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Eu só vou postar essa dai , como foto hoje
amanhã eu coloco mais , eu não sou pro e daqui a pouco esgota o meu tanto
mas a Mad e a Ali se deu muito bem , no começo a Ali ficou com um pouquinho de ciumes , pois eu estava super animada com a Mad , mas depois ela aceitou , elas brincaram o dia todo ,e a Ali até ajudou a abrir a caixa ^_^
O Dia dos Namorados está chegando e todo mundo quer encontrar o presente perfeito para a pessoa amada, não é mesmo?
Mas nem sempre é uma tarefa fácil, por isso é importante escolher algo especial. Um celular novo é uma sugestão que não tem erro! Claro que vamos te ajudar nessa empreitada! Listamos aqui dez modelos para todos os gostos e bolsos. Confira:
Galaxy S8
Galaxy S8 é perfeito para fazer fotos dos momentos mais apaixonantes
Câmeras de excelente qualidade permitem tirar fotos lindas com o seu amor! A traseira tem resolução de 12 megapixels e uma abertura máxima F/1,7, ou seja, dá para fazer o foco na pessoa amada e deixar o fundo desfocado. Já na da frente, são 8MP. Uma ótima resolução para registrar os momentos inesquecíveis. O acabamento do aparelho também é o diferencial. É todo revestido com vidro e tem um design que se adapta às mãos.
A tela é 5,8 polegadas (18,5 x 9cm), mesmo padrão da série anterior que garante uma excelente qualidade na visualização das imagens. Um presentão e tanto!
Samsung A7
Memória garante rapidez para mexer no aparelho
Memória garante rapidez para mexer no aparelho. Tamanho compacto, processador potente e câmera de 13 megapixels são as marcas registradas do smartphone. É o mais completo da linha A da Samsung!
O A7 está disponível na versão Duos 4G (com dois chips de operadora). É ideal para quem não tem muito para gastar, mas quer presentar com um celular de qualidade. Por conta de sua boa configuração com memória RAM de 3GB, é fácil e simples abrir ou alternar rapidamente entre aplicativos
Procurando um aparelho com câmeras confiáveis e performance para o dia a dia? Então, com certeza, essa compra valerá a pena.
iPhone SE
Para apaixonados pela Apple, mas que não querem gastar muito
Seu amor é apaixonado(a) pela Apple? Então, com certeza, esse aparelho é a escolha certa! O modelo possui excelente desempenho. É o que há de melhor quando o assunto é um iPhone com bom custo-benefício.
Com seu tamanho “reduzido”, ele tem a mesma performance do iPhone 6S, que ainda é bastante atual e roda, com fluidez, praticamente todos os apps (a única diferença é a memória interna que só tem versões de 16 GB e 64 GB). A Apple não divulga a RAM usada em seus celulares, mas segundo alguns analistas de produtos a memória RAM é de 2 GB.
O iPhone SE reúne características importantes do iPhone 6s no corpo do 5s e tem preço mais baixo entre os aparelhos da marca. Quem procura um smartphone com tela pequena e preço que caiba no bolso não vai se arrepender desta escolha.
Motorola Moto X4
Resistente à água, dá para levá-lo na viagem de férias
Concebido para atender plenamente o consumidor assim que sai da caixa, esse smartphone, à primeira vista, chama a atenção por conta de seu design. É o primeiro da Motorola com revestimento em vidro 3D. Lançado em 2017, possui ótima configuração e câmeras potentes, que garantem boas imagens mesmo em condições de luz menos que ideais.
Entre os diferencias deste celular estão os Moto Gestos, que permitem um acesso fácil a recursos bem interessantes. Exemplo: ao balançar o aparelho duas vezes, como se ele fosse um martelo, a lanterna acende. Ao girar o pulso com ele na mão, outra mágica: a câmera é ativada.
Uma boa notícia para os desastrados: o aparelho é resistente à água!
Asus Zenfone 4
Aparelho reduz as tremidas ao tirar as fotos
Certamente, o Asus é um telefone que qualquer pessoa gostaria de ganhar! Com seu ótimo processador e seus 4GB de RAM, o aparelho roda aplicativos pesados e jogos sem dificuldades. É rápido para todas as tarefas do cotidiano. Mas, com certeza, um de seus maiores atrativos são as câmeras.
O aparelho se destaca quando o assunto é sua capacidade de fazer fotos. Sua lente principal registra imagens de 12 megapixels. Já a secundária, grande angular, alcança um ângulo de 120 graus com 8 megapixels. E não para por aí: as fotos também contam com estabilização ótica, que ajuda permitindo maior estabilidade e menos tremores.
Prefere Android a iOS e prioriza um belo design e alta performance? Então, talvez, essa seja a melhor escolha.
LG Q6
Compacto, o celular cabe na palma da mão
Um dos destaques do aparelho é seu design. Além de elegante, foi projetado para ser resistente e suportar melhor aos impactos que ocorrem no dia a dia. A tela full HD, de 5.5 polegadas, tem ótima resolução e por não ser tão larga cabe direitinho na palma da mão.
Entre os diferenciais estão o reconhecimento fácil, um recurso digno de smartphone top de linha. Ele desbloqueia a tela com rapidez, sem precisar digitar senhas ou padrões do Android.
A TV Digital ainda permite assistir todos os seus programas favoritos com boa resolução.
O LG Q6 possui memória RAM de 3 GB e armazenamento interno de 32 GB. Mas se a pessoa amada é do tipo que precisa de mais espaço em um celular, é possível utilizar um cartão microSD de até 2 TB no aparelho.
Zenfone 3 Zoom
Bateria potente é a marca registrada do aparelho
As duas primeiras características que devem ser destacadas são sua bateria potente e câmera dupla.
A câmera é considerada um dos pontos fortes do aparelho. Ele promete tirar fotos em retrato, algo muito comum em câmeras DSLR (e presente também no iPhone 7 Plus). Também possui recursos que evitam as fotos tremidas. Por seu foco automático ser a laser, é possível conseguir um alcance de 1,5 m e foco em 0,03 segundos.
Entre os diversos recursos para fotos estão: a possibilidade de fazer GIFs, cliques noturnos com boa qualidade e imagens com o fundo desfocado, por exemplo.
Esse smartphone promete agradar até mesmo os usuários mais exigentes. É uma boa opção para quem quer um produto bom de fotografia e recheado de recursos de software.
Moto G5S Plus
Câmera traseira permite tirar fotos tipo retrato
Considerado um dos smartphones mais interessantes lançados no último ano, o aparelho é todo metálico. Possui um processador de bom nível (que equilibra poder computacional e consumo de bateria). Tem 3 GB de memória RAM e atende às necessidades da maioria dos usuários.
O principal destaque do celular é, com certeza, o sistema de câmera traseira dupla de 13MP com abertura máxima de f/2.0,. Isso torna possível tirar fotos com o efeito “retrato”, em que o fundo da imagem fica desfocado
Samsung Galaxy J5 Pro
A capacidade de bateria é um dos diferenciais do aparelho
Esse aparelho é considerado uma versão turbinada de um dos smartphones mais populares da Samsung. Tem um ótimo desempenho (processador com oito núcleos de processamento), design bonito, maior capacidade de bateria e câmera traseira e frontal de 13 megapixels e flash. O J5 Pro é um celular bastante confiável para o dia a dia.
Entre os diferenciais estão a entrada para dois chips de operadoras e também a possibilidade de clonar instalações de apps. Isso permite usar duas contas do WhatsApp no celular, por exemplo. O aparelho possui uma pasta segura que protege arquivos pessoais e aplicativos sensíveis com senha.
Certamente, vai deixar uma boa impressão na pessoa amada!
Motorola Moto Z2 Play
O aparelho se destaca pelo design minimalista!
Processador de 2.2GHz (um dos responsáveis pela longa duração da bateria) e 4GB de memória RAM são as marcas registradas deste celular.
Sem dúvida, uma ótima opção para quem não abre mão de um produto com bom visual e acessórios exclusivos.
Seus destaques são as câmeras e menus simples de aumento e diminuição de exposição e foco. Assim, basta um toque para ajustar a imagem antes do clique.
Quem já teve um celular da Motorola e migra para esse modelo consegue notar o salto evolutivo da marca.
Fonte: VivoTech (goo.gl/rPs8pK)
#DiadosNamorados
#Celular
#Iphone
#AssistenciatecnicaCampinas
#CelularCampinas
#ManutençãoCampinas
Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos.
É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro.
São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço. Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento. É construído em madeira de pinheiro. pt.wikipedia.org/wiki/Moliceiro
Migrate 2D design intent to 3D: New methods in Solid Edge St3, take manufacturing dimensions from 2D drawings and migrate them to 3D Driving dimensions on imported 3D models. Shown are newly added manufacturing dimensions such as distance between holes and overall height across multiple features, and let designers edit what’s important This technique let’s designers better reuse 2D and 3D models form systems like SolidWorks, Inventor, or Pro/E.
Review:
Tênis Salomon XA PRO 3D
A Marca
A Salomon surgiu em 1947, no coração dos alpes franceses. Inicialmente, desenvolvendo produtos para esqui.
Ao longo de 60 anos de existência, a marca vem desenvolvendo equipamentos inovadores para os mais diversos esportes de montanha.
Sediada em Annecy, na França, a Salomon empregava aproximadamente 1.500 pessoas no final de 2007. Hoje, os produtos Salomon são vendidos em mais de 160 países e a marca é um ícone global.
Atualmente a Salomon faz parte do grupo Amer Sports, detentora de marcas como Suunto, Arc'teryx, Mavic, Atomic, Precor e Wilson. O grupo Amer Sports é hoje um dos pilares da tecnologia voltada ao esporte.
Isso não se discute.
Os produtos Salomon voltados aos esportes outdoor são queridos por 9 entre 10 atletas neste ramo. No Brasil, a marca ainda não é muito conhecida, se limitando mesmo ao povo antenado com o mundo da aventura. Uma pena!
Neste review mostrarei o tênis Salomon XA PRO 3D. Só para constar, é o segundo que compro igual. Foi o primeiro tênis Salomon que comprei, a aproximadamente 4 anos atrás.
Achei tão bom que resolvi adotar mais um! :)
Entendendo o conceito do Tênis
O XA PRO 3D tem o DNA de um verdadeiro calçado para corridas "fora de estrada". Os desenvolvedores do projeto deste tênis capricharam na sua obra. Não sei se estou sendo exagerado em dizer isto, mas é essa a impressão que tenho dos Salomon XA PRO 3D.
O corpo do tênis é muito bem conseguido, com uma generosa biqueira. O cabedal é totalmente transpirável (você pode reparar pelas fotos, a luz atravessando a "rede" do cabedal do tênis). Se você usar meias de material fino, pode sentir o vento entrando no calçado, refrescando os pés. A entressola é bem rígida e uma placa te protege contra elementos perfuro-cortantes. O solado ainda tem uma projeção no calcanhar, aumentando a base que o tênis oferece. Além disso as laterais do tênis contam com uma boa proteção contra a lama até uma certa altura. Logo em seguida vem o cabedal transpirável. bem pensado.
Eu calço o tamanho 42 BR (e qualquer Salomon que eu tenha calçado, neste tamanho, deu certinho), e no meu "arsenal" conto ainda com um Salomon XT Wings - www.flickr.com/photos/sickilla/3956462567 -. Foi interessante colocar ambos os modelos lado a lado e observar. Os XA PRO 3D são quase 2cm maiores em comprimento, mas calçam igual. O aumento do tamanho se deve, basicamente, à biqueira e a "calcanheira", coisas de um tênis trilheiro com pedigree.
Os XT Wings, no entanto, são mais largos, e pelo que observei, se deve ao generoso forro, um "preenchimento" para oferecer mais conforto. Só como observação, este forro é o causador do calor nos XT Wings. O solado dos XT Wings acompanha a idéia do conforto, sendo mais largo e alto, também para suportar o sistema AGILE CHASSIS SKELETON®.
De volta ao Salomon XA PRO 3D que é o foco deste review, sua lingueta é preenchida por um material que, ao que parece, é espuma de EVA. Este preenchimento foi muito feliz, porque é confortável, bem compacto, possui boa ventilação (existem furos grandes nele) e não encharca. A lingueta conta ainda com um bolsinho, que é uma das grandes sacadas da Salomon, para guardar todo o sistema Quicklace®. Um simples puxão na cordinha do sistema Quicklace® e o calçado abraça seu pé de maneira inteligente, começando perto dos dedos.
O sistema Quicklace® do modelo XA PRO 3D funciona mais macio que do XT Wings, parece que a cordinha desliza por rolamentos, de tão preciso e solto que é. Feito isto, não precisa mais se preocupar com o calçado desamarrando. Isto ficou na pré-história dos calçados.
Toda esta combinação de robustez, agressividade, dinâmica, segurança, inovação, fazem do XA PRO 3D um calçado bastante exótico, mas ainda assim, bonito. O sistema 3D Chassis®, uma placa rígida que atravessa a entressola nascendo externamente no calcanhar e terminando no "peito-do-pé", ao nível da sola(ao menos é isto que parece) tem um visual que lembra fibra de carbono, kevlar, ou qualquer trama parecida. Dá um visual bem hi-tec ao tênis (e tenho visto muitas marcas usarem este visual de uns anos pra cá, inclusive a GIGANTE mundial dos calçados - aquela da "vírgula").
O visual robusto e agressivo, no entanto, esconde mais uma excelente característica dos Salomon XA PRO 3D: Leveza!
Conta com a excelente palmilha Ortholite®, cujo trunfo é não permitir a proliferação de fungos e bactérias causadores de mau cheiro, entre outros problemas.
Uma vez molhado, o calçado seca bem rápido.
Na trilha
O Salomon XA PRO 3D na trilha é como sapo na chuva. Felicidade total. Você se sente seguro para qualquer desafio. E ele aguenta qualquer desafio. Como eu disse no início do review, este é o meu segundo tênis deste mesmo modelo. O primeiro durou comigo quase um ano e meio de uso ABUSIVO e DESTRUTIVO, sem dó nem piedade. Posso dizer sem problemas que passei a andar mais rápido no meu dia-a-dia desde que tive este primeiro Salomon. Ele te ensina a correr nas trilhas. E te vicia nisso. Quando você está fora da trilha, é como se o mundo estivesse "liso e devagar demais para ser verdade". Para quem achar que é maluquice, pode haver um pouco de maluquice nisso mesmo. Isto pode ser graças à minha entrada no esporte, que me rendeu mais ritmo para caminhar e correr, mas como minha entrada no esporte foi calçando um Salomon XA PRO 3D... prefiro colocar a culpa neles... rsrsrs.
Eu já corria em asfalto antes, nem por isso eu caminhava tão rápido no dia-a-dia. Enfim...
Como eu havia dito no Review do Salomon XT Wings, não dá vontade de tirar um XA PRO 3D dos pés. Adiciono: Desde que você vá caminhar em qualquer terreno, e/ou correr por trilhas. Fora isto, se for dormir, convém tirar os tênis. rsrsrs
Conclusão
O sucesso deste projeto é notável, e a linha XA PRO é uma LENDA nas corridas "off-road". Esta linha conta/contava com os seguintes modelos:
S-Lab Xa Pro 3 (modelo ultraleve, que conta com uma polaina integrada, vermelho, bem racing);
XA PRO 3D Ultra (baseia-se na mesma estrutura do XA PRO 3D, mas é ainda mais leve);
XA PRO 3D Ultra GTX (baseia-se no XA PRO 3D Ultra, mas com membrana impermeável Gore-Tex®);
XA PRO 3D Ultra M+ (baseia-se no XA PRO 3D Ultra, com entressola mais generosa aumentando o amortecimento e conforto).
Eu indico o XA PRO 3D como porta de entrada para quem quer um calçado "todo terreno".
Este é meu segundo igual. Pretendo ter mais algum desta linha, quem sabe um Ultra ou um GTX (com valores mais altos).
Os XA PRO 3D já contam com alguns anos desde o seu lançamento, são lendas mas achei relevante falar desta linha.
São um equipamento, não um tênis conceito "qualquer". E diante desta perspectiva, até que o preço é justo.
Vejo muita gente pagar o dobro, ou quem sabe o triplo, por tênis da modinha, que na verdade, não tem propósito esportivo nenhum. Alguns fazem até mal.
Os XA PRO 3D se saem bem usando-se casualmente.
Bom, então é isto... espero que tenha sido útil este review. Faça uma boa escolha...
... e boas trilhas!!!
Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos.
É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro.
