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Shot with the Sony a6400 and Hoya HMC 135mm Vintage Telephoto Lens.
Camera files settings - RAW and JPEGS (B/W).
Straight out of Camera (S.O.O.C.) JPEGS, tweaked in Apple Photos.
Shot with the Sony a6400 and Centon 28-70mm f/3.5-4.5 Vintage Zoom Lens.
Camera files settings - RAW and JPEGS (B/W).
Straight out of Camera (S.O.O.C.) JPEGS, tweaked in Apple Photos Editor.
Uma maravilhosa quinta pra todos!!
eu comprei a conta pró e agora podem visualizar todas as minhas fotos..
clique aqui e veja o meu projeto 365
EXPLORED 24/01/07 #15
* Taken in Guaratuba/Paraná/Brazil
* Um pôr-do-sol do arquivo, já que o verão esse ano não cooperou muito!
Essa foto eh um presente para meu amigo em São Francisco 4PIZON, em novo agradecimento por ter me concedido uma conta pro e um belo depoimento!
* A sunset from my files, since the summer doesn't helped me much this year!
This picture is a gift to my S.F buddy 4PIZON, for granting me a pro account again and writing me a nice testimonial as well!
I'm really grateful for your kindness my friend! Thanks a lot!
regata da ria 2016 (2)
a pintura dos painéis
a beleza do moliceiro não reside somente na elegância da suas linhas, as pinturas dos painéis da proa e da ré, fazem de uma regata de moliceiros a única “galeria de pintura flutuante e em movimento” em todo o mundo.
há 25 anos que o pintor josé manuel oliveira e, nos últimos, o pai , necas lamarão, se dedicam à pintura de painéis e decorações dos moliceiros.
da invenção da pintura às legendas, são eles, raramente com a ajuda dos donos dos moliceiros, que fazem este reencontro com a tradição.
nem sempre é fácil conseguir juntar pai e filho no mesmo registo, não é fácil mas, desta vez , consegui.
(torreira; 27 de junho de 2016)
Shot with the Sony a6400 and Centon 28-70mm f/3.5-4.5 Vintage Zoom Lens.
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Shot with the Sony a6400 and Hoya HMC 135mm Vintage Telephoto Lens.
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Straight out of Camera (S.O.O.C.) JPEGS, tweaked in Apple Photos Editor.
Use this image without my permission is illegal. All Rights Reserved ste.t.©
[Donnie ha appena riferito alla dottoressa Thruman le parole di Roberta Sparrow, "Ogni creatura sulla Terra quando muore è sola"]
Dottoressa Thurman: E che cosa hai provato?
Donnie: Ho pensato a Callie, il mio cane. È morto quando avevo otto anni. Si andò a rintanare sotto il portico.
Dottoressa Thurman: Per morire.
Donnie: Per essere solo...
Dottoressa Thurman: Tu ti senti solo in questo momento?
Donnie: Non lo so... O meglio, vorrei credere il contrario, ma non... Non ho mai avuto nessuna prova, quindi... Ho... ho anche smesso di discuterne, tanto se... se... se anche passassi tutta la vita a ragionare, studiare, valutare i pro e i contro, alla fine non avrei prove comunque, e allora tanto vale non discuterne più. Eh... è assurdo.
Dottoressa Thurman: La ricerca di Dio è assurda?
Donnie: Lo è, se ognuno muore da solo.
Dottoressa Thurman: Questo ti spaventa?
Donnie: Non voglio restare solo. (Donnie Darko)
Un Workshop Fotografico sul Ritratto Interiore
al MAVV, a Vittorio Veneto. con massimo talamini
modella: vittoria
Esattamente un anno fà postavo la mia prima foto in Flickr. Avevo da poco acquistato la mia prima fotocamera ed era uno dei miei primissimi scatti. Una persona mi "spinse" a coltivare questa passione ed è diventata un mio grande amico:jjjohn , un vero Maestro (il mio account Pro è un suo regalo di Natale :) ).
Flickr è un grande social-network e permette di coltivare in maniera intelligente e creativa non solo questa grande passione che è la fotografia ma anche e, soprattutto forse, delle amicizie vere ed importanti. Ho avuto quindi la fortuna di conoscere un terribile e geniale anticonformista come TMax66 e poi Alberello e
gassa e basta , straordinari, miei amici e compagni di lunghe e divertentissime serate.
