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Erasmo Carlos

Cantor e Compositor

Eternamente Sebastião Tapajós

 

In memoriam

Sebastião Tapajós

1943 - 2021

 

NEVER FORGET!

 

Visto aqui: comemorando seus 65 anos de carreira, violonista e compositor paraense Sebastião Tapajós sobe ao palco para apresentar o espetáculo “Por entre as Árvores” em São Paulo. 18.06.16

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2016/06/19/por-entre-as-arvor...

Cantora, compositora e artista visual, não necessariamente nessa ordem. Mariana Degani sobe ao palco para o show de lançamento do primeiro disco solo de sua carreira, “Furtacor”, em São Paulo. 18.11.16

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2016/11/18/mariana-degani-apr...

Ary Barroso foi o artista mais gravado por Carmen Miranda, com 30 músicas. Ao todo são conhecidas cerca de 264 composições de sua autoria. Aquarela do Brasil por exemplo, teve centenas de gravações mundo afora e, até hoje, é uma das músicas que mais produz direitos autorais no exterior. Dentre as homenagens póstumas ao compositor, está uma estatua em sua homenagem, no Rio de Janeiro, que fica no Leme, Zona Sul da cidade

  

(Wikepedia)

 

Cantor e compositor paulistano Pélico faz show do novo disco, Euforia, o terceiro da carreira, em São Paulo. 02.10.15

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2015/10/03/euforia-de-pelico/

Chico Buarque

Cantor, Compositor & Escritor

Paolo Zanarella, è un compositore padovano particolarmente originale e creativo.

Si definisce “Il pianista fuori posto” perché, oltre a riempire i teatri con la sua musica, a sorpresa e senza preavviso o autorizzazione, ama portare il suo pianoforte a coda in giro per le strade, le piazze e addirittura in acqua, per la semplice gioia di diffondere la musica in mezzo alla gente, trasformando in teatro anche gli angoli più strani di un piccolo paese o di una grande città.

Musicista, compositore e amante dell’improvvisazione, Paolo Zanarella nasce a Campo San Martino, nel padovano, il 9 ottobre del 1968. Autodidatta, fin dai primi approcci col pianoforte all’età di dieci anni, ha sempre coltivato l’interesse per la musica con particolare attenzione ai modelli musicali della classicità europea, cercando di coglierne le dinamiche strutturali quali elementi ancora assolutamente significativi nel panorama della musica contemporanea.

Nel 1999 Zanarella esordisce con la direzione e la regia del musical “La strada del successo”, di cui compone anche le musiche e scrive i testi, per la compagnia teatrale padovana Giovani Musical. Accanto alla costante dedizione a cori giovanili e polifonici, da più di dieci anni collabora con l’attore Andrea Bordin e lo scrittore Walter Basso in un’inedita forma di spettacolo teatrale, dove cura le sezioni musicali frutto di personali improvvisazioni capaci di dialogare col pubblico attraverso il filo sottile delle emozioni.

Zanarella però non limita la sua voglia di innovazione alle proposte musicali e lancia infatti il progetto “Il pianista fuori posto”, che si propone di portare la musica, ed in particolare lo strumento del pianoforte, fuori dai contesti abituali di spettacolo.

Grazie ad un particolare furgone, appositamente attrezzato, Zanarella può raggiungere con il suo pianoforte a mezza coda luoghi normalmente impensabili per un happening musicale, arricchendo, proprio grazie al contesto esterno, la sua performance.

 

Incollato da : [www.paolozanarella.it/]

Cantor e compositor português António Zambujo apresenta músicas de seu mais recente álbum “Até Pensei Que Fosse Minha”. São Paulo. 19.11.17

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2017/11/20/antonio-zambujo-ca...

Antepassados diretos de ARMANDO LEÇA -

Os seus 16 TRISAVÓS:

ANTONIO LOPES (natural da freguesia de São Miguel de Borba de Godim, concelho de Celorico de Basto) e FELICIA MARIA (exposta da Roda da Cidade do Porto) que moraram depois de casados na cidade do Porto e onde tiveram o seu filho Custodio Bernardino Lopes, 2 dos 16 trisavós de Armando Lopes (Leça);

FRANCISCO ALVES (natural da cidade do Porto) e CUSTODIA MARIA (natural de Paredes no Termo de Penafiel) que moraram depois de casados na cidade do Porto onde tiveram a sua filha Joaquina Maria, 2 dos 16 trisavós de Armando Lopes (Leça);

JOÃO MARTINS e ANNA FERNANDES que nasceram no Bispado de Bragança e moraram depois de casados na freguesia de Agro Chão no concelho de Vinhais do dito Bispado e onde tiveram o seu filho Antonio Jose ou Joaquim Pinto, 2 dos 16 trisavós de Armando Lopes (Leça);

Padre ANTONIO JOSE VERGUEIRO e JOANNA FLORINDA natural da freguesia da freguesia de Lamas de Orelhão no concelho de Mirandela do Bispado de Bragança e onde tiveram a sua filha Maria Joaquina Vergueira, 2 dos 16 trisavós de Armando Lopes (Leça);

INCÓGNITO e CUSTODIA MARIA que tiveram o seu filho Gaspar Leite, 2 dos 16 trisavós de Armando Lopes (Leça);

ANTÓNIO RODRIGUES DOS SANTOS e JOSEFA MARIA que tiveram a sua filha Maria Joaquina, 2 dos 16 trisavós de Armando Lopes (Leça);

INCÓGNITO e INCÓGNITA foram os pais do Incógnito (pai da exposta Angelica Rosa de Jesus), 2 dos 16 trisavós de Armando Lopes (Leça);

INCÓGNITO e INCÓGNITA foram os pais da Incógnita (mãe da exposta Angelica Rosa de Jesus), 2 dos 16 trisavós de Armando Lopes (Leça).

Os seus 8 BISAVÓS:

CUSTODIO BERNARDINO LOPES e JOAQUINA MARIA, naturais da cidade do Porto, que moraram depois de casados na R. do Bom Jardim e foram os pais de Joanna (nascida na R. do Bom Jardim a 31/07/1850 e batizada a 04/08/1850 pelo padre Encomendado Jose Rodriguez dos Santos) e de Manoel Lopes nascido muito antes, 2 dos 8 bisavós de Armando Lopes (Leça);

ANTONIO Jose ou Joaquim PINTO, natural da freguesia de Agro Chão no concelho de Vinhais do Bispado de Bragança, e MARIA JOAQUINA VERGUEIRA, natural da freguesia de Lamas de Orelhão do concelho de Mirandela no Bispado de Bragança, foram os pais de Thereza de São Jose e 2 dos 8 bisavós de Armando Lopes (Leça);

GASPAR LEITE e MARIA JOAQUINA foram os pais de João Gaspar Leite e 2 dos 8 bisavós de Armando Lopes (Leça);

INCÓGNITO e INCÓGNITA foram os pais de Angelica Rosa de Jesus, exposta na Roda da Cidade do Porto, e 2 dos 8 bisavós de Armando Lopes (Leça).

Os seus 4 AVÓS:

MANOEL LOPES (nascido e morador na R. do Bom Jardim quando casou) e THEREZA DE SÃO JOSE (natural do Bispado de Bragança e moradora no Largo da Batalha quando casou), moradores na Travessa de Liceiras depois de casados a 13/01/1850 pelo padre Coadjutor Jose Rodriguez dos Santos na então Igreja e Abbadia de Santo Ildefonso perante as testemunhas solteiras Jose da Costa (morador na Ferraria de Baixo) e Jose Ribeiro (morador na R. de Santo Antonio) tendo-se mudado antes de 14/11/18/52 para a R. de Gonçallo Christovão, foram os pais de Maria (nascida a 09/12/1850, batizada a 22/12/1850 pelo padre Encomendado Jose Rodriguez dos Santos e falecida antes de 14/11/1852), de Maria (nascida a 09/11/1852 e batizada a 14/11/1852 pelo padre Coadjutor José Pereira da Cunha) e de Jose Lopes (o seu assento de batismo não aparece nos registos paroquiais de Santo Ildefonso e de Bonfim entre 1850 e 1858),

os 2 AVÓS PATERNOS de Armando Lopes (Leça);

JOÃO GASPAR LEITE (nascido na freguesia de S. Miguel da então Villa de Caxinas) e ANGELICA ROSA DE JESUS (exposta na Roda da cidade do Porto e recolhida por D. Anna Marianna de Jesus), moradores na freguesia do Bonfim ?? depois de casados a 23/07/1854 na então Igreja e Abbadia de Santo Ildefonso pelo Coadjutor José Pereira da Cunha, foram os pais de Dorothea Gaspar Leite, os 2 AVÓS MATERNOS de Armando Lopes (Leça).

