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orbaya
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si confesara agora parte les mios verdaes
paeceríenvos mentira
aurelio gonzález ovies
aunque bajo la tierra
mi amante cuerpo esté
escríbeme a la tierra
miguel hernández
.
seremos uno
y necesariamente uno para evitar las guerras
o las sangrientas cifras que originan los pares
seremos uno
como la dirección en llama de los girasoles
como la hidráulica pasión del oleaje
como el inesperado brotar de la naturaleza
una voz, un alma, una palabra
que es lo mismo que hablar de un hombre entero
a.g.o.
..
avilés
imágen ofrenda
This was the first complex build I had ever done, I had made it for my wife back in 04. Shortly there after I was given the opportunity to write one of the segments for the Avatar the Last Airbender episode, The Tales of Ba Sing Se. Since Avatar used animals that were combined between two different ones I made sure I wrote a part for my Rabiroo. I loved how she turned out in the episode!
In an era of instant, fingertip access to everything one could ever need, it's sometimes hard to imagine getting by without our hordes of amenities and conveniences.
Imagine you're living in a small town in the 18th century; your kitchen table is rotting from the extreme humidity and lack of "air conditioning" to maintain its form. You save up money to buy a new table, hop in your car, and drive to Ikea where you'll get a concise package of tools and instructions for assembling a brand new table -- wait. None of that exists yet!
You have to sacrifice time preparing and caring for crops and livestock to gather what is required to create a new table. If you don't already have an axe and hammer, you'll need to trade massive amounts of gold or food to buy the toos, or you can purchase metal rods, shave down wood handles, and make them yourself.
Then you head out to the forest to find large, sturdy trees that you can fell and painstakingly saw and sand into (relatively) straight and flat boards suitable for holding plates and other containers. After spending countless hours creating tools and physically felling and lugging trees back to your house, you need to actually assemble the table.
That's the easy part, right? Get out your little allen key, match routed edges in various labeled and colored pieces, and spin pre-measured screws and washers into carefully arranged holes, and you're done -- ah, right. Doesn't exist.
Instead, you purchase or smith some nails or screws, find pieces that are straight enough to fit alongside each other, and finally, if you're thinking long-term, either purchase or make some sort of varnish out of (fat or something?) so that the table doesn't rot again in a year.
It's really hard to imagine having to do this -- but when you reason out any trivial task that we do today as if you were living 200 years ago, it becomes quite apparent: we're stupid, lazy bums! And if our constant supply of services and conveniences someday collapses, I think it's safe to say that we're royally screwed. Done for.
My table's broken -- and I can't make an Amazon single-click order to have a new one delivered tomorrow morning?! WHAT DO I DO?!
Inspiration: Argentina + Big Agra
....I think I need to step back from the news feeds because they are just too distressing for words. I think I need to go draw something fluffy and cute. Maybe get at finishing that hedgehog.....
Material: Sakura Micron 005 pen, Faber-Castell Albrecht Durer watercolour pencils on Stillman & Birn, Zeta paper.
Shot at The American Museum of Natural History/NYC
This pic shows a window view into the Sackler Institute for Comparative Genomics.
As it is said in the institute's own words: "The work of the American Museum of Natural History lies at the heart of many of science's most promising directions. Founded in 1869, the Museum's mission is to discover, interpret, and disseminate—through scientific research and education—knowledge about human cultures, the natural world, and the universe...
In the emerging field of genomic science, the Museum has a unique role—that of exploring genomics as a comparative, rather than single-species, discipline. For more than a decade, the Museum has fostered pacesetting research on the genetic makeup of a great diversity of species..."
Well, what fascinated me was the contrast between the person sitting with her laptop and the skelleton models of some links in human evolution billion of years back.
#NP : ♫♪ ❝ That's the price you pay
Leave behind your heartache, cast away
Just another product of today
Rather be the hunter than the prey❞ 🌺🌿💛✨ #ImagineDragons #Natural #Origins
@imaginedragons 😘
#Throwback #MeMyselfAndI #Gay #MeGay #GayMe #GayBoy #GayGuy #GayMan #GayCub #HairyChest #GuyGay #GayBear #BearGay #HairyChest #BeardedGay #HairyBoy #HairyMan #HairyGuy #GayScruff #FrenchGay #GayFrance #InstaGay #GayStagram #GaySnap #BoyGay #ManGay
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Historicamente, a Pateira deve ser considerada como um antigo braço marinho onde desaguavam, independentemente uns dos outros, os rios Cértima, Águeda e Vouga, antes da constituição da Ria de Aveiro. Aquele braço que os aluviões dos três rios fecharam originou um só curso de água - o rio Vouga - passando a foz a situar-se muito mais a noroeste, como actualmente (Almeida, 2006).
Pinho et al. (1988) cit Gomes Andrade escreve, em relação à Pateira, que o vale do Certoma, naquele ponte era dantes terreno firme, coberto de espessos arvoredos, por entre os quais o rio mansamente deslizava.
Também Morais em Sousa Batista (1945) cita um excerto de uma carta do almoxarife de Aveiro a D. Manuel em que fala da Mata de Perrães (eventualmente compreendida entre Perrães e a frente da freguesia de Fermentelos) dizendo que esta sempre fora coutada para nela se colherem porcos (provavelmente javalis) e veados, referindo ainda que era apaúlada.
Aliás, segundo Pinho et al, 1988, parece admissível supor que se trataria de uma zona bastante rica do ponto de vista faunístico e florístico, muito embora as referências à flora e fauna sejam escassas.
A Pateira ter-se-ia começado a formar em finais do século XV, provavelmente ainda na Idade Média, devido às sucessivas inundações dos rios Certoma e Águeda, e alagamento dos campos ribeirinhos.
Presentemente, a Pateira corresponde ao assoreamento e espraiamento do rio Cértima, perto do local onde desagua no rio Águeda.
A maior lagoa natural da Península Ibérica ocupa actualmente uma área de superfície e profundidade variáveis, de acordo com a estação do ano, que, no seu expoente máximo, atinge mais de 5 Km2. Estes, estendem-se, maioritariamente, pelo concelho de Águeda, abrangendo também o concelho de Aveiro e Oliveira do Bairro.
O termo “Pateira” encerra a especificidade da região do Vouga e afluentes designando, por si só, abundância de patos.
Em termos hidrográficos, a lagoa está compreendida na bacia hidrográfica do rio Cértima a qual, por sua vez, se insere na bacia hidrográfica do rio Águeda e esta, na bacia do rio Vouga.
A lagoa é alimentada pelo rio Cértima (a montante), pela ribeira do Pano (a poente), pontualmente por outras escorrências, e por água subterrânea (sistema aquífero Cretácico de Aveiro), sendo o rio Cértima o principal curso a condicionar a hidrologia.
No que diz respeito ao relevo, a zona envolvente da Pateira apresenta um relevo suave, a oeste, registando-se uma zona com altitude superior a 50 metros em Fermentelos (concelho de Águeda).
A este, na zona de Espinhel, ocorre uma elevação que atinge os 78 metros, revelando declives com relativo significado dadas as características da área envolvente. A noroeste, sensivelmente entre a Oliveirinha e Requeixo (concelho de Aveiro) destaca-se uma faixa com altitude entre os 50 e os 70 metros, com declive suave em direcção à Pateira.
A sudoeste, as áreas de cultivo, na margem esquerda do rio Cértima e de Perrães ladeiam a Pateira com relevos suaves de cotas mínimas.
Estatatuto de Protecção
A Pateira de Fermentelos apresenta características de um sistema semi-lêntico que integra a Zona de Protecção Especial da Ria de Aveiro (PTZPE0004) e, como tal, incluída na Rede Natura 2000.
Protegida pela Directiva Aves, está ainda classificada como “Zona Sensível” de acordo com o Decreto-lei n.º 152/97, de 19 de Julho, Anexo II, tratando-se de uma importante e extensa zona húmida (cit. ICN, 2006).
Por definição as Zonas Húmidas (ZH) são áreas de sapal, paul, turfeiras ou águas, naturais ou artificiais, permanentes ou temporárias, estáticas ou correntes, doces , salobras ou salgadas, incluindo extensões de água do mar, cuja profundidade na maré baixa não exceda os 6 metros e zonas costeiras e ribeirinhas (Convenção Ramsar).
Estas ZH, onde se inclui a Pateira, desempenham importantes funções nos ecossistemas como a regularização hídrica e climática, a purificação da água, contrariam o efeito de estufa, protegem a costa, alimentam reservatórios naturais subterrâneos, suportando uma elevada biodiversidade, entre outras.
As zonas húmidas são, aliás, áreas de grande produtividade primária da Terra (a par com as florestas tropicais), suportando assim uma fauna e flora riquíssimas.
Biodiversidade Faunística
No que diz respeito à diversidade faunística, a Pateira e zonas envolventes destacam-se, particularmente, pela importante componente ornitológica. Nestas áreas ocorrem espécies com estatutos de protecção a nível nacional e internacional — classificadas pela Directiva Aves (Directiva 79/409/CEE), Convenção de Bona, Convenção de Berna.
Surgem espécies de importância comunitária, como:
O Garçote (Ixobrychus minutus) frequenta normalmente zonas com abundante vegetação palustre, sendo difícil a sua observação. Não necessita de grandes áreas para nidificar, sendo uma espécie essencialmente solitária durante a reprodução. Os ninhos são construídos no meio do caniçal, acima da água. Alimenta-se essencialmente de insectos e por vezes de pequenos peixes, anfíbios, moluscos, crustáceos, ovos e crias de outras aves, entre outros.
A Garça-vermelha (Ardea purpurea) prefere zonas húmidas com áreas de vegetação densa de caniçais, procurando águas ricas em nutrientes (eutróficas), pouco profundas, paradas ou com pouca corrente. Os ninhos são construídos junto ou sobre a água, geralmente em caniçais inundados, não voltando a ocupar ninhos de anos anteriores. Alimenta-se principalmente de peixes e insectos (larvas e adultos). Segundo observações realizadas ao longo dos últimos anos, a população de Garça-vermelha tem aumentado na Pateira.
A Águia-sapeira (Circus aeruginosus) também designada como Tartaranhão-ruivo-dos-pauis, nidifica em zonas húmidas onde ocorra uma vegetação aquática emergente abundante, preferencialmente manchas de caniçal, onde são construídos os ninhos. Nestas áreas procura ainda alimento, bem como em águas pouco profundas e com vegetação aquática, caçando frequentemente em campos agrícolas nas imediações. Alimenta-se de animais de pequeno e médio porte, nomeadamente aves, mamíferos (roedores), e, em menor proporção, insectos, sapos, cobras e peixes.
O Milhafre-preto (Milvus migrans) frequenta um número diversificado de habitats embora apareça, principalmente, associado a massas de água. Nidifica nos pinhais e matas ripícolas associadas à lagoa, construindo o ninho nas árvores. Procura alimento em áreas abertas ou semi-abertas, alimentando-se de presas de pequeno porte, como roedores, lagomorfos, aves terrestres e ouriços-cacheiros, especialmente indivíduos jovens, doentes ou feridos mas também répteis, peixes, anfíbios e insectos.