Quanti amici e quante ispirazioni: nespyxel , grandissimo fotografo, la mia dolce amica Elisabetta ,indagatrice dell'anima e poi Rags , straordinario e poi tanti altri come NicoinRome, Willa, la mia cara e colpevolmente trascurata Mabel Amber e poi paololongo e Marc. Ne dimentico qualcuno, ma ho voluto citare i miei primissimi amici, quelli che mi hanno accompagnato lungo questo viaggio che spero duri ancora a lungo, in loro compagnia ed in compagnia di tutti quelli che nel tempo verranno.
Questa foto è stata postata in forma privata ieri. Ebbene, l'ho postata verso le 14,00 di oggi ed è già in Explore! Per chi vuol intendere....
Project: Tracks
“Look deep into nature, and then you will understand everything better.”
PhotoAwardsCounter
Click here to see the awards count for this photo. (?)
Shot with the Sony a6400 and Centon 28-70mm f/3.5-4.5 Vintage Zoom Lens.
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QUESTO E' QUELLO CHE VEDO OGNI GIORNO
Udine è stata dichiarata la città dove si vive meglio in Italia ma come ogni cosa, la verità, per chi vive giornalmente qui, ha i suoi pro e contro...vediamo che aumenta il degrado, la minicriminalità ed aumenta anche il disservizio sanitario. Se ci si lamenta noi che siamo primi in Italia chissà come sarà la situazione nelle altre città....
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THIS IS WHAT I SEE EVERY DAY
Udine has been declared the city where people live best in Italy but like everything, the truth, for those who live here every day, has its pros and cons... we see that degradation, petty crime is increasing and healthcare disservice is also increasing. If we, who are first in Italy, complain, who knows what the situation will be like in other cities....
Fotocomposizione di 14 immagini
Immagine realizzata con lo smartphone HUAWEI MATE 20 PRO
Shot with the Sony a6400 and Hoya HMC 135mm Vintage Telephoto Lens.
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Straight out of Camera (S.O.O.C.) JPEGS, tweaked in Apple Photos.
NYC: Home / Gear
E-M1 (w/ grip) with Olympus M.40-150/2.8 Pro
E-M1 (no grip) with Olympus M.12-40/2.8 Pro
(Won't get to shoot with this 'til post-Xmas)
Panasonic LX100 | 24-75@28mm
Eita coisa mais fofa!
Lá no blog eu falo dos prós e contras desse indi lindo...
walquiriarp.blogspot.com.br/2014/04/candy-land-remix-jind...
BJOKAS!!!
Proposta não-oficial de redesign e simplificação do Brasão de Armas da República Federativa do Brasil (Unofficial proposal for redesign and simplification of Coat of Arms of the Federative Republic of Brazil).
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Pegue sua carteira de identidade. Pode ser a carteira de motorista, CPF, passaporte, carteira de trabalho... Compare as muitas versões do Brasão da República e você vai perceber que talvez o único padrão existente seja estabelecido pela baixa qualidade de reprodução deste importante símbolo nacional - a começar pelas reduções e versões em negativo.
Sei que o Brasão é bonitão colorido e cheio de detalhes, mas esse não é o emblema oficial que trabalha todo dia nos documentos e repartições, e também não é esse o símbolo que proponho modificar.
O redesign apresentado acima visa resolver situações de redução e inversão de cor, mas sem alterar os elementos do Brasão e suas proporções originais. Essas situações respondem por grande parte das aplicações do Brasão de Armas da República, e atualmente apresentam-se sem a qualidade que este emblema demanda. O excesso de elementos e texturas dificulta a compreensão do Brasão, o que é importante ainda que não seja o ponto principal da proposta (já que a maioria das pessoas não o lê, de fato). Mas nas situações mencionadas o Brasão tradicionalmente aparece mal impresso e sem um padrão constante de uso, transmitindo uma imagem de descuido, precariedade e desorganização.
O Brasão de Armas da República foi desenvolvido no século XIX como uma imagem e não como uma representação pictórica, e a maioria dos problemas decorre da ausência de uma versão simplificada e adaptada deste emblema. Na proposta apresentada todos os elementos e traços do desenho original foram repensados para proporcionar reduções e inversões firmes, consistentes e mais legíveis.
Além disso, o Brasão redesenhado segue padrões contemporâneos de acabamento, o que pode ser explorado no sentido de apresentar um país mais moderno e atencioso com sua imagem.
A versão em negativo foi adaptada nesta simplificação, fazendo com que o escudo do Cruzeiro do Sul não tenha suas cores invertidas. Esta mesma preocupação pode ser percebida na estrela partida onde ele está inserido, cuja versão em negativo não apresenta contorno.
