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M.ZUIKO DIGITAL ED 12-40mm F2.8 Pro + E-M10

Hinter dem Lämmchen, Neue Altstadt am Domhügel, Frankfurt am Main

.......nel senso che a fine mese cambio casa e questa vista me la devo scordare !!

Ma ci sono i pro........casetta indipendente e per di più carissimi amici vicini di casa :-)))

 

Scusate per la prolungata assenza ma sono incasinatissimo e già in fase di "inscatolamento" :)

 

Grazie Valerio

part of the review @phillipreeve.net

construção de um moliceiro (11)

  

25 de agosto

 

os trabalhos têm continuado a bom ritmo, apesar da chuva de ontem.

 

neste registo pode ver-se o mestre zé rito a cortar a última tábua do leme, o pintor josé oliveira - zé manel, na beira ria - a pintar a bordadura do painel da ré e o pai, necas lamarão, a pintar a antepara da proa e o vertente.

 

o interesse deste registo reside no facto todos eles estão de costas, sendo assim os intervenientes identificados nominalmente aqui, mas representando toda uma tradição de construção naval artesanal de moliceiros.

 

repare-se que no bordo de estibordo já estão colocados os pés das falcas, a que se seguirá a fixação das mesmas.

 

as falcas de estibordo estão quase prontas.

 

(torreira; 25 de agosto de 2016)

 

ahcravo.com/2016/08/25/construcao-de-um-moliceiro-11/

Petroleiro ‘Jacob Mærsk (III)’ e seu fim trágico a 29/01/1975 (faz hoje 41 anos) ao largo da praia de Matosinhos (praia Moderna, em frente ao atual bar ‘Lais de Guia’), junto à entrada do porto de Leixões – ATUALIZADO

Características do navio:

navio-tanque petroleiro com uma capacidade para 84 000 toneladas, 261,81 m de compri-mento, 37,1 m de boca e 17,5 m de calado, deslocava 48 252 toneladas brutas (31 284 tone-ladas líquidas) ostentando bandeira / pavilhão dinamarquês;

foi construído no estaleiro ‘Odense Staalskibsværft’, um estaleiro dinamarquês localizado desde 1919 no município de Odense do condado de Fiónia e pertencente ao grupo empre-sarial ‘A. P. Møller - Mærsk Gruppen’, tendo sido entregue em maio de 1966 à empresa sua proprietária (a companhia dinamarquesa de navegação marítima ‘Maerskline Navigation Company’ que foi constituída em 1904 e também pertence ao mesmo grupo empresarial).

Fim trágico do navio –

A 29/01/1975, o petroleiro dinamarquês ‘Jacob Mærsk (III)’ chegou de manhã à entrada do porto de Leixões com 17 tripulantes e a esposa do Comandante, contratado pelo armador ‘Shell Oil Company’ e carregado com 80 mil toneladas de Crude proveniente de Kharg Is-land no Irão via Golfo Pérsico e Mar Mediterrâneo, com destino à refinaria petrolífera de Le-ça da Palmeira, a então 'Sociedade Anónima de Combustíveis e Óleos Refinados, SARL' (SACOR) que tinha sido inaugurada em 1970:

ao contrário do que vi na Internet nos mais de 10 sítios que consultei, e acreditando nas pa-lavras da minha mãe quando cheguei a casa para almoçar por volta das 12:40 vindo do Li-ceu Nacional de Matosinhos, eram 11:00 ou 11:30 quando a minha mãe chegou das com-pras e ela ficou admirada de ver o petroleiro no exato local onde explodiu ‘tão perto da praia’ (ela nunca tinha visto nenhum naquele local, tal como eu quando cheguei a casa e comen-tei com ela a minha admiração pelo mesmo que vi das janelas da nossa sala de jantar);

nas manobras de atracagem ao posto A do Terminal de Petroleiros do Molhe Norte do porto de Leixões durante a manhã, um erro humano terá levado o navio a aproximar-se da zona onde se encontra o rochedo submerso ‘Esfarrapada’, bem como os destroços do vapor Gre-go ‘Virginia’ (com 100 m de comprimento e 2350 toneladas brutas) que ali afundou a 24/11/1928 (o vapor sofreu uma colisão quando em viagem ao largo da costa, e na eminên-cia de afundamento, foi abandonado pela tripulação que terá sido possivelmente recolhida por outro vapor e então várias traineiras de Matosinhos rebocaram-no para ele entrar no por-to de Leixões, o que não foi autorizado pela APDL, e então essas traineiras tentaram levá-lo para local não prejudicial à navegação ou vará-lo na praia de Matosinhos a fim de o consi-derar ‘Salvado de mar’, mas ele acabou por se afundar ao embater na ‘Esfarrapada’ – em junho de 1929, o NRP ‘PATRÃO LOPES’ foi trabalhar no local onde jazia o casco do vapor grego ‘Virginia’ que, encontrado abandonado ao largo da costa, foi trazido por várias trainei-ras a 24/11/1928 acabando por submergir próximo do 'Castelo do Queijo');

embatendo na ‘Esfarrapada’, nos destroços do ‘Virginia’ ou num banco de areia por volta das 11 ou onze e meia da manhã, começou a entrar água nos tanques que começaram a expulsar, a partir do tanque de ventilação, crude para o ventilador da casa das máquinas;

