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LIFER
Status in RD: Migarnte Raro / Rare Migrant
Estado de conservación:Preocupación menor (UICN 3.1)
Conservation status:Least Concern (IUCN 3.1)
Northern Harrier or marsh hawk / Gavilan Sabanero , Gavilan de Cienaga(Circus hudsonius or Circus cyaneus hudsonius) es un ave de rapiña
Se reproduce en todas partes del norte del hemisferio norte en Canadá y el extremo norte de los Estados Unidos. Mientras que muchas autoridades taxonómicas dividen el aguilucho septentrional y el aguilucho de gallina en especies distintas, otros los consideran conespecíficos.
Migra a áreas más al sur en invierno con aves reproductoras en áreas más al norte que se mueven hacia el extremo sur de los Estados Unidos, México y América Central. En las regiones más suaves del sur de los Estados Unidos, pueden estar presentes todo el año, pero el terreno más elevado está prácticamente desierto en invierno
Los aguiluchos norteños o de gallina cazan principalmente mamíferos pequeños Las especies presas preferidas pueden incluir ratones voladores, ratas de algodón y ardillas de tierra, complementando la dieta de vez en cuando son anfibios (especialmente ranas), reptiles e insectos (especialmente ortópteros)
Algunas tribus nativas americanas creen que ver un halcón en el día de su boda es un signo de un matrimonio largo y feliz. A diferencia de muchas aves rapaces, la gallina o los aguiluchos del norte históricamente han sido considerados favorablemente por los granjeros porque comen depredadores de huevos de codorniz y ratones que dañan los cultivos. Los aguiluchos a veces son llamados "buenos halcones" porque no representan una amenaza para las aves de corral, como lo hacen algunos halcones.
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The northern harrier or marsh hawk / Gavilan Sabanero , Gavilan de Cienaga(Circus hudsonius or Circus cyaneus hudsonius) is a bird of prey.
It breeds throughout the northern parts of the northern hemisphere in Canada and the northernmost USA. While many taxonomic authorities split the northern harrier and the hen harrier into distinct species, others consider them conspecific.
It migrates to more southerly areas in winter with breeding birds in more northerly areas moving to the southernmost USA, Mexico, and Central America. In milder regions in the southern US, they may be present all year, but the higher ground is largely deserted in winter
Northern or hen harriers hunt primarily small mammals Preferred prey species can include voles, cotton rats and ground squirrels, Supplementing the diet occasionally are amphibians (especially frogs), reptiles and insects (especially orthopterans)
Some Native American tribes believe that seeing a hawk on your wedding day is a sign of a long, happy marriage. Unlike many raptors, hen or northern harriers have historically been favorably regarded by farmers because they eat predators of quail eggs and mice that damage crops. Harriers are sometimes called "good hawks" because they pose no threat to poultry as some hawks do.
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Lugar de Observacion / Taken: Croton Point Park , Westchester County park , New York
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Scientific classification
Kingdom:Animalia
Phylum:Chordata
Class:Aves
Order:Accipitriformes
Family:Accipitridae
Genus:Circus
Species:C. hudsonius
Binomial name
Circus hudsonius
O Monte Farinha eleva-se, a um altitude de cerca de mil metros, ostentando no topo a venerada ermida de Nossa Senhora da Graça. Local mágico e cativante recheado de história e de vestígios arqueológicos, de lendas e de tradições. Local privilegiado para os amantes da natureza e emblemática referência desportiva, é destino obrigatório dos caminhos da fé, da religião e do turismo nacional e internacional.
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Mondim de Basto é um município português pertencente ao Distrito de Vila Real, região Norte. É um município com 171,87 km² de área, subdividido em 8 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Ribeira de Pena, a sueste por Vila Real, a sudoeste por Amarante, a oeste por Celorico de Basto e a noroeste por Cabeceiras de Basto.
Vila e sede de concelho, Mondim de Basto repousa numa chã fértil na margem esquerda do rio Tâmega e no sopé da grandiosa pirâmide verde do Monte Farinha, coroado pela ermida da Senhora da Graça.
in WikiPedia
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Vou tentar colocar 2-4 fotos por dia útil. Até considerei a idéia de fazer algo razoavelmente organizado, por tema e/ou ordem cronológica, mas vai ser impossível. Paciência.
E também vou tentar maneirar nos registros, clichês e fotos repetidas, mas vai ser ainda mais difícil.
Havana, Cuba.
Entrevistando um mafioso! =D
Eu: Bash, posso te chamar assim também? Então mostrou a cara no sol tem pouco tempo, mas já havia causado bastante por aqui. Você se considera um chaebol (Rico empresário coreano) ou um kkangpae (mafioso coreano)?
Bash: os dois, mas prefiro me imaginar apenas como um CEO com influencia.
Eu: um CEO? Você então realmente é podre de rico? Trabalha com o que?
Bash: Farmacêuticos, como chaebol eu sou dono de um laboratório farmacêutico que desenvolve e reproduz medicamentos para os humanos, afinal não se pode comer comida estragada, cuido para a manutenção de sua saúde!
Eu: somos vacas no abate...
Bash: vacas que as vezes nos envolvemos e temos filhos... e nos faz pensar se teríamos como não necessitar desse tipo de energia... então como kkangpae eu trabalho desenvolvendo um fármaco equivalente a uma alma humana não só em prazer como em energia fornecida, tudo ainda está em desenvolvimento, mas creio que eu esteja indo no caminho certo...
Eu: mas só isso não te tornaria um mafioso... abre o jogo Bash!
Bash: só vou te contar para eu ter uma garantia de que você fique quieto, ou já sabe o que eu faço... eu comando o trafico de almas, hoje essa pratica é proibida e como eu pretendo lucra com isso meu objetivo é impedir que os outros grupos façam esse contrabando obrigando todos a se interessarem por minha nova medicação! Também comando algumas casas noturnas, não podemos contrabandear almas, mas ninguém falou de humanos querendo compartilhar um pouco...
Eu: então além disso você é tipo um cafetão?
Bash: prefiro empresário noturno, mas não exatamente, não lidero um grupo de profissionais do sexo, mas ofereço um local onde demônios podem ir satisfazer seus desejos e humanos também, não é nada muito grave...
Eu: você recebe dinheiro tanto dos humanos como dos demônios... foi assim que conheceu a Erika?
Bash: não exatamente, foi há mais tempo, mas não quero falar disso agora...
Eu: e a tal mascara que você sempre usava? Por que parou de usar? Era para ela não te conhecer né? Safadinhos! GuG”
Bash: Ela nunca viu meu rosto e ainda uso mascara quando não quero ser reconhecido, e quem disse que esse é meu verdadeiro rosto? Posso muito bem ser alguém cheio de cicatrizes manipulando sua visão para o que eu quero...
Eu: e você também é um bruxo ou mago?
Bash: digamos apenas que tenho muitas habilidades que desenvolvi com os anos, ser eterno pode ser muito vantajoso para se aprender coisas novas!
Eu: e o Siwon, é seu filho não é? O que aconteceu com a mãe dele?
Bash: não gosto de falar de minha família, meus erros ou de como tudo aconteceu, basta saber que ele é meu filho e que pretendo assumi-lo... de que adianta eu ter tanto poder sendo que nem posso ter uma família não é mesmo?
Eu: foi algo complicado em seu passado então? Tem certeza que não quer falar nada? Estou te oferecendo um refugio!
Bash: e eu proteção, então como uma mão lava a outra creio que estejamos quites...
..... K ..... Desafio Filho Único A-Z
e
1/10 - Desafio Ostentassaum
Tenho dois vidrinhos dessa marca, da qual não sei nada (penso que é russa, mas tem esse ~France~ escrito no rótulo, então...). Este é o primeiro que uso e já virei fã!
Que esmalte maravilhoso, que acabamento original e lindo!!
Ele tem base cremosa azul turquesa e microglitter azul elétrico, mas o acabamento é diferente de qualquer esmalte com uma composição semelhante que eu já tenha usado, parece... sei lá, granito!? Também me lembrou muito a própria pedra turquesa, pois a cor e o brilho são idênticos.
Tem uma fórmula ótima de trabalhar e cobre bem com duas camadas. Fica bem lisinho na unha, seca rápido e com um brilho suave e acetinado, que considerei um pecado alterar com TC.
Estou apaixonada nazunha, não paro de olhar (e ostentar eheh). <3
Usei:
1x base Matt Up, DNA Italy
2x Call Of a Bluebell, Kaleidoscope
Vosges (France), 6.2011
"Il y avait un champ. Il y avait une haie composée d'énormes buissons qui encadrait ma vue. La haie, je la considérais comme sacrée - le bastion de l'esprit. Le champ, je le révérais, avec son herbe haute et attirante, sa courbe puissante."
>>> Patti Smith.......in: Glaneurs de rêves (1992)
Première expérience avec la laine d'acier pour créer des orbs. Malgré la laine qui étais difficile à allumer en raison de l'humidité, nous avons réussi à réaliser quelques clichés. En voici quatre que je considérais commme les plus intéressantes.
First experience with steel wool to create orbs . Despite the dificulty to light the wool du to the Humidity , we managed to make some shots. Here are four that I considered most interesting.
Agosto 2, 2011
Aunque este fenómeno se ve habitualmente en el equinoccio de otoño (21 de septiembre) en la fecha arriba mencionada se vio espectacular.
De primavera a otoño, visto el sol en el horizontge, migra de norte (derecha de la foto) a sur (lado izquierdo de la foto). Durante esta migración al ponese el so,l lo hace detrás de la Sierra del Rosario (en el Estado de Durango, algunos 50 kilómetros al poniente de Torreón) que es la que produce estas sombras y luces.
Ver el reflejo de este ocaso ¡¡¡EN EL ORIENTE!!! visitando mi
www.flickr.com/photos/jesusduarte/6007740836/in/photolist...
Plaza de los Fundadores. El monumento representa a Don Francisco y a Don Armando Martín Borque, fundadores del grupo Soriana. Sin embargo fue Don Pascual Borque el fundador del negocio conocido como La Soriana allá por finales del siglo XIX o principios del XX.
Please consider to visit a compositon of this image
www.flickr.com/photos/jesusduarte/15830922517/in/photolis...
16. januar
På min cykeltur, mødte jeg et svane par der på grund af det gode vejr det er idag, var gået i gang med at samle til reden, et kæmpe arbejde når man tænker på hvor stor den var sidste år.
On my bike ride, I met a swan couple who, due to the good weather it is today, had started collecting for the nest, a huge job when you consider how big it was last year.
El casco histórico de la ciudad de Alcalá de Henares y su universidad, fueron declarados Patrimonio de la Humanidad por la Unesco en 1998, en reconocimiento a su condición de primera ciudad universitaria planificada como tal que ha existido en el mundo
Los orígenes de la ciudad de Alcalá se remontan al nacimiento de la Complutum romana, ciudad que en sus más de cuatro siglos de existencia alcanzaría gran esplendor y una importancia que mantendría a lo largo de todo el periodo visigótico. Al período de dominación musulmana le debe Alcalá la construcción de una ciudad que con el tiempo será conocida como Al-Qalat-Nahar (El castillo del Henares) y de la que hereda su actual denominación.
Con la Reconquista Cristiana se produce la nueva reconstrucción en lo que supuso desde entonces su emplazamiento definitivo, en torno a lo que es hoy la Catedral Magistral. Sin embargo, hay que esperar a finales del XV para asistir al gran período de esplendor de la ciudad: en 1499 el Cardenal Cisneros funda la Universidad, produciéndose a partir de ese momento una renovación urbanística que convierte a Alcalá en una ciudad universitaria, siguiendo los cánones arquitectónicos clásicos.
Durante los siglos XVIII y XIX la ciudad inicia un periodo de decadencia. El traslado de la Universidad a Madrid en 1836 unido a las sucesivas desamortizaciones provocaron el cierre de varios conventos y el empobrecimiento del ya degradado ambiente cultural alcalaíno.
Hoy, tras la reinauguración de la Universidad en 1977, el desarrollo industrial de las últimas décadas y el reconocimiento como Ciudad Patrimonio de la Humanidad por la Unesco, Alcalá vive un período de expansión económica, turística y cultural desde el que se asoma al futuro con optimismo manteniendo estrechos lazos con su singular pasado.
Roma: Complutum
La conquista romana de la Carpetania parece que se inició con una campaña dirigida por M. Porcio Catón en el año 195 a. J.C. Posteriormente, los carpetanos, en alianza con vetones, vacceos y celtíberos, se constituyeron en una amenaza para Roma que ésta solucionó en el 192 a. C. por medio de Marco Fulvio. Las luchas terminaron, con la caída de Numancia, el año 133 a. C. en el que se inicia la pacificación, asentamiento y romanización de la zona.
No se tiene conocimiento de la fecha exacta en que los romanos ocuparon la ciudadela de San Juan de Viso y el castro del "Salto del Cura", pero las monedas del denominado "tesorillo de Zulema", parecen sugerir que antes de la mencionada caída de Numancia.
No obstante, en el año 80 a. J.C., durante las guerras entre Sertorio y Pompeyo, ya se menciona a Complutum, que en época de Augusto adquiriría gran importancia por su valor militar y como nudo de comunicaciones (entre vías primarias y secundarias se dice, en el "Itinerario de Augusto", que eran 23 las calzadas que permitían llegar a la ciudad).
La romanización empezaría en la población preexistente del cerro del Viso, cuyas fortificaciones se reforzarían a la vez que se tendía la red de calzadas. Posteriormente, con la paz de Trajano y de los Antoninos (siglo II), la población comenzará a descender al pie del cerro en busca de una zona con menos declive, más fértil y mejor comunicada.
Mosaico romano de las Cuatro Estaciones de la Casa de Baco en Complutum. En sentido antihorario desde arriba a la derecha: primavera, verano, otoño e invierno. El área que acabaría ocupando la urbe sería; desde la ladera del cerro del Viso hasta la actual nacional II (en la dirección norte-sur), y desde el Arroyo Torote hasta las puertas de Madrid y Santa Ana (en dirección este-oeste). Ello no excluye la existencia de edificaciones alejadas del casco urbano, como la villa que se descubrió en 1970 a la altura de la ermita de Nuestra Señora del Val. Complutum tenía el trazado típico de la ciudad romana, que arranca del campamento militar con dos calles principales que se cruzan; cardo y decumano.
La denominación de "Complutum" parece venir del verbo latino "compluere" que significa confluir o del término "compluo" (confluencia de aguas). El nombre sería bastante apropiado puesto que la población primitiva se encontraría en la "confluencia" de los ríos Henares y tenía la ciudad carácter de «civitas stipendiaria», es decir, que mediante el pago de un tributo o estipendio anual a la metrópoli conservaba el derecho a su autonomía y sus propios usos mientras no alterasen el orden establecido.
Durante la época visigoda la ciudad conservó su importancia, llegando a ser sede de obispado. En la Hispania visigoda fue sede episcopal de la iglesia católica, sufragánea de la Archidiócesis de Toledo que comprendía la antigua provincia romana de Cartaginense en la diócesis de Hispania.
Dominio Musulmán: Al Qalat La dominación islámica de la Península Ibérica arrinconó en las zonas más septentrionales de la Península a los pocos cristianos que conservaban su independencia. Los musulmanes, nuevos señores de casi la totalidad de la geografía hispana, requerían de un puesto fortificado en la ruta de Zaragoza a Toledo, que junto con las ciudades cercanas de mayor valor estratégico como Guadalajara o Talamanca, sirviera de apoyo a las razias que periódicamente se dirigían contra los reinos cristianos del norte. Estas fortificaciones tenían la función de impedir el descenso de las tropas enemigas hacia el curso medio del Tajo. Constituían, pues, las dos referidas ciudades y la fortaleza de Al-Qul’aya, levantada a orillas del Henares aguas arriba de la antigua Complutum, los tres puntos estratégicos que vigilaban y defendían el territorio frente al acceso de las huestes cristianas, que intentaban descender al valle del Jarama desde los altos de Somosierra, o llegar hasta el valle del Henares desde Atienza y las zonas orientales de Castilla, y desde Zaragoza
A principios del siglo X, el nuevo emplazamiento árabe de Alcalá no debía de ser más que una atalaya fortificada de reducidas dimensiones, a juzgar por terminología con que se la nombra en la primera noticia conocida que tenemos de Alcalá la Vieja. Según el Bayan-al Mugrib, en el año 920, reinando en Córdoba Abd-al-Rahman III, el gobernador de Guadalajara derrotó a una gran expedición de cristianos leoneses que había atravesado los puertos del Sistema Central con la intención de atacar Guadalajara. El emplazamiento que asediaron, cercano a Guadalajara, aparece reseñado como al-Qul’aya, que se puede traducir como “el castillejo”. Lévi-Provençal lo identificó como la pequeña fortaleza que precedió a la que dio nombre a la ciudad actual.
Parece ser que en el transcurso del siglo X esa pequeña atalaya aumentó sus fortificaciones, acompañándose este incremento defensivo del crecimiento de su población y de una mayor importancia urbana, sobre todo, si atendemos a su nueva denominación de Qal’at Abd-al-Salam, que puede traducirse como Castillo de Abd-al-Salam e incluso según algunos autores como Castillo del Príncipe de la Paz. Esta denominación aparece en las crónicas islámicas, al relatar la crisis del Califato cordobés en los primeros años del siglo XI.
Sería en el verano del año 1062 cuando Fernando I, al frente de un numeroso ejército, puso cerco a la ciudad musulmana, combatiéndola con ingenios para abrir brecha en sus muros, lo que obligó al rey Al-Ma’mun de Toledo a hacerse tributario suyo y rendirle parias para que levantase el asedio, a cambio de la entrega de grandes riquezas. Sin embargo, a pesar de la histórica conquista de Toledo por Alfonso VI en 1085 y de su dominio de la comarca inmediata, la fortaleza de Alcalá la Vieja continuaría bajo el dominio musulmán hasta que en 1118 el arzobispo de Toledo, Don Bernardo, llevó sus ejércitos al importante enclave de Alcalá, en donde consiguió rendir la plaza.
Edad Media: El Burgo de Santiuste El 3 de mayo de 1118 el arzobispo toledano Bernardo de Sedirac conquistó la plaza musulmana de Alkal'a Nahar o Alcalá la Vieja para Castilla pero este reino cedió Alcalá y su Tierra al Arzobispado de Toledo, pasando a ser la comunidad de Alcalá un señorío eclesiástico. Pronto, la ciudad gozaría de privilegios y Feria (data de 1184). El Burgo de Santiuste, Alcalá de Santiuste, Alcalá de San Justo o Alcalá de Fenares (nombre del s. XIV) sería un emergente centro de transacciones y mercado comarcal, lo cual haría incrementar la población considerablemente. No obstante, la aljama o judería y la morería alcalaína serían de las más notables de Castilla (la aljama complutense está considerada de tamaño medio. Algunos estudios la cifran en 5.000 judíos). Durante la Edad Media, Alcalá fue habitada pacíficamente por judíos, musulmanes y cristianos. En el siglo XII se suprimiría el obispado complutense en favor de la sede primada de Toledo.
El día 19 de diciembre de 1308 fue rubricado en la ciudad el tratado de Alcalá de Henares, suscrito por el rey Fernando IV de Castilla y por los embajadores del rey Jaime II de Aragón.
En 1345 y en 1348 tendrán lugar en la ciudad las Cortes de Castilla (léase también Cortes de Alcalá y Ordenamiento de Alcalá).
La ciudad y su alfoz de 25 villas fueron dotadas de dos fueros: el Viejo y el Nuevo (por Cisneros). A lo largo de los siglos, las aldeas del alfoz irían obteniendo la independencia como villas con ayuntamiento propio hasta que en el siglo XX el término municipal alcalaíno sólo tuviera a la ciudad como núcleo urbano.
Es conocida por su histórica universidad, la Universidad de Alcalá, que fue fundada por el Cardenal Cisneros. El 13 de abril de 1499 data la bula del papa Borgia Alejandro VI que autorizaba la creación del Colegio Mayor de San Ildefonso que fue la cabeza de la universidad. En 1508 se abrieron sus aulas y entre los colaboradores de Cisneros se encontraban importantes personalidades como la de Antonio de Nebrija. No obstante, el germen de la universidad alcalaína lo encontramos en el año 1293 con la creación de los Estudios Generales. Pronto la Universidad de Alcalá compitió con la de Salamanca y por sus aulas pasaron importantes personalidades,
La primera mujer a la que excepcionalmente se le consintió estudiar y alcanzar el grado de doctor en Artes y Letras fue María Isidra de Guzmán y de la Cerda (1785)
Carlos II concedió a la población el título de ciudad en 1678. A partir del siglo XVIII la ciudad perdió importancia a pesar de la construcción de nuevos monumentos como la Puerta de Madrid. A comienzos de ese siglo, Alcalá fue ocupada por los portugueses durante la Guerra de Sucesión.
Es universalmente famosa Alcalá por haber sido la localidad natal de Miguel de Cervantes Saavedra, novelista, poeta y dramaturgo que escribió la que está considerada la obra cumbre narrativa de la literatura española, El Quijote, que muchos críticos han descrito como la primera novela moderna y una las obras más leídas, traducidas y difundidas de la historia.
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The historic old town of Alcala de Henares and the University, were declared World Heritage by UNESCO in 1998 in recognition of his status as first planned university city that has existed in the world
The origins of the city of Alcalá back to the birth of Complutum Roman city in more than four centuries of existence had great splendor and importance, which would maintain throughout the Visigothic period. The period of Muslim rule owes Alcalá building a city that will eventually be known as Qalat Al-Nahar (The castle Henares) and which inherited its current name.
With the Christian reconquest the new reconstruction occur in what was from then its final position, around what is now the cathedral canon. However, we have to wait at the end of XV to attend the great period of splendor of the city in 1499 by Cardinal Cisneros founded the University, resulting from the time an urban renewal that makes Alcalá in a college town, following the classical architectural fees.
During the eighteenth and nineteenth centuries the city began a period of decline. Moving to Madrid University in 1836 joined the successive confiscations led to the closure of several monasteries and the impoverishment of already degraded cultural environment Alcala.
Today, after the reopening of the University in 1977, the industrial development of recent decades and the recognition as a World Heritage Site by Unesco, Alcalá is experiencing a period of economic expansion, tourism and culture from which peers into the future optimism maintaining close ties with its unique past.
Rome: Complutum
The Roman conquest of Carpetania seems that began with a campaign led by M. Cato in the year 195 a. J.C. Subsequently, the Carpetani, in partnership with vetones, vacceos and Celts, constituted a threat to Rome than it solved in 192 a. C. by Marco Fulvio. The fighting ended with the fall of Numancia, the year 133 BC C. in initiating the peace, settlement and Romanization of the area.
Nothing is known of the exact date when the Romans occupied the citadel of San Juan de Viso and castro "Salto del Cura", but the coins of the so called "little treasure of Zulema, seem to suggest that before such fall Numancia.
However, in 80 a. JC, during the wars between Sertorius and Pompey Complutum already mentioned, that in times of Augusto acquire great importance for its military value as a hub of communications (including primary and secondary roads, speaking on the "Route of Augustus" that there were 23 roads that allowed to reach the city).
Romanization begin in the pre-existing population of Mount Viso, whose fortifications were strengthened while he lay the network of roads. Later, with the peace of Trajan and the Antonines (second century), the population will start to fall at the foot of the hill in search of an area with less decline, more fertile and better communicated.
Roman mosaic of the Four Seasons of the House of Bacchus in Complutum. Counterclockwise from top right: spring, summer, autumn and winter. The area would end up occupying the city, from the slope of the hill to the current national Viso II (in the north-south) and from the Arroyo Torote to the gates of Madrid and Santa Ana (east-west) . This does not exclude the existence of buildings away from the village, as the villa was discovered in 1970 at the height of the shrine of Nuestra Señora del Val. Complutum had the typical layout of the Roman city, military camp, which starts with two main streets intersect; thistle and decumano.
