View allAll Photos Tagged Pro-e
Brasília 28/03/2016 - Advogados da OAB e manifestantes pró e contra o governo Dilma entram em conflito na Câmara dos Deputados.
Foto: Lula Marques/Agência PT
Content: CPU:Intel Core i7 960 Quad Core, 3,2Ghz,
Memory: RAM: 6GB Corsair XMS3 DDR3 1600MHz (going to later increase to 12/18GB)
Graphics-card: HIS Radeon HD 5870 1GB GDDR5 iCooler V PCI-Express 2.0, "Turbo", 2xDVI, native-HDMI, DisplayPort, HDCP (Gonna buy one more and Crossfire them)
Storage: Harddisk 1: WD VelociRaptor 300GB SATA 10000RPM Harddisk 2: Western Digital Caviar GreenPower 1TB Sata
Motherboard: MSI X58 Pro-E, Socket-1366 ATX, DDR3, GbLan, Firewire, 3xPCI-Ex(2.0)x16
Extras:
Screen: BenQ LCD G2420HD 1920 x 1080, 40000:1, 5ms, VGA/DVI/HDMI (gonna buy two more and use them in an eyefinity display) Headset: Creative Headset HS-450 Loudspeakers: Logitech X-530 Loudspeaker 5.1, 5 Satelitter og Subwoofer 70W RMS Mouse: Logitech G3 Laser Mouse. (to be changed to an yet undetermined gamer mouse) Keyboard:Logitech LX 710. (to be replaced with Logitech G19) Powersupply: Cooler Master Silent Pro M850 850W PSU
OS: Win 7 Home Premium 64bit.
Tallin - Estonia
Ele pode parecer um navio de cruzeiro, mas não é. Ele na verdade é um Ferry Boat, uma mescla de navio de cruzeiro com navio de transporte, ou seja, transporta passageiros, (Com bem menos conforto e comodidade que um cruzeiro convencional) e também veículos, desde carros de passeio até carretas.
Infelizmente, por pura burrice e falta de percepção, não tirei nenhuma fotos nem fiz vídeos deles sendo carregados, já vi varias carretas e varias dezenas de carros entrando na barriga desse bicho.
Normalmente eles tem uma grande entrada na popa, por onde os veículos entram e saem, em outros a proa é removível, este na foto abre tanto pela proa como pela popa.
No Brasil há ferry's, mas totalmente diferentes, pequenos e não transportam veículos de grande porte.
Diferente dos cruzeiros, os Ferry's não são projetados para serem bonitos mas práticos e amplos, são quase sempre retângulos como uma caixa de biss, outra particularidade é que eles tem de fundo chato, com pequeno calado (Calado é a parte abaixo da linha d'água) para poderem navegar próximo às margens em águas rasas.
São bem mais baratos que os cruzeiros e muito populares na Europa. Ano passado, no meu penúltimo mês a bordo do Zenith, houve um incêndio em um desses Ferry's na Espanha, quase tudo foi perdido, inclusive os veículos a bordo, mas não houve mortos, todos sairão antes do fogo se propagar pelos Life Boats(Os Life Boats, são botes salva vidas. Na foto são os três cor de laranja no meio do barco, apesar de parecerem pequenos, transportam 120 criaturas, os menores).
Ao menos nos países banhados pelo Mar Báltico, as duas grandes companhias de Ferry's que dominam o mercado são a Tallink, (Mesma companhia desse barquinho da foto) e a Viking Line. Nunca naveguei pelo Mediterãneo, mas devem haver outras grandes companhias por aquelas águas geladas e outras também.
Pela minha descrição, parecem que são monstros gigantescos, mas na verdade eles são do tamanho de um cruzeiro de porte pequeno pra médio.
Tenho muita curiosidade de saber como é o trabalho num desses Ferry's, pelo que vi, apesar da semelhança, é uma rotina de trabalho muito diferente dos cruzeiros, quem sabe uma dia eu esteja num deles.
.
| Olhares | YouTube | Flickriver |
.
A pintura "Barcos rebelos (Porto)" de Nadir Afonso é uma paisagem urbana que retrata a margem do rio Douro, no Porto, com os seus barcos tradicionais e a paisagem urbana da cidade e de Vila Nova de Gaia.
A obra é executada com um estilo que combina elementos figurativos e abstratos, com fortes linhas e um uso expressivo da cor, característicos da linguagem artística de Nadir Afonso.
.
No primeiro plano, à esquerda, uma estrutura de cais ou passadiço inclinado, com algumas figuras humanas estilizadas, conduz o olhar para o rio.
No centro, estão ancorados vários barcos rabelos, com as suas proas e popas de madeira de cor vermelha e preta.
As velas, embora não totalmente visíveis, são de um tom avermelhado ou ocre.
As figuras humanas, representadas de forma simplificada, parecem estar a interagir com os barcos ou a caminhar no cais.
.
O rio Douro é o elemento central, representado por uma vasta área de cor verde-água.
A sua superfície é translúcida, com algumas pinceladas que sugerem movimento e luz.
Ao fundo, a paisagem de Vila Nova de Gaia e do Porto ergue-se em colinas, com edifícios de fachadas brancas e telhados de cor ocre.
As formas das construções são estilizadas e simplificadas, criando um ritmo e um padrão.
No lado direito, um barco de cor vibrante, com uma figura no seu interior, flutua solitário no rio.
.
O céu é de um tom de azul claro, com pinceladas que sugerem movimento e fluidez.
As linhas de contorno em preto ou escuro são usadas para definir as formas dos barcos, dos edifícios e das colinas.
A assinatura de Nadir Afonso está visível no canto inferior direito.
.
A obra "Barcos rebelos (Porto)" é um exemplo notável do trabalho de Nadir Afonso, que se destaca pela sua estética única, que ele próprio designava de "geometrismo abstrato".
A pintura é uma síntese perfeita entre a realidade da paisagem e a sua interpretação geométrica e rítmica.
.
Nadir Afonso é um dos mais importantes pintores abstratos portugueses.
Embora a sua obra seja classificada como abstracionista, ele nunca se desliga totalmente do figurativo, reinterpretando as paisagens e as cidades com base em leis matemáticas e geométricas.
Esta pintura exemplifica a sua abordagem: os elementos icónicos do Porto (os barcos rabelos, o rio, as colinas) são reconhecíveis, mas as suas formas são simplificadas, as linhas são fortes e as cores são usadas de forma a criar uma composição de ritmo e harmonia, mais do que uma representação fiel da realidade.
.
A composição é cuidadosamente planeada.
As linhas diagonais dos barcos e do cais, bem como as linhas horizontais da margem e as verticais dos edifícios, criam um equilíbrio dinâmico e rítmico.
O vasto espaço do rio no centro da pintura atua como um elemento de descanso visual, enquanto as formas e as cores ao seu redor criam um jogo de tensões e harmonias.
O artista organiza a paisagem como um conjunto de formas e cores, transformando a vista icónica numa obra de arte abstrata e geométrica.
.
O uso da cor é o elemento mais expressivo da obra.
As cores não são usadas para criar um realismo fotográfico, mas para evocar uma atmosfera.
O verde-água vibrante do rio é uma escolha ousada que transmite a frescura da água e a energia do local.
Os tons de vermelho e ocre nos barcos e nos edifícios criam pontos de calor que se destacam contra os tons mais frios do rio e do céu.
A luz é representada pela luminosidade das cores em si, sem a necessidade de sombras dramáticas.
.
A pintura é uma celebração da identidade do Porto.
Os barcos rabelos, que outrora transportavam vinho do Douro, são um símbolo da cidade e do seu legado histórico.
Nadir Afonso reinterpreta este símbolo com a sua linguagem artística moderna, mostrando que a tradição pode ser vista e sentida através de uma nova perspetiva.
.
Em suma, "Barcos rebelos (Porto)" de Nadir Afonso é uma obra de grande beleza e inteligência.
É uma pintura que transcende a mera representação, convidando o observador a ver a paisagem não como ela é, mas como ela pode ser sentida através da sua estrutura geométrica, do seu ritmo e da sua cor.
A obra é um testemunho da genialidade de Nadir Afonso em conciliar a figuração e a abstração de uma forma única e poderosa.
.
Texto: ©MárioSilva
Pintura: Nadir Afonso
.
.
Brasília 28/03/2016 - Advogados da OAB e manifestantes pró e contra o governo Dilma entram em conflito na Câmara dos Deputados.
