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I haven’t posted a night shot from Seattle since September. Steve suggested taking some night shots around downtown Seattle for the holiday season, so we met and looked around the sights. I’m slowly entering that holiday mode and spirit.

 

Please enjoy a glimpse of the entrance to Pike Place Market, one of Seattle’s most renowned landmarks, during the holiday season. It’s nice to see all the letters lit up this year. Sometimes certain letters are missing (i.e. the “L” in Public”) -- that has happened many times in the past!-- so it can give an entirely different message, but quite harmless with the right sense of humor.

 

Still marveling at how fast time flies sometimes. This will be my sixth Christmas living in Seattle. If you had asked me four years ago if I would ever become a sole proprietor and start my own small business as a professional photographer, I would have scoffed in your face and asked -- politely -- if you were on any type of medication. I also wouldn’t have predicted that I would still be living here, the longest time in one place. Perhaps it’s home now. Not sure. A few days ago, the City of Seattle sent me my business license registration forms so I can continue operations for TIA International Photography in 2013, commencing the fourth year of the business.

 

I am grateful.

 

WATCH ***TIA: YEAR IN PHOTOS 2012***

 

TIA INTERNATIONAL PHOTOGRAPHY / TIA Facebook / TIA Twitter / TIA Blogger

Rio de Janeiro, Brasil

Quién quiera ver las fotos de la serie, como están en el primer comentario, tiene que hacer clic sucesivas veces sobre el enlace "ver 20 comentarios más" o "view 20 more comments", hasta conseguir llegar al primero......cosas de Flickr......

(esta nota es para los que acceden directamente desde Internet, la seguiré poniendo mientras primen la visualización de los últimos comentarios)

 

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Canto Gregoriano ♫ ♪ Benedictinos de Silos

 

El Monasterio de S. João d'Arga es uno de los más antiguos de Portugal y se encuentra en plena Sierra de Arga, en su contrafuerte norte a una altura considerable y con vistas al Río S. João, en un medio totalmente agreste.

 

Fué fundado el el año 661 por San Fructuoso, obispo de Braga y restaurado en la Edad Media por los monjes benedictinos que permanecieron allí hasta el siglo XIII.

 

En 1258 aparece inventariado como perteneciente al obispado de Tuy (España).

 

En 1599 el rey Don Manuel I donó la propiedad de este monasterio al Marqués de Vila Real y más tarde pasó a manos de la Casa del Infantado que lo conservó hasta 1834.

 

En el interior de su capilla de trazo barroco, originalmente románica, hay una imagen de S. Miguel guerreando con un demonio dos veces mayor que él y otra de S. Aginha, un bandido del siglo XVIII, que después de llevar el terror a la zona, se redimió.....aunque el centro de atención de este santuario es la imagen de S. João Baptista que lo preside.

 

En este santuario se celebra una romeria el 28 y 29 de Agosto con su noche incluida y a la que muchos suben a pie, que es de las más populares de todo el norte portugués. Las celdas construidas en el s. XVIII, funcionan como albergue de romeros y peregrinos.

  

Mi galeria en Flickeflu

E' venerdì sera e le luci sono basse

Cerchi un posto in cui andare

Dove mettano la musica giusta,

Per immergersi nello swing

Ci vieni per cercare un re

 

Quel ragazzo potrebbe essere chiunque

La notte è giovane e la musica è alta

Con un pò di musica rock tutto è bello

Sei dell'umore per ballare

E quando cogli l'occasione

 

Tu sei la regina danzante..

 

♩♫♪ Dancing Queen-Abba♩♫♪

 

p.s. Per chi volesse leggere tutta la favola deve tornare indietro con le pagine, Flickr con la sua nuova versione vuole mettere un freno alla mia fantasia;((((

We sleep in God’s unconsciousness.

We wake in God’s open hand.

 

We weep God’s rain.

We laugh God’s lightning.

 

Fighting and peacefulness

both take place within God.

 

Who are we then

in this complicated world-tangle,

that is really just the single, straight

line down at the beginning of ALLAH?

 

Nothing.

We are emptiness.

  

When you are with everyone but me,

you’re with no one.

When you are with no one but me,

you’re with everyone.

 

Instead of being so bound up with everyone,

be everyone.

When you become that many, you’re nothing.

 

EMPTY.

 

~Molana Jalal uddin Rumi.

 

Pebble Beach is such a beautiful, rugged stretch of coastline. It is near impossible to NOT capture a fence post percher. It was gusty and rainy and I reveled in it (poor Nikon)! And the waves? Monumental! The surfers were obviously thrilled.

 

Happy Fence Friday! 18 Days Till Christmas!!!

 

Herbst im Wald von Rotenberg / Stuttgart

 

Seen in Rotenberg / Stuttgart / Germany

Entrar dentro destas antigas muralhas e compreender por que motivo se constrói tão belo e dispendioso Castelo implica um estado de alma e alguma capacidade para recuarmos no tempo, se conseguirmos por em prática tal exercício estamos a um pequeno passo de compreender e perceber exatamente o motivo de tais construções… Os mais antigos testemunhos da ocupação humana localizam-se num cume da vertente norte da Serra de Sintra. Trata-se da ocupação epipaleolítica da Penha Verde, comprovada por abundantes utensílios de tipo micro-laminar. Testemunho de uma ocupação do Neolítico é o sítio de São Pedro de Canaferrim, junto à Capela do Castelo dos Mouros. Ocupação testemunhada pela presença de cerâmicas decoradas associadas a uma indústria lítica talhada em sílex, datada pelo método do radiocarbono de inícios do V milénio a.C. A originalidade deste sítio, enquadrado em termos cronológicos e culturais na corrente circum-mediterrânea, consiste na sua implantação na paisagem, em plena montanha. Vestígios vários da Idade do Bronze segunda metade do II milénio a.C. - inícios do I, surgem em diversos locais da Serra de Sintra, mesmo a nível de habitats do Bronze mais antigo, séculos IX-VI a.C.

 

No tempo do Império Romano toda a região de Sintra se inscreveu no vasto territorium da civitas olisiponense, à qual César cerca de 49 a.C. ou mais provavelmente, Octaviano cerca de 30 a.C., terá concedido o invejável estatuto de Municipium Civium Romanorum. Os vários habitantes da região, adotaram nomes romanos e apresentam-se plenamente imbuídos de romanidade, nos mais diversos aspetos culturais, políticos e económicos. Mesmo aqueles que, porventura oriundos de outras regiões da Lusitânia, ostentam nomes indígenas aparecem quase sempre integrados nesta sociedade profundamente romanizada.