São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço. Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento. É construído em madeira de pinheiro. pt.wikipedia.org/wiki/Moliceiro
Apresento aqui meu primeiro resultado usando o Photomatix Pro e o Photoshop CS4 para gerar uma imagem HDR, espero que gostem!
Alexandre Keese
Smart learning is a video training publisher, founded with the goal in mind to provide high quality computer based training at the least possible cost. High Quality…Low Price is Smart Learning’s guiding principle.
Outstanding Quality
Great effort has been put into developing these courses by incorporating theory slides into the videos so as to provide the best teaching along with the use of the software. All of our courses have been conceived & developed by leading experts thus these training DVDs and Dongles are of exceptionally high quality and simple enough to understand.
You will be happy to know that we are not only providing you the videos but also the EXERCISE Files(CAD Files) used by our expert in the videos. This will allow you to work alongside with the tutor, thus imbibing best understanding of the software that you are learning.
The success of video training owes to the following benefits:
Convenient & Easy Learning-Learn when you have time at your own convenience.
Learn at your own speed(No problem of trying to catch-up with fast learners or waiting for slower students in a classroom setup)
If you don’t understand once, simply rewind and watch again…& again… & again…till you understand.
No reading involved- Watch & Learn fast.
Cost of training is at least 1/4th as compared to classroom training/instructor led training.
Course prepared by 10-17 years of industry experts which means that you get trained by top professionals.
Time Saving- No traveling to institute and back.
M31 - Andromeda Galaxy in HaRGB - Versione Finale
" Una meravigliosa nebulosa a forma di fuso... Non riconosco in essa stelle. E' risolubile in d'Eu coni con asse NW/SE a contatto per la base . I due punti di massima luminosità distano circa 40' d hanno un diametro di 15' "
Era Il 3 agosto 1764 e Charles Messier descriveva cosi' quella che poi soltanto nel 1944 Baade la chiamera' galassia dopo aver risolto le stelle che la formano....Lei e' la nostra vicina di casa , M31 per il catalogo Messier , Andromeda il suo nome di battesimo , un giorno lontano si incontrara' con la nostra Via Lattea ad oggi la sua distanza da noi e' calcolata in circa 2.5 milioni di anni luce.
Questo progetto e' stato realizzato unendo dati di 2 camere astronomiche la mia Zwo Asi 2600 Mc pro e la Qhy 294c dell'amico Lino Benz che mi ha aiutato a finirla donandomi i dati da lui acquisiti nel 2022, ,colore e Ha (idrogeno)...Elaborata da me con i software Dss , PixInsight e Photoshop .
dati tecnici e strumenti
light : 100*120 secondi camera Asi 2600MC Pro ,gain 100 ,temp -15°
light : 60*300 secondi RGB + 36*300 Ha camera Qhy 294c, gain 1600, temp -5° (Lino Benz)
dark : 15
flat : 15
acquisizione dati : Asi Air Plus e Nina
telescopio : Skywatcher 80ED con riduttore 0.85x
telescopio : Skywatcher 72ED con spianatore 1x (Lino Benz)
guida : Oag-L + Asi 290 MM mini
montatura : Skywatcher EQ6R-pro
Elaborazione : DSS , PixInsight e Photoshop
O SUBMARINO alemão U-1277 (do modelo U-Boat, pertencia à classe VII C41 e tinha 67,23 m de comprimento, 6,2 m de altura e 4,74 m de manga) e o seu AFUNDAMENTO a 03/06/1945, texto de Luís Mota em www.submania.pt/u1277.htm e que foi adaptado por mim com dados adicionais) -
Construído nos estaleiros da Bremer Vulcan em Bremen-Vegesack, foi o penúltimo submarino a ser lançado à água neste estaleiro, a 06/08/1943, tendo o seu comando sido entregue 9 meses depois, a 03/05/1944, ao Oberleutnant zur See (Major) Peter Ehrenreich Stever que foi promovido a Kapitänleutnant a 01/01/1945).
Ele foi integrado na 8.ª flotilha de submarinos da Marinha de Guerra do Reich a 18/05/1944 e em fevereiro de 1945 foi transferido para a 11.ª flotilha alemã, sendo a sua tripulação constituída por 47 homens:
4 eram oficiais (o Comandante Peter Ehrenreich Stever, o primeiro imediato Johannes Malwitz, o segundo imediato Carl Hermann Stachow e o oficial de máquinas Ernst Engel);
4 eram sargentos, 10 eram cabos e os restantes 29 eram marinheiros;
a idade da tripulação deste submarino rondava entre os 19 e os 25 anos, sendo o comandante Stever o mais velho com 27 anos.
Foi equipado com dois motores a diesel e dois a geração de energia elétrica de 3200 hp a uma velocidade máxima de 17,6 nós na superfície e 750 cv a uma velocidade máxima de 7,6 nós quando submerso;
Ele deslocados 769 toneladas na superfície e 871 quando submerso;
este submarino poderia navegar 8500 milhas a 10 nós na superfície, e 130 milhas a 2 nós submerso, 3250 milhas a 17 nós na superfície e 80 milhas a 4 nós submerso;
a profundidade máxima a que podia chegar, era entre 150 e 180 m.;
podia armazenar cerca de 113 toneladas de combustível.
Além dessas características, o submarino estava equipado com 4 tubos de torpedos na proa, dois no lado deestribor e 2 no lado da porta, e um 5.º no tubo de popa;
o poder de fogo foi dividido em 14 torpedos, todos de 533 mm; também tinha, no lado de fora da torre, uma pistola 37 milímetros anti-aviões e 2 canhões antiaéreos gémeos 20 milímetros.
Partiu a 21/04/1945 da sua base naval em Bergen, na Noruega, sob intenso bombardeamento, para a sua 1.ª e última patrulha como submarino de combate submergindo logo de imediato nas geladas águas do Mar do Norte sem poder emitir qualquer sinal de rádio sob o risco de ser localizado e afundado pelas forças aliadas:
a tripulação apenas recebia informação através do aparelho de rádio montado no topo do snorkel;
foi desta forma que recebeu a 04/05/1945 a mensagem do Großadmiral Karl Dönitz ordenando a todos os submarinos que se encontravam no ativo suspendessem todas as ações ofensivas contra os navios aliados, desarmassem os seus torpedos, emergissem, içassem a bandeira negra e se entregassem no porto aliado mais próximo;
a 07/05/1945, recebeu a notícia da capitulação da Alemanha.
Mas a rendição e entrega do submarino aos Aliados não faziam parte dos planos do jovem comandante Stever:
como voltar à base naval de origem em Kiel na Alemanha implicava enfrentar de novo um longo caminho pejado de navios inimigos e aviões e Kiel podia ter caído nas mãos dos soviéticos (sinónimo de morte certa para qualquer soldado alemão), a Argentina foi escolha logo abandonada por estar fora de alcance;
Vigo, no norte de Espanha, foi então o destino escolhido pelo comandante Stever em conjunto com os outros oficiais a bordo e aprovado pela sua tripulação (mas, devido à confusão das comunicações na altura, receberam informações de movimentos comunistas em Espanha, o que os fez abandonar esse destino);
há 42 dias que o submarino navegava submerso, com o combustível e os mantimentos quase no fim;
Portugal foi finalmente a escolha definitiva do comandante e dos seus homens pelo facto de ser um Pais neutro e se encontrar perto.
Depois de abandonar em balsas de borracha, aproximadamente a uma milha de costa ao largo de Angeiras, a maior parte da sua tripulação e dos seus objetos pessoais, fazendo parte dela Kurt Ernst e Walter Herkstroeter, o Comandante Stever rumou para Sudoeste, desativou os torpedos e distribuiu pelo navio 4 homens, um ao leme, Ernst Engel no compartimento de comando, Horst Schröder no compartimento da proa e Alwin Wollenweber, sargento eletricista do U-1277, no compartimento da popa, com instruções para o afundar:
abriram as válvulas do chão e inundaram o estabilizador traseiro e o compartimento da popa;
abriram os depósitos de combustível que se encontravam vazios para os encher de água;
foi abandonado a 2,5 milhas de terra com a escotilha da ponte aberta, acabando por naufragar de popa na madrugada de 03/06/1945, pelas 00:45, ao largo do Cabo do Mundo;
os 5 homens deixaram o U-1277 na última balsa e dirigiram-se para terra;
alguns náufragos foram ajudados a chegar a terra por pescadores de Labruge e Angeiras, e outros pelo navio salva-vidas “Carvalho Araújo” que, alertado, se apressou a sair para o mar:
foi o chefe do posto da Guarda Fiscal de Angeiras, Rudolfo Mesquita, quem aceitou a rendição do comandante alemão (“Ouvi esta história muitas vezes contada pelo meu pai. E conheço a história dos vizinhos que os acolheram e que lhes deram batatas e uma faneca”, diz, 70 anos depois, o neto e afilhado do guarda fiscal, também ele Rudolfo Mesquita que foi presidente da Junta de Freguesia de Lavra).
O ponto de encontro combinado pela tripulação em terra seria junto a 2 moinhos que até há pouco tempo ainda existiam na praia de Labruge.
Horas depois de chegar a terra, a tripulação do U-1277 foi encaminhada para o castelo de S. João da Foz, onde na altura estava sediada uma unidade militar.
Dias depois foam transferidos para Lisboa a bordo do contratorpedeiro Diu comandando por João Pais e, depois de entregues às autoridades aliadas, foram enviados para Inglaterra, via Gibraltar, onde passaram 2 anos como prisioneiros de guerra antes de regressarem a suas casas na Alemanha.
O Kapitänleutnant Peter-Ehrenreich Stever permaneceu preso durante mais algum tempo, condenado em tribunal militar inglês por ter ordenado o afundamento do seu submarino.
Em outubro de 1973, um grupo de mergulhadores desportivos, acompanhados por pescadores locais, mergulharam no local onde havia algo que prendia as redes de pesca:
foi com agrado que verificaram que o peguilho era o famoso submarino alemão afundado no fim da guerra e que repousa desde então a 31 metros de profundidade, num fundo de areia com a ré completamente assoreada e tombado para bombordo cerca de 45 graus;
a proa, virada a sul, já desapareceu, existindo ainda os 4 tubos lança torpedos da proa (os 2 de bombordo estão caídos na areia e os 2 de estibordo estão colocados no respetivo lugar);
grande parte da fuselagem exterior do submarino já apodreceu devido a mais de 60 anos de águas revoltas, permitindo ao mergulhador observar alguns pormenores que normalmente se encontram escondidos debaixo do convés destas embarcações (as escotilhas para carregamento dos torpedos para o compartimento da proa e da popa, a escotilha por onde carregavam as baterias e viveres para o interior e a escotilha do convés que dava acesso direto à cozinha e aos aposentos da tripulação);
a fuselagem da torre onde estava colocado todo o armamento anti-aéreo também ruiu, deixando à vista o complexo sistema de exaustão de gases dos motores a diesel do submarino;
curiosamente os tanques de lastro de estibordo, embora apodrecidos e esburacados, ainda estão perfeitamente visíveis.
O casco do navio está coberto de pequenas anémonas brancas (Sargatia elegans), as fanecas são aos milhares, os congros são dos maiores que se podem encontrar nestas águas, os enormes e curiosos polvos, os fantásticos lavagantes e a maravilhosa comunidade de anémonas rosadas proveniente do Mar do Norte são alguns dos atrativos naturais deste naufrágio. Por vezes temos encontros inesperados com alguma vida que não é muito comum nestas paragens como o peixe galo ou o peixe lua. Na torre apenas se encontra o casco interior, constituído por placas metálicas soldadas de aproximadamente 22 mm de espessura, o periscópio de combate ainda com o inox a brilhar e a escotilha sem tampa. Por vezes consegue-se trazer de volta à luz do dia algumas curiosidades.
Apesar do seu estado de deterioração, o submarino U-1277 é ainda um dos pontos de maior interesse no mergulho desportivo em Portugal e o melhor do norte do Pais.
Olé meninas lindas, como vão?
Não, não cortei minhas unhas! rsrsrs É que essa foto está um pouquinho atrasada... Tinha que ter sido postada há umas 2 semanas atrás, mas acabou que eu esqueci... :(
Lembra quando eu fiz a Candy Nail aqui? Então, minha mãe gostou e pediu pra eu fazer nela, com as mesmas cores. Lá fui eu fazer... Usei exatamente os mesmos esmaltes! Só que aí me deu vontade de fazer uma rosinha em mim... Então eu fiz... hehehe
Meninas, estou muito feliz! Estou participando da Semana das Noivas no Le Verniz#Leitoras. Calma, ainda não estou noiva! rsrs É que eu estava com esse desenho de nail art há mt tempo na kbç, e agora foi a hora. Mandei pro e-mail do site e hoje apareceu lá! Gente, foi cada unha linda que vi essa semana por lá... Se eu fosse casar agora, te juro que ia ficar com sérias dúvidas de que esmalte usar! rsrsrs Obrigada, meninas! Foi um prazer! Link aqui
Também tem novidades no www.not-just-nails.blogspot.com : fiz um tutorial ensinando várias formas de fazer Francesinha. Tenho várias amigas que me perguntam como eu faço, então achei melhor fazer um video explicando. Espero que gostem! :-) Link do Video Esse foi o 1º video, vem outros durante essa semana, explicando outras formas de se fazer. Fiquem ligadas e escolham a melhor forma, na sua opinião!
Meninas, qualquer dúvida, é só perguntar, ok?
Bj grande, fiquem com Deus!
Para a unha da minha mãe, usei:
Base fortalecedora (Impala)-> 1x
Renda (Risqué)-> 2x
Black, Pétala Branca e Gelo (Colorama) -> vários pingos, alternando esses esmaltes
Pérola Negra (Passe Nati) -> 1x
Chuva de Cristal (Passe Nati) -> 1x
Roxinho da Ideal -> 1x
Para a minha unha, usei:
Base fortalecedora (Impala)-> 1x
Renda (Risqué)-> 2x
Gelo (Colorama), Branco (Ludurana), Praia do Rosa (Ana Hickmann) -> vários pingos, alternando esses esmaltes
Vega (Extase) -> 1x
Chuva de Cristal (Passe Nati) -> 1x
Roxinho da Ideal -> 1x
Review:
Tênis Salomon XA PRO 3D
A Marca
A Salomon surgiu em 1947, no coração dos alpes franceses. Inicialmente, desenvolvendo produtos para esqui.
Ao longo de 60 anos de existência, a marca vem desenvolvendo equipamentos inovadores para os mais diversos esportes de montanha.
Sediada em Annecy, na França, a Salomon empregava aproximadamente 1.500 pessoas no final de 2007. Hoje, os produtos Salomon são vendidos em mais de 160 países e a marca é um ícone global.
Atualmente a Salomon faz parte do grupo Amer Sports, detentora de marcas como Suunto, Arc'teryx, Mavic, Atomic, Precor e Wilson. O grupo Amer Sports é hoje um dos pilares da tecnologia voltada ao esporte.
Isso não se discute.
Os produtos Salomon voltados aos esportes outdoor são queridos por 9 entre 10 atletas neste ramo. No Brasil, a marca ainda não é muito conhecida, se limitando mesmo ao povo antenado com o mundo da aventura. Uma pena!
Neste review mostrarei o tênis Salomon XA PRO 3D. Só para constar, é o segundo que compro igual. Foi o primeiro tênis Salomon que comprei, a aproximadamente 4 anos atrás.
Achei tão bom que resolvi adotar mais um! :)
Entendendo o conceito do Tênis
O XA PRO 3D tem o DNA de um verdadeiro calçado para corridas "fora de estrada". Os desenvolvedores do projeto deste tênis capricharam na sua obra. Não sei se estou sendo exagerado em dizer isto, mas é essa a impressão que tenho dos Salomon XA PRO 3D.
O corpo do tênis é muito bem conseguido, com uma generosa biqueira. O cabedal é totalmente transpirável (você pode reparar pelas fotos, a luz atravessando a "rede" do cabedal do tênis). Se você usar meias de material fino, pode sentir o vento entrando no calçado, refrescando os pés. A entressola é bem rígida e uma placa te protege contra elementos perfuro-cortantes. O solado ainda tem uma projeção no calcanhar, aumentando a base que o tênis oferece. Além disso as laterais do tênis contam com uma boa proteção contra a lama até uma certa altura. Logo em seguida vem o cabedal transpirável. bem pensado.
