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La Candelora o la Juta dei Femminielli a Montevergine, è una delle feste popolari tra sacro e profano, più coinvolgenti. I fedeli devoti a “Mamma Schiavona”, e i cosiddetti “Femminielli”, si recano in pellegrinaggio dalla Madonna Nera al Santuario di Montevergine.
E’ un rito popolare radicato ormai nel nostro territorio, riuscendo ad unire sotto l’unico “Mantello” persone di ogni genere e sesso.
La giornata se pur fredda, poi si è riscaldata al ritmo della musica suonata in onore della Madonna.
Continuan las obras en la plaza Riccheri. Se estan cementando los caminos, arreglando el sector juegos y se pondra una fuente de agua en el medio de la plaza.
Un devoto porta una réplica de la imagen de Jesús durante la procesión de quinto domingo de Cuaresma en Antigua Guatemala.
A penitent carries a small replica of Jesus during the fifth sunday of Lent procession in Antigua Guatemala
Soy devoto de mi, y por eso recorro la plaza con la cabeza alta, los ojos brillando, los dedos cruzados, la sonrisa ancha. No sostengo cristos, ni sellos, ni decoro con oro la trayectoria de mis pensamientos, asiento con la cabeza y lucho con lo de fuera por dentro, el truco está en dejar que viva el cuerpo. No soy más ni menos, pero aquí soy yo, por que es donde está mi risa y mis muertos. Un rincón chico, un bocao en la tierra donde se unen los mares, truenan los barcos y se huele el viento, aquí me siento en el cielo, el resucitar, traedme flores que estoy muerto, mañana ya me volveré a levantar.
População prestigia Festa de Iemanja de Lauro de Freitas
Devotos vão à praia de Buraquinho homenagear a Rainha do Mar
Centenas de pessoas envolvidas em ritual de fé e muita devoção. A Festa de Iemanjá de Lauro de Freitas, neste 2 de fevereiro, abrilhantou a praia de Buraquinho. A programação começou bem cedo, às 6h, com alvorada de fogos em homenagem à Rainha do Mar. A entrega dos presentes e muito samba de roda dão continuidade à programação. A festa, cada vez mais organizada, tem total apoio da Prefeitura Municipal de Lauro de Freitas (PMLF), por meio da Secretaria de Cultura (Secult) e do Conselho de Cultura, contou com a parceria da Colônia de Pescadores Z-57, do Terreiro de São Jorge Filho da Goméia de Mãe Mirinha de Portão. Participam da festa autoridades públicas, munícipes e muitos visitantes.
Com rosas vermelhas e brancas, o prefeito Márcio Paiva fez questão de entregar as oferendas e participar do ritual antes da saída dos presentes para o mar. “Esse é um momento que me emociona demais. Fico muito feliz de participar de uma festa que se fortalece a cada ano e tenham certeza que no que depender da nossa gestão será cada vez melhor e mais grandiosa”, sinalizou o prefeito.
A tradição da festa se repete há 12 anos. Segundo o presidente da colônia Z -57, Jonas dos Santos, conhecido como “Touro”, a comemoração tem ganhado cada vez mais força. “Temos contado com apoio da Administração Pública e a cada ano nosso ritual fica ainda mais bonito” destacou.
O homenageado da festa de Iemanjá 2015 foi Domingos Ferreira da Cruz, 76 anos, conhecido como “Balaeiro”. Famoso por confeccionar os balaios que levam as oferendas a Rainha do Mar, ele agradeceu emocionado pelo gesto nobre da gestão. “Uma alegria danada em saber que reconheceram meu trabalho”, disse o senhor que já perdeu as contas de quantos balaios preparou.
O secretário da Secult, Alexandre Marques, reforça a importância da festa para a cidade. “Além de ser uma manifestação cultural e religiosa que já integra o calendário de festas populares do município, e também o momento de dar visibilidade aos grupos de samba de roda que temos em Lauro de Freitas. Ficamos felizes em promover nossa cultura” destacou.
Depois de entregar os presentes, molhar os pés e fazer todos os agradecimentos, a funcionária pública aposentada, Virgínia Sacramento, 62 anos, caiu no samba de roda. “É uma festa maravilhosa! Linda Iemanjá e linda a festa em Lauro de Freitas”, disse a devota emocionada. Além das apresentações de grupos de samba de roda no Palco Mestre Paizinho (Portão), o Samba de Viola de 12 cordas teve destaque. A festa contou ainda com uma exposição do fotógrafo Osmar Gama sobre o tema, que também será apresentada em Salvador.
Na organização do evento, sob o comando da Secult, também atuaram no apoio as Secretarias de Trânsito, Transporte e Ordem Pública (Settop), Secretaria de Serviços Públicos (Sesp), além do Gabinete do Prefeito.
Corrientes-Arg- El santo popular Antonio Gil reunió a más de 250 mil devotos en su santuario. Cada 8 de enero se conmemora su muerte, venerado como justiciero y rebelde, suma fieles que lo honran con sus oraciones y bailes.