 

Os pais e os 6 irmãos de ARMANDO LEÇA -

Filho ilegítimo do saxofonista e regente de banda filarmónica Jose Lopes e da operária Dorothea Gaspar Leite que não casaram.

Da sua mãe Dorothea Gaspar Leite, sabe-se que trabalhou numa fábrica de cigarros e, por causa da sua saúde frágil na altura, terá sentido as dificuldades adicionais inerentes à condição de mãe solteira tendo deixado o seu filho Armando em Leça da Palmeira ao cuidado de uma ama e, depois, numa família de origem galega que tinha emigrado há muitos anos primeiro para Ovar, e depois para Matosinhos e Leça da Palmeira, os Recio:

desconhecem-se as relações que depois terá mantido com o seu filho, até à sua morte em dezembro de 1957.

O seu pai Jose Lopes nasceu a 28/10/1857 ?? na R. do Bonjardim no Porto e tornou-se muito popular desde muito jovem porque mandou vir de Itália o 1.º saxofone que existiu no Porto (pois este instrumento era, à data, praticamente desconhecido em Portugal) e formou uma mini banda que começou a atuar em espetáculos e a abrilhantar as touradas realizadas na Praça de Touros então existente mais ou menos na zona da atual Praça de Mouzinho de Albuquerque (Rotunda da Boavista), sendo ele o saxofonista dessa mini banda:

a sua alcunha «Zé da Gaita» surgiu numa tourada nessa Praça de Touros, quando um lance mais belo merecedor de sublinhado musical por parte da banda, não se sabe se do touro se do toureiro, foi deixado fechar com a banda em silêncio por distração desta; foi então que se ouviu, em toda a praça, um berro tsunâmico: O Zé da Gaita não toca ?!!! (e assim acabou Jose Lopes a ser conhecido até à sua morte por «Zé da Gaita»);

Jose Lopes formou também a Banda dos Bombeiros Voluntários do Porto por volta de 1878, constituída sobretudo por músicos militares aposentados e por ex-alunos do Asilo Profissional do Terço e na qual Jose Lopes, o seu regente, despendeu tempo e dinheiro (esta banda investiu na aquisição de instrumentos musicais e fardamentos, fez 2 digressões ao Norte de Espanha, uma em 1904 e outra em 1915, participando num concurso inserido nas festas da cidade de Vigo, distinguiu-se pelos repertórios executados que incluíram, entre outras obras, as rapsódias do compositor e regente Sousa Morais e, de entre as suas atuações na cidade do Porto, a imprensa destacou a sua participação no cortejo carnavalesco do Clube Girondinos em 1906 e nas comemorações das bodas de ouro do Ateneu Comercial do Porto em 1923 conjuntamente com as bandas da Guarda Nacional Republicana e do Asilo do Terço);

Jose Lopes assumiu também a regência da Banda do Clube Fenianos Portuenses e da Banda dos Bombeiros Voluntários Portuenses (Associação Humanitária criada a 11/04/1924, cujo 1.º Comandante foi o capitão Bernardo Gabriel Cardoso Júnior até 31/12/1939 e cuja Direção foi presidida de 1924 a 1934 por José Machado Pinto Saraiva, exceto entre 1931 e 1932 quando foi presidida por José Gonçalves Pinto Moreira);

assíduo do Café Portuense situado na esquina da R. Sampaio Bruno com a R. Sá da Bandeira na cidade do Porto, onde se apresentava com o seu saxofone-pendurado ao pescoço por um pequeno francelete (franquelete ou francalete, uma correia com fivela destinada ao fechamento da coalheira) e se reunia com a sua banda, era aí respeitado por alguns artistas teatrais do seu tempo como Palmira Bastos, Eduardo Brazão, Ferreira da Silva, Afonso Taveira e Henrique Alves, e aí agenciou músicos e alugou pianos;

além de Armando Lopes, Jose Lopes teve ainda 3 filhas (1 delas, Corina Lopes, casou com o músico Bernardo Ferreira, emigrou para o Brasil onde criou uma companhia de teatro e manteve ao longo da sua vida contactos permanentes com o seu irmão Armando Lopes) e 3 filhos que foram todos músicos [João Lopes, violoncelista, e Vergilio Lopes, violinista, foram instrumentistas da orquestra do Teatro de Sá da Bandeira no Porto; Antonio Lopes, pianista e organista, foi maestro da mesma orquestra e de outras bandas musicais, tendo sido dos 3 o que mais destaque teve na imprensa da época - Antonio Lopes foi referido em 1917 como pianista da pequena orquestra do Salão de Festas do Jardim Passos Manoel (inaugurado a 18/03/1908 na R. Passos Manoel no Porto, sob a gerência de Alfredo Nunes de Matos, só foi desativado em 1937 e demolido para dar lugar à construção do Coliseu do Porto, inaugurado a 19/12/1941, e ao Cinema Passos Manoel') dirigida por Domingos Carreira, foi referido em 1919 o seu papel à frente da capela de músicos D. Antonio Barroso que executou na Igreja Matriz de Leça da Palmeira, em 1.ª audição, entre outras obras, a Missa de seu irmão Armando Lopes, emigrou para o Brasil em 1919, regressou a Portugal em 1921 dirigindo a Companhia C. Leal da qual foi maestro e, após curta permanência em Lisboa, regressou ao Porto assumindo a regência da Banda dos Bombeiros Voluntários em 1929 como sucessor de seu pai];

Jose Lopes faleceu na R. do Bonjardim com 77 anos em 1934.

 

ARMANDO LOPES, com o pseudónimo de ARMANDO LEÇA (vida em Leça da Palmeira, na sua infância e juventude) -

Armando Lopes nasceu em Leca da Palmeira a 09/08/1891 na R. da Praia (desaparecida nos anos 30 do séc. XX por causa da construção da Doca n.º 1 do porto de Leixões) e foi batizado a 03/09/1891 como filho de pai incógnito e da solteira Dorothea Gaspar Leite na então Igreja parochial de Sam Miguel da Palmeira pelo Abbade Lucas Jose Nunes tendo sido seus padrinhos Joaquim Francisco da Silva que era casado, sabia escrever e viria a acolher e educar o seu afilhado) e sua tia materna Julia Gaspar Leite que era solteira e sabia escrever:

Jose Lopes, o pai, só reconheceu Armando Lopes como seu filho em junho de 1913, depois de este ter concluído o 2.º ano do Conservatório Nacional de Música em Lisboa, mas antes tinha assegurado os estudos musicais do filho oferecendo‑lhe, inclusive, um piano e pagando desde 1901 lições particulares com os pianistas Pedro Blanco e Jose Cassagne.

As memórias que Armando Lopes guardou da infância e juventude prendem‑se invariavelmente ao casal que o acolheu e educou, a quem chamava padrinho e madrinha:

no seio desta família, ter‑se‑á sentido num ambiente acolhedor, como revela o seguinte episodio descrito pelo seu filho Rui Silvino de Freitas Lopes em 2003 -

≪Meu pai contava que a ‘madrinha’ era muito religiosa. Todos os domingos ia a missa das 7 horas, numa capelinha que havia na margem sul do Rio Leca. Uma noite, o meu pai adiantou uma hora nos relogios todos da casa. Na manha seguinte, a ‘madrinha’ preparou‑se à pressa para ir à missa, pressionada pela hora que marcava nos relógios da casa e, quando chegou à capela, reparou com surpresa que não estava ninguém. Até que ouviu a capela a dar as horas: eram seis, e nao sete.≫.

Fez a instrução primária, tal como os seus 4 irmãos, no Colégio Externato Santo António das irmãs Cacildinhas (D. Cacilda e D. Idinha) em Leça da Palmeira na R. Direita.

Frequentou depois o Lyceu Alto Mearim em Matosinhos, no edifício que para o efeito tinha sido mandado construir em 1891 por Jose João Martins de Pinho, o 1.º Conde de Alto Mearim, no fim da R. Direita junto à desaparecida Alameda de Matosinhos na margem esquerda do Rio Leça e a cerca de 40 m do Largo do Areal, para além das aulas de piano já referidas.

Da atividade profissional que desenvolveu nessa altura, destaca-se a sua presença no Casino de Matosinhos (com entrada pela R. Roberto Ivens, mais ou menos na zona do atual Orfeão de Matosinhos) onde acompanhou as projeções de cinema mudo que aí se faziam.

Datam de 1908 as primeiras transcrições de música de matriz rural, publicadas em 1922 na obra ‘Da Música Portuguesa’ que foi reeditada em 1942 no Porto pela Livraria Educação Nacional, com os títulos ≪Canto do Natal≫, ≪Almas Santas≫, ≪Chula≫, ≪Bela Aurora≫, ≪Balão≫ e ≪Rouba, Rouba≫.