Foto: Lula Marques/Agência PT
Le fasi di lavorazione di Abc
Per conoscere le varie fasi di lavorazione, parliamo con il rappresentante dell’azienda Lamberto Scalabrin.
Come nasce l’idea delle lettere?
«Dal disegno progettuale di Sandro Santantonio di Milano: ha pensato alla texture alfabetica a rilievo, con il carattere Helvetica, di cui nel 2007 è caduto il cinquantenario».
Su che materiale?
«All’inizio si era pensato solo il decoro, ma non al materiale. Con la vetreria con cui collaboriamo abbiamo ottenuto un prodotto finale, lontano dall’idea iniziale, ma migliore. Le lettere sarebbero state incise a rilievo sul diffusore in vetro, con un gioco di opaco-lucido inaspettato».
Qual è la prima tappa nel processo di lavorazione?
«Avviene in vetreria: gli artigiani soffiano il vetro negli stampi, ad altissime temperature. Dopo 3-4 ore si porta il vetro a temperatura ambiente. Si aspetta tanto tempo proprio per evitare sbalzi forti che possano danneggiare il vetro. Successivamente il vetro viene tagliato con linee parallele, sulle quali poi disporre le lettere in silicone, tagliate precedentemente a mano. Infine tramite la sabbiatura viene eliminato il vetro superfluo (la parte non protetta dal silicone), per ottenere le lettere in rilievo e l’effetto opaco-lucido, visibile soprattutto nella versione bianca».
Quali sono gli inconvenienti della lavorazione a mano?
«Le aziende di illuminazione devono confrontarsi con la lavorazione artigiana. Con i pro e i contro che ne derivano. I pezzi ottenuti sono unici e diversi tra loro, ma i prezzi sono abbastanza alti. In più non si può produrre serialmente in grandi quantitativi».
Quanti pezzi si realizzano al giorno?
«Di Abc, nella versione 50 centimetri di diametri, massimo 20-30. Degli altri anche una cinquantina».
I prodotti vengono venduti da montare?
«Sì, i pezzi che escono dalle vetrerie, poi vengono controllati in azienda, a Bassano del Grappa, e poi assemblati».
Quindi la vetreria non si trova all’interno dell’azienda?
«No, ma sono dei fornitori esterni, ex-muranesi o provenienti da altri Paesi d’Europa».
Esternalizzare la produzione, cosa comporta?
«Non siamo vincolati dalla produzione veneziana, ancorata al classico. In azienda però avviene l’assemblaggio e il controllo. Per esempio, nella versione a sospensione di Abc, le lampade vengono appese e bilanciate, affinché siano tutte uguali. E delle versioni colorate, come quella nera, si verifica la densità del vetro, quest ultimo che determina il colore, visibile a occhio nudo quando si monta la lampadina»
ABC
Il nome parla da sé: Abc è un lampada caratterizzata dalla texture alfabetica a rilievo, con il carattere Helvetica, che da decoro diventa la parte strutturante. L’idea, del designer milanese Sandro Santantonio, è stata accolta nell’azienda Prandina, realizzando così una una famiglia di lampade (da terra, da tavolo e da sospensione), in tre diversi diametri del diffusore (36, 45 e 54 centimetri) e in tre colori: bianco, trasparente e opaco, e nero. Un omaggio dunque all’anniversario dell’Helvetica, carattere creato da Max Miedinger nel 1957, che nel 2007 ha compiuto cinquanta anni di vicende e fortune alterne, legate fin dal nome alle sorti della tradizione grafica svizzera. Molto popolare negli anni Sessanta e Settanta, questa font bastoni – cioè senza grazie – è stata la base di numerosi marchi (come Nestlé, 3M, Lufthansa, Microsoft). In molti hanno deciso di festeggiarne l’anniversario, tra cui il Museum of Modern Art di New York con una mostra e l’azienda bassanese (appunto Prandina, con sede a Bassano del Grappa), con la lampada Abc. Sul diffusore a trapezio, svasato verso l’alto, in vetro soffiato, corrono su linee perfettamente parallele sequenze di glifi dal kerning ridotto, distribuiti cioè con una spaziatura inferiore a quella che sulla pagina garantirebbe una buona leggibilità. La leggera sovrapposizione crea una catena infinita di lettere minuscole che non producono frasi di senso compiuto: si staccano però per lucentezza dal fondo sabbiato del diffusore, lasciando trasparire la luce e proiettando l’intero alfabeto nello spazio intorno a sé. Una lampada realizzata a mano, secondo un procedimento lento e complesso: in vetreria gli artigiani soffiano il vetro, girandolo continuamente al fuoco, per ottenere una superficie omogenea. Il vetro viene fatto raffreddare, per due o tre ore, per non subire sbalzi termici forti. Successivamente viene tagliato con linee parallele sulle quali vengono applicate le lettere in silicone. Infine, grazie alla sabbiatura, vengono tolti i residui del vetro (le parti non protette dal silicone). Così emergono le lettere in rilievo, lucide rispetto alla base opaca. Un effetto ricercato, che si nota di più nella versione bianca. Infine ogni parte viene controllata in azienda, dove vengono bilanciate le lampade a sospensione e controllati i diffusori colorati e neri, per ottenere modelli pressappoco identici tra loro. Anche se la caratteristica del vetro lavorato a mano è appunto l’impossibilità di realizzare un prodotto identico all’altro. L’imperfezione di un prodotto, a volte, diventa il suo valore aggiunto.
Huawei Mate 10 Lite, nuove info succulente sono emerse online! Analizziamole insieme
Salvo clamorosi ripensamenti dell’ultimo minuto, ad ottobre la casa produttrice Huawei svelerà alcuni nuovi suoi device chiamati Mate 10, Mate 10 Pro e Mate 10 Lite. Da qualche ora sono trapelate nuove e...
telefononews.it/cellulari/huawei-mate-10-lite-nuovi-detta...
Il mio account Flickr PRO è in scadenza a giorni.
Esattamente: il 1° Gennaio 2012.
Con questa foto voglio chiudere il 2011, un anno che per il sottoscritto è stato tutto sommato positivo, ma non per la fotografia che (ahimè) non trova più una centralità o una creatività nella mia testa.
Non voglio chiudere un capitolo, le mie foto mi portano ancora tante soddisfazioni;
questa foto non rappresenta i giri di campo alla fine dell'ultima partita di un giocatore di calcio.
Questa foto è un arrivederci.
La mia idea è quella di lasciar spazio ad una vetrina FLICKR più matura, contenente i miei scatti migliori e continuare a scattare per il gusto di ascoltare il "flickr" della mia reflex.
Questo social network mi ha insegnato tanto e mi ha permesso di conoscere persone incredibili che hanno arricchito il mio modo di concepire una fotografia.
Arrivederci Flickr e Buon Anno a tutti.
Salvatore
Fare la valigia ieri pomeriggio ha messo una pausa a quelle 19 persone.
Cinque giorni intensi, vissuti minuto dopo minuto, respiro dopo respiro.
sempre pronti sempre li.
Finisce un 2010 che ho visstuto intensamente, con i pro e i contro e inizia un anno che vorrei fosse diverso, non dico migliore, solo diverso.
tra tutte le cose che porterò con me ci sono loro, conosco i loro passi meglio dei miei.
Grazie a un capodanno organizzato e portato a termine. alle notti quelle lunghe e infinite, a bere e fumare in una stanza, a ridere e dormire sul petto di qualcuno di loro.
Grazie a un capodanno vissuto come se fosse l'ultima possibilità di vittoria. Con qualche sclero, qualche bacio, tanti abbracci.
Grazie a un capodanno con 5 conti alla rovescia sparati a caso perchè non c'era la tv, per scelta.
Grazie a un capodanno che a cui abbiamo fatto il solletico e l'abbiamo fatto ridere.
Grazie a Silvia, all'amicizia che torna perchè lontane non sappiamo starci e sei la mia migliore amica nonostante tutto.
Grazie ad andrea, all'amore che continua così come è iniziato mesi fa, che condividiamo anche se spesso litighiamo.
Grazie a Francesca, alla bella anima, al suo saperti far ridere anche se stai per piangere e gioca con te.
Grazie a micol, allo spavento quando è stata male e al capire come è fragile e forte.
Grazie a giulia, ai suoi bacini improvvisi, al fumare sempre e comqunque e alla condivisione di tutti quei drum.
Grazie a matteo, che sta male sempre ma la mattina è più forte. ai suoi racconti privati raccontati a noi.