Para reduções extremas a proposta é trabalhar com uma versão onde as fitas apareçam sem os dizeres oficiais, deslocando-os para fora do Brasão e evitando assim que a redução piore a legibilidade da informação histórica. Esse uso também serve como ensaio para uma possível padronização na comunicação oficial de ministérios e secretarias.
A fonte utilizada na legenda do Brasão é livre, e pode ser implementada nas inúmeras repartições públicas sem ônus algum pro país. Trata-se do projeto desenvolvido pelo designer brasileiro Gustavo Ferreira para a reformulada identidade visual da UnB - UnB Pro e Office, com excelente nível técnico e qualidade de mercado. O tipo escolhido garante mais legibilidade ao Brasão e suas diversas variantes permitem ampliar e padronizar a comunicação oficial da República.
A República do Design. :-)
fev. 2012
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esse projeto foi inspirado nos erros e acertos do redesign (oficial) do brasão do governo central holandês, desenvolvido pelo Studio Dumbar entre 2006-10. este não consistia apenas na criação de uma nova identidade visual, mas na implementação de um sistema integrado de sinalização visando uma comunicação mais clara e organizada batizada de 'one desk concept'.
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Dez passos para um design não solicitado de qualidade:
1. tome a iniciativa:
2. proponha um problema.
3. torne-se um especialista.
4. elabore seu próprio briefing.
5. desenhe sua proposta.
6. junte-se a outros.
7. encontre uma oportunidade.
8. demonstre a urgência da proposta.
9. convoque seu futuro cliente.
10. volte ao início.
(adaptado do texto original de Rory Hide)
Shot with the Sony a6400 and Hoya HMC 135mm Vintage Telephoto Lens.
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Shot with the Sony a6400 and Hoya HMC 135mm f/2.8 Vintage Telephoto Lens.
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Straight out of Camera (S.O.O.C.) JPEGS, tweaked in Apple Photos Editor.
Shot with the Sony a6400 and Centon 28-70mm f/3.5-4.5 Vintage Zoom Lens.
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Straight out of Camera (S.O.O.C.) JPEGS, tweaked in Apple Photos.
Vejam o álbum deste Grande Amigo e um verdadeiro Mestre Honoris Causa, na arte do Moliceiro.
Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos.
É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro.
São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço. Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento. É construído em madeira de pinheiro.
Moliço é o nome dado às plantas aquáticas que são colhidas para serem usadas na agricultura. Esta palavra provém do latim mollis, que expressa a qualidade de mole. A designação de moliço é geralmente usada para as plantas vasculares que crescem submersas em água salgada, que em inglês são designadas por seagrass, mas pode também ser aplicada às algas que crescem no meio dessas plantas.
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xávega: apontamentos breves
em primeiro lugar, queria dedicar estas breves palavras aos meus amigos, pescadores da xávega da torreira que, ao longo dos anos, foram partindo: antónio murta, zé trabalhito, alfredo fareja, estrela, antónio trabalhito, zé murta, joão pequeno, nicole, vitor caravela, a todos os outros que já partiram e o nome não me ocorre e aos que continuam a arte, por isso a ti também ricardo silva.
erros que aqui possam encontrar estão sempre abertos a sugestões e correcções, este não é um texto de sábio, exaustivo ou fechado. é o que é, nada mais.
há já alguns anos que me tenho vindo a dedicar a fotografar companhas da torreira e da praia de mira e, em simultâneo, ao estudo da história da xávega. chegou o momento de deixar testemunho em palavras e vídeos (em que a qualidade não é o mais importante, mas sim a visualização dos procedimentos).
a minha primeira aprendizagem foi feita com um bom e “velho” amigo, o arrais joão da calada, da torreira, que me foi respondendo às perguntas que lhe fazia e enriquecendo o meu conhecimento teórico com o seu saber de arrais.
desde 2005 e até 2016 segui, ano após ano, a “companha do marco”, na torreira, e com ela continuei a minha aprendizagem, observando de perto a actividade e registando termos e técnicas.
fui ao mar com o chico giesteira, então arrais da “companha do pepolim” e várias vezes com a “companha do marco”.
resolvi juntar em 3 clips de vídeo, aqueles que considero os momentos relevantes de um “lanço de xávega”:
“ir ao mar”
[youtube www.youtube.com/watch?v=JGhcudr2tAE&w=560&h=315]
“arribar e alar”
[youtube www.youtube.com/watch?v=olkBcjgud8c&w=560&h=315]
"alar e aparelhar”
[youtube www.youtube.com/watch?v=a_Yd9947ZuQ&w=560&h=315]
publiquei já um vídeo a que chamei “um lanço de xávega” e onde se encontra registado, numa visão da bica da proa para dentro do barco, a ida ao mar, o largar das redes, o arribar e o aparelhar
[youtube www.youtube.com/watch?v=GUo_9M5s33U&w=560&h=315]
nestes 3 novos registos a visão é do exterior, segmentada e procura fixar procedimentos.