The name "Complutum" seems to come from the Latin verb "compluere" meaning confluence or the term "Complutense" (confluence of waters). The name would be quite appropriate since the original population would be at the "confluence" of the river Henares and had the city's character "stipendiaria civitas', ie by paying a tax or annual allowance to the mother retained the right to autonomy and their own applications while not altering the status quo.
During the Visigothic period the city retained its importance, becoming home to the bishopric. In Visigothic bishopric was the Catholic Church, suffragan of the Archdiocese of Toledo who understood the ancient Roman province of Carthage in the diocese of Hispania.
Domain Muslim: Al Qalat Islamic domination of the Iberian Peninsula cornered in the northernmost parts of the Peninsula a few Christians who maintained their independence. Muslims, new masters of almost all Spanish geography, required for a fortified post on the route from Zaragoza to Toledo, which together with the nearby cities of greater strategic value as Guadalajara or Talamanca, serve to support the raids periodically were directed against the Christian kingdoms in the north. These fortifications were the function of preventing the descent of the enemy troops into the middle of the Tagus. They were, therefore, the two aforementioned cities and the strength of Al-Qul'aya, built on the banks of upstream Henares Complutum old, the three strategic points guarded and defended the territory from access by the Christian armies that tried down into the valley of Jarama from high Somosierra, or reach the valley of the Henares from Atienza and eastern parts of Castile, and from Zaragoza
In the early tenth century, the new Arabic site Alcalá should not be more than a fortified watchtower small in size, judging by terminology with which it is named in the first news we have known Alcalá la Vieja. According to Bayan-al Mugrib, in 920, ruling in Cordoba Abd-al-Rahman III, the governor of Guadalajara defeated a large Christian Leon expedition had crossed the ports of the Central System with the intention of attacking Guadalajara. The site that beset, near Guadalajara, appears as al-Qul'aya reviewed, which can be translated as "the chateau." Lévi-Provençal identified him as the little fort that preceded the one that gave the city its name today.
It seems that during the tenth century that little watchtower increased its fortifications, defensive accompanied this increase population growth and increased urban importance, especially if we consider the new name of Qal'at Abd-al-Salam , which translates to Castle Abd-al-Salam and even according to some authors such as Castle of the Prince of Peace. This name appears in Islamic chronicles, to relate the crisis of the Cordoba Caliphate in the early years of the eleventh century.
Would be in the summer of 1062 when Ferdinand I, in front of a large army, laid siege to the Muslim city, combating with mills to open a breach in its walls, forcing the king Al-Ma'mun of Toledo to become tax and pay him pariah to lift the siege, in exchange for the delivery of great riches. However, despite the historic conquest of Toledo by Alfonso VI in 1085 and his mastery of the immediate region, the strength of Alcalá la Vieja continue under Muslim rule until 1118 the archbishop of Toledo, Don Bernardo, took his hosts the important enclave of Alcalá, where he managed to pay the plaza.
Middle Ages: El Burgo de Santiuste The May 3, 1118 Archbishop Bernard of Toledo Sedirac won the Muslim seat Alkal'a Nahar and Alcalá la Vieja Castilla but the kingdom gave Earth Alcalá and the Archbishopric of Toledo, becoming Alcalá community an ecclesiastical dominion. Soon, the city would enjoy privileges and Exhibition (dating from 1184). El Burgo de Santiuste, Alcalá de Santiuste, Alcalá de San Justo or Alcalá de Fenar (name of the XIV century) would be an emerging market central and local transactions, which would increase the population considerably. However, the Jewish quarter and Moorish or Jewish Alcala would be the most notable of Castile (the Jewry complutense is considered medium size. Some studies put at 5,000 Jews). During the Middle Ages, Alcalá was peacefully inhabited by Jews, Muslims and Christians. In the twelfth century the bishopric complutense be deleted for the headquarters of Toledo.
On December 19, 1308 was signed the treaty in the city of Alcalá de Henares, signed by King Ferdinand IV of Castile and the ambassadors of King James II of Aragon.
In 1345 and in 1348 the city will take place in the Castile (read also cuts and Management of Alcalá Alcalá).
The city and its district of 25 villages were provided with two forums: the Old and New (by Cisneros). Throughout the centuries, the villages of the district would achieve independence and villas with own municipality until the twentieth century the town of Alcalá only had the city as an urban center.
It is known for its historic university, the University of Alcalá, which was founded by Cardinal Cisneros. On April 13, 1499 data of the bull of Pope Alexander VI Borgia authorizing the creation of the Colegio Mayor de San Ildefonso was the head of the university. In 1508 he opened their classrooms and among employees of Cisneros were important personalities like Nebrija. However, the germ is found Alcala University in the year 1293 with the creation of General Studies. Soon the University of Alcalá de Salamanca competed with and passed through its halls important personalities,
The first woman who was exceptionally agreed to study and achieve the degree of Doctor of Arts and Letters was María Isidro de Guzmán y de la Cerda (1785)
Charles II granted the title of city population in 1678. From the eighteenth century the city lost importance despite the construction of new landmarks like the Puerta de Madrid. At the beginning of this century, Alcalá was occupied by the Portuguese during the War of Succession.
Alcalá is universally famous for being the birthplace of Miguel de Cervantes Saavedra, novelist, poet and playwright who wrote what is considered the masterpiece of Spanish literature, fiction, Don Quixote, which many critics have described as the first modern novel and one of the most widely read works, translated and disseminated in history.
Regeneration Society Condueños Main article: Society Condueños recovery would probably not have been possible were it not for the existence of "Society Buildings Condueños were University", which was the first private individual and society that was created in Spain to save and preserve an artistic heritage philanthropically. Condueños Society, a citizens' initiative that Alcala, 1851, watching the city's main buildings were to be auctioned, they decided to save the heritage of the city to make its money and creating a society whose sole purpose was to buy the iconic buildings University to avoid looting and in the future, to get around the city's Complutense University. Today, the buildings house the Society Condueños rector and several faculties of the University.
The Twentieth Century: Heritage Plaza de Cervantes. In the background, the remains of the parish of Santa Maria Maggiore: Oidor chapel and tower. The church of Santa Maria la Mayor was destroyed in a fire during the Spanish Civil War, losing most of the paintings housed. Among the remains were preserved, highlights the pile where Miguel de Cervantes was baptized. Alcalá is an agricultural city, military and until the 40 monasteries in the ceramics industry and Forges de Alcalá (rolling stock) predict the next industrial development 60. In 1968 he declared the old town as a Historic-Artistic, with 9 National Monuments. In 1977 the college was refounded in the city with the name of the Universidad de Alcalá, which has been a cultural renaissance in the city and artistic heritage recovery.
Tuim-de-asa-amarela.
Canary-winged parakeetA.
Tuim-de-asa-amarela, fotografado em Brasília, Brasil (Brazil).
geris versicolorus (Müller, 1776) ou Brotogeris chiriri chiriri - (Yellow-chevroned Parakeet): periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet
Maritaca fotografada em Brasília, Brasil.
Periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet.
Brotogeris versicolurus.
1. FICHA DO BICHO:
Nomes vulgares: Periquito-do-encontro-amarelo; Periquito-de-asa-amarela; Periquito-de-asas-amarelas; Periquito-estrela; Cotorra-de-las-amarillas (Espanha); Canary-winged-parakeet ou Yellow-chevroned-parakeet (EUA).
Nome científico: Brotogeris versicolorus chiriri (Vieillot, 1818)
Origem do Nome:"Periquito", origina-se do espanhol, periquillo. O termo designa aves da família dos Psittacidae (Psitacídeos).
Ordem: Aves
Família: Psittacidae (Psitacídeos)
Sub-gamília: Psittacinae
Gênero: Brotogeris spp.
Espécie: Brotogeris versicolorus chiriri (Vieillot, 1818). É uma subespécie do B. versicolorus (P.L.S. Muller, 1776), que pode ser encontrada também, como o nome de Psittacus versicolorus (Muller, 1776). Existem outras espécies como por exemplo, a B. chrysopterus (Tuipara-de-asa-laranja); B. sanctithomae (Tuipara-estrelinha); B. versicolorus (Periquito-de-asa-branca); B. viridissimus (Periquito-verde); B. tirica (Periquito-rei) entre outras. Ver site: www.vidadecao.com.br/cao/index2.asp?menu=curiosidade_peri...
geris versicolorus (Müller, 1776): periquito-de-asa-amarela; canary-winged parakeet
O colorido amarelo da asa, nas coberteiras superiores das rêmiges secundárias, e o amarelo-esverdeado da face ventral das rectrizes permitem a fácil identificação desta espécie. Apesar de ser menos abundante do que B. viridissimus, pode formar com ela bandos mistos. Nos E. U. da América do Norte, entre 1968 e 1974, houve importação de B. versicolorus, principalmente originários do Peru; alguns casais escaparam das gaiolas (ou foram soltos) e reproduziram-se na natureza, compondo atualmente bandos urbanos na Flórida, na Califórnia e em Porto Rico.
Alimentação: frutos, sementes, flores e néctar.
Nidificação: constroem o ninho em cavidades de árvores ou escavados em cupinzeiros arborícolas. Em áreas urbanas podem utilizar também os espaços sob telhas das edificações. Observações feitas em cativeiro mencionam 5 ovos brancos, medindo cerca de 23 x 19 mm e registram 26 dias para o tempo de incubação, que é tarefa da fêmea. Os filhotes deixam o ninho cerca de 8 semanas após o nascimento e são alimentados pelos pais com sementes e frutos regurgitados, mesmo após haverem abandonado o ninho.
Hábitat: campos com vegetação baixa e ilhas de matas intercaladas, bem como matas ciliares e cerradões.
Ver site: bibvirt.futuro.usp.br/especiais/aves_no_campus/f_psittaci...
Ipê-Roxo Bola (Tabebuia impetiginosa) -
Pau D'Arco Bark.
Recebe este nome em razão da forma de seus cachos de flores. Chega a atingir cerca de 8 a 12 metros de altura, dotada de copa alongada, tronco ereto de 60-90 cm de diâmetro com folhas compostas 5-folioladas e quando florido perde suas folhas. É encontrado desde o Piauí até Minas Gerais, Goiás e São Paulo, em geral nas regiões de cerrado e caatinga. Floresce nos meses de maio a agosto. Existem, ainda, outras espécies de ipê roxo, como o T. heptaphylla.Sua Madeira é muito pesada (densidade 0,96g/cm3) muito dura ao corte, resistente ao ataque de organismos xilófagos.
Nomes populares:
Ipê-roxo, Pau-d’arco-roxo, Ipê-roxo-de-bola.
Ipê roxo (Tabebuia avellanedae)
Nomes populares: ipê-roxo, pau-d’arco-roxo, ipê-roxo-da-mata, ipê-preto, ipê-rosa, ipê-comum, ipê-cavatã, lapacho, peúva, piúva.
Sabe-se que o ipê-roxo é a Tabebuia avellanedae, porém é muito comum haver confusão com a Tabebuia pentaphylla (ipê-rosa), inclusive alguns autores consideram a Tabebuia avellanedae e a Tabebuia impetiginosa da mesma espécie.
É o primeiro dos Ipês a florir no ano, inicia a floração em Junho, e pode durar até Agosto, conforme a árvore. Esta espécie se confunde bastante com outras também de flor roxa, como a Tabebuia impetiginosa e a Tabebuia heptaphylla, sendo considerado por alguns autores que a T. avellanedae e a T. impetiginosa seriam a mesma espécie. São muito utilizadas no paisagismo urbano, por sua beleza e desenvolvimento rápido.
É também utilizado contra as estomatites, úlceras de garganta e anemia. Anti-inflamatório, anti-cancerígeno, eczema.
O ipê (Ipê, em tupi-guarani, significa "árvore de casca grossa" e tabebuia é "pau" ou "madeira que flutua") - muitas vezes chamado de pau-d’arco - possui propriedades medicinais,sendo a casca em estudo para tratamentos. É apreciado pela qualidade de sua madeira, além de servir para fins ornamentais e decorativos. A árvore do ipê é alta, podendo chegar até 30 m (na cidade , em locais abertos chega a cerca de 10-15 m), bem copada e na época de floração perde totalmente as folhas para dar lugar às flores das mais variadas cores (brancas, amarelas roxas ou rosa) com belas manchas coloridas. É uma arvore originária do cerrado, não precisando de muita água, apenas no começo. É uma das árvores homologadas para plantio pelo fato de possuir raiz pivotante( para baixo), sem quebrar a calçada. Recomenda-se o plantio aonde haja bastante espaço para cima. Floresce no período de julho a setembro e frutifica de setembro a outubro. Destas sementes, que secam e abrem as vagens só nascem se estiverem secas. Os diversos tipos de ipê recebem os nomes conforme as cores de suas flores ou madeira. Os que mais se destacam são os seguintes: ipê-amarelo ou ipê comum, ipê-tabaco, ipê-branco, ipê-roxo ou ipê-rosa. Por muito tempo, o ipê foi considerado a árvore nacional brasileira. Contudo, no dia 7 de dezembro de 1978, a lei nº 6507 declara o pau-brasil a Árvore Nacional e, a flor do ipê, a flor do símbolo nacional.
Identifique seu Ipê:
* Amarelo : Folhas felpudas, pequenas em geral em formação de folhas por ramo.
* Roxo : Folhas lisas, as vezes serrilhadas na ponta, crescimento rápido.
* Branco : Folhas arredondadas.
* Rosa : Folhas grandes e suculentas ,talos verdes. crescimento rápido.A seguir, Texto, em português, do site "Catalão Notícias", que pode ser acessado no endereço portalcatalao.com.br/catalaonoticias/category_news.asp?ID...
Nesta época do ano, em que já se instala a “estação da seca” em Brasília, percebe-se em toda a parte o aumento de cores na vegetação. O sol pleno, entremeado pelo sibilar do vento frio, colabora com a natureza, fazendo desabrochar flores por toda parte, como se quisessem compensar-nos pela chegada da aridez desértica do inverno. De fato, tanta beleza nos distrai e nos alimenta com coragem para resistir bravamente à adversidade do clima, nos próximos cinco meses.
Uma das mais belas espécies que enfeitam a região é o ipê, adjetivado de acordo com a cor das suas flores. Há ipê amarelo, branco, rosa... Mas o mais famoso deles é o ipê roxo, cujo nome científico é Tabebuia avellanedae, com características muito interessantes. Por causa da sua coloração rosa e lilás intensos, é muito bem vindo em praças, jardins públicos e na arborização de ruas, avenidas, estradas e alamedas e também na recomposição da mata ciliar. Apesar de ser indicada para arborização urbana, não se recomenda plantar essa árvore em calçadas estreitas, com menos de dois metros e meio de largura, em locais com fiação aérea e ausência de recuo predial, porque a espécie atinge, na fase adulta, de cinco a oito metros de altura, com o raio da copa variando em torno de quatro a cinco metros.
Pouco antes da floração, suas folhas caem e surgem, no ápice dos ramos, magníficas panículas com numerosas flores tubulosas, perfumadas e atrativas para abelhas e pássaros. Por causa dessa formação tão parecida com bolas de flores nos galhos, os botânicos, que a descreveram pela primeira vez, deram-lhe o nome de 'árvore buquê'.
Vaidoso, o ipê roxo sai na frente dos de outras cores, mostrando sua beleza do início de junho até o final de setembro e, ainda, frutifica de julho a novembro. Versátil, adapta-se bem ao clima tropical úmido e subúmido, com inverno seco, mas sobrevive também no clima subtropical, com verão quente. Tem preferências por temperaturas entre 18 a 26 graus centígrados.
Mas, não é só de aparência que vive essa espécie. Praticamente toda a árvore produz e fornece matéria prima de excelente qualidade, que tem surpreendentes aplicações.
O tronco do ipê roxo tem sido utilizado em larga escala na construção civil, para confeccionar dormentes, tacos, portais, postes, eixos de roda, vigas; na construção naval como quilhas de navio; no mobiliário em geral, em batentes e degraus de escadas; em instrumentos musicais, bolas de boliche, entre outros.
Da casca, são extraídos ácidos, sais alcalinos e corante, que é usado para tingir algodão e seda, sem contar que está entre os produtos amazônicos mais procurados, com reconhecido poder medicinal.
Da entrecasca faz-se um chá que é usado no tratamento de gripes e depurativo do sangue.
As folhas são utilizadas contra úlceras sifilíticas e blenorrágicas. A espécie também tem propriedades anti-reumáticas e anti-anêmicas.
É tido como um poderoso auxiliar no combate a determinados tipos de tumores cancerígenos. É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele.
A extração predatória, realizada durante anos, quase levou a espécie à extinção. Devido à atuação governamental, reclamada pela comunidade científica, a produção, em princípio, é protegida, explorada e comercializada com a observância de critérios adequados. Um dos produtos mais importantes extraído do ipê roxo é o Lapachol, marca do princípio ativo naftoquinona, com reconhecida ação antiinflamatória, analgésica, antibiótica e antineoplásica [ataca qualquer tumor, benigno ou maligno].
O Laboratório Estatal de Pernambuco [Lafepe] é o proprietário da marca Lapachol desde 1978. Mas em 1969, já produzia e comercializava o produto como auxiliar no tratamento do câncer. Atualmente, a estatal pernambucana tem acordo com o Hospital Sírio Libanês, de São Paulo, na pesquisa de ensaios clínicos em seres humanos em tratamento de câncer, primordialmente o câncer de próstata.
Tão admirado pelos visitantes e transeuntes, cantado em versos e lido nas costumeiras crônicas da cidade, o Ipê Roxo já faz parte da tradicional paisagem brasiliense. Emociono-me diante dessa maravilha, carregada de flores cada vez mais belas, nas Quadras e Entrequadras, ao longo do Eixão, nos Parques e Chácaras que rodeiam a cidade, especialmente agora, quando contrasta com o brilho azulado e intenso do céu e o heróico e persistente verde dos gramados. É bom saber que ele só sairá de cena para dar lugar às bem aventuradas chuvas tardias da primavera, lá pelo mês de outubro.
.... considerando que provavelmente ficarei colocada nestas bandas.
O que me vale é que este é mesmo um dos sítios que acho mais bonitos do nosso país mas, não consigo deixar de estar revoltada com este sistema, com este Ministério, com esta nova legislação e, com os nossos queridos sindicatos.
A verdade é que eu já pertenço aos Quadros de Nomeação Definitiva da Zona de Setúbal há uns anos e agora sinto-me a andar de cavalo para burro. Cada vez que há novo concurso, sou OBRIGADA a concorrer ainda para mais longe.
Há três anos tinha havido uma grande conquista pelos QZP. Tínhamos, pela primeira vez em muitos anos, deixado de estar obrigados a concorrer a uma das quatro zonas que dividiam o país e, mesmo para o QZP a que pertencemos, estavamos apenas obrigados a fazer a afectação à zona toda. Para efectivar em escola, concorríamos apenas aquelas escolas que realmente nos agradavam. Eu, no último concurso apenas concorri a onze escolas para efectivar, todas elas escolas secundárias e todas elas a menos de 20 Kms da minha residência, o que me parecia bastabnte razoável. Para ficar numa escola básica ou numa escola a uma maior distância, preferia fazê-lo por um período limitado de tempo, concorrendo novamente no concurso seguinte para tentar aproximar-me da minha residência.
Agora, neste concurso, os Quadros de Zona Pedagógica vão ser sucessivamente extintos e vão passar a Quadros de Agrupamento ou a Quadros de Escola Não Agrupada, o que teoricamente não é mau, permite maior estabilidade quer para professores, quer para alunos mas....
.... os professores também precisam de estabilidade familiar. Também nós, professores de QZP somos pais e mães, também nós precisamos de dar um ambiente estável aos nossos filhos. Se vamos ainda para mais longe de casa como damos apoio aos nossos filhos? Como os acompanhamos nos seus percursos escolares? Como lhes damos um ambiente familiar estável?
Eu não percebo.
Não percebo que quem faz as leis e as muda a cada concurso que passa, não consiga antever as consequências da perversidade com que as escreve. Não percebo como o Ministério abre a bocarra para dizer que as coisas cada vez estão melhores, que corrigiu erros do passado, que negociou com os sindicatos mas, mesmo assim, coloca na legislação pontos que nas versões provisórias garantiu terem saído.
Não percebo os sindicatos, que dizem existirem por nossa causa, para nos defenderem, mas que teimam em manter-se calados acerca deste assunto, insistindo apenas em manter um braço de ferro acerca da avaliação de professores mas, dizendo alto e bom som que apenas entram na brincadeira se o jogo tiver as regras deles.
Não percebo! E nem quero perceber. Irrita-me continuar a ficar irritada com este sistema. E irrita-me saber que tenho razão mas, para variar, não tenho direito a ser ouvida, não tenho direito a reclamar porque o sistema a que pertenço é assim. Perverso! Sujeito-me às regras que existem e que se aplicam a quase todos; alguns, ao contrário do que o ministério diz, conseguem e dão a volta ao sistema, conseguindo gradualmente ocupar lugares e posições que de outra forma nunca conseguiriam ocupar.
Se não vejamos:
Decreto-Lei 51/2009 (regula o concurso para selecção e recrutamento do pessoal docente da educação pré -escolar e dos ensinos básico e secundário)
Artº 5º
2 — O concurso interno e o concurso externo visam a satisfação das necessidades permanentes de pessoal docente dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas.
3 — O concurso para a satisfação de necessidades transitórias visa suprir necessidades que não sejam satisfeitas pelos concursos interno e externo ou que ocorram no intervalo da sua abertura.
6 — A satisfação de necessidades transitórias é assegurada pela colocação de docentes dos quadros candidatos aos destacamentos por ausência da componente
lectiva, por condições específicas e para aproximação à residência familiar.
Consideram-se necessidades permanentes apenas aquelas que correspondem ao ensino formal, e apenas quando essas permitem que existam horários superiores a dezoito horas. Actualmente, e também por orientação ministerial, as escolas tendem a atingir os números de 50% de ensino formal e 50% de ensino formativo, onde se incluem todos os cursos CEF, Profissionais, Novas Oportunidades e, pasme-se, ensino formal nocturno. Assim, a grande maioria dos QZP que agora são obrigados a concorrer a todos os QA e QENA no concurso interno, passarão imediatamente para o ponto 6 ou, quando relativamente bem colocados na graduação do seu grupo, como é o meu caso, ficarão colocados em QA ou QENA, mas gradualmente mais afastados da sua área de residência. Mais à frente exemplificarei com casos concretos ou casos hipotéticos.
Artº 8º
2 — Para efeitos de preenchimento dos horários que, em resultado da variação de necessidades transitórias, surjam no intervalo da abertura dos concursos a que
se refere o número anterior, são abertos anualmente os seguintes concursos:
a) De destacamento por ausência da componente lectiva,(...)
b) De destacamento por condições específicas;
c) De contratação para o exercício temporário de funções docentes;
d) Da bolsa de recrutamento.
3 — A colocação de docentes dos quadros referidos nas alíneas a) e b) do número anterior mantém -se até ao limite de quatro anos, de modo a garantir a continuidade pedagógica, desde que no agrupamento de escolas ou escola não agrupada em que o docente foi colocado subsista componente lectiva.
Isto é, quando um QZP passa para o ponto 6 e, como eu, fica colocado longe de casa, na sua 21ª prioridade, para preencher uma vaga de um horário de 22 horas, existindo 3 vagas na sua 1ª prioridade mas com horário declarado de 17 horas (que entretanto, quando o docente lá chega, têm de facto, 22 horas), fica nessa escola não pelo período de três anos, como sucedeu no concurso anterior, mas agora por um período de 4 anos. Até nem me chateia nada. O primeiro ciclo dos meus queijinhos passou sem que eu estivesse ao pé deles para lhes poder dar a tão falada estabilidade familiar e apoio escolar. Neste concurso, vão passar o 2º ciclo e os primeiros anos do 3º ciclo, quem sabe se no 9º ano, ano de exames nacionais, eu possa novamente concorrer e vir para perto para os poder apoiar? Há sempre que manter a esperança.