 

O nome de Sintra muito provavelmente terá tido origem num templo erguido uns 308 anos antes de Cristo, por Gregos, Galo-celtas e Túrdulos, dedicado à Lua. Os Celtas chamavam a Lua de Cynthia e quando os Árabes dominaram a região, por não pronunciar o 'c', chamavam o local de Xintra ou Zintira. Existe ainda todo um património literário que transformou o nome Sintra numa referência quase lendária. Sintra, cuja mais antiga forma medieval conhecida "Suntria" apontará para o indo-europeu “astro luminoso” ou “sol”, terá sido designada por Varrão e Columela como Monte Sagrado. Ptolomeu registou-a como a "Serra da Lua" e o geógrafo árabe Al-Bacr, no século X, caracterizou Sintra como «permanentemente mergulhada numa bruma que se não dissipa». A pesquisa arqueológica contemporânea, entretanto, revela que a primitiva ocupação da região de Sintra data dos séculos X a VIII a.C..

 

O primeiro plano das muralhas deste castelo nasce um pouco acima da extinta Igreja Matriz de São Miguel, contornando a rocha irregular e bastante íngreme da montanha. Porém, este troço encontra-se hoje parcialmente destruído. Mais próximo do topo, surge-nos o Castelo propriamente dito, pleno de majestade. Aí erguem-se várias torres, sendo uma delas de feição semicircular, cujo acesso se processa através de cinco degraus de pedra. Devido à irregularidade do terreno, as muralhas do castelo foram, em certas zonas, edificadas sobre grandes penedos graníticos, facto que muito contribuiu para os acentuados desníveis observados ao longo de todo o trajeto amuralhado, o que obrigou ainda à construção de longos e serpenteantes lanços de escadas. A porta principal da fortaleza foi construída num arco de volta perfeita, surgindo logo à esquerda uma cisterna abobadada, também medieval, que se impõe pelas suas dimensões e singularidade arquitetónica.

 

Acerca das origens do denominado Castelo dos Mouros pouco se sabe. Ainda que alguns autores remontem a sua fundação ao período visigótico, as primeiras provas documentais reportam-se já à época da plena ocupação muçulmana, concretamente ao século XI. Todavia, será lícito concluir que a edificação do Castelo se tenha verificado anteriormente, talvez no século IX. Em 1093, D. Afonso VI, Rei de Leão, tomou Sintra aos muçulmanos; dezasseis anos volvidos, Sigurd, príncipe Norueguês, saqueou o castelo dos Mouros, que os muçulmanos entretanto haviam recuperado. Também, por essa altura e por um curto período de tempo, o conde D. Henrique foi o seu proprietário. Após a conquista de Santarém, o rei D. Afonso Henriques impôs um cerco a Lisboa, que se estendeu por três meses. Embora o Castelo de Sintra se tenha entregado voluntariamente após a queda de Lisboa, reza a lenda que, nessa ocasião, receoso de um ataque de surpresa às suas forças, por parte dos mouros de Sintra, o soberano incumbiu D. Gil, um cavaleiro templário, que formasse um grupo com vinte homens da mais estrita confiança, para, secretamente, ali irem observar o movimento inimigo, prevenindo-se, ao mesmo tempo, um deslocamento dos mouros de Lisboa, via Cascais, pelo rio Tejo até Sintra. Os cruzados colocaram-se a caminho sigilosamente. Para evitar serem avistados, viajaram de noite, ocultando-se de dia, pela estrada de Torres Vedras até Santa Cruz, pela costa até Colares, tentando ainda, evitar Albernoz, um temido chefe mouro de Colares, que possuía fama de matador de cristãos. Entre Colares e o Penedo, Nossa Senhora apareceu aos receosos cavaleiros e disse-lhes: "Não tenhais medo porque ides vinte, mas mil ides". Desse modo, cheios de coragem porque a Senhora estava com eles, ao final de cinco dias de percurso confrontaram o inimigo derrotando-o e assim conquistaram o Castelo dos Mouros. Em homenagem a este feito foi erguida a Capela de Nossa Senhora de Milides ("mil ides"), em Colares.

 

D. Afonso Henriques confiou então a guarda da fortaleza a trinta povoadores, que não eram mais do que uma mera guarnição, aos quais foram concedidos privilégios através de carta de foral, outorgada pelo próprio Rei, em 1154. Foi também para eles que se ergueu, no recinto amuralhado, a primitiva igreja de São Pedro de Canaferrim. No entanto, com o contínuo e firme avanço da Reconquista cristã para Sul, o Castelo dos Mouros foi perdendo a sua importância estratégica. Mais tarde, no início da Segunda Dinastia, a consolidação da nacionalidade, a estabilidade social e a reorganização do reino, conduziram ao abandono total desta grande e majestosa fortaleza. Neste contexto, logo nos começos do século XV foi transferida a paróquia de São Pedro para a nova igreja edificada no termo da Vila e nos finais de quatrocentos, apenas habitavam o sítio do castelo alguns judeus, que aí permaneciam, segregados da comunidade por ordem régia. D. Manuel I extinguiu os grupos minoritários e na sequência dessa atitude, o Castelo dos Mouros foi despovoado por completo. Abandonada, a fortaleza sentiu a implacável passagem do tempo e foi caindo na ruina quase absoluta, estado que se agravou ainda mais com o terramoto de 1755, a maior parte dos muros do Castelo desmoronou-se quase na totalidade. No século XIX, D. Fernando II tomou a pulso a velha fortaleza e procedeu ao seu restauro integral. Este mecenas esclarecido e culto procedeu a uma imaginativa obra de conservação e restauro, iniciativa importante que susteve a ruína em que o castelo se encontrava.