os vapores que foram entrando na casa das máquinas acabaram por originar uma 1.ª ex-plosão da qual vi pela minha janela apenas fumo branco a sair do navio e, daí a uns minu-tos, 2 ou 3 fortíssimas explosões (que foram audíveis em toda a vila de Matosinhos e fize-ram estremecer a minha casa, a 50 m, quando eu ia começar a comer uma maçã de sobre-mesa) iniciaram entre as 12:55 e as 13:05 o incêndio que se propagou de imediato às 80 mil toneladas de crude nos vários tanques de carga, tendo eu deixado a maçã em cima da me-sa e corrido escadas abaixo (vivia no 3.º andar do prédio ainda existente na esquina da R. Roberto Ivens com a Av. Menéres) em direção à praia Moderna aonde cheguei a tempo de ainda ver o crude em chamas a chegar a arder junto à areia e pelo menos 2 tripulantes a saltarem para o mar naquele dia de sol, mas frio e sem vento, tendo de repente ficado bem quente na praia junto à beira-mar onde as ondas rebentavam com para aí meio metro de al-tura estando a maré, penso eu, a subir (é que essas explosões ‘partiram’ / ‘romperam’ todos os tanques e reservatórios do petroleiro que ficou ‘rompido’ e a derramar para o mar crude que ficou espalhado a arder por uma grande extensão de mar até à costa junto às praias);

o rebocador ‘Monte da Luz’ da APDL (Administração dos Portos do Douro e Leixões) apro-ximou-se corajosamente do petroleiro em chamas, tendo conseguindo salvar os 2 pilotos da barra e 11 tripulantes que se atiraram para a água devido ao navio ter começado a fundar-se lentamente (dos 17 tripulantes e a mulher do Comandante, os 6 que estavam na casa das máquinas tiveram morte imediata, a maioria deles engenheiros de máquinas, e os seus corpos nunca chegaram a ser resgatados do mar, 1 morreu afogado e os restantes 11 foram salvos tendo havido 7 feridos, 4 deles gravemente queimados);

de imediato, foram feitos voos de reconhecimento sobre o local do acidente por helicópteros ALIII modelo SE-360 (Os SE-3160 Alouette III ou ALIII foram adquiridos pela Força Aérea Portuguesa a partir de abril de 1963 como complemento aos poucos aparelhos Alouette II já em serviço, para atuarem nas operações militares a decorrer em Angola, Guiné Portuguesa e Moçambique.) da Força Aérea Portuguesa, de fabrico francês, mas as chamas que dura-ram dias não permitiam qualquer tipo de ação de recolha do crude que estava no mar, pelo que a contenção do derramamento de crude começou com a colocação de uma barra flutu-ante na entrada do porto de Leixões e de uma barreira de palha ao redor do naufrágio para conter o derramamento de uma forma breve enquanto os rebocadores da APDL e outros barcos da Marinha espalhavam dispersantes, como resultado da pronta e rápida colabora-ção entre o Ministro das Pescas, a Marinha, o Exército, o armador do navio e parte da popu-lação local (o que permitiu que a poluição não atingisse níveis ainda mais graves) tendo as 10 Corporações de Bombeiros Voluntários que acorreram ao local se sentido impotentes pa-ra combater o incêndio, dada a sua dimensão;

seguiram-se nessa tarde outras explosões no convés e na casa das máquinas, a ponto de o navio ter primeiro ficado partido em 2 (popa / zona central e proa) e, mais tarde, em 3 (popa e zona central que se afundaram no fundo de areia entre os 12 e os 15 metros de profundi-dade tendo a popa do navio sido mais tarde parcialmente removida para não haver perigo de colisão com outras embarcações, e a 3.ª parte foi a proa do navio que ficou a flutuar e se foi deslocando lentamente para sul por força das correntes até encalhar algumas semanas depois nas rochas em frente ao Forte de S. Francisco Xavier (‘Castelo do Queijo’) tendo aí permanecido como um triste memorial de uma das mais horríveis tragédias ocorridas no Grande Porto e também como um verdadeiro ícone involuntário e temporário de atração tu-rística durante 20 anos, até 1995 (por volta deste ano, o que restava da proa foi desmantela-do e retirado);

durante as 58 horas (2 dias e 10 h) que o incêndio durou no navio e na sua área envolven-te, estimou-se que entre 40 e 50 000 toneladas de crude arderam no mar, entre 15 e 25 000 toneladas ficaram à deriva no mar e cerca de 15 000 toneladas deram à costa poluindo as praias num comprimento de 50 km com graves danos ecológicos e na poluição ambiental local e regional, as chamas chegaram atingir os 100 m de altura e a nuvem de fumo espes-so e preto criada foi visível de Aveiro a Viana do Castelo porque o seu cone de fumo che-gou a atingir os 750 m (proporcionando uma cena dantesca a todos os que assistiram à sua longa agonia ao largo da praia de Matosinhos e arredores), dezenas de moradores na zona mais próxima do acidente tiveram que ser internados com problemas respiratórios devido aos fumos tóxicos, o ar tornou-se quase irrespirável em Matosinhos sendo necessário man-ter portas e janelas fechadas, muitos estabelecimentos comerciais de Matosinhos foram obrigados a fechar e chegou a aventar-se a hipótese de dezenas de milhares de pessoas terem de ser evacuadas da vila pelo perigo de exposição aos gases tóxicos e dificuldades respiratórias.

