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Location: Europe > Portugal > Lisbon
Info: O monumento apresenta o formato de uma caravela, ladeada inferiormente por duas rampas que se reúnem na proa e onde se destaca, com 9 metros de altura, a figura do Infante D. Henrique. Ao longo das rampas encontram-se 16 figuras de cada lado, esculpidas com equilíbrio e rigor, onde o dinamismo e o movimento dos corpos se projectam no sentido do rio Tejo, e que representam uma síntese histórica de vultos ligados directa ou indirectamente aos Descobrimentos.
Location: Europe > Portugal > Lisbon
Info: O monumento apresenta o formato de uma caravela, ladeada inferiormente por duas rampas que se reúnem na proa e onde se destaca, com 9 metros de altura, a figura do Infante D. Henrique. Ao longo das rampas encontram-se 16 figuras de cada lado, esculpidas com equilíbrio e rigor, onde o dinamismo e o movimento dos corpos se projectam no sentido do rio Tejo, e que representam uma síntese histórica de vultos ligados directa ou indirectamente aos Descobrimentos.
No baile ((( :
Parque Harmonia, Porto Alegre.
Vejam o set:
www.flickr.com/photos/raquelsantana/sets/7215759427425507...
***Aproveitando meus últimos dias de Pro e postando várias ao mesmo tempo. Quem puder, veja o set. Gosto muito dessa tradição gaúcha, presente por onde quer que se vá nessa cidade ((( :
***( :
La debole bolla che circonda una giovane stella calda massiccia, dà il nome a questo affascinante oggetto, conosciuto appunto come Nebulosa Bolla (o NGC7635. C 11, Sh2-162).
Si tratta di una regione HII, una nebulosa ad emission nella costellazione di Cassiopeia, situate ad una distanza di circa 11.000 anni luce dal Sistema Solare.
La “bolla” è provocata del vento stellare della stella centrale, una Gigante blu con magnitudine apparente 8.7. Anche se la stella ha un’età di circa 2 milioni di anni, la nebuloosa circostante si stima ne abbia circa 40.000. Probabilmente la bolla si è formata a causa dell’impatto del vento stellare con la materia interstellare. L’impatto avviene a velocità supersoniche; il vento viaggia infatti a circa 1.800-2.500 km/s.
L'immagine è stata acquisita tra il 6 e il 10 luglio 2023, come di consueto dal mio giardino, con una camera monocromatica ASI2600MM-PRO e un telescopio Vixen VC200L VISAC.
È la somma di 80 scatti da 10’ in banda stretta e 95 scatti da 3’ in RGB (per le sole stelle).
The faint bubble around a massive hot young star gives the name to this amazing object, known just as the Bubble Nebula (or NGC 7635, C 11, Sh2-162).
It is an H II region emission nebula in the constellation Cassiopeia, lying about 11.000 light years away from the Solar System.
The “bubble” is created by the stellar wind of the central star, a blue giant, 8.7 magnitude. Although the star is around 2 million years old, the surrounding nebula is estimated only about 40.000 years old. The bubble is probably formed as a shock front where the stellar wind meets interstellar material. This impact occurs at supersonic speed; the wind is traveling outwards at 1.800.2.500 km/s.
The picture was taken from July 6th to July 10th, 2023, from my home garden in Cordenons using my ASI2600MM on a Vixen VC200L VISAC.
It’s the sum of 80 600” shots using Narrowband filters for the Nebula and 95 180” shots using RGB filters for the stars.
Ulteriori informazioni tecniche su/More technical data on:
Originale HD su/HD original on: astrob.in/a7p53z/0/
Location: Europe > Portugal > Lisbon
Info: O monumento apresenta o formato de uma caravela, ladeada inferiormente por duas rampas que se reúnem na proa e onde se destaca, com 9 metros de altura, a figura do Infante D. Henrique. Ao longo das rampas encontram-se 16 figuras de cada lado, esculpidas com equilíbrio e rigor, onde o dinamismo e o movimento dos corpos se projectam no sentido do rio Tejo, e que representam uma síntese histórica de vultos ligados directa ou indirectamente aos Descobrimentos.
mi niño , no te conosco ase musho poqe ante era co oe posteame & era asi , & onda una ves ablamo por fono & fue co .. nose raro xd .