Ocorrem ainda espécies como o Perna-longa (Himantopus himantopus), o Guarda-rios (Alcedo athis), a Petinha-dos-campos (Anthus campestris), a Garça-branca-pequena (Egretta garzetta), entre outras, incluídas no Anexo I da Directiva 79/409/CEE.
Estas e outras espécies, ocorrem na ZPE da Ria de Aveiro, fazendo a Pateira, assim, parte do sistema que “suporta, regularmente, mais de 1% da população biogeográfica de Alfaiate (Recurvirostra avosetta), de Negrola (Melanitta nigra), de Borrelho-grande-de-coleira (Charadrius hiaticula) e de Borrelho-de-coleira-interrompida (Charadrius alexandrinus)” (ICN, 2006).
Refere-se ainda a ocorrência de vários passeriformes migradores de matos e bosques, assim como passeriformes de caniçais e galerias ripícolas. A diversidade de biótopos é propícia à reprodução, refúgio e alimento de aves invernantes, nidificantes e migradoras, sendo a Pateira cada vez mais procurada pelos observadores de aves - Birdwatching - e amantes da natureza para a realização de actividades.
As condições biofísicas propiciam também a diversidade de peixes que se encontra na Pateira. Inserida na bacia hidrográfica do Rio Vouga, ocorrem, ou têm potencial para ocorrer, espécies como o Barbo-do-Norte (Barbus bocagei), a Boga (Chondrostoma polylepis), a Boga–portuguesa (Chondrostoma lusitanicum), o Ruivaco (Rutilus macrolepidotus ), o Bordalo (Rutilus alburnoides ) - com estatuto de protecção comunitário (pelo Anexo II e/ou V da Directiva Habitats).
Ocorrem ainda espécies como a Tainha (Chelon labrosus), a Carpa (Cyprinius carpio), o Escalo-do-norte (Leucistus carolitertii), o Lúcio (Esox lucius), a Enguia (Anguilla anguilla), a Pardelha (Cobitis calderoni), o Achigã (Micropterus salmoides ), etc.
Tratam-se de animais sobretudo nocturnos e que, alimentando-se de larvas de insectos, crustáceos e peixes mortos, podem atingir cerca de 1 metro.
A fauna piscícola encontra na Pateira e sistema hídrico adjacente as condições ecológicas que permitem a vitalidade e subsistência das diversas comunidades, condições que permitem o refúgio e a desova em tempo de reprodução. Surgem então na lagoa áreas que são identificadas, pelas gentes locais, como “verdadeiras maternidades” de peixe.
Entre as várias espécies de bivalves que se observam na Bacia Hidrográfica do Vouga, ocorre na lagoa um, cujas dimensões o transformam numa espécie emblemática - a Anodonta.
Este molusco bivalve de água doce, comummente designado como Mexilhão-do-rio, passa despercebido à maioria da população, devido aos seus hábitos ecológicos discretos, que privilegiam o substrato lodoso, onde se enterram.
É muito importante para o ecossistema, uma vez que se alimenta através da filtração de um grande volume de água (de que retira detritos e plâncton), sendo apontada como um indicador da qualidade da água. A degradação das condições ambientais afecta negativamente a população destes bivalves.
Associada aos habitats de zonas húmidas está também uma elevada diversidade de répteis e anfíbios, característicos destes sistemas e que se localizam sobretudo no interface terra-água e cuja ocorrência potencial se lista de seguida.
Ainda neste interface, bem como nas zonas mais secas adjacentes à lagoa, ocorrem diversas espécies de mamíferos. Destas, destaca-se a Lontra (Lutra lutra), emblemática pelos afectos (e desafectos) que provoca na população, mas também por se tratar de uma espécie protegida pelos anexos II e IV do Decreto-lei nº 49/2005 de 24 de Fevereiro.
A Lontra (Lutra lutra) procura de forma selectiva os locais de descanso e abrigo, sendo possível encontrar os seus refúgios nas margens mais tranquilas da lagoa e onde abunda vegetação. Esta espécie solitária alimenta-se sobretudo de fauna piscícola, embora possa alimentar-se também de anfíbios e crustáceos (como o lagostim-do-Louisiana). Pode reproduzir-se durante todo o ano, dependendo da disponibilidade de recursos alimentares, nascendo as crias (uma a quatro) ao fim de 61—63 dias em tocas dissimuladas na vegetação.
Surgem ainda espécies como o Ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus), a Raposa (Vulpes vulpes), o Coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus), o Javali (Sus scrofa), vários roedores, entre outras, que encontram protecção no Direito Comunitário, e Nacional.
Assim, a diversidade de biótopos existentes na região (juncais, caniçais, arrozais, margens com vegetação ripícola, etc.) transforma esta região num complexo ecossistema e, por conseguinte, num importante refúgio para a vida animal..
Biodiversidade Florística
Na zona húmida, que engloba as águas livres e a vegetação alagada das margens e linhas, dominam habitats com povoamentos de Caniço (Phragmites communis), juntamente com a Tabúa (Typha sp.) e o Bunho (Scirpus lacustris). Ocorrem ainda comunidades (ou mosaicos de comunidades) de plantas vasculares com macrófitas flutuantes, enraizadas ou suspensas entre o fundo e a superfície: a Erva-pinheirinha (Myriophyllum sp.), os Nenúfares (Nymphaea sp., Nuphar luteo ) ou mesmo o Jacinto-de-água (Eichhornia crassipes).
Em algumas zonas marginais ao longo da Pateira, verifica-se a ocorrência de diversas espécies arbóreas e arbustivas como:
Salgueiros (Salix alba, Salix sp.), Choupos (Populus canescens, Populus nigra, Populus sp.), Amieiros (Alnus glutinosa), Amieiro-negro (Frangula alnus), Freixos (Fraxinus angustifolia), Pilriteiros (Crataegus monogyna), Sabugueiros (Sambucus nigra), Borrazeiras (Salix atrocinerea ), pontualmente Carvalhos (Quercus robur), Loureiros (Laurus nobilis ), Ulmeiros (Ulmus sp.) ...
Entre as espécies alóctones encontra-se o Eucalyptus globulus (predominante no coberto florestal das áreas adjacentes à lagoa), e outras árvores dos géneros Acacia e Hakea , estas com comportamento infestante e que se encontram disseminadas pelas imediações da lagoa.
Do grupo das herbáceas e sub-arbustivas refere-se apenas a presença do Lírio-amarelo-dos-pântanos (Íris pseudacorus), do Agrião (Nasturtium officinale), do Embude (Oenanthe crocata), da Erva-pessegueira (Polygonum persicaria), Hortelã-de-água (Mentha aquatica), entre tantas outras. Ocorrem espécies com estatuto de protecção como a Gilbardeira (Ruscus aculeatus ) pelo anexo V, e a Marsilea quadrifolia.
Peculiar, e pouco divulgado, é o facto de, em áreas adjacentes à lagoa, ocorrerem ainda espécies de plantas carnívoras como a Pinguicula lusitanica; potencialmente poderão ocorrer ainda outras espécies, embora sejam cada vez mais difíceis de encontrar.
Esta carnívora ocorre sobretudo em sítios húmidos, por vezes turfosos das margens da lagoa (e rios), florescendo entre Março e Maio. É nas folhas que é libertado o muco adesivo que aprisiona os insectos, que se aproximam atraídos pelo odor libertado. Assim que detectam a presa, as folhas começam a enrolar-se de forma a envolver a presa nas enzimas digestivas libertadas.
Um aspecto que se encontra ainda pouco desenvolvido diz respeito à diversidade micológica. Assim, a variedade de fungos que ocorre começa agora a ser inventariada e estudada de forma mais exaustiva, apresentando-se nas imagens laterais alguns exemplos.
Na breve resenha biológica apresentada, ainda que incompleta, fica patente a vasta diversidade biológica e potencial natural (e conservacionista) da Pateira, como é referido para as demais Zonas Húmidas. Não obstante, são alguns os problemas que afectam esta área, entre os quais a infestação com Jacinto-de-água.
Jacinto-de-água
O jacinto-de-água (Eichhornia crassipes) é uma espécie infestante originária da bacia do Amazonas (Brasil), encontrando-se actualmente disseminado nos cinco continentes. Alastra-se pelos sistemas aquáticos de climas tropicais e temperados, causando rapidamente a ruptura dos sistemas naturais infestados. É considerada por muitos autores como “uma das piores pragas de plantas aquáticas a nível global” (HOLM et al., 1977).
Como tal, a ocorrência e disseminação desta espécie exótica infestante na Pateira constitui um dos principais factores que contribui para a degradação das condições ecológicas, económicas e sociais desta zona húmida que urge recuperar e preservar.
A ceifeira-aquática
Dada a área em questão e a dimensão da infestação, as metodologias a adoptar e tecnologias de apoio foram seleccionadas de acordo com a avaliação do risco sobre a ZPE, do efeito ambiental das diferentes metodologias e a eficácia da remoção a curto, médio e longo prazo.
A gravidade do problema da infestação de sistemas aquáticos ao nível global levou ao desenvolvimento de tecnologia específica para a sua resolução e/ou controlo.
Assim sendo, recorreu-se à remoção mecânica, sendo a extracção feita com recurso a uma máquina – ceifeira-aquática – que começou a laborar na lagoa a 13 de Dezembro de 2006.
Com um tapete incorporado, e movido por um motor, extrai as massas de jacintos-de-água. Controlada por um operador, a ceifeira-aquática possui um sistema simples e eficaz: duas rodas de pás com um funcionamento hidráulico independente que garantem a grande manobrabilidade do equipamento.
Em apenas dois meses e meio, foi possível melhorar as condições ecológicas e hidrológicas do sistema aquático, recuperar o espelho de água, melhorar a capacidade para suportar actividades lúdicas e de lazer na área, bem como melhorar as condições para a prática das actividades tradicionais no espelho da lagoa.
Requalificação Ambiental e Paisagística da Pateira
A remoção do jacinto-de-água da lagoa foi apenas a 1ª fase de um vasto e complexo processo, que engloba várias outras medidas e acções que visam o desenvolvimento sustentável, a conservação e protecção da Natureza e, consequentemente, a Requalificação Ambiental e Paisagística da maior lagoa natural da Península Ibérica, a Pateira de Fermentelos.
Após o levantamento topo-hidrográfico realizado, concluiu-se que o leito da lagoa se encontra fortemente assoreado, em particular na zona mais a jusante da Pateira.
Desta forma, ficou patente a necessidade de, a curto prazo, se proceder à normalização do leito natural da Pateira, pela remoção (dragagem) do excesso de sedimentos entretanto acumulados, bem como à reconstrução do pequeno açude localizado na confluência da Pateira e rio Águeda.
Numa área classificada como a Pateira, englobada numa importante bacia hidrográfica (bacia hidrográfica do Rio Vouga), com valores paisagísticos e a nível da conservação da natureza, que se traduzem na elevada diversidade biológica, alguma com estatuto de protecção a nível nacional e internacional, é importante dotar o espaço com infra-estruturas adequadas que permitam a conservação, mas também a observação e a interpretação da natureza.
Neste âmbito, são desenvolvidas várias acções de educação ambiental, como a organização de palestras e acções de sensibilização ambiental, observação de aves, realização de percursos interpretativos, workshops para a construção de ninhos, entre outras actividades promovidas pela Autarquia ou por outras entidades como a SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves), a UA (Universidade de Aveiro), a QUERCUS (Associação Nacional de Conservação da Natureza).