La Candelora o la Juta dei Femminielli a Montevergine, è una delle feste popolari tra sacro e profano, più coinvolgenti. I fedeli devoti a “Mamma Schiavona”, e i cosiddetti “Femminielli”, si recano in pellegrinaggio dalla Madonna Nera al Santuario di Montevergine.
E’ un rito popolare radicato ormai nel nostro territorio, riuscendo ad unire sotto l’unico “Mantello” persone di ogni genere e sesso.
La giornata se pur fredda, poi si è riscaldata al ritmo della musica suonata in onore della Madonna.
Les fontaines à dévotion (ou bonnes fontaines, ou fontaines miraculeuses constituent un patrimoine emblématique des croyances populaires dans plusieurs régions françaises. Leurs origines sont le cas échéant antérieures au christianisme. Elles peuvent encore aujourd'hui faire l'objet de rituels thérapeutiques, en fonction des facultés médicinales ou des bienfaits particuliers qui leur sont attribués par la coutume : guérison des humains ou du bétail, fin d'une sécheresse, obtention d'une faveur, protection des enfants.
Foto aportada por: www.fotolog.com/villa_devoto_vd
Fotografía editada por: www.fotolog.com/nicofoxfiles
(Setiembre 2006) Tolva en las inmediaciones de lo que sería la futura estación Corrientes de la Nueva Línea H.
Imagen correspondiente al tramo Corrientes - Córdoba.
INAUGURACIÓN TRAMO C1 (ESTACIÓN CORRIENTES - TÚNEL ENTRE ESTACIÓN ONCE Y CORRIENTES Y COLA DE MANIOBRAS) en 2009.
Fecha de Inicio: 05-07-06
Fecha de Terminación: 05-01-09
Estación Corrientes y Túnel
- Se han realizado las siguientes tareas generales del proyecto:
a) replanteos y nivelación inicial de obra sobre la traza,
b) gestión de impacto ambiental,
c) relevamiento de frentes con escribano público,
d) Obrador principal,
e) Equipamiento y comodidades para la dirección de obras,
f) Cateos sobre calle Tucumán (estudios de campo y posible emplazamiento de rampa de acceso ).
El logito con la letra "H", simboliza a la línea citada, y la ubicación del tramo "en rojo" dentro del mapita indica el lugar en donde fue sacada la foto.
www.flickr.com/photos/nicofoxfiles
nicofoxfiles@hotmail.com
nicofoxfiles@gmail.com
População prestigia Festa de Iemanja de Lauro de Freitas
Devotos vão à praia de Buraquinho homenagear a Rainha do Mar
Centenas de pessoas envolvidas em ritual de fé e muita devoção. A Festa de Iemanjá de Lauro de Freitas, neste 2 de fevereiro, abrilhantou a praia de Buraquinho. A programação começou bem cedo, às 6h, com alvorada de fogos em homenagem à Rainha do Mar. A entrega dos presentes e muito samba de roda dão continuidade à programação. A festa, cada vez mais organizada, tem total apoio da Prefeitura Municipal de Lauro de Freitas (PMLF), por meio da Secretaria de Cultura (Secult) e do Conselho de Cultura, contou com a parceria da Colônia de Pescadores Z-57, do Terreiro de São Jorge Filho da Goméia de Mãe Mirinha de Portão. Participam da festa autoridades públicas, munícipes e muitos visitantes.
Com rosas vermelhas e brancas, o prefeito Márcio Paiva fez questão de entregar as oferendas e participar do ritual antes da saída dos presentes para o mar. “Esse é um momento que me emociona demais. Fico muito feliz de participar de uma festa que se fortalece a cada ano e tenham certeza que no que depender da nossa gestão será cada vez melhor e mais grandiosa”, sinalizou o prefeito.
A tradição da festa se repete há 12 anos. Segundo o presidente da colônia Z -57, Jonas dos Santos, conhecido como “Touro”, a comemoração tem ganhado cada vez mais força. “Temos contado com apoio da Administração Pública e a cada ano nosso ritual fica ainda mais bonito” destacou.
O homenageado da festa de Iemanjá 2015 foi Domingos Ferreira da Cruz, 76 anos, conhecido como “Balaeiro”. Famoso por confeccionar os balaios que levam as oferendas a Rainha do Mar, ele agradeceu emocionado pelo gesto nobre da gestão. “Uma alegria danada em saber que reconheceram meu trabalho”, disse o senhor que já perdeu as contas de quantos balaios preparou.
O secretário da Secult, Alexandre Marques, reforça a importância da festa para a cidade. “Além de ser uma manifestação cultural e religiosa que já integra o calendário de festas populares do município, e também o momento de dar visibilidade aos grupos de samba de roda que temos em Lauro de Freitas. Ficamos felizes em promover nossa cultura” destacou.
Depois de entregar os presentes, molhar os pés e fazer todos os agradecimentos, a funcionária pública aposentada, Virgínia Sacramento, 62 anos, caiu no samba de roda. “É uma festa maravilhosa! Linda Iemanjá e linda a festa em Lauro de Freitas”, disse a devota emocionada. Além das apresentações de grupos de samba de roda no Palco Mestre Paizinho (Portão), o Samba de Viola de 12 cordas teve destaque. A festa contou ainda com uma exposição do fotógrafo Osmar Gama sobre o tema, que também será apresentada em Salvador.
