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A Quinta de Cima em S. Mamede de Infesta, já desaparecida, mais conhecida por Quinta de Honorio Lima -
(ATUALIZADO DE NOVO A 26/12/2015)
Francisco Nogueira Bastos nasceu na freguesia de Santa Maria do Outeiro do concelho de Cabeceiras de Basto no Distrito de Braga, filho dos lavradores Jose Nogueira e Maria Francisca (Nogueira) naturais da mesma freguesia:
foi comerciante de sucesso no Porto e casou com Caetana Rosa de Oliveira (filha de Jose Antonio de Oliveira e Custodia Maria) que fez testamento e faleceu com 56 anos e sem filhos, por volta das 17:00 de 04/05/1860, na casa n.º 199 da R. das Hortas da freguesia de S. Bento da Vitória onde morava com o marido, tendo sido sepultada no Cemitério da Lapa a 05/05/1860.
No respetivo inventário orfanológico, não foi relacionada a Quinta de Cima, pelo que Francisco Nogueira Bastos tê-la-á comprado depois de ter ficado viúvo, primeiro como simples local de recreio, mas depois fez dela a sua residência permanente ampliando-a com sucessivas aquisições e benfeitorizou-a comprando vários terrenos para alinhar as paredes da quinta;
casou entretanto em segundas núpcias com Thereza Joaquina de Faria Machado, com uma filha doutro casamento, fez testamento e faleceu com 80 anos por volta das 03:00 de 22/07/1895 na Quinta de Cima (casa n.º 30 do lugar da Igreja Velha) tendo sido sepultado, tal como a sua 1.ª mulher, no Cemitério da Lapa.
Com a morte de Francisco Nogueira Bastos, houve problemas por causa da herança, apesar do testamento que ele tinha feito:
na reunião dos possíveis herdeiros a 09/05/1896, foi decidido pôr em leilão a Quinta de Cima pelo valor de 8 037$940;
foram marcados outros leilões, mas não apareciam interessados em licitar este como e outros prédios constantes da herança;
em nova reunião de família, foi acordado baixar o preço-base para 6 000$000 e, apesar da baixa significativa de mais de 2 contos de réis, continuou a não haver interessados;
foi comerciante de sucesso no Porto e casou com Caetana Rosa de Oliveira (filha de Jose Antonio de Oliveira e Custodia Maria) que fez testamento e faleceu com 56 anos e sem filhos, por volta das 17:00 de 04/05/1860, na casa n.º 199 da R. das Hortas da freguesia de S. Bento da Vitória tendo sido sepultada no Cemitério da Lapa a 05/05/1860.
No respetivo inventário orfanológico, não foi relacionada a Quinta de Cima, pelo que Francisco Nogueira Bastos a comprou depois de ter ficado viúvo, primeiro como simples local de recreio, mas depois fez dela a sua residência permanente ampliando-a com sucessivas aquisições e benfeitorizou-a comprando vários terrenos para alinhar as paredes da quinta;
casou em segundas núpcias com Thereza Joaquina de Faria Machado, com uma filha de outro casamento, fez testamento e faleceu com 80 anos por volta das 03:00 de 22/07/1895 na Quinta de Cima (casa n.º 30 do lugar da Igreja Velha) tendo sido sepultado, tal como a sua 1.ª mulher, no Cemitério da Lapa.
Com a morte de Francisco Nogueira Bastos, houve problemas por causa da herança, apesar do testamento que ele tinha feito:
na reunião dos possíveis herdeiros a 09/05/1896, foi decidido pôr em leilão a Quinta de Cima pelo valor de 8 037$940;
foram marcados outros leilões, mas não apareciam interessados em licitar este como e outros prédios constantes da herança;
em nova reunião de família, foi acordado baixar o preço-base para 6 000$000 e, apesar da baixa significativa de mais de 2 contos de réis, continuou a não haver interessados;
efetuou-se nova baixa do preço de licitação para 5 000$000 e, desta vez, houve vários interessados ao ponto de os bens terem sido vendidos por 8 051$000 (um preço superior ao pedido inicialmente) ao brasileiro Eduardo Honorio dos Santos Lima (S. Luís do Maranhão, Brasil, 21/11/1856 - Cedofeita, Porto, 20/10/1939) que foi o 4.º dos 5 filhos brasileiros da brasileira Justina Alves dos Santos (S. Luis de Maranhão, Brasil, 26/9/1832 - Cedofeita, Porto, ?) e do capitalista portuense Antonio Joaquim de Lima (Cedofeita, Porto, 21/07/1825 - Cedofeita, Porto, 06/01/1899) que emigrou jovem para o Brasil onde se tornou comerciante e negociante, casou em 1850 ou antes na Igreja de N.ª Sra. da Vitória da Sé Catedral de S. Luis do Maranhão e aí residiu algum tempo, regressou mais tarde a Portugal onde construiu o seu majestoso palacete na R. do Príncipe (atual R. de Cedofeita) concluído em 1882, era em 1897 Membro do Conselho Fiscal da ‘Companhia dos Carris de Ferro do Porto, e fez com a sua esposa Justina Alves dos Santo (Lima) um testamento que foi aberto a 07/01/1899 (o dia seguinte ao da sua morte).
Eduardo Honorio dos Santos Lima imigrou jovem para Portugal, com não mais de 24 anos, dedicando-se aos negócios, como toda a sua família, e depressa granjeou grande prestígio e consideração mo Porto, nomeadamente devido ao comércio de créditos firmados que empreendeu com enorme êxito;
foi ao mesmo tempo um amante das belas artes e do belo canto começando por edificar nos jardins do palacete da R. de Cedofeita um pequeno teatro onde organizou muitas récitas e por onde passaram várias figuras líricas nacionais e estrangeiras tendo feito do seu palacete um verdadeiro museu de obras de arte;
ainda solteiro, em 1881, foi um dos fundadores da sociedade de concertos ‘Orfeon Portuense’, de cujo Conselho de Administração fez parte durante 57 anos;
a 26/04/1884, com 27 anos e a viver já no palacete dos seus pais, casou na Igreja Paroquial de Sam Martinho do Lordello do Ouro com Elisa Adelaide de Bessa Cardoso (S. Nicolau, Porto, 28/01/1861 - Cedofeita, Porto, 07/03/1947) que era filha de Miguel Augusto Cardoso (Viseu, 17/02/1832 - Porto, 05/03/1889) e Delfina Claudina de Bessa Leite (Massarelos, Porto, 04/08/1841 - Porto, 06/08/1941, filha de Delfina Claudina Leite de Moraes e de Antonio Bessa Leite que era proprietário em Lordello do Ouro e um grande industrial de curtumes) que foi uma senhora de grande estrutura moral e elevado espírito solidário tendo ajudado muito seu marido nas suas generosas ações de benemerência;
quando ardeu em 1908 o teatro lírico do Porto, o ‘Real Teatro de São João’, foi Honório de Lima que surgiu na vanguarda do movimento para a reconstrução do atual Teatro S. João que veio a ser inaugurado a 06/03/1920;
na lista dos sócios da Associação Comercial do Porto de 1910/1911, Eduardo Honorio dos Santos Lima constava como proprietário de curtumes;
viria mais tarde a interessar-se pelo Cinema, comprando a maioria das ações da empresa ‘S. João Cine, Ltd.ª’, da Praça da Batalha, que explorava os Cinemas S. João e Águia de Ouro;
no campo da pintura, Eduardo Honorio dos Santos Lima foi adquirindo ao longo da sua vida muitas obras de artistas seus contemporâneos, acabando por formar uma importante coleção da qual foram doados, após a sua morte, 21 quadros do pintor Silva Porto, ao Museu Nacional Soares dos Reis.
Outra empresa a que Eduardo Honorio dos Santos Lima dedicou grande empenho foi a Empresa das Águas do Gerês, que conheceu durante as décadas de 20 e 30 do séc. XX, altura em que ele se ocupou da sua gerência, uma época áurea e de grande prosperidade:
data desse período a Colunata que foi inaugurada em 1926 e que viria a receber o nome de Colunata Honório de Lima, o Parque das Termas onde foram plantadas muitas árvores exóticas de grande porte criteriosamente selecionadas e onde foi construído um lago com barcos de recreio cujo porto de embarque é feito a partir dumas monumentais grutas artificiais de belo efeito, e o Bairro dos Pobres da Assureira, manifestação do elevado espírito solidário de Eduardo Honorio dos Santos Lima e de sua mulher que muito ajudaram os pobres do Gerês naqueles tempos difíceis (os projetos da Colunata, tal como os do parque e do bairro social, faziam de resto parte das cláusulas do 1.º contrato de concessão da exploração termal, assinado em 1896, mas só na época de Eduardo Honorio dos Santos Lima foram materializados com o seu forte empenho);
eram frequentes as estadias do casal nos anos 20 e 30 do séc. XX, quase sempre no no Hotel Universal (preferindo ficarem no último quarto do 1.° andar, voltado para a Av. Manuel Francisco da Costa, no topo norte, paredes meias com o balneário de 1.ª classe) frequentando a estância termal do Gerês da qual Honório de Lima foi Gerente.
A única filha do casal, Alice Bessa Cardoso Lima (Massarelos, Porto, 09/02/1885 - Cedofeita, Porto, 02/01/1956), foi batizada a 02/03/1855 na Igreja paroquial de N.ª Sra. da Boa Viagem de Massarellos tendo sido seus padrinhos os seus avós maternos e casou a 14/09/1903 na Igreja parochial de Lordello do Ouro com Alexandre Antonio Amorim Pinto (Massarelos, Porto, 03/03/1878 - Cedofeita, Porto, 21/02/1947) tendo a cerimónia sido celebrada e festejada na Quinta de Cima e tendo ficado o casal a viver lá onde nasceram todos os seus 4 filhos Eduardo Bessa Lima de Amorim Pinto (Quinta de Cima, Igreja Velha, S. Mamede de Infesta, Bouças, 15/10/1904 - Cedofeta, Porto, 31/10/1910), Armando Bessa Lima de Amorim Pinto (Quinta de Cima, S. Mamede de Infesta, Matosinhos, 30/09/1911 - 17/09/1970) casado com Nicolina Cruz Soares da Costa (1913 - 1984), Maria Elisa Bessa Lima de Amorim Pinto (Quinta de Cima, S. Mamede de Infesta, Matosinhos, 15/05/1913 - 14/11/1997) casada a 15/11/1932 na Igreja paroquial de Cedofeita com José Alexandrino Teixeira da Costa (Foz do Douro, Porto, 09/06/1910 - Aldoar, Porto, 06/12/1977) sendo os pais de Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa (Cedofeita, Porto, 28/12/1937 às 06:10, Presidente do FCP) e tendo-se divorciado após terem tido 5 filhos, e António Bessa Lima de Amorim Pinto (Quinta de Cima, S. Mamede de Infesta, Matosinhos, 13/06/1915 – 31/10/2003) casado a 14/03/1938 com Wanda Cruz Soares da Costa (Lima Pinto), os quais foram todos os penúltimos proprietários da Quinta de Cima até 08/05/1973 pela família do grande comerciante e industrial Eduardo Honorio dos Santos Lima.
Quando a Quinta de Cima foi descrita no registo predial em 1897 por causa da sua compra por Eduardo Honorio dos Santos Lima, já casado há 13 anos, ela era constituída por casas de habitação de um andar com águas furtadas, lojas com lagares de pedra para pisar vinho, e aprestos, cocheiras, aidos para cavalos, eira de pedra, casas da mesma com lojas, alpendre, coberto e palheiros com portal fronho, jardim, quintal, poço de água para uso doméstico com bomba de ferro, 5 campos de terra lavradia socalcados com paredes de suporte, engenho de tirar água para rega, tanque de pedra com bica para lavar e regar, pomares de frutas de diferentes qualidades, ramadas de vinha e mais pertenças, tudo unido e formando uma só quinta circuitada de muros em volta, com portão e grades de ferro e mais pertenças, sito no lugar da Igreja Velha, freguesia de S. Mamede de Infesta.
Pouco tempo depois da compra da Quinta de Cima em S. Mamede de Infesta, utilizada para recreio e descanso da sua família, Eduardo Honorio dos Santos Lima procedeu a grandes melhoramentos na casa e na quinta e mais tarde acabou por ampliá-la dedicando-lhe muita atenção, trabalho e afeto:
em 1915, edificou uma garagem ampla no quintal;
em 1931, alterou profundamente a planta da casa que passou a ter mais um piso com uma elegante varanda em granito de bela balaustrada e servida por porta também rematada em arco à semelhança da pré-existente no rés do chão, e ainda passou a ter majestosas águas furtadas que embelezavam todo o conjunto, com uma janela de frontão ladeada por 2 óculos;
também tinha um belo caramanchão ou miradouro romântico.
A 08/05/1973, a Quinta de Cima foi vendida a Antonio Martins Quelhas Lima (Cata-Sol, atual Catassol, S. Faustino de Gueifães, Maia, 18:00 de 04/10/1899 - S. Mamede de Infesta, Matosinhos, 19/07/1976) que foi batizado a 12/11/1899 na Igreja parochial de S. Faustino de Gueifães pelo padre Abbade Antonio Barros d' Ascensão tendo sido seus padrinhos os solteiros Antonio dos Santos Quelhas, lavrador, e Julia dos Santos Quelhas, o qual casou a 18/05/1922 com Maria Helena Rodrigues Baptista (Quelhas Lima) falecida a 07/05/1960 e da qual teve 2 filhas (Maria Amélia Rodrigues Baptista Quelhas Lima casada José Augusto Teixeira e que passou, depois de casada, a assinar Maria Amélia Quelhas lima Teixeira, e Maria Helena Rodrigues Baptista Quelhas Lima) e 1 filho (Rafael Rodrigues Baptista Quelhas Lima casado com Alice ?).
Mas com as convulsões provocadas pela Revolução do 25 de Abril, a quinta foi ocupada em 1974 por dezenas de pessoas;
em 1979, o palacete foi demolido para se conseguir a desocupação das pessoas que aí se tinham instalado durante o PREC (Processo Revolucionário em Curso);
poucos anos mais tarde, a Câmara Municipal de Matosinhos comprou a quinta para aí fazer o atual Parque Urbano de S. Mamede de Infesta que contém igualmente um complexo de piscinas e as instalações do CATI (Centro de Apoio à Terceira Idade);
da Quinta de Cima, resta apenas o caramanchão romântico no extremo do parque de estacionamento automóvel do Parque Urbano e atrás de um extenso conjunto de painéis solares fotovoltaicos, e ainda o portão de entrada na antiga quinta.
Y ahí están los hermanos Vásquez. Con su fábrica pujante. Dando 60 empleos en un barrio estigmatizado injustamente a causa de la pobreza de su gente.
Foto: Presidencia República Dominicana
Video YouTube:
www.youtube.com/watch?v=Bsm0G9mAseM
Nota de prensa:
presidencia.gov.do/noticias/de-la-ruina-renace-esta-fabri...
en zapatos y mochilas
Arriba: Túnel pre Parque Patricios (los colores y tonos son los originales).
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El presidente de Subterráneos de Buenos Aires, Juan Pablo Piccardo, adjudicó el viernes 27/04 la licitación para la compra de 120 coches nuevos a la firma Alstom Brasil Energía e Transporte Limitada por un monto total de $ 724.667.152,22 y un plazo de entrega de 37 meses.
Los coches serán los primeros de la red que contarán con aire acondicionado, cámaras de seguridad y sistema de audio para informar a los pasajeros las paradas y sistema de video. Asimismo, los coches estarán equipados para garantizar la accesibilidad a personas con discapacidad. Por último, las formaciones estarán fabricadas con la más moderna tecnología en materiales que permiten la baja propagación de llamas, humo y de gases para mayor seguridad.
De esta manera, Subterráneos de Buenos Aires, la Sociedad del Estado del gobierno de la Ciudad, continúa invirtiendo en la red de subte para extender la red de subterráneos y mejorar la calidad del servicio y así, mejorar también, la calidad de vida de los pasajeros. En los primeros cuatro años de gestión se invirtieron 450 millones de dólares, una cifra récord en los últimos 15 años. Hoy, la Ciudad de Buenos Aires continúa con la extensión de la red pero también apuesta a mejorar la calidad del servicio.
En este sentido, la incorporación de nuevo material rodante es fundamental para reducir el intervalo de la frecuencia de la línea H de 6 a 3.11 minutos y para brindarle a los pasajeros mayor confort, rapidez y seguridad.
La licitación 144/10 es la más grande de los últimos 60 años ya que no solo se comprarán 120 coches nuevos por primera vez en la Ciudad sino que además se construirán 6 estaciones de la línea H: Pompeya y Sáenz hacia el Sur y Córdoba, Santa Fe, Las Heras y Plaza Francia hacia el Norte.
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La red
En diciembre de 2008 se inauguraron las estaciones Puan y Carabobo de la línea A. En diciembre de 2010 se inauguró la estación Corrientes que, al combinar con la línea B, duplicó los pasajeros de la Línea H. En octubre de 2011 se inauguró la estación Parque Patricios llegando así al Distrito Tecnológico.
En el segundo cuatrimestre del año se inaugurará la estación Hospitales de la línea H (frente a los hospitales Penna y Churruca); las estaciones Echeverría y Juan Manuel de Rosas de la línea B y las estaciones San José de Flores y San Pedrito de la línea A.
Asimismo, el gobierno porteño compró 24 coches madrileños para la línea B, se construyeron 2 Cocheras – Taller en la línea A y B, respectivamente, para mejorar la operatividad de la línea y se está licitando la construcción de otra Cochera-Taller más para la línea D; es decir, para ampliar la existente posterior a la terminal de esta línea, Congreso de Tucumán.
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Los coches
Serán 120 coches de 17 m de largo por 2,6 m de ancho en formaciones de 6 coches, gracias a la longitud de los andenes de las estaciones de la línea H respecto a las demás existentes de la red. Estarán compuestas por 2 coches remolque con cabina de conducción y 4 coches motores. La construcción de las cajas de los coches será con acero inoxidable. Dispondrán de aire acondicionado tanto para los pasajeros como para las cabinas de conducción con equipos separados. Serán alimentados mediante pantógrafos que toman energía de las catenarias de 1500 Volt Corriente Continua. Tendrán una aceleración de 1 m/s2, un frenado de 1 m/s2 y frenado máximo de servicio 1,1 m/s2 y frenado máximo de emergencia 1;3 m/s2.