Grazie a greta, sparita e ritrovata a capodanno, regalo dell'anno nuovo
Grazie a nicola, il mio migliore amico, alle parlate sul divano, al suo dirmi che sono perfetta anche se con qualche imperfezione, al non-giudicarmi anche quando dovrebbe
Grazie a Marco, il compagno di bottiglie su bottiglie, si cazzate vere e proprie.
Grazie a riccardo, alla nostra amicizia sempre sincera che compie un anno
Grazie a angelo, ai cambiamenti che sono avvenuti dallo scorso capodanno a questo ma alla voglia di non lasciarci andare.
Grazie a Filippo,al suo altromondo in cui spesso entra, alle parole dette sottovoce.
Grazie a Shadi, anche solo per avermi dato il suo giubbetto che si sa, è sacro.
Grazie a erik, ai messaggi in un letto, all'abbraccio mentre piangevo. alla sua ironia mai capita.
Grazie a gaia, alla piccolina mezza matta e alla sua risata che ci fa morire.
Grazie a resmo, lo chef, al suo essere un orso buono.
Grazie a tito, che non ho mai capito ma è forse una delle persone a cui mi sento più legata, chissà poi perchè
Grazie a Stefano, a quelle poche parole in cucina ma dette dal cuore.
Vi auguro il meglio, ci auguro di essere ancora insieme tra un anno.
Brasília 28/03/2016 - Advogados da OAB e manifestantes pró e contra o governo Dilma entram em conflito na Câmara dos Deputados.
Foto: Lula Marques/Agência PT
crónicas da xávega (130)
muleta, mão de barca, regeira
recordando
quando os barcos eram "empurrados" por uma muleta como a que se vê nesta foto, o barco era mantido na perpendicular à praia, com a ajuda de duas cordas:
- a mão de barca, cala do aparelho que ficava em terra, que o arrais amarrava à bica da ré e ia largando conforme as possibilidades e as necessidades
- a regeira, corda presa ao golfião de bombordo da proa e que estava preso a um bordão enterrado na praia e da responsabilidade de um camarada da companha (enquanto foi vivo e lá trabalhou, era o ti antónio neto que o fazia)
a terceira corda que se vê na foto é a que está amarrada à muleta, para quando o arrais a soltar poder ser recuperada para terra.
vê-se areia por todo o lado porque o motor está a trabalhar e quando a onda recuou deixou-o em seco e o barco não largou como era de esperar.
(torreira; companha do marco; 2009)
Le fasi di lavorazione di Abc
Per conoscere le varie fasi di lavorazione, parliamo con il rappresentante dell’azienda Lamberto Scalabrin.
Come nasce l’idea delle lettere?
«Dal disegno progettuale di Sandro Santantonio di Milano: ha pensato alla texture alfabetica a rilievo, con il carattere Helvetica, di cui nel 2007 è caduto il cinquantenario».
Su che materiale?
«All’inizio si era pensato solo il decoro, ma non al materiale. Con la vetreria con cui collaboriamo abbiamo ottenuto un prodotto finale, lontano dall’idea iniziale, ma migliore. Le lettere sarebbero state incise a rilievo sul diffusore in vetro, con un gioco di opaco-lucido inaspettato».
Qual è la prima tappa nel processo di lavorazione?
«Avviene in vetreria: gli artigiani soffiano il vetro negli stampi, ad altissime temperature. Dopo 3-4 ore si porta il vetro a temperatura ambiente. Si aspetta tanto tempo proprio per evitare sbalzi forti che possano danneggiare il vetro. Successivamente il vetro viene tagliato con linee parallele, sulle quali poi disporre le lettere in silicone, tagliate precedentemente a mano. Infine tramite la sabbiatura viene eliminato il vetro superfluo (la parte non protetta dal silicone), per ottenere le lettere in rilievo e l’effetto opaco-lucido, visibile soprattutto nella versione bianca».
Quali sono gli inconvenienti della lavorazione a mano?
«Le aziende di illuminazione devono confrontarsi con la lavorazione artigiana. Con i pro e i contro che ne derivano. I pezzi ottenuti sono unici e diversi tra loro, ma i prezzi sono abbastanza alti. In più non si può produrre serialmente in grandi quantitativi».
Quanti pezzi si realizzano al giorno?
«Di Abc, nella versione 50 centimetri di diametri, massimo 20-30. Degli altri anche una cinquantina».
I prodotti vengono venduti da montare?
«Sì, i pezzi che escono dalle vetrerie, poi vengono controllati in azienda, a Bassano del Grappa, e poi assemblati».
Quindi la vetreria non si trova all’interno dell’azienda?
«No, ma sono dei fornitori esterni, ex-muranesi o provenienti da altri Paesi d’Europa».
Esternalizzare la produzione, cosa comporta?
«Non siamo vincolati dalla produzione veneziana, ancorata al classico. In azienda però avviene l’assemblaggio e il controllo. Per esempio, nella versione a sospensione di Abc, le lampade vengono appese e bilanciate, affinché siano tutte uguali. E delle versioni colorate, come quella nera, si verifica la densità del vetro, quest ultimo che determina il colore, visibile a occhio nudo quando si monta la lampadina»
ABC
Il nome parla da sé: Abc è un lampada caratterizzata dalla texture alfabetica a rilievo, con il carattere Helvetica, che da decoro diventa la parte strutturante. L’idea, del designer milanese Sandro Santantonio, è stata accolta nell’azienda Prandina, realizzando così una una famiglia di lampade (da terra, da tavolo e da sospensione), in tre diversi diametri del diffusore (36, 45 e 54 centimetri) e in tre colori: bianco, trasparente e opaco, e nero. Un omaggio dunque all’anniversario dell’Helvetica, carattere creato da Max Miedinger nel 1957, che nel 2007 ha compiuto cinquanta anni di vicende e fortune alterne, legate fin dal nome alle sorti della tradizione grafica svizzera. Molto popolare negli anni Sessanta e Settanta, questa font bastoni – cioè senza grazie – è stata la base di numerosi marchi (come Nestlé, 3M, Lufthansa, Microsoft). In molti hanno deciso di festeggiarne l’anniversario, tra cui il Museum of Modern Art di New York con una mostra e l’azienda bassanese (appunto Prandina, con sede a Bassano del Grappa), con la lampada Abc. Sul diffusore a trapezio, svasato verso l’alto, in vetro soffiato, corrono su linee perfettamente parallele sequenze di glifi dal kerning ridotto, distribuiti cioè con una spaziatura inferiore a quella che sulla pagina garantirebbe una buona leggibilità. La leggera sovrapposizione crea una catena infinita di lettere minuscole che non producono frasi di senso compiuto: si staccano però per lucentezza dal fondo sabbiato del diffusore, lasciando trasparire la luce e proiettando l’intero alfabeto nello spazio intorno a sé. Una lampada realizzata a mano, secondo un procedimento lento e complesso: in vetreria gli artigiani soffiano il vetro, girandolo continuamente al fuoco, per ottenere una superficie omogenea. Il vetro viene fatto raffreddare, per due o tre ore, per non subire sbalzi termici forti. Successivamente viene tagliato con linee parallele sulle quali vengono applicate le lettere in silicone. Infine, grazie alla sabbiatura, vengono tolti i residui del vetro (le parti non protette dal silicone). Così emergono le lettere in rilievo, lucide rispetto alla base opaca. Un effetto ricercato, che si nota di più nella versione bianca. Infine ogni parte viene controllata in azienda, dove vengono bilanciate le lampade a sospensione e controllati i diffusori colorati e neri, per ottenere modelli pressappoco identici tra loro. Anche se la caratteristica del vetro lavorato a mano è appunto l’impossibilità di realizzare un prodotto identico all’altro. L’imperfezione di un prodotto, a volte, diventa il suo valore aggiunto.
O Porta Pro é um fone de ouvido portátil e versátil que conta com diafragmas especialmente desenvolvidos para minimizar distorções e proporcionar alta fidelidade sonora.
Seu exclusivo sistema de ajuste Comfort Zone™ permite que o usuário possa ter controle total da firmeza das hastes, proporcionando assim diferentes níveis de proximidade do elemento em relação à orelha.
[ KOSS / PORTA PRO /b> | BLOG | Facebook | Twitter | Youtube | Orkut ]
This is a work for college, that consisted of a modelation of an object and the manufacture of the mold in a wood block, in a 3-axis CNC. The modelation is half of an Etek Paintball gun, making the most of the material and space.