Eu calço o tamanho 42 BR (e qualquer Salomon que eu tenha calçado, neste tamanho, deu certinho), e no meu "arsenal" conto ainda com um Salomon XT Wings - www.flickr.com/photos/sickilla/3956462567 -. Foi interessante colocar ambos os modelos lado a lado e observar. Os XA PRO 3D são quase 2cm maiores em comprimento, mas calçam igual. O aumento do tamanho se deve, basicamente, à biqueira e a "calcanheira", coisas de um tênis trilheiro com pedigree.
Os XT Wings, no entanto, são mais largos, e pelo que observei, se deve ao generoso forro, um "preenchimento" para oferecer mais conforto. Só como observação, este forro é o causador do calor nos XT Wings. O solado dos XT Wings acompanha a idéia do conforto, sendo mais largo e alto, também para suportar o sistema AGILE CHASSIS SKELETON®.
De volta ao Salomon XA PRO 3D que é o foco deste review, sua lingueta é preenchida por um material que, ao que parece, é espuma de EVA. Este preenchimento foi muito feliz, porque é confortável, bem compacto, possui boa ventilação (existem furos grandes nele) e não encharca. A lingueta conta ainda com um bolsinho, que é uma das grandes sacadas da Salomon, para guardar todo o sistema Quicklace®. Um simples puxão na cordinha do sistema Quicklace® e o calçado abraça seu pé de maneira inteligente, começando perto dos dedos.
O sistema Quicklace® do modelo XA PRO 3D funciona mais macio que do XT Wings, parece que a cordinha desliza por rolamentos, de tão preciso e solto que é. Feito isto, não precisa mais se preocupar com o calçado desamarrando. Isto ficou na pré-história dos calçados.
Toda esta combinação de robustez, agressividade, dinâmica, segurança, inovação, fazem do XA PRO 3D um calçado bastante exótico, mas ainda assim, bonito. O sistema 3D Chassis®, uma placa rígida que atravessa a entressola nascendo externamente no calcanhar e terminando no "peito-do-pé", ao nível da sola(ao menos é isto que parece) tem um visual que lembra fibra de carbono, kevlar, ou qualquer trama parecida. Dá um visual bem hi-tec ao tênis (e tenho visto muitas marcas usarem este visual de uns anos pra cá, inclusive a GIGANTE mundial dos calçados - aquela da "vírgula").
O visual robusto e agressivo, no entanto, esconde mais uma excelente característica dos Salomon XA PRO 3D: Leveza!
Conta com a excelente palmilha Ortholite®, cujo trunfo é não permitir a proliferação de fungos e bactérias causadores de mau cheiro, entre outros problemas.
Uma vez molhado, o calçado seca bem rápido.
Na trilha
O Salomon XA PRO 3D na trilha é como sapo na chuva. Felicidade total. Você se sente seguro para qualquer desafio. E ele aguenta qualquer desafio. Como eu disse no início do review, este é o meu segundo tênis deste mesmo modelo. O primeiro durou comigo quase um ano e meio de uso ABUSIVO e DESTRUTIVO, sem dó nem piedade. Posso dizer sem problemas que passei a andar mais rápido no meu dia-a-dia desde que tive este primeiro Salomon. Ele te ensina a correr nas trilhas. E te vicia nisso. Quando você está fora da trilha, é como se o mundo estivesse "liso e devagar demais para ser verdade". Para quem achar que é maluquice, pode haver um pouco de maluquice nisso mesmo. Isto pode ser graças à minha entrada no esporte, que me rendeu mais ritmo para caminhar e correr, mas como minha entrada no esporte foi calçando um Salomon XA PRO 3D... prefiro colocar a culpa neles... rsrsrs.
Eu já corria em asfalto antes, nem por isso eu caminhava tão rápido no dia-a-dia. Enfim...
Como eu havia dito no Review do Salomon XT Wings, não dá vontade de tirar um XA PRO 3D dos pés. Adiciono: Desde que você vá caminhar em qualquer terreno, e/ou correr por trilhas. Fora isto, se for dormir, convém tirar os tênis. rsrsrs
Conclusão
O sucesso deste projeto é notável, e a linha XA PRO é uma LENDA nas corridas "off-road". Esta linha conta/contava com os seguintes modelos:
S-Lab Xa Pro 3 (modelo ultraleve, que conta com uma polaina integrada, vermelho, bem racing);
XA PRO 3D Ultra (baseia-se na mesma estrutura do XA PRO 3D, mas é ainda mais leve);
XA PRO 3D Ultra GTX (baseia-se no XA PRO 3D Ultra, mas com membrana impermeável Gore-Tex®);
XA PRO 3D Ultra M+ (baseia-se no XA PRO 3D Ultra, com entressola mais generosa aumentando o amortecimento e conforto).
Eu indico o XA PRO 3D como porta de entrada para quem quer um calçado "todo terreno".
Este é meu segundo igual. Pretendo ter mais algum desta linha, quem sabe um Ultra ou um GTX (com valores mais altos).
Os XA PRO 3D já contam com alguns anos desde o seu lançamento, são lendas mas achei relevante falar desta linha.
São um equipamento, não um tênis conceito "qualquer". E diante desta perspectiva, até que o preço é justo.
Vejo muita gente pagar o dobro, ou quem sabe o triplo, por tênis da modinha, que na verdade, não tem propósito esportivo nenhum. Alguns fazem até mal.
Os XA PRO 3D se saem bem usando-se casualmente.
Bom, então é isto... espero que tenha sido útil este review. Faça uma boa escolha...
... e boas trilhas!!!
Oggi Xiaomi non ha presentato solo il Mi 9T, ma anche la Mi Band 4, il Mi Electric Scooter Pro e le Mi True Wireless via www.diggita.it/v.php?id=1641743
Pubblico il testo dell'intervento di Marco Travaglio.
"Buongiorno a tutti.
Oggi vi voglio parlare di due sentenze delle quali avete sentito poco.
Di una avete saputo ma senza entrare nel merito, dell'altra proprio non avete sentito mai parlare e non ne sentirete mai parlare, credo.
Cominciamo dalla seconda.
Antonio Di Pietro, qualche anno fa, aveva dichiarato, come molti di noi fanno visto che conosciamo le carte, che Rete4 è abusiva.
Preciso: Rete4, secondo la Corte Costituzionale, da esattamente 14 anni non dovrebbe appartenere a Berlusconi o, nel caso in cui dovesse ancora appartenergli, non dovrebbe più trasmettere sull'analogico terrestre, sui canali che noi vediamo schiacciando il nostro telecomando al numero 4.
Perché nessun privato può possedere più di due reti televisive e Berlusconi ne possiede tre.
Dopodiché, trasmette in virtù di leggi fatte apposta che le consentono di farlo.
Quindi, Dal punto di vista delle leggi è strettamente legale quello che avviene, in realtà è incostituzionale e da qualche mese, da gennaio di quest'anno, è anche illegittimo in quanto incompatibile con le normative europee che, come voi sapete, prevalgono: il diritto comunitario prevale sul diritto nazionale, quindi lo dovrebbe scalzare.
Dico questo perché ogni volta che qualcuno dice che Rete4 è abusiva, anche se legalizzata ex-post a fare quello che non si può fare, Mediaset querela.
Io ho avuto molte cause, molti hanno avuto cause per avere detto questa semplice ed elementare verità.
Bene, di solito queste cause vanno a finire bene nel senso che portiamo le sentenze della Corte Costituzionale, adesso anche la sentenza della Corte Europea del Lussemburgo, e i giudici danno ragione.
Questa volta è successa una cosa in più: Di Pietro si è visto dare ragione con l'archiviazione della querela che gli aveva fatto Mediaset per avere detto "Rete4 è abusiva", il giudice ha voluto aggiungere un qualcosa in più.
Vediamo.
La sentenza è del 15 ottobre, sono quattro pagine.
Il giudice per le indagini preliminari di Milano, Vincenzo Tutinelli, preso atto della richiesta di archiviazione della procura di Milano, del fatto che Mediaset si è opposta alla richiesta di archiviazione, ha tenuto l'udienza e ha deciso di archiviare.
Perché ha deciso di archiviare? Perché non c'è diffamazione nel dire che Rete4 è abusiva.
Perché non c'è diffamazione? Perché Rete4 è abusiva, quindi dirlo non è diffamazione ma è la verità.
Il giudice, che deve essere anche spiritoso, parte dal vocabolario e va a cercare il significato dell'aggettivo "abusivo".
E scrive: "Secondo il vocabolario della lingua italiana, il termine "abusivo" qualifica un'attività fatta senza averne il diritto o l'autorizzazione.
E' noto l'uso del termine con riferimento all'abusivismo edilizio, in cui l'attività così qualificata è quella di avere costruito senza idonea licenza o concessione.
Proprio in riferimento al fenomeno dell'abusivismo edilizio, può essere in qualche modo interessante perché, così come per le trasmissioni televisive in tale ambito - le case costruite abusivamente - sono intervenute delle legislazioni che prevedevano interventi di sanatoria legittimando a posteriori l'abusiva attività svolta in precedenza."
Quante volte, dopo avere costruito una casa senza la licenza, la concessione o i permessi ambientali arriva la sanatoria, il condono e quindi uno dice "io sono in regola".
No, non sei in regola: sei un abusivista legalizzato dai tuoi amici in Parlamento.
"...legittimando a posteriori l'abusiva attività svolta in precedenza".
Quando l'hai fatto non potevi, dopo ti sei fatto mettere in regola.
"Il riferimento all'abusivismo edilizio è, inoltre, interessante perché in tale contesto si è enucleata un'altra categoria di attività abusive, quelle svolte in forza di un provvedimento dichiarato illegittimo".
Ecco l'altro passaggio: quelle leggi che dopo che hai fatto la casa abusiva l'hanno sanata ex-post, sono poi state dichiarate addirittura illegittime, nel caso delle TV naturalmente, dalla Corte Europea di Lussemburgo.
E allora, si passa dalle case abusive alla televisione abusiva.
E qui il giudice - ripeto, si chiama Vincenzo Tutinelli - fa una breve storia, un bignamino, di Rete4.
Dice: "Da tempo le trasmissioni radiotelevisive sono regolate con legge che prevede la necessità tra gli operatori, stante la limitatezza delle frequenze, di un'idoneo provvedimento concessorio da parte dell'autorità statale competente".
La concessione dello Stato a trasmettere, su scala locale o nazionale come nel nostro caso.
Negli atti è richiamato il decreto ministeriale del 1999 che da una parte rigetta la domanda della querelante - Mediaset, per Rete4 - di assegnazione delle frequenze.
Nel 1999 c'era stata, ricordate, la gara per l'assegnazione delle concessioni: Rete4 l'aveva persa, Europa7 di Di Stefano l'aveva vinta e quindi quando Mediaset ha chiesto di nuovo le frequenze per Rete4 gli hanno detto no.
Da un lato il decreto ministeriale del 1999 rigetta la richiesta di frequenze da parte di Rete4, dall'altra la autorizza in via transitoria, dicendo "Continuate pure a usare quelle che già avete, fino a quando l'autorità di garanzia delle comunicazioni - AGCOM - fisserà un termine ai sensi della legge".
Naturalmente l'AGCOM che cos'ha fatto? Non ha fissato nessun termine quindi Mediaset ha continuato a trasmettere in base a questa proroga, illegittima, per anni e anni fino ad oggi.
L'autorità, com'è noto, non è indipendente ma nominata dai partiti.
A quel punto, fino al 2003 non arriva nessun termine dall'AGCOM e allora interviene di nuovo la Corte Costituzionale che come già nel 1994 dice: "guardate che Rete4 deve andare su satellite o essere venduta" e fissa lei il termine: 31 dicembre del 2003.
Terrorizzato, Berlusconi approva la legge Gasparri 1. Ciampi la rimanda indietro, all'epoca avevamo un Presidente della Repubblica che ogni tanto rimandava indietro qualche legge incostituzionale - e a Natale 2003, a pochi giorni dalla scadenza, Berlusconi vara il decreto salva Rete4, poi mette a posto tutto per legge con la Gasparri 2, nell'aprile 2004.
A questo punto ecco che nel 2008 anche la Corte di Giustizia delle Comunità Europee di Lussemburgo si accorge che l'Italia è fuorilegge.
"Ha affermato la illegittimità della normativa che permetteva il differimento degli effetti del provvedimento, autorizzando occupanti di fatto delle frequenze".
Li tratta proprio come degli squatter, come quelli che occupano gli edifici pubblici e ci si installano dentro.
Questi occupano abusivamente frequenze pubbliche.
Sancisce l'illegittimità della norma che consente agli occupanti di continuare a occupare le frequenze, sia pure sempre in via transitoria che è una transitoria definitiva perché non finisce mai!
Qui cita tutta la sentenza della Corte di Giustizia Europea e spiega che conseguenze ha, visto che il diritto comunitario prevale sul diritto nazionale.
"Tale sentenza evidenzia la sussistenza di un contrasto con il diritto comunitario dell'intero sistema italiano televisivo e della prosecuzione delle occupazioni delle frequenze da parte dell'odierna querelante" cioè di Mediaset.
Quello che sta facendo Mediaset è in contrasto con la normativa europea, anche se è legittimato dalle leggi ad hoc italiane che decadono di fronte all'orientamento europeo.
"Afferma il contrasto fra la normativa europea e l'autorizzazione temporanea a trasmettere del soggetto che in precedenza occupava le frequenze."
Questa è la frase fondamentale: "Il giudice nazionale non ha la possibilità di discostarsi dall'orientamento in quella sede europea espresso".
Cosa vuol dire? Il Consiglio di Stato che aveva interpellato la Corte Europea di Lussemburgo per sapere se quello che succede in Italia è o non è in linea con l'Europa, ora che ha saputo dalla Corte Europea che siamo completamente fuori legge, non può fregarsene e fare finta di niente, anzi non può discostarsi da quell'orientamento, deve farlo proprio.
Perché? Perché "ubi maior, minor cessat", la legge italiana conta niente rispetto alla sentenza della Corte Europea, quindi quando a dicembre il Consiglio di Stato dovrà decidere il da farsi sui ricorsi presentati da Di Stefano per Europa7, dovrà fare propria questa roba qua!
Anzi, sarebbe addirittura autorizzato lui stesso a togliere le frequenze a Rete4 per darle a Europa7, perché la legge soccombe rispetto alla sentenza della Corte Europea.
E non c'è niente da fare.
"In ragione di ciò, il carattere della abusività richiamato nelle dichiarazioni incriminate - quelle di Di Pietro - verrebbe a derivare dalla patente di illegittimità conferita dalla sentenza della Corte di Giustizia delle Comunità Europee all'intero sistema normativo italiano dal 1997 ad oggi, e ai provvedimenti attuativi di tale sistema".
Insomma: "E' ben difficile ritenere diffamatoria un'affermazione fatta da un soggetto" - Di Pietro - quando la medesima affermazione viene di fatto riproposta dalla Corte di Giustizia delle Comunità Europee pochi anni dopo.
Di Pietro ha semplicemente detto ciò che poi ha ribadito addirittura la Corte Europea di Lussemburgo.
Allora due sono le conclusioni.
Primo: a dicembre il Consiglio di Stato dovrebbe, secondo questo giudice - un giurista, quindi capisce di queste cose - farla finita con questo abuso non edilizio ma televisivo, ai danni dei cittadini e ai danni di un concorrente come Europa7 di Francesco Di Stefano.
E questo vi spiega per quale motivo, visto che anche gli avvocati di Mediaset lo sanno, ques'estate il governo ha tentato di fare l'ennesima salva Rete4 per sistemare un'altra volta le sue faccende e l'ha messa da parte perché tanto l'Europa, nella procedura di infrazione che potrebbe nascere, si pronuncerà fra qualche mese.
E adesso, nel tentativo disperato di fare in modo che il Consiglio di Stato non tolga le frequenze a Rete4 cosa ha fatto il governo insieme all'AGCOM, quella rimasta inadempiente per tutti questi anni?
Ha stabilito che le frequenze a Europa7 non gliele dia Rete4, che le occupa abusivamente sia pure autorizzata per legge illegittima.
No, le frequenze si tolgono a Rai1!
Pensate, abbiamo una televisione abusiva e invece di levare le frequenze a lei le si leva a Rai1 che è assolutamente legittimata!
Rai1 dovrà sacrificare una parte delle sue frequenze di trasmissione per darle a Europa7 in modo che Rete4 continui a occupare abusivamente le frequenze che non le spetterebbero in quanto è senza concessione.
Vi rendete conto di quello che sta avvenendo nel silenzio assoluto?