Para lograr un buen confort durante la marcha, los coches disponen de suspensiones neumáticas que se ajustan en función de la carga que transporte.
Las formaciones tienen todos los adelantos que se aplican en líneas de metro en los países más avanzados. Cumplen con las normas más exigentes respecto de la calidad de los materiales en cuanto a la resistencia al fuego y a la generación de humos. Los diseños tienen previsto, en caso de impacto, dispositivos para absorción de energía así como también para evitar que el extremo de un coche se superponga a otro.
Los trenes tienen también la capacidad de ahorrar energía mediante la regeneración durante el frenado. La misma se aporta a la red de alimentación de forma tal que pueda ser aprovechada por otros trenes que estén en la etapa de consumo (aceleración).
Todos los equipos que forman parte de un tren tienen un sistema de supervisión de su funcionamiento y el mismo queda registrado para de forma tal de brindar información al personal encargado de su mantenimiento.
Existe también una “caja negra” donde se registran ciertos parámetros que resultan importantes en caso de accidentes, como en los aviones.
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Texto: Por Urgente24
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ESTA MICRO NACIO EL AÑO 97 EN CIUDAD JARDIN LINEA 83 Y DESPUES FUE VENDIDA A BUSES KF LINEA 93 (ACTUAL 213 VILLA LA CRUZ) DESPUES LICITO EN VIÑA BUS Y FUE VENDIDA A JUAN BRIONES ACTUAL DUEÑO DE LA MAKINA Y KE LA TIENE EN BUEN ESTADO
PATENTE SC*4275
Nº363
LUGAR DE LA FOTO GARITA LINEAS 202 210 Y 213 P16 REÑACA ALTO VIÑA DEL MAR
Padre: Irmãs e irmãos: Imploremos as graças de Deus para estes esposos, agora unidos em Matrimônio, e também para a Igreja e para o mundo, dizendo (ou: cantando), com alegria:
1. Pelo N. e pela N., criados por Deus à sua imagem, para que sejam felizes na mútua doação e mantenham sempre vivo o amor que os une, oremos, irmãos.
2. Pelo novo lar que eles hoje fundaram, para que os pobres que baterem à sua porta
aí encontrem acolhimento e ajuda, oremos, irmãos.
3. Pelos seus pais, parentes e amigos e por todos os que aqui estão presentes, para que possam alegrar-se de os ver sempre felizes, oremos, irmãos.
4. Pelos maridos, para que respeitem as esposas, pelas esposas, para que respeitem os maridos, e nada os possa separar do amor de Cristo, oremos, irmãos.
5. Pelos membros das nossas famílias, que amaram a Cristo e já partiram deste mundo,
para que o Senhor os receba no seu reino, oremos, irmãos.
Deus eterno e onipotente, derramai benignamente a vossa graça sobre os vossos servos N. e N. que hoje se uniram em Matrimônio e confirmai-os no amor fiel e santo. Por Jesus Cristo, nosso Senhor.
Irmãos, imploremos a bênção de Deus sobre estes esposos Wrath e Serena, para que, unidos em Cristo pelo vínculo santo do Matrimônio (e pela comunhão do Corpo e Sangue do Senhor), formem um só coração e uma só alma.
Deus, Pai Santo, que pelo vosso infinito poder fizestes do nada todas as coisas e, na harmonia primordial do universo, formastes o homem e a mulher à vossa imagem e semelhança, dando um ao outro como companheiros inseparáveis, para se tornarem os dois uma só carne, e assim nos ensinastes que nunca é lícito separar o que Vós mesmo unistes;
Deus, Pai santo, que no grande mistério do vosso amor consagrastes a aliança matrimonial, tornando-a símbolo da aliança de Cristo com a Igreja;
Deus, Pai santo, que sois o autor do matrimônio e destes à primordial comunidade humana a vossa bênção que nem a pena do pecado original nem o castigo do dilúvio nem criatura alguma pôde abolir; olhai benignamente para estes vossos servos, que, unindo-se pelo vínculo do Matrimônio, esperam o auxílio da vossa bênção: enviai sobre eles a graça do Espírito Santo para que, pelo vosso amor derramado em seus corações, permaneçam fiéis na aliança conjugal.
Seja a vossa serva Serena. fortalecida com a graça do amor e da paz, imitando as santas mulheres que a Escritura tanto exalta.
Confie nela o coração do seu marido, honrando-a como companheira igual em bignidade e com ele herdeira do dom da vida, e ame-a como Cristo amou a sua Igreja.
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Wrath: Padre com sua licença... *impaciente*
Serena: Wrath!!
Wrath: Não, não, espera. Não me leve a mal mas... será que podemos passar por todo esse bla bla bla e ir pra parte que interessa? *Olhava para Serena* Eu já me sinto unido a você, e todo esses dizeres não vão fortalecer ou mudar algo, você é minha esposa, minha companheira, minha shellan. Chega de inrrolar... eu só quero a benção daquele que pra voces humanos representa a palavra do seu Deus.
Serena: Odeio o fato de você interromper tudo isso. Mas amo o fato de ser você a fazer isso rs
Wrath: Certo Padre, já sabe o que fazer!
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E agora com vcs o casamento \o/
Agradecimento especial a Andreia (My Mooland) pelo padre rs, Driuks pelo noivinho, padrinhos, bíblia, aliança e pelas fotos, e Akari pela noivinha, coroa de flores, e padrinhos. Obrigada meninas por ter me ajudado a realizar o tão sonhado casamento da Serena =3
Gente eu tava com dores no dia, e foi hipeeeeeer dificil deixar esse pessoalzinho todo em pé rs entãoo não esperem fotos do momento da troca de aliança e do beijo dos noivos. E tbm ainda falta a outra cerimonia de união desses dois, agora do modo dos vampiros.
You and I, each and every one of us without exception, can be defined as an aching need for the infinite. Some people realize this; some do not. But even the latter illustrate this inner ache when, not having God deeply, they incessantly spill themselves out into excitements and experiences, licit or illicit. They are trying to fill their inner emptiness, but they never succeed, which is why the search is incessant...
...God loves to astound us, for every single thing he has made is amazing, all the way from the sharp micro mountain ranges on the surface of an ordinary egg when viewed under a powerful microscope, to the incredible technologies within any living cell, and on to the mind-boggling enormities and power in a single one of the 50 billion galaxies in our cosmos.
-The Evidential Power of Beauty, Fr. Thomas Dubay
pleasurephoto.wordpress.com/2012/01/24/cate-
A menudo, Annie Leibovitz ha sido criticada de abusar de la postproducción. A ella le gusta recargar de retoque sus fotos convirtiéndolas en imágenes irreales. Respecto a este tema hay multitud de opiniones. Frente a los más críticos aparecen los que esgrimen que precisamente ése se convierte en su sello personal y que es algo completamente lícito. Cierto es que cuando realiza retratos más íntimos el retoque deja lugar a una fotografía más sincera y realista.
"One of us is tender, one of us is not." — Typhoid Mary
Character History
Typhoid Mary is the main alias of one of the Kingpin's deadliest enforcers. As a mutant, Typhoid Mary displays low-level psychic abilities, which include the capacity to ignite small fires, move small objects, and disturb the minds of others.
In combination to her powers, she also possesses a highly fractured psyche, which usually manifests at least two main personas: the innocent "Mary" and the vicious "Typhoid Mary".
During a mission to emotionally destroy the Kingpin's nemesis, Daredevil, Typhoid Mary fell in love with her target. The distressful relationship she has developed with the Kingpin and Daredevil usually leads her to alternate between helping and hurting both of them.
In a desperate crusade to have her personalities integrated, Typhoid Mary has interacted with many other super human agents and organizations whom she could relate with, including Wolverine, the Ghost Rider, Spider-Man, Deadpool, and the Sisterhood of Mutants.
More prominently, during her quest to cure her mind, she joined the Initiative as a secret agent named Mutant Zero and found specialized help.
Eventually, she was neglected by the Initiative and resumed her toxic affairs with Daredevil and the Kingpin.
Thanks to the Kingpin, who had become the mayor of New York City, Typhoid Mary found her divergent personalities integrated.
Their relationship eventually evolved beyond the years of violence into a respectful romance and they have married each other.
At the Kingpin's side, Typhoid Mary assisted him in his rise against super heroes, as well as provided support during his fall from office. Together, they sought for happiness away from Daredevil.
Their destination ultimately came to be Krakoa, the mutant-exclusive nation in which Typhoid Mary had rights to citizenship.
Mary and Typhoid
Mary Walker was born to parents who were always fighting and her father would beat them. One night, Mary retreated deeply into her mind and a new alter ego emerged to attack him. After that incident, her father never touched her again; she was protected.
Mary's need to protect herself led to her second persona developing latent powers of subtle mind control, telekinesis, and pyrokinesis. Her paranormal abilities are of mutant nature and first manifested when she found a dead pigeon which she involuntary burned and reanimated.
The fires that young Mary accidentally caused in her house escalated the domestic violence in the family. Moreover, around her early years, Mary developed an extreme sense of faith in Catholic imagery.
As a fascinating psychiatric case, Mary became the interest of researchers and spent most of her life institutionalized. Since infancy, in the Mary persona, she was sweet and cooperative, but also fragile, sickly, and prone to epilepsy. She was unaware of her second identity, which in contrast was violent and uncontrollable, with no symptoms of sickness.
Running a constant fever, the disturbed persona became known as Typhoid Mary. The only interest Typhoid ever showed in the mental institution regarded the development of her psychic abilities. Due to her exceptional condition, Mary Walker fell to the clutches of a group of researchers who performed damaging psychic brainwashing to weaponize sleeper agents linked to Project Psyche, the ninth instalment of Weapon Plus.
At some point, when institutionalized at the Creed Psychiatrist Hospital, Mary met the lethal Elektra, who broke her free from the facility.
Some time later, the free Mary became well known as a successful stage actress with a promising career ahead of herself. One more time, she disappeared, which was assumed to be Typhoid Mary's fault. She went into crime and eventually met Matt Murdock, before he became Daredevil.
He was there to attack a criminal named Angelo at the brothel where Mary worked. To his surprise, the girls working there defended him. In the heat of the fighting, Murdock lashed out, knocking Mary out the window. At that moment, Mary vowed that she would never allow a man to hurt her again. She became Typhoid Mary.
Woman Without Fear
In Chicago, Typhoid Mary built herself a reputation in robbery and blackmailing. Her activities led her to New York City, where she became a deadly vigilante and a criminal murder. This got her involved in the underworld affairs of the Kingpin of Crime, Wilson Fisk.
The Kingpin was impressed by Typhoid Mary's history and abilities and put word on the street for her to contact him. He hired her to seduce and emotionally destroy his archnemesis Daredevil.
Typhoid Mary accepted the offer and introduced herself to Daredevil in his blind civilian identity, Matt Murdock, in a hospital for blind patients where she claimed she volunteered at. Having fabricated a story about her father being a blind man she used to nurse, Typhoid soon gained Murdock's trust as Mary. To become closer to him, Mary helped the kid Tyrone Janson recover from an accident that had blinded him.
Very rapidly, Typhoid Mary was able to make Murdock ignore his long time love, Karen Page and focus his attention on her. Simultaneously, she tormented Daredevil as Typhoid Mary in order to confuse him. However, the Mary persona started to become infatuated with Daredevil in the process.
Typhoid Mary performed other missions for the Kingpin, such as threatening agents of the legal system to do his wishes in judicial battles against Murdock. Slowly, the Kingpin started to be intrigued by Typhoid Mary as well.
When discussing her plans with the Kingpin, she took the opportunity to manipulate him into starting a romance with her as well. However, her mental stability suffered with this scheme, and she ended up in conflict between her two personalities.
During a battle with Daredevil, her psyche collapsed and she reverted to Mary; unable to hurt him, she was forced to flee. The Kingpin grew impatient and ordered her to finish her machinations immediately.
Realizing that the Mary persona could ruin her, Typhoid Mary recruited Bullet, Ammo, and the Wildboys to join her in destroying Daredevil. Her last recruit was Bushwacker.
They violently struck at Daredevil, leaving him physically and psychologically vulnerable to Typhoid Mary. Tragically, she executed his apparent murder by throwing him off a bridge.
Mary's decision to kill Daredevil infuriated the Kingpin, degrading their toxic relationship. As a result of so much turmoil, Mary finally became aware of her condition and of Typhoid Mary's existence.
Eventually, the suicidal Mary made it to the location where Daredevil's body was, only to find him alive. Murdock finally realized that Mary and Typhoid Mary were the same woman. She rescued him and brought him to a hospital, where she tormented Karen Page with the revelation that she was his lover.
Amidst a demonic inferno in the city, Typhoid Mary forged an alliance with the Prince of Lies, Mephisto, to exert her control over the Kingpin and fight Daredevil. With the end of the demonic invasion, Typhoid Mary, as usual, disappeared with no trace.
The Termination of Typhoid Mary
In order to gather information on the group of children known as the Power Pack, Doctor Doom was able to assign Typhoid Mary to perform the mission, learning about her existence from the Kingpin's intelligence.
Once again, she pretended to be a specialist in caring for blind individuals and make her way into being hired a school teacher. She lured Power Pack into an activity in Central Park. She soon gained their trust and was introduced to their father, the scientist James Power.
Simultaneously, she also got involved with the eldest child in Power Pack, Alex Power. She was able to create tension between father and son, psionically suggesting a rivalry between them.
Having fragilized the familial bonds in Power Pack, Typhoid Mary contacted Alex informing him she had been captured by a villain. As he met her, she had his father at her mercy. The rest of Power Pack was able to save their loved brother and father.
Her mission was apparently a failure. However, in the end, Typhoid Mary revealed that her real intentions all along were to manipulate Doctor Doom in exposing his fragilities to her by playing with the paternal relationship of Power Pack.
Soon after, Typhoid Mary tormented the creature known as Lifeform after he had clashed with Daredevil.
Eventually, Typhoid Mary resumed her alliance with the Kingpin, acting as his bodyguard. This coincided with the return of Fisk's former assassin, Bullseye.
The Kingpin's activities caught the attention of the Black Widow and Captain America, who engaged Bullseye while he was on a mission. As a gang war ensued in the city and cost the Kingpin some of his operatives, Typhoid Mary was sent to the field to investigate.
She soon found herself unable to manipulate Captain America when he approached her boss. After his visit, Crossbones attacked Fisk under the Red Skull's orders, but was followed by Daredevil. In the fight, the Kingpin and Typhoid Mary were able to escape. Typhoid Mary then assigned Bullseye with the mission of assassinating the Red Skull. He killed a robotic simulacrum instead.
Not only Typhoid Mary's work associations with the Kingpin were rekindled, but also their romantic ones. Together, they attempted to build a media empire to help Fisk expand his control using brute force to threaten and scare their associates.
Daredevil decided to tackle the Kingpin's operations by confronting him at his office. The conversation made Fisk remember his wife, Vanessa. This caused him to lash out at Typhoid Mary, accusing her of being incompetent as his right hand.
Determined to prove her worth, Typhoid Mary executed a mission in the Bronx against Jimmy Sabini. Exposed in field, Typhoid Mary was taunted by Daredevil.
In the ensuing fight, Daredevil was able to cause Mary to re-emerge. After this, Daredevil vanished, but not before alerting the authorities to restrain Mary, who was taken away in a straitjacket.
Fractured Fairy Tales
An insane serial killer named Roberts contacted the lone agent Logan, the X-Man known as Wolverine, in seek of help.
Roberts claimed to have been manipulated by the Project, a dark organization that performed psychic surgery to create sleeper agents. Roberts asked Logan to contact Mary Walker, another victim of the Project, for assistance. Logan was able to contact Walker, meeting her in a café. She informed him that she struggled with memory problems, something he could relate to.
They soon became involved with each other. Together, they were able to locate a laboratory. As they uncovered the Project's methods, Typhoid Mary emerged.
She viciously set Logan on fire, catching him off-guard. She went on the run, wishing to get revenge at those who had experimented on her. She was able to locate two researchers and torture them. Logan tracked her, wishing to prevent her from becoming a killer.
During the fight, Mary reasserted her control, but Logan chose to abandon her due to her dangerousness. Walker was able to find the lead researcher of the Project, Dr. Sidney Joern, in hopes of having his assistance in reverting the brainwashing that she had been subjected to in order to eliminate Typhoid Mary.
However, Joern decided to erase the Mary persona instead. Logan was able to interrupt the process, an event which awakened Typhoid Mary from her induced coma.
Struggling to keep her two personalities at check, Typhoid Mary decided to abandon the site, leaving Logan and her former captors as she left.
Using medication to keep her vicious tendencies controlled, Mary established herself in a community, joining a feminist movement and befriending a girl named Eve.
After running into Dan Ketch, Mary witnessed the possible return of Typhoid Mary. Her evil side fully emerged when she was assaulted by two security guards. As she lethally counterattacked them, she was met by Ketch in his Ghost Rider identity.
He had been experiencing disturbing nightmares about Typhoid Mary and chose to engage in combat, defeating her with his Penance Stare. The Ghost Rider found himself in conflict since Mary was, in her alternate persona, an innocent.
After he left, she recovered and searched for the intriguing Ghost Rider. In her quest, she killed the surviving security guard. This sparked the lust for vengeance in the Ghost Rider. This was revealed to be a trick schemed by the demon Dusk to fragilize the Ghost Rider. In return for her assistance,
Typhoid Mary was promised mental stability. As soon as she realized that the demon had tricked her, Typhoid Mary decided to help the Ghost Rider. In the process of invading Dusk's realm of insanity, Typhoid Mary was separated from her sane half. She was able to help Eve overcome the fear a creature had inflicted on her.
Afterwards, she chose to reject the Ghost Rider and attempted suicide. However, the Ghost Rider was able to bargain for Typhoid Mary's life with Dusk, who got defeated. Typhoid Mary once again vanished, secluding herself for protection.
Typhoid Mary once again was hospitalized, this time in an apparently regular mental institution. She was treated by the psychiatrist Michael Hunt, who became obsessed with her. They attempted to integrate Typhoid Mary's personas to stabilize her.
However, Logan resurged in Typhoid Mary's life again, asking for her help in rescuing Jessie Drake, a powerful empath who had caught the attention of the X-Men. Disguised as a technician, Mary was able to infiltrate the Fortress run by Dr. Hoffner.
As Typhoid Mary she retrieved Drake, whose empathic powers involuntarily touched the minds of Logan, Daredevil, and Vengeance to help her in her turmoil. The Fortress was able to restrain Typhoid Mary, who lashed out in a new misandrist and cold personality called Bloody Mary.
