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The Rider of the Mountain of Cordes
Près de l'Abbaye de Montmajour
LE SITE MYSTERIEUX DE LA MONTAGNE DES CORDES...
Pour maintes raisons, et certainement depuis la nuit des temps, le site de la Montagne des Cordes reste dans la mémoire collective, un lieu chargé de mystères...
Essayons d'y voir un peu plus clair...
Situé au Nord de la ville d'Arles, la Montagne des Cordes faisait partie intégrante du massif Montmajour - Castelet. Avant même les débordements des Durançoles venant de Saint Gabriel (à l'ouest des Alpilles), l'ensemble de ce massif, était d'un seul tenant, tant il est vrai qu'à la hauteur de Saint Gabriel (l'ancien Ernaginum), les archéologues ont trouvé des vestiges à une profondeur de 3.50 mètres ! Dans toutes nos analyses du site, on doit donc considérer que le sol "originel" de la plaine du Trébon se situe vers cette profondeur...
Mais si un tel raisonnement était vrai à l'époque romaine, on peut se demander jusqu'à quelle époque le massif Montmajour - Cordes - Castelet est resté ce massif à part entière de l'ouest des Alpilles, avant même de devenir un ensemble d'îlots...
Ce raisonnement est parfaitement illustré par la carte géologique ci - dessous (Leveau, Provensal et leurs équipes) :
C'est à la fin de l'Antiquité tardive (VIIIème siècle), que l'eau commence à isoler par le nord le groupe géographique Montmajour - Cordes - Castelet, à ce détail prés, c'est qu'entre Montmajour et Cordes, le sol originel est plus haut que celui de la plaine du Trébon... Aprés le VIIIème siècle, les deux "îles" de Montmajour et Cordes, sont donc toujours accolées et forment entre elles une sorte de vallon dont les points les plus bas sont représentés de nos jours par le canal de la Vidange et le marais de Chiavary ... Ce n'est qu'aux Xéme et XIIIème siècle que l'on trouve dans les documents des mentions "isles", et qu'on sait que Montmajour et Cordes ne sont accessibles que par bateau...
Voir l'article complet :
camargue-insolite.over-blog.com/article-le-site-mysterieu...
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Near Montmajour Abbey
THE MYSTERIOUS SITE OF THE MOUNTAIN OF THE ROPES ...
For many reasons, and certainly since time immemorial, the site of the Montagne des Cordes remains in the collective memory, a place full of mysteries ...
Let's try to see a little more clearly ...
Located north of the city of Arles, the Montagne des Cordes was an integral part of the Montmajour - Castelet massif. Even before the Durançoles overflows from Saint Gabriel (west of the Alpilles), the whole of this massif was in one piece, as it is true that at the height of Saint Gabriel (the old Ernaginum ), archaeologists have found remains at a depth of 3.50 meters! In all our analyzes of the site, we must therefore consider that the "original" soil of the Trébon plain is located towards this depth ...
But if such reasoning was true in Roman times, one can wonder until when the Montmajour - Cordes - Castelet massif remained this fully-fledged massif in the west of the Alpilles, even before becoming a group of islets ...
This reasoning is perfectly illustrated by the geological map below (Leveau, Provensal and their teams):
It was at the end of late Antiquity (8th century), that water began to isolate from the north the geographical group Montmajour - Cordes - Castelet, with this detail near, it is that between Montmajour and Cordes, the original soil is higher than that of the Trébon plain ... After the 8th century, the two "islands" of Montmajour and Cordes, are therefore always joined and form between them a kind of valley whose lowest points are represented today by the Canal de la Vidange and the marsh of Chiavary ... It is only in the Xth and XIIIth centuries that we find in documents documents "isles", and that we know that Montmajour and Ropes are only accessible by boat ...
Leça do Balio é uma freguesia portuguesa do concelho de Matosinhos, com 8,88 km² de área e 17 571 habitantes (2011). Densidade: 1 978,7 hab/km². Até 13 de Maio de 1999 a sua designação oficial era Leça do Bailio.
Presume-se que a palavra Leça ou Leza deriva do nome de uma villa romana chamada Decia, Villa Decia. Balio deve fazer alusão a um cavaleiro de grau superior ao de comendador, proprietário de balia, antiga comenda das ordens militares.
De acordo com várias investigações arqueológicas levadas a cabo na região, existem indícios da existência de monumentos megalíticos em freguesias vizinhas, o que poderá significar que Leça de Balio já era ocupada há milhares de anos, desde o período Neolítico. Indícios de um pequeno castro da idade do Ferro foram também encontrados na elevação de Recarei, hoje Lugar de S. Sebastião.
in Wikipedia
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Il s'agit d'une pompe à eau montée sur puis du modèle Tropic 78 fabriquée par la société belge Depléchin. Cette dernière a établi ses activité dans la ville de Tournai durant la seconde moitié du 19ème siècle pour les cesser définitivement en 2017. On peut considérer cette pompe comme un patrimoine de cette société dont même le bâtiment du siège a été démoli début 2024.
This is a water pump mounted on the Tropic 78 model manufactured by the Belgian company Defléchin. The latter established its activities in Tournai during the second half of the 19th century and ceased them in 2017. We can consider this pump a heritage of this company, even though its headquarters building was demolished at the beginning of 2024.
Je n'ai plus de doutes maintenant qu'il est arrivé quelque chose à au moins une des tourterelles (plumes trouvées sur la pelouse). Ca fait plus d'une semaine qu'elles ne viennent plus. J'en ai vu une seule posée sur un pylône à l'avant de la maison, mais elles venaient plusieurs fois par jour se poser sur la clôture à l'arrière de la maison, le toit ou mon prunier. Le WE il a fait très beau et j'étais dehors une bonne partie de l'après-midi et je n'ai vu aucune tourterelle. Je suis très triste, je les considérais presque comme des animaux de compagnie, ça faisait des années que le même couple venait tous les jours. Cette photo date de fin août
I have no doubts now that something has happened to at least one of the doves (feathers found on the lawn). They haven't been coming for over a week. I saw only one placed on a pylon at the front of the house, but they came several times a day to rest on the fence of the backyard, the roof or my plum tree. In the WE the weather was very nice and I was outside for a good part of the afternoon and I did not see any turtledoves. I am very sad, I considered them almost as pets, the same couple had been coming every day for years. This photo is from end of August
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Roteiro Caminhos de Pedra
Idealizado pelo Eng. Tarcísio Vasco Michelon e pelo Arq. Júlio Posenato o roteiro Caminhos de Pedra visa resgatar, preservar e dinamizar a cultura que os imigrantes italianos trouxeram à serra gaúcha a partir de 1875.
O Roteiro passou a ser concebido quando da realização de um levantamento do acervo arquitetônico de todo o interior do município de Bento Gonçalves, ocorrido no ano de 1987. Constatou-se então que a Linha Palmeiro e parte da Linha Pedro Salgado, área abrangida basicamente pelo Distrito de São Pedro, composto por 7 comunidades, (São Pedro, São Miguel, Barracão, São José da Busa, Cruzeiro, Santo Antonio e Santo Antoninho) possuía o maior acervo de casas antigas, conservava sua cultura e história, tinha acesso fácil e, conseqüentemente, um grande potencial turístico, apesar da decadência e abandono por que vinha passando desde a década de 1970 com a mudança de traçado da rodovia que ligava Porto Alegre ao norte do estado.
Esse precioso acervo material, parcialmente abandonado e esquecido, exigia uma ação rápida para não ter a mesma sorte de tantas e tantas casas de pedra, madeira e alvenaria que acabaram ruindo ou sendo demolidas. Com recursos do Hotel Dall’Onder as primeiras 4 casas foram restauradas e passaram a receber visitação e outras tiveram obras emergenciais. O primeiro grupo de turistas proveniente de São Paulo, através da Operadora CVC foi recebido na Casa Merlo, Casa Bertarello, Ferraria Ferri e Cantina Strapazzon em 30 de maio de 1992.
O sucesso do novo roteiro animou tanto os idealizadores quanto a comunidade. Em 10 de julho de 1997, com assessoria do SEBRAE foi fundada a Associação Caminhos de Pedra, congregando empreendedores e simpatizantes. Montou-se então um projeto abrangente que contemplava o resgate de todo o patrimônio cultural, não só o arquitetônico, envolvendo língua, folclore, arte, habilidades manuais, etc. Este ambicioso projeto foi aprovado pelo Conselho Estadual de Cultura em 10 de agosto de 1998 passando a partir de então a captar recursos das empresas locais através da recém criada LIC (Lei de Incentivo à Cultura do Estado do RS).
Atualmente a Associação Caminhos de Pedra conta com mais de uma centena de associados e o projeto, considerado pioneiro no Brasil em termos de turismo rural e cultural, está recebendo uma visitação média anual de 60.000 turistas. O roteiro está em expansão e possui 15 pontos de Visitação (assinalados em vermelho no mapa) e 56 pontos de Observação Externa (assinalados no mapa com letra verde).
De acordo com a Lei Estadual 13.177/09, que nos declarou patrimônio histórico do RS, considera-se como área de abrangência dos Caminhos de Pedra a Linhas Palmeiro e Pedro Salgado, localizadas nos municípios de Bento Gonçalves e Farroupilha, até o limite do município de Caxias do Sul, passando por Caravaggio.
Seguem algumas informações históricas
O surgimento da Linha Palmeiro
O Presidente da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, João Sertório, encarregou em 4 de abril de 1870 o engenheiro Major José Maria da Fontoura Palmeiro de proceder à medição e demarcação dos territórios que ele mesmo, por Ato de 24 de maio de 1870, denominou de colônias Conde D’Eu (hoje Garibaldi) e Dona Isabel (hoje Bento Gonçalves) onde mandou construir em cada uma um barracão para abrigar os colonos. Em homenagem ao seu demarcador o primeiro território demarcado na Colônia Dona Isabel passou a se chamar Linha Palmeiro.
O local que acolheu o Major Palmeiro em 1870 e posteriormente os imigrantes italianos a partir do final de 1875 é o atual bairro do Barracão, berço, portanto, da cidade de Bento Gonçalves e também porta de entrada dos Caminhos de Pedra. A Linha Palmeiro é uma das maiores linhas da colonização italiana com 200 lotes de 48,4 ha cada.
Esta Linha que, inicialmente, não passava de uma picada tortuosa no meio da mata tentando acompanhar uma linha imaginária reta que foi se desenvolvendo rapidamente pois era o único eixo de ligação entre a Colônia Dona Isabel com a Colônia Caxias. A picada foi virando estrada carroçável pelo trabalho dos próprios imigrantes que vendiam suas diárias ao governo, e posteriormente, passagem dos primeiros automóveis e caminhões.
A prosperidade da Linha Palmeiro é citada em inúmeros relatórios como os do Consul Italiano em Porto Alegre, Enrico Perrod de 1880: “Visitei uma colônia na Linha Palmeiro e encontrei na terra de um só agricultor todas as frutas da Itália: Castanhas, maçãs, pêras, laranjas, cerejas e nozes, juntamente com plantas de café, cana-de-açúcar e fumo.”(cfr. Rovílio Costa et alii, 1992, EST, As Colônias italianas Dona Isabel e Conde D’Eu, pg 21) ou do Cônsul italiano em Porto Alegre, Pascoale Corte, que aponta em seu relatório de 1884: “Atravessando um mato por um estreito caminho, chega-se, após quatro horas de viagem a cavalo, aos confins da Colônia Dona Isabel, exatamente na entrada de uma das linhas mais desmatadas e populosas: a Linha Palmeiro. Ali começa uma estrada carroçável que conduz à sede da colônia. Esta estrada é a mais pitoresca de todas.” (cfr. Rovílio Costa et alii, op. cit. pág 25).
Ao longo de todo o trecho foram rapidamente sendo construídas belas e confortáveis moradias em pedra, madeira e alvenaria, bem como variados empreendimentos comerciais como ferrarias, serrarias, moinhos, etc. Como os lotes eram grandes, normalmente eram assentadas duas famílias por lote, uma em cada extremidade.
O visitante que ingressar nos Caminhos de Pedra pelo Barracão estará, pois, utilizando a mesma porta de entrada dos primeiros imigrantes, revivendo de certa forma, as mesmas sensações dos recém-chegados, através das histórias contadas pelos seus descendentes. Não deixe de dar esse mergulho na história da imigração italiana no Rio Grande do Sul.
Barracão, Berço de Bento Gonçalves
Assim escreve em seu relatório o Agente Consular Italiano em Bento Gonçalves, Luigi Petrocchi, em dezembro de 1905: “A sede da nova Colônia Dona Isabel (hoje Bento Gonçalves), foi traçada em 1875, em um vale entre dois cursos d’água, num local baixo, próximo ao barracão dos imigrantes, e chamada então de cidade branca, devido às tendas feitas de lençóis. Por comodidade, porém, a diretoria transferiu a administração para um local elevado, chamado Cruzinha, no meio de um pinhal, a 3 Km de distância.” (cfr. Rovílio Costa et alii, op. cit. Pág. 73). O imigrante Giuseppe Dall’Acqua em seus apontamentos de viagem assim descrevem o Barracão no ano de 1878: “Depois de um percurso de uma hora e meia pelo mato virgem, por uma estrada íngreme, em degraus e barrenta, chegaram, após uma longa descida, a uma várzea perto de um rio, em cuja margem esquerda havia três ou quatro habitações rústicas,(...) e uma alta construção de um só plano e mal vedada, com longas taquaras pregadas na parede, horizontalmente, e cobertas de barro e folhas. Este lugar quase solitário e sem nome, fora destinado para a sede da Colônia Dona Isabel, mas ninguém sabia do motivo do não cumprimento da escolha da localidade para sede da futura cidade. Aquele casarão construído com barro (...) fora edificado para abrigar temporariamente os imigrantes e assim, com o tempo, tanto a localidade como o rio tomaram o nome de Barracão”. (Manuscrito de Giuseppe Dall’Acqua, 1901, in Rovílio Costa e Arlindo Battistel, 1983, Assim vivem os italianos, pág. 1172).
A partir de 1875 o Barracão começou a receber, e hospedar provisoriamente as primeiras levas de imigrantes. Ali eles recebiam seus lotes, algumas ferramentas, sementes e um pouco de alimentos. Isso, porém, só acontecia após uma longa espera que podia chegar a diversos meses. Os colonos eram cadastrados e tudo o que recebessem, inclusive alimentos, ferramentas e principalmente a terra, era-lhes lançado como dívida com o Governo Imperial que deveria ser quitada no prazo de 10 anos. Tudo foi planejado para que o local fosse a sede da colônia Dona Isabel, mas já em 1876, não se sabem bem os motivos, a sede da colônia foi transferida para onde hoje é o centro da cidade de Bento Gonçalves.
Patrimônio Histórico e Cultural do RS
Graças à restauração das casas e a visitação turística desencadeou-se nas comunidades que o compõem um movimento cultural que permitiu o surgimento de várias iniciativas que visam preservar não só o patrimônio material, mas também o imaterial. Exemplos dessa vitalidade cultural que palpita em todo o Roteiro são a preservação do dialeto “talian” (língua típica dos imigrantes do lugar), a Casa da Memória e os grupos artístico-culturais (dança italiana, flauta doce, banda musical, orquestra de câmara, coro e teatro) que se apresentam em ocasiões especiais ou por solicitação expressa nos restaurantes do Roteiro.