& el otro dia cuando taba aburria co a las 4 de la mñn & te iame & fue co me debe odiar uù & nose fue co to aqaam poqe emo ablao asi co toos los dias & eri mui lindo con migo & enverda co qe ablo co 535374mil oras con tigo & onda te corto & e co wom qe pena qiero ablar con el uù . pro e mui tarde uù . & nose co qe pienso demaciao en ti , no miento & podi preguntarmelo 4533545millones de veses & siempre te voi a desir qe pienso demaciao en ti , aunqe te diga qe me estresai xd .pro enverda te adoro con to mi ♥ .- co qe pienso en ti & lo unico qe qiero es abrasarte asi & no soltarte nunca nunca enserio uù , lo unico qe qiero es qe sea mñn pa verte asi , & cada ves qe me mandai un mensaje lo amo demaciado & me enamoro de el , amo cuando me desi amor , mi niña & to eso :$ , adoro to de ti ♥ .-
esa foto la subi ase mil año al log cuando ablamo por primera ve por fono ♥ . te adoro amor
Brasília 28/03/2016 - Advogados da OAB e manifestantes pró e contra o governo Dilma entram em conflito na Câmara dos Deputados.
Foto: Lula Marques/Agência PT
Brasília 28/03/2016 - Advogados da OAB e manifestantes pró e contra o governo Dilma entram em conflito na Câmara dos Deputados.
Foto: Lula Marques/Agência PT
Brasília 28/03/2016 - Advogados da OAB e manifestantes pró e contra o governo Dilma entram em conflito na Câmara dos Deputados.
Foto: Lula Marques/Agência PT
Brasília 28/03/2016 - Advogados da OAB e manifestantes pró e contra o governo Dilma entram em conflito na Câmara dos Deputados.
Foto: Lula Marques/Agência PT
Brasília 28/03/2016 - Advogados da OAB e manifestantes pró e contra o governo Dilma entram em conflito na Câmara dos Deputados.
Foto: Lula Marques/Agência PT
Tallin - Estonia
Ele pode parecer um navio de cruzeiro, mas não é. Ele na verdade é um Ferry Boat, uma mescla de navio de cruzeiro com navio de transporte, ou seja, transporta passageiros, (Com bem menos conforto e comodidade que um cruzeiro convencional) e também veículos, desde carros de passeio até carretas.
Infelizmente, por pura burrice e falta de percepção, não tirei nenhuma fotos nem fiz vídeos deles sendo carregados, já vi varias carretas e varias dezenas de carros entrando na barriga desse bicho.
Normalmente eles tem uma grande entrada na popa, por onde os veículos entram e saem, em outros a proa é removível, este na foto abre tanto pela proa como pela popa.
No Brasil há ferry's, mas totalmente diferentes, pequenos e não transportam veículos de grande porte.
Diferente dos cruzeiros, os Ferry's não são projetados para serem bonitos mas práticos e amplos, são quase sempre retângulos como uma caixa de biss, outra particularidade é que eles tem de fundo chato, com pequeno calado (Calado é a parte abaixo da linha d'água) para poderem navegar próximo às margens em águas rasas.
São bem mais baratos que os cruzeiros e muito populares na Europa. Ano passado, no meu penúltimo mês a bordo do Zenith, houve um incêndio em um desses Ferry's na Espanha, quase tudo foi perdido, inclusive os veículos a bordo, mas não houve mortos, todos sairão antes do fogo se propagar pelos Life Boats(Os Life Boats, são botes salva vidas. Na foto são os três cor de laranja no meio do barco, apesar de parecerem pequenos, transportam 120 criaturas, os menores).
Ao menos nos países banhados pelo Mar Báltico, as duas grandes companhias de Ferry's que dominam o mercado são a Tallink, (Mesma companhia desse barquinho da foto) e a Viking Line. Nunca naveguei pelo Mediterãneo, mas devem haver outras grandes companhias por aquelas águas geladas e outras também.
Pela minha descrição, parecem que são monstros gigantescos, mas na verdade eles são do tamanho de um cruzeiro de porte pequeno pra médio.
Tenho muita curiosidade de saber como é o trabalho num desses Ferry's, pelo que vi, apesar da semelhança, é uma rotina de trabalho muito diferente dos cruzeiros, quem sabe uma dia eu esteja num deles.
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Brasília 28/03/2016 - Advogados da OAB e manifestantes pró e contra o governo Dilma entram em conflito na Câmara dos Deputados.
Foto: Lula Marques/Agência PT
Le fasi di lavorazione di Abc
Per conoscere le varie fasi di lavorazione, parliamo con il rappresentante dell’azienda Lamberto Scalabrin.
Come nasce l’idea delle lettere?
«Dal disegno progettuale di Sandro Santantonio di Milano: ha pensato alla texture alfabetica a rilievo, con il carattere Helvetica, di cui nel 2007 è caduto il cinquantenario».
Su che materiale?
«All’inizio si era pensato solo il decoro, ma non al materiale. Con la vetreria con cui collaboriamo abbiamo ottenuto un prodotto finale, lontano dall’idea iniziale, ma migliore. Le lettere sarebbero state incise a rilievo sul diffusore in vetro, con un gioco di opaco-lucido inaspettato».