Consequências deste trágico acidente que, até 1996, esteve classificado em 12.º lugar na lista dos maiores derramamentos de crude a nível mundial:

o custo da catástrofe foi estimado pela OCDE (Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento) em 2,8 milhões de dólares;

as praias mais afetadas foram as da orla imediatamente adjacente à destruição, em Matosi-nhos, mas também em Nevogilde e Foz do Douro, onde a limpeza começou com a remoção da camada superior da areia e com a aplicação de dispersantes;

embora os destroços do ‘Virginia’ estejam fora do canal de navegação, tal como os do ‘Ja-cob Mærsk (III)’, eles continuam a causar perigo para a navegação que se aproxime muito da costa, mais ou menos perigo conforme a altura das águas;

uma âncora do ‘Jacob Mærsk (III)’ foi recuperada dos destroços e ficou guardada num dos armazéns da APDL em S. Gens, até que foi aproveitada para ser exposta como uma evoca-ção do trágico acidente junto da Marina de Leça da Palmeira (suportada por um cubo onde está afixada uma placa com algumas das características do petroleiro escritas em português e em inglês);

para quem quiser reviver o passado, poderá agora visitar os poucos restos do ‘Jacob Mærsk (III)’ no fundo do mar seguindo os dados seguintes para o mergulho subaquático -

Tipo de mergulho: Naufrágio; Experiência: CMAS; Vida marinha: Pouca; Profundidade mé-dia: 12m; Profundidade máxima: 15m; Corrente: Inferior 2 nós; Visibilidade: Inferior a 5 m; Perigos: Tráfego de barcos e redes; Coordenadas GPS: Latitude 41° 10.178' N / Longitude 8° 42.066' W.

Canon 450D, Sigma 24-70mm f/2.8 EX DG HSM, Posa B f/2.8, ISO 800, treppiede.

 

Inseguitore iOptron Star Tracker - Data: 4 Luglio 2013 - Ora: 23:16 - Loc. San Bernardo d'Armo (IM) 1.050 slm 44°09'58.99"N-07°88'40.78"E - Fusione di 4 frames da 90" post produzione con Canon Camera Raw, Photoshop CS6, Star Spike Pro e Photoshop Lightroom 4.3

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Was wertvoll ist darf einem auch etwas wert sein

 

Heutzutage wird jedem Unternehmer oder Handwerker das Recht zugestanden für eine gute Leistung und seine Ware entsprechend bezahlt zu werden.

Leider sind es oft einzig die Fotografen, von denen erwartet wird, ihre Werke kostenlos und ohne Wertschätzung nutzen zu können.

 

Manche "Interessenten" von guten Bildern fragen erst gar nicht nach Gratisbildern oder einer Nutzungsvereinbarung. Stattdessen nutzen sie Bildermaterial laufend widerrechtlich entgegen dem Urheberrechtsgesetz. Dies sind jedoch keine Kavaliersdelikte. „Copyright-Hinweise“ sollten daher beachtet werden.

 

Ein Bedarf an guten Aufnahmen besteht sowohl bei Organisationen und Unternehmen, die fremdes Bildmaterial für gewerbliche Zwecke nutzen wollen und meist über nicht unbeträchtliche liquide Mittel verfügen, als auch von Privatpersonen.

 

Ein Grund, welcher bei Gratis-Fotowünschen meist angegeben wird, ist ein angeblich fehlendes oder knappes Budget. Eine solche Begründung ist schwer nachvollziehbar.

Projekte, bei denen einzelne Posten in der Budgetierung nicht berücksichtigt werden und Nutzer, denen gute Bilder nichts wert sind, erwägen eher einen unseriösen Eindruck.

 

Wertschätzung

 

Bei angeblich "knappen Mitteln" wird anstelle einer zustehenden Honorarzahlung zumindest eine „freiwillige Anerkennung“ als Art Mindestwertschätzung und Ersatz für eine tatsächliche Aufwandsentschädigung erwartet. Diese kann allerdings keine wirtschaftliche Gegenleistung sein, womit mein tatsächlicher Aufwand oder gar mein Fotoequipment finanziert werden kann.

 

Ein großes digitales Archiv stellt einen wichtigen Teil meines fotografischen Schaffens dar. Eine umfangreiche Archivrecherche erfordert einen zeitlichen und finanziellen Aufwand. Jedes gute Archiv muss permanent gewartet werden, die Bilder müssen im Bedarfsfall mit hochwertigen Programmen nachbearbeitet, herausgesucht und danach verschickt werden.

 

Bildinteressenten werden durch die gute Qualität der Bilder und nicht aufgrund kostenloser Zurverfügungstellung auf den Fotografen aufmerksam.

 

Durch die Bezahlung eines fairen Nutzungshonorars oder den Kauf von Bildern sind eine echte Wertschätzung und auch die Voraussetzungen für eine vertrauensvolle Zusammenarbeit gegeben.

 

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Petroleiro ‘Jacob Mærsk (III)’ e seu fim trágico a 29/01/1975 (faz hoje 41 anos) ao largo da praia de Matosinhos (praia Moderna, em frente ao atual bar ‘Lais de Guia’), junto à entrada do porto de Leixões – ATUALIZADO

Características do navio:

navio-tanque petroleiro com uma capacidade para 84 000 toneladas, 261,81 m de compri-mento, 37,1 m de boca e 17,5 m de calado, deslocava 48 252 toneladas brutas (31 284 tone-ladas líquidas) ostentando bandeira / pavilhão dinamarquês;

foi construído no estaleiro ‘Odense Staalskibsværft’, um estaleiro dinamarquês localizado desde 1919 no município de Odense do condado de Fiónia e pertencente ao grupo empre-sarial ‘A. P. Møller - Mærsk Gruppen’, tendo sido entregue em maio de 1966 à empresa sua proprietária (a companhia dinamarquesa de navegação marítima ‘Maerskline Navigation Company’ que foi constituída em 1904 e também pertence ao mesmo grupo empresarial).

