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M.ZUIKO DIGITAL ED 12-40mm F2.8 Pro + E-M10

Olá pessoALL

 

Depois de inúmeras solicitações de amigos, finalmente estou entrando para o flickr™

 

Minha maior relutância para entrar aqui é o pouco tempo que disponho para me dedicar! Atualmente tenho uma página no Multiply que, inclusive, anda meio abandonada. Assim adotar mais uma nesta altura do campeonato será um problema, mas... juro que tentarei interagir por aqui também!

 

E pra quem não me conhece ainda, meu nome é Murilo, moro em Florianópolis, sou Webmaster do Sistema de Ensino Energia e nas horas vagas sou fotógrafo!

 

Além do Multiply, vocês me encontram no fórum Mundo Fotográfico, expondo minhas fotos, dando e recebendo dicas da galera, esquematizando passeios fotográficos (coisa que adoro fazer) entre otras coisitas mas...

 

Este primeiro post é da minha foto padrão, feita, se não me engano, em março de 2004 com minha ex-câmera Fuji Finepix S602! É uma foto que gosto muito e, não duvidem, as pombas são de verdade! Não, elas não foram contratadas, como já teve gente que insinuou.

 

Ainda não parei pra pensar no rumo que vou dar a minha página aqui no flickr™, mas acho que vou postar de tudo um pouco... De fotos de arquivos até as mais atuais e, se eu pegar gosto pela coisa, farei upgrade para o pro e criarei vários sets!

 

Acho que é isto!

Um abraço pra todos e t+

Shot with the Sony a6400 and Centon 28-70mm f/3.5-4.5 Vintage Zoom Lens.

 

Camera files settings - RAW and JPEGS (B/W).

 

Straight out of Camera (S.O.O.C.) JPEGS, tweaked in Apple Photos.

Vejam o álbum deste Grande Amigo e um verdadeiro Mestre Honoris Causa, na arte do Moliceiro.

 

Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos.

É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro.

São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço. Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento. É construído em madeira de pinheiro.

 

Moliço é o nome dado às plantas aquáticas que são colhidas para serem usadas na agricultura. Esta palavra provém do latim mollis, que expressa a qualidade de mole. A designação de moliço é geralmente usada para as plantas vasculares que crescem submersas em água salgada, que em inglês são designadas por seagrass, mas pode também ser aplicada às algas que crescem no meio dessas plantas.

  

Lighthouse Family - High

.

M.ZUIKO DIGITAL ED 12-40mm F2.8 Pro + E-M10

Shot with the Sony a6400 and Hoya HMC 135mm Vintage Telephoto Lens.

 

Camera files settings - RAW and JPEGS (B/W).

 

Straight out of Camera (S.O.O.C.) JPEGS, tweaked in Apple Photos Editor.

 

xávega: apontamentos breves

  

em primeiro lugar, queria dedicar estas breves palavras aos meus amigos, pescadores da xávega da torreira que, ao longo dos anos, foram partindo: antónio murta, zé trabalhito, alfredo fareja, estrela, antónio trabalhito, zé murta, joão pequeno, nicole, vitor caravela, a todos os outros que já partiram e o nome não me ocorre e aos que continuam a arte, por isso a ti também ricardo silva.

 

erros que aqui possam encontrar estão sempre abertos a sugestões e correcções, este não é um texto de sábio, exaustivo ou fechado. é o que é, nada mais.

 

há já alguns anos que me tenho vindo a dedicar a fotografar companhas da torreira e da praia de mira e, em simultâneo, ao estudo da história da xávega. chegou o momento de deixar testemunho em palavras e vídeos (em que a qualidade não é o mais importante, mas sim a visualização dos procedimentos).

 

a minha primeira aprendizagem foi feita com um bom e “velho” amigo, o arrais joão da calada, da torreira, que me foi respondendo às perguntas que lhe fazia e enriquecendo o meu conhecimento teórico com o seu saber de arrais.

 

desde 2005 e até 2016 segui, ano após ano, a “companha do marco”, na torreira, e com ela continuei a minha aprendizagem, observando de perto a actividade e registando termos e técnicas.

 

fui ao mar com o chico giesteira, então arrais da “companha do pepolim” e várias vezes com a “companha do marco”.

 

resolvi juntar em 3 clips de vídeo, aqueles que considero os momentos relevantes de um “lanço de xávega”:

 

“ir ao mar”

 

[youtube www.youtube.com/watch?v=JGhcudr2tAE&w=560&h=315]

 

“arribar e alar”

 

[youtube www.youtube.com/watch?v=olkBcjgud8c&w=560&h=315]

 

"alar e aparelhar”

 

[youtube www.youtube.com/watch?v=a_Yd9947ZuQ&w=560&h=315]

 

publiquei já um vídeo a que chamei “um lanço de xávega” e onde se encontra registado, numa visão da bica da proa para dentro do barco, a ida ao mar, o largar das redes, o arribar e o aparelhar

 

[youtube www.youtube.com/watch?v=GUo_9M5s33U&w=560&h=315]

 

nestes 3 novos registos a visão é do exterior, segmentada e procura fixar procedimentos.

 

comecemos então pelo princípio

 

1- xávega, arte-xávega, arte xávega, artes

 

são as designações utilizadas para designar esta arte de pesca, não cabe aqui a discussão sobre qual a mais correcta, há argumentos a favor de qualquer uma. eu uso “xávega”

 

2- companha

 

numa companha podemos distinguir dois grupos, mais ou menos fixos: os que vão ao mar e os que fazem trabalho só na praia. os primeiros também trabalham na praia, mas os segundos raramente, ou nunca, vão ao mar.

 

se a companha tiver um arrais digno desse nome, a organização das tarefas e sua atribuição fica estabelecida desde início e no decorrer do lanço só se vê uma “companha que funciona como uma orquestra”.

 

3- lanço

 

para mim o lanço começa no aparelhar do barco – carregá-lo com as redes, as calas (cordas) e os arinques (bóias) - e termina com o estender na areia a rede que foi ao mar e fechar de novo o saco.

 

há, é bom dizê-lo, dois tipos de lanços : “mão abaixo” e “mão acima”.

