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Obras Sanitarias - AySA (Aguas y Saneamientos Argentinos S.A.)

  

Este edificio es el ex tanque distribuidor Devoto, actualmente no se esta usando, AySA si esta trabajando frente a este edificio cruzando Beiro, que tienen otra manzana enterta.

 

AySA es una nueva empresa estatal, creada luego de que el gobierno le quite la concesion a la empresa francesa "Aguas Argentinas", por brindar mal servicio.

  

Esto queda en la manzana entre av. Beiro, Mercedes, Jose P. Varela y Gualeguaychu.

 

NOVENA ALLA MADONNA DELLO SCOGLIO

(Preghiera da farsi per nove giorni alla Madonna dello Scoglio per ottenere qualunque grazia)

O Vergine Santissima dello Scoglio il cui nome spesso viene proferito dalle labbra di tante anime devote che a Te ricorrono con piena fiducia di essere esaudite in tutti i loro bisogni spirituali e materiali, anch'io ricorro a Te o Madre mia, con la certezza che questa mia semplice e devota preghiera sia da Te benignamente accettata ed esaudita. Vergine gloriosissima, Regina dello Scoglio, pentito mi prostro innanzi a Te e nello stesso tempo voglio manifestarTi tutti i desideri di questo mio povero cuore, che notte e giorno geme in un mare di dolore. Madre mia amatissima abbi pietà di me, salva l'anima mia e consola questo afflitto cuore, perchè se Tu lo vuoi, so che puoi. Sono disperatamente abbandonato, nessuna creatura umana può darmi aiuto, solo Tu, o Madre mia amorosissima, puoi venirmi incontro, tendermi la tua materna mano e sollevarmi dalle afflizioni in cui mi trovo concedentomi la grazia che umilmente Ti chiedo...

Ascoltami o mamma buona, non dirmi di no, perchè so che tanti e tanti cuori hai consolato, per cui non mi stanco di invocarTi, affinché da Te sia consolato anche il mio. Ti prego ardentemente, o miracolosa Vergine dello Scoglio, non lasciarmi deluso in questo mio urgente bisogno, fa che al più presto ottenga da Te il favore che ti ho chiesto, sempre che sia per il maggior bene dell'anima mia, altrimenti, rassegnato alla Divina Volontà, voglio ripetere con Te il fiat che un dì hai rivolto all'Arcangelo S. Gabriele nell'umile casetta di Nazaret. Madre misericordiosissima Te ne scongiuro, accetta i voti ed i sospiri del cuore mio ed io non cesserò mai di onorarli e di renderli vera testimonianza di gratitudine col prometterli ancora di venire spesso a visitarli nella misera valle di S. Domenica là dove quell'arida roccia hai voluto che presto divenisse il Tuo mistico trono. O bianca Vergine Immacolata, che questo benedetto luogo la Tua volontà Divina ha designato, e dove ogni anima devota continuamente davanti a Te s'inchina invocandoli instancabilmente con le lacrime agli occhi e col cuore sulle labbra, sotto questo bel titolo di Regina dello Scoglio, non distogliere mai da me il Tuo sguardo amoroso.

E mentre vivrò in questa vita terrena guidami sempre, o Madre Santa, per la via del bene, affinché un dì possa raggiungerli lassù nel cielo, dov'è la Tua eterna sede in mezzo a mille e mille schiere di Angeli per gioire eternamente con Te nel Santo Paradiso Amen.

Alla fine di questa preghiera aggiungere la recita di tre Salve Regina con l'invocazione:

Nostra Signora dello Scoglio prega per noi e per il mondo intero.

La devoción de los Hare Krishna se está expandiendo por todos los rincones de Colombia. Registro de la visita de Srila Bhakti Aloka Paramadwaiti Swami al municipio de Pamplonita. Allí se encontró con su colega espiritual Lwntana Nakoggi.

Agosto 29.

Rutina.

  

Devota rezando en la Catedral de Ciudad Guzmán, Jalisco. Fotografía tomada durante el fototour del Grupo "El Lente Tapatío" de Flickr.

Virá | viva. pregue. use.

 

“Pregue o evangelho, se necessário use palavras.”

 

Francisco de Assis, homem devoto e usado por Deus, certa vez citou tais palavras, expondo assim sua crença que, sem dúvida alguma, estava muito além da visão eclesiástica de sua época. Tal crença dita que a maior de nossas pregações está contida em nosso comportamento cotidiano ante Deus e os homens, afinal, a fé de um homem não se define no que ele fala, e sim no que ele vive.

 

Baseados neste conceito definimos o extrato criativo que rege a VIRÁ:

Viva. Pregue. Use.

 

Viva

 

“Vós sois a luz do mundo.”. Essas são uma das palavras de Jesus aos seus discípulos no famoso Sermão do Monte (Mt.5.14).

A luz possui algumas características interessantes, uma delas é o poder de fazer a diferença, a luz é o grande diferencial entre um ambiente claro e a escuridão total, outra característica é que a luz não necessita produzir som pra fazer tal diferença, ela não se anuncia para sabermos onde ela está, ela simplesmente é luz e simplesmente ilumina, assim devemos ser, devemos fazer a diferença onde estivermos, nossa vida deve ser o diferencial, mesmo quando estamos em silêncio.

Devemos refletir em nossas ações cotidianas o caráter de Jesus, essa é nossa principal e interminável pregação, é onde o mundo te olha e diz: “cara, você é diferente!”

Seja a mensagem! Viva!

 

Pregue

 

Tá! O mundo te olha e diz: “Cara, você é diferente!”, e o que você faz? Dá um sorriso e vai embora? Claro que não! Devemos aproveitar todas as oportunidades para pregar com nossas palavras.

Na carta aos romanos, Paulo escreve que “...a fé vem por se ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a palavra de Cristo.” (Rm 10.17|NVI). A fé vem pelo ouvir, por isso devemos falar!

Seja e fale a mensagem! Pregue!

 

Use

 

Apesar do óbvio, para a VIRÁ o conceito de “use” é muito mais que usar uma blusa (roupa,camisa,camiseta) ou um acessório, é usar de tudo, principalmente a cabeça. (usar todos os meios necessários para a proclamação do evangelho)

O mundo nunca havia conhecido tantas estradas antes, mundos nunca haviam conhecido tantos outros mundos quanto no período que os romanos se estabeleceram como o grande Império do planeta, e em meio a essa globalização nasceu a igreja que por sua vez usufruía das facilidades que as pavimentações romanas ofereciam com a finalidade de expandir o Reino de Deus.

 

Hoje existem inúmeras maneiras de conhecer mundos e pessoas, e entrar no mundo das pessoas (pois cada pessoa é um mundo). Devemos usar cada estrada que nos aparece pela frente a fim de levarmos salvação a toda humanidade; usar cada dialeto de cada tribo a fim de que todos tenham a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Como declarou Paulo aos de Corinto: “...Tornei-me tudo para com todos, para de alguma forma ganhar alguns.” (1Cor 9.22)

Aproveite todos os meios possíveis e necessários para ser e pregar a mensagem! Use!

 

Cordas vão chegar na sexta-feira

 

As cordas que serão puxadas pelos devotos na Trasladação e Grande Procissão do Círio de Nossa Senhora de Nazaré de 2006 chegarão nesta sexta-feira a Belém. Ontem, elas deixaram a cidade de Salvador (BA), onde foram fabricadas. Cada uma, dividida em cinco partes, mede 350 metros de cumprimento, com duas polegadas de espessura. Como no ano passado, a corda dos promesseiros vai sair do início da Estação das Docas. Com a falência da Brás Cordas, na Paraíba, onde era fabricada, a corda vai passar a ser produzida, a partir deste ano, na Cordafrios, fábrica que absorveu parte do maquinário e do quadro funcional da empresa paraibana.