Qual è la prima tappa nel processo di lavorazione?
«Avviene in vetreria: gli artigiani soffiano il vetro negli stampi, ad altissime temperature. Dopo 3-4 ore si porta il vetro a temperatura ambiente. Si aspetta tanto tempo proprio per evitare sbalzi forti che possano danneggiare il vetro. Successivamente il vetro viene tagliato con linee parallele, sulle quali poi disporre le lettere in silicone, tagliate precedentemente a mano. Infine tramite la sabbiatura viene eliminato il vetro superfluo (la parte non protetta dal silicone), per ottenere le lettere in rilievo e l’effetto opaco-lucido, visibile soprattutto nella versione bianca».
Quali sono gli inconvenienti della lavorazione a mano?
«Le aziende di illuminazione devono confrontarsi con la lavorazione artigiana. Con i pro e i contro che ne derivano. I pezzi ottenuti sono unici e diversi tra loro, ma i prezzi sono abbastanza alti. In più non si può produrre serialmente in grandi quantitativi».
Quanti pezzi si realizzano al giorno?
«Di Abc, nella versione 50 centimetri di diametri, massimo 20-30. Degli altri anche una cinquantina».
I prodotti vengono venduti da montare?
«Sì, i pezzi che escono dalle vetrerie, poi vengono controllati in azienda, a Bassano del Grappa, e poi assemblati».
Quindi la vetreria non si trova all’interno dell’azienda?
«No, ma sono dei fornitori esterni, ex-muranesi o provenienti da altri Paesi d’Europa».
Esternalizzare la produzione, cosa comporta?
«Non siamo vincolati dalla produzione veneziana, ancorata al classico. In azienda però avviene l’assemblaggio e il controllo. Per esempio, nella versione a sospensione di Abc, le lampade vengono appese e bilanciate, affinché siano tutte uguali. E delle versioni colorate, come quella nera, si verifica la densità del vetro, quest ultimo che determina il colore, visibile a occhio nudo quando si monta la lampadina»
ABC
Il nome parla da sé: Abc è un lampada caratterizzata dalla texture alfabetica a rilievo, con il carattere Helvetica, che da decoro diventa la parte strutturante. L’idea, del designer milanese Sandro Santantonio, è stata accolta nell’azienda Prandina, realizzando così una una famiglia di lampade (da terra, da tavolo e da sospensione), in tre diversi diametri del diffusore (36, 45 e 54 centimetri) e in tre colori: bianco, trasparente e opaco, e nero. Un omaggio dunque all’anniversario dell’Helvetica, carattere creato da Max Miedinger nel 1957, che nel 2007 ha compiuto cinquanta anni di vicende e fortune alterne, legate fin dal nome alle sorti della tradizione grafica svizzera. Molto popolare negli anni Sessanta e Settanta, questa font bastoni – cioè senza grazie – è stata la base di numerosi marchi (come Nestlé, 3M, Lufthansa, Microsoft). In molti hanno deciso di festeggiarne l’anniversario, tra cui il Museum of Modern Art di New York con una mostra e l’azienda bassanese (appunto Prandina, con sede a Bassano del Grappa), con la lampada Abc. Sul diffusore a trapezio, svasato verso l’alto, in vetro soffiato, corrono su linee perfettamente parallele sequenze di glifi dal kerning ridotto, distribuiti cioè con una spaziatura inferiore a quella che sulla pagina garantirebbe una buona leggibilità. La leggera sovrapposizione crea una catena infinita di lettere minuscole che non producono frasi di senso compiuto: si staccano però per lucentezza dal fondo sabbiato del diffusore, lasciando trasparire la luce e proiettando l’intero alfabeto nello spazio intorno a sé. Una lampada realizzata a mano, secondo un procedimento lento e complesso: in vetreria gli artigiani soffiano il vetro, girandolo continuamente al fuoco, per ottenere una superficie omogenea. Il vetro viene fatto raffreddare, per due o tre ore, per non subire sbalzi termici forti. Successivamente viene tagliato con linee parallele sulle quali vengono applicate le lettere in silicone. Infine, grazie alla sabbiatura, vengono tolti i residui del vetro (le parti non protette dal silicone). Così emergono le lettere in rilievo, lucide rispetto alla base opaca. Un effetto ricercato, che si nota di più nella versione bianca. Infine ogni parte viene controllata in azienda, dove vengono bilanciate le lampade a sospensione e controllati i diffusori colorati e neri, per ottenere modelli pressappoco identici tra loro. Anche se la caratteristica del vetro lavorato a mano è appunto l’impossibilità di realizzare un prodotto identico all’altro. L’imperfezione di un prodotto, a volte, diventa il suo valore aggiunto.