Entre março de 1909 e setembro de 1911, antes de ingressar no 1.º ano do Conservatório de Música de Lisboa no ano letivo de 1911/1912, Armando Lopes compôs as 103 pecas para piano que constam no ‘Catálogo Geral das Minhas Modinhas’, as quais foram mais tarde destruídas pelo próprio compositor num ato de renovação técnica e estética.

Com 18 anos, publicou valsas para piano e, com 19 anos, publicou 14 canções líricas, todas incluídas no ‘Cântico das Flores’ de 1912.

 

ARMANDO LOPES, com o pseudónimo de ARMANDO LEÇA (vida adulta)-

Concluído o ensino secundário no Lyceu Alto Mearim na R. Direita em Matosinhos junto à entrada da Ponte de Pedra (escola e ponte já desaparecidas por causa da construção da Doca n.º 2 do porto de leixões, ARMANDO LEÇA foi estudar no ano letivo de 1911/1912 para o Conservatório Nacional de Música em Lisboa, cujo diretor era Viana da Motta e onde teve como colegas Luís de Freitas Branco e Rui Coelho tendo vindo mais tarde a ser aí professor das disciplinas de Piano e de Composição.

Em Lisboa, conviveu com os maiores vultos da cultura do seu tempo, como Augusto Gil, António e João Correia de Oliveira, Francisco Lages, Ângela Pinto, Robles Monteiro, entre muitos outros;

também foi em Lisboa que conheceu a sua futura mulher, a violoncelista IRENE Celeste do Carmo e FREITAS (filha de uma senhora nascida e criada em Alcácer do Sal, com passagem por Setúbal, que cantava e tocava piano em saraus de Lisboa, e irmã mais nova de uma senhora que convivia com a elite musical de Lisboa, tocava violino e lecionou a disciplina de violino na Academia de Amadores de Música de Lisboa) com quem chegou a tocar num trio em clubes musicais de Lisboa e em saraus; casou em Lisboa com ela em junho de 1916.

Logo que casaram, deixaram a ambiência musical lisboeta e vieram fixar-se em Leça da Palmeira, terra natal de ARMANDO LEÇA, onde passaram a dar lições de música e formaram um trio para atuar em saraus.

Foi Professor de Canto Coral no Liceu de Rodrigues de Freitas (futuro D. Manuel II) desde 1919.

Foi folclorista, etnomusicólogo, pioneiro na divulgação do Cancioneiro Tradicional Português e compositor:

a sua produção musical ficado marcada pelos seus trabalhos de composição ligados ao cinema mudo português (A Rosa do Adro em 1919, Os Fidalgos da Casa Mourisca e Amor de Perdição em 1921, As Pupilas do Senhor Reitor em 1935 e Ave de Arribação em 1943;

além de música para filmes, compôs para opereta, para teatro infantil, para documentários sobre etnografia, hinos de instituições e música de diferentes géneros para piano, piano e canto, música sinfónica, música sacra, etc.;

fez a recolha e transcrição de música tradicional portuguesa.

Foi um dos colaboradores da revista Feira da Ladra, de 1929 a 1943.

Em janeiro de 1932, assumiu o cargo de Diretor Artístico da Rádio Porto dando início à emissão semanal do programa ‘Hora de Música Portuguesa’ no qual apresentou vários grupos corais, com repertório «português», e obras de compositores portugueses.

Integrou júris e comissões de concursos, festivais e cortejos de folclore. Através de eventos folclóricos, conduziu à ‘reorganização’ de grupos já existentes e à constituição de outros, tais como o Rancho Folclórico da Amorosa que fundou em 1935.

Colaborou na realização de iniciativas do SPN/SNI em eventos como os seguintes: Concurso do Cacho Dourado (1936 e 1937), Grande Cortejo Folclórico (1937) e Concurso da Aldeia mais Portuguesa de Portugal (1938).

Foi convidado em 1939, pela Comissão Executiva dos Centenários (nomeada para organizar as celebrações dos 8.º centenário da Nacionalidade e 3.º centenário da Restauração), para fazer uma recolha nacional de cantares e danças populares e efetuar as gravações da música que o povo português tocava e cantava na altura, gravações que se destinavam a publicação posterior como o 1.º levantamento de música popular feito em Portugal através do registo mecânico de som com as mais características e genuínas músicas e canções populares existentes em todas as províncias do continente português:

aceitou o convite com entusiasmo e realizou em 1939 e 1940 cerca de 500 registos sonoros de melodias, canções, cantigas e danças em todas as províncias do território continental, em parceria técnica com a então Emissora Nacional, os quais foram publicados ainda em 1940 no ‘Cancioneiro músico-popular: relatório dos trabalhos de recolha para a organização duma discoteca de música popular portuguesa, pela brigada de técnicos chefiada por Armando Leça’;

assim, ajudou a construir uma verdadeira escola de folclorismo tornando claro que o efetivo significado da música popular portuguesa estava escondido nas aldeias mais remotas, longe de qualquer influência urbana ou estrangeira, acreditando que cabia aos músicos de formação expurgar de qualquer influência externa os exemplos musicais que encontravam no terreno.

Colaborou em 1940 na obra ‘A Vida e Arte do Povo Português’, com o artigo intitulado ‘Todos os Povos Cantam e Dançam’.

A sua obra ‘Música Popular Portuguesa’ foi editada em 1948 no Porto pela Editora Domingos Barreira que a reeditou em 1983.

Em 1957, na sequência do encerramento da Rádio Porto, inaugurou na secção do Porto do Rádio Clube Português a rubrica semanal ‘Do Minho ao Algarve’, um programa com o mesmo teor do 'Hora de Música Portuguesa’, sempre marcado pelas suas opiniões e por uma postura profundamente didática, o qual durou até 1961 com 371 programas emitidos.

Em dezembro de 1957, faleceu a sua mulher IRENE Celeste do Carmo e FREITAS na casa que ambos habitavam no Porto, na Travessa do Bessa.

No âmbito da parceria com a Rádio Triunfo, entre 1959 e 1961, editou 85 discos, numa compilação de referências musicais de vários grupos folclóricos.

O «músico caminheiro», como mais tarde veio a auto designar-se, acabou por fazer a ponte entre a visão romântica do final do séc. XIX e a postura ruralista do Estado Novo, à qual essa imagem de uma nação baseada na pureza e na genuinidade do seu povo tanto convinha.

A importância de ARMANDO LEÇA para o pensamento português sobre a música popular, que ainda hoje perdura em muitos contextos e, em especial, no das instituições folclóricas, foi enorme:

sobretudo, porque ele transformou as suas convicções numa verdadeira cruzada de missionação proferindo, desde 1919, um conjunto de conferências por todo o País, utilizando muitas vezes o harmónio (acordeão), o piano e, mais tarde, os agrupamentos corais que ensaiou (Orfeão do Asilo de Nossa Senhora da Conceição e Orfeão da Associação Protetora da Infância), para exemplificar musicalmente as suas opiniões, tentando instruir o público sobre o resultado das suas pesquisas e divulgando fórmulas acabadas sobre a música popular portuguesa.

Foi muitas vezes o guia de Aquilino Ribeiro quando este viajava pelo norte do País, pois conhecia em pormenor 'todas as capelas e tascas'.

Morreu a 20/01/1977 em Vila Nova de Gaia.

A música tradicional por ele recolhida em 1939/40 está a ser editada em CD pela TRADISOM, existindo no YouTube muita dessas músicas extraídas dos discos em vinil editados nos anos 40 do séc. XX.

 

Os 5 filhos do leceiro ARMANDO Lopes (seu pseudónimo desde jovem, Armando LEÇA) e da sua esposa IRENE Celeste do Carmo e FREITAS, todos naturais de Leça da Palmeira -

ÓSCAR Luso de Freitas LOPES:

nasceu 02/10/1917 em Leça da Palmeira;

deveu o seu nome à homenagem que seu pai quis fazer ao grande compositor e pianista Óscar da Silva, o autor da novela lírica “D. Mécia”;

fez o ensino secundário no Porto;

licenciou-se em Filosofia Clássica pela Universidade de Lisboa, depois de ter passado pelo Conservatório de Música do Porto e pela Universidade de Coimbra;

casou com Maria Helena em 1941 e da qual teve pelo menos 2 filhos ainda crianças em 1950;

foi professor de Português, Latim e Grego no ensino secundário entre 1941 e 1974, primeiro no Liceu Nacional de Vila Real, depois no Liceu Alexandre Herculano e finalmente no Liceu Rodrigues de Freitas / D. Manuel II;

foi militante do PCP desde 1945, tendo pertencido ao seu Comité Central entre 1976 e 1996, tendo sido detido pela PIDE em 1955 no processo dos Partidários da Paz, o que o levou a estar preso mais de 1 ano até ser readmitido no ensino em 1957;

foi impedido de sair do país para participar em reuniões científicas no estrangeiro em diversas situações;

foi candidato à Assembleia Nacional nas listas da oposição ao regime do Estado Novo em 1973;

foi vice-reitor da Universidade do Porto em 1974 e 1975 tendo ingressado nela em 1974 como professor catedrático por razões políticas;

foi um dos criadores da Universidade Popular do Porto em 1979;

foi homenageado a 02/10/2007 (o dia do seu 90.º aniversário) com a inauguração de um monumento e da Av. Óscar Lopes em Leça da Palmeira junto ao IKEA;

faleceu na sua casa no Porto a 22/03/2013 com 95 anos tendo o seu corpo estado em câmara ardente na sede da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, em frente ao Café Garça Real na Praça de D. João I, até ter saído pouco depois das 15:00 de 23/03/2013 para o Cemitério de Matosinhos a fim de ser cremado pelas 16:30;

é o patrono da Escola Básica Óscar Lopes no concelho de Matosinhos (zona da Cruz de Pau) e do agrupamento de escolas como o mesmo nome e de que é a escola sede.