The render is a preview of how would the final product look if termoformed in acetate and die-casted in resin.
The table shows the operation steps, time and tools.
The programs that were used are Pro E in the modelation and manufacture modules, Vericut and Blender for the render.
Trabajo para la universidad, que consistía en modelar una pieza y hacerle un molde en un bloque de madera, en un centro de maquinado CNC de 3 ejes. La modelación es la mitad de una pistola de Paintball Etek, aprovechando al máximo el espacio disponible del bloque.
El render es una vista previa de cómo quedaría si se termoformara en acetato y se vaciara en resina.
En la tabla se encuentran los pasos de la operación, tiempos y herramientas.
Los programas usados fueron Pro E en el módulo de modelación, módulo de manufactura, Vericut y Blender para el render.
For more information visit juancdesign87.blogspot.com
IDSPL has grown rapidly to become the leading providers of CAD/CAM/CAE/PDM/KBE/RE solutions to the mechanical industry in India. With a “Customer Centric” focus, IDSPL has always been very attentive to the changing manufacturing landscape and customer feedback to enhance the product portfolio as well as the customer support mechanism to ensure that our customers get nothing but the best.# Flex
# Quick View in Drawings
# Display State
# Instant 3D-Ruler
# Slot Entity
# Sketch Text
# Propagate visual properties
# Vent
# Design Binder
# Add to ordinate
# Caterpillar
With over ten years of experience in serving a wide array of mechanical industries, IDSPL has developed a very strong skill set to cater to a wide variety of technical services requirements at very competitive price.
Hey!
Má nóticia! Estou chegando nas 200 fotos e a ultimas que são as mais bonitas vão começar a sumir :/
Posso dizer que nem liguei pra isso quando criei o flickr, pois eu n pensei que seria capaz de postar mais de 200 fotos. Só que ai eu começei o projeto 365 e queria muito terminar e queria mais ainda que vocês conseguissem vê-lo inteiro, mas infelizmente isso n vai ser possível porque eu teria que comprar o pro e atualmente tô sem grana pra investir no flickr haha :(
ESTOU DE FÉRIAS! Estou nas férias mais entediantes e chatas que eu já tive em todos os meus anos de escola. HDIUSHDHASUI af
Estou pensando sériamente em tirar esse Queen V pois já me irritou;
SÓ.
Xo, Vanessa
Explore « » Mar 31, 2009 #384 - tá bom, está vencendo minha conta PRO e vcs estão bonzinhos comigo!! kkkk
Encontro Parque Cambuí - Campo Largo - Paraná
Cascate di ghiaccio
Gran Paradiso, Noasca (TO)
Olympus E-3, Zuiko 50-200 1:2,8/3,5 Pro
E' vietata ogni riproduzione, copia, alterazione o modifica, anche parziale, senza esplicito consenso scritto dell'autore Aresargo.
Brasília 28/03/2016 - Advogados da OAB e manifestantes pró e contra o governo Dilma entram em conflito na Câmara dos Deputados.
Foto: Lula Marques/Agência PT
Le fasi di lavorazione di Abc
Per conoscere le varie fasi di lavorazione, parliamo con il rappresentante dell’azienda Lamberto Scalabrin.
Come nasce l’idea delle lettere?
«Dal disegno progettuale di Sandro Santantonio di Milano: ha pensato alla texture alfabetica a rilievo, con il carattere Helvetica, di cui nel 2007 è caduto il cinquantenario».
Su che materiale?
«All’inizio si era pensato solo il decoro, ma non al materiale. Con la vetreria con cui collaboriamo abbiamo ottenuto un prodotto finale, lontano dall’idea iniziale, ma migliore. Le lettere sarebbero state incise a rilievo sul diffusore in vetro, con un gioco di opaco-lucido inaspettato».
Qual è la prima tappa nel processo di lavorazione?
«Avviene in vetreria: gli artigiani soffiano il vetro negli stampi, ad altissime temperature. Dopo 3-4 ore si porta il vetro a temperatura ambiente. Si aspetta tanto tempo proprio per evitare sbalzi forti che possano danneggiare il vetro. Successivamente il vetro viene tagliato con linee parallele, sulle quali poi disporre le lettere in silicone, tagliate precedentemente a mano. Infine tramite la sabbiatura viene eliminato il vetro superfluo (la parte non protetta dal silicone), per ottenere le lettere in rilievo e l’effetto opaco-lucido, visibile soprattutto nella versione bianca».
Quali sono gli inconvenienti della lavorazione a mano?
«Le aziende di illuminazione devono confrontarsi con la lavorazione artigiana. Con i pro e i contro che ne derivano. I pezzi ottenuti sono unici e diversi tra loro, ma i prezzi sono abbastanza alti. In più non si può produrre serialmente in grandi quantitativi».
Quanti pezzi si realizzano al giorno?
«Di Abc, nella versione 50 centimetri di diametri, massimo 20-30. Degli altri anche una cinquantina».
I prodotti vengono venduti da montare?
«Sì, i pezzi che escono dalle vetrerie, poi vengono controllati in azienda, a Bassano del Grappa, e poi assemblati».
Quindi la vetreria non si trova all’interno dell’azienda?
«No, ma sono dei fornitori esterni, ex-muranesi o provenienti da altri Paesi d’Europa».
Esternalizzare la produzione, cosa comporta?
«Non siamo vincolati dalla produzione veneziana, ancorata al classico. In azienda però avviene l’assemblaggio e il controllo. Per esempio, nella versione a sospensione di Abc, le lampade vengono appese e bilanciate, affinché siano tutte uguali. E delle versioni colorate, come quella nera, si verifica la densità del vetro, quest ultimo che determina il colore, visibile a occhio nudo quando si monta la lampadina»
ABC
Il nome parla da sé: Abc è un lampada caratterizzata dalla texture alfabetica a rilievo, con il carattere Helvetica, che da decoro diventa la parte strutturante. L’idea, del designer milanese Sandro Santantonio, è stata accolta nell’azienda Prandina, realizzando così una una famiglia di lampade (da terra, da tavolo e da sospensione), in tre diversi diametri del diffusore (36, 45 e 54 centimetri) e in tre colori: bianco, trasparente e opaco, e nero. Un omaggio dunque all’anniversario dell’Helvetica, carattere creato da Max Miedinger nel 1957, che nel 2007 ha compiuto cinquanta anni di vicende e fortune alterne, legate fin dal nome alle sorti della tradizione grafica svizzera. Molto popolare negli anni Sessanta e Settanta, questa font bastoni – cioè senza grazie – è stata la base di numerosi marchi (come Nestlé, 3M, Lufthansa, Microsoft). In molti hanno deciso di festeggiarne l’anniversario, tra cui il Museum of Modern Art di New York con una mostra e l’azienda bassanese (appunto Prandina, con sede a Bassano del Grappa), con la lampada Abc. Sul diffusore a trapezio, svasato verso l’alto, in vetro soffiato, corrono su linee perfettamente parallele sequenze di glifi dal kerning ridotto, distribuiti cioè con una spaziatura inferiore a quella che sulla pagina garantirebbe una buona leggibilità. La leggera sovrapposizione crea una catena infinita di lettere minuscole che non producono frasi di senso compiuto: si staccano però per lucentezza dal fondo sabbiato del diffusore, lasciando trasparire la luce e proiettando l’intero alfabeto nello spazio intorno a sé. Una lampada realizzata a mano, secondo un procedimento lento e complesso: in vetreria gli artigiani soffiano il vetro, girandolo continuamente al fuoco, per ottenere una superficie omogenea. Il vetro viene fatto raffreddare, per due o tre ore, per non subire sbalzi termici forti. Successivamente viene tagliato con linee parallele sulle quali vengono applicate le lettere in silicone. Infine, grazie alla sabbiatura, vengono tolti i residui del vetro (le parti non protette dal silicone). Così emergono le lettere in rilievo, lucide rispetto alla base opaca. Un effetto ricercato, che si nota di più nella versione bianca. Infine ogni parte viene controllata in azienda, dove vengono bilanciate le lampade a sospensione e controllati i diffusori colorati e neri, per ottenere modelli pressappoco identici tra loro. Anche se la caratteristica del vetro lavorato a mano è appunto l’impossibilità di realizzare un prodotto identico all’altro. L’imperfezione di un prodotto, a volte, diventa il suo valore aggiunto.