Esta é a primeira combinação que fiz com os esmaltes Dailus PRO, e para dar início aos trabalhos escolhi esta duplinha o Vermelho Claro e o Glitter Dourado.
Mais fotos abaixo.
esmaltolatrasassumidas.blogspot.com.br/2013/04/combinacao...
Certain issues faced by manufacturing industry today:
• On time delivery of projects.
• Rework in the shop floor due to incorrect drawings.
• Product standardization/modularization to achieve quick deliveries at lower costs.
• Optimize usage of material for keeping costs low to remain competitive yet profitable.
• Manufacture products with predictable life.
• Increase market share by designing innovative products.
We believe that a major factor contributing to the above mentioned areas of worries is an inefficient design process. We at IDSPL have over the period of last 11 years of working closely with a variety of manufacturing companies have helped them to overcome these issue by helping them in:
• Beating the competition by designing better products and bringing them faster to the market.
• Beating the rising input costs by designing the products optimally for weight, strength and life.
• Reduce new product development time and cost by modularizing and automating design.
• Developing working practices in the design department that improves the efficiency consider ably.
Il mio account Flickr PRO è in scadenza a giorni.
Esattamente: il 1° Gennaio 2012.
Con questa foto voglio chiudere il 2011, un anno che per il sottoscritto è stato tutto sommato positivo, ma non per la fotografia che (ahimè) non trova più una centralità o una creatività nella mia testa.
Non voglio chiudere un capitolo, le mie foto mi portano ancora tante soddisfazioni;
questa foto non rappresenta i giri di campo alla fine dell'ultima partita di un giocatore di calcio.
Questa foto è un arrivederci.
La mia idea è quella di lasciar spazio ad una vetrina FLICKR più matura, contenente i miei scatti migliori e continuare a scattare per il gusto di ascoltare il "flickr" della mia reflex.
Questo social network mi ha insegnato tanto e mi ha permesso di conoscere persone incredibili che hanno arricchito il mio modo di concepire una fotografia.
Arrivederci Flickr e Buon Anno a tutti.
Salvatore
Fare la valigia ieri pomeriggio ha messo una pausa a quelle 19 persone.
Cinque giorni intensi, vissuti minuto dopo minuto, respiro dopo respiro.
sempre pronti sempre li.
Finisce un 2010 che ho visstuto intensamente, con i pro e i contro e inizia un anno che vorrei fosse diverso, non dico migliore, solo diverso.
tra tutte le cose che porterò con me ci sono loro, conosco i loro passi meglio dei miei.
Grazie a un capodanno organizzato e portato a termine. alle notti quelle lunghe e infinite, a bere e fumare in una stanza, a ridere e dormire sul petto di qualcuno di loro.
Grazie a un capodanno vissuto come se fosse l'ultima possibilità di vittoria. Con qualche sclero, qualche bacio, tanti abbracci.
Grazie a un capodanno con 5 conti alla rovescia sparati a caso perchè non c'era la tv, per scelta.
Grazie a un capodanno che a cui abbiamo fatto il solletico e l'abbiamo fatto ridere.
Grazie a Silvia, all'amicizia che torna perchè lontane non sappiamo starci e sei la mia migliore amica nonostante tutto.
Grazie ad andrea, all'amore che continua così come è iniziato mesi fa, che condividiamo anche se spesso litighiamo.
Grazie a Francesca, alla bella anima, al suo saperti far ridere anche se stai per piangere e gioca con te.
Grazie a micol, allo spavento quando è stata male e al capire come è fragile e forte.
Grazie a giulia, ai suoi bacini improvvisi, al fumare sempre e comqunque e alla condivisione di tutti quei drum.
Grazie a matteo, che sta male sempre ma la mattina è più forte. ai suoi racconti privati raccontati a noi.
Grazie a greta, sparita e ritrovata a capodanno, regalo dell'anno nuovo
Grazie a nicola, il mio migliore amico, alle parlate sul divano, al suo dirmi che sono perfetta anche se con qualche imperfezione, al non-giudicarmi anche quando dovrebbe
Grazie a Marco, il compagno di bottiglie su bottiglie, si cazzate vere e proprie.
Grazie a riccardo, alla nostra amicizia sempre sincera che compie un anno
Grazie a angelo, ai cambiamenti che sono avvenuti dallo scorso capodanno a questo ma alla voglia di non lasciarci andare.
Grazie a Filippo,al suo altromondo in cui spesso entra, alle parole dette sottovoce.
Grazie a Shadi, anche solo per avermi dato il suo giubbetto che si sa, è sacro.
Grazie a erik, ai messaggi in un letto, all'abbraccio mentre piangevo. alla sua ironia mai capita.