Maria MÉCIA de Freitas LOPES (Sena):

nasceu a 21/03/1920 em Leça da Palmeira;

frequentou o Conservatório de Música do Porto;

foi monitora de Educação Física (instrutora de Ginástica) e professora de História e de Geografia para custear a sua inscrição voluntária no curso de Ciências Histórico-Filosóficas da Universidade de Coimbra, onde se licenciou em Histórico-Filosóficas;

conheceu a 07/12/1940 o seu futuro marido, Jorge Cândido Alves Rodrigues Telles Grilo Raposo de Abreu de Sena (Lisboa, 02/11/1919 - Santa Barbara, Califórnia, 04/06/1978), num baile de receção de caloiros na Faculdade de Farmácia do Porto, tendo ficado amigos até terem começado a namorar em novembro de 1944;

casou com ele a 12/03/1949 na Igreja do Sagrado Coração no Porto, quando ele já era licenciado em Engenharia Civil pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) com 13 valores, tendo tido com ele 9 filhos (Izabel Maria nascida no Porto a 10/12/1949 e afilhada de Ruy Cinatti, Pedro Augusto nascido no Porto a 22/11/1950 e afilhado do seu tio materno Óscar Lopes, Maria Joana nascida no Porto a 09/12/51 e afilhada de Adolfo Casais Monteiro, Maria Manuela nascida no Porto a 16/05/1953 e afilhada de Alberto de Lacerda e Maria Helena Sampaio que vive no concelho de Matosinhos, Mariana nascida em Lisboa a 19/12/1956 e afilhada de José Blanc de Portugal, Paulo Jorge nascido em Lisboa a 12/12/1957 e afilhado de Fernando Pereira Basto, Vasco Manuel nascido em Lisboa a 04/05/1959 e cujos padrinhos foram Francisco de Nascimento Ferreira e Dora Maria da Silva Setão Ferreira, Maria José nascida em Araraquara a 07/12/1961e cujos padrinhos foram Gilda e António Cândido de Mello e Souza a 17/02/1962, e Nuno Afonso nascido a 05/12/1962 e afilhado de António Soares Amora);

seu marido chegou ao Recife a 07/08/1959 para dar uma Conferência, mas acabou por ficar a viver em S. Paulo até 06/10/1965 com a sua esposa e os seus 7 filhos que chegaram a 17/10/1959;

partiu de S. Paulo para Nova York a 06/10/1965 com o marido e os seus filhos, tendo aí vivido até 1970;

mudaram-se para a cidade norte-americana de Santa Barbara em agosto de 1970 e, após a morte do seu marido com cancro a 04/06/1978 nessa cidade do estado norte-americano da Califórnia (onde ficou sepultado em campa-rasa no Calvary Cemetery até os seus restos mortais terem sido trasladados a 11/09/2009 para o Cemitério dos Prazeres em Lisboa), organizou o espólio literário de seu marido e editou a correspondência dele com importantes figuras das letras portuguesas e brasileiras;

está viva, com 95 anos de idade.

O historiador, cronista e memorialista militar Tenente-Coronel de Infantaria RUI Silvino de Freitas LOPES que, depois de ter passado à reserva, dedicou-se às letras e à etnografia estando também ainda vivo.

MARTIM de Freitas LOPES que foi diretor e administrador de grandes companhias de seguros.

FERNÃO de Freitas LOPES, o benjamim, que foi despachante e industrial.

 

Em 1975, Vitorino Nemésio, que seguiu com apreensão o 'Verão Quente' e sofreu alguns agravos pessoais, não hesitou em corresponder a um pedido de Rui Luís Gomes, para, com outras individualidades, dar parecer a fim de que Óscar Lopes - que pertencia aos altos quadros do Partido Comunista - fosse 'proposto professor catedrático efectivo da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, independentemente de concurso de provas públicas';.

Vitorino Nemésio, que não hesitou um momento em se pronunciar favoravelmente, deu cópia desse parecer e encarregou Arlindo Correia de o registar no correio para o destinatário, o reitor Rui Luís Gomes.

O documento fala por si e revela os dotes de temperamento e de carácter de Vitorino Nemésio. Tendo sempre em apreço os altos dotes científicos de uma personalidade com a dimensão intelectual de Óscar Lopes, ultrapassava Vitorino Nemésio, como se poderá ver, as divergências políticas e os antagonismos ideológicos.

Eis o referido parecer na íntegra, desconhecido durante muito tempo:

'O Ex.mo Reitor da Universidade do Porto, Prof. Doutor Rui Luís Gomes, distinguiu-me pedindo-me parecer sobre os méritos do licenciado Óscar Luso de Freitas Lopes, literariamente Óscar Lopes, professor efectivo dos liceus, professor e comissionado da Direcção da Faculdade de Letras dessa Universidade - a fim de que ela fundamente a proposta dele para a nomeação de professor catedrático efectivo, independentemente de provas académicas formais.

Óscar Lopes tem uma longa e notável carreira de professor e de crítico, de investigador das ciências humanas, de pedagogo e de metodólogo da didáctica de vários graus de ensino. (Fez crítica aplicada de livros, durante anos, no O Comércio do Porto e noutros jornais e revistas).

A sua licenciatura em Filosofia Clássica (Lisboa), a sua preparação musical no Conservatório do Porto e filosófica na Universidade de Coimbra, durante o magistério de Joaquim de Carvalho; depois a sua frequência de universidades e institutos estrangeiros, sempre levado por funda curiosidade científica orientada para as novas correntes do surto das ciências sociais, prepararam-no excepcionalmente para a situação de cimieira que ocupa na cultura portuguesa.

Dotado de viva inteligência, de agudo espírito crítico, do gosto da análise a partir de enfoques múltiplos, alternando-a com sínteses parciais que procura fazer convergir em conclusões globais seguras, a sua crítica da literatura portuguesa e, em geral, do nosso pensamento é uma das mais fortes e fecundas. A História da Literatura Portuguesa (manual), em colaboração com António José Saraiva, na qual lhe coube sobretudo o período contemporâneo, foi a primeira grande revelação do que afirmo. Um gosto literário seguro, aliado à compreensão dos movimentos estéticos modernísticos e à posse de métodos históricos e críticos actualizados, fez dele um dos mais influentes historiadores actuais da cultura portuguesa, tanto na criação especificamente literária como na história das ideias, na sociologia da cultura, na pedagogia e nalguns aspectos da psicologia.

Uma boa preparação matemática permitiu-lhe propor-se tratar algoritmicamente problemas de psicologia, linguística e semiótica em geral. (Para apoio destes meus juízos permito-me remeter para a notória bibliografia do autor, abreviando este já longo parecer).

Não quero contudo rematá-lo sem aludir exemplificativamente às profundas e vastas análises das obras dos nossos poetas e ficcionistas, principalmente do movimento Orpheo para cá, na História da Literatura Portuguesa, in História Ilustrada das Grandes Literaturas (Lisboa, Estúdios COR). E ainda à rara capacidade de Óscar Lopes como organizador e moderador de colóquios, conferências públicas, simpósios e congressos. Aí os seus dons dialécticos e o seu bom sentido socrático do diálogo confirmam a forte personalidade do professor e do crítico, cuja formação predominantemente marxista não impede uma larga flexibilidade hermenêutica e uma visão original das obras e das formas.