Fim trágico do navio –

A 29/01/1975, o petroleiro dinamarquês ‘Jacob Mærsk (III)’ chegou de manhã à entrada do porto de Leixões com 17 tripulantes e a esposa do Comandante, contratado pelo armador ‘Shell Oil Company’ e carregado com 80 mil toneladas de Crude proveniente de Kharg Is-land no Irão via Golfo Pérsico e Mar Mediterrâneo, com destino à refinaria petrolífera de Le-ça da Palmeira, a então 'Sociedade Anónima de Combustíveis e Óleos Refinados, SARL' (SACOR) que tinha sido inaugurada em 1970:

ao contrário do que vi na Internet nos mais de 10 sítios que consultei, e acreditando nas pa-lavras da minha mãe quando cheguei a casa para almoçar por volta das 12:40 vindo do Li-ceu Nacional de Matosinhos, eram 11:00 ou 11:30 quando a minha mãe chegou das com-pras e ela ficou admirada de ver o petroleiro no exato local onde explodiu ‘tão perto da praia’ (ela nunca tinha visto nenhum naquele local, tal como eu quando cheguei a casa e comen-tei com ela a minha admiração pelo mesmo que vi das janelas da nossa sala de jantar);

nas manobras de atracagem ao posto A do Terminal de Petroleiros do Molhe Norte do porto de Leixões durante a manhã, um erro humano terá levado o navio a aproximar-se da zona onde se encontra o rochedo submerso ‘Esfarrapada’, bem como os destroços do vapor Gre-go ‘Virginia’ (com 100 m de comprimento e 2350 toneladas brutas) que ali afundou a 24/11/1928 (o vapor sofreu uma colisão quando em viagem ao largo da costa, e na eminên-cia de afundamento, foi abandonado pela tripulação que terá sido possivelmente recolhida por outro vapor e então várias traineiras de Matosinhos rebocaram-no para ele entrar no por-to de Leixões, o que não foi autorizado pela APDL, e então essas traineiras tentaram levá-lo para local não prejudicial à navegação ou vará-lo na praia de Matosinhos a fim de o consi-derar ‘Salvado de mar’, mas ele acabou por se afundar ao embater na ‘Esfarrapada’ – em junho de 1929, o NRP ‘PATRÃO LOPES’ foi trabalhar no local onde jazia o casco do vapor grego ‘Virginia’ que, encontrado abandonado ao largo da costa, foi trazido por várias trainei-ras a 24/11/1928 acabando por submergir próximo do 'Castelo do Queijo');

embatendo na ‘Esfarrapada’, nos destroços do ‘Virginia’ ou num banco de areia por volta das 11 ou onze e meia da manhã, começou a entrar água nos tanques que começaram a expulsar, a partir do tanque de ventilação, crude para o ventilador da casa das máquinas;

os vapores que foram entrando na casa das máquinas acabaram por originar uma 1.ª ex-plosão da qual vi pela minha janela apenas fumo branco a sair do navio e, daí a uns minu-tos, 2 ou 3 fortíssimas explosões (que foram audíveis em toda a vila de Matosinhos e fize-ram estremecer a minha casa, a 50 m, quando eu ia começar a comer uma maçã de sobre-mesa) iniciaram entre as 12:55 e as 13:05 o incêndio que se propagou de imediato às 80 mil toneladas de crude nos vários tanques de carga, tendo eu deixado a maçã em cima da me-sa e corrido escadas abaixo (vivia no 3.º andar do prédio ainda existente na esquina da R. Roberto Ivens com a Av. Menéres) em direção à praia Moderna aonde cheguei a tempo de ainda ver o crude em chamas a chegar a arder junto à areia e pelo menos 2 tripulantes a saltarem para o mar naquele dia de sol, mas frio e sem vento, tendo de repente ficado bem quente na praia junto à beira-mar onde as ondas rebentavam com para aí meio metro de al-tura estando a maré, penso eu, a subir (é que essas explosões ‘partiram’ / ‘romperam’ todos os tanques e reservatórios do petroleiro que ficou ‘rompido’ e a derramar para o mar crude que ficou espalhado a arder por uma grande extensão de mar até à costa junto às praias);

o rebocador ‘Monte da Luz’ da APDL (Administração dos Portos do Douro e Leixões) apro-ximou-se corajosamente do petroleiro em chamas, tendo conseguindo salvar os 2 pilotos da barra e 11 tripulantes que se atiraram para a água devido ao navio ter começado a fundar-se lentamente (dos 17 tripulantes e a mulher do Comandante, os 6 que estavam na casa das máquinas tiveram morte imediata, a maioria deles engenheiros de máquinas, e os seus corpos nunca chegaram a ser resgatados do mar, 1 morreu afogado e os restantes 11 foram salvos tendo havido 7 feridos, 4 deles gravemente queimados);

de imediato, foram feitos voos de reconhecimento sobre o local do acidente por helicópteros ALIII modelo SE-360 (Os SE-3160 Alouette III ou ALIII foram adquiridos pela Força Aérea Portuguesa a partir de abril de 1963 como complemento aos poucos aparelhos Alouette II já em serviço, para atuarem nas operações militares a decorrer em Angola, Guiné Portuguesa e Moçambique.) da Força Aérea Portuguesa, de fabrico francês, mas as chamas que dura-ram dias não permitiam qualquer tipo de ação de recolha do crude que estava no mar, pelo que a contenção do derramamento de crude começou com a colocação de uma barra flutu-ante na entrada do porto de Leixões e de uma barreira de palha ao redor do naufrágio para conter o derramamento de uma forma breve enquanto os rebocadores da APDL e outros barcos da Marinha espalhavam dispersantes, como resultado da pronta e rápida colabora-ção entre o Ministro das Pescas, a Marinha, o Exército, o armador do navio e parte da popu-lação local (o que permitiu que a poluição não atingisse níveis ainda mais graves) tendo as 10 Corporações de Bombeiros Voluntários que acorreram ao local se sentido impotentes pa-ra combater o incêndio, dada a sua dimensão;