Non c'è nessuno, nemmeno nelle opposizioni cosiddette, che abbia parlato di questo ne abbiamo sentito riferimenti ai conflitti di interessi e alla faccenda televisiva nel meraviglioso discorso di Uòlter Veltroni al Circo Massimo.
Infine, c'è un bellissimo richiamo all'articolo 21 della Costituzione, a dimostrazione del fatto che per fortuna ancora qualche giudice in materia di diritto di critica fa riferimento alla Costituzione.
Dice: "Appare il caso di ricordare che l'articolo 21 non protegge unicamente le idee favorevoli o inoffensive o indifferenti, essendo al contrario principalmente rivolto a garantire la libertà proprio delle opinioni che urtano, scuotono, inquietano con la conseguenza che di esse non può predicarsi un controllo se non nei limiti della continenza espositiva".
Certo, se uno si mette a insultare... ma se uno usa dei termini appropriati, può fare anche le critiche più dure.
Perché? Perché la libertà di espressione tutelata dall'articolo 21 della Costituzione non tutela il diritto di applauso ma il diritto di critica, innanzitutto.
E questa è la prima sentenza.
La seconda, almeno ne avete sentito il titolo, è quella che riguarda Calogero Mannino, ex segretario regionale della DC, ex ministro democristiano, trapassato tranquillamente, senza traumi, dalla prima alla seconda repubblica e oggi felicemente seduto in Senato con l'UDC.
L'Unione dei Cuffari, dei Casini e dei Cesa. E anche dei Mannini.
Bene, l'altro giorno è stato assolto nel secondo processo d'appello dall'accusa di concorso esterno in associazione mafiosa.
La formuletta è la solita che mettono quando assolvono un politico coperto di prove: dicono che le prove sono insufficienti.
E' il solito comma 2 dell'articolo 530 del codice di procedura penale, lo stesso che avevano inserito nella sentenza di primo grado che assolveva Andreotti, anche lì per insufficienza di prove.
La stessa che hanno messo quando hanno assolto il presidente della Provincia di Palermo, Francesco Musotto.
La stessa che hanno messo per tanti processi, per accuse diverse ovviamente, a Berlusconi, a cominciare dalla sentenza della Cassazione sulle tangenti alla Guardia di Finanza.
Bene, le sentenze, come è noto, si rispettano, se ne prende atto, si aspettano le motivazioni, se non le si condivide si impugnano nella sede successiva.
Probabilmente la procura generale di Palermo ricorrerà un'altra volta in Cassazione, all'incontrario di quello che era avvenuto la volta scorsa quando Mannino, assolto in primo grado per insufficienza di prove, in appello era stato condannato a 5 anni e 4 mesi, e aveva impugnato la sentenza in Cassazione che gli aveva dato ragione dicendo che la motivazione era scritta male, bisognava riformularla.
Aveva rimandato indietro il processo alla Corte d'Appello per difetto di motivazione perché si rifacesse il processo di secondo grado, lo si è rifatto, i giudici questa volta lo hanno assolto per insufficienza di prove, cioè hanno ritenuto insufficienti le stesse prove che i loro colleghi della stessa Corte d'Appello avevano ritenuto sufficienti.
Stavolta, probabilmente, sarà l'accusa a impugnare davanti alla Cassazione e se così forse potrebbe anche darsi che la Cassazione rimandi il processo indietro per fare un terzo processo di Appello.
Uno dirà "siamo dei pazzi a fare così". Sono i pro e i contro del sistema che abbiamo in Italia, che consente molte impugnazioni e che, consentendo vari gradi di giudizio, prevede la possibilità che ogni volta i giudici valutino il materiale probatorio in maniera diversa da quello dei loro colleghi precedenti.
C'è chi vede il bicchiere mezzo pieno e chi mezzo vuoto, è sempre così.
E' una valutazione discrezionale.
Che cosa interessa a noi cittadini, a me giornalista?
Interessa soprattutto sapere se ci sono degli elementi dei quali parlare, emersi in questo processo.
Se ci sono dei fatti gravi per il fatto che questo signore fa politica in Parlamento, dei quali possiamo prendere atto a prescindere da che cosa decidono i giudici sulla configurabilità del reato in base a quegli elementi.
Abbiamo dei fatti dai quali partire? C'erano dei fatti che giustificavano quel processo?
Poi l'abbiamo detto: il giudice è liberissimo soprattutto in un ambito così aleatorio come il reato di concorso esterno in associazione mafiosa, di stabilire che secondo lui è provato lo scambio fra il politico e il mafioso o di stabilire che non è sufficientemente provato lo scambio.
Perché lo dico? Perché questa sentenza è utilissima per capire la differenza che c'è fra una assoluzione - una volta si sarebbe detto - per insufficienza di prove o un'assoluzione per una diversa valutazione delle prove da parte di giudici di vario grado, e invece l'errore giudiziario.
Ogni volta che assolvono qualcuno che era stato arrestato, come in questo caso, oppure indagato oppure addirittura già condannato una volta, scatta subito lo strillo generale: "ecco, era un errore giudiziario!".
Non è mica detto, può darsi benissimo che uno venga arrestato, rinviato a giudizio e poi assolto senza che nessuno abbia commesso nessun errore giudiziario.
Anche perché gli elementi necessari per arrestare qualcuno prima del processo o per rinviare a giudizio qualcuno sono diversi da quelli che sono necessari per condannarlo.
Basta molto meno per arrestare una persona che non per condannarla.
Di solito li si arresta quando ci sono gravi indizi e quando si rischia che quello inquini le prove o intimidisca i testimoni, o commetta altri reati o scappi, rendendo comunque vano il processo.
Per questo che spesso si arresta qualcuno prima del processo: per fare in modo che il processo si possa fare genuinamente.
Se poi al processo non emergono altre cose rispetto a quelle emerse al momento dell'arresto, quello può essere assolto e non c'è stato nessun errore giudiziario.
Gli elementi per arrestarlo c'erano e quelli per condannarlo no.
Bisogna conoscerle le cose per parlare. Qua parla invece sempre chi non sa niente. E allora hanno detto: "visto? Era un errore giudiziario!".
Non c'è stato nessun errore giudiziario nel caso di Mannino.
Mannino è stato arrestato all'inizio degli anni Novanta ed è rimasto in carcere per due anni.
L'arresto non l'ha fatto la procura di Caselli, l'ha chiesto la procura di Caselli.
Due pubblici ministeri, Teresa Principato e Vittorio Teresi, e quell'arresto è stato confermato.
E' stato disposto dal GIP, ovviamente, confermato da tre giudici del riesame. Due PM, un GIP e tre giudici del riesame: siamo già a sei.
Ha fatto ricorso la sua difesa alla Cassazione, la Cassazione si è pronunciata a sezioni unite. Sono in nove nelle sezioni unite: i nove delle sezioni unite hanno confermato l'esigenza di tenerlo dentro, e siamo a nove più sei: quindici.
Dopodiché hanno chiesto la scarcerazione per motivi di salute; il tribunale del riesame di Palermo, altri tre giudici, hanno detto di no.
Diciotto giudici di diverse città, sedi e funzioni hanno deciso che Mannino doveva stare in galera.
E' evidente che non possono essere tutti visionari o avercela tutti con lui.
E allora com'è che è stato arrestato e ora è stato assolto?
Semplice: c'erano gli elementi per arrestarlo e secondo i giudici non c'erano sufficienti elementi per condannarlo.
Secondo i giudici del secondo appello, mentre secondo i giudici del primo appello gli elementi c'erano e gli hanno dato 5 anni e 4 mesi.
Qual è il problema? E' che noi viviamo in un sistema dove ci sono troppi gradi di giudizio, dove troppi giudici mettono il becco.
Naturalmente questa è una garanzia, perché molti occhi vedono meglio di pochi, ma dall'altra parte c'è sempre la possibilità che ogni occhio veda alla maniera sua e che quindi ci siano ribaltamenti di giudizio e di valutazione.
E' tutto fisiologico, anche se sembra strano, sta nel nostro sistema questa conseguenza paradossale.
C'è poi una convenzione, che noi accettiamo altrimenti non staremmo insieme e non affideremmo la giustizia ai Tribunali, per cui ha ragione l'ultimo arrivato.
Alla fine dei ricorsi, l'ultima sentenza, quella che diventa definitiva, è quella buona.
Ma chi ci dice che l'ultima sia quella buona e non fosse meglio la penultima?
E' una convenzione, in questo caso alcuni hanno detto che ci sono elementi altri hanno detto che non sono sufficienti, e intanto vogliamo conoscere questi elementi, in modo che possiamo giudicare almeno la persona?
Dopodiché il reato fa il suo corso, vedremo come finirà, ma a noi devono interessare i fatti che riguardano la persona.
E allora quali sono i fatti?
I fatti sono, per esempio, che Mannino già dal Tribunale che lo assolveva in primo grado era stato giudicato malissimo, dal punto di vista politico ed etico.
"E' acquisita la prova che nel 1980-1981 Mannino aveva stipulato un accordo elettorale con un esponente della famiglia agrigentina di Cosa Nostra Antonio Vella - c'era stato addirittura un incontro in casa con questo farabutto - e in seguito con altri boss della mafia Agrigentina".
Il Tribunale parlava, assolvendolo - il Tribunale che 'gli voleva bene' - di "patto elettorale ferreo, avallato dall'intervento di un mafioso come Vella. Un patto che costituisce una chiave per interpretare la personalità e consente di invalidare buona parte della linea difensiva di Mannino, volta a rappresentarlo come un politico immune da contaminazioni coscienti con ambienti mafiosi" o addirittura vittima di chissà quali complotti.
Nessun complotto, altro che immune da contatti mafiosi: questo sapeva che erano mafiosi, andava lì e faceva un patto elettorale ferreo con i capi mafia di Agrigento.
E poi aveva proseguito negli anni successivi.
Perché allora l'avevano assolto e perché adesso l'hanno di nuovo assolto?
Probabilmente, la motivazione oggi non c'è, abbiamo quella del primo grado, perché "non c'è la prova che l'accordo elettorale abbia avuto a oggetto una promessa di svolgere un'attività anche lecita, anche sporadica, per il raggiungimento degli scopi di Cosa Nostra".
Traduzione in italiano: E' provato che abbia fatto un patto elettorale con la mafia, è provato che ha incontrato i capi mafia, è provato che gli abbia chiesto i voti, è provato che quelli l'hanno votato... ma poi Mannino li ha fregati.
Cioè Mannino ha truffato la mafia e non ha dato in cambio quello che loro si aspettavano, o almeno non è provato che lui abbia dato qualcosa in cambio.
In appello, nel primo appello, il procuratore generale Teresi, invece, aveva dimostrato che cosa aveva dato in cambio Mannino, e aveva portato una sentenza fantastica, che è quella sul tavolino degli appalti in Sicilia.
Voi sapete che nelle zone "normali" la corruzione riguarda l'imprenditore che paga e il politico che prende.
In Sicilia e nelle zone di criminalità organizzata il tavolino ha tre gambe: c'è l'imprenditore che paga e dall'altra parte ci sono il politico e il mafioso che prendono.
Nella sentenza su questo tavolino a tre gambe, quello gestito da Salamone, il fratello del magistrato di Brescia. Filippo Salamone l'imprenditore agrigentino che gestiva il tavolino insieme ai mafiosi e ai politici.
C'è scritto che negli anni Ottanta, quando Mannino era segretario regionale, poi diventò ministro della DC, funzionava perfettamente il triangolo con i politici che prendevano i voti dai mafiosi, gli imprenditori che pagavano i mafiosi e i politici in cambio di appalti e i mafiosi che ricevevano appalti in cambio dei voti ai politici e della protezione agli imprenditori.
Sapete com'è andato quel processo? C'erano tre nomi di politici che facevano parte di questo patto, del tavolino: uno si chiamava Sciangula, uno Nicolosi ed era il presidente della Regione, democristiano, e l'altro si chiamava Mannino.
Sono nominati tutti e tre nella sentenza. Quale? Quella che condanna per il tavolino degli affari politico-mafiosi-imprenditoriali gli imprenditori e i mafiosi.
I mafiosi sono stati condannati, gli imprenditori sono stati condannati.
E i politici? Sono stati assolti. Voi capite la differenza che c'è fra un errore giudiziario e una diversa valutazione degli elementi.
Evidentemente quello che fanno i politici è meno grave di quello che fanno i mafiosi e gli imprenditori insieme ai politici.
Qualcuno potrebbe persino pensare che l'errore giudiziario non è soltanto quando viene condannato un innocente ma anche quando viene assolto un colpevole. Giusto?
In linea generale è così: l'errore giudiziario è quando il colpevole la fa franca o l'innocente viene condannato al posto del colpevole.
Ecco, spero che sia chiaro che cosa ho voluto dire: non è tanto importante, agli occhi del cittadino, se un politico ha commesso un reato oppure no, perché anche se si ritiene che non l'abbia commesso, che non ci sia la prova sufficiente che l'abbia commesso, importa se ci sono dei fatti che lo riguardano.
E voi vedrete che se leggerete la sentenza, la pubblicheremo appena ci sarà, le altre le abbiamo messe nel libro "Intoccabili" che abbiamo scritto Saverio Lodato ed io, vi renderete conto che di fatti ce ne sono a carico di Mannino.
Penalmente rilevanti? Non lo so, non spetta a me deciderlo.
Politicamente gravi? Quello si spetta a noi deciderlo!
Andare ai matrimoni dei mafiosi e poi dire "ero lì per la sposa" facendo finta di non conoscere lo sposo Gerlando Caruana?
Strano.
Assegnare le esattorie della provincia di Agrigento ai cugini Salvo, noti mafiosi?
Questo ha fatto Mannino.
Assumere al ministero un certo Mortillaro che era un uomo della mafia, che cosa è? Un fatto.
Andare a casa o ricevere a casa dei mafiosi per fare "patti elettorali ferrei" con la mafia, anche se poi secondo alcuni non è dimostrato il contraccambio, è un fatto grave o no?
E' un fatto grave.
E avanti di questo passo. Far parte del tavolino, ed essere garantiti per i voti, con i mafiosi e gli imprenditori è grave o non è grave?
Bene, di queste cose naturalmente non si è parlato e si è preferito parlare di errore giudiziario come se avessero processato Mannino al posto di qualcun altro.
Non è stato un abbaglio, non è stato un caso di omonimia o un sosia.
Volevano processare proprio Mannino e dovevano processare proprio Mannino perché questi fatti andavano esaminati.
Dopodiché, non basta non essere condannati per poter essere puliti, per poter fare politica a testa alta se si hanno sulla coscienza fatti come questi.
Naturalmente, sono cose che purtroppo non avete sentito e non avete letto, quindi cosa volete che vi dica?
Il solito nostro motto: passate parola."
Submarino da classe Oberon.
A denominação "Riachuelo" recorda a batalha naval ocorrida em 11 de junho de 1865, durante a Guerra do Paraguai, entre a esquadra paraguaia e uma fração da esquadra brasileira sob o comando do almirante Barroso. Essa embarcação é a sétima da Marinha do Brasil a ostentar esse nome.
Construído nos estaleiros Vickers Limited, na Inglaterra, sua quilha foi batida em 26 de abril de 1973 e foi lançado ao mar em 6 de setembro de 1975. Sua incorporação à Armada ocorreu em 27 de janeiro de 1977, com o indicativo visual S22.
Em aproximadamente 20 anos de atividade, percorreu 181924,88 milhas em 1283,5 dias de mar e 17699 horas e 41 minutos de imersão.
Sua Mostra de Desarmamento foi realizada em 12 de novembro de 1997, quando foi entregue ao Serviço de Documentação Geral da Marinha e reclassificado como Submarino-Museu.
C a r a c t e r í s t i c a s
Deslocamento: 1.620 ton (padrão), 2.040 ton (carregado na superfície) e 2.410 ton (carregado em mergulho).
Dimensões: 89.9 m de comprimento, 8.07 m de boca e 5.48 m de calado.
Propulsão: diesel-elétrica; 2 motores diesel Admiralty Standard Range de 16 cilindros 16 VVS-ASR-1, dois geradores de 1.280 Kw, 2 motores elétricos AEI gerando 6.000 hp,acoplados à dois eixos e dois hélices de três pás cada.
Velocidade: máxima de 17.5 nós (superfície) e 15 nós (imersão).
Raio de ação: 11.000 milhas náuticas à 11 nós (superfície ou com snorkel), e 56 dias de autonomia.
Profundidade máxima de mergulho: ?
