osservata per la prima volta molto più tardi, nel 1845, da Lord Rosse (William Parsons, terzo conte di Rosse), che ne disegnò un inequivocabile schizzo. Ripresa nei giorni 16 e17 Febbraio per 9 ore in staffetta con M1 , gia' pubblicata , ho utilizzato filtri Optolong L-Pro e RGB per luminanza e colore , mentre per l'idrogeno un filtro HA , il tutto elaborato in HALRGB.
Dati tecnici e strumenti
light : L : 60x180s bin1 , RGB : 60x180s. bin2 , HA : 60x180s. bin1
acquisizione dati : Asi Air Plus
telescopio : Skywatcher Newton 250/1000 F4
camera principale : Asi 2600 MM pro
guida : Oag-L + Asi 290 MM mini
ruota filtri : Efw 7x2
focheggiatore : Eaf 5v
montatura : Skywatcher EQ6R-pro
elaborazione : Dss , PixInsight e Photoshop
bortle 6, sqm 19.30
Tive que pesquisar pra ver em que número eu tinha parado, afinal faz tanto tempo que eu não postava nada dele... Acho que essa foi a última mesmo, qualquer coisa eu mudo quando eu fizer a conta pró e arrumar a galeria. Tava querendo mudar alguns desenhos também, que hoje olho e acho tosquinhos, mas iria contra o espírito da idéia.
Enfim, tá aí a minha Zuora. Inspirada pela minha idéia de perder o medo de trabalhar com um traço mais simples e com a minha nova doll que está chegando. Outra coisa que me empolgou também: eu pensava que a Zuora não vinha com sapato nenhum e desanimei (mas em nenhum momento me arrependi da compra, ainda mais q ela sumiu do PS). Aí eu descobri que ela vem com essas botas estilo travesti, lindas e maravilhosas, amei:
www.flickr.com/photos/partymonstrrrr/4672151377/
Ah, e ela ainda não tem um nome porque já pensei em vários. Queria um nome nórdico ou alemão (aí entram Ingrid ou Heidi ou Brunhilde), mas tem outras possibilidades q eu curto, como Vivi (o cabelo dela tem o mesmo jeito da personagem de One Piece com esse nome), entre outros...