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Caricatura, publicada no domingo, 19 de abril na coluna semanal Sentenças, editoria de Opinião do jornal Zero Hora de Porto Alegre.
Lápis e aquarela sobre papel.
Plenário do Senado Federal durante sessão especial para celebrar os 100 anos de nascimento do cantor e compositor Lupicínio Rodrigues.
Autor de canções como Felicidade, Nervos de Aço e Se Acaso Você Chegasse, Lupicínio é homenageado em sessão especial requerida por vários senadores.
Em discurso, o filho do homenageado, Lupicínio Rodrigues Filho.
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Cantor e compositor Milton Nascimento apresenta o show “Uma Travessia” em São Paulo. 26.04.13
Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2013/04/27/uma-travessia-com-...
A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.
Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.
Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.
As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).
Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.
Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm
David Rubio, saxofón, y Fernando Pariente, piano
Ensayo del grupo de trabajo MÚSICA PARA TOD@S, formado por profesorado del Conservatorio Profesional de Música de León, durante la preparación del concierto con repertorio de mujeres compositoras titulado LAVINIA FONTANA Y OTRAS MUJERES AFORTUNADAS
Compositor da ópera "O Guarani".
Homenagem a Carlos Gomes no centro de Campinas, sua cidade natal.
São Paulo, Brasil.
Fechando a programação do Grito Rock BH o Domingo Na Casa comemora 1 ano de Casa Fora do Eixo Minas.
* Encontro de Compositores - Apresentação das canções de Rodolfo Gullar, Marco Neri, Brey e compositoras do ANA (Amostra Nua de Autoras)* Grito Encena - Foca Produção Cultural* Grito Verde - Oficina de bolsas de papel * Grito Gay - Sarau Desarmônica, Discotecagem DJ Amplis* Compacto.Cinea - Exibição de filmes* Grita Gurizada - Pintura facial para crianças* Grito da Moda - Bazar com roupas e sapatos usados* Expo Grito - Intervenções visuais do SHN* Camelô 2.0 - Banquinha com CDs, camisetas, livros e produtos de todo Brasil.
03/03/2013
(CC BY-SA) Grito Rock/Luis Bocchino
O músico e pesquisador Rodrigo Alzuguir se dedica há mais de 7 anos à biografia do compositor Wilson Baptista. Conheceremos todo esse riquíssimo material no ano que o grande sambista comemoraria seu centenário.
A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.
Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.
Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.
As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).
Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.
Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm
Este taubateano conhece muito de música popular Brasileira, Renato Teixeira, grande compositor e cantor brasileiro
Sábado 5 de Abril 2014. La Orquesta Filarmónica de la Ciudad de México tuvo dos presentaciones en la Sala Silvestre Revueltas del Centro Cultural Ollin Yoliztli, esta ocasión contó con el Director huésped, violinista y compositor austriaco Christoph Ehrenfellner, interpretó Concierto para piano No. 12 con la presencia del artista solista, Józef Olechowski.
Foto: Abril Cabrera A. / Secretaria de Cultura
Lalo De los Santos
Bajista, cantante y sobre todo compositor, Lalo de los Santos llegó a Buenos Aires a principios de los 80 junto a otros músicos rosarinos amigos como Juan Carlos Baglietto, Fito Páez, Silvina Garré y Rubén Goldin, si bien no formaba parte del grupo que grabó el álbum Tiempos difíciles.
Por entonces ya tenía una carrera musical de varios años. Había sido integrante de la mítica banda Pablo El Enterrador.
Había nacido en Rosario el 17 de enero de 1956 en el seno de una familia de músicos. Su padre fue guitarrista y cantor de tangos.
Empezó a estudiar guitarra de niño, y en la adolescencia creció con Los Beatles, Los Gatos, Almendra y Manal. Esa música y los tangos que había escuchado desde siempre en su casa modelarían su perfil de autor. Luego, el rock sinfónico en auge en los 70 lo llevó a integrarse a una banda de ese género, Pablo El Enterrador, junto a Rubén Goldín. Ese grupo estuvo a punto de concretar una grabación en los Estados Unidos pero no lo consiguió y en 1980 se disolvió. Poco después De los Santos se radicó en Buenos Aires, cuando sus amigos Baglietto, Páez y Goldín consiguían el primer impacto con Mirta de regreso, tema escrito por otro amigo suyo, Adrián Abonizio. Puntualmente, Lalo contó que escribió su canción más célebre, el Tema de Rosario, luego de ver a Baglietto en su primer Obras, en 1982.
Debutó en la escena nacional con una versión en vivo de ese tema, grabada durante el concierto El Rosariazo que se realizó en el estadio de Newell's Old Boys de su ciudad natal, con Litto Nebbia y Baglietto como números centrales, poco después de que se celebrara el mismo espectáculo en Obras Sanitarias de Buenos Aires. Por entonces, De los Santos era el bajista y virtual conductor de la banda de Silvina Garré, recién alejada del grupo de Baglietto. En aquellos días, en su casa de Flores alojaba a un rosarino amigo que luego tendría gran éxito, Fito Páez. En el '84 De los Santos hizo su primer disco como solista, producido por Litto Nebbia. El mismo Nebbia sería luego el editor de sus otros dos discos personales.