Armamento: 8 tubos de torpedos de 21 pol. (533 mm), sendo dois na popa; e capacidade para 24 torpedos numa combinação que incluía o Mk 24 Tigerfish Mod.1 (filoguiado), Mk 37 Mod.2 (tubos da popa) e até o torpedo anti-navio Mk 8 Mod.4, ou ainda uma combinação de minas e torpedos. Ejetores de despistadores de 102 mm, Mk.2 (proa) e Mk.4 mod.1B (popa).
Controle de Armas: sistema de direção de tiro Ferranti TIOS 24B.
Sensores: sonar de casco THORN EMI Type 197CA de media freqüência, passivo/ativo para busca e ataque; hidrofone lateral BAC Type 2007AA de baixa freqüência, para busca; hidrofones de interceptação (goniometros) DUUG-1 e AUUD-1; ecobatimetro Type 776/778; 1 radar de navegação Kelvin Hughes Type 1006; MAGE UA-4; radios HF SSA-2 de 500W e SATNAV MAGNAVOX MX 1102.
Código Internacional de Chamada: PWRI
Tripulação: 74 homens, sendo 7 oficiais e 67 praças.
SHIT (inglese)
SZAR (ungherese)
MERDE (francese)
ДЕРЬМО (ucraino)
SCHEISSE (tedesco)
MIERDA (spagnolo)
EXCREMENTUM (latino)
Questo è quello che Flickr (SmugMug) ha riservato ai suoi fedelissimi utenti andando contro alle logiche commerciali.
Ritengo infatti che un abbonamento annuo di 20 $ sarebbe stato congruo per poter usufruire del servizio PRO e sarebbe stato accettato da molti più utenti.
Credo viceversa che le nuove strategie commerciali faranno fuggire moltissimi iscritti da questa piattaforma con lo scorno di chi accetterà di pagare i 49.99 $ richiesti e che si troverà molto più solo e nella MERDA.
os moliceiros têm vela (3)
O barco moliceiro, ex-libris lagunar
(continuação)
Relativamente à pintura do barco, temos a referir que, inicialmente, o costado era amarelado, devido ao uso do pez louro, mas nas amanhações (reparações para manutenção) anuais, passava a ser embreado (coberto de breu), o que melhorava a sua resistência. Os que ainda restam são pintados a tintas de cor forte, a gosto do dono.
«Nenhum dos barcos da larga família etnográfica e longa ascendência tem a graça e o valor pictórico do moliceiro da ria de Aveiro». - 4 -
À proa e a ré, a bombordo e a estibordo, apresenta quatro painéis, com espantosas cercaduras policromas, flores e ramalhetes pintados em cores berrantes e estilizações bizarras, cheias de ingenuidade ou ingénuas de malícia. Para além da harmonia de linhas que fazem do moliceiro uma embarcação muito «sui generis», o seu grande encanto reside na decoração que ostenta. É o barco mais ricamente decorado e mais decorativo. - 5-
Citando, de novo, Luís Chaves – «Os barcos vestem-se como se vestiram os corpos. E se enfeitaram, guarneceram (…) nos barcos, como nos vestidos, há faixas coloridas, paralelas ou não, grades ou xadrezes, barras, flores estilizadas ou realistas, emblemas, etc. O princípio do revestimento é o mesmo.»
Barcos havia ao longo do nosso litoral que ostentavam ou por embelezamento ou superstição alguns signos pictóricos interessantes: pinturas de olhos, cruzes, emblemas, pequenas figuras, etc. Aqueles cuja decoração atingiu uma maior superfície e grande beleza foram os varinos do Tejo, seguidos dos botes e das canoas.
Mas, os moliceiros com as suas quatro iluminuras de uma diversificação estonteante fizeram da ria de Aveiro uma galeria de arte fluida, em que todos estes elementos estéticos foram mergulhando.
Há quem considere a proa, pelo seu formato, a parte monumental do barco, já que a diferença da construção limita, na ré, o espaço para decorações. No entanto, é na ré que por vezes surgem os mais sugestivos desenhos e legendas mais espirituosas, talvez para compensar em expressão o que reduz em espaço. Hoje, não é bem, bem, assim, porque o espaço decorativo da ré tem aumentado.
Normalmente, o olhar do observador é levado para o centro do painel onde o motivo central aparece livremente ou limitado por um círculo, uma fechadura, por uma «casa» ou ainda por cortinados encimados pela coroa real. Utilizavam-se mais os círculos e cortinados à proa e as fechaduras e «casas» a ré.
-4- Luís Chaves, Os Transportes Populares em Portugal – carros e barcos. FNAT. Gabinete de Etnografia, Lisboa, 1958.
-5- Nem sempre assim foi. Há provas imagéticas de que as primeiras decorações, mais incipientes, terão aparecido apenas em finais do século XIX.
(a continuar)
torreira; regata do s.paio; setembro, 2014
(o barco do mestre zé rito, à frente a cambar)
Um domingo ensolarado revelou-se ao mesmo tempo sombrio, como bem descreveu nas redes o jornalista Mário Magalhães, ao término da votação do processo de impeachment na Câmara dos Deputados, nas últimas horas deste 17 de abril. Nossas Lentes flagraram as famosas pessoas de bem e famílias das manifestações a favor do golpe agredindo um manifestante contrário ao impeachment em praça de Ponta Grossa. Em Curitiba, nossos fotógrafos registraram a Marcha da Maconha, além da movimentação na praça Santos Andrade e na praça Rui Barbosa - aglomerações respectivamente pró e contra o impeachment. Não havia um muro entre eles, tal como na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Ao mesmo tempo, observamos na rua um muro entre vários países mergulhados em luz e sombras - tal como em uma praça da tal 'república de Curitiba'.
Foto: José Tramontin
📷 Sony a7R iii + Sony GM 16-35 f. 2.8
🔎 Nisi Natural Night
🔧 Bracketing 5 foto in Picturenaut
⚙️ Tiff in Capture One Pro
È la mera rappresentazione della realtà? È una foto di architettura urbana? È una notturna? No: oppure, lo è anche. È la storia di due persone che scendono da una vecchia Lancia Ypsilon ed attraversano sulle strisce pedonali: dove saranno andati? E perché? Lei ha dimenticato il cellulare, in auto. E, poi, corre dentro e raggiunge il marito o il compagno. È la storia di immigrati che si rifugiano nella hall della struttura per ripararsi dalla rigidità del clima serale. È la storia di tante biciclette parcheggiate, in attesa del loro conduttore (reale o potenziale).
Estou limpando e deletando muuuuitas fotos e esta foi uma delas... só que por engano deletei todas desta mani, quando na verdade ia deixar pelo menos uma (tenho mais de 80 fotos selecionadas para publicar). Então apesar de não ser a melhor que tirei, vou deixar registrada na galeria.
Ainda estou triste com estas mudanças do Flickr, mas não vou abrir conta pro e nem tampouco fazer outra galeria... Seguirei no insta até quando der, afinal, não sou profissional e nem tenho tido tempo para publicar com frequência.
Usei:
2x Black Pixel - Orly FX
Obs. Mani de 2016.
第五屆 全球自行車設計競賽 - 銀牌獎 Second Prize
The 5th International Bicycle Design Competition 2001
作品文字說明 Description of entry
A. Title of Entry : Pretty
B. 設計構想
1. 個性化及更親近人的設計
2. 可以依個人喜好去改變造型顏色
Pretty是多變化的電動自行車,亦是個性化的產品,使電動自行車不只是追求操作上舒適,更要達到人性化的設計。
為了達到以上的構想,Pretty具有圓滑曲線、可愛的造型,不同於管材焊接的傳統自行車,而是採用分模組合的方式去構成整個車身,組合步驟簡易,可以依自己的喜好自行更換車體外殼的色彩或材質,配合不同的場合及時間。
除了製造時可生產多種色彩、材質的車殼供消費者選擇,自行更換外,消費者還可以藉由在電腦中選擇其所喜好的色彩、自行設計圖樣或文字,再由工廠塗裝,因此消費者可有完全符合自己心中想要的樣式。
C. 市場對象
Pretty的市場目標主要是以女性、學生族群及追求個人風格和多變化生活的人為對象。適用於都市區代步用如通勤、散步、逛街的電動自行車。
D. 創新結構說明
1. 小型電動自行車易於停放收藏
2. 以對稱模組化設計減少模具成本
3. 塑膠類復合材質,可有多種色彩變化的外殼,並有強化設計
4. 玩具模型的組合方式,容易自行拆裝更換搭配外殼和保養
5. 可附加多種配備:如專用購物袋、自動照明燈等
6. 變化性大因此產品生命週期可不斷延伸
E .特殊結構文字說明
1. 數位式電量及速度顯示螢幕
2. 模組化對稱設計車體
3. 避震坐墊及旋鈕式座桿束子(旋鈕表面為反射片材質)
4. 單管式避震器、檔泥板式前叉及車輪組裝方式
5. 自動照明前燈
6. 強化塑膠類複合材質車殼結構
....................................................................................................................................................................
Description of Entry
A. Title of Entry : Pretty
B. Concepts of Design
1.personalized and user-friendly design
2.changeable design, according to user's preference
Pretty is an electric bicycle with many possible changes of appearance. It is a
personalized product that not only facilitates the operation but also gives a
pleasant looking. To achieve the goal of the above-mentioned concepts of design,
Pretty is designed with a smooth curving and cute shape. To differentiate with
the conventional fixed bicycles which is composed of welded steel bars, Pretty's
body structure is assembled with sets of modules. One can change the material
and color of the body structure in accordance with his preference. The cold
metallic hardness of the ordinary bicycles is thus replaced by a joyful and warm
feeling.
For the body structure, the manufacturer provides a variety of colors and materials
for customers to choose and change the look of their bikes by themselves. In addition,
buyers can also choose their favorite color, draft their own designs and characters
in reference to the information in the factory's database and ask the factory to do
the coating and assembling. In this way, the consumer is sure to get the ideal bike
he dreams for.
C. Target Market
The target market for Pretty is focusing on young female, students and person in pursuit
of stylish and innovative things. Pretty is suitable for urban transportation such as
commuting and shopping.
D. Innovative Features
1.Being a mini-sized electric bike, it is easy to park and store.
2.With symmetric mold set design, it reduces the cost of mole.
3.The surface structure of the bike is made of composite plastic material with many
different colors for choice.
4.Assembly method is similar to that of a toy model.
5.Easy to disassemble, maintain, and change parts of the structure.
6.Long product life cycle due to its wide variation.
Designer : 廖軍豪 Timothy Liao / 李岳樺 Yueh-Hua Lee ( Philip Lee )
March 31, 2001
e os 30 chegaram...
my 30th birthday...
presente de aniver... conta pro e 10.139 visualizações...tá bom né? hehehehe
today's soundtrack:U2 - City Of Blinding Lights
texto:Mulher de 30
第五屆 全球自行車設計競賽 - 銀牌獎 Second Prize
The 5th International Bicycle Design Competition 2001
作品文字說明 Description of entry
A. Title of Entry : Pretty
B. 設計構想
1. 個性化及更親近人的設計
2. 可以依個人喜好去改變造型顏色
Pretty是多變化的電動自行車,亦是個性化的產品,使電動自行車不只是追求操作上舒適,更要達到人性化的設計。
為了達到以上的構想,Pretty具有圓滑曲線、可愛的造型,不同於管材焊接的傳統自行車,而是採用分模組合的方式去構成整個車身,組合步驟簡易,可以依自己的喜好自行更換車體外殼的色彩或材質,配合不同的場合及時間。
除了製造時可生產多種色彩、材質的車殼供消費者選擇,自行更換外,消費者還可以藉由在電腦中選擇其所喜好的色彩、自行設計圖樣或文字,再由工廠塗裝,因此消費者可有完全符合自己心中想要的樣式。
C. 市場對象
Pretty的市場目標主要是以女性、學生族群及追求個人風格和多變化生活的人為對象。適用於都市區代步用如通勤、散步、逛街的電動自行車。
D. 創新結構說明
1. 小型電動自行車易於停放收藏
2. 以對稱模組化設計減少模具成本
3. 塑膠類復合材質,可有多種色彩變化的外殼,並有強化設計
4. 玩具模型的組合方式,容易自行拆裝更換搭配外殼和保養
5. 可附加多種配備:如專用購物袋、自動照明燈等
6. 變化性大因此產品生命週期可不斷延伸
E .特殊結構文字說明
1. 數位式電量及速度顯示螢幕
2. 模組化對稱設計車體
3. 避震坐墊及旋鈕式座桿束子(旋鈕表面為反射片材質)
4. 單管式避震器、檔泥板式前叉及車輪組裝方式
5. 自動照明前燈
6. 強化塑膠類複合材質車殼結構
....................................................................................................................................................................
Description of Entry
A. Title of Entry : Pretty
B. Concepts of Design
1.personalized and user-friendly design
2.changeable design, according to user's preference
Pretty is an electric bicycle with many possible changes of appearance. It is a
personalized product that not only facilitates the operation but also gives a
pleasant looking. To achieve the goal of the above-mentioned concepts of design,
Pretty is designed with a smooth curving and cute shape. To differentiate with
the conventional fixed bicycles which is composed of welded steel bars, Pretty's
body structure is assembled with sets of modules. One can change the material
and color of the body structure in accordance with his preference. The cold
metallic hardness of the ordinary bicycles is thus replaced by a joyful and warm
feeling.
For the body structure, the manufacturer provides a variety of colors and materials
for customers to choose and change the look of their bikes by themselves. In addition,
buyers can also choose their favorite color, draft their own designs and characters
in reference to the information in the factory's database and ask the factory to do
the coating and assembling. In this way, the consumer is sure to get the ideal bike
he dreams for.
C. Target Market
The target market for Pretty is focusing on young female, students and person in pursuit
of stylish and innovative things. Pretty is suitable for urban transportation such as
commuting and shopping.
D. Innovative Features
1.Being a mini-sized electric bike, it is easy to park and store.
2.With symmetric mold set design, it reduces the cost of mole.
3.The surface structure of the bike is made of composite plastic material with many
different colors for choice.
4.Assembly method is similar to that of a toy model.
5.Easy to disassemble, maintain, and change parts of the structure.
6.Long product life cycle due to its wide variation.
Designer : 廖軍豪 Timothy Liao / 李岳樺 Yueh-Hua Lee ( Philip Lee )
March 31, 2001
日本CAR STYLING未來車設計雜誌 汽車設計比賽 - 特別獎
International Car Design Competition 2002
作品文字說明 Description of entry
A. Title of Entry : Power+
B. 設計構想
此小車的價值並不是只有它具有多重要的性能及其功能性之強大。
雖然此小車的身軀嬌小但是力量卻不輸給比它大好幾倍的大卡車,這設計的概念是起於大自然界中的昆蟲,身體雖小但力量卻是力大無窮。
理念即能夠搬移比自己更大的商品或者是可以處理更多的事務來完成我們的需求。因此我們設計此多元化的小車稱之為「Power +」。
這「Power +」除了可以用於自家用的小汽車之外,還能擔當建築工地中重型卡車搬運貨物的重任。此小汽車是一人乘座的並且可以前往不同的目的地,配合它的特殊裝備來完成各種不同的任務。
此「Power +」的特點不僅僅有小的價值並且有相當高的機動性,這是重型大卡車所做不到的,並可以解決相當多的問題。由於「Power +」能夠安裝許多的特殊概念設計並有不同的用途,例如:搬運貨物、救援行動、軍事方面的搬運等等的任務。
....................................................................................................................................................................
Description of Entry
A. Title of Entry : Power+
B. Concepts of Design
The value of small car isn't only small value that it has important meanings and functions. Through its body is small but it full of power.
The design ideas derive from many kinds of powerful small insects in nature.
The meaning of our design car can move bigger goods than itself or draw more one times thing than itself and so our design the multi-functions car - " POWER+ ".
" POWER+ " is small car but it can as heavy trucks in construction site for engineering. In general, the " POWER+ " is a small car of single seat and the worker can drive it to the destination where he want to go in the same home's car, when he reach, the both sides of “POWER+” body equipped special mechanism.
It composes of any different equipments for the needs.
The features of " POWER+ " are small value and high mobility so it can deeply reach any sites where heavy trucks can't go. It is quite helpful. Because of the " POWER+ " install many special concepts. So it can more develop many multiple functions. It can use many kinds of special function in vehicle for example, cargo fire, rescue …...etc.
Designer : 李岳樺 Yueh-Hua Lee
January 11, 2002
It is the old Palm III in IBM colors. It runs German version of Palm OS 3.3. It's still a good calculator and calendar machine.