O fato de concentrar o maior acervo arquitetônico da imigração italiana em meio rural do país e a preocupação com a preservação do patrimônio histórico material e imaterial rendeu aos Caminhos de Pedra o qualificativo de “museu vivo”. Em 2009 por iniciativa do Dep. Estadual Jerônimo Pizzoloto Güerguen, e apoio do IPHAE (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico do Estado) foi declarado patrimônio histórico e cultural do RS pela Lei Estadual 13.177/09 promulgada pela então Governadora Yeda Rorato Crusius.
http://www.caminhosdepedra.org.br/pt/?pg=historico
Herbe à ouate
Silky milkweed
L’asclépiade est une plante sauvage du Québec. Elle pousse dans les champs et sur le bord des routes. Certains la considèrent même comme une mauvaise herbe, pourtant ses fruits renferment un vrai trésor, des filaments de soie. Cette soie a plusieurs qualités, elle est légère, chaude et elle ne se mouille pas. Bref, elle est idéale pour isoler les manteaux et les sacs de couchage.
L’asclépiade est essentielle aux papillons monarques qui s'en
nourrissent.
Milkweed is essential for monarch butterflies that feed on it.
Milkweed is a wild plant in Quebec. It grows in the fields and on the roadside. Some even consider it a weed, yet its fruits contain a real treasure, silk filaments. This silk has several qualities, it is light, warm and it does not get wet. In short, it is ideal for insulating coats and sleeping bags.
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Victoria Klotz
Née en 1969. Vit et travaille à Bagnères-de-Bigorre.
Diplômée des Beaux-Arts, Victoria Klotz s’installe dans les Pyrénées, centrant sa pratique sur une expérience des territoires naturels et de l’animalité. Curieuse des rencontres que font les hommes avec la vie sauvage, elle s’intéresse aux histoires et aux mythes qui les fondent. Son intérêt pour la pensée de la nature l’amène à intervenir in situ, dans le cadre de commandes publiques, au sein de sites naturels ou d’espaces urbains
L’œuvre pour La Seine Musicale
La série de sculptures Les Hôtes du logis se déploie tout au long du parcours et met en scène des présences animales. Alors que nous considérons la ville comme un territoire essentiellement humain, elle est en réalité un écosystème investi aussi par les animaux. Les espèces animales présentées ici, plus vraies que nature, ont la particularité d’être des animaux commensaux, c’est à dire associés à une espèce différente – ici les humains – et profitant de ses aliments sans lui porter préjudice. Ces surprenants invités viennent chercher auprès de l’homme, le gîte et le couvert. Ils nous rappellent que, de tout temps, l’être humain et l’animal ont cohabité et partagé l’espace public.
Les Hôtes du logis, 2013
Mousse polyéthylène, bois, métal
Victoria Klotz
Née en 1969. Vit et travaille à Bagnères-de-Bigorre.
Diplômée des Beaux-Arts, Victoria Klotz s’installe dans les Pyrénées, centrant sa pratique sur une expérience des territoires naturels et de l’animalité. Curieuse des rencontres que font les hommes avec la vie sauvage, elle s’intéresse aux histoires et aux mythes qui les fondent. Son intérêt pour la pensée de la nature l’amène à intervenir in situ, dans le cadre de commandes publiques, au sein de sites naturels ou d’espaces urbains
L’œuvre pour La Seine Musicale
La série de sculptures Les Hôtes du logis se déploie tout au long du parcours et met en scène des présences animales. Alors que nous considérons la ville comme un territoire essentiellement humain, elle est en réalité un écosystème investi aussi par les animaux. Les espèces animales présentées ici, plus vraies que nature, ont la particularité d’être des animaux commensaux, c’est à dire associés à une espèce différente – ici les humains – et profitant de ses aliments sans lui porter préjudice. Ces surprenants invités viennent chercher auprès de l’homme, le gîte et le couvert. Ils nous rappellent que, de tout temps, l’être humain et l’animal ont cohabité et partagé l’espace public.
Les Hôtes du logis, 2013
Mousse polyéthylène, bois, métal
"B" side: 26 by 26 Challenge #14:
Photograph something you consider insignificant.
–Riitta Ikonen & Karoline Hjorth
Mis imágenes están protegidas por derechos de autor, si está interesado en alguna de éllas, sírvase dirigirse a sobrenivel@yahoo.com.ar
Gracias
Numa paisagem de enormes penhascos, encontra-se a "Garganta do rio Olo", queda de água com 100 metros de altura, integrada no Parque Natural do Alvão. O acesso faz-se pela aldeia de Ermelo. Do Alto do Fojo, avista-se um belo panorama das Fisgas de Ermelo, de onde o rio Olo se despenha.
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Mondim de Basto é um município português pertencente ao Distrito de Vila Real, região Norte. É um município com 171,87 km² de área, subdividido em 8 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Ribeira de Pena, a sueste por Vila Real, a sudoeste por Amarante, a oeste por Celorico de Basto e a noroeste por Cabeceiras de Basto.
Vila e sede de concelho, Mondim de Basto repousa numa chã fértil na margem esquerda do rio Tâmega e no sopé da grandiosa pirâmide verde do Monte Farinha, coroado pela ermida da Senhora da Graça.
in WikiPedia
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Tuim-de-asa-amarela.
Canary-winged parakeetA.
Tuim-de-asa-amarela, fotografado em Brasília, Brasil (Brazil).
geris versicolorus (Müller, 1776) ou Brotogeris chiriri chiriri - (Yellow-chevroned Parakeet): periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet
Maritaca fotografada em Brasília, Brasil.
Periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet.
Brotogeris versicolurus.
1. FICHA DO BICHO:
Nomes vulgares: Periquito-do-encontro-amarelo; Periquito-de-asa-amarela; Periquito-de-asas-amarelas; Periquito-estrela; Cotorra-de-las-amarillas (Espanha); Canary-winged-parakeet ou Yellow-chevroned-parakeet (EUA).
Nome científico: Brotogeris versicolorus chiriri (Vieillot, 1818)
Origem do Nome:"Periquito", origina-se do espanhol, periquillo. O termo designa aves da família dos Psittacidae (Psitacídeos).
Ordem: Aves
Família: Psittacidae (Psitacídeos)
Sub-gamília: Psittacinae
Gênero: Brotogeris spp.
Espécie: Brotogeris versicolorus chiriri (Vieillot, 1818). É uma subespécie do B. versicolorus (P.L.S. Muller, 1776), que pode ser encontrada também, como o nome de Psittacus versicolorus (Muller, 1776). Existem outras espécies como por exemplo, a B. chrysopterus (Tuipara-de-asa-laranja); B. sanctithomae (Tuipara-estrelinha); B. versicolorus (Periquito-de-asa-branca); B. viridissimus (Periquito-verde); B. tirica (Periquito-rei) entre outras. Ver site: www.vidadecao.com.br/cao/index2.asp?menu=curiosidade_peri...
geris versicolorus (Müller, 1776): periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet
O colorido amarelo da asa, nas coberteiras superiores das rêmiges secundárias, e o amarelo-esverdeado da face ventral das rectrizes permitem a fácil identificação desta espécie. Apesar de ser menos abundante do que B. viridissimus, pode formar com ela bandos mistos. Nos E. U. da América do Norte, entre 1968 e 1974, houve importação de B. versicolorus, principalmente originários do Peru; alguns casais escaparam das gaiolas (ou foram soltos) e reproduziram-se na natureza, compondo atualmente bandos urbanos na Flórida, na Califórnia e em Porto Rico.
Alimentação: frutos, sementes, flores e néctar.
Nidificação: constroem o ninho em cavidades de árvores ou escavados em cupinzeiros arborícolas. Em áreas urbanas podem utilizar também os espaços sob telhas das edificações. Observações feitas em cativeiro mencionam 5 ovos brancos, medindo cerca de 23 x 19 mm e registram 26 dias para o tempo de incubação, que é tarefa da fêmea. Os filhotes deixam o ninho cerca de 8 semanas após o nascimento e são alimentados pelos pais com sementes e frutos regurgitados, mesmo após haverem abandonado o ninho.
Hábitat: campos com vegetação baixa e ilhas de matas intercaladas, bem como matas ciliares e cerradões.
Ver site: bibvirt.futuro.usp.br/especiais/aves_no_campus/f_psittaci...
Ipê-Roxo Bola (Tabebuia impetiginosa) -
Pau D'Arco Bark.
Na Asa Norte, em frente ao Setor Bancário Norte, em Brasília, Brasil.
At Asa Norte, in front of the Setor Bancário Norte, in Brasília, Brazil.
Recebe este nome em razão da forma de seus cachos de flores. Chega a atingir cerca de 8 a 12 metros de altura, dotada de copa alongada, tronco ereto de 60-90 cm de diâmetro com folhas compostas 5-folioladas e quando florido perde suas folhas. É encontrado desde o Piauí até Minas Gerais, Goiás e São Paulo, em geral nas regiões de cerrado e caatinga. Floresce nos meses de maio a agosto. Existem, ainda, outras espécies de ipê roxo, como o T. heptaphylla.Sua Madeira é muito pesada (densidade 0,96g/cm3) muito dura ao corte, resistente ao ataque de organismos xilófagos.
Nomes populares:
Ipê-roxo, Pau-d’arco-roxo, Ipê-roxo-de-bola.
Ipê roxo (Tabebuia avellanedae)
Nomes populares: ipê-roxo, pau-d’arco-roxo, ipê-roxo-da-mata, ipê-preto, ipê-rosa, ipê-comum, ipê-cavatã, lapacho, peúva, piúva.
Sabe-se que o ipê-roxo é a Tabebuia avellanedae, porém é muito comum haver confusão com a Tabebuia pentaphylla (ipê-rosa), inclusive alguns autores consideram a Tabebuia avellanedae e a Tabebuia impetiginosa da mesma espécie.
É o primeiro dos Ipês a florir no ano, inicia a floração em Junho, e pode durar até Agosto, conforme a árvore. Esta espécie se confunde bastante com outras também de flor roxa, como a Tabebuia impetiginosa e a Tabebuia heptaphylla, sendo considerado por alguns autores que a T. avellanedae e a T. impetiginosa seriam a mesma espécie. São muito utilizadas no paisagismo urbano, por sua beleza e desenvolvimento rápido.
É também utilizado contra as estomatites, úlceras de garganta e anemia. Anti-inflamatório, anti-cancerígeno, eczema.
O ipê (Ipê, em tupi-guarani, significa "árvore de casca grossa" e tabebuia é "pau" ou "madeira que flutua") - muitas vezes chamado de pau-d’arco - possui propriedades medicinais,sendo a casca em estudo para tratamentos. É apreciado pela qualidade de sua madeira, além de servir para fins ornamentais e decorativos. A árvore do ipê é alta, podendo chegar até 30 m (na cidade , em locais abertos chega a cerca de 10-15 m), bem copada e na época de floração perde totalmente as folhas para dar lugar às flores das mais variadas cores (brancas, amarelas roxas ou rosa) com belas manchas coloridas. É uma arvore originária do cerrado, não precisando de muita água, apenas no começo. É uma das árvores homologadas para plantio pelo fato de possuir raiz pivotante( para baixo), sem quebrar a calçada. Recomenda-se o plantio aonde haja bastante espaço para cima. Floresce no período de julho a setembro e frutifica de setembro a outubro. Destas sementes, que secam e abrem as vagens só nascem se estiverem secas. Os diversos tipos de ipê recebem os nomes conforme as cores de suas flores ou madeira. Os que mais se destacam são os seguintes: ipê-amarelo ou ipê comum, ipê-tabaco, ipê-branco, ipê-roxo ou ipê-rosa. Por muito tempo, o ipê foi considerado a árvore nacional brasileira. Contudo, no dia 7 de dezembro de 1978, a lei nº 6507 declara o pau-brasil a Árvore Nacional e, a flor do ipê, a flor do símbolo nacional.
Identifique seu Ipê:
* Amarelo : Folhas felpudas, pequenas em geral em formação de folhas por ramo.
* Roxo : Folhas lisas, as vezes serrilhadas na ponta, crescimento rápido.
* Branco : Folhas arredondadas.
* Rosa : Folhas grandes e suculentas ,talos verdes. crescimento rápido.A seguir, Texto, em português, do site "Catalão Notícias", que pode ser acessado no endereço portalcatalao.com.br/catalaonoticias/category_news.asp?ID...
Nesta época do ano, em que já se instala a “estação da seca” em Brasília, percebe-se em toda a parte o aumento de cores na vegetação. O sol pleno, entremeado pelo sibilar do vento frio, colabora com a natureza, fazendo desabrochar flores por toda parte, como se quisessem compensar-nos pela chegada da aridez desértica do inverno. De fato, tanta beleza nos distrai e nos alimenta com coragem para resistir bravamente à adversidade do clima, nos próximos cinco meses.
Uma das mais belas espécies que enfeitam a região é o ipê, adjetivado de acordo com a cor das suas flores. Há ipê amarelo, branco, rosa... Mas o mais famoso deles é o ipê roxo, cujo nome científico é Tabebuia avellanedae, com características muito interessantes. Por causa da sua coloração rosa e lilás intensos, é muito bem vindo em praças, jardins públicos e na arborização de ruas, avenidas, estradas e alamedas e também na recomposição da mata ciliar. Apesar de ser indicada para arborização urbana, não se recomenda plantar essa árvore em calçadas estreitas, com menos de dois metros e meio de largura, em locais com fiação aérea e ausência de recuo predial, porque a espécie atinge, na fase adulta, de cinco a oito metros de altura, com o raio da copa variando em torno de quatro a cinco metros.
Pouco antes da floração, suas folhas caem e surgem, no ápice dos ramos, magníficas panículas com numerosas flores tubulosas, perfumadas e atrativas para abelhas e pássaros. Por causa dessa formação tão parecida com bolas de flores nos galhos, os botânicos, que a descreveram pela primeira vez, deram-lhe o nome de 'árvore buquê'.
Vaidoso, o ipê roxo sai na frente dos de outras cores, mostrando sua beleza do início de junho até o final de setembro e, ainda, frutifica de julho a novembro. Versátil, adapta-se bem ao clima tropical úmido e subúmido, com inverno seco, mas sobrevive também no clima subtropical, com verão quente. Tem preferências por temperaturas entre 18 a 26 graus centígrados.
Mas, não é só de aparência que vive essa espécie. Praticamente toda a árvore produz e fornece matéria prima de excelente qualidade, que tem surpreendentes aplicações.
O tronco do ipê roxo tem sido utilizado em larga escala na construção civil, para confeccionar dormentes, tacos, portais, postes, eixos de roda, vigas; na construção naval como quilhas de navio; no mobiliário em geral, em batentes e degraus de escadas; em instrumentos musicais, bolas de boliche, entre outros.
Da casca, são extraídos ácidos, sais alcalinos e corante, que é usado para tingir algodão e seda, sem contar que está entre os produtos amazônicos mais procurados, com reconhecido poder medicinal.
Da entrecasca faz-se um chá que é usado no tratamento de gripes e depurativo do sangue.