En los 90 se acercó profesional y humanamente a Adrián Abonizio, y juntos, en el 97, formaron el grupo Rosarinos, que completaron con Rubén Goldín y Jorge Fandermole, y que grabó un álbum.
Si bien la banda se disolvió formalmente, los cuatro rosarinos siguieron haciendo actuaciones juntos. La última fue una benéfica, el 17 de marzo del 2001, en el balneario La Florida de Rosario. Lalo ya estaba enfermo. Y ésa fue su despedida. Murió una semana después, el domingo 25, en un sanatorio de Buenos Aires. Tenía 45 años.
Discografía
Al final de cada día, 1984
Hay otro cielo, 1986
Canciones rosarinas, 1996
Homenaje, 2002
Fechando a programação do Grito Rock BH o Domingo Na Casa comemora 1 ano de Casa Fora do Eixo Minas.
* Encontro de Compositores - Apresentação das canções de Rodolfo Gullar, Marco Neri, Brey e compositoras do ANA (Amostra Nua de Autoras)* Grito Encena - Foca Produção Cultural* Grito Verde - Oficina de bolsas de papel * Grito Gay - Sarau Desarmônica, Discotecagem DJ Amplis* Compacto.Cinea - Exibição de filmes* Grita Gurizada - Pintura facial para crianças* Grito da Moda - Bazar com roupas e sapatos usados* Expo Grito - Intervenções visuais do SHN* Camelô 2.0 - Banquinha com CDs, camisetas, livros e produtos de todo Brasil.
03/03/2013
(CC BY-SA) Grito Rock/Luis Bocchino
Flávio Augusto Câmara, mais conhecido como China é cantor, compositor, VJ e apresentador de televisão brasileiro.
Em 1998, conseguiu chamar a atenção do público e da crítica para a banda Sheik Tosado, da qual era vocalista. Após isso, seguiu carreira solo e lançou dois álbuns de forma independente, além de integrar a banda Del Rey, banda de tributo à Roberto Carlos com músicos da banda Mombojó.
Após o fim do Sheik Tosado, China começou sua carreira solo com o EP Um só, lançado em 2004. Na sequência saíram os álbuns Simulacro (2007), Moto contínuo (2011) e Telemática (2014).
Seu trabalho solo apresenta influências de diversos gêneros, como rock, surf music, jovem guarda e bossa nova. China também ficou conhecido como VJ da extinta MTV Brasil.
Fotos: Felipe L. Gonçalves/Brasil247
Left to right: Don Milyard, Edna Milyard and Ron Ketley.
Photograph kindly donated by Norman Hopkins.
(NH 58 5-2001)
Um dos mais talentosos compositores mineiros dos últimos anos. Autor dos discos “Abra-Palavra” (CD e DVD 2004-2006), em parceria com a cantora Mariana Nunes e do CD solo “Beirute” (2010), que busca um diálogo intercultural com a música latina, africana e brasileira e conta com a participação de músicos cubanos, portugueses e brasileiros.
Para o novo trabalho, Vitor conta com a participação de João Pires e MUm dos mais talentosos compositores mineiros dos últimos anos. Autor dos discos “Abra-Palavra” (CD e DVD 2004-2006), em parceria com a cantora Mariana Nunes e do CD solo “Beirute” (2010), que busca um diálogo intercultural com a música latina, africana e brasileira e conta com a participação de músicos cubanos, portugueses e brasileiros.
Para o novo trabalho, Vitor conta com a participação de João Pires e Marcos Suzano. O show de lançamento acontece nessa quinta-feira, às 21 horas no Teatro Bradesco.arcos Suzano. O show de lançamento acontece nessa quinta-feira, às 21 horas no Teatro Bradesco.
Concierto en reconocimiento a la compositora cristiana Cindy Berry, presentado por agrupaciones musicales de la Universidad de Montemorelos, el 19 de marzo del 2014 en el Auditorio Universitario.
Em sua primeira edição, o Festival Pianistas Compositores da Bahia vem evidenciar a produção autoral de pianistas do nosso estado. Unindo profissionais de formações e atuações diversas em torno de um exercício comum, trazemos ao público esse aspecto pouco conhecido da nossa cultura, em evento com características inéditas.
A tradição dos pianistas compositores é parte essencial da história do piano. Grandes pianistas, ao longo dos séculos, deixaram um legado de obras, criando uma tradição que viria a compor a própria identidade do instrumento. O piano surgiu na Itália, no início do século XVIII, rapidamente se espalhando pela Europa e avançando em direção aos outros continentes. Chegou ao Brasil no início do século XIX, emergindo aos poucos na nossa cultura musical.
Hoje, cerca de duzentos anos após a chegada dos primeiros pianos ao nosso país, propomos um retrato cultural da Bahia e do Brasil através de seus pianistas. Criando e executando obras musicais de formas diversas, eles vêm expressar o momento presente de uma cultura singular.