MARTEDÌ 29 GENNAIO 2013
ASPHERICA OFFICINA FOTOGRAFICA
CORSO DI FOTOGRAFIA BASE
Martedì 29 gennaio 2013 partirà il primo corso di fotografia di Aspherica Officina Fotografica.
Un occasione per potersi avvicinare in modo semplice, dinamico ma sopratutto divertente, al mondo della fotografia.
Il corso base è rivolto a tutte le persone che hanno, o che vorrebbero una reflex ma non hanno nessuna conoscenza in materia.
DOCENTI
Luca Andrini - teoria e composizione
Fabio Fanini - Photoshop e schemi d'illuminazione
Federico Ranghino - aspetti tecnici dei corpi macchina
COLLABORATORI
Gianluca Marino - fotogiornalismo - street photography
NUMERO MASSIMO DI PARTECIPANTI 15
PROGRAMMA 2013
Martedi 22 gennaio
Ritrovo con i partecipanti e valutazione delle proprie competenze in materia fotografiche: preferenze e obiettivi che si vogliono raggiungere; visione degli scatti ( si richiede di portarne almeno 5 a partecipante )
Martedì 29 gennaio - 1ª lezione
Introduzione alla reflex: cos'è e perchè porta tale nome; caratteristiche delle principali funzioni, differenze tra fascia amatoriale e professionale; perchè scegliere una reflex piuttosto che una compatta o una bridge; differenza tra le modalità d'esposizione ( M / manuale - A / priorità diaframmi - S / priorità tempi - P / program -semiautomatico: come e quando usarle ); cosa sapere assolutamente per evitare fregature; pulizia del sensore; come si cambia un obiettivo evitando danni al sensore
Martedì 5 febbraio - 2ª lezione
Obiettivi: cosa sono a cosa servono e quali sono le caratteristiche di ognuno ( ottiche fisse - zoom - macro - decentrabili ); messa a fuoco: AFS - AFC - M ( pro e contro fra diversi moduli ); differenza tra obiettivi di fascia amatoriale e professionale; costruzione interna: gruppi, lenti e trattamenti professionali di certe lenti situate all'interno; come riconoscere un obiettivo di fascia amatoriale da uno medio o di alto livello; focali indicate per i vari generi della fotografia; settaggio della macchina per la preparazione allo scatto ( luminosità - contrasto - colore - nitidezza - riduzione del rumore: implicazioni negative )
Martedì 12 febbraio - 3ª lezione
Esposizione - otturatore e diaframma: cosa sono e a cosa servono e come si usano per effettuare una ripresa; nitidezza, profondità di campo; significato delle varie aperture; tempo di scatto; bilanciamento del bianco; sensibilità iso (come riconoscere ed evitare il rumore digitale ) risoluzione delle macchine digitali; schede di memoria ( caratteristiche, tipologie ) - risoluzione dei monitor dei computer - calibratura colore
Martedì 19 febbraio - 4ª lezione
La luce come elemento imprescindibile della fotografia e della composizione - applicazione delle regole ai vari generi della fotografia ( ritrattistica, paesaggio, interni, spettacolo, still life ) come scegliere la coppia tempo-diaframma per avere una fotografia equilibrata (fattore di reciprocità )
Introduzione al ritratto: cosa significa ritrarre un soggetto ( prospettiva - punto singolo autofocus - diagonali dinamiche - proporzioni - diversità tra i vari piani compositivi ); uso del flash incorporato ( luce di riempimento ); la differenza fra luce naturale e artificiale; la qualità della luce; dominanti, gradi kelvin; perchè scegliere luce flash o continua: principali costi e caratteristiche
Martedì 26 febbraio - 5ª lezione
La composizione: l'importanza dei soggetti all'interno del fotogramma, come valorizzare le nostre fotografie con le prime regole basi ( regola dei terzi - tagli orizzontali e verticali - le diagonali - le masse - prospettive - punti di fuga ); introduzione ai vari generi della fotografia:
Paesaggio - naturalistica - ritratto - sportivo - still life - macro - spettacolo
Quali obiettivi usare e tecniche per un corretto utilizzo ( uso del cavalletto, monopiede - trucchi e consigli per evitare il mosso in situazioni critiche ); accessori indispensabili: paraluce - filtri
Domenica 3 marzo - prima uscita di gruppo
Uscita di gruppo per ripresa fotografica da concordare ( ritratto in esterna - paesaggio - Street photography - naturalistica )
Martedì 5 marzo - 6ª lezione
Visione delle immagini scattate nell'uscita precedente e introduzione a photoshop: cos'è e a cosa serve; come ritoccare inizialmente le fotografie senza lederne la qualità ( primi passi: luminosità - contrasto - maschera di contrasto -bilanciamento colore - saturazione - crop - jpeg - tiff - raw ) scelta degli scatti per la lezione successiva di Photoshop
Martedì 12 marzo - 7ª lezione
Ritocco con Photoshop ( i partecipanti saranno divisi in gruppi da tre con un portatile a testa ) ritocco di tre scatti scelti tra quelli dell'uscita del 3 marzo: come ritoccare in modo semplice e incisivo; errori da evitare assolutamente; come archiviare efficacemente i propri lavori; come evitare di perdere fotografie per conoscenza errata del digitale (archiviazione su cd - DVD - hard disk esterni )
Martedì 19 marzo - 8ª lezione
Condivisione delle fotografie - web - stampa (sia su carta fotografica che su rivista cartacea - quotidiani, di settore) - tv: cosa bisogna conoscere per poter condividere i nostri lavori su diversi supporti informatici mantenendo la qualità necessaria per una buona visione; formati - dpi ( punti per pollice - un attenzione particolare per evitare problemi di visione)
Martedì 26 marzo - 9ª lezione
Come costruire un portfolio d'immagini ( 10 scatti che raccontino una situazione ); il linguaggio fotografico e le regole da seguire per evitare errori
Martedì 2 aprile
ESAME FINALE TEORICO
Verifica di apprendimento delle lezioni precedenti: ogni allievo dovrà affrontare una verifica scritta a risposta multipla ( 30 domande ) dalla quale si potrà verificare il livello di apprendimento acquisito.
Martedì 16 aprile
ESAME FINALE PRATICO
Ogni partecipante dovrà consegnare uno scatto ( genere predefinito dal partecipante ) che riassuma tutte le tecniche e le competenze acquisite nel corso delle lezioni precedenti
DOMENICA 21 APRILE
Mostra degli scatti eseguiti
( pubblicità su giornali locali e di settore - web )
( ogni partecipante avrà a proprio carico la spesa della stampa - forex - carta fotografica - plexiglas / a discrezione del partecipante o di un eventuale cornice )
Consegna attestato di partecipazione con valutazione del grado di preparazione del partecipante
Ringraziamenti e bouffet finale - offerto da Aspherica Officina Fotografica
COSTO PER I TESSERATI 90 euro
PER I NON TESSERATI 130 ( con tesseramento 2013 )
LA CONFERMA È OBBLIGATORIA ALMENO 15 GIORNI PRIMA L'INIZIO DEL CORSO
Per ulteriori informazioni scrivere a luca.andrini@gmail.com;
su Facebook www.facebook.com/Aspherica
O se preferite, passate in sede nei giorni e negli orari di lezione
ASPHERICA OFFICINA FOTOGRAFICA
Corso Marcello Prestinari 193 - 13100 Vercelli
Presso "IL CIRCOLINO"
Orari: ogni mercoledì dalle 21,30 alle 23,30
Tel 334-1471979 - telefonare ore serali
All'allenatore del Settore Giovanile dell'Hellas Verona (Under 17 'Lega Pro') è stato assegnato il premio per la sezione 'Indimenticabili Gialloblù', dedicato ai campioni rimasti nella storia del Verona.
Fonte: hellasverona.it
ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2021. Roma, Progetto I Fori Imperiali, 1998-2001. F. Rutelli, E. La Rocca e A. La Regina: Il Viadotto della Via Dell' Impero, e la ripresa della "Chirurgia Archeologica" di Mussolini e l'attuale balcone di Via dei Fori (dal 1997 in poi) con vista sui ruderi di gli antichi Fori; in: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3 [= Dr. Arch. Elisabetta Pallottino, BullCom., Vol. 116 (2015): 233-248]. S.v., Dr. Luigi Lenzi (1931), Dr. Guido Calza (1934) bis Dr. Antonella Clementoni (2017) & Adriano La Regina (2019). wp.me/pbMWvy-2k8
Foto 1: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657208
1). ROMA - Dr. Arch. Guido Fiorini, "Chirurgia Archeologica." Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3.
Dott. Arch. Fiorini (1934), proposta per il successivo progetto della Via Dell'impero dalla metà degli anni Trenta in poi. Da notare la rimozione della carreggiata della Via Alessandrina (ora parzialmente rimossa lungo il Foro di Traiano [2017-19]), i due nuovi accessi che dalla Via dell'Impero immettevano nel Foro Romano (proposta per la prima volta nel 1998-99, e ora in corso di restauro da parte del Comune e del PArCO [2019-21]), e infine la realizzazione di nuovi camminamenti pubblici all'interno dell'area dei Fori (la prima fase completata dalla Colonna di Traiano, attraverso il Foro, poi sotto la Via dei Fori nel Foro di Cesare e ora fino al Foro di Nerva [2016-20]).
Foto 2: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657723
Nota: Con il Comune nel 2020-21, annunciando nuovi piani di passerelle pubbliche con il Foro di Nerva e della Pace e anche il Foro di Augusto e i Mercati e Foro di Traiano (2022 in poi?).
Quanto a Via Dell'Impero, i progetti per la sede stradale dopo la metà degli anni Trenta; prima una carreggiata come balcone che si affaccia sulle rovine dei Fori come menzionato da Coloni, Dardi, Benevolo & Rutelli e altri nei primi anni '80 fino alla fine degli anni '90.
Con le successive proposte di Fiorini per un viadotto di Via Dell' Impero dalla metà degli anni '30 in poi; con questo progetto poi proposto e ripreso da La Regina e Fuksas nel 2004-05 e ancora da La Regina nel 2015.
Di seguito un elenco di risorse contemporanee e storiche per le varie proposte di idea urbanistica della Via dell'Impero di Mussolini negli anni Trenta; e recenti ricerche sulle riprese del Viadotto Mussoliniano di Via dei Fori da parte del Comune di Roma, primi anni '80 e fino al 2021.
Foto 3: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51778299160
2). ROME - Dr. Arch. Fiorini's (1934), proposal for the later design for the Via Dell'impero after the mid-1930s onwards. Notice the removal of the roadway of the Via Alessandrina (now partially removed along the Foro di Traiano [2017-19]), the two new entranceways leading into the Roman Forum from the Via dell' Impero (first proposed in 1998-99, and now beginning restored by the Comune and PArCO [2019-21]), and finally the creation of new public walkways within the area Fori (the first phase completed from the Column of Trajan, thru the Forum, then under the Via dei Fori into the Forum of Caesar and now upto the Forum of Nerva [2016-20]).
Foto 4: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777413166
Note: With the Comune in 2020-21, announcing new plans for public walkways with the Forum of Nerva and Peace and also the Forum of Augustus and the Markets and Forum of Trajan (2022 onwards?).
As for the Via Dell' Impero, the plans for the roadway after the mid-1930s; first a roadway as a balcony overlooking the ruins of the Fori as mentioned by Coloni, Dardi, Benevolo & Rutelli and others in the early 1980s thru late 1990s.
Foto 5: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657748
With the later Fiorini's proposals for a viaduct of the Via Dell' Impero mid-1930s onwards; with this project later proposed and revived by La Regina and Fuksas in 2004-05 and agian by La Regina in 2015.
Below a listing contemporay and historical resources for the various proposed planning idea's of Mussolini's Via dell' Impero in the 1930s; and recent research on the resumptions of Mussolini's Viaduct of the Via dei Fori by the City of Rome, early 1980s and up to the 2021.
RARA 2021 (12/26/2021).
Fonte / sources:
--- Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3; in:
Biblioteca Nazionale Centrale di Roma (12/2021).
--- Dr. Arch. Guido Fiorini, 1934; in: Dr. Arch. Elisabetta Pallottino, "Isolamenti e invenzione di contesti nell'opera del Governatorato a Roma. Liberazione e restauro della Casa dei Cavalieri di Rodi (1924-1949)." BullCom., Vol. 116 (2015): 233-248. www.jstor.org/stable/26331792
--- Dr. Luigi Lenzi, “The New Rome”, The Town Planning Review, Vol. 14, No. 3 (May, 1931): 162 [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori]. RARA 2010-20 = wp.me/pPRv6-4TZ
--- Dr. Guido Calza, “THE VIA DELL` IMPERO AND THE IMPERIAL FORA,” JRIBA, (24 March 1934): 489 & 503 [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-20 = wp.me/pPRv6-4TZ
--- Prof. Antonio Cederna Archivio (1981/2021) = “Polemiche su via dei Fori – Un Viadotto da Fantascienza.” OCCHIO (03/03/1981): 12 [in PDF]. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2021 = romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/0...
--- Prof. Antonio Cederna Archvio (1981/2021) = Prof. Antonio M. Colini, "COSI`NACQUE VIA DEI FORI IMPERIALI." IL TEMPO (30/11/1981) [=PDF] & A. Colini, "UN TERZO INTERVENTO DEL PROF. A. M. COLINI." IL TEMPO (18|02|1981) [= PDF]. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2014/11/27/roma...
--- Dr. Arch. Costantino Dardi / IUAV (1985/2021), “Ristrutturazione via dei Fori Imperiali / Progetto per la ristrutturazione del margine urbano dell’area dei Fori Imperiali a Roma (1985)"; in: Costantino Dardi et al.,“Semplice lineare complesso”, Milano (1987) | Costantino Dardi, Le trame dello spazio, in “Eupalino”, n. 8, (1987); di IUAV – Universita` IUAV di Venezia / Sistema Bibliotecario E Documentale. IUAV (01/2021). [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2021 = romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/0...
--- Prof. Arch. L. Benevolo (1988), "FORO DI NERVA. Stamane riprendono gli scavi nel giardino accanto ai Fori Imperiali – Taglio del nastro al cantiere E Benevolo mette insieme i pro e i contro." IL MESSAGGERO (29/09/1988): 29. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori]. RARA 2021 = wp.me/pbMWvy-10k
--- Prof. Eugenia La Rocca (1999), [= la Via dei Fori e il nuovo Viadotto, 1997-99]; in:
Carlo Aymonino, “Progetto di sistemazione dell'area dei Fori / Project for the ordering of the Forums area.” Zodiac No. 21 (1999): 188-193 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF ; Carlo Aymonino, “Tra scavi, conservazione e completamenti: quali interventi per i Fori Imperiali? / Excavation, conservation, completion: what should be done with the Imperial Forums?" Zodiac No. 19 (1998): 18-23 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF ; Silvana Rizzo, “I Fori Imperiali a Roma: la memoria dell’antico tra guerre, sterri e scavi / The Imperial Forums in Rome: the memory of the ancient, through wars, digs and excavations.” Zodiac No. 19 (1998): 24-39 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF & Silvana Rizzo, “Archeologia dei Fori Imperiali / “Archaeology of the Imperial Fora.” Zodiac No. 17 (1997): 56-69 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF
--- Mayor Francesco Rutelli (04/1999); in: "ROME - ARTS ABROAD - From Fascist Avenue to a Balcony on Ancient Rome [the Imperial
Fora excavations]. The New York Times (22 April 1999): E22. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
www.nytimes.com/1999/04/22/arts/arts-abroad-from-fascist-...
Note: F. Rutelli (04/1999) = [The Via dei Fori Imperiali] from a scenic highway through the ruins to a kind of balcony on the most extensive archeological area[s] in the world…''
Nota: F. Rutelli (04/1999) = "[La Via dei Fori Imperiali] da una strada panoramica attraverso le rovine a una sorta di balcone sull'area archeologica più estesa del mondo…''
--- Prof. Adriano La Regina (07/1999); in: ROMA – RIVIVE L’ URBE ANTICA “ANCHE GRAZIE AL DUCE.” Gli espropri già` realizzati da Mussolini costerebbe centinaia di miliardi. Corriere Della Sera (29|07|1999), p. 27. [Nota: Italiano / English].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/03/29/roma...
--- Prof. Paulette Singley, “Fascism Under Erasure – A Proposal for Via dei Fori Imperiali,” LOG No. 8, (2006): 143-151 [in PDF].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2012/03/28/roma...
