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Transforma't! a les iaies també els hi poden agradar els motors!

Els collage són un art perdut que a mi encara m'agrada fer!

 

Tu n'has fet algun alguna vegada? T'agraden? si t'agraden per què no en fas més sovint?

sillón desarmable que se transforma en mesa.

 

an armchair that became a table

 

...tudo se transforma.

 

Arraial do Cabo - RJ

Estones d'espera transformades en petits grans moments, a la Diagonal (Barcelona); 29 de Juliol de 2008

♪ ♫ Jorge Drexler - Todo se transforma ♪ ♫

www.youtube.com/watch?v=oCjpqx3cXs0

 

"Cada uno da lo que recibe

y luego recibe lo que da,

nada es más simple,

no hay otra norma:

nada se pierde,

todo se transforma."

 

Each gives what he receives

and then get what you give,

nothing is more simple,

there is another rule:

nothing is lost,

everything changes.

All rights reserved. REPRODUÇÃO PROIBIDA - ® Todos os direitos reservados.

 

Pressione L.

No coração do Parque Nacional da Peneda-Gerês, a Mata de Albergaria revela-se um santuário natural de inestimável valor. No outono, a paisagem transforma-se num mosaico de tons quentes, com as folhas das faias e dos carvalhos-alvarinhos, a espécie dominante deste carvalhal secular, a pintalgarem o cenário de ocre e castanho. O solo, coberto por um espesso tapete de folhas secas, serve de abrigo a inúmeras espécies de fauna invertebrada e nutre o solo, enriquecendo o ecossistema. Classificada como Reserva Biogenética pelo Conselho da Europa, a mata representa um dos últimos e mais bem conservados exemplos de floresta autóctone em Portugal, crucial para a regulação hídrica e conservação da biodiversidade. A importância do local transcende a sua riqueza natural, integrando um troço preservado da Geira Romana, com vestígios visíveis de marcos miliários, unindo património natural e histórico numa experiência única.

 

In the heart of the Peneda-Gerês National Park, the Albergaria Forest is a natural sanctuary of inestimable value. In autumn, the landscape becomes a mosaic of warm tones, with the leaves of the beech and the Portuguese oak, the dominant species of this centuries-old oak forest, painting the scenery with ocher and brown. The ground, covered by a thick carpet of dry leaves, serves as a shelter for countless species of invertebrate fauna and nourishes the soil, enriching the ecosystem. Classified as a Biogenetic Reserve by the Council of Europe, the forest represents one of the last and best-preserved examples of native forest in Portugal, crucial for water regulation and biodiversity conservation. The importance of the site transcends its natural wealth, integrating a preserved section of the Roman Geira, with visible traces of milestones, uniting natural and historical heritage in a unique experience.

Mosteiro de S. Martinho de Tibães

Braga, Portugal.

   

Escadório ( "encenando a subida aos céus..." )

  

Prudência

 

Justiça

 

Fortaleza

 

Temperança

 

 

Esperança

 

Caridade

   

www.mosteirodetibaes.org/

 

_____________

  

Cerca do Mosteiro

  

A Cerca de 40 hectares, a maior cerca monástica preservada em Portugal, é única no seu género uma vez que combina funções agrícolas e de mata com o jardim barroco.

 

Tal como o Edifício, também a Cerca, situada nas faldas do Monte de S. Gens na sua encosta norte virada ao rio Cávado, sofreu profundas alterações ao longo dos tempos. Encimado pela Capela de S. Filipe, o Monte de S. Gens é ocupado a meio pela Capelinha de S. Bento e ao fundo pelo Mosteiro. Ocupado actualmente por Pinhal e Eucaliptal só dentro da Cerca do Mosteiro a vegetação climácica consegue ir recuperando o seu espaço secular, servindo de refúgio e habitat a centenas de espécies da nossa Fauna e Flora. Podemos aqui observar entre outras plantas da associação do Carvalho do Norte (Quercus robur), o protegido Azevinho (Ilex aquifolium),o Loureiro (Laurus nobilis), a Aveleira (Corylus avellana), o Medronheiro (Arbutus unedo), a Gilbarbeira (Ruscus aculeatus) e o Bordo (Acer pseudoplatanus).

 

(...)

______________________________

  

Prémio Internacional Carlo Scarpa para o Jardim

 

CERCA DO MOSTEIRO DE TIBÃES

 

Motivações do júri

 

O júri do Prémio Internacional Carlo Scarpa para o Jardim decidiu, por unanimidade, dedicar a nona edição do prémio (1998) à Cerca do Mosteiro de Tibães, cerca de mosteiro, vasto conjunto de matas, pomares, hortas e jardins, lagos e aquedutos, obras arquitectónicas e formas de pedra, nas faldas que descem do monte de São Gens ao lugar de Mire de Tibães e ao rio Cávado, nos arredores da cidade de Braga, na região do Minho, extremo norte de Portugal.

 

A paisagem cultural, com uma área original de 40 hectares, rodeados por um alto muro, e tendo por centro o edifício do mosteiro beneditino de São Martinho de Tibães, é testemunho de uma natureza particularmente fértil, entre o oceano e a montanha, com chuvas abundantes que fazem correr as águas das nascentes; natureza na qual a plurimilenar presença humana executou um trabalho hábil e multiforme, capaz de usar com particular sabedoria a água e os mais diversos materiais, do granito à madeira, da argila ao ouro, e de cultivar a terra com um profundo conhecimento do mundo vegetal e da sua infinita disponibilidade experimental.

Tudo isto se adensa, com sinais visíveis, na experiência do monaquismo beneditino nas suas diferentes fases; o estabelecimento inicial, entre o final do século X e o século XIII; a longa crise dos tempos tardo medievos à Contra-Reforma; e o renascimento, de meados de Quinhentos até finais de Setecentos, quando

 

Tibães se transforma na Casa Mãe dos mosteiros beneditinos de Portugal e do Brasil.