Artº 12º
4 — Para efeitos do concurso interno, considera -se que os professores dos quadros de zona pedagógica, cuja candidatura não esgote a totalidade dos agrupamentos de escola ou escolas não agrupada do âmbito geográfico do quadro de zona pedagógica a que se encontram vinculados, manifestam igual preferência por todos os restantes agrupamentos ou escolas não agrupadas desse mesmo quadro de zona, fazendo -se a colocação por ordem crescente do código de agrupamento de escolas ou escola não agrupada.
Se te esqueceres de colocar no teu boletim as preferências daquelas escolas onde não queres mesmo ficar, não te preocupes que elas entram na tua lista e, por ordem crescente de código, ie, primeiro as escolas básicas 2+3 e, só no fim as secundárias. Se fores professor contratado, não te preocupes porque a essas escolas não és obrigado a concorrer. Vá-se perceber o porquê. Que me obriguem a fazer afectação para todas as escolas percebo, sou efectiva da zona e posso leccionar em qualquer escola da mesma, mas que me obriguem a concorrer para vaga efectiva de quadro de escola não me fazem engolir nem com molho de tomate!
Artº 14.º
Graduação dos candidatos
1 — A graduação dos candidatos detentores de qualificação profissional para a docência é determinada pelo resultado da soma dos valores obtidos, nos termos das
alíneas seguintes:
a) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
b) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
i) Do número de dias de serviço docente ou equiparado avaliado com a menção qualitativa mínima de Bom, nos termos do Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, contado a partir do dia 1 de Setembro do ano civil em que o docente obteve qualificação profissional para o grupo de recrutamento a que é opositor até ao dia 31 de Agosto do ano imediatamente anterior ao da data de abertura do concurso;
ii) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
c) A última avaliação de desempenho realizada nos termos do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário e dos Decretos Regulamentares n.os 2/2008, de 10 de Janeiro, 11/2008, de 23 de Maio, e 1 -A/2009, de 5 de Janeiro, nos termos seguintes:
i) Excelente — 2 valores;
ii) Muito bom — 1 valor;
Olha, olha, olha, e os sindicatos que garantiam que a avaliação não ia dar pontos no concurso! Pasme-se. O ano passado os contratados entregaram um relatóriozeco no final do ano e foram todos corridos a Bom, sem bem saber porquê mas.... atenção, houve escolas que atribuiram Muito Bons e Excelentes a esses relatóriozecos, sem se perceber porquê e esses contratados vão ser beneficiados no concursos, vão subir centenas de lugares na lista de graduação,vão passar à frente dos colegas, sem o fazerem por mérito próprio, mas apenas porque devem ser filhos ou sobrinhos de alguns senhores que bufaram cá para fora para lhes serem atribuidas essas classificações e perverterem o Sistema impossível de perverter. JOBS FOR THE BOYS RULES!!! Oh sindicalistas e vocês não dizem nada? Não fazem nada? Atão?....
d) Os candidatos dos quadros com formação inicial conferente do grau académico de bacharelato que, complementarmente à formação profissional inicial, tenham concluído um dos cursos identificados nos despachos referidos nos n.os 2 e 3 do artigo 55.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, até à entrada em vigor do Decreto -Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro,
podem optar, para efeitos de graduação profissional, entre a classificação profissional relativa à formação inicial ou a classificação conjunta da formação inicial e daquele curso;
Esta não percebo bem, but then again, tinha-me esquecido que eu sou só uma professorazeca que precisa que lhe expliquem as coisas muito devagarinho. O que me parece é que aqui diz que aqueles gaijos velhos, vinculados há anos com uma formação inferior a uma Licenciatura, frequentaram aqueles complementos de formação tipo Novas Oportunidades e agora até podem deixar de contar com as notas dos seus cursos anteriores e contar SÓ com os dezoitos e dezanoves atribuidos à papo seco. Será?
Artº 16.º
3 — Em caso de igualdade na graduação, a ordenação dos candidatos respeita a seguinte ordem de preferências:
a) Candidatos com a mais elevada menção quantitativa da avaliação de desempenho;
Plim.... aqui estão os JOBS FOR THE BOYS outra vez, os lindinhos dos Muito Bons e Excelentes, atribuidos sabe-se lá como, no ano passado, mesmo que empatados, passam à frente dos outros. Há que garantir que não se deixa de fora aquele professor que ainda agora entrou no ensino e a quem os dois pontos do Excelente só davam para empatar com a minha amiga PA, por exemplo, que anda nestas lides há mais tempo do que tem filhos! Oh, PA, se calhar não vais passar da cepa torta mesmo, desculpa lá mas o sistema é incorruptível. Legislou-se a corrupção!
Artº 27º
1 — Sempre que uma vaga de um lugar de quadro seja libertada por um candidato, é automaticamente colocada a concurso para ser preenchida pelo docente melhor posicionado na lista de ordenação, de acordo com a sua prioridade e manifestação de preferências.
2 — O concurso interno realiza -se com recuperação automática de vagas, de modo que cada candidato não seja ultrapassado em qualquer das suas preferências por outro candidato com menor graduação na mesma prioridade.
3 — Os lugares ocupados que excedam as necessidades dos quadros do agrupamento de escolas ou escola não agrupada são publicitados no aviso de abertura como vagas negativas do respectivo agrupamento de escolas ou escola não agrupada, não podendo ser objecto de recuperação.
Os pontos 1 e 2 parecem-me bem mas o 3, oh senhores, esse não. Esses são as tais necessidades não permanentes que correspondem a cerca de 30% do ensino actual. Atão eu não posso ser colocada nessas vagas e elas vão ser atribuidas a quem está menos graduado do que eu? Não é novidade, é só mais quatro anos. Já estive três anos na minha 21ª prioridade, estando na minha 1ª opção colocados 3 QZP (exactamente como eu) estando o mais graduado deles 400 lugares abaixo de mim. Porque é que contínuo a irritar-me com isto? Ganda parva.
Artº 33.º
[...]
Para efeitos de concurso interno, são considerados todos os lugares vagos e os resultantes da recuperação automática dos lugares dos quadros de agrupamento
de escolas ou escola não agrupada, sem prejuízo do disposto no n.º 3 do artigo 27.º
Reforça o que se diz anteriormente. Mas aqui dá direito a um aparte. Os Conselhos Executivos na pessoa do seu Presidente ou Director (quando estes entrarem) também vão conseguir entrar nos JOBS FOR THE BOYS se quiserem. Querem um exemplo? Aqui vai. Imaginemos que a escola tem 4 lugares no meu grupo que todos os anos são preenchidos por QZP's ou contratados, imaginemos que 3 desses lugares são as tais necessidades não permanentes da escola: os cursos CEF, Profissionais.... blá, blá e os outros todos. Imaginemos que a 4ª vaga corresponde a uma vaga efectiva da escola mas, o Presidente vai-se enganar e não a manda para a primeira parte do concurso porque só contabilizou 17 horas para esse horário, as outras 5 horas eram de um CEF, num dos outros horários deixou aquelas disciplina de BG que até tinha 10 horas semanais. Logo, eu não posso preencher essa vaga, ela passa para aquele ponto 6 que vimos anteriormente. Eu, vou para uma vaga na escola XPTO que até não queria concorrer, mas mesmo que me esqueça, ela entra no meu concurso. Nesta vai ficar aquele gaijo, 400 lugares abaixo de mim, QZP como eu mas que passou para o ponto 6. Mas porque razão ando eu nisto há tanto tempo? Não podia estar menos graduada? Sempre podia ficar ao pé de casa e estar com os meus queijinhos de vez em quando.
Artº 38.º
Necessidades transitórias
1 — Consideram -se necessidades transitórias as que não foram satisfeitas pelos concursos interno e externo, as que resultarem das variações anuais de serviço docente e as correspondentes à recuperação automática dos horários do destacamento por condições específicas e do destacamento por aproximação à residência familiar.
Olha, olha, claro que os destacamentos por condições específicas, tipo aquelas doenças crónicas têm que acontecer em simultâneo com a primeira parte, assim sempre se garantem mais umas quantas vagas para os BOYS! Aproximação à residência, só mesmo se for de um QZP que não faça fronteira com o teu. Só se eu concorresse ao Algarve para pedir para vir para Setúbal!
Artº 42.º
[...]
O destacamento por ausência da componente lectiva destina -se aos docentes que se encontrem numa das seguintes situações:
a) Providos em lugar dos quadros de agrupamento de escolas ou de escola não agrupada objecto de extinção, fusão, suspensão ou reestruturação que não foram transferidos;
b) Providos em lugar dos quadros de agrupamento de escolas ou de escola não agrupada a quem o respectivo director não distribuiu serviço lectivo, nos termos da alínea d) do n.º 4 do artigo 20.º do Decreto -Lei n.º 75/2008, de 22 de Abril;
c) Providos em lugar dos quadros de zona pedagógica não colocados no concurso interno ou que nos anos intercalares do concurso não tenham serviço lectivo atribuído.
Estes são os famosos Horários Zero! É sempre bom haver a possibilidade de o director poder dizer ao docente que ele não tem horário e que tem que concorrer a destacamento. Assim, naqueles casos em que o director não gosta daquele docente que tem na mania que sabe como funciona tudo e que lhe faz frente, corre-se com ele. Depois naquela parte equivalente às antigas cíclicas, contratam-se dois com horários de onze horas, que até ganham menos e andam caladinhos e contentes. Ou então, contrata-se logo o noivo da sobrinha, Eles têm que montar casa, caramba. Temos que ser uns prós outros.
Artº 43.º
1 — Para efeitos de colocação por ausência da componente lectiva, podem os docentes indicar as suas preferências de acordo com o disposto no artigo 12.º
2 — Na ausência de horários nas preferências manifestadas, a colocação dos docentes dos quadros de agrupamento de escolas ou escola não agrupada efectua-se para a área do concelho do lugar de origem ou de colocação, sendo que se o lugar de origem ou de colocação do docente se situar nas áreas dos concelhos de Lisboa e do Porto ou na área dos concelhos enunciados no número seguinte a colocação faz -se para lugares neles situados, independentemente do acordo do interessado.
3 — Para efeitos do número anterior, consideram-se, relativamente a Lisboa, os concelhos de Amadora, Odivelas, Vila Franca de Xira, Loures, Cascais, Sintra, Oeiras, Almada, Seixal, Barreiro, Montijo e Alcochete e, relativamente ao Porto, os de Matosinhos, Maia, Gondomar, Valongo e Vila Nova de Gaia.
4 — Sem prejuízo do número seguinte, os docentes dos quadros de zona pedagógica não colocados no concurso interno devem, além dos códigos referidos no artigo 12.º, manifestar preferências pelos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas do âmbito geográfico de um outro quadro de zona pedagógica, de entre os identificados no aviso de abertura do concurso, para o respectivo grupo de recrutamento.
Independentemente do acordo do interessado!!! Vais para culhões de Judas mas vais e não bufas! (Que me desculpem os mais puritanos pela linguagem).
Devem os QZP manifestar preferências por um outro QZP [...], no meu caso qual escolho? Beja? Vai até culhões de Judas! Talvez Évora? Não, também vai até culhões de Judas! Talvez para norte, será Lisboa uma boa opção? Não! Além de ir até culhões de Judas, ainda se é obrigado a pagar portagens. Eu, claro, como todos os professores tenho ajudas de custo para alugar um quarto em culhões de Judas ou, caso opte por ir e vir, também me pagam as deslocações, trocam-me o carro de serviço de dois em dois anos e contabilizam as horas das deslocações no meu horário. Mas estás-te a queixar porquê? Ingrata!
5 — Os docentes referidos no número anterior, caso não estejam colocados em 31 de Dezembro de cada ano e não tenham indicado preferências pelo âmbito geográfico do quadro de zona pedagógica nele mencionado, integram uma lista nominativa elaborada pela Direcção -Geral dos Recursos Humanos da Educação e a publicar no respectivo sítio.
6 — Os docentes que integram a lista nominativa são remunerados e colocados administrativamente pela Direcção -Geral dos Recursos Humanos da Educação
no desempenho de funções docentes, lectivas ou não lectivas no âmbito do quadro de zona pedagógica a que pertencem.
7 — Os docentes referidos no artigo anterior que não se apresentem ao procedimento previsto na presente secção são sujeitos à aplicação do disposto na alínea b)
do n.º 1 do artigo 22.º
O que é isto? Pagam-me para quê?
8 — O destacamento por ausência da componente lectiva mantém-se até ao limite de quatro anos, de modo a garantir a continuidade pedagógica, desde que no agrupamento de escolas ou escola não agrupada de colocação subsista componente lectiva.
9 — Sem prejuízo do número anterior, o docente pode optar por regressar ao seu agrupamento de escolas ou escola não agrupada de origem, nos anos intercalares nele referidos, se se vier a verificar a existência de componente lectiva correspondente àquela a que está obrigado nos termos dos artigos 77.º e 79.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
10 — Os docentes colocados nos termos do n.º 4 podem opor-se ao concurso para satisfação de necessidades transitórias no ano seguinte.
Olha, olha, o teu director declarou horário zero e tu não chateias por quatro anos, que fixe! Ainda vai durante este tempo às bodas da sobrinha e, quiçá, terá ainda a festa de baptizado do primeiro sobrinho-neto.
[....]
Sem mais comentários. Quando ficar colocada ali naquele pontinho que marquei no mapa e que nem pertence ao QZP ao qual estou vinculada com nomeação definitiva, vou e não bufo! O que me vale é que Alcácer é assim:
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Francisco Aragão © 2014. All Rights Reserved.
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Portuguese
É praticamente impossível visitar Goiás e não ouvir falar nele. Considerado o segundo maior bioma brasileiro, atrás apenas da Floresta Amazônica, o Cerrado tem grande representatividade no território goiano. Apesar do elevado nível de desmatamento registrado no Estado desde a criação de Brasília e a abertura de estradas, na década de 1960, e da expansão da fronteira agrícola, décadas de 1970 e 1980, Goiás conseguiu manter reservas da mata nativa em algumas regiões, até hoje alvo de discussões entre fazendeiros e ambientalistas. No entanto, o velho argumento utilizado para sua derrubada de que os troncos retorcidos e pequenos arbustos são sinais de pobreza da biodiversidade finalmente caiu por terra.
Na totalidade, incluindo as zonas de transição com outros biomas, o Cerrado abrange 2.036.448 km², o equivalente a 23,92% do território brasileiro, ou à soma das áreas de Espanha, França, Alemanha, Itália e Reino Unido (Fonte: WWF Brasil). E se considerada sua diversidade de ecossistemas, é notório o título de formação com savanas mais rica em vida a nível mundial, uma vez que sua área protege 5% de todas as espécies do planeta e três em cada dez espécies brasileiras, muitas delas só encontradas aqui.
Spanish
Es prácticamente imposible visitar Goiás y lo oyeron. Considerado como el segundo mayor bioma , sólo por detrás de la selva amazónica, el Cerrado tiene una representación significativa en Goiás . A pesar del alto nivel de deforestación registrada en el estado desde la creación de Brasilia y la apertura de caminos , en la década de 1960 , y la expansión de la frontera agrícola, los años 1970 y 1980 , Goiás podría tener reservas de vegetación nativa en algunas áreas hoy objeto de discusiones entre los agricultores y los ecologistas. Sin embargo , el viejo argumento utilizado para talar los troncos nudosos y pequeños arbustos son signos de la biodiversidad de la pobreza , finalmente se vino abajo .
En total, incluyendo las zonas de transición con otros biomas Cerrado cubre 2.036.448 kilometros ² , lo que equivale al 23,92 % del territorio brasileño , o la suma de las áreas de España , Francia , Alemania , Italia y el Reino Unido (Fuente: WWF Brasil ) . Y si tenemos en cuenta su diversidad de ecosistemas , es notorio con la cualificación de la sabana más rica de la vida en todo el mundo , ya que su área protege el 5% de todas las especies en la tierra y tres de cada diez especies brasileñas , muchas de ellas que sólo se encuentra en el presente documento.
English
It is practically impossible to visit Goiás and heard . Considered the second largest biome, behind only the Amazon rainforest , the Cerrado has a significant representation in Goiás . Despite the high level of deforestation recorded in the state since the creation of Brasilia and the opening of roads , in the 1960s , and the expansion of the agricultural frontier , the 1970s and 1980s , Goiás could have reserves of native vegetation some areas now subject of discussions between farmers and environmentalists. However, the old argument used to cut small bushes and gnarled trunks of biodiversity are signs of poverty, finally collapsed .
In total, including the transition zones with other Cerrado biome covers 2,036,448 km ², which is equivalent to 23.92% of the Brazilian territory , or the sum of the areas of Spain , France , Germany, Italy and the United Kingdom ( source : WWF Brazil ) . And if you consider the diversity of ecosystems , it is clear the qualifications of the richest savanna life worldwide , since its area protects 5% of all species on earth and three in ten Brazilian species , many of which are only found in this document .
http://www.goias.gov.br/paginas/conheca-goias/o-cerrado/
Un ciel d'une pureté rare pour cette journée de tournage dur le plateau du Saugué, qui offre une vue époustouflante sur le Cirque de Gavarnie, ce "colosseum de la Nature" selon Victor Hugo. Pour avoir une idée des dimensions renversantes de cet amphithéâtre sculpté par les glaciers de jadis, considérez la grande cascade : l'eau y chute sur plus de 420 mètres !
A stunning view on the Cirque de Gavarnie, at the very end of a valley curved out by a giant glacier. To get a sense of scale, stare at the great waterfall in the middle, and then realize that the water experiences a 420 meters (1380 feet) free fall !
Pentax K-5, Sigma 18-50 EX, polarizing filter.
Explore - Jul 2, 2009 # 282
Estas são daquelas minúsculas, que entram até em tupperware fechado, sabe?
As formigas são interessantes porque formam níveis avançados de sociedade. Todas as formigas, algumas vespas e abelhas, são considerados como insetos eusociais, fazendo parte da ordem Hymenoptera. Dois detalhes anatômicos podem distinguir as formigas de outros insetos da ordem Hymenoptera ápteros. Um deles é o primeiro segmento da antena, que em geral é mais comprido do que a cabeça. O outro é um pecíolo, segmento que une o tronco ao gáster.
As formigas estão incluídas em uma única família (Formicidae), sendo que existiam 12.351 espécies descritas, distribuídas por todas as regiões do planeta, exceto nas regiões polares. De acordo com Ted R. Schultz, em "In search of ant ancestors", as formigas são indiscutivelmente o gênero animal de maior sucesso na história terrestre constituindo 15 à 20% de toda a biomassa animal terrestre.
Acredita-se que o surgimento das formigas na Terra deu-se durante o período Cretáceo (há mais de 100 milhões de anos) .
As sociedades das formigas são organizadas por divisão de tarefas, muitas vezes chamados castas. As tarefas podem ser distribuídas pelo tamanho e/ou pela idade do indivíduo.
Curiosidades:
As formigas encontram-se em muitas fábulas e histórias infantis da cultura ocidental, representando o trabalho e esforço cooperativo, assim como agressividade e espírito de vingança. Em partes de África, as formigas são consideradas mensageiras dos deuses. Algumas religiões dos índios norte-americanos, como os Hopi, consideram as formigas como os primeiros habitantes do mundo. Outras usam picadas de formigas em cerimônias de iniciação, como teste de resistência.
A maioria das espécies de formigas domésticas são altamente repulsivas ao cravo, sendo este um bom agente para combater invasões.
(informações extraídas daqui: pt.wikipedia.org/wiki/Formiga)
O gaivotão é uma ave charadriiforme da família Laridae.
Alimentação
As gaivotas apresentam uma dieta generalista e oportunista, sendo capaz de utilizar vários habitats, diferentes presas, bem como a explotação de fontes antrópicas (Giaccardi et al. 1997).
Reprodução
No período de março a junho ocorre o deslocamento das gaivotas adultas para as ilhas, a demarcação de território e construção dos ninhos no solo, utilizando-se gramíneas, penas e até ossos de outras aves. Os primeiros ninhos com ovos são observados em junho, incrementando gradativamente até setembro, seguido de redução em outubro e ausência das gaivotas a partir de dezembro, ocorrendo a ocupação dos estuários e das praias do litoral catarinense (BRANCO & EBERT 2002).
Apresenta alto sucesso reprodutivo, cerca 70% dos ovos eclodiram e cerca de 50% dos filhotes sobreviveram até a fase de vôo. Os filhotes apresentaram um rápido crescimento, em 30 dias já estão grande o suficiente para voarem, o que os tornam aptos a escaparem os predadores.
Os principais predadores dessa espécie são os urubus, sendo a fase mais suceptível aos ataques foram a fase de ovo e os primeiros 15 dias de vida dos filhotes.
Os filhotes ao nascer são pardos e logo deixam o ninho escondendo-se na vegetação que, devido à coloração de sua plumagem, lhes proporciona boa camuflagem, sendo alimentados pelos adultos por longo período.
Hábitos
O crescimento de sua população tem causado o deslocamento de diversas outras espécies de aves e mamíferos marinhos de seus sítios reprodutivos, devido ao constante impacto da predação e parasitismo. Todas essas características tem feito com que muitos pesquisadores considerem essa espécie como uma praga nos ambientes costeiros.
istribuição Geográfica
Essa espécie apresenta ampla distribuição geográfica no hemisfério sul, ocorrendo no Atlântico desde o estado do Espírito Santo (Brasil) até a Terra do Fogo (Argentina), ilhas Malvinas, Geórgia do Sul, Sandwich do Sul, Orcadas do Sul e Shetland do Sul, bem como no litoral pacífico da América do Sul, África e Nova Zelândia.
Fonte: Wik Aves
Características
É a única gaivota no Brasil com maior porte, alcançando cerca de 58 centímetros de comprimento (Sick, 1997). Essas gaivotas podem ser separadas pelo padrão de plumagem em quatro classes de idade (Novelli, 1997).
O adulto possui o dorso e as partes superiores das asas negras, enquanto a cabeça e as partes inferiores são brancas. O bico é amarelo, com uma mancha vermelha na ponta da maxila. As pernas são amarelo-esverdeadas. Os juvenis possui plumagem das partes superiores castanho-acinzentada densamente salpicada de branco; as partes inferiores são brancas manchadas de castanho. O bico é preto e as patas são cinzento-rosadas.
La Juridiske Fakultet ou Faculté de Droit de l’université d’Oslo (UIO) au Karl Johans gate. 47, à Oslo en Norvège.
L’Universitet ou Université d’Oslo, fondée en 1811, est la plus ancienne université de Norvège. L’édifice néoclassique qui abrite la Faculté de Droit fut érigé en 1852 et domine au centre de la très joliment pavée, Universitetsplassen, avec, à gauche la Domus Bibliotheca et, à droite, la Domus Academica. Au fil des années, le nombre des étudiants augmentant, la plupart des facultés furent déplacées à Blindern en périphérie de la ville. Seule la faculté de droit maritime, la vieille bibliothèque, et une partie de l'administration sont restées là.
À l'occasion du centenaire en 1911, un nouvel auditorium a été créé dans le Hall cérémonial, la "Universite Aula" (building central). Cette salle, située à l'arrière du bâtiment principal, est reconnue pour ses fresques d'Edvard Munch que lui-même considérait comme sa plus grande œuvre.
Sorte de Champs-Élysées d'Oslo, Karl Johans Gate est l'avenue la plus célèbre et la plus animée du pays. La rue tient son nom du roi de Suède et de Norvège Karl Johan (règne 1818-1844). Percée en 1840 d'Est en Ouest, de la gare centrale au nouveau Palais Royal, la Karl Johans gate dessert (directement ou à proximité immédiate) tous les bâtiments officiels : cathédrale, Parlement, université, Théâtre national... et Palais royal. Bordée de grands hôtels et d'élégants cafés, la 2e moitié (partie haute) est plus solennelle, le Sorting (Parlement norvégien) s'y dresse et elle s'enfonce dans les jardins du Slottet (palais royal) et elle s'achève devant la statue de Karl XIV Johan (Charles XIV Jean ou Jean-Baptiste Bernadotte 1743-1844).