A definição de percursos com temas e finalidades várias (educação ambiental, prática de desporto, observação de aves, etc.) está a ser estudada numa perspectiva intermunicipal.
A Pateira é, desta forma, vista como um todo, onde o objectivo é conduzir o visitante pelo espaço natural dando-lhe a conhecer os valores naturais da área (com descritores de paisagem, de espécies), bem como dotar estes percursos do mobiliário adequado (observatórios de aves, pontos de encontro e descanso, material de apoio à prática desportiva, etc) e que dê ao visitante o conforto, a segurança e o equilíbrio natural que procura neste local.
São várias as propostas de actividades que o visitante encontra ao seu dispor na lagoa ou nas áreas adjacentes e que o levam ao contacto quer com a natureza, quer com as dinâmicas culturais e tradições locais. Desde os momentos de descontracção que pode passar nos parques de lazer, a uma travessia nas tradicionais bateiras, a uma viagem nas bicicletas aquáticas, de um passeio a cavalo, de bicicleta ou a pé, a uma tarde de pesca, um dia desportivo, ou simplesmente um momento de pausa a vislumbrar a paisagem, só ou em família, são algumas das ideias já praticáveis na Pateira de Fermentelos.
Considerações finais
Numa época em que o ambiente se assume no contexto nacional e internacional como tema prioritário e se procura evitar a continuação da degradação dos recursos hídricos, surge a Directiva-Quadro da Água (DQA) – 2000/60/CE – transposta para a ordem jurídica nacional pela Lei nº 58/2005, de 29 de Dezembro. Esta vem estabelecer como objectivo a alcançar, até 2015, “o bom estado ecológico ou o bom potencial ecológico e químico de todas as massas de água”.
Como tal, “proteger e melhorar o estado dos ecossistemas aquáticos e também dos ecossistemas terrestres e zonas húmidas, directamente dependentes dos ecossistemas aquáticos”, constitui uma atribuição das entidades públicas e um dever dos particulares.
Não obstante, e tal como referido no início deste documento, além da dimensão ambiental, prevalece uma forte componente social, sendo incalculável a importância que a Pateira e ecossistemas associados representam para as populações limítrofes desta área.
Assim, torna-se premente assegurar a continuidade deste projecto, com o desenvolvimento e implementação das acções previstas para a requalificação ambiental e paisagística da Pateira. Pretende-se pois que a Pateira de Fermentelos volte a ser um ex libris natural da região, motivo de referência e orgulho nacional.
Texto retirado do livro
Pateira de Fermentelos: Paisagem a proteger
Célia Laranjeira (CMA) www.cm-agueda.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=28901
+++ DISCLAIMER +++
Nothing you see here is real, even though the conversion or the presented background story might be based historical facts. BEWARE!
Some background:
The origins of the Saab 19 date back before the onset of WWII. At that time, the Swedish Air Force (Flygvapnet) was equipped with largely obsolete Gloster Gladiator (J 8) biplane fighters. To augment this, Sweden ordered 120 Seversky P-35 (J 9) and 144 P-66 Vanguard (J 10) aircraft from the United States.
However, on 18 June 1940, United States declared an embargo against exporting weapons to any nation other than Great Britain. As the result, the Flygvapnet suddenly faced a shortage of modern fighters.
Just in time, Saab had presented to the Ministry on Sep 4th 1939 a fighter that had been meant to replace the obsolete Gloster Gladiators. The aircraft carried the internal development code ‘L-12’ and had been designed in collaboration with US engineers in Sweden, who were to aid with license production of Northrop 8-A 1s and NA-16-4 Ms.
The L-12 looked very much like the contemporary, Japanese Mitsubishi A6M “Zero” (which had been seriously considered by the Flygvapnet, but import or license production turned out to be impractical). The aircraft was a very modern all-metal construction with fabric covered control surfaces. The L-12 was to be powered by a 1.065 hp Bristol Taurus and maximum speed was calculated to be 605 km/h. Its relatively heavy armament consisted of four wing-mounted 13.2mm guns and two synchronized 8 mm MGs on top of the engine, firing through the propeller arc.
The design was quickly approved and the new aircraft was to be introduced to the Flygvapnet as the ‘J 19A’. Production aircraft would be outfitted with a more powerful Bristol Taurus II, giving 1.400 hp with 100-octane fuel and pushing the top speed to 630 km/h. But the war’s outbreak spoiled these plans literally over night: the L-12 had to be stopped, as the intended engine and any import or license production option vanished. This was a severe problem, since production of the first airframes had already started at Trollhättan, in the same underground factory where the B 3 bomber (license-built Ju-86K of German origin with radial engines) was built. About 30 pre-production airframes were finished or under construction, but lacked an appropriate engine!
With only half of a promising aircraft at hand and the dire need for fighters, the Swedish government decided to outfit these initial aircraft with non-license-built Wright R-2600-6 Twin Cyclone radial engines with an output of 1.600 hp (1.194 kW). The fuselage-mounted machine guns were deleted, due to the lack of internal space and in order to save weight, and the modified machines were designated J 19B. This was only a stop-gap solution, though. P&W Twin Wasp engines had also been considered as a potential power plant (resulting in the J 19C), but the US didn't want to sell any engines at that time to Sweden and this variant never materialized.
An initial batch of 24 J 19B aircraft was eventually completed and delivered to F3 at Lidköping in late 1940, while airframe construction was kept up at small pace, but only seven more J 19Bs were completed with R-2600 engines. Uncompleted airframes were left in stock for spares, and further production was halted in mid 1941, since the engine question could not be solved sufficiently.
The J 19B proved to be a controversial aircraft, not only because of its dubious engine. While it was basically a fast and agile aircraft, the heavy R-2600 engine was rather cumbersome and not suited for a fighter. Handling in the air as well as on the ground was demanding, due to the concentration of weight at the aircraft’s front – several J 19Bs tipped over while landing. As a consequence, the J 19B simply could not live up to its potential and was no real match for modern and more agile fighters like the Bf 109 or the Spitfire – but the Swedish equipment shortages kept the machines in service throughout WWII, even though primarily in a ground attack role and fulfilling other secondary line duties.
Towards the end of WWII, the J 19’s intended role was eventually filled by the indigenous FFVS J 22 fighter – ironically, it was outfitted with a license-built P&W Twin Wasp. By that time, about forty J 19 airframes were more or less complete, just lacking a proper engine. Mounting the now available Twin Wasp to these had seriously been considered, but the aircraft’s performance would not suffice anymore. Consequently, a thorough modification program for the J 19 was started in late 1944, leading to the post-WWII J 19D.
The J 19D was another stopgap program, though, and the economical attempt to bring the fighter’s performance on par with contemporary fighters like the American P-47 or the P-51; both of these types had been tested and considered for procurement, and the P-51 was eventually ordered in early 1945 from US surplus stock as the J 26, even though deliveries were postponed until 1946. The J 19D was to bridge the time until the J 26 was fully introduced, and would later serve in the attack role.
Since the J 19 airframe could not take a large and powerful radial engine like the R-2800, Saab made a radical move and decided to integrate an inline engine – despite the need for some fundamental changes to the airframe. The choice fell on the Packard V-1650, the same engine that also powered the J 26 fighters, so that procurement, maintenance and logistics could be streamlined.
Integration of the very different engine necessitated a complete re-design of the engine attachment architecture, a new, streamlined cowling and the addition of a relatively large radiator bath under the fuselage. A new four blade propeller was introduced and enlarged, all-metal stabilizers were integrated, too, in order to compensate the changed aerodynamics induced by the new radiator arrangement (which made the aircraft pitch down in level flight). A new bubble canopy with minimal framing was introduced, too, offering a much better all-round field of view for the pilot.
Even though the inline engine had a lower nominal output than the J 19B’s heavy R-2600, performance of the J 19D improved appreciably and it became, thanks to improved aerodynamics, a better overall weight distribution, more agile – finally living up to its original design plans, even though its performance was still not outstanding.
Armament was upgraded, too: the inner pair of wing-mounted 13.2mm machine guns was replaced by 20mm Bofors cannons (license-built Hispano-Suiza HS.404), considerably improving weapon range and firepower. Under the outer wings, hardpoints could take a pair of 250 kg bombs, 300 l drop tanks or up to eight 50 kg bombs and/or unguided missiles.
After WWII, the J 19B survivors were kept in service and soldiered on until 1948, when all remaining aircraft were scrapped. Wright was also paid the overdue license fees for the originally unlicensed engines. The J 19D served together with the J 22 and J 26 fighters until 1950, when all of these piston engine fighters were gradually replaced by de Havilland Vampires (J 28) and the indigenous J 29 Tunnan, which rapidly brought the Swedish Air Force into the jet age. The last four J 19Ds, used as liaison aircraft at F 8 at Barkarby, were retired in 1954.
Saab J 19A General characteristics
Crew: One
Length: 9.68 m (31 ft 8 1/2 in)
Wingspan: 12.0 m (39 ft 4 in)
Height: 3.05 m (10 ft 0 in)
Wing area: 22.44 m² (241.5 ft²)
Empty weight: 1,630 kg (3,590 lb)
Loaded weight: 2,390 kg (5,264 lb)
Aspect ratio: 6.4
Powerplant:
1× Packard V-1650-7 liquid-cooled V-12, with a 2 stage intercooled supercharger,
rated at 1,490 hp (1,111 kW) at 3,000 rpm
Performance
Maximum speed: 640 km/h (397 mph) at 4.550 m (14.930 ft)
Cruise speed: 380 km/h (236 mph)
Landing speed: 140 km/h (90 mph)
Range: 1.500 km (930 mi; 810 nmi)
Service ceiling: 11.800 m (38.650 ft)
Rate of climb: 15.9 m/s (3,125 ft/min)
Armament:
2× 20 mm Bofors (Hispano-Suiza HS.404) cannons with 120 RPG
2× 13.2 mm (0.53 in) M/39A (Browning M2) machine guns with 500 RPG
Underwing hardpoints for an ordnance of 500 kg (1.100 lb), including a pair of 300 l drop tanks,
two 250 kg (550 lb) bombs, eight 50 kg (110 lb) bombs or eight unguided missiles.
The kit and its assembly
This is actually the second J 19 I have converted from a Hobby Boss A6M – and this build addresses two questions that probably nobody ever asked:
● What would a Mitsubishi Zero with an inline engine look like?
● Could the fictional Swedish aircraft have survived WWII, and in which form?
The Saab J 19 never saw the hardware stage, but it was a real life project that was eventually killed through the outbreak of WWII and the lack of engines mentioned in the background above. Anyway, it was/is called the “Swedish Zero” because it resembled the Japanese fighter VERY much – wing shape, fuselage, tail section, even the cockpit glazing!
This build/conversion was very similar to my first one, which ended up as a J 19B with an R-2600 engine from a Matchbox B-25 Mitchell bomber. However, due to the later time frame and different donor parts at hand things took a different route – this time, the key idea was the modernization/update of a rather outdated airframe, and the old J 19B model was the benchmark.