Após dois séculos de degradação, sem os monges, o conjunto foi adquirido pelo Estado Português em 1986, ficando afecto ao Instituto Português do Património Arquitectónico. É a este novo início de atenção, de propostas e de intervenções concretas que se dirige com confiança a nona edição do Prémio Internacional Carlo Scarpa para o Jardim.

 

Com esta escolha unânime, o júri, continuando a sua peregrinação pelos lugares e pelos casos da história da paisagem e do jardim, pretende chamar a atenção para uma área geográfica, a lusitana, que é normalmente relegada para a margem das atenções cognitivas e dos juízos de valor. Trata-se de um esquecimento aberrante que envolve muitas outras civilizações e que exige adequadas correcções históricas e geográficas.

 

Portugal apresenta-se como um variado, vivo e peculiar universo de figuras e de acontecimentos paisagísticos. Toca-nos o papel e o sentido da paisagem agrária, a qualidade e a ordem da agricultura, o cuidado com os detalhes das vinhas, o gosto pelo trabalho no campo, num país marcado por uma história marítima e por uma omnipresente tensão de sentimentos e de interesses voltados para o mar.

Para perceber estes paradoxos aparentes, é necessário repensar na espessura e no cadinho das relações e das influências culturais e antropológicas vividas por Portugal nos contactos com outras áreas geográficas, desde as mais longínquas, como a indiana, às mais próximas, como a árabe ou a flamenga.

Entre tantos e tão diversos lugares portugueses de grande riqueza, o júri escolheu a Cerca do Mosteiro de Tibães por corresponder às finalidades do Prémio Internacional Carlo Scarpa para o Jardim, ao representar com clareza a complexidade das tarefas da gestão da paisagem.

 

Tibães apresenta um conjunto exemplar de questões teóricas e práticas para a salvaguarda e a valorização da relação entre as características hidrogeológicas naturais e as impressionantes transformações levadas a cabo pelo engenho e pelo trabalho humano para governar a água, para definir os espaços cultivados, para trabalhar a pedra e a madeira. Entre os testemunhos desta relação sobressai o escadório, que do mosteiro sai até à Capela de São Bento, silenciosa subida do homem a que corresponde a calma e deslizante descida da água. A escadaria de água, de pedra e de pequenos jardins e pomares laterais, em socalcos, é um "topos" que se liga a outros sítios importantes na cultura paisagística lusitana, desde o Sacro Monte do Buçaco até ao impressionante Santuário do Bom Jesus do Monte, em Braga.

 

Em Tibães é visível toda a estratigrafia da relação entre o monaquismo ocidental e a cultura da paisagem. A forma economicamente auto suficiente e a atitude modificadora do ambiente físico, em particular do ordenamento hidráulico, característica constitutiva da ideologia e da organização monásticas, conferem aos lugares uma organização definitiva ainda legível não obstante os quase dois séculos de ausência dos monges e as vicissitudes da incerteza e, muitas vezes, da degradação.

 

O júri pretende, por fim, assinalar, em Tibães, o eloquente empenho de uma jovem democracia no património histórico e cultural, através do Instituto Português do Património Arquitectónico. Actua em Tibães uma equipa técnica que enquadra agricultores, jardineiros, mineiros, técnicos de conservação e restauro e operários da construção civil, dirigidos por Aida Maria Reis da Mata em colaboração com Maria João Dias Costa. Elas estão, mais do que ninguém, conscientes do quanto ainda tem de ser estudado e realizado, e de como poderão ser utilizados os vinte e cinco milhões de liras do prémio para algumas destas investigações e destas propostas, na Cerca do Mosteiro. Deste admirável complexo de Tibães chega uma mensagem de esperança para todo o património histórico e paisagístico. A esta mensagem entendeu o Júri responder dedicando-lhes o trofeu Carlo Scarpa na nona edição do Prémio Internacional que tem o seu nome.

  

Premio Internazionale Carlo

Scarpa per il Giardino La nona

edizione, é dedicate alla Cerca

do Mosteiro de Tibães,

Fondazione Benetton Studi

Ricerche, 1998, Treviso, Itália.

   

www.geira.pt/MSMTibaes/

   

Cerca do Mosteiro de Tibães

 

The International Carlo Scarpa Prize for Gardens

ninth edition, 1998

  

Report of the Jury

 

The Jury of the International Carlo Scarpa Prize for Gardens has unanimously decided unanimously to award the 1998 prize, the ninth in the series, to the Cerca do Mosteiro de Tibães, a vast estate with woods, orchards, vegetable and flower gardens, lakes and canals, buildings and stone sculptures, created by Benedictine monks on the slopes of the São Gens mountain towards the town of Mire de Tibães and the River Cávado, near the city of Braga in the region of Minho in the far north of Portugal.

 

The cultural landscape, which originally covered an area of 40 hectares surrounded by a high wall, was established around the Benedictine Monastery of Saint Martin of Tibães. It occupies a particularly fertile natural site between the ocean and the mountains, with frequent heavy rains supplying the many springs and streams; a place where over thousands of years man has developed remarkable skills in governing water and using materials from granite to wood, from clay to gold and in exploiting a profound knowledge of the plant world and its infinite receptiveness to experiment.

 

The Benedictine monks left their marks on the landscape in several stages: the original settlement from the X to the XIII century, the long, late-mediaeval crisis of the Counter Reformation and the revival from the late 1500s to the end of the XVIII century, when Tibães stood at the head of all the Benedictine monasteries in Portugal and Brazil.

 

The following two centuries, without the presence of the monks, were a period of neglect and decay until the estate was purchased by the State in 1986 and entrusted to the Instituto Português do Património Arquitectónico. It is this revival of attention, plans and concrete action that provides the focus for the award of the ninth International Carlo Scarpa Prize for Gardens.

 

The Jury’s unanimous decision focuses attention on a geographical area that is little studied and has too often been underappreciated.