As folhas são utilizadas contra úlceras sifilíticas e blenorrágicas. A espécie também tem propriedades anti-reumáticas e anti-anêmicas.
É tido como um poderoso auxiliar no combate a determinados tipos de tumores cancerígenos. É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele.
A extração predatória, realizada durante anos, quase levou a espécie à extinção. Devido à atuação governamental, reclamada pela comunidade científica, a produção, em princípio, é protegida, explorada e comercializada com a observância de critérios adequados. Um dos produtos mais importantes extraído do ipê roxo é o Lapachol, marca do princípio ativo naftoquinona, com reconhecida ação antiinflamatória, analgésica, antibiótica e antineoplásica [ataca qualquer tumor, benigno ou maligno].
O Laboratório Estatal de Pernambuco [Lafepe] é o proprietário da marca Lapachol desde 1978. Mas em 1969, já produzia e comercializava o produto como auxiliar no tratamento do câncer. Atualmente, a estatal pernambucana tem acordo com o Hospital Sírio Libanês, de São Paulo, na pesquisa de ensaios clínicos em seres humanos em tratamento de câncer, primordialmente o câncer de próstata.
Tão admirado pelos visitantes e transeuntes, cantado em versos e lido nas costumeiras crônicas da cidade, o Ipê Roxo já faz parte da tradicional paisagem brasiliense. Emociono-me diante dessa maravilha, carregada de flores cada vez mais belas, nas Quadras e Entrequadras, ao longo do Eixão, nos Parques e Chácaras que rodeiam a cidade, especialmente agora, quando contrasta com o brilho azulado e intenso do céu e o heróico e persistente verde dos gramados. É bom saber que ele só sairá de cena para dar lugar às bem aventuradas chuvas tardias da primavera, lá pelo mês de outubro.
Un petit brin de toilette pour cet oiseau tellement pas joli qu'il en est beau.
Even a bird most people consider ugly has to do some preening. I happen to think his "uglyness" quite attractive.
Haut : Gauche : L’Elysée aux nuances de porcelaine.
Droit : Rêveries
Bas : Gauche : Murmures d’une floraison silencieuse
Droit : Etreinte écarlate
—————————————————————————————— -
Si l'on considère la place du portrait dans l'histoire de l'art, la plupart des gens le considèrent comme appartenant au domaine des grands maîtres. L'artiste Alexandra Manukyan réimagine ce récit en ressuscitant des techniques classiques à travers des cadres contemporains.
°°°°°°°°°°°
When considering the portrait’s place in art history, most would consider it within the purview of the Old Masters. Artist Alexandra Manukyan is reimagining this narrative, resurrecting classical techniques through contemporary frameworks.
My work can not be modified or copied, thank you!
Oiiiiii gentee (:
que saudade de postar aki, faz MUITO
tempo que não atualizo minha galeria,
e espero que não tenham esquecido de mim :'(
rs" e na verdade vou postar uma imagem
que ja tava pronta a muito tempo,
to meio sem ideias, sem tempo
e sem muita criatividade pra editar..
mas agora voltei e pretendo não sumir de novo >.<
____________________________
bomm falando da edição em si, eu gostei dessa
edição, acho que gostei do hair,
mais detestei aquela mecha que ficou no rosto dela
mas tudo bem, com o tempo eu vou melhorando .. eu espero que
vocês gostem, e considerem que ainda não tenho tablet..
((Obs: essa edição tava pronta antes da ultima que eu postei ;O))
___________________________________
Essa edição vai pro meu amigo West, primeiro pra retribuir a
ultima dedicatória Linda que ele fez pra mim, q eu ameii (:
, e segudo por que gosto muito dele,
e considero muito a amizade e o trabalho dele,
eu espero que você goste amigo *----*
desde que eu sumi o flickr (elevoudenivel) e eu fiquei bem pra tras :9 fazer o que né, é a vida :(
"Minha segunda máxima consistia em ser tão firme e tão resoluto quanto possível nas minhas ações; e – desde que tivesse me decidido a tanto – em seguir minhas opiniões mais duvidosas, com a constância não menor do que se fossem muito seguras. Imitava nisso os viajantes que, ao se verem perdidos numa floresta, não devem errar de um lado para outro, nem tampouco ficar no mesmo lugar, mas sim caminhar tão reto quanto possível, seguindo um mesmo rumo, sem nunca mudar de direção por fracas razões, mesmo quando, a princípio, tenha sido apenas o acaso que determinou a escolha. Se por esse meio não chegam ao lugar que desejam alcançar, acabarão ao menos por atingir um ponto no qual, verossilmilmente, se encontrarão melhor do que no meio da floresta. Assim, pois, como as ações da nossa vida nem sempre permitem um adiantamento, é uma verdade muito certa que, quando não está em nosso poder discernir as opiniões mais verdadeiras, devemos seguir as mais prováveis e, mesmo que não vejamos maiores probabilidades em umas do que em outras, devemos, todavia, decidir-nos por algumas e passar a considerá-las depois não mais como duvidosas, uma vez que se referem à prática, mas como muito verdadeiras e certas, porque como tal deve ser considerada a razão que nos decidiu por ela."
Discurso do Método, Descartes.
Tuim-de-asa-amarela.
Canary-winged parakeetA.
Tuim-de-asa-amarela, fotografado em Brasília, Brasil (Brazil).
geris versicolorus (Müller, 1776) ou Brotogeris chiriri chiriri - (Yellow-chevroned Parakeet): periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet
Maritaca fotografada em Brasília, Brasil.
Periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet.
Brotogeris versicolurus.
1. FICHA DO BICHO:
Nomes vulgares: Periquito-do-encontro-amarelo; Periquito-de-asa-amarela; Periquito-de-asas-amarelas; Periquito-estrela; Cotorra-de-las-amarillas (Espanha); Canary-winged-parakeet ou Yellow-chevroned-parakeet (EUA).
Nome científico: Brotogeris versicolorus chiriri (Vieillot, 1818)
Origem do Nome:"Periquito", origina-se do espanhol, periquillo. O termo designa aves da família dos Psittacidae (Psitacídeos).
Ordem: Aves
Família: Psittacidae (Psitacídeos)
Sub-gamília: Psittacinae
Gênero: Brotogeris spp.
Espécie: Brotogeris versicolorus chiriri (Vieillot, 1818). É uma subespécie do B. versicolorus (P.L.S. Muller, 1776), que pode ser encontrada também, como o nome de Psittacus versicolorus (Muller, 1776). Existem outras espécies como por exemplo, a B. chrysopterus (Tuipara-de-asa-laranja); B. sanctithomae (Tuipara-estrelinha); B. versicolorus (Periquito-de-asa-branca); B. viridissimus (Periquito-verde); B. tirica (Periquito-rei) entre outras. Ver site: www.vidadecao.com.br/cao/index2.asp?menu=curiosidade_peri...
geris versicolorus (Müller, 1776): periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet
O colorido amarelo da asa, nas coberteiras superiores das rêmiges secundárias, e o amarelo-esverdeado da face ventral das rectrizes permitem a fácil identificação desta espécie. Apesar de ser menos abundante do que B. viridissimus, pode formar com ela bandos mistos. Nos E. U. da América do Norte, entre 1968 e 1974, houve importação de B. versicolorus, principalmente originários do Peru; alguns casais escaparam das gaiolas (ou foram soltos) e reproduziram-se na natureza, compondo atualmente bandos urbanos na Flórida, na Califórnia e em Porto Rico.
Alimentação: frutos, sementes, flores e néctar.
Nidificação: constroem o ninho em cavidades de árvores ou escavados em cupinzeiros arborícolas. Em áreas urbanas podem utilizar também os espaços sob telhas das edificações. Observações feitas em cativeiro mencionam 5 ovos brancos, medindo cerca de 23 x 19 mm e registram 26 dias para o tempo de incubação, que é tarefa da fêmea. Os filhotes deixam o ninho cerca de 8 semanas após o nascimento e são alimentados pelos pais com sementes e frutos regurgitados, mesmo após haverem abandonado o ninho.
Hábitat: campos com vegetação baixa e ilhas de matas intercaladas, bem como matas ciliares e cerradões.
Ver site: bibvirt.futuro.usp.br/especiais/aves_no_campus/f_psittaci...
Ipê-Roxo Bola (Tabebuia impetiginosa) -
Pau D'Arco Bark.
Recebe este nome em razão da forma de seus cachos de flores. Chega a atingir cerca de 8 a 12 metros de altura, dotada de copa alongada, tronco ereto de 60-90 cm de diâmetro com folhas compostas 5-folioladas e quando florido perde suas folhas. É encontrado desde o Piauí até Minas Gerais, Goiás e São Paulo, em geral nas regiões de cerrado e caatinga. Floresce nos meses de maio a agosto. Existem, ainda, outras espécies de ipê roxo, como o T. heptaphylla.Sua Madeira é muito pesada (densidade 0,96g/cm3) muito dura ao corte, resistente ao ataque de organismos xilófagos.
Nomes populares:
Ipê-roxo, Pau-d’arco-roxo, Ipê-roxo-de-bola.
Ipê roxo (Tabebuia avellanedae)
Nomes populares: ipê-roxo, pau-d’arco-roxo, ipê-roxo-da-mata, ipê-preto, ipê-rosa, ipê-comum, ipê-cavatã, lapacho, peúva, piúva.
Sabe-se que o ipê-roxo é a Tabebuia avellanedae, porém é muito comum haver confusão com a Tabebuia pentaphylla (ipê-rosa), inclusive alguns autores consideram a Tabebuia avellanedae e a Tabebuia impetiginosa da mesma espécie.
É o primeiro dos Ipês a florir no ano, inicia a floração em Junho, e pode durar até Agosto, conforme a árvore. Esta espécie se confunde bastante com outras também de flor roxa, como a Tabebuia impetiginosa e a Tabebuia heptaphylla, sendo considerado por alguns autores que a T. avellanedae e a T. impetiginosa seriam a mesma espécie. São muito utilizadas no paisagismo urbano, por sua beleza e desenvolvimento rápido.
É também utilizado contra as estomatites, úlceras de garganta e anemia. Anti-inflamatório, anti-cancerígeno, eczema.
O ipê (Ipê, em tupi-guarani, significa "árvore de casca grossa" e tabebuia é "pau" ou "madeira que flutua") - muitas vezes chamado de pau-d’arco - possui propriedades medicinais,sendo a casca em estudo para tratamentos. É apreciado pela qualidade de sua madeira, além de servir para fins ornamentais e decorativos. A árvore do ipê é alta, podendo chegar até 30 m (na cidade , em locais abertos chega a cerca de 10-15 m), bem copada e na época de floração perde totalmente as folhas para dar lugar às flores das mais variadas cores (brancas, amarelas roxas ou rosa) com belas manchas coloridas. É uma arvore originária do cerrado, não precisando de muita água, apenas no começo. É uma das árvores homologadas para plantio pelo fato de possuir raiz pivotante( para baixo), sem quebrar a calçada. Recomenda-se o plantio aonde haja bastante espaço para cima. Floresce no período de julho a setembro e frutifica de setembro a outubro. Destas sementes, que secam e abrem as vagens só nascem se estiverem secas. Os diversos tipos de ipê recebem os nomes conforme as cores de suas flores ou madeira. Os que mais se destacam são os seguintes: ipê-amarelo ou ipê comum, ipê-tabaco, ipê-branco, ipê-roxo ou ipê-rosa. Por muito tempo, o ipê foi considerado a árvore nacional brasileira. Contudo, no dia 7 de dezembro de 1978, a lei nº 6507 declara o pau-brasil a Árvore Nacional e, a flor do ipê, a flor do símbolo nacional.
Identifique seu Ipê:
* Amarelo : Folhas felpudas, pequenas em geral em formação de folhas por ramo.
* Roxo : Folhas lisas, as vezes serrilhadas na ponta, crescimento rápido.
* Branco : Folhas arredondadas.
* Rosa : Folhas grandes e suculentas ,talos verdes. crescimento rápido.A seguir, Texto, em português, do site "Catalão Notícias", que pode ser acessado no endereço portalcatalao.com.br/catalaonoticias/category_news.asp?ID...
Nesta época do ano, em que já se instala a “estação da seca” em Brasília, percebe-se em toda a parte o aumento de cores na vegetação. O sol pleno, entremeado pelo sibilar do vento frio, colabora com a natureza, fazendo desabrochar flores por toda parte, como se quisessem compensar-nos pela chegada da aridez desértica do inverno. De fato, tanta beleza nos distrai e nos alimenta com coragem para resistir bravamente à adversidade do clima, nos próximos cinco meses.
Uma das mais belas espécies que enfeitam a região é o ipê, adjetivado de acordo com a cor das suas flores. Há ipê amarelo, branco, rosa... Mas o mais famoso deles é o ipê roxo, cujo nome científico é Tabebuia avellanedae, com características muito interessantes. Por causa da sua coloração rosa e lilás intensos, é muito bem vindo em praças, jardins públicos e na arborização de ruas, avenidas, estradas e alamedas e também na recomposição da mata ciliar. Apesar de ser indicada para arborização urbana, não se recomenda plantar essa árvore em calçadas estreitas, com menos de dois metros e meio de largura, em locais com fiação aérea e ausência de recuo predial, porque a espécie atinge, na fase adulta, de cinco a oito metros de altura, com o raio da copa variando em torno de quatro a cinco metros.
Pouco antes da floração, suas folhas caem e surgem, no ápice dos ramos, magníficas panículas com numerosas flores tubulosas, perfumadas e atrativas para abelhas e pássaros. Por causa dessa formação tão parecida com bolas de flores nos galhos, os botânicos, que a descreveram pela primeira vez, deram-lhe o nome de 'árvore buquê'.
Vaidoso, o ipê roxo sai na frente dos de outras cores, mostrando sua beleza do início de junho até o final de setembro e, ainda, frutifica de julho a novembro. Versátil, adapta-se bem ao clima tropical úmido e subúmido, com inverno seco, mas sobrevive também no clima subtropical, com verão quente. Tem preferências por temperaturas entre 18 a 26 graus centígrados.
Mas, não é só de aparência que vive essa espécie. Praticamente toda a árvore produz e fornece matéria prima de excelente qualidade, que tem surpreendentes aplicações.
O tronco do ipê roxo tem sido utilizado em larga escala na construção civil, para confeccionar dormentes, tacos, portais, postes, eixos de roda, vigas; na construção naval como quilhas de navio; no mobiliário em geral, em batentes e degraus de escadas; em instrumentos musicais, bolas de boliche, entre outros.
Da casca, são extraídos ácidos, sais alcalinos e corante, que é usado para tingir algodão e seda, sem contar que está entre os produtos amazônicos mais procurados, com reconhecido poder medicinal.
Da entrecasca faz-se um chá que é usado no tratamento de gripes e depurativo do sangue.
As folhas são utilizadas contra úlceras sifilíticas e blenorrágicas. A espécie também tem propriedades anti-reumáticas e anti-anêmicas.
É tido como um poderoso auxiliar no combate a determinados tipos de tumores cancerígenos. É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele.