Entre ces deux édifices se trouvent l'université et le théâtre national. Populaire dès le 19e siècle, comme lieu pour être vus, aujourd'hui encore les jeunes s'y donnent rendez-vous. C'est également le lieu de tous les événements royaux et visites officielles.
Oslo est la capitale d'État de la Norvège. La ville s'est appelée Christiania de 1624 à 1924, selon l'ancienne graphie latine héritée du danois, ou communément Kristiania en dano-norvégien. Le 1er janvier 1925, elle a officiellement repris le nom d'un modeste faubourg, site historique de la première ville, fondée au fond de l'Oslofjord par Harald III et promue capitale royale sous Haakon V.
La ville, qui s'étend sur 450 km2, est restée en symbiose avec la nature par ses larges espaces verts et ses pistes de ski, bien que cet important nœud de communication ferroviaire et portuaire soit desservi par un réseau routier et autoroutier et de nombreux trains de banlieue.
Hey vocês, quanto tempo, né?!
Pois é, quem é vivo sempre aparece, tipo eu. -q Só vim aqui pra desejar um ótimo ano novo pra vocês, que só aconteçam coisas boas nas suas vidas e que tudo seja mágico. Tenho saudades daqui, demais mesmo, saudades de blendar (hoje em dia não consigo blendar mais nada, e perdi materiais), quem sabe um dia eu consiga fazer algo que preste, mas tá difícil. Anyway, vocês só estão melhorando cada vez mais, só vejo blends fodas por aqui, e é bom saber que vocês só evoluíram, haha.
Não vou marcar ninguém aqui na foto pois não quero acabar esquecendo de ninguém, mas quem me considera e sabe o quanto gosto, sabe que não preciso marcar aqui pra representar o quanto vocês fizeram o meu ano ser especial, é isso. HAPPY NEW YEAR! *-*
Passeios Literários da Graça ...
(Mariana Dias Coutinho, 2014, Lisbon)
As Poetisas
"Este mural e o percurso literário começam na esquina com o poema “Ser Poeta” da Florbela Espanca que considerei ser um bom inicio para o percurso. Sabia que gostava de tentar retratar ou agarrar nas características físicas de cada poetisa mas respeitando a minha metodologia de trabalho que assenta na apropriação de uma mancha ou outras características do suporte. Começo com a Sophia de Mello Breyner com a sua fada Oriana junto de si. Seguimos para a Florbela Espanca com todo o seu coração, o seu amor amor amor, os seus enamorados. O retrato da Natália Correia, aparece de seguida, fumando a sua célebre boquilha. Mais ou menos a meio representei uma leitura de poesia e as possíveis reações dos seus ouvintes e a última a ser retratada é a Angelina Vidal".
Localização: Travessa do Monte e Arco da Travessa do Monte
Parámetros :: Parameters :: Paramètres: Fuji FinePix SL1000; ISO 200; 0 ev; f 2.9; 1/20 s; Fuji lens, 4 mm.
Título :: Title :: Titre ::: Fecha (Date): Tarde de Abril :: Evening of April :: Après-midi d'Avril ::: 2015/04/05 19:28
(Es). Historia: León. España. Si abro la puerta del armario de los zapatos, tomo un par y los dejo caer al suelo desde una altura de unos centímetros, producirán un ruido que es suficiente para disparar instantáneamente una subrutina mental en Fray, que está dormitando en su cama. Se levantará rápidamente y se acercará a la puerta de la ventana que da al balcón; esperará a que le abra y saldrá a revisar la calle a la que bajará en unos minutos. Después de observar a la gente caminando, se dará la vuelta y me mirará desde el balcón por si he acabado de ponerme los zapatos. Si es así, entrará en casa e irá a esperar a la puerta de salida. Desafortunadamente no cerrará la puerta del balcón, la dejará como la vemos en la escena y tendré que cerrarla Yo.
Recordad a los Perros Mapaches Chinos, brutalmente asesinados en granjas para que luego luzcamos pieles que creemos bellas en nuestra ropas. Serán despellejados vivos para el posterior placer y disfrute de personas que ignoran totalmente el origen de estas pieles. Rechazad toda prenda que tenga el indicador de Piel de Perro Mapache Chino.
Toma: Después de centenares de veces de observar esta escena mientras me pongo los zapatos, me decidí por congelar el instante en una tarde soleada, donde la luz entra débilmente en la estancia. El fondo muy luminoso, el interior oscuro. Un tubo de luz que ilumina el suelo y la textura de la madera produciendo brillos irregulares. Muebles entre la oscuridad y con brillo en sus bordes, los sillones recortados sobre algunas zona luminosas o en silueta. Al fondo Fray, haciendo de "atractor". Tras esos estudios en postura forzada, atándome los zapatos, me doy cuenta de que la altura Fray es más atractiva que la mía propia. Así que uno de esos días voy por la cámara antes que por los zapatos y espero a que Fray retorne a la puerta para mirar si ya los tengo puestos.
Tratamiento: Con Aperture. Original en JPG. La imagen es premeditadamente oscura, por lo que tiendo a cerrar aún más las luces para conseguir un poco más de detalle en la cortina de la puerta entreabierta. Hago más densas las sombras, lo que en este caso interpreto como las "luces oscuras" de la escena. Incremente la definición, también ligeramente la vibración de color y solamente un poco el contraste. No encuentro sentido aplicar una viñeta en este caso.
¡Eso es todo amigos!
(En). The History: León. Spain. If I open the door of the cupboard of the shoes, I take a couple and leave them to fall to the soil from a height of a few centimeters, they will produce a noise that is sufficient to shoot instantaneously a mental subroutine in Fray, who is dozing in his bed. It will get up rapidly and will approach at the edge of the window that gives to the balcony; it will hope that it opens him and will go out to check the street to which it will go down in a few minutes. After observing the people walking, will give the return and will look at me from the balcony for if I have finished of putting on the shoes. If it is like that, it will enter house and will be going to wait at the edge of exit. Unfortunately it will not close the door of the balcony, will leave her since we her see in the scene and I will have to close it.
Remember to the Dogs Chinese Racoons brutally murdered in farms in order that then we illuminate skins that we believe beautiful in our clothes. They will be skinned alive for the later pleasure and persons' enjoyment that ignore totally the origin of these skins. Reject any article that has the leather indicator of Dog Chinese Racoon.
Taking up: After hundreds of times of observing this scene while I put on the shoes, I decided for freezing the instant during a sunny evening, where the light enters weakly the stay. The very luminous bottom, the dark interior. A pipe of light that illuminates the soil and the texture of the wood producing uneven brightness. Furniture between the darkness and with sheen in his edges, the armchairs cut away on some zone luminous or in silhouette. To the bottom Monk, doing of "atractor". After these studies in forced position, sticking the shoes, I realize that the height Monk is more attractive than own mine. So one of these days I go for the camera before for that for the shoes and I hope that Fray comes back to the door to look if already I have positions.
Treatment: With Aperture. Original JPG. The image is with premeditation dark, for what I tend to close furthermore the lights to obtain a bit more of detail in the curtain of the half-open door. I make the shades denser, which in this case I interpret as the " dark lights " of the scene. Increase the definition, also lightly the vibration of color and only a bit the contrast. I am not been sorry to apply an emblem in this case.
That's all folks !!
(Fr). Histoire: León. L'Espagne. Si j'ouvre la porte de l'armoire des chaussures, je prends une paire et il les laisser de tomber au sol depuis une hauteur de quelques centimètres, ils produiront un bruit qui est suffisant pour tirer instantanément sur un sous-programme mental chez Fray, qui sommeille dans son lit. Il se lèvera rapidement et s'approchera au seuil de la fenêtre qui donne sur le balcon; il attendra qu'il l'ouvre et sortira pour réviser la rue à laquelle il baissera dans quelques minutes. Pour observer les gens en marchant, le tour sera donné et me regardera depuis le balcon par si j'ai fini des chaussures se sont mises. S'il est tel, il entrera dans une maison et ira attendre au seuil d'une sortie. Il ne fermera pas malheureusement la porte du balcon, il la laissera comme nous la voyons dans la scène et j'aurai à la fermer.
Rappelez aux Chiens les Carcajous Chinois, brutalement assassinés dans des fermes pour que tout de suite nous éclairions des peaux que nous considérons des vêtements beaux dans notre. Ils seront écorchés vivants pour le plaisir postérieur et la jouissance de personnes qui ignorent totalement l'origine de ces peaux. Repoussez toute pièce qui a l'indicateur de Peau de Chien le Carcajou Chinois.
Prendre: Après les centaines de fois observer cette scène tandis que je me mets les chaussures, je me suis décidé pour congeler l'instant dans une après-midi exposée au soleil, où la lumière entre faiblement dans le séjour. Le fond très lumineux, l'intérieur obscur. Un tube de lumière qui illumine le sol et la texture en bois en produisant des éclats irréguliers. Des meubles entre l'obscurité et avec éclat à ses bords, les fauteuils découpés sur quelque zone lumineuses ou dans une silhouette. Au fond le Frère, en faisant de "un attracteur". Après ces études dans une posture forcée, en me troublant les chaussures, je me rends compte que la hauteur le Frère est plus attractif que propre la mienne. Donc l'un de ces jours je vais par la chambre avant que par les chaussures et attends que le Frère retourne à la porte pour regarder si j'ai déjà des postes.
Traitement: Avec Aperture. Origine JPG. L'image est avec préméditation obscure, par ce que je tends à fermer encore plus les lumières pour obtenir un peu plus de détail dans le rideau de la porte entrouverte. Je fais les ombres plus denses ce que dans ce cas j'interprète comme les "lumières obscures" de la scène. Augmentez la définition, aussi légèrement la vibration de couleur et seulement un peu le contraste. Je ne trouve pas senti appliquer une vignette dans ce cas.
Voilà, c'est tout!
Olá!
Finalmente acabei de postar as fotos do desafio, então começarei a colocar o que usei posteriormente a ele.
Bom, eu sei de toda a polêmica que essa marca ocasionou, porém recebi esse esmalte de um desapego, e como na época em que a marca causou problemas, eu nem pensava em me interessar loucamente por esmaltes, considerei em usá-la.
O holográfico não é absurdo como um Color Club e, depois de uns dias, o esmalte vai perdendo o brilho que tinha, mas foi fácil de esmaltar, além de ter durado um bom tempo.
Foto diferente da que costumo tirar dos pés porque fui para o Rio de Janeiro, então aí está o chão do Cristo Redentor. rs
Beijos e até mais!
O chamado Castelo Velho de Freixo de Numão localiza-se na freguesia e povoação de Freixo de Numão, concelho de Vila Nova de Foz Côa, distrito da Guarda, em Portugal.
Constitui-se em um sítio arqueológico, caracterizado pelos vestígios do que se acredita possa ter sido um castro pré-histórico. Implantado no alto de um esporão de xisto, aproveitando as condições naturais de defesa, é atualmente considerado um dos mais importantes povoados do Noroeste da Península Ibérica.
História
As campanhas arqueológicas realizadas até ao momento permitem acreditar tratar-se de um sítio com ocupação datada entre 3000 a.C. e 2000 a.C., entre a Idade do Cobre e a Idade do Bronze.
O sítio foi sondado pela primeira vez no início da década de 1980, vindo a ser pesquisado sistemáticamente, a partir de 1989 pela Profa. Susana de Oliveira Jorge, no contexto de uma ampla campanha de prospecção realizada na região, a fim de avaliar o seu potencial arqueológico e estabelecer aqueles pontos merecedores de uma pesquisa mais detalhada. Integra atualmente o Parque Arqueológico do Vale do Côa.
A primeira fase construtiva do sítio é anterior ao terceiro milênio a.C., quando se registrou uma breve ocupação que, entretanto, permitiu fossem erguidas estruturas habitacionais, como testemunham alguns buracos de poste, lareiras e fragmentos cerâmicos. Data desse período a edificação de um torreão com evidências de ter sido utilizado até cerca de 1300 a.C..
Uma segunda fase construtiva registou-se entre cerca de 2900 a.C. e o início do segundo milénio a.C., abrangendo a edificação, na cota mais alta do esporão, do que se considera um "monumento" de planta sub-elíptica delimitado por uma pequena muralha e complementado, a Sul, por um recinto subcircular, bem como uma plataforma intermédia circundada por uma rampa ou talude, com átrio. Datam deste período algumas cabanas a ele associadas e diversos fragmentos de cerâmica, dormentes e moventes graníticos, pontas de seta, pesos de tear, diversos objetos de cobre e um de ouro, contas de colar e outros elementos de adorno.
Uma terceira fase construtiva decorreu entre o início do segundo milénio a.C. e 1300 a.C., enquanto as primitivas estruturas continuavam a ser utilizadas, enquanto se reconstruia uma rampa e se erguiam estruturas perecíveis. Data desta fase um espólio constituído por vasos cerâmicos, com motivos decorativos.
Uma quarta fase construtiva, mais recente, consistiu na petrificação da zona "monumental".
Este sítio arqueológico encontra-se em classificado como Sítio de Interesse Público (SIP) desde 2010. pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_Velho_de_Freixo_de_Num%C3%A3o
By way of immediate action, a stand must first be made against thought, against mental processes. "I do not know" - it is said - "anything which, when unbridled, uncontrolled, unwatched, untamed, brings such ruin as thought, and I do not know anything which, when bridled, controlled, watched, tamed, brings such benefits as thought."
Thought, which everyone lightly says is "mine," is, in reality, only to a very small degree in our power. In the majority of cases, instead of "to think" it would be correct to say "we are thought" or "thought takes place in me." In the normal way, the characteristic of thought is its instability. "Incorporeal" - it is said - "it walks by itself": it "runs hither and thither like an untamed bull." Hard to check, unstable, it runs where it pleases. In general, it is said that, while this body may persist one year, two years, three years or even up to a hundred years and more in its present form, "what we call thought, what we call mind, what we call consciousness arises in one manner, ceases in another; incessantly, night and day"; "it is like a monkey who goes through the forest, and who progresses by seizing one branch, letting go of it, taking hold of another, and so on."
The task is to "arrest" thought: to master it and to strengthen the attention; to be able then to say: "Once this thought wandered at its fancy, at its pleasure, as it liked: I today shall hold it completely bridled, as a mahout holds a rut-elephant with his goad."
A few explanations.
If one day normal conditions were to return, few civilizations would seem as odd as the present one, in which every form of power and dominion over material things is sought, while mastery over one's own mind, one's own emotions and psychic life in general is entirely overlooked. For this reason, many of our contemporaries - particularly our so-called "men of action" - really resemble those crustaceans that are as hard-shelled outside with scabrous incrustations as they are soft and spineless within. It is true that many achievements of modern civilization have been made possible by methodically applied and rigorously controlled thought. This, however, does not alter the fact that most of the "private" mental life of every average and more-than-average man develops today in that passive manner of thought that, as the Buddhist text we have just quoted strikingly puts it, "walks by itself," while, half-unconscious, we look on. Anyone can convince himself of this by trying to observe what goes on in his mind, for example, when leaving his house: he thinks of why he is going out but, at the door, his thoughts turn to the postman and thence to a certain friend from whom news is awaited, to the news itself, to the foreign country where his friend lives and which, in turn, makes him remember that he must do something about his own passport: but his eye notices a passing woman and starts a fresh train of thought, which again changes when he sees an advertisement, and these thoughts are replaced by the various feelings and associations that chase each other during a ride through the town. His thought has moved exactly like a monkey that jumps from branch to branch, without even keep-ing a fixed direction. Let us try, after a quarter of an hour, to remember what we have thought - or, rather, what has been thought in us - and we shall see how diffi¬cult it is. This means that in all these processes and disordered associations our consciousness has been dazed or "absent." Having seen this, let us undertake to follow, without disturbing them, the various mental associations. After only a minute or two we shall find ourselves distracted by a flood of thoughts that have invaded us and that are quite out of control. Thought does not like being watched, does not like being seen. Now this irrational and parasitical development of thought takes up a large part of our normal psychic life, and produces corresponding areas of reduced activity and of reduced self-presence. The state of passivity is accentuated when our thought is no longer merely "spontaneous" and when the mind is agitated by some emotion, some worry, hope, or fear. The degree of consciousness is certainly greater in these cases - but so, at the same time, is that of our passivity.
These considerations may throw some light on the task that is set when one "ceases to go"; one reacts, one aims at being the master in the world of one's own mind. It now seems quite incomprehensible that nearly all men have long since been accustomed to consider as normal and natural this state of irrationality and passivity, where thought goes where it will - instead of being an instrument that enters into action only when necessary and in the required direction, just as we can speak when we wish to, and with a purpose, and otherwise remain silent. In comprehending this "according to reality," we must each decide whether we will continue to put up with this state of affairs.
In its fluid, changeable and inconsistent character, normal thought reflects, moreover, the general law of samsāric consciousness. This is why mental control is consid¬ered as the first urgent measure to be taken by one who opposes the "current." In un¬dertaking this task, however, we must not be under any illusions. The dynamis, the subtle force that determines and carries our trains of thought, works from the subconscious. For this reason, to attempt to dominate the thought completely by means of the will, which is bound to thought itself, would almost be like trying to cut air with a sword or to drown an echo by raising the voice. The doctrine, which declares that thought is located in the "cavern of the heart," refers, among other things, to thought considered "organically" and not to its mental and psychological offshoots. Mastery of thought cannot, therefore, be merely the object of a form of mental gymnastics: rather, one must, simultaneously, proceed to an act of conversion of the will and of the spirit; inte¬rior calm must be created, and one must be pervaded by intimate, sincere earnestness.
The "fluttering" of thought mentioned in our text is more than a mere simile: it is related to the primordial anguish, to the dark substratum of samsāric life that comes out and reacts since, as soon as it feels that it is seen, it becomes aware of the danger; the condition of passivity and unconsciousness is essential for the development of samsāric being and for the establishment of its existence. This simile illustrates an experience that, in one form or another, is even encountered on the ascetic path.
The discipline of constant control of the thought, with the elimination of its automatic forms, gradually achieves what in the texts is called appamada, a term variously translated as "attention," "earnestness," "vigilance," "diligence," or "reflection." It is, in point of fact, the opposite state to that of "letting oneself think," it is the first form of entry into oneself, of an earnestness and of a fervid, austere concentration. When it is understood in this sense, appamāda constitutes the base of every virtue. It is also said: "This intensive earnestness is the path that leads toward the deathless, in the same way that unreflective thought leads, instead, to death. He who possesses that earnestness does not die, while those who have unstable thought are as if already dead." An ascetic "who delights in appamāda - in this austere concentration - and who guards against mental laxity, will advance like a fire, burning every bond, both great and small." He "cannot err." And when, thanks to this energy, all negligence is gone and he is calm, from his heights of wisdom he will look down on vain and agitated beings, "as one who lives on a mountaintop looks down on those who live in the plains."
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excerpt from The Doctrine of Awakening by Julius Evola
Colmar ist nach Strasbourg und Mulhouse die drittgrößte Stadt im Elsass und Hauptstadt des Département Haut-Rhin. Die Stadt liegt an der Elsässer Weinstraße und bezeichnet sich gern als Hauptstadt der elsässischen Weine. Die Stadt ist berühmt für ihr gut erhaltenes architektonisches Erbe aus sechs Jahrhunderten und für ihre Museen, darunter das Musée d’Unterlinden mit dem Isenheimer Altar.
In Colmar befinden sich zahlreiche bedeutende Bürgerhäuser aus dem Mittelalter und der Renaissance, die der Altstadt über die Jahrhunderte ihren mittelalterlichen Charakter erhalten haben.
Colmar is a commune in the Haut-Rhin department in Alsace in north-eastern France. It is the capital of the department. Colmar is also the seat of the highest jurisdiction in Alsace, the appellate court. It is situated along the Alsatian Wine Route and considers itself to be the "Capital of Alsatian Wine" (capitale des vins d'Alsace).
Huile sur toile, 150 x 130 cm, 1938, Moma, New York.
Le modèle de Balthus, Thérèse Blanchard, apparaît, comme le suggère le titre de cette œuvre, inconsciente de son environnement et perdue dans ses pensées. Blanchard avait environ douze ou treize ans lorsque l'artiste peignit cette toile. Elle apparaîtra dans au moins neuf autres compositions, seule, avec son chat ou son frère. Balthus, comme de nombreux artistes modernes, considérait l'enfant comme une source d'esprit brut, non encore façonné par les attentes de la société. De nombreux artistes d'avant-garde du début du XXe siècle, de Paul Gauguin à Edvard Munch en passant par Pablo Picasso, considéraient également la sexualité adolescente comme un puissant lieu de vulnérabilité psychologique et de désinhibition, et ils projetaient ces interprétations subjectives dans leurs œuvres. Bien que cela puisse paraître troublant à nos yeux aujourd'hui, Thérèse rêvant s'inspire de cette histoire (cf. Moma).
O artista Alexandre Farto, mais conhecido por Vhils, é dos mais reconhecidos criadores de arte urbana a nível internacional. Nasceu em Lisboa em 1987, cresceu no Seixal, estudou em Londres e voltou recentemente às origens para nos impressionar.
Alexandre Farto Aka Vhils considera que o graffiti lhe deu a base para decidir o seu futuro profissional. Foi em Londres que conseguiu que a sua street art de retratos anónimos lhe dessem reconhecimento mundial. Das paredes passou para os posters publicitários, mas havia de ser novamente através das paredes, desta vez a esculpi-las, que conquistaria o mundo.
Foi no passado dia 25 de Março de 2018 que foi inaugurado no Barreiro o maior mural artistico de Vhils, num espaço que vai ligar o Parque Empresarial da Baía do Tejo ao centro da localidade e que nasceu no contexto de um projecto de requalificação da antiga zona industrial.
A obra designada "Sobe e Desce" está no Bairro de Santa Bárbara e estende-se num mural com mais de 150 metros, visando interpretar e imortalizar a vida industrial e fabril que historicamente marca aquele local.
A obra é meticulosamente impressionante! www.omelhorblogdomundo.pt/o-fantastico-mural-de-vhils-no-...
Foto: Pé de cacau da Praça da Jaqueira, Recife/PE - Brasil
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Querida Marina
FREI BETTO
Caíste de pé! Tu eras um estorvo àqueles que comemoram, jubilosos, a tua demissão, os agressores do meio ambiente
CAÍSTE DE pé! Trazes no sangue a efervescente biodiversidade da floresta amazônica. Teu coração desenha-se no formato do Acre e em teus ouvidos ressoa o grito de alerta de Chico Mendes. Corre em tuas veias o curso caudaloso dos rios ora ameaçados por aqueles que ignoram o teu valor e o significado de sustentabilidade.
Na Esplanada dos Ministérios, como ministra do Meio Ambiente, tu eras a Amazônia cabocla, indígena, mulher. Muitas vezes, ao ouvir tua voz clamar no deserto, me perguntei até quando agüentarias.
Não te merece um governo que se cerca de latifundiários e cúmplices do massacre de ianomâmis. Não te merecem aqueles que miram impassíveis os densos rolos de fumaça volatilizando a nossa floresta para abrir espaço ao gado, à soja, à cana, ao corte irresponsável de madeiras nobres.
Por que foste excluída do Plano Amazônia Sustentável? A quem beneficiará esse plano, aos ribeirinhos, aos povos indígenas, aos caiçaras, aos seringueiros ou às mineradoras, às hidrelétricas, às madeireiras e às empresas do agronegócio?
Quantas derrotas amargaste no governo? Lutaste ingloriamente para impedir a importação de pneus usados e a transformação do país em lixeira das nações metropolitanas; para evitar a aprovação dos transgênicos; para que se cumprisse a promessa histórica de reforma agrária.