--- Dr. Arch. Guido Fiorini, "Chirurgia Archeologica" (1934/2009); [Roma - Via dell' Impero / Fori Imperiali 1930-39]; in: Carla Martini ha seguito l'Odissea dei 500 contenitori che da 70 anni girano per Roma. Il problema: trovare una sede stabile a questi tesori Parla la 'Indiana Jones delle casse'
"Ciascuna contiene un'emozione." La Repubblica (05/08/2009).
www.repubblica.it/2009/08/sezioni/spettacoli_e_cultura/ar...
--- Prof. Adriano La Regina (03/2015); in: ROMA – “Chiudere via dei Fori e costruire un viadotto sull’area archeologica”. [Adriano] La Regina: “soluzione appoggiata dalla commissione”. LUMSA NEWS Online (09/03/2015) & La Repubblica (14/06/2019). [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/03/29/roma...
S.v.,
— ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Antonella Clementoni, “Gli architetti e l’archeologia: Roma 1922-1938 [= Corrado Ricci, Alfonso Bartoli, Antonio Munoz e Gustavo Giovannoni].” Dottorato di ricerca, Dipartimento di Filosofia e Beni Culturali. Università Ca’ Foscari Venezia (2017): 1-276 [in PDF].
— ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Andrew John Manson, Rationalism and Ruins in Roma Mussoliniana: The 1934 Palazzo del Littorio Competition. Thesis, Ph.D., Columbia University (2015): 1-152 [PDF].
— ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Maria Luisa Gottari, Prende il via il bando-concorso ‘Via dei Fori Imperiali’ a Roma Problemi archeologici con il fascio delle infrastrutture viarie e di trasporto, EDILIA2000 (08|03|2016). Foto: I Fori Imperiali & Via Dell’ Impero (G. Calza [1934] & L. Lenzi [1931]). wp.me/pPRv6-3xy
ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2021. Roma, Progetto I Fori Imperiali, 1998-2001. F. Rutelli, E. La Rocca e A. La Regina: Il Viadotto della Via Dell' Impero, e la ripresa della "Chirurgia Archeologica" di Mussolini e l'attuale balcone di Via dei Fori (dal 1997 in poi) con vista sui ruderi di gli antichi Fori; in: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3 [= Dr. Arch. Elisabetta Pallottino, BullCom., Vol. 116 (2015): 233-248]. S.v., Dr. Luigi Lenzi (1931), Dr. Guido Calza (1934) bis Dr. Antonella Clementoni (2017) & Adriano La Regina (2019). wp.me/pbMWvy-2k8
Foto 1: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657208
1). ROMA - Dr. Arch. Guido Fiorini, "Chirurgia Archeologica." Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3.
Dott. Arch. Fiorini (1934), proposta per il successivo progetto della Via Dell'impero dalla metà degli anni Trenta in poi. Da notare la rimozione della carreggiata della Via Alessandrina (ora parzialmente rimossa lungo il Foro di Traiano [2017-19]), i due nuovi accessi che dalla Via dell'Impero immettevano nel Foro Romano (proposta per la prima volta nel 1998-99, e ora in corso di restauro da parte del Comune e del PArCO [2019-21]), e infine la realizzazione di nuovi camminamenti pubblici all'interno dell'area dei Fori (la prima fase completata dalla Colonna di Traiano, attraverso il Foro, poi sotto la Via dei Fori nel Foro di Cesare e ora fino al Foro di Nerva [2016-20]).
Foto 2: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657723
Nota: Con il Comune nel 2020-21, annunciando nuovi piani di passerelle pubbliche con il Foro di Nerva e della Pace e anche il Foro di Augusto e i Mercati e Foro di Traiano (2022 in poi?).
Quanto a Via Dell'Impero, i progetti per la sede stradale dopo la metà degli anni Trenta; prima una carreggiata come balcone che si affaccia sulle rovine dei Fori come menzionato da Coloni, Dardi, Benevolo & Rutelli e altri nei primi anni '80 fino alla fine degli anni '90.
Con le successive proposte di Fiorini per un viadotto di Via Dell' Impero dalla metà degli anni '30 in poi; con questo progetto poi proposto e ripreso da La Regina e Fuksas nel 2004-05 e ancora da La Regina nel 2015.
Di seguito un elenco di risorse contemporanee e storiche per le varie proposte di idea urbanistica della Via dell'Impero di Mussolini negli anni Trenta; e recenti ricerche sulle riprese del Viadotto Mussoliniano di Via dei Fori da parte del Comune di Roma, primi anni '80 e fino al 2021.
Foto 3: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51778299160
2). ROME - Dr. Arch. Fiorini's (1934), proposal for the later design for the Via Dell'impero after the mid-1930s onwards. Notice the removal of the roadway of the Via Alessandrina (now partially removed along the Foro di Traiano [2017-19]), the two new entranceways leading into the Roman Forum from the Via dell' Impero (first proposed in 1998-99, and now beginning restored by the Comune and PArCO [2019-21]), and finally the creation of new public walkways within the area Fori (the first phase completed from the Column of Trajan, thru the Forum, then under the Via dei Fori into the Forum of Caesar and now upto the Forum of Nerva [2016-20]).
Foto 4: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777413166
Note: With the Comune in 2020-21, announcing new plans for public walkways with the Forum of Nerva and Peace and also the Forum of Augustus and the Markets and Forum of Trajan (2022 onwards?).
As for the Via Dell' Impero, the plans for the roadway after the mid-1930s; first a roadway as a balcony overlooking the ruins of the Fori as mentioned by Coloni, Dardi, Benevolo & Rutelli and others in the early 1980s thru late 1990s.
Foto 5: Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3
www.flickr.com/photos/imperial_fora_of_rome/51777657748
With the later Fiorini's proposals for a viaduct of the Via Dell' Impero mid-1930s onwards; with this project later proposed and revived by La Regina and Fuksas in 2004-05 and agian by La Regina in 2015.
Below a listing contemporay and historical resources for the various proposed planning idea's of Mussolini's Via dell' Impero in the 1930s; and recent research on the resumptions of Mussolini's Viaduct of the Via dei Fori by the City of Rome, early 1980s and up to the 2021.
RARA 2021 (12/26/2021).
Fonte / sources:
--- Arch. Guido Fiorini, Quadrivio No. 31 (27/ 05/1934): 3; in:
Biblioteca Nazionale Centrale di Roma (12/2021).
--- Dr. Arch. Guido Fiorini, 1934; in: Dr. Arch. Elisabetta Pallottino, "Isolamenti e invenzione di contesti nell'opera del Governatorato a Roma. Liberazione e restauro della Casa dei Cavalieri di Rodi (1924-1949)." BullCom., Vol. 116 (2015): 233-248. www.jstor.org/stable/26331792
--- Dr. Luigi Lenzi, “The New Rome”, The Town Planning Review, Vol. 14, No. 3 (May, 1931): 162 [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori]. RARA 2010-20 = wp.me/pPRv6-4TZ
--- Dr. Guido Calza, “THE VIA DELL` IMPERO AND THE IMPERIAL FORA,” JRIBA, (24 March 1934): 489 & 503 [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-20 = wp.me/pPRv6-4TZ
--- Prof. Antonio Cederna Archivio (1981/2021) = “Polemiche su via dei Fori – Un Viadotto da Fantascienza.” OCCHIO (03/03/1981): 12 [in PDF]. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2021 = romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/0...
--- Prof. Antonio Cederna Archvio (1981/2021) = Prof. Antonio M. Colini, "COSI`NACQUE VIA DEI FORI IMPERIALI." IL TEMPO (30/11/1981) [=PDF] & A. Colini, "UN TERZO INTERVENTO DEL PROF. A. M. COLINI." IL TEMPO (18|02|1981) [= PDF]. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2014/11/27/roma...
--- Dr. Arch. Costantino Dardi / IUAV (1985/2021), “Ristrutturazione via dei Fori Imperiali / Progetto per la ristrutturazione del margine urbano dell’area dei Fori Imperiali a Roma (1985)"; in: Costantino Dardi et al.,“Semplice lineare complesso”, Milano (1987) | Costantino Dardi, Le trame dello spazio, in “Eupalino”, n. 8, (1987); di IUAV – Universita` IUAV di Venezia / Sistema Bibliotecario E Documentale. IUAV (01/2021). [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2021 = romaarcheologiaerestauroarchitettura.wordpress.com/2021/0...
--- Prof. Arch. L. Benevolo (1988), "FORO DI NERVA. Stamane riprendono gli scavi nel giardino accanto ai Fori Imperiali – Taglio del nastro al cantiere E Benevolo mette insieme i pro e i contro." IL MESSAGGERO (29/09/1988): 29. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori]. RARA 2021 = wp.me/pbMWvy-10k
--- Prof. Eugenia La Rocca (1999), [= la Via dei Fori e il nuovo Viadotto, 1997-99]; in:
Carlo Aymonino, “Progetto di sistemazione dell'area dei Fori / Project for the ordering of the Forums area.” Zodiac No. 21 (1999): 188-193 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF ; Carlo Aymonino, “Tra scavi, conservazione e completamenti: quali interventi per i Fori Imperiali? / Excavation, conservation, completion: what should be done with the Imperial Forums?" Zodiac No. 19 (1998): 18-23 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF ; Silvana Rizzo, “I Fori Imperiali a Roma: la memoria dell’antico tra guerre, sterri e scavi / The Imperial Forums in Rome: the memory of the ancient, through wars, digs and excavations.” Zodiac No. 19 (1998): 24-39 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF & Silvana Rizzo, “Archeologia dei Fori Imperiali / “Archaeology of the Imperial Fora.” Zodiac No. 17 (1997): 56-69 [in PDF]. wp.me/pbMWvy-CF
--- Mayor Francesco Rutelli (04/1999); in: "ROME - ARTS ABROAD - From Fascist Avenue to a Balcony on Ancient Rome [the Imperial
Fora excavations]. The New York Times (22 April 1999): E22. [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
www.nytimes.com/1999/04/22/arts/arts-abroad-from-fascist-...
Note: F. Rutelli (04/1999) = [The Via dei Fori Imperiali] from a scenic highway through the ruins to a kind of balcony on the most extensive archeological area[s] in the world…''
Nota: F. Rutelli (04/1999) = "[La Via dei Fori Imperiali] da una strada panoramica attraverso le rovine a una sorta di balcone sull'area archeologica più estesa del mondo…''
--- Prof. Adriano La Regina (07/1999); in: ROMA – RIVIVE L’ URBE ANTICA “ANCHE GRAZIE AL DUCE.” Gli espropri già` realizzati da Mussolini costerebbe centinaia di miliardi. Corriere Della Sera (29|07|1999), p. 27. [Nota: Italiano / English].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/03/29/roma...
--- Prof. Paulette Singley, “Fascism Under Erasure – A Proposal for Via dei Fori Imperiali,” LOG No. 8, (2006): 143-151 [in PDF].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2012/03/28/roma...
--- Dr. Arch. Guido Fiorini, "Chirurgia Archeologica" (1934/2009); [Roma - Via dell' Impero / Fori Imperiali 1930-39]; in: Carla Martini ha seguito l'Odissea dei 500 contenitori che da 70 anni girano per Roma. Il problema: trovare una sede stabile a questi tesori Parla la 'Indiana Jones delle casse'
"Ciascuna contiene un'emozione." La Repubblica (05/08/2009).
www.repubblica.it/2009/08/sezioni/spettacoli_e_cultura/ar...
--- Prof. Adriano La Regina (03/2015); in: ROMA – “Chiudere via dei Fori e costruire un viadotto sull’area archeologica”. [Adriano] La Regina: “soluzione appoggiata dalla commissione”. LUMSA NEWS Online (09/03/2015) & La Repubblica (14/06/2019). [= Progetto, Il Viadotto della Via Dell' Impero, ora Via dei Fori].
RARA 2010-21 = rometheimperialfora19952010.wordpress.com/2019/03/29/roma...
S.v.,
— ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Antonella Clementoni, “Gli architetti e l’archeologia: Roma 1922-1938 [= Corrado Ricci, Alfonso Bartoli, Antonio Munoz e Gustavo Giovannoni].” Dottorato di ricerca, Dipartimento di Filosofia e Beni Culturali. Università Ca’ Foscari Venezia (2017): 1-276 [in PDF].
— ROMA ARCHEOLOGIA e RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Andrew John Manson, Rationalism and Ruins in Roma Mussoliniana: The 1934 Palazzo del Littorio Competition. Thesis, Ph.D., Columbia University (2015): 1-152 [PDF].
— ROMA ARCHEOLOGICA & RESTAURO ARCHITETTURA 2021: Maria Luisa Gottari, Prende il via il bando-concorso ‘Via dei Fori Imperiali’ a Roma Problemi archeologici con il fascio delle infrastrutture viarie e di trasporto, EDILIA2000 (08|03|2016). Foto: I Fori Imperiali & Via Dell’ Impero (G. Calza [1934] & L. Lenzi [1931]). wp.me/pPRv6-3xy
Photoshop CS3 Dicas & Truques e Tratamento e edição profissional de imagem!
com Alexandre Keese
10 e 11 de outubro em Aracaju, Photoshop CS3, dois cursos ministrados por Alexandre Keese, editor da revista Photoshop Pro e Desktop. Durante um dia inteiro, você vai aprender como combinar o imenso poder do Photoshop CS3 a partir de shortcuts eficientes, dicas & truques criativos, técnicas avançadas para manipulação profissional de imagens e muito mais.
Instrutor:
ALEXANDRE KEESE
Editor da Revista Desktop
Adobe Certified Expert em Photoshop CS
Consultor da Adobe em Photoshop CS3 e criador do Grupo PhotoPro.com.br
Membro da National Association of Photoshop Professional - USA,
Membro do Grupo de Estudos de Normatização do PDF-X, da ABTG.
Alexandre é especialista em tratamento de imagens para publicações e consultor de várias empresas para capacitação de profissionais na área de imagens. Atualmente, ministra cursos in company e presta assessorias a gráficas, editoras de jornais e revistas, e agências de propaganda no Brasil. Aperfeiçoou-se em vários cursos com profissionais no Brasil e no exterior, como Ed Mineck (RIT), Andy Paparozzi (NAPL), Dan Margulis, Michael Riordan (RIT School of Printing), David Hunter (GATF), Richard Adans (GATF), Jack Davis (autor do livro The Photoshop wow! - o mais vendido no mundo sobre o assunto), Deke McClelland, Dan Margulis, Jack Davis, Scott Kelby, Ben Willmore, entre outros. Desde 2004 organiza o evento Photoshop Conference
Local: Aud. "Gov. José Rollemberg Leite", Pal. Justiça Tobias Barreto de Menezes, Pç. Fausto Cardoso, 112 - Centro - Aracaju-SE
Contato: (79) 8803 / (79) 9989-2421
Petroleiro ‘Jacob Mærsk (III)’ e seu fim trágico a 29/01/1975 (faz hoje 41 anos) ao largo da praia de Matosinhos (praia Moderna, em frente ao atual bar ‘Lais de Guia’), junto à entrada do porto de Leixões – ATUALIZADO
Características do navio:
navio-tanque petroleiro com uma capacidade para 84 000 toneladas, 261,81 m de compri-mento, 37,1 m de boca e 17,5 m de calado, deslocava 48 252 toneladas brutas (31 284 tone-ladas líquidas) ostentando bandeira / pavilhão dinamarquês;
foi construído no estaleiro ‘Odense Staalskibsværft’, um estaleiro dinamarquês localizado desde 1919 no município de Odense do condado de Fiónia e pertencente ao grupo empre-sarial ‘A. P. Møller - Mærsk Gruppen’, tendo sido entregue em maio de 1966 à empresa sua proprietária (a companhia dinamarquesa de navegação marítima ‘Maerskline Navigation Company’ que foi constituída em 1904 e também pertence ao mesmo grupo empresarial).