Tive o gosto de contar a Óscar Lopes, ainda bem jovem, como colaborador num modesto e efémero seminário de Literatura Portuguesa que orientei em Lisboa, pelos anos 30, no Centro de Estudos Filosóficos. Depois comentou oralmente no Porto, como moderador de discussão pelo auditório, várias lições e conferências minhas. De ambas as experiências guardo a melhor impressão, honrando-me de poder ter participado assim de situações concretas do seu poder intelectual. No privilégio de eu ter sido, como criador literário, alvo de extensos e benévolos estudos seus não deveria falar, por melindre de suspeição.

Enfim, sou de parecer que o licenciado Óscar Luso de Freitas Lopes - Óscar Lopes - tem méritos excepcionais para ser proposto professor catedrático efectivo da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, independentemente de concurso de provas públicas, segundo a legislação vigente de provimento por distinção ou escolha.

Lisboa, 10 de Julho de 1975

Vitorino Nemésio Mendes Pinheiro da Silva.

Professor catedrático aposentado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Filologia Românica).'

Maksim Mongužukovič Munzuk attore russo di etnia tuvana, cantante, compositore ed insegnante di musica nonchè studioso e scrittore della cultura tuvana è noto per la sua interpretazione del personaggio Dersu Uzala nell'omonimo film di Akira Kurosawa.

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Ho il dubbio che il teatro sia stato ricostruito più grande e moderno, nel qual caso questa immagine rimarrà un documento di un luogo perduto.

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Piotr Ilich Chaikovski (en ruso: Пётр Ильич Чайковский) (Vótkinsk, 25 de abriljul./ 7 de mayo de 1840greg.-San Petersburgo, 25 de octubrejul./ 6 de noviembre de 1893greg.) fue un compositor ruso del período del Romanticismo. Es autor de algunas de las obras de música clásica más famosas del repertorio actual, como los ballets El lago de los cisnes, La bella durmiente y El cascanueces, la Obertura 1812, la obertura-fantasía Romeo y Julieta, el Primer concierto para piano, el Concierto para violín, sus sinfonías Cuarta, Quinta y Sexta y la ópera Eugenio Oneguin.

Nacido en una familia de clase media, la educación que recibió Chaikovski estaba dirigida a prepararle como funcionario, a pesar del interés musical que mostró. En contra de los deseos de su familia, decidió seguir una carrera musical y en 1862 accedió al Conservatorio de San Petersburgo, graduándose en 1865. La formación que recibió, formal y orientada al estilo musical occidental, lo apartó del movimiento contemporáneo nacionalista conocido como el «Grupo de los Cinco» conformado por un grupo de jóvenes compositores rusos, con los cuales Chaikovski mantuvo una relación profesional y de amistad a lo largo de su carrera.

Mientras desarrollaba su estilo, Chaikovski escribió música en varios géneros y formas, incluyendo la sinfonía, ópera, ballet, música instrumental, de cámara y la canción. A pesar de contar con varios éxitos, nunca tuvo mucha confianza o seguridad en sí mismo y su vida estuvo salpicada por crisis personales y periodos de depresión. Como factores que quizá contribuyeron a esto, pueden mencionarse su homosexualidad reprimida y el miedo a que se revelara su condición, su desastroso matrimonio y el repentino colapso de la única relación duradera que mantuvo en su vida adulta: su asociación de trece años con la rica viuda Nadezhda von Meck. En medio de esta agitada vida personal, la reputación de Chaikovski aumentó; recibió honores por parte del zar, obtuvo una pensión vitalicia y fue alabado en las salas de conciertos de todo el mundo. Su repentina muerte a los cincuenta y tres años suele atribuirse generalmente al cólera, pero algunos lo atribuyen a un suicidio.

A pesar de ser popular en todo el mundo, Chaikovski recibió a veces duras críticas por parte de críticos y compositores. Sin embargo, su reputación como compositor es hoy en día segura,2 y ha desaparecido por completo el desdén con el que los críticos occidentales a principios y mediados del siglo XX catalogaban su música como vulgar y falta de pensamiento.

De hecho, Chaikovski está considerado actualmente como el más destacado músico de Rusia y una de las figuras más importantes de la cultura de ese país a lo largo de su historia.

Piotr Chaikovski nació en Vótkinsk, un pequeño pueblo en la actual Udmurtia, que anteriormente fue parte de la provincia de Vyatka del Imperio ruso. Su padre, Iliá Petróvich Chaikovski, era el hijo de Piotr Fiódorovich Chaika (conocido posteriormente como Piotr Fiódorovich Chaikovski quien obtuviera un título nobiliario por sus servicios como médico militar para la zarina Catalina II de Rusia). Su padre fue un ingeniero de minas del Estado, de ascendencia ucraniana. Chaika (ucr. Чайка, significa gaviota) es un apellido tradicional de Ucrania. Nació en 1745 en Nikoláevka, cerca de Poltava, Ucrania, fue el segundo hijo de Fiódor Chaika (ca. 1695-1767) y su mujer Anna (1717-?), y estudió en un seminario en Kiev, pero más tarde recibió enseñanzas de medicina en San Petersburgo.5 La madre de Piotr, Aleksandra Andréyevna, de soltera d'Assier, provenía de raíces parcialmente francesas y fue la segunda de las tres esposas de Iliá. El dramaturgo, libretista y traductor Modest Ilich Chaikovski6 fue uno de los hermanos menores de Piotr.

En 1843, los padres de Chaikovski contrataron los servicios de una institutriz francesa llamada Fanny Dürbach. Su pasión y afecto por el cargo contrarrestaban la actitud de Aleksandra, descrita por un biógrafo como una madre fría, infeliz y distante, no dada a mostrar afecto físico.7 Sin embargo, otros autores afirman que Aleksandra adoraba a su hijo.

Piotr Chaikovski empezó las lecciones de piano a los cinco años. Fue un alumno precoz, en tres años fue capaz de leer música tan bien como su profesor. Sin embargo, la pasión de sus padres sobre su talento musical pronto se enfrió. En 1850, la familia decidió enviarlo a la Escuela Imperial de Jurisprudencia de San Petersburgo. Esta institución atendía principalmente a la pequeña nobleza y prepararía a Chaikovski como funcionario. Dado que la edad mínima para acceder era de doce años, Chaikovski tuvo que pasar dos años en un internado de la escuela preparatoria de la Escuela Imperial de Jurisprudencia, a unos 1300 km de su familia. Una vez que estos dos años pasaron, Chaikovski fue trasladado a la Escuela Imperial de Jurisprudencia para empezar un curso de estudios que duraría siete años.

El 25 de junio de 1854, Chaikovski se vio profundamente afectado por la muerte de su madre Aleksandra a causa del cólera. Lo afectó tanto que se sintió incapaz de darle la noticia a Fanny Dürbach hasta transcurridos dos años. Sin embargo, unos meses después de la muerte de su madre, realizó el primer intento serio de composición, un vals en su memoria. Varios autores afirman que la pérdida de su madre contribuyó al desarrollo sexual de Chaikovski, así como su experiencia con las supuestamente extendidas prácticas homosexuales entre estudiantes de la Escuela Imperial de Jurisprudencia. Sea cual fuere la verdad de esto, algunas amistades con sus compañeros, como Alekséi Apujtin y Vladímir Gerard, fueron suficientemente intensas para durar el resto de su vida.

La música no era una prioridad alta en la Escuela, pero Chaikovski asistía regularmente al teatro y a la ópera con otros estudiantes. Se aficionó a las obras de Rossini, Bellini, Verdi y Mozart. El fabricante de pianos Franz Becker realizaba visitas de vez en cuando a la Escuela como profesor de música simbólico. Esta fue la única instrucción formal sobre música que recibió allí. Desde 1855, su padre, Iliá Chaikovski, le financió lecciones privadas con Rudolph Kündinger, un reconocido profesor de piano de Núremberg. Iliá además le preguntó a Kündinger sobre la posibilidad de una carrera musical para su hijo. Kündinger contestó que nada sugería que fuera un compositor potencial o incluso un buen intérprete. A Chaikovski se le dijo que acabara su curso y luego intentara acceder a un puesto en el Ministerio de Justicia.

Chaikovski se graduó el 25 de mayo de 1859 con el rango de consejero titular, el rango más bajo en la carrera de funcionario. El 15 de junio fue admitido en el Ministerio de Justicia. Seis meses más tarde alcanzó el puesto de asistente subalterno y dos meses después de esto, asistente superior. En ese cargo se quedó Chaikovski para el resto de su carrera de funcionario, que duraría tres años.