 

A varied, lively and distinctive panorama of personalities and events underlies the Portuguese landscape. The role and development of the agrarian scene, the quality and order of the agriculture, the attention to detail in the vineyards, the pride in agricultural labour in a country where seafaring is a fact of nature and where feelings and interests are constantly drawn to the ocean.

 

To understand these apparent paradoxes one must rethink the texture and interplay of cultural and anthropological relations experienced by Portugal with other geographical regions as distant as India and nearer to hand such as the Arab or Flemish.

 

Of the many Portuguese sites with profound depths of history and culture, the monks’ estate at Tibães impressed the Jury as an ideal subject for the International Carlo Scarpa Prize for Gardens in that it is a clear embodiment of the complexity of the tasks involved in managing a landscape.

 

Tibães features an exemplary combination of the theoretical and practical issues involved in safeguarding and enhancing relations between the natural hydrogeological system and the astonishing transformations wrought by human intelligence and labour, harnessing water, defining cultivated areas and creating works in wood and stone. An outstanding example of this relationship is the escadório, the steps that rise from the monastery to the Chapel of Saint Benedict, the silent ascent of man counterpointed by the gentle murmur of the water trickling down. This combination of water flowing beside a stepped stone path running through terraced gardens and orchards is a recurrent topos in Lusitanian landscapes from the holy wood of Buçaco to the astounding contrivance of the nearby sanctuary of Bom Jesus do Monte.

 

Tibães offers a visibly layered review of the relationship between western monasticism and the culture of landscape. The economically self-sufficient form and the creative control of the physical environment, especially as regards water, are both features of the monastic ideology and organization; they are indelibly impressed on the site and still define its character even two centuries after monks themselves were last involved and despite long periods of uncertainty and decay.

 

Finally, in awarding the Prize to Tibães, the Jury wishes to acknowledge the eloquent commitment of a young democracy towards its historical and cultural heritage, in particular through the considerable concrete efforts of the Instituto Português do Património Arquitectónico. Working at Tibães there is a team of technical experts and operational staff, master craftsmen, former miners and farmers, coordinated by Superintendent Aida Maria Reis da Mata and, for the open spaces, by her assistant Maria João Dias Costa. It is they, more than anyone else, who know how much remains to be studied and done and how best to use the twenty-five million lire attached to the Prize to further research and action to safeguard the monastery. This wonderful site at Tibães offers a message of hope for the all the historic landscape heritage. The Jury responds to this message by dedicating to Tibães the Carlo Scarpa seal of the ninth International Prize that bears his name.

  

The International

Carlo Scarpa Prize

for Gardens

 

korrientessss

tormento

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trepando

la

distancia

llegando a

la copa del

ar

bol

 

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Relaunch party at the new transforma bxl

A frieza do concreto transforma a Beleza na Cidade!

sillón desarmable que se transforma en mesa.

Hasselblad 500 CM

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www.recyclart.org/2014/11/artista-japonesa-transforma-lix...

 

The Japanese artist Natsumi Tomita creates those tiny animal sculptures using trash. "Little Forest" is a series of sculptures created with found objects on the streets. Using anything from a broken umbrella and discarded cans to motorcycle parts, Tomita gives life to these junk objects.

  

A artista japonesa Natsumi Tomita cria esculturas de animais usando lixo. “A pequena Floresta” é uma série de esculturas criadas com objetos encontrados nas ruas. Usando qualquer coisa desde um guarda-chuva quebrado e latas descartadas até peças de moto, Tomita consegue dar uma sobrevida a esse ‘lixo’.

  

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Website: HypeVerde - Despoluindo Seu Mundo !

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Cuando el final está cerca, cuando el color se transforma, cuando las ramas se desnudan... la montaña suspira. Mas no dudéis por el cambio que observan vuestras pupilas, no es el engaño del mago, no es la mentira del embustero, es la magia del conocimiento, es la verdad de la inocencia.

 

When the end is near, when the color turns, where the branches are bare ... Mountain sighs. But please do not hesitate to change your pupils to observe, is not the deceit of the magician, is not the lie of the cheater, is the magic of knowledge is the truth of innocence.

 

Schöne Zöpfe!

 

Photo taken at OLYMPUS OM-D: PHOTOGRAPHY PLAYGROUND BERLIN 2014

with OLYMPUS OM-D E-M10 + M.ZUIKO DIGITAL ED 14-42mm 1:3.5-5.6 EZ

and jpeg processed with Lightroom.

Sino te transformas nunca vas a volar

Devendra Banhart @ Vigo Transforma 2010 for www.le-hiboo.com/

el futuro es un amante indiferente. puedes dedicar la vida entera a contemplarlo y tratar de aferrarlo, pero siempre se te escurrirá entre los dedos, se alejará de ti bailando y riéndose de lejos. los que dicen conocerlo son unos mentirosos y unos ladrones

 

en todo esto pensaba sentado en mi viejo sillón verde, al lado de la estufa, cuando se abrió la puerta ..

 

Donal Ryan

 

el almirante ruina

diario de un rondeño en el desierto

O Quebra-Nozes

 

Conto de natal de Ernst Theodor Amadeus Hoffmann, publicado em 1881, que deu origem a um bailado com música de Tchaikovski e coreografia de Marius Petipa e Lev Ivanov.

A ação decorre no século XIX, na Europa Oriental, na casa de Jans Stahlbaum, que passa a noite de Natal com a família e os amigos. Estes são aguardados com grande expectativa por Clara, Louise e Fritz, filhos dos donos da casa, ansiosos por prendas.

Clara recebe do padrinho, Drosselmeyer, o grande animador da festa, um lindo quebra-nozes em forma de soldado. Os irmãos, com inveja, tiram-lhe o presente, acabando por danificá-lo. O padrinho para consolar a afilhada, que ficara triste com o sucedido, garante-lhe que tudo se resolverá.