comecemos então pelo princípio
1- xávega, arte-xávega, arte xávega, artes
são as designações utilizadas para designar esta arte de pesca, não cabe aqui a discussão sobre qual a mais correcta, há argumentos a favor de qualquer uma. eu uso “xávega”
2- companha
numa companha podemos distinguir dois grupos, mais ou menos fixos: os que vão ao mar e os que fazem trabalho só na praia. os primeiros também trabalham na praia, mas os segundos raramente, ou nunca, vão ao mar.
se a companha tiver um arrais digno desse nome, a organização das tarefas e sua atribuição fica estabelecida desde início e no decorrer do lanço só se vê uma “companha que funciona como uma orquestra”.
3- lanço
para mim o lanço começa no aparelhar do barco – carregá-lo com as redes, as calas (cordas) e os arinques (bóias) - e termina com o estender na areia a rede que foi ao mar e fechar de novo o saco.
há, é bom dizê-lo, dois tipos de lanços : “mão abaixo” e “mão acima”.
para os distinguir é necessário introduzir o conhecimento das designações das cordas (calas) que, fazendo fixe no “calão”, servem para puxar a rede. a que fica em terra quando o barco se faz ao mar chama-se “reçoeiro”, a que o barco traz quando vem do mar chama-se “mão de barca”.
num lanço “mão abaixo” - o mais vulgar - o largar da rede é feito de forma que a “mão de barca” fique a sul do “reçoeiro” - aqui como na ria, ou na ria como aqui, o norte é “cima” e o sul “baixo”.
num lanço de “mão acima” o largar da rede de cerco é feito de forma que a “mão de barca” fique a norte do “reçoeiro”.
4- largar
pela madrugada e depois de almoço, o arrais vai “ler” o mar para saber se se pode “trabalhar” no mar. na leitura entram vários factores de que destaco dois : a altura e o “ritmo” das ondas – diria, em termos simples que o ritmo das ondas se mede pelo número de ondas seguidas, 3,5, 7 …..- quanto maior for o ritmo mais dífícil é que a duração do intervalo entreduas séries consecutivas, o “liso” dê tempo para que o barco ganhe o largo. o arrais tanto lê o mar rente à praia, como ao largo – na torreira, devido ao declive da costa forma-se um “lago” entre a praia e o largo, que se atinge passando o “cabeço” -, por isso o arrais lê as ondas não só perto da praia mas também no “cabeço”.
para se fazer ao mar o barco, não há muitos anos, era impulsionado por uma “muleta” de madeira, apoiada numa peça – em madeira ou metal - existente no exterior da bica da ré, e era empurrada por um tractor de força – antigamente, na torreira até 2001, por bois.
quando se fazia ao mar o barco tinha três pontos de fixe: a “muleta”, o “reçoeiro” e a “regeira”. a muleta fixava-o porque a extremidade que se apoiava na bica da ré, tinha a forma de V que “abraçava” um pouco a costura das tábuas da ré. amarrava-se ainda ao golfião de estibordo uma corda – a “regeira” - que era atada a um bordão que se enterrava na areia, sempre a norte - são de norte as correntes dominantes - que forçava o barco a ficar perpendicular à praia. o camarada que fosse à ré a controlar o reçoeiro mantinha-o laçado na bica e, também ele, fazia mais um “fixe” para segurar o barco. Aliás, era ele que ao largar o reçoeiro e ao grito de “bota!” dava ordem para que o barco largasse.
há praias em que o barco é levado ao mar em cima de uma estrutra metálica com rodas; noutras, como na praia de mira, a muleta foi substituída por uma estrutura triangular que apoia na pá do tractor; na torreira, desde 2011, a companha do marco passou a ultilizar duas “muletas” - dois varões de aço que encaixam em cápsulas de metal fixas a meia altura do costado e fixas ao tractor – exemplo logo seguido pela companha do olá s. paio. nestes casos o largar é muito mais seguro e não existe “regeira”.