Na organização do evento, sob o comando da Secult, também atuaram no apoio as Secretarias de Trânsito, Transporte e Ordem Pública (Settop), Secretaria de Serviços Públicos (Sesp), além do Gabinete do Prefeito.
¡Qué lindo festejo el de Villa Devoto! El barrio cumplió 124 años y
lo celebramos en una fiesta lindísima. Bailamos, cantamos, y estuvimos
junto a los vecinos en una jornada familiar y de mucha alegría.
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o
ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque
eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
(Vinícius de Morais)
EU PODERIA POSTAH MUITAS FOTOS..MAS ESCOLHI ESSA..PQ MARCOU..E PQ SINTO FALTA DESSA EPOCA...E PQ O POEMA COMBINA....C.O.M.I.G.O.!
AMO VC MOLECA LEVADA! = ]
La dévotion à Sainte Anne poursuit celle à la Grande Déesse Ana. La statue de la chapelle privilégiée date de 1558. Ex-voto des années 30. Verrières. Statues. Visite du 26 décembre 2009
© gaelle kermen 2010
Thunderbird e o Devotos DNSA esquentam noite fria de inverno em show gratuito na Virada Cultural Paulista 2011 no Centro Social Urbano em Santa Barbara D’Oeste. 14.05.11
La Candelora o la Juta dei Femminielli a Montevergine, è una delle feste popolari tra sacro e profano, più coinvolgenti. I fedeli devoti a “Mamma Schiavona”, e i cosiddetti “Femminielli”, si recano in pellegrinaggio dalla Madonna Nera al Santuario di Montevergine.
E’ un rito popolare radicato ormai nel nostro territorio, riuscendo ad unire sotto l’unico “Mantello” persone di ogni genere e sesso.
La giornata se pur fredda, poi si è riscaldata al ritmo della musica suonata in onore della Madonna.
No Brasil Colônia, os negros escravos e alforriados (forros) eram particularmente devotos de Nossa Senhora do Rosário, São Benedito, Santa Ifigênia, Santo Elesbão e alguns outros santos.[1] De acordo com frei Agostinho de Santa Maria, desde os inícios do século XVII os escravos e forros veneravam Nossa Senhora do Rosário num altar da Sé da Bahia, em Salvador.[1] Como outros grupos da colônia, também os negros se organizavam em agrupações religiosas de ajuda mútua, as chamadas irmandades ou confrarias. Na segunda metade do século XVIII, quase todas as freguesias de Salvador possuíam alguma irmandade de negros.[1]
A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário de Salvador foi formalmente constituída em 1685, sendo antecedida somente pelas de Olinda (meados do século XVI), Recife (1654), Rio de Janeiro (meados do século XVII) e Belém do Pará (1682).[1][2] As irmandades de negros começavam reunindo-se nos altares laterais de igrejas matrizes ou conventuais, mas em 1704 a do Rosário reuniu o dinheiro necessário e recebeu a permissão do arcebispo D. Sebastião Monteiro de Vide para a construção de uma igreja própria nas Portas do Carmo.[3][4] O nome se refere à existência na zona de uma das portas da cidade fortificada, por onde saía o caminho (atualmente a ladeira do Pelourinho) até o Convento do Carmo. Na zona também estava localizado o Quartel do Carmo, onde se alojavam os soldados que defendiam essa entrada da cidade.[3]
A construção da Igreja do Rosário foi um processo lento, pois a irmandade era relativamente pobre e os irmãos da confraria doavam seu trabalho para a construção em suas horas livres.[3] A partir de 1718 a igreja foi também matriz da recentemente criada freguesia do Senhor do Passo, situação que continuou até cerca de 1740.[3] Inicialmente foi edificado o corpo da igreja; a elaborada fachada e as torres só foram levantadas a partir de 1780, sob a direção do mestre-de-obras Caetano José da Costa.[4] Também por essa época o edifício ganhou dois corredores laterais.[3]
Na segunda metade do século XIX o interior da igreja foi redecorado, ganhando novos altares em estilo neoclássico e pinturas. O retábulo do altar-mor, de 1871 e inspiração neoclássica, é de autoria do entalhador João Simões F. de Souza. A pintura do teto da nave e do altar-mor é da mesma época, feita pelo artista José Pinto Lima dos Reis. Entre 1873 e 1875, a fachada foi alterada com a construção de duas novas portas, ao lado da porta principal. No final do século XIX, outras melhorias foram realizadas, como a construção de um altar na sacristia (1894) e o douramento da igreja (1895).
População prestigia Festa de Iemanja de Lauro de Freitas
Devotos vão à praia de Buraquinho homenagear a Rainha do Mar
Centenas de pessoas envolvidas em ritual de fé e muita devoção. A Festa de Iemanjá de Lauro de Freitas, neste 2 de fevereiro, abrilhantou a praia de Buraquinho. A programação começou bem cedo, às 6h, com alvorada de fogos em homenagem à Rainha do Mar. A entrega dos presentes e muito samba de roda dão continuidade à programação. A festa, cada vez mais organizada, tem total apoio da Prefeitura Municipal de Lauro de Freitas (PMLF), por meio da Secretaria de Cultura (Secult) e do Conselho de Cultura, contou com a parceria da Colônia de Pescadores Z-57, do Terreiro de São Jorge Filho da Goméia de Mãe Mirinha de Portão. Participam da festa autoridades públicas, munícipes e muitos visitantes.