 

para os distinguir é necessário introduzir o conhecimento das designações das cordas (calas) que, fazendo fixe no “calão”, servem para puxar a rede. a que fica em terra quando o barco se faz ao mar chama-se “reçoeiro”, a que o barco traz quando vem do mar chama-se “mão de barca”.

 

num lanço “mão abaixo” - o mais vulgar - o largar da rede é feito de forma que a “mão de barca” fique a sul do “reçoeiro” - aqui como na ria, ou na ria como aqui, o norte é “cima” e o sul “baixo”.

 

num lanço de “mão acima” o largar da rede de cerco é feito de forma que a “mão de barca” fique a norte do “reçoeiro”.

 

4- largar

 

pela madrugada e depois de almoço, o arrais vai “ler” o mar para saber se se pode “trabalhar” no mar. na leitura entram vários factores de que destaco dois : a altura e o “ritmo” das ondas – diria, em termos simples que o ritmo das ondas se mede pelo número de ondas seguidas, 3,5, 7 …..- quanto maior for o ritmo mais dífícil é que a duração do intervalo entreduas séries consecutivas, o “liso” dê tempo para que o barco ganhe o largo. o arrais tanto lê o mar rente à praia, como ao largo – na torreira, devido ao declive da costa forma-se um “lago” entre a praia e o largo, que se atinge passando o “cabeço” -, por isso o arrais lê as ondas não só perto da praia mas também no “cabeço”.

 

para se fazer ao mar o barco, não há muitos anos, era impulsionado por uma “muleta” de madeira, apoiada numa peça – em madeira ou metal - existente no exterior da bica da ré, e era empurrada por um tractor de força – antigamente, na torreira até 2001, por bois.

 

quando se fazia ao mar o barco tinha três pontos de fixe: a “muleta”, o “reçoeiro” e a “regeira”. a muleta fixava-o porque a extremidade que se apoiava na bica da ré, tinha a forma de V que “abraçava” um pouco a costura das tábuas da ré. amarrava-se ainda ao golfião de estibordo uma corda – a “regeira” - que era atada a um bordão que se enterrava na areia, sempre a norte - são de norte as correntes dominantes - que forçava o barco a ficar perpendicular à praia. o camarada que fosse à ré a controlar o reçoeiro mantinha-o laçado na bica e, também ele, fazia mais um “fixe” para segurar o barco. Aliás, era ele que ao largar o reçoeiro e ao grito de “bota!” dava ordem para que o barco largasse.

 

há praias em que o barco é levado ao mar em cima de uma estrutra metálica com rodas; noutras, como na praia de mira, a muleta foi substituída por uma estrutura triangular que apoia na pá do tractor; na torreira, desde 2011, a companha do marco passou a ultilizar duas “muletas” - dois varões de aço que encaixam em cápsulas de metal fixas a meia altura do costado e fixas ao tractor – exemplo logo seguido pela companha do olá s. paio. nestes casos o largar é muito mais seguro e não existe “regeira”.

 

5 – arribar

 

o momento mais perigoso numa ida ao mar é o “arribar”: o barco vem leve e só tem como “fixe” a “mão de barca”. repare-se como o arrais vai laçando a “mão de barca” na bica da ré para “segurar” o barco quando se aproxima o momento de “apanhar a onda certa e surfar até à praia”. a decisão de se fazer à praia tem muito de arte, saber e sorte.

 

tarefa arriscada também a dos homens que levam as cordas com os ganchos para enfiar nos “arganéis” da proa, é enfiar e correr, não vá vir uma onda traiçoeira e o barco atarvessar-se ou avançar depressa demais – há registo de pernas esmagadas em situações destas. o tractor a que são presas e terá de tirar o barco do mar, tem uma responsabilidade enorme no sucesso destes momentos de tensão e perigo, de que poucos se apercebem.

 

mal o barco arriba, a “mão de barca” é levada a força de braços até ao tractor que lhe está atribuído e começa a “alagem”. em simultâneo começa a limpeza e aparelhar do barco.

 

6 – tarefas em terra: alar e aparelhar, porfiar

 

alar

 

como já disse acima, quando o barco se faz ao mar fica em terra a ponta do reçoeiro que é fixa ao tractor que lhe foi atribuído, o sentido de deslocação do barco, norte ou sul, determina o movimento do tractor, uma coisa porém é certa : o tractor do “reçoeiro” ficará sempre a norte do tractor da “mão de barca”. normalmente a alagem do “reçoeiro” começa por mater esticada corda quando o barco se faz “mar adentro”, caso haja uma deslocação inicial paralela à praia, ou sempre se o barco largar logo mar adentro – perpendicular à praia – . o alar do reçoeiro começa sempre depois do barço largar da rede.

 

quando me referi ao aparelhar do barco falei nas “calas” sem as descrever. as “calas” não são mais que um conjunto de rolos de corda, amarrados uns aos outros por nós. repetindo-me, há duas calas: “reçoeiro” e “mão de barca”.

 

durante a alagem o saco tem de vir paralelo à praia para que o pescado não fuja, o que exige um controle permanente do andamento dos aladores e do trabalho dos elementos da companha que lhe estão afectos. os nós são uma referência permanente e, dada a distância por vezes grande entre o alador da “mão de barca” e o do “reçoeiro” a comunicação entre as duas equipas é feita por sinais de boné ou, mais modernamente, por intercomunicadores. o arrais está sempre atento a estes procedimentos, pois podem pôr em causa todo o lanço. quando os “arinques” do “reçoeiro” e da “mão de barca” estão ao alcance da vista são eles a referência do paralelismo. mas nem todos os olhos vêem o mesmo.

 

ao meio do saco existe um outro arinque a que chama “calime” ou “calima”.

 

quando a rede está a chegar à praia já o barco está aparelhado e toda a companha está pronta para “segurar as mangas” com os “bordões” - “estacadões” na praia de mira – e, no final, trazer o saco para seco.

aparelhar

 

aparelhar o barco é carregá-lo com a rede e as cordas que constituem o “aparelho”: a xávega.

 

para este processo podemos identificar duas esquipas: a que se ocupa da rede e do reçoeiro e a que trata da mão de barca.