Não te muniram de recursos necessários à execução do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento da Amazônia Legal, aprovado pelo governo em 2004.
Entre 1990 e 2006, a área de cultivo de soja na Amazônia se expandiu ao ritmo médio de 18% ao ano. O rebanho se multiplicou 11% ao ano. Os satélites do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) detectaram, entre agosto e dezembro de 2007, a derrubada de 3.235 km2 de floresta.
É importante salientar que os satélites não contabilizam queimadas, apenas o corte raso de árvores. Portanto, nem dá para pôr a culpa na prolongada estiagem do segundo semestre de 2007. Como os satélites só captam cerca de 40% da área devastada, o próprio governo estima que 7.000 km2 tenham sido desmatados.
Mato Grosso é responsável por 53,7% do estrago; o Pará, por 17,8%; e Rondônia, por 16%. Do total de emissões de carbono do Brasil, 70% resultam de queimadas na Amazônia.
Quem será punido? Tudo indica que ninguém. A bancada ruralista no Congresso conta com cerca de 200 parlamentares, um terço dos membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
E, em ano de eleições municipais, não há nenhum indício de que os governos federal e estaduais pretendam infligir qualquer punição aos donos das motosserras com poder de abater árvores e eleger ($) candidatos.
Tu eras, Marina, um estorvo àqueles que comemoram, jubilosos, a tua demissão, os agressores do meio ambiente, os mesmos que repudiam a proposta de proibir no Brasil o fabrico de placas de amianto e consideram que "índio atrapalha o progresso".
Defendeste com ousadia nossas florestas, nossos biomas e nossos ecossistemas, incomodando quem não raciocina senão em cifrões e lucros, de costas para os direitos das futuras gerações. Teus passos, Marina, foram sempre guiados pela ponderação e pela fé.
Em teu coração jamais encontrou abrigo a sede de poder, o apego a cargos, a bajulação aos poderosos, e tua bolsa não conhece o dinheiro escuso da corrupção.
Retorna à tua cadeira no Senado Federal. Lembra-te ali de teu colega Cícero, de quem estás separada por séculos, porém unida pela coerência ética, a justa indignação e o amor ao bem comum.
Cícero se esforçou para que Catilina admitisse seus graves erros: "É tempo, acredita-me, de mudares essas disposições; desiste das chacinas e dos incêndios. Estás apanhado por todos os lados. Todos os teus planos são para nós mais claros que a luz do dia.
Em que país do mundo estamos nós, afinal? Que governo é o nosso?"
Faz ressoar ali tudo que calaste como ministra. Não temas, Marina. As gerações futuras haverão de te agradecer e reconhecer o teu inestimável mérito.
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CARLOS ALBERTO LIBÂNIO CHRISTO, o Frei Betto, 63, frade dominicano, escritor e assessor de movimentos sociais, é autor de, entre outras obras, "A Obra do Artista Uma Visão Holística do Universo". Foi assessor especial da Presidência da República (2003-2004).
Leça do Balio é uma freguesia portuguesa do concelho de Matosinhos, com 8,88 km² de área e 17 571 habitantes (2011). Densidade: 1 978,7 hab/km². Até 13 de Maio de 1999 a sua designação oficial era Leça do Bailio.
Presume-se que a palavra Leça ou Leza deriva do nome de uma villa romana chamada Decia, Villa Decia. Balio deve fazer alusão a um cavaleiro de grau superior ao de comendador, proprietário de balia, antiga comenda das ordens militares.
De acordo com várias investigações arqueológicas levadas a cabo na região, existem indícios da existência de monumentos megalíticos em freguesias vizinhas, o que poderá significar que Leça de Balio já era ocupada há milhares de anos, desde o período Neolítico. Indícios de um pequeno castro da idade do Ferro foram também encontrados na elevação de Recarei, hoje Lugar de S. Sebastião.
in Wikipedia
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O Rapto das Sabinas.
Escultura de Giambologna, nascido como Jean Boulogne (também conhecido como Giovanni da Bologna e Giovanni Bologna), foi um escultor Maneirista. Nasceu em Douai, Flandres (hoje na França), em 1529, e faleceu em Florença em 13 de agosto de 1608.
Giambologna tem sido considerado o mais perfeito representante do Maneirismo, e seu renome vem de suas obras cheias de movimento, com um precioso polimento de superfície. Entre as mais conhecidas estão o Mercúrio, do qual existem várias versões, o grupo do Rapto das Sabinas, um estátua de São Lucas, o grupo de Hércules e Nesso, e sua série da deusa Vênus, que estabeleceu um novo cânon de proporções para a figura feminina e se tornou modelo para duas gerações de escultores italianos e do norte da Europa. A divulgação de suas grandes obras em cópias reduzidas em bronze fez sua fama se espalhar pela Europa, e desde então seu prestígio não sofreu decréscimo. Seu estilo foi uma influência decisiva sobre De Vries, Puget, Tacca, Franqueville, Bernini e Algardi.
Em 1581 Giambologna iniciou a que hoje se considera sua obra-prima, o Rapto das Sabinas, finalizada em torno de 1582. Aparentemente a escultura não foi produto de encomenda, tendo sido realizada como demonstração de virtuosismo. Quando Francesco I viu a obra ficou tão entusiasmado que ordenou sua instalação em um local prestigioso, a Loggia dei Lanzi, na praça principal da cidade, junto ao Palazzo Vecchio. A presença ali de um trabalho anterior de Benvenuto Cellini, o Perseu, uma obra também célebre, levou o autor a sugerir um tema relacionado para batizar a obra. Por fim decidiu-se pela história das Sabinas. Um estudo preparatório conservado no Museu Nacional de Capodimonte mostra apenas duas figuras, mas o artista revisou a composição adicionando o velho na base. Existem dois estudos em cera em pequena escala mostrando o arranjo final, e um modelo em gesso em tamanho definitivo. Mais tarde a obra foi reproduzida inúmeras vezes em pequeno formato, se tornando peças cobiçadas por colecionadores.
O Rapto é um façanha em termos de técnica, esculpida em um único bloco de mármore, com 4,10 m de altura. A composição, de grande originalidade, é uma contribuição magistral para a solução de um problema estético que estava em debate desde décadas antes e havia sido apresentado formalmente por Benedetto Varchi em sua Inchiesta (1546), relativo à disputa sobre a primazia da escultura ou da pintura. Os defensores da escultura argumentavam que ela era superior pois oferecia mais de um ponto de vista para o espectador, e Cellini havia respondido dizendo que uma estátua idealmente não deveria ter menos de oitos ângulos satisfatórios. Esse debate inaugurava uma nova forma de ver o diálogo entre obra e público, exigindo deste uma participação maior, uma busca mais ativa na contemplação de vários ângulos, e não de apenas do plano frontal, como ocorre na pintura. O Rapto de Giambologna é uma composição do tipo figura serpentinata, de movimento helicoidal que pode ser visto em qualquer ângulo com sucesso, uma tipologia que havia sido proposta por Leonardo e explorada por Michelangelo, mas a peça de Giambologna é a primeira grande obra da arte renascentista a resolver todos os ângulos satisfatoriamente e oferecer pontos de interesse em qualquer posição
Segundo tradição romana, Rômulo, ou Rómulo, foi o primeiro rei de Roma, cidade que fundou com seu irmão Remo em 753 a.C. Após a fundação da cidade em 753 a.C., Rômulo preocupou-se em povoá-la. Como os recursos locais eram insuficientes, criou no Capitólio um refúgio para todos os banidos, exilados, devedores insolventes, assassinos e escravos fugidos da redondeza.
Diz a lenda que, dado que a população era constituída só de homens, Rômulo organizou um festival a Netuno e convidou os sabinos, povo vizinho, com suas filhas e mulheres. No auge das festividades, os romanos raptaram as sabinas solteiras e viúvas, levando-as para Roma. Os sabinos, reunidos sob o comando de Tito Tácio, atacaram Roma e, com ajuda de Tarpéia, conseguiram penetrar no Capitólio. Na batalha final, as sabinas, que já se haviam habituado a sua nova vida, interferiram para impedir a carnificina entre seus pais e maridos. Graças à intervenção pacificadora das mulheres, romanos e sabinos assinaram um tratado de paz. Os sabinos, com isso, se integraram a Roma, compondo a tribo dos Tities. Tito Tácio e Rômulo passaram a governar em conjunto. A partir daí os reis se revezavam: um latino, um sabino, sucessivamente.
O urso-de-óculos, urso-andino ou ainda urso-de-lunetas (Tremarctos ornatus) é o único urso característico da América do Sul e é considerado como uma espécie vulnerável, a mais vulnerável de todos os ursídeos, com exceção ao seu primo mais próximo, o panda gigante da República Popular da China. A pelagem do urso-de-óculos é negra e apresenta uma faixa de cor creme no focinho, pescoço e peito. A maior parte da dieta do urso-de-óculos é vegetariana, consistindo principalmente de frutos da época e de bromélias, as quais abundam nas árvores da florestas andinas, mas também cactos, brotos de bambu, milho, raízes, insetos, pequenos mamíferos e até mesmo carcaças de animais mortos (carniça). Os machos podem chegar a pesar cerca de 120 kg de peso enquanto que as fêmeas, bem menores, chegam a pesar 60 kg.
A gestação dura de 6 a 7 meses, nascendo no máximo 3 filhotes. Após o terceiro mês começam a caminhar e aos 6 acompanham a mãe nas suas deslocações. O urso-de-óculos presta cuidados parentais até ao primeiro ano das crias. São animais muito ágeis e excelentes trepadores de árvores. Como todos os ursídeos o urso-de-óculos possui um nariz extremamente aguçado, não existindo embalagens suficientemente capazes de esconder a existência de alimentos em sua presença, mesmo a longa distância, em seu habitat natural. A única maneira de evitar ser detectado pelo apurado sistema olfativo deste animal é tomando-se vantagem da direção do vento.
O urso-de-óculos é um animal solitário, com hábitos noturnos e crepusculares, que vive nas copas das árvores e que não hiberna. Esta espécie tem um comportamento extremamente dócil para com o Homem, excepto no caso de fêmeas que consideram as suas crias ameaçadas. Nestas condições já se registraram alguns acidentes graves.
Sabe-se muito pouco sobre a vida e hábitos do urso-andino até o presente momento (2006), especialmente se forem levados em conta o grande número de empreendimentos científicos dedicados ao estudo de outras espécies ursinas.
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The spectacled bear, Andean bear or bear-of-monoculars (Tremarctos ornatus) is the only bear characteristic of South America and is considered a vulnerable species, the most vulnerable of all ursídeos except its closest cousin, the giant panda's Republic of China. The coat of the spectacled bear is black and features a range of cream on the face, neck and chest. Most diet-spectacled bear is vegetarian, consisting primarily of fruits of the season and bromeliads, which abound in the trees of Andean forests, but also cacti, bamboo shoots, corn, roots, insects, small mammals and even carcasses of dead animals (carrion). Males can weigh about 120 kg while females, much smaller, weigh up to 60 kg.
Gestation lasts 6-7 months, babies born at most 3. Three months after start walking at 6 and accompanying her mother on their travels. The Spectacled Bear provides parental care until the first year of the offspring. These animals are very agile and excellent climbers of trees. Like all ursídeos the spectacled bear has an extremely pointed nose, with no packaging sufficiently able to hide the existence of food in their presence, even at long range in their natural habitat. The only way to avoid being detected by the olfactory system determined this animal is taking advantage of the wind direction.
The spectacled bear is a solitary animal, with crepuscular and nocturnal habits, who lives in the trees and do not hibernate. This species has an extremely docile behavior towards humans, except for females who consider their young threatened. Under these conditions have registered some serious accidents.
We know very little about the life and habits of the Andean bear at the present time (2006), especially when taken into account the large number of projects dedicated to the scientific study of other species ursinas.
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El oso de anteojos, oso andino o oso-de-anteojos (Tremarctos ornatus) es la característica único oso de América del Sur y es considerado una especie vulnerable, los más vulnerables de todos, excepto su ursídeos primo más cercano, República del panda gigante de China. El pelaje del oso de anteojos es de color negro y cuenta con una gama de crema en la cara, el cuello y el pecho. La mayoría de la dieta es vegetariana oso de anteojos, que consiste principalmente de frutas de la temporada y bromelias, que abundan en los árboles de los bosques andinos, sino también los cactus, y los brotes de bambú, maíz, raíces, insectos, pequeños mamíferos incluso los cadáveres de animales muertos (carroña). Los machos pueden llegar a pesar unos 120 kg, mientras que las hembras, mucho más pequeño, pesa hasta 60 kg.
La gestación dura 6-7 meses, los bebés nacidos a lo sumo 3. Tres meses después de empezar a caminar a las 6 y acompañaba a su madre en sus viajes. El Oso de Anteojos provee cuidado de sus padres hasta el primer año de la descendencia. Estos animales son muy ágiles escaladores y excelente de los árboles. Como todos los ursídeos el oso de anteojos tiene un olfato extremadamente señaló, sin embalaje suficientemente capaz de ocultar la existencia de alimentos en su presencia, incluso a larga distancia en su hábitat natural. La única forma de evitar ser detectados por el sistema olfativo determinado este animal se aprovecha de la dirección del viento.
El oso de anteojos es un animal solitario, de hábitos crepusculares y nocturnos, que vive en los árboles y no hibernan. Esta especie tiene un comportamiento extremadamente dócil hacia los seres humanos, excepto para las mujeres que consideran su joven amenazada. Bajo estas condiciones se han registrado algunos accidentes graves.
Sabemos muy poco acerca de la vida y costumbres del oso andino en la actualidad (2006), especialmente cuando se toma en cuenta el gran número de proyectos dedicados al estudio científico de ursinas otras especies.
O Jardim
Consideremos o jardim, mundo de pequenas coisas,
calhaus, pétalas, folhas, dedos, línguas, sementes.
Sequências de convergências e divergências,
ordem e dispersões, transparência de estruturas,
pausas de areia e de água, fábulas minúsculas.
Geometria que respira errante e ritmada,
varandas verdes, direcções de primavera,
ramos em que se regressa ao espaço azul,
curvas vagarosas, pulsações de uma ordem
composta pelo vento em sinuosas palmas.
Um murmúrio de omissões, um cântico do ócio.
Eu vou contigo, voz silenciosa, voz serena.
Sou uma pequena folha na felicidade do ar.
Durmo desperto, sigo estes meandros volúveis.
É aqui, é aqui que se renova a luz.
António Ramos Rosa, in "Volante Verde"
MÚSICA: George Winston - "Japanese Music Box (Itsuki No Komoriuta)"
By way of immediate action, a stand must first be made against thought, against mental processes. "I do not know" - it is said - "anything which, when unbridled, uncontrolled, unwatched, untamed, brings such ruin as thought, and I do not know anything which, when bridled, controlled, watched, tamed, brings such benefits as thought."
Thought, which everyone lightly says is "mine," is, in reality, only to a very small degree in our power. In the majority of cases, instead of "to think" it would be correct to say "we are thought" or "thought takes place in me." In the normal way, the characteristic of thought is its instability. "Incorporeal" - it is said - "it walks by itself": it "runs hither and thither like an untamed bull." Hard to check, unstable, it runs where it pleases. In general, it is said that, while this body may persist one year, two years, three years or even up to a hundred years and more in its present form, "what we call thought, what we call mind, what we call consciousness arises in one manner, ceases in another; incessantly, night and day"; "it is like a monkey who goes through the forest, and who progresses by seizing one branch, letting go of it, taking hold of another, and so on."
The task is to "arrest" thought: to master it and to strengthen the attention; to be able then to say: "Once this thought wandered at its fancy, at its pleasure, as it liked: I today shall hold it completely bridled, as a mahout holds a rut-elephant with his goad."
A few explanations.
If one day normal conditions were to return, few civilizations would seem as odd as the present one, in which every form of power and dominion over material things is sought, while mastery over one's own mind, one's own emotions and psychic life in general is entirely overlooked. For this reason, many of our contemporaries - particularly our so-called "men of action" - really resemble those crustaceans that are as hard-shelled outside with scabrous incrustations as they are soft and spineless within. It is true that many achievements of modern civilization have been made possible by methodically applied and rigorously controlled thought. This, however, does not alter the fact that most of the "private" mental life of every average and more-than-average man develops today in that passive manner of thought that, as the Buddhist text we have just quoted strikingly puts it, "walks by itself," while, half-unconscious, we look on. Anyone can convince himself of this by trying to observe what goes on in his mind, for example, when leaving his house: he thinks of why he is going out but, at the door, his thoughts turn to the postman and thence to a certain friend from whom news is awaited, to the news itself, to the foreign country where his friend lives and which, in turn, makes him remember that he must do something about his own passport: but his eye notices a passing woman and starts a fresh train of thought, which again changes when he sees an advertisement, and these thoughts are replaced by the various feelings and associations that chase each other during a ride through the town. His thought has moved exactly like a monkey that jumps from branch to branch, without even keep-ing a fixed direction. Let us try, after a quarter of an hour, to remember what we have thought - or, rather, what has been thought in us - and we shall see how diffi¬cult it is. This means that in all these processes and disordered associations our consciousness has been dazed or "absent." Having seen this, let us undertake to follow, without disturbing them, the various mental associations. After only a minute or two we shall find ourselves distracted by a flood of thoughts that have invaded us and that are quite out of control. Thought does not like being watched, does not like being seen. Now this irrational and parasitical development of thought takes up a large part of our normal psychic life, and produces corresponding areas of reduced activity and of reduced self-presence. The state of passivity is accentuated when our thought is no longer merely "spontaneous" and when the mind is agitated by some emotion, some worry, hope, or fear. The degree of consciousness is certainly greater in these cases - but so, at the same time, is that of our passivity.
These considerations may throw some light on the task that is set when one "ceases to go"; one reacts, one aims at being the master in the world of one's own mind. It now seems quite incomprehensible that nearly all men have long since been accustomed to consider as normal and natural this state of irrationality and passivity, where thought goes where it will - instead of being an instrument that enters into action only when necessary and in the required direction, just as we can speak when we wish to, and with a purpose, and otherwise remain silent. In comprehending this "according to reality," we must each decide whether we will continue to put up with this state of affairs.
In its fluid, changeable and inconsistent character, normal thought reflects, moreover, the general law of samsāric consciousness. This is why mental control is consid¬ered as the first urgent measure to be taken by one who opposes the "current." In un¬dertaking this task, however, we must not be under any illusions. The dynamis, the subtle force that determines and carries our trains of thought, works from the subconscious. For this reason, to attempt to dominate the thought completely by means of the will, which is bound to thought itself, would almost be like trying to cut air with a sword or to drown an echo by raising the voice. The doctrine, which declares that thought is located in the "cavern of the heart," refers, among other things, to thought considered "organically" and not to its mental and psychological offshoots. Mastery of thought cannot, therefore, be merely the object of a form of mental gymnastics: rather, one must, simultaneously, proceed to an act of conversion of the will and of the spirit; inte¬rior calm must be created, and one must be pervaded by intimate, sincere earnestness.
The "fluttering" of thought mentioned in our text is more than a mere simile: it is related to the primordial anguish, to the dark substratum of samsāric life that comes out and reacts since, as soon as it feels that it is seen, it becomes aware of the danger; the condition of passivity and unconsciousness is essential for the development of samsāric being and for the establishment of its existence. This simile illustrates an experience that, in one form or another, is even encountered on the ascetic path.
The discipline of constant control of the thought, with the elimination of its automatic forms, gradually achieves what in the texts is called appamada, a term variously translated as "attention," "earnestness," "vigilance," "diligence," or "reflection." It is, in point of fact, the opposite state to that of "letting oneself think," it is the first form of entry into oneself, of an earnestness and of a fervid, austere concentration. When it is understood in this sense, appamāda constitutes the base of every virtue. It is also said: "This intensive earnestness is the path that leads toward the deathless, in the same way that unreflective thought leads, instead, to death. He who possesses that earnestness does not die, while those who have unstable thought are as if already dead." An ascetic "who delights in appamāda - in this austere concentration - and who guards against mental laxity, will advance like a fire, burning every bond, both great and small." He "cannot err." And when, thanks to this energy, all negligence is gone and he is calm, from his heights of wisdom he will look down on vain and agitated beings, "as one who lives on a mountaintop looks down on those who live in the plains."
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excerpt from The Doctrine of Awakening by Julius Evola
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woodcut by Munch
By way of immediate action, a stand must first be made against thought, against mental processes. "I do not know" - it is said - "anything which, when unbridled, uncontrolled, unwatched, untamed, brings such ruin as thought, and I do not know anything which, when bridled, controlled, watched, tamed, brings such benefits as thought."
Thought, which everyone lightly says is "mine," is, in reality, only to a very small degree in our power. In the majority of cases, instead of "to think" it would be correct to say "we are thought" or "thought takes place in me." In the normal way, the characteristic of thought is its instability. "Incorporeal" - it is said - "it walks by itself": it "runs hither and thither like an untamed bull." Hard to check, unstable, it runs where it pleases. In general, it is said that, while this body may persist one year, two years, three years or even up to a hundred years and more in its present form, "what we call thought, what we call mind, what we call consciousness arises in one manner, ceases in another; incessantly, night and day"; "it is like a monkey who goes through the forest, and who progresses by seizing one branch, letting go of it, taking hold of another, and so on."
The task is to "arrest" thought: to master it and to strengthen the attention; to be able then to say: "Once this thought wandered at its fancy, at its pleasure, as it liked: I today shall hold it completely bridled, as a mahout holds a rut-elephant with his goad."
A few explanations.
If one day normal conditions were to return, few civilizations would seem as odd as the present one, in which every form of power and dominion over material things is sought, while mastery over one's own mind, one's own emotions and psychic life in general is entirely overlooked. For this reason, many of our contemporaries - particularly our so-called "men of action" - really resemble those crustaceans that are as hard-shelled outside with scabrous incrustations as they are soft and spineless within. It is true that many achievements of modern civilization have been made possible by methodically applied and rigorously controlled thought. This, however, does not alter the fact that most of the "private" mental life of every average and more-than-average man develops today in that passive manner of thought that, as the Buddhist text we have just quoted strikingly puts it, "walks by itself," while, half-unconscious, we look on. Anyone can convince himself of this by trying to observe what goes on in his mind, for example, when leaving his house: he thinks of why he is going out but, at the door, his thoughts turn to the postman and thence to a certain friend from whom news is awaited, to the news itself, to the foreign country where his friend lives and which, in turn, makes him remember that he must do something about his own passport: but his eye notices a passing woman and starts a fresh train of thought, which again changes when he sees an advertisement, and these thoughts are replaced by the various feelings and associations that chase each other during a ride through the town. His thought has moved exactly like a monkey that jumps from branch to branch, without even keep-ing a fixed direction. Let us try, after a quarter of an hour, to remember what we have thought - or, rather, what has been thought in us - and we shall see how diffi¬cult it is. This means that in all these processes and disordered associations our consciousness has been dazed or "absent." Having seen this, let us undertake to follow, without disturbing them, the various mental associations. After only a minute or two we shall find ourselves distracted by a flood of thoughts that have invaded us and that are quite out of control. Thought does not like being watched, does not like being seen. Now this irrational and parasitical development of thought takes up a large part of our normal psychic life, and produces corresponding areas of reduced activity and of reduced self-presence. The state of passivity is accentuated when our thought is no longer merely "spontaneous" and when the mind is agitated by some emotion, some worry, hope, or fear. The degree of consciousness is certainly greater in these cases - but so, at the same time, is that of our passivity.
These considerations may throw some light on the task that is set when one "ceases to go"; one reacts, one aims at being the master in the world of one's own mind. It now seems quite incomprehensible that nearly all men have long since been accustomed to consider as normal and natural this state of irrationality and passivity, where thought goes where it will - instead of being an instrument that enters into action only when necessary and in the required direction, just as we can speak when we wish to, and with a purpose, and otherwise remain silent. In comprehending this "according to reality," we must each decide whether we will continue to put up with this state of affairs.