On the run with Drake, Mary started a killing agenda against men who had committed violence against women. She became a target for her former allies as well for the Fortress' guard Steel Raven.
Found by Steel Raven, Bloody Mary in fact found an ally. However, Mary and her personalities collapsed as she was hunted. She found comfort with Jessie Drake, who help her integrate her personalities as a fourth one as Walker. In full control of her abilities, Walker pressed charges against Dr. Hunt and decided to fight for justice for women legally with Jessie Drake as her protégé.
Soon, Mary Walker resumed her murderous activities against abusers who evaded justice. In one of her crimes, she regressed back to the innocent Mary persona. Journalist Peter Parker found her as she claimed a powerful woman was responsible for the murder. In compassion, Parker invited Mary for dinner to meet his wife, Mary Jane.
However, she attended as Typhoid Mary. After tormenting Mary Jane over her marriage, Typhoid Mary caused a mess in the apartment and escaped.
Since Parker was secretly the independent hero Spider-Man, he went on Typhoid Mary's trail. In the confrontation, the man-killing Bloody Mary appeared and targeted the criminal Jack Morray. Spider-Man intervened, leading Typhoid Mary to use her ways to seduce and execute Morray. She was once again stopped by Spider-Man, who had Morray under arrest instead.
Walker was ultimately able to take control over her three personalities and turned herself in for treatment at the Ravencroft Institute.
Hardcore
At one point, Mary was confined to a mental institution where each alter hired a mercenary. Mary Walker hired Deadpool to kill her, Typhoid Mary hired Deadpool to break her out, and Bloody Mary hired the Vamp/Animus to break her out to resume a killing spree.
Deadpool defeated the Vamp/Animus but refused to kill Mary Walker, allowing the Typhoid Mary alter to become dominant. Typhoid Mary and Deadpool had a few adventures together. But when Deadpool pushed her out of a window, her memories of Daredevil kicking her out of the brothel window returned.
She and Deadpool traveled to New York City to confront Daredevil, but Deadpool became upset when he found out that she had also been killing people from her past who couldn't defend themselves against her.
He and Daredevil defeated her but, against Daredevil's pleas, Deadpool insisted on trying to rehabilitate her himself. However Mary discovered Deadpool's infatuation with Siryn and, using an Image Inducer, tricked Deadpool into sleeping with her. When Deadpool discovered the ruse, he was so shocked and betrayed that he gave up trying to help Mary.
Through hypnosis, the abnormal and violent alters of Typhoid Mary were suppressed from Walker's consciousness. She returned to a normal life, becoming an actress on a soap opera. At some point, the Kingpin fell from power and was left in a coma.
He eventually recovered, and started reestablishing his power again and wanted to take out his enemies. He recruited Walker to distract Daredevil, using brute force to shock her out of her hypnotic treatments. As the Kingpin's assassin, Typhoid Mary brutally went to the streets, executing criminals who posed opposition to her boss.
In order to create a distraction to give the Kingpin time to consolidate his plans, she also confronted Daredevil while he was in his civilian identity as Matt Murdock setting him on fire before his bodyguards Jessica Jones and Luke Cage took her down, with Murdock landing the final hit.
Typhoid Mary was imprisoned on the maximum security prison for superhumans known as the Raft. During a massive breakout sparked by Electro, she was among the several prisoners who made their escape.
Mutant Zero
Mutantkind suffered a severe Decimation, mystically implemented by the Scarlet Witch. Most of the mutants lost their abilities, except for a few dozen. Only 198 mutants were catalogued as still active.
Around this period, the Superhuman Registration Act was enacted, forcing superhumans to register to the law to operate under the Initiative. Typhoid Mary was one of the few mutants to retain her powers during the crisis, but she was not initially included in the official record of the remaining mutants.
As the cryptic "199th" still-empowered mutant, Typhoid Mary was approached by Henry Peter Gyrich and recruited into the Shadow Initiative squad unit, who acted as Gyrich's personal guard. She was promised treatment for her dissociative identity disorder to attempt to integrate her fractured mind, and a legal pardon in exchange for her services as a secret agent.
The superhuman psychiatrist Dr. Leonard Samson prohibited references to her other identities to prevent any period of instability. She started to be referred only by the classified identity of Mutant Zero. Due to her mental instability, Mutant Zero was only allowed to be "activated" once per mission, being always isolated in the Zero Room in between missions.
Mutant Zero
In the Shadow Initiative's first mission, they were assigned to rescue cadets who fell to the Hulk's attack on humanity. Mutant Zero effectively liberated the hostages.
She was also activated when the rogue experiment K.I.A. attacked Camp Hammond. Seeing no alternative, Mutant Zero used her psychic abilities to cast a telepathic cloak to render herself and Gyrich undetectable to the senses of the destructive creature.
In a subsequent attack to Camp Hammond, Mutant Zero was forced to get into action as alien Skrull invaders executed their massive plan of overtaking Earth. Mutant Zero directly attacked the Skrull Queen, but was tricked by her deceiving actions.
After the Skrull invasion failed thanks to the efforts of Earth's heroes, including a final blow fired by Norman Osborn, much changed for the Initiative program.
Gyrich was no longer associated with the operation, and Mutant Zero initially responded to the Gauntlet, who did not adopt Gyrich's methodology to prevent her mental collapse. To make matters worse, the abhorrent Taskmaster was able to recognize Mutant Zero's true identity by analyzing her body movements and fight patterns.
The Taskmaster was also appointed as field leader of the Shadow Initiative. They were assigned to Madripoor to combat a Hydra organization.
With her identity exposed, Typhoid Mary abandoned the Mutant Zero identity during the mission. She was able to gather complex intel about Hydra's activities, which were run by the Scorpion. During the ensuing fight, the Taskmaster cowardly decided to retreat as they were counted with no support from the Initiative program due to S.H.I.E.L.D. being dismantled and supplanted by Osborn's H.A.M.M.E.R..
In Madripoor, the lost agents were forced to fight Roughouse and Bloodscream. By remaining active in the field for too long with no support, the psychological controls guiding the Mutant Zero project alter failed, and Typhoid Mary manifested an independent alter to evade Hydra. As the dust settled, she coldly chose to abandon her teammates of the Initiative.
Shadowland
In order to end the Hand's endless bloodlust, Daredevil took the controversial decision of seizing control of the ancient clan of murderers to control it. Typhoid Mary, now in full control of her integrated personas due to the Initiative, contacted Daredevil to join him in his crusade.
Seeing her as a valuable asset, Daredevil accepted Typhoid Mary as one of his agents. However, the superhero community opposed Daredevil because of his descent into cruelty, invading his Shadowland empire in Hell's Kitchen.
Although the heroes met a fight in Daredevil and Typhoid Mary, the latter being able to set Spider-Man on fire, they managed to harm their operation by freeing their prisoners. In order to prepare himself for a rematch, Daredevil had Typhoid Mary assist him in resurrecting Bullseye.
In a subsequent fight, Spider-Man was able to neutralize Typhoid Mary as Daredevil succumbed to the influence of the Beast. In the end, Daredevil was defeated and exorcised. Even without her master, Typhoid Mary loyally kept his rule over the Hand.
She resisted the Kingpin's attempt to seize the organization from Daredevil. However, the Kingpin revealed that she was a sleeper agent for him all along, being controlled with subliminal messages. As the Kingpin released her from her trance, he became the new leader of the Hand, having Typhoid Mary at his side as one of his prime bodyguards and assassins.
Having grown interested in Wakandan affairs, the Kingpin targeted a board member of the Bank of Wakanda K'Tamo Chatarko for assassination. This sparked the interest of the Black Panther, who at the time, operated in Hell's Kitchen. The Kingpin sent his assassins, Typhoid Mary and Lady Bullseye to eliminate the Black Panther.
He was able to evade his aggressors, which was part of the Kingpin's plan of manipulating him. Typhoid Mary and Lady Bullseye attempted to murder Chatarko, but were intercepted by the Black Panther, who decided to destroy Shadowland alongside his allies. The Falcon was instrumental in defeating Typhoid Mary. In the end, the Kingpin's operation was severely harmed by the attack.
With intel about a serum that could negate healing factors designed by Tombstone against Deadpool, the Kingpin became interested in it and sent Typhoid Mary and his Hand agents to secure it.
In order to protect himself, Deadpool informed X-Force that the serum could be weaponized as an anti-mutant asset. Typhoid Mary ran into X-Force during her mission. She had no option but to retreat and return to the Kingpin.
Thanks to the machinations of Daken, the run for the serum sparked a conflict between the Kingpin, X-Force, and Tombstone. The Kingpin captured Deadpool's associate Bob to lure X-Force. Amidst the fight, the Kingpin fled. As a result of these incidents, Deadpool was a victim of the serum and lost his healing powers. Eventually, the Kingpin's Shadowland empire was brought down by the Superior Spider-Man.
Sisterhood
At some point, Typhoid Mary became an employee for the drug lord Ana Cortés. Obsessed with using technology to improve herself and her organization, Cortés merged her consciousness with that of Lady Deathstrike.
Following a confrontation with the X-Men, the all-new Deathstrike became aware of the technological intelligence known as Arkea. In order to weaponize Arkea against her enemies.
Typhoid Mary had the mission of retrieving Arkea. Typhoid Mary invaded the Jean Grey School to recollect samples for Arkea. Although the X-Man Psylocke identified her presence, she was able to escape with the item. However, the piece was found to be inert. Typhoid Mary accessed John Sublime's mind to acquire other pieces of Arkea. In the process, they recruited the witch Amora the Enchantress.
As Typhoid Mary wished for gratification due to her assistance, Deathstrike promised to use Arkea to heal her mental instability and decided to create a Sisterhood of Mutants to fight the X-Men.
The Sisterhood went to the Body Shoppe to accomplish their goals, but Arkea was activated and took control of the leadership of the group.
The X-Men engaged in battle and the Sisterhood escaped in order to expand their roster and gather power to defeat their opponents. Soon, the Sisterhood realized Arkea was a malevolent and dangerous entity.
Deathstrike asked Typhoid to mercy-kill her before she could succumb to Arkea's schemes. However, Typhoid Mary found herself unable to execute Cortés, who was sacrificed to resurrect Madelyne Pryor. As the X-Men intervened, Psylocke was able to catch Typhoid Mary this time, telepathically tormenting her troubled mind and putting her out of commission. In the end, Arkea was defeated.
Queenpin of Crime
Following the public revelation that Matt Murdock was Daredevil, an insane Typhoid Mary invaded his home in San Francisco to torment him and his girlfriend Kirsten McDuffie.
Although Typhoid Mary set the house on fire, Daredevil defeated her and handed her over to the authorities. Typhoid Mary was eventually taken to court in a request to be remanded.
At this point, the Black Cat had stepped in as the main crimelord in New York City, the Queenpin of Crime. As part of her plans, the Black Cat wished to gather intel about S.H.I.E.L.D. and had the mental conditioner Doctor Lusk control people for her objectives.
With Lusk's influence, Typhoid Mary was pardoned in court and offered a position in the Black Cat's Gang to supervise espionage operations. Typhoid Mary was assigned to investigate Hawkeye, who might have gotten access to the Black Cat's plans from the hacker Jeremy Ellsden.
After surprising him at his apartment, Typhoid Mary was able to capture him and have him fall to the mind control operations of Lusk. Later, this put her in combat against his allies, the other Hawkeye and Deadpool. Although Typhoid Mary escaped, at some point, the brainwashed Hawkeye betrayed his partners. Deadpool stroke back to recover Hawkeye and stop the Black Cat.
Typhoid Mary covered the Black Cat's escape and took the opportunity to punish Deadpool due to their shared past. However, after breaking free from the mind control, Hawkeye was able to surprise Typhoid Mary and knock her out.
The Black Cat abandoned her lackeys and vanished. Being sedated by the authorities as a way to prevent her from using her mutant powers, Typhoid Mary was arrested. In Ryker's, she had Jessica Jones as a cellmate. Jones was under arrest as part of an undercover mission. Typhoid Mary violently threatened Jones, but with brute force she was easily dealt with. She eventually made her escape and integrate herself into the super-villainous community.
First Lady Mary
Once again, Typhoid Mary succumbed to lunacy and was hospitalized. Under the care of Dr. Charles, she was subjected to therapy to lock her damaging personas. Another of Charles' patients was the mutant Amp.
In contact with Amp's abilities, the experiment boosted Typhoid Mary's powers, instead, including her dissociation. As a result, Typhoid Mary reemerged and brutally burned Charles. He was saved from death by Spider-Man.
With her enhanced abilities, she was able to mentally control Spider-Man to cause mayhem. Amp's guardians, the X-Men, became aware of the crisis and chose to intervene. As they were tortured by Typhoid Mary, she looked for Amp to further amplify her powers and destroy the entire city.
In a church, where she spoke with Amp, she was opposed by the martial artist Iron Fist. Controlling a legion of civilians, she combated Iron Fist.
However, as Amp was fully forced to expand Typhoid Mary's psychic abilities, her body succumbed to the exceeding energies. Back to his senses, Amp restored her body and mind and covered her escape.
She found solace in a Catholic church in Hell's Kitchen. Wilson Fisk, who had gone from the Kingpin to the mayor of New York City, stumbled upon her and, wishing to grant her some peace, he had his doctors condition her to live a calm life as a nun working in the church.
As such, Mary abandoned her previous lives and became Sister Elizabeth. Ironically, she provided guidance to Matthew Murdock in her duty, as he sought the church for advice many times.
However, when the criminal Stromwyns decided to profit from crime in Hell's Kitchen, a legion of supervillains attacked the neighborhood and the brutal Rhino terrorized Sister Elizabeth in the church. Daredevil attempted to protect the area, but the Typhoid Mary persona was still released. In a peculiar team-up, Typhoid Mary joined Daredevil and Fisk to protect the city. As the Rhino was defeated, Typhoid Mary chose to vanish, as usual.
She returned to the ruins of the church after realizing her psyche was finally cohesive due to her recent religious experience. There, she discussed her situation with Fisk and offered her services as a bodyguard to the City Hall.
As she started to work with Fisk again, Daredevil was placed under arrest. Soon after, Earth fell to a massive invasion of symbiotes. In an attempt to protect Fisk, Typhoid Mary was infected with one of the aliens and unwillingly bonded with it, becoming a monstrous creature. The insane Typhoid Mary clashed with Elektra, who had adopted the mantle of Daredevil to protect civilians during the infection.
Elektra managed to momentarily trick Typhoid Mary into believing she was successful in murdering her, only to be able to escape. Following the end of the crisis, Typhoid Mary was found by Fisk's agents completely fractured.
Fisk felt compassion for her turmoil and offered his emotional support, bonding to Mary in unprecedented ways. He also chose to discharge Mary from her duties in order to allow her to recover.
Bullseye was on the loose, which made Fisk worried. Typhoid Mary decided to reassume her position as a bodyguard to protect her boss by hunting down Bullseye.
Fisk asked her not to come after Bullseye, fearing that she could be murdered. As a response, Mary declared that if they were to resume a relationship it should not be a toxic and possessive one.
Sensing Fisk's despair, Typhoid Mary still decided to pursue Bullseye. She dressed herself as Daredevil to taunt him. Alongside Elektra, she fought a collection of duplicates of Bullseye in Hell's Kitchen. Eventually, as Bullseye made it to Fisk's location, Typhoid Mary risked her own life to protect her employer.
As a result, Fisk proposed to Typhoid Mary as he professed his love, which she accepted. Following a wedding ceremony, Typhoid Mary became Mrs. Fisk, the first lady of New York City.
Fisk was obsessed with the secret identity of Daredevil, which he had been manipulated into forgetting. Back from his honeymoon, the mayor implemented a severe anti-vigilantism policy in New York City, only allowing his agents to operate in order to hunt superheroes.
The superhero community organized itself to oppose Fisk's brutal rule as Mary helped Fisk plan a presidential campaign. As they discussed their sorrowful past, Fisk accidentally unlocked memories Typhoid Mary had lost using his cane imbued with the Purple Man's powers. This led him to revert the mental conditioning that had made the entire world forget about Daredevil's identity as well.
A war erupted between the illegal heroes and Fisk's licit supervillains. In the end, Daredevil, Elektra, and the other heroes directly confronted Fisk. Elektra defeated Typhoid Mary, but Daredevil was able to use the Purple Man's powers to erode Fisk's reign.
Instead of facing prison, Fisk was offered an alliance with the influential Stromwyns to stay in politics. He brutally rejected the offer and escaped to international waters with Mary in hopes of finding happiness.
The Fall of Krakoa
Being a mutant, Typhoid Mary had rights as a citizen of the mutant-exclusive island nation of Krakoa. She claimed her citizenship and extended it to her husband.
Together, they found asylum in it. Fisk shared a past with one of Krakoa's most influential leaderships, Emma Frost, due to their previous businesses. They arrived in time for the third Hellfire Gala, which they attended.
Tragically, the ceremony was a disaster, since the anti-mutant organization known as Orchis not only managed to obliterate many mutants, but also spark anti-mutant sentiment.
Another consequence of their actions was tricking Professor X into sending the mutant population through teleporting Gateways away from Earth. Tragically, the ruse caused mutants to vanish. As a human, Fisk was not affected and joined the few surviving mutant resistance, using his grief to help Frost and mutants.
In fact, Typhoid Mary emerged in Vanaheim alongside a few other mutants including Marrow, Magik, Mirage, and Dust. They were caught amidst a war between Vanir warriors from House Mult and the mysterious White Witch.
The mutants, including a reluctant Mary, assisted the House Mult. The mutants were recognized as prophesized heroes who would liberate Vanaheim from the White Witch.
Fighting alongside the Vanir and Asgardian heroes such as Thor and Sif, the mutants would defeat Saturnyne and return to Earth. Mary would promptly return to her husband, next being seen working as the Kingpin's bodyguard during New York's supervillain Gang War.
Personality
Mary Walker struggles with dissociative identity disorder, causing her to have at least two abnormal alters, but in later years she has shown five different personas:
Mary is a timid, quiet, and pacifist woman, exhibiting compassionate feelings and an inability to access her paranormal powers. Due to her more innocent demeanor, she can occasionally be immature and naive.
Typhoid Mary is an adventurous, lustful, and violent persona who employs her psionic abilities erratically. The Typhoid part is identifiable by the right side of her face being totally pale. Moreover, Typhoid's body temperature is constantly elevated. This fever disturbs her mental stability.