De este domingo con mi amigo Vicent. Un paraje espectacular MT.
Procesada con Silver Efex Pro e iluminada con flash
Jugándome la cámara a ras del agua...
Mais uma P&B porque ela adora e hoje é o dia dela. Barquinho se soltando porque, enfim, ela sabe porque e isso é o que interessa. Espero que vcs também gostem do presentinho... Happy B-Day, PM, sorte, carinho, saúde & tudo mais pra vc. Seja (muito) feliz, viu? >;o***
B&W Lagoon for PM.
One more B&W because she loves and today is her day. I hope you like her gift, too. Happy B-day, dear friend, luck, tenderness, health and all good things more for you. Be happy, ok?
-----------------------------------------------------------------------
Paulette, vou aproveitar e dedicar esta também a outro aniversariante e xará que nós dois admiramos muito, eu sei... Seu Filiza , happy birthday pra ti também, se ajeite na proa e boa viagem!
ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2022. Prof. Piero Meogrossi, "ARCHAEO_TETTURA per trasformare l’Apocalypsis in atto ed interpretare come Rivelazione partecipata e condivisa la nuova ROMA CAPUT MUNDI (Expo 2030)"; in: Facebook (07/07/2022). Anche: E commenti e informazioni integrative di RARA 2022 / M. G. Conde (07/07/2022). wp.me/pbMWvy-2S4
Foto: Prof. Piero Meogrossi, “ARCHAEO_TETTURA per trasformare l’Apocalypsis in atto ed interpretare come Rivelazione partecipata e condivisa la nuova ROMA CAPUT MUNDI (Expo 2030)”; in: Facebook (07/07/2022).
1). ROMA - ARCHAEO_TETTURA per trasformare l’Apocalypsis in atto ed interpretare come Rivelazione partecipata e condivisa la nuova ROMA CAPUT MUNDI (Expo 2030); in: Prof. Piero Meogrossi; Facebook (07/07/2022).
Attraverso il disegno sacro della “Forma Urbis Romae” infatti si riannodano tra loro i caposaldi topografici strategici cosi’ da poter sostenere interventi minimali concepiti in modalita’ unitariamente intesa grazie la Rivelazione del disegno (“Axis Urbis”, PM 1987-2022). Grazie alla Rivelazione delle forme dell’antico si recuperano le tutele della sicurezza dismessa, si aumentano gli scambi e le mobilita’ permeabili tra il dentro ed il fuori dell’intera area archeologica Romana. Le modellazioni puntuali previste per le aree dei Fori inquadrano metodiche innovative funzionali alle futuribili valorizzazioni archeologiche che debbono continuare ad interessare il Centro cosi’ come le Periferie…. A ripartire dal “Claudianum” del Celio e dal colle Palatino si reimpiantano antiche connessioni e tramite progettazioni fisiche e virtuali si attrezza nella valle del “Coliseum in specie Ovi” il recinto ovale originario dei 240 cippi in pietra . Quel sistema permette di rigenerare i traguardi urbani dispersi e di assicurare funzioni innovative per il controllo digitale del turismo selvaggio, e nel mentre fa riemergere dai Fori il paesaggio archeologico confuso, un disegno da aggiornare e da rendere presto condivisibile se vogliamo far rileggere correttamente a tutti la topografia dei campi Forensi (Prix Piranesi, team Purini-Valle, 2016)
Fonte / source, foto:
Prof. Meogrossi, ARCHAEO_TETTURA / Fb (07/07/2022).
www.facebook.com/piero.meogrossi
_____________
Foto: Foto 1 & 6 & 7; in: ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2022. The Sovrintendenza Capitolina of Rome & the Forum of Caesar Project, 2016-2022. Between Knowledge & Enhancement: the Architectural Surveys & the Archaeological Investigations. (2022): 1-15 (in PDF) by: Martin G. Conde, Independent Researcher – Washington D.C., (July 2022).
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/52198362396
2). ROMA - la Storia moderna dell'archeologia, dell'architettura e dell'urbanistica dei Fori Imperiali e della Via dei Fori - Corrado Ricci (1911) alla Roma, Progetto Foro di Cesare (2022): Una Storia moderna senza documentazione storica (07/2022).
_____
Nota: Per i lettori italiani, poiché molti di voi hanno letto questo, scoprirete che potrebbe non essere la corretta formulazione e scrittura italiana, sono americano e devo usare google traduttore per leggere e scrivere in italiano, mi scuso per eventuali errori con la tua lingua.
‘...[Prof. Eng. & Arch.] Gustavo Giovannoni è ancora un maestro indiscusso! I monumenti, come i siti archeologici, devono essere studiati dal vivo per essere compresi. Ovviamente con la conoscenza dei libri ben presente, perché si vede solo ciò che si conosce: per fare nuove scoperte bisogna sapere cosa si sta cercando!’
Fonte: Arch. Barbara Baldrati, Roma - commento dell'architetto restauratore italiano sul Foro di Cesare nell'ottobre 2021.
_____
Gentile Prof. Meogrossi, grazie per aver condiviso le nuove proposte progettuali per i futuri Fori Imperiali e Via dei Fori nel 2030.
Uno dei problemi di progettazione futura nell'area della Via dei Fori (dalla fine degli anni '90 ad oggi); è che il Comune di Roma non ha mai portato a termine una storia moderna dell'archeologia e dell'urbanistica nell'area Fori, dai tempi di Corrado Ricci (1911) a recentemente Adriano La Regina e l'idea di un Viadotto della Via dei Fori (2017 -18). O adesso il futuro progetto del Foro di Cesare (2016-2022 in poi) e la rimozione del tratto di Via dei Fori che costeggia il Foro; ed ora i futuri lavori nel vicino Forum di Nerva/Pace lungo la Via Cavour (iniziato proprio di recente a luglio 2022).
Nella tua colorata pianta della Via dei Fori; sembra un ponte sospeso sui ruderi della zona Fori? Questo è interessante, ma è già stato proposto da numerosi altri archeologi, architetti del restauro e urbanisti italiani, dal 1911 in poi. Il problema è che la loro non è una registrazione storica completa di questi progetti da allora fino ad oggi? Come può il Comune di Roma programmare futuri lavori nell'area fori se non ha svolto l'opera fondamentale della 1). Indagine indiretta (= ricerca bibliografica, storica, archivistica e documentale) e 2). Rilievo diretto (= piante e disegni generali e fotografie dello stato attuale delle rovine, dei monumenti e degli edifici storici) e 3). Interpretare queste risorse indirette e dirette per future attività di pianificazione nell'area fori?