seguiram-se nessa tarde outras explosões no convés e na casa das máquinas, a ponto de o navio ter primeiro ficado partido em 2 (popa / zona central e proa) e, mais tarde, em 3 (popa e zona central que se afundaram no fundo de areia entre os 12 e os 15 metros de profundi-dade tendo a popa do navio sido mais tarde parcialmente removida para não haver perigo de colisão com outras embarcações, e a 3.ª parte foi a proa do navio que ficou a flutuar e se foi deslocando lentamente para sul por força das correntes até encalhar algumas semanas depois nas rochas em frente ao Forte de S. Francisco Xavier (‘Castelo do Queijo’) tendo aí permanecido como um triste memorial de uma das mais horríveis tragédias ocorridas no Grande Porto e também como um verdadeiro ícone involuntário e temporário de atração tu-rística durante 20 anos, até 1995 (por volta deste ano, o que restava da proa foi desmantela-do e retirado);

durante as 58 horas (2 dias e 10 h) que o incêndio durou no navio e na sua área envolven-te, estimou-se que entre 40 e 50 000 toneladas de crude arderam no mar, entre 15 e 25 000 toneladas ficaram à deriva no mar e cerca de 15 000 toneladas deram à costa poluindo as praias num comprimento de 50 km com graves danos ecológicos e na poluição ambiental local e regional, as chamas chegaram atingir os 100 m de altura e a nuvem de fumo espes-so e preto criada foi visível de Aveiro a Viana do Castelo porque o seu cone de fumo che-gou a atingir os 750 m (proporcionando uma cena dantesca a todos os que assistiram à sua longa agonia ao largo da praia de Matosinhos e arredores), dezenas de moradores na zona mais próxima do acidente tiveram que ser internados com problemas respiratórios devido aos fumos tóxicos, o ar tornou-se quase irrespirável em Matosinhos sendo necessário man-ter portas e janelas fechadas, muitos estabelecimentos comerciais de Matosinhos foram obrigados a fechar e chegou a aventar-se a hipótese de dezenas de milhares de pessoas terem de ser evacuadas da vila pelo perigo de exposição aos gases tóxicos e dificuldades respiratórias.

Consequências deste trágico acidente que, até 1996, esteve classificado em 12.º lugar na lista dos maiores derramamentos de crude a nível mundial:

o custo da catástrofe foi estimado pela OCDE (Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento) em 2,8 milhões de dólares;

as praias mais afetadas foram as da orla imediatamente adjacente à destruição, em Matosi-nhos, mas também em Nevogilde e Foz do Douro, onde a limpeza começou com a remoção da camada superior da areia e com a aplicação de dispersantes;

embora os destroços do ‘Virginia’ estejam fora do canal de navegação, tal como os do ‘Ja-cob Mærsk (III)’, eles continuam a causar perigo para a navegação que se aproxime muito da costa, mais ou menos perigo conforme a altura das águas;

uma âncora do ‘Jacob Mærsk (III)’ foi recuperada dos destroços e ficou guardada num dos armazéns da APDL em S. Gens, até que foi aproveitada para ser exposta como uma evoca-ção do trágico acidente junto da Marina de Leça da Palmeira (suportada por um cubo onde está afixada uma placa com algumas das características do petroleiro escritas em português e em inglês);

para quem quiser reviver o passado, poderá agora visitar os poucos restos do ‘Jacob Mærsk (III)’ no fundo do mar seguindo os dados seguintes para o mergulho subaquático -

Tipo de mergulho: Naufrágio; Experiência: CMAS; Vida marinha: Pouca; Profundidade mé-dia: 12m; Profundidade máxima: 15m; Corrente: Inferior 2 nós; Visibilidade: Inferior a 5 m; Perigos: Tráfego de barcos e redes; Coordenadas GPS: Latitude 41° 10.178' N / Longitude 8° 42.066' W.

Joins her sister lenses!

Now...enough of the gear, and to get out and take some pics in the frozen north! :)