A extração predatória, realizada durante anos, quase levou a espécie à extinção. Devido à atuação governamental, reclamada pela comunidade científica, a produção, em princípio, é protegida, explorada e comercializada com a observância de critérios adequados. Um dos produtos mais importantes extraído do ipê roxo é o Lapachol, marca do princípio ativo naftoquinona, com reconhecida ação antiinflamatória, analgésica, antibiótica e antineoplásica [ataca qualquer tumor, benigno ou maligno].
O Laboratório Estatal de Pernambuco [Lafepe] é o proprietário da marca Lapachol desde 1978. Mas em 1969, já produzia e comercializava o produto como auxiliar no tratamento do câncer. Atualmente, a estatal pernambucana tem acordo com o Hospital Sírio Libanês, de São Paulo, na pesquisa de ensaios clínicos em seres humanos em tratamento de câncer, primordialmente o câncer de próstata.
Tão admirado pelos visitantes e transeuntes, cantado em versos e lido nas costumeiras crônicas da cidade, o Ipê Roxo já faz parte da tradicional paisagem brasiliense. Emociono-me diante dessa maravilha, carregada de flores cada vez mais belas, nas Quadras e Entrequadras, ao longo do Eixão, nos Parques e Chácaras que rodeiam a cidade, especialmente agora, quando contrasta com o brilho azulado e intenso do céu e o heróico e persistente verde dos gramados. É bom saber que ele só sairá de cena para dar lugar às bem aventuradas chuvas tardias da primavera, lá pelo mês de outubro.
El casco histórico de la ciudad de Alcalá de Henares y su universidad, fueron declarados Patrimonio de la Humanidad por la Unesco en 1998, en reconocimiento a su condición de primera ciudad universitaria planificada como tal que ha existido en el mundo
Los orígenes de la ciudad de Alcalá se remontan al nacimiento de la Complutum romana, ciudad que en sus más de cuatro siglos de existencia alcanzaría gran esplendor y una importancia que mantendría a lo largo de todo el periodo visigótico. Al período de dominación musulmana le debe Alcalá la construcción de una ciudad que con el tiempo será conocida como Al-Qalat-Nahar (El castillo del Henares) y de la que hereda su actual denominación.
Con la Reconquista Cristiana se produce la nueva reconstrucción en lo que supuso desde entonces su emplazamiento definitivo, en torno a lo que es hoy la Catedral Magistral. Sin embargo, hay que esperar a finales del XV para asistir al gran período de esplendor de la ciudad: en 1499 el Cardenal Cisneros funda la Universidad, produciéndose a partir de ese momento una renovación urbanística que convierte a Alcalá en una ciudad universitaria, siguiendo los cánones arquitectónicos clásicos.
Durante los siglos XVIII y XIX la ciudad inicia un periodo de decadencia. El traslado de la Universidad a Madrid en 1836 unido a las sucesivas desamortizaciones provocaron el cierre de varios conventos y el empobrecimiento del ya degradado ambiente cultural alcalaíno.
Hoy, tras la reinauguración de la Universidad en 1977, el desarrollo industrial de las últimas décadas y el reconocimiento como Ciudad Patrimonio de la Humanidad por la Unesco, Alcalá vive un período de expansión económica, turística y cultural desde el que se asoma al futuro con optimismo manteniendo estrechos lazos con su singular pasado.
Roma: Complutum
La conquista romana de la Carpetania parece que se inició con una campaña dirigida por M. Porcio Catón en el año 195 a. J.C. Posteriormente, los carpetanos, en alianza con vetones, vacceos y celtíberos, se constituyeron en una amenaza para Roma que ésta solucionó en el 192 a. C. por medio de Marco Fulvio. Las luchas terminaron, con la caída de Numancia, el año 133 a. C. en el que se inicia la pacificación, asentamiento y romanización de la zona.
No se tiene conocimiento de la fecha exacta en que los romanos ocuparon la ciudadela de San Juan de Viso y el castro del "Salto del Cura", pero las monedas del denominado "tesorillo de Zulema", parecen sugerir que antes de la mencionada caída de Numancia.
No obstante, en el año 80 a. J.C., durante las guerras entre Sertorio y Pompeyo, ya se menciona a Complutum, que en época de Augusto adquiriría gran importancia por su valor militar y como nudo de comunicaciones (entre vías primarias y secundarias se dice, en el "Itinerario de Augusto", que eran 23 las calzadas que permitían llegar a la ciudad).
La romanización empezaría en la población preexistente del cerro del Viso, cuyas fortificaciones se reforzarían a la vez que se tendía la red de calzadas. Posteriormente, con la paz de Trajano y de los Antoninos (siglo II), la población comenzará a descender al pie del cerro en busca de una zona con menos declive, más fértil y mejor comunicada.
Mosaico romano de las Cuatro Estaciones de la Casa de Baco en Complutum. En sentido antihorario desde arriba a la derecha: primavera, verano, otoño e invierno. El área que acabaría ocupando la urbe sería; desde la ladera del cerro del Viso hasta la actual nacional II (en la dirección norte-sur), y desde el Arroyo Torote hasta las puertas de Madrid y Santa Ana (en dirección este-oeste). Ello no excluye la existencia de edificaciones alejadas del casco urbano, como la villa que se descubrió en 1970 a la altura de la ermita de Nuestra Señora del Val. Complutum tenía el trazado típico de la ciudad romana, que arranca del campamento militar con dos calles principales que se cruzan; cardo y decumano.
La denominación de "Complutum" parece venir del verbo latino "compluere" que significa confluir o del término "compluo" (confluencia de aguas). El nombre sería bastante apropiado puesto que la población primitiva se encontraría en la "confluencia" de los ríos Henares y tenía la ciudad carácter de «civitas stipendiaria», es decir, que mediante el pago de un tributo o estipendio anual a la metrópoli conservaba el derecho a su autonomía y sus propios usos mientras no alterasen el orden establecido.
Durante la época visigoda la ciudad conservó su importancia, llegando a ser sede de obispado. En la Hispania visigoda fue sede episcopal de la iglesia católica, sufragánea de la Archidiócesis de Toledo que comprendía la antigua provincia romana de Cartaginense en la diócesis de Hispania.
Dominio Musulmán: Al Qalat La dominación islámica de la Península Ibérica arrinconó en las zonas más septentrionales de la Península a los pocos cristianos que conservaban su independencia. Los musulmanes, nuevos señores de casi la totalidad de la geografía hispana, requerían de un puesto fortificado en la ruta de Zaragoza a Toledo, que junto con las ciudades cercanas de mayor valor estratégico como Guadalajara o Talamanca, sirviera de apoyo a las razias que periódicamente se dirigían contra los reinos cristianos del norte. Estas fortificaciones tenían la función de impedir el descenso de las tropas enemigas hacia el curso medio del Tajo. Constituían, pues, las dos referidas ciudades y la fortaleza de Al-Qul’aya, levantada a orillas del Henares aguas arriba de la antigua Complutum, los tres puntos estratégicos que vigilaban y defendían el territorio frente al acceso de las huestes cristianas, que intentaban descender al valle del Jarama desde los altos de Somosierra, o llegar hasta el valle del Henares desde Atienza y las zonas orientales de Castilla, y desde Zaragoza
A principios del siglo X, el nuevo emplazamiento árabe de Alcalá no debía de ser más que una atalaya fortificada de reducidas dimensiones, a juzgar por terminología con que se la nombra en la primera noticia conocida que tenemos de Alcalá la Vieja. Según el Bayan-al Mugrib, en el año 920, reinando en Córdoba Abd-al-Rahman III, el gobernador de Guadalajara derrotó a una gran expedición de cristianos leoneses que había atravesado los puertos del Sistema Central con la intención de atacar Guadalajara. El emplazamiento que asediaron, cercano a Guadalajara, aparece reseñado como al-Qul’aya, que se puede traducir como “el castillejo”. Lévi-Provençal lo identificó como la pequeña fortaleza que precedió a la que dio nombre a la ciudad actual.
Parece ser que en el transcurso del siglo X esa pequeña atalaya aumentó sus fortificaciones, acompañándose este incremento defensivo del crecimiento de su población y de una mayor importancia urbana, sobre todo, si atendemos a su nueva denominación de Qal’at Abd-al-Salam, que puede traducirse como Castillo de Abd-al-Salam e incluso según algunos autores como Castillo del Príncipe de la Paz. Esta denominación aparece en las crónicas islámicas, al relatar la crisis del Califato cordobés en los primeros años del siglo XI.
Sería en el verano del año 1062 cuando Fernando I, al frente de un numeroso ejército, puso cerco a la ciudad musulmana, combatiéndola con ingenios para abrir brecha en sus muros, lo que obligó al rey Al-Ma’mun de Toledo a hacerse tributario suyo y rendirle parias para que levantase el asedio, a cambio de la entrega de grandes riquezas. Sin embargo, a pesar de la histórica conquista de Toledo por Alfonso VI en 1085 y de su dominio de la comarca inmediata, la fortaleza de Alcalá la Vieja continuaría bajo el dominio musulmán hasta que en 1118 el arzobispo de Toledo, Don Bernardo, llevó sus ejércitos al importante enclave de Alcalá, en donde consiguió rendir la plaza.
Edad Media: El Burgo de Santiuste El 3 de mayo de 1118 el arzobispo toledano Bernardo de Sedirac conquistó la plaza musulmana de Alkal'a Nahar o Alcalá la Vieja para Castilla pero este reino cedió Alcalá y su Tierra al Arzobispado de Toledo, pasando a ser la comunidad de Alcalá un señorío eclesiástico. Pronto, la ciudad gozaría de privilegios y Feria (data de 1184). El Burgo de Santiuste, Alcalá de Santiuste, Alcalá de San Justo o Alcalá de Fenares (nombre del s. XIV) sería un emergente centro de transacciones y mercado comarcal, lo cual haría incrementar la población considerablemente. No obstante, la aljama o judería y la morería alcalaína serían de las más notables de Castilla (la aljama complutense está considerada de tamaño medio. Algunos estudios la cifran en 5.000 judíos). Durante la Edad Media, Alcalá fue habitada pacíficamente por judíos, musulmanes y cristianos. En el siglo XII se suprimiría el obispado complutense en favor de la sede primada de Toledo.
El día 19 de diciembre de 1308 fue rubricado en la ciudad el tratado de Alcalá de Henares, suscrito por el rey Fernando IV de Castilla y por los embajadores del rey Jaime II de Aragón.
En 1345 y en 1348 tendrán lugar en la ciudad las Cortes de Castilla (léase también Cortes de Alcalá y Ordenamiento de Alcalá).
La ciudad y su alfoz de 25 villas fueron dotadas de dos fueros: el Viejo y el Nuevo (por Cisneros). A lo largo de los siglos, las aldeas del alfoz irían obteniendo la independencia como villas con ayuntamiento propio hasta que en el siglo XX el término municipal alcalaíno sólo tuviera a la ciudad como núcleo urbano.
Es conocida por su histórica universidad, la Universidad de Alcalá, que fue fundada por el Cardenal Cisneros. El 13 de abril de 1499 data la bula del papa Borgia Alejandro VI que autorizaba la creación del Colegio Mayor de San Ildefonso que fue la cabeza de la universidad. En 1508 se abrieron sus aulas y entre los colaboradores de Cisneros se encontraban importantes personalidades como la de Antonio de Nebrija. No obstante, el germen de la universidad alcalaína lo encontramos en el año 1293 con la creación de los Estudios Generales. Pronto la Universidad de Alcalá compitió con la de Salamanca y por sus aulas pasaron importantes personalidades,
La primera mujer a la que excepcionalmente se le consintió estudiar y alcanzar el grado de doctor en Artes y Letras fue María Isidra de Guzmán y de la Cerda (1785)
Carlos II concedió a la población el título de ciudad en 1678. A partir del siglo XVIII la ciudad perdió importancia a pesar de la construcción de nuevos monumentos como la Puerta de Madrid. A comienzos de ese siglo, Alcalá fue ocupada por los portugueses durante la Guerra de Sucesión.
Es universalmente famosa Alcalá por haber sido la localidad natal de Miguel de Cervantes Saavedra, novelista, poeta y dramaturgo que escribió la que está considerada la obra cumbre narrativa de la literatura española, El Quijote, que muchos críticos han descrito como la primera novela moderna y una las obras más leídas, traducidas y difundidas de la historia.
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The historic old town of Alcala de Henares and the University, were declared World Heritage by UNESCO in 1998 in recognition of his status as first planned university city that has existed in the world
The origins of the city of Alcalá back to the birth of Complutum Roman city in more than four centuries of existence had great splendor and importance, which would maintain throughout the Visigothic period. The period of Muslim rule owes Alcalá building a city that will eventually be known as Qalat Al-Nahar (The castle Henares) and which inherited its current name.
With the Christian reconquest the new reconstruction occur in what was from then its final position, around what is now the cathedral canon. However, we have to wait at the end of XV to attend the great period of splendor of the city in 1499 by Cardinal Cisneros founded the University, resulting from the time an urban renewal that makes Alcalá in a college town, following the classical architectural fees.
During the eighteenth and nineteenth centuries the city began a period of decline. Moving to Madrid University in 1836 joined the successive confiscations led to the closure of several monasteries and the impoverishment of already degraded cultural environment Alcala.
Today, after the reopening of the University in 1977, the industrial development of recent decades and the recognition as a World Heritage Site by Unesco, Alcalá is experiencing a period of economic expansion, tourism and culture from which peers into the future optimism maintaining close ties with its unique past.
Rome: Complutum
The Roman conquest of Carpetania seems that began with a campaign led by M. Cato in the year 195 a. J.C. Subsequently, the Carpetani, in partnership with vetones, vacceos and Celts, constituted a threat to Rome than it solved in 192 a. C. by Marco Fulvio. The fighting ended with the fall of Numancia, the year 133 BC C. in initiating the peace, settlement and Romanization of the area.
Nothing is known of the exact date when the Romans occupied the citadel of San Juan de Viso and castro "Salto del Cura", but the coins of the so called "little treasure of Zulema, seem to suggest that before such fall Numancia.
However, in 80 a. JC, during the wars between Sertorius and Pompey Complutum already mentioned, that in times of Augusto acquire great importance for its military value as a hub of communications (including primary and secondary roads, speaking on the "Route of Augustus" that there were 23 roads that allowed to reach the city).
Romanization begin in the pre-existing population of Mount Viso, whose fortifications were strengthened while he lay the network of roads. Later, with the peace of Trajan and the Antonines (second century), the population will start to fall at the foot of the hill in search of an area with less decline, more fertile and better communicated.
Roman mosaic of the Four Seasons of the House of Bacchus in Complutum. Counterclockwise from top right: spring, summer, autumn and winter. The area would end up occupying the city, from the slope of the hill to the current national Viso II (in the north-south) and from the Arroyo Torote to the gates of Madrid and Santa Ana (east-west) . This does not exclude the existence of buildings away from the village, as the villa was discovered in 1970 at the height of the shrine of Nuestra Señora del Val. Complutum had the typical layout of the Roman city, military camp, which starts with two main streets intersect; thistle and decumano.
