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NEW
Life-Size Rotting FOAM COFFIN PROP
Over 5-Feet Tall!!!
Realistic Gothic Halloween Party Decoration
This weathered-look moss-sprinkled faux coffin is made of Dense Compressed Foam with a Cardboard back for stability.
Appears to have been dug up to free a freshly decaying zombie, but he's nowhere to be seen!
Includes TWO (2) plastic rusty-finished jail prison chains and dungeon-style fake padlock, to make sure your skeletons or ghouls will not escape.
They may be dying to get out... Whatever you do, don't open that lid!
Halloween Haunt Castle Dungeon Prop Decoration
NEW Detailed Vampire, Corpse Sarcophagus.
REALISTIC HAUNTED, SCARY, SPOOKY & GROSS...
An impressive item for any scary, undead or halloween themed venue or event.
Measures just over 5 feet tall.
Approx. 61” tall x 30” wide x 14” deep. Aged wood appearance.
A fabulous way to thrill trick-or-treaters is by placing this frightening coffin on your porch or lawn and sprinkling it with a few cobwebs and a couple of spiders.
Looks great with a skeleton arm or foot sticking out of the holes!
You can leave the chain off and have a skeleton crawling out from the coffin or place an animated ghastly reaper hanging out of the side and watch as he moans and groans, turning his head as trick or treaters scatter!
Fresh Decor from a Creepy Haunted House!
95% Polyfoam and 5% Paperboard
*Some simple assembly required.
Simple disassembly for easy storage.
Coffin Includes:
1 piece backing – (heavyweight cardboard)
All other parts of dense polyfoam:
1 piece: side and bottom
1 piece: opposite side and top
1 piece front – folds in 3
Separate pieces for extra wood look on top and sides
Lock and 2 chains (plastic)
All parts assemble with Velcro.
so I always thought that it was really silly that iwako brand food erasers were so expensive and that people would actually pay it, when you can get much cheaper food erasers here in the states from basically anywhere (I've found them at craft stores, walmart, and even dollar stores)
well it's definitely a case of you get what you pay for...
I found someone selling them for relatively cheap and decide to pick up a couple lots just to see 'cause I'm lacking in drink type props, and I totally get the reason for the hype now.
they're so much nicer than the american (meaning purchased in america, pretty sure they were all made in china or something) ones; the eraser is denser and less chalky/brittle than the cheapy ones, and the labels don't feel like they're going to peel off just from looking at them like the ones on the american erasers do.
over all, I'd say it was money well spent 'cause I'm sure I'll get plenty of use out of them.
hehehehehehehehhh.
this is even funnier without the visual
it's honestly that dark in here, too.
i have a sniffles. or 35468435463.
this is what it looks like with the lights switched on.
ANDO:
"i'd better go, before somebody comes."
that's. what. she. said. BOOM, BABY!
bahahahhahahahaha.
i'm watching 10th kingdom.
i've decided that liking it, and being able to sit through all six hours
in one sitting is a must for my future cabinmate.
that is all.
:D
EDIT:
IT IS 6.23 IN THE MORN AND I HAVE, LITERALLY, NOT SLEPT ALL NIGHT. IT WAS FREEZING ARSE COLD; WHOMEVER DECIDED TO NOT PUT CENTRAL HEATING IN THE PROPS CLOSET WHEN THEY WERE DESIGNING THIS BUILDING, I WILL FIND YOU, YOU GODDAMN SHYSTER BASTARD.
so, i packed up my shite, and i'm in the catwalk now, where it feels like the bahamas. i just hope i don't fall. :/ i'm going to sleep. i have a raging headache from lack of it and i think my eye is twitching. o.0
“A warm smile is the universal language of kindness.”
~ William Arthur Ward ~
The "first" event during our recent visit to Michigan was a pre-birthday celebration at the bowling alley!
I had to see it to believe it . . . 4 year olds bowling with LARGE balls? Yup . . . bumpers automatically rise from the gutters and a metal structure (similar to a walker ~ see below), serves as a prop to hold the ball before it gets pushed down the alley!