Nesta primeira edição tivemos a honra e o prazer de contar com a participação de Benjamin Taubkin e Gilson Peranzzetta, nomes de grande destaque no cenário da música brasileira e mundial. Junto aos pianistas baianos, proporcionaram um ambiente de intercâmbio e descobertas, dinamizando ações em torno da criação musical.
Tivemos também a satisfação de prestar uma homenagem especial ao nosso caro Professor Paulo Gondim, que, com sua incessante dedicação ao trabalho autoral, ao longo da carreira, muito nos inspira a criar, no âmbito da música e da dinâmica cultural.
Desejamos vida longa e muito espaço ao piano, à arte de criar.
Saulo Gama
A partir das apresentações foi gerado, em parceria com o IRDEB para o Especial TVE,um programa dividido em quatro capítulos exibido na grade da programação emissora.
Clique nos links abaixo para conferir os programas:
•Especial TVE – Festival Pianistas Compositores da Bahia – parte 01 - zip.net/bwq1C6
•Especial TVE – Festival Pianistas Compositores da Bahia – parte 02 - zip.net/bnq10Q
•Especial TVE – Festival Pianistas Compositores da Bahia – parte 03 - zip.net/bkq10p
•Especial TVE – Festival Pianistas Compositores da Bahia – parte 04 - zip.net/bgq1ML
Clique aqui para conferir Fotos do Festival - zip.net/brq16f
Serviço-
Festival Pianistas Compositores da Bahia – 1ª edição
Onde: Teatro Castro Alves (TCA) – Praça Dois de Julho, s/n, Campo Grande, Salvador – Bahia.
Quando: 18 e 19 de setembro, às 20 horas.
Ingressos: R$ 20 / R$10.
Email: plataformadelancamento@gmail.com
Tel.: + 55 71 9131-8929
Stieler, Joseph Karl: Beethoven mit der Missa solemnis Ölgemälde, 1819
A portrait of Ludwig van Beethoven painted in 1820 by Joseph Karl Stieler.
El 28 de noviembre tuvo lugar el concierto final del 27 Premio Jóvenes Compositores, que convocan la Fundación SGAE y el Centro Nacional de Difusión Musical (CNDM). en el Auditorio 400 del Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía de Madrid.
Left to right: Roy Pritchard, Des Godfrey, Not known, Steve Parr, Doug Bennett, Vince Hopkins.
Photograph kindly donated by Norman Hopkins.
(NH 16 5-2001)
É poli instrumentista, arranjador, compositor e regente. Seu mais recente trabalho Brazilian Jazz Combo.
Fotografías de la presentación del disco "De Casta le Viene al Galgo" del poeta y compositor José León.
Más info en: www.joseleon.tv
Fotografía: Manolo Castro
No dia 08 de outubro, em Salvador, num bar do bairro Dique Pequeno, foi assassinado o mestre de capoeira Moa do Katendê, aos 63 anos de idade, por motivos de intolerância. Após uma discussão sobre política, o algoz foi para casa revoltado e, de forma premeditada (conforme seus depoimentos confessos), retornou ao bar surpreendendo Moa com várias facadas pelas costas.
Moa foi um dos mestres de Capoeira Angola mais conhecidos do Brasil. Griô, Mestre de Capoeira, Músico, Compositor, Dançarino, Ogã, Percussionista, Artesão, Educador e fundador do Afoxé Badauê e Amigos do Katendê.
Seu assassinato, um dia após as eleições, expressa a intolerância, a falta de comunicação, o ódio exacerbado e a morte negra banalizada que está institucionalizada na sociedade brasileira.
Morreu uma referência da representatividade negra no país, da ancestralidade afro-brasileira e do mundo dos folguedos populares – com destaque para a capoeira e o afoxé.
Em repúdio ao assassinato covarde do mestre Moa, em busca de um movimento pela vida e em respeito a todas as formas de existência, os/as capoeiristas de BH e apoiadores se reunirão em um ato cultural e político, convocando todxs amigxs, grupxs, coletivos, colaboradorxs, organizações do Movimento Negro, Povos de Terreiro, Movimento Feminista, Movimento da População de Rua, Movimento LGBTQIA, Movimento Indígena, mídias gerais e interessadxs para um ato aberto em protesto ao assassinato dessa grande referência brasileira: Moa do Katendê.
Tragam seus instrumentos para contribuir com o ato. Haverá uma roda de capoeira e apresentações culturais no ato.
A abertura do ato será feita pela Casa de Caridade Pai Jacob do Oriente.
Dia: 11 de outubro (Quinta-feira)
Local: Praça Sete
Horário: a partir das 17h
Belo Horizonte, MG. 11 de outubro de 2018.
CC BY | foto: upslon.
(1923-2006) Compositor rumano de origen judío, uno de los más innovadores del siglo XX por su acercamiento al sonido puro y al ruido como forma musical. Stanley Kubrick usó sus obras en "2001: Una odisea en el espacio", "El Resplandor" y "Eyes Wide Shut". También es conocida su ópera "Le Grand Macabre".