Again, much of the literally massive(!) Hobby Boss Zero was taken OOB, but changes this time included:
● The nose/cowling from a Matchbox P-51D
● A modified ventral radiator bath from a HUMA Me 309
● New horizontal stabilizers from a Griffon Spitfire
● A new propeller (Pavla resin parts for a post WWII P-51D/K with uncuffed blades)
● OOB main landing gear was inverted, so that the wheel discs face inwards
● New main wheels from an AZ Models Spitfire, IIRC
● New retractable tail wheel, from a Bf 109 G; the arrestor hook opening was closed
● A vacu canopy for a late mark Hawker Typhoon, plus some interior details behind the seat
In order to adapt the Mustang’s nose to the slender and circular A6M fuselage, a wedge plug was inserted between the fuselage halves from the Matchbox kit and a styrene tube added inside as a propeller mount. The latter, a resin piece, received a long metal axis and can spin freely.
For the new bubble canopy the cockpit opening and the basic interior was retained, but the dorsal section around the cockpit re-sculpted with putty. Took some time, but worked well and everything blends surprisingly well into each other – even though the aircraft, with its new engine, somehow reminds me of a Hawker Hurricane now? From certain angles the whole thing also has a P-39 touch? Weird!
Painting and markings
Again the dire question: how to paint this one? Once more I did not want to use a typical olive green/light blue Swedish livery, even though it would have been the most plausible option. I eventually settled for a pure natural metal finish, inspired by the post-WWII J 26/Mustangs in Swedish service, which furthermore carried only minimal tactical markings: roundels in six positions, the Flygflottilj number on the fuselage and a colored letter code on the tail, plus a spinner in the same color. Very simple and plain, but with more and more Swedish whiffs piling up, I am looking for as much camouflage/livery diversity as possible, and an NMF machine was still missing. :D
All interior surfaces were painted in RLM 02, and for the NMF I used my personal “recipe” with a basis of Revell 99 (Aluminum, acrylics) plus a black ink wash, followed by panel post-shading with Humbrol “Polished Aluminum” Metallizer (27002), rubbing/polishing with a soft cotton cloth and finally and a light rubbing treatment with grinded graphite for weathering effects and a worn, metallic shine of the surfaces.
Around the exhaust stubs, slightly darker panels were painted with Revell Acyrlics 91 (Iron) and ModelMaster Magnesium Metallizer. A black anti glare panel was added in front of the cockpit (P-51 style). The green propeller boss was painted with a mix of Humbrol 3 and 131 – emulating the color of the green code letter on the fin as good as possible.
The decals were puzzled together; the bright roundels belong to a Swedish Fiat CR.42, from a Sky Models sheet. The “8” on the fuselage comes from an early WWII Swedish Gloster Gladiator code (SBS Models), while the green “E” is an RAF code letter from a Heller Supermarine Spitfire Mk. XVI – actually a total print color disaster, since this deep green is supposed to be Sky!? For better contrast on the Aluminum the letter was placed on a white background, created from single decal strips (generic material from TL Modellbau).
After some soot stains around the exhaust stubs and the fuselage flanks with more graphite, as well as around the gun muzzles, the kit was sealed with a 4:1 mix of gloss and matt acrylic varnish, only the anti glare panel and the propeller blades became 100% matt. Some more matt varnish was also dabbed over the soot stains.
So, another J 19, and the “Zero with an inline engine” looks pretty strange – not as streamlined as other late WWII designs like the P-51 or Griffon-powered Spitfires, yet with a modern touch. The NMF livery looks a bit boring, but the unusual green code (used by liason J 26s from F 8 and some rare 4th or 5th divisions) is a nice contrast to the bright and large Swedish roundels, underlining the pretty elegant lines of the converted Zero!
Lançado exclusivamente para o PSP em 2011, White Knight Chronicles: Origins se passa 10.000 anos antes dos acontecimentos do primeiro jogo da franquia, lançado por sua vez em 2008 para Playstation 3.
I'm pretty sure those little hand mirrors started it all......
Model: Jessica Manuel
HMUA: Jessica Manuel
Outfit: Connie Chung & Jessica Manuel
Location: Union Station Depot
KARR (Knight Automated Roving Robot) is the name of a fictional, automated, prototype vehicle featured as a major antagonist in two episodes of the television series Knight Rider and was part of a multi-episode story arc in the 2008 revived series.
Origin and background
KARR is the prototype version of KITT, originally designed by Wilton Knight and built by his company Knight Industries. Upon completion of the vehicle, KARR's CPU was installed and activated. However, a programming error made the computer unstable and potentially dangerous. The project was put on hold and KARR was placed in storage until a solution could be found.
Unlike KITT, whose primary directive is to protect human life, KARR was programmed for self-preservation, making him a ruthless and unpredictable threat. He does not appear as streetwise as KITT, being very naive and inexperienced and having a childlike perception of the world. This has occasionally allowed people to take advantage of his remarkable capabilities for their own gain; however, due to his ruthless nature he sometimes uses people's weaknesses and greed as a way to manipulate them for his own goals. Despite this, he does ultimately consider himself superior (always referring to KITT as "the inferior production line model") as well as unstoppable, and due to his programming the villains don't usually get very far. KARR demonstrates a complete lack of respect or loyalty - on one occasion ejecting his passenger to reduce weight and increase his chances of escape.
KARR first appeared in the Season One episode "Trust Doesn't Rust" aired on NBC on November 19, 1982, where he seemingly met his demise at the end. However, he was so popular with viewers that he was brought back again in the Season Three episode "K.I.T.T. vs. K.A.R.R.", aired on NBC on November 4, 1984 (marking him as one of the very few villains in the original series to make a return appearance).
Appearances in the original series
"Trust Doesn't Rust" - Season 1, Episode 9
Once KITT was constructed, it was presumed that his prototype KARR had been deactivated and dismantled. However, the latter did not occur and KARR was placed in storage and forgotten following the death of Wilton Knight. When two thieves, Tony (Michael MacRae) and The Rev (William Sanderson), break into the warehouse where KARR is "sleeping", they unwittingly reactivate him, and he escapes.
When the two thieves realize how useful the vehicle could be, they use KARR to go on a crime spree, whilst Michael and KITT frantically try to catch up with KARR and stop him before anyone is seriously hurt. Bonnie devises a high-powered laser, the only known way to stop KARR, which must be fired from KITT directly into KARR's scanner. However, when KARR needs maintenance, Tony kidnaps Bonnie before the laser can fully be calibrated. Although Michael rescues Bonnie, she is unable to get a clear shot at KARR with the laser and he escapes.
KARR's only weakness is his primary directive of self-preservation and Michael uses this to his advantage. When KARR threatens to destroy KITT in a head-on collision, Michael plays chicken with him, on a hunch that KARR will veer out of KITT's path in order to protect himself. KARR indeed swerves out of the way, but unable to stop in time, he drives off a cliff and seemingly explodes in the ocean (using footage of the climactic scene from the 1977 film The Car, footage that was also used for KITT on a couple of other occasions). KARR was voiced by well known Canadian voice actor, Peter Cullen.
Trust Doesn't Rust was also printed in book form, written by Roger Hill and Glen A. Larson, following the story and general script of the original television episode, expanding some areas of the plot and adding several extra secondary characters.
"K.I.T.T. vs. K.A.R.R." - Season 3, Episode 6
KARR was only believed to have been destroyed. He was damaged and ended up buried in the sand on the beach below the cliffs. When the tide had gone out, a young couple, John and Mandy, stumble upon the partially buried car, dig him out, and reactivate him. This time, KARR is furious and has only one clear motive: revenge against Michael and KITT.
KARR is still damaged after the last encounter with KITT and forces John to serve as his driver, and also to carry out some cosmetic modifications to his paintwork. In a ravine, KARR challenges Michael and KITT to a final showdown. After releasing the young couple, KARR fires a stolen laser and damages KITT. However, Michael and KITT destroy KARR's laser by reflecting the beam back to the emitter. Damaged, KARR prepares for another attack. KITT and KARR both turbo boost and collide in mid-air. KARR is blown to pieces, but Michael and KITT survive the impact. At the end of the episode, however, KARR's motherboard — i.e. KARR himself — can be seen lying undamaged on the ground amongst the wreckage, its LED's still blinking - suggesting to the viewer that KARR is still "alive."
Production changes[edit]
Originally, KARR appeared identical to KITT, with a red light scan bar, and the only physical difference was a greenish-yellow LED voice modulator on his dash (for the first half of the first season, KITT's voice modulator is a red square that blinks on and off as he talks; KARR's voice modulator is the prototype to the one seen on KITT from the mid first season onwards, after it was received well by viewers). When KARR returns in "K.I.T.T. vs. K.A.R.R.", KARR's scan bar is now amber.
KARR later gets a two-tone paint job incorporating a silver lower body into his familiar all-black finish. KARR's scanner originally made a low droning noise, but in the comeback episode it sounds similar to KITT's but with a slight reverb audio effect added to it. The sound of KARR's engine, originally sounding rough and "fierce", here sounds similar to KITT's, again effected by a reverb. In "Trust Doesn't Rust," KARR had no license plates. In KARR's second appearance, he had a California license plate that read "KARR". Despite various other changes, KARR's dashboard remains correct with continuity - he still has the earlier version of the dash as previously seen on KITT, whereas by the time of 'KITT Vs KARR', Bonnie had updated KITT's dash and various functions at the start of the third season.
KARR's personality is also somewhat different in the comeback episode. His childlike perceptions are diminished into a more devious personality, completely cold and bent on revenge. His self-preservation directive is no longer in play when KARR is close to exploding after receiving severe damage; he willingly turbo-jumps into a mid-air collision with KITT hoping that his own destruction would also spell his counterpart's. Even KARR's modus operandi is different; serviceful enough in the first episode, he aims to actually make use of other persons, anyone, to serve his own needs. One explanation of this change could be as a result of the damage he received after falling over the cliff at the end of "Trust Doesn't Rust", which further malfunctioned his programming. Indeed, KITT himself is seen to malfunction and suffer change of personality as a result of damage in several other episodes.
In "Trust Doesn't Rust" and the 2008 series, the voice of KARR was provided by voice actor Peter Cullen, better known as the voice of Optimus Prime in the Transformers cartoon series, and whom had a previous working relationship with series creator Glen A. Larson after voicing several Cylon characters in the original Battlestar Galactica. In "K.I.T.T. vs K.A.R.R.", KARR was voiced by Paul Frees, best known as the voice of Boris Badenov in the popular series The Rocky and Bullwinkle Show and as the voice of Ludwig Von Drake in the popular anthology series, Walt Disney's Wonderful World of Color. As with William Daniels, the voice of KITT, who was never credited on-screen, Frees was uncredited on-screen for his role, leading Cullen to sometimes be mistakenly credited as providing KARR's voice in "K.I.T.T. vs K.A.R.R." Peter Cullen reprised his role as the voice of KARR in the 2009 Knight Rider episode, "Knight to King's Pawn."
[Text from Wikipedia]
en.wikipedia.org/wiki/KARR_%28Knight_Rider%29
As corny as Knight Rider seems now, this show well and truley captured the imagination of my 11-year old self. Many of the 'futuristic' technologies incorporated into K.I.T.T. are now becoming commonplace.