 

Com um olho para um mercado turístico incipiente, em 1954 algumas das falésias foram recuperadas para estabelecer uma área de piqueniques perto do castelo e, em 1965, um transformador foi instalado para fornecer iluminação. Em 1979, escavações arqueológicas na Capela de São Pedro executada pelos serviços culturais de Portugal, descobriu a existência de túmulos funerários medievais, que datam do final do seculo XII princípio de XIII. Um despacho do Ministério da Cultura, em 26 de Junho de 1996, declarou a área do Castelo como uma zona de especial interesse. Apenas a base das torres e as muralhas serão parte da fundação inicial. Decorrem atualmente campanhas de escavação arqueológica que têm vindo a esclarecer muitas questões sobre a história da presença humana neste local e constituem também um atracão, dado que podem ser acompanhadas pelos visitantes. Numa recente visita a este castelo verificamos que apesar de decorrerem essas importantes escavações muito haverá a fazer ainda para que os mistérios deste antiquíssimo castelo possam ser desvendados…

 

Diz a história, que o poeta Bernardim Ribeiro terá habitado neste bucólico e isolado local. Este castelo está integrado na área Paisagística e Cultural de Sintra, local classificado Património Mundial pela UNESCO. Do alto das suas muralhas é possível admirar uma paisagem deslumbrante e única que nos apresenta a vila de Sintra em primeiro plano, estendendo-se até ao Cabo da Roca, a Praia das Maçãs, Mafra, Ericeira e o oceano Atlântico, observando toda a linha de costa e obtendo uma vista privilegiada da serra de Sintra, vestida de verde e pontuada por belas quintas, românticos chalés e magníficos palácios, vale bem a pena uma visita a este parque natural rico em misticismo e lendas que nos fazem recuar a tempos que nos dias de hoje nos parecem utópicos, muito embora me pareça que nesse tempo, muito pouco seria tão mágico assim, quanto mais estudo a história mais me apercebo que aquilo que dela resta só tem magia para uma classe social muito restrita, a pobreza será sempre a pobreza e desse tempo em nada terá diferido da atual ou da pobreza das gerações futuras, que segundo me parece, de diferente só o será na quantidade certamente mais elevada…

 

A lenda de Zaida, a moura encantada

 

Na serra de Sintra, perto do Castelo dos Mouros, existe uma rocha com um corte que a tradição diz, marcar a entrada para uma cova que tem comunicação com o castelo. É conhecida pela Cova da Moura ou a Cova Encantada e está ligada a uma lenda do tempo em que os Mouros dominavam Sintra e os cristãos nela faziam frequentes incursões. Num dos combates, foi feito prisioneiro um cavaleiro nobre por quem Zaida, a filha do alcaide, se apaixonou. Dia após dia, Zaida visitava o nobre cavaleiro até que chegou a hora da sua libertação através do pagamento de um resgate. O cavaleiro apaixonado pediu a Zaida para fugir com ele mas Zaida recusou, pedindo-lhe para nunca mais a esquecer. O nobre cavaleiro voltou para a sua família mas uma grande tristeza ensombrava os seus dias. Tentou esquecer Zaida nos campos de batalha, mas após muitas noites de insónia decidiu atacar de novo o castelo de Sintra.

 

Foi durante esse combate que os dois enamorados se abraçaram, mas a sorte ou o azar quis que o nobre cavaleiro tombasse ferido. Zaida arrastou o seu amado, através de uma passagem secreta, até uma sala escondida nas grutas e, enquanto enchia uma bilha de água numa nascente próxima para levar ao seu amado, foi atingida por uma seta e caiu ferida. O cavaleiro cristão juntou-se ao corpo da sua amada e os dois sangues misturaram-se, sendo ambos encontrados mais tarde já sem vida. Desde então, em certas noites de luar, aparece junto à cova uma formosa donzela vestida de branco com uma bilha que enche de água para depois desaparecer na noite após um doloroso gemido…Há la coisas!

  

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Submitted 21/04 17:30

Accepted 08/05/2014

  

Winter's not officially here yet but already the days seem so short with little to photograph. Guess we'll just have to paddle through it & wish for spring!

  

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Baku Flame Towers

Nikon D7000

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Nikon D800,

Nikkor 16-35@17mm,

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Granville Island, Vancouver

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Levanto is the Hidden Gem on the Italian Riviera and the doorway to the Cinque Terre. A town of pre-roman origins, lies at the northern end of the enticing little villages. Levanto literally means the land situated east of Genova. It has a long sandy beach, an interesting old center, many delightful painted villas, a bustling Wednesday market, and good restaurants and shops. Levanto is a real town with a city park where families get together and the children have fun. You can actually even find a laundromat here as well as normal shops not always found in larger touristy locations. It's most picturesque, fun and quaint at the same time, very accessible, and terrific for swimming. Being on the water makes the cliffs more dramatic, the colors more intense, and the water a deeper shade of blue. Enjoying a partcularly mild climate, from here it's easy to visit the fascinating ports of the Cinque Terre, either by train, by sea or hiking.

 

Beautiful cycle path built on the route of the old coastal railway from Levanto to Bonassola. Along the stretch these young couple can also access to beaches and hidden coves otherwise unreachable except by sea. Among the most loveliest paths there is in Italy. Recommended to all.

 

Levanto ligt in de Italiaanse regio Ligurië en valt onder de provincie La Spezia. Levanto is voor vele Cinque Terre bezoekers de verblijfplaats voor hun bezoek. Er zijn heel wat hotelletjes en B&Bs, die doorgaans iets goedkoper zijn dan deze in de vijf dorpen van de Cinque Terre. Met de trein ben je vanuit Levanto op enkele minuten in Monterosso. Maar Levanto is ook zelf meer dan de moeite waard. Omringd door een uiterst vriendelijke plaatselijke bevolking en verwend met alle culinaire geneugtes van Italië is het een weldaad om in Levanto door te brengen. Onthaasten op een terrasje, heerlijk uitrusten aan het prachtige strand en 's avonds lekker eten. Het dorp is omringd door heuvels die zijn bezaaid met wijngaarden en olijfbomen en heeft fantastische stranden, adembenemende riffen en kristalheldere wateren. Leuk en erg gezellig, zeer toegankelijk en geweldig voor zwemmen. Het strand in Levanto wordt in de zomermaanden altijd druk bezocht door Italianen.

   

Better Large On Black

 

Ultime luci del giorno sulle dune del Deserto del Thar a poche decine di chilometri dal confine con il Pakistan

 

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En la Tierra de Campos de Valladolid se alza la villa medieval de Urueña sobre las estribaciones de los Montes Torozos. Con el rey Sancho II de Castilla la villa fue cabeza del Infantado de Valladolid.

La villa de Urueña está amurallada casi en su totalidad conservando dos de sus puertas, el Arco de la Villa y la Puerta del Azogue.

La muralla comenzó a edificarse en tiempos de Doña Sancha, hermana de Alfonso VII, y data de finales del S. XII.

En extramuros se levanta la Ermita de Nuestra Señora de la Anunciada, la joya de la villa de Urueña. Se trata de la única obra de estilo románico catalán en tierras de Castilla y León y se edificó sobre la iglesia de un monasterio mozárabe del S. X.

