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We reached the bottom of the hill, where we saw the Chapel of Sainte-Dévote across the busy road.
Sainte-Dévote is the patron saint of the Principality of Monaco.
In the very early 4th century, in Corsica (which was a Roman province at that time) the Roman governor, Diocletian, ordered the great persecution of the Christians.
A young Christian, Devote, was arrested, imprisoned and tortured. She died without denying her faith. After her death, the governor of the province ordered for her body to be burnt, but the Christians saved her body and placed it on a boat bound for Africa, where they believed she would receive a proper Christian burial. When a storm struck it is said that a white dove flew from her mouth and guided the boat to Monaco.
This church is built on the site where a storm-struck ship carrying Dévote's body docked in Monaco. The small church dates back to 1870, further refurbished in 1891 in a Neo-Greek style. (From seemonaco.com)
The ravine of Sainte-Dévote lies in the valley of the river Gaumattes. Since 2013, the area of the ward has become (together with Monaco-Ville) a reserved sector, "whose current character must be preserved". With a size of 2.35 hectares (6 acres) it is the smallest ward of the country. It runs roughly along a stretch of territory oriented northwest to southeast, with a length of about 300 metres and a maximum width of 100 metres. At Monaco station (northwest) it borders France, and at the boulevard Albert 1st (south) it comes within around 40 metres of Port Hercules. The ward borders Moneghetti in the southwest, La Condamine in the south and southeast, Monte-Carlo in the northeast, and the French commune of Beausoleil in the northwest. (From Wikipedia)
A tradição do dia dos namorados
No Brasil comemorarmos o dia dos namorados no dia 12 de junho.
Mas em grande parte do mundo (como EUA, Itália, Portugal e Canadá), a data escolhida é 14 de fevereiro, dia de São Valentim (São Valentino, para alguns, ou o Valentine's day dos americanos), um santo devotado à idéia do amor.
Na verdade, há dois santos "Valentino". Um deles foi um padre, santo e mártir, que viveu no tempo do império romano, no ano de 269, durante a perseguição aos cristãos.
Segundo a lenda, o imperador Cláudius II estava mais interessado em seu exército e nas guerras do que na vida em família , e ele estava convencido de que os solteiros, sem esposas nem filhos, eram melhores soldados do que os casados e não teriam medo no campo de batalha.
Tanto era verdade, que o imperador foi tão longe a ponto de ditar uma lei proibindo o casamento. São Valentino, contudo, desafiou o imperador e continuou a celebrar matrimônios em segredo, até ser descoberto, preso e executado.
O outro São Valentino também viveu sob o império romano. Ele levava uma vida simples e era especialmente bondoso com as criancinhas. Um dia, Valentino foi jogado na prisão pelos romanos por ter se recusado a adorar os deuses deles. Dizia-se que as crianças escreviam mensagens de amor para ele e as lançavam pela janela da cela. Estes foram os primeiros cartões do "dia dos namorados". Mas não existe nenhum registro histórico disso.
Os cartões que conhecemos hoje foram feitos pela primeira vez por volta de 1800 e alguns eram bem enfeitados e decorados com pássaros e flores. Hoje, alguns dos cartões mais populares são os de humor.
No Brasil, apesar de ser comemorado às vésperas do dia de Santo Antônio, o famoso santo casamenteiro, tudo começou com uma campanha realizada em 1949 pelo publicitário João Dória - na época na Agência Standard Propaganda - sob encomenda da extinta loja Clipper.
Para melhorar as vendas de junho, então o mês mais fraco para o comércio, e com o apoio da confederação de Comércio de São Paulo, instituiu a data com o slogan:
"Não é só de beijos que se prova o amor".
A Standard ganhou o título de agência do ano e a moda pegou, para a alegria dos comerciantes. Desde então, 12 de junho se tornou uma data especial, unindo ainda mais os casais apaixonados, com direito a troca de presentes, cartões, bilhetes, flores, bombons....uma infinidade de opções para se dizer "Eu Te Amo!".
Nem todos os países comemoram o dia dos namorados como nós fazemos. Na Itália, as pessoas fazem um grande banquete no dia 14 de Fevereiro. Na Inglaterra, as crianças cantam canções a recebem doces e balas de frutas de seus pais. E na Dinamarca, as pessoas mandam flores prensadas umas às outras, chamadas "flocos de neve".
No Japão a data foi introduzida em 1936 e o costume neste dia é as mulheres presentearem os seus amados com caixas de chocolates. Embora a data represente uma oportunidade para as mulheres declararem o seu amor, nos últimos anos o giri choco (chocolate de cortesia ou “obrigação”) também se encontra presente na cesta de compra de grande parcela da população feminina. Mas, muita gente ainda reluta em adotar a data, alegando que se trata de uma jogada comercial, no que não deixam de ter razão, uma vez que o Valentine’s Day representa cerca de 20% do volume anual de vendas das fábricas de chocolate do arquipélago. Mas, o que vale mesmo é a intenção e não há como negar que a vida fica um pouquinho mais doce com estas declarações de amor e com estes chocolates.
Nos Estados Unidos nos dias que antecedem 14 de fevereiro, lojas de cartões, livrarias, lojas de departamentos e drogarias oferecem uma grande variedade de cartões comemorativos chamados Valentines.
Os adultos costumam comprar cartões para acompanhar presentes mais elaborados como doces, flores ou perfumes. Nas escolas as crianças apreciam comprar ou fazer cartões para seus amigos e professores.
Mas, cá entre nós, todo dia é dia para se dizer "Eu Te Amo!" a alguém que se ama de verdade....
Uma bela tarde de domingo a vcs amigos Flickeiros!
El monasterio de San Pedro de Cardeña es una abadía trapense situada en el término municipal de Castrillo del Val, a 10 km del centro de Burgos (España). Actualmente, está considerado como BIC (Bien de Interés Cultural). Fue declarado Monumento histórico-artístico perteneciente al Tesoro Artístico Nacional mediante decreto de 3 de junio de 1931. En 2015, en la aprobación por la Unesco de la ampliación del Camino de Santiago en España a «Caminos de Santiago de Compostela: Camino francés y Caminos del Norte de España», España envió como documentación un «Inventario Retrospectivo - Elementos Asociados» (Retrospective Inventory - Associated Components) en el que en el n.º 979 figura el monasterio de San Pedro de Cardeña.
El monasterio se habrá fundado antes de 902 cuando el conde de Lantarón y de Cerezo, Gonzalo Téllez y su esposa Flámula realizaron la primera donación documentada al cenobio el 24 de septiembre de ese año de una serna en Pedernales y unas eras de sal.
En los siglos IX o X sus monjes fueron martirizados por los musulmanes, canonizados en 1603 y conocidos como los «Mártires de Cardeña». El monasterio gozaba de gran popularidad con gran afluencia de devotos, entre los que se encontraban el rey Felipe III de España y su esposa la reina Doña Margarita de Austria. Una de sus preciadas reliquias, la cabeza de su abad San Esteban, fue trasladada al Monasterio de Celanova; también se encuentran dos urnas en el Monasterio de la Huelgas y otra en la Catedral de Burgos.
Cada año, el 6 de agosto, aniversario del martirio, la tierra del claustro donde fueron sepultados los mártires, se teñía de un color rojizo que parecía sangre. El milagroso prodigio, ampliamente testificado, se repite hasta finales del siglo XIV. El año 1674 ya una vez levantado el nuevo claustro de estilo herreriano se reprodujo el hecho, personándose el arzobispo Enrique de Peralta, que vivamente impresionado encargó un estudio, interviniendo médicos y teólogos. Recogió el líquido, coaguló al ser puesto en agua hirviendo.
El 1 de febrero de 1967 un violento incendio destruyó las tres cuartas partes del monasterio, habitado desde 1942 por la abadía trapense de Nuestra Señora de los Mártires.
La prosperidad del monasterio en la época altomedieval se refleja en la calidad de su scriptorium, en el que el monje Endura realizó obras extraordinarias.
El Beato de San Pedro de Cardeña fue realizado entre los años 1175 y 1180, cuenta con 290 páginas y 51 miniaturas. 127 folios se encuentran en el Museo Arqueológico Nacional de Madrid, dos en la Biblioteca Francisco de Zabálburu, también en Madrid (donde también se halla el Cartulario de San Pedro de Cardeña), uno en el Museo Diocesano de Gerona y otros quince en el Museo Metropolitano de Arte de Nueva York.
Desde la sala capitular, que data del siglo XIII, se divisa a través de grandes cristaleras el claustro románico, que data del siglo XII. Compuesto por arquería de medio punto sobre columnas únicas que descansan sobre fustes robustos y coronadas de capiteles que imitan el estilo corintio. Los arcos recuerdan en su decoración a los de la mezquita de Córdoba por su policromía, alternando los colores blanco y rojo. En la pared izquierda se encuentran unas antiquísimas piedras cuya inscripción recuerda el trágico suceso.
Para construir esta iglesia de tres naves se destruyó la románica, aunque afortunadamente se salvó la torre, legítimo recuerdo cidiano. Reedificada en el siglo XVI, consta de tres naves, con una capilla aneja, denominada capilla de El Cid, ya que allí fue enterrado, y permaneció antes de su traslado a la catedral de Burgos. La fachada de la iglesia es de estilo barroco.
En el lateral derecho de la iglesia gótica, se abre una capilla barroca que data de 1753 a la que fueron trasladados los restos del Cid Campeador y su esposa Jimena. En las paredes de esta estancia llamada «Capilla de los Héroes», hay 29 nichos con inscripciones de nombres de reyes y familiares del Cid.