Terminada a festa, vão todos dormir. Clara acorda e vê que o Queba-Nozes ganha vida. Como, na sala, havia barulho de ratos, o soldadinho convoca os seus companheiros para lutar contra eles e o seu rei. Depois de matar este, Quebra-Nozes transforma-se num Príncipe e leva Clara a conhecer o Reino das Neves e o dos Doces. Neste último, a Fada Açucarada organiza uma festa, onde dançam todas as figuras do reino, em homenagem à menina. Por fim, Clara e o Príncipe regressam a casa.

Clara acorda, apercebendo-se de que tudo não passara de um sonho maravilhoso.

www.infopedia.pt/$o-quebra-nozes

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The Nutcracker and the Mouse King (German: Nussknacker und Mausekönig) is a story written in 1816 by E. T. A. Hoffmann in which young Marie Stahlbaum's favorite Christmas toy, the Nutcracker, comes alive and, after defeating the evil Mouse King in battle, whisks her away to a magical kingdom populated by dolls. In 1892, the Russian composer Pyotr Ilyich Tchaikovsky and choreographers Marius Petipa and Lev Ivanov turned Alexandre Dumas père's adaptation of the story into the ballet The Nutcracker, which became one of Tchaikovsky's most famous compositions, and perhaps the most popular ballet in the world.

Hoffmanns story begins on Christmas Eve at the Stahlbaum house. Marie, seven years old, and her brother Fritz, eight, sit outside the parlor speculating about what kind of present their godfather Drosselmeier, who is a clockmaker and inventor, has made for them. They are at last allowed into the parlor, where they receive many splendid gifts, including Drosselmeier's, which turns out to be a clockwork castle with mechanical people moving about inside it. However, as the mechanical people can only do the same thing over and over without variation, the children quickly tire of it. At this point, Marie notices a Nutcracker doll, and asks whom he belongs to. Her father tells her that he belongs to all of them, but that since she is so fond of him she will be his special caretaker. Marie, her sister Louise, and her brother Fritz pass the Nutcracker among them, cracking nuts, until Fritz tries to crack a nut that is too big and hard, and the Nutcracker's jaw breaks. Marie, upset, takes the Nutcracker away and bandages him with a ribbon from her dress.

 

When it is time for bed, the children put their Christmas gifts away in the special cupboard where they keep their toys. Fritz and Louise go up to bed, but Marie begs to be allowed to stay with Nutcracker a while longer, and she is allowed to do so. She puts Nutcracker to bed and tells him that Drosselmeier will fix his jaw as good as new. At this, the Nutcracker's face seems momentarily to come alive, and Marie is frightened, but she then decides it was only her imagination.

 

The grandfather clock begins to chime, and Marie believes she sees Drosselmeier sitting on top of it, preventing it from striking. Mice begin to come out from beneath the floor boards, including the seven-headed Mouse King. Marie, startled, slips and puts her elbow through the glass door of the toy cupboard. The dolls in the cupboard come alive and begin to move, Nutcracker taking command and leading them into battle after putting Marie's ribbon on as a token. The battle at first goes to the dolls, but they are eventually overwhelmed by the mice. Marie, seeing Nutcracker about to be taken prisoner, takes off her shoe and throws it at the Mouse King, then faints.

 

Marie wakes the next morning with her arm bandaged and tries to tell her parents about the battle between the mice and the dolls, but they do not believe her, thinking that she has had a fever dream caused by the wound she sustained from the broken glass. Drosselmeier soon arrives with the Nutcracker, whose jaw has been fixed, and tells Marie the story of Princess Pirlipat and Madam Mouserinks, who is also known as the Queen of the Mice, which explains how Nutcrackers came to be and why they look the way they do.

 

The Queen of the Mice tricked Pirlipat's mother into allowing her and her children to gobble up the lard that was supposed to go into the sausage that the King was to eat at dinner that evening. The King, enraged at the Mouse Queen for spoiling his supper and upsetting his wife, had his court inventor, whose name happens to be Drosselmeier, create traps for the Mouse Queen and her children.

 

The Mouse Queen, angered at the death of her children, swore that she would take revenge on the King's daughter, Pirlipat. Pirlipat's mother surrounded her with cats which were supposed to be kept awake by being constantly stroked, however inevitably the nurses who stroked the cats fell asleep and the Mouse Queen magically turned the infant Pirlipat ugly, giving her a huge head, a wide grinning mouth and a cottony beard, like a nutcracker. The King blamed Drosselmeier and gave him four weeks to find a cure. At the end of four weeks, Drosselmeier had no cure but went to his friend, the court astrologer.

 

They read Pirlipat's horoscope and told the King that the only way to cure her was to have her eat the nut Crackatook (Krakatuk), which must be cracked and handed to her by a man who had never been shaved nor worn boots since birth, and who must, without opening his eyes hand her the kernel and take seven steps backwards without stumbling. The King sent Drosselmeier and the astrologer out to look for the nut and the young man, charging them on pain of death not to return until they had found them.

 

The two men journeyed for many years without finding either the nut or the man, until finally they returned home and found the nut in a small shop. The man who had never been shaved and never worn boots turned out to be Drosselmeier's own nephew. The King, once the nut had been found, promised his daughter's hand to whoever could crack the nut. Many men broke their teeth on the nut before Drosselmeier's nephew finally appeared. He cracked the nut easily and handed it to the princess, who swallowed it and immediately became beautiful again, but Drosselmeier's nephew, on his seventh backward step, trod on the Queen of the Mice and stumbled, and the curse fell on him, giving him a large head, wide grinning mouth and cottony beard; in short, making him a Nutcracker. The ungrateful Princess, seeing how ugly Drosselmeier's nephew had become, refused to marry him and banished him from the castle.