 

In the Tierra de Campos in Valladolid stands the medieval village of Urueña on the foothills of the Montes Torozos. With King Sancho II of Castile was the village head of the Infantry of Valladolid.

The villa is walled Urueña almost entirely keeping two of its doors, the Arco de la Villa and the Puerta del Quicksilver.

The wall began to be built in times of Doña Sancha, sister of Alfonso VII, dating from the end of S. XII.

In extramural stands the Chapel of Our Lady of the Annunciation, the jewel of the town of Urueña. This is the only work of Catalan Romanesque style in Castile and Leon and the church was built on a Mozarabic monastery of S. X.

 

URUEÑA - VALLADOLID-ESPAÑA

 

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Schaichtal im Schönbuch bei Stuttgart / Germany

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The Alps (French: Alpes; German: Alpen; Italian: Alpi; Romansh: Alps; Slovene: Alpe) is the name for one of the great mountain range systems of Europe, stretching from Austria and Slovenia in the east, through Italy, Switzerland, Liechtenstein and Germany to France in the west. The word "Alps" was taken via French from Latin Alpes (meaning "the Alps"), which may be influenced by the Latin words albus (white) or altus (high) or more likely a Latin rendering of a Celtic or Ligurian original.

 

The highest mountain in the Alps is Mont Blanc, at 4,808 metres (15,774 ft), on the Italian-French border. All the main peaks of the Alps can be found in the list of mountains of the Alps and list of Alpine peaks by prominence.

 

The Alps are generally divided into the Western Alps and the Eastern Alps. The division is along the line between Lake Constance and Lake Como, following the Rhine. The Western Alps are higher, but their central chain is shorter and curved; they are located in Italy, France and Switzerland. The Eastern Alps (main ridge system elongated and broad) belong to Austria, Germany, Italy, Liechtenstein, Slovenia and Switzerland.

 

The Alps are a classic example of what happens when a temperate area at lower altitude gives way to higher elevation terrain. Elevations around the world which have cold climates similar to those found in polar areas have been called alpine. A rise from sea level into the upper regions of the atmosphere causes the temperature to decrease. The effect of mountain chains on prevailing winds is to carry warm air belonging to the lower region into an upper zone, where it expands in volume at the cost of a proportionate loss of heat, often accompanied by the precipitation of moisture in the form of snow or rain.

 

en.wikipedia.org/wiki/Alps

[non si ammazzano così anche i paesi?]

[ingranditela! watch it big!]

--

che queste, son foto di un cimitero.

ma per davvero.

il cimitero di quella che una volta era una coloratissima cittadina.

come, da foto.

la cittadina si chiama(va) kadoka.

perchè le cose, si chiamano.

e si trova(va) nelle praterie immense del midwest.

ed era viva, vissuta, inesorabilmente americana, di quell'america anni '70 che chi ha circa la mia età ha imparato a conoscere dai telefilms (la casa nella prateria non è tanto lontana da qui), o no?

beh, bene, anzi, malissimo.

un giorno, han costruito di fianco alla placida kadoka (ma proprio a 300 metri dalle vecchie strade) l'interstate 90, una highway che taglia gli u.s.a. in orizzontale, da boston a seattle, a nord, lungo (quasi) il confine con il canada.

strada benedetta, perchè ha permesso il viaggio che ho potuto fare, ma strada assassina, per i motivi che ho cercato di far vedere, qui.

sulla highway, poco prima e poco dopo il cartello di uscita per kadoka, beh, non è stato difficile...

han messo tre hotels, tre distributori, un market gigantesco, due casinò (in america, un solo ed anche triste casino tira più di un carro di buoi, tristissimo, ma altrettanto vero), un mcdonald's (sempre sian lodate le alette di pollo in salsa piccante:), un wendy, due o tre ristoranti etnici (mex, thai, arab).

bene, cioè ancora peggio.

che bisogno c'è, ora, per chi si trovasse a passare di lì, di uscire a kadoka, e di passare a mangiare, comperare, vivere, visitare la cittadina?

kadoka, con le sue strade, il suo vecchio ed unico albergo, la sua unica e rossa lavanderia, le sue macchine, i camion, le casine bianche, sta morendo.

ma di bruttissimo, proprio.

anzi, è già morta, nonostante qualcuno tenti la resistenza.

questa serie di foto è il frutto di una sveglia all'alba, con un amico, e di un giro a piedi, nella vecchia kadoka delle 6 di mattina.

downtown, diceva un cartello.

e a downtown siamo andati.

ed abbiamo scattato questo.

tre case, ancora sono abitate.

alla sera, qualche rumore di TV usciva, dalle finestre aperte.

ma rigorosamente, al buio.

e quella lavanderia rossa (con tanto di canestro, sopra al camion) funziona ancora, ma la porta era spalancata (alle 6 di mattina), e la lavanderia, con lavatrici ad oblò puliti, ed aperti, ovviamente vuota.

non c'è più, kadoka.

ci sono parecchi cani, si, alcuni anche abbastanza inquietanti (avrei potuto scattare di più, ho avuto motivi per fermarmi a questo :).

e carcasse, di autobus, corriere, camion, automobili, anche da corsa.

c'è silenzio, c'è il sole, c'è l'erba e c'è l'erbaccia.

ci son cacche di cavallo tante da non riuscire a camminarci.

ed il conseguente afrore di campagna, diciamo.

c'è -lì- l'america che a me è rimasta più dentro, lo dico.

questa mattina qua è stata -credo- una delle più belle, laggiù.

ho respirato quello che m'aspettavo, e forse in cuor mio speravo, di riuscire ancora a vedere.

ed ho provato a metterlo insieme, qui, così.

perdonatemi l'inevitabile (ed atavica, ed inestirpabile) prolissità.

a queste foto, come a quel posto, sono molto affezionato.

ah, e sono tutte "aperte al pubblico", a cliccarle, se qualcuna piacesse o interessasse più di un'altra: mi farebbe anzi piacere capire quali piacciono di più.

grazie.

anche a nome di kadoka (r.i.p.) downtown.

(sono troppe, lo so, com'è troppo quel che ho scritto, e questo penalizza enormemente* tutto il post, ma sostanzialmente non è un problema, se non per il fatto che non saranno tanto viste: son scattate tutte in 20 minuti, e per me fan parte di una storia sola)

s.

--

♬♪♭ goran bregovic' - emir kusturica - iggy pop - "in the death car" ♫♪

 

A howling wind is whistling in the night,

My dog is growling in the dark,

Something's pulling me outside

To ride around in circles.