Am processing photos now, and just loved this moment of adoring friendship!
Was also thrilled to have the scenery in the background with the pins waiting for the first STRIKE!
Prop head for a Mexican Werewolf from a horror movie whose title I've forgotten. Fangoria Chicago 2007.
This weekend 125.000 people visited the anual Dickens Festijn in the historic centre of Deventer. This adorable family are supporting actors in the cosplay. To put an extra aging to the scene I finished it in sepia.
Charles Dickens, this one's for you!
A fellow named Dymerski on a prop board I'm a member of made this Anubis helmet replica from the movie Stargate. This isn't my work or my photo. A few more details here, www.scifihero.net/forums/lofiversion/index.php/t2675.html
Photo props are all the rage these days. What a fun way to liven up your Thanksgiving celebration this year. These props are perfect for any age.
This set includes:
Pilgrim hat and bonnet
Pilgrim collars (2)
Indian headdress
Turkey wattle
Turkey leg
Pumpkin Pie
Wishbone
Thankful fill-in-the-blank sign
Thanksgiving garland
Available here in our Etsy Shop:
www.etsy.com/listing/85967390/thanksgiving-photo-booth-pr...
Yoga prop, yoga bolster, black yoga bolster, yoga supplies, yogaequipment, yoga practice, yin yoga prop
A propeller blade and small collection of parts from Trans Canada Airlines flight 810, which crashed into the steep cliffs of Mt Slesse on Dec 9, 1956. All 62 on board the Canadian North Star died. A proper memorial plaque sits further down the mountain.
A Bienal de Berlim deixa na memória a marca de uma curadoria ambígua e por vezes egocêntrica, que celebra a transgressão, mas esbarra por isso nos limites do próprio sistema. Apesar de aparentemente ingênua, uma mostra que se propôs a correr riscos, ao contrário da maioria das grandes exposições do gênero.
Quando um artista decide realizar uma ação em um contexto que não o da arte propriamente dita, ele imediatamente tem diante de si alguns dilemas a enfrentar. O primeiro e mais importante deles é: qual a presença que este “evento” terá no circuito de museus, galerias e espaços culturais do qual depende e que lhe dará legitimidade? E depois, como manter e exibir a potência que ele experimentou no espaço não-institucionalizado? Outros problemas decorrem destes. Como evitar que esta “representação” assuma imediatamente o caráter de um mero registro, ou de simples objeto de uso e consumo? O que fazer para evitar que parte de sua natureza real, instável e sedutora não se perca, o que abre rapidamente espaço para sua comoditização?
Com a sétima edição da Bienal de Berlim, cujo mote é Forget Fear (Esqueça o medo), o sistema da arte contemporânea internacional mais uma vez se depara com antigos fantasmas, notadamente em torno das tensões entre arte e política, de modo geral, mas também da espetacularização de seus agentes, formas e materiais, da dificuldade em fazer frente ao poder instituído e tradicional de governos e empresas, da sedução pela fama individual versus a opção pelo trabalho coletivo, do risco de teatralizar suas propostas e esvaziar sua potência.
Objetivo alcançado ou fracasso absoluto?
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Seu curador, o artista polonês radicado em Berlim Artur Zmijewski, enfrentou desde o início da mostra, em 27 de abril, o desafio de, justamente, abolir estas fronteiras e oferecer novos modelos e alternativas – ou pelo menos abrir caminho e espaço para que surgissem por conta própria. Passados dois meses, próximo ao final do projeto (no dia 1o de julho), permanece uma dúvida que pode ser entendida, ela também, como parte de uma estratégia do artista-curador: não sabemos se seus objetivos foram alcançados, uma vez que a repercussão da mostra é inegável, dentro e fora da Alemanha; ou se estamos diante de um fracasso absoluto, que é o que disse a maior parte da imprensa e da crítica.