Com rosas vermelhas e brancas, o prefeito Márcio Paiva fez questão de entregar as oferendas e participar do ritual antes da saída dos presentes para o mar. “Esse é um momento que me emociona demais. Fico muito feliz de participar de uma festa que se fortalece a cada ano e tenham certeza que no que depender da nossa gestão será cada vez melhor e mais grandiosa”, sinalizou o prefeito.
A tradição da festa se repete há 12 anos. Segundo o presidente da colônia Z -57, Jonas dos Santos, conhecido como “Touro”, a comemoração tem ganhado cada vez mais força. “Temos contado com apoio da Administração Pública e a cada ano nosso ritual fica ainda mais bonito” destacou.
O homenageado da festa de Iemanjá 2015 foi Domingos Ferreira da Cruz, 76 anos, conhecido como “Balaeiro”. Famoso por confeccionar os balaios que levam as oferendas a Rainha do Mar, ele agradeceu emocionado pelo gesto nobre da gestão. “Uma alegria danada em saber que reconheceram meu trabalho”, disse o senhor que já perdeu as contas de quantos balaios preparou.
O secretário da Secult, Alexandre Marques, reforça a importância da festa para a cidade. “Além de ser uma manifestação cultural e religiosa que já integra o calendário de festas populares do município, e também o momento de dar visibilidade aos grupos de samba de roda que temos em Lauro de Freitas. Ficamos felizes em promover nossa cultura” destacou.
Depois de entregar os presentes, molhar os pés e fazer todos os agradecimentos, a funcionária pública aposentada, Virgínia Sacramento, 62 anos, caiu no samba de roda. “É uma festa maravilhosa! Linda Iemanjá e linda a festa em Lauro de Freitas”, disse a devota emocionada. Além das apresentações de grupos de samba de roda no Palco Mestre Paizinho (Portão), o Samba de Viola de 12 cordas teve destaque. A festa contou ainda com uma exposição do fotógrafo Osmar Gama sobre o tema, que também será apresentada em Salvador.
Na organização do evento, sob o comando da Secult, também atuaram no apoio as Secretarias de Trânsito, Transporte e Ordem Pública (Settop), Secretaria de Serviços Públicos (Sesp), além do Gabinete do Prefeito.
¡Qué lindo festejo el de Villa Devoto! El barrio cumplió 124 años y
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Please note that the fact that "This photo is public" doesn't mean it's public domain or a free stock image. Unauthorized use is strictly prohibited. If you wish to use any of my images for any reason/purpose please contact me for written permission. Tous droits reservés. Défense d'utilisation de cette image sans ma permission. Todos derechos reservados. No usar sin mi consentimiento.
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La cavalcata di sant'Oronzo è la festa più attesa e importante di Ostuni. Ogni anno il 25, 26 e 27 di agosto, sono giorni dedicati al santo: un corteo di cavalli e cavalieri bardati a festa, sfila per le vie cittadine a scorta del protettore della città. Le origini della cavalcata erano incerte fino a pochi anni addietro. Si possono oggi far risalire, con buon margine di sicurezza, alla seconda metà del diciassettesimo secolo, precisamente al 1657. La peste invase il Salento risparmiando Ostuni ed altre città di Terra d'Otranto. Il miracolo venne attribuito a sant'Oronzo ed ogni 26 agosto gli ostunesi vollero recarsi in processione al santuario eretto in suo onore. Lì prelevavano la statua in cartapesta raffigurante il santo, e la portavano a spalla nella piazza del paese. Spesso gli addobbi sono tramandati di generazione in generazione così come i gesti e i piccoli indispensabili segreti. L'intero nucleo familiare si dedica alla vestizione, spesso aiutato da parenti e amici. Uno degli addobbi più importanti, è costituito dal bellissimo mantello arabescato con centinaia di paillettes applicate una ad una con certosina pazienza. La vestizione continua con finimenti e fregi di vario tipo e grandezza. Anche il cavaliere indossa l'uniforme costituita dal chepì e da una casacca che ricordano i motivi del mantello del cavallo e da pantaloni bianchi. La vestizione del cavaliere è anch'essa molto accurata e ricorda per certi aspetti, quella del torero. Gli ultimi dettagli, i guanti bianchi, il frustino ed ecco cavallo e cavaliere diventare un'unica entità. Il nostro cavaliere con la sua cavalcatura, si avvia come tutti gli altri, verso il punto di incontro, piazza Cattedrale, inerpicandosi lungo l'omonima salita. Una volta arrivati in piazza cattedrale, cavalli e cavalieri attendono che la statua di sant'Oronzo venga portata fuori dalla chiesa madre.