 

a equipa da rede e do reçoeiro coloca-se sensívelmente a meio do barco, logo a seguir ao traste em direcção à ré e começa o aparelhamento com o carregar da rede seca que está em cima da zorra. no barco um camarada vai recebendo a rede e “arrumando-a”, os que estão na areia devem encaminhá-la limpa de areia e desembaraçada. a sequência é : rede, reçoeiro. rede no fundo, reçoeiro por cima, entre o traste e a antepara do motor. a rede termina no calão, ao qual é amarrado o reçoeiro. o saco dá uma volta na bica da ré, a que é amarrado para não cair, e dá uma volta até ao paneiro da proa.

 

a equipa da mão de barca trabalha do lado oposto do barco e entre o traste e o paneiro da proa. a cala mão de barca cala é presa ao calão que foi deixado acessível, apesar de se encontrar por debaixo das duas mangas : reçoeiro e mão de barca.

porfiar

 

quando o saco chega à praia é aberto por uma costura feita com fio mais grosso e fica de “barriga aberta”.

 

depois da rede seca há um camarada que “dá o porfio”, isto é, volta a fechar o que foi aberto para retirar o peixe.

 

(torreira; 2016)

 

cacilda brandão mulher do mar da torreira

 

ahcravo.com/2017/02/25/xavega-apontamentos-breves/

colagens feitas através do fantástico programa Shape Collage .

visite o site: Shape Collage e baixe o programa na versão gratuíta ou se preferir adquira a versão PRO e obtenha todos os recursos que o programa oferece.

 

collages made by the fantastic program Shape Collage.

visit: Shape Collage and download the program in the free version or if you prefer to purchase the PRO version and get all the resources the program offers.

  

veja as outras colagens aqui:

Markt, Neue Altstadt am Domhügel, Frankfurt am Main

M.ZUIKO DIGITAL ED 12-40mm F2.8 PRO + E-M10

Êba!!! Agora somos PRO!!!

E todas as nossas fotos estão aí.

 

Pra comemorar, cachecóis da Duduca e do Fernando: um casal muito amigo.

Os broches de flores são da Valéria.

Qualcuno mi ha fatto un bel regalo di compleanno: l'account pro. E' stato un gesto spontaneo, pure troppo! Però ho deciso di accettarlo e, in segno di riconoscenza, dedico a questa persona il notturno qui sopra. E' Foggia, la mia città. Questa è la Fontana del Sele.

Hope you like it/J'espère que tu l'aime. :)

 

Immagine protetta da copyright © Francesca De Sandoli.

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M.ZUIKO DIGITAL ED 12-40mm F2.8 PRO + E-M10

Cosa può descrivere ciò che un padre prova per un figlio?

Spesso si parla e si legge dell'amore materno, di quel legame a doppio nodo tra madre e figlio, dell'infinità profondissima che c'è ta chi ha donato la vita e chi la ricevuta....e un padre?

Parlo per me e parlo di lui....16 anni senza perdere il tempo sempre sulla cresta dell'onda gioie e dolori condivisi fino all'ultimo respiro, scazzi e risate, musi lunghi e risate, prese in giro e coccole, dalla mattina alla sera, ho la fortuna di condividere con mio figlio buona parte della mia giornata, con i pro e contro che ne conseguono, stanotte abbiamo aspettato mezzanotte in un locale sul mare io e lui soli eravamo andati in bici in centro e dopo aver ascoltato della musica locale ci siamo detti: ma perchè non aspettiamo lo scoccare del PRIMo AGOSTO davanti a un buon mojito (per me ) e un buon Analcolico (per luii)?

Non se l'è fatto dire due volte e così, come due vecchi amiconi o come un padre e un figlio abbiamo aspettato mezzanotte ridendo scherzando prendendoci in giro, sparlando di ci ci stava intorno, facendo i "maschi" in un locale sul mare e festeggiando a modo nostro, con la sempicità che ha da sempre caratterizzato il nostro rapporto, il suo 16° compleanno.....

 

Oggi sarà la solita nostra giornata...mai uguale alle altre....mai banale......mai retorica...perchè noi due riusciamo siamo fatti così: un padre e un figlio segnati da un legame che va al di là dell'anagrafe.

 

Auguri Mattè!!!!!!!!!!!

   

siamo proprio così noi due

M.ZUIKO DIGITAL ED 12-40mm F2.8 Pro + E-M10

Hinter dem Lämmchen, Neue Altstadt am Domhügel, Frankfurt am Main

.......nel senso che a fine mese cambio casa e questa vista me la devo scordare !!

Ma ci sono i pro........casetta indipendente e per di più carissimi amici vicini di casa :-)))

 

Scusate per la prolungata assenza ma sono incasinatissimo e già in fase di "inscatolamento" :)

 

Grazie Valerio

construção de um moliceiro (11)

  

25 de agosto

 

os trabalhos têm continuado a bom ritmo, apesar da chuva de ontem.

 

neste registo pode ver-se o mestre zé rito a cortar a última tábua do leme, o pintor josé oliveira - zé manel, na beira ria - a pintar a bordadura do painel da ré e o pai, necas lamarão, a pintar a antepara da proa e o vertente.

 

o interesse deste registo reside no facto todos eles estão de costas, sendo assim os intervenientes identificados nominalmente aqui, mas representando toda uma tradição de construção naval artesanal de moliceiros.

 

repare-se que no bordo de estibordo já estão colocados os pés das falcas, a que se seguirá a fixação das mesmas.

 

as falcas de estibordo estão quase prontas.

 

(torreira; 25 de agosto de 2016)

 

ahcravo.com/2016/08/25/construcao-de-um-moliceiro-11/

M.ZUIKO DIGITAL ED 12-40mm F2.8 PRO + E-M10

Carissimi amici di Flickr, e amanti dell'Astronomia,

non carico un'astrofotografia su Flickr da agosto 2019. Da allora si sono susseguite circostanze sfavorevoli che non mi hanno permesso di acquisire immagini astronomiche. Le notti estive sempre più calde anche in quota riempivano le immagini delle DSLR di rumore termico, il guasto della camera di guida, il Covid, il lavoro e poi un grave mio problema di salute mi hanno costretto a trascurare questo mio hobby.

Rieccomi qua, con la speranza che i chirurghi abbiano fatto bene il loro lavoro, e con una nuova camera fotografica raffreddata che grazie alle sue caratteristiche mi permette di fotografare a temperature anche di -25/30°t ambiente e di utilizzare anche filtri a Banda stretta , molto utili sulle nebulose in caso di inquinamento luminoso.