 

O cumprimento, a espessura e o peso das cordas deste ano são os mesmos das do Círio 2005. A disposição das cordas também não muda. Em linha reta, os promesseiros vão puxar a berlinda com a imagem da Virgem de Nazaré divididos em cinco estações. A disposição lembra um terço estendido sobre o asfalto, com a berlinda aparecendo como o crucifixo da ponta.

 

Neste ano, a diretoria da Festa de Nazaré decidiu mandar revestir, com o mesmo material, os triângulos que funcionam como divisória de uma estação para outras. A medida visa garantir conforto às mãos dos promesseiros e reforçar o material.

 

Depois de desembarcar na capital paraense, o 'ícone da fé' ficará em exposição no hall do shopping Iguatemi, por uns cinco dias. Depois, será submetido a um trabalho de inspeção e esticamento, pelos guardas de Nazaré, no estacionamento de um supermercado, à rodovia BR-316.

 

A corda hoje é atrelada à berlinda no início do galpão da Estação das Docas, prática adotada desde ano passado com o objetivo de agilizar a procissão e a integridade física dos devotos que pagam promessas puxando o objeto.

 

A corda se tornou um dos ícones da fé dos paraenses. Veja o que muda neste ano:

 

. As cordas que vão ser utilizadas durante o Círio 2006 foram fabricadas por uma empresa baiana. Até o ano passado, eram produzidas na Paraíba.

 

. A chegada das cordas está prevista para a próxima sexta-feira.

 

. Cada uma das cordas tem 350 metros de cumprimento e duas polegadas de espessura.

 

. A disposição das cordas não mudará neste ano. Vai ser a mesma de 2005. Ficará em linha reta e vai se dividir em cinco estações. A disposição lembrará um terço com a berlinda representando o crucifixo na ponta.

 

. Os triângulos que formam as estações serão revestidos com o mesmo material utilizado na fabricação das cordas. A idéia é reforçar a estrutura das estações.

 

. As cordas do Círio 2006 ficarão em exposição no shopping Iguatemi antes da Grande Procissão do dia 8 de outubro. Mas a data da mostra ainda não foi definida.

 

O Liberal

 

Foto: Vitor Souza Lima

Corrientes-Arg- El santo popular Antonio Gil reunió a más de 250 mil devotos en su santuario. Cada 8 de enero se conmemora su muerte, venerado como justiciero y rebelde, suma fieles que lo honran con sus oraciones y bailes.

Devoto de San Judas Tadeo frente al Museo Franz Mayer y el templo de San Juan de Dios. Ciudad de México.

La Cofradía del Señor Atado a la Columna fue fundada en el año 1804, en el desaparecido convento de Santa Fe por feligreses devotos de la Imagen del Señor Atado a la Columna.

 

Esta cofradía porta en sus desfiles procesionales tres pasos y una peana. El paso titular es el del Señor atado a la Columna, una talla de gran tamaño obra de J.J Bueno Gimeno en el año 1949. Un segundo paso, el de la Flagelación, es obra de Antonio Hernández tallado en el año 1998. Un paso de Palio, el de Nuestra Señora de la Fraternidad en el Mayor Dolor, es obra del escultor sevillano, afincado en Gijón, Pedro García Borrego y que data del año 1991. Por último, el antiguo Cristo Atado a la Columna, es portada en una pequeña peana a hombros desde 1980.

 

Esta cofradía realiza tres procesiones. La primera tiene lugar en la tarde del Domingo de Ramos, del nuevo convento de Santa Fe hasta la Iglesia de Santiago el Mayor, sede canónica de la cofradía, e iglesia de la cual saldrá el Jueves Santo por la tarde su procesión titular. Alrededor de las tres cuartas partes de sus cofrades acompañan a sus cuatro pasos en un amplísimo itinerario, para terminar en la Iglesia de San Cayetano. De esta última partirán formando parte de la procesión del Santo Entierro, el Viernes Santo.

 

Sus cofrades visten túnica blanca, capirote y cíngulo rojos. Los portadores de la peana y los miembros de la Sección de Instrumentos que tocan el bombo, cubren su cara con un tercerol de color rojo. Zapatos y calcetines negros completan el hábito.

  

Ferviente devoto del Señor de los Milagros acude al auxilio de niña que se desmayo en plena procesión. YANINA PATRICIO/ LA REPUBLICA

A farm is an area of land, including various structures, devoted primarily to the practice of producing and managing food (produce, grains, or livestock), fibres and,

increasingly, fuel. It is the basic production facility in food production. Farms may be owned and operated by a single individual, family, community, corporation or a

company. A farm can be a holding of any size from a fraction of a hectare to several thousand hectares.

Español...

Una granja (del latín: granica = granero) o chacra (del quechua chajra) es un terreno rural en el cual se ejerce la agricultura o la cría de ganado, ya sea este menor o mayor.

Una granja es una zona de tierra, incluyendo las diversas estructuras, dedicada principalmente a la práctica de la producción y gestión de la alimentación (producción, granos o ganado), fibras y cada vez más de combustible. Es la planta de producción de base en la producción de alimentos.

Las granjas pueden ser de propiedad y operados por un solo individuo, familia, comunidad, corporación o una empresa. Una granja puede ser una celebración de cualquier tamaño,

de una fracción de hectárea, a varios miles de hectáreas.

Capture: Hensel, Quarryville, PA - USA

By: HVargas

 

Ja en temps de l’arquebisbe Manuel de Samaniego y Jaca (1721-1728), fidel devot de la santa protomàrtir patrona de la ciutat, s’havia intentat bastir una capella on la relíquia del seu braç tingués l’honor que es mereixia en millor estatge que el d’un nínxol en la paret mitgera entre l’altar major i la capella d’una nau lateral; però llavors les coses en el nostre país no estaven al cas i l’arquebisbe Samaniego, en passar a ocupar la seu de Burgos, s’emportà els seus propòsits, aixecant allí una formosa capella i complint així amb la seva fervorosa devoció.

 

Si més no, la il·lusió que el projecte havia aixecat entre els fidels tarragonins no resta en l’oblit, tot i que hagué d’esperar fins que amb l’arribada del arquebisbe Joan Cortada i Bru (1753-1762), s’encarrega de la direcció de la obra al arquitecte Josep Prats, obrint-se les primeres rases i les pertinents excavacions, de manera que el dia 17 d’agost de l’any 1760 es posà la primera pedra de la que seria la nova i actual capella de santa Tecla de la catedral de Tarragona. I la veritat és que en molts pocs anys l’obra de fàbrica arribà fins a la cornisa, però la mort prematura del prelat acabà amb la rapidesa del començament, sense que en el curt pontificat de Llorenç Despuig i Cotoner (només uns mesos entre 1763-1764) es poguessin veure acomplerts els desitjos de la feligresia tarragonina, cosa que es donà amb l’entrada a la seu del nou prelat Juan Lario y Lancis (1764-1777), completant definitivament la tasca dels seus antecessors, el setembre de 1775.