Fino a poco tempo addietro, si riteneva che fosse stato un ricco signore di Ostuni, don Pietro Sansone, a commissionare la costruzione della statua in argento avvenuta nel 1788 a Napoli, sua città di origine. Recenti e più approfondite ricerche condotte dallo storico locale Luigi Greco, hanno permesso di stabilire che l'iniziativa non fu presa in prima persona da Pietro Sansone, come si era da sempre creduto, ma dai vaticali, una sorta di "corrieri" dell'epoca, che trasportavano le merci su carri trainati da cavalli. I vaticali, devoti al loro protettore come tutti gli ostunesi, fecero un accordo con il loro datore di lavoro: avrebbero accantonato parte del guadagno loro dovuto, fino a raggiungere la somma di 4.000 ducati necessaria per la costruzione della statua. Venne incaricato per l'esecuzione dell'opera, Luca Baccaro, artista napoletano. A capo dei 43 ostunesi, molti dei quali erano vaticali, c'era un altro notaio, Felice Giovine. Loro intendimento era quello di costituire un'associazione di volontari che avrebbe sostenuto le spese per onorare al meglio sant'Oronzo. Quando la statua giunse a Ostuni, fu scortata a cavallo proprio dai vaticali che, grazie al loro solerte lavoro, contribuirono alla crescita economica che contraddistinse la seconda metà del settecento. Negli anni precedenti infatti, per vari motivi, la manifestazione era andata via via impoverendosi, così che rischiava addirittura di non essere più svolta. Dunque quei 43 cittadini, si impegnarono a sostenere personalmente tutte le spese necessarie, in ragione di 6 ducati l'anno a testa, per un totale di 258 ducati da spendersi in musica, fuochi d'artificio e quant'altro fosse servito alla degna riuscita della manifestazione. Gli stessi sovvenzionatori, avrebbero costituito il gruppo di cavalieri a scorta del santo.
Negli anni, dunque, questa nuova classe sociale, la borghesia, aveva preso il posto della ormai decadente aristocrazia ostunese, i cui componenti in origine partecipavano anch'essi alla processione, ma a cavallo per distinguersi dalla gente comune. La statua è preceduta dal vescovo con i prelati della diocesi, e dalle autorità. Apre il corteo un trio di suonatori che esegue un antico ritornello accompagnandosi con piffero e tamburi. In coda alla statua, la tradizionale banda precede i cavalieri che spesso eseguono piroette, così come anticamente si era soliti far avanzare i cavalli, esibendosi in suggestive coreografie. La Cavalcata di sant'Oronzo, nell'attuale configurazione, ebbe inizio nel 1803. In realtà la giusta definizione è 'Cavalcata dei Devoti'. Questa intitolazione si deve ad un gruppo di cittadini che il 26 agosto di quell'anno, si recarono presso la casa del notaio Giuseppe Gaetano Tanzarella.
Il simulacro lascia la bellissima Cattedrale costruita nella seconda metà del XV° secolo, a spese e con la manodopera degli ostunesi. La statua in argento ha preso il posto nel tempo, di quella in cartapesta.
E' dunque legittimo sostenere che la Cavalcata dei Devoti, ormai nota come cavalcata di sant'Oronzo, sia arrivata sino ai giorni nostri, con inevitabili modifiche ma inalterata nella sostanza, proprio a partire dall'inizio del secolo scorso.
A conclusione della Cavalcata, d'obbligo in piazza della Libertà l'esecuzione di brani operistici e sinfonici, nella cornice delle immancabili luminarie. Concludono l'intensa giornata i fuochi artificiali ai quali, ci piace pensare, stiano assistendo soddisfatti anche i 43 devoti che in quel lontano 26 agosto 1803, assicurarono a Ostuni, la continuità di questa straordinaria manifestazione.
Devotos Chimbangleros tocanto maracas y bailando en la procesion durante las fiestas religiosas en honor a San Benito de Palermo en la ciudad de Cabimas
Il miliziano più anziano, Sig Tore Viola, devoto di Sant'Efisio fin da bambino è una istituzione della Sagra.
it.m.wikipedia.org/wiki/Speciale:Ricerca/Devota
.
1€
(Ambo 0,50, Terno 0,50 - SeSuTu, Terno 1€),
.
ne dà 39, con l'Ambo
e 2.232, col Terno
-
SeSuTu, 423.
.
- ALL IN ONE -
Puntando 1€ su Cinquina con i 7 Numeri,
se ne possono vincere 268.571,43.
Caminata de 3 horas por los barrios linderos. (Agronomía, Villa Del Parque, Villa Devoto)
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La Candelora o la Juta dei Femminielli a Montevergine, è una delle feste popolari tra sacro e profano, più coinvolgenti. I fedeli devoti a “Mamma Schiavona”, e i cosiddetti “Femminielli”, si recano in pellegrinaggio dalla Madonna Nera al Santuario di Montevergine.
E’ un rito popolare radicato ormai nel nostro territorio, riuscendo ad unire sotto l’unico “Mantello” persone di ogni genere e sesso.
La giornata se pur fredda, poi si è riscaldata al ritmo della musica suonata in onore della Madonna.
La Candelora o la Juta dei Femminielli a Montevergine, è una delle feste popolari tra sacro e profano, più coinvolgenti. I fedeli devoti a “Mamma Schiavona”, e i cosiddetti “Femminielli”, si recano in pellegrinaggio dalla Madonna Nera al Santuario di Montevergine.