La prima luce della ZWO ASI533MC-Pro è stata riprendere la galassia M51.

In questa occasione ho iniziato ad utilizzare nuovi software: suite di acquisizione immagini (N.I.N.A.) e software di elaborazione post-produzione (Graxpert, SIRIL). Non è assolutamente facile cambiare le già consolidate esperienze di elaborazione estetica, ma l'innovazione occorre inseguirla ove possibile.

Non è stato facile causa gradienti da Inquinamento luminoso a LED ma anche perchè ero arrugginito da anni di inattività. Comunque, anche se il risultato con lo ritengo il massimo , lo pubblico anche perchè è il primo lavoro realizzato con la nuova camera ASI.

_________

Optic: Rifrattore APO Scopos TL805 80mm/f7 + WO 0.8X

Camera: ZWO ASI533MC-Pro

Filter: Astronomik CLS

Mount: Sky Watcher HEQ5 Synscan

Seeing: 3 (scala Antoniadi inversa)

67X240s / 121 gain / 33 dark/ 23 flat/ 30 darkflat/ 100bias

69x120s / 121 gain / 21 dark/ 23 flat / 30 darkflat / 100 bias

Date: 06-31/05/2024; 06-07/06/2024

Integration: 6h 46min

Temperature sensor: -5°C

 

Location: Biancavilla (CT) -Sicily- Italy 520m slm

Elaborazione: NINA+ DSS +GraXpert+SIRIL+ PSCC.

 

__________________________

Dear friends of Flickr, and lovers of Astronomy,

I have not uploaded an astrophotography to Flickr since August 2019. Since then, there have been unfavorable circumstances that have not allowed me to acquire astronomical images. The increasingly hot summer nights even at altitude filled the DSLR images with thermal noise, the failure of the driving camera, Covid, work and then a serious health problem of mine forced me to neglect this hobby of mine.

Here I am again, with the hope that the surgeons have done their job well, and with a new cooled photographic camera which thanks to its characteristics allows me to photograph at ambient temperatures of up to 25-30°C and to also use narrow band filters , very useful on nebulae in case of light pollution.

The first light of the ZWO ASI533MC-Pro was to shoot the M51 galaxy.

On this occasion I started using new software: image acquisition suite (N.I.N.A.) and post-production processing software (Graxpert, SIRIL). It is absolutely not easy to change the already consolidated experiences of aesthetic development, but innovation must be pursued wherever possible.

It wasn't easy due to gradients from LED light pollution but also because I was rusty from years of inactivity. However, even though I consider the result to be the best, I am also publishing it because it is the first work created with the new ASI camera.

___________

Optic: Rifrattore APO Scopos TL805 80mm/f7 + WO 0.8X

Camera: ZWO ASI533MC-Pro

Filter: Astronomik CLS

Mount: Sky Watcher HEQ5 Synscan

Seeing: 3 (scala Antoniadi inversa)

67X240s / 121 gain / 33 dark/ 23 flat/ 30 darkflat/ 100bias

69x120s / 121 gain / 21 dark/ 23 flat / 30 darkflat / 100 bias

Date: 06-31/05/2024; 06-07/06/2024

Integration: 6h 46min

Temperature sensor: -5°C

Location: Biancavilla (CT) -Sicily- Italy 520m slm

Elaborazione: NINA+ DSS +GraXpert+SIRIL+ PSCC.

 

part of the review @phillipreeve.net

Fujifilm X-Pro1/XF 23/1.4 R.

Multi shot panorama assembled in Lightroom. Fujifilm X-Pro1/XF 23/1.4 R.

LEGAL NOTICE | protected work • All Rights reserved © B. Egger photographer retains ownership and all copyrights in this work.

 

No use of this image is allowed without photographer’s express prior permission and subject to compensationno work-for-hire

 

licence | a licensing usage agreed upon with Bernard Egger is the only usage granted. Please contact me before to obtain a license and to buy the rights to use and publish this photo. more..

 

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52 weeks of me | Week 20

 

better view | 15.05.10 | 7.46 pm | 103_4060

 

Penso che non mi stuferò mai di scattare questo genere di auto-ritratto.

Inteso allo specchio impugnando la fotocamera.

Un semplice scatto, usufruendo della luce a fluorescenza appesa sopra lo specchio del mio bagno.

Questa settimana il mio Mac Pro è in riparazione. Ho fatto appena in tempo ad elaborare

questo scatto prima di spedirlo via.

A proposito di bagno....

 

I think I will continue to take this kind of self-portrait.

Understood in the mirror holding the camera.

A simple click, using the fluorescent light hung over the mirror of my bathroom.

This week my Mac Pro is being repaired. I did just in time to prepare

this shot before sending it on.

About bathroom....

  

Lens Canon EF-S10-22mm f/3.5-4.5 USM @10mm | ISO 400 | 1/80s @ f/3,5

 

[up-loaded by iMac]

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--

Was wertvoll ist darf einem auch etwas wert sein

 

Heutzutage wird jedem Unternehmer oder Handwerker das Recht zugestanden für eine gute Leistung und seine Ware entsprechend bezahlt zu werden.

Leider sind es oft einzig die Fotografen, von denen erwartet wird, ihre Werke kostenlos und ohne Wertschätzung nutzen zu können.

 

Manche "Interessenten" von guten Bildern fragen erst gar nicht nach Gratisbildern oder einer Nutzungsvereinbarung. Stattdessen nutzen sie Bildermaterial laufend widerrechtlich entgegen dem Urheberrechtsgesetz. Dies sind jedoch keine Kavaliersdelikte. „Copyright-Hinweise“ sollten daher beachtet werden.

 

Ein Bedarf an guten Aufnahmen besteht sowohl bei Organisationen und Unternehmen, die fremdes Bildmaterial für gewerbliche Zwecke nutzen wollen und meist über nicht unbeträchtliche liquide Mittel verfügen, als auch von Privatpersonen.

 

Ein Grund, welcher bei Gratis-Fotowünschen meist angegeben wird, ist ein angeblich fehlendes oder knappes Budget. Eine solche Begründung ist schwer nachvollziehbar.