Grazie a gaia, alla piccolina mezza matta e alla sua risata che ci fa morire.
Grazie a resmo, lo chef, al suo essere un orso buono.
Grazie a tito, che non ho mai capito ma è forse una delle persone a cui mi sento più legata, chissà poi perchè
Grazie a Stefano, a quelle poche parole in cucina ma dette dal cuore.
Vi auguro il meglio, ci auguro di essere ancora insieme tra un anno.
Comemorando a volta do pro e aproveitando minha vida de total vagabundagem pra retomar o 365 days!
=D
Le fasi di lavorazione di Abc
Per conoscere le varie fasi di lavorazione, parliamo con il rappresentante dell’azienda Lamberto Scalabrin.
Come nasce l’idea delle lettere?
«Dal disegno progettuale di Sandro Santantonio di Milano: ha pensato alla texture alfabetica a rilievo, con il carattere Helvetica, di cui nel 2007 è caduto il cinquantenario».
Su che materiale?
«All’inizio si era pensato solo il decoro, ma non al materiale. Con la vetreria con cui collaboriamo abbiamo ottenuto un prodotto finale, lontano dall’idea iniziale, ma migliore. Le lettere sarebbero state incise a rilievo sul diffusore in vetro, con un gioco di opaco-lucido inaspettato».
Qual è la prima tappa nel processo di lavorazione?
«Avviene in vetreria: gli artigiani soffiano il vetro negli stampi, ad altissime temperature. Dopo 3-4 ore si porta il vetro a temperatura ambiente. Si aspetta tanto tempo proprio per evitare sbalzi forti che possano danneggiare il vetro. Successivamente il vetro viene tagliato con linee parallele, sulle quali poi disporre le lettere in silicone, tagliate precedentemente a mano. Infine tramite la sabbiatura viene eliminato il vetro superfluo (la parte non protetta dal silicone), per ottenere le lettere in rilievo e l’effetto opaco-lucido, visibile soprattutto nella versione bianca».
Quali sono gli inconvenienti della lavorazione a mano?
«Le aziende di illuminazione devono confrontarsi con la lavorazione artigiana. Con i pro e i contro che ne derivano. I pezzi ottenuti sono unici e diversi tra loro, ma i prezzi sono abbastanza alti. In più non si può produrre serialmente in grandi quantitativi».
Quanti pezzi si realizzano al giorno?
«Di Abc, nella versione 50 centimetri di diametri, massimo 20-30. Degli altri anche una cinquantina».
I prodotti vengono venduti da montare?
«Sì, i pezzi che escono dalle vetrerie, poi vengono controllati in azienda, a Bassano del Grappa, e poi assemblati».
Quindi la vetreria non si trova all’interno dell’azienda?
«No, ma sono dei fornitori esterni, ex-muranesi o provenienti da altri Paesi d’Europa».
Esternalizzare la produzione, cosa comporta?
«Non siamo vincolati dalla produzione veneziana, ancorata al classico. In azienda però avviene l’assemblaggio e il controllo. Per esempio, nella versione a sospensione di Abc, le lampade vengono appese e bilanciate, affinché siano tutte uguali. E delle versioni colorate, come quella nera, si verifica la densità del vetro, quest ultimo che determina il colore, visibile a occhio nudo quando si monta la lampadina»
ABC
Il nome parla da sé: Abc è un lampada caratterizzata dalla texture alfabetica a rilievo, con il carattere Helvetica, che da decoro diventa la parte strutturante. L’idea, del designer milanese Sandro Santantonio, è stata accolta nell’azienda Prandina, realizzando così una una famiglia di lampade (da terra, da tavolo e da sospensione), in tre diversi diametri del diffusore (36, 45 e 54 centimetri) e in tre colori: bianco, trasparente e opaco, e nero. Un omaggio dunque all’anniversario dell’Helvetica, carattere creato da Max Miedinger nel 1957, che nel 2007 ha compiuto cinquanta anni di vicende e fortune alterne, legate fin dal nome alle sorti della tradizione grafica svizzera. Molto popolare negli anni Sessanta e Settanta, questa font bastoni – cioè senza grazie – è stata la base di numerosi marchi (come Nestlé, 3M, Lufthansa, Microsoft). In molti hanno deciso di festeggiarne l’anniversario, tra cui il Museum of Modern Art di New York con una mostra e l’azienda bassanese (appunto Prandina, con sede a Bassano del Grappa), con la lampada Abc. Sul diffusore a trapezio, svasato verso l’alto, in vetro soffiato, corrono su linee perfettamente parallele sequenze di glifi dal kerning ridotto, distribuiti cioè con una spaziatura inferiore a quella che sulla pagina garantirebbe una buona leggibilità. La leggera sovrapposizione crea una catena infinita di lettere minuscole che non producono frasi di senso compiuto: si staccano però per lucentezza dal fondo sabbiato del diffusore, lasciando trasparire la luce e proiettando l’intero alfabeto nello spazio intorno a sé. Una lampada realizzata a mano, secondo un procedimento lento e complesso: in vetreria gli artigiani soffiano il vetro, girandolo continuamente al fuoco, per ottenere una superficie omogenea. Il vetro viene fatto raffreddare, per due o tre ore, per non subire sbalzi termici forti. Successivamente viene tagliato con linee parallele sulle quali vengono applicate le lettere in silicone. Infine, grazie alla sabbiatura, vengono tolti i residui del vetro (le parti non protette dal silicone). Così emergono le lettere in rilievo, lucide rispetto alla base opaca. Un effetto ricercato, che si nota di più nella versione bianca. Infine ogni parte viene controllata in azienda, dove vengono bilanciate le lampade a sospensione e controllati i diffusori colorati e neri, per ottenere modelli pressappoco identici tra loro. Anche se la caratteristica del vetro lavorato a mano è appunto l’impossibilità di realizzare un prodotto identico all’altro. L’imperfezione di un prodotto, a volte, diventa il suo valore aggiunto.