Fim trágico do navio –
A 29/01/1975, o petroleiro dinamarquês ‘Jacob Mærsk (III)’ chegou de manhã à entrada do porto de Leixões com 17 tripulantes e a esposa do Comandante, contratado pelo armador ‘Shell Oil Company’ e carregado com 80 mil toneladas de Crude proveniente de Kharg Is-land no Irão via Golfo Pérsico e Mar Mediterrâneo, com destino à refinaria petrolífera de Le-ça da Palmeira, a então 'Sociedade Anónima de Combustíveis e Óleos Refinados, SARL' (SACOR) que tinha sido inaugurada em 1970:
ao contrário do que vi na Internet nos mais de 10 sítios que consultei, e acreditando nas pa-lavras da minha mãe quando cheguei a casa para almoçar por volta das 12:40 vindo do Li-ceu Nacional de Matosinhos, eram 11:00 ou 11:30 quando a minha mãe chegou das com-pras e ela ficou admirada de ver o petroleiro no exato local onde explodiu ‘tão perto da praia’ (ela nunca tinha visto nenhum naquele local, tal como eu quando cheguei a casa e comen-tei com ela a minha admiração pelo mesmo que vi das janelas da nossa sala de jantar);
nas manobras de atracagem ao posto A do Terminal de Petroleiros do Molhe Norte do porto de Leixões durante a manhã, um erro humano terá levado o navio a aproximar-se da zona onde se encontra o rochedo submerso ‘Esfarrapada’, bem como os destroços do vapor Gre-go ‘Virginia’ (com 100 m de comprimento e 2350 toneladas brutas) que ali afundou a 24/11/1928 (o vapor sofreu uma colisão quando em viagem ao largo da costa, e na eminên-cia de afundamento, foi abandonado pela tripulação que terá sido possivelmente recolhida por outro vapor e então várias traineiras de Matosinhos rebocaram-no para ele entrar no por-to de Leixões, o que não foi autorizado pela APDL, e então essas traineiras tentaram levá-lo para local não prejudicial à navegação ou vará-lo na praia de Matosinhos a fim de o consi-derar ‘Salvado de mar’, mas ele acabou por se afundar ao embater na ‘Esfarrapada’ – em junho de 1929, o NRP ‘PATRÃO LOPES’ foi trabalhar no local onde jazia o casco do vapor grego ‘Virginia’ que, encontrado abandonado ao largo da costa, foi trazido por várias trainei-ras a 24/11/1928 acabando por submergir próximo do 'Castelo do Queijo');
embatendo na ‘Esfarrapada’, nos destroços do ‘Virginia’ ou num banco de areia por volta das 11 ou onze e meia da manhã, começou a entrar água nos tanques que começaram a expulsar, a partir do tanque de ventilação, crude para o ventilador da casa das máquinas;
os vapores que foram entrando na casa das máquinas acabaram por originar uma 1.ª ex-plosão da qual vi pela minha janela apenas fumo branco a sair do navio e, daí a uns minu-tos, 2 ou 3 fortíssimas explosões (que foram audíveis em toda a vila de Matosinhos e fize-ram estremecer a minha casa, a 50 m, quando eu ia começar a comer uma maçã de sobre-mesa) iniciaram entre as 12:55 e as 13:05 o incêndio que se propagou de imediato às 80 mil toneladas de crude nos vários tanques de carga, tendo eu deixado a maçã em cima da me-sa e corrido escadas abaixo (vivia no 3.º andar do prédio ainda existente na esquina da R. Roberto Ivens com a Av. Menéres) em direção à praia Moderna aonde cheguei a tempo de ainda ver o crude em chamas a chegar a arder junto à areia e pelo menos 2 tripulantes a saltarem para o mar naquele dia de sol, mas frio e sem vento, tendo de repente ficado bem quente na praia junto à beira-mar onde as ondas rebentavam com para aí meio metro de al-tura estando a maré, penso eu, a subir (é que essas explosões ‘partiram’ / ‘romperam’ todos os tanques e reservatórios do petroleiro que ficou ‘rompido’ e a derramar para o mar crude que ficou espalhado a arder por uma grande extensão de mar até à costa junto às praias);
o rebocador ‘Monte da Luz’ da APDL (Administração dos Portos do Douro e Leixões) apro-ximou-se corajosamente do petroleiro em chamas, tendo conseguindo salvar os 2 pilotos da barra e 11 tripulantes que se atiraram para a água devido ao navio ter começado a fundar-se lentamente (dos 17 tripulantes e a mulher do Comandante, os 6 que estavam na casa das máquinas tiveram morte imediata, a maioria deles engenheiros de máquinas, e os seus corpos nunca chegaram a ser resgatados do mar, 1 morreu afogado e os restantes 11 foram salvos tendo havido 7 feridos, 4 deles gravemente queimados);
de imediato, foram feitos voos de reconhecimento sobre o local do acidente por helicópteros ALIII modelo SE-360 (Os SE-3160 Alouette III ou ALIII foram adquiridos pela Força Aérea Portuguesa a partir de abril de 1963 como complemento aos poucos aparelhos Alouette II já em serviço, para atuarem nas operações militares a decorrer em Angola, Guiné Portuguesa e Moçambique.) da Força Aérea Portuguesa, de fabrico francês, mas as chamas que dura-ram dias não permitiam qualquer tipo de ação de recolha do crude que estava no mar, pelo que a contenção do derramamento de crude começou com a colocação de uma barra flutu-ante na entrada do porto de Leixões e de uma barreira de palha ao redor do naufrágio para conter o derramamento de uma forma breve enquanto os rebocadores da APDL e outros barcos da Marinha espalhavam dispersantes, como resultado da pronta e rápida colabora-ção entre o Ministro das Pescas, a Marinha, o Exército, o armador do navio e parte da popu-lação local (o que permitiu que a poluição não atingisse níveis ainda mais graves) tendo as 10 Corporações de Bombeiros Voluntários que acorreram ao local se sentido impotentes pa-ra combater o incêndio, dada a sua dimensão;
seguiram-se nessa tarde outras explosões no convés e na casa das máquinas, a ponto de o navio ter primeiro ficado partido em 2 (popa / zona central e proa) e, mais tarde, em 3 (popa e zona central que se afundaram no fundo de areia entre os 12 e os 15 metros de profundi-dade tendo a popa do navio sido mais tarde parcialmente removida para não haver perigo de colisão com outras embarcações, e a 3.ª parte foi a proa do navio que ficou a flutuar e se foi deslocando lentamente para sul por força das correntes até encalhar algumas semanas depois nas rochas em frente ao Forte de S. Francisco Xavier (‘Castelo do Queijo’) tendo aí permanecido como um triste memorial de uma das mais horríveis tragédias ocorridas no Grande Porto e também como um verdadeiro ícone involuntário e temporário de atração tu-rística durante 20 anos, até 1995 (por volta deste ano, o que restava da proa foi desmantela-do e retirado);
durante as 58 horas (2 dias e 10 h) que o incêndio durou no navio e na sua área envolven-te, estimou-se que entre 40 e 50 000 toneladas de crude arderam no mar, entre 15 e 25 000 toneladas ficaram à deriva no mar e cerca de 15 000 toneladas deram à costa poluindo as praias num comprimento de 50 km com graves danos ecológicos e na poluição ambiental local e regional, as chamas chegaram atingir os 100 m de altura e a nuvem de fumo espes-so e preto criada foi visível de Aveiro a Viana do Castelo porque o seu cone de fumo che-gou a atingir os 750 m (proporcionando uma cena dantesca a todos os que assistiram à sua longa agonia ao largo da praia de Matosinhos e arredores), dezenas de moradores na zona mais próxima do acidente tiveram que ser internados com problemas respiratórios devido aos fumos tóxicos, o ar tornou-se quase irrespirável em Matosinhos sendo necessário man-ter portas e janelas fechadas, muitos estabelecimentos comerciais de Matosinhos foram obrigados a fechar e chegou a aventar-se a hipótese de dezenas de milhares de pessoas terem de ser evacuadas da vila pelo perigo de exposição aos gases tóxicos e dificuldades respiratórias.
Consequências deste trágico acidente que, até 1996, esteve classificado em 12.º lugar na lista dos maiores derramamentos de crude a nível mundial:
o custo da catástrofe foi estimado pela OCDE (Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento) em 2,8 milhões de dólares;
as praias mais afetadas foram as da orla imediatamente adjacente à destruição, em Matosi-nhos, mas também em Nevogilde e Foz do Douro, onde a limpeza começou com a remoção da camada superior da areia e com a aplicação de dispersantes;
embora os destroços do ‘Virginia’ estejam fora do canal de navegação, tal como os do ‘Ja-cob Mærsk (III)’, eles continuam a causar perigo para a navegação que se aproxime muito da costa, mais ou menos perigo conforme a altura das águas;
uma âncora do ‘Jacob Mærsk (III)’ foi recuperada dos destroços e ficou guardada num dos armazéns da APDL em S. Gens, até que foi aproveitada para ser exposta como uma evoca-ção do trágico acidente junto da Marina de Leça da Palmeira (suportada por um cubo onde está afixada uma placa com algumas das características do petroleiro escritas em português e em inglês);
para quem quiser reviver o passado, poderá agora visitar os poucos restos do ‘Jacob Mærsk (III)’ no fundo do mar seguindo os dados seguintes para o mergulho subaquático -
Tipo de mergulho: Naufrágio; Experiência: CMAS; Vida marinha: Pouca; Profundidade mé-dia: 12m; Profundidade máxima: 15m; Corrente: Inferior 2 nós; Visibilidade: Inferior a 5 m; Perigos: Tráfego de barcos e redes; Coordenadas GPS: Latitude 41° 10.178' N / Longitude 8° 42.066' W.
A festa de Nossa Senhora do Carmo prende-se intimamente à Ordem Carmelitana, cuja origem remonta aos tempos antigos, envolvidos em nuvens de venerandas lendas. A Ordem dos Carmelitas tem por propósito especial o culto da Mãe de Deus, Maria Santíssima, e pretende ter origem nos tempos do profeta Elias.
Está fora de dúvida que o paganismo anti-cristão não estava sem conhecimento das promessas messiânicas. A Mãe do Salvador vêmo-la preconizada pelas Sibilas, simbolizada pelas imagens de Isis e venerada nos mistérios pagãos. Suposto isto,causaria estranheza, se o povo de Deus, possuidor das profecias mais claras e especializadas sobre a Mãe-Virgem, a vencedora da serpente, não tivesse tido palavra, instituição nenhuma, que dissesse respeito à Mãe do Salvador. Não é a intenção de querer alegar os argumentos pró e contra desta piedosa opinião ou digamos mesmo, convicção dos religiosos Carmelitas.
De fato, na Ordem Carmelitana é guardada a tradição, segundo a qual o profeta Elias, vendo aquela nuvenzinha, que se levantava no mar, bem como a pegada de homem, teria nela reconhecido o símbolo, a figura da futura Mãe do Salvador. Diz mais a tradição, que os discípulos de Elias, em lembrança daquela visão do mestre, teriam fundado uma Congregação, com sede no Monte Carmelita, com o fim declarado de prestar homenagens à Mãe do Mestre. Essa Congregação ter-se-ia conservado até os dias de Jesus Cristo e existido com o Título Servas de Maria.
Santa Teresa, a grande Santa da Ordem Carmelitana, reconhece no profeta Elias o fundador da Ordem. As visões da bem-aventurada Ana Catarina Emerich sobre a vida de Maria Santíssima, ocupam-se minuciosamente da Congregação dos Servos de Maria, no Antigo testamento.
Segundo uma piedosa tradição, autorizada pela liturgia, no dia de Pentecostes, um grupo de homens, devotos dos santos profetas Elias e Eliseu, preparado por São João Batista para o Advento do Salvador, abraçaram o cristianismo e erigiram no Monte Carmelo um santuário à Santíssima Virgem, naquele mesmo lugar, onde Elias vira aparecer aquela nuvenzinha, anunciadora da fecundidade da Mãe de Deus. Adotaram eles o nome de Irmãos da Bem-Aventurada Maria do “Monte Carmelo”.
Deslocamento: 1.150 ton (padrão), 1.440 ton (carregado em mergulho).
Dimensões: 61.20 m de comprimento, 6.20 m de boca (7.60, incluindo os hidroplanos da popa) e 5.50 m de calado.
Propulsão: diesel-elétrica; 4 motores diesel de 12 cilindros MTU 12V493 TY60 de 800 hp cada, 4 geradores elétricos AEG de 420 Kw cada, 1 motor elétrico, acoplado a um eixo e um hélice de cinco pás, gerando 5.000 shp.
Combustível: 116 tons.
Eletricidade: 2 geradores de 1.280 kw cada.
Velocidade: máxima de 11 nós (superfície) e 21.5 nós (imersão).
Raio de ação: 10.000 milhas náuticas à 8 nós (superfície ou com snorkel), ou 25mn a 21.5 nós, 50mn a 16 nós, 230mn a 8 nós, e 400mn a 4 nós mergulhado usando o motor elétrico; e 50 dias de autonomia.
Profundidade máxima de mergulho: 250 metros.
Armamento: 8 tubos de torpedos de 21 pol. (533 mm), instalados na proa; e capacidade para 16 torpedos Mk 24 Tigerfish Mod.1 (filoguiado), ou ainda uma combinação de minas e torpedos.
Controle de Armas: sistema de direção de tiro e dados táticos Ferranti KAFS A10.
Sensores: uma de sonar STN Atlas Elektronik CSU-83/1, composta por um sonar ativo de média freqüência DBSQS-21 e dispositivos passivos laterais; 1 radar de navegação Thomson-CSF Calypso III; CME Thomson-CSF DR 3000U; 2 periscópios Kollmorgen Mod.76 e sistema de navegação inercial Sperry Mk 29 mod.2.
Código Internacional de Chamada: PWTI
Tripulação: 33 homens.
Olá meninas! Bom dia*-*
Ontem postei essa foto no blog e já ia postar aqui quando minha internet caiu e só voltou a noite! Ai q deixei pra hoje rs! Ontem meu marido me deu uma conta pro rs, eu sempre falava q ia assinar e tal e deixava pra lá ai ontem ele me encheu o saco e disse q se ele tivesse um flickr a conta dele já seria pro e ai eu acabei assinando e pagando com o cartão dele rsrsrsrsr!
Olha me arrependi tanto pois eu tinha apagado um monte de fotos antigas, e as q tinham sumido assim q eu comprei a conta pro elas voltaram ¬¬ se eu soubesse q voltava nunca teria apagado!
Mais tá valendo o bom é q agora as fotos ñ vão mais sumir e eu posso postar a vontade!!!!!
Agora vamos falar do esmalte neh? rs! Essa é mais uma misturinha e infelizmente sem receita, adorei a cor e me lembrou bastante o Polaina Fun da Impala o q vc acham? O q é muito bom uma vez q eu ñ comprei o Polaina rsrsrsrsr!
Depois eu passei uma camadinha do Hefesto e ficou ainda mais lindo!
Eu usei:
1x Base
2x Sky_Misturinha
1x Roxinho
1xHefesto!
Meninas é isso, eu já troquei de esmalte e depois venho mostrar pra vcs qual é, minha unha do dedo médio deu uma quebradinha, então mais uma vez dei uma aparada em tudo mais ñ ficou tão curta mais a unha do dedo médio ficou meio torta =\
Parece uma coisa minhas unhas sempre quebram nessa época, ñ sei q vcs lembram mais no fim do ano passado quebrou bem feio, e agora eu to medo de quebrar de um jeito q ñ vai da pra concertar rsrsrsrsrr!!!!
Mais acho q a culpa tbm é dos produtos de limpeza q eu tenho usado nesses faxinas de fim de ano rsrsrrsrsrsr!
Mil beijos a todas vcs e uma linda segunda feira*-*
=****
Ps: As meninas do Gata esmaltada estão esperando uma visitinha de vcs:
=***
Pro pro.. proibito
Pro pro.. è proibito, è proibito
Qui niente male, mi sembra un funerale
Chi muore solo, chi ammazza per il pane
C'è aria di festa, la morte è pure questa
Dice che è proibito, che è proibito anche pensare
Sogno proibito di qualcuno è castigare
Eh, li sento parlare di vite bruciate
Ma non permetto più
Qui niente male, l'eterno funerale
Chiudi la testa, rinuncia alla tua festa
Dice che è proibito, che è proibito anche fumare
Io vi lascio il giorno, ma la notte è solo mia, mia!
Eh, mi piace godere
Mi è cara la vita
Perché ci giochi tu
Eh, li sento parlare
Di riti pagani, ma non permetto più
No!
Dice che è proibito, che è proibito anche volare
io vi lascio il giorno ma la notte è tutta mia
Eh, la fine del mondo
Sarà all'alba o di notte, ma non è colpa mia
Qualcuno ci ha provato
Gli ho detto vaffanculo
Tu da qui non mi allontanerai
Eh, mi piace godere
A volte pensare che la loro è gelosia o tirannia
Eh, mi sento tradito se ti spari le pere
E non esisti più, ma più, ma più, ma più...
Pro,
pro... proibito!
Litfiba
proibito