5 – arribar
o momento mais perigoso numa ida ao mar é o “arribar”: o barco vem leve e só tem como “fixe” a “mão de barca”. repare-se como o arrais vai laçando a “mão de barca” na bica da ré para “segurar” o barco quando se aproxima o momento de “apanhar a onda certa e surfar até à praia”. a decisão de se fazer à praia tem muito de arte, saber e sorte.
tarefa arriscada também a dos homens que levam as cordas com os ganchos para enfiar nos “arganéis” da proa, é enfiar e correr, não vá vir uma onda traiçoeira e o barco atarvessar-se ou avançar depressa demais – há registo de pernas esmagadas em situações destas. o tractor a que são presas e terá de tirar o barco do mar, tem uma responsabilidade enorme no sucesso destes momentos de tensão e perigo, de que poucos se apercebem.
mal o barco arriba, a “mão de barca” é levada a força de braços até ao tractor que lhe está atribuído e começa a “alagem”. em simultâneo começa a limpeza e aparelhar do barco.
6 – tarefas em terra: alar e aparelhar, porfiar
alar
como já disse acima, quando o barco se faz ao mar fica em terra a ponta do reçoeiro que é fixa ao tractor que lhe foi atribuído, o sentido de deslocação do barco, norte ou sul, determina o movimento do tractor, uma coisa porém é certa : o tractor do “reçoeiro” ficará sempre a norte do tractor da “mão de barca”. normalmente a alagem do “reçoeiro” começa por mater esticada corda quando o barco se faz “mar adentro”, caso haja uma deslocação inicial paralela à praia, ou sempre se o barco largar logo mar adentro – perpendicular à praia – . o alar do reçoeiro começa sempre depois do barço largar da rede.
quando me referi ao aparelhar do barco falei nas “calas” sem as descrever. as “calas” não são mais que um conjunto de rolos de corda, amarrados uns aos outros por nós. repetindo-me, há duas calas: “reçoeiro” e “mão de barca”.
durante a alagem o saco tem de vir paralelo à praia para que o pescado não fuja, o que exige um controle permanente do andamento dos aladores e do trabalho dos elementos da companha que lhe estão afectos. os nós são uma referência permanente e, dada a distância por vezes grande entre o alador da “mão de barca” e o do “reçoeiro” a comunicação entre as duas equipas é feita por sinais de boné ou, mais modernamente, por intercomunicadores. o arrais está sempre atento a estes procedimentos, pois podem pôr em causa todo o lanço. quando os “arinques” do “reçoeiro” e da “mão de barca” estão ao alcance da vista são eles a referência do paralelismo. mas nem todos os olhos vêem o mesmo.
ao meio do saco existe um outro arinque a que chama “calime” ou “calima”.
quando a rede está a chegar à praia já o barco está aparelhado e toda a companha está pronta para “segurar as mangas” com os “bordões” - “estacadões” na praia de mira – e, no final, trazer o saco para seco.
aparelhar
aparelhar o barco é carregá-lo com a rede e as cordas que constituem o “aparelho”: a xávega.
para este processo podemos identificar duas esquipas: a que se ocupa da rede e do reçoeiro e a que trata da mão de barca.
a equipa da rede e do reçoeiro coloca-se sensívelmente a meio do barco, logo a seguir ao traste em direcção à ré e começa o aparelhamento com o carregar da rede seca que está em cima da zorra. no barco um camarada vai recebendo a rede e “arrumando-a”, os que estão na areia devem encaminhá-la limpa de areia e desembaraçada. a sequência é : rede, reçoeiro. rede no fundo, reçoeiro por cima, entre o traste e a antepara do motor. a rede termina no calão, ao qual é amarrado o reçoeiro. o saco dá uma volta na bica da ré, a que é amarrado para não cair, e dá uma volta até ao paneiro da proa.
a equipa da mão de barca trabalha do lado oposto do barco e entre o traste e o paneiro da proa. a cala mão de barca cala é presa ao calão que foi deixado acessível, apesar de se encontrar por debaixo das duas mangas : reçoeiro e mão de barca.
porfiar
quando o saco chega à praia é aberto por uma costura feita com fio mais grosso e fica de “barriga aberta”.
depois da rede seca há um camarada que “dá o porfio”, isto é, volta a fechar o que foi aberto para retirar o peixe.
(torreira; 2016)
cacilda brandão mulher do mar da torreira
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Qualcuno mi ha fatto un bel regalo di compleanno: l'account pro. E' stato un gesto spontaneo, pure troppo! Però ho deciso di accettarlo e, in segno di riconoscenza, dedico a questa persona il notturno qui sopra. E' Foggia, la mia città. Questa è la Fontana del Sele.
Hope you like it/J'espère que tu l'aime. :)
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