Brasília 28/03/2016 - Advogados da OAB e manifestantes pró e contra o governo Dilma entram em conflito na Câmara dos Deputados.
Foto: Lula Marques/Agência PT
crónicas da xávega (130)
muleta, mão de barca, regeira
recordando
quando os barcos eram "empurrados" por uma muleta como a que se vê nesta foto, o barco era mantido na perpendicular à praia, com a ajuda de duas cordas:
- a mão de barca, cala do aparelho que ficava em terra, que o arrais amarrava à bica da ré e ia largando conforme as possibilidades e as necessidades
- a regeira, corda presa ao golfião de bombordo da proa e que estava preso a um bordão enterrado na praia e da responsabilidade de um camarada da companha (enquanto foi vivo e lá trabalhou, era o ti antónio neto que o fazia)
a terceira corda que se vê na foto é a que está amarrada à muleta, para quando o arrais a soltar poder ser recuperada para terra.
vê-se areia por todo o lado porque o motor está a trabalhar e quando a onda recuou deixou-o em seco e o barco não largou como era de esperar.
(torreira; companha do marco; 2009)
Le fasi di lavorazione di Abc
Per conoscere le varie fasi di lavorazione, parliamo con il rappresentante dell’azienda Lamberto Scalabrin.
Come nasce l’idea delle lettere?
«Dal disegno progettuale di Sandro Santantonio di Milano: ha pensato alla texture alfabetica a rilievo, con il carattere Helvetica, di cui nel 2007 è caduto il cinquantenario».
Su che materiale?
«All’inizio si era pensato solo il decoro, ma non al materiale. Con la vetreria con cui collaboriamo abbiamo ottenuto un prodotto finale, lontano dall’idea iniziale, ma migliore. Le lettere sarebbero state incise a rilievo sul diffusore in vetro, con un gioco di opaco-lucido inaspettato».
Qual è la prima tappa nel processo di lavorazione?
«Avviene in vetreria: gli artigiani soffiano il vetro negli stampi, ad altissime temperature. Dopo 3-4 ore si porta il vetro a temperatura ambiente. Si aspetta tanto tempo proprio per evitare sbalzi forti che possano danneggiare il vetro. Successivamente il vetro viene tagliato con linee parallele, sulle quali poi disporre le lettere in silicone, tagliate precedentemente a mano. Infine tramite la sabbiatura viene eliminato il vetro superfluo (la parte non protetta dal silicone), per ottenere le lettere in rilievo e l’effetto opaco-lucido, visibile soprattutto nella versione bianca».
Quali sono gli inconvenienti della lavorazione a mano?
«Le aziende di illuminazione devono confrontarsi con la lavorazione artigiana. Con i pro e i contro che ne derivano. I pezzi ottenuti sono unici e diversi tra loro, ma i prezzi sono abbastanza alti. In più non si può produrre serialmente in grandi quantitativi».
Quanti pezzi si realizzano al giorno?
«Di Abc, nella versione 50 centimetri di diametri, massimo 20-30. Degli altri anche una cinquantina».
I prodotti vengono venduti da montare?
«Sì, i pezzi che escono dalle vetrerie, poi vengono controllati in azienda, a Bassano del Grappa, e poi assemblati».
Quindi la vetreria non si trova all’interno dell’azienda?
«No, ma sono dei fornitori esterni, ex-muranesi o provenienti da altri Paesi d’Europa».
Esternalizzare la produzione, cosa comporta?