 

Descripció

 

Les dimensions principals de la capella, a pams, segons la unitat de mesura emprada llavors, foren: d’ample, trenta sis pams; la llargada de la nau, seixanta dos pams, i, d’alçada, fins al floró de la llanterna de la cúpula, cent cinquanta pams. L’estil emprat fou, en general, l’anomenat compost o romà, encara que a l’exterior també s’utilitzà el dòric. L’obra es feta de tres classes de pedra: «llisós», marbre blanc i marbre negre.

 

Uns arcs torals suporten les voltes, les petxines, l’esfera del timpà, la cúpula i la llanterna, mentre que a l’entrada de la capella s’obre un arc de trenta dos pams de diàmetre, altura similar a la dels altres arcs de la capella i de idèntiques proporcions que l’arc parió de la capella frontal dedicada a la Immaculada Concepció, i un blasó d’alabastre a la testera amb l’escut de l’arquebisbe Cortada, el qual es troba enterrat a la mateixa capella, mentre que l’escut de l’arquebisbe Juan Lario apareix en el arc del timpà per la part del presbiteri.

 

Darrere l’altar s’alça la gran làpida, relleu o retaule de la Santa, entre les pilastres del intercolumni, amb la urna sepulcral on es guarda la relíquia, en el relleu sobre uns núvols i amb un lleó en la banda del costat del Evangeli, assegut a la grada, i un ós reclinat, a l’altra, a la part de l’Epístola; per damunt de la urna dos genis o esperits al·legòrics aguanten, entre núvols, una tela que sustenta la santa en actitud orant de cara a una representació de l’anyell pasqual dessobre el llibre de l’Apocalipsis amb una creu; una miqueta més amunt altres genis enarboren respectivament una palma i una corona de llorer, també entre més núvols i serafins, coronat tot per un raigs daurats.

 

En els pedestals de les quatre fornícules de la nau destaquen sengles carteles amb uns caps de feres: la primera és un lleó amb la inscripció Ad nullus pavebit ocursum -–Perquè ningú tingui por de morir–; a la segona un bou amb Tarde sed tuto –Tard però sense perill –; el tercer és un lleopard i el lema Et velox, et rectan –No sols veloç, sinó també pel camí dret–, i finalment un elefant a la quarta amb l’epígraf Neque vorax, neque rapax –Ni voraç, ni rapaç. I per damunt de les carteles les quatre fornícules amb les escultures que personifiquen les quatre Virtuts Cardinals: Prudència, Justícia, Fortalesa i Temprança, amb alguns dels atributs simbòlics que la tradició els hi atribueix.

 

Epíleg

 

Vull que les meves pobres paraules deixin pas a les que l’any 1947, quan jo no en tenia més de cinc i gairebé encara no sabia llegir, va escriure en el programa de les festes patronals de setembre en honor de la santa un anònim Juan de Cardona: «Hoy, empero, parece como si Tarragona no sintiera aquel amor de otras generaciones hacia la Protomártir. Ved sino, la poca asistencia de devotos a las magnificentes solemnidades que anualmente le son dedicadas en nuestro Templo Primado. A los Maitines, tan solemnes y tradicionales, no va nadie.Añadid el hecho de ser escasísimas, por no decir rarísimas las recién nacidas que se bautizan con el nombre de Tecla y recordad como al visitar nuestra Catedral, nunca veréis a los fieles rezando ante su altar, para convenir conmigo que la mayoría de la actual generación de tarraconenses, no siente devoción sólida hacia su Patrona».

 

No seré jo qui esmeni les paraules de Juan de Carmona; els temps no són els mateixos i hauríem de matisar alguns dels conceptes, sobretot pel que fa a la devoció de la santa, cosa encara avui força qüestionable, perquè sempre ens resulta difícil entrar en l’anàlisi dels sentiments espirituals religiosos dels tarragonins.

 

Certament la catedral s’omple el dia de santa Tecla i la primera missa a la seva capella aplega els tarragonins més tradicionals; però l’anada a l’ofici solemne i la professó de la tarda amb l’entrada de la santa relíquia del Braç, sense oblidar-nos de quina és la raó autèntica de tot això, són l’exponent de que la cercavila del seguici popular ha guanyat el terreny a la devoció, i com a altra prova fefaent de que segueixen vives aquelles queixes del programa, només cal repassar el cens de les «Tecles» en l’onomàstica de les nenes de la ciutat.

 

En una de les meves estades a Burgos vaig tenir la oportunitat de veure l’estat de la sumptuosa capella que l’esperit devot de l’arquebisbe Samaniego feu construir l’any 1737 i la forma com en aquella ciutat es venerava la nostra santa patrona.

 

Les comparances sempre són odioses, però a Tarragona som diferents i ens cal fer quelcom perquè els canviem per a bé.

 

www.diaridetarragona.com/opinion/la-capella-de-santa-tecl...

  

Capilla de Santa Tecla

Se concibió estructuralmente como un templo de planta central cruciforme y gran cúpula.

Se erigió en honor de Santa Tecla de Iconio, titular de la Catedral y patrona de Tarragona, con el fin de custodiar el brazo-relicario de la santa.

El estilo barroco-clasicista predomina en el conjunto arquitectónico y escultórico, fiel a las directrices académicas del momento promovidas por Luis XV. Se inició en 1760 bajo la prelatura de Jaume de Cortada y Brú, y se concluyó en 1775 siendo arzobispo Juan Lario y Lancis.

Obra de Josep Prat y Delorta

La dirección y ejecución del proyecto arquitectónico son de Josep Prat y Delorta. Tanto el relieve central, con la glorificación de Santa Tecla, los episodios de su vida y las esculturas exentas de las cuatro virtudes cardinales, labrados por Carles Sala, son de clara influencia berniniana.

 

El jaspe rosáceo de Tortosa y el mármol blanco de Carrara ennoblecen este recinto cercado por la interesante reja que forjó Onofre Camps.

 

www.catedraldetarragona.com/catedral/plano-1-10/#tecla

La Cofradía del Señor Atado a la Columna fue fundada en el año 1804, en el desaparecido convento de Santa Fe por feligreses devotos de la Imagen del Señor Atado a la Columna.

 

Esta cofradía porta en sus desfiles procesionales tres pasos y una peana. El paso titular es el del Señor atado a la Columna, una talla de gran tamaño obra de J.J Bueno Gimeno en el año 1949. Un segundo paso, el de la Flagelación, es obra de Antonio Hernández tallado en el año 1998. Un paso de Palio, el de Nuestra Señora de la Fraternidad en el Mayor Dolor, es obra del escultor sevillano, afincado en Gijón, Pedro García Borrego y que data del año 1991. Por último, el antiguo Cristo Atado a la Columna, es portada en una pequeña peana a hombros desde 1980.

 

Esta cofradía realiza tres procesiones. La primera tiene lugar en la tarde del Domingo de Ramos, del nuevo convento de Santa Fe hasta la Iglesia de Santiago el Mayor, sede canónica de la cofradía, e iglesia de la cual saldrá el Jueves Santo por la tarde su procesión titular. Alrededor de las tres cuartas partes de sus cofrades acompañan a sus cuatro pasos en un amplísimo itinerario, para terminar en la Iglesia de San Cayetano. De esta última partirán formando parte de la procesión del Santo Entierro, el Viernes Santo.

 

Sus cofrades visten túnica blanca, capirote y cíngulo rojos. Los portadores de la peana y los miembros de la Sección de Instrumentos que tocan el bombo, cubren su cara con un tercerol de color rojo. Zapatos y calcetines negros completan el hábito.