Ou seja, não parece haver meio termo possível para uma Bienal como esta, que ocupou e foi ocupada. A polêmica presença das ações artísticas, que decidiram se manifestar para além do espaço delimitado, é prova de ânimos conflagrados – e que foram a sua marca desde pelo menos o anúncio de que Zmijewski iria ser o curador, já que o artista costuma ser acusado de hipocrisia e demagogia, uma vez que suas ações no campo artístico são responsáveis por lhe garantir projeção instantânea.
Desde o início da mostra, a instalação pública da artista macedônia Nada Prlja, Peace Wall, foi criticada por alegadamente estar obstruindo a passagem de pedestres e entregas comerciais na Friedrichstrasse, bairro de Kreuzberg, até que a obra passou a ser duramente atacada e a artista decidiu retirá-la, no dia 15 de junho, antes do término do evento, como previsto. Seu “muro da paz”, uma estrutura de madeira de 12 metros de comprimento por 5 metros de largura, estava posicionado próximo ao histórico posto militar Checkpoint Charlie, mas se referia a uma divisão mais recente: a da parte rica, ao norte, repleta de lojas e restaurantes da moda; e a pobre, no extremo sul da mesma rua, onde a maior parte de moradores é de imigrantes e seus descendentes em dificuldades sociais.
Subversão e transgressão – com regras e limites
Já o grupo de pichadores brasileiros, chamado pela Bienal de Movimento Pixação, exemplifica outra postura ambígua por parte da curadoria: a de convidar “oficialmente” indivíduos e grupos, cuja postura política, social e artística é marcada pela subverssão das regras institucionais e pela não-submissão a estatutos de conduta, caso é o caso também do movimento Occupy Museums, que depois de invadir o MoMA e o Lincoln Center no final do ano passado, liderado pelo artista norte-americano Noah Fischer, participa agora da Bienal como convidado. Os pichadores, de quem era esperado que oferecesse um “workshop de pixação” no dia 9 de junho, na Igreja de Santa Elisabeth, da década de 1830, se rebelaram contra a proposta de ensinar uma prática que consideram subversiva, passando então a pichar os muros da igreja. O espaço foi fechado e a Bienal terá de pagar pelo restauro das paredes danificadas. Houve uma discussão entre o pichador Djan Ivson Silva, conhecido como Cripta, e o curador. Ao final, Zmijewski, que teria atirado um balde de água no brasileiro, foi atingido por jatos de tinta amarela.
Novamente, a postura da curadoria foi contraditória em relação ao próprio partido da exposição. Segundo Zmijewski, os pichadores haviam sido alertados de que não era permitido fazer inscrições para além dos painéis de madeira ali instalados para tanto. Parece ingênuo acreditar que uma prática marcada justamente pela transgressão às regras vá respeitá-las por estarem em um contexto artístico, de resto em um lugar que eles abertamente rejeitam. Já a ideia de instituir alguma pedagogia para ensinar a pichar, com workshops em plena Berlim, é um disparate.
Para além da zona de conforto
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A construção desta situação e o modo como foi conduzida diz muito sobre a posição de Zmijewski no sistema da arte e o papel que ele assumiu na Bienal de Berlim, em que se via muitas vezes nitidamente desconfortável. Apesar de terem ficado amplamente conhecidos filmes seus que chocam o espectador (caso de Them e The Game of Tag, este censurado em outras ocasiões por mostrar um grupo de pessoas nuas brincando de pega-pega em uma locação de câmera de gás, e agora exposto na Bienal), ele é na verdade um profissional mais da ambiguidade que da polêmica.
Suas performances parecem racionalmente concebidas para confrontar a arte da maneira como ela está estabelecida, particularmente seu circuito e as engrenagens institucionais que o mantém em funcionamento. Da mesma forma que Joseph Beuys (como assinala Zoran Terzic em The Felt Revolution), Zmijewski parece estar sempre falando no modo “eu”, mesmo quando fala em “nós” no sentido de que suas ações sempre se voltam para sua própria linguagem e discurso – e dele dependem totalmente para circular pelo mundo da arte, dar alguma voltas, bater contra paredes, mas então concluir seu percurso curiosamente no mesmo ponto que parece ter sido o mesmo de origem.