Projekte, bei denen einzelne Posten in der Budgetierung nicht berücksichtigt werden und Nutzer, denen gute Bilder nichts wert sind, erwägen eher einen unseriösen Eindruck.

 

Wertschätzung

 

Bei angeblich "knappen Mitteln" wird anstelle einer zustehenden Honorarzahlung zumindest eine „freiwillige Anerkennung“ als Art Mindestwertschätzung und Ersatz für eine tatsächliche Aufwandsentschädigung erwartet. Diese kann allerdings keine wirtschaftliche Gegenleistung sein, womit mein tatsächlicher Aufwand oder gar mein Fotoequipment finanziert werden kann.

 

Ein großes digitales Archiv stellt einen wichtigen Teil meines fotografischen Schaffens dar. Eine umfangreiche Archivrecherche erfordert einen zeitlichen und finanziellen Aufwand. Jedes gute Archiv muss permanent gewartet werden, die Bilder müssen im Bedarfsfall mit hochwertigen Programmen nachbearbeitet, herausgesucht und danach verschickt werden.

 

Bildinteressenten werden durch die gute Qualität der Bilder und nicht aufgrund kostenloser Zurverfügungstellung auf den Fotografen aufmerksam.

 

Durch die Bezahlung eines fairen Nutzungshonorars oder den Kauf von Bildern sind eine echte Wertschätzung und auch die Voraussetzungen für eine vertrauensvolle Zusammenarbeit gegeben.

 

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Petroleiro ‘Jacob Mærsk (III)’ e seu fim trágico a 29/01/1975 (faz hoje 41 anos) ao largo da praia de Matosinhos (praia Moderna, em frente ao atual bar ‘Lais de Guia’), junto à entrada do porto de Leixões – ATUALIZADO

Características do navio:

navio-tanque petroleiro com uma capacidade para 84 000 toneladas, 261,81 m de compri-mento, 37,1 m de boca e 17,5 m de calado, deslocava 48 252 toneladas brutas (31 284 tone-ladas líquidas) ostentando bandeira / pavilhão dinamarquês;

foi construído no estaleiro ‘Odense Staalskibsværft’, um estaleiro dinamarquês localizado desde 1919 no município de Odense do condado de Fiónia e pertencente ao grupo empre-sarial ‘A. P. Møller - Mærsk Gruppen’, tendo sido entregue em maio de 1966 à empresa sua proprietária (a companhia dinamarquesa de navegação marítima ‘Maerskline Navigation Company’ que foi constituída em 1904 e também pertence ao mesmo grupo empresarial).

Fim trágico do navio –

A 29/01/1975, o petroleiro dinamarquês ‘Jacob Mærsk (III)’ chegou de manhã à entrada do porto de Leixões com 17 tripulantes e a esposa do Comandante, contratado pelo armador ‘Shell Oil Company’ e carregado com 80 mil toneladas de Crude proveniente de Kharg Is-land no Irão via Golfo Pérsico e Mar Mediterrâneo, com destino à refinaria petrolífera de Le-ça da Palmeira, a então 'Sociedade Anónima de Combustíveis e Óleos Refinados, SARL' (SACOR) que tinha sido inaugurada em 1970:

ao contrário do que vi na Internet nos mais de 10 sítios que consultei, e acreditando nas pa-lavras da minha mãe quando cheguei a casa para almoçar por volta das 12:40 vindo do Li-ceu Nacional de Matosinhos, eram 11:00 ou 11:30 quando a minha mãe chegou das com-pras e ela ficou admirada de ver o petroleiro no exato local onde explodiu ‘tão perto da praia’ (ela nunca tinha visto nenhum naquele local, tal como eu quando cheguei a casa e comen-tei com ela a minha admiração pelo mesmo que vi das janelas da nossa sala de jantar);

nas manobras de atracagem ao posto A do Terminal de Petroleiros do Molhe Norte do porto de Leixões durante a manhã, um erro humano terá levado o navio a aproximar-se da zona onde se encontra o rochedo submerso ‘Esfarrapada’, bem como os destroços do vapor Gre-go ‘Virginia’ (com 100 m de comprimento e 2350 toneladas brutas) que ali afundou a 24/11/1928 (o vapor sofreu uma colisão quando em viagem ao largo da costa, e na eminên-cia de afundamento, foi abandonado pela tripulação que terá sido possivelmente recolhida por outro vapor e então várias traineiras de Matosinhos rebocaram-no para ele entrar no por-to de Leixões, o que não foi autorizado pela APDL, e então essas traineiras tentaram levá-lo para local não prejudicial à navegação ou vará-lo na praia de Matosinhos a fim de o consi-derar ‘Salvado de mar’, mas ele acabou por se afundar ao embater na ‘Esfarrapada’ – em junho de 1929, o NRP ‘PATRÃO LOPES’ foi trabalhar no local onde jazia o casco do vapor grego ‘Virginia’ que, encontrado abandonado ao largo da costa, foi trazido por várias trainei-ras a 24/11/1928 acabando por submergir próximo do 'Castelo do Queijo');

embatendo na ‘Esfarrapada’, nos destroços do ‘Virginia’ ou num banco de areia por volta das 11 ou onze e meia da manhã, começou a entrar água nos tanques que começaram a expulsar, a partir do tanque de ventilação, crude para o ventilador da casa das máquinas;

os vapores que foram entrando na casa das máquinas acabaram por originar uma 1.ª ex-plosão da qual vi pela minha janela apenas fumo branco a sair do navio e, daí a uns minu-tos, 2 ou 3 fortíssimas explosões (que foram audíveis em toda a vila de Matosinhos e fize-ram estremecer a minha casa, a 50 m, quando eu ia começar a comer uma maçã de sobre-mesa) iniciaram entre as 12:55 e as 13:05 o incêndio que se propagou de imediato às 80 mil toneladas de crude nos vários tanques de carga, tendo eu deixado a maçã em cima da me-sa e corrido escadas abaixo (vivia no 3.º andar do prédio ainda existente na esquina da R. Roberto Ivens com a Av. Menéres) em direção à praia Moderna aonde cheguei a tempo de ainda ver o crude em chamas a chegar a arder junto à areia e pelo menos 2 tripulantes a saltarem para o mar naquele dia de sol, mas frio e sem vento, tendo de repente ficado bem quente na praia junto à beira-mar onde as ondas rebentavam com para aí meio metro de al-tura estando a maré, penso eu, a subir (é que essas explosões ‘partiram’ / ‘romperam’ todos os tanques e reservatórios do petroleiro que ficou ‘rompido’ e a derramar para o mar crude que ficou espalhado a arder por uma grande extensão de mar até à costa junto às praias);