  

A Mongiuffi, un piccolo paese dell’entroterra Taorminese, in Provincia di Messina, troviamo antichissima la devozione per San Leonardo. Tutto il popolo, molto devoto per le tante grazie ottenute tramite l’intercessione di San Leonardo, lo ha eletto a suo speciale Patrono e Protettore ed ogni anno, il 6 novembre, ne celebra la festa con grande solennità. Il momento più emozionante si ha quando, durante la processione di mezzogiorno, tutti i fedeli riunitisi al centro del Paese, donano al Santo Patrono una Ciambella (Cuddura) di pasta di pane intrecciata ed abbellita artigianamente, in segno di devozione e ringraziamento.La festa, unica nella sua particolarità e nella fede degli abitanti inizia con la Novena (preghiera insistente fatta con determinazione e costanza per nove giorni conseguitivi) nella fiducia di poter ottenere ciò che il cuore di ognuno desidera e con l’avvio della lavorazione artigianale delle “cuddure”. Per la realizzazione di queste particolari “ciambelle” vengono utilizzati centinaia di chili di farina di frumento che in passato veniva donata dagli abitanti di Mongiuffi. Dopo la lavorazione delle ciambelle, si imprime l’immagine di San Leonardo. Il 1° Novembre, solennità di tutti i Santi, vengono preparate, sempre a mano, le artistiche “cudure” dei 4 angioletti e del Santo. Abilità ed impegno fanno sì che queste divengano vere e proprie opere d’arte.La “cudura” del Santo viene decorata con rose e ornamenti vari creati con la pasta, facendo sì che diventi un vero e proprio gioiello della minuziosa arte creativa, che attira tutt’oggi molti curiosi. La vigilia della festa, quando ormai è tutto pronto, si svolge la benedizione delle “cuddure”. Nel borgo l’atmosfera di solennità sale di ora in ora. Gli abitanti di abitanti di Mongiuffi e tutti gli altri devoti che accorrono si recano nella Chiesa di San Leonardo per pregare e cantare al Santo Patrono e assistere all’apertura della cappella e alla discesa del simulacro. Al canto dell’inno di San Leonardo il simulacro collocato dentro la vara, scende sino al centro della Chiesa. La Statua dall’aspetto dolcissimo sembra volgere il suo sguardo per rassicurare i suoi fedeli della sua protezione. A quella vista si commuovono i cuori e si inumidiscono gli occhi. L’artistica statua del Santo viene mostrata al pubblico tre volte soltanto: il giorno di capodanno; il giorno di Pasqua ed il 5 Novembre vigilia della festa.All’alba del 6 Novembre al suono delle campane i fedeli si ritrovano in Chiesa per la recita dell’Ufficio (tradizionale ufficiatura in onore del Santo Patrono e Protettore). Intorno alle 10:30 si svolge la Santa Messa Solenne, al termine vi è la tradizionale processione per le vie del paese. Il momento più emozionante, verso mezzogiorno, quando tutto il popolo riunitosi in piazza fontana, al centro del paese, dona al Santo Patrono la ciambella (cuddura) di pasta di pane intrecciata e abbellita artigianalmente in segno di devozione e ringraziamento. Subito dopo vengono distribuite le “cuddure” più piccole a tutti i devoti presenti a questo importante e caratteristico evento. La sera del 6 Novembre i devoti si ritrovano nuovamente nella Chiesa Madre dove vengono celebrati i vespri e l’eucarestia. Tra le luci della notte esce la processione. Al rientro del simulacro in piazza del Carmine vi è il grandioso spettacolo piro - musicale. La sera del 7 Novembre il Santo Patrono si riporta in processione nella Chiesa a Lui intitolata dove viene risposto nella sua cappella. La festa si conclude con l’atto di affidamento del paesino di Mongiuffi Melia al Santo e l’emozionante chiusura della porta che terrà custodita la statua

Gran Galeria Devoto.

 

Ubicada en Asunción, Fernadez de Enciso y Nueva York. Entrada por las tres calles.

Festa S.Agata, 5 Febbraio 2012-Catania

 

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Estación Antonio Devoto del ferrocarril ex Urquiza.

 

La foto fue tomada desde el anden de trenes a Federico Lacroze, y el anden de en frente es de trenes a General Lemos, partido de San Miguel.

Devotos salen de la ceremonia religiosa en la Basílica de Guadalupe mientras reciben "agua bendita" durante el festejo del Día de la Virgen en la Ciudad de México.

08/12/2003

 

o dia dos devotos de Nossa Senhora da Conceição vestir azul e branco e subir o morro da Zona Norte que leva o seu nome para homenageá-la no dia a ela dedicado. A cidade pára em sua honra, mesmo não sendo a santa a padroeira do Recife. Mas a fé dos católicos na Imaculada Conceição é tão grande que um feriado foi decretado em seu louvor. Mãe e madrinha é como os devotos a chamam. Na foto, destaque para Amauri José Gomes que há 10 anos paga a promessa de subir o morro se arrastando até os pés da Santa por ter alcançado a graça de salvar o amigo de um afogamento.

Norba latina

Norba, indicata anche come Norba latina per distinguerla dalla coeva Norba apula situata in Puglia (Apulia), fu un'antica città sui Monti Lepini, collocata in posizione dominante sulla pianura pontina a sud di Roma presso l'attuale borgo di Norma, in provincia di Latina. Secondo l'etimologia proposta dal linguista Giacomo Devoto, il toponimo Norba avrebbe il significato di "(città) forte"

Storia

Dionigi di Alicarnasso e Tito Livio

Dionigi di Alicarnasso parla di Norba come una città latina ('Storia di Roma arcaica' lib. VII,XIII) che tra il 501 e il 496 a.C. partecipò con la Lega Latina alla guerra contro Roma nella battaglia del lago Regillo; il conflitto avvenne per riporre sul trono di Roma Tarquinio il Superbo, che trovò nel genero Ottavio Mamilio di Tusculum, città-guida della lega latina, un valido alleato:

 

«Nel corso del loro ufficio, le città latine si staccarono dall'amicizia con i Romani, poiché Ottavo Mamilio, il genero di Tarquinio, aveva convinto gli 88 uomini più illustri di ciascuna città, in parte con promesse di doni, in parte con preghiere, a cooperare al ritorno degli esuli. I delegati che sottoscrissero i patti e pronunciarono i giuramenti provenivano da queste città: Ardea, Aricia, Boville, Bubento, Cora, Carvento, Circea, Corioli, Corbio, Cabo, Fortinea, Gabii, Laurento, Lanuvio, Lavinio, Labici, Nomento, Norba, Preneste, Pedo, Quercetola, Satrico, Scazia, Sezia, Tivoli, Tusculo, Tolerio, Tellene e Velletri; da tutte queste città bisognava scegliere gli uomini idonei alla spedizione, nella quantità che sarebbe parsa opportuna ai comandanti, Ottavo Mamilio e Sesto Tarquinio: essi, infatti erano stati scelti generali con pieni poteri.»

 

(Dionigi di Alicarnasso, 'Storia di Roma arcaica' V,50,1.)

Il conflitto fu una disfatta per le città latine confederate e nel 492 a.C. i romani inviarono nuovi coloni a Norba, che ora costituiva

«una roccaforte nel pontino.»

 

(Livio, Ab Urbe Condita, Lib.II)

Grazie alla sua posizione geografica e alle maestose mura difensive Norba divenne un avamposto pressoché inespugnabile per i popoli ostili a Roma come Privernati, Setini e Fondani; nel corso della seconda guerra punica la città accolse come ostaggi numerosi militari cartaginesi.