«Non siamo vincolati dalla produzione veneziana, ancorata al classico. In azienda però avviene l’assemblaggio e il controllo. Per esempio, nella versione a sospensione di Abc, le lampade vengono appese e bilanciate, affinché siano tutte uguali. E delle versioni colorate, come quella nera, si verifica la densità del vetro, quest ultimo che determina il colore, visibile a occhio nudo quando si monta la lampadina»
ABC
Il nome parla da sé: Abc è un lampada caratterizzata dalla texture alfabetica a rilievo, con il carattere Helvetica, che da decoro diventa la parte strutturante. L’idea, del designer milanese Sandro Santantonio, è stata accolta nell’azienda Prandina, realizzando così una una famiglia di lampade (da terra, da tavolo e da sospensione), in tre diversi diametri del diffusore (36, 45 e 54 centimetri) e in tre colori: bianco, trasparente e opaco, e nero. Un omaggio dunque all’anniversario dell’Helvetica, carattere creato da Max Miedinger nel 1957, che nel 2007 ha compiuto cinquanta anni di vicende e fortune alterne, legate fin dal nome alle sorti della tradizione grafica svizzera. Molto popolare negli anni Sessanta e Settanta, questa font bastoni – cioè senza grazie – è stata la base di numerosi marchi (come Nestlé, 3M, Lufthansa, Microsoft). In molti hanno deciso di festeggiarne l’anniversario, tra cui il Museum of Modern Art di New York con una mostra e l’azienda bassanese (appunto Prandina, con sede a Bassano del Grappa), con la lampada Abc. Sul diffusore a trapezio, svasato verso l’alto, in vetro soffiato, corrono su linee perfettamente parallele sequenze di glifi dal kerning ridotto, distribuiti cioè con una spaziatura inferiore a quella che sulla pagina garantirebbe una buona leggibilità. La leggera sovrapposizione crea una catena infinita di lettere minuscole che non producono frasi di senso compiuto: si staccano però per lucentezza dal fondo sabbiato del diffusore, lasciando trasparire la luce e proiettando l’intero alfabeto nello spazio intorno a sé. Una lampada realizzata a mano, secondo un procedimento lento e complesso: in vetreria gli artigiani soffiano il vetro, girandolo continuamente al fuoco, per ottenere una superficie omogenea. Il vetro viene fatto raffreddare, per due o tre ore, per non subire sbalzi termici forti. Successivamente viene tagliato con linee parallele sulle quali vengono applicate le lettere in silicone. Infine, grazie alla sabbiatura, vengono tolti i residui del vetro (le parti non protette dal silicone). Così emergono le lettere in rilievo, lucide rispetto alla base opaca. Un effetto ricercato, che si nota di più nella versione bianca. Infine ogni parte viene controllata in azienda, dove vengono bilanciate le lampade a sospensione e controllati i diffusori colorati e neri, per ottenere modelli pressappoco identici tra loro. Anche se la caratteristica del vetro lavorato a mano è appunto l’impossibilità di realizzare un prodotto identico all’altro. L’imperfezione di un prodotto, a volte, diventa il suo valore aggiunto.
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This is a work for college, that consisted of a modelation of an object and the manufacture of the mold in a wood block, in a 3-axis CNC. The modelation is half of an Etek Paintball gun, making the most of the material and space.
The render is a preview of how would the final product look if termoformed in acetate and die-casted in resin.
The table shows the operation steps, time and tools.
The programs that were used are Pro E in the modelation and manufacture modules, Vericut and Blender for the render.
Trabajo para la universidad, que consistía en modelar una pieza y hacerle un molde en un bloque de madera, en un centro de maquinado CNC de 3 ejes. La modelación es la mitad de una pistola de Paintball Etek, aprovechando al máximo el espacio disponible del bloque.
El render es una vista previa de cómo quedaría si se termoformara en acetato y se vaciara en resina.
En la tabla se encuentran los pasos de la operación, tiempos y herramientas.
Los programas usados fueron Pro E en el módulo de modelación, módulo de manufactura, Vericut y Blender para el render.
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Le fasi di lavorazione di Abc
Per conoscere le varie fasi di lavorazione, parliamo con il rappresentante dell’azienda Lamberto Scalabrin.
Come nasce l’idea delle lettere?
«Dal disegno progettuale di Sandro Santantonio di Milano: ha pensato alla texture alfabetica a rilievo, con il carattere Helvetica, di cui nel 2007 è caduto il cinquantenario».
Su che materiale?
«All’inizio si era pensato solo il decoro, ma non al materiale. Con la vetreria con cui collaboriamo abbiamo ottenuto un prodotto finale, lontano dall’idea iniziale, ma migliore. Le lettere sarebbero state incise a rilievo sul diffusore in vetro, con un gioco di opaco-lucido inaspettato».