A tavola, come nella stalla avevano sempre il cappello da lavoro calato in testa, aderente al cranio per ripararsi dal sole, dalla pioggia, dal vento, dagli sguardi degli estranei, dalla invadenza dei vicini. Nei campi, d’estate come d’inverno, indossavano quello di stoffa, con la reclame del consorzio agrario o della Coldiretti. La domenica quello di feltro a falde, davanti al sagrato, in piazza o nel bar del paese. Se ne sono rivisti tanti ad Agriumbria, di contadini senza terra. Contadini a bocca aperta innanzi ai poderosi trattori. Contadini con le mani rugose a provare pinze da potatura e tagliaerba. Anche quest’anno il centro fieristico è stato preso d’assalto da legioni di agricoltori, ex agricoltori, figli e nipoti di agricoltori alla ricerca del tempo perduto, ma anche di una svolta di vita, ora che vacilla la prospettiva del posto pubblico, che le fabbriche chiudono. È difficile comprendere - peggio ancora tentare di spiegare - che il mondo è completamente cambiato in questi ultimi anni. Gli umbri, ma non solo loro, aspettano con trepidazione la fiera agricola più importante dell’anno, non fosse altro per compare una coppia di galline ovaiole o rinnovare zappa e vanga. A Bastia trovano porchette di Costano, quaglie stipate nelle gabbie, fagiani policromi, tartarughe di terra, conigli, bastoni lavorati, bulbi olandesi, sistemi di irrigamento e scolaretti pigolanti, non meno dei pulcini che riportano a casa imprigionati nelle scatole di cartone. E’ difficile spiegare ai nipoti che al posto dei muggiti s’è sostituito prima il motore a scoppio e poi quegli enormi bovi d’acciaio con l’aria condizionata in cabina. Eppure la motorizzazione agricola in Umbria, negli anni Sessanta, arginò l’esodo rurale, l’illusoria fuga verso la fabbrica. Come spiegare ai giovani che cercano uno sbocchi nell’agricoltura i progressi della chimica, i suoi pro e i suoi contro, la domanda del mercato in favore biologico, la tracciabilità del prodotto, il funzionamento delle politiche comunitarie, la concorrenza degli importatori, il consumo progressivo dei suoli? Basta uscire dal centro Maschiella per accorgersi di come la terra scarseggi. Alle edicole sacre poste a delimitare le strade campestri, là dove queste portavano ai roccoli e agli orti, si sono sostituite le caotiche conurbazioni per il benessere della nuova redenta umanità. Sono scomparse persino quelle scaramantiche crocette dai campi di grano. Sono scomparsi gli stessi campi di grano, se si considera che il 4,1% del territorio dell’Umbria è occupato da superfici urbanizzate: 350 chilometri quadrati di cemento, tanti quanto l’intero comune di Spoleto spalmato di calcestruzzo. Un impatto sostenibile, si dirà, rispetto al 14% della Lombardia o all’11% del Veneto e della Campania. Meno male che ogni umbro ha ancora a disposizione qualcosa come 330 metri quadri di terra su cui sporcarsi le scarpe. Eppure in questa strana regione, verde solo sulla carta, si continua a puntare sull’edilizia, che la politica locale considera un settore determinante per l’economia regionale, compresa quella degli annessi agricoli, degli ampliamenti autorizzati dalle varianti ai piani regolatori, delle cantinucce che sfigurano il territorio del Sagrantino. E tra poco arriverà Ikea. Contadini di che? Contadini senza terra a cui è rimasto il gesto di calarsi il cappello sullo sguardo che ha perso la fierezza di un tempo, rispolverato solo in occasione delle feste di paese, delle sagre e delle fiere agricole, dove la parte più grossa la fanno i porchettai, i rivenditori delle inquinanti stufe domestiche e dei pannelli solari da stendere sui pochi ettari rimasti. Siparietto. Come porre rimedio a tanto scempio? Riconsegnando la terra - come si diceva una volta - a chi la lavora. Applicando forme di fiscalità a carico dei suoli per scoraggiarne il consumo. Revisionando gli strumenti di pianificazione in senso più restrittivo. Invece di pubblicare le foto di McCurry in cui è rappresentata un’Umbria senza senso, artefatta, popolata da alieni, avremmo potuto ripubblicare il libro fotografico del Consiglio Regionale a cura di Massimo Stefanetti, dal titolo “Le campagne umbre nelle immagini di Henri Desplanques”, che riproduce il paesaggio agrario del geografo francese. Mica per niente, ma perché in certi casi nulla meglio della fotografia può svolgere un ruolo di denuncia: La fotografia è uno strumento di documentazione, di conoscenza e di interpretazione della realtà, un bene culturale finalizzato a ricordarci gli errori e a correggerli, alla tutela e allo sviluppo di valori storici, geografici e umani. In altre parole, a ritrovare la dignità della zolla perduta. Beata umbritudine, umbra beatitudine.

Giovanni Picuti

giovanni.picuti@alice.it

dal Corriere dell'Umbria del 3.4.2014

  

Pois é, a vida não é nem um pouco previsível não?

 

Quando decidi comprar uma overloque, fiz uma pesquisa extensa, buscando um produto que reunisse qualidade, praticidade e é claro, um bom preço.

 

Equação difícil essa ...

 

Num primeiro momento, optei pela Elna 664 Pro - descobri depois de uma situação, diríamos, bem tensa, que ela não era comercializada no Brasil (alguns comerciantes vendem a Elna 664 pela Elna 664 Pro - e elas são bem diferentes!). Teve direito a irritação, devolução do produto e é claro, o reembolso.

 

Partimos depois para a pesquisa da Brother 3034 e da Janome 8002. Muitas pessoas me ajudaram, oferecendo espontaneamente suas opiniões (OBRIGADA!), o que ajudou em muito, a traçar a escolha por uma dessas duas.

 

Pois bem, eu acordei cedo lépida e faceira em busca da minha tão sonhada overloque.

 

Encontrei um local em São Paulo que vendia as duas e que eu poderia fazer um teste com as mesmas.

 

Qual foi a minha grande surpresa? EU ESTAVA ATRAPALHANDO A VENDEDORA (sic!), onde já se viu pedir uma máquina que estava no armazém da loja e que IRIA DAR MUITO TRABALHO trazer para testar? Isso mesmo pessoal!

 

Mesmo assim não me deixei vencer pelo mau humor da vendedora e falei que aguardaria os 40 minutos para que as duas máquinas estivessem na loja para testá-las.

 

Fui tomar um café, aproveitei e comi um pãozinho na chapa com pouca manteiga (hipocrisia né? kkkkk), tomei um suquinho de laranja e fiquei proseando com meu fiel escudeiro (o maridão).

 

Pois bem, depois de 40 minutos voltamos à loja e aí veio a notícia: Não tem ninguém para trazer, "leva a Janome mesmo porque ela é boa, tá?!"