Según el Cantar de mio Cid y las tradiciones posteriores, antes de marchar al destierro, Rodrigo Díaz de Vivar dejó en San Pedro de Cardeña, al amparo del abad Sancho (que la crítica ha identificado con Sisebuto de Cardeña atribuyendo una confusión al autor del Cantar), a su esposa Doña Jimena y a sus hijas, aunque este hecho no está atestiguado por pruebas históricas. En el primer destierro de 1081, las propiedades de Rodrigo Díaz no le fueron enajenadas, y la familia del Cid pudo seguir residiendo en sus casas. En el segundo, de 1089, la familia fue presa por mandato de Alfonso VI en un castillo, quizá Gormaz, para reunirse con el Campeador poco después.
El enterramiento del Cid en San Pedro de Cardeña no fue debido a la voluntad personal de Rodrigo Díaz. A su muerte en 1099 fue inhumado en la catedral de Valencia, por lo que solo en 1102, tras tener que abandonar Jimena Díaz la plaza levantina, fueron trasladados sus restos al cenobio cardeniense. Allí permaneció durante algunos años su cuerpo embalsamado y sentado en un escaño del presbiterio. Desde ese momento se generaron allí una serie de narraciones de carácter hagiográfico que hacia 1280 constituyeron un corpus conocido como Leyenda de Cardeña cuyo propósito fue vincular al Cid con el monasterio de Cardeña, con el que en vida había tenido escasa relación. Estos materiales legendarios se incorporaron a la Versión sanchina de la Estoria de España o Crónica de veinte reyes, que puede datarse entre 1282 y 1284. En el siglo XIV el monasterio caradignense estimuló el culto a las reliquias cidianas, en cuyo contexto se redactó el Epitafio épico del Cid y, posiblemente, se encargara o elaborara, a partir de un ejemplar tomado en préstamo, el códice con la copia de 1325–1330 en el que se conserva el Cantar de mio Cid. En el claustro nuevo una lápida recuerda el lugar que ocupaba su sepulcro.
En la explanada situada frente a la fachada principal, en la que aparece una imagen ecuestre del Cid Campeador, hay una estatua del Sagrado Corazón, y a la izquierda un monolito con leyenda alusiva al caballo Babieca. Coincide con el lugar donde una creencia tradicional considera que fue sepultado el animal.
En el monasterio se conserva la bodega románica más antigua de España en uso comercial, donde se elabora el tinto Valdevegón con uva de La Rioja. Y también un licor llamado Tizona del Cid, hecho con unas 30 hierbas que maceran en barricas de roble. En 2016 se convierte en el primer monasterio español en producir cerveza trapense, la cerveza Cardeña.
es.wikipedia.org/wiki/Monasterio_de_San_Pedro_de_Cardeña
monasteriosanpedrodecardena.blogspot.com
es.wikipedia.org/wiki/Leyenda_de_Cardeña
en.caminodelcid.org/places/monastery-of-san-pedro-de-card...
Cerveza Cardeña - Monasterio de San Pedro de Cardeña (valdevegon.com)
The monastery of San Pedro de Cardeña is a Trappist abbey located in the municipality of Castrillo del Val, 10 km from the center of Burgos (Spain). Currently, it is considered as BIC (Asset of Cultural Interest). It was declared a Historic-Artistic Monument belonging to the National Artistic Treasure by decree of June 3, 1931. In 2015, in the approval by Unesco of the extension of the Camino de Santiago in Spain to «Roads of Santiago de Compostela: French Way and Roads Northern Spain ", Spain sent as documentation a" Retrospective Inventory - Associated Components "in which the monastery of San Pedro de Cardeña is listed in No. 979.
The monastery will have been founded before 902 when the count of Lantarón and Cerezo, Gonzalo Téllez and his wife, Flámula, made the first documented donation to the monastery on September 24 of that year of a serna in Pedernales and some salt eras.
In the 9th or 10th centuries its monks were martyred by the Muslims, canonized in 1603 and known as the "Martyrs of Cardeña." The monastery enjoyed great popularity with a large influx of devotees, among whom were King Felipe III of Spain and his wife, Queen Doña Margarita of Austria. One of his precious relics, the head of his abbot San Esteban, was transferred to the Monastery of Celanova; There are also two urns in the Monastery of La Huelgas and another in the Cathedral of Burgos.
Every year, on August 6, the anniversary of the martyrdom, the ground of the cloister where the martyrs were buried was stained a reddish color that looked like blood. The miraculous prodigy, widely witnessed, is repeated until the end of the fourteenth century. In 1674, once the new Herrerian-style cloister was erected, the event was reproduced, with the appearance of Archbishop Enrique de Peralta, who, greatly impressed, commissioned a study, involving doctors and theologians. He collected the liquid, it coagulated when put in boiling water.
On February 1, 1967, a violent fire destroyed three-quarters of the monastery, inhabited since 1942 by the Trappist Abbey of Our Lady of the Martyrs.
The prosperity of the monastery in the high medieval era is reflected in the quality of its scriptorium, in which the monk Endura carried out extraordinary works.
The Beatus of San Pedro de Cardeña was made between the years 1175 and 1180, it has 290 pages and 51 miniatures. 127 pages are in the National Archaeological Museum of Madrid, two in the Francisco de Zabálburu Library, also in Madrid (where the Cartulary of San Pedro de Cardeña is also found), one in the Diocesan Museum of Gerona and another fifteen in the Museum Metropolitan of Art of New York.
From the chapter house, which dates from the 13th century, you can see through large windows the Romanesque cloister, which dates from the 12th century. Composed of semicircular arches on unique columns that rest on robust shafts and crowned with capitals that imitate the Corinthian style. The arches in their decoration are reminiscent of those of the Cordoba mosque due to their polychrome, alternating white and red colors. On the left wall are some ancient stones whose inscription recalls the tragic event.
To build this church with three naves, the Romanesque was destroyed, although fortunately the tower, a legitimate Cidian memory, was saved. Rebuilt in the 16th century, it consists of three naves, with an attached chapel, called the El Cid Chapel, since he was buried there, and remained before his transfer to the Burgos Cathedral. The facade of the church is in the Baroque style.
On the right side of the Gothic church, there is a baroque chapel dating from 1753 to which the remains of the Cid Campeador and his wife Jimena were transferred. On the walls of this room called "Capilla de los Héroes", there are 29 niches with inscriptions of the names of kings and relatives of the Cid.
According to the Cantar de mio Cid and later traditions, before going into exile, Rodrigo Díaz de Vivar left in San Pedro de Cardeña, under the protection of Abbot Sancho (who the critic has identified with Sisebuto de Cardeña attributing a confusion to the author of the Cantar ), his wife Doña Jimena and their daughters, although this fact is not attested by historical evidence. In the first exile in 1081, Rodrigo Díaz's properties were not alienated from him, and the Cid family was able to continue residing in his houses. In the second, in 1089, the family was imprisoned by order of Alfonso VI in a castle, perhaps Gormaz, to meet with the Campeador shortly after.
The burial of the Cid in San Pedro de Cardeña was not due to the personal will of Rodrigo Díaz. Upon his death in 1099 he was buried in the cathedral of Valencia, so that only in 1102, after Jimena Díaz had to leave the Levantine square, were his remains transferred to the Cardenian monastery. His body remained there for some years, embalmed and seated on a bench in the presbytery. From that moment on, a series of hagiographic narratives were generated there, which around 1280 constituted a corpus known as the Leyenda de Cardeña whose purpose was to link the Cid with the Cardeña monastery, with which in life he had had little relationship. These legendary materials were incorporated into the Sanchina Version of the Estoria de España or Chronicle of Twenty Kings, which can be dated between 1282 and 1284. In the 14th century, the Caradignense monastery stimulated the cult of Cidian relics, in which context the Epitaph was written. epic of the Cid and, possibly, the codex with the copy of 1325–1330 in which the Cantar de mio Cid is preserved, was commissioned or elaborated from a borrowed copy. In the new cloister a tombstone recalls the place occupied by his tomb.
On the esplanade in front of the main façade, in which an equestrian image of the Cid Campeador appears, there is a statue of the Sacred Heart, and on the left a monolith with a legend alluding to the Babieca horse. It coincides with the place where a traditional belief considers that the animal was buried.
The monastery houses the oldest Romanesque winery in Spain in commercial use, where the red Valdevegón is made with grapes from La Rioja. And also a liqueur called Tizona del Cid, made with about 30 herbs that are macerated in oak barrels. In 2016 it became the first Spanish monastery to produce Trappist beer, Cardeña beer.
Outre les touristes, ils y a beaucoup de personnes dévotes qui se recueillent à la Basilique.
Besides the tourists, they are many devout people who meditates in the Basilica.
Press L to view in full screen.