The name "Complutum" seems to come from the Latin verb "compluere" meaning confluence or the term "Complutense" (confluence of waters). The name would be quite appropriate since the original population would be at the "confluence" of the river Henares and had the city's character "stipendiaria civitas', ie by paying a tax or annual allowance to the mother retained the right to autonomy and their own applications while not altering the status quo.
During the Visigothic period the city retained its importance, becoming home to the bishopric. In Visigothic bishopric was the Catholic Church, suffragan of the Archdiocese of Toledo who understood the ancient Roman province of Carthage in the diocese of Hispania.
Domain Muslim: Al Qalat Islamic domination of the Iberian Peninsula cornered in the northernmost parts of the Peninsula a few Christians who maintained their independence. Muslims, new masters of almost all Spanish geography, required for a fortified post on the route from Zaragoza to Toledo, which together with the nearby cities of greater strategic value as Guadalajara or Talamanca, serve to support the raids periodically were directed against the Christian kingdoms in the north. These fortifications were the function of preventing the descent of the enemy troops into the middle of the Tagus. They were, therefore, the two aforementioned cities and the strength of Al-Qul'aya, built on the banks of upstream Henares Complutum old, the three strategic points guarded and defended the territory from access by the Christian armies that tried down into the valley of Jarama from high Somosierra, or reach the valley of the Henares from Atienza and eastern parts of Castile, and from Zaragoza
In the early tenth century, the new Arabic site Alcalá should not be more than a fortified watchtower small in size, judging by terminology with which it is named in the first news we have known Alcalá la Vieja. According to Bayan-al Mugrib, in 920, ruling in Cordoba Abd-al-Rahman III, the governor of Guadalajara defeated a large Christian Leon expedition had crossed the ports of the Central System with the intention of attacking Guadalajara. The site that beset, near Guadalajara, appears as al-Qul'aya reviewed, which can be translated as "the chateau." Lévi-Provençal identified him as the little fort that preceded the one that gave the city its name today.
It seems that during the tenth century that little watchtower increased its fortifications, defensive accompanied this increase population growth and increased urban importance, especially if we consider the new name of Qal'at Abd-al-Salam , which translates to Castle Abd-al-Salam and even according to some authors such as Castle of the Prince of Peace. This name appears in Islamic chronicles, to relate the crisis of the Cordoba Caliphate in the early years of the eleventh century.
Would be in the summer of 1062 when Ferdinand I, in front of a large army, laid siege to the Muslim city, combating with mills to open a breach in its walls, forcing the king Al-Ma'mun of Toledo to become tax and pay him pariah to lift the siege, in exchange for the delivery of great riches. However, despite the historic conquest of Toledo by Alfonso VI in 1085 and his mastery of the immediate region, the strength of Alcalá la Vieja continue under Muslim rule until 1118 the archbishop of Toledo, Don Bernardo, took his hosts the important enclave of Alcalá, where he managed to pay the plaza.
Middle Ages: El Burgo de Santiuste The May 3, 1118 Archbishop Bernard of Toledo Sedirac won the Muslim seat Alkal'a Nahar and Alcalá la Vieja Castilla but the kingdom gave Earth Alcalá and the Archbishopric of Toledo, becoming Alcalá community an ecclesiastical dominion. Soon, the city would enjoy privileges and Exhibition (dating from 1184). El Burgo de Santiuste, Alcalá de Santiuste, Alcalá de San Justo or Alcalá de Fenar (name of the XIV century) would be an emerging market central and local transactions, which would increase the population considerably. However, the Jewish quarter and Moorish or Jewish Alcala would be the most notable of Castile (the Jewry complutense is considered medium size. Some studies put at 5,000 Jews). During the Middle Ages, Alcalá was peacefully inhabited by Jews, Muslims and Christians. In the twelfth century the bishopric complutense be deleted for the headquarters of Toledo.
On December 19, 1308 was signed the treaty in the city of Alcalá de Henares, signed by King Ferdinand IV of Castile and the ambassadors of King James II of Aragon.
In 1345 and in 1348 the city will take place in the Castile (read also cuts and Management of Alcalá Alcalá).
The city and its district of 25 villages were provided with two forums: the Old and New (by Cisneros). Throughout the centuries, the villages of the district would achieve independence and villas with own municipality until the twentieth century the town of Alcalá only had the city as an urban center.
It is known for its historic university, the University of Alcalá, which was founded by Cardinal Cisneros. On April 13, 1499 data of the bull of Pope Alexander VI Borgia authorizing the creation of the Colegio Mayor de San Ildefonso was the head of the university. In 1508 he opened their classrooms and among employees of Cisneros were important personalities like Nebrija. However, the germ is found Alcala University in the year 1293 with the creation of General Studies. Soon the University of Alcalá de Salamanca competed with and passed through its halls important personalities,
The first woman who was exceptionally agreed to study and achieve the degree of Doctor of Arts and Letters was María Isidro de Guzmán y de la Cerda (1785)
Charles II granted the title of city population in 1678. From the eighteenth century the city lost importance despite the construction of new landmarks like the Puerta de Madrid. At the beginning of this century, Alcalá was occupied by the Portuguese during the War of Succession.
Alcalá is universally famous for being the birthplace of Miguel de Cervantes Saavedra, novelist, poet and playwright who wrote what is considered the masterpiece of Spanish literature, fiction, Don Quixote, which many critics have described as the first modern novel and one of the most widely read works, translated and disseminated in history.
Regeneration Society Condueños Main article: Society Condueños recovery would probably not have been possible were it not for the existence of "Society Buildings Condueños were University", which was the first private individual and society that was created in Spain to save and preserve an artistic heritage philanthropically. Condueños Society, a citizens' initiative that Alcala, 1851, watching the city's main buildings were to be auctioned, they decided to save the heritage of the city to make its money and creating a society whose sole purpose was to buy the iconic buildings University to avoid looting and in the future, to get around the city's Complutense University. Today, the buildings house the Society Condueños rector and several faculties of the University.
The Twentieth Century: Heritage Plaza de Cervantes. In the background, the remains of the parish of Santa Maria Maggiore: Oidor chapel and tower. The church of Santa Maria la Mayor was destroyed in a fire during the Spanish Civil War, losing most of the paintings housed. Among the remains were preserved, highlights the pile where Miguel de Cervantes was baptized. Alcalá is an agricultural city, military and until the 40 monasteries in the ceramics industry and Forges de Alcalá (rolling stock) predict the next industrial development 60. In 1968 he declared the old town as a Historic-Artistic, with 9 National Monuments. In 1977 the college was refounded in the city with the name of the Universidad de Alcalá, which has been a cultural renaissance in the city and artistic heritage recovery.
Non, c'est une plaisanterie... mais c'est à la première des choses à laquelle j'ai pensé quand j'ai vu le résultat!
Dur, dur d'avoir une netteté à main levée : profondeur de champ, le vent... Considérons cela comme un essai...
Desafio lançado pela Clê . Mais difícil do que parece!
7 COISAS QUE TENHO QUE FAZER NA VIDA:
Aprender e descobrir
Viajar, muito!
Amar, sempre
Fazer alguém feliz
Ter a capacidade de deixar andar, não tentar manter tudo sempre controlado
Um curso de fotografia
Ter uma biblioteca em casa
7 COISAS QUE MAIS DIGO:
Que delícia!
Já são horas?!? Não!!!
Tenho fome!
Whatever...
Shit happens
Vamos! :)
Obrigada
7 COISAS QUE FAÇO BEM:
Doces :D
Ler
Ouvir
Rir
Mimar
O meu trabalho - pelo menos tento
Gostar
7 DEFEITOS: (só 7? :D)
Teimosia
Demoro imenso a conseguir organizar o que seja
Não são muitas, mas as pessoas que se tornam "pet hate's" dificilmente deixam de o ser
Gulosa
Dizer o que não devo
Algum egoísmo
Pavio curto
7 QUALIDADES:
Leal
Pragmática quando tem realmente que ser
Boa ouvinte
Posso não gostar, mas admito quando erro
Os que estão no meu coração têm tudo de mim
Paciente quando acho que é merecido
7 COISAS QUE AMO:
Fotografar
Dançar
Ler
Viajar
Sol
Tocar
Sentir
Não vou desafiar ninguém em particular, porque adorava ler os 7 de todos vocês :) Considerem-se desafiados!
C'était un véritable roi dans son royaume, avec 60 000 sujets sous ces ordres.
ENGLISH :
Both immensely rich and immensely indebted, but constantly refloated by the colonial administration, he was considered as essential. He was a real king in his kingdom, with 60,000 subjects under these orders.
Le quartier de Nanshi, le plus ancien et le plus traditionnel de Shanghai, possède un grand nombre de temples des principaux cultes chinois : bouddhisme, taoïsme et confucianisme. Ce dernier des trois enseignements (san jiao) y est représenté par le temple de la Littérature (Wen miao) ou de Confucius, au sud-ouest de la vieille ville. Construit en 1267 sous la dynastie Yuan, mais détruit par l'armée impériale en 1856, il a depuis été reconstruit à son emplacement actuel. Ce temple de Confucius (551-479 av. JC) est à la fois un centre d'enseignement et un lieu de culte. Devant le temple, autour de sa statue, les arbres sont recouverts de cartes votives aux rubans rouges, les prières des pélerins étant surtout centrées sur la réussite aux examens.
Parler de religion populaire ou de philosophie en Chine n'est pas bien adéquat, ce qui n'exclut cependant pas les doctrines ou les principes. Parler de sagesse convient peut être mieux. Si le taoïsme et le boudhisme dictent surtout des purifications ou/et des rituels, le confucianisme se centre davantage sur le pragmatisme du comportement quotidien. Mais ces trois sagesses donnent ensemble à l'homme une place considérable, réunissant le ciel et la terre avec harmonie. Si Héraclite considérait déjà que les "opposés coopérent" (le jour et la nuit, l'hiver et l'été, la satiété et la faim...), la pensée chinoise met particulièrement en évidence l'union des contraires, leur coopération, les différences qui se ressemblent.
La recherche de la vérité y a moins d'importance que les questions posées, plus essentielles que les réponses, en prise avec le réel mais sans s'arrêter à la construction mentale qui le représente. Le monde n'y est pas bipolaire : "ce ne sont pas les richesses qui rendent un état propère, mais la justice", "Ce que tu ne veux pas que l'on te fasse, ne l'inflige pas aux autres" (Confucius, Analectes XII, 1 et XV, 23). Cela ressemble étrangement à l'évangile, plus tardif : "Tout ce que vous voulez que les hommes fassent pour vous, faites-le vous-mêmes pour eux (Matthieu 7, 12) (cf. wikipédia, National Geographic, Routard, R Enthoven Express du 01/04/04).
Foto de uma das favelas do Complexo do Alemão - lado da Penha - O nome de Complexo é devido a seqüência ininterrupta de 15 favelas. Dentre elas os dois casos de maior repercussão nos últimos anos. A morte de Tim Lopes (Vila Cruzeiro) e o incêndio do ônibus 350 (Morro da fé), onde morreram 5 pessoas. Único caso de morte até então neste tipo de atentado.
Esta foto e as da seqüência eu tirei do alto da Igreja da Penha. Uma igreja cercada de favelas por todos os lados.
Foi um verdadeiro susto olhar o bairro do alto. A Polícia do Rio de Janeiro considera o Complexo do Alemão - o "pulmão do tráfico" e eu o pior e mais perigoso pra se passar.
Se o Complexo do Alemão ou o Complexo da Penah com a temerosa Vila Cruzeiro fosse na Zona Sul seria manchete todo dia. Segundo o IBGE são 300 mil moradores contra os 160 mil da Rocinha.
Leia a matéria Complexo do Alemão – a Faixa de Gaza do carioca para entender o lugar.
* Texto de 2006.
** Sobre os fatos ocorridos no dia 26 de Novembro de 2010, eu irei subir uma foto nova agora e um texto falando do assunto.
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[ ♪ ] Sem música
* Qualquer comentário preconceituoso contra moradores da favela será sumariamente deletado
La salamandre légendaire symbolisait la force et le courage. Des représentations de l’animal, souvent figuré au milieu d’un feu, furent souvent utilisées sur des monnaies ou des armoiries royales. Les soldats la considéraient aussi comme un porte-bonheur et portaient souvent au combat des répliques de la courageuse petite créature.
The legendary salamander symbolized the force and courage. Representations of the animal, often illustrated in the middle of a fire, were often used on royal currencies or armorial bearings. The soldiers also regarded it as an amulet and often carried to the combat of the counterparts of courageous the little creature.
Se considerar algum tipo de forma no plural em vários fragmentos e essas formas se tornam um conjunto em preenchimento formando partículas tornando uma ou várias.
Edição: Fotografia.
Local: Praça da Liberdade - Belo Horizonte - MG.
temple situé sur l'Acropole d'Athènes, dédié à la déesse Athéna, que les Athéniens considéraient comme la patronne de leur cité.
Réalisé entièrement en marbre pentélique, le Parthénon est à la fois un temple et un trésor, au sens antique du terme4. Le naos du Parthénon fut conçu pour abriter la statue chryséléphantine de la déesse Athéna Parthénos, œuvre monumentale de Phidias, à laquelle les Athéniens présentaient leurs offrandes.
Speciesism-Discrimination due to specie of belonging:
Speciesism is the discrimination*1 of someone’s*2 interests due to his/her specie of belonging*3.
1*-Discrimination (moral discrimination): Not weighing someone’s interest fairly for arbitrary reasons (sex, specie, race, type/degree of intelligent etc.)
Normally non-human animals are discriminated using two reasons as an excuse;
A-The fact that non-human animals don’t belong to our specie, implies they don’t deserve equal consideration: According to this we could discriminate human animals (for example) simply because they don’t belong to a certain group (skin colour, gender…) but doing this is wrong (just as discriminating due to specie is) because the group we belong to doesn’t determine our interest *2 in living and avoiding pain.
B-The fact that they lack certain capacities justifies their discrimination:
What this argument usually hides is a simple discrimination due to the specie of belonging, because human animals lacking these characteristics are usually considered morally.
If this weren’t the case and someone held that our cognitive capacities do determine the respect someone deserves (discriminating as a consequence some human animals such as babies and Alzheimer victims, etc.), the thruth is that if we are affected by suffering and pleasure it is due to our capacity to feel, not because of our intelligence, linguistic capacities etc. (although these can influence on the amount of suffering we experiment, they are not necessary to feel pain and wellbeing).
Animals (human and non-human one’s) have interest in life and in not suffering because they are aware of their experiences.
2*-Interests: Any individual with a nervous system and aware of it’s sensations has the capacity to experiment what happens in his/her life, and in consequence has interests that can be discriminated.
Those organisms lacking such capacity do not have interests, because they can in no way experiment subjective sensations (there is no “mind” that perceives “things”) and therefore cannot be discriminated morally.
Often humans respect some non-human animals (usually dogs and cats), although they would continue to be speciesist if they didn’t consider equally other animals such as cows, tunas, pigs etc.
Although I must add that although many humans do feel empathy for some non-human animals, it is probably adventurous to say they consider them their equals, and a proof of this is that these animals are usually bought, sold...this meaning, used in other ways.
3*Specie: A specie is a taxonomic group used to classify those who share a series of common characteristics. A specie does not have interests, only those who form the species do, and therefore it is these individuals who suffer the consequences of discrimination.