Aumentar Este paradoxo, que parece ser compartilhado por esta edição da Bienal, pode ser colocado deste modo: estamos diante de algo “legítimo”, sincero se não com o circuito que o sustenta, pelo menos com o público; ou então vemos um objeto que apenas estetiza e torna ainda mais espetacular as tragédias e contradições do nosso tempo? Não há uma resposta pronta para este dilema em que a Bienal se colocou – em parte por vontade de seus curadores, em parte pelo cinismo permissivo do circuito global das artes visuais. Com o rosto contra a parede, o alcance da nossa visão fica limitado, mas resta ainda certa mobilidade que nos faz ligeiramente estranhar o fato de o próprio Zmejewiski ter aproveitado a ocasião de estar à frente de um projeto coletivo para inserir nele um trabalho de sua autoria – e novamente podemos invocar as críticas feitas a Beuys: “eu” ou “nós”?.
Na saída do Kunst-Werke, ainda com imagens e ideias revolucionárias em mente, o visitante pode passar na lojinha da Bienal e comprar a edição especial de um caderno de notas Moleskine criado especialmente por Pawel Althamer, ao preço de 14 euros. Batizado Draftsmen’s Congress, a seção shop do site da Bienal oferece ainda a venda de cópias personalizadas pelo artista polonês, ao custo de 165 euros. Apesar de suas inevitáveis contradições, que não se furtou a enfrentar, a curadoria desta Bienal de Berlim mostrou vigor e deixou a impressão de que existe, sim, um lugar para uma ideia de arte que não seja absolutamente conivente ou negligente com ela mesma, seu circuito e as esferas sociais e políticas de nosso tempo. E, mesmo que pareça muitas vezes ingênua e quixotesca, ao fim não se pode dizer que esta Bienal de Berlim não se propôs a correr riscos, a sair da zona de conforto em que se colocam a maioria das grandes exposições bienais pelo mundo hoje.
Fernando Oliva
é curador, pesquisador e docente (Faap e Faculdade Santa Marcelina, São Paulo). Integra o Conselho Curatorial do Videobrasil e editou o Caderno Videobrasil 6. Foi diretor de curadoria do Centro Cultural São Paulo e curador responsável por exposições no MAM-SP e na Galeria Vermelho.
This is where I keep some of my bjd props. Cakes, accessories and toys. Lately I have been to lazy, so instead of putting the eyes in the eye box, I just put them on the cake plate! So now my ladies got some "eye candy" in there cabinet ;) Yummie!
The P1 Hand Phaser prop is "fired" by rolling the thumbwheel on top, forward. First the hooded "sight" rises, and then with the wheel at its extreme forward position, the light bulb in the emitter tip is lit. (this means that the actors always "fired" their phasers on the maximum setting!)
The actors also had to simultaneously seem to be pushing the stud on the bottom of the weapon, since that was supposed to be the actual trigger! (the button on the bottom wasn't connected to anything and actually did nothing).
Later in the series the actors were given non-functional dummy props. Eventually they got into the habit of holding their phasers to make it appear as though they were pushing something on top to fire the phaser. This is why fan drawings, including the semi-official Franz Joseph Starfleet Technial Manual, show the "rising sight" on top labeled as the trigger!
NOTE: the ATL replicas were a private project and not made for sale. None are available.
Battle of Britain Spitfire during a fly past at the Props & Pistons event at the Lincolnshire Aviation Heritage Museum.
Lens: ZEISS OTUS 1.4/55
Camera: Nikon D800
Exposure: ISO 100, f/5.6 at 1/6400s
Processed: LR 5.0
Location/Time: Ocracoke Island, North Carolina
Note: Enlargement of Prop Wash - #1 to show details