In its fluid, changeable and inconsistent character, normal thought reflects, moreover, the general law of samsāric consciousness. This is why mental control is consid¬ered as the first urgent measure to be taken by one who opposes the "current." In un¬dertaking this task, however, we must not be under any illusions. The dynamis, the subtle force that determines and carries our trains of thought, works from the subconscious. For this reason, to attempt to dominate the thought completely by means of the will, which is bound to thought itself, would almost be like trying to cut air with a sword or to drown an echo by raising the voice. The doctrine, which declares that thought is located in the "cavern of the heart," refers, among other things, to thought considered "organically" and not to its mental and psychological offshoots. Mastery of thought cannot, therefore, be merely the object of a form of mental gymnastics: rather, one must, simultaneously, proceed to an act of conversion of the will and of the spirit; inte¬rior calm must be created, and one must be pervaded by intimate, sincere earnestness.
The "fluttering" of thought mentioned in our text is more than a mere simile: it is related to the primordial anguish, to the dark substratum of samsāric life that comes out and reacts since, as soon as it feels that it is seen, it becomes aware of the danger; the condition of passivity and unconsciousness is essential for the development of samsāric being and for the establishment of its existence. This simile illustrates an experience that, in one form or another, is even encountered on the ascetic path.
The discipline of constant control of the thought, with the elimination of its automatic forms, gradually achieves what in the texts is called appamada, a term variously translated as "attention," "earnestness," "vigilance," "diligence," or "reflection." It is, in point of fact, the opposite state to that of "letting oneself think," it is the first form of entry into oneself, of an earnestness and of a fervid, austere concentration. When it is understood in this sense, appamāda constitutes the base of every virtue. It is also said: "This intensive earnestness is the path that leads toward the deathless, in the same way that unreflective thought leads, instead, to death. He who possesses that earnestness does not die, while those who have unstable thought are as if already dead." An ascetic "who delights in appamāda - in this austere concentration - and who guards against mental laxity, will advance like a fire, burning every bond, both great and small." He "cannot err." And when, thanks to this energy, all negligence is gone and he is calm, from his heights of wisdom he will look down on vain and agitated beings, "as one who lives on a mountaintop looks down on those who live in the plains."
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excerpt from The Doctrine of Awakening by Julius Evola
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painting by Munch
Pour le marquis de Girardin il n'y avait pas dans ses théories paysagères que de l'esthétique ; il leur attribuait tout un rôle économique et social : Embellir la nature, c'était pour lui mêler l'utile à l'agréable. On commençait alors à goûter le pittoresque des lieux sauvages, et le « Désert » d'Ermenonville est un de ces endroits où les Français du XVIII° siècle s'aperçurent que certains détails de la campagne brute et inculte, pourraient émouvoir l'âme et même la charmer pendant quelque temps. Mais nos aïeux ne se sentaient pas encore des goûts d'ermites, et ils préféraient découvrir de leurs fenêtres les aspects riants d'une campagne fertile. Aussi embellir toutes les campagnes de France, c'était pour Girardin y créer toute la prospérité agricole de celles d'Angleterre. Il souhaitait ardemment voir tous les seigneurs revenir dans leurs terres, se consacrer à leur amélioration, s'efforcer de procurer l'aisance et la vie heureuse à leurs vassaux, par les richesses de l'agriculture. Le dernier chapitre de son petit livre est intitulé :
« Des moyens de réunir l'agréable à l'utile, relativement à l'arrangement général des campagnes ; but principal de tout cet ouvrage. »
Il commençait ainsi son chapitre (2) : « C'est surtout dans une florissante végétation que consiste le principal agrément d'un paysage autour d'une habitation ; et comme je l'ai déjà dit tant de fois, si l'on veut se procurer une véritable jouissance, il faut toujours chercher les moyens les plus simples, et les agréments les plus conformes à la nature, parce qu'il n'y a que ceux-là de véritables et dont l'effet soit sûr à la longue.
« La substitution de l'arrangement le plus naturel à l'arrangement le plus forcé doit donc en ramenant enfin les hommes au vrai goût de la belle nature, contribuer bientôt à l'accroissement de la végétation ; et par conséquent aux progrès de l'agriculture, à la multiplication des bestiaux; mais surtout à un arrangement plus salutaire et plus humain dans les campagnes, en assurant la subsistance des bras qui nourrissent les têtes dont les occupations réfléchies doivent servir à défendre ou à instruire le corps de la société.
« L'homme de bien, rendu à un air plus pur, et ramené dans les campagnes par les véritables jouissances de la nature, sentira bientôt que la souffrance de ses semblables est le spectacle le plus douloureux pour l'humanité ; s'il commence par des paysages pittoresques qui charment les yeux, il cherchera bientôt à former des paysages philosophiques qui charment l'âme ; car le spectacle le plus doux et le plus touchant est celui d'une aisance et d'un contentement universels.»
Quelle ferveur dans le « philosophisme » de ce noble idéologue ; le ton avec lequel il parle des « véritables jouissances de la nature », de « la souffrance de ses semblables, spectacle le plus douloureux », n'est-il pas celui d'un des premiers adeptes de la religion de l'humanité ?
Mais quels moyens pratiques a-t-il préconisés pour procurer tout ce perfectionnement, ou plutôt toute cette réforme agricole et sociale ? Nous allons résumer brièvement les développements de son chapitre, laissant au lecteur la faculté de juger la valeur de ses remèdes pour les maladies de l'Ancien Régime.
Il considérait comme nécessaire que tout paysan fût un petit cultivateur, installé au milieu de ses terres, et il demandait qu'une loi de « compact » substituât « l'arrangement le plus naturel à l'arrangement le plus forcé ». Par des échanges heureux, on obtiendrait la contiguïté de toutes les terres du même laboureur. Ce serait une transformation radicale de l'agriculture.
Il voulait aussi que les pâtures communes fussent au milieu des villages. C'aurait été des places d'agrément pour la promenade et les jeux des paysans : « Les habitants n'auroient qu'à ouvrir leurs portes, pour y laisser en liberté leurs bestiaux, sans avoir besoin, ni de pâtres, ni de chiens pour les garder et les tourmenter. La pauvre mère de famille, en filant sur le pas de sa porte, aurait du moins la consolation de voir jouer ses plus jeunes enfants autour d'elle, tandis que sa vache, son unique possession pâturerait tranquillement sur un beau tapis de verdure qui lui appartiendrait ; cette vue de sa propriété l'attacherait à son pays et lui ferait trouver plus pur l'air qu'elle y respire. Ces sortes de « places », même en Angleterre sont le plus agréable de tous les « jardins anglais » ; jusqu'aux animaux tout y paraît content. »
Girardin réclamait avec énergie, la grande réforme tentée par Turgot : la liberté du commerce des grains. Enfin pour couronner ces réformes, il n'hésitait pas à demander que la loi imposât également aux propriétaires l'obligation d'affermer en détail toutes leurs terres, afin que tout paysan puisse trouver travail et subsistance, critiquant amèrement la mode des grosses fermes.
« L'effet de cette disposition, écrivait-il, serait sans doute de se rapprocher dans l'ordre civil autant qu'il est possible de l'ordre naturel, par une plus grande facilité dans la culture et par une plus égale distribution de fruits de la terre. Alors plus il y aurait de cultivateurs, moins il y aurait de journaliers, le prix de leur journée augmenterait donc nécessairement par la diminution de leur nombre. Plus il y aurait de cultivateurs, plus il y aurait de concurrence, par conséquent moins de monopole ; le véritable prix des denrées comparativement à leur rareté, ou à leur abondance effective se rétablirait donc nécessairement par l'abondance du nombre des vendeurs moins opulents et la diminution d'acheteurs moins indigents. D'ailleurs les habitants de campagne garderaient d'abord leur propre subsistance, et se trouveraient intéressés à la plus grande valeur de leur excédent ; c'est alors que la liberté du commerce des grains pourrait s'établir sans la résistance de cette loi antérieure à toute argumentation et à toute convention humaine : la nécessité que tout ce qui respire soit nourri. »
Mélange curieux de rêveries et d'idées économiques assez précises, qui se terminait par le souhait de voir toutes les campagnes transformées en immenses parcs anglais aussi délicieux pour le cœur que pour les yeux.
D'aucuns diront : Tout cela est fort bien ; mais notre philosophe a-t-il commencé par appliquer ses théories, pour tout ce qui dépendait de son initiative personnelle ?
Il semble bien que oui. Il avait d'abord remarquablement transformé Ermenonville au point de vue agricole. Ses jardins étaient d'un bon revenu. Son moulin tournait activement toute l'année ; des bestiaux superbes étaient le principal ornement de ses prés ; ses eaux étaient poissonneuses. C'était, semble-t-il, un homme fort entendu en affaires. Ses papiers nous montrent un excellent maître de maison, et un administrateur de domaines ruraux, minutieux et de grand sens. Si tous les grands seigneurs s'étaient, comme lui et quelques-uns de ses contemporains, également préoccupés des améliorations de leurs terres, le développement agricole qui fut réel dans la seconde moitié du XVIII° siècle aurait atteint des proportions intéressantes, et aurait peut-être atténué la crise de l'Ancien Régime.
Mais il était précisément le propriétaire d'une de ces grosses fermes, qu'il critiquait si bien. Son intention fut de la morceler ; il semble même qu'il le fit avant la Révolution. Une note de la description d'Ermenonville publiée chez Mérigot, parle de différents enclos établis dans la plaine autour du village, pour constituer de petites métairies. Le seigneur philosophe en faisait des prix de vertu pour les plus méritants de ses paysans. Il avait établi, en outre, « un prix d'encouragement pour augmenter l'émulation et tâcher par des essais sur l'agriculture d'approcher des Anglais dans un art qu'ils ont si fort perfectionné ».
Peut-être, les habitants ne lui surent-ils pas beaucoup de gré de ses idées sociales, mais il en est souvent ainsi pour beaucoup de philanthropes. La Révolution cependant lui rendit hommage, et nous verrons qu'emprisonné pour l'imperfection de son « civisme » il fut relâché parce que sa présence fut reconnue nécessaire à la prospérité d'Ermenonville (3).
C'était un vrai philosophe, au sens que ce mot avait couramment au XVIII° siècle ; on le peut expliquer par cette définition : le philosophe était un homme réglant sur les lumières de sa raison, sans se préoccuper des traditions, ou plutôt, pour parler comme les gens de ce temps, des préjugés. Pour Girardin en particulier et pour les « Philosophes », l'aliment de ce « flambeau de la Raison » qui les éclairait tous, c'était en somme les sciences, du monde physique comme du monde moral. Elles n'étaient pas très avancées, mais on leur attribuait déjà une énorme valeur, et pour exprimer ce tour d'esprit avec plus de précision, c'était quelque chose d'analogue, toutes différences admises à la Science avec un grand S, dont il y a trente ans parlaient les contemporains de Taine et de Renan. Une note de Girardin, dans ses plans et dessins manuscrits pour la création d'Ermenonville est très suggestive pour expliquer les conceptions de nos aïeux, et le sens qu'ils donnaient au mot philosophie.
Le petit temple en ruines ou plutôt inachevé qui domine encore l'étang d'Ermenonville s'appelait : « Temple de la Philosophie moderne. » Profond symbole ; inachevé il représentait justement ces lumières de la Raison, cet édifice des connaissances humaines, auquel chaque penseur et chaque savant apporte sa pierre. Les plus grands sont les colonnes du temple ; et quels étaient-ils suivant Girardin ? leur choix est amusant et significatif : - Newton, avec cette devise : Lucem ; - Descartes : Nil in rebus inane ; - Voltaire: Ridiculum ; - W. Penn : Humanitatem (oui, W. Penn le fondateur des Quakers, qui n'ôtaient jamais leurs chapeaux); - Montesquieu : Justiciam ; - et enfin le plus grand, le plus cher au cœur de Girardin, J.-J. Rousseau : Naturam, sans parler de Montaigne à qui le temple lui-même était dédié.
C'étaient donc les grands hommes, qui selon le propriétaire d'Ermenonville, avaient le plus contribué à l'avancement des sciences et à la destruction des préjugés. Le guide des jardins disait avec orgueil, qu'il était plus facile d'obtenir un fauteuil à l'Académie qu'une colonne à Ermenonville, bien que des fûts couverts de mousse attendissent et attendent toujours d'être érigés en l'honneur des continuateurs du grand œuvre de la civilisation.
Le choix des philosophes honorés d'une colonne nous paraît un peu fantaisiste, car s'il ne faut pas s'étonner que saint Thomas, Pascal ou Malebranche n'en fussent pas, Girardin aurait pu songer à Bacon, à Keppler, à Galilée, etc., voire même à Gutenberg. En effet voici le début de la note marginale écrite par Girardin sur le plan de son temple : « La philosophie ancienne était bornée à la morale ; la philosophie moderne y réunit les avantages de la physique et de l'imprimerie qui communique les idées... » Cette note montre qu'il n'est pas hors de propos de dire que la « Philosophie » pour nos aïeux de 1770 était quelque chose d'analogue à la « Science » du XIX° siècle, le développement des connaissances et la conquête des choses par l'industrie humaine, dont le résultat final doit être le bonheur de l'humanité.
Aussi Girardin lui-même travaillait-il à l'œuvre philosophique en s'occupant avec beaucoup de goût de sciences. Il publia dans le Journal de physique de Rozier des « Observations sur les Eudiomètres ».
C'était avec un grand enthousiasme qu'il voyait le bonheur futur de l'humanité par la Philosophie. C'était un rêveur froid, mais un grand rêveur, en somme un idéologue parfait : il s'était composé une doctrine fixe, certaines directions générales dont il ne voulut jamais démordre. Sa confiance en sa « Philosophie » était une véritable foi : rien ne pouvait contredire ses idées préconçues, mais il trouvait en toutes choses des arguments en leur faveur.
Il avait deux auteurs favoris, l'un contemporain, J.-J. Rousseau, l'autre ancien, Montaigne. Aussi ai-je pu feuilleter les Essais, et le Contrat Social, le Discours sur la constitution de Pologne annotés de sa main. C'étaient ses bréviaires : il avait marqué un certain nombre de pensées en conformité avec ses idées, sur des sujets divers, et une petite liste de rubriques, sur la couverture des livres, renvoie aux pages qui contiennent ces pensées. Il se formait ainsi un petit dictionnaire philosophique par extraits de Montaigne et de Rousseau, prenant naturellement dans leurs œuvres tout ce qui était à l'appui de ses idées personnelles.
Il prisait fort Montaigne. On lit quelque part dans les Essais : « Ce n'est pas raison que l'art gaigne le point d'honneur sur notre grande et puissante mère Nature. Nous avons tant rechargé la beauté intrinsèque et richesse de ses ouvrages par nos inventions, que nous l'avons du tout étouffée ; n'est-ce que partout où sa pureté reluit, elle fait une merveilleuse honte à nos vaines et frivoles entreprises. »
Vincent van Gogh, né le 30 mars 1853 à Zundert, aux Pays-Bas, et mort le 29 juillet 1890 à Auvers-sur-Oise, en France, à l'âge de 37 ans, est un peintre et dessinateur néerlandais. Son œuvre pleine de naturalisme, inspirée par l'impressionnisme et le pointillisme, annonce le fauvisme et l'expressionnisme.
La Méridienne dit aussi La Sieste (1889–1890)
Huile sur Toile
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Contexte historique et généalogie de l’image
La toile a été réalisée entre décembre 1889 et janvier 1890, pendant le séjour de Van Gogh à l’asile de Saint-Rémy-de-Provence. Elle fait partie des œuvres de sa dernière période et figure aujourd’hui dans les collections du musée d’Orsay à Paris.
Van Gogh s’inspire ici d’un motif de Jean-Frédéric Millet : la composition provient d’un dessin (ou d’une gravure) lié aux « Quatre heures de la journée » / « La Sieste » de Millet. Van Gogh considérait Millet comme un maître de la représentation paysanne et a souvent repris et « traduit » ses compositions en intensifiant la couleur et la touche.
Description formelle (ce que l’on voit)
Format : huile sur toile, environ 73 × 91 cm (dimensions muséales).
Sujet : deux paysans allongés, un homme et une femme, reposant au milieu d’un champ fraîchement fauché ; à l’arrière-plan, meules, charrette et un paysan au travail. Près des dormeurs, détail important : les faucilles et une paire de sabots posés signes évidents du travail interrompu.
Composition et organisation spatiale
Van Gogh conserve la structure générale du modèle de Millet (deux figures allongées au premier plan, paysage agricole en profondeur) mais opère plusieurs choix formels qui transforment la scène :
La diagonale formée par le corps des dormeurs crée un mouvement visuel qui guide le regard de l’avant-plan vers l’arrière-plan.
Les meules et le champ derrière eux forment des masses géométriques simples (plans horizontaux et volumes arrondis) qui équilibrent la composition.
L’espace est relativement peu profond : Van Gogh aplatit légèrement les plans par le traitement de la couleur et des touches, privilégiant la surface picturale plutôt qu’une illusion d’espace profonde.
Couleur, lumière et touche
Palette : contraste marqué bleu / jaune les vêtements et ombres des dormeurs tirent vers des bleus froids, tandis que la paille, les meules et le sol sont dominés par des ocres, des jaunes chauds et des bruns. Ce contraste de complémentaires renforce la vibration chromatique et l’intensité lumineuse.
Lumière : l’effet est celui d’une lumière de midi, sèche et tranchée, qui écrase légèrement les volumes et accentue la chaleur du paysage méridional d’où le titre La Méridienne.
Pinceau : courte touche rythmée et nervurée, ondulations de la matière qui suivent les volumes (la paille, la texture des vêtements). Van Gogh « traduit » ici la structure du dessin originel en une « langue » picturale de couleurs et de coups de pinceau.
Sens et lectures possibles
Repos et dignité du travail paysan : la scène célèbre le repos du midi comme moment légitime et nécessaire après la tâche, sans pathos. Les objets de travail laissés à portée (faucilles, sabots) rappellent la réalité du labeur.
Translation symbolique : par la couleur et la touche, Van Gogh ne se contente pas de copier Millet ; il « traduit » l’économie de valeurs claires-obscures en une vibration chromatique qui donne à la scène une charge émotionnelle personnelle empathie, paix robuste mais aussi mélancolie contenue.
Rapport à l’artiste et à son état : peint pendant son internement, le choix du sujet paysans au repos peut être lu comme une quête de simplicité et de consolation dans la nature et les gestes humains ordinaires. La maîtrise intense de la couleur témoigne d’une énergie créatrice remarquable malgré les troubles personnels.
Technique et détails remarquables
Van Gogh amplifie les contrastes chromatiques et transforme la ligne millétienne en rythmes de peinture : par exemple, la répétition des coups de pinceau pour rendre la paille crée une texture proche du motif décoratif, presque ornemental.
Les vêtements bleus des dormeurs, loin d’être neutres, isolent les figures du paysage doré et focalisent l’attention ce bleu calme a aussi une valeur psychologique (repos, retrait).
Les éléments périphériques (le petit groupe de personnages/charrette à l’arrière) servent à inscrire la scène dans le cycle du travail agricole sans voler la primauté au repos des deux figures.
Position dans l’œuvre de Van Gogh
Cette œuvre appartient à la dernière période provençale de Van Gogh : recherches chromatiques intenses, reprise de modèles (Millet), et une peinture où la matière et le rythme pictural deviennent véhicule d’expression émotionnelle. La Méridienne illustre bien son processus : appropriation d’un motif rural traditionnel et transposition expressive par la couleur et la touche.
Observations finales (effet sur le spectateur)
La toile produit un double effet : au premier regard, une scène simple et calme deux personnes qui dorment puis, au second regard, une force picturale : la couleur et le geste de la main de Van Gogh transforment l’anecdotique en expérience visuelle palpitante. L’œuvre nous invite à comprendre le repos non comme absence mais comme moment riche, rythmé et essentiel, rendu par une peinture qui oscille entre compassion humaine et exaltation chromatique.
CES PHOTOS NE SONT PAS À VENDRE ET NE PEUVENT PAS ÊTRE REPRODUITES, MODIFIÉES, REDIFFUSÉES, EXPLOITÉES COMMERCIALEMENT OU RÉUTILISÉES DE QUELQUE MANIÈRE QUE CE SOIT.
UNIQUEMENT POUR LE PLAISIR DES YEUX.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Explore, 19 Dez, 2009
"Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver
daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela
menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela
chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir
quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
(...)
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a
essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta
com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não
foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados,
e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar de um
amor absolutamente sem fraudes, (...)
O essencial faz a vida valer a pena."
[ Rubem Alves]
(abre em outra aba)
Leça do Balio é uma freguesia portuguesa do concelho de Matosinhos, com 8,88 km² de área e 17 571 habitantes (2011). Densidade: 1 978,7 hab/km². Até 13 de Maio de 1999 a sua designação oficial era Leça do Bailio.
Presume-se que a palavra Leça ou Leza deriva do nome de uma villa romana chamada Decia, Villa Decia. Balio deve fazer alusão a um cavaleiro de grau superior ao de comendador, proprietário de balia, antiga comenda das ordens militares.
De acordo com várias investigações arqueológicas levadas a cabo na região, existem indícios da existência de monumentos megalíticos em freguesias vizinhas, o que poderá significar que Leça de Balio já era ocupada há milhares de anos, desde o período Neolítico. Indícios de um pequeno castro da idade do Ferro foram também encontrados na elevação de Recarei, hoje Lugar de S. Sebastião.
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I consider this rude and unwelcome.
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Deja vu, ILNP
Humm... Pra quem disse que não ia postar todos os dias. Tô com tempo mesmo 😂
Quando comprei o Deja vu, não tinha muitas expectativas de considerá-lo um holográfico espetacular (cof cof), tinha gostado da cor, apenas. Tanto é, que faz 1 ano e nem estava ansiosa pra usar, mas com o desafio surgiu a oportunidade de descobrir e não é que ele É MUITO PERFEITO?!!!
Pra começar, a cor: não tenho nenhum nesse tom de lilás tímido/cinza sujo de azul.
Não sei definir, quem conhece deixe dicas kkkk.
Fácil aplicação, passei 2 camadas por cima de uma base comum da Colorama, sem Tc.
E acontece que, na luz artificial já tem um prisma bonito, só que no sol, o trem escancara de vez. É muito perfeito! Sem noção isso.
Tive que bater a foto com os dedos assim de revesgueio, como diz a Giu ou a Ilana. 😂😂
Torcendo pro Honnor Roll não decepcionar tbm 💕
Petits écoliers, prenez garde ! Tata Delphine, votre inconsciente de maire, semble préférer la présence de voitures dévalant vos ruelles strictement piétonnes et préservées, plutôt que celle de vos petites personnes. Même si votre école se trouve au bout de la ruelle, envisagez un itinéraire alternatif. Votre santé en dépend. N'oubliez pas d'exprimer votre gratitude envers votre tata Delphine, même si son indifférence à votre égard est évidente. Soyez plus avisés qu'elle, ce qui n'est pas une tâche ardue, et ignorez sobrement son incompétence et sa sottise. Aucune estime ne mérite d'être accordée à de telles attitudes.
Young students, beware! Aunt Delphine, your oblivious mayor, seems to prefer the presence of cars speeding down your strictly pedestrian and preserved alleys rather than that of your little ones. Even if your school is at the end of the alley, consider an alternative route. Your health depends on it. Don't forget to express your gratitude to Aunt Delphine, even if her indifference towards you is evident. Be wiser than her, which is not a challenging task, and discreetly disregard her incompetence and foolishness. No esteem deserves to be granted to such attitudes.
Contact : le.grand.saccage@gmail.com
Un restaurant à Damme que je vous recommande.