 

Marie, while she recuperates from her wound, hears the King of the Mice whispering to her in the middle of the night, threatening to bite Nutcracker to pieces unless she gives him her sweets and her dolls. For Nutcracker's sake, Marie sacrifices her things, but the Mouse King wants more and more and finally Nutcracker tells Marie that if she will just get him a sword, he (the Nutcracker) will finish him off. Marie asks Fritz for a sword for Nutcracker, and he gives her the sword of one of his toy hussars. The next night, Nutcracker comes into Marie's room bearing the Mouse King's seven crowns, and takes her away with him to the doll kingdom, where Marie sees many wonderful things. She eventually falls asleep in the Nutcracker's palace and is brought back home. She tries to tell her mother what happened, but again she is not believed, even when she shows her parents the seven crowns, and she is forbidden to speak of her "dreams" anymore.

 

As Marie sits in front of the toy cabinet one day, looking at Nutcracker and thinking about all the wondrous things that happened, she can't keep silent anymore and swears to the Nutcracker that if he were ever really real she would never behave as Princess Pirlipat behaved, and she would love him whatever he looked like. At this, there is a bang and she falls off the chair. Her mother comes in to tell her that godfather Drosselmeier has arrived with his young nephew. Drosselmeier's nephew takes Marie aside and tells her that by swearing that she would love him in spite of his looks, she broke the curse on him and made him handsome again. He asks her to marry him. She accepts, and in a year and a day he comes for her and takes her away to the Doll Kingdom, where she is crowned queen and eventually marries the Prince.

en.wikipedia.org/wiki/The_Nutcracker_and_the_Mouse_King

Fotografía realizada por Peter Lievano © Todos los derechos reservados - No utilizar sin autorización // www.peterlievano.com

 

SKYLINE DE BOGOTA NOCTURNO

Bajo el manto estrellado que abraza la capital colombiana, el Skyline de Bogotá se transforma en un espectáculo de luces y arquitectura que cautiva los sentidos. En el corazón de esta sinfonía luminosa destaca la imponente edificación de Atrio, que se alza majestuosamente hacia el cielo nocturno. Su fachada iluminada crea un juego de luces y sombras, revelando una modernidad que se fusiona armoniosamente con el entorno histórico de la ciudad.

 

A un costado, el Hotel Tequendama se erige como un faro en la oscuridad, su fachada envuelta en un resplandor cautivador de tonalidades rojas. Esta icónica estructura, testigo del devenir histórico de Bogotá, se viste de elegancia y contemporaneidad en la noche, proyectando una imagen que evoca el espíritu vibrante de la metrópolis.

 

La Torre Colpatria, con sus luces LED brillantes, se convierte en un lienzo luminoso que cobra vida con figuras navideñas, pintando el cielo de alegría y festividad. Es un recordatorio de la época festiva que se vive en la ciudad, donde la Torre Colpatria se convierte en un faro de celebración que se vislumbra desde todos los rincones de Bogotá.

 

Al fondo, la majestuosa silueta de Monserrate se erige como guardiana de la ciudad. La iluminación suave resalta la imponente iglesia en la cima, creando una presencia celestial que se refleja en las alturas. Es un recordatorio de la rica herencia cultural que abraza la modernidad, uniendo lo sagrado y lo contemporáneo en una danza de luces que encanta a quienes contemplan el skyline nocturno de Bogotá.

 

En conjunto, este panorama nocturno es una oda a la diversidad arquitectónica y cultural de Bogotá, donde el pasado y el presente se entrelazan en una coreografía de luces que iluminan la ciudad, convirtiéndola en un lienzo vibrante que nunca deja de sorprender.

 

BOGOTÁ NIGHT SKYLINE

 

Under the starry mantle that embraces the Colombian capital, the Bogotá skyline transforms into a spectacle of lights and architecture that captivates the senses. At the heart of this luminous symphony stands the imposing Atrio building, majestically rising towards the night sky. Its illuminated façade creates a play of light and shadow, revealing a modernity that harmoniously blends with the historical surroundings of the city.

 

To one side, the Tequendama Hotel stands as a beacon in the darkness, its façade wrapped in a captivating glow of red hues. This iconic structure, a witness to Bogotá's historical evolution, is adorned with elegance and contemporaneity at night, projecting an image that evokes the vibrant spirit of the metropolis.

 

The Colpatria Tower, with its bright LED lights, becomes a luminous canvas that comes to life with Christmas figures, painting the sky with joy and festivity. It is a reminder of the festive season in the city, where the Colpatria Tower becomes a beacon of celebration visible from all corners of Bogotá.

 

In the background, the majestic silhouette of Monserrate rises as the city's guardian. The soft lighting highlights the imposing church at the summit, creating a celestial presence reflected in the heights. It is a reminder of the rich cultural heritage that embraces modernity, uniting the sacred and the contemporary in a dance of lights that enchants those who contemplate Bogotá's night skyline.

 

Together, this night panorama is an ode to Bogotá's architectural and cultural diversity, where past and present intertwine in a choreography of lights that illuminate the city, turning it into a vibrant canvas that never ceases to amaze.

Medo que se transforma em fé

de Max Lucado

 

“... viram Jesus caminhando sobre as águas e se aproximando do barco. Os discípulos ficaram com medo...” [1]

 

A fé sempre foi a filha do medo. O medo impulsionou Pedro para fora do barco. Ele já tinha navegado entre aquelas ondas. Sabia do que essas tormentas eram capazes. Tinha ouvido outras histórias, visto naufrágios. Conhecia as viúvas. Ele sabia que a tempestade poderia matar e, então, sentiu vontade de sair dali.

 

Durante toda a noite ele quis escapar dali. Por nove horas, foi arrastado com o barco, lutou com os remos e buscou esperança em cada sombra que aparecia no horizonte. Estava ensopado até a alma e cansado do lamento de morte trazido pelo vento.

 

Olhe para os olhos de Pedro e você não conseguirá enxergar um homem de convicção.

 

Procure sua face e não encontrará um semblante forte. Mais tarde, sim, vai vê-lo com coragem no jardim, testemunhar sua devoção no Pentecostes e contemplar sua fé nas epístolas.