Especismo - Discriminación en función de la especie:
Especismo es la discriminación*1 de los intereses*2 de un individuo por especie*3.
1*-Discriminar (léase discriminar moralmente):No darle el peso justo a los intereses de alguien en función de características arbitrarias (sexo, especie, raza, tipo/grado de inteligencia etc.)
A pesar de qué existen diferentes tipos de especismo, es decir hay animales no humanos cuyos intereses son priorizados con respecto a otras/os (tal es el caso de los perros y gatos).
Normalmente se discrimina a los demás animales con respecto a los humanos - especismo antropocéntrico- y esto se hace habitualmente en base a dos argumentos:
A-No pertenecen al grupo humano, por tanto, no merecen ser considerados igualitariamente: Según esto, podríamos discriminar a algunas/os humanas/os (por poner un ejemplo) simplemente por no pertenecer a un detrminado "grupo" (raza, clase social etc) Pero si hacer esto es injusto (al igual que lo es discriminar en base a la especie), es debido a que el grupo en el que somos clasificdos no determina nuestro interés*2 en vivir y en hacerlo sin sufrimiento.
B-Al carecer de determinadas capacidades cognitivas no merecen ser considerados iguales:
Lo que realmente esconde este argumento la mayor parte de las veces es una simple discriminación por la especie de pertenencia, ya que los humanos carentes de dichas capacidades en cambio, sí suelen ser considerados merecedores de respeto.
Si no fuera así, y se sostuviera que nuestras capacidades cognitivas determinan el respeto que merece un individuo (discriminando en consecuencia a algunos animales humanos como los bebés, enfermos de Alzheimer, etc.), cabría decir que si nos vemos afectados por el sufrimiento y el disfrute es por nuestra capacidad para sentir, no por nuestro tipo o grado de inteligencia, habilidades lingüísticas, etc. (aunque éstas sí pueden influir en la cantidad de sufrimiento o disfrute que experimentamos, no son necesarias para experimentar dichas sensaciones).
Los animales (tanto los humanos como los no humanos) tenemos interés en vivir y en no sufrir principalmente porque somos conscientes de nuestras sensaciones.
2*-Intereses: Todo individuo con sistema nervioso, consciente de sus sensaciones posee la capacidad de sufrir y disfrutar, y en consecuencia, tiene intereses que pueden ser discriminados.
Aquellos organismos carentes de dicha capacidad no tienen intereses ya que no experimentan sensaciones subjetivas (no existe una "mente" que perciba "cosas") y por lo tanto, no pueden ser discriminados moralmente.
A pesar de que hay humanas/os que sí parecen respetar los intereses de algunos animales no humanos (normalmente perros o gatos), dichos humanos seguirían siendo especistas si no incluyeran bajo el paraguas de la consideración igualitaria a otros animales con los que no conviven o no pertenecen a alguna especie que consideren merecedora de cierta consideración, como suele ocurrir con las vacas, cerdos, atunes, etc.
Aunque a esto hay de añadir que a pesar de que muchas/os humanas/os sienten cierta empatía por otros animales, es aventurado afirmar que les consideran iguales, y una prueba de ello es que estos animales suelen ser comprados, vendidos, regalados...en definitiva, utilizados de otra forma.
3*Especie: Una especie es un grupo taxonómico en el que se clasifica a quienes reúnen una serie de características comunes, pero la especie en sí no siente ni posee intereses, sino que son los individuos que forman ésta los que son discriminados y se ven afectados por ello.
Huile sur toile, 149 x 132 cm, novembre 1956, Guggenheim museum, New York.
Pierre Soulages, l'un des principaux partisans du tachisme (du mot français tache) a soutenu qu'il avait décidé de devenir peintre alors qu'il était à l'intérieur de l'église sainte Foy de Conques en Rouergue, près de sa ville natale dans le Sud. de France. Les impressions de monumentalité, de stabilité, de force primitive et de volumes clairement organisés, caractéristiques du style roman, ainsi que le mystère et la sobriété des intérieurs sombres des églises, ont été métaphoriquement transmis dans son style mature. Très tôt, il a également été attiré par le travail de Claude Lorrain et de Rembrandt van Rijn, dont le rendu de la lumière a eu un impact sur son développement. En 1938, il s'installe à Paris pour préparer le concours d'entrée à l'École nationale supérieure des beaux-arts, mais abandonne rapidement ses études traditionnelles à l'école après avoir vu des expositions d'œuvres de Paul Cézanne et Pablo Picasso.
Dans ses premiers travaux, Soulages a pris comme point de départ les arbres d'hiver sans feuilles. Leur réseau essentiel et réduit de branches - que Soulages considérait comme une sculpture abstraite - lui offrait un véhicule idéal pour l'exploration de la structure et de la variation. Pendant l'occupation allemande de la France, il rencontre Sonia Delaunay, qui l'initie à l'art abstrait et l'engage sur une nouvelle voie. Au milieu des années 1950, Soulages était passé d'un petit pinceau avec lequel il avait peint des motifs calligraphiques abstraits à des couteaux à palette, des règles droites et de grands pinceaux de peinture. Ces outils ont offert une plus grande amplitude de mouvement à son poignet, lui permettant de produire des coups audacieux et dynamiques qui ont abouti à une surface plus gestuelle. Tout au long de sa carrière, Soulages peint dans une palette à prédominance noire afin d'explorer les contrastes de lumière et d'ombre, ce qui confère à ses peintures une qualité à la fois architecturale et sculpturale. Dans Peinture, 20 novembre 1956, Soulages divise sa toile en trois registres horizontaux, articulant chacun avec une répétition de formes noires en forme de dalles qui révèlent une variété de nuances rouges et brunes, ainsi qu'une certaine luminosité (cf. Guggenheim museum).
Muitos consideram o fusca um carro estranho. Que diriam deste aqui então?
pinhole.
câmera:
www.flickr.com/photos/rondon1/4820990983/in/set-721576241...
Romã, a Fruta do Amor e da Saúde.
Fruta nativa da Pérsia (Iran) China e Índia.
A romã não é apenas elegante, brilhante, doce e bela, a romã é um potente antioxidante; promove a saúde do coração. É um presente à Terra que nos deu Persephone, filha de Demeter, deusa de fruta e fertilidade. É um paradisíaco elixir de mágicos poderes. Foi uma das promessas de Moisés, quando conduzia seu povo à Terra Prometida (Exodus 39:25).
Os gregos antigos faziam oferendas à deusa Afrodite, a deusa do amor, com romãs, porque eles acreditavam que a romã era a fruta que alimentava o amor. Outros consideram a romã a fruta da sorte e comem romãs na passagem de ano e guardam algumas sementes para ter sorte o ano inteiro. Além de sorte e amor, a romã é a fruta da saúde, tantos são seus efeitos benéficos.
Seus princípios ativos são: manita, ácido gálico, pelieterina, isopelieterina, grenadina, puricina e tanino. A romã é rica em vitamina A, que ajuda a manter a pele bonita e saudável e ajuda a visão. Também é rica em vitaminas do complexo B (B1, B2, B3, B5, B6), que auxiliam a circulação, aumentam a resistência às infecções, facilitam a eliminação de líquidos, previnem o estresse. Contém também pequenas frações de ferro e cálcio.
Escolhí o site abaixo, para que tenha mais informações sobre essa fruta:
<http://www.brasilescola.com/frutas/roma-fruta.htm>
The main job of every human being is the inner work. Make every day something significant to delve into yourself. To have more than the life they really want, you must first be more than they really are. Consider that your life is a great school to grow. Everything you experience, both good and difficult, has come to teach you a lesson you need to learn in that particular period of your evolution as a person. Bibiana Aysha
El trabajo principal de todo ser humano es el trabajo interior. Haz cada día algo significativo para ahondar en ti mismo. Para tener más de la vida que verdaderamente deseas, primero debes ser más de lo que verdaderamente eres. Considera que tu vida es una fantástica escuela de crecimiento. Cada cosa que experimentas, tanto las buenas como las difíciles, ha llegado a ti para enseñarte una lección que necesitas aprender en ese periodo particular de tu evolución como persona. Aysha Bibiana
((("Não pode haver amizade sem confiança,, nem confiança sem integridade.")))
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HELP to IBCM, Children HIV positive in Bahia
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HELP AIDS CHILDREN in Bahia,Brasil, HIV POSITIVE, need support or died
TEXTO DO ERNANIB:
Há o tempo de plantar e o tempo de colher. Todos nós temos presa para viver, nunca de morrer. Temos tempo para a internet, para um amigo, para brincar, para trabalhar, mas nunca temos tempo para parar e ajudar. Temos tempo para ver TV, ler jornais, um bom livro, mas nunca tempo para ler um pedido de ajuda.
Mas há quem não tem mais tempo. Quem não teve tempo de plantar. Quem mal tem tempo para brincar. Quem mal vai ter tempo de dizer: “Eu te amo mamãe, papai!!!”. Porque em algum lugar alguém não teve tempo para parar e ler essa mensagem, para procurar saber do que se tratava, sobre quem se estava falando, de procurar saber como poderia ajudar; já que quem deveria ajudar não acha tempo para isso, porque não acha importante, porque é um investimento que não tem retorno no curto espaço de tempo ou porque acha que seu tempo é valioso demais para gastar com quem não tem tanto tempo de vida assim.
Pare um momento. Procure se informar, ler, ajudar. Quem já conta os segundos para a despedida final vai agradecer de coração por esses poucos instantes de tempo, que você dedicou a elas.
Não deixe que o relógio das vidas delas pare só porque você não queria perder tempo. Ajude!!! Divulge!!! Dê corda nesses pequenos relógios de vida.
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There is a time for planting and a time for harvesting. We are all in a hurry to live, not to die.We have time for internet, for friends, for playing, for working and we never have time to stop and help others. We have time for watching TV, reading the papers or a good book but we never have time for reading a message asking for help.
But there are the ones who don’t have any more time to lose. The ones who didn’t have time to plant. That barely have time to play. That won’t have time to say “I love you, mom, dad”. Because someone, somewhere didn’t have time to read this message, to try to know what it means, to try to know how to help. Because many times who could help don’t have the time, because it’s not an investment with short term interest or because thinks its time is too valuable to spend with somenone who doesn’t have that much time.
Stop for a moment.Try to read and get informed. The children that are about to say their goodbyes to life will be thankful for these few moments you took to help them.. Don’t let their life clocks stop just because you didn’t want to waste your time. Help them! Spread the word! Wind up these little life clocks
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Hay momentos para sembrar, y otros para recoger la cosecha. Todos tenemos tiempo para vivir, nunca para morir. Tenemos tiempo para Internet, para un amigo, para jugar, para trabajar, pero nunca tenemos tiempo para detenernos y ayudar. Tenemos tiempo para ver Tele, leer periódicos, un buen libro, pero nunca tiempo para leer un pedido de ayuda.
Pero hay quienes ya no tienen más tiempo. Quien no tuvo tiempo para sembrar. Que apenas tiene tiempo para jugar, y que quizás tampoco no va a tener tiempo para decir "Yo te amo mamá! papá!
Porque en algún lugar alguien no tuvo tiempo para detenerse a leer este mensaje, para tratar de entender de qué se trataba, de quién se estaba hablando, de entender cómo se podía ayudar; ya que quien debería ajudar no consigue tiempo para esto, porque no lo considera importante, porque es una inversión que no tiene retorno en un corto espacio de tiempo o porque cree que su tiempo es mucho más valioso como para gastarlo con quien no tiene tanto tiempo de vida.
Detente un momento. Procura Informarte, leer, ayudar.
Quienes cuentan los segundos para la despedida final van agradecer de corazón por ese gesto, por haber leido éstas líneas.
No dejes que el reloj de la vida de esas personas pare porque no querías perder tiempo.
Ayuda! Divulga! Dale cuerda a esas pequeñas manecillas del reloj de la vida!
Carta do Padre Alfredo
IBCM
Prezado Amigo,a,
Em nome das 39 crianças com AIDS da IBCM e das 250 famílias assistidas, agradeço-lhe de coração.
Somos mais de 22 voluntári@s, igualmente pesaros@s com o fechamento da creche.
Nesta segunda-feira, graças à generosidade de muitas pessoas como vc, estaremos abrindo provisoriamente a creche, em regime de 1/2 turno (das 14 às 17h). Ainda não é o ideal, mas já ameniza a fome e o sofrimento destas crianças em grave situação de risco.
Obrigado pela sua generosidade. Divulgue a nossa causas e conte sempre com nossa gratidão e reconhecimento.
Feliz Natal!
pe Alfredo Added 7 hours
Numa paisagem de enormes penhascos, encontra-se a "Garganta do rio Olo", queda de água com 100 metros de altura, integrada no Parque Natural do Alvão. O acesso faz-se pela aldeia de Ermelo. Do Alto do Fojo, avista-se um belo panorama das Fisgas de Ermelo, de onde o rio Olo se despenha.
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Mondim de Basto é um município português pertencente ao Distrito de Vila Real, região Norte. É um município com 171,87 km² de área, subdividido em 8 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Ribeira de Pena, a sueste por Vila Real, a sudoeste por Amarante, a oeste por Celorico de Basto e a noroeste por Cabeceiras de Basto.
Vila e sede de concelho, Mondim de Basto repousa numa chã fértil na margem esquerda do rio Tâmega e no sopé da grandiosa pirâmide verde do Monte Farinha, coroado pela ermida da Senhora da Graça.
in WikiPedia
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Please don't post your own images within my Photostream.
I consider this rude and unwelcome.
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Esos ojos rojos , es hermoso . cuantos colores, que regalo de la naturaleza, cuidemos de todos los seres vivos..♥.
«Considera a la Naturaleza como el más bello de los santuarios y como la expresión sobre la Tierra de la Perfección Divina. Respeta la vida en todas sus formas y mira a los animales como seres vivos, conscientes y sensibles».(rosacruces )
"Consider Nature as the most beautiful of shrines and as the expression upon the Earth of Divine Perfection. Respect life in all its forms and see the animals as living beings, conscious and sensitive. ♥.
Le quartier de Nanshi, le plus ancien et le plus traditionnel de Shanghai, possède un grand nombre de temples des principaux cultes chinois : bouddhisme, taoïsme et confucianisme. Ce dernier des trois enseignements (san jiao) y est représenté par le temple de la Littérature (Wen miao) ou de Confucius, au sud-ouest de la vieille ville. Construit en 1267 sous la dynastie Yuan, mais détruit par l'armée impériale en 1856, il a depuis été reconstruit à son emplacement actuel. Ce temple de Confucius (551-479 av. JC) est à la fois un centre d'enseignement et un lieu de culte. Devant le temple, autour de sa statue, les arbres sont recouverts de cartes votives aux rubans rouges, les prières des pélerins étant surtout centrées sur la réussite aux examens.
Parler de religion populaire ou de philosophie en Chine n'est pas bien adéquat, ce qui n'exclut cependant pas les doctrines ou les principes. Parler de sagesse convient peut être mieux. Si le taoïsme et le boudhisme dictent surtout des purifications ou/et des rituels, le confucianisme se centre davantage sur le pragmatisme du comportement quotidien. Mais ces trois sagesses donnent ensemble à l'homme une place considérable, réunissant le ciel et la terre avec harmonie. Si Héraclite considérait déjà que les "opposés coopérent" (le jour et la nuit, l'hiver et l'été, la satiété et la faim...), la pensée chinoise met particulièrement en évidence l'union des contraires, leur coopération, les différences qui se ressemblent.