This miniland-scale Lego Pontiac 1982 Firebird Trans Am 'K.A.R.R.' (Knight Rider TV Series - 1984) has been created for Flickr LUGNuts' 91st Build Challenge, - "Anger Management", - all about cars with some link to being angry.
The company had its origins in the Tradeston area of Glasgow before moving to Govan Old Shipyard in 1858. It moved to the site at the former Fairfield Farm in 1868, and changed its name in 1886 from Randolph, Elder & Co. to Fairfield Shipbuilding & Engineering Co. to reflect its location. It became the largest and most successful of all the Clyde shipyards, before the decline of shipbuilding in the 1960s led to its absorption into Upper Clyde Shipbuilders.
The instability of the shipbuilding industry at this time led to a number of further transformations before the yard was transferred from Kvaerner Govan to BAE Systems in 1999. Although the crane was a grade-A listed structure, the company was given permission to dismantle it as it was seen as a barrier to development. It was taken down in 2007 to allow for the construction of new infrastructure to help the yard keep up with modern shipbuilding improvements and techniques, aiding the construction of modules for the Queen Elizabeth Class aircraft carriers.
2720x1530 cropped to a 2:1 ratio / SweetFX / Cielos CT for the Camera Tweaks / Content Aware to remove the Hud
cross section: lateral root origin
magnification: 400x
Berkshire Community College Bioscience Image Library
In angiosperms and gymnosperms lateral roots usually form when a few mature cells of the root pericycle become meristematic. The primordial cell mass matures into a growing tip that grows through the cortex, ultimately piercing the epidermis
Technical Questions:bioimagesoer@gmail.com
Origin: Singapore Changi
Flight: QF38
Time: 7 hours approx.
The airport was pretty busy this morning, the plane was sitting there for over 20 minutes waiting to go into the gate area.
Peças simples, sóbrias, fluídas e essencialmente confortáveis, mas sem abrir mão de tecidos refinados, qualidade no acabamento e construção sofisticada. Um visual totalmente casual chique. Campanhas sexys, originais e polêmicas onde modelos mostram seus corpos em poses sensuais e provocativas. A marca CALVIN KLEIN se transformou em sinônimo de chique, casual, sensual e provocante, conquistando um lugar de destaque no panteão do universo fashion.
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A história
O estilista Calvin Richard Klein nasceu no dia 19 de novembro de 1942 no tradicional bairro do Bronx em Nova York e desde criança sempre foi apaixonado por moda, acompanhando sua mãe nas compras de roupas. Ainda menino, aprendeu sozinho a desenhar e a costurar. Seu autodidatismo lhe rendeu bolsas de estudo na New York High School of Art and Design (escola secundária especializada em arte) e no Fashion Institute of Technology, conhecido como FIT, uma das maiores instituições de ensino superior de moda dos Estados Unidos, na qual se formou em 1962. Depois de trabalhar como aprendiz em uma loja de casacos, ele e seu amigo de infância, Barry Schwartz, com apenas US$ 10 mil de capital, lançaram sua primeira coleção masculina e feminina de paletós, casacos e capas em 1968. Surgia assim a marca CALVIN KLEIN na cidade de Nova York. Inicialmente a nova grife vendia suas criações em pequenas quantidades para lojas de departamento.
A combinação do talento de designer de Klein e a grande percepção administrativa para os negócios de Schwartz, logo chamaram a atenção do mundo glamoroso da moda. O primeiro grande sucesso surgiu quase imediatamente, ao chamar a atenção do presidente da loja de departamento Bonwit Teller, que impressionado com o estilo minimalista do jovem designer, proporcionou-lhe uma enorme encomenda no valor de US$ 50.000, uma quantia bastante significativa para a época, principalmente se considerar que Calvin Klein ainda era um ilustre desconhecido. Isto ocorreu quando o executivo viu o jovem estilista empurrando uma arara de roupas pelo corredor e, fascinado, fechou o negócio.
O estilista, que seria apelidado de “O Conquistador” pelo jornal Women’s Wear Daily e considerado uma das 25 personalidades mais influentes na América pela revista Time, começava a conquistar a todos com seu estilo sportwear minimalista. O maior reconhecimento viria em 1973, quando o estilista entrou para a história do mundo da moda ao receber o prestigiado prêmio Coty Award, o qual viria a receber novamente em 1974 e 1975. Pouco depois, lançava uma coleção de roupas esportivas femininas, seguida de outras coleções voltadas para o mesmo público, como as famosas lingeries. As linhas clássicas e suaves começaram a aparecer em coleções sportswear, com japonas, suéteres de gola rolê e calças estreitas. Em 1977 o sucesso da marca era traduzido em um faturamento superior a US$ 30 milhões. Neste momento a marca iniciou o licenciamento para estampar a CALVIN KLEIN em sapatos, lenços, cintos e até óculos.
No final dessa década o nome CALVIN KLEIN começou a ser reconhecido no mundo todo, especialmente depois do lançamento de sua coleção de calças jeans por preços acessíveis, estrelada por uma campanha comercial em que a jovem e bela Brooks Shields era a personagem. Em apenas uma semana o sucesso era evidente: 200.000 pares de calças comercializadas. Calvin foi o primeiro estilista a colocar o jeans na passarela, provocando os mais conservadores. Mesmo assim foi seguido pelos demais estilistas da época e o jeans definitivamente conquistou espaço na sociedade. Nesta época, com a sobriedade como sua marca registrada caminhou para uma criação mais sofisticada, utilizando tecidos como a seda, o crepe, linhos e lãs, para criar roupas de linha alongada, de ombros estruturados, sempre respeitando os conceitos de harmonia de proporções.
Na década de 80 a grife resolveu diversificar seus produtos com o lançamento de coleções de roupas íntimas e perfumes que fariam enorme sucesso junto ao público, e seriam responsáveis pelo enorme crescimento do faturamento. Outra tendência internacional dos anos 90 seguida à risca por Calvin Klein foi a criação de uma marca alternativa, a cK CALVIN KLEIN, que representa uma versão jovem, urbana e colorida das linhas de roupas masculinas, femininas e de acessórios da marca. Nesta década marca possuía 6 lojas nos Estados Unidos, e outras espalhadas em vários países como Espanha, Japão, França, Suíça e Cingapura.
Em fevereiro de 2003, seguindo a tendência das grandes casas de moda e dos produtos de luxo internacionais, Calvin Klein vendeu a marca para o grupo norte-americano Philips-Van Heusen (PVH), maior fabricante de camisas e gravatas do mundo, por US$ 438 milhões em dinheiro, além de US$ 30 milhões em ações e participação nas vendas até 2018, mas continuou trabalhando como consultor de criação. Meses depois, contratou o brasileiro Francisco Costa e o italiano Ítalo Zucchelli para desenhar, respectivamente, as coleções femininas e masculinas. Embora pouco conhecido no Brasil e no mundo, o mineiro Francisco Costa, já tinha no currículo passagens pelas maisons Oscar de la Renta e Gucci antes de assumir o desafio. Sua coleção de estréia, em setembro, acumulou elogios da imprensa internacional. Em agosto de 2004, enquanto Costa preparava mais uma elogiada participação na semana de moda de Nova Iorque, Calvin Klein circulava tranqüilamente de bermudão e sandálias Havaianas pela praia de Ipanema, entre uma das muitas vindas recentes ao Brasil, especialmente ao Rio de Janeiro. Recentemente, em 2010, a marca assinou um contrato exclusivo com Lara Stone, uma das modelos número 1 do mundo, fazendo da exuberante moça a nova cara da coleção Calvin Klein, ck Calvin Klein e Calvin Klein Jeans para a temporada de outono.
A linha do tempo
1974
● Criação da Calvin Klein Acessories, divisão responsável por criar e produzir malas, cintos e lenços.
1978
● Lançamento do Calvin (primeiro perfume masculino da marca), além de uma completa linha de cosméticos, especialmente para o cuidado da pele.
1982
● Lançamento da coleção de roupas íntimas. Foi a primeira vez na história da moda que roupas íntimas masculinas foram consideradas itens da alta costura. As cuecas CALVIN KLEIN tinham desenho único, levando o nome da grife gravado no elástico da cintura. Pela primeira vez, as boas e velhas cuecas, até então apenas funcionais e confeccionadas sem a menor preocupação estética, foram elevadas ao posto de objetos de desejo tanto pelo design quanto pela provocação das campanhas publicitárias.
1985
● Lançamento do perfume Obssession, com uma polêmica campanha publicitária carregada de conteúdo homossexual, sob o comando do fotógrafo Bruce Weber. Vários jornais americanos se recusaram a publicar o anúncio, mesmo assim o perfume, que custava US$ 170, se transformaria num estrondoso sucesso. A campanha custou impressionantes US$ 17 milhões.
1988
● Lançamento do perfume feminino Eternity com suas essências florais. Alinha também contava com uma linha de creme para o corpo com a mesma essência do perfume. A versão masculina seria lançada no ano seguinte.
1989
● Inauguração da primeira loja, localizada no subúrbio de Dallas, que vendia a linha tradicional, esportiva, roupas íntimas, acessórios, calçados, cosméticos e perfumes.
1991
● Lançamento da linha de óculos, valorizando o conforto com design simples, sutilmente sexy e moderno.
● Lançamento do perfume feminino Escape.
1995
● Lançamento, sob licença, de uma coleção para casa composta toalhas de banho, toalhas de mesa, entre outros itens.
1993
● Primeira grife de alta costura a lançar um perfume unissex com a introdução do CK Oneseguido da campanha publicitária “Be Good. Be Bad. Just Be”.
● Lançamento do perfume Escape na versão masculina.
1998
● Lançamento da coleção de óculos Classic Edition, série de armações de receituário inspirada em design de óculos antigos. Basicamente de metal, linhas arredondadas e no estilo flutuante, tinha um delicado trabalho na ponte tal qual peças do passado.
2004
● Lançamento do perfume CK One Summer.
2005
● Lançamento dos perfumes Obsession Night e Euphoria.
2007
● Lançamento do perfume CK IN2U. A embalagem do perfume era feita de plástico com vidro, imitando um iPod.
● Lançamento da CALVIN KLEIN GOLF, uma completa linha de roupas e acessórios para golfe.
2008
● Lançamento do perfume masculino Euphoria Intense.
● Lançamento da CALVIN KLEIN BEAUTY, primeira linha de maquiagem da marca. Uma das novidades é que cada item vinha enriquecido com cosméticos exclusivos que traziam os mais modernos conceitos de cores e texturas. Eram mais de 200 opções, tudo com um design inovador e cores ousadas.
2009
● Lançamento do perfume masculino cK Free.
2010
● Lançamento do perfume feminino Beauty.
● Lançamento da CALVIN KLEIN X ELEMENTS, nova coleção que traz cuecas nos modelos slip, boxer e samba-canção, em cores que representam os quatro elementos da natureza: ar, terra, fogo e água. Os modelos que participaram do lançamento da nova linha são: os atores Kellan Lutz (terra) e Mehcad Brooks (fogo), o jogador de futebol Hidetoshi Nakata (ar) e o tenista Fernando Verdasco (água).
Le tradizioni della Settimana Santa a Caltanissetta costituiscono un patrimonio di storia, di religiosità, di tradizioni popolari e di arte, che è necessario conoscere e tutelare. Per comprenderne il senso e penetrarne lo spirito è essenziale riscoprire le origini e le trasformazioni storiche di tutta una serie di azioni corali che non sono rievocazioni storiche o cortei in costume, ma che coinvolgono veramente tutta la città, come la processione della Real Maestranza, che si svolge il Mercoledì Santo e che ha un forte richiamo turistico.
Le origini di questa manifestazione affondano nel Rinascimento: a metà del Cinquecento, infatti, per timore di una imminente invasione turca, il viceré Vega aveva istituito le milizie urbane su tutto il territorio siciliano. Così, nel 1554, si costituì a Caltanissetta un piccolo esercito di un centinaio di persone appartenenti al ceto degli artigiani che doveva provvedere da sé alla propria armatura, formando la cosiddetta milizia di pedi, la fanteria. Così si formò la maestranza nissena, sellai, conciatori, ferraioli e quartarari , divisi in piccheri e arcabugeri, a seconda se erano armati di picche o di archibugi, che continuavano a vivere nella propria casa e ad attendere tranquillamente al proprio mestiere, ma che, ad un particolare suono della campana, dovevano prendere le armi e correre all'adunata.
Il capo di questo piccolo esercito vi era un capitano d'armi, assistito dai suoi sottufficiali, chiamati trombetta e tamburo. I turchi però non giunsero mai a Caltanissetta e il piccolo esercito nisseno a poco a poco si trasformò: perse il significato difensivo per cui era stato creato e divenne un picchetto d'onore, invitato a schierarsi ogni qual volta vi era qualche occasione ufficiale e principalmente per la festa del patrono, San Michele, e per le solenni Quarantore.
In questa seconda ricorrenza, dalla sera del lunedì precedente la Pasqua sino al mercoledì mattina, per quaranta ore consecutive, l'Ostia Consacrata rimaneva esposta alla venerazione dei fedeli nella Chiesa Madre. Poi a mezzogiorno il parroco usciva sul sagrato con l'Ostensorio, benediceva la cittadinanza assiepata sulla piazza principale e riponeva il Santissimo nel Tabernacolo. In quella occasione la milizia urbana, la Maestranza appunto, schierata davanti al portone della chiesa, rendeva l'onore delle armi e sparava a salve con gli archibugi. Con il passare degli anni, vennero eletti come capitani non più i nobili, ma i maestri d'arte più noti e saggi che avevano responsabilità e privilegi per la durata del loro mandato. Nel 1806 il re Ferdinando di Borbone, in visita a Caltanissetta, diede alla Maestranza il titolo di Reale, per rendere omaggio alla maestosità della sfilata.
La tradizione cinque-seicentesca si è consolidata e rafforzata nel tempo e la processione del Mercoledì Santo ne conserva ancora il senso. Un esercito di artigiani, (solo uomini naturalmente, perché le donne, anche se artigiane, non potevano far parte dell'esercito) vestiti rigorosamente di nero, schierati sotto le proprie insegne, guidati dal capitano in feluca e marsina e dallo scudiero, dall'alabardiere, e dai consoli delle dieci categorie artigiane, lentamente si avviano verso la Cattedrale con le bandiere abbrunate. Il capitano della Maestranza, eletto ogni anno dai componenti di una delle dieci categorie, indossa calze e guanti neri, porta un crocifisso velato in segno di penitenza. Quando il corteo giunge in Cattedrale vengono tolti i segni di lutto e la Maestranza esce con le bandiere al vento insieme al Vescovo che porta l'Eucaristia in processione solenne.
È la sintesi della Settimana Santa che la cristianità è chiamata a vivere: dalla Morte alla Resurrezione; dal lutto alla gioia; dalla Passione alla Gloria.
Rosanna Zaffuto Rovello
La sua organizzazione.
e categorie di artigiani presenti nella Maestranza erano originariamente quattro; successivamente passarono a sei; oggi sono dieci. In ordine di uscita, le categorie che hanno sfilato nella processione del 2010 con il Capitano Maestro Angelo Amico sono le seguenti:
Panificatori, santo protettore San Michele.
Stagnini e Idraulici, santo protettore Sant'Eligio.
Barbieri, santi protettori Cosma e Damiano.
Pittori e Decoratori, santo protettore San Luca.
Muratori, santo protettore San Vincenzo Ferreri.
Marmisti, santo protettore San Pietro.
Falegnami ed Ebanisti, santo protettore San Giuseppe.
Carpentieri e Ferraioli, con la protezione della Madonna di Loreto.
Calzolai, Pellittieri e Tappezzieri, santi protettori Crispino e Crispiniano.
Fabbri Ferrai, santo protettore Sant'Adriano di Nicomedia.
Il Capitano.
gnuna di queste categorie, a turno, propone ogni anno il Capitano della Real Maestranza, la figura simbolo dell'intera Settimana Santa nissena, destinato a diventare Cavaliere della Repubblica.
gli ha il privilegio di cingere la fascia tricolore con l'emblema della Repubblica italiana; dal 1982 riceve dal Sindaco di Caltanissetta le chiavi della città e continua a cingere la spada e a portare un Crocifisso velato durante la processione del Mercoledì Santo. Fino al 1822, egli aveva il privilegio, durante la Settimana Santa, di liberare un condannato a pena lieve, un esercizio di perdono che potrebbe essere recuperato, come è successo a Malaga (Spagna).
al 2000 tutte le componenti della Real Maestranza si sono riunite dando vita all' "Associazione Real Maestranza" il cui presidente attuale è Gaetano Villanucci.
Organigramma Ass. Real Maestranza
ESECUTIVO
Presidente attuale (Console Maggiore): Gaetano Villanucci
Vice-Presidenti: Maurizio Arcadipane e Calogero Castelli
Segretario: Agesilao Fiocco
Tesoriere: Sebastiano Garzia
Ass. Spirituale: Padre Michele Quattrocchi
DIRETTIVO
Ass. Pittori Decoratori
Gaetano Villanucci
Roberto Di Dio
Emanuele Bruccoleri
Ass. Fallegnami Ebanisti
Calogero Castelli
Roberto Nicosia
Massimiliano Bella
Ass. Idraulici Lattonieri
Maurizio Arcadipane
Angelo Palermo
Antonio Maiorana
Ass. Marmisti
Agesilao Fiocco
Luigi Falzone
Umberto Salerno
Ass. Muratori
Sebastiano Garzia
Michele Di Natale
Giuseppe Truscelli
Ass. Barbieri
Salvatore Diminuco
Attilio Papa
Gioacchino Ricotta
Ass. Panificatori
Salvatore Guagenti
Pietro Gallo
Franco Gagliano
Ass. Carpentieri Ferraioli
Giuseppe Tumminelli
Biagio Lacagnina
Salvatore Ciotta
Ass. Calzolai Tapezieri Pellettieri
Angelo Mossuto
Peregrino Francesco
Peregrino Massimo
Ass. Fabbri
Giuseppe Giordano
Angelo Mammana
Giuseppe Dell'Utri
Cerimonieri
Gran Cerimoniere: Gerlando Taibi
Maestro Cerimoniere: Gioacchino Ricotta
Cerimoniere Ecclesiastico: Carmelo Martorana
Resp. di Corteo: Salvatore Ciotta
Resp. di Corteo: Giovanni Lo Dico
Aiutante di Corteo : Salvatore Tumminelli
Aiutante di Corteo: Giuseppe Fiocco
Comitato Culturale
Professoressa Rossana Zaffuto (Storica)
Dottoressa Rosalba Panvini (Sovrint. B.C.A.)
Professore Antonio Vitellaro (Preside)
Avvocato Giuseppe Michele Tripisciano (Nipote dell'Artista nisseno Michele Tripisciano)
Maestro Franco Spena (Critico d'Arte)
Professore Sergio Mangiavillano (Professore)
Maestro Angelo Li Calzi (Maestro di Musica)
Architetto Walter Lo Cascio (Fotografo)
Montepulciano è un comune di 14.522 abitanti della provincia di Siena, posto a 605 metri sul livello del mare, a cavallo tra la Valdichiana e la Val d'Orcia.
Di antica e lunga storia, Montepulciano ha origini dal popolo degli Etruschi a partire dal IV secolo a.C.
Ha notorietà anche per la ricchezza di ottimi vigneti da dove si ricava il vino Nobile di Montepulciano DOCG.
Montepulciano è un composto di Monte e Policiano, Polciano o Pulciano, dall'etrusco purth che significa condottiero, dittatore, magistrato. Da questo termine deriva anche il nome Porsenna. Da purth a purz, poi secondo il Pauli, purzna, pulitina e pulitiana. Dal nome latino di persona Publicius con l'aggiunta del suffisso -anus che indica appartenenza non puà derivare politiana, perché da publicius non viene pullicianus, pubblicianus.
Montepulciano deriva da Purth (si pronuncia Purz) dal termine etrusco che significa: comandante, dittatore, generale, condottiero. Da questo termine deriva anche il nome Porsenna, che non era il vero nome del famoso lucumone di Chiusi, ma lo divenne per antonomasia. Da Purth dunque purthna (il luogo di Porsenna), e da purthna pulthna, pulitina, pulitiana.
Il centro abitato ha caratteristiche di borgo medievale a forma di S ed è racchiuso entro tre cerchia di mura, costruite tutte verso il XIV secolo.
Di origine etrusca e fondata, secondo la leggenda da Porsenna, Lucumone di Chiusi; alcuni documenti e reperti rinvenuti in Fortezza, ne fanno risalire l'esistenza già al IV-III secolo a.C. In epoca romana fu sede di un esercito posto a difesa delle strade consolari. Fu evangelizzata da San Donato, vescovo di Arezzo nel IV secolo.
Nel luogo dell'attuale Chiesa della Madonna di San Biagio, esisteva la Sancta Mater Ecclesia in Castello Pulliciano, così in un documento del 715 in epoca longobarda conobbe il suo primo sviluppo; infatti in alcuni atti notarili dell'Archivio dell'Abbazia del SS. Salvatore sull'Amiata, si trovano documenti tra i quali uno dell'806 ed i testimoni, tutti di Montepulciano, erano preti, chierici, un medico e un orafo, segno di un elevato livello civile e culturale.
Nel XII secolo, la Repubblica di Siena volendo sottomettere Montepulciano, libera e ricca, dette inizio ad una serie di guerre, che i Poliziani affrontarono con l'aiuto di Perugia e di Orvieto, ma più assiduamente e con esiti alterni, con l'appoggio di Firenze.
All'inizio del XIII secolo la vitalità della città, promossa dall'intrapendenza della borghesia mercantile, manifatturiera e agricola, prese ad attirare le mire di Firenze e Siena.
Il Trecento fu segnato da forti contese per il potere tra le famiglie maggiori; una relativa stabilità si ebbe sotto la Famiglia Del Pecora che, divisi al loro interno nell'appoggiare Firenze, Siena o Perugia, divennero Signori di Valiano e tiranni di Montepulciano.
Nel 1390 Montepulciano si alleò stabilmente con Firenze, cui premeva disporre di un caposaldo strategico a sud di Siena.
Dagli inizi del Quattrocento a metà del Cinquecento, Montepulciano ebbe il proprio periodo aureo, scandito da stabilità politica, prestigio culturale, fioritura artistica.
Il XV secolo fu l'epoca dell'umanista Bartolomeo Aragazzi, segretario apostolico di Papa Martino V e del grandissimo poeta Angelo Poliziano. Un'eccezionale fervore edilizio contrassegnò il XVI secolo: architetti quali Antonio da Sangallo il Vecchio, Jacopo Barozzi detto Vignola, Baldassarre Peruzzi, Ippolito Scalza eressero sontuose dimore patrizie, splendide chiese e diversi punti del centro urbano furono abbelliti.
In questo periodo visse il cardinale Marcello Cervini, che sedette sul soglio pontificio per soli 28 giorni con il nome di Marcello II.
Nel 1511, i Poliziani, conclusa la definitiva pace con i Fiorentini, incisero sulla porta e sull'architrave della sala del consiglio la seguente iscrizione: Recuperatio Libertatis, A.D. 1511.
Dal 1559, con la sottomissione di Siena al principato mediceo, Montepulciano perse parte della rilevanza strategica e politica passata, ma mantenne il prestigio. Si stabilirono a Montepulciano storiche famiglie poliziane dei Nobili, Tarugi, Contucci, Bellarmino, Ricci, Cervini, Benci, Cini, Cocconi e numerose altre, che dettero grandi uomini alla Chiesa, alle lettere, alle arti e alle armi: un sommo pontefice, numerosi Cardinali, molte decine di Vescovi, Prelati insigni in grande numero, ed una grande quantità di uomini che furono eccellenti in molte discipline. Uno dei suoi figli più affezionati, il cardinale Giovanni Ricci, nel 1561, ottenne da Papa Pio IV, con il consenso del Granduca, che Montepulciano fosse decorata della sede episcopale e del titolo della città. Montepulciano ottenne così l'elevazione a sede episcopale e si eseguì la successiva demolizione dell'antica pieve per costruire l'imponente cattedrale (1594) su progetto di Ippolito Scalza e secondo i principi della Controriforma, della quale uno dei padri emeriti fu il poliziano cardinale Roberto Bellarmino.
Alla morte del cardinale Giovanni Ricci, il Granduca Ferdinando lasciò i Capitanati di Montepulciano e Pietrasanta al libero governo della Granduchessa Cristina di Lorena che vi rimasero fino alla sua morte, avvenuta nel 1636. La Granduchessa dette molto impulso alla costruzione della nuova Cattedrale, dove il Vescovo Antonio Cervini, nel 1680 celebrò per primo il Pontificale e fu consacrata nel 1712 dal Vescovo Francesco Maria Arrighi, che nel 1714 consacrò la Chiesa del Gesù.
Nel 1700 il vescovo Cervini consacrò anche la Chiesa di Sant'Agnese e nel 1714 il vescovo Angelo Maria Vantini consacrò la Chiesa di Santa Maria delle Grazie.
Nel XVIII secolo fiorì l'Accademia degli Intrigati, che, insieme all'attività letteraria, edificò nel 1793 un teatro, negli stanzoni del quattrocentesco Monte di Pietà, come aveva già fatto in precedenza in Via Collazzi ed in Palazzo Comunale.
La lunga stagione lorense segnò per Montepulciano l'inizio di una diffusa ripresa economica e sociale. La bonifica della Valdichiana favorì la ricolonizzazione agricola del fertile fondovalle; la conseguente riorganizzazione del sistema viario facilitò i contatti commerciali. Con l'Unità d'Italia, Montepulciano s'impose come principale mercato agricolo dell'area, mentre le attività imprenditoriali slittarono verso il fondovalle, attratte dalla ferrovia (presente fin dal 1884) e dalla maggior facilità di collegamento con l'emergente nodo ferroviario di Chiusi.
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Montepulciano é uma comuna italiana da região da Toscana, província de Siena, com cerca de 13.870 habitantes. Estende-se por uma área de 165 km2, tendo uma densidade populacional de 84 hab/km2. Faz fronteira com Castiglione del Lago (PG), Chianciano Terme, Chiusi, Cortona (AR), Pienza, Torrita di Siena. Foi nessa região que foram gravadas algumas cenas de Lua Nova,que são exibidas no final do longa,quando Bella viaja para Itália junto com Alice para salvar Edward.
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Montepulciano, a medieval and Renaissance hill town and comune in the province of Siena in southern Tuscany, (Italy). Montepulciano, with an elevation of 605 m, sits on a high limestone ridge. By car it is 13 km E of Pienza; 70 km SE of Siena, 124 km SE of Florence, and 186 km north of Rome.
Montepulciano is a major producer of food and drink. Montepulciano is known world-wide for its fabulous wine. Wine connoisseurs consider its Vino Nobile among Italy's best. However, the Vino Nobile di Montepulciano should not be confused with the varietal wine (Montepulciano grape) of the same name. Montepulciano is also known for its pork, cheese, "pici" pasta (a thick, rough, chewy variant on spaghetti), lentils, and honey.
The name of Montepulciano derives from Latin Mons and Publicianus ("Mount of Publicianus"). According to legend, it was founded by the Etruscan King Porsenna of Chiusi; recent findings prove that a settlement was already in existence in the 4th-3rd centuries BC. In Roman times it was the seat of a garrison guarding the main roads of the area.
After the fall of the Western Roman Empire, it developed as a religious center under the Lombards. In the 12th century it was repeatedly attacked by the Republic of Siena, which the Poliziani faced with the help of the Perugia and Orvieto, and sometimes Florence, communes. The 14th century was characterized by constant struggles between the local noble families, until the Del Pecora family became rulers of the town. From 1390, Montepulciano was a loyal ally (and later possession) of Florence and, until the mid-16th century, lived a period of splendour with architects such as Antonio da Sangallo the Elder, Jacopo Barozzi da Vignola, Baldassarre Peruzzi, Ippolito Scalza and others, building luxurious residences and other edifices here. In 1559, when Siena was conquered by Florence and Montepulciano lost its strategic role, its importance declined.
After the unification of Italy and the drying of the Val di Chiana, the town remained the most important agricultural centre in the area, while the industrial activities moved mostly next to Chiusi, which was nearer to the railroad being built in that period.
Linda Proud's The Botticelli Trilogy centres on the life of Angelo Poliziano. The second volume in particular, Pallas and the Centaur (2004), deals with his boyhood in Montepulciano, and the life of his sister Maria. The novel contains vivid detail of the city and surrounding country and an authoritative account of the murder of Poliziano's father derived from local knowledge.
This is a picture I took in California's Hearst Castle Museum of a comic strip in a newspaper on display.
The comic strip is entitled 'Barney Google' and google is in the exact same font as Google's logo today. Below the logo is the text 'registered U.S Patent office'.
The paper is dated August 14, 1936.
- Nom : Tisserin gendarme.
- Nom local Réunion : Bellier.
- Autre nom : Tisserin Cap-Moor.
- Nom scientifique : Ploceus cucullatus spinolotus.
- Famille : Ploceidae.
- Genre : Ploceus.
- Origine : Afrique du sud, Madagascar et Océanie.
Tisserin gendarme, appelé à la Réunion Bellier est originaire d'Afrique du sud de madagascar et de l'Océanie. A La Réunion il se rencontre sur le littoral à proximité des ravines, il n'est jamais très loin des habitations.
Le bellier est un tisserin granivore qui vit en groupe. Il est de taille moyenne 17 cm environ.
Selon les dires, la première colonie à La Réunion se serait installée dans la propriété d'un certain M. Bellier, d'où son nom local.
Le dimorphisme sexuel est prononcé. Le mâle est à dominance jaune sur la tête, le cou et le dessous. Les joues, le dos et les ailes sont noirs verdâtres. Son oeil est rouge orangé. La femelle possède des couleurs plus discrètes : Le corps est vert-jaune, le bec gris clair.
Chez les tisserins, la couleur de l'iris varie selon l'âge et le sexe. En général, celui des mâles est plus coloré que celui des femelles ou des jeunes. Les yeux, très latéraux, ouvrent à l'oiseau un large champ de vision binoculaire, indispensable à la recherche de nourriture et à la surveillance des alentours. La vie en groupe et la cohésion sociale pallient l'inconvénient d'un angle mort à l'arrière de la tête.
Le tisserin gendarme possède un épais bec conique apte à briser les graines. Il recherche sa nourriture au sol ou dans des arbres. Par endroits, cette espèce est une nuisance, car ses bandes s’attaquent aux cultures ou, parfois, aux fleurs pour leur nectar.
C'est le mâle qui construit le nid tissé avec des fibres végétales et une ouverture vers le bas. Il utilise des matériaux de couleur verte de préférence à tout autre, car ils sont plus aisés à tisser ou à plier ; ce sont des herbes fraîches et souples ou les fibres des longues feuilles de palmiers qu'il détache en se laissant pendre dans le vide. Le nid comprend une chambre principale reliée par un couloir d'accès situé vers le bas. Le nid est fabriqué généralement sur le haut de bambous.
Dès que le mâle a achevé la construction du nid, il essaie d'y attirer une femelle, c'est le moment de la parade.
La parade du tisserin consiste à s'accrocher sous son nid, face à l'ouverture et à battre vigoureusement des ailes en émettant des cris très particuliers. Si la femelle est attirée par cette parade, elle entre alors dans le nid pour le visiter. Si le nid est refusé, il devient de moins en moins attrayant et finit par sécher, passant de la couleur verte des végétaux à la couleur paille. En règle générale, après une semaine, le nid perd tout attrait, le mâle l'abandonne alors ou le détruit.
Les sites de nidifications réunissent plusieurs nids et sont très bruyants. La femelle pond 2 à 3 oeufs. L’incubation des œufs et l’élevage des jeunes reviennent à la femelle. Les œufs blancs, bleu pâle ou vert pâle sont couvés environ deux semaines. Les jeunes s’envolent au bout de trois semaines.
Il existe à travers le monde 106 espèces de tisserins, regroupés dans la famille des plocéidés et répartis en 10 genres dont le plus important est Ploceus : fort de plus de 60 espèces, celui-ci a donné son nom à la famille des plocéidés.
The village weaver (Ploceus cucullatus), also known as the spotted-backed weaver or black-headed weaver (the latter leading to easy confusion with P. melanocephalus), is a species of bird found in much of sub-Saharan Africa. It has also been introduced to Hispaniola, Mauritius and Réunion.
This often abundant species occurs in a wide range of open or semi-open habitats, including woodlands and human habitation, and frequently forms large noisy colonies in towns, villages and hotel grounds.
This weaver builds a large coarsely woven nest made of grass and leaf strips with a downward facing entrance which is suspended from a branch in a tree. 2-3 eggs are laid. This is a colonial breeder, so many nests may hang from one tree.
The village weaver is a stocky 15–17 cm bird with a strong conical bill and dark reddish eyes. In the northern part of its range, the breeding male has a black head edged by chestnut (typically most distinct on the nape and chest). Towards the southern part of its range, the amount of black and chestnut diminish, and the breeding males of the southernmost subspecies only have a black face and throat, while the nape and crown are yellow. In all subspecies the breeding male has a black bill, black and yellow upperparts and wings, and yellow underparts.
The non-breeding male has a yellow head with an olive crown, grey upperparts and whitish underparts. The wings remain yellow and black.
The adult female has streaked olive upperparts, yellow and black wings, and pale yellow underparts. Young birds are like the female but browner on the back.
Village weaver feeds principally on seeds and grain, and can be a crop pest, but it will readily take insects, especially when feeding young, which partially redresses the damage to agriculture.
The calls of this bird include harsh buzzes and chattering.
R614 stops beneath the old Lynch 3 batch loader at the end of the Cave Branch complex with a short 75 car train as a part of a 150 car order for Toledo Dock.
Montepulciano è un comune di 14.522 abitanti della provincia di Siena, posto a 605 metri sul livello del mare, a cavallo tra la Valdichiana e la Val d'Orcia.
Di antica e lunga storia, Montepulciano ha origini dal popolo degli Etruschi a partire dal IV secolo a.C.
Ha notorietà anche per la ricchezza di ottimi vigneti da dove si ricava il vino Nobile di Montepulciano DOCG.
Montepulciano è un composto di Monte e Policiano, Polciano o Pulciano, dall'etrusco purth che significa condottiero, dittatore, magistrato. Da questo termine deriva anche il nome Porsenna. Da purth a purz, poi secondo il Pauli, purzna, pulitina e pulitiana. Dal nome latino di persona Publicius con l'aggiunta del suffisso -anus che indica appartenenza non puà derivare politiana, perché da publicius non viene pullicianus, pubblicianus.
Montepulciano deriva da Purth (si pronuncia Purz) dal termine etrusco che significa: comandante, dittatore, generale, condottiero. Da questo termine deriva anche il nome Porsenna, che non era il vero nome del famoso lucumone di Chiusi, ma lo divenne per antonomasia. Da Purth dunque purthna (il luogo di Porsenna), e da purthna pulthna, pulitina, pulitiana.
Il centro abitato ha caratteristiche di borgo medievale a forma di S ed è racchiuso entro tre cerchia di mura, costruite tutte verso il XIV secolo.
Di origine etrusca e fondata, secondo la leggenda da Porsenna, Lucumone di Chiusi; alcuni documenti e reperti rinvenuti in Fortezza, ne fanno risalire l'esistenza già al IV-III secolo a.C. In epoca romana fu sede di un esercito posto a difesa delle strade consolari. Fu evangelizzata da San Donato, vescovo di Arezzo nel IV secolo.
Nel luogo dell'attuale Chiesa della Madonna di San Biagio, esisteva la Sancta Mater Ecclesia in Castello Pulliciano, così in un documento del 715 in epoca longobarda conobbe il suo primo sviluppo; infatti in alcuni atti notarili dell'Archivio dell'Abbazia del SS. Salvatore sull'Amiata, si trovano documenti tra i quali uno dell'806 ed i testimoni, tutti di Montepulciano, erano preti, chierici, un medico e un orafo, segno di un elevato livello civile e culturale.
Nel XII secolo, la Repubblica di Siena volendo sottomettere Montepulciano, libera e ricca, dette inizio ad una serie di guerre, che i Poliziani affrontarono con l'aiuto di Perugia e di Orvieto, ma più assiduamente e con esiti alterni, con l'appoggio di Firenze.
All'inizio del XIII secolo la vitalità della città, promossa dall'intrapendenza della borghesia mercantile, manifatturiera e agricola, prese ad attirare le mire di Firenze e Siena.
Il Trecento fu segnato da forti contese per il potere tra le famiglie maggiori; una relativa stabilità si ebbe sotto la Famiglia Del Pecora che, divisi al loro interno nell'appoggiare Firenze, Siena o Perugia, divennero Signori di Valiano e tiranni di Montepulciano.
Nel 1390 Montepulciano si alleò stabilmente con Firenze, cui premeva disporre di un caposaldo strategico a sud di Siena.
Dagli inizi del Quattrocento a metà del Cinquecento, Montepulciano ebbe il proprio periodo aureo, scandito da stabilità politica, prestigio culturale, fioritura artistica.
Il XV secolo fu l'epoca dell'umanista Bartolomeo Aragazzi, segretario apostolico di Papa Martino V e del grandissimo poeta Angelo Poliziano. Un'eccezionale fervore edilizio contrassegnò il XVI secolo: architetti quali Antonio da Sangallo il Vecchio, Jacopo Barozzi detto Vignola, Baldassarre Peruzzi, Ippolito Scalza eressero sontuose dimore patrizie, splendide chiese e diversi punti del centro urbano furono abbelliti.
In questo periodo visse il cardinale Marcello Cervini, che sedette sul soglio pontificio per soli 28 giorni con il nome di Marcello II.
Nel 1511, i Poliziani, conclusa la definitiva pace con i Fiorentini, incisero sulla porta e sull'architrave della sala del consiglio la seguente iscrizione: Recuperatio Libertatis, A.D. 1511.
Dal 1559, con la sottomissione di Siena al principato mediceo, Montepulciano perse parte della rilevanza strategica e politica passata, ma mantenne il prestigio. Si stabilirono a Montepulciano storiche famiglie poliziane dei Nobili, Tarugi, Contucci, Bellarmino, Ricci, Cervini, Benci, Cini, Cocconi e numerose altre, che dettero grandi uomini alla Chiesa, alle lettere, alle arti e alle armi: un sommo pontefice, numerosi Cardinali, molte decine di Vescovi, Prelati insigni in grande numero, ed una grande quantità di uomini che furono eccellenti in molte discipline. Uno dei suoi figli più affezionati, il cardinale Giovanni Ricci, nel 1561, ottenne da Papa Pio IV, con il consenso del Granduca, che Montepulciano fosse decorata della sede episcopale e del titolo della città. Montepulciano ottenne così l'elevazione a sede episcopale e si eseguì la successiva demolizione dell'antica pieve per costruire l'imponente cattedrale (1594) su progetto di Ippolito Scalza e secondo i principi della Controriforma, della quale uno dei padri emeriti fu il poliziano cardinale Roberto Bellarmino.
Alla morte del cardinale Giovanni Ricci, il Granduca Ferdinando lasciò i Capitanati di Montepulciano e Pietrasanta al libero governo della Granduchessa Cristina di Lorena che vi rimasero fino alla sua morte, avvenuta nel 1636. La Granduchessa dette molto impulso alla costruzione della nuova Cattedrale, dove il Vescovo Antonio Cervini, nel 1680 celebrò per primo il Pontificale e fu consacrata nel 1712 dal Vescovo Francesco Maria Arrighi, che nel 1714 consacrò la Chiesa del Gesù.
Nel 1700 il vescovo Cervini consacrò anche la Chiesa di Sant'Agnese e nel 1714 il vescovo Angelo Maria Vantini consacrò la Chiesa di Santa Maria delle Grazie.
Nel XVIII secolo fiorì l'Accademia degli Intrigati, che, insieme all'attività letteraria, edificò nel 1793 un teatro, negli stanzoni del quattrocentesco Monte di Pietà, come aveva già fatto in precedenza in Via Collazzi ed in Palazzo Comunale.
La lunga stagione lorense segnò per Montepulciano l'inizio di una diffusa ripresa economica e sociale. La bonifica della Valdichiana favorì la ricolonizzazione agricola del fertile fondovalle; la conseguente riorganizzazione del sistema viario facilitò i contatti commerciali. Con l'Unità d'Italia, Montepulciano s'impose come principale mercato agricolo dell'area, mentre le attività imprenditoriali slittarono verso il fondovalle, attratte dalla ferrovia (presente fin dal 1884) e dalla maggior facilità di collegamento con l'emergente nodo ferroviario di Chiusi.
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Montepulciano é uma comuna italiana da região da Toscana, província de Siena, com cerca de 13.870 habitantes. Estende-se por uma área de 165 km2, tendo uma densidade populacional de 84 hab/km2. Faz fronteira com Castiglione del Lago (PG), Chianciano Terme, Chiusi, Cortona (AR), Pienza, Torrita di Siena. Foi nessa região que foram gravadas algumas cenas de Lua Nova,que são exibidas no final do longa,quando Bella viaja para Itália junto com Alice para salvar Edward.
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Montepulciano, a medieval and Renaissance hill town and comune in the province of Siena in southern Tuscany, (Italy). Montepulciano, with an elevation of 605 m, sits on a high limestone ridge. By car it is 13 km E of Pienza; 70 km SE of Siena, 124 km SE of Florence, and 186 km north of Rome.
Montepulciano is a major producer of food and drink. Montepulciano is known world-wide for its fabulous wine. Wine connoisseurs consider its Vino Nobile among Italy's best. However, the Vino Nobile di Montepulciano should not be confused with the varietal wine (Montepulciano grape) of the same name. Montepulciano is also known for its pork, cheese, "pici" pasta (a thick, rough, chewy variant on spaghetti), lentils, and honey.
The name of Montepulciano derives from Latin Mons and Publicianus ("Mount of Publicianus"). According to legend, it was founded by the Etruscan King Porsenna of Chiusi; recent findings prove that a settlement was already in existence in the 4th-3rd centuries BC. In Roman times it was the seat of a garrison guarding the main roads of the area.
After the fall of the Western Roman Empire, it developed as a religious center under the Lombards. In the 12th century it was repeatedly attacked by the Republic of Siena, which the Poliziani faced with the help of the Perugia and Orvieto, and sometimes Florence, communes. The 14th century was characterized by constant struggles between the local noble families, until the Del Pecora family became rulers of the town. From 1390, Montepulciano was a loyal ally (and later possession) of Florence and, until the mid-16th century, lived a period of splendour with architects such as Antonio da Sangallo the Elder, Jacopo Barozzi da Vignola, Baldassarre Peruzzi, Ippolito Scalza and others, building luxurious residences and other edifices here. In 1559, when Siena was conquered by Florence and Montepulciano lost its strategic role, its importance declined.
After the unification of Italy and the drying of the Val di Chiana, the town remained the most important agricultural centre in the area, while the industrial activities moved mostly next to Chiusi, which was nearer to the railroad being built in that period.
Linda Proud's The Botticelli Trilogy centres on the life of Angelo Poliziano. The second volume in particular, Pallas and the Centaur (2004), deals with his boyhood in Montepulciano, and the life of his sister Maria. The novel contains vivid detail of the city and surrounding country and an authoritative account of the murder of Poliziano's father derived from local knowledge.
The interior of Eastwood Park Theatre as it currently exists, photographed pre performance of its seasonal pantomime Cinderella. With an auditorium seating around 300, the venue reflects the pragmatic, community-focused design of its early-1970s origins: a compact performance space prioritising clear sightlines, audience intimacy, and technical simplicity over spectacle.
The stage is configured without a traditional fly tower or flying facilities, relying instead on ground-supported scenery, lighting bars, and adaptable masking — a setup well suited to touring shows, community productions, and pantomime, where visual impact is achieved through lighting, projection, and clever stagecraft rather than vertical scene changes. The current Cinderella set makes full use of these constraints, combining bold colour, projection effects, and a shallow apron to bring scale and energy into a relatively intimate room.
While the theatre has served generations of local audiences, its limitations are now formally recognised. Approved plans are in place for a new theatre and leisure complex on the same site, featuring a larger auditorium and modern back-of-house facilities. As construction has yet to begin, this image captures the building in its final active chapter — still doing exactly what it was designed to do: bringing live performance directly into the heart of the community.
A working theatre, not a grand one — and all the more revealing for it.