E’ un rito popolare radicato ormai nel nostro territorio, riuscendo ad unire sotto l’unico “Mantello” persone di ogni genere e sesso.
La giornata se pur fredda, poi si è riscaldata al ritmo della musica suonata in onore della Madonna.
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La cavalcata di sant'Oronzo è la festa più attesa e importante di Ostuni. Ogni anno il 25, 26 e 27 di agosto, sono giorni dedicati al santo: un corteo di cavalli e cavalieri bardati a festa, sfila per le vie cittadine a scorta del protettore della città. Le origini della cavalcata erano incerte fino a pochi anni addietro. Si possono oggi far risalire, con buon margine di sicurezza, alla seconda metà del diciassettesimo secolo, precisamente al 1657. La peste invase il Salento risparmiando Ostuni ed altre città di Terra d'Otranto. Il miracolo venne attribuito a sant'Oronzo ed ogni 26 agosto gli ostunesi vollero recarsi in processione al santuario eretto in suo onore. Lì prelevavano la statua in cartapesta raffigurante il santo, e la portavano a spalla nella piazza del paese. Spesso gli addobbi sono tramandati di generazione in generazione così come i gesti e i piccoli indispensabili segreti. L'intero nucleo familiare si dedica alla vestizione, spesso aiutato da parenti e amici. Uno degli addobbi più importanti, è costituito dal bellissimo mantello arabescato con centinaia di paillettes applicate una ad una con certosina pazienza. La vestizione continua con finimenti e fregi di vario tipo e grandezza. Anche il cavaliere indossa l'uniforme costituita dal chepì e da una casacca che ricordano i motivi del mantello del cavallo e da pantaloni bianchi. La vestizione del cavaliere è anch'essa molto accurata e ricorda per certi aspetti, quella del torero. Gli ultimi dettagli, i guanti bianchi, il frustino ed ecco cavallo e cavaliere diventare un'unica entità. Il nostro cavaliere con la sua cavalcatura, si avvia come tutti gli altri, verso il punto di incontro, piazza Cattedrale, inerpicandosi lungo l'omonima salita. Una volta arrivati in piazza cattedrale, cavalli e cavalieri attendono che la statua di sant'Oronzo venga portata fuori dalla chiesa madre.
Fino a poco tempo addietro, si riteneva che fosse stato un ricco signore di Ostuni, don Pietro Sansone, a commissionare la costruzione della statua in argento avvenuta nel 1788 a Napoli, sua città di origine. Recenti e più approfondite ricerche condotte dallo storico locale Luigi Greco, hanno permesso di stabilire che l'iniziativa non fu presa in prima persona da Pietro Sansone, come si era da sempre creduto, ma dai vaticali, una sorta di "corrieri" dell'epoca, che trasportavano le merci su carri trainati da cavalli. I vaticali, devoti al loro protettore come tutti gli ostunesi, fecero un accordo con il loro datore di lavoro: avrebbero accantonato parte del guadagno loro dovuto, fino a raggiungere la somma di 4.000 ducati necessaria per la costruzione della statua. Venne incaricato per l'esecuzione dell'opera, Luca Baccaro, artista napoletano. A capo dei 43 ostunesi, molti dei quali erano vaticali, c'era un altro notaio, Felice Giovine. Loro intendimento era quello di costituire un'associazione di volontari che avrebbe sostenuto le spese per onorare al meglio sant'Oronzo. Quando la statua giunse a Ostuni, fu scortata a cavallo proprio dai vaticali che, grazie al loro solerte lavoro, contribuirono alla crescita economica che contraddistinse la seconda metà del settecento. Negli anni precedenti infatti, per vari motivi, la manifestazione era andata via via impoverendosi, così che rischiava addirittura di non essere più svolta. Dunque quei 43 cittadini, si impegnarono a sostenere personalmente tutte le spese necessarie, in ragione di 6 ducati l'anno a testa, per un totale di 258 ducati da spendersi in musica, fuochi d'artificio e quant'altro fosse servito alla degna riuscita della manifestazione. Gli stessi sovvenzionatori, avrebbero costituito il gruppo di cavalieri a scorta del santo.
Negli anni, dunque, questa nuova classe sociale, la borghesia, aveva preso il posto della ormai decadente aristocrazia ostunese, i cui componenti in origine partecipavano anch'essi alla processione, ma a cavallo per distinguersi dalla gente comune. La statua è preceduta dal vescovo con i prelati della diocesi, e dalle autorità. Apre il corteo un trio di suonatori che esegue un antico ritornello accompagnandosi con piffero e tamburi. In coda alla statua, la tradizionale banda precede i cavalieri che spesso eseguono piroette, così come anticamente si era soliti far avanzare i cavalli, esibendosi in suggestive coreografie. La Cavalcata di sant'Oronzo, nell'attuale configurazione, ebbe inizio nel 1803. In realtà la giusta definizione è 'Cavalcata dei Devoti'. Questa intitolazione si deve ad un gruppo di cittadini che il 26 agosto di quell'anno, si recarono presso la casa del notaio Giuseppe Gaetano Tanzarella.