Brasil - Rio de Janerio - Reveillon - Copacabana
Antes era uma festa de cunho religioso e frequentada por poucos milhares de moradores de Copacabana e devotos. Desde meados da década de 80 do século passado com a sofisticação, adesão dos hotéis da orla da praia de Copacabana e o apoio das autoridades o Reveillon de Copacabana transformou-se num dos principais eventos de final de ano do mundo, recebendo mais de 2 milhões de pessoas que juntos celebram o novo ano e a paz. site copacabana.com
Before it was a celebration of religious and attended by a few thousand residents of Copacabana and devotees. Desde meados da década de 80 do século passado com a sofisticação, adesão dos hotéis da orla da praia de Copacabana eo apoio das autoridades o Reveillon de Copacabana transformou-se num dos principais eventos de final de ano do mundo, recebendo mais de 2 milhões de pessoas que juntos celebram o novo ano ea paz. Since the mid-80th-century past with the sophistication, the accession of the waterfront hotels of Copacabana and the support of the New Year's Eve in Copacabana became one of the main events of the year-end of the world, with over 2 million people who together celebrate the new year and peace. copacabana.com
El devoto | Iglesia de Saldungaray (Ar)
La imagen fue tomada en la iglesia de Saldungaray, localidad ubicada a pocos kilómetros de Bahía Balnca. La imagen de la llamada Virgen Dormida está en el altar de la parroquia local.
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Gustave Violet (Thuir, 1873 - Perpignan, 1952) et Louis Bausil (Carcassonne, 1876 - Perpignan, 1945)
Moulage du Dévôt-Christ de la Cathédrale Saint-Jean-Baptiste de Perpignan, 1307
1908
Plâtre Patiné
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I
Ero distrutto, a pezzi, nelle mani di Satana. Poi, ho sentito la voce di Dio che mi chiamava, e dal sonno mi sono destato. Così, ho visto la vastità del meraviglioso amore di Dio, tutto il Suo dolore, le agonie che ha sofferto per salvare me. Quand'Egli chiama, dovrei fare salti di gioia al suono della Sua voce. Quale onore esaudir le Sue richieste! Mentr'Egli mi guida, mi rafforzerò con le sfide della vita. Ho messo la mia mano all'aratro; come posso volgermi indietro? Se mi preoccupo solo del mio futuro, del mio destino, come posso pensare a quel che vuole Dio? Oh, come è raro l'addestramento per il Regno! Devo cogliere quest'occasione per la perfezione! A Dio mi sottoporrò; il Suo cuore considererò; per Lui, i miei doveri compirò. Questi sono i principi del cielo e della terra. Che la mia vita risuoni con loro! Farò del mio meglio per perseguire la verità; sarò testimone per compiacere Dio. Alla mia vita darò significato con la Sua verità e perfezione.
II
Se deludessi Dio, che vita di rimpianti sarebbe. Se tradissi Dio, sarei condannato a ripetere la storia. Facendo tesoro della verità, seguirò Dio con lealtà. Mai più ferirò i Suoi sentimenti scioccamente. Che l'amore per Dio sia libero da vincoli e limiti! Niente fermerà la mia devozione verso Lui. Dio soffre per salvarmi. Devo renderGli testimonianza! A Dio mi sottoporrò; il Suo cuore considererò; per Lui, i miei doveri compirò. Questi sono i principi del cielo e della terra. Che la mia vita risuoni con loro! Farò del mio meglio per perseguire la verità; sarò testimone per compiacere Dio. Alla mia vita darò significato con la Sua verità e perfezione.
III
Rinnego la carne: per Lui vivrò, e Lo consolerò. Immeritato: Dio mi esalta col diritto di servire. Nessun rimpianto: ripagherò il Suo amore per tutta la vita. Non cercherò più fama e fortuna, che sono vanità. A Dio mi sottoporrò; il Suo cuore considererò; per Lui, i miei doveri compirò. Questi sono i principi del cielo e della terra. Che la mia vita risuoni con loro! Farò del mio meglio per perseguire la verità; sarò testimone per compiacere Dio. Alla mia vita darò significato con la Sua verità e perfezione.
Fonte: www.kingdomsalvation.org/it/resolved-devoted-to-god.html
Petit chemin de l'Assomption avec Marie.
Hommage et dévotion : Dikée - 15 août.
A notre grande déception, nous avons été obligés d'annuler le voyage-pèlerinage annuel du 15 août 2017,
prévu dans le beau Cantal, que j'avais savamment préparé sur une dizaine de jours.
Météo trop menaçante, pluies et orages, dégradation nous ont rendu prudents.
Il a fallu palier et fêter coûte que coûte l'ASSOMPTION DE LA VIERGE MARIE,
chose pour laquelle je me suis engagée à vie, puisque je suis née ce sublime jour.
Quoi faire , où aller, nous n'avions même pas prévu le déjeuner de midi..
Mais Marie veillait.
Elle m'a orientée vers deux de ses sanctuaires plus proches, et immédiatement accessibles en cas de pluie, route facile...
C'est ce qu'il s'est passé.
Nous avons préparé des restes sans nous plaindre.
François -BrÖk- avait acheté pour la circonstance, et le retour du soir, deux pâtisseries d'un maître chocolatier sur la place de Clermont-Ferrand de renom.
Délice.
Puis, direction MAILHAT,
dans le Puy de Dôme, où veille une Vierge romane très belle.
Je vous y emmène les amis.
Un pèlerinage ne fait jamais de mal.
Faites ce petit effort de dévotion de chez vous, bien assis, Marie vous le rendra.
A suivre alors, avec Marie.
Pour commencer en Beauté, je vous partage une image à laquelle je tiens plus que tout :
miniature de l'Assomption de Marie, précieuse, du XVIIIè siècle, porcelaine peinte et bronze doré, offerte par ma si chère soeur, disparue aujourd'hui,
pour un 15 août justement.
Quelle délicatesse !
Elle vient de Paris.
Louise, qui me manque tant, car elle me protégeait et me maternait beaucoup, était très fière et très impressionnée que je sois née ce jour immense. Du coup, j'ai eu à un moment une prise de conscience aigüe de cette grâce, décidant de m'y vouer, autant que le reste de l'année à la Sainte Vierge.
C'est pourquoi, à sa mémoire, j'ai une dévotion très forte pour Marie, et aussi, que je célèbre intensément chaque 15 août.
Grâce à ma si chère soeur, ma foi s'est illuminée et m'habite tout entière.
Que Marie bénisse Louise au Ciel avec sa famille, et tous les autres, en leur prodiguant grâce et lumière, amour, paix et esprit de dévotion.
"Os devotos do Divino
Vão abrir sua morada
Pra bandeira do Menino
Ser bem vinda, ser louvada.
Deus nos salve esse devoto
Pela esmola em vosso nome
Dando água a quem tem sede
Dando pão a quem tem fome.
A bandeira acredita
Que a semente seja tanta
Que essa mesa seja farta
Que essa casa seja santa.
Que o perdão seja sagrado
Que a fé seja infinita
Que o homem seja livre
Que a justiça sobreviva.
Assim como os Três Reis Magos
Que seguiram a Estrela Guia
A bandeira segue em frente
Atrás de melhores dias.
No estandarte vai escrito
Que ele voltará de novo
E o Rei será bendito
Ele nascerá do povo."
Bandeira do Divino, canção de Ivan Lins e Vitor Martins.
---- Trecastagni May 10: children are "exposed" to the benevolence of the three Saints ... ----
---- Trecastagni 10 maggio: i bambini vengono "esposti" alla benevolenza dei tre Santi ... ----
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the feast, Trecastagni, 2014 (at nignt...)
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Cult Book - Le ceneri di Angela (Frank McCourt)
Le Ceneri di Angela - anche Gesù era povero
Le Ceneri di Angela - la confessione
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This is a short-long report on the feast that the country of Trecastagni (Sicily) celebrates in honor of the Three Saints Martyred Brothers Alfio, Cirino and Filadelfo, which takes place every year on 10 May at the Sanctuary with the same name (probably the name of the village of Trecastagni takes its origin from the three brothers: Tres Casti Agni, may be come from Three Mild Lambs). In the night between nine and 10 May, hundreds of devotees come to the shrine to ask a favor, or in thanksgiving for favors received: many devotees come carrying a lighted candle on their shoulders, some devotees are barefoot, others called " i nuri "(the nudes) that can be stripped to the waist, but also have a white shirt with a red sash over his shoulder. Devotees arrive on foot at night, coming from near and far towns (even 30 or 40 km)
The three brothers, Alfio, Cirino and Philadelphus, were the sons of two nobles who had embraced the Christian faith, we are near the end of the year 251 in Vaste (Lecce); the three brothers to have declared to be their of Christian religion, they were brought in chains to Rome, in an attempt to get them to desist from that their conviction; then they were brought in Pozzuoli, and then in Sicily (at each stage was followed by an interrogation in a vain attempt to get them to change the religion in which they firmly believed). In Sicily they underwent a process in Taormina (Messina), they went from Trecastagni (Catania), and finally arrived in Lentini (Syracuse) where they were killed May 10 by 253: Alfio was torn tongue, making it the patron saint of dumb people; he was 22 years and 7 months; Philadelphus was burned on a burning grill, he was 21; Cirino who was 19 years and eight months, was immersed in a kettle full of boiling oil.
The feast of Saint Alfio of Trecastagni is characterized by the arrival of many typical Sicilian carts, from stalls selling votive objects and not, and the sale of fragrant bouquets of fresh garlic.
This my report was produced in two years (2014 and 2015).