 

I know that you have got the time

'Cause anything I want you do,

You'll take a ride through the strangers

Who don't understand how to feel.

 

Who can see him? :-)

 

..........

 

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♫... In the velvet of the darkness...

 

Model: MADmoiselleMeliStock...

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Thank you ALL my friends for faves,comments,notes & lovely support.:))

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Mont Blanc (French) or Monte Bianco (Italian), meaning "White Mountain", is the highest mountain in the Alps, Western Europe and the European Union. It rises 4,810.45 m (15,782 ft)[2] above sea level and is ranked 11th in the world in topographic prominence. It is also sometimes known as La Dame blanche (French for "the White Lady") or Il Bianco (Italian for "the White One").

 

The mountain lies between the regions of Aosta Valley, Italy, and Haute-Savoie, France and the location of the summit is on the watershed line between the valleys of Ferret and Veny in Italy and the Arve Valley in France.

 

The two most famous towns near Mont Blanc are Courmayeur in Aosta Valley, Italy, and Chamonix in Haute-Savoie, France—the site of the first Winter Olympics. A cable car ascends and crosses the mountain from Courmayeur to Chamonix.

 

Begun in 1957 and completed in 1965, the 11.6 km (7¼ mi) Mont Blanc Tunnel runs beneath the mountain between these two countries and is one of the major trans-Alpine transport routes.

 

The Mont Blanc massif is popular for mountaineering, hiking, skiing and snowboarding.

 

The summit of Mont Blanc is a thick, perennial ice and snow dome whose thickness varies, so no exact and permanent summit elevation can be determined. But accurate measurements have been made. For a long time its official elevation was 4,807 m (15,771 ft). Then in 2002, the IGN and expert surveyors, with the aid of GPS technology, measured it to be 4,810.40 m (15,782 ft 2 in).

 

en.wikipedia.org/wiki/Mont_Blanc

 

The Aiguille du Midi (3,842 m) is a mountain in the Mont Blanc massif in the French Alps.

 

The cable car to the summit, the Téléphérique de l'Aiguille du Midi, was built in 1955 and held the title of the world's highest cable car for about two decades. It still holds the record as the highest vertical ascent cable car in the world, from 1,035 m to 3,842 m. There are two sections: from Chamonix to Plan de l'Aiguille at 2,317 m and then directly, without any support pillar, to the upper station at 3,777 m (the building contains an elevator to the summit). The span of the second section is 2,867 m measured directly, but only 2,500 m measured horizontally. It thus still is the second longest span width, measured directly.

 

en.wikipedia.org/wiki/Aiguille_du_Midi a

 

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Cheverny castle, Loire Region, France, 2012.

Nikon D5000 + Sigma 8-16 Wideangle.

HDR from 3 raw shots (-2;0;+2), handheld. Processed with Photomatix, PTlens, Noiseware, GIMP

Es el otoño,

los pájaros se van,

el día es más corto,

el frío empieza ya.

Es el otoño

las hojas caen ya

y una alfombra ocre

el suelo cubrirá.

 

Espero sea de vuestro agrado

 

Os recuerdo que todas se pueden ver en grande y comentarlas

 

Mejor ver en grande sobre fondo negro

 

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Bergviksudde in Karlstad, Sweden.

 

Instagram: davidolss

Passing the northern tip of the beautiful island of La Gomera, on our way to the neighboring island Tenerife.

 

One can see why Jurassic Park was filmed here. I could jump out here! Must visit some day.

 

I have more shots from Spanish islands here: www.flickr.com/photos/ranveig/collections/72157611783929415/

 

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Or my Instagram:

www.instagram.com/ranveigmariephotography/

I managed to add 3 hours to my previous version of this on Saturday night, but that has little to do with the above result. This is my first attempt at collaboration with my good friend Dave Williams (whom I have never met, as he lives in the frozen northern wastelands known as Manchester). Dave works in NB, and provided Ha, which I added as a luminance layer (after trying a few other techniques without success), and this is the result. Now I'm fully aware that what you can see above is predominantly luminance, with a bit of RGB thrown in to provide character, so Dave very much deserves most of the credit for this image. However, as he's not on Flickr, I'm happy to accept it :)

 

This is also my first attempt at combining Ha with RGB (albeit as luminance), and It makes my previous version look a bit sick :)

 

RGB:

SW ED80/EQ5

Nikon D70 modded, Baader Neodymium filter

45 x 180secs iso 800, 60 x 180secs iso 640 (5 hours 15 minutes)

Guiding (RA only): Quickcam Pro4000/9x50 finderscope, PHD

Stacked in DSS and processed in CS5

 

Ha:

15 x 600secs (2 hours 30 minutes)

Used Hasselblad 250mm f4 lens at f4 (cropped - quite a bit!)

Moravian G2 8300

Astrodon 5nm Ha filter

Takahashi EM200 mount

Guiding: DMK through an old 100mm M42 lens

    

The Königssee is a lake located in the extreme southeast Berchtesgadener Land district of the German state of Bavaria, near the border with Austria. Large parts are comprised by the Berchtesgaden National Park.

 

Lying within the Berchtesgaden Alps in the municipality of Schönau am Königsee, just south of Berchtesgaden and the Austrian City of Salzburg, the Königssee is Germany's third deepest lake. Located at a Jurassic rift it was formed by glaciers during the last ice age. It stretches about 7.7 km (5 mi) in the north-south direction and is about 1.7 km (1 mi) across at its widest point. Except at its outlet, the Königsseer Ache at the village of Königssee, the lake similar to a fjord is surrounded by steeply rising flanks of mountains up to 2700 m (8900 ft), including the fabled Watzmann massif in the west.

 

The literal translation appears to be "King's Lake", however while German: König does indeed mean "king", there had been no Bavarian kings since the days of Louis the German until Elector Maximilian I Joseph assumed the royal title in 1806. Therefore the name more probably stems from the first name Kuno of local nobles, who appear in several historical sources referring to the donation of the Berchtesgaden Provostry in the 12th century; the lake was formerly called Kunigsee.

 

In 1944 a subcamp of the Dachau concentration camp was located nearby where Heinrich Himmler had a residence built at Schönau for his mistress Hedwig Potthast. The lake is noted for its clear water and is advertised as the cleanest lake in Germany. For this reason, only electric driven passenger ships, rowing and pedal boats have been permitted on the lake since 1909. Due to its picturesque setting, the lake and surrounding parklands are very popular with tourists and hikers. In addition, the lake's position surrounded by sheer rock walls creates an echo, which is known for its clarity. On boat tours, it has become traditional to stop and play a flugelhorn or trumpet to display the echo; formerly demonstrated by shooting a cannon, it could be heard reflected up to seven times.