En 1861, asistió a las clases de teoría musical organizadas por la Sociedad Musical Rusa (SMR) impartidas por Nikolái Zaremba. Un año más tarde siguió a Zaremba para entrar en el nuevo Conservatorio de San Petersburgo. Chaikovski no dejaría su puesto en el Ministerio hasta «que no estuviera bastante seguro de que estaba destinado a ser músico en vez de funcionario». Desde 1862 hasta 1865 estudió armonía, contrapunto y fuga con Zaremba, y Antón Rubinstein, director y fundador del Conservatorio, le impartió instrumentación y composición. En 1863 abandonó su carrera de funcionario y se dedicó a estudiar música a tiempo completo, graduándose en diciembre de 1865. Rubinstein estaba impresionado por el talento musical de Chaikovski, pero esto no evitó tanto los conflictos con él como con Zaremba acerca de la Primera Sinfonía del joven compositor, escrita tras su graduación, cuando la envió para que le dieran una lectura concienzuda. La sinfonía recibió su primera interpretación completa en Moscú en febrero de 1868, donde fue bien recibida.

La orientación de Rubinstein hacia la música occidental le trajo la oposición del grupo nacionalista musical conocido como Grupo de los Cinco. Al ser el alumno más conocido de Rubinstein, Chaikovski fue tratado como un blanco fácil, especialmente como carne de cañón para las críticas de César Cui. Esta actitud cambió ligeramente cuando Rubinstein abandonó el panorama musical de San Petersburgo en 1867. En 1869 Chaikovski inició una relación laboral con el compositor Mili Balákirev, líder de Los Cinco; el resultado fue el reconocimiento de la primera obra maestra de Chaikovski, la fantasía-obertura Romeo y Julieta, una obra que Los Cinco adoptaron incondicionalmente. Permaneció cordial con ellos, pero nunca intimó con la mayoría del grupo de Los Cinco, dado que su música le parecía ambivalente; sus metas y estilo estético no iban con él. Se aseguró de mantener una independencia musical de ellos así como de la facción conservadora del Conservatorio de San Petersburgo, una actitud que facilitó su aceptación como profesor del Conservatorio de Moscú, puesto que le fue ofrecido por Nikolái Rubinstein.

Chaikovski compaginó sus quehaceres profesionales con la realización de críticas musicales mientras seguía componiendo. Algunas de sus obras más conocidas de este periodo son Primer concierto para piano, las Variaciones sobre un tema rococó para violonchelo y orquesta, la Sinfonía «Pequeña Rusia» y el ballet El lago de los cisnes. El Primer concierto para piano recibió un rechazo inicial por parte de Nikolái Rubinstein, persona a la cual el concierto iba dedicado, tal y como contó Chaikovski tres años después. La obra fue entonces ofrecida al pianista Hans von Bülow, cuya manera de interpretar había impresionado a Chaikovski durante una aparición en Moscú en marzo de 1874. Bülow estrenó la obra en Boston en octubre de 1875; Rubinstein finalmente acabó apoyando la obra.

El escritor Aleksandr Poznanski mostró a través de su investigación que Chaikovski tuvo sentimientos homosexuales y que algunas de las relaciones más cercanas que mantuvo fueron con personas del mismo sexo. El criado de Chaikovski, Alekséi Sofrónov y el sobrino del compositor, Vladímir "Bob" Davýdov, han sido citados como intereses románticos.

Más dudas plantea la conformidad que tenía Chaikovski de su propia naturaleza sexual. Tras leer toda la correspondencia de Chaikovski, incluyendo la no publicada, Poznanski concluye que el compositor «finalmente empezó a ver sus peculiaridades sexuales como algo inevitable e incluso como una parte natural de su personalidad... sin haber sufrido ningún daño psicológico grave». También han sido publicadas secciones importantes de la autobiografía de su hermano Modest, en las cuales se refiere a esta orientación sexual de su hermano, que comprendía por ser similar a la suya. Algunas cartas que fueron suprimidas por los censores soviéticos, en las cuales Chaikovski habla abiertamente sobre su homosexualidad, han sido publicadas en ruso, así como traducidas al inglés por Poznanski. Sin embargo, el biógrafo Anthony Holden afirma que la búsqueda del musicólogo y erudito británico Henry Zajaczkowski «mediante líneas psicoanalíticas» tiende en cambio a «una inhibición severa inconsciente por parte del compositor acerca de sus sentimientos sexuales»:

"Una consecuencia de esto podría ser una indulgencia sexual excesiva como una especie de solución falsa: el individuo de ese modo se engaña a sí mismo diciéndose que acepta sus impulsos sexuales. Complementando esto y, además, como sistema de defensa psicológica, sería precisamente la idealización por Chaikovski de algunos jóvenes de su círculo [el así denominado «Cuarta Suite»], en la cual Poznanski centra su atención. Si la respuesta del compositor a posibles objetivos sexuales era o usarlos y rechazarlos o idealizarlos, aquello muestra que era incapaz de iniciar una relación íntegra y segura con otro hombre. Esto era, sin lugar a duda, la tragedia [de Chaikovski]."

El musicólogo e historiador Roland John Wiley sugiere una tercera alternativa, basada en las cartas de Chaikovski. Sugiere que a pesar de que Chaikovski no sufría «ningún sentimiento insoportable de culpabilidad» sobre su homosexualidad, permaneció temeroso de las consecuencias negativas de que eso saliera a la luz, especialmente en las ramas de su familia. Su decisión de casarse e intentar llevar una doble vida fue propiciada por varios factores: la posibilidad de que se revelara su situación, la voluntad de agradar a su padre, su propio deseo de una casa permanente y su amor por los niños y la familia. A pesar de que Chaikovski pudiera haber tenido una vida activa en cuanto a romances, las pruebas sobre emplear «argot sexual y tener encuentros apasionados» son limitadas. Buscó la compañía de homosexuales en su círculo durante largos periodos, «asociándose abiertamente y estableciendo conexiones profesionales con ellos». Wiley añade, «las críticas de inexpertos en la materia sobre lo contrario, que no justifican su asunción, salvo por el periodo de [corta vida matrimonial], afirman que la sexualidad de Chaikovski incluso afectó a su inspiración profundamente, o hizo de su música una confesión idiosincrática o incapaz de comunicar contenido filosófico». Lo cierto es que el último movimiento de la Sexta Sinfonía de Chaikovski, más conocida como la Patética, refleja la progresiva desesperación del autor ante la hostilidad de su entorno social y anuncia acaso su suicidio, camuflado bajo el manto de una enfermedad autoinducida, nueve días después de su estren

En 1868, Chaikovski conoció a la soprano belga Désirée Artôt, que por aquel entonces se encontraba en una gira por Rusia. Se encapricharon el uno del otro y se comprometieron al matrimonio. Chaikovski le dedicó su Romance en fa menor para piano, Op. 5. Sin embargo, el 15 de septiembre de 1869, sin decirle nada a Chaikovski, Artôt se casó con un miembro de su grupo, el barítono español Mariano Padilla y Ramos. La opinión generalizada es que Chaikovski superó el asunto bastante pronto. Sin embargo, se ha postulado que codificó su nombre en el Concierto para piano n.º 1 en si bemol menor y el poema sinfónico Fatum. Se volvieron a ver, más tarde, en varias ocasiones y en octubre de 1888 Chaikovski escribió Seis canciones francesas, Op. 65, para ella, como respuesta a su simple petición de una única canción. Chaikovski más tarde llegó a decir que fue la única mujer que jamás amó.

En abril de 1877, el alumno favorito de Chaikovski, Vladímir Shilovski, se casó de repente con la aristócrata Anna Vasílieva, hija del conde Alekséi Vasíliev. La boda de Shilovski pudo incitarlo en cambio a plantearse tomar también tal paso. Declaró su intención de casarse en una carta a su hermano. A esto le siguió el desdichado matrimonio de Chaikovski con una de sus antiguas estudiantes de composición, Antonina Miliukova. El poco tiempo que duró con su mujer lo llevó a una crisis emocional, seguida de una estancia en Clarens (Suiza) para descansar y recuperarse. Permanecieron casados legalmente pero nunca volvieron a vivir juntos ni tuvieron ningún hijo, aunque ella más tarde tendría tres hijos con otro hombre.

La debacle marital de Chaikovski pudo haberlo obligado a enfrentarse a la verdad en lo concerniente a su sexualidad. Aparentemente, nunca más consideró el matrimonio como camuflaje o vía de escape, ni se consideró capaz de amar a una mujer de la misma forma que a un hombre. Le escribió una carta a su hermano Anatoli desde Florencia (Italia) el 19 de febrero de 1878:

"Gracias a la rutina de mi vida ahora, a la algunas veces tediosa pero siempre inviolable tranquilidad, y por encima de todo, al tiempo que cura todas las heridas, me he recuperado totalmente de mi locura. No hay ninguna duda de que durante algunos meses he estado un poco loco, y sólo ahora, al estar completamente recuperado, he aprendido a relacionar objetivamente con todo lo que hice durante mi breve periodo de locura. El hombre que en mayo se le ocurrió casarse con Antonina Ivánovna, quien durante junio escribió una ópera entera como si nada hubiera pasado, quien en septiembre huyó de su mujer, quien en noviembre se embarcó destino a Roma y otras cosas por el estilo; ese hombre no era yo, sino otro Piotr Ilich."