 

Mas não nessa noite. Olhe para seus olhos, agora, e veja o medo; um temor sufocante e trepidante de um homem que não tinha saída.

 

Mas desse medo nasceria um ato de fé, pois a fé é a filha do medo.

 

"O temor do Senhor é o princípio da sabedoria",[2] escreveu o sábio.

 

Pedro poderia ter sido a ilustração do sermão acima.

 

Se Pedro tivesse visto Jesus caminhar sobre as águas durante um dia calmo e pacífico, você acha que ele teria andado até Jesus?

 

Nem eu.

 

Se caso o mar estivesse calmo, sem ondas, como se fosse um tapete, e a viagem agradável, você acha que Pedro teria implorado para que Jesus o tirasse dali e o fizesse passear sobre as ondas? Duvido.

 

Mas, dê a alguém uma opção de escolha entre a morte certa e uma oportunidade maluca, e verá que a oportunidade sempre será a escolhida.

 

Grandes atos de fé raramente nasceram de um planejamento ou de um cálculo frio.

 

Não foi a lógica que fez Moisés erguer seu cajado nas margens do Mar Vermelho.[3]

 

Não foi uma pesquisa médica que convenceu Naamã a mergulhar sete vezes no rio.[4]

 

Não foi o bom senso que fez Paulo abandonar a Lei e abraçar a graça.[5]

 

E não foi um comitê secreto que orou numa pequena sala em Jerusalém para libertar Pedro da prisão.[6] Foi um grupo de crentes temerosos, desesperados, que se sentiram pressionados contra a parede. Foi uma igreja sem opções. Uma congregação de joão-ninguéns pedindo por ajuda.

 

E mais do que nunca eles foram fortes.

 

No princípio de um ato de fé, há sempre uma semente de medo.

 

As biografias de discípulos corajosos sempre iniciam com capítulos de puro pânico.

 

Temor da morte, do fracasso, da solidão, de uma vida vã, de fracassar em conhecer a Deus.

 

A fé começa quando você vê Deus na montanha, mas você mesmo está no vale e sabe que está muito fraco para subir. Consegue enxergar o que está precisando... o que tem... e descobre que o que tem não é suficiente para realizar qualquer coisa.

 

Pedro deu o melhor de si. Porém, o seu melhor não era o bastante.

 

Moisés tinha um mar em sua frente e um inimigo nas suas costas. Os israelitas poderiam muito bem nadar ou lutar, mas nenhuma das opções era o bastante.

 

Naamã tinha experimentado outros métodos de cura e consultado adivinhos. Viajar uma longa distância para se meter em um rio de lama não tem muito sentido quando existem rios cristalinos em seu quintal. Mas, que opções ele tinha?

 

Paulo tinha perfeito conhecimento da lei, era mestre do sistema. Mas um olhar para Deus o convenceu de que sacrifícios e símbolos não eram o bastante.

 

A igreja em Jerusalém sabia que não havia esperança de libertar Pedro da prisão. Eles tinham cristãos que poderiam lutar, mas eram poucos. Tinham armas, mas não eram potentes. Não precisavam de músculo, precisavam de milagre.

 

E Pedro também. Ele estava consciente de dois fatos: descia cada vez mais enquanto o Senhor Jesus se levantava. E sabia onde queria estar.

 

Não há nada errado com essa reação. A fé que se inicia com o temor terminará mais próxima ao Pai.

 

Já faz algum tempo que fui para o oeste do Texas falar no funeral de um grande amigo da família. Ele tinha criado cinco filhos. Um de seus filhos, Paul, contou uma história sobre uma das mais antigas memórias que tinha sobre seu pai.

 

Era primavera lá no Texas, ou seja, a estação dos tornados. Paul tinha somente três ou quatro anos de idade naquela época, mas se lembrava claramente do dia em que um tornado atingiu sua pequena cidade.

 

Seu pai arrastou as crianças para dentro da casa e as fez deitar no chão, enquanto ele mesmo deitava-se sobre um colchão em cima deles. Porém, o pai não estava protegido. Paul se lembrou de ter espiado por debaixo do colchão e visto seu pai de pé ao lado de uma janela aberta, assistindo a nuvem afunilada sacudir e destruir tudo ao longo da pradaria.

 

Quando Paul viu seu pai, sabia onde queria estar. Desvencilhou-se dos braços da mãe, engatinhou para fora do colchão e correu para abraçar as pernas do pai. — Algo me dizia, continuou Paul — que o lugar mais seguro para estar quando há uma tormenta era perto do meu pai. Algo havia dito a mesma coisa para Pedro.

 

— "Se é o senhor mesmo, Senhor, " — Pedro disse "mande que eu vá andando em cima da água até onde está."[7]

 

Pedro não estava testando Jesus; ele estava clamando. Pisar sobre um mar agitado não é um gesto muito lógico; é um gesto de desespero.

 

Pedro agarrou-se na beirada do barco, colocou uma perna para fora... e depois a outra.

 

Alguns passos foram dados. Era como se existisse um caminho de rochas sob seus pés. No final do caminho estava a face luminosa do amigo que sempre o encorajava.

 

Nós fazemos a mesma coisa, não é verdade? Chegamos até Cris-to em horas de grande necessidade. Abandonamos o barco das boas obras. Descobrimos, assim como Moisés, que a força humana não pode nos salvar. Olhamos para Deus desesperadamente. Percebemos, assim como Paulo, que todas as boas obras do mundo são insignificantes quando colocadas diante do único Perfeito. Descobrimos, como Pedro, que transpor o buraco entre nós e Jesus é uma façanha muito grande para o nosso pequenino pé. Então, imploramos por ajuda. Ouvimos sua voz e damos o passo com medo, esperando que nossa pouca fé seja suficiente.

 

A fé não nasce ao redor de uma mesa de negociações, onde barganhamos nossos dons em troca da bondade de Deus. A fé não é uma recompensa dedicada para quem aprendeu melhor a lição. Não é um prêmio dado ao mais disciplinado. Não é um título herdado pelo mais religioso.