Qual è la prima tappa nel processo di lavorazione?
«Avviene in vetreria: gli artigiani soffiano il vetro negli stampi, ad altissime temperature. Dopo 3-4 ore si porta il vetro a temperatura ambiente. Si aspetta tanto tempo proprio per evitare sbalzi forti che possano danneggiare il vetro. Successivamente il vetro viene tagliato con linee parallele, sulle quali poi disporre le lettere in silicone, tagliate precedentemente a mano. Infine tramite la sabbiatura viene eliminato il vetro superfluo (la parte non protetta dal silicone), per ottenere le lettere in rilievo e l’effetto opaco-lucido, visibile soprattutto nella versione bianca».
Quali sono gli inconvenienti della lavorazione a mano?
«Le aziende di illuminazione devono confrontarsi con la lavorazione artigiana. Con i pro e i contro che ne derivano. I pezzi ottenuti sono unici e diversi tra loro, ma i prezzi sono abbastanza alti. In più non si può produrre serialmente in grandi quantitativi».
Quanti pezzi si realizzano al giorno?
«Di Abc, nella versione 50 centimetri di diametri, massimo 20-30. Degli altri anche una cinquantina».
I prodotti vengono venduti da montare?
«Sì, i pezzi che escono dalle vetrerie, poi vengono controllati in azienda, a Bassano del Grappa, e poi assemblati».
Quindi la vetreria non si trova all’interno dell’azienda?
«No, ma sono dei fornitori esterni, ex-muranesi o provenienti da altri Paesi d’Europa».
Esternalizzare la produzione, cosa comporta?
«Non siamo vincolati dalla produzione veneziana, ancorata al classico. In azienda però avviene l’assemblaggio e il controllo. Per esempio, nella versione a sospensione di Abc, le lampade vengono appese e bilanciate, affinché siano tutte uguali. E delle versioni colorate, come quella nera, si verifica la densità del vetro, quest ultimo che determina il colore, visibile a occhio nudo quando si monta la lampadina»
ABC
Il nome parla da sé: Abc è un lampada caratterizzata dalla texture alfabetica a rilievo, con il carattere Helvetica, che da decoro diventa la parte strutturante. L’idea, del designer milanese Sandro Santantonio, è stata accolta nell’azienda Prandina, realizzando così una una famiglia di lampade (da terra, da tavolo e da sospensione), in tre diversi diametri del diffusore (36, 45 e 54 centimetri) e in tre colori: bianco, trasparente e opaco, e nero. Un omaggio dunque all’anniversario dell’Helvetica, carattere creato da Max Miedinger nel 1957, che nel 2007 ha compiuto cinquanta anni di vicende e fortune alterne, legate fin dal nome alle sorti della tradizione grafica svizzera. Molto popolare negli anni Sessanta e Settanta, questa font bastoni – cioè senza grazie – è stata la base di numerosi marchi (come Nestlé, 3M, Lufthansa, Microsoft). In molti hanno deciso di festeggiarne l’anniversario, tra cui il Museum of Modern Art di New York con una mostra e l’azienda bassanese (appunto Prandina, con sede a Bassano del Grappa), con la lampada Abc. Sul diffusore a trapezio, svasato verso l’alto, in vetro soffiato, corrono su linee perfettamente parallele sequenze di glifi dal kerning ridotto, distribuiti cioè con una spaziatura inferiore a quella che sulla pagina garantirebbe una buona leggibilità. La leggera sovrapposizione crea una catena infinita di lettere minuscole che non producono frasi di senso compiuto: si staccano però per lucentezza dal fondo sabbiato del diffusore, lasciando trasparire la luce e proiettando l’intero alfabeto nello spazio intorno a sé. Una lampada realizzata a mano, secondo un procedimento lento e complesso: in vetreria gli artigiani soffiano il vetro, girandolo continuamente al fuoco, per ottenere una superficie omogenea. Il vetro viene fatto raffreddare, per due o tre ore, per non subire sbalzi termici forti. Successivamente viene tagliato con linee parallele sulle quali vengono applicate le lettere in silicone. Infine, grazie alla sabbiatura, vengono tolti i residui del vetro (le parti non protette dal silicone). Così emergono le lettere in rilievo, lucide rispetto alla base opaca. Un effetto ricercato, che si nota di più nella versione bianca. Infine ogni parte viene controllata in azienda, dove vengono bilanciate le lampade a sospensione e controllati i diffusori colorati e neri, per ottenere modelli pressappoco identici tra loro. Anche se la caratteristica del vetro lavorato a mano è appunto l’impossibilità di realizzare un prodotto identico all’altro. L’imperfezione di un prodotto, a volte, diventa il suo valore aggiunto.