Il simulacro lascia la bellissima Cattedrale costruita nella seconda metà del XV° secolo, a spese e con la manodopera degli ostunesi. La statua in argento ha preso il posto nel tempo, di quella in cartapesta.
E' dunque legittimo sostenere che la Cavalcata dei Devoti, ormai nota come cavalcata di sant'Oronzo, sia arrivata sino ai giorni nostri, con inevitabili modifiche ma inalterata nella sostanza, proprio a partire dall'inizio del secolo scorso.
A conclusione della Cavalcata, d'obbligo in piazza della Libertà l'esecuzione di brani operistici e sinfonici, nella cornice delle immancabili luminarie. Concludono l'intensa giornata i fuochi artificiali ai quali, ci piace pensare, stiano assistendo soddisfatti anche i 43 devoti che in quel lontano 26 agosto 1803, assicurarono a Ostuni, la continuità di questa straordinaria manifestazione.
Miles de fieles y devotos de la Virgen de la Consolación de Táriba, patrona del Táchira, recorren las principales arterias viales de la capital tachirense y zonas aledañas, en franca caminata para pagar promesas y renovar los votos de fe cristiana. Desde diversos puntos salen en peregrinación orando en compañía de sacerdotes hasta llegar a la Basilica de Tariba, capital del municipio Cardenas, 15-08-2008 (Gennaro Pascale / Orinoquiaphoto)Pascale / Orinoquiaphoto)
População prestigia Festa de Iemanja de Lauro de Freitas
Devotos vão à praia de Buraquinho homenagear a Rainha do Mar
Centenas de pessoas envolvidas em ritual de fé e muita devoção. A Festa de Iemanjá de Lauro de Freitas, neste 2 de fevereiro, abrilhantou a praia de Buraquinho. A programação começou bem cedo, às 6h, com alvorada de fogos em homenagem à Rainha do Mar. A entrega dos presentes e muito samba de roda dão continuidade à programação. A festa, cada vez mais organizada, tem total apoio da Prefeitura Municipal de Lauro de Freitas (PMLF), por meio da Secretaria de Cultura (Secult) e do Conselho de Cultura, contou com a parceria da Colônia de Pescadores Z-57, do Terreiro de São Jorge Filho da Goméia de Mãe Mirinha de Portão. Participam da festa autoridades públicas, munícipes e muitos visitantes.
Com rosas vermelhas e brancas, o prefeito Márcio Paiva fez questão de entregar as oferendas e participar do ritual antes da saída dos presentes para o mar. “Esse é um momento que me emociona demais. Fico muito feliz de participar de uma festa que se fortalece a cada ano e tenham certeza que no que depender da nossa gestão será cada vez melhor e mais grandiosa”, sinalizou o prefeito.
A tradição da festa se repete há 12 anos. Segundo o presidente da colônia Z -57, Jonas dos Santos, conhecido como “Touro”, a comemoração tem ganhado cada vez mais força. “Temos contado com apoio da Administração Pública e a cada ano nosso ritual fica ainda mais bonito” destacou.
O homenageado da festa de Iemanjá 2015 foi Domingos Ferreira da Cruz, 76 anos, conhecido como “Balaeiro”. Famoso por confeccionar os balaios que levam as oferendas a Rainha do Mar, ele agradeceu emocionado pelo gesto nobre da gestão. “Uma alegria danada em saber que reconheceram meu trabalho”, disse o senhor que já perdeu as contas de quantos balaios preparou.
O secretário da Secult, Alexandre Marques, reforça a importância da festa para a cidade. “Além de ser uma manifestação cultural e religiosa que já integra o calendário de festas populares do município, e também o momento de dar visibilidade aos grupos de samba de roda que temos em Lauro de Freitas. Ficamos felizes em promover nossa cultura” destacou.
Depois de entregar os presentes, molhar os pés e fazer todos os agradecimentos, a funcionária pública aposentada, Virgínia Sacramento, 62 anos, caiu no samba de roda. “É uma festa maravilhosa! Linda Iemanjá e linda a festa em Lauro de Freitas”, disse a devota emocionada. Além das apresentações de grupos de samba de roda no Palco Mestre Paizinho (Portão), o Samba de Viola de 12 cordas teve destaque. A festa contou ainda com uma exposição do fotógrafo Osmar Gama sobre o tema, que também será apresentada em Salvador.
Na organização do evento, sob o comando da Secult, também atuaram no apoio as Secretarias de Trânsito, Transporte e Ordem Pública (Settop), Secretaria de Serviços Públicos (Sesp), além do Gabinete do Prefeito.