 

A fé é um mergulho desesperado para fora do barco do esforço humano, que está naufragando; é uma oração pedindo que Deus esteja lá para nos resgatar de dentro da água. Paulo escreveu sobre esse tipo de fé na carta aos Efésios:

 

"Pois é pela graça de Deus que vocês foram salvos, por meio da fé que vocês têm. Vocês não salvaram a si mesmos. A salvação vem de Deus como um dom, e não como o resultado das obras que alguém fez, para que assim ninguém se orgulhe".[8]

 

Paulo é bem claro. A força suprema da salvação é a graça de Deus. Não nossas obras, nem nossos talentos, muito menos nossos sentimentos e nossa força.

 

A salvação é a presença repentina e calma de Deus em meio ao mar agitado de nossas vidas.

 

Ouvimos sua voz e, então, damos o passo.

 

Nós, assim como Paulo, estamos cientes de duas coisas: somos grandes pecadores e precisamos de um grande Salvador.

 

Nós, assim como Pedro, estamos cientes de dois fatos: estamos afundando enquanto Deus está se levantando. E assim, começamos a escalar, deixamos para trás o Titanic da autocorreção e nos firmamos no caminho sólido da graça de Deus.

 

E, surpreendentemente, somos capazes de caminhar sobre as águas. A morte está desarmada, os fracassos são perdoáveis, a vida tem um propósito real. E Deus não está apenas à nossa vista, mas ao nosso alcance.

 

Com passos direcionados, porém trêmulos, nos aproximamos dele. Por um momento de força surpreendente, nós nos firmamos sobre suas promessas. Não faz sentido sermos capazes de realizar isso. Não pedimos para sermos dignos de tal dom incrível. Quando as pessoas perguntam como mantemos nosso equilíbrio durante tempos de tormenta, não nos gabamos. Não nos vangloriamos. Apontamos, sem nenhuma vergonha, para Aquele que torna tudo isso possível.

 

Nossos olhos estão nele.

 

E assim é como cantamos: "Nem trabalho, nem penar pode o pecador salvar; só tu podes, bom Jesus, dar-me vida, paz e luz".[9]

 

Declaramos também: "Em nada ponho a minha fé, senão na graça de Jesus; no sacrifício remidor, no sangue do bom Redentor."[10]

 

E, explicamos: "Foi a graça que ensinou o temor ao meu coração, e aliviou os meus medos."[11]

 

Alguns de nós, diferentemente de Pedro, nunca olhamos para trás.

 

Outros, assim como Pedro, sentem o vento e se assustam.[12]

 

Talvez estejamos enfrentando o vento do orgulho: "Afinal de contas, eu não sou um pecador tão mau assim. Olhe para o que eu posso fazer."

 

Ou pode ser o vento do legalismo: "Eu sei que Deus está tomando conta de parte disso, mas eu tenho que cuidar do resto."

 

A maioria de nós, no entanto, encara o vento da dúvida: "Eu sou muito ruim para Deus me tratar desse jeito. Não mereço ser resgatado."

 

E para baixo nós vamos. Com o peso do reboque da mortalidade, afundamos. Arquejando e nos debatendo, caímos num mundo escuro e úmido. Abrimos os olhos e vemos somente a escuridão. Tentamos respirar, mas não existe ar. Batemos mãos e pés para conseguirmos voltar à superfície.

 

Com as cabeças quase para fora da água, temos de tomar uma decisão.

 

Os orgulhosos perguntam: "Devemos esconder nossa face e nos afogar no orgulho? Ou devemos gritar por ajuda e pegar na mão de Deus?".

 

Os legalistas questionam: "Devemos afundar sob o peso da Lei? Ou devemos abandonar os códigos e implorar por graça?".

 

Os duvidosos perguntam: "Devemos alimentar nossas dúvidas com murmurações do tipo, `Eu realmente o desprezei dessa vez?' ou esperamos que o mesmo Cristo que nos chamou para fora do barco, nos chamará também para fora do mar?".

 

Sabemos qual foi a decisão de Pedro.

 

“... e começou a afundar e gritou: Salve-me, Senhor!”[13]

“E Jesus imediatamente estendeu a sua mão, o segurou...”[14]

 

Também conhecemos a escolha de um outro marinheiro numa outra tempestade.

 

Embora separado por dezessete séculos, esse marinheiro e Pedro se aproximam muito por várias notáveis semelhanças:

 

• Ambos ganharam a vida no mar.

• Ambos encontraram o Salvador após uma longa batalha em meio a tempestade.

• Ambos, temerosos, encontraram o Pai e seguiram-no com fé.

• Ambos saíram do barco e se tornaram pregadores da Verdade.

 

Você conhece a história de Pedro, o primeiro marinheiro. Deixe-me contar sobre o segundo, cujo nome é John.

 

Ele serviu nos mares desde que tinha onze anos. Seu pai, um comandante inglês de navio mercante, no Mediterrâneo, levou-o para o exterior e treinou-o para uma vida na Marinha Real.

 

Mas, o que John tinha ganhado em experiência, tinha perdido em disciplina. Ele desafiava as autoridades, andava com pessoas erradas, metia-se em caminhos tortuosos. Embora seu treinamento o houvesse qualificado para servir como um oficial, seu comportamento fez com que ele fosse punido e rebaixado.

 

Quando tinha cerca de vinte anos de idade, John viajou para a África, onde se envolveu com o lucrativo comércio de escravos. Aos vinte e um anos, ganhava a vida com o Greyhound, um navio negreiro que cruzava o oceano Atlântico.

 

John ridicularizava a moral e zombava de assuntos religiosos. Até fazia piadas sobre um livro que, no final de tudo, remodelaria sua vida: A imitação de Cristo. Na verdade, ele estava desprezando aquele livro poucas horas antes do navio entrar no meio de uma grande tempestade.