Lamme Goedzak est un personnage du roman de Charles De Coster , La légende de Thyl Ulenspiegel et Lamme Goedzak (1867). Il est le meilleur ami de Thyl Ulenspiegel . Si Ulenspiegel lui-même est issu du folklore néerlando-germano-flamand, Lamme Goedzak est entièrement créé par De Coster. Malgré cela, il est devenu l'un des personnages folkloriques flamands les plus reconnaissables depuis.
Camille Huysmans , dans son commentaire sur De Coster, considérait Lamme Goedzak comme un modèle du Sancho Panza de Cervantes , le fidèle compagnon de Don Quichotte .
A restaurant in Damme that I recommend.
Lamme Goedzak is a character from Charles De Coster's novel, The Legend of Thyl Ulenspiegel and Lamme Goedzak (1867). He is Thyl Ulenspiegel's best friend. If Ulenspiegel himself comes from Dutch-German-Flemish folklore, Lamme Goedzak is entirely created by De Coster. Despite this, he has become one of the most recognizable Flemish folk characters ever since.
Camille Huysmans, in his commentary on De Coster, regarded Lamme Goedzak as a model of the Sancho Panza of Cervantes, the faithful companion of Don Quixote.
2G9A1804.jpg The Road Lima Huanuco
At the age of 29, American Noah Strycker, a birdwatching guide, decided to set a new record: to observe 5000 bird species in one year. On December 31, 2015, after traveling 41 countries, he wrote the impressive figure of 6042 in his log book.
In one of his articles he tells us:
"For many birders, the number of bird species sightings becomes a personal ambition. The list sometimes takes on the appearance of a competition. Jon Hornbuckle, a retired UK metallurgy expert, is at the top of the global charts. He has observed so far 9,600 species out of about 10,500 on the planet. In this list, Martin Edwards remains the Canadian with the highest score: 8450. Died at age 85 in Brazil, in 2012, during an ornithological expedition. Quebecker Guy Poisson has 5230 species in his notebook. Jean-Pierre Ouellet holds the Quebec record: 426 species observed out of the 457 listed. "
Personally, I love the story of the 85-year-old Quebecker who died in Brazil during an ornithological raid. Morbid will you tell me?
I have just returned from Peru (4850 meters above sea level, frost, snow, not only the landscapes that are breathtaking, rarefied oxygen makes every step of the climb a test - especially without acclimatization - then directly the Amazon at 40 ° and 100% moisture - the contrast is a shock even for an organism a priori healthy like mine. I caught during my passage Amazon an infection eyes transmitted by flies present in the Amazon canopy and Dengue fever - which has caused 15 very difficult days - by going to the marshes at night with my guide to take frogs in photo - my guide yet Amazon (but South) moreover, he has taken the two viruses and even the three: that of ocular infection, that of Dengue fever and the photo macro virus of amphibians - which is less serious, it seems to me.
All that to say that I was also with 2 American ornithologists who were 81 years old and seeing them so much suffering in the mountains or in the forest, I asked them: "Is it reasonable at your age?" Heinry, one of the two answered me: "I prefer to die during an ornithological expedition where I enjoy that, rather than in a sad room of hospital". It's obvious wisdom. This man was a professor of medicine in Boston. I think it will also be my point of view as I will get older.
About species records, as I reminded one of my Flickr friends who asked me the question, I am totally unable to say how many species of birds I have seen in my life. I do not care ; what motivates me is the discovery of birds, mammals, amphibians, vegetation and all that moves, breathes, crawls, runs and flies - and landscapes too. I never feel as good as in the mountains, in the jungle or in a desert. Suffice to say that I flee cities a little, although I like people - individually but not all at once, when they run in all directions. It's a lifestyle that scares me and makes me dizzy.
So, to finish on an impressive figure, Alex Durand who was our guide on this last Peruvian expedition observed in his life - he is 42 years old - 1750 species of birds in Peru. He was at 1749 and he observed his 1750th species with us. What is even more impressive in this man, still very young, is that he is able to instantly identify each of these species through their song. If we consider that each species has at least 3 forms of song: seduction, territory and warning signal, I let you evaluate the extent of the task.
À 29 ans, l’Américain Noah Strycker, guide ornithologue, a décidé d’établir un record inédit : observer 5000 espèces d’oiseaux en un an. Le 31 décembre 2015, après avoir parcouru 41 pays, il inscrivait le chiffre impressionnant de 6042 dans son carnet d’observation.
Dans un de ses articles il nous dit :
« Pour bien des ornithologues amateurs, le nombre d’observations d’espèces d’oiseaux devient une ambition personnelle. La liste prend parfois aussi l’allure d’une compétition. Jon Hornbuckle, expert en métallurgie anglais aujourd’hui retraité, est à la tête du palmarès mondial. Il a observé jusqu’à maintenant 9600 espèces sur les quelque 10 500 que compte la planète. Dans cette liste, Martin Edwards reste le Canadien avec le plus haut score : 8450. Décédé à 85 ans au Brésil, en 2012, lors d’une expédition… ornithologique. Le Québécois Guy Poisson compte 5230 espèces à son carnet. Jean-Pierre Ouellet, lui, détient le record québécois : 426 espèces observées sur les 457 répertoriées. »
Personnellement, j'adore l'histoire du Québécois mort à 85 ans au Brésil lors d'un raid ornithologique. Morbide me direz-vous ?
Je rentre tout juste du Pérou (4850 mètres d’altitude, du gel, de la neige, ; il n’y a pas que les paysages qui sont à couper le souffle, l’oxygène raréfié fait que chaque pas d’ascension est une épreuve – surtout sans acclimatation - puis directement l'Amazonie à 40 ° et 100% d'humidité – le contraste est un choc même pour un organisme à priori en bonne santé comme le mien. J'ai attrapé lors de mon passage amazonien une infection des yeux transmise par des mouches présentes dans la canopée amazonienne puis la Dengue – qui a occasionné 15 jours bien difficiles - en allant dans les marécages la nuit avec mon guide afin de prendre des grenouilles en photo - mon guide pourtant amazonien (mais du Sud) a d'ailleurs pris les deux virus et même les trois : celui de l'infection oculaire, celui de la Dengue et le virus de la photo macro de batraciens - ce qui est moins grave, il me semble.
Tout cela pour dire que j'étais aussi avec 2 ornithologues américains qui avaient 81 ans et en les voyant autant souffrir en montagne ou dans la forêt je leur ai demandé : "Est-ce bien raisonnable à votre âge ?" Heinry, l'un des deux m'a répondu : " Je préfère mourir lors d'une expédition ornithologique où je me régale que dans une triste chambre d’hôpital". C'est d'une évidente sagesse. Cet homme-là a été professeur de médecine à Boston. Je crois que ce sera aussi mon point de vue en avançant en âge.
Au sujet des records d’espèce, ainsi que je le rappelais à un de mes amis de Flickr qui me posait la question, je suis totalement incapable de dire combien d’espèces d’oiseaux j’ai vu dans ma vie. Cela ne m’intéresse pas ; ce qui me motive c’est la découverte des oiseaux, des mammifères, des batraciens, de la végétation et de tout ce qui bouge, respire, rampe, court où vole – et les paysages aussi. Je ne me sens jamais aussi bien qu’en montagne, dans la jungle ou dans un désert. Autant dire que je fuis un peu les villes, bien que j’aime beaucoup les gens – individuellement mais pas tous à la fois, quand ils courent dans tous les sens. C’est un style de vie qui me fait peur et me donne le tournis.
Donc, pour finir sur un chiffre impressionnant, Alex Durand qui a été notre guide sur cette dernière expédition péruvienne a observé dans sa vie -il a 42ans – 1750 espèces d’oiseaux au Pérou. Il en était à 1749 et il a observé sa 1750ème espèce avec nous. Ce qui est encore plus impressionnant, chez cet homme, encore bien jeune, c’est qu’il est capable d’identifier instantanément chacune de ces espèces grâce à leur chant. Si on considère que chaque espèce a au moins 3 formes de chant : séduction, territoire et signal d’alerte, je vous laisse évaluer l’ampleur de la tâche.
Consider that sixty years later it would be impossible to do wild camping in front of the famous Alcazar from Toledo !
* * *
"Camping sauvage devant l'Alcazar de Tolède."
Voila une photo qui, soixante ans plus tard, ne serait plus possible.
Installer tranquillement sa tente au pied des remparts de Tolède, sur une rive du Tage !
On se ferait déloger illico presto !
O pintor iraniano Iman Maleki, genio do realismo, ganhou o premio William Bouguereau e o "Chairman´s Choise" no II Concurso Internacional de Art Renewal Center. Muitos o consideram o melhor pintor de arte realista do mundo. "Seus desenhos competem com as câmeras digitais de 10 Megapixeles".
Voici un nouveau traitement de la photo déjà postée là : www.flickr.com/photos/192650915@N08/shares/6H8H8080fP
Le descriptif qui suit est inchangé.
Très vite saturé par la réunionite extrême de la rentrée universitaire et la charge de travail associée démente, je me suis évadé le temps d'une nuit très claire chez moi, dans le Vercors, près de Villard de Lans, le temps d'un bivouac bienfaiteur d'un jeudi soir, avant de replonger dès le vendredi matin dans une journée entière d'auditions. J'ai heureusement passé une excellente nuit au coin du feu, les jumelles vissées aux yeux, pendant que mon matériel photographiait une des régions les plus intéressantes du ciel nocturne, la région de Cassiopée.
Cassiopée, c'est cette constellation bien visible en automne et en hiver, non loin de l'étoile polaire (celle qui ne bouge pas ans le ciel, toute seule à environ 45° d'élévation au nord), une constellation en forme de W penché (un W disposé verticalement après avoir été tourné dans le sens anti-horaire) et un peu étiré. Elle se situe à l'est en début de nuit d'automne, quasiment à l'opposé de la grande ourse qui, elle, se trouve plutôt à l'ouest.
Voici la description de cette photo dont je suis fort content.
Pour vous repérer dans ma description, voici la forme annotées des étoiles principales : nova.astrometry.net/user_images/6515532#annotated
Cette photo montre une partie de la voie lactée passant au voisinage de l'étoile polaire (qui, elle même fait partie de notre galaxie) qui devrait se situer exactement à gauche de l'image si elle était visible. Avec l'objectif dont je disposais, un Samyang 24 mm, je ne pouvais pas l'avoir sur la photo en même temps que la galaxie d'Andromède (M31) que vous voyez à droite de la photo. J'ai fait le choix de voir M31. La voie lactée sur cette photo, c'est le nuage blanc (les étoiles) tâché de rouge (les nébuleuses) traversant verticalement le centre de la photo. Dans cette photo, il y a énormément d'objets d'intérêt. Je vais en décrire quelques uns, les plus intéressants pour moi.
Donc, comment par le facile, sur le coté droit vous voyez évidemment Messier 31, la galaxie d'Andromède, distante de 2.54 millions d'années lumières (AL), la grande jumelle de la voie lactée. C'est une galaxie plus grosse que la voie lactée ; elle mesure 220000 AL de diamètre et contiendrait environ 1000 milliards d'étoiles. C'est une des rares galaxies observables à l'œil nu par ciel très clair. La dimension apparente de son grand axe est d'un peu plus de 6 fois le diamètre de la pleine lune. Juste au dessus de son bulbe, à gauche, se trouve M110 (Messier 110), une galaxie satellite de M31 qui est distante de 2.69 millions d'AL. M110 est une petite galaxie elliptique qui me sure 17000 AL de diamètre et ne contient que quelques dizaines de milliers d'étoiles (38000 masses solaires).
A la verticale, presque tout en bas, on voit une étoile très brillante, Almach (ou Gamma d'Andromède). A la droite de cette étoile, "dans" le bord de l'image, on voit une partie de C28 (Caldwell 28, ou encore NGC 752), un amas ouvert contenant 258 étoiles, distant de 1300 AL et âgé de 1.34 milliards d'années.
Partons de M31 et dirigeons nous horizontalement à gauche le long d'un chemin quasiment droit d'étoiles très brillantes, jusqu'à l'étoile Shedar (pas comme le fromage), la pointe haute du W de Cassiopée (la deuxième étoile de Cassiopée en partant du haut). Le long de ce chemin, si vous vous arrêtez au milieu et que vous zoomez sur cette région, vous verrez au dessus 2 tâches laiteuses de la taille d'une étoile, l'une au dessus de l'autre (attention, elles sont dures à trouver ; bonne chasse !). Il s'agit de 2 galaxies que je suis fort content d'avoir imagées : il s'agit de bas en haut de NGC 185 (C18) et NGC 147 (C17). Ce sont toutes les deux des galaxies naines en forme de sphère. NGC 185 est distante de 2.1 millions d'AL (MAL) et est liée par la gravité à Andromède. Elle mesure environ 7800 AL de diamètre. Elle est de magnitude 15.5, soit environ 1.8 millions de fois moins lumineuse que l'étoile Véga, l'étoile de référence de magnitude 0. L'autre galaxie, au dessus, NGC 147 est distante de 2.2 MAL et de magnitude 15.1 (1 millions de fois moins lumineuse que Véga), de forme légèrement elliptique, elle fait une ellipse d'environ 7500x11100 AL.
Continuons le chemin jusqu'à Shedar (Alpha Cassiopeia), l'étoile la plus brillante de la constellation qui forme la pointe du haut à droite du W. Juste sous cette étoile se trouve une première tâche rouge d'assez petite taille : c'est la nébuleuse Pacman (NGC 281). Cette nébuleuse en émission (ses gaz échauffés émettent de la lumière dans la bande alpha de l'hydrogène en particulier) est distante de 9500 AL et mesure 97 AL de diamètre. C'est sa forme qui lui vaut son surnom.
Remontons vers le haut, à la première étoile de la constellation de Cassiopée, le bout du W, Beta Cassiopeia (ou Caph). En partant en diagonale vers la gauche et le haut, on voit une tâche laiteuse. c'est un amas, l'Amas de la Rose de Caroline, également appelé Amas Fantôme ou Amas de la Brume d'étoile. Je trouve que ce dernier nom lui va bien. Son premier nom (Rose de Caroline) vient de sa découvreuse (et du fait que l'agencement des étoiles dessine une rosace), Caroline Herschel, sœur de William Herschel. Célèbres astronomes, ils sont découvreurs de nombreuses comètes et nébuleuses ; ils ont également eu une carrière musicale, en particulier William. Son nom de catalogue, c'est NGC 7789. L'amas occupe dans le ciel la moitié de la taille de la pleine lune, mais sa magnitude de 6.7 (environ 500 fois moins lumineux que Véga) empêche son observation à l'œil nu. Cet amas ouvert qui contient plus d'un millier d'étoiles dans seulement 50 AL de diamètre est distant de 6000 AL.
En partant directement à gauche de Caph, on voit une immense nébuleuse rouge, précédée d'une petite boule rouge moins lumineuse perdue au milieu de l'espace. L'immense nébuleuse en question c'est NGC 7822, une nébuleuse en émission située à 2610 AL de la Terre. Sa dimension tant réelle qu'apparente est gigantesque : en prenant en compte toute la partie visible ici (qui est formée de plusieurs nébuleuses), elle occupe environ 2°40', soit 8 fois la taille de la pleine lune dans le ciel ! Dans la réalité, l'objet occupe environ 130 AL de diamètre !
La petite boule rouge, c'est SH 2-170, la nébuleuse de la Petite Rosette. Sa distance est mal connue et se situe entre 9000 et 19000 AL de nous.
Descendons tout en bas de cette partie de la voie lactée maintenant. On y voit d'une part 2 grandes nébuleuses rouges, d'autre part une zone lumineuse formée 2 points chargés en étoiles à leur droite. Les nébuleuses sont Nébuleuse du Cœur, IC 1805 (celle du haut), occupant plus de 1° dans le ciel (soir 3 fois la pleine lune) et en dessous, IC 1848, la Nébuleuse de l'Âme faisant environ 2 fois le diamètre de la pleine lune. Ces nébuleuses sont respectivement distantes de 2511 AL et 2185 AL. Leur lumière qui nous parvient aujourd'hui est partie entre l'apogée de la civilisation celtique (-500) et la fin des guerres puniques (-150).
A droite, la double tâche brillante, c'est C14, le double amas de Persée, se situant à 7100 et 7400 AL. Ils font chacun, dans le ciel, la même taille que la pleine lune. Ce sont des amas ouverts jeunes âgés de 11 et 12 millions d'années seulement. On peut les distinguer à l'œil nu sous forme de simples étoiles.
En remontant depuis la nébuleuse du cœur, jusqu'à l'étoile Segin (Epsilon Cassiopeia) et l'étoile Ruchbah (Delta Cassiopeia) qui forment la première barre du W (la barre inférieure du W penché), on peut voir un autre amas dont le nom est rigolo : l'amas de la Tondeuse à gazon (C10 / NGC 663). Cet amas se trouve juste en dessous de la ligne allant de Segin à Ruchbah. Il est distant de 19386 AL.
Occupons nous maintenant de la partie haute de l'image qui est complexe à décrire.
Considérons comme premier repère l'étoile Caph et la nébuleuse NGC 7822 que j'ai décrites plus haut. En montant à la verticale du milieu de la ligne reliant Caph à la nébuleuse NGC 7822, on voit une tache blanche diffuse suivie juste au dessus à sa droite par une nébuleuse rouge sphérique. La tâche blanche diffuse, c'est encore un amas, répertorié cette fois sous le numéro 52 dans le catalogue Messier qui l'a découvert et intégré dans son catalogue en 1774. Sa distance est mal connue, comprise entre 4570 AL et 11700 AL ! En moyenne cet amas ouvert ferait 19 AL de diamètre.
La nébuleuse rouge assez ronde au dessus, c'est une de mes futures cibles pour le télescope, la nébuleuse de la Bulle. Cette nébuleuse fait environ 10 AL de diamètre et est distante de 11300 AL. Observée finement (ce qui n'est pas le cas ici), elle contient une bulle de gaz qui n'est autre que le choc terminal (la zone de milieu interstellaire soufflée par une étoile, zone où l'on passe de l'influence d'une étoile à celle du milieu interstellaire) d'une étoile brillante en son sein (SAO 20575) observable sur la photo.
Plus haut, à gauche, on voit une nébuleuse rouge avec un creux noir, comme un V penché à l'horizontale dans le sens horaire. C'est la nébuleuse de la Grotte (Caldwell 9), une nébuleuse distante de 2400 AL faisant 2 fois la pleine lune dans le ciel. A sa gauche se trouve une étoile très brillante, Iota Cephei, une étoile de la constellation de Cephée.
Tout en haut, contre le bord de l'image au centre, on voit une nébuleuse rouge tirant un peu vers le jaune et le bleu à sa gauche. C'est la nébuleuse du Sorcier et son amas (en bleu) NGC 7380. L'ensemble est distant de 5545 AL.
Enfin, un dernier objet notable, c'est Caldwell 1 (NGC 188), un amas ouvert situé très près de l'étoile polaire. Pour le voir, tracez une droite entre Caph et NGC 7822, comme tout à l'heure. Continuez la droite en allant vers la gauche pour rejoindre une autre étoile très brillante, Erai (ou Gamma Cephei). Cette étoile est aussi loin sur l'image de NGC 7822 que ne l'est Caph. Continuez vers la gauche jusqu'au bord gauche de l'image. Vous voyez là plusieurs étoiles brillantes. Deux d'entre elles sont un peu sous la ligne tracée dont une assez brillante, 2 UMi ou encore Beta Ursa Minoris. C'est la 2eme étoile de la petite ourse, la 2eme dans la queue de l'ourse, la première étant Alpha Ursa Minoris, ou Polaris, l'étoile polaire (non visible ici). A la droite de 2 UMi, on voit une tache diffuse : c'est l'amas Polarissima distant de 7507 AL.
Voila, vous vous doutez bien qu'on pourrait décrire encore de nombreux objets dans cette image, des galaxies, des nébuleuses et des amas, mais ça commencerait à devenir difficile à décrire.
Parlons techno maintenant :
Bon, ben comme d'hab. J'ai utilisé ma monture Star Adventurer 2i en suivi sidéral avec une rotule. Les photos ont été prises entre 21h53 et 4h19 du matin avec un Canon 1200 D défiltré partiel (Photomax), un filtre Optolong L-Enhance (sélectionnant principalement les longueurs d'onde hydrogène alpha, hydrogène beta et oxygène III), un objectif Samyang 24 mm f/1.4 ouvert à f/2.8.
La photo résulte du cumul de 186 photos brutes de 120 secondes (aucune perte), soit 6h18 cumulées + 36 darks (pas d'offsets ni flats) pour le prétraitement. Le prétraitement, le gradient, l'étalonnage, l'alignement et empilement on été sous Siril 1.05. J'ai extrait une starless avec StarNet V2. Sous Gimp, j'ai fait un masque d'étoiles, puis recombiné la photo d'origine en addition avec la starless, et utilisé 35% d'opacité sur le masque d'étoile. Le niveau de noir et l'exposition ont été ensuite ajustés.
Rmq : la photo n'est bien entendu pas exempte de défauts. En particulier, les étoiles sont souvent cerclées de rouge. Je pense que c'est un chromatisme lié à l'objectif grand angle. C'est un défaut qui n'est pas apparu au traitement ; il était déjà présent sur les brutes.
Booa tarrrde!
Eu fiquei um pouco decepcionada....calma calma, não foi com o esmalte, não! ahsushshsh
Fiquei #chatiada que não consegui fotos boas e quando tava ~pélando~ o Sol, a mani já tava com uma lasquinha ou eu sem câmera....mas enfim!
Esse foi meu esmalte da virada para o 2016 e tbm o de aniver. Primeira vez q uso o msm para os eventos, mas tive dó d trocar...rsrsrs
Daí que já tava com ele há uns 5 dias e vi o desafio da Cinthia...pruft! já era! Bora noizzz!
A dúvida que tive se faria ou não foi logo deixada de lado, com o estímulo/empolgação tbm da MH! rsrsrsrsr
Como é nacional, resolvi considerá-lo no desafio....#cambalacho tbm se vê por aqui né dona Carol?hahahaha. Mas né não, fiz uma combo em seguida ~orriveo~! Quis compensar!
Mas enfim, usei:
1x Base verdinha risqué
2x Hortense <3 - PL
Finalizei com tc da colorama.
Bjoos
"Você poderá dizer que são muitos, ou que são poucos e eu te direi: SÃO OS MELHORES, guardo muito deles dentro de mim e me orgulho disso.
Eles sabem melhor do que ninguém como e quando tomar conta do meu coração"
Considerem-se todos representados aí nesse carinho material que recebi, mas o me coração está lotadinho de carinho espiritual que recebo diariamente de vocês.
Tive o merecimento de ter amigos em todos os cantos do mapa do Brasil.
O carinho que vem lá do nordeste em especial da terra da nossa matriarca D. Canô , das Minas dos Gerais, do Cerrado, do Pantanal, do sul do Brasil, de Santa Catarina, do Paraná lá daquele cantinho que a gente sóconhecia dos desenhos de escola, do nosso Rio, do Espírito Santo, de cantinhos escondidos aqui do meu estado, e aqui bem do meu ladinho tão pertinho que dá prá tomar um cafezinho juntas.
Não nasci para estar só, e por generosidade do Criador sempre tive a meu lado amigos, por isso agradeço todos os dias a essas pessoas que me enxergaram como ser humano com defeitos e qualidades como qualquer outro, mas que caminham à meu lado e me fazem feliz.
"QUEM TEM AMIGOS NÃO PADECE DE SOLIDÃO"
David diz: Sente-se! *ela se sentou e ele deitou em seu colo* Se importa?
Diana diz: Não sei se sou capaz de te entender...
David diz: É sim! Infelizmente é mais esperta do que esperava, mas não vale a pena perdemos nosso precioso tempo com respostas que não levarão a nada!
Diana diz: Você pretende mesmo terminar tudo isso assim?
David diz: Não é um belo final? Vivemos um amor platônico que desde o começo, o fim já estava escrito! Que isso termine como apenas um encontro passageiro de almas afins que seguem seus destinos.