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Questo è un report breve e lungo, che ho realizzato nell'arco di due anni (2014 e 2015) sulla festa che si tiene nel paese di Trecastagni (Sicilia - CT) che si celebra in onore dei tre fratelli Pugliesi martiri Alfio, Filadelfo e Cirino; tale ricorrenza pur avendo luogo dall'1 fino al 17 Maggio, trova la sua massima espressione il 10, quando le statue dei Tre Santi Fratelli, trovantisi nel Santuario (al centro del paese) di antiche origini Normanne, vengono esposte al pubblico (la cosiddetta "svelata") poichè vengono aperti i battenti della cosiddetta "cameretta", entro la quale le tre statue restano rinchiuse per tutto l'anno (tranne in questa occasione ovvero dal 10 Maggio, fino alla prima domenica di Giugno). Sembra che il paese di Trecastagni porti questo nome poichè vi transitarono i Tre Fratelli: Trecastagni potrebbe essere una forma contratta del termine latino "tres casti agni", ovvero "tre casti agnelli". Durante la notte, tra il 9 ed il 10 di Maggio, centinaia di devoti giungono dai paesi viciniori, percorrendo a piedi anche lunghe tratte (c'è chi percorre 30 o 40 Km), spesso portando con se ceri votivi più o meno pesanti; essi giungono al Santuario per chiedere una intercessione oppure per ringraziare di una grazia ricevuta, o chi semplicemente per pregare e partecipare a questo sentitissimo appuntamento; alcuni devoti camminano scalzi in segno di pentimento e devozione, ci sono anche i devoti chiamati "nudi" poichè indossano solo un pantaloncino (a volte indossando anche una maglietta bianca), con una fascia rossa di traverso sul torace, aventi con se un cero votivo acceso portato in spalla; spesso questi devoti, giunti nel Santuario, vengono colti da una violenta emozione, che li porta a spendere le ultime energie, correndo verso l'altare, a volte implorando a voce alta l'intercessione dei Tre Fratelli in un dialogo "a tu per tu" coi Tre Santi.
I tre fratelli, Alfio, Filadelfo e Cirino, erano i figli di due patrizi che avevano abbracciato la fede Cristiana, siamo verso la fine dell'anno 251 in quel di Vaste (Lecce); l'essersi dichiarati, i tre fratelli, anch'essi di fede cristiana, fu per loro causa di condanna, per cui furono portati in catene dapprima a Roma, nel tentativo di farli desistere da quel loro convincimento; poi furono portati a Pozzuoli, e quindi in Sicilia (ad ogni tappa faceva seguito un interrogatorio nel vano tentativo di farli recedere da quel culto Cristiano nel quale credevano fermamente). In Sicilia subirono un processo a Taormina (Messina), passarono quindi da Trecastagni (Catania), ed infine giunsero a Lentini (Siracusa) ove li vennero trucidati il 10 maggio del 253: ad Alfio venne strappata la lingua, diventando così il Santo Patrono delle persone affette da mutismo, aveva 22 anni e 7 mesi; Filadelfo fu bruciato su di una graticola ardente, aveva 21 anni; Cirino che aveva 19 anni ed 8 mesi, venne immerso in una caldaia colma di olio bollente.
La festa di S. Alfio di Trecastagni si caratterizza anche per altre tradizioni: si assiste all'arrivo di molti coloratissimi e pittoreschi carretti siciliani, si assiste ad una gara di spettacolari fuochi pirotecnici, c'è la vendita di mazzi profumatissimi di aglio fresco (cu và a Sant'Affiu e nun ccatta l'agghi, quannu gira 'a casa trova l'imbrogghi ...); piacevolissimo è camminare nella via principale del paese letteralmente presa d'assalto da bancarelle che vendono oggetti-generi alimentari di ogni tipo e genere.
Saint Jérome et un dévot
Saint Jérôme, vêtu d'une tunique nouée à la taille par une ceinture de brindilles épineuses, assis sur un banc de pierre rustique et solidement construit, est représenté alors qu'il interrompt sa lecture à l'arrivée d'un suppliant, qui est le commanditaire du tableau, Girolamo di Agostino Amadi, comme on peut le voir sur le script (abrégé) dans la partie inférieure du tableau....Le paysage vallonné est Borgo Sansepolcro, la ville natale du peintre, souvent évoquée dans les arrière-plans de ses peintures.... Extrait du catalogue
Oeuvre de Piero della Francesca (Borgo san Sepulcro, 1416/1417 - 1492)
1458 / 1459
panneau de bois, 49 x 42 cm
Legs Felicita Renier, 1850
Galeries de l'Académie, Venise / Gallerie dell'Accademia di Venezia
Notice complète
www.gallerieaccademia.it/en/saint-jerome-and-devotee
Site de l'institution
Se dice que fue obra encargada por el rey Enrique III el Doliente, que tenía por costumbre acudir a rezar devotamente todos los días a la seo burgalesa. Un día, sin embargo, sus devociones se vieron distraídas por la presencia de una hermosa muchacha que entró silenciosamente en el templo y se puso a rezar ante la tumba de Fernán González. El rey la siguió al salir hasta verla entrar en su casa y, a lo largo de muchos días, la misma escena se repitió sin variaciones, porque el monarca se sentía demasiado tímido para intentar siquiera entrar en conversación con la joven.
Hasta que un día, sin que hubiera mediado palabra durante mese enteros, la desconocida beldad dejó caer un pañuelo al paso del rey. Éste lo recogió devotamente y, acercándose a ella, le entregó el suyo en silencio, sin que mediaran palabra en ese encuentro, sino una dulce sonrisa apenas esbozada. Sólo, después de desaparecer más allá de la puerta, oyó el rey un doloroso lamento que se le clavó en la memoria sin poder ya desterrarlo. Lo cierto fue que, a partir de entonces, la muchacha nunca volvió a aparecer por la catedral, a pesar de que el monarca pasó horas y días enteros esperándola y buscándola por todos los rincones del templo. Y cuando trató de saber algo de ella, le confirmaron que en la casa donde le había visto entrar todos los días hacía muchos años no vivía nadie, porque todos sus habitantes fallecieron víctimas de la peste negra.
Deseando retener de aquella visión algo en su memoria, encargo al artífice que fabricara un reloj para la catedral que reprodujera sus rasgos en una figura que además, lanzase al sonar las horas un gemido como el que él había escuchado y no podía arrancar de su recuerdo. Desgraciadamente, el artífice, morisco por más señas, no logró siquiera aproximarse a la belleza que le había descrito el monarca. Y, a la hora de reproducir su lamento, sólo logró que el muñeco lanzase un graznido que fue el que muchos años después obligó a aquel obispo a hacerlo enmudecer.
El monasterio de San Pedro de Cardeña es una abadía trapense situada en el término municipal de Castrillo del Val, a 10 km del centro de Burgos (España). Actualmente, está considerado como BIC (Bien de Interés Cultural). Fue declarado Monumento histórico-artístico perteneciente al Tesoro Artístico Nacional mediante decreto de 3 de junio de 1931. En 2015, en la aprobación por la Unesco de la ampliación del Camino de Santiago en España a «Caminos de Santiago de Compostela: Camino francés y Caminos del Norte de España», España envió como documentación un «Inventario Retrospectivo - Elementos Asociados» (Retrospective Inventory - Associated Components) en el que en el n.º 979 figura el monasterio de San Pedro de Cardeña.
El monasterio se habrá fundado antes de 902 cuando el conde de Lantarón y de Cerezo, Gonzalo Téllez y su esposa Flámula realizaron la primera donación documentada al cenobio el 24 de septiembre de ese año de una serna en Pedernales y unas eras de sal.
En los siglos IX o X sus monjes fueron martirizados por los musulmanes, canonizados en 1603 y conocidos como los «Mártires de Cardeña». El monasterio gozaba de gran popularidad con gran afluencia de devotos, entre los que se encontraban el rey Felipe III de España y su esposa la reina Doña Margarita de Austria. Una de sus preciadas reliquias, la cabeza de su abad San Esteban, fue trasladada al Monasterio de Celanova; también se encuentran dos urnas en el Monasterio de la Huelgas y otra en la Catedral de Burgos.
Cada año, el 6 de agosto, aniversario del martirio, la tierra del claustro donde fueron sepultados los mártires, se teñía de un color rojizo que parecía sangre. El milagroso prodigio, ampliamente testificado, se repite hasta finales del siglo XIV. El año 1674 ya una vez levantado el nuevo claustro de estilo herreriano se reprodujo el hecho, personándose el arzobispo Enrique de Peralta, que vivamente impresionado encargó un estudio, interviniendo médicos y teólogos. Recogió el líquido, coaguló al ser puesto en agua hirviendo.
El 1 de febrero de 1967 un violento incendio destruyó las tres cuartas partes del monasterio, habitado desde 1942 por la abadía trapense de Nuestra Señora de los Mártires.
La prosperidad del monasterio en la época altomedieval se refleja en la calidad de su scriptorium, en el que el monje Endura realizó obras extraordinarias.
El Beato de San Pedro de Cardeña fue realizado entre los años 1175 y 1180, cuenta con 290 páginas y 51 miniaturas. 127 folios se encuentran en el Museo Arqueológico Nacional de Madrid, dos en la Biblioteca Francisco de Zabálburu, también en Madrid (donde también se halla el Cartulario de San Pedro de Cardeña), uno en el Museo Diocesano de Gerona y otros quince en el Museo Metropolitano de Arte de Nueva York.
Desde la sala capitular, que data del siglo XIII, se divisa a través de grandes cristaleras el claustro románico, que data del siglo XII. Compuesto por arquería de medio punto sobre columnas únicas que descansan sobre fustes robustos y coronadas de capiteles que imitan el estilo corintio. Los arcos recuerdan en su decoración a los de la mezquita de Córdoba por su policromía, alternando los colores blanco y rojo. En la pared izquierda se encuentran unas antiquísimas piedras cuya inscripción recuerda el trágico suceso.
Para construir esta iglesia de tres naves se destruyó la románica, aunque afortunadamente se salvó la torre, legítimo recuerdo cidiano. Reedificada en el siglo XVI, consta de tres naves, con una capilla aneja, denominada capilla de El Cid, ya que allí fue enterrado, y permaneció antes de su traslado a la catedral de Burgos. La fachada de la iglesia es de estilo barroco.
En el lateral derecho de la iglesia gótica, se abre una capilla barroca que data de 1753 a la que fueron trasladados los restos del Cid Campeador y su esposa Jimena. En las paredes de esta estancia llamada «Capilla de los Héroes», hay 29 nichos con inscripciones de nombres de reyes y familiares del Cid.
Según el Cantar de mio Cid y las tradiciones posteriores, antes de marchar al destierro, Rodrigo Díaz de Vivar dejó en San Pedro de Cardeña, al amparo del abad Sancho (que la crítica ha identificado con Sisebuto de Cardeña atribuyendo una confusión al autor del Cantar), a su esposa Doña Jimena y a sus hijas, aunque este hecho no está atestiguado por pruebas históricas. En el primer destierro de 1081, las propiedades de Rodrigo Díaz no le fueron enajenadas, y la familia del Cid pudo seguir residiendo en sus casas. En el segundo, de 1089, la familia fue presa por mandato de Alfonso VI en un castillo, quizá Gormaz, para reunirse con el Campeador poco después.
El enterramiento del Cid en San Pedro de Cardeña no fue debido a la voluntad personal de Rodrigo Díaz. A su muerte en 1099 fue inhumado en la catedral de Valencia, por lo que solo en 1102, tras tener que abandonar Jimena Díaz la plaza levantina, fueron trasladados sus restos al cenobio cardeniense. Allí permaneció durante algunos años su cuerpo embalsamado y sentado en un escaño del presbiterio. Desde ese momento se generaron allí una serie de narraciones de carácter hagiográfico que hacia 1280 constituyeron un corpus conocido como Leyenda de Cardeña cuyo propósito fue vincular al Cid con el monasterio de Cardeña, con el que en vida había tenido escasa relación. Estos materiales legendarios se incorporaron a la Versión sanchina de la Estoria de España o Crónica de veinte reyes, que puede datarse entre 1282 y 1284. En el siglo XIV el monasterio caradignense estimuló el culto a las reliquias cidianas, en cuyo contexto se redactó el Epitafio épico del Cid y, posiblemente, se encargara o elaborara, a partir de un ejemplar tomado en préstamo, el códice con la copia de 1325–1330 en el que se conserva el Cantar de mio Cid. En el claustro nuevo una lápida recuerda el lugar que ocupaba su sepulcro.
En la explanada situada frente a la fachada principal, en la que aparece una imagen ecuestre del Cid Campeador, hay una estatua del Sagrado Corazón, y a la izquierda un monolito con leyenda alusiva al caballo Babieca. Coincide con el lugar donde una creencia tradicional considera que fue sepultado el animal.
En el monasterio se conserva la bodega románica más antigua de España en uso comercial, donde se elabora el tinto Valdevegón con uva de La Rioja. Y también un licor llamado Tizona del Cid, hecho con unas 30 hierbas que maceran en barricas de roble. En 2016 se convierte en el primer monasterio español en producir cerveza trapense, la cerveza Cardeña.
es.wikipedia.org/wiki/Monasterio_de_San_Pedro_de_Cardeña
monasteriosanpedrodecardena.blogspot.com
es.wikipedia.org/wiki/Leyenda_de_Cardeña
en.caminodelcid.org/places/monastery-of-san-pedro-de-card...
Cerveza Cardeña - Monasterio de San Pedro de Cardeña (valdevegon.com)
The monastery of San Pedro de Cardeña is a Trappist abbey located in the municipality of Castrillo del Val, 10 km from the center of Burgos (Spain). Currently, it is considered as BIC (Asset of Cultural Interest). It was declared a Historic-Artistic Monument belonging to the National Artistic Treasure by decree of June 3, 1931. In 2015, in the approval by Unesco of the extension of the Camino de Santiago in Spain to «Roads of Santiago de Compostela: French Way and Roads Northern Spain ", Spain sent as documentation a" Retrospective Inventory - Associated Components "in which the monastery of San Pedro de Cardeña is listed in No. 979.
The monastery will have been founded before 902 when the count of Lantarón and Cerezo, Gonzalo Téllez and his wife, Flámula, made the first documented donation to the monastery on September 24 of that year of a serna in Pedernales and some salt eras.
In the 9th or 10th centuries its monks were martyred by the Muslims, canonized in 1603 and known as the "Martyrs of Cardeña." The monastery enjoyed great popularity with a large influx of devotees, among whom were King Felipe III of Spain and his wife, Queen Doña Margarita of Austria. One of his precious relics, the head of his abbot San Esteban, was transferred to the Monastery of Celanova; There are also two urns in the Monastery of La Huelgas and another in the Cathedral of Burgos.
Every year, on August 6, the anniversary of the martyrdom, the ground of the cloister where the martyrs were buried was stained a reddish color that looked like blood. The miraculous prodigy, widely witnessed, is repeated until the end of the fourteenth century. In 1674, once the new Herrerian-style cloister was erected, the event was reproduced, with the appearance of Archbishop Enrique de Peralta, who, greatly impressed, commissioned a study, involving doctors and theologians. He collected the liquid, it coagulated when put in boiling water.
On February 1, 1967, a violent fire destroyed three-quarters of the monastery, inhabited since 1942 by the Trappist Abbey of Our Lady of the Martyrs.
The prosperity of the monastery in the high medieval era is reflected in the quality of its scriptorium, in which the monk Endura carried out extraordinary works.
The Beatus of San Pedro de Cardeña was made between the years 1175 and 1180, it has 290 pages and 51 miniatures. 127 pages are in the National Archaeological Museum of Madrid, two in the Francisco de Zabálburu Library, also in Madrid (where the Cartulary of San Pedro de Cardeña is also found), one in the Diocesan Museum of Gerona and another fifteen in the Museum Metropolitan of Art of New York.
From the chapter house, which dates from the 13th century, you can see through large windows the Romanesque cloister, which dates from the 12th century. Composed of semicircular arches on unique columns that rest on robust shafts and crowned with capitals that imitate the Corinthian style. The arches in their decoration are reminiscent of those of the Cordoba mosque due to their polychrome, alternating white and red colors. On the left wall are some ancient stones whose inscription recalls the tragic event.
To build this church with three naves, the Romanesque was destroyed, although fortunately the tower, a legitimate Cidian memory, was saved. Rebuilt in the 16th century, it consists of three naves, with an attached chapel, called the El Cid Chapel, since he was buried there, and remained before his transfer to the Burgos Cathedral. The facade of the church is in the Baroque style.
On the right side of the Gothic church, there is a baroque chapel dating from 1753 to which the remains of the Cid Campeador and his wife Jimena were transferred. On the walls of this room called "Capilla de los Héroes", there are 29 niches with inscriptions of the names of kings and relatives of the Cid.
According to the Cantar de mio Cid and later traditions, before going into exile, Rodrigo Díaz de Vivar left in San Pedro de Cardeña, under the protection of Abbot Sancho (who the critic has identified with Sisebuto de Cardeña attributing a confusion to the author of the Cantar ), his wife Doña Jimena and their daughters, although this fact is not attested by historical evidence. In the first exile in 1081, Rodrigo Díaz's properties were not alienated from him, and the Cid family was able to continue residing in his houses. In the second, in 1089, the family was imprisoned by order of Alfonso VI in a castle, perhaps Gormaz, to meet with the Campeador shortly after.
The burial of the Cid in San Pedro de Cardeña was not due to the personal will of Rodrigo Díaz. Upon his death in 1099 he was buried in the cathedral of Valencia, so that only in 1102, after Jimena Díaz had to leave the Levantine square, were his remains transferred to the Cardenian monastery. His body remained there for some years, embalmed and seated on a bench in the presbytery. From that moment on, a series of hagiographic narratives were generated there, which around 1280 constituted a corpus known as the Leyenda de Cardeña whose purpose was to link the Cid with the Cardeña monastery, with which in life he had had little relationship. These legendary materials were incorporated into the Sanchina Version of the Estoria de España or Chronicle of Twenty Kings, which can be dated between 1282 and 1284. In the 14th century, the Caradignense monastery stimulated the cult of Cidian relics, in which context the Epitaph was written. epic of the Cid and, possibly, the codex with the copy of 1325–1330 in which the Cantar de mio Cid is preserved, was commissioned or elaborated from a borrowed copy. In the new cloister a tombstone recalls the place occupied by his tomb.
On the esplanade in front of the main façade, in which an equestrian image of the Cid Campeador appears, there is a statue of the Sacred Heart, and on the left a monolith with a legend alluding to the Babieca horse. It coincides with the place where a traditional belief considers that the animal was buried.
The monastery houses the oldest Romanesque winery in Spain in commercial use, where the red Valdevegón is made with grapes from La Rioja. And also a liqueur called Tizona del Cid, made with about 30 herbs that are macerated in oak barrels. In 2016 it became the first Spanish monastery to produce Trappist beer, Cardeña beer.
Dia 23 de de abril, comemora-se o dia de São Jorge, e acontece a tradicional procissão no centro de Nova Iguaçu. Uma grande festa religiosa, com seus cavaleiros, devotos e grande multidão que expressa sua fé ao santo guerreiro.
