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This laptop was on a podium right inside the front door - I chose to print The History of Chelmsford, by Wilson Waters.
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"Nero A Metà" di Pino Daniele, l’attesissimo concerto-evento sulle note dello storico terzo album dell’artista, che il 1° settembre sarà accompagnato sul suggestivo palco Dell’arena Di Verona dai musicisti della formazione originale del 1980 insieme all’orchestra Roma Sinfonietta e alcuni degli amici che negli anni hanno arricchito e stimolato il suo percorso artistico. Tra questi si aggiunge Francesco Renga, oltre ai già annunciati Mario Biondi, Elisa, Emma Marrone e Fiorella Mannoia.
A 30 anni esatti dal suo primo concerto all’Arena di Verona, Pino Daniele porterà sul palco la band del 1980, con James Senese (sax), Gigi De Rienzo (basso), Agostino Marangolo (batteria), Ernesto Vitolo (piano e tastiere), Rosario Jermano (percussioni) e Tony Cercola (bongos), la band attuale, con Rino Zurzolo (contrabbasso), Daniele Bonaviri (chitarra classica), Elisabetta Serio (pianoforte) ed Alfredo Golino (percussioni), e 50 elementi dell’orchestra sinfonica “Roma Sinfonietta” diretta dal M° Gianluca Podio. Protagoniste saranno le canzoni più belle di Pino, da “Quanno chiove”, al brano che dichiara la sua passione di sempre, “A me me piace 'o blues”, e le melodie che il tempo ha consegnato alla storia della musica italiana.
Uno spettacolo unico e imperdibile, ideato sulle canzoni di “Nero a Metà”, album della consacrazione per Pino Daniele, simbolo di quel sound inconfondibile, diventato suo marchio di fabbrica in Italia e all’estero, e che è ancora oggi nella classifica Rolling Stone Italia dei “100 album più belli di sempre”.
These pods have been falling for the last week or two. We had a particularly hot day yesterday, and it seems to have accelerated this process.
Lyvona Orbital Interiors – Product Overview
Nestra LSP4 – Luxury Sleeping Pod
Deep space, even deeper sleep.
The Nestra is Lyvona’s flagship sleep pod, crafted for long-term habitation without compromising comfort.
Advanced Somnestar cushioning responds to body position and pressure, subtly adjusting firmness to match individual sleep preferences. Magnetic Hearthspace modular shelving offers secure, customizable storage for essentials. Environmental sensors regulate temperature and lighting in real time, guided by the sleeper’s natural biorhythms—automated through Lyvona’s renowned Nocturne control interface and zoned thermal system.
transport perceptual pod
2007
International Contemporary
Furniture Fair
New York City, NY
artist: alberto frias
photos: erik hagan
Monkey pod wood furniture, monkey pod wood table, monkey pod wood, wood slab table, wooden slab table, rustic wood slab, live edge slab table, walnut wood slab, slab wood for sale, walnut slab table for sale from IndoGemstone.com
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Brasília, 11/04/2014
Seminário sobre Gestão Por Competências e Gestão do Conhecimento No Poder Judiciário. Coordenadora-Geral de Educação a Distância da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), Cláudia Cristina Muller. Foto: Gláucio Dettmar/Agência CNJ
I bought 100 gr of cardamon pods, or at least that was what I have asked and paid for. I was surprised to find lots of pumpkinseeds in my cardamon bag. I made a picture to show the vendor at the market, but anyway, I won't be buying from him anymore.
I wouldn't really mind if the price of the two was equivalent, but cardamon is about ten times more expensive !
It's not a big deal, but feeling cheated isn't nice either.
Jacaranda trees produce seed pods throughout spring, from October to November and this is the best time of year to germinate the seeds.
To collect the seeds simply crack the seed pod open to remove the seeds. Soak the seeds.
Once removed from the seed pod, soak the jacaranda tree seeds in water for 24 hours.
Plants of Tamilnadu (India) (130)
கத்திக் கருவேல்
Botanical name- Acacia auriculiformis
Tamil name – KATHTHIK KARUVEL
Common name – Ear-Pod Wattle
Importance - Tree provides pulp for paper industry
Author – Dr.S.Soundarapandian
ssoundarapandian.blogspot.in
Place of plant - TARAMANI (Chennai – 11`3 , Tamilnadu , India)
Date : 09 - September – 2017
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The pod is a circular structure with full glass walls at Clifford Pier, Collyer Quay will be completed by end of 2011. It will house food and beverages outlets with observation deck on the roof.
Con aportación del Poder Judicial, paquetes escolares a niñ@s indígenas
Jueves, 20 de Septiembre de 2012
En gira de trabajo por la mixteca poblana, la Presidenta del Patronato del Sistema Estatal DIF, Martha Erika Alonso de Moreno Valle, entregó paquetes escolares del programa “Beca un niño indígena” a 28 menores del Albergue “Lic. Benito Juárez”, en la localidad de Quetzalapa, en el municipio de Huatlatlauca.
Acompañada del Director General del Honorable Tribunal Superior de Justicia, Raúl Rodríguez y de la vocal titular del Voluntariado del Poder Judicial, Isabel Salomón, padrinos del albergue escolar, mencionó que a través de este programa es posible seguir trabajando para que disminuya el número de menores indígenas que abandonan sus estudios
La Presidenta del Patronato del Sistema Estatal DIF, dio a conocer que gracias a este donativo de 71 mil pesos, además de becar a niños y niñas del albergue “Lic. Benito Juárez” de Huatlatlauca, se benefició a 23 menores indígenas del albergue Escolar “Ignacio Zaragoza” de Tepexi de Rodríguez y a 24 más del albergue “José Vasconcelos” de Zihuateutla.