Come ho accennato alla storia moderna dell'Area Per, dal 1911 ad oggi è un periodo storico senza una storia documentata, per il valore di te, Prof. Meogrossi e dei tuoi compagni lettori qui su facebook, ecco alcuni link (ora accessibili online) di altri studiosi italiani e il problema dei Fori Imperiali e della Via dei Fori in relazione a cosa fare con l'area Fori, a cominciare da Corrado Ricci (1911) e poi nel 1934 e 1936 come ricordato da Guido Calza e altri studiosi italiani (e annotato nel pagina del mio futuro articolo) sul Foro di Cesare (2016-22). Si prega di consultare le seguenti risorse:
--- Carlo Pavolini (2021); in: ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2022. Roma, I Fori Imperiali & Il ‘progetto’ Pantani / Via Alessandrina; in: 1). Carlo Pavolini, "L’ARCHEOLOGIA E L’URBANISTICA A ROMA NEGLI ULTIMI 100 ANNI," pp. 29-52 & 2). Isabella Salvagni, "Il ‘progetto’ Pantani: strategie urbane per il recupero alla città dei Fori Imperiali e Romano. Da Pio IV a Sisto V;" pp. 385-405; in: STORIA DELL’URBANISTICA - A ROMA. IMMAGINI, FIGURE E IDEA DI UNA CITTÀ, n. 13 (2021) [in PDF]. wp.me/pbMWvy-2zq
--- Arch. Barbara Baldrati (2021-22a); in: ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA 2022. Aggiornare: Dott.ssa Arch. Barbara Baldrati, ‘LA CUPOLA DI SAN PIETRO – Il metodo costruttivo e il cantiere.’ Prefazione del prof. Giovanni Carbonara, ROMA : EDIZIONI STUDIUM (2014): 1-320 (Note di sintesi); LA REPUBBLICA (07/03/2020); Corrado Zoli, “Architetto Beltrami – Architetto della Fabbrica di S. Pietro ei Restauri della Cupola di San Pietro” (1928/1932); in: La Rivista “POPOLO D” ITALIA”, No. 6 / Giugno (1932): 47-55. S.v., Richard Krautheimer et al, Corpus basilicarum Christianarum Romae, Vol. I-V. Città del Vaticano: PIAC (1937-1977) (in PDF). wp.me/pbMWvy-2B6
--- Arch. Barbara Baldrati (2021-22b); ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2021. Il Foro di Cesare scavi in corso e nuove pubblicazioni (2021). Foto di Francesco Campanini / Fb (29/09/2021). S.v., Prof. Arch. Wladek Fuchs, JRA (09/2021): 1-41 (abstract/astratto); Dott.ssa Isabella Salvagni, Boll., Di Archeo. XII (1/2021): 99-137 [in PDF]; Mario Torelli, ARG 6 (2004): 63-109 [in PDF] & Dott.ssa Arch. Barbara Baldrati (2002-2004 & 2009). Anche: Giacomo Boni, “La Curia del Senato Romano ed il Forum Iulium.” Nuova Antologia (1917): 151-158 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-1Yf
--- Prof. Adriano La Regina (2022); in: ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2022. Roma, Il Foro della Pace – “Gli scavi iniziati a giugno sono arrivati al livello delle case abbattute nel Trenta – Cantine del ‘600 nascondano ancora I Fori Imperiali.” Fonte: Foto & Video di AP NEWS, USA (17/07/1998); S.v., Dr. Silvana Rizzo, Prof. Adriano La Regina & Dr. Gianni Borgna; in: l’Unita (15 & 17/07/1998): 9 (in PDF). wp.me/pbMWvy-2qs
--- Prof. Adriano La Regina (2021); in: ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2021. Roma, Progetto I Fori Imperiali, 1998-2001. F. Rutelli, E. La Rocca e A. La Regina: Il Viadotto della Via Dell’ Impero, e la ripresa della “Chirurgia Archeologica” di Mussolini e l’attuale balcone di Via dei Fori (dal 1997 in poi) con vista sui ruderi di gli antichi Fori; in: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3 [= Dr. Arch. Elisabetta Pallottino, BullCom., Vol. 116 (2015): 233-248]. S.v., Dr. Luigi Lenzi (1931), Dr. Guido Calza (1934) bis Dr. Antonella Clementoni (2017) & Adriano La Regina (2019). wp.me/pbMWvy-2k8
Nota: in tutto sono citate le seguenti opere (Prof. Adriano La Regina [2021]) =
— Dr. Arch. Guido Fiorini, 1934; in: Dr. Arch. Elisabetta Pallottino, “Isolamenti e invenzione di contesti nell’opera del Governatorato a Roma. Liberazione e restauro della Casa dei Cavalieri di Rodi (1924-1949).” BullCom., Vol. 116 (2015): 233-248.
— Dr. Luigi Lenzi, “The New Rome”, The Town Planning Review, Vol. 14, No. 3 (May, 1931): 162 [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell’ Impero, ora Via dei Fori].
— Dr. Guido Calza, “THE VIA DELL` IMPERO AND THE IMPERIAL FORA,” JRIBA, (24 March 1934): 489 & 503 [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell’ Impero, ora Via dei Fori].
— Prof. Antonio Cederna Archivio (1981/2021) = “Polemiche su via dei Fori – Un Viadotto da Fantascienza.” OCCHIO (03/03/1981): 12 [in PDF]. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell’ Impero, ora Via dei Fori].
— Prof. Antonio Cederna Archvio (1981/2021) = Prof. Antonio M. Colini, “COSI`NACQUE VIA DEI FORI IMPERIALI.” IL TEMPO (30/11/1981) [=PDF] & A. Colini, “UN TERZO INTERVENTO DEL PROF. A. M. COLINI.” IL TEMPO (18|02|1981) [= PDF]. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell’ Impero, ora Via dei Fori].
— Dr. Arch. Costantino Dardi / IUAV (1985/2021), “Ristrutturazione via dei Fori Imperiali / Progetto per la ristrutturazione del margine urbano dell’area dei Fori Imperiali a Roma (1985)”; in: Costantino Dardi et al.,“Semplice lineare complesso”, Milano (1987) | Costantino Dardi, Le trame dello spazio, in “Eupalino”, n. 8, (1987); di IUAV – Universita` IUAV di Venezia / Sistema Bibliotecario E Documentale. IUAV (01/2021). [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell’ Impero, ora Via dei Fori].
— Prof. Arch. L. Benevolo (1988), “FORO DI NERVA. Stamane riprendono gli scavi nel giardino accanto ai Fori Imperiali – Taglio del nastro al cantiere E Benevolo mette insieme i pro e i contro.” IL MESSAGGERO (29/09/1988): 29. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell’ Impero, ora Via dei Fori].
— Prof. Eugenia La Rocca (1999), [= la Via dei Fori e il nuovo Viadotto, 1997-99]; in:
Carlo Aymonino, “Progetto di sistemazione dell’area dei Fori / Project for the ordering of the Forums area.” Zodiac No. 21 (1999): 188-193 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF ; Carlo Aymonino, “Tra scavi, conservazione e completamenti: quali interventi per i Fori Imperiali? / Excavation, conservation, completion: what should be done with the Imperial Forums?” Zodiac No. 19 (1998): 18-23 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF ; Silvana Rizzo, “I Fori Imperiali a Roma: la memoria dell’antico tra guerre, sterri e scavi / The Imperial Forums in Rome: the memory of the ancient, through wars, digs and excavations.” Zodiac No. 19 (1998): 24-39 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF & Silvana Rizzo, “Archeologia dei Fori Imperiali / “Archaeology of the Imperial Fora.” Zodiac No. 17 (1997): 56-69 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF
— Mayor Francesco Rutelli (04/1999); in: “ROME – ARTS ABROAD – From Fascist Avenue to a Balcony on Ancient Rome [the Imperial Fora excavations]. The New York Times (22 April 1999): E22. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell’ Impero, ora Via dei Fori].
— Prof. Adriano La Regina (07/1999); in: ROMA – RIVIVE L’ URBE ANTICA “ANCHE GRAZIE AL DUCE.” Gli espropri già` realizzati da Mussolini costerebbe centinaia di miliardi. Corriere Della Sera (29|07|1999), p. 27. [Nota: Italiano / English].
— Prof. Paulette Singley, “Fascism Under Erasure – A Proposal for Via dei Fori Imperiali,” LOG No. 8, (2006): 143-151 [in PDF].
— Dr. Arch. Guido Fiorini, “Chirurgia Archeologica” (1934/2009); [Roma – Via dell’ Impero / Fori Imperiali 1930-39]; in: Carla Martini ha seguito l’Odissea dei 500 contenitori che da 70 anni girano per Roma. Il problema: trovare una sede stabile a questi tesori Parla la ‘Indiana Jones delle casse’ “Ciascuna contiene un’emozione.” La Repubblica (05/08/2009).
— Prof. Adriano La Regina (03/2015); in: ROMA – “Chiudere via dei Fori e costruire un viadotto sull’area archeologica”. [Adriano] La Regina: “soluzione appoggiata dalla commissione”. LUMSA NEWS Online (09/03/2015) & La Repubblica (14/06/2019). [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell’ Impero, ora Via dei Fori].
— Antonella Clementoni, “Gli architetti e l’archeologia: Roma 1922-1938 [= Corrado Ricci, Alfonso Bartoli, Antonio Munoz e Gustavo Giovannoni].” Dottorato di ricerca, Dipartimento di Filosofia e Beni Culturali. Università Ca’ Foscari Venezia (2017): 1-276 [in PDF].
— Andrew John Manson, Rationalism and Ruins in Roma Mussoliniana: The 1934 Palazzo del Littorio Competition. Thesis, Ph.D., Columbia University (2015): 1-152 [PDF].
--- Maria Luisa Gottari (2016); in: ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA: Maria Luisa Gottari, Prende il via il bando-concorso ‘Via dei Fori Imperiali’ a Roma Problemi archeologici con il fascio delle infrastrutture viarie e di trasporto, EDILIA2000 (08|03|2016). Foto: I Fori Imperiali & Via Dell’ Impero (G. Calza [1934] & L. Lenzi [1931]). wp.me/pPRv6-3xy
Brasília 28/03/2016 - Advogados da OAB e manifestantes pró e contra o governo Dilma entram em conflito na Câmara dos Deputados.