 

Indignação - esse foi meu sentimento na hora. Trabalhar com vendas não é para qualquer um, queremos nos sentir respeitados e acolhidos não é? Qual foi minha resposta: se para vocês é um estorvo trazer uma máquina para testar, então eu não quero. Já pensou como seria o pós-vendas?

 

Voltei ao meu carango e lá fomos nós no Bom Retiro, paraíso para quem gosta dessas "maquinarias".

 

Acabamos indo na loja onde compramos a minha Jacobina e o gerente com toda a sua sedução e prestatividade, nos sugeriu a Elna 664 (é aquela mesma do começo, mas avisando que não era a Pro).

 

Durante duas horas, eles nos mostrou a passagem de fios, os acessórios, deixou-nos divertir na máquina (costurei de tudo kkkkkk) e como eu sou muitoooooo pentelha, pedi para que eu mesma passasse os fios.

 

Resultado: adorei, depois de duas tentativas, entendi o mecanismo, consegui fazer o ajuste nas regulagens, fiz os diferentes acabamentos que ela possui (overloque, ponto cadeia e fru-fru). Fiquei encantada pela praticidade, resistência e velociadade (que para mim está ótima). Não trepida e parece ser bem resistente.

 

Ah, ele nos avisou que tanto a Janome quanto a Brother eram tão boas quanto.

O único "problema" que encontrei foi a falta de waste tray - recipiente onde caem os retalhinhos (paciência esse vou ver se consigo importar).

 

Depois de tanta prestatividade e com um produto que parece ser bom (aliás é o mesmo fabricante da Janome), finalizamos a compra.

 

Adivinhem? Cheguei em casa, abri e fui testar. Fios passados corretamente na primeira tentativa e depois de alguns ajustes um overloque PERFEITO!

 

Engraçado como a vida não é linear né? Feliz com minha nova aquisição, agora é hora de colocar a bonequinha para trabalhar kkkkkk e preciso, com urgência, dar um nome para a mais nova integrante da equipe.

 

Bjs e um ótimo sábado!

     

Scattata con Huawei P20 Pro e lente addizionale Macro

Meu único Kolt (:

Sempre desejei esse esmalte e sábado cotoquei as unhas ( tô começando a achar minhas unhas estranhas quando estão grandes) e resolvi desencalhar ele.

Ele tem uma pigmentação ok e eu adorei a cor dele.

*não reparem nas cutículas sofridas

 

Foram:

2x Club - Kolt

 

Como eu não tenho conta pro. e não faço a mínima ideia dos custos ( quem souber, me fala/ explica como funciona nos comentários please ) vou postar as fotos e se eu der algum up na esmaltação, coloco as fotos nos comentários :)

  

Dei um up no Club com o Hannys da Realce, que por sinal é o mais lindo do kit Galáxias.

 

no up foram:

1x Hannys - Realce

1x Extra Brilho - Ideal

P67II | SMC 67 75/4.5 | Konica Centuria 400 Pro e.i. 250

  

Shot a few updated bog-standard headshot type frames for my wife to use up the last of a 220 roll in the 67ii leftover from the wedding. Also used it as a (not very controlled... or rather, not hardly at all controlled) demo of 4 different lenses. These three were all different glass. The earlier one posted in the stream was from the SMC 165/2.8.

For this sort of work, my standout favorite is the 165, and by quite a margin, but there is a clear reason the 105 is the standard bearer that it is. And, the 135 Macro and even the landscape-oriented 75/4.5 can still both be utilized to great effect. Not the most interesting of frames, these, but it was useful to me to finally put them in a same scenario next to one another making the comparison at little less cerebral and anecdotal. TL:DR they're all great.

 

The 165: flic.kr/p/2jRPAAP

  

ci spostiamo in linea retta

analizzando pro e contro d'appartamenti

che abiteranno come spore i nostri discorsi.

M.ZUIKO DIGITAL ED 12-40mm F2.8 PRO + E-M10

part of the review @phillipreeve.net

HDR feito com photomatix Pro e auto bracket 3 exposições

Three more of my personal favorites from Wade & Becky's celebration last week. Love you guys.

 

Pentax 645Nii | 67 105/2.4 | Konica Centuria 400 Pro e.i. 200

Hinter dem Lämmchen, Neue Altstadt am Domhügel, Frankfurt am Main

Olá lindonas, td bem?

 

Estou super correndo pq já vou sair, mas vim dizer que fiz um video mostrando como fiz a Decotape. Demorei para postar pq o YouTube tb demorou séculos pra fazer o upload... :/

 

Quem quiser ver, é só clicar ->AQUI<- Não reparem por favor a minha voz de taquara rachada de novo hein! Espero que gostem!

 

Beijos, fiquem com Deus!

 

UPDATE: 02/11/2011 ÀS 12:13

Se alguma de vcs quiser o arquivo do Word que mostrei no video, me manda um FM que eu mando pro e-mail de vcs, ok? Bjss!

M.ZUIKO DIGITAL ED 12-40mm F2.8 PRO + E-M10

Sem as chuvas cada dia fica mais difícil a procura por alimento.Sapos e rãs hibernam,casulos de lagartas esperam a passagem do frio e o homem destrói o pouco de vida que resta a espera da chegada da próxima primavera.

First frost of the autumn season. iPhone 15 Pro.

construção de um moliceiro (5)

  

18 de agosto

 

hoje o mestre zé rito continuou a trabalhar em pequenos, mas importantes detalhes da construção, nomeadamente a quase conclusão da bica da proa e ponteiras.