Bloody Mary is sadistic, brutal, and misandrist. As Bloody Mary, she uses her telekinetic powers to cover her body with metal scraps as a body armor. Moreover, Bloody Mary demonstrates an affinity to firearms. Similarly to Typhoid, Bloody Mary has half of her face in pale hue, sometimes it being the left side
Walker is fully aware of her condition, being focused, detached, and stable. Although no physical evidence is apparent, Walker can use her psionic powers.
Mutant Zero represents a no-nonsense, efficient, military-type agent.
Powers
Mary Walker is a mutant and possesses a number of psionic powers. The effectiveness of her powers differs on which alter is in control of her mind. The innocent "Mary" typically has no access to her powers, although they occasionally express themselves without her awareness. The other personas all have conscious access to telekinetic, pyrokinetic, and telepathic abilities to varying degrees.
Telekinesis: Using her mind, Typhoid Mary can levitate small objects over short distances, which usually are weapons such as knives and razors. She tends to employ her telekinetic abilities by making a knife spin in place or retrieving her weapons if they are dropped. Her "Bloody Mary" persona often gathered and assembled small metal objects into an improvised battle-armor.
Pyrokinesis: Typhoid Mary can ignite small fires in her vicinity.
Telepathy: Gifted with low-level telepathic abilities, Typhoid Mary can implant mental suggestions in the minds of others. She can induce sleep in weak-minded individuals and most animals, or create sensory ghosts as a distraction, causing people to be distracted.
She can compel people to take simple actions without thinking about it, like reaching for a blade or kissing her, letting her predict their next move or guide them into traps. Usually, she uses her power to psionically seduce men, using a combination of behavioral psychology and telepathic prods to make them quickly become obsessed and fall in love with her.
Unstable Vital Signs: Typhoid Mary's personalities have different body function readings. Her different physiological traits display specific heart rate, respiratory patterns, scent, electrocardiographic readings, and mental patterns. Daredevil proved to be unable to recognize Mary and Typhoid Mary as the same person despite his enhanced senses, and even sighted people often believe the alters to be different people.
Abilities
Typhoid Mary is very skilled in martial arts and the use of edged weapons. As Bloody Mary, she shows an expertise in using firearms in combat situations.
Weaknesses
Dissociative Identity Disorder: Typhoid Mary's fractured psyche has been shown to be the cause of her inefficiency in combat in different occasions.
Equipment
As Mutant Zero, Mary is equipped with a suit of full body armor that appears to enhance her physical strength and an arsenal of weapons, including guns and various blades.
Notes
Mary's real full name was first revealed in Daredevil #297 as Mary Mezinis by creator Dan G. Chichester. However, in Marvel Comics Presents #109, which was written by the character's creator and main writer Ann Nocenti, she was revealed to be named Mary Walker. Walker was confirmed to be her birth surname in Marvel Comics Presents #151, also written by Nocenti. After its first mention, the name Mezinis has never been brought up again.
Typhoid Mary's status as a mutant was only confirmed in the Avengers: The Initiative series. In issue Avengers: The Initiative #5, she was introduced as a mutant who had survived decimation. Her true identity was only fully revealed in issue Avengers: The Initiative #20. Before that, the origins for her powers remained unexplained.
Her entry in Marvel Encyclopedia #Spider-Man merely hinted the possibility that her paranormal abilities could be the result of mutant genetics, psychic experiments, or both.
The identity of Mutant Zero remained undisclosed in the Avengers: The Initiative for months, only being revealed in issue Avengers: The Initiative #20.
Trivia
Typhoid fever is a bacterial disease characterized by a long-lasting fever which may cause confusion. The name "Typhoid Mary" is a direct reference to Mary Mallon, an asymptomatic carrier of typhoid-inducing bacteria, who infected dozens of people as a result of her job as cook at the beginning of the 20th century. The nickname she earned because of her condition, "Typhoid Mary," is used to refer to those who spread disease or misfortune, not always aware that they are doing so.
The name "Bloody Mary" is a reference to Queen Mary, who earned the nickname from her Protestant opponents since she implemented violent policies to re-establish Catholicism in England.
Typhoid Mary sometimes refers to her split personality by reciting the nursery rhyme "Mary, Mary, Quite Contrary".
⚡ Happy 🎯 Heroclix 💫 Friday! 👽
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A year of the shows and performers of the Bijou Planks Theater.
Secret Identity: Mary Alice Walker
Publisher: Marvel
First appearance: Daredevil #254 (May 1988)
Created by: Ann Nocenti (Writer)
John Romita Jr. (Artist)
Inrecar Géminis II Mercedes Benz Lo 915/48.
________________________
>PPU: FYDV*20.
>Servicio: Urbano Licitado.
>Empresa: Fenur S.A.
>N° Orden: 226.
>Fotografía tomada el día: 03 de Octubre 2014.
>Foto: Pablo Duarte Gutiérrez.
>Actualización día 11 Octubre 2014
A Marcopolo levou pra feira sua maior vedete do ano, a nova geração do Torino. Um dos veículos expostos era esse da Unimar, integrante de uma expressiva renovação de frota para o Transcol esse ano. O sistema, que foi recentemente licitado, ganhou nova identidade visual, e se prepara pra entrar no modelo de operação por consórcio, já vigente na maior parte das grandes capitais brasileiras.
Valle de los Caídos. San Lorenzo del Escorial.
De Wikipedia
El Valle de los Caídos o la Abadía Benedictina de la Santa Cruz del Valle de los Caídos es un monumento construido entre 1940 y 1958 situado en el municipio de San Lorenzo de El Escorial, en la Comunidad de Madrid (España). Se encuentra a 9,5 km al norte del Monasterio de El Escorial en la Sierra de Guadarrama, sobre el paraje del valle de Cuelgamuros. En su diseño participaron los arquitectos Pedro Muguruza y Diego Méndez.1 El conjunto pertenece al Patrimonio Nacional desde 1957, año de su apertura al público.
El entonces Jefe del Estado Español, Francisco Franco, ordenó su construcción, y está enterrado allí junto con José Antonio Primo de Rivera, fundador del partido Falange Española, así como con otros 33.872 combatientes de ambos bandos en la Guerra Civil, nacionales y republicanos.
Según el decreto fundacional de 1 de abril de 1940, el monumento y la basílica se construyeron para:2
...perpetuar la memoria de los caídos de nuestra gloriosa Cruzada [...] La dimensión de nuestra Cruzada, los heroicos sacrificios que la Victoria encierra y la trascendencia que ha tenido para el futuro de España esta epopeya, no pueden quedar perpetuados por los sencillos monumentos con los que suelen conmemorarse en villas y ciudades los hechos salientes de nuestra historia y los episodios gloriosos de sus hijos.
Posteriormente, los objetivos fundacionales del monumento se orientaron hacia una visión más reconciliadora,3 4 centrándose más en el plano religioso y espiritual. Dicha visión fue corroborada en 1960 por el papa Juan XXIII al declarar como Basílica Menor la iglesia de la Santa Cruz:5
En este monte sobre el que se eleva el signo de la redención humana ha sido excavado una inmensa cripta, de modo que en sus entrañas se abre amplísimo templo, donde se ofrecen sacrificios expiatorios y continuos sufragios por los caídos de la Guerra Civil de España. Y allí acabados los padecimientos, terminados los trabajos, y aplacadas las luchas, duermen juntos el sueño de la paz, a la vez que se ruega sin cesar por toda la Nación Española.
Actualmente la Basílica se encuentra abierta al culto y a las visitas del público tras un periodo cerrado por obras.6
•1 Características y descripción
•2 Abadía de la Santa Cruz del Valle de los Caídos
•3 Localización
•4 Geografía
•5 Historia
•6 Controversia
o6.1 Sobre el personal de construcción
o6.2 Muertes durante la obra
o6.3 Sobre su destino
•7 Documental
•8 Referencias
•9 Bibliografía
•10 Véase también
•11 Enlaces externos
Características y descripción
En el complejo se hallan una abadía benedictina, parte de la cual se remodeló como hospedería para atender al turismo, una basílica excavada en la roca donde se encuentran las tumbas de Franco, Primo de Rivera y ocho capillas donde están enterrados combatientes de ambos bandos (Según la investigación de Joan Pinyol ha documentado que al menos 500 cadáveres fueron trasladados sin el consentimiento de sus familiares).7
Sobre la basílica se alza la más alta cruz cristiana del mundo[cita requerida] con 108 metros de altura visible a más de 40 kilómetros de distancia.
Desde el acceso al recinto, una carretera lleva al pie del monumento de la Santa Cruz del Valle de los Caídos, desembocando en una gran explanada. A medio camino entre la entrada y la explanada el viajero se encuentra con cuatro grandes monolitos cilíndricos, de granito, de 11,50 metros de altura y 1,50 metros de diámetro cada uno, que reciben el nombre de «Juanelos». Fueron esculpidos durante el reinado de Felipe II, bajo la dirección del ingeniero italiano, afincado en Toledo, Juanelo Turriano.
Podía accederse a la base de la cruz por medio de un funicular. La altura de la cruz es de 150 m y sus brazos miden 46 metros y tiene dos basamentos. A 25 metros de altura, en el primer basamento, se encuentran las esculturas de los cuatro evangelistas y sus símbolos —Juan y el Águila, Lucas y el Toro, Marcos y el León y Mateo y el Hombre alado— realizadas por Juan de Ávalos. En el segundo basamento, a 42 metros de altura, se representan las cuatro virtudes cardinales: prudencia, justicia, fortaleza y templanza.
En la explanada se encuentra la entrada a la cripta (o basílica) de 262 metros de longitud. Se excavaron 200.000 metros cúbicos de roca para su construcción. La puerta de entrada, construida en bronce, es obra del escultor Fernando Cruz Solís. En ella están representados los 15 misterios del Rosario y un apostolado; de Carlos Ferreira son los dos arcángeles del atrio. En la reja que da paso a la nave se hallan representados cuarenta santos y está rematada en el centro con la figura del Apóstol Santiago, patrono de España. La nave está dividida en cuatro tramos; hay en ella seis capillas y en los murales ocho tapices flamencos realizados en el siglo XVI, aunque los que hoy vemos son copia del siglo XX, teniendo como tema iconográfico el Apocalipsis de San Juan.
El altar mayor es de una pieza de granito pulimentado. Cuenta con dos relieves de hierro dorado forjados por José Espinós Alonso sobre dibujos de Diego Méndez, que representa el Santo Entierro y la Sagrada Cena. Sobre el altar se encuentra una cruz de madera de enebro con un Jesucristo obra de Julio Beobide, policromado por Ignacio Zuloaga, Tras él se encuentra la tumba de Francisco Franco y frente a él la de José Antonio Primo de Rivera. Está encuadrado por cuatro arcángeles de bronce, obra de Juan de Avalos. Sobre el altar mayor la cúpula de 42 metros de altura y 40 de diámetro, decorada con mosaico policromado por Santiago Padrós.
En la cabecera del crucero está el coro, con sitiales en madera labrada. En los laterales hay dos capillas con buena parte de los restos de las más de 40.000 personas que hay en la basílica, caídos en los frentes de la Guerra Civil, aproximadamente la mitad de cada bando.
Abadía de la Santa Cruz del Valle de los Caídos
Levantada sobre una explanada en la parte posterior al Risco de la Nava, la abadía está compuesta de dos edificios principales. Uno, el más cercano a la Cruz de 150 m de altura (contando los evangelistas -p.ej.:S. Mateo y el ángel- y las virtudes), es la abadía benedictina propiamente dicha; el más alejado es una hospedería turística regentada por los monjes. Su uso está orientado a actos religiosos y culturales. En la hospedería rigen las normas de la abadía. El conjunto mide 300 metros de largo por 150 de ancho y está flanqueado por las boscosas laderas de la montaña.
Junto a la abadía se encuentra el cementerio de los monjes benedictinos. La visita requiere el permiso de los monjes. La basílica y la abadía están comunicadas a través de un acceso privado que cuenta con una gran puerta monumental de bronce, obra de Damián Villar González.
Es la Orden de San Benito y no otra la que se hace cargo de la abadía debido a una decisión personal de Francisco Franco tomada sólo dos años antes de la inauguración del monumento. Su primer abad fue el benedictino burgalés Fray Justo Pérez de Urbel.
Localización
Sus coordenadas geográficas son: 40°38′29″N 04°09′26″O. Cuelgamuros se encuentra en la sierra de Guadarrama, y casi equidistante de Madrid (58 km), Ávila (55 km) y Segovia (50 km). Su altitud varía desde 985 m en la entrada hasta 1.758 m en el Monte Abantos.
Geografía
Como el resto de Guadarrama, está compuesto por grandes formaciones graníticas, y su vegetación es de pinos, robles, algunos olmos y entre los arbustos, jaras, romero, tomillo. Está flanqueado por varias colinas y lo surcan algunos arroyos: uno de ellos, el Boquerón Chico, tiene una presa y surte de agua al monasterio.
Historia
Escudo de los Reyes Católicos con el lema franquista en la fachada del Valle de los Caídos
El monumento, comenzado en 1940 e inaugurado en 1959, se levantó según proyecto de Pedro Muguruza y Diego Méndez, fue decorado con monumentales esculturas obra de Juan de Ávalos y con una cúpula decorada con un mosaico debido al artista barcelonés Santiago Padrós.
En el monasterio se encuentran en 19 archivos las fichas con los datos de aproximadamente la mitad de los allí enterrados. Se desconoce la identidad de la otra mitad, existiendo varias hipótesis, y siendo casi seguro que fueron recogidos de fosas comunes de Brunete, Grado, Gandesa, Tarragona, Badajoz o Teruel entre otras, después de la Guerra Civil y hasta 1983. Joan Pinyol ha documentado que al menos 500 de estos enterramientos son fruto de un traslado ilegal; caso que fue abierto por el juez Baltasar Garzón en 20097 sin que llegase a ningún resultado.
Hasta hace varios años, cada 20 de noviembre (20-N, fecha de la muerte de José Antonio Primo de Rivera y de Francisco Franco), el Valle de los Caídos se convertía en punto de reunión para ultraderechistas seguidores del Franquismo, y seguidores de José Antonio Primo de Rivera.
Controversia
Sobre el personal de construcción
•Existen referencias que hablan del empleo en su construcción de miles de presos republicanos (unos 20.000 según Rafael Torres8 ) que, de esta forma, redimieron parte de la condena que les había sido impuesta, en función de la fórmula «1 día de trabajo = 2 días de remisión de pena».
•Otra información diferente la ofrece el arquitecto Diego Méndez González, director de las obras desde diciembre de 1950 hasta su conclusión, informa que, durante los quince años de trabajo normalmente había unos 2.000 obreros a diario. Según esa misma información, el número de trabajadores que eran presos que redimían pena fue de 46 hombres. La mayoría de estos 46, una vez obtenida la libertad, continuó su tarea hasta el fin de las obras como personal libre contratado por las distintas empresas, y algunos pasaron a trabajar después en la Fundación del Valle".9
•El Decreto de 28 de mayo de 1937 establecía el derecho al trabajo de los prisioneros de guerra y presos no comunes para la redención de penas. También establecía que los prisioneros de guerra y presos no comunes sólo podrían trabajar como peones, con el jornal correspondiente a esa categoría y establecía la cantidad que debía abonarse a la mujer, si el preso estuviera casado, y a cada hijo menor de 15 años de edad, si los tuviera.
•En 1943 el Patronato Central de Redención de Penas por el Trabajo explicaba que las Empresas asignaban a cada obrero el mismo salario que a los trabajadores libres dentro de su profesión y especialidad. Las horas extraordinarias también les eran abonadas. Regía para ellos toda la legislación social de los obreros libres. Las Empresas -las del Valle de los Caídos y las de otras obras- se encargaban de la alimentación. A ellas correspondía el gasto íntegro de la alimentación y mensualmente se resarcían del importe del socorro recibiendo de las Prisiones Provinciales lo concerniente al Estado y mediante deducción al liquidar mensualmente con el Patronato, de lo que éste tiene asignado a cada obrero para alimentación: 2 pesetas, por el primer concepto, y 0,85 pesetas, por el segundo, la diferencia hasta cubrir el coste real de la manutención, que nunca baja de 4 pesetas por obrero y día, y que también corre a cargo de la Empresa".
•El escritor Daniel Sueiro, en "El Valle de los Caídos", 1983, afirma que se trataba de liquidar con la mayor rapidez posible el problema penitenciario surgido con motivo de la guerra y por ello se autorizó al Patronato para conceder hasta cinco días de redención por uno de trabajo, que sirvió para liquidar, con verdadera rapidez, las condenas más importantes.
•La memoria del Patronato de 1949, explica que durante los primeros años de implantación del sistema de redención de penas por el trabajo, los reclusos no pudieron apreciar prácticamente la importancia que para ellos tenía, porque antes de que pudieran recoger ese beneficio para anticipar la fecha de su liberación, se vieron en la calle por sucesivos indultos y constantes concesiones de libertad en bloque. Ese mismo año, El Decreto de Indulto de 9 de diciembre estableció múltiples indultos para los represaliados de la Guerra Civil.
•El historiador británico Paul Preston en "Franco, caudillo de España"10 da por cierto que el Valle de los Caídos fue excavado por presos políticos, aunque dada la inexistencia de tuneladoras por esa época, fue también necesaria la dirección de ingenieros y obreros especializados externos. No obstante, se empleaba en estas tareas a presos procedentes de las zonas mineras, para dinamitar la roca, un trabajo no realizable por otros presos tales como campesinos, militares ni obreros industriales, que eran dedicados al simple peonaje.
•Durante la duración de los trabajos esos presos y sus familias eran retribuidos con una pequeña cantidad de dinero (que dependía de si trabajaba para una empresa pública o privada). Aunque esta cantidad recibida es difícil de determinar, algunas fuentes citan 0,50 pesetas/día para el preso, 2 pesetas/día para su mujer y 1 peseta más para cada hijo menor de 15 años. Otras fuentes citan 10,50 pesetas/día para cada trabajador, y otras 7 pesetas/día por preso.[cita requerida]
•Una descripción de las condiciones en que se desarrollaba y como se retribuía el trabajo de los presos en esta y otras obras de la misma época se puede encontrar en el libro de Isaías Lafuente Esclavos por la patria.11
Muertes durante la obra
•A menudo se señala que muchos de estos presos no llegaron nunca a gozar de la libertad pues debido al tipo de trabajo, que exigía el manejo de grandes bloques de piedra, y por la falta de medidas de seguridad de la época, los accidentes eran diarios, y en muchos casos mortales. [cita requerida]
•Algunas fuentes presenciales, como un médico preso que trabajó en la obra durante dieciocho años,12 afirman que murieron 14 presos durante todo el periodo de construcción. Pese a ello, existe una fuente que estima que unos 27.000 soldados republicanos murieron durante su construcción.13
Sobre su destino
Durante la primera legislatura presidida por José Luis Rodríguez Zapatero y dentro de las acciones relacionadas con la aprobación de la Ley de la Memoria Histórica se planteó el destino futuro del Valle de los Caídos. Diversos partidos políticos plantearon usar dicho monumento como recuerdo a la actuación del bando franquista durante la Guerra Civil y a la dictadura de España, en la que se recuerde que fue construida por prisioneros políticos. En 2006 el informe elaborado por el laborista maltés Leo Brincat (al que algunos medios han citado como Informe Brincat),14 y aprobado por la Asamblea Parlamentaria del Consejo de Europa, condenaba lo sucedido en materia de Derechos Humanos en España durante la dictadura franquista. En este informe se recogía, entre otras propuestas recomendadas, una exposición educativa permanente en la basílica subterránea del Valle de los Caídos donde se explique que fue construida por prisioneros.15
Esa propuesta fue rechazada por algunos partidos políticos españoles, así como por la Iglesia Católica, porque afirman que el monumento es ante todo un templo, no un museo, que acoge los restos de muertos de ambos bandos de la guerra,16 e indican que esta propuesta sólo tiene fines políticos.[cita requerida]
El 16 de octubre de 2007, la Comisión Constitucional del Congreso aprobó el proyecto de Ley de Memoria Histórica, en la que consta un artículo referente al Valle de los Caídos. Este artículo, aprobado con el apoyo de todos los partidos políticos, es una nueva regulación para despolitizar el Valle, convirtiéndolo exclusivamente en lugar de culto religioso.17 Así la fundación gestora del Valle de los Caídos tendrá entre sus objetivos la honra de la memoria de todos los caídos en la Guerra Civil y en la posterior represión política. Además en ningún lugar del recinto podrán llevarse a cabo actos de naturaleza política ni exaltadores de la Guerra Civil, de sus protagonistas o del franquismo.18 19
En lo que respecta a los allí enterrados, se ha confirmado que difícilmente se podrían identificar los restos, pues provienen de diversos orígenes de ambos frentes.20
Además, es necesario encarar un profundo proceso de reparación de las esculturas, debido a problemas en los materiales que usó su autor al realizarlas21
Documental
La película-documental sobre la transición española Después de... (No se os puede dejar solos, primera parte,22 y Atado y bien atado, segunda parte23 ), presenta un extenso metraje rodado en el monumento durante el entierro de Franco (1975) y durante la celebración del 20-N de 1980, al que asistió Carmen Polo, su viuda.
En 2013 se estrena en España el documental All'ombra della croce (A la sombra de la cruz)24 dirigido por el italiano Alessandro Pugno, suscitando polémicas e interés por los medios nacionales e internacionales.25 La película cuenta la historia escondida de los niños de la escolanía, que todos los días cantan misa en la Abadía del Valle. Los niños viven en un internados donde reciben una educación que intenta resistirse a la secularización de la sociedad actual.26 La película ha sido galardonada con el premio al mejor documental en el Festival de Málaga de Cine Español.
Referencias
1.↑ Sueiro, Daniel (1983). El Valle de los Caídos: los secretos de la cripta franquista. Argos Vergara. pp. 19 y 118. ISBN 978-84-71785473.
2.↑ Decreto de 1 de abril de 1940, disponiendo se alcen Basílica, Monasterio y Cuartel de Juventudes, en la finca situada en las vertientes de la Sierra de Guadarrama (El Escorial), conocida por Cuelgamuros, para perpetuar la memoria de los caídos de nuestra gloriosa Cruzada
3.↑ Objetivos fundacionales de la Basílica del Valle de los Caídos, donde se hace referencia a documentos fundacionales de 1957 y 1958
4.↑ ABC de Sevilla del 30 de mayo de 1958], en que se ponía en conocimiento de cuantos desearan el traslado de los restos de sus familiares caídos al Valle
5.↑ Declaración como Basílica de la iglesia de la Santa Cruz (Juan XXIII)
6.↑ «El Gobierno y Patrimonio abren al público el Valle de los Caídos, a pleno rendimiento, y licita una cafetería» (en español). Qué (12 de junio de 2012). Consultado el 15 de octubre de 2012.
7.↑ a b «Los republicanos saldrán del Valle de los Caídos». Público (30 de septiembre de 2009).
8.↑ Rafael Torres, "Esclavos de Franco. Ed. Oberón 2.000
9.↑ Diego Méndez, El Valle de los Caídos. Idea, proyecto y construcción, Abadía de la Santa Cruz del Valle de los Caídos, 2009 (1ª ed. 1982), p. 273. ISBN: 84-85993-01-2.
10.↑ Paul Preston, Franco caudillo de España Ed. RBA Coleccionables, S.A., Barcelona, 2005. ISBN 84-473-3637-9
11.↑ Lafuente, Isaías (2002). Esclavos por la patria. Madrid: Temas de hoy. ISBN 84-8460-183-8.
12.↑ Comentario de Ángel Lausín, médico que llegó a la obra como preso político en 1940 y permaneció trabajando allí incluso tras redimir su condena en el artículo [www.vistazoalaprensa.com/firmas_art.asp?id=3468 La cara y la cruz del Valle de los Caídos, por Alfredo Amestoy
13.↑ Aguirre, Alberto (mayo de 2008). Publicaciones Semana, S.A. (ed.): «Preston hace historia». Arcadia pág. 20. Consultado el 14 de octubre de 2010.
14.↑ Informe Brincat sobre la dictadura franquista y la propuesta del uso educativo del monumento, en inglés (disponible también en francés)
15.↑ El Consejo de Europa condena oficialmente al régimen de Franco por "violaciones de los derechos humanos"
16.↑ El Valle, símbolo de reconciliación: «Es el lugar símbolo con que se quiso sellar aquella hora de España y fue una cruz y un altar, ...lo que ha unido la sangre de Dios no la separe el hombre, ...no se construye una sociedad amputando previamente sus raíces o procediendo a invertir sus fundamentos históricos». [1]
17.↑ Artículo 16 del informe de la ponencia de la ley en la Comisión Constitucional:
Artículo 16. Valle de los Caídos.
1. El Valle de los Caídos se regirá estrictamente por las normas aplicables con carácter general a los lugares de culto y a los cementerios públicos.
2. En ningún lugar del recinto podrán llevarse a cabo actos naturaleza política ni exaltadores de la Guerra Civil, de sus protagonistas, o del franquismo.
3. La Fundación gestora del Valle de los Caídos incluirá entre sus objetivos honrar la memoria de todas las personas fallecidas a consecuencia de la Guerra Civil de 1936-1939 y de la represión política que la siguió con objeto de profundizar el conocimiento de ese período histórico y en la exaltación de la paz y de los valores democráticos.
18.↑ La Ley de Memoria Histórica pasa al Pleno respaldada por PSOE, PNV, CiU, IU y CC, noticia del diario El Mundo, 17 de octubre de 2007
19.↑ El PP acepta "despolitizar" el Valle de los Caídos, que honrará a las víctimas de la Guerra Civil, noticia del diario El País, 17 de octubre de 2007
20.↑ Rubalcaba confirma que no se puede identificar a los enterrados en el Valle de los Caídos
21.↑ El escultor Juan de Ávalos usó materiales incompatibles que destruyen las obras desde el interior, según un estudio del CSIC
22.↑ No se os puede dejar solos
23.↑ Atado y bien atado
24.↑ All'ombra della croce
25.↑ El Pais 17/03/13
26.↑ Sinopsis All'ombra della croc
Bibliografía
•Daniel Sueiro: La Verdadera Historia Del Valle de Los Caídos (1976). ISBN 84-7380-215-2
•Fernando Olmeda: El Valle de los Caídos. Una memoria de España (2009). ISBN 978-84-8307-874-7
WHY DO THEY SAY THIS?
Two issues are involved here: First, the medieval church’s regulation of the degrees of consanguinity and affinity within which people could not marry. Second, the shift in the 12th century to a “consent theory” of marriage by which a couple married each other by exchanging “words of the present [tense]” (verba de praesenti)—“I take you to be my husband/wife”—regardless of whether witnesses or a priest was present to bless the marriage. If they exchanged vows this way without witnesses or a priest, the marriage was said to be “clandestine” (secret). It was legal (i.e., a valid, binding sacrament) though not licit (i.e., allowed). The problem was that a man (or I guess sometimes a woman) could seduce a maiden into a clandestine marriage, sleep with her, and then deny that there had been any exchange of vows. He might even already have been married.
To combat both clandestine marriages and people marrying within forbidden degrees of relationship they added this in the 4th Lateran Council in 1215.
In England, this public announcement was called “banns.” Priests were obliged to announce an upcoming marriage three Sundays in a row to allow anyone who knew of impediments to the marriage (clandestine marriage, couples related within forbidden degrees, bigamy) to come forward to “speak now or forever hold your peace.” see all this at www.reddit.com/r/AskHistorians/comments/2j1cpq/how_did_it...
Zona E Forma parte de la Unidad 3 (junto con el Troncal 3, Zona H y Zona I) del sistema de transporte público de Santiago de Chile. Corresponde a las comunas de La Florida y La Granja. Está a cargo de Buses Vule. Posee 20 recorridos licitados y su color distintivo es el verde, es decir, los buses de esta zona tienen color verde con una franja blanca en medio de ellos.
La operación de la Zona E está a cargo de Buses Vule. Quien tomo posesión debido a la quiebra de la empresa Union del Transporte.
Buses Vule trajo 404 Caio Mondego H con chasis Mercedes Benz O500U desde Brasil para mejorar la calidad de servicio. Estos buses traen caja automática Voith, tienen espacio para discapacitados y una capacidad para 98 personas.
Yo fui a pillar más micros, sin mi cámara, y esta la pillé cuando se iba del paradero, por suerte la pillé.
Tumaco. 14 de agosto 2021. El Gobierno del presidente Iván Duque Márquez avanza en la transformación de las regiones de Colombia, en la sustitución de economías ilícitas por lícitas y en la lucha contra la pobreza, abriendo caminos hacia la equidad y la reactivación económica del país. Como parte de este objetivo finalizó, a través del Instituto Nacional de Vías (INVÍAS), las obras que conforman el nuevo corredor binacional Espriella - río Mataje, proyecto que se convierte en la obra de infraestructura más importante en la historia de la región. Fotos: Julian Chingate Invias
Maxibus New Astor / Mercedes Benz LO 915.-
Placa Patente Única: CZ•LW*64.-
Numero de Orden Interno: 434.-
Tipo de Bus y Servicio: Taxibus Urbano Licitado TMV.-
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Lugar de la Fotografía: Av. Errazuriz, Valparaiso, Región de Valparaíso, Chile.-
Fecha y Hora de la Fotografía : Miercoles 11 de Mayo de 2011, 17:26 Horas.-
Finalmente salieron las nuevas Astor, que desde enero cuando las venian promocionando se dijo que se vendrian una camada mas o menos para la region, hasta el momento eh visto solo 3, 2 en la unidad 5 ambas por 501 y la otra en la unidad 6 por 611, claro que son mas, pero esta con el corte de la unidad 5 mas las tapas y bandas adelante y la barra es la mas bonita, esperemos verla luego con las tapas de atras, del modelo hablando en si ojala sea mejor q las antiguas astor, ya que las ultimas q salieron dejan harto q desear, las escotillas se suelta y se salen, los pasamos lo mismo, las asientos se desconcen etc, basta ver la 124 de viña bus q los detalles del interior llega a dar pena, al igual q otras astor.-
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Cualquier pedido de fotos al mail: rz.desing@gmail.com
Saludos Atte.:
Inrecar Géminis II / Mercedes Benz LO-915
PPU: *-*
Nº de Orden Interno: *-*
Lugar de la Fotografía: Vivipra General Velásquez, San Bernardo, Stgo, Reg. Metropolitana, Chile.
Fecha y Hora de la Fotografía: Sábado 5 de Noviembre del 2011, 13:09 Hrs.
Página Web de la Empresa: *-*
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Aunque en rigor no son unidades de stock porque son muchas iguales y claramente fueron pedidas por alguna empresa, como no sabemos para donde van, se titula como "Unidad de Stock" jaja Bonita Géminis II, una joyaza, aunque el corte es simpleza pura, me agrada, no se ve mal, el mostaza que tiene es bastante elegante, lindo el filete negro, destaca con los focos plateados, y el blanco le da un buen toque en realidad. Las cortinas perfectas, combinan totalmente con la máquina, y las tapas con bandas le dan el toque, me gusta mucho como se ven. Lo único que le haría sería pintarle el brazito plateado o mostaza, el resto genial, me encanto esta camada de Géminis por su simpleza y belleza. Veremos cuál es su destino, por un lado dicen que nuevas licitadas de Coronel-Lota, pero la versión que tengo yo es que es una nueva línea hacia la zona de Peñaflor nacida de ex-empresarios de Bupesa. En equipamiento y chassis están ideales para ambos servcios, sólo queda esperar.
Rafa Fuentealba★Locura_Micrera
Jaqueado por las escuchas, Macri apuesta a las obras para reafirmar su candidatura 2011
La Legislatura porteña debatirá el jueves un proyecto para derogar la adhesión de la Ciudad al Régimen Federal de Responsabilidad Fiscal. De esta manera, el Gobierno de la Ciudad no deberá contar con el aval de la Nación para endeudarse.
Foto: Propia (cualquier copia o reproducción requiere del previo permiso y/o consulta al autor).
Si querés la foto, primero consultame por correo a nicofoxfiles@hotmail.com
Texto: Por Francisco Zoroza.
En medio del escándalo por las escuchas ilegales, Mauricio Macri pondrá en marcha esta semana una de sus últimas apuestas para reafirmarse como candidato a presidente en 2011. Se trata de un proyecto de ley para desvincularse del Régimen Federal de Responsabilidad Fiscal y gambetear el pedido de autorización al Ministerio de Economía de la Nación para endeudarse en el mercado de capitales.
La crisis financiera complicó el plan de megaobras que prometió el ex presidente de Boca durante la campaña de 2007 que lo consagró como jefe de Gobierno porteño. Con las aguas más calmas, los mercados parecen abrirse para la Ciudad y, en la sesión del jueves próximo, el bloque macrista intentará sancionar su propia normativa y dejar en manos de la Legislatura esa autorización.
De aprobarse la iniciativa de PRO, el Gobierno porteño apuntará a conseguir $900 millones entre inversores nacionales e internacionales en el primer semestre del año próximo para financiar las promesas de campaña y llegar a las presidenciales con más aire.
El compromiso de ampliar la red de subtes y cambiarle la cara a Buenos Aires quedó trunco cuando los macristas no pudieron conseguir el aval de la Nación, que establece el artículo 25 de la ley 25.917, de responsabilidad fiscal nacional , que no sólo alcanza a la Ciudad sino a las veintitrés provincias restantes.
Desde la Jefatura de Gobierno acusaron al kirchnerismo de poner palos en la rueda y, por eso, decidieron cortar camino y derogar la adhesión de la Ciudad de Buenos Aires a la ley 25.917. Si bien el Congreso Nacional sancionó la suspensión por dos años de la Ley de Responsabilidad Fiscal, en el Gobierno porteño la calificaron de insuficiente y se quejaron, porque a pesar de eso seguían dependiendo de la Casa Rosada para conseguir el aval para endeudarse.
En los despachos macristas creen que lo peor de la crisis financiera mundial ya pasó y confían en seducir a ahorristas que miran con buenos ojos a las economías del Sur.
“Los inversores en el mundo están mirando nuevamente a las economías emergentes. Si bien aparecen como más seguros Chile y Brasil, si conseguimos abrirnos de la Ley de Responsabilidad Fiscal esperamos salir a los mercados en el corto plazo porque los números de la Ciudad son óptimos”, aseguró el ministro de Hacienda porteño, Néstor Grindetti, en diálogo con este diario.
“Provincias como Buenos Aires quieren endeudarse para pagar gastos corrientes. En cambio, nosotros somos superavitarios en ese punto y queremos los fondos para invertir”, se diferenció Grindetti.
A partir de la sanción de la ley, que se concretaría el jueves, la Legislatura quedará a cargo de autorizar el endeudamiento que proponga el Poder Ejecutivo.
Pero el proyecto no da plenas libertades a quien ejerce la administración porteña. La iniciativa cercena la posibilidad de que la gestión saliente se endeude seis meses antes de terminar el mandato. El objetivo que persigue es evitar que la gestión entrante debe pagar un eventual festival de bonos de quien deja el Gobierno.
SUBTES. Una de las críticas que Macri repite a quien lo quiera oír, es el escaso margen que tiene la Ciudad para invertir. En ese sentido, uno de los karmas que tiene PRO fue no poder avanzar en la ampliación de la red de subtes. Atrás quedó la promesa de construir 10 kilómetros por año. Sin embargo, por estas horas estudian conseguir un plan de la Confederación Andina de Fomento (CAF) por u$s50 millones para hacer frente a la extensión de la Línea H. Esas obras, que llevarían el tendido desde la avenida Corrientes hasta la Facultad de Derecho no fueron licitadas, pero el costo se estima en 300 millones de dólares.
MACRI Y LAS OBRAS. La Legislatura porteña autorizó en 2008 al Ejecutivo porteño la creación del Fondo de Infraestructura Social (FOISO) con el objeto de financiar la construcción de escuelas, hospitales y otras obras. El FOISO se iba a financiar mediante la emisión de bonos por u$s500 millones, cuya tasa no podía exceder el 13 por ciento.
Pero la emisión no pudo concretarse por varias razones. Además de la crisis financiera internacional, el macrismo no consiguió el aval del Gobierno nacional para salir al mercado ni para conseguir préstamos de fondos de organismos internacionales como el BID.
Para sortear esas dificultades, la Legislatura porteña readecuó la autorización y parte de esa cuota de deuda fue utilizada mediante un bono que quedó en manos de los contratistas y proveedores del Gobierno porteño.
ESCUCHAS: INSPECCIÓN EN LA AMIA
Personal del juzgado de Norberto Oyarbide y de la Policía Federal estuvieron ayer en la sede de la AMIA para verificar el estado de los teléfonos tras surgir sospechas de que la mutual judía estaba siendo víctima de escuchas ilegales. Habrían sido pinchados un interno del Departamento de Cultura y el conmutador.
Arriba: Túnel San Pedrito - San José de Flores, segundo tramo prolongación línea A. Una de las tantas obras frenadas por el desfinanciamiento.
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Commemorates the attempted martyrdom of Saint John the Evangelist in 95. John was bound and brought to Rome, Italy from Ephesus by the order of Domitian; the Senate condemned him to be taken to the Latin Gate and thrown in a cauldron of boiling oil. John stepped out of the cauldron without injury, and instead of exiled to Patmos.
St. John was one of the greatest devotees of Our Lady. He was given as a son to her, and she was given as a mother to him. Probably he was already practicing the perfect form of devotion to Our Lady that St. Louis Grignion de Montfort wrote about, which is the holy slavery. At any rate, all his life he had the greatest devotion to her and an intimate union of soul with her. It is more than licit to imagine that when he was thrown into the cauldron of oil, his eyes and thoughts were turned toward her. He received a miracle – the recovery of his youthful strength - through her hands. Also, the grace of the visions he received in Patmos came through her.
In those revelations the future of the Church was unsealed to him. So, it is probable that the present days were shown to him. It is not impossible that he also saw the individuals whom Our Lady would call to fight for her glory in these sad days in which we live.
Our Lady was given to St. John as mother because he was the only Apostle who remained with her at the foot of the Cross. None of the other Apostles were there. The chaste disciple, the one whom Our Lord loved, was the disciple who remained faithful. Today, in the hour when so many have abandoned the foot of the Cross, it is natural that Our Lady be given again as mother to those who remain faithful. To be at the foot of the Cross means to be faithful to the Holy, Apostolic, Roman Catholic Church; to be orthodox; to be counter-revolutionary; to be a slave of Our Lady in a world where no one wants to talk about suffering, dedication, fidelity, and purity.
We have, therefore, these points in common with St. John.
Zona E Forma parte de la Unidad 3 (junto con el Troncal 3, Zona H y Zona I) del sistema de transporte público de Santiago de Chile. Corresponde a las comunas de La Florida y La Granja. Está a cargo de Buses Vule. Posee 20 recorridos licitados y su color distintivo es el verde, es decir, los buses de esta zona tienen color verde con una franja blanca en medio de ellos.
La operación de la Zona E está a cargo de Buses Vule. Quien tomo posesión debido a la quiebra de la empresa Union del Transporte.
La BJFG55 era una de las que estaba para la empresa Buses Gran Santiago, y esta junto a 26 de sus hermanas Foz y fueron rematadas y adquiridas por Buses Vule.
E05 Bellavista de la Florida - Metro La Cisterna
Marcopolo Senior / Mercedes Benz LO 915.-
Placa Patente Única: CH•TR*94.-
Numero de Orden Interno: 323.-
Tipo de Bus y Servicio: Taxibus Urbano Licitado TMV.-
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Lugar de la Fotografía: Av. Errazuriz, Valparaiso, Región de Valparaíso, Chile.-
Fecha y Hora de la Fotografía : Sabado 23 de Abril de 2011, 19:59 Horas.-
Al fin le pude hacer una nocturna a la 323, se ve genial con los leds, sin duda le da un toque como mas argentino, ya que alla se acostumbra a tener sus buses con hartas luces y hacelos destacar por eso. Algunos la encuentran flaite, pero estan bastantes equivocados con usar esa palabra, tal vez es cosa de gusto que no sea de su agrado, pero decir eso nada que ver. El cuidado sige en ella, se le habia quemado varios leds adelante, pero ya los reemplazaron y volvio hacer genial de noche, ojala siga asi esta joya.-
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Cualquier pedido de fotos al mail: rz.desing@gmail.com
Saludos Atte.:
Armas de seducción tan lícitas como eficaces.
Datos Strobist. Un flash a un cuarto de potencia con un softbox a unos 45º por arriba y a la izquierda y un reflector blanco justo enfrente del softbox para rellenar las sombras.
Strobist Info. Flash 1/4 power whith softbox 45º left. A white reflector at right.
Entre los años 1991 y 2007 en la ciudad de Santiago, el transporte público de superficie se rigió bajo el Sistema Licitado de Locomoción Colectiva, conocido popularmente como las micros amarillas, esto, porque todos los buses, independiente quien lo administraba y su numeración eran de color amarillo y blanco, este sistema que por años conecto los rincones de la ciudad, fue quedando obsoleto en el tiempo y tecnologías que ameritaba el traslado de personas, esto llevo a que el servicio sufriera constantes irregularidades en la calidad que se entregaba, por lo que fue reemplazado por el Transantiago, sistema que incluyó al Metro de Santiago, pero que hasta el día de hoy no ha podido dar el ancho en relación al servicio y calidad que necesita una ciudad tan densamente poblada y extensa como lo es Santiago.
En el presente, las micros amarillas forman parte de la memoria popular de la ciudad y son unas verdaderas reliquias que mantienen viva una parte de la historia de la urbe, muchas personas le tienen cariño, buenos recuerdos, nostalgia e inevitablemente comparan ese antiguo servicio con el actual sistema, en el contexto del día del Patrimonio Nacional, se reúnen varios de esos nostálgicos que mantienen con mucho cariño y trabajo estos buses amarillos que por años circularon por estas calles y que en ese día especial donde se celebra la historia del país, reviven algunos recorridos por el centro de la ciudad trasladando pasajeros y porque no, retrocediendo el tiempo con su paso.
Santiago Centro, Región Metropolitana.
Placa Patente: FY2712
Año: 1980
País de Origen: Suecia
Genial ver uno de estos aún trabajando en faenas forestales ! donde de a poco se han ido extinguiendo los camiones viejos para dar paso a las constantes renovaciones impulsadas por las licitaciones... en donde Volvo y Mercedes son los que llevan la delantera... si no me equivoco, esta foto es de Constitución o el camión es de esa zona... excelente registro !
Novacap, Brasília, DF, Brasil 30/3/2016 Foto: Tony Winston/Agência Brasília
O material que será usado, a partir de abril, na recuperação da malha asfáltica do Distrito Federal passará por análise técnica do laboratório da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). A unidade avaliará, por exemplo, a espessura do asfalto, a temperatura da massa e a quantidade de areia presente na fabricação. Caso estejam fora dos padrões, os fiscais da empresa pública serão informados para que acionem as 11 fornecedoras licitadas para executar o serviço e estas façam os ajustes necessários.
Coleta de amostra de asfalto.
Leia a matéria no site da Agência Brasília: bit.ly/1M30Zem
Zona E Forma parte de la Unidad 3 (junto con el Troncal 3, Zona H y Zona I) del sistema de transporte público de Santiago de Chile. Corresponde a las comunas de La Florida y La Granja. Está a cargo de Buses Vule. Posee 20 recorridos licitados y su color distintivo es el verde, es decir, los buses de esta zona tienen color verde con una franja blanca en medio de ellos.
La operación de la Zona E está a cargo de Buses Vule. Quien tomo posesión debido a la quiebra de la empresa Union del Transporte.
Buses Vule trajo 404 Caio Mondego H con chasis Mercedes Benz O500U desde Brasil para mejorar la calidad de servicio. Estos buses traen caja automática Voith, tienen espacio para discapacitados y una capacidad para 98 personas.
Estaba merodeando por ahí y derrepente ¡plam! la micro la vi y la pille de un viaje, lástima que estaba si la cámara, pero la pillé xd.
Inrecar Geminis II / Mercedes Benz LO814.-
Placa Patente Unica: CX•FD*11.-
Tipo de Bus y Servicio: Taxibus Urbano Licitado TMV.-
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Resolucion Original: 2280x1469.-
Formato de la Imagen: Portable Network Graphics (PNG).-
Por fin termine el diseño de la famosa 147 de la 612, me demore varias semanas pero el resultado ah mi gusto fue el mejor quede conforme, bien detallado como queria igual a la original, hasta los reflejos del Cerro Concepcion le puse que es por donde pasa el recorrido de esta linea para hacerlo mas real, ojala les guste.-
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Saludos Atte:
Arriba: Operarios de China y Argentina probando el nuevo material rodante en la flamante estación San Pedrito, futura terminal de la Línea A.
En la red conviven coches de entre 1934 y 1968, con los más nuevos que llegaron al país entre 2001 y 2005 para la línea D. El cambio permitirá reducir frecuencias y abrir estaciones que ya están listas desde hace mucho tiempo.
Texto: Por Pablo Novillo y corrección propia
Foto: Chinanews.com
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Tras un año de discusión con la Nación, aumentos de impuestos y peajes, toma de deuda y el cierre de la línea A, el Gobierno porteño se puso en marcha para concretar uno de los objetivos más urgentes para el servicio del subte: la renovación de la mitad de la flota para 2015. La Ciudad ya adjudicó compras de vagones y tiene licitaciones en marcha para adquirir nuevos vehículos para todas las líneas.
Es que la antigüedad de la flota es una de la principales preocupaciones. En la red, actualmente conviven coches fabricados entre 1934 y 1968, con otros más modernos que llegaron nuevos al país desde 2001 (ver La antigüedad...). En Subterráneos de Buenos Aires (SBASE), la empresa a cargo del servicio, informaron cuáles son los objetivos para renovar la flota:
Línea A: ya comenzó el recambio de los 95 vagones La Brugeoise de madera, lo que obligará a mantener cerrado el servicio hasta el 9 de marzo. Para reemplazarlos, la Ciudad pondrá a circular 45 formaciones nuevas que el Gobierno nacional le compró a China, y que se sumarán a 25 vagones marca Fiat que ya circulaban en la red (en la Línea D). La Ciudad promete que con estos trenes podrá habilitar las estaciones Plaza Flores y San Pedrito, que ya están construidas pero no podían comenzar a operar porque la flota era insuficiente.
Pero además SBASE lanzó una licitación para comprar otros 105 coches, que entrarían en servicio en mayo de 2015. Esto permitiría mejorar la frecuencia para que sea de menos de tres minutos entre formaciones.
Respecto de los vagones de madera, SBASE terminó el inventario de esas formaciones. Según Juan Pablo Piccardo, presidente del organismo, “se constató la existencia de coches irrecuperables y que el estado general de la flota no supera la calificación de regular”.
Línea B: la Ciudad ya había concretado el año pasado la compra de 36 vagones usados al metro de Madrid, que están en proceso de llegar al país. Estos coches, sumados a los 126 marca Mitsubishi que ya tiene la línea, permitirían bajar la frecuencia pero principalmente habilitar las estaciones Echeverría y Rosas, que también están terminadas. La fecha estimada es mayo próximo.
Línea C: SBASE convocó a una “manifestación de interés”, un proceso similar a una licitación pero en la cual no se acuerda la fabricación de vagones sino que se busca que las empresas que ya tengan stock se lo puedan vender a la Ciudad. Los vehículos tienen que ser iguales a los coches comprados a la ciudad japonesa de Nagoya, que circulan aquí desde 1999. El lado positivo es que podrían entrar en servicio en un plazo mucho más corto.
La Ciudad compraría tres formaciones enteras de seis vagones cada una, a un precio de no más de US$ 1.000.000 por coche. Con esto, podría ir enviando a taller a 36 de los 78 trenes que corren hoy, y que necesitan mantenimiento urgente. Una vez que toda la flota haya sido restaurada, la C, una de las líneas que más colapsa en hora pico, podría circular a menos de tres minutos entre formaciones.
Línea D: según informaron en SBASE, le comprarán a la empresa brasileña Alstom 24 coches nuevos, que estarían funcionando en 2015 y permitirían agilizar la frecuencia.
Línea E: Hoy tiene 56 vagones General Electric que están pasados en su vida útil, ya que fueron fabricados en 1968. El plan de SBASE es sacar los coches Fiat de la A cuando pueda reemplazarlos y tomar también vagones de otras líneas hasta completar una flota de 100, que entraría en servicio en 2015 y permitiría cubrir las tres estaciones que está construyendo la Nación: Correo Central, Catalinas Norte y Retiro.
Línea H: SBASE ya le adjudicó a Alstom la compra de 120 vagones, que estarán disponibles para mediados de 2015. Con estos coches podrán brindar el servicio en toda la línea, en la que se están construyendo las estaciones Pompeya, Sáenz, Córdoba, Santa Fe y Las Heras, y debe retomarse la obra en Plaza Francia, frenada por la Justicia tras un amparo de vecinos que pidieron que no se dañara el arbolado de la plaza. La estación Hospitales (junto al Penna y el Churruca) ya está lista pero no se la puede poner a funcionar porque aún no alcanza la flota de trenes.
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Carrocerías LR Bus / Mercedes Benz LO-915
PPU: CT RZ 85
Nº de Orden Interno: 063
Lugar de la Fotografía: Autopista Concepción-Talcahuano (Sector Mall Plaza El Trébol), Talcahuano, VIII Región del Bio Bio, Chile.
Fecha y Hora de la Fotografía: Martes 8 de Febrero del 2011, 19:53 Hrs.
Página Web de la Empresa: *-*
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Una de las últimas máquinas salidas de la "industria regional", esta joyaza de Vía Futuro, gran unidad que llegó para la Línea 11. Exteriormente hermosa, el corte de Licitados Conce le da mucha elegancia, es genial, buen tuning sobrio, se luce con tapas con bandas y sus neblineros, y el modelo me gusta muchísimo, se ve moderno y el negro del frontal le da agresividad. El interior, espectacular, viajé en ella y los asientos buenísimos, cómodos del estilo habitual de LR, buenas cortinas naranjas, lindo interior, con su tubo morado en la cabina, pero para nada sobrecargada! Gran unidad penquista, carrocería regional y un tuning sobrio precioso.
Rafa Fuentealba★Locura_Micrera
Foto: Propia (cualquier copia o reproducción requiere del previo permiso y/o consulta al autor).
Si querés la foto, primero consultame por correo a nicofoxfiles@hotmail.com
Texto: Por Eduardo Videla para Pagina12
Las estaciones Puan y Carabobo están terminadas desde hace 4 meses. Las demoras de un trabajo realizado por Nación siguen postergando la inauguración. Tras las pruebas de rigor, el ramal llegaría hasta Flores a fin de este año o principios de 2009.
Las obras para inaugurar dos nuevas estaciones en la línea A de subterráneos ya están terminadas pero los usuarios aún deben esperar: las pruebas del nuevo equipamiento de señalización en la parte más antigua de ese ramal no resultaron exitosas, y como el nuevo testeo fue postergado, ahora se estima que los trenes estarán en condiciones de avanzar desde Primera Junta hasta la estación Carabobo, en Flores, en los últimos días de este año o en los primeros de 2009. En tanto, las obras para continuar los trabajos en lo que será la futura Cochera Taller de la línea, luego de la estación San Pedrito, en Floresta, acaban de ser adjudicadas, y demandarán entre 24 y 30 meses, por lo que el segundo tramo de la prolongación, Carabobo - San Pedrito, quedaría habilitado a principios de 2011.
Cuando los potenciales usuarios ven bajar a cualquier persona por las escaleras –por ejemplo, un periodista de PáginaI12 o un técnico de Subterráneos de Buenos Aires (Sbase)– no resisten la tentación de atacar con la pregunta que vienen formulando desde hace un año: “¿Ya funciona? ¿Cuánto falta?”. Por lo pronto, la extensión no estaría funcionando a mediados de Noviembre, como se había prometido, por una simple razón operativa: a partir de que la empresa Alstom y la Secretaría de Transporte de la Nación constaten que la señalización en el tramo viejo de la línea (de Plaza de Mayo a Primera Junta) funciona correctamente, Metrovías requiere entre 45 y 60 días para poner a punto el equipamiento y entrenar al personal para que opere la línea en su totalidad.
Las demoras se originan en que parte de la obra fue encarada por la ciudad y otra parte por la Nación. “La ciudad empezó con las obras en 2004 y ya están terminadas, y Nación, que las comenzó diez años antes, las acaba de finalizar”, dijo a PáginaI12 el titular de Subterráneos, Jorge Irigoin. Es que el Estado nacional licitó las obras cuando la ciudad no era autónoma: se trataba de modernizar la línea más antigua –hoy tiene 95 años– instalando una nueva alimentación eléctrica y actualizando el sistema de señalización. La ciudad inició una década después la prolongación de la línea, por lo que las señales en el nuevo tramo debían ser iguales o compatibles con las del viejo. Ambos trabajos los realizó la empresa francesa Alstom, la misma que donó los tranvías de Puerto Madero y la que se adjudicó el proyecto del denominado “tren bala”.
Para alimentar la ansiedad de los vecinos, potenciales y futuros usuarios de la línea, habría que decir que a las estaciones Puan y Carabobo apenas les faltan detalles: los molinetes y el equipamiento de las boleterías debe ser instalado por Metrovías, la operadora del servicio. Lo demás está en pleno funcionamiento: las escaleras mecánicas, que reducen la velocidad al mínimo cuando no hay pasajeros y toman su velocidad habitual apenas sienten el peso de dos usuarios; las bombas de ventilación que extraerán el aire viciado e inyectarán ráfagas filtradas provenientes de la superficie; un ascensor de cada lado y la señalética adaptada para personas no videntes. Falta la ambientación de las estaciones, que en Puan recordarán al poeta Paco Urondo, desaparecido durante la última dictadura, según lo dispuso una ley de la Legislatura.
Las nuevas señales tienen capacidad para que circulen formaciones cada dos minutos, aunque para que esto se cumpla sería necesaria la incorporación de más coches. La vocera de Metrovías, Lucila Maldonado, adelantó que la empresa ya tiene listas dos formaciones de coches Fiat, con cinco vagones cada una: son las unidades amarillas que circulan en la línea D. Irigoin asegura que para que los subterráneos funcionen de manera óptima deberían renovarse 140 coches.
El titular de Sbase dijo a este diario que las primeras pruebas realizadas en la señalización del tramo viejo “no salieron bien”. En la Secretaría de Transporte de la Nación aseguraron que la nueva prueba, que debería haberse realizado, se postergó “por 15 o 20 días”. A su vez, la vocera de Metrovías informó que “a partir del día en que nos digan que se puede unir la parte nueva con la vieja, necesitamos entre 45 y 60 días para incorporar el personal, poner a punto las boleterías e instalar los molinetes”. Esas instalaciones corren por cuenta de Metrovías.
Subterráneos de Buenos Aires acaba de firmar el contrato para la finalización del tramo de la línea A que va desde Carabobo hasta San Pedrito (Nazca). Allí falta la colocación de las vías, el señalamiento, los cables para alimentación eléctrica, una nueva subestación, una cochera para estacionar formaciones y un taller de mantenimiento. El plazo para finalizar esas obras es de 30 meses, pero las autoridades confían en que en 24 meses la línea estaría en condiciones de operar hasta su nueva terminal.
Cuestión de pesos
Por Eduardo Videla
“Si la Legislatura no aprueba el presupuesto que pedimos, de 729 millones de pesos, en 2009 sólo vamos a poder seguir con las obras que están empezadas, no vamos a poder comenzar con obras nuevas”, dijo a PáginaI12 el presidente de Subterráneos de Buenos Aires Sociedad del Estado (Sbase), Jorge Irigoin.
La empresa necesita 480 millones para continuar con las obras en curso: la construcción de las estaciones Parque Patricios y Hospitales, de la línea H, hacia el sur, y el tramo hasta Corrientes, del mismo ramal, hacia el norte. Las obras en esa línea habían quedado paralizadas durante veinte meses tras la perforación accidental del acuífero Puelche (en el subsuelo de Parque de los Patricios), pero se retomaron ahora, después de que fue reparado el desperfecto y negociado con la constructora quién se hace cargo de los mayores costos que demandará la obra, ya que por la fragilidad del suelo hubo que modificar el sistema de construcción: “Se optó por una solución de esfuerzo compartido entre la ciudad y la empresa”, dijo Irigoin, sin dar números.
En la B, por otra parte, se está construyendo la prolongación hasta Juan Manuel de Rosas (Villa Urquiza) donde también está prevista una cochera para las formaciones.
Además de ese presupuesto, Sbase prevé otros 250 millones para licitar la construcción de la extensión de la H hasta Pompeya, hacia el sur, y a la Facultad de Derecho, hacia el norte; la incorporación de coches nuevos en la H y la ingeniería para la construcción de la nueva línea F. Este presupuesto extra que solicita Sbase a la Legislatura viene a suplir –aseguran– el frustrado crédito del BID por 1500 millones de dólares, que la ciudad no consigue porque la Nación no les firma los avales.
En imagen: Nivel andenes y vías de la flamante estación Puan visto desde el túnel doble Puan - Primera Junta. Al fondo, al final de la estación, comienzo del túnel doble Puan - Carabobo - Prolongación Línea "A" de Subterráneos de Buenos Aires.
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★ Número de Orden : --.
★Tipo de Servicio: Urbano Licitado.
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★ Datos de Fotografía:
★ Lugar de Fotografía: San Antonio, V Region de Chile.
Fecha: Lunes 31 de Enero, 2011.
Hora: 14:49 hrs.
-Quien lo iva a pensar que llegarían estas maquinas al TMV, nada de mal el modelo
a pesar de ser China igual esta piola, llego esta maquina y 1 mas para Top Tur
, según lo que me contaban están esperando las ppu para llevárselas para Valparaíso
, ojala tengan buen futuro estas maquinas
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El Ferrocarril Transandino es la principal línea férrea de Ecuador ahora conocido como Tren Ecuador. Conecta las dos ciudades más grandes del país: Guayaquil, el puerto fluvial principal, con Quito, la capital; tiene una extensión de 452 km.
En el año 2007, el presidente Rafael Correa Delgado, tomó como decisión estratégica la rehabilitación del ferrocarril ecuatoriano, con el objetivo de recuperar el patrimonio cultural e histórico del país, y con la estrategia de orientar los servicios ferroviarios hacia el turismo, como parte del cambio de la matriz productiva del país.
Moderna locomotora del renovado Tren Ecuador
La recuperación del ferrocarril ecuatoriano se enmarcó en la restauración de todas sus antiguas Estaciones y reorientar la modalidad de transporte de masa a atracción turística, con el fin de evidenciar los pisos climáticos, la flora y fauna de las regiones del Ecuador, los viejos y auténticos pueblos que van de la Costa al Páramo.
Es por este motivo que se ejecutaron trabajos desde la estación Sibambe hasta Bucay (un nuevo túnel de 846 metros de longitud) a un costo de $ 4’967.836 desde abril del 2010. A la par, se ejecutaron trabajos sobre el trazado antiguo del tren para volver a conectar las ciudades de Ambato, en Tungurahua, y Riobamba, en Chimborazo, a lo largo de 74 km. El consorcio Comsa-Ripconciv fue contratado por Ferrocarriles del Ecuador Empresa Pública (FEEP) para que rehabilite este trayecto a un costo de $ 24’022.389. La obra empezó en enero 2011. En otro contrato se licitó la rehabilitación del tramo entre Riobamba y Palmira, en Chimborazo (67 km), labores que fueron adjudicadas a la Asociación Edeconsa-Ingeral a un costo de $ 18’215.927. También la se ejecutaron trabajos sobre el trayecto desde Yaguachi hasta Bucay (70 km), obra que se inició en febrero de 2011 y que costó $ 18’295.298S. La ruta Ambato-Latacunga (44 km) se adjudicó al Consorcio Bucay a un valor de $ 11’160.856, tareas que también comenzaron en febrero 2011. Los trabajos de rehabilitación concluyeron a fines del año 2012. El Presidente Rafael Correa reinauguró la obra en enero de 2013.
Por otra parte, el ferrocarril del Norte también fue objeto de rehabilitación en el tramo comprendido entre Ibarra y Salinas, mismo que funciona bajo el nombre de "Tren de la Libertad". Está previsto que a finales de 2014 se rehabilite el tramo comprendido entre Otavalo e Ibarra, trayecto con especial potencial para el turismo por la importancia de las localidades que atraviesa.
Con la terminación de los trabajos de rehabilitación en la vía entre Quito y Durán, la Empresa Pública de Ferrocarriles del Ecuador puso en disposición de los turistas nacionales y extranjeros el denominado "Tren Crucero", que comprende un paquete turístico que incluye el recorrido de toda la ruta entre esas dos ciudades y la realización de una serie de actividades orientadas hacia conocer las distintas localidades y paisajes que se ubican a lo largo de la ruta.
A más de ello, la Empresa Pública de Ferrocarriles del Ecuador incorporó una serie de productos turísticos que comprenden a diferentes tramos de la ruta entre Quito y Durán, y que comprenden productos turísticos de excursiones de un solo día. Los trenes turísticos ecuatorianos recorren las rutas siguientes:
Sendero de Arrozales con el recorrido Durán - Yaguachi - Durán
Tren de la Dulzura, con el recorrido Durán - Bucay - Durán
Nariz del Diablo con el trayecto Alausí - Sibambe - Alausí
Sendero de los Ancestros con el trayecto Riobamba - Colta - Riobamba
Tren del Hielo con los trayectos Ambato - Urbina - Ambato y, Riobamba - Urbina - Riobamba
Avenida de los Volcanes, con el trayecto Quito - Latacunga - Quito
Camino del Boliche, con el trayecto Quito - Boliche - Quito
Páramo Infinito, con el trayecto Machachi - Boliche - Machachi
Machachi Festivo que hace el trayecto Quito – Machachi – Quito.
Tren de la Libertad, que hace el trayecto Ibarra - Salinas - Ibarra
Baños del Inca, con el trayecto El Tambo - Coyoctor - El Tambo
REFERENCIA: es.wikipedia.org/wiki/Ferrocarril_Transandino
Hace unos días terminé de leer el libro de Gabi Campanario "Arquitectura y paisajes urbanos - Técnicas para dibujar insitu" y una de las técnicas que quería probar era una de sus favoritas: los mini dibujos sobre una zona concreta, bien para calentar la mano, bien para buscar un encuadre que nos guste, etc..
Me fuí a probar a la Alquería de la Taula LLarga, una de mis favoritas en el barrio de Campanar, expropiada de malas formas y a la que se le da un uso no demasiado lícito en la actualidad. Este es el resultado. Repetiré sin duda y va a convertirse en un divertido calentamiento. Gracias Gabi.
Dibujado insitu y color en casa
Lamy Safari Vista (M)
Moleskine Custom (80gr)
Acuarelas W&N
La construcción es una industria dinámica. GREEN S.A. se adapta a los cambios y a las circunstancias del mercado trabajando en obra pública y moldeando sus capacidades a las ofertas de los distintos oferentes comitentes, gobierno nacional o de las provincias.
GREEN S.A. se especializa en todo tipo de obras de infraestructura; viales o hidráulicas; también de arquitectura. Se construyen y licitan importantes obras en Argentina y el exterior.
Para GREEN S.A., la construcción es madre de industrias y generadora de fuente de trabajo e insumos.
Verde S.A. la nomenclatura de la patria contratista y la obra pública cacciatórica, que dejará marcas indelebles en el tejido urbano porteño y en las finanzas del país.
Brasília, DF, Brasil, 13/10/2015 Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília
Estão disponíveis no site da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) informações sobre a licitação para construção da Feira Permanente da Estrutural. O lugar ocupará terreno de 2,5 mil metros quadrados ao lado da Administração Regional do Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (Scia), no Setor Central, Área Especial 4. Segundo a Novacap, aproximadamente 600 pessoas cadastraram-se para ter direito a um dos 211 boxes.
The day that Fatima had the responsibility of the deposits
La primera comunión es la celebración católica de la primera vez que alguno o algunos de sus fieles reciben el sacramento de la Eucaristía.
Generalmente son niños de entre ocho y nueve años quienes celebran su primera comunión, aunque es lícito que se reciba a cualquier edad, siempre y cuando quien lo vaya a recibir tenga la preparación pertinente para comprender este sacramento. Una vez recibido el sacramento de la Eucaristía por primera vez, la Iglesia Católica invita a sus miembros a volver a recibirlo cuantas veces sea posible.
Induscar Caio Apache S21 / Mercedes Benz OH 1418-60.
PPU : XL•25*10.
Linea : 212.
Nº Orden :155
Empresa: Viña Bus Sociedad Anonima, Bus Urbano Licitado.
Una de las nuevas sorpresas de Viña Bus es esta caio apache, toda una sorpresa pensando que en la empresa no hay maquinas con motor trasero y también que sean así de grandes, ojala que esta maquina dure gran tiempo y que otros empresarios de viña bus tomen la iniciativa de traer buses mas grandes ya que en ciertos horarios se extrañan buses como estos, aunque igual es una apuesta arriesgada traer de estas ex Transantiago ya que consumen mas combustible que las micros pequeñas pero tienen la ventaja de transportar mas pasajeros lo cual incrementa los ingresos de los empresarios aunque dudo que vengan mas de estas a los trazados del TMV.
Informaciones, Reclamos, Sugerencias, Pedidos y Envios: Janyolo@hotmail.com.
Por la falta de recursos económicos vieron llevar a su negocio a la ruina. Banca Solidaria les restó 1.5 millones de pesos. Ganaron licitaciones del Ministerio de Educación para confeccionar 26,000 mochilas. Hoy la nómina es de 1 millón de pesos mensuales, dinero que circula en el barrio.
Foto: Presidencia República Dominicana
Video YouTube:
www.youtube.com/watch?v=Bsm0G9mAseM
Nota de prensa:
presidencia.gov.do/noticias/de-la-ruina-renace-esta-fabri...
en zapatos y mochilas
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★ Placa Patente: CZ *BW•17
★ Número de Orden : 005.-
★Tipo de Servicio:Urbano Licitado.-
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★ Datos de Fotografía:
★ Lugar de Fotografía: Calle O´Higgins, Concepcion VIII Region del Bio Bio, Chile.
Fecha:Jueves 03 de Marzo, 2011.
Hora: 19:47 hrs.
--De las ultimas unidades de Via Universo , excelente compra de la empresa al hacerlo
con este Senior , ya que el modelo igual seve poco en Concepcion entre tantas LR
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Unidad 3 es una de las siete actuales unidades de operación que conforman el Transantiago. Esta a cargo de Buses Vule. Posee 81 recorridos licitados (17 recorridos 300, 20 recorridos E, 15 recorridos H y 29 recorridos I), lo que la convierte en la operadora que más servicios presta. El color distintivo de la Unidad 3 es el Verde, es decir, los buses de esta zona son de color verde con una franja blanca en medio. Actualmente, Buses Vule opera con 1040 buses nuevos los recorridos que le fueron asignados, teniendo una flota casi 100% nueva y con acceso para discapacitados en todos sus servicios sin excepción.
Tras la adjudicación de la licitación del Troncal 3 a finales del año 2009, la empresa Buses Vule, unión de los empresarios de Buses Metropolitana (Troncal 5 y actual Unidad 5) y Comercial Nueva Milenio (Zona I y J, actual Unidad 3 y 5), adquirió 404 buses Caio Mondego H para realizar sus servicios. Estos buses cuentan con chasis Mercedes Benz, espacio para discapacitados, caja automática Voith y una capacidad para 100 pasajeros.
E15c EIM Bellavista de la Florida - Bahía Catalina
Carrocerías LR Bus / Mercedes Benz LO 914
PPU: UC 28 75
Nº de Orden Interno: 051
Lugar de la Fotografía: Av. 21 de Mayo (Sector Vega Monumental(, Concepción, VIII Región del Bio Bio, Chile.
Fecha y Hora de la Fotografía: Jueves 10 de Febrero del 2011, 17:09 Hrs.
Página Web de la Empresa: *-*
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Esta unidad, la 051 de Mi Expreso, debe ser el mejor exponente de este modelo de LR, las apodadas "Sprinter". Creo no equivocarme al decir que debe ser la mejor de Chile, en cuanto a tuning y mantención. Se ve como nueva, de latas impecable, ningún rayado, se nota un cuidado excepcional. El corte le da elegancia, eso pasa con todas las máquinas del sistema licitado penquista. Y sin duda lo mejor es el tuning, excelente, buenísimos accesorios para hacerla resaltar y destacar pero no caer para nada en lo excesivo. Buenas tapas con bandas, la embutida delantera con calibradores se ve espectacular, las astas le vienen al modelo, los neblineros son un excelente detalle y por lo que vi tiene en lo ópticos xenón, qué mejor! El interior debe ser genial, cómoda como toda LR y con esas cabeceras "auriverdes" y cortinas amarillas se ve bienb llamativa. Gran producto de la industria regional, firmes, cómodos, de calidad como nos tiene acostumbrados LR, y bien por Mi Expreso y el tuning que le dan a esta joya, que se ve preciosa.
Rafa Fuentealba★Locura_Micrera
E O SEMEADOR SAIU A SEMEAR...
No Evangelho de Mateus, cap. XII, vv. 1 a 9, encontramos o relato de um belo e profundo ensinamento de Jesus.
O Apóstolo conta que “Naquele mesmo dia, tendo saído de casa, Jesus sentou-se à borda do mar...
Em torno Dele logo reuniu-se grande multidão. Jesus entrou numa barca e sentou-se, e todo o povo permaneceu na margem.
Disse então muitas coisas por parábolas, falando-lhes assim: ‘Aquele que semeia saiu a semear...’”
Ficamos, então, a imaginar como seria um semeador. Seria um santo, um profeta, alguém especialmente escolhido?
Não. Um semeador é alguém que arregaça as mangas, toma as sementes e sai para o plantio.
Feita a sua parte, o semeador confia no solo fértil que favorecerá a germinação, a floração e a frutificação.
Ele sabe que muitas sementes poderão se perder, mesmo assim ele semeia.
A história da Humanidade teve muitos semeadores, que espalharam as sementes de idéias nobres...
Mas, por descuido, indolência ou má-vontade daqueles que as receberam, muitas não germinaram...
Outras, todavia, nasceram e deram bons frutos, possibilitando a muitas pessoas a oportunidade de receber novas e promissoras sementes.
Descobrimos um desses semeadores nos dias atuais.
Que religião ele professa? A que nível social pertence? Qual é seu grau de escolaridade? Bem, isso tudo não importa. Ele é apenas um semeador...
Iniciou há alguns anos, contando com a ajuda de um amigo, o movimento intitulado Você e a paz.
Ao concluir mais um desses eventos, ele nos contou um pouco sobre essa experiência:
“Quando o iniciamos tateávamos nas incertezas...
Tanta violência declarada e oculta!
Seria lícito o silêncio, em nome da humildade, da confiança em Deus, transferindo aos céus a tarefa?
Depois de reflexionar, por mais de um ano, ter visitado mais de 30 penitenciárias pelo mundo e mais de 50 cadeias...
Vivendo em um bairro miserável e agressivo, lidando com crianças que só conhecem a agressividade, o abandono e o sofrimento, resolvi, com um amigo que se predispôs a ajudar-me, a iniciar o Movimento.
Você e a paz, porque a violência está embutida no indivíduo e, na hora em que ele melhorar, o mundo a sua volta será melhor.
Segui adiante. Houve grande repercussão pública na praça. Mas era a classe média, em geral, que se fazia presente.
Resolvi visitar também os bairros periféricos e violentos. A receptividade dessas comunidades foi comovedora.
Já visitamos 32 bairros nos últimos anos, falando-lhes em palanques armados nas pequenas praças.
Entrevistas em televisões, rádios e jornais, levaram mais de 15.000 pessoas ao 9º Movimento que recém realizamos.
Um notável cristão, orador clássico, na lucidez dos seus 86 anos, vem-nos acompanhando nos 4 últimos anos, em nosso desejo de tornar o evento neutro, sem caráter político ou religioso.
Aprendi que a proposta do Cristo é desafiadora, não conformista, não hipócrita, com fala mansa para parecer elevado, nem com hipocrisia para disfarçar inferioridade.
Recordando-me de Jesus, nas praças públicas, tenho-O levado também ao povo humilhado e esquecido.”
* * *
Esse semeador viaja pelo Mundo há mais de 60 anos levando a boa semente. Ele sabe que a conquista da paz é um desafio que requer urgência e mãos operosas.
E o semeador saiu a semear...
Seu instrumento de trabalho é a sua voz, clara e suave como a brisa da primavera que leva as sementes e as deposita no solo, sem alarde...
Seu alforje é seu coração terno e compassivo, fonte viva de sementeira inesgotável...
Seu ideal é o amor sem fronteiras... o amor incondicional que, semelhante a um botão de rosa, se abre e exala seu perfume para toda gente...
Seu nome? Ele não faz questão, mas é justo que seja dito: Divaldo Franco.
Quando você ouvir esse nome, saiba que se trata de um incansável semeador da paz.
Text in English
AND THE FARMER WENT OUT TO PLANT…
In Mathews’ Gospel, chapter XIII, vv. 1 to 9, we find a story of a deep and beautiful lesson given by Jesus:
The apostle recalls that:
“Later that same day, Jesus left the house and went down to the shore, where an immense crowd soon gathered.
He got into a boat, where he sat and taught as the people listened on the shore. He told many stories, such as this one: ‘A farmer went out to plant some seed….’”
We then wonder who a farmer would be. Would he be a saint, a prophet, somebody specially chosen?
No. A farmer is someone who rolls up his sleeves, gets the seeds and goes out planting.
After doing his share, he trusts on the fertile soil to favor germination, flowering and fruiting.
He is aware of the fact that some seeds will be lost, even though he plants anyway.
History has had many farmers, who spread the seeds of noble thoughts…
But due to carelessness, indolence or unwillingness of the ones who received them, many did not germinate…
Others, however, sprouted and gave good fruits, giving the opportunity to many people to get new and promising seeds.
We found one of these farmers in our days.
What religion does he believe in? What is his social level? What schooling level is his ? All that does not matter. He is just a farmer…
Many years ago he started, counting on a friend’s help, a movement called “You are the peace”.
When he concluded one of these events, he told us a little bit about his experience:
“When we started we faced many uncertainties…
So much declared and concealed violence!
Would silence be licit, in the name of humanity, of God’s trust, or would it be fair to just transfer this task to the heavens?
After a lot of reflection, for more than a year, after visiting more than 30 prisons and 50 jails…
Living in a miserable and aggressive neighbourhood, working with children who knew only abandonment and aggressiveness, I decided, with a friend who was determined to help me, to start the movement.
You are the peace, because violence is inside the person, and as one gets better, the world around gets better too.
I went on. There was a huge repercussion with the public. But it was the middle class people who made themselves present.
So I decided to visit also the violent suburban neighbourhoods. The receptivity in these communities was impressive and touching.
We visited 32 neighbourhoods in the last years, talking to people from raising platforms put in small squares.
Interviews on television, radio and newspapers, took more than 15.000 people on the Ninth Event we have just organized.
There is a remarkable christian, classic preacher, in the lucidity of his 86 years of age, who has accompanied us in the last four years, supporting our desire of turning the event a neutral one, with no political or religious connotation.
I have learned that Christ’s proposal is challenging, non comformist, non hypocritical, not speaking with a soft voice to seem noble nor with insincerity to disguise inferiority.
Remembering Jesus in those events in public squares, I have taken Him to the humiliated and forgotten people”.
* * *
This farmer has been travelling for more than 60 years around the World, taking the good seed. He knows that the conquest of peace is a challenge that demands urgency and powerful hands. And the farmer went out to plant some seeds…
His working tool is his voice, clear and soft as a spring breeze that takes the seeds and puts them in the soil, with no alarm…
His saddlebag is his kind and sweet heart, his person being an inexhaustible seed field.
His ideal is love without borders… unconditional love that, like a rose bud, opens up and exhales its perfume to everybody…
His name? For him it is not important, but we believe it fair to say: Divaldo Franco.
When you hear this name, you can be sure you are talking about an untiring peace farmer…
Bueno, en realidad Partydance celebrada en las Ferias y Fiestas de la Virgen de San Lorenzo el pasado septiembre en Valladolid. Pero, ¿es lícito soñar, no?.
Mas fotos en éste monográfico:
Metalpar Pucará Evolution IV Mercedes Benz Lo 915.
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>PPU: TW*9498.
>Servicio: Urbano Licitado.
>Empresa: Sol Y mar S.A.
>N° Orden: 170.
>Fotografía tomada el día: 20 de Septiembre 2010.
>Foto: Pablo Duarte Gutiérrez.
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Al momento de la foto se encontraba de servicio especial en Santiago.
Se aprecia no tan solo la bandera naciona, sino la bandera espanola y la bandera del 4 de Septiembre, notese que estan a media hasta en senal de duelo.
No deja de sorprenderme toda la simbología que se desprende de un personaje tan oscuro en la Historia de Cuba como lo fue el general Fulgencio Batista y Zaldívar. Para los que no están familiarizados con nuestra historia, diremos que Batista aparece en la palestra pública en 1933, cuando, siendo sargento taquígrafo y por ausencia de los organizadores de una revuelta militar, se pone los grados de coronel y se proclama cabeza del movimiento sedicioso. A partir de este momento comienza una vertiginosa carrera en ascenso, desde la Jefatura del Ejército hasta la Presidencia de la República, alcanzada ésta última por elecciones en 1940. La parte más oscura de Batista comienza cuando el 10 de marzo de 1952 dio un golpe de Estado que derrocó al gobierno democrático del Presidente Carlos Prío Socarrás, y estableció una dictadura que para mantener no escatimó en emplear todos los medios al alcance de su poder, como asesinar a los que se le opusiesen, por ejemplo. Este gobierno se prolongó hasta 1959, año en que un grupo de rebeldes encabezados por Fidel Castro Ruz derrocaron la tiranía de Batista y proclamaron un gobierno revolucionario, que pronto también se diluiría.
Dice Julio A. Carreras en Historia del Estado y el Derecho en Cuba que “el 4 de septiembre de 1933 una sublevación militar encabezada por un grupo de sargentos del Campamento de Columbia derroca el Gobierno provisional mientras el Presidente visitaba a las víctimas de un ciclón que atravesó por Isabela de Sagua”. El golpe fue ampliamente respaldado por los estudiantes y muchas organizaciones de la oposición al general Gerardo Machado, que renunciara el 12 de agosto y sucedido en la Presidencia de la República, según la Constitución de 1928, por el doctor Carlos Herrera, que al renunciar, es sustituido a su vez por el doctor Carlos Manuel de Céspedes y de Quesada, cuya inamovilidad y vacilación en la Primera Magistratura de la República provocan su violento derrocamiento el 4 de septiembre de 1933.
En el Ejército se trabó una conspiración motivada por el descontento de la soldadesca, por pésimas condiciones de vida. La sublevación fue victoriosa e inmediatamente se organizó un gobierno constituido por cinco personas: la Pentarquía, que luego desembocó en el gobierno de los 100 días, presidido por el doctor Ramón Grau San Martín, derrocado a su vez por otro cuartelazo en enero de 1934, en el que también estuvo sangrientamente involucrado Batista. Es así que en un ambiente más distendido políticamente, el 21 de agosto de 1934, el doctor Carlos Mendieta y Montefur, a la sazón Presidente provisional de la República, dictó el Decreto número 2300, por el que creó una bandera denominada “Bandera del 4 de septiembre”, y como orienta el tercer Por Cuanto de la norma, ésta tiene carácter conmemorativo:
Por cuanto: El Ejército y la Marina de Guerra citados, necesitan simbolizar su fecha gloriosa del 4 de septiembre y rendir los honores que merece la epopeya renovadora y de liberación que para cada uno de sus miembros representa; debiendo adoptarse una bandera con los colores del 4 de septiembre izándose conjuntamente con nuestra enseña Nacional y debajo de esta, en las astas de toda Fortaleza, Puesto Militar, Apostadero y Buque de Guerra Nacional.
El Decreto presidencial 2300 fue publicado en la edición Ordinaria de la Gaceta Oficial de la República del 3 de setiembre de 1934, página 3899, y entró en vigor un día después; la primera anotación a hacer sobre este particular es que, contrario sensu, la bandera no fue creada en setiembre de 1933, como parece indicar Flags of the World, sino un año después, en 1934, en conmemoración del movimiento revolucionario de setiembre de 1933; por otra parte, la bandera creada es conmemorativa, por lo tanto, debe ser representada con la simbología correspondiente, creada e introducida por el simbólogo venezolano don Raúl Orta y Pardo.
La bandera del 4 de septiembre fue creada por el apartado segundo del antes mencionado Decreto presidencial 2300/1934, de 21 de agosto:
Segundo.—Crear la “Bandera del 4 de septiembre” que será un rectángulo con cinco franjas verticales con los colores azul, blanco, rojo, amarillo y verde.
Cada color representa un arma del Ejército: el Cuerpo de la Policía Nacional, la Marina de Guerra, la Artillería, la Infantería y la Guardia Rural, respectivamente. El Decreto presidencial, sin embargo, adolece de especificaciones sobre las dimensiones y las proporciones del paño, de manera que ello quedó al prudente arbitrio de los fabricantes, o de la costumbre. El artículo siguiente dispone que la bandera del 4 de septiembre debiera ser izada junto a y debajo de la bandera nacional en las astas de “toda Fortaleza, Puesto Militar, Apostadero y Buque de Guerra Nacional”.
Durante una década se mantuvo vigente el Decreto presidencial 2300, de 21 de agosto de 1934, y la bandera del 4 de septiembre en uso, hasta que llegó a la Presidencia de la República, bajo el imperio de la Constitución de 1940, el doctor Ramón Grau San Martín, que había sido derrocado con ayuda de Batista en 1934. Es así que, por motivos personales o por verdadera incoherencia constitucional, Grau dictó el Decreto presidencial número 4261, de 29 de noviembre de 1944, publicado en la Gaceta Oficial de 1º de diciembre, página 19847, por el que dejó sin efecto el Decreto creador de la bandera, bajo el supuesto de su inconstitucionalidad. Transcribimos por su interés intrínseco el Por Cuanto correspondiente:
Por cuanto: El artículo quinto de la Constitución vigente que dispuso cuáles han de ser la Bandera, Escudo e Himno Nacional, consagró y reconoció, al mismo tiempo, su existencia excluyente de cualesquiera otros, sin que sea lícito entender que la disposición de excepción contenida en el último párrafo del citado artículo quinto tenga otro alcance que autorizar el uso de banderas que permitan distinguir entre sí, los Cuerpos Armados y las subdivisiones propias de cada uno de ellos, porque tal conclusión se desprende de la letra y del espíritu del precepto, derivado de los pronunciamientos de los proponentes de la excepción, en la sesión de la Convención de 7 de junio de 1940, de los que se colige que no era su intención legalizar la existencia dual de banderas, que por aplicación excesiva de los preceptos del Decreto número 2300 se venía manteniendo, sino evitar que la interpretación restrictiva del precepto imposibilitara usar banderas pertenecientes a cada uno de los cuerpos integrantes de las Fuerzas Armadas, así como a las sociedades, organizaciones o centros de cualquier clase, por lo que no está autorizado en forma, alguna el uso de otra bandera, además de la Nacional, que sea común a todas las Fuerzas Armadas.
El primer apartado del Decreto presidencial 4261/1944, de 29 de noviembre dispone la derogación en todas sus partes del Decreto presidencial 2300/1934, de 21 de agosto. Es posible que tal conflicto con el texto constitucional no haya sido más que un ardid para eliminar la bandera del 4 de septiembre, pero sea como fuere, el sustento jurídico que alega el Decreto presidencial de Grau es creíble, máxime cuando el mencionado artículo 5 de la Constitución de 1940 disponía que no se izase más bandera que la nacional en los edificios, fortalezas y dependencias públicas. Grau se las ingenió no sólo para derogar la bandera y el himno del 4 de septiembre, sino para mantener a Batista fuera del territorio nacional durante su mandato presidencial.
El 10 de marzo de 1952 ocurrió un nuevo golpe de Estado, organizado por el entonces general Fulgencio Batista y Zaldívar; luego se proclamó Jefe del Gobierno Primer Ministro, nombró ministros, cesó a los anteriores y al Legislativo, de tal suerte que el Congreso de la República se vio impedido de ejercer su función. Curiosamente, uno de los primeros decretos del Jefe de Gobierno, firmado justamente el propio 10 de marzo, fue dejar sin efecto el Decreto presidencial 4261, de 29 de noviembre de 1944 y por lo tanto, entró nuevamente en vigor el Decreto 2300, de 21 de agosto de 1934. Durante los años que duró la dictadura de Batista se mantuvo vigente el antedicho Decreto y se continuó usando la bandera del 4 de septiembre hasta que, a raíz del triunfo revolucionario de enero de 1959, la bandera cayó en desuso y el Decreto creador quedó derogado por obsolescencia. En la edición revolucionaria de la revista Bohemia puede verse una fotografía de un individuo que arranca del asta la bandera del 4 de septiembre.
El diseño de la bandera del 4 de septiembre fue inspiración para otros símbolos, como por ejemplo la Medalla del 4 de septiembre, creada por el Decreto presidencial 236, de 12 de enero de 1937, en cuyo apartado segundo regula la cinta de la medalla en los siguientes términos:
“La cinta de la medalla será de 35 milímetros de ancho y del largo de las cintas de las demás condecoraciones. Tendrá los colores que simbolizan las distintas armas, azul, blanco, rojo, amarillo y verde, formando franjas verticales de 7 milímetros de ancho cada franja”.
También esta condecoración, como la Medalla Conmemorativa del 4 de Septiembre, creada por el propio Decreto presidencial 236/1937, de 12 de enero, corrieron la misma suerte que la bandera, pero fueron restituidas el 10 de marzo de 1952 por un Decreto del Jefe de Gobierno Primer Ministro.
1. La bandera del 4 de septiembre no fue creada en 1933, sino en setiembre de 1934, que es cuando entra en vigor el Decreto presidencial correspondiente.
2. El nombre oficial de la bandera es “Bandera del 4 de septiembre”, por lo tanto, no se debe agregar el año de creación, al menos no como su nombre propio.
3. La bandera del 4 de septiembre es conmemorativa, por lo tanto, le corresponde el símbolo de la H invertida, creado por el simbólogo venezolano don Raúl Orta y Pardo, y que este investigador asume plenamente.
4. La Bandera del 4 de septiembre quedó derogada en 1944 y restablecida en 1952; y se mantuvo vigente hasta 1959, año en que su uso decae hasta ser derogado el Decreto fundador por obsolescencia, pero nunca ha sido expresamente abrogado.
Zona E Forma parte de la Unidad 3 (junto con el Troncal 3, Zona H y Zona I) del sistema de transporte público de Santiago de Chile. Corresponde a las comunas de La Florida y La Granja. Está a cargo de Buses Vule. Posee 20 recorridos licitados y su color distintivo es el verde, es decir, los buses de esta zona tienen color verde con una franja blanca en medio de ellos.
La operación de la Zona E está a cargo de Buses Vule. Quien tomo posesión debido a la quiebra de la empresa Union del Transporte.
Buses Vule trajo 404 Caio Mondego H con chasis Mercedes Benz O500U desde Brasil para mejorar la calidad de servicio. Estos buses traen caja automática Voith, tienen espacio para discapacitados y una capacidad para 98 personas.
Plano Piloto, Brasília, DF, Brasil 19/10/2015 Foto: Renato Araújo/Agência Brasília
Umas das obras já licitada e com recursos garantidos pela Terracap é a construção de um calçadão para atividades de lazer e de uma praça na Avenida das Nações, na L4 Sul, próximo à Ponte das Garças. O projeto custará R$ 9,4 milhões, e a expectativa é que termine em abril de 2016.
Busscar Micruss / Mercedes Benz LO 914-42.5.
PPU : WR*74-60.
Linea : 301.
Nº Orden :69
Empresa: Sociedad de transportes Sol y Mar Sociedad Anonima, Bus Urbano Licitado.
Después de un gran tiempo en el que no he estado pendiente de Flickr por razones de estudio y otras coas que no es necesario mencionar, lo mas probable es que esto siga así por un tiempo por lo que estos diseños serán esporádicos.
Después de la introducción vamos al diseño, este bus corresponde a una gran camada de busscar que llego a Sol y Mar y Viña Bus en los años 2006 2007 y 2008, cuyos ejemplares fueron destinados a varias lineas de el Gran Valparaiso todo esto con el fin de renovar material rodante en precarias condiciones, la suerte que corrieron estas micros es muy variadas hay algunas que han sobrevivido muy bien los ajetreos de los cerros característicos de la zona, mientras que hay micruss que se caen a pedazos todo depende de a que chófer o conductor se le destino cada bus.
Bueno sin mas que decir espero que les haya gustado este diseño y sera hasta una próxima.
Informaciones, Reclamos, Sugerencias, Pedidos y Envios: Janyolo@hotmail.com.
»Inrecar Géminis II // Mercedes Benz LO 915.«
Placa Patente Única: CR•BB*23.
Número de orden: 120.
Tipo de Servicio: Urbano Licitado.
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Lugar de la Fotografía: Valparaíso, Región de Valparaíso, Chile.
Fecha: Domingo 24 Abril / 2011.-
• La foto trasera ya no es en sotomayor xD! ahi se ve la luz trasera tambien que pense que no se veria mucho por el asunto de la manza cola que se gasta, pero bueno! se ve harto igual, lo que se ve poco son los guardafangos pero estan!
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Contactos:
E-mail y Msn: pablito_lala@hotmail.com
Saluda Atte.
»Neobus Thunder + // Agrale MA 9.2 Automatica.«
Placa Patente Única: SW*68•06.
Número de orden: 335.
Tipo de Servicio: Urbano Licitado.
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Lugar de la Fotografía: Villa Alemana, Región de Valparaíso, Chile.
Fecha: Sábado 12 Mayo / 2012.-
Otra de las Ex TS que vinieron a revivir aca a la V Región :D, excelente quedo esta neobus, fisicamente se ve filete por donde se mire......
Se vende a 20 millones! :o
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Contactos:
E-mail y Msn: pablito_lala@hotmail.com
Saluda Atte.
»Inrecar Capricornio 2 // Volkswagen 9-150OD.«
Placa Patente: CW•VV*41
Número de Orden Interno: 136.-
Tipo de Servicio: Urbano Licitado.
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Datos de Fotografía:
Lugar de Fotografía: Calle Viana, Viña del Mar, Región de Valparaíso.
Fecha: Martes 11 de Enero, 2011.
Hora: 13:56 hrs.
Bueno a falta de Geminis, siguen llegando Capricornio 2, asi fue en esta unidad, que ya quedo mas que claro que con Inrecar son fieles y con chasis VW. Muy linda la micro, mas bien decir preciosa por fuera, bueno el caso de ser nueva y de tener tapas con bandas altiro, polarizado tambien tiene, eso es un buen detalle, al parecer esta manejandola el mismo chofer que manejaba la 003 antiguamente, eso es bueno. El unico pero que tiene son los asientos, son urbanos :S, pero no de los cortos por lo que vimos, parece que son un poco mas altos.
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»|| вυsєs_Јσчαs // Esteban Navarrete→ © ||«
E-mail y Msn: x.esteban.2188.x@gmail.com