Foto: Lula Marques/Agência PT
Brasília 28/03/2016 - Advogados da OAB e manifestantes pró e contra o governo Dilma entram em conflito na Câmara dos Deputados.
Foto: Lula Marques/Agência PT
Brasília 28/03/2016 - Advogados da OAB e manifestantes pró e contra o governo Dilma entram em conflito na Câmara dos Deputados.
Foto: Lula Marques/Agência PT
Le fasi di lavorazione di Abc
Per conoscere le varie fasi di lavorazione, parliamo con il rappresentante dell’azienda Lamberto Scalabrin.
Come nasce l’idea delle lettere?
«Dal disegno progettuale di Sandro Santantonio di Milano: ha pensato alla texture alfabetica a rilievo, con il carattere Helvetica, di cui nel 2007 è caduto il cinquantenario».
Su che materiale?
«All’inizio si era pensato solo il decoro, ma non al materiale. Con la vetreria con cui collaboriamo abbiamo ottenuto un prodotto finale, lontano dall’idea iniziale, ma migliore. Le lettere sarebbero state incise a rilievo sul diffusore in vetro, con un gioco di opaco-lucido inaspettato».
Qual è la prima tappa nel processo di lavorazione?
«Avviene in vetreria: gli artigiani soffiano il vetro negli stampi, ad altissime temperature. Dopo 3-4 ore si porta il vetro a temperatura ambiente. Si aspetta tanto tempo proprio per evitare sbalzi forti che possano danneggiare il vetro. Successivamente il vetro viene tagliato con linee parallele, sulle quali poi disporre le lettere in silicone, tagliate precedentemente a mano. Infine tramite la sabbiatura viene eliminato il vetro superfluo (la parte non protetta dal silicone), per ottenere le lettere in rilievo e l’effetto opaco-lucido, visibile soprattutto nella versione bianca».
Quali sono gli inconvenienti della lavorazione a mano?
«Le aziende di illuminazione devono confrontarsi con la lavorazione artigiana. Con i pro e i contro che ne derivano. I pezzi ottenuti sono unici e diversi tra loro, ma i prezzi sono abbastanza alti. In più non si può produrre serialmente in grandi quantitativi».
Quanti pezzi si realizzano al giorno?
«Di Abc, nella versione 50 centimetri di diametri, massimo 20-30. Degli altri anche una cinquantina».
I prodotti vengono venduti da montare?
«Sì, i pezzi che escono dalle vetrerie, poi vengono controllati in azienda, a Bassano del Grappa, e poi assemblati».
Quindi la vetreria non si trova all’interno dell’azienda?
«No, ma sono dei fornitori esterni, ex-muranesi o provenienti da altri Paesi d’Europa».
Esternalizzare la produzione, cosa comporta?
«Non siamo vincolati dalla produzione veneziana, ancorata al classico. In azienda però avviene l’assemblaggio e il controllo. Per esempio, nella versione a sospensione di Abc, le lampade vengono appese e bilanciate, affinché siano tutte uguali. E delle versioni colorate, come quella nera, si verifica la densità del vetro, quest ultimo che determina il colore, visibile a occhio nudo quando si monta la lampadina»
ABC
Il nome parla da sé: Abc è un lampada caratterizzata dalla texture alfabetica a rilievo, con il carattere Helvetica, che da decoro diventa la parte strutturante. L’idea, del designer milanese Sandro Santantonio, è stata accolta nell’azienda Prandina, realizzando così una una famiglia di lampade (da terra, da tavolo e da sospensione), in tre diversi diametri del diffusore (36, 45 e 54 centimetri) e in tre colori: bianco, trasparente e opaco, e nero. Un omaggio dunque all’anniversario dell’Helvetica, carattere creato da Max Miedinger nel 1957, che nel 2007 ha compiuto cinquanta anni di vicende e fortune alterne, legate fin dal nome alle sorti della tradizione grafica svizzera. Molto popolare negli anni Sessanta e Settanta, questa font bastoni – cioè senza grazie – è stata la base di numerosi marchi (come Nestlé, 3M, Lufthansa, Microsoft). In molti hanno deciso di festeggiarne l’anniversario, tra cui il Museum of Modern Art di New York con una mostra e l’azienda bassanese (appunto Prandina, con sede a Bassano del Grappa), con la lampada Abc. Sul diffusore a trapezio, svasato verso l’alto, in vetro soffiato, corrono su linee perfettamente parallele sequenze di glifi dal kerning ridotto, distribuiti cioè con una spaziatura inferiore a quella che sulla pagina garantirebbe una buona leggibilità. La leggera sovrapposizione crea una catena infinita di lettere minuscole che non producono frasi di senso compiuto: si staccano però per lucentezza dal fondo sabbiato del diffusore, lasciando trasparire la luce e proiettando l’intero alfabeto nello spazio intorno a sé. Una lampada realizzata a mano, secondo un procedimento lento e complesso: in vetreria gli artigiani soffiano il vetro, girandolo continuamente al fuoco, per ottenere una superficie omogenea. Il vetro viene fatto raffreddare, per due o tre ore, per non subire sbalzi termici forti. Successivamente viene tagliato con linee parallele sulle quali vengono applicate le lettere in silicone. Infine, grazie alla sabbiatura, vengono tolti i residui del vetro (le parti non protette dal silicone). Così emergono le lettere in rilievo, lucide rispetto alla base opaca. Un effetto ricercato, che si nota di più nella versione bianca. Infine ogni parte viene controllata in azienda, dove vengono bilanciate le lampade a sospensione e controllati i diffusori colorati e neri, per ottenere modelli pressappoco identici tra loro. Anche se la caratteristica del vetro lavorato a mano è appunto l’impossibilità di realizzare un prodotto identico all’altro. L’imperfezione di un prodotto, a volte, diventa il suo valore aggiunto.
Giovedì 18 Luglio
Start 21:30
Odeeno " Paintsens" release party
Pompei Lab
W / GUEST :
Dirton / Iken / Ed Mud
Martinelli Vincenzo a.k.a Odeeno nasce a Napoli il 5 luglio del 1991, ha inziato ad avvicinarsi alla cultura hiphop nel 2003. Iniziando appassionarsi alla break dance da autodidatta e particandola con vari amici.
Dal 2005 in poi ha cominciato ad interessarsi anche all'arte del writing facendosi conoscere sotto il nome di WEGO come prima "tag" insieme a Carm e a Muny amici di crew.
Nel 2007 formarono una crew e Carm e Muny iniziarono a percorrere la via del mc'ing mentre Odeeno iniziò ad appassionarsi al beatmaking.
I primi strumenti usati per comprorre i primi beat sono stati vari software tra cui Reason e FruityLoops con la produzione inizialmente di beat strutturati in maniera semplice usando samples a loop e batterie campionate. Iniziò poi ad effettuare varie ricerche di suono piano piano attraverso l'ascolto di vari musicisti soul, funk, reggae e blues e ascoltando vari beatmaker e capire come dare un tema e essere riconosciuto nei suoi beat.
Iniziando a lavorare incomincio ad acquistare vari controller siccome l'attitudine del suono è totalemente digitale. Il primo strumento acquistato e' stato un AKAI MPD 32 accompagnato da una scheda audio ( M-audio fast track pro) e altri controller, campionando da cassette e dischi.
I beatmaker che più l'hanno influenzato sono stati: Jay Dilla, Madlib, Pete Rock, Dj Premier.
Biografia
www.youtube.com/user/odinoenzo
www.facebook.com/Odeenobeatmaker?fref=ts
#PompeiLab
Via Astolelle 112 (Area Ex Depuratore) - Pompei (NA)
Ieri, passeggiata sulla pista ciclabile.
Sento l'arrivo della serena stagione. Non è ora, ma la vedo.
Da oggi, e fino a quando non passerò da pensieri teorici ai fatti, allegherò ad ogni mia foto questo pezzo sulla forza d'animo.
La Forza d’Animo
Oggi si chiama “resilienza”, una volta la si chiamava “forza d’animo”, Platone la nominava “thymoeidés” e indicava la sua sede nel Cuore. Il Cuore è l’espressione metaforica del “sen-timento”, una parola dove ancora risuona la platonica thymoeidés.