La recherche de la vérité y a moins d'importance que les questions posées, plus essentielles que les réponses, en prise avec le réel mais sans s'arrêter à la construction mentale qui le représente. Le monde n'y est pas bipolaire : "ce ne sont pas les richesses qui rendent un état propère, mais la justice", "Ce que tu ne veux pas que l'on te fasse, ne l'inflige pas aux autres" (Confucius, Analectes XII, 1 et XV, 23). Cela ressemble étrangement à l'évangile, plus tardif : "Tout ce que vous voulez que les hommes fassent pour vous, faites-le vous-mêmes pour eux (Matthieu 7, 12) (cf. wikipédia, National Geographic, Routard, R Enthoven Express du 01/04/04).
By way of immediate action, a stand must first be made against thought, against mental processes. "I do not know" - it is said - "anything which, when unbridled, uncontrolled, unwatched, untamed, brings such ruin as thought, and I do not know anything which, when bridled, controlled, watched, tamed, brings such benefits as thought."
Thought, which everyone lightly says is "mine," is, in reality, only to a very small degree in our power. In the majority of cases, instead of "to think" it would be correct to say "we are thought" or "thought takes place in me." In the normal way, the characteristic of thought is its instability. "Incorporeal" - it is said - "it walks by itself": it "runs hither and thither like an untamed bull." Hard to check, unstable, it runs where it pleases. In general, it is said that, while this body may persist one year, two years, three years or even up to a hundred years and more in its present form, "what we call thought, what we call mind, what we call consciousness arises in one manner, ceases in another; incessantly, night and day"; "it is like a monkey who goes through the forest, and who progresses by seizing one branch, letting go of it, taking hold of another, and so on."
The task is to "arrest" thought: to master it and to strengthen the attention; to be able then to say: "Once this thought wandered at its fancy, at its pleasure, as it liked: I today shall hold it completely bridled, as a mahout holds a rut-elephant with his goad."
A few explanations.
If one day normal conditions were to return, few civilizations would seem as odd as the present one, in which every form of power and dominion over material things is sought, while mastery over one's own mind, one's own emotions and psychic life in general is entirely overlooked. For this reason, many of our contemporaries - particularly our so-called "men of action" - really resemble those crustaceans that are as hard-shelled outside with scabrous incrustations as they are soft and spineless within. It is true that many achievements of modern civilization have been made possible by methodically applied and rigorously controlled thought. This, however, does not alter the fact that most of the "private" mental life of every average and more-than-average man develops today in that passive manner of thought that, as the Buddhist text we have just quoted strikingly puts it, "walks by itself," while, half-unconscious, we look on. Anyone can convince himself of this by trying to observe what goes on in his mind, for example, when leaving his house: he thinks of why he is going out but, at the door, his thoughts turn to the postman and thence to a certain friend from whom news is awaited, to the news itself, to the foreign country where his friend lives and which, in turn, makes him remember that he must do something about his own passport: but his eye notices a passing woman and starts a fresh train of thought, which again changes when he sees an advertisement, and these thoughts are replaced by the various feelings and associations that chase each other during a ride through the town. His thought has moved exactly like a monkey that jumps from branch to branch, without even keep-ing a fixed direction. Let us try, after a quarter of an hour, to remember what we have thought - or, rather, what has been thought in us - and we shall see how diffi¬cult it is. This means that in all these processes and disordered associations our consciousness has been dazed or "absent." Having seen this, let us undertake to follow, without disturbing them, the various mental associations. After only a minute or two we shall find ourselves distracted by a flood of thoughts that have invaded us and that are quite out of control. Thought does not like being watched, does not like being seen. Now this irrational and parasitical development of thought takes up a large part of our normal psychic life, and produces corresponding areas of reduced activity and of reduced self-presence. The state of passivity is accentuated when our thought is no longer merely "spontaneous" and when the mind is agitated by some emotion, some worry, hope, or fear. The degree of consciousness is certainly greater in these cases - but so, at the same time, is that of our passivity.
These considerations may throw some light on the task that is set when one "ceases to go"; one reacts, one aims at being the master in the world of one's own mind. It now seems quite incomprehensible that nearly all men have long since been accustomed to consider as normal and natural this state of irrationality and passivity, where thought goes where it will - instead of being an instrument that enters into action only when necessary and in the required direction, just as we can speak when we wish to, and with a purpose, and otherwise remain silent. In comprehending this "according to reality," we must each decide whether we will continue to put up with this state of affairs.
In its fluid, changeable and inconsistent character, normal thought reflects, moreover, the general law of samsāric consciousness. This is why mental control is consid¬ered as the first urgent measure to be taken by one who opposes the "current." In un¬dertaking this task, however, we must not be under any illusions. The dynamis, the subtle force that determines and carries our trains of thought, works from the subconscious. For this reason, to attempt to dominate the thought completely by means of the will, which is bound to thought itself, would almost be like trying to cut air with a sword or to drown an echo by raising the voice. The doctrine, which declares that thought is located in the "cavern of the heart," refers, among other things, to thought considered "organically" and not to its mental and psychological offshoots. Mastery of thought cannot, therefore, be merely the object of a form of mental gymnastics: rather, one must, simultaneously, proceed to an act of conversion of the will and of the spirit; inte¬rior calm must be created, and one must be pervaded by intimate, sincere earnestness.
The "fluttering" of thought mentioned in our text is more than a mere simile: it is related to the primordial anguish, to the dark substratum of samsāric life that comes out and reacts since, as soon as it feels that it is seen, it becomes aware of the danger; the condition of passivity and unconsciousness is essential for the development of samsāric being and for the establishment of its existence. This simile illustrates an experience that, in one form or another, is even encountered on the ascetic path.
The discipline of constant control of the thought, with the elimination of its automatic forms, gradually achieves what in the texts is called appamada, a term variously translated as "attention," "earnestness," "vigilance," "diligence," or "reflection." It is, in point of fact, the opposite state to that of "letting oneself think," it is the first form of entry into oneself, of an earnestness and of a fervid, austere concentration. When it is understood in this sense, appamāda constitutes the base of every virtue. It is also said: "This intensive earnestness is the path that leads toward the deathless, in the same way that unreflective thought leads, instead, to death. He who possesses that earnestness does not die, while those who have unstable thought are as if already dead." An ascetic "who delights in appamāda - in this austere concentration - and who guards against mental laxity, will advance like a fire, burning every bond, both great and small." He "cannot err." And when, thanks to this energy, all negligence is gone and he is calm, from his heights of wisdom he will look down on vain and agitated beings, "as one who lives on a mountaintop looks down on those who live in the plains."
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excerpt from The Doctrine of Awakening by Julius Evola
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painting by Blake
Bom dia!
Ontem, acabei fazendo essa gradiente! Tá um sol lindo e nada melhor do que um holográfico... falar nisso, tô aqui na ansiedade esperando pelas comprinhas de holos que fiz com a Kelly!
Acho que pra uma primeira gradiente considerei que ficou boa. Mas, com a prática, vai melhorar!
Usei no esponjado 3X:
Azul Disco - Up Colors
Charlotte - Rivka
Fascínio Violeta - Jade (era pra eu ter colocado o Wild at Heart da Color Club, mas na hora esqueci dele...)
E aí, gente, o que acharam?!Isso vicia, hein... Já tô doida pra fazer outra...hehe!
Bjs!!!
Leça do Balio é uma freguesia portuguesa do concelho de Matosinhos, com 8,88 km² de área e 17 571 habitantes (2011). Densidade: 1 978,7 hab/km². Até 13 de Maio de 1999 a sua designação oficial era Leça do Bailio.
Presume-se que a palavra Leça ou Leza deriva do nome de uma villa romana chamada Decia, Villa Decia. Balio deve fazer alusão a um cavaleiro de grau superior ao de comendador, proprietário de balia, antiga comenda das ordens militares.
De acordo com várias investigações arqueológicas levadas a cabo na região, existem indícios da existência de monumentos megalíticos em freguesias vizinhas, o que poderá significar que Leça de Balio já era ocupada há milhares de anos, desde o período Neolítico. Indícios de um pequeno castro da idade do Ferro foram também encontrados na elevação de Recarei, hoje Lugar de S. Sebastião.
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Numa paisagem de enormes penhascos, encontra-se a "Garganta do rio Olo", queda de água com 100 metros de altura, integrada no Parque Natural do Alvão. O acesso faz-se pela aldeia de Ermelo. Do Alto do Fojo, avista-se um belo panorama das Fisgas de Ermelo, de onde o rio Olo se despenha.
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Mondim de Basto é um município português pertencente ao Distrito de Vila Real, região Norte. É um município com 171,87 km² de área, subdividido em 8 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Ribeira de Pena, a sueste por Vila Real, a sudoeste por Amarante, a oeste por Celorico de Basto e a noroeste por Cabeceiras de Basto.
Vila e sede de concelho, Mondim de Basto repousa numa chã fértil na margem esquerda do rio Tâmega e no sopé da grandiosa pirâmide verde do Monte Farinha, coroado pela ermida da Senhora da Graça.
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Il Castel dell'Ovo (Castrum Ovi, in latino), dopo il Castel Capuano è il più antico della città di Napoli ed è uno degli elementi che spiccano maggiormente nel celebre panorama del Golfo. Questo edificio può considersi una sorta di piccolo paese inglobato nel cuore della città.
Il suo nome deriva da un'antica leggenda secondo la quale il poeta latino Virgilio - che nel medioevo era considerato anche un mago - nascose nelle segrete dell'edificio un uovo che mantenesse in piedi l'intera fortezza. La sua rottura avrebbe provocato non solo il crollo del castello, ma anche una serie di rovinose catastrofi alla città di Napoli.
♀
Todos algún momento hemos necesitado ayuda y le pedimos a alguien que nosotros consideremos importante, pero luego ya no lo necesitamos.
No obstante hay personas que siempre van a necesitar ayuda para poder vivir con aquellas personas, muchas veces debemos tener paciencia y mucho amor.
El individuo que no se interesa por sus semejantes es quien tiene los mayores dificultades en la vida y causa mayores heridas en los demás. De esos individuos surgen los fracasos humanos.
Reflexiona y actua .-
Divorce
Just a leaving Dog
HKD
Maybe you see another story... :-)
Just try it and surprise yourself...
HKD
Psychology
My young and open heart sufferd
Pride closed my heart
I lost my loving feelings
I recognized this and wanted them back
They came back
I feel love for myself and the world again
The difference: Now I am aware
HKD
The energy of A2 motivates me to be proud on a restrict and harsh level. I close my heart imediateley - if it was open at all... Alpha cannot afford an open heart because no loss can be accepted.
On another level the energy motivates me to have a snobish pride. This energy just keeps me away from things or people because I consider them to be low standard.
HKD
Stolz – eine Sünde?
Stolz ist die Abgrenzungsenergie des Egos. Stolz sagt Nein, und mit diesem Nein wird ein Mensch für den anderen zum Widersacher.
Mit meinem Nein zu bestimmten Menschen werde ich für diese zu jemandem, der sie verletzt. Sie werden durch meinen Stolz in ihrem Stolz verletzt. Ego verletzt Ego.
Erst als ich zu meinem Stolz Ja sagen konnte, war ich in der Lage, den Stolz bei andern bewusst zu sehen und ihn zuzulassen.
Abgrenzungsenergie – allerdings bewusste – verletzt die Ordnung der Dinge nicht, sie ist die Bedingung für Ordnung. Ohne Grenzen herrscht Chaos. Nach Erfüllung der Ordnungspflichten geht es wieder „zurück zur Natur“. Emotionen – die Verursacher für chaotisches menschliches Verhalten – werden zur Revitalisierung des verwüsteten Landes benötigt. Das ausgetrocknete Land ist der hochgradig intellektuelle Geist der jede Emotion mit Kritik und Zynismus zerdenkt und zerredet. Die Ratio muss sich dem emotionalen Rotlicht aussetzen sonst zerfällt das System Körper. Geist ohne Materie? Zugegeben, die Illusion von Materie, dennoch muss sie sein.
Die Vernunft kann sich einen dauerhaften Stolz den Emotionen gegenüber nicht leisten. Das wäre Selbstmord. Stolz führt in die Abgrenzung, wo und bei welchen Gelegenheiten auch immer. Abgrenzung aber kann nicht dauern – die Natur muss wieder erwachen.
Heute kann ich meinen und den Stolz der anderen akzeptieren. Unbewusst ausagiert ist er eine Sünde. Durch Bewusstheit allerdings kann sie neutralisiert und damit kann eine spezifische Emotion, ob Lust oder Völlerei, entsündigt und wieder lebbar werden.
Die große Ur-Sünde, die große Ur-Teilung ist das abtrünnige Nein Luzifers. Er fällt mit dem Nein aus der göttlichen Einheit. Mit diesem Nein kommt Leben in die Welt, Veränderung, Wandel und Überraschungen geschehen. Man weiß ja nie, wann das Nein wieder einmal herein bricht. Das Nein muss sein.
Ohne Abgrenzung vom Kollektiven ist keine wahre Individuation möglich. Ohne Individuation gibt es keine Befreiung des Selbst. Ohne Befreiung des Selbst gibt es keine Rückkehr zu Gott. Wobei nach meiner Interpretation der göttliche Zustand des inneren Friedens gemeint ist.
Frieden schließen mit der Sünde, geht das? Ich habe keine Ahnung…
HKD
O Monte Farinha eleva-se, a um altitude de cerca de mil metros, ostentando no topo a venerada ermida de Nossa Senhora da Graça. Local mágico e cativante recheado de história e de vestígios arqueológicos, de lendas e de tradições. Local privilegiado para os amantes da natureza e emblemática referência desportiva, é destino obrigatório dos caminhos da fé, da religião e do turismo nacional e internacional.
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Mondim de Basto é um município português pertencente ao Distrito de Vila Real, região Norte. É um município com 171,87 km² de área, subdividido em 8 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Ribeira de Pena, a sueste por Vila Real, a sudoeste por Amarante, a oeste por Celorico de Basto e a noroeste por Cabeceiras de Basto.
Vila e sede de concelho, Mondim de Basto repousa numa chã fértil na margem esquerda do rio Tâmega e no sopé da grandiosa pirâmide verde do Monte Farinha, coroado pela ermida da Senhora da Graça.
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Pavillon Bossuet (17ème siècle) Edifié par Dominique de Ligny (1659-1681) prédécesseur de J.B Bossuet
Qui était Bossuet:
Jacques-Bénigne Bossuet (surnommé parfois l'« Aigle de Meaux »), né le 27 septembre 1627 à Dijon (France) et décédé le 12 avril 1704 à Paris était un homme d'Église, évêque de Meaux, prédicateur et écrivain français. Certains voient en lui « le plus grand [orateur] peut-être que le monde ait connu. »
Originaire d'une famille de magistrats, il fit ses études secondaires au collège des Jésuites de Dijon, qui lui donnèrent une éducation classique et un goût pour les langues anciennes (apprentissage du grec et du latin). À 15 ans il vient à Paris pour y poursuivre ses études au collège de Navarre, où il eut pour maître Nicolas Cornet. Il y étudia en profondeur la philosophie et la théologie. Bien que destiné au sacerdoce, il fréquenta pour quelque temps un milieu mondain: Corneille ne lui déplaisait pas, il s'adonnait à l'écriture de vers précieux et ne dénigrait pas l'Hôtel de Rambouillet.