 

en.wikipedia.org/wiki/K%C3%B6nigssee

Thanks to all for your visits, comments and invites !!!

Have a wonderful weekend !!!

Dentro do imaginário de cada um de nós, haverá certamente momentos em que sonhamos com locais mágicos que nos transportam no tempo a sítios onde jamais chegaríamos de outra maneira, no entanto, se procurarmos com alguma persistência, verificamos que não precisamos sequer de sonhar ou sair do nosso País para encontrar sítios que em muito se aproximam desses lugares imaginários, e se alguém tiver dúvidas desta afirmação, pois que arrepie caminho e se faça à estrada em direção a marialva e talvez se surpreenda por ainda existirem lugares assim…

 

No topo de um penedo granítico, em posição dominante sobre a vila e a planície cortada pela antiga estrada romana, encontra-se estrategicamente colocado na região fronteiriça do rio Côa um Verdadeiro complexo medieval, as suas raízes mergulham nas brumas do tempo e no passado histórico de Portugal, ligando-se ao trágico destino dos Távora. Não se pode afirmar com certezas absolutas qual a origem do nome de Marialva, mas crê-se que terá sido assim atribuído por Fernando Magno como tributo à Virgem Maria (Maria Alba) visto o culto Mariano ser uma prática comum durante os séculos XI e XII. Embora carecendo de maiores estudos acredita-se que a primitiva ocupação humana deste sítio remonte a um castro dos Aravaros, uma das várias tribos em que se dividiam os Lusitanos (não confundir com Avaros, povo que só viria a surgir na Era Cristã e que nunca pisou solo português). Após a Invasão romana da Península Ibérica, sob o reinado dos imperadores Adriano e Trajano novas obras terão ampliado a povoação que se constituiu numa cidade, denominada nos primeiros séculos da Era Cristã como Civitas Aravorum. Dominando a antiga estrada romana que ligava Celorico da Beira ao Douro, a urbe espraiava-se das fraldas da elevação à planície circundante, conforme o testemunho de restos de construções e da documentação epigráfica resgatada dos trabalhos da arqueologia no subsolo da Devesa.

 

Ocupada sucessivamente por Visigodos (que a denominaram como Castro de São Justo), e por Muçulmanos, a povoação viria a entrar em decadência nos séculos seguintes. À época da Reconquista cristã da península, esta foi tomada aos mouros por Fernando Magno, admitindo-se que já existisse uma fortificação na época. Mais tarde D. Afonso Henriques viria a encontrar a povoação abandonada. Para incentivar o seu repovoamento e defesa, passou-lhe Carta de Foral, garantindo privilégios não só aqueles que por iniciativa régia ali se estabeleciam na ocasião, mas a todos os que assim o fizessem no futuro. Embora esse documento não apresente data, acredita-se que tenha sido passado posteriormente a 1158, admitindo-se a data de 1179. Acredita-se que a primitiva feição de seu castelo remonte a esta fase, a partir da observação das características construtivas do aparelho da muralha e de uma das torres. Na transição para o século XIII, o rei D. Sancho I prosseguiu as obras da edificação do castelo, ampliando-lhe os muros que passaram a envolver a vila. O seu filho e sucessor, D. Afonso II, viria a confirmar-lhe o foral em 1217. Em 1296 D. Dinis partiu de Castelo Rodrigo à invasão de Castela, reivindicando as terras além do Côa, que efetivamente vieram a ser incorporadas a Portugal pelo Tratado de Alcanises em 1297. Nesse contexto, Marialva incluía-se no rol das povoações atendidas por aquele monarca, e assim lhe foi procedida a reconstrução do castelo. Este soberano instituiu, em 1286, a feira mensal de três dias, oferecendo privilégios a quem ali praticasse o comércio, visando o mesmo objetivo de incentivo ao povoamento.

 

À época, a vila já se espalhava extramuros, na direção Norte. Com a crise de 1383-1385, Marialva e o seu castelo tomaram o partido do Mestre de Avis. No século XV, D. Afonso V concedeu-lhe o título de condado tendo D. Vasco Fernandes Coutinho recebido o título de conde de Marialva no ano de 1440. As "Memórias Paroquiais de 1758" referem que, no início do século XVIII, as muralhas, as quatro torres e as quatro portas, se encontravam em perfeito estado. Entretanto, na segunda metade do mesmo século a situação inverteu-se: a tentativa de regicídio contra D. José I em 1758 causou profundas repercussões na vila de Marialva, uma vez que era o seu alcaide à época, o marquês de Távora, um dos principais implicados no atentado. A partir da sentença da família Távora em Lisboa, no ano seguinte, a população da vila começou a abandoná-la, resumindo-se os seus moradores à área extramuros dos arrabaldes a Oeste e da Devesa, no sopé da encosta a Sul hoje o local mais desenvolvido de Marialva. Apenas no final do século XX este conjunto arquitetónico despertou o interesse público, tendo sido classificado como Monumento Nacional através do Decreto de 12 de Setembro de 1978. A formalização de um protocolo entre o IPPC e a Câmara Municipal de Meda em 1986 possibilitou a realização de obras de recuperação e beneficio neste conjunto monumental. A zona urbana compreendida no interior das muralhas foi vítima do tempo e do abandono, mas ainda se podem percorrer os caminhos revestidos a calçada portuguesa, especialmente na zona da Praça, neste espaço podem ainda ser observadas alguns conjuntos de ruínas e outros edifícios mais recentes, destacando-se a antiga casa da Câmara, Tribunal e Cadeia. O pelourinho - possivelmente do século XVI com características manuelinas, ergue-se num plano ligeiramente inclinado e está assente em quatro degraus de fora octogonal. A coluna é de fuste liso e rematada por um capitel em forma de pirâmide invertida, também de secção octogonal. O conjunto é coroado com outra pirâmide octogonal com uma esfera esguia no topo e que é separada da pirâmide inferior por uma pequena coluna central fina e apoios de ferro.