Il sentimento non è languore, non è malcelata malinconia, non è struggimento dell’anima, non è sconsolato abbandono. Il sentimento è forza. Quella forza che riconosciamo al fondo di ogni decisione quando, dopo aver analizzato tutti i pro e i contro che le argomentazioni razionali dispiegano, si decide, perché in una scelta piuttosto che in un’altra ci si sente a casa. E guai ad imboccare, per convenienza o debolezza, una scelta che non è la nostra, guai a essere stranieri della propria Vita.
La Forza d’Animo, che poi è la forza del sentimento, ci difende da questa estraneità, ci fa sentire a casa, presso di noi. Qui è la salute. Una sorta di coincidenza di noi con noi stessi, che ci evita tutti quegli “altrove” della Vita che non ci appartengono e che spesso imbocchiamo perché altri, da cui pensiamo dipenda la nostra Vita, semplicemente ce lo chiedono, e noi non sappiamo dire di no.
Il bisogno di essere accettati e il desiderio di essere amati ci fanno percorrere strade che il nostro sentimento ci fa avvertire come non nostre e così l’animo si indebolisce e si ripiega su se stesso nell’inutile fatica di compiacere agli altri. Alla fine l’anima si ammala, perché la malattia, lo sappiamo tutti, è una metafora, la metafora della devianza dal sentiero della nostra Vita.
Bisogna educare i giovani ad essere se stessi, assolutamente se stessi. Questa è la Forza d’Animo. Ma per essere se stessi occorre accogliere a braccia aperte la propria ombra. Che è ciò che rifiutiamo di noi. Quella parte oscura che, quando qualcuno la sfiora, ci fa sentire “punti nel vivo”. Perché l’ombra è Viva e vuole essere accolta. Anche un quadro senza ombre non ci concede le sue figure. Accolta, l’ombra cede la sua forza. Cessa la guerra tra noi e noi stessi e perciò siamo in grado di dire: “ebbene sì, sono anche questo!”. Ed è la pace così raggiunta a darci la forza d’animo e la capacità di guardare in faccia il dolore senza illusorie vie di fuga.
“Tutto quello che non mi fa morire, mi rende più forte”, scrive Nietzsché. Ma allora bisogna attraversare e non evitare le terre seminate di dolore. Quello proprio, quello altrui. Perché il dolore appartiene alla Vita allo stesso titolo della Felicità. Non il dolore come caparra della Vita eterna, ma il dolore come inevitabile contrappunto della Vita, come fatica del quotidiano, come oscurità dello sguardo che non vede via d’uscita. Eppure la cerca, perché sa che il buio della notte non è l’unico colore del cielo.
Di Forza d’Animo hanno bisogno i giovani soprattutto oggi perché non sono più sostenuti da una tradizione, perché si sono rotte le tavole dove erano incise le leggi della morale, perché si è smarrito il senso dell’esistenza e incerta s’è fatta la sua direzione. La storia non racconta più la vita dei loro padri, e la parola che i padri rivolgono ai figli è insicura e incerta. I loro sguardi si incontrano, ma spesso solo per evitarsi.
Eppure i giovani, anche se mai lo confesseranno, attendono qualcosa o qualcuno che li traghetti, perché il mare che attraversano è minaccioso, anche quando il suo aspetto è trasognato. Il rischio che corrono, quando evitano le soluzioni estreme, è quello di passare il tempo della loro Vita, senza sentimento, senza nobiltà, confusi tra i piccoli uomini a cui basta, secondo Nietzsché, “una vogliuzza per il giorno, una vogliuzza per la notte, fermo restando la salute”. E così perdono il contatto con se stessi nel rumore del mondo.
Passioncelle generiche sfiorano le loro anime assopite, ma non le risvegliano. Non hanno forza. Sono state acquietate da quell’ideale di Vita che viene spacciato per equilibrio, buona educazione. E invece è sonno, conformismo, dimenticanza di sé. Nulla del coraggio del navigante che, come vuole la metafora di Nietzsché, “lasciata la terra che era solo di protezione, non si lascia prendere dalla nostalgia, ma incoraggia il suo Cuore”. Il Cuore non come languido contraltare della ragione, ma come sua forza, sua animazione, affinché le idee, ben animate dalle passioni, divengano attive e facciano Storia. Una Storia più soddisfacente.
Umberto Galimberti
(da: Il Nichilismo e i giovani)
Pompei Lab apre i cancelli della stagione musicale estiva "Summer 2017"
www.facebook.com/events/227990667693754/
9 Giugno:
Brianoize + Odeeno
Brianoize:
Quello che non si può spiegare a parole lo suona un sintetizzatore analogico quando c'è qualcosa da dire. Bruno è Brianoize e compone musica da una piccola città piena di sabbia, mare e vecchie debolezze nella provincia di Napoli. Tutte le sue produzioni girano intorno agli eventi, sono immagini che prendono vita sugli strumenti. nell'aprile del 2015 conseguirà una laurea al corso di 'Musica Elettronica' al conservatorio di Avellino continuando tutt'oggi a dedicarsi allo studio di questa disciplina quotidianamente. nel 2014 pubblica 'You are Blue', il suo primo album dove il suono è fotografia ed espressione, come in ogni suo disco che nasce sfruttando i vecchi registratori a nastro, le macchine analogiche e 16 pad per raccontare una storia. Nei primi mesi del 2016 entra ufficialmente a far parte del Roster dell'etichetta Bolognese Panorama Musique Records che pubblica il suo nuovo album 'GIRL' il 24 di Febbraio.
BRIANOIZE - GIRL
(24.02.2016 - Panorama Musique Records)
'Girl' non è un disco d'amore. 'Girl' è il disco per ricordarmi di lei, sono un insieme di fotogrammi che scorrono velocissimi e lentissimi, sono 8 episodi che descrivono paesaggi e situazioni, luoghi, discorsi e persone. è una storia lunghissima, un allucinazione vivida di un passato trascorso, un libro audio di ricordi. Niente è lasciato al caso, tutti i suoni sono lì perché fanno parte di un discorso, come anche le registrazioni e i frammenti vocali che sono parte integrante della storia e la raccontano.
Artwork: Handmade collage by Brianoize
Graphics & CD print: Brianoize
La Release in formato CD include una stampa Poster, 2 adesivi, Compact disc in case rigido e una Bonus Track.
Ristampa su cartoncino digipack e busta Panorama Musique Serigrafata + PMSQ Lighter + Stickers disponibile da Settembre 2016
l'album è disponibile in DIGITAL DOWNLOAD e in Realease CD all’indirizzo bandcamp di Panorama Musique Records:
panoramamusique.bandcamp.com/album/girl
e in streaming completo sul Soundcloud di Panorama Musique Records:
soundcloud.com/panoramamusiquerecs/sets/brianoize-girl-pm...
LINK
FACEBOOK:
facebook.com/brianoizeofficial
BANDCAMP:
brianoize.bandcamp.com
SOUNDCLOUD:
soundcloud.com/brianoize
===================================
Odeeno:
Vincenzo Martinelli a.k.a Odeeno nasce a Napoli il 5 luglio del 1991, ha inziato ad avvicinarsi alla cultura hiphop nel 2003. Iniziando appassionarsi alla break dance da autodidatta e particandola con vari amici.
Dal 2005 in poi ha cominciato ad interessarsi anche all'arte del writing facendosi conoscere sotto il nome di WEGO come prima "tag" insieme a Carm e a Muny amici di crew.
Nel 2007 formarono una crew e Carm e Muny iniziarono a percorrere la via del mc'ing mentre Odeeno iniziò ad appassionarsi al beatmaking.
I primi strumenti usati per comprorre i primi beat sono stati vari software tra cui Reason e FruityLoops con la produzione inizialmente di beat strutturati in maniera semplice usando samples a loop e batterie campionate. Iniziò poi ad effettuare varie ricerche di suono piano piano attraverso l'ascolto di vari musicisti soul, funk, reggae e blues e ascoltando vari beatmaker e capire come dare un tema e essere riconosciuto nei suoi beat.
Iniziando a lavorare incomincio ad acquistare vari controller siccome l'attitudine del suono è totalemente digitale. Il primo strumento acquistato e' stato un AKAI MPD 32 accompagnato da una scheda audio ( M-audio fast track pro) e altri controller, campionando da cassette e dischi.
I beatmaker che più l'hanno influenzato sono stati: Jay Dilla, Madlib, Pete Rock, Dj Premier.
LINK
FACEBOOK:
www.facebook.com/pg/Odeenobeatmaker
BANDCAMP:
SOUNDCLOUD:
TUMBLR:
START: 21:30