 

registei, pela sua valia humana de solidariedade e amor, o momento em que todos os que foram precisos ajudaram a colocar a tábua de baixo, do costado de bombordo.

 

tirando uma pequena lacuna na ré, o bombordo ficou fechado, até à hora em que saí do estaleiro.

 

talvez amanhã quando lá chegar já esteja fechado. quando saí ontem faltava colocar a tábua de baixo do costado de estibordo à ré, hoje de manhã já estava no sítio.

 

o barco vai-se fazendo de acordo com o saber do mestre, com os métodos herdados na sua aprendizagem e aperfeiçoados no seu fazer diário. de acordo com o seu tempo.

 

não sou técnico, sou o que olha e vê os homens e um barco que pulsa dentro deles e os faz rir e conviver, como se em torno de uma mesa farta.

 

o tempo aperta, o mestre não descansa, os amigos esperam, plateia atenta, que um pedido surja e logo é satisfeito.

 

(torreira; 18 de agosto de 2016)

 

ahcravo.com/2016/08/18/construcao-de-um-moliceiro-5/

moliceiro xarolo

Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos.

 

É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro.

 

São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço. Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento. É construído em madeira de pinheiro.

 

moliceiro xarolo

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Bico, Murtosa //

Aveiro, Portugal //

DSCF4032

Eu não sei porque motivo, razão ou circunstância #ChavesFeelings a Minnie Mouse ficou martelando na minha cabeça... Mas não posso reclamar, pq ela acabou sendo minha fonte de inspiração pra nailart de hj. Por causa do Outubro Rosa, estou sendo que ser criativa, pq usar rosa o tempo todo é um pé no saco! A sincera... HAHAHAHHAHAHAHAHHAHA Ainda mais pra mim que não sou fã da cor... Mas está valendo mto à pena, pq é uma causa nobre, né?

Escolhi o rosa danoninho Cupid, da Revlon, e fiz o famoso laço que a Minnie usa na cabeça. Gostei! Achei bemmmmmm menininha... Diferente do que eu uso normalmente. Geralmente sou mais perua... rsrsrsrs

 

E quem quiser participar da campanha, é só tirar um dia do mês de Outubro pra esmaltar suas unhas de rosa. Mande a foto pro e-mail de contato do Dedinhos, e no fim do mês vai rolar um post com todas as participantes, e um sorteio de uma cartela das Jóias de Unha, de Ouro 18K. Conto com a participação de vocês, viu???

 

Leia mais em www.dedinhoscoloridos.com.br

  

Esplanada dos Ministérios, Brasília, DF, Brasil 21/11/2015 Foto: Andre Borges/Agência Brasília

 

O gramado em frente ao Congresso Nacional, na Esplanada dos Ministérios, foi desocupado no começo da noite deste sábado (21). Uma ação coordenada pela Polícia Militar do Distrito Federal e que envolveu 264 agentes de vários órgãos do governo de Brasília, além da Polícia Legislativa, fez cumprir a ordem de retirada dos acampamentos, dada na quinta-feira após reunião entre o governador Rodrigo Rollemberg e os presidentes da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL).

 

A polícia separou um princípio de confusão entre os manifestantes pró e contra intervenção militar usando spray de pimenta.

  

Leia a matéria no site da Agência Brasília: bit.ly/1HeZp6J

Shot with the Sony a6400 and Hoya HMC 135mm Vintage Telephoto Lens.

 

Camera files settings - RAW and JPEGS (B/W).

 

Straight out of Camera (S.O.O.C.) JPEGS, tweaked in Apple Photos Editor.

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Photographer retains ownership and all copyrights in the work.

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● URAL Motorcycles ИМЗ / IMZ Motorräder [ 2/2024 ]

Ciao a tutti, vi sottopongo una delle mie ultime elaborazioni in HDR.

Il soggetto in questione e il nuovo hotel B4 Net a Padova est.

L'immagine ottenuta risulta il frutto di 9 fotogrammi fusi insieme con PHOTOMATIX PRO e successivamente con PHOTOSHOP (3 esposizioni diverse per 3 fotogrammi in verticale).

Special thank to DanielKHC. I take often inspiration by him :)

.Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha e transporte do moliço (planta aquática utilizada, outrora, como fertilizante para a agricultura), mas atualmente mais usados para fins turísticos. As características singulares desta embarcação, contribuíram para que seja facilmente identificado por quem visita a cidade de Aveiro ou passeia pelas margens da Ria.

Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia, uma decoração colorida e humorística.

 

(meus amigos portugueses que me corrijam se eu escrevi alguma impropriedade)

;-))

Nature's Chain of Lakes Campground, Six Lakes, Michigan, USA

 

part of the review @phillipreeve.net

Durchgang Goldenes Lämmchen - Hinter dem Lämmchen/Braubachstraße, Neue Altstadt am Domhügel, Frankfurt am Main

Bom, como eu já havia falado, estava me preparando pra voltar. Estou de volta com a conta pro e nos tempos disponíveis com a fotografia. Comprei uma câmera nova, equipamentos e agora estou tentando voltar com um maior tempo para as fotografias, então é isso, espero que curtam a galeria toda

Marcos Arruda - fotógrafo Marcos Arruda

 

colagem feita através do fantástico programa Shape Collage, utilizando na montagem, minhas próprias fotos do Flickr .

visite o site: Shape Collage e baixe o programa na versão gratuíta ou se preferir adquira a versão PRO e obtenha todos os recursos que o programa oferece.

 

collages made by the fantastic program Shape Collage.

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foto vencedora em 1º lugar no grupo Duetos, dia 06/10/2010

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