Ordonné sous-diacre à Langres en 1648, il fit l'expérience d'une conversion religieuse et abandonna sa vie mondaine. C'est l'époque de sa Méditation sur la Brièveté de la Vie, qui porte les traces de ses futurs ouvrages. La même année, il exposa le principal de ses idées sur le rôle de la Providence, dans sa Méditation sur la félicité des saints. En 1652, reçu docteur en théologie, il est ordonné prêtre et devient l'archidiacre de Sarrebourg dans le même temps, puis, en 1654, celui de Metz.
Souvent appelé à Paris, il commença à s'y faire une grande réputation pour ses sermons et ses panégyriques de saints. Il prêcha un Avent et un Carême devant la reine-mère et devant le roi, et opéra parmi les protestants un grand nombre de conversions, parmi lesquelles on cite celles de Turenne et de sa nièce Mademoiselle de Duras, de Dangeau. C'est pour aider ces nouveaux catholiques qu'il rédigea son Exposition de la doctrine de l'Église. Bossuet subit plusieurs influences : celles du jésuite Claude de Lingendes, des jansénistes Saint-Cyran et Singlin, et celle plus remarquable de saint Vincent de Paul. Ce dernier tenait, à l'église Saint-Lazare, des conférences sur la prédication, auxquelles Bossuet assistait. Son éloquence en fut marquée, elle se fit plus proche et plus simple.
La plupart de ses discours improvisés sont perdus. Quelques heures avant de monter en chaire, il méditait son texte, jetait sur le papier quelques notes et paroles du Christ, quelques passages des Pères pour guider sa marche. Quelquefois il dictait rapidement de plus longs morceaux, puis se livrait à l'inspiration du moment, et s'étonnait de l'impression qu'il produisait sur ses auditeurs.
Il nous est parvenu quelque deux cents des cinq ou six cents sermons prononcés, car Bossuet ne les considérait pas comme des œuvres littéraires dignes d'être imprimées. C'est à la fin du XVIIIe siècle que certains sermons furent conservés, grâce au travail de Dom Deforis. Cependant, ce ne sont en réalité que des brouillons, alourdis par les ratures et les variantes, et qui ne nous offrent qu'une idée approximative de sa prédication.
Apresento a vocês Zsadist ~
Z possui um passado cruel, ele foi arrancado de sua familia ainda pequeno vendido , tornando-se escravo de sangue de uma ama impiedosa que o explorava e violentava sexualmente, a aversão ao toque e a dureza de Zsadist vem daí, atrás de toda dureza e crueldade o que se vê é um irmão que se considera impuro e indigno, pois é assim que Z acha que é.
Tendo sido por muito tempo um escravo de sangue, Zsadist ainda carrega as cicatrizes de um passado repleto de sofrimento e humilhação. Conhecido por uma fúria que não acaba e por atos sinistros, ele é um selvagem, temido igualmente por humanos e vampiros.
A raiva é sua única companheira e o terror, sua única paixão... Até que se ve apaixonado pela companheira de seu irmão gemeo Phury.
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Quem pensou que ele se chamaria Sebastian se enganaram xS Tenho o Sebby vesão teacher e nem ele se chama Sebastian, e sim Erick xDDDD
Feliz feliz de mais ^-^~
Obrigada as meninas que me deram força pra ficar com ele rs
realmente não me arrependo *O*
Ao setor de telecomunicações, a Copa do Mundo deixará como legado a antecipação de investimentos. A afirmação foi feita pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, em reunião conjunta (27/05) das Comissões de Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente e Infraestrutura, presidida pelos senadores Zeze Perrella (PDT-MG) e Eduardo Amorim (PSC-SE).
- Nós antecipamos em pelo menos cinco anos os investimentos que a Telebrás faria para dar suporte ao Plano Nacional de Banda Larga. O serviço de 4G que está sendo implantado vai ser usado pela população nos próximos 15 anos - disse.
O ministro destacou, entre outros, investimentos em redes de fibra ótica de alta qualidade e em sistemas de fiscalização para a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), além do aprendizado tecnológico quanto ao fornecimento de serviços em grandes aglomerações de pessoas.
- O Brasil sai melhor preparado em termos de telecomunicações depois desse evento - frisou.
Em resposta ao senador Zeze Perrella (PDT-MG), que levantou o problema, o ministro afirmou que o governo cumpriu os compromissos assumidos com a Fifa de instalação de infraestrutura necessária à transmissão de sinais de áudio e vídeo nas 12 cidades que sediarão jogos e naquelas que hospedarão seleções.
Ele afirmou que estão asseguradas antenas para serviço 2G, 3G e 4G em todos os estádios, mas disse que o serviço de internet poderá ficar lento devido à grande demanda durante os jogos.
- Recomendamos a instalação de rede wi-fi, mas seis estádios não aceitaram e deverão enfrentar congestionamentos no uso da internet - disse. Ele explicou que esses estádios cobraram preços mais elevados para permitir a instalação de rede local de internet sem fio, o que impediu acordo com as operadoras.
Para Zeze Perrella e Eduardo Amorim (PSC-SE), a falta de acordo resultará em prejuízos para usuários dos serviços nos estádios, o que justificaria uma intervenção do governo. Já o ministro avaliou o caso como de negociação comercial entre setores privados, não cabendo ao poder público regular o valor de aluguel de área para disponibilização de rede wi-fi dentro das arenas.
Telefonia celular
O ministro também respondeu a questionamento dos senadores quanto à baixa qualidade da telefonia móvel. Ao reafirmar que o setor é recordista de reclamações de usuários, Eduardo Amorim disse serem recorrentes problemas como queda de chamadas, falha de sinal e muitas áreas ainda sem cobertura.
O ministro reconheceu que o serviço precisa melhorar, mas apontou avanços que permitiram ao país ter hoje 360 milhões de serviços ativos de telefonia fixa e móvel, internet e TV por assinatura, uma média de dois contratos por pessoa.
- Entre dezembro de 2010 e abril de 2014 houve um crescimento de 474% de acessos ativos - acrescentou.
Ao informar que os senadores utilizam serviços da operadora Oi, Waldemir Moka (PMDB-MS) estimou que, a cada 50 chamadas, 40 apresentam problemas. Ele considera que as empresas disputam a ampliação da rede de clientes sem investimentos na melhoria dos serviços oferecidos.
- Não se consegue terminar uma ligação, sendo preciso ligar novamente. Muitas vezes a gente liga e não completa.
Outras vezes ligamos para um número da nossa agenda e ouvimos a mensagem de que o número não existe. Se comparar com o passado, estamos a anos luz, mas se levarmos em conta as ligações, ainda é um grande problema - disse o parlamentar.
Anibal Diniz (PT-AC) concorda e acrescenta que é comum a todos os senadores o problema de interrupções sistemáticas de chamadas feitas por celular.
Waldemir Moka disse não se aplicar, na prática, a informação do ministro de que as operadoras se comprometem a realizar com sucesso 98% de tentativas de ligação. Frente ao questionamento, Paulo Bernardo se comprometeu a solicitar da Anatel um teste público de eficiência de chamadas.
Ele informou que passará a vigorar a partir de julho um conjunto de novas regras definidas pela Anatel, como o fim da cobrança pela segunda ligação para o mesmo número, desde que feita até dois minutos após a queda da chamada original.
- É evidente que a queda de ligação é um inconveniente, mas motivo para derrubar a ligação a empresa não vai ter, pois terá que fazer outra ligação de graça - frisou o ministro.
Ainda sobre as novas regras ele destacou o direito dos assinantes de aderir a promoções ofertadas a novos clientes e o serviço de cancelamento automático de contratos.
Cobertura
Sobre a falta de cobertura da telefonia móvel em diversas regiões do país, ele explicou que licitações passadas não exigiam que também os distritos, e não apenas a sede dos municípios, fossem atendidos. Nas licitações para o serviço 4G, disse, está prevista a oferta obrigatória de acesso a internet e telefonia até 30 quilômetros a partir da borda da área urbana da sede municipal.
- Isso atende a grande maioria dos distritos, que fica a menos de 30 quilômetros da cidade. Mas ainda haverá problema em estados como Amazonas e Pará, por exemplo, onde há distritos mais distantes das cidades - observou.
Ele também apontou restrições em legislações municipais como barreira para a ampliação da cobertura. No caso de Porto Alegre, por exemplo, uma solicitação para instalação de antena pode levar até 18 meses para ser atendida.
(Agência Senado)
Perrella insiste pela wi fi em todos os estádios da Copa
Como representante do poder público, o governo poderia ao menos fazer uma gestão política entre os administradores dos estádios da copa e as operadoras de telefonia para que sejam instaladas áreas de wi fi em todos eles, reiterou o senador Zeze Perrella (PDT-MG) na audiência com o ministro das Comunicações, Pedro Paulo Bernardo (27/05), durante reunião conjunta das comissões de Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente e Infraestrutura.
Anteriormente o senador mineiro já havia manifestado estranheza pelo fato de seis estádios, entre eles o Mineirão, não terem chegado a acordo com as operadoras para a instalação desse serviço em salas alugadas. Os estádios cobravam R$ 10 mil e as operadoras só queriam pagar R$ 2 mil, algo estranhável quando gastam fortunas em publicidade, frisou Perrella. O ministro lamentou o caso, mas frisou tratar-se de uma disputa entre entidades do setor privado, na qual o governo não tem como interferir.
Perrella insistiu, afirmando que será um verdadeiro "mico" se não houver wi fi na metade dos estádios da copa, prejudicando a comunicação dos espectadores, e o ministro observou que pode haver alguma possibilidade de acordo em alguns estádios, embora ele não esteja em condições de garantir. Informou o ministro que o Itaquerão, ao que sabe, está negociando com as operadoras para a exploração regular do serviço ao longo do funcionamento do estádio.
Perrella lembrou ter ouvido declaração do ministro sobre a falta do wi fi em seis estádios da Copa numa entrevista que lhe chamou a atenção pelo absurdo do fato. O governo poderia de alguma forma estimular a negociação entre as partes para que o público não seja prejudicado, frisou o senador de Minas. Não é possível que por uma questão de preço de aluguel de salas, um serviço de grande utilidade não possa ser oferecido ao público, lamentou Perrella.
Depois que o ministro observou que a instalação dependeria basicamente dos administradores dos estádios, não podendo o governo intervir em termos de decisão, Perrella continuou criticando o fato de um serviço essencial não poder ser apresentado em seis estádios da Copa. Quando outros temas começaram a ser debatidos na reunião, o ministro das Comunicações, antes da indagação de um parlamentar, comentou bem humorado: "Levei uma prensa do senador Perrella".
(Assessoria de Imprensa)
Foto: José Cruz/Agência Senado
La Grand-Place est la place centrale de la ville belge de Bruxelles. Elle est également appelée Grote Markt en néerlandais et Gruute Met en bruxellois.
Mondialement renommée pour sa richesse ornementale, elle est bordée par les maisons des corporations, l'hôtel de Ville et la Maison du Roi (Broodhuis en néerlandais). Victor Hugo, la considérait comme l'une des plus belles places du monde. Elle a été inscrite en 1998 sur la liste du patrimoine mondial de l'UNESCO.
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Autre côté : l'horizon lointain, toujours plus ou moins bleuté, caractéristique de notre Auvergne pure, préservée, aux nombreux visages, ce qui a certainement inspiré la recette du fameux "bleu d'Auvergne".
Ses arbres, aux mille et une personnalités savent l'enjoliver, surtout, s'adapter on ne sait comment, au climat très rude et fort contrasté. Ce qui constitue leur caractère bien local et trop touchant.
Notre petit arbre, vous le voyez, commence à révéler sa vraie nature.
Si vous voulez, vous pouvez le lui dire.
Il entendra…
On remarquera, sur la gauche, ce pré naturel, aux grandes herbes simples qui dansent au vent, tout piqueté de marguerites, et autres fleurettes sauvages…
Un délice pour les sens, le coeur, la tête.
Il me rappelle mon enfance, lorsque je courais parmi ces hautes graminées, ailleurs, durant les longues vacances à la maison d'été familiale. Je me laissais enivrer littéralement par cette expérience intense qui a intensifié mes sens.
Je l'ai retrouvée dans la lecture d'une oeuvre importante de Sainte Thérèse de Lisieux :
"HISTOIRE D'UNE ÂME" ,
que je conseille vivement à tous. Elle y évoque ses courses dans les champs attenants à sa maison d'enfance, ainsi que ses premières émotions olfactives, mais aussi spirituelles, qui ont été déterminantes, car elle se considérait tout simplement comme l'une de ces minuscules fleurs cachées, blanches, qu'il lui arrivait de cueillir…Thérèse c'est la voie d'enfance pure, à l'âme claire et blanche comme ses petites fleurs.
Retrouver cette émotion intacte, m'a fait décider de consacrer un livre à Sainte Thérèse. J'en ai commencé le chantier…
C'est une immense sainte. Je vous enjoins chers amis à la découvrir. Vous ne pourrez plus ensuite vous passer d'elle.
Elle a une puissante influence, et la prier obtient toujours satisfaction, que l'on soit croyant ou non. Car, justement, c'est la sainte des âmes….qu'elle s'efforce de secourir, surtout sortir de l'errance d'après la mort, tout particulièrement celle des rebuts de tout acabit. Elle avait prié en son temps pour un grand criminel qui attendait son exécution...
Merci à tous pour les commentaires, favoris, suivi, lecture.
Bien amicalement Flickr et gratitude pour votre travail, votre intérêt.
Victoria Klotz
Née en 1969. Vit et travaille à Bagnères-de-Bigorre.
Diplômée des Beaux-Arts, Victoria Klotz s’installe dans les Pyrénées, centrant sa pratique sur une expérience des territoires naturels et de l’animalité. Curieuse des rencontres que font les hommes avec la vie sauvage, elle s’intéresse aux histoires et aux mythes qui les fondent. Son intérêt pour la pensée de la nature l’amène à intervenir in situ, dans le cadre de commandes publiques, au sein de sites naturels ou d’espaces urbains
L’œuvre pour La Seine Musicale
La série de sculptures Les Hôtes du logis se déploie tout au long du parcours et met en scène des présences animales. Alors que nous considérons la ville comme un territoire essentiellement humain, elle est en réalité un écosystème investi aussi par les animaux. Les espèces animales présentées ici, plus vraies que nature, ont la particularité d’être des animaux commensaux, c’est à dire associés à une espèce différente – ici les humains – et profitant de ses aliments sans lui porter préjudice. Ces surprenants invités viennent chercher auprès de l’homme, le gîte et le couvert. Ils nous rappellent que, de tout temps, l’être humain et l’animal ont cohabité et partagé l’espace public.
Les Hôtes du logis, 2013
Mousse polyéthylène, bois, métal