o rebocador ‘Monte da Luz’ da APDL (Administração dos Portos do Douro e Leixões) apro-ximou-se corajosamente do petroleiro em chamas, tendo conseguindo salvar os 2 pilotos da barra e 11 tripulantes que se atiraram para a água devido ao navio ter começado a fundar-se lentamente (dos 17 tripulantes e a mulher do Comandante, os 6 que estavam na casa das máquinas tiveram morte imediata, a maioria deles engenheiros de máquinas, e os seus corpos nunca chegaram a ser resgatados do mar, 1 morreu afogado e os restantes 11 foram salvos tendo havido 7 feridos, 4 deles gravemente queimados);

de imediato, foram feitos voos de reconhecimento sobre o local do acidente por helicópteros ALIII modelo SE-360 (Os SE-3160 Alouette III ou ALIII foram adquiridos pela Força Aérea Portuguesa a partir de abril de 1963 como complemento aos poucos aparelhos Alouette II já em serviço, para atuarem nas operações militares a decorrer em Angola, Guiné Portuguesa e Moçambique.) da Força Aérea Portuguesa, de fabrico francês, mas as chamas que dura-ram dias não permitiam qualquer tipo de ação de recolha do crude que estava no mar, pelo que a contenção do derramamento de crude começou com a colocação de uma barra flutu-ante na entrada do porto de Leixões e de uma barreira de palha ao redor do naufrágio para conter o derramamento de uma forma breve enquanto os rebocadores da APDL e outros barcos da Marinha espalhavam dispersantes, como resultado da pronta e rápida colabora-ção entre o Ministro das Pescas, a Marinha, o Exército, o armador do navio e parte da popu-lação local (o que permitiu que a poluição não atingisse níveis ainda mais graves) tendo as 10 Corporações de Bombeiros Voluntários que acorreram ao local se sentido impotentes pa-ra combater o incêndio, dada a sua dimensão;

seguiram-se nessa tarde outras explosões no convés e na casa das máquinas, a ponto de o navio ter primeiro ficado partido em 2 (popa / zona central e proa) e, mais tarde, em 3 (popa e zona central que se afundaram no fundo de areia entre os 12 e os 15 metros de profundi-dade tendo a popa do navio sido mais tarde parcialmente removida para não haver perigo de colisão com outras embarcações, e a 3.ª parte foi a proa do navio que ficou a flutuar e se foi deslocando lentamente para sul por força das correntes até encalhar algumas semanas depois nas rochas em frente ao Forte de S. Francisco Xavier (‘Castelo do Queijo’) tendo aí permanecido como um triste memorial de uma das mais horríveis tragédias ocorridas no Grande Porto e também como um verdadeiro ícone involuntário e temporário de atração tu-rística durante 20 anos, até 1995 (por volta deste ano, o que restava da proa foi desmantela-do e retirado);

durante as 58 horas (2 dias e 10 h) que o incêndio durou no navio e na sua área envolven-te, estimou-se que entre 40 e 50 000 toneladas de crude arderam no mar, entre 15 e 25 000 toneladas ficaram à deriva no mar e cerca de 15 000 toneladas deram à costa poluindo as praias num comprimento de 50 km com graves danos ecológicos e na poluição ambiental local e regional, as chamas chegaram atingir os 100 m de altura e a nuvem de fumo espes-so e preto criada foi visível de Aveiro a Viana do Castelo porque o seu cone de fumo che-gou a atingir os 750 m (proporcionando uma cena dantesca a todos os que assistiram à sua longa agonia ao largo da praia de Matosinhos e arredores), dezenas de moradores na zona mais próxima do acidente tiveram que ser internados com problemas respiratórios devido aos fumos tóxicos, o ar tornou-se quase irrespirável em Matosinhos sendo necessário man-ter portas e janelas fechadas, muitos estabelecimentos comerciais de Matosinhos foram obrigados a fechar e chegou a aventar-se a hipótese de dezenas de milhares de pessoas terem de ser evacuadas da vila pelo perigo de exposição aos gases tóxicos e dificuldades respiratórias.

Consequências deste trágico acidente que, até 1996, esteve classificado em 12.º lugar na lista dos maiores derramamentos de crude a nível mundial:

o custo da catástrofe foi estimado pela OCDE (Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento) em 2,8 milhões de dólares;

as praias mais afetadas foram as da orla imediatamente adjacente à destruição, em Matosi-nhos, mas também em Nevogilde e Foz do Douro, onde a limpeza começou com a remoção da camada superior da areia e com a aplicação de dispersantes;

embora os destroços do ‘Virginia’ estejam fora do canal de navegação, tal como os do ‘Ja-cob Mærsk (III)’, eles continuam a causar perigo para a navegação que se aproxime muito da costa, mais ou menos perigo conforme a altura das águas;

uma âncora do ‘Jacob Mærsk (III)’ foi recuperada dos destroços e ficou guardada num dos armazéns da APDL em S. Gens, até que foi aproveitada para ser exposta como uma evoca-ção do trágico acidente junto da Marina de Leça da Palmeira (suportada por um cubo onde está afixada uma placa com algumas das características do petroleiro escritas em português e em inglês);

para quem quiser reviver o passado, poderá agora visitar os poucos restos do ‘Jacob Mærsk (III)’ no fundo do mar seguindo os dados seguintes para o mergulho subaquático -

Tipo de mergulho: Naufrágio; Experiência: CMAS; Vida marinha: Pouca; Profundidade mé-dia: 12m; Profundidade máxima: 15m; Corrente: Inferior 2 nós; Visibilidade: Inferior a 5 m; Perigos: Tráfego de barcos e redes; Coordenadas GPS: Latitude 41° 10.178' N / Longitude 8° 42.066' W.