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CON QUESTA DA OGGI VI SALUTO PER UN PERIODO DI RIPOSO .
IL SANTO DEL GIORNO - 23 AGOSTO 2011
Santa Rosa da Lima
Lima, Perù, 1586 - 24 agosto 1617
Isabella, soprannominata Rosa per la bellezza del volto, é la prima santa del continente americano. Fu modello di vita penitente e di preghiera continua nella semplicità della vita laicale. Iscritta al Terz'Ordine domenicano, mantenne sempre una straordinaria serenità in mezzo alle prove dolorose che accompagnarono la sua vita, imitando Cristo povero e crocifisso. Particolarmente devota della Vergine, operò e pregò per la dilatazione della Chiesa specie fra gli Indios d'America.
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PENSIERI E CONSIDERAZIONI DEL GIORNO
In questi giorni ho fatto una scoperta allucinante ! Seguendo le vicende della crisi mondiale delle borse e ho notato con mio grande stupore ho notato che le monete su cui puntano di più attualmente gli investitori di tutto il mondo sono lo yen ed il franco svizzero. Poco fa leggevo le notizie del giorno su internet ed ho letto che Milano ed altre borse hanno avuto uno sbalzo in avanti a seguito della ormai prossima resa di Gheddafi. Traendo le conclusioni ho capito che il mondo è condizionato dagli affari dei grossi investitori a livello mondiale i quali non cercano altro che paesi da ricostruire o da spartirsi nei dopoguerra e nei dopoterremoto e paesi dove mettere al sicuro i loro denari , dove frutteranno di più grazie alla svalutazione delle altre monete. Non parliamo poi di coloro che hanno la possibilità di convertire le monete in lingotti d'oro. Questo è il mondo che noi e i nostri figli siamo costretti a vivere. Solo dando ascolto alla "PAROLA" di Gesù il mondo si può salvare. Per fortuna che tra le brutte notizie ne ho letta una bellissima che mi fa sperare nelle nuove generazioni: 2.000.000 di giovani a Madrid ieri ,in silenzio, hanno partecipato all'adorazione eucaristica con il Papa, nonostante un tempo inclementissimo.
Voglio fare a voi un dono di una poesia che mio fratello ha scritto dopo il viaggio a Medjugorie, dedicata a tutti voi perchè nelle vostre preghiere vi sia anche la sua famiglia.
A Medjugorie
Afflitto il cuore, ma pieno di speranza.
Madre di Dio, del cielo Regina,
a te veniamo, sul colle* saliamo.
Lento, impervio il cammino, a trovare la via,
ove le rocce son meno appuntite
e ostacolo non sia fatica,
a starti alla fine vicini.
Bella, dolce tu sei, nostra Signora.
Madre di tutti, Regina del cielo.
Dacci la fede, dacci anche la pace.
I cuori illumina, scardina il male,
soli non ci lasciare.
Non ce ne andiamo, divina Signora,
prima, tutto di noi
affidarti vogliamo.
Le nostre angosce, le nostre paure
E grazia a te chiedere, aiuto.
Si che lo puoi, figli tuoi siamo
E non c’è madre
Che, sollecita, in apprensione,
del figlio non vada in soccorso.
Perciò grazie o Maria,
per averci ancora chiamati,
anche se indegni,
ma sempre tuoi figli,
che questa è la tua veste
e tuo solo pensiero.
Giovanni DE SANTIS
*E’ il colle del Podbrdo, dove il 24 giugno 1981 la Madonna è apparsa per la prima volta.
Siamo a Medjugorie, piccolo paese dell’Erzegovina, ormai famoso in tutto il mondo.
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ENGLISH
AT MEDJUGORJE
Plagued the heart, but pious hope.
Mother of God, Queen of Heaven,
We come to you, * go up on the hill.
The slow, arduous journey to find His way,
Where the rocks are less sharp
And obstruction is not difficult,
Layers close to the end.
Beautiful, sweet you are, our Lady.
Mother of all, the Queen of Heaven.
Give us the faith, and give us peace.
And shining hearts that may undermine evil,
Do not leave us alone.
Do not go away.
We all rely on you,
Our anxieties, our fears
Grace goes to you as we ask for help.
We are your children
And there's Mother
What, urges, apprehension,
That the child does not go to the rescue.
So thanks to Mary,
For your forgiveness,
Although we are unworthy,
But still your children,
That this is your way
And your only thought.
Giovanni DE SANTIS
* The Apparition Hill where, on June 241981, Our Lady appeared for the first time.
We are in Medjugorje, a small town in Herzegovina, now famous around the world
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ESPANOL
Afligido el corazón, pero llleno de esperanza.
Madre de Dios, Reina del Cielo,
Venimos a ti, * sobre el cerro subimos
Lento, y arduo el camino, para encontrar su via.
Donde las rocas son menos agudas
Y los obstáculos no son difíciles,
Recompensa cerca del final.
Hermosa, dulce eres, Virgen María.
Madre de todos, la Reina del Cielo.
Danos la fe, y danos la paz.
Y los corazones ilumina, que el mal puede poner en peligro,
No nos dejen solos.
¡No te vayas.
Todos confiamos en que,
Nuestras angustias, nuestros miedos
Gracia te pedimos, ayuda.
Y no hay madre
Que, solicita, en la aprensión,
del hijo no vaya a su rescate.
Así que gracias a Maria,
obtenemos su perdón,
Aunque somos indignos,
Pero somos tus hijos,
Que este es el camino
Y su único pensamiento.
Giovanni DE SANTIS
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IN CATALANO
Afligit el cor, però ple d'esperança.
Mare de Déu, Reina del Cel,
Venim a tu, * sobre el turó pugem
Lent, i ardu el camí, per trobar el seu via.
On les roques són menys agudes
I els obstacles no són difícils,
Recompensa prop del final.
Bella, dolça ets, Mare de Déu.
Mare de tots, Reina del Cel.
Dóna'ns la fe, i doneu-nos la pau.
I els cors il.lumina, que el mal pot posar en perill,
No ens deixin sols.
No te'n vagis.
Tots confiem que,
les nostres angoixes, les nostres pors
I gràcia us demanem, ajuda.
I no hi ha mare
Que, sol.licita, en l'aprensió,
del fill no vagi al seu rescat.
Així que gràcies a Maria,
obtenim el seu perdó,
Encara que som indignes,
Però som els teus fills,
Que aquest és el camí
I el seu únic pensament.
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PORTOGHESE
eu quero te fazer um presente de um poema meu irmão escreveu depois de sua viagem à Medjugorje, que é dedicado a todos vocês em suas orações, porque há também a sua família.
Em Medjugorje
Atormentado o coração, mas cheio de esperança.
Mãe de Deus, Rainha do Céu,
que cheguemos a vós, * subir no morro.
Jornada, lenta árdua para encontrar o seu caminho,
onde as rochas são menos nítidas
e obstrução não é difícil,
camadas perto do fim.
Bonito, você é doce, Nossa Senhora.
Mãe de todos, a rainha do céu.
Dê-nos a fé, dá-nos a paz também.
Luzes corações, mina o mal,
não nos deixe em paz.
Não vá lá, Ms. Divino,
em primeiro lugar, todos nós
nós confiamos.
Nossas ansiedades, nossos medos
Graça e pedir ajuda.
Sim, pode, nós somos seus filhos
E não há Mãe
O que, insiste, apreensivo,
a criança não vá para o resgate.
Assim, graças a Maria,
chamado para dar-nos ainda,
embora indigno,
mas ainda assim seus filhos,
que este é o seu vestido
e seu único pensamento.
Giovanni DE SANTIS
* E 'o monte de colina das aparições, onde 24 de junho de 1981 Nossa Senhora apareceu pela primeira vez.
Estamos em Medjugorje, uma pequena cidade no Herzegovina, agora famoso em todo o mundo.
ITALIAN
Ultimo Messaggio di Medjugorje, 2 luglio 2011 - Apparizione a Mirjana
"Cari figli, oggi, per la vostra unione con mio Figlio, vi invito ad un passo difficile e doloroso. Vi invito al riconoscimento completo ed alla confessione dei peccati, alla purificazione. Un cuore impuro non può essere in mio Figlio e con mio Figlio. Un cuore impuro non può dare un frutto d’amore e di unità. Un cuore impuro non può compiere cose rette e giuste, non è un esempio della bellezza dell’Amore di Dio per coloro che gli stanno attorno e che non l’hanno conosciuto. Voi, figli miei, vi riunite attorno a me pieni di entusiasmo, di desideri e di aspettative, ma io prego il Padre Buono di mettere, per mezzo dello Spirito Santo del mio Figlio, la fede nei vostri cuori purificati. Figli miei, ascoltatemi, incamminatevi con me. "
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ENGLISH
Latest Special Medjugorje Message, July 2, 2011 - Our Lady's apparitions to Mirjana
“Dear children; today I call you to a difficult and painful step for your unity with my Son. I call you to complete admission and confession of sins, to purification. An impure heart cannot be in my Son and with my Son. An impure heart cannot give the fruit of love and unity. An impure heart cannot do correct and just things; it is not an example of the beauty of God’s love to those who surround it and to those who have not come to know that love. You, my children, are gathering around me full of enthusiasm, desires and expectations, and I implore the Good Father to, through the Holy Spirit, put my Son – faith, into your purified hearts. My children, obey me, set out with me. ”
As Our Lady was leaving, to her left she showed darkness and to her right a Cross in golden light.
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OTHER LANGUAGES
www.medjugorje.ws/it/#latest-message
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UN MESSAGGIO A CASO
Questo messaggio, mi è stato dato perchè lo pubblicassi ed io lo faccio molto volentieri:
"Cari figli, oggi vi invito a diventare missionari dei messaggi che vi dò qui attraverso questo posto a me caro. Dio mi ha permesso di rimanere così a lungo con voi e perciò , figlioli, vi invito a vivere con amore i messaggi che vi dò ed a trasmetterli in tutto il mondo, così che un fiume d'amore scorra tra la gente piema di odio e senza pace. Vi invito figlioli, a diventare pace dove non c'è pace e luce doco c'è tenebra, affinchè ogni cuore accetti la luce e la via della salvezza. Grazie per aver risposto alla mia chiamata.
MESSAGGI PRINCIPALI:
- S. Messa e Gesù al primo posto;
- Conversione, preghiera,Riconciliazione;
- Leggere la Sacra scrittura;
- Offrire qualche sacrificio;
- Digiunare i mercoledì ed i venerdì (pane ed aqcua)anche per le anime del purgatorio.
Els orígens del Temple Expiatori de la Sagrada Família es remunten al 1866, any en què Josep Maria Bocabella i Verdaguer funda l'Associació Espiritual de Devots de Sant Josep, que a partir de l'any 1874 promou la construcció d'un temple expiatori dedicat a la Sagrada Família. L'any 1881 i gràcies a diversos donatius, l'Associació compra una parcel·la de terreny de 12800m² entre els carrers de Marina, Provença, Sardenya i Mallorca per construir-hi el temple.
La primera pedra es posa el 19 de març de 1882, festivitat de Sant Josep, en un acte solemne que presideix el bisbe de la ciutat, Josep Urquinaona. A partir d'aleshores se n'inicia la construcció, que comença per la cripta situada a sota de l'absis segons un disseny neogòtic de l'arquitecte Francisco de Paula del Villar y Lozano. Aquest, poc temps després i per discrepàncies amb els promotors, abandona la direcció de l'obra i l'encàrrec passa a mans d'Antoni Gaudí.
Després d'assumir el projecte el 1883, Gaudí construeix la cripta, que enllesteix el 1889. Mentre inicia les obres de l'absis (i del claustre), els treballs segueixen a bon ritme gràcies als donatius rebuts. Quan es rep un important donatiu anònim, Gaudí es planteja fer una obra nova i major: desestima l'antic projecte neogòtic i en proposa un de nou més monumental i innovador tant pel que fa a les formes com i a les estructures, com a la construcció. El projecte de Gaudí consisteix en una església de grans dimensions amb planta de creu llatina i torres de gran alçària; concentra una important càrrega simbòlica, tant en forma arquitectònica com escultòrica, amb l'objectiu final de ser una explicació catequètica de les ensenyances dels Evangelis i de l'Església.
El 1892 comença els fonaments per a la façana del Naixement perquè, segons manifesta Gaudí mateix, "Si enlloc de fer aquesta façana decorada, ornamentada i turgent, hagués començat per la de la Passió, dura, pelada i com feta d'ossos, la gent s'hauria retret". El 1894 queda enllestida la façana de l'absis i el 1899 el Portal del Roser, un dels accessos al claustre del Naixement.
Paral·lelament a aquests treballs, a l'angle sud-oest del temple, l'any 1909 Gaudí hi construeix les Escoles Provisionals de la Sagrada Família, destinades als fills dels treballadors de la Sagrada Família i als nens del barri que formen part de la seva parròquia.
En morir Gaudí, assumeix la direcció de les obres el seu estret col·laborador Domènec Sugrañes, fins al 1938. Després en són directors Francesc de Paula Quintanai Vidal, Isidre Puigi Boada, Lluís Bonet i Garí, col·laboradors de Gaudí, persones que conegueren el mestre i que fins a l'any 1983 dirigiren l'obra. Posteriorment en foren directors Francesc de Paula Cardoner i Blanch, Jordi Bonet i Armengol i Jordi Faulí i Oller que n'ocupa el càrrec actualment, des del 2012.
El Temple Expiatori de la Sagrada Família és una església de cinc naus amb creuer de tres, que formen una creu llatina. Les seves mides interiors són: nau i absis, 90 metres; creuer, 60 metres; ample de la nau central, 15 metres; laterals 7'5 metres, la nau principal en total 45 metres; amplada del creuer, 30 metres. L'església ha de disposar de 18 torres (12 que simbolitzen els apòstols, 4 els evangelistes i 2 més dedicades a Maria i a Jesús), de diferents altures d'acord amb la jerarquia simbòlica que representen.
El temple és de planta basilical i té cinc naus, la central amb una alçària de 45 metres i les laterals de 29 metres. La nau central i les laterals estan suportades per un sistema de columnes completament nou en la història de l'arquitectura. A ulls de l'observador, l'interior es presenta com un conjunt d'arbres amb belles alineacions, dels quals es pot veure la soca, les branques i un tou de fulles. En aquest bosc de columnes, la llum que es filtrarà a través dels finestrals hi donarà un aspecte bucòlic i crearà l'atmosfera de sotabosc.
Pel que fa a les cobertes de la nau central, vistes des de l'interior, estaran coronades per uns edicles que faran de suport d'uns llums amb els anagrames de la Sagrada Família. Cinc grossos escuts parabòlics, posats a cada banda, portaran escrit "Amen" i l'alabança "Al", "le", "lu", "ia" distribuïda per síl·labes. Les grans columnes que suporten les voltes i les cobertes també representen els apòstols i les esglésies de tot el món. Se'n poden destacar les columnes dedicades als apòstols sant Pere i sant Pau, que es troben situades entre el creuer i l'absis unint l'arc triomfal amb el Calvari.
A l'exterior, les aigües de les teulades s'escorren per uns baixants que a mitja altura es fixen als murs amb les al·legories i llegendes següents: un flascó amb la inscripció "myrra (mirra) - sacrifici", un encenser amb la inscripció "thur (encens) - oració" i un cofret amb la inscripció "aurum (or) - almoina". Al costat i sobre els finestrals es disposaran imatges dels sants fundadors d'ordes religiosos, com sant Joan Bosco, santa Joaquima Vedruna o sant Josep Oriol.
Font: Temple Expiatori de la Sagrada Família.
Pàgina a la UNESCO World Heritage List.
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El monasterio de San Pedro de Cardeña es una abadía trapense situada en el término municipal de Castrillo del Val, a 10 km del centro de Burgos (España). Actualmente, está considerado como BIC (Bien de Interés Cultural). Fue declarado Monumento histórico-artístico perteneciente al Tesoro Artístico Nacional mediante decreto de 3 de junio de 1931. En 2015, en la aprobación por la Unesco de la ampliación del Camino de Santiago en España a «Caminos de Santiago de Compostela: Camino francés y Caminos del Norte de España», España envió como documentación un «Inventario Retrospectivo - Elementos Asociados» (Retrospective Inventory - Associated Components) en el que en el n.º 979 figura el monasterio de San Pedro de Cardeña.
El monasterio se habrá fundado antes de 902 cuando el conde de Lantarón y de Cerezo, Gonzalo Téllez y su esposa Flámula realizaron la primera donación documentada al cenobio el 24 de septiembre de ese año de una serna en Pedernales y unas eras de sal.
En los siglos IX o X sus monjes fueron martirizados por los musulmanes, canonizados en 1603 y conocidos como los «Mártires de Cardeña». El monasterio gozaba de gran popularidad con gran afluencia de devotos, entre los que se encontraban el rey Felipe III de España y su esposa la reina Doña Margarita de Austria. Una de sus preciadas reliquias, la cabeza de su abad San Esteban, fue trasladada al Monasterio de Celanova; también se encuentran dos urnas en el Monasterio de la Huelgas y otra en la Catedral de Burgos.
Cada año, el 6 de agosto, aniversario del martirio, la tierra del claustro donde fueron sepultados los mártires, se teñía de un color rojizo que parecía sangre. El milagroso prodigio, ampliamente testificado, se repite hasta finales del siglo XIV. El año 1674 ya una vez levantado el nuevo claustro de estilo herreriano se reprodujo el hecho, personándose el arzobispo Enrique de Peralta, que vivamente impresionado encargó un estudio, interviniendo médicos y teólogos. Recogió el líquido, coaguló al ser puesto en agua hirviendo.
El 1 de febrero de 1967 un violento incendio destruyó las tres cuartas partes del monasterio, habitado desde 1942 por la abadía trapense de Nuestra Señora de los Mártires.
La prosperidad del monasterio en la época altomedieval se refleja en la calidad de su scriptorium, en el que el monje Endura realizó obras extraordinarias.
El Beato de San Pedro de Cardeña fue realizado entre los años 1175 y 1180, cuenta con 290 páginas y 51 miniaturas. 127 folios se encuentran en el Museo Arqueológico Nacional de Madrid, dos en la Biblioteca Francisco de Zabálburu, también en Madrid (donde también se halla el Cartulario de San Pedro de Cardeña), uno en el Museo Diocesano de Gerona y otros quince en el Museo Metropolitano de Arte de Nueva York.
Desde la sala capitular, que data del siglo XIII, se divisa a través de grandes cristaleras el claustro románico, que data del siglo XII. Compuesto por arquería de medio punto sobre columnas únicas que descansan sobre fustes robustos y coronadas de capiteles que imitan el estilo corintio. Los arcos recuerdan en su decoración a los de la mezquita de Córdoba por su policromía, alternando los colores blanco y rojo. En la pared izquierda se encuentran unas antiquísimas piedras cuya inscripción recuerda el trágico suceso.
Para construir esta iglesia de tres naves se destruyó la románica, aunque afortunadamente se salvó la torre, legítimo recuerdo cidiano. Reedificada en el siglo XVI, consta de tres naves, con una capilla aneja, denominada capilla de El Cid, ya que allí fue enterrado, y permaneció antes de su traslado a la catedral de Burgos. La fachada de la iglesia es de estilo barroco.
En el lateral derecho de la iglesia gótica, se abre una capilla barroca que data de 1753 a la que fueron trasladados los restos del Cid Campeador y su esposa Jimena. En las paredes de esta estancia llamada «Capilla de los Héroes», hay 29 nichos con inscripciones de nombres de reyes y familiares del Cid.
Según el Cantar de mio Cid y las tradiciones posteriores, antes de marchar al destierro, Rodrigo Díaz de Vivar dejó en San Pedro de Cardeña, al amparo del abad Sancho (que la crítica ha identificado con Sisebuto de Cardeña atribuyendo una confusión al autor del Cantar), a su esposa Doña Jimena y a sus hijas, aunque este hecho no está atestiguado por pruebas históricas. En el primer destierro de 1081, las propiedades de Rodrigo Díaz no le fueron enajenadas, y la familia del Cid pudo seguir residiendo en sus casas. En el segundo, de 1089, la familia fue presa por mandato de Alfonso VI en un castillo, quizá Gormaz, para reunirse con el Campeador poco después.
El enterramiento del Cid en San Pedro de Cardeña no fue debido a la voluntad personal de Rodrigo Díaz. A su muerte en 1099 fue inhumado en la catedral de Valencia, por lo que solo en 1102, tras tener que abandonar Jimena Díaz la plaza levantina, fueron trasladados sus restos al cenobio cardeniense. Allí permaneció durante algunos años su cuerpo embalsamado y sentado en un escaño del presbiterio. Desde ese momento se generaron allí una serie de narraciones de carácter hagiográfico que hacia 1280 constituyeron un corpus conocido como Leyenda de Cardeña cuyo propósito fue vincular al Cid con el monasterio de Cardeña, con el que en vida había tenido escasa relación. Estos materiales legendarios se incorporaron a la Versión sanchina de la Estoria de España o Crónica de veinte reyes, que puede datarse entre 1282 y 1284. En el siglo XIV el monasterio caradignense estimuló el culto a las reliquias cidianas, en cuyo contexto se redactó el Epitafio épico del Cid y, posiblemente, se encargara o elaborara, a partir de un ejemplar tomado en préstamo, el códice con la copia de 1325–1330 en el que se conserva el Cantar de mio Cid. En el claustro nuevo una lápida recuerda el lugar que ocupaba su sepulcro.
En la explanada situada frente a la fachada principal, en la que aparece una imagen ecuestre del Cid Campeador, hay una estatua del Sagrado Corazón, y a la izquierda un monolito con leyenda alusiva al caballo Babieca. Coincide con el lugar donde una creencia tradicional considera que fue sepultado el animal.
En el monasterio se conserva la bodega románica más antigua de España en uso comercial, donde se elabora el tinto Valdevegón con uva de La Rioja. Y también un licor llamado Tizona del Cid, hecho con unas 30 hierbas que maceran en barricas de roble. En 2016 se convierte en el primer monasterio español en producir cerveza trapense, la cerveza Cardeña.
es.wikipedia.org/wiki/Monasterio_de_San_Pedro_de_Cardeña
monasteriosanpedrodecardena.blogspot.com
es.wikipedia.org/wiki/Leyenda_de_Cardeña
en.caminodelcid.org/places/monastery-of-san-pedro-de-card...
Cerveza Cardeña - Monasterio de San Pedro de Cardeña (valdevegon.com)
The monastery of San Pedro de Cardeña is a Trappist abbey located in the municipality of Castrillo del Val, 10 km from the center of Burgos (Spain). Currently, it is considered as BIC (Asset of Cultural Interest). It was declared a Historic-Artistic Monument belonging to the National Artistic Treasure by decree of June 3, 1931. In 2015, in the approval by Unesco of the extension of the Camino de Santiago in Spain to «Roads of Santiago de Compostela: French Way and Roads Northern Spain ", Spain sent as documentation a" Retrospective Inventory - Associated Components "in which the monastery of San Pedro de Cardeña is listed in No. 979.
The monastery will have been founded before 902 when the count of Lantarón and Cerezo, Gonzalo Téllez and his wife, Flámula, made the first documented donation to the monastery on September 24 of that year of a serna in Pedernales and some salt eras.
In the 9th or 10th centuries its monks were martyred by the Muslims, canonized in 1603 and known as the "Martyrs of Cardeña." The monastery enjoyed great popularity with a large influx of devotees, among whom were King Felipe III of Spain and his wife, Queen Doña Margarita of Austria. One of his precious relics, the head of his abbot San Esteban, was transferred to the Monastery of Celanova; There are also two urns in the Monastery of La Huelgas and another in the Cathedral of Burgos.
Every year, on August 6, the anniversary of the martyrdom, the ground of the cloister where the martyrs were buried was stained a reddish color that looked like blood. The miraculous prodigy, widely witnessed, is repeated until the end of the fourteenth century. In 1674, once the new Herrerian-style cloister was erected, the event was reproduced, with the appearance of Archbishop Enrique de Peralta, who, greatly impressed, commissioned a study, involving doctors and theologians. He collected the liquid, it coagulated when put in boiling water.
On February 1, 1967, a violent fire destroyed three-quarters of the monastery, inhabited since 1942 by the Trappist Abbey of Our Lady of the Martyrs.
The prosperity of the monastery in the high medieval era is reflected in the quality of its scriptorium, in which the monk Endura carried out extraordinary works.
The Beatus of San Pedro de Cardeña was made between the years 1175 and 1180, it has 290 pages and 51 miniatures. 127 pages are in the National Archaeological Museum of Madrid, two in the Francisco de Zabálburu Library, also in Madrid (where the Cartulary of San Pedro de Cardeña is also found), one in the Diocesan Museum of Gerona and another fifteen in the Museum Metropolitan of Art of New York.
From the chapter house, which dates from the 13th century, you can see through large windows the Romanesque cloister, which dates from the 12th century. Composed of semicircular arches on unique columns that rest on robust shafts and crowned with capitals that imitate the Corinthian style. The arches in their decoration are reminiscent of those of the Cordoba mosque due to their polychrome, alternating white and red colors. On the left wall are some ancient stones whose inscription recalls the tragic event.
To build this church with three naves, the Romanesque was destroyed, although fortunately the tower, a legitimate Cidian memory, was saved. Rebuilt in the 16th century, it consists of three naves, with an attached chapel, called the El Cid Chapel, since he was buried there, and remained before his transfer to the Burgos Cathedral. The facade of the church is in the Baroque style.
On the right side of the Gothic church, there is a baroque chapel dating from 1753 to which the remains of the Cid Campeador and his wife Jimena were transferred. On the walls of this room called "Capilla de los Héroes", there are 29 niches with inscriptions of the names of kings and relatives of the Cid.
According to the Cantar de mio Cid and later traditions, before going into exile, Rodrigo Díaz de Vivar left in San Pedro de Cardeña, under the protection of Abbot Sancho (who the critic has identified with Sisebuto de Cardeña attributing a confusion to the author of the Cantar ), his wife Doña Jimena and their daughters, although this fact is not attested by historical evidence. In the first exile in 1081, Rodrigo Díaz's properties were not alienated from him, and the Cid family was able to continue residing in his houses. In the second, in 1089, the family was imprisoned by order of Alfonso VI in a castle, perhaps Gormaz, to meet with the Campeador shortly after.
The burial of the Cid in San Pedro de Cardeña was not due to the personal will of Rodrigo Díaz. Upon his death in 1099 he was buried in the cathedral of Valencia, so that only in 1102, after Jimena Díaz had to leave the Levantine square, were his remains transferred to the Cardenian monastery. His body remained there for some years, embalmed and seated on a bench in the presbytery. From that moment on, a series of hagiographic narratives were generated there, which around 1280 constituted a corpus known as the Leyenda de Cardeña whose purpose was to link the Cid with the Cardeña monastery, with which in life he had had little relationship. These legendary materials were incorporated into the Sanchina Version of the Estoria de España or Chronicle of Twenty Kings, which can be dated between 1282 and 1284. In the 14th century, the Caradignense monastery stimulated the cult of Cidian relics, in which context the Epitaph was written. epic of the Cid and, possibly, the codex with the copy of 1325–1330 in which the Cantar de mio Cid is preserved, was commissioned or elaborated from a borrowed copy. In the new cloister a tombstone recalls the place occupied by his tomb.
On the esplanade in front of the main façade, in which an equestrian image of the Cid Campeador appears, there is a statue of the Sacred Heart, and on the left a monolith with a legend alluding to the Babieca horse. It coincides with the place where a traditional belief considers that the animal was buried.
The monastery houses the oldest Romanesque winery in Spain in commercial use, where the red Valdevegón is made with grapes from La Rioja. And also a liqueur called Tizona del Cid, made with about 30 herbs that are macerated in oak barrels. In 2016 it became the first Spanish monastery to produce Trappist beer, Cardeña beer.