 

As duas igrejas estão assentes numa plataforma horizontal e que são visíveis nesta foto acima, são a Igreja da Misericórdia ou Igreja do Senhor dos Passos - possivelmente do século XVII em estilo maneirista de inspiração clássica. Apresenta uma planta retangular simples e um portal de linhas retas na fachada principal, rematado por um frontão em que se insere um nicho com abóbada em forma de concha, no interior encontra-se um retábulo em talha dourada e policromada que deverá ter sido introduzido no século XVIII.A Igreja de Santiago - edificada em 1585, apresenta características manuelinas e barrocas, constituída por uma nave retangular única de cobertura em abóbada totalmente revestida a talha sem pintura e sacristia anexada. A fachada principal é composta por um portal em arco pleno com remate de linhas entrelaçadas. Há uma lenda em Portugal que fala da Dama Pés de Cabra. Existem várias versões, sendo a original aqui de Marialva, concelho de Mêda, no distrito da Guarda. Até hoje, alguns crêem que se pode ver a Dama Péz de Cabra a vaguear na torre de menagem do castelo que se encontra em ruínas. Dizem mesmo que o nome de Marialva tem origem no nome desta dama muçulmana, que se chamava Maria Alva. A Lenda transmitida de boca em boca ao longo dos séculos e com variações como todas as Lendas, surgiu na tentativa de explicar o nome da terra e como não podia deixar de ser, tem muito a ver com histórias e lendas imaginadas na Idade Media, o Tempo das trevas e dos Castelos…Esta é uma das muitas Lendas e reza assim:

 

A Lenda da Aldeia Histórica de Marialva

 

Reza a lenda que um nobre senhor da Biscaia chamado D. Diogo Lopes era um caçador infatigável, não se importava com o calor, a neve, nem se era de dia ou de noite quando andava a caça. Um dia bem cedinho, esperava ele um porco-montês que estava a ser emboscado numa caçada. Mas então, ao invés de ouvir o porco a aproximar-se ouviu um belo canto, olhou adiante, para um penedo, e viu sentada sobre ele uma formosa dama de uma beleza arrebatadora e sem igual cantando. D. Diogo nem se lembrou mais do porco e correu o mais rápido possível até o penhasco, ai chegado pergunta então à bela dama quem era, ao que esta lhe responde ser tão nobre quanto ele e que o seu nome era Maria Alva. D. Diogo oferece o seu coração à dama, assim como as suas terras e vassalos. Ela pouco interesse mostrou pela oferta, dizendo que ele precisava mais dos seus bens do que ela. D. Diogo pergunta então o que poderia oferecer-lhe para que fosse digno do seu amor. É quando a bela dama lhe diz que a única coisa que precisava fazer para que ela fosse sua seria esquecer-se do sinal da cruz para o resto da sua vida. Caindo em tentação, D. Digo pesou prós e contras, e chegou à conclusão que se fizesse algumas boas ações em nome de Deus, até valia a pena nunca mais se benzer, desde que ficasse com aquela bela senhora.

 

Concordou assim D. Diogo com a sua exigência e levou-a para o seu castelo, mas à noite, quando pôde vislumbrar a formosa dama mais atentamente da cabeça aos pés é que notou que ela tinha os pés como os de uma cabra. Mesmo com esta estranha deficiência, dama e cavaleiro viveram felizes, chegando mesmo a ter dois filhos, Dom Inigo Guerra e Dom Sol. Nesse tempo o Senhor D. Diogo tinha um cão da raça alano, tão destemido quanto ele próprio para as caçadas. Já a sua amada Dama, tinha uma cadela podenga de pelo muito negro. Enquanto o alano estava prostrado sem querer saber de nada, a podenga não parava de pular e só queria brincadeira. D. Diogo, tentando animar o seu cão, deu-lhe um grande osso, mas no final das contas a podenga roubou-lhe o osso e no meio da confusão feriu gravemente o alano. D. Diogo, assustado com o que fizera a cadela, começou a dizer que aquilo era coisa do diabo e fez o sinal da cruz, conforme se benzia, a mulher começou a gritar como se estivesse a arder numa fogueira, com os olhos brilhantes, o rosto enegrecido, a boca retorcida e os cabelos arrepiados! Ao mesmo tempo, começou a levitar, a subir, com a filha segura no braço esquerdo e de mão dada ao menino. D. Diogo entrou em pânico ao ver a cena, e quanto mais a mulher subia pelos ares, mais o seu braço se estendia segurando o menino. D. Diogo agarrou o filho e segurou-o firmemente enquanto a mulher terminava a sua subida e sumia com a menina na imensidão do Céu, assim como a mulher, também a sua cadela sumiu sem deixar rastro.

 

D. Diogo, profundamente triste, passou muito tempo sem saber o que fazer, até que resolveu voltar a lutar contra os mouros. Nesta época, Dom Inigo já era um rapaz, D. Diogo deixou tudo nas mãos do filho e partiu, ficando muito tempo sem dar qualquer notícia do seu paradeiro, era a sua penitência por ter vivido tantos anos com aquela mulher de pés de cabra. Mataria tantos mouros quanto os dias que vivera com ela, e lutaria por tantos anos quantos os anos de Felicidade junto dela, eis quando numa batalha acabou por tornar-se prisioneiro em Toledo. Os seus aliados de guerra faziam trocas de prisioneiros, mas nunca tiveram consigo um mouro de tão grande nobreza como D. Diogo, nunca conseguindo assim prisioneiros suficientes para a troca. Sem saber como poderia ajudar o seu pai, Dom Inigo decidiu procurar a sua mãe, que se tornara uma fada para a maioria dos habitantes da aldeia, segundo outros, uma alma penada. A Dama dos Pés de Cabra aceitou ajudar o seu filho, dando-lhe um onagro, espécie de cavalo selvagem, que o levou a Toledo. Quando chegaram, o cavalo abriu a porta da cela com um coice e pai e filho cavalgaram em fuga durante longas horas, mas no decorrer do caminho viram um cruzeiro de pedra que fez o cavalo parar.

 

A voz da Dama dos pés de Cabra indicou ao cavalo para este evitar a cruz, D. Diogo depois de tantos anos e sem saber da aliança do filho com a sua mãe, benzeu-se ao ouvir a voz da sua amada, tal gesto fez com que o onagro o cuspisse da sua cela e do nada a Terra começou a tremer, uma fenda abriu-se e era possível ver o fogo do inferno que engoliu o animal. Com o susto, pai e filho desmaiaram. Depois de recolhidos pelos seus vassalos e ao chegar às suas terras D. Diogo penalizou-se, indo todos os dias à missa e confessando-se todas as semanas. Mas não viveu muito mais tempo, fosse pela idade ou por a sua consciência, não se sabe ao certo, o que se sabe é que passados apenas alguns anos, D. Diogo faleceu, deixando o título de Senhor de Biscaia para o seu filho Inigo. Já D. Inigo, depois do resgate do pai, nunca mais entrou numa igreja. Ninguém sabe qual foi o acordo que fez com a sua mãe para conseguir resgatar o seu pai, mas entrar em igrejas la isso não entrou mais. Muito se disse sobre isto, inclusive que fizera um pacto com o Diabo. E para acrescentar a esta desconfiança das pessoas, D. Inigo, desde então, tornara-se imbatível, nunca mais perdendo uma batalha.