M.ZUIKO DIGITAL ED 12-40mm F2.8 Pro + E-M10

A tavola, come nella stalla avevano sempre il cappello da lavoro calato in testa, aderente al cranio per ripararsi dal sole, dalla pioggia, dal vento, dagli sguardi degli estranei, dalla invadenza dei vicini. Nei campi, d’estate come d’inverno, indossavano quello di stoffa, con la reclame del consorzio agrario o della Coldiretti. La domenica quello di feltro a falde, davanti al sagrato, in piazza o nel bar del paese. Se ne sono rivisti tanti ad Agriumbria, di contadini senza terra. Contadini a bocca aperta innanzi ai poderosi trattori. Contadini con le mani rugose a provare pinze da potatura e tagliaerba. Anche quest’anno il centro fieristico è stato preso d’assalto da legioni di agricoltori, ex agricoltori, figli e nipoti di agricoltori alla ricerca del tempo perduto, ma anche di una svolta di vita, ora che vacilla la prospettiva del posto pubblico, che le fabbriche chiudono. È difficile comprendere - peggio ancora tentare di spiegare - che il mondo è completamente cambiato in questi ultimi anni. Gli umbri, ma non solo loro, aspettano con trepidazione la fiera agricola più importante dell’anno, non fosse altro per compare una coppia di galline ovaiole o rinnovare zappa e vanga. A Bastia trovano porchette di Costano, quaglie stipate nelle gabbie, fagiani policromi, tartarughe di terra, conigli, bastoni lavorati, bulbi olandesi, sistemi di irrigamento e scolaretti pigolanti, non meno dei pulcini che riportano a casa imprigionati nelle scatole di cartone. E’ difficile spiegare ai nipoti che al posto dei muggiti s’è sostituito prima il motore a scoppio e poi quegli enormi bovi d’acciaio con l’aria condizionata in cabina. Eppure la motorizzazione agricola in Umbria, negli anni Sessanta, arginò l’esodo rurale, l’illusoria fuga verso la fabbrica. Come spiegare ai giovani che cercano uno sbocchi nell’agricoltura i progressi della chimica, i suoi pro e i suoi contro, la domanda del mercato in favore biologico, la tracciabilità del prodotto, il funzionamento delle politiche comunitarie, la concorrenza degli importatori, il consumo progressivo dei suoli? Basta uscire dal centro Maschiella per accorgersi di come la terra scarseggi. Alle edicole sacre poste a delimitare le strade campestri, là dove queste portavano ai roccoli e agli orti, si sono sostituite le caotiche conurbazioni per il benessere della nuova redenta umanità. Sono scomparse persino quelle scaramantiche crocette dai campi di grano. Sono scomparsi gli stessi campi di grano, se si considera che il 4,1% del territorio dell’Umbria è occupato da superfici urbanizzate: 350 chilometri quadrati di cemento, tanti quanto l’intero comune di Spoleto spalmato di calcestruzzo. Un impatto sostenibile, si dirà, rispetto al 14% della Lombardia o all’11% del Veneto e della Campania. Meno male che ogni umbro ha ancora a disposizione qualcosa come 330 metri quadri di terra su cui sporcarsi le scarpe. Eppure in questa strana regione, verde solo sulla carta, si continua a puntare sull’edilizia, che la politica locale considera un settore determinante per l’economia regionale, compresa quella degli annessi agricoli, degli ampliamenti autorizzati dalle varianti ai piani regolatori, delle cantinucce che sfigurano il territorio del Sagrantino. E tra poco arriverà Ikea. Contadini di che? Contadini senza terra a cui è rimasto il gesto di calarsi il cappello sullo sguardo che ha perso la fierezza di un tempo, rispolverato solo in occasione delle feste di paese, delle sagre e delle fiere agricole, dove la parte più grossa la fanno i porchettai, i rivenditori delle inquinanti stufe domestiche e dei pannelli solari da stendere sui pochi ettari rimasti. Siparietto. Come porre rimedio a tanto scempio? Riconsegnando la terra - come si diceva una volta - a chi la lavora. Applicando forme di fiscalità a carico dei suoli per scoraggiarne il consumo. Revisionando gli strumenti di pianificazione in senso più restrittivo. Invece di pubblicare le foto di McCurry in cui è rappresentata un’Umbria senza senso, artefatta, popolata da alieni, avremmo potuto ripubblicare il libro fotografico del Consiglio Regionale a cura di Massimo Stefanetti, dal titolo “Le campagne umbre nelle immagini di Henri Desplanques”, che riproduce il paesaggio agrario del geografo francese. Mica per niente, ma perché in certi casi nulla meglio della fotografia può svolgere un ruolo di denuncia: La fotografia è uno strumento di documentazione, di conoscenza e di interpretazione della realtà, un bene culturale finalizzato a ricordarci gli errori e a correggerli, alla tutela e allo sviluppo di valori storici, geografici e umani. In altre parole, a ritrovare la dignità della zolla perduta. Beata umbritudine, umbra beatitudine.

Giovanni Picuti

giovanni.picuti@alice.it

dal Corriere dell'Umbria del 3.4.2014

  

Pois é, a vida não é nem um pouco previsível não?

 

Quando decidi comprar uma overloque, fiz uma pesquisa extensa, buscando um produto que reunisse qualidade, praticidade e é claro, um bom preço.

 

Equação difícil essa ...

 

Num primeiro momento, optei pela Elna 664 Pro - descobri depois de uma situação, diríamos, bem tensa, que ela não era comercializada no Brasil (alguns comerciantes vendem a Elna 664 pela Elna 664 Pro - e elas são bem diferentes!). Teve direito a irritação, devolução do produto e é claro, o reembolso.

 

Partimos depois para a pesquisa da Brother 3034 e da Janome 8002. Muitas pessoas me ajudaram, oferecendo espontaneamente suas opiniões (OBRIGADA!), o que ajudou em muito, a traçar a escolha por uma dessas duas.

 

Pois bem, eu acordei cedo lépida e faceira em busca da minha tão sonhada overloque.

 

Encontrei um local em São Paulo que vendia as duas e que eu poderia fazer um teste com as mesmas.

 

Qual foi a minha grande surpresa? EU ESTAVA ATRAPALHANDO A VENDEDORA (sic!), onde já se viu pedir uma máquina que estava no armazém da loja e que IRIA DAR MUITO TRABALHO trazer para testar? Isso mesmo pessoal!