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La cavalcata di sant'Oronzo è la festa più attesa e importante di Ostuni. Ogni anno il 25, 26 e 27 di agosto, sono giorni dedicati al santo: un corteo di cavalli e cavalieri bardati a festa, sfila per le vie cittadine a scorta del protettore della città. Le origini della cavalcata erano incerte fino a pochi anni addietro. Si possono oggi far risalire, con buon margine di sicurezza, alla seconda metà del diciassettesimo secolo, precisamente al 1657. La peste invase il Salento risparmiando Ostuni ed altre città di Terra d'Otranto. Il miracolo venne attribuito a sant'Oronzo ed ogni 26 agosto gli ostunesi vollero recarsi in processione al santuario eretto in suo onore. Lì prelevavano la statua in cartapesta raffigurante il santo, e la portavano a spalla nella piazza del paese. Spesso gli addobbi sono tramandati di generazione in generazione così come i gesti e i piccoli indispensabili segreti. L'intero nucleo familiare si dedica alla vestizione, spesso aiutato da parenti e amici. Uno degli addobbi più importanti, è costituito dal bellissimo mantello arabescato con centinaia di paillettes applicate una ad una con certosina pazienza. La vestizione continua con finimenti e fregi di vario tipo e grandezza. Anche il cavaliere indossa l'uniforme costituita dal chepì e da una casacca che ricordano i motivi del mantello del cavallo e da pantaloni bianchi. La vestizione del cavaliere è anch'essa molto accurata e ricorda per certi aspetti, quella del torero. Gli ultimi dettagli, i guanti bianchi, il frustino ed ecco cavallo e cavaliere diventare un'unica entità. Il nostro cavaliere con la sua cavalcatura, si avvia come tutti gli altri, verso il punto di incontro, piazza Cattedrale, inerpicandosi lungo l'omonima salita. Una volta arrivati in piazza cattedrale, cavalli e cavalieri attendono che la statua di sant'Oronzo venga portata fuori dalla chiesa madre.
Fino a poco tempo addietro, si riteneva che fosse stato un ricco signore di Ostuni, don Pietro Sansone, a commissionare la costruzione della statua in argento avvenuta nel 1788 a Napoli, sua città di origine. Recenti e più approfondite ricerche condotte dallo storico locale Luigi Greco, hanno permesso di stabilire che l'iniziativa non fu presa in prima persona da Pietro Sansone, come si era da sempre creduto, ma dai vaticali, una sorta di "corrieri" dell'epoca, che trasportavano le merci su carri trainati da cavalli. I vaticali, devoti al loro protettore come tutti gli ostunesi, fecero un accordo con il loro datore di lavoro: avrebbero accantonato parte del guadagno loro dovuto, fino a raggiungere la somma di 4.000 ducati necessaria per la costruzione della statua. Venne incaricato per l'esecuzione dell'opera, Luca Baccaro, artista napoletano. A capo dei 43 ostunesi, molti dei quali erano vaticali, c'era un altro notaio, Felice Giovine. Loro intendimento era quello di costituire un'associazione di volontari che avrebbe sostenuto le spese per onorare al meglio sant'Oronzo. Quando la statua giunse a Ostuni, fu scortata a cavallo proprio dai vaticali che, grazie al loro solerte lavoro, contribuirono alla crescita economica che contraddistinse la seconda metà del settecento. Negli anni precedenti infatti, per vari motivi, la manifestazione era andata via via impoverendosi, così che rischiava addirittura di non essere più svolta. Dunque quei 43 cittadini, si impegnarono a sostenere personalmente tutte le spese necessarie, in ragione di 6 ducati l'anno a testa, per un totale di 258 ducati da spendersi in musica, fuochi d'artificio e quant'altro fosse servito alla degna riuscita della manifestazione. Gli stessi sovvenzionatori, avrebbero costituito il gruppo di cavalieri a scorta del santo.
Negli anni, dunque, questa nuova classe sociale, la borghesia, aveva preso il posto della ormai decadente aristocrazia ostunese, i cui componenti in origine partecipavano anch'essi alla processione, ma a cavallo per distinguersi dalla gente comune. La statua è preceduta dal vescovo con i prelati della diocesi, e dalle autorità. Apre il corteo un trio di suonatori che esegue un antico ritornello accompagnandosi con piffero e tamburi. In coda alla statua, la tradizionale banda precede i cavalieri che spesso eseguono piroette, così come anticamente si era soliti far avanzare i cavalli, esibendosi in suggestive coreografie. La Cavalcata di sant'Oronzo, nell'attuale configurazione, ebbe inizio nel 1803. In realtà la giusta definizione è 'Cavalcata dei Devoti'. Questa intitolazione si deve ad un gruppo di cittadini che il 26 agosto di quell'anno, si recarono presso la casa del notaio Giuseppe Gaetano Tanzarella.
Il simulacro lascia la bellissima Cattedrale costruita nella seconda metà del XV° secolo, a spese e con la manodopera degli ostunesi. La statua in argento ha preso il posto nel tempo, di quella in cartapesta.
E' dunque legittimo sostenere che la Cavalcata dei Devoti, ormai nota come cavalcata di sant'Oronzo, sia arrivata sino ai giorni nostri, con inevitabili modifiche ma inalterata nella sostanza, proprio a partire dall'inizio del secolo scorso.
A conclusione della Cavalcata, d'obbligo in piazza della Libertà l'esecuzione di brani operistici e sinfonici, nella cornice delle immancabili luminarie. Concludono l'intensa giornata i fuochi artificiali ai quali, ci piace pensare, stiano assistendo soddisfatti anche i 43 devoti che in quel lontano 26 agosto 1803, assicurarono a Ostuni, la continuità di questa straordinaria manifestazione.