 

Diz-se ainda que a terra tomou o nome da linda Princesa que se tornou senhora de D. Diogo e mais tarde uma fada encantada mas que para muitos, mais não era que uma alma penada, de seu nome, Maria Alva: MARIALVA…

  

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View of the stormy sunset at Maiso-beach in Kisami-Shimoda.

The rough waves of double typhoon No.17 and 18.

Because waves splash hung on my face and lens, I had hard time on the shot...

 

大波が打ち寄せる下田吉佐美の舞磯海岸・夕景。

台風18号が伊豆諸島沖にいて、一つ前の17号も石垣島にいる。

これはビッグウェーブ・ショットのチャーンス!と、期待して南へ行ったのを覚えています。

それを裏切らずどこも凄い大波でしたが、激しすぎて数分で全身びしょ濡れになってしまうため

カメラを向けられる海岸が少なかったです。

はじめに風向きのいい海岸で撮ったものの直ぐ膝上まで波につかってしまったので、

足もとぐちゃぐちゃのまま、ここ舞磯へ移動してネバりました。

波しぶきが凄くてかなり難儀なショット、頑張ったわりには伝わってきませんね〜 (^^;;

イマイチなカットではありますが、頑張ったご褒美に掲載させていただきます (・◡・)

 

今年の台風シーズン中は何度もトライしたのですが、大波の劇的ショットって難しい!

また来年試行錯誤するつもりです。。

 

data:

Taken on Sep 27, 2012, 17:34.

Gear: Nikon D7000

Lens: Sigma 17-50mm F2.8 DC OS HSM

Tripod: Manfrotto 055XPROB + #410 head

 

Shot on focal 38mm / iso160 / with C-PLw filter.

Exposure : 0.5 sec / f10.

Develop by Lightroom 4 and corrected on Photoshop CS6.

 

Facebook page: Tommy Tsutsui Photography

 

private site: 伊豆の海景・風景写真

 

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Ⓒ Tommy Tsutsui All rights reserved.

You can purchase license for this photo from Getty Images!

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Colourful Autumn and Vineyards in Stuttgart Rotenberg, Germany. The nature is the best painter!!

 

By the way ... do you know that Stuttgart is the only city in Germany where wine is grown within the urban area, mainly in the districts of Rotenberg, Uhlbach and Untertürkheim. (Wikipedia)

  

Much better in Large On Black

 

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© 2012 Ursula Sander - All rights reserved.

Feliz Quarta Sunset!

 

Happy Sunset Wednesday!

Three snow covered tanks (not sure of the models, but each definitely from different war eras) backed by a beautiful mid-day sky at the Calgary Museum of the Regiments Sunday morning / afternoon.

 

I had not been there in many years and the place is just filled with tons of really cool military related photo ops!

 

Hope you are all having an excellent Tuesday!

Facebook | Photolog | Behance | WebsIte

© Jürgen Heckel

Please, no banners, photos or awards in the comments.

 

Manic Monday by The Bangles (1986)

 

Pick your personal monday face !!

 

Graffity on Berger Strasse - much better Large On Black

Frankfurt-Nordend

 

Apro gl'occhi

di stupore immenso

il mio sole si schiude

mi cattura,

l'attimo

lo stiamo mirando insieme,

silenziosamente,

lo so,

è bellissimo.....

   

(Anonimo)

 

www.youtube.com/watch?v=eMHVo8cnR_w

   

@All rights reserved

 

© 2013 Alan Mackenzie.

 

www.alanmackenziephotography.com

 

Starlings over Brighton Pier.

  

From the photo tour a couple of weeks ago. I have tried hundreds of times to get a sunset shot from here.

 

If you wish you can check out some of the other images from the tour here www.flickr.com/groups/1968127@N24/

 

PS Not yet Phil, not had time to do a good one...

Todos los derechos reservados - All rights reserved - copyright © Pilar Azaña Talán

 

♫♥♥♫

 

Gracias querida amiga virtual por estar ahí, por existir y formar parte de mi vida. Nunca nos hemos mirado a los ojos, ni dado un abrazo, pero lo bueno es habernos encontrado en un plano donde los intereses no existen, donde no hay compromiso alguno más que el de la propia voluntad. Tal vez jamás nos encontremos ni siquiera para tomar un café, pero no importa, porque nos apreciamos y hacemos de la amistad todo un culto.

Gracias por dedicar un poco de tu tiempo a ver mis fotos, leer mis escritos y compartir conmigo los tuyos.

Gracias por escucharme y levantar mi ánimo cuando lo necesito, por acariciar mi corazón y hacerme sonreir con tus cálidas, graciosas y amables palabras...

Por eso y mucho más hoy he querido dedicarte mi foto, porque eres una gran mujer y te lo mereces.

(Además, lo prometido es deuda: FELICIDADES por tu cumpleaños, aunque con retraso, sorry).

 

www.flickr.com/photos/lunaflamenca/

 

Thank you dear virtual friend for being there, for existing and to form a part of my life. We have never looked at the eyes, nor have given ourselves an embrace, but the good thing is that we have been in a plane where the interests do not exist, where there is no any commitment any more than that of the own will. Maybe let's never be not even to take a coffee, but it does not matter, because we appreciate and do of the friendship the whole worship.

Thank you for dedicating little your time to seeing my photos, to reading my writings and to sharing with me yours. Thank you for listening and to get up my spirit when I need it, for caressing my heart and to do myself sonréir with your hot, graceful and nice words...

Because of it and very much more today I have wanted to dedicate my photo, because you are a great woman and you you deserve it.

(Besides the promised is a debt: CONGRATULATIONS for your birthday, though a bit late, sorry).

   

As I was illustrating this I couldn't stop laughing every now and then. Jesse's catchphrase involves inane things like "Gatorade me, Bitch!" and things like that. It makes me wonder if Aaron Paul is anything like the character he portrays on Breaking Bad. Let's hope not. Created in Procreate for iPad. about.me/raheemnelson

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