 

Mesmo assim não me deixei vencer pelo mau humor da vendedora e falei que aguardaria os 40 minutos para que as duas máquinas estivessem na loja para testá-las.

 

Fui tomar um café, aproveitei e comi um pãozinho na chapa com pouca manteiga (hipocrisia né? kkkkk), tomei um suquinho de laranja e fiquei proseando com meu fiel escudeiro (o maridão).

 

Pois bem, depois de 40 minutos voltamos à loja e aí veio a notícia: Não tem ninguém para trazer, "leva a Janome mesmo porque ela é boa, tá?!"

 

Indignação - esse foi meu sentimento na hora. Trabalhar com vendas não é para qualquer um, queremos nos sentir respeitados e acolhidos não é? Qual foi minha resposta: se para vocês é um estorvo trazer uma máquina para testar, então eu não quero. Já pensou como seria o pós-vendas?

 

Voltei ao meu carango e lá fomos nós no Bom Retiro, paraíso para quem gosta dessas "maquinarias".

 

Acabamos indo na loja onde compramos a minha Jacobina e o gerente com toda a sua sedução e prestatividade, nos sugeriu a Elna 664 (é aquela mesma do começo, mas avisando que não era a Pro).

 

Durante duas horas, eles nos mostrou a passagem de fios, os acessórios, deixou-nos divertir na máquina (costurei de tudo kkkkkk) e como eu sou muitoooooo pentelha, pedi para que eu mesma passasse os fios.

 

Resultado: adorei, depois de duas tentativas, entendi o mecanismo, consegui fazer o ajuste nas regulagens, fiz os diferentes acabamentos que ela possui (overloque, ponto cadeia e fru-fru). Fiquei encantada pela praticidade, resistência e velociadade (que para mim está ótima). Não trepida e parece ser bem resistente.

 

Ah, ele nos avisou que tanto a Janome quanto a Brother eram tão boas quanto.

O único "problema" que encontrei foi a falta de waste tray - recipiente onde caem os retalhinhos (paciência esse vou ver se consigo importar).

 

Depois de tanta prestatividade e com um produto que parece ser bom (aliás é o mesmo fabricante da Janome), finalizamos a compra.

 

Adivinhem? Cheguei em casa, abri e fui testar. Fios passados corretamente na primeira tentativa e depois de alguns ajustes um overloque PERFEITO!

 

Engraçado como a vida não é linear né? Feliz com minha nova aquisição, agora é hora de colocar a bonequinha para trabalhar kkkkkk e preciso, com urgência, dar um nome para a mais nova integrante da equipe.

 

Bjs e um ótimo sábado!

     

Meu único Kolt (:

Sempre desejei esse esmalte e sábado cotoquei as unhas ( tô começando a achar minhas unhas estranhas quando estão grandes) e resolvi desencalhar ele.

Ele tem uma pigmentação ok e eu adorei a cor dele.

*não reparem nas cutículas sofridas

 

Foram:

2x Club - Kolt

 

Como eu não tenho conta pro. e não faço a mínima ideia dos custos ( quem souber, me fala/ explica como funciona nos comentários please ) vou postar as fotos e se eu der algum up na esmaltação, coloco as fotos nos comentários :)

  

Dei um up no Club com o Hannys da Realce, que por sinal é o mais lindo do kit Galáxias.

 

no up foram:

1x Hannys - Realce

1x Extra Brilho - Ideal

Shot with the Sony a6400 and Hoya HMC 135mm Vintage Telephoto Lens.

 

Camera files settings - RAW and JPEGS (B/W).

 

Straight out of Camera (S.O.O.C.) JPEGS, tweaked in Apple Photos.

 

Hinter dem Lämmchen, Neue Altstadt am Domhügel, Frankfurt am Main

  

ci spostiamo in linea retta

analizzando pro e contro d'appartamenti

che abiteranno come spore i nostri discorsi.

Olá lindonas, td bem?

 

Estou super correndo pq já vou sair, mas vim dizer que fiz um video mostrando como fiz a Decotape. Demorei para postar pq o YouTube tb demorou séculos pra fazer o upload... :/

 

Quem quiser ver, é só clicar ->AQUI<- Não reparem por favor a minha voz de taquara rachada de novo hein! Espero que gostem!

 

Beijos, fiquem com Deus!

 

UPDATE: 02/11/2011 ÀS 12:13

Se alguma de vcs quiser o arquivo do Word que mostrei no video, me manda um FM que eu mando pro e-mail de vcs, ok? Bjss!

Eu não sei porque motivo, razão ou circunstância #ChavesFeelings a Minnie Mouse ficou martelando na minha cabeça... Mas não posso reclamar, pq ela acabou sendo minha fonte de inspiração pra nailart de hj. Por causa do Outubro Rosa, estou sendo que ser criativa, pq usar rosa o tempo todo é um pé no saco! A sincera... HAHAHAHHAHAHAHAHHAHA Ainda mais pra mim que não sou fã da cor... Mas está valendo mto à pena, pq é uma causa nobre, né?

Escolhi o rosa danoninho Cupid, da Revlon, e fiz o famoso laço que a Minnie usa na cabeça. Gostei! Achei bemmmmmm menininha... Diferente do que eu uso normalmente. Geralmente sou mais perua... rsrsrsrs

 

E quem quiser participar da campanha, é só tirar um dia do mês de Outubro pra esmaltar suas unhas de rosa. Mande a foto pro e-mail de contato do Dedinhos, e no fim do mês vai rolar um post com todas as participantes, e um sorteio de uma cartela das Jóias de Unha, de Ouro 18K. Conto com a participação de vocês, viu???

 

Leia mais em www.dedinhoscoloridos.com.br

  

.Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha e transporte do moliço (planta aquática utilizada, outrora, como fertilizante para a agricultura), mas atualmente mais usados para fins turísticos. As características singulares desta embarcação, contribuíram para que seja facilmente identificado por quem visita a cidade de Aveiro ou passeia pelas margens da Ria.

Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia, uma decoração colorida e humorística.

 

(meus amigos portugueses que me corrijam se eu escrevi alguma impropriedade)

;-))

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