Alonso de Moreno Valle reconoció el trabajo de las voluntarias del Honorable Tribunal Superior de Justicia por sumarse a la causa, al gestionar recursos para que más menores indígenas puedan continuar su educación básica.
Asimismo, acompañada del Presidente Municipal de Huatlatlauca, Flavio Herrera, y de la Presidenta del Sistema Municipal DIF, Imelda Luna, entregó equipamiento para dignificar 3 desayunadores escolares, así como la entrega de aparatos ortopédicos.
Mencionó que como Sistema Estatal DIF se invirtieron cerca de 35 mil pesos para dignificar los desayunadores escolares de una telesecundaria de la comunidad de Tepetzitzintla, así como de dos primarias; una en la colonia Emiliano Zapata y otra más en Huatlatlauca, a través de los cuales se beneficiarán a cerca de 200 niños y jóvenes de la región.
De igual forma, Alonso de Moreno Valle entregó aparatos ortopédicos, entre sillas de ruedas, bastones, andaderas y muletas a personas que sufren alguna discapacidad, con los cuales se les ayudará a que cuenten con una mejor calidad de vida.
Por otro lado, realizó la entrega simbólica de mil prendas de ropa a las autoridades municipales, para que estos apoyos sean entregados a las personas de escasos recursos.
Finalmente, reiteró su compromiso de seguir trabajando a favor de los grupos vulnerables ya que dijo estar convencida que solamente con el trabajo en equipo entre sociedad y gobierno, es posible cuidar de manera integral a las familias poblanas.
Foto y nota publicada en la Revista digital El Arca de Noé
A close up of a lotus pod and it's seeds ... the seeds almost look like black olives or grapes you could pluck from their little personal dishes and eat!
©2010 Shannon M. Kosicki
Um ritual, em sua totalidade, não deve ser ligado sempre à práticas religiosas, mas pode simplesmente ser um ato repetido com dedicação, seguindo com cuidado ou gosto, como o fato de se levantar, seguir até o banheiro, lavar o rosto e escovar os dentes sempre ao acordar pela manhã, como outros costumes. Um rito pode ser a preparação daquela janta para dois. E assim estando presente em praticamente todas as práticas sociais de nosso cotidiano.
Por isso, não me atendo primeiramente ao sentido religioso, decidi por denominar este ensaio como “O Rito” por se tratar da preparação para a cerimônia que aconteceria mais a noite naquele sábado a noite em algum lugar de São Lourenço da Mata. Me apeguei em captar as cores e métodos de preparo, os passos do Feitio do Rapé. Desde o desfio do Tabaco, até a transformação das lascas em cinza, batidas bem finas e macias, para assim poder misturar perfeitamente com as cinzas de Pau Pereira. Captar toda a dedicação de todos os integrantes do grupo Águia do Norte em preparar as cerimônias de Ayahuasca e Temazcal foi primoroso, para dizer o mínimo, acompanhar, durante um final de semana, o esforço de todos para um bem em comum.
Enxergar, auxiliado por minha objetiva 50mm, como um olhar humano, vivendo todo aquele empenho, passando despercebido ao mesmo passo em que era acolhido calorosamente por todos, ganhando aos poucos total liberdade e confiança para ir me aproximando e “olhando” de mais perto. Chegar perto o suficiente para me ver participe, para viver a experiência daquele rito, estar próximo para poder documentar fotograficamente, e porque não dizer etnograficamente? Já que a fotografia etnográfica está ali para registrar detalhes de um grupo participe da sociedade, por mais afastado que o seja, por mais diferente que o seja, um grupo como outro qualquer, com costumes próprios, com cultura própria, como qualquer outro grupo. Cultura em seu melhor sentido antropológico, cultura como produção do homem, e como no caso xamânico, cultura feita pelo homem através da natureza para o homem.
O homem como parte da natureza. A natureza como parte do xamã. Todos sendo um só juntos e conjuntos como um espirito sob o abraço do Grande Espirito. As escolhas do “esqueleto” do Temazcal, presenciar pessoas erguendo com suas mãos aquilo que viria a ser um dos pontos principais das cerimônias que se desenrolariam noite a dentro, cercada de toda a sua simbologia. Simbologia esta que está estática no momento da fotografia, guardando aquele momento, naquele lugar, como o conceito de espaço-tempo da antropologia clássica. Captar e registrar o momento, como ele realmente é, sem a interferência de fora, sem a minha interferência, imerso em meio a eles com a minha câmera, tão distante culturalmente deles mas estando tão próximo ao mesmo tempo, a cultura se entrega para o humano, ao mesmo passo que o humano sem perceber se entrega à cultura. Como é dito popularmente “O homem faz o meio ou o meio faz o homem”, levado ao ponto de que a natureza ao nosso redor a cultura já é tão presente, tão próxima que pode ter ganho autonomia, ela, caso não haja interferência de algum poder maior, sobreviverá e se manterá por si só.
Cultuando à natureza e a sua cultura ao redor, viver para a preservar e viver para e com ela, manter a integração homem e natureza, corpo e espirito, procurando o caminho mais pacifico para poderem continuar, sem o mínimo preconceito, é o que está impresso nessas fotografias. Foi nossa pretensão, e acreditamos ter alcançado e realizado um trabalho eficaz.