Unos días más tarde, en otras cartas dirigidas a Anatoli, añadió que no había «nada más en vano que intentar ser alguien distinto al que soy por naturaleza».

Se suele afirmar que la tensión del matrimonio y el estado emocional de Chaikovski justo antes, en realidad, pudieron haber mejorado la creatividad del compositor. Hasta cierto punto, pudo darse este caso. Mientras la Cuarta Sinfonía se inició algunos meses antes de que Chaikovski se casara con Antonina, tanto la sinfonía como la ópera Eugenio Oneguin, que podría decirse que son dos de sus mejores composiciones, se sostienen como una prueba de esta mejoría en su creatividad. Acabó ambas obras en los seis meses que pasaron desde su compromiso hasta el fin de la cura de reposo tras su crisis matrimonial. Cuando estuvo en Clarens además compuso su Concierto para violín, recibiendo para ello ayuda técnica de uno de sus antiguos estudiantes, el violinista Iósif Kotek. Kotek posteriormente le ayudaría a establecer contacto con Nadezhda von Meck, la viuda de un magnate de los ferrocarriles, que se convirtió en su mecenas y confidente.

Como el Primer concierto para piano, el Concierto para violín fue rechazado inicialmente por la persona a la cual el concierto iba dedicado, en este caso el notable virtuoso y pedagogo Leopold Auer. Recibió el estreno en manos de otro solista (Adolph Brodsky), y a pesar de que finalmente contaría con el favor del público, la audiencia silbó durante su estreno en Viena, y fue denigrado por el crítico musical Eduard Hanslick:

"El compositor ruso Chaikovski seguramente posea un talento no ordinario, pero más bien, uno exagerado, obsesionado con actuar como un hombre de letras, pero careciendo de criterio y gusto... lo mismo puede decirse de su nuevo, largo y ambicioso Concierto para violín. Durante un rato avanza discretamente, con sobriedad, con musicalidad y sin ser irreflexivo, pero pronto la vulgaridad toma la mano superior y sigue así hasta el final del primer movimiento. El violín a partir de entonces no se toca: es zarandeado, rasgado, maltrecho... El Adagio intentaba en un principio reconciliarnos y convencernos cuando, demasiado pronto, se interrumpe para dirigirse a un final que nos transporta a la brutal y espantosa jovialidad de una celebración de iglesia rusa. Vemos una gran cantidad de caras burdas y soeces, escuchar insultos groseros y oler el aliento a alcohol. Durante una discusión sobre ilustraciones obscenas, Friedrich Vischer una vez sostuvo que había pinturas cuyo hedor uno podía incluso ver. El Concierto para violín de Chaikovski nos enfrenta por primera vez con la espantosa idea de que puede haber composiciones musicales cuyo tufo hediondo uno puede escuchar."

uer tardíamente aceptaría el concierto y finalmente lo tocaría con gran éxito entre el público. En el futuro enseñó la obra a sus alumnos, incluyendo Jascha Heifetz y Nathan Milstein. Auer más tarde diría sobre el comentario de Hanslick que «el hecho de que el último movimiento tuviera un ligero aroma a vodka [...] no iba acorde con su buen juicio ni con su reputación como crítico».

La intensidad de la emoción personal fluyendo ahora a través de las obras de Chaikovski era totalmente nueva en la música rusa. Esto instó a algunos comentaristas rusos a colocar su nombre junto con el del novelista Fiódor Dostoyevski. Como los personajes de Dostoyevski, sentían que el héroe musical de Chaikovski persistía al explorar el significado de la vida mientras se está atrapado en un triángulo fatal de amor, muerte y destino. El crítico Ossovski escribió sobre Chaikovski y Dostoyevski: «Con una pasión oculta ambos se detienen ante los momentos de horror, ante el sentimiento total de derrumbe y encuentran aguda dulzura en la fría trepidación del corazón ante el abismo, ambos obligan al lector a experimentar estos sentimientos también».

La fama de Chaikovski entre las audiencias de conciertos empezó a expandirse fuera de Rusia y continuó creciendo. Hans von Bülow se convirtió en un ferviente defensor de la música del compositor tras escuchar algunas de sus obras en un concierto en Moscú durante la cuaresma de 1874. En un periódico alemán a finales de ese año, alabó el Primer cuarteto de cuerda, Romeo y Julieta y otras obras, e interpretaría algunas otras obras de Chaikovski tanto como pianista y como director. En Francia, Camille Benoit empezó a introducir la música de Chaikovski a los lectores de la Revue et gazette musicale de Paris. La música también recibió bastante publicidad durante la Exhibición Internacional de 1878 en París. Mientras, la reputación de Chaikovski crecía, el aumento correspondiente de interpretaciones de sus obras no tuvo lugar hasta que empezó a dirigirlas él mismo, empezando a mediados de la década de 1880. Sin embargo, en el año 1880 todas las óperas que Chaikovski había completado hasta la fecha ya habían contado con una puesta en escena y todas sus obras orquestales habían tenido interpretaciones recibidas con comprensión.

Nadezhda von Meck era la viuda de un rico empresario de ferrocarriles ruso y una mecenas influyente en las artes. Tras oír alguna obra de Chaikovski, fue animada por el violinista Kotek para que le encargara algunas piezas de música de cámara. Su apoyo llegó a significar un elemento importante en la vida de Chaikovski; finalmente von Meck le acabaría pagando un subsidio anual de 6000 rublos, lo que le permitió dejar el puesto en el Conservatorio de Moscú en octubre de 1878 y concentrarse en la composición. Con el mecenazgo de von Meck se inició una relación que, debido a la insistencia de ella, fue principalmente epistolar: ella estipuló desde un principio que nunca se conocieran cara a cara. Intercambiaron unas 1000 cartas desde 1877 hasta 1890. En estas cartas Chaikovski fue mucho más abierto sobre su vida y proceso creativo que con ninguna otra persona.

Además de ser una adepta entregada a las obras musicales de Chaikovski, von Meck se convirtió en una parte vital para su existencia en el día a día. Tal y como le explicó a ella,

"Hay algo tan especial sobre nuestra relación que a veces me deja atónito. Te he contado más de una vez, creo que tú eres para mí la misma mano del Destino, vigilándome y protegiéndome. El mismo hecho de que no te conozco personalmente, junto con el hecho de sentirme tan cerca de ti, hace que te imagine como una presencia oculta pero benevolente, como una Providencia divina."

En 1884 Chaikovski y von Meck quedaron emparentados por el matrimonio de uno de sus hijos, Nikolái, y la sobrina de Chaikovski, Anna Davýdova. Sin embargo, en 1890 von Meck de repente dio por terminada la relación. Padecía problemas de salud que dificultaban su escritura; también había presiones por parte de la familia además de dificultades financieras debido a la mala gestión de sus propiedades por parte de su hijo Vladímir. La ruptura con Chaikovski fue anunciada en una carta entregada por un criado de confianza, en lugar del servicio postal habitual. Contenía la petición de que nunca la olvidara y venía con el adelanto del subsidio de un año. Justificaba esto al estar en bancarrota, lo cual, si no literalmente cierto, era evidentemente una amenaza real por aquel entonces.

Chaikovski se enteró casi un año más tarde de los problemas financieros de su benefactora.63 Esto no le impidió continuar dando por sentado el subsidio (con frecuentes expresiones efusivas sobre su gratitud eterna), ni se ofreció a devolver el anticipo que recibió con la carta de despedida. A pesar de su creciente popularidad por toda Europa, la asignación de von Meck seguía siendo una tercera parte de los ingresos del compositor. Aunque ya no necesitara su dinero tanto como en el pasado, la pérdida de su amistad, apoyo y ánimo fue devastadora; permaneció confundido y resentido sobre su abrupta desaparición durante los restantes tres años de su vida.

Chaikovski volvió al Conservatorio de Moscú en otoño de 1879, tras haber abandonado Rusia durante un año al desintegrarse su matrimonio. Sin embargo, rápidamente dimitió, estableciéndose en Kámenka aunque viajando sin cesar. Durante estos años, contando con la seguridad de los ingresos regulares de von Meck, erró por Europa y la Rusia rural, sin permanecer mucho tiempo en un sitio y viviendo principalmente solo, evitando el contacto social siempre que le fuera posible. Esto pudo haberse debido en parte a problemas con Antonina, quien accedería o rechazaría alternativamente la opción de divorciarse, llegando hasta un punto en el que se trasladó a un apartamento justo debajo del de su marido. Chaikovski enumera las acusaciones de Antonina hacia él en detalle a Modest: «Soy un impostor que se casó con ella para ocultar mi verdadera naturaleza... La insultaba cada día, sus padecimientos por mi culpa eran grandes... a ella le horroriza mi vergonzosa voz, etc., etc.». Es posible que viviera durante el resto de su vida con el miedo de que Antonina pudiera revelar públicamente su inclinación sexual. Estos factores pueden explicar el por qué, excepto por el Trío para piano que escribió tras la muerte de Nikolái Rubinstein, sus mejores trabajos durante este periodo sean en géneros que no dependen mucho de la expresión personal.

Conforme la reputación de Chaikovski crecía rápidamente fuera de Rusia, se consideró, tal y como Alexandre Benois lo escribió en sus memorias, «obligatorio [en los círculos progresistas musicales en Rusia] tratar a Chaikovski como un renegado, un maestro dependiente principalmente de Occidente». En 1880 esta opinión cambió, prácticamente de la noche a la mañana. Durante las ceremonias de conmemoración para el monumento dedicado a Pushkin en Moscú, Fiódor Dostoyevski dijo que el poeta había recibido un aviso profético de que Rusia conformaría una «unión universal» con Occidente. Un clamor sin precedentes a raíz del mensaje de Dostoyevski se extendió por toda Rusia y el desdén por la música de Chaikovski se disipó. Incluso creó un culto siguiendo a varios jóvenes intelectuales de San Petersburgo, incluyendo Benois, Léon Bakst y Serguéi Diáguilev.

En 1880 la Catedral de Cristo Salvador de Moscú, encargo del zar Alejandro I para conmemorar la derrota de Napoleón Bonaparte en 1812, estaba a punto de finalizarse; el 25 aniversario de la coronación de Alejandro II tendría lugar en 1881 y la Exhibición de Artes e Industria de Moscú de 1882 estaba en los preparativos. Nikolái Rubinstein sugirió una pieza conmemorativa grandiosa para emplearse en las festividades relacionadas. Chaikovski empezó el proyecto en octubre de 1880, acabándolo en seis semanas. Le escribió a von Meck que la obra resultante, la Obertura 1812, sería «demasiado fuerte y ruidosa, pero la escribí sin un cálido sentimiento de amor, por tanto no tendrá ningún mérito artístico». También le advirtió al director Eduard Nápravník que «no me sorprenderé ni ofenderé si encuentras que la obra está escrita en un estilo inapropiado para conciertos sinfónicos». Sin embargo, esta obra se ha convertido para muchos, tal y como la autoridad en Chaikovski, David Brown lo expresa, en «la pieza de Chaikovski que mejor conocen».

El 23 de marzo de 1881, Nikolái Rubinstein murió en París. Chaikovski estaba de vacaciones en Roma y acudió inmediatamente para asistir al funeral en París de su respetado mentor, pero llegó demasiado tarde (aunque formaría parte del grupo de gente que vio el féretro de Rubinstein al volver a Rusia). En diciembre, empezó a trabajar en un Trío para piano en la menor, «dedicado a la memoria de un gran artista». El trío fue estrenado de forma privada en el Conservatorio de Moscú, en el cual Rubinstein había sido director, durante el primer aniversario de su muerte por tres de sus profesores: el pianista Serguéi Tanéyev, el violinista Jan Hřímalý y el violonchelista Wilhelm Fitzenhagen. La pieza se hizo extremadamente popular en vida del compositor y, como un irónico giro del destino, sería la elegía del propio compositor cuando se interpretó en los conciertos memoriales que tuvieron lugar en Moscú y San Petersburgo en noviembre de 1893.

Durante 1884 Chaikovski empezó a deshacerse de su insociabilidad y preocupaciones. En marzo de ese año, el zar Alejandro III le otorgó la Orden de San Vladimiro (de cuarta clase), llevada por la nobleza hereditaria. La condecoración del zar fue una muestra visible del apoyo oficial, que ayudó a la rehabilitación social del compositor. Esta recuperación se sustentó en la confianza ganada tras el tremendo éxito de su Tercera Suite orquestal en su estreno de enero de 1885 en San Petersburgo, bajo la dirección de Hans von Bülow. Chaikovski le escribió a Nadezhda von Meck: «No había visto nunca tal triunfo. Vi como toda la audiencia se conmovía y me daba las gracias. Estos momentos suponen el mejor reconocimiento de toda la vida de un artista. Hacen que toda la vida empleada y todo el trabajo valgan la pena». La prensa al igual se mostró unánimemente favorable.

En 1885, Chaikovski se estableció de nuevo en Rusia. El zar le pidió personalmente una nueva producción de Eugenio Oneguin para que se representara en San Petersburgo. La ópera se había visto previamente solo en Moscú de la mano de un conjunto de estudiantes del Conservatorio. Aunque la recepción de la crítica de la producción de Oneguin que tuvo lugar en San Petersburgo fue negativa, la ópera llenaba cada noche; 15 años más tarde el hermano del compositor Modest identificó este momento como el momento en el que Chaikovski empezó a ser conocido y apreciado por las masas, alcanzando el mayor grado de popularidad que jamás contara un compositor ruso. Las noticias sobre el éxito de la ópera se extendieron y la obra se interpretó en los teatros de ópera de toda Rusia y el extranjero.

Una peculiaridad de la producción de Oneguin que tuvo lugar en San Petersburgo fue que Alejandro III solicitó que la ópera se representara no en el Teatro Mariinski sino en el Teatro Bolshói Kámenny. Esto supuso que la música de Chaikovski estaba reemplazando la ópera italiana como el arte imperial oficial. Además, gracias a Iván Vsévolozhski, director de los Teatros Imperiales y mecenas del compositor, Chaikovski fue recompensado con una pensión vitalicia de 3000 rublos al año por parte del zar. En esencia este hecho hizo que se convirtiera en el compositor principal de la corte en la práctica, no siendo un título en realidad.

En enero de 1887 se produjo el debut de Chaikovski como director invitado, realizando una sustitución de última hora en el Teatro Bolshói de Moscú para las primeras tres interpretaciones de su ópera Cherevichki.81 Dirigir era una actividad que el compositor quería conquistar desde hace una década, dado que se dio cuenta de que obtener éxito fuera de Rusia dependía hasta cierto punto de dirigir uno mismo sus propias obras. En un año de interpretaciones de la obra Cherevichki, Chaikovski contaba con considerable demanda por toda Europa y Rusia, que le ayudaron a superar el miedo escénico que tenía desde siempre y potenciar su confianza en sí mismo. Le escribió a von Meck, «¿¡Reconocerías ahora en este músico ruso que viaja por toda Europa a aquel hombre que, solo unos años atrás, huyó de la vida en sociedad y vivió recluido en el extranjero o en el país!?» En 1888 dirigió el estreno de su Quinta Sinfonía en San Petersburgo, repitiendo la obra una semana más tarde con el estreno de su poema sinfónico Hamlet. A pesar de que ambas obras fueron recibidas con gran entusiasmo por la audiencia, los críticos se mostraron hostiles, con César Cui tildando la sinfonía de «rutinaria» y «rimbombante». No obstante, Chaikovski continuó dirigiendo la sinfonía en Rusia y Europa. Esta etapa como director lo llevó a Norteamérica en 1891, donde dirigió la orquesta de la Sociedad de la Orquesta Sinfónica de Nueva York en su Marcha Eslava en el concierto inaugural de la sala de conciertos Carnegie Hall de Nueva York. En 1893, la Universidad de Cambridge en Reino Unido le otorgó a Chaikovski un grado honorario como Doctor of Music.

Chaikovski murió en San Petersburgo el 6 de noviembre de 1893, nueve días después del estreno de su Sexta Sinfonía, la Patética. Fue enterrado en el Cementerio Tíjvinskoye en el Monasterio de Alejandro Nevski, cerca de las tumbas de sus compañeros compositores Aleksandr Borodín, Mijaíl Glinka, Nikolái Rimski-Kórsakov, Mili Balákirev y Modest Músorgski. Debido a la innovación formal de la Patética y el contenido emocionalmente incontenible en sus movimientos centrales, la obra fue recibida por el público con silenciosa incomprensión durante su primera interpretación. La segunda interpretación, dirigida por Nápravník, tuvo lugar veinte días después en un concierto memorial y fue aceptada de manera más favorable. La Patética desde entonces se ha convertido en una de las obras más conocidas de Chaikovski.

La muerte de Chaikovski ha sido atribuida tradicionalmente al cólera, contraído con mayor probabilidad al beber agua contaminada durante varios días antes. Sin embargo, algunos han elaborado teorías sobre la base de un supuesto suicidio. De acuerdo con una variación de esta teoría, se le impuso una sentencia de muerte en un «tribunal de honor» por un