Diana diz: Realmente considera isso um belo final?
David diz: Como o úmido de uma breve garoa no deserto, nada dura para sempre...
Diana diz: Você está tenso.
David diz: Não, estou apenas com medo!
... silêncio ...
Diana diz: O que vai acontecer com você depois que partir?
David diz: Se um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, o que aconteceria se não tivesse tido abrigo aqui quando estava doente...
(Fuente: Ileana Ros-Lehtinen @RosLehtinen)
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Día de la Independencia
Mediante la firma del Acta de la Declaración de Independencia el 5 de julio de 1811, los venezolanos de la época toman la decisión, apoyados por varias circunstancias políticas, de desprenderse del reino español y construir una nueva nación a partir de premisas de igualdad entre los individuos, abolición de la censura y consagración de la libertad de expresión como principio constitucional, premisas radicalmente opuestas a las prácticas políticas, culturales y sociales que habían regido durante trescientos años anteriores.
Acto de significativo valor para todos los venezolanos, herederos legítimos del más imperecedero e inalienable legado del 5 de julio: entregarle a los habitantes de este territorio, a la sociedad toda, la soberanía sobre sus asuntos públicos.
Acta de Independencia de Venezuela
Firmada el 5 de Julio de 1811
En el nombre de Dios Todopoderoso, nosotros, los representantes de las provincias Unidas de Caracas, Cumaná, Barinas, Margarita, Barcelona, Mérida y Trujillo, que forman la Confederación Americana de Venezuela en el continente meridional, reunidos en Congreso, y considerando la plena y absoluta posesión de nuestros derechos, que recobramos justa y legítimamente desde el 19 de Abril de 1810, es consecuencia de la jornada de Bayona y la ocupación del trono sin nuestro consentimiento, queremos, antes de usar de los derechos de que nos tuvo privados las fuerzas, por más de tres siglos, y nos ha restituido el orden político de los acontecimientos humanos, patentizar al universo las razones que han emanado de estos mismos acontecimientos y autorizan el libre uso que vamos a hacer de nuestra soberanía.
No queremos, sin embargo, empezar alegando los derechos que tiene todo país conquistado, para recuperar su estado de propiedad e independencia; olvidamos generosamente la larga serie de males, agravios y privaciones que el derecho funesto de conquista ha causado indistintamente a todos los descendientes de los descubridores, conquistadores y pobladores de estos países, hechos de peor condición, por la misma razón que debía favorecerlos; y corriendo un velo sobre los trescientos años de dominación española en América, sólo presentaremos los hechos auténticos y notorios que han debido desprender y han desprendido de derecho a un mundo de otro, en el trastorno, desorden y conquista que tiene ya disuelta la nación española.
Este desorden ha aumentado los males de la América, inutilizándole los recursos y reclamaciones, y autorizando la impunidad de los gobernantes de España para insultar y oprimir esta parte de la nación, dejándola sin el amparo y garantía de las leyes.
Es contrario al orden, imposible al gobierno de España, y funesto a la América, el que, teniendo ésta un territorio infinitamente más extenso, y una población incomparablemente más numerosa, dependa y esté sujeta a un ángulo peninsular del continente europeo.
Las sesiones y abdicaciones de Bayona, las jornadas del Escorial y de Aranjuez, y las órdenes del lugarteniente Duque de Berg, a la América, debieron poner en uso de los derechos que hasta entonces habían sacrificado los americanos a la unidad e integridad de la nación española.
Venezuela, antes que nadie, reconoció y conservó generosamente esta integridad para no abandonar la causa de sus hermanos, mientras tuvo la menor apariencia de salvación.
América volvió a existir de nuevo, desde que pudo y debió tomar a cargo su suerte y conservación; como España pudo conocer, o no, los derechos de un Rey que había apreciado más su existencia que la dignidad de la nación que gobernaba.
Cuántos Borbones concurrieron a las inválidas estipulaciones de Bayona, abandonando el territorio español, contra la voluntad de los pueblos, faltaron, despreciaron y hollaron el deber sagrado que contrajeron con los españoles de ambos mundos, cuando, con su sangre y sus tesoros, los colocaron en el trono a despechos de la Casa de Austria; por esta conducta quedaron inhábiles e incapaces de gobernar a un pueblo libre, a quien entregaron como un rebaño de esclavos.
Los intrusos gobiernos que se abrogaron la representación nacional aprovecharon pérfidamente las disposiciones que la buena fe, la distancia, la opresión y la ignorancia daban a los americanos contra la nueva dinastía que se introdujo en España por la fuerza; y contra sus mismos principios, sostuvieron entre nosotros la ilusión a favor de Fernando, para devorarnos y vejarnos impunemente cuando más nos prometía la libertad, la igualdad y la fraternidad, en discursos pomposos y frases estudiadas, para encubrir el lazo de una representación amañada, inútil y degradante.
Luego que se disolvieron, sustituyeron y destruyeron entre sí las varias formas de gobierno de España, y que la ley imperiosa de la necesidad dictó a Venezuela el conservarse a sí misma para ventilar y conservar los derechos de su Rey y ofrecer un asilo a sus hermanos de Europa contra los males que les amenazaban, se desconoció toda su anterior conducta, se variaron los principios, y se llamó insurreción, perfidia e ingratitud, a lo mismo que sirvió de norma a los gobiernos de España, porque ya se les cerraba la puerta al monopolio de administración que querían perpetuar a nombre de un Rey imaginario.
A pesar de nuestras propuestas, de nuestra moderación, de nuestra generosidad, y de la inviolabilidad de nuestros principios, contra la voluntad de nuestros hermanos de Europa, se nos declara un estado de rebelión, se nos bloquea, se nos hostiliza, se nos envían agentes a amotinarnos unos contra otros, y se procura desacreditarnos entre las naciones de Europa implorando su auxilio para oprimirnos.
Sin hacer el menor aprecio de nuestras razones, sin presentarlas al imparcial juicio del mundo, y sin otros jueces que nuestros enemigos, se nos condena a una dolorosa incomunicación con nuestros hermanos; y para añadir el desprecio a la calumnia se nos nombra apoderados, contra nuestra expresa voluntad, para que en sus Cortes dispongan arbitrariamente de nuestros intereses bajo el influjo y la fuerza de nuestros enemigos.
Para sofocar y anonadar los efectos de nuestra representación, cuando se vieron obligados a concedérnosla, nos sometieron a una tarifa mezquina y diminuta y sujetaron a la voz pasiva de los ayuntamientos, degradados por el despotismo de los gobernadores, la forma de la elección; lo que era un insulto a nuestra sencillez y buena fe, más bien que una consideración a nuestra incontestable importancia política.
Sordos siempre a los gritos de nuestra justicia, han procurado los gobiernos de España desacreditar todos nuestros esfuerzos declarando criminales y sellando con la infamia, el cadalso y la confiscación, todas las tentativas que, en diversas épocas, han hechos algunos americanos para la felicidad de su país, como fue la que últimamente nos dictó la propia seguridad, para no ser envueltos en el desorden que presentíamos, y conducidos a la horrorosa suerte que vamos ya a apartar de nosotros para siempre; con esta atroz política, han logrado hacer a nuestros hermanos insensibles a nuestras desgracias, armarlos contra nosotros, borrar de ellos las dulces impresiones de la amistad y de la consanguinidad, y convertir en enemigos una parte de nuestra gran familia.
Cuando nosotros, fieles a nuestras promesas, sacrificábamos nuestra seguridad y dignidad civil por no abandonar los derechos que generosamente conservamos a Fernando de Borbón, hemos vistos que a las relaciones de las fuerzas que le ligaban con el Emperador de los franceses ha añadido los vínculos de sangre y amistad, por lo que hasta los gobiernos de España han declarado ya su resolución de no reconocerle sino condicionalmente.
En esta dolorosa alternativa hemos permanecido tres años en una indecisión y ambigüedad política, tan funesta y peligrosa, que ella sola bastaría a autorizar la resolución que la fe de nuestras promesas y de los vínculos de la fraternidad nos habían hecho diferir; hasta que la necesidad nos ha obligado a ir más allá de lo que nos propusimos, impelidos por la conducta hostil y desnaturalizada de los gobiernos de España, que nos ha relevado del juramento condicional con que hemos sido llamados a la augusta representación que ejercemos.
Mas nosotros, que nos gloriamos de fundar nuestro proceder en mejores principios, y que no queremos establecer nuestra felicidad sobre la desgracia de nuestros semejantes, miramos y declaramos como amigos nuestros, compañeros de nuestra suerte, y partícipes de nuestra felicidad, a los que, unidos con nosotros por los vínculos de la sangre, la lengua y la religión, han sufrido los mismos males en el anterior orden; siempre que, reconociendo nuestra absoluta independencia de él y de otra dominación extraña, nos ayuden a sostenerla con su vida, su fortuna y su opinión, declarándolos y reconociéndolos (como a todas las demás naciones) en guerra enemigos, y en paz amigos, hermanos y compatriotas.
En atención a todas estas sólidas, públicas e incontestables razones de política, que tanto persuaden la necesidad de recobrar la dignidad natural, que el orden de los sucesos nos han restituido, en uso de los imprescriptibles derechos que tienen los pueblos para destruir todo pacto, convenio o asociación que no llenan los fines para que fueron instituidos los gobiernos, creemos que no podemos ni debemos conservar los lazos que nos ligaban al gobierno de España, y que, como todos los pueblos del mundo, estamos libres y autorizados para no depender de otra autoridad que la nuestra, y tomar entre las potencias de la tierra, el puesto igual que el Ser Supremo y la naturaleza nos asignan y a que nos llama la sucesión de los acontecimientos humanos y nuestro propio bien y utilidad.
Sin embargo de que conocemos las dificultades que trae consigo y las obligaciones que nos impone el rango que vamos a ocupar en el orden político del mundo, y la influencia poderosa de las formas y actitudes a que hemos estado, a nuestro pesar, acostumbrados, también conocemos que la vergonzosa sumisión a ellas, cuando podemos sacudirlas, sería más ignominiosa para nosotros, y más funesta para nuestra posterioridad, que nuestra larga y penosa servidumbre, y que es ya de nuestro indispensable deber proveer a nuestra conservación, seguridad y felicidad, variando esencialmente todas las formas de nuestra anterior constitución.
Por tanto, creyendo con todas estas razones satisfecho el respeto que debemos tener a las opiniones del género humano y a la dignidad de las demás naciones, en cuyo número vamos entrar, y con cuya comunicación y amistad contamos, nosotros, los representantes de las Provincias Unidas de Venezuela, poniendo por testigo al Ser Supremo de la justicia de nuestro proceder y de la rectitud de nuestras intenciones, imploramos sus divinos y celestiales auxilios, y ratificándole, en el momento en que nacemos a la dignidad, que su providencia nos restituye el deseo de vivir y morir libres, creyendo y defendiendo la santa, católica y apostólica religión de Jesucristo. Nosotros, pues, a nombre y con la voluntad y la autoridad que tenemos del virtuoso pueblo de Venezuela, declaramos solemnemente al mundo que sus Provincias Unidas son, y deben ser desde hoy, de hecho y de derecho, Estados libres, soberanos e independientes y que están absueltos de toda sumisión y dependencia de la Corona de España o de los que se dicen o dijeren sus apoderados o representantes, y que como tal Estado libre e independiente tiene un pleno poder para darse la forma de gobierno que sea conforme a la voluntad general de sus pueblos, declarar la guerra, hacer la paz, formar alianzas, arreglar tratados de comercio, límites y navegación, hacer y ejecutar todos los demás actos que hacen y ejecutan las naciones libres e independientes. Y para hacer válida, firme y subsistente unas provincias a otras, nuestras vidas, nuestras fortunas y el sagrado de nuestro honor nacional. Dada en el Palacio Federal y de Caracas, firmada de nuestra mano, sellada con el gran sello provisional de la Confederación, refrendada por el Secretario del Congreso, a cinco días del mes de julio del año de mil ochocientos once, el primero de nuestra independencia.
diaspatrios.yaia.com/venezuela57.html
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ACT OF INDEPENDENCE.
In the Name of the All-powerful God,
WE the Representatives of the united Provincesof CARACAS, CUMANA, VARINAS, MARGARITA, BARCELONA, MERIDA, and
TRUXILLO, forming the American Confederation of Venezuela, in the South Continent, in Congress assembled, considering the full and absolute possession of our Rights, which we recovered justly and legally from the 19th of April, 1810, in consequence of the occurrences in Bayona, and the occupation of the Spanish Throne by conquest, and the succession of a new Dynasty, constituted without our consent: are desirous, before we make use of those Rights, of which we have been deprived by force for more than three centuries, but now restored to us by the political
order of human events, to make known to the world the reasons which have emanated from these same occurrences, and which authorise us in the free use we are now about to make of our own Sovereignty.
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We do not wish, nevertheless, to begin by alleging the rights inherent in every conquered country, to recover its state of property and independence; we generously forget the long series of ills, injuries, and privations, which the sad right of conquest has indistinctly caused, to all the descendants of the Discoverers, Conquerors, and Settlers of these Countries,
plunged into a worse state by the very same cause that ought to have favoured them; and, drawing a veil over the 300 years of Spanish dominion in America, we will now only present to view the authentic and well-known facts, which ought to have wrested from one world, the right over the other, by the inversion, disorder, and conquest, that have already dissolved the Spanish Nation.
This disorder has increased the ills of America, by rendering void its claims and remonstrances, enabling the Governors of Spain to insult and oppress this part of the Nation, thus leaving it without the succour and guarantee of the Laws.
It is contrary to order, impossible to the Government of Spain, and fatal to the welfare of America, that the latter, possessed of a range of country infinitely more extensive, and a population incomparably more numerous, should depend and be subject to a Peninsular Corner of the European Continent.
The Cessions and Abdications at Bayona, the Revolutions of the Escorial and Aranjuez, and the Orders of the Royal Substitute, the Duke of Berg, sent to America, suffice to give virtue to the rights, which
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till then the Americans had sacrificed to the unity and integrity of the Spanish Nation.
Venezuela was the first to acknowledge, and generously to preserve, this integrity; not to abandon the cause of its brothers, as long as the same retained the least hope of salvation.
America was called into a new existence, since she could, and ought, to take upon herself the charge of her own fate and preservation; as Spain might acknowledge, or not, the rights of a King, who had preferred his own existence to the dignity of the Nation over which he governed.
All the Bourbons concurred to the invalid stipulations of Bayona, abandoning the country of Spain, against the will of the People;—they violated, disdained, and trampled on the sacred duty they had contracted with the Spaniards of both Worlds, when with their blood and treasure they had placed them on the Throne, in despite of the House of Austria. By such conduct, they were left disqualified and incapable of governing a Free People, whom they delivered up like a flock of Slaves.
The intrusive Governments that arrogated to themselves
the National Representation, took advantage of the dispositions which the good faith, distance, oppression, and ignorance, created in the Americans, against the new Dynasty that had entered Spain by means of force; and, contrary to their own principles, they sustained amongst us the illusion in favour
of Ferdinand, in order to devour and harass us with
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impunity: at most, they promised to us liberty, equality, and fraternity, conveyed in pompous discourses and studied phrases, for the purpose of covering the snare laid by a cunning, useless, and degrading Representation.
As soon as they were dissolved, and had substituted and destroyed amongst themselves the various forms of the Government of Spain; and as soon as the imperious law of necessity had dictated to Venezuela the urgency of preserving itself, in order to guard and maintain the rights of her King, and to offer an asylum to her European brethren against the ills that
threatened them; their former conduct was divulged: they varied their principles, and gave the appellations of insurrection, perfidy, and ingratitude, to the same acts that had served as models for the Governments of Spain; because then was closed to them the gate to the monopoly of administration, which they meant to perpetuate under the name of an imaginary King.
Notwithstanding our protests, our moderation, generosity, and the inviolability of our principles, contrary to the wishes of our brethren in Europe, we were declared in a state of rebellion; we were blockaded; war was declared against us; agents were sent amongst us, to excite us one against the other, endeavouring to take away our credit with the other Nations of Europe, by imploring their assistance to oppress us.
Without taking the least notice of our reasons, without presenting them to the impartial judgment of
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the world, and without any other judges than our own enemies, we are condemned to a mournful incommunication with our brethren; and, to add contempt to calumny, empowered agents are named for us, against our own express will, that in their Cortes they may arbitrarily dispose of our interests, under the influence and force of our enemies.
In order to crush and suppress the effects of our Representation, when they were obliged to grant it to us, we were submitted to a paltry and diminutive scale; and the form of election was subjected to the passive voice of the Municipal Bodies, degraded by the despotism of the Governors: which amounted to an insult to our plain dealing and good faith, more than a consideration of our incontestible political importance.
Always deaf to the cries of justice on our part, the Governments of Spain have endeavoured to discredit all our efforts, by declaring as criminal, and stamping with infamy, and rewarding with the scaffold and confiscation, every attempt, which at different periods some Americans have made, for the felicity of their country: as was that which lately our own security dictated to us, that we might not be driven into a state of disorder which we foresaw, and hurried to that horrid fate which we are about to remove for ever from before us. By means of such atrocious policy, they have succeeded in making our brethren insensible
to our misfortunes; in arming them against us; in erasing from their bosoms the sweet impressions of
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friendship, of consanguinity; and converting into enemies a part of our own great family.
At a time that we, faithful to our promises, were sacrificing our security and civil dignity, not to abandon the rights which we generously preserved to Ferdinand of Bourbon, we have seen that, to the relations of force which bound him to the Emperor of
the French, he has added the ties of blood and friendship; in consequence of which, even the Governments of Spain have already declared their resolution only to acknowledge him conditionally*.
In this mournful alternative we have remained three years, in a state of political indecision and ambiguity, so fatal and dangerous, that this alone would suffice to authorise the resolution, which the faith of our promises and the bonds of fraternity had caused us to defer, till necessity has obliged us to go beyond what we at first proposed, impelled by the hostile and unnatural conduct of the Governments of Spain, which have disburdened us of our conditional oath, by which circumstance, we are called to the august representation we now exercise.
But we, who glory in grounding our proceedings on better principles, and not wishing to establish our felicity on the misfortunes of our fellow-beings, do consider and declare as friends, companions of our fate, and participators of our felicity, those who, united to us by the ties of blood, language, and religion,
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have suffered the same evils in the anterior order of things, provided they acknowledge our absolute independence of the same, and of any other foreign power whatever; that they aid us to sustain it with their lives, fortune, and sentiments; declaring
and acknowledging them (as well as to every other nation,) in war enemies, and in peace friends, brothers, and co-patriots.
In consequence of all these solid, public, and incontestible
reasons of policy, which so powerfully urge the necessity of recovering our natural dignity, restored to us by the order of events; and in compliance with the imprescriptible rights enjoyed by nations, to destroy every pact, agreement, or association, which does not answer the purposes for which governments were established; we believe that we cannot, nor ought not, to preserve the bonds which hitherto kept us united to the Government of Spain; and that, like all the other nations of the world, we are free, and authorised not to depend on any other authority than our own, and to take amongst the powers of the
earth the place of equality which the Supreme Being and Nature assign to us, and to which we are called by the succession of human events, and urged by our own good and utility.
Notwithstanding we are aware of the difficulties that attend, and the obligations imposed upon us, by the rank we are about to take in the political order of the world; as well as the powerful influence of forms and habitudes, to which unfortunately we have been
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accustomed: we at the same time know, that the shameful submission to them, when we can throw them off, would be still more ignominious for us, and more fatal to our posterity, than our long and painful slavery; and that it now becomes an indispensable duty to provide for our own preservation, security,
and felicity, by essentially varying all the forms of our former constitution.
In consequence whereof, considering, by the reasons thus alleged, that we have satisfied the respect which we owe to the opinions of the human race, and the dignity of other nations, in the number of whom we are about to enter, and on whose communication and friendship we rely: We, the Representatives of the United Provinces of Venezuela, calling on the SUPREME BEING to witness the justice of our proceedings and the rectitude of our intentions, do implore His divine and celestial help; and ratifying, at the moment in which we are born to the dignity which his Providence restores to us, the desire we have of living and dying free, and of believing and defending the holy Catholic and Apostolic Religion of Jesus Christ. We, therefore, in the name and by the will and authority which we hold from the virtuous People of Venezuela, DO declare solemnly to the world, that its united Provinces are, and ought to be, from this day, by act and right, Free, Sovereign, and Independent States; and that they are absolved from every submission and dependence on the Throne of Spain, or on those who do, or may call
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themselves its Agents and Representatives; and that a free and independent State, thus constituted, has full power to take that form of Government which may be conformable to the general will of the People, to declare war, make peace, form alliances, regulate treaties of commerce, borders, and navigation; and to do and transact every act, in like manner as other free and independent States. And that this, our solemn Declaration, may be held valid, firm, and durable, we hereby mutually bind each Province to the other, and pledge our lives, fortunes, and the sacred tie of our national honour.
Done in the Federal Palace of Caracas; signed by our own hands, sealed with the great Provisional Seal of the Confederation, and countersigned by the Secretary of Congress, this 5th day of July, 1811, the first of our Independence.—
For the Province of Caracas, Isidoro Antonio Lopez Mendez,
Deputy of the City of Caracas.—
Juan German Roscio, for the district of the Town of Calabozo.—
Felipe Fermin Paul, for the district of San Sebastian.
Francisco Xavier Uztariz, for the district of San
Sebastian.—
Nicolas De Castro, Deputy for Caracas.
Juan Antonio Rodriguez Dominguez, President,
and Deputy for Nutrias in Barinas.—
Luis Ignacio Mendoza, Vice-President, Deputy of Obispos in Barinas.
Fernando de Peñalver, Deputy for Valencia.
Gabriel Perez de Pagola, Deputy of Ospino.—
Salvador Delgado, Deputy for Nirgua.—
The Marquis del Toro, Deputy for the City of Tocuyo.—
Juan Antonio Dias Argote, Deputy for the Town of Cura.—
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Gabriel de Ponte, Deputy for Caracas.—
Juan José Maya, Deputy of San Felipe.—
Luis José de Cazorla, Deputy of Valencia.—
Dr. José Vicente Unda, Deputy of Guanare.—
Francisco Xavier Yanes, Deputy
of Araure.—
Fernando Toro, Deputy of Caracas.
Martin Tovar Ponte, Deputy of San Sebastian.—
Juan Toro, Deputy of Valencia.—
José Angel de Alamo, Deputy for Barquisimeto.—
Francisco Hernandez, Deputy for San Carlos.—
Lino De Clemente, Deputy of Caracas.—
For the Province of Cumaná
—Francisco Xavier de Mayz, Deputy for the
Capital.—Jozé Gabriel de Alcalà, Deputy for ditto.
Juan Bermudez, Deputy for the South.—
Mariano de la Cova, Deputy for the North —
For Barcelona— Francisco Miranda, Deputy of Pao.—
Francisco Policarpo Ortiz, Deputy for San Diego.—
For Barinas— Juan Nepomuceno de Quintana, Deputy for Achaguas.
Ignacio Fernandez, Deputy for the Capital of
Barinas.—
Ignacio Ramon Briceño, Representative
of Pedraza.
José de Sata y Bussy, Deputy for San Fernando de Apure.—
José Luis Cabrera, Deputy for Guanarito.—
Ramon Ignacio Mendez, Deputy for Guasdualito.—
Manuel Palacio, Deputy for Mijagual.
For Margarita—Manuel Placido Maneyro.—
For Merida.—Antonio Nicolas Briceño, Deputy for
Merida.—
Manuel Vicente de Maya, Deputy for La
Grita—
For Trujillo Juan Pablo Pacheco—
For the Town of Aragua, in the Province of Barcelona.—
Jozé Maria Ramirez. (Seal.)
Legalised.—Francisco Isnardy, Secretary.
scholarship.rice.edu/jsp/xml/1911/9253/1/aa00032.tei.html...