 

Naquela noite, o mar agrediu o Greyhound, levando o navio, em prazo de minutos, para o topo de uma onda e baixando-o de volta para o fundo das águas.

 

John foi desperto entre as águas que enchiam sua cabine. Um lado do Greyhound tinha colidido. Era comum de se esperar que tal dano teria levado o navio para o fundo em questão de minutos. Porém, o Greyhound foi carregado como uma carga flutuante e permaneceu na superfície.

 

John trabalhou durante toda a noite para consertar o estrago. Por nove horas, ele e os outros marinheiros lutaram para não deixar que o navio afundasse. Mas ele sabia que era uma causa perdida. Finalmente, quando as esperanças estavam mais danificadas que a embarcação, ele se atirou no convés cheio de água salgada e clamou:

 

— Se isso não funcionar, então que o Senhor tenha misericórdia de nós.

 

John não merecia misericórdia, mas mesmo assim a recebeu. O Greyhound e sua tripulação sobreviveram.

 

John nunca se esqueceu da misericórdia demonstrada por Deus naquele dia tempestuoso, em meio ao feroz oceano Atlântico. Ele retornou à Inglaterra onde se tomou um grande compositor.

 

Você já ouviu algumas de suas músicas.

 

Esse traficante de escravos, que se tornou compositor, era John Newton, o autor de uma das músicas mais famosas mundialmente: Amazing Grace.

 

Amazing grace! how sweet the sound,

That saved a wretch like me!

I once was lost, but now am found,

was blind, but now I see.[15]

  

[Ó Graça maravilhosa! Quão doce o som

Que salvou um desaventurado como eu

Eu estava perdido, mas, agora salvo

Fui cego, mas agora vejo.]

  

Ao longo de suas composições, ele também se tornou um poderoso pregador. Por quase 50 anos, encheu os púlpitos e as igrejas com a história do Salvador que nos encontrou no meio de uma tempestade.

 

Um ou dois anos antes de sua morte, as pessoas insistiam para que parasse de pregar por causa de sua visão deficiente.

 

— O quê??? — e então explicava — O blasfemo africano também vai parar enquanto puder falar?

 

Ele não pararia. Não poderia parar. O que tinha começado com uma oração temerosa resultou numa vida inteira de fé. Durante os seus últimos anos, alguém lhe perguntou sobre sua saúde. Ele confessou que suas forças já estavam enfraquecidas.

 

— Minha memória já quase se foi. — ele disse Mas ainda me lembro de duas coisas: sou um grande pecador e Jesus é um grande Salvador.

 

Do que mais precisamos nos lembrar?

 

Dois marinheiros e dois mares. Duas embarcações em duas tempestades. Duas orações temerosas em duas vidas de fé. Como união dessas duas histórias, está o Salvador, um Deus que caminhará através do inferno ou sobre as águas a fim de estender a mão auxiliadora para um filho que clama por socorro.

 

Relaunch party at the new transforma bxl

para aquellas personitas que me acompañan en la vida.. con alegrias.. muchas , penas algunas y sobre todo que estan ahi... gracias.. angelitos

Se comprobó que si un gato se para sobre los papeles de un proyecto que estás preparando, este se transforma en un éxito. Asegurado.

yo tengo perdida allá en el fondo del alma, muy oculta, una pena por ti, es nuestra pena

la que nació la noche en que partiste y que creciera el rodar de las estrellas

es lo único nuestro que nos queda en común, no hay nada mas!

Shot of myself reflected on a car in Amsterdam. Taken with my HTC Desire using the Camera360 Android app. :)

 

I have a secret to tell you...I was not always a wicked Reflectah, I was born to a pair of human parents (hey Mum and Dad...oh, wait, they don't have Internet, lol ;) and only later in life started to slowly transform into the puddle-loving, mobile-shooting, wicked Dude I am today. The process was mostly pain-free and probably initiated by some cosmic rays penetrating planet Earth, or some poisoned insect biting me, I'll never know for sure, but since this is a fun experience anyway, I will not waste my time trying to figure out the how and what, instead I'm just going to enjoy the ride and see where it takes me :)

 

I do hope though that I'm not going to turn green one of these days, it's just no my color, I'd much rather grow some steel-claws, learn how to fly or acquire some other useful features that will aid me in fighting Super-Villains, should the need ever arise. And if there is no worthy Adversary to punch, burn or freeze (as I don't know yet what further transformations I might experience, I can't be too specific on my wicked powers!), I'll just speed-bike through the best city in the world and knock-out those few remaining Junkies who specialize in bike-theft to finance their truly retarded and senseless addiction, mhuahahaha :D

 

P.s. Yes, I do know and understand that Junkies are not evil people, they're sick, and with the correct treatment, which does not consist of knocking them out, can become valuable members of society...but if they'd want that, they would not have become Junkies in the first place, or at least that's what my feeble mind tries to make me believe...sorry Heroin-lovers, I could not think of any other population-group to make fun of today, my bad ;-D

 

P.p.s. Come to think of it, you've stolen so many of my bikes in the past, that actually a little bit of punching might be well deserved...just a tiny little bit, I promise I won't use them wicked steel-claws, or at least not more than necessary, hahaha :D

    

Amsterdam photos

 

Wicked reflections

 

www.amstersam.com

Nada es mas simple, no hay otra norma.

Nada se pierde, todo se transforma.

    

En el punto en que el río se transforma en ría, surgió el corazón de la villa de Don Diego. Fundada en 1300 sobre asentamientos de pescadores, la Villa, privilegíada por los monarcas castellanos como centro comercial, todavía conserva en su casco histórico, las huellas de su pasado.

 

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No local onde o río se transforma en ría, surgiu o coração da Vila de Dom Diogo (Diogo López de Haro, Senhor de Biscaia). Fundada no 1300 sobre uma aldeia piscatória, a Vila, privilegiada pelos Reis de Castela como centro comercial, ainda mantém no seu centro histórico, as sinais do seu passado.

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