 

Appiano di Alessandria

Durante la guerra civile tra Gaio Mario e Silla (88-82 a.C.) Norba si schierò apertamente con il primo. Gli abitanti di Norba, assediati dalle truppe sillane, piuttosto che cadere nelle mani del nemico preferirono incendiare le loro case e uccidersi. Così racconta la fine di Norba lo storico Appiano di Alessandria:

 

«Norba resistette ancora aspramente, finché penetrato in essa di notte per tradimento Emilio Lepido, degli abitanti inferociti per il tradimento, alcuni si suicidarono, altri si uccisero tra di loro, altri si impiccarono. Altri ancora, bloccate le porte delle case, vi appiccarono il fuoco…un vento sorto violentissimo a tal punto alimentò le fiamme, che nessun bottino si ricavò dalla città. Costoro morirono dunque così, da forti.»

 

(Appiano di Alessandria, 'Bell. Civil.' I, 94-95.)

 

Plinio

 

Sebbene in seguito ricostruita, Norba perse rapidamente di importanza e Plinio il Vecchio la cita nel suo elenco delle città del Latium vetus ai suoi tempi (I secolo d.C.) scomparse. Dopo la distruzione sillana, parte della popolazione di Norba si trasferì nella sottostante città di Ninfa, che divenne piuttosto importante, per poi decadere a sua volta a causa della malaria. Altri esuli fondarono invece in Spagna Norba Caesarina (l'attuale Cáceres). Nel corso del Medioevo, tuttavia, alcune strutture della Norba antica furono riutilizzate come chiese cristiane, come nel caso di un tempio dell'Acropoli Minore e del santuario di Giunone Lucina. Anche nell'area della grande Acropoli furono rintracciati elementi che testimoniavano una occupazione del sito in età altomedievale. Il nome della moderna Norma apparve nei documenti ufficiali solo nel corso dell'VIII secolo d.C., quando Ninfa e Norma furono donate a papa Zaccaria da parte dell'imperatore bizantino Costantino Copronimo. La moderna Norma ebbe forse il suo primo nucleo nel cosiddetto vicolo, un sobborgo della vecchia città romana ormai disabitata. È probabile che accanto alla nascita della cittadina medievale, parte della vecchia città romana sia stata riutilizzata appunto per scopi religiosi.

 

Gli studi su Norba nel '700 e nell'800

Giuseppe Rocco Volpi, nel suo Vetus Latium, ipotizzò che la città antica fosse nata per mano di Alba Longa, che assieme alle altre città ad essa legate celebrava sul Monte Albano le festività dedicate a Iuppiter Latiaris (Giove Laziale):

 

«Qui i Romani, riunendosi insieme tutti i magistrati, fanno sacrifici a Giove, insieme ai Latini. Per tutta la durata della cerimonia, mettono a capo della città un giovane di famiglia patrizia.»

 

(Strabone, Geografia, V, 3,2.)

L'ipotesi mossa dal Volpi può trovare riscontro nella storiografia antica; in particolare in Dionigi di Alicarnasso (Lib. V) si legge che la lega escluse dalle partecipazioni alle assemblee la stessa Roma dopo che quest'ultima nel VII sec a.C. distrusse Alba Longa, acquisendo un posto di preminenza nel territorio e suscitando per la prima volta l'avversione dei Latini (Livio 8,4,8; Dionigi di Alicarnasso III,34,1). In questo quadro complesso, Norba e le altre città della lega mossero guerra contro Roma anche in virtù del loro antico legame con Alba.

 

I risultati degli scavi, inaugurati sotto la direzione del Pigorini nel 1901, con gli archeologi Luigi Savignoni e Raniero Mengarelli, hanno ribattuto tale ipotesi dimostrando come tutto il materiale scavato, gli oggetti rinvenuti e i principali complessi erano collocabili al IV secolo a.C., dunque in piena età romana. Solamente negli scavi dei due templi furono rinvenuti alcuni materiali più arcaici (V secolo a.C.), come un frammento con Iuno Sospita e due teste votive di fattura arcaica. Tale risultato era una risposta concreta anche all'acceso dibattito su cui si confrontarono insigni archeologici nel corso dell'800: da una parte il Petit-Radel vedeva nelle mura megalitiche un'origine pelasgica, mentre dall'altra il Gerhard proponeva una datazione più recente, ascrivibile alla Roma dei Tarquini.

 

Indagini archeologiche

 

L'archeologa Stefania Quilici Gigli, che da anni dirige le attività di scavo del parco archeologico, ci ha fornito uno studio attento e puntuale per cercare di ricostruire, sulla base di studi di topografia, la storia di Norba. Già dalla fine del IX secolo a.C. la zona circostante alla città di Norba conobbe un cospicuo popolamento, di cui sono testimonianza la necropoli di Caracupa, alcune tombe nell'area attigua all'Abbazia di Valvisciolo e le mura megalitiche sul Monte Carbolino. Non sappiamo con certezza se in questo popolamento del territorio circostante rientrava anche un primo nucleo norbano; la città, infatti, così come oggi ci appare, con le sue strutture, le domus e i templi, risale al IV-III secolo a.C., quando già Norba era una rigogliosa colonia romana. Per quanto riguarda le mura, Lugli colloca quelle in terza-quarta maniera al IV secolo:

 

«L'apparecchio poligonale così perfetto e tecnicamente studiato, che si riscontra nella maggior parte del perimetro, con blocchi serrati e levigati, provano che siamo già in un'epoca evoluta, la quale ben si conviene agli ultimi decenni del IV secolo»

 

(Giuseppe Lugli, Studi di topografia antica)

A Norba si riscontra inoltre la presenza di mura costruite nella cosiddetta prima e seconda maniera. Secondo Lorenzo Quilici e Stefania Quilici Gigli queste mura correvano in origine lungo tutto il percorso della città per poi essere sostituite, o inglobate, dalle mura in III-IV maniera. Muovendosi in questa direzione i due studiosi hanno inquadrato le mura nella tecnica più raffinata alla metà del III secolo a.C., mentre le fortificazioni in I maniera risalirebbero alla metà del IV secolo.

 

La città antica

L'area archeologica conserva notevoli resti della cinta muraria in opera poligonale, con quattro porte risalenti al IV secolo a.C. La città costituisce uno degli esempi meglio conservati in Italia di urbanistica a pianta regolare risalente a un'epoca piuttosto antica. Il terreno accidentato ha portato alla creazione di terrazzamenti digradanti che conferiscono alla città un aspetto scenografico. Recenti scavi hanno messo in luce significativi resti di vari edifici, suddivisi in isolati irregolari da strade parallele e ortogonali, tra cui spiccano due acropoli con diversi templi.

 

L'acropoli maggiore conteneva il tempio di Diana, di cui permane un basamento e la cui attribuzione alla Dea ci è fornita da alcune reperti recanti una dedica. La struttura templare era divisa in pronao e cella e contornata su tre lati da un porticato a pilastri. L'acropoli maggiore conteneva anche gli uffici governativi e di rappresentanza come il Senato e la guarnigione militare.

 

Subito a valle dell'acropoli maggiore trova luogo uno stabilimento termale in opus caementicium, col calidarium, frigidarium e tepidarium. La struttura presenta oggi un buono stato di conservazione ed è indubbiamente, assieme alle mura e alla Porta Maggiore, la parte meglio conservata della città antica.

 

L'acropoli minore, la parte più antica, conteneva due templi, entrambi a base rettangolare. La loro dedica è tutt'oggi incerta, ma fu rilevato come, nel corso dell'alto medioevo, furono riutilizzati come chiese cristiane.

 

A valle dell'acropoli minore trovano posto due domus, probabilmente legate agli alti ranghi della comunità; la domus detta 'dei semi combusti' e la 'casa del caduceo'. La prima prende il nome dai resti di semi carbonizzati a testimonianza dell'incendio che distrusse, nell'81, la città; la seconda presenta invece, una particolare pavimentazione in cotto e calcare colorato. Quest'ultima casa prende nome dal caduceo talora riprodotto in tali pavimenti. Lo stesso simbolo del caduceo sembrerebbe presente anche in alcune monete emesse sotto il consolato di Norbanus (1)

 

Nella zona meridionale della cittadella sorgeva il tempio di Giunone Lucina, dea protettrice della nascite e delle partorienti; anche in questo caso la certezza della dedica ci è fornita da alcune dediche su lamine in metallo. Il tempio era diviso in pronao e cella, aveva dinanzi una gradinata ed era ornato da grandi colonne scanalate che terminavano con i capitelli.

 

I Norbani costruirono quattro porte alla città: due comode che consentissero facilmente l'accesso alla città, ma da difendere più intensamente, e altre due situate sui pendii difendibili con minime forze. La Porta Maggiore o Porta Setina, perché orientata verso sezze (Setia) e la Porta Segnina, direzione Segni, sono le porte cosiddette comode; mentre la Porta Ninfina e quella Occidentale sono quelle arroccate su precipizi. Forse nessuna delle colonie romane conserva una così bella e intatta porta come è quella Maggiore. Di evidente derivazione greca, aveva alla sua sinistra un torrione rotondo usato per colpire i soldati sul fianco scoperto dallo scudo.

 

Per quanto riguarda l'approvvigionamento di acque, l'unica cosa certa è che Norba era alimentata dall'acqua piovana, conservata in numerosi pozzi o cisterne.

 

I luoghi di culto, ovvero i templi, sono situati sulle alture maggiori, luoghi più in vista e dal terreno che doveva essere necessariamente vergine, cioè non edificato in precedenza.

 

Tutti gli oggetti rinvenuti, dalle pietre sacre, alle armi, alle iscrizioni su lamine i bronzo, alle stipi votive, alle statuette ex voto, frammenti di maschere, sime, antefisse, sono contenuti nel Museo Nazionale Romano e nel Museo civico archeologico di Norma, con sede in Via della Liberazione.

 

Tra storia e leggenda

Si racconta che tra i lunghi cunicoli sotterranei ci sia nascosto un tesoro: una chioccia coi pulcini d'oro. Molti raccontano di essersi avventurati tra questi cunicoli, ma sono dovuti tornare precipitosamente indietro.

 

La storia della chioccia e dei suo pulcini d'oro ci riporta all'epoca delle invasioni barbariche poiché questa era proprio uno dei soggetti principali dell'oreficeria barbara. Nel Museo della cattedrale di Monza è conservato un piatto d'argento dorato nel quale è proprio raffigurata una chioccia con sette pulcini, risalente all'epoca di Teodolinda e quindi di manifattura longobarda.

 

Probabilmente a Norba in quei luoghi è stato seppellito un capo barbaro insieme ai suoi tesori, tra cui ci potrebbe essere stato un piatto con la chioccia e i suoi pulcini come quello conservato a Monza. I longobardi furono comunque presenti anche nel Lazio meridionale, ad esempio in Val Comino.

Da Wikipedia, l'enciclopedia Libera.

Raccolta foto De Alvariis

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Statua di Nostra Signora del Rosario di Fatima, realizzata così come venne descritta dai veggenti, opera di José Ferreira Thedim, 1920, custodita presso la cappellina delle apparizioni

Nostra Signora di Fatima (in portoghese: Nossa Senhora de Fátima) è uno degli appellativi con cui la Chiesa cattolica venera Maria, madre di Gesù.

 

Fra le presunte apparizioni mariane, quelle relative a Nostra Signora di Fatima sono tra le più famose. Le pastorelle Lucia dos Santos di 10 anni e Giacinta Marto di 7 anni con il pastorello Francisco Marto di 9 anni, fratello di Giacinta e cugino di Lucia, il 13 maggio 1917, mentre badavano al pascolo in località Cova da Iria (Conca di Iria), vicino alla cittadina portoghese di Fátima, riferirono di aver visto scendere una nube e, al suo diradarsi, apparire la figura di una donna vestita di bianco con in mano un rosario, che identificarono con la Madonna. Dopo questa prima apparizione la donna avrebbe dato appuntamento ai tre per il 13 del mese successivo, e così per altri 5 incontri, dal 13 maggio fino al 13 ottobre.

 

Secondo il racconto dei tre, le apparizioni continuarono per un po' di tempo, accompagnate da rivelazioni di eventi futuri: la fine imminente della prima guerra mondiale; il pericolo di una seconda guerra ancora più devastante se gli uomini non si fossero convertiti; la minaccia comunista proveniente dalla Russia, debellabile solo mediante la Consacrazione della nazione stessa al cuore immacolato di Maria, per opera del papa e di tutti i vescovi riuniti. In seguito alla promessa fatta ai tre pastorelli dalla Madonna riguardo a un evento prodigioso, il 13 ottobre 1917 molte migliaia di persone, credenti e non credenti, riferirono di aver assistito a un fenomeno che fu chiamato "miracolo del sole". Molti dei presenti, anche a distanza di parecchi chilometri, raccontarono che mentre pioveva e spesse nubi ricoprivano il cielo, d'un tratto la pioggia era cessata e le nuvole si erano diradate: il disco del sole, tornato visibile, avrebbe ruotato intorno a un punto esterno, diventando multicolore e ingrandendosi, come per precipitare sulla terra. Francesco e Giacinta morirono pochi anni dopo, rispettivamente nel 1919 e nel 1920, a causa dell'epidemia di spagnola che in quegli anni fece molte vittime anche in Portogallo. Lucia invece divenne monaca carmelitana scalza, e mise per iscritto nelle sue Memorie gli eventi accaduti a Fatima, così come lei stessa li aveva visti.

 

Nel 1930 la Chiesa cattolica proclamò il carattere soprannaturale delle apparizioni e ne autorizzò il culto. A Fatima è stato edificato un santuario, visitato per la prima volta da papa Paolo VI il 13 maggio 1967, e in seguito anche da papa Giovanni Paolo II, pontefice molto legato agli avvenimenti del luogo, dove si recò più di una volta in pellegrinaggio. Secondo la dottrina cattolica queste apparizioni appartengono alla categoria delle rivelazioni private.[1]

Ex Norte, actualmente Carrefour de Villa Devoto, ubicado en Jose Pedro Varela y Desaguadero.

Estación Devoto Línea San Martín.

 

Tren frenado en Devoto, hacia Retiro.

A Mongiuffi, un piccolo paese dell’entroterra Taorminese, in Provincia di Messina, troviamo antichissima la devozione per San Leonardo. Tutto il popolo, molto devoto per le tante grazie ottenute tramite l’intercessione di San Leonardo, lo ha eletto a suo speciale Patrono e Protettore ed ogni anno, il 6 novembre, ne celebra la festa con grande solennità. Il momento più emozionante si ha quando, durante la processione di mezzogiorno, tutti i fedeli riunitisi al centro del Paese, donano al Santo Patrono una Ciambella (Cuddura) di pasta di pane intrecciata ed abbellita artigianamente, in segno di devozione e ringraziamento.La festa, unica nella sua particolarità e nella fede degli abitanti inizia con la Novena (preghiera insistente fatta con determinazione e costanza per nove giorni conseguitivi) nella fiducia di poter ottenere ciò che il cuore di ognuno desidera e con l’avvio della lavorazione artigianale delle “cuddure”. Per la realizzazione di queste particolari “ciambelle” vengono utilizzati centinaia di chili di farina di frumento che in passato veniva donata dagli abitanti di Mongiuffi. Dopo la lavorazione delle ciambelle, si imprime l’immagine di San Leonardo. Il 1° Novembre, solennità di tutti i Santi, vengono preparate, sempre a mano, le artistiche “cudure” dei 4 angioletti e del Santo. Abilità ed impegno fanno sì che queste divengano vere e proprie opere d’arte.La “cudura” del Santo viene decorata con rose e ornamenti vari creati con la pasta, facendo sì che diventi un vero e proprio gioiello della minuziosa arte creativa, che attira tutt’oggi molti curiosi. La vigilia della festa, quando ormai è tutto pronto, si svolge la benedizione delle “cuddure”. Nel borgo l’atmosfera di solennità sale di ora in ora. Gli abitanti di abitanti di Mongiuffi e tutti gli altri devoti che accorrono si recano nella Chiesa di San Leonardo per pregare e cantare al Santo Patrono e assistere all’apertura della cappella e alla discesa del simulacro. Al canto dell’inno di San Leonardo il simulacro collocato dentro la vara, scende sino al centro della Chiesa. La Statua dall’aspetto dolcissimo sembra volgere il suo sguardo per rassicurare i suoi fedeli della sua protezione. A quella vista si commuovono i cuori e si inumidiscono gli occhi. L’artistica statua del Santo viene mostrata al pubblico tre volte soltanto: il giorno di capodanno; il giorno di Pasqua ed il 5 Novembre vigilia della festa.All’alba del 6 Novembre al suono delle campane i fedeli si ritrovano in Chiesa per la recita dell’Ufficio (tradizionale ufficiatura in onore del Santo Patrono e Protettore). Intorno alle 10:30 si svolge la Santa Messa Solenne, al termine vi è la tradizionale processione per le vie del paese. Il momento più emozionante, verso mezzogiorno, quando tutto il popolo riunitosi in piazza fontana, al centro del paese, dona al Santo Patrono la ciambella (cuddura) di pasta di pane intrecciata e abbellita artigianalmente in segno di devozione e ringraziamento. Subito dopo vengono distribuite le “cuddure” più piccole a tutti i devoti presenti a questo importante e caratteristico evento. La sera del 6 Novembre i devoti si ritrovano nuovamente nella Chiesa Madre dove vengono celebrati i vespri e l’eucarestia. Tra le luci della notte esce la processione. Al rientro del simulacro in piazza del Carmine vi è il grandioso spettacolo piro - musicale. La sera del 7 Novembre il Santo Patrono si riporta in processione nella Chiesa a Lui intitolata dove viene risposto nella sua cappella. La festa si conclude con l’atto di affidamento del paesino di Mongiuffi Melia al Santo e l’emozionante chiusura della porta che terrà custodita la statua

Gente en la calle Desaguadero al 3100, frente al Club Atletico General Lamadrid.

Primer plano, Pablo Layus (de Intrusos).

Dia donde la gente se acerco a dejar sus donaciones para la gente de Santa Fe, y estaban los de Gran Hermano dentro de Lamadrid.

Devoto-Oli:

 

limonare (li-mo-nà-re) v.intr. (limóno, ecc.; aus. avere), region. ~ Intrattenersi in rapporti amorosi più o meno spinti: la faccenda dell'andare in camporella a limonare (Arbasino). [Denom. da limone; voce lombarda oggi assai diffusa, dal fatto che i venditori ambulanti offrono i frutti a due a due; secondo altri con allusione alla spremitura manuale].

 

E il Battaglia, riportando il Panzini, conferma:

 

Limonare:

= Deriv. da limone; cfr. Panzini, IV-377: «‘Limonare’. Verbo lombardo ora molto largamente diffuso ‘far lo svenevole, il cascamorto, far l’asino’ (toscano), ‘filare, filarino’ (bolognese)... I milanesi da ‘limonare’, parafrasando il verbo dei venditori, dicono i ‘Cinq ghei due, i limonitt’, cinque centesimi due limoni, quando vedono una coppia d’amanti».

 

Grandissima LaPisa per la ricerca etimologica!

Pela amizade que você me devota,

por meus defeitos que você nem nota...

 

Por meus valores que você aumenta,

por minha fé que você alimenta...

 

Por esta paz que nós nos transmitimos,

por este pão de amor que repartimos...

 

Pelo silêncio que diz quase tudo,

por este olhar que me reprova mudo...

 

Pela pureza dos seus sentimentos,

pela presença em todos os momentos...

 

Por ser presente, mesmo quando ausente,

por ser feliz quando me vê contente...

 

Por este olhar que me diz:

"Amigo, vá em frente!"

 

Por ficar triste, quando estou tristonho,

por rir comigo quando estou risonho...

 

Por repreender-me quando estou errado,

por meu segredo sempre bem guardado...

 

Por seu segredo, que só eu conheço

e por achar que só eu mereço...

 

Por me apontar pra Deus a todo o instante,

por esse amor fraterno tão constante...

 

Por tudo isso e muito mais eu digo:

"Deus te abençoe, meu querido amigo!"

   

Feliz Dia do Amigo!

Grand'Place, Bruxelles, Brussels.

Pirapora do Bom Jesus é conhecida como “Cidade dos Milagres”, e é cheia de histórias e devotos. Quem busca auxílio ou quer conhecer a região famosa pela fé, percorre apenas 61km de distância da capital do Estado de São Paulo.

 

Com ares de cidade típica do interior, mas ainda pertencendo à região metropolitana de São Paulo, a cidade é dividida pelo Rio Tietê e é rica em atrativos turísticos, religiosos e culturais.

 

A história da cidade tem início em 1725, quando uma imagem de madeira do padroeiro da cidade, o Santo Senhor Bom Jesus, foi encontrada em uma corredeira apoiada em uma pedra. A partir de então, a cidade tem grande influência religiosa e é conhecida como a “Cidade dos Milagres”, recebendo muitos turistas, romeiros e peregrinos que vão à Pirapora do Bom Jesus agradecer as graças alcançadas ou apenas para visitar essa cidade tão espiritual.

 

Na cidade, o turista encontra o primeiro Santuário Cristocêntrico do Brasil, também chamado Santuário Bom Jesus de Pirapora, criado em 1725, quando a cidade foi fundada.

 

A capela inicialmente construída no local deu lugar a outra feita de madeira. Em 1845 foi construída a atual igreja, que foi concluída em 1887, conhecida mundialmente por abrigar a famosa escultura de Cristo com cabelos naturais. A escultura está localizada no altar-mor, protegida por uma redoma de vidro à prova de balas e é acessada pela lateral da igreja.

Un bambino viene sollevato dal padre per pronunciare la tipica frase durante la processione sacra per la festa di Sant'Agata a Catania: «Cittadini, semu tutti devoti tutti?».

 

Villa Devoto desde el otro lado de la General Paz, o sea, desde la provincia de Buenos Aires, barrio de Villa Raffo.

 

Abajo, autopista General Paz, en el medio, Destacamento Lastra (donde meten todo lo rabado, etc), y al fondo el resto del barrio.

 

Série "Dévotion"

Villa Devoto - recinzione -

El muro de las lamentaciones es la única porción del antiguo templo de Salomón que cae en barrio judío. Principal lugar de plegarias judío a nivel mundial, hasta que se construya el tercer templo cuando llegue el mesías.

 

The Western wall is the only wall of the Solomon's temple that belongs to the jewish quarter. It's the utmost praying place for jews in the world until the reconstruction of the third temple which is to be acomplished when the Messiah will show up

Devotos de San Judas en San Hipólito

Dévot posant fièrement près du Darbhanga gath...

Model: Nazzareno Brodoloni, barman e ristoratore storico dell'Umbria.

Leica M6 - Summicron-M 1:2-35 ASPH.

 

Cresciuto tra massaie spentolanti, devoto alla nonna, alla Ciaramicola e al Torcolo di San Costanzo, adoratore della madre, premuroso con la moglie multitasking, attento alla dieta equilibrata dei figli, l'umbro, finanze permettendo, si sazia di porcherie, lontano dallo sguardo del suo staff di donne frustrate. L'hanno cresciuto a torta e cicoria, secondo gli insegnamenti di Guglielma Corsi e Rita Boini. Lo abbiamo interpellato sullo stato di salute della cucina regionale e lui, mister Hyde, modello stevensoniano sulla scissione della personalità, ci ha risposto che il sushi (di tonno, salmone, pesce reale, trota di mare, snapper, abramide bagnato nella soia) lo soddisfa di più degli gnocchi col sugo d'oca, allegoria, ahinoi, dell'arretratezza culinaria umbra. Ma non è solo una questione di pappatoria, c'è di mezzo anche l'etichetta. Deposta la maschera di perfezione, subentra il dottor Jekyll che, tanto per darsi un modello comportamentale coerente con le cronache nazionali, si getta nell'oscura lotta del fango fra uomini e donne. Lo abbiamo incontrato nei ristoranti del Trasimeno, mano per la mano dalla giovane rumena, mentre tenta di rinvenire sparse tracce di tagliata tra un trionfo di rucolette condite con l'aceto balsamico. Ha assistito alla scomparsa delle trattorie, al moltiplicarsi di grottesche enoteche, ha animato le tavolate del dopo calcetto (pizza, antipasto misto e olive ascolane), gli è addirittura capitato di sedersi in ristoranti pretenziosi, dove utilizzano piatti simil Ginori, bislunghi, romboidali, strasottili, blu oltremare o nero oltretomba, minimalisti anche nella sostanza. Sono questi i luoghi che mettono a dura prova l'identità dell'umbro e la sua atavica concretezza verso il cibo, spesso travisata dall'elegantissimo cuoco, che si fa chiamare inutilmente chef, nei confronti del quale, senza voler generalizzare, la reazione giusta dovrebbe essere di schietta indignazione. Noi crediamo a tutto, ci mancherebbe! Crediamo alla Moroni scesa da Gubbio che si proclama massaia e dichiara alla Clerici: «Non chiamatemi cuoca, sono una casalinga soddisfatta!». Crediamo che la tagliata sia di Chianina, il prosciutto di Norcia, le lenticchie di Castelluccio, il formaggio di Preci, le patate di Colfiorito, le trote del Clitunno, i gamberi del Vigi e il Sagrantino di Montefalco. Crediamo addirittura che le autobotti d'olio provenienti dal nulla assoluto non transitino più per la Flaminia, che non facciano sosta a Spoleto e dintorni e che quello che è capitato a Campello si sia trattato, cucù, di una sorpresa inaspettata. Crediamo persino che non esistano cuochi comunisti e cuochi berlusconiani, che le guide raccontino la verità invece di sostenere chi le finanzia, insomma che non si tratti dei soliti complotti per sputtanare quel poco di buono che rimane da mettere sotto i denti e per favorire quel tanto di marcio che ci propinano le multinazionali del nutrimento. Siparietto. In tempi di ristrettezze, di frasi intercettate, orecchiate e di tavoli di ristoranti bonificati; in tempi di outing - non solo enogastronomico - è preferibile, per l'umbro, rintanarsi in casa tra le mani infarinate della moglie di Pianello (che sa come tirare la sfoglia, laddove l'aggettivo "infarinate" e il verbo "tirare" vanno letti nella loro accezione meno compromettente) invece di saziarsi di porcherie in compagnia di dubbie patonze (si dice così?), che potrebbero, loro stesse, considerarsi "un pezzo di carne", di quelli esclusi per pudicizia o diffidenza dal menù domestico. Ora che è tutto un reality show, più che l'acquolina in bocca ci viene un sospetto. A furia di sbirciare dal buco della chiave della cucina, non saremmo diventati anche noi un popolo di farisei? Poscritto. Non si accettano repliche da parte di Antonio Boco. Beata umbritudine, umbra beatitudine.

Giovanni Picuti

abcabc@cline.it

dal Corriere dell'Umbria del 29.9.2011

      

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Fitness, Allenamento e nutrizione

Un devoto más en la fiesta de San Símon, mejor conocido como Maximón. Lo denominan el santo de los pobres y humildes. Un festival muy peculiar no apto para todos, lleno de alcohol, creencias y extrañas formas de mostrar la fe.

 

En resumen una experiencia única y difícil de describir.

 

   

---- a senior devotee proffers a little sacred image to a young devotee: a metaphorical .... handover from the old to the new generation ...?! .... ----

 

---- un anziano devoto porge una immaginetta sacra ad un giovanissimo devoto: un metaforico passaggio di consegne....dalla vecchia alla nuova generazione...?! .... ----

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the slideshow

  

Qi Bo's photos on Flickriver

  

Qi Bo's photos on FlickeFlu

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Questo un racconto fotografico breve e lungo , sulla processione del Venerdì Santo che si è svolta quest'anno nel paese Siciliano della città medioevale di Randazzo: a differenza di ciò che si osserva nei riti del Venerdì Santo, a Randazzo si porta in processione penitenziale il simulacro del SS. Crocifisso, anzicchè il simulacro del Cristo Morto. La processione viene organizzata dalla "Confraternita della Vergine Addolorata" appartenente alla chiesa di S.Pietro, nella quale sono custoditi il Crocifisso ligneo del seicento, e la statua della Madonna Addolorata, le cui vare vengono portate in spalla dai devoti; alla manifestazione religiosa partecipano ovviamente tutte le confraternite della città, con la presenza di tantissimi "personaggi" (impersonati da bambini-e, ragazzi-e, tutti in costume, come S. Giovanni Battista, la Veronica, le tre Pie donne, Marta, Maria e Maddalena, l'Angelo, i due Nicodemi, Giuseppe d'Arimatea e Nicodemo); infine la processione è animata dalla presenza del popolo, del clero, delle autorità civili e quelle militari. Il Crocifisso è caratteristicamente illuminato da candele che si trovano racchiuse dentro bocce di vetro, al pari anche la vara della Vergine Addolorata è illuminata da candele, racchiuse dentro "fanali di antica memoria" in vetro. La processione (accompagnata dal suono mesto della banda musicale, dalle giaculatorie gridate dai devoti che invocano continuamente il SS.Crocifisso e la Vergine Addolorata) percorre un lungo percorso, che diventa anche molto faticoso per la presenza di una ripida salita (la salita di San Bartolo);

La processione giunge così nella chiesa di S. Giorgio per poi ritornare indietro, raggiungendo la chiesa di San Pietro, dalla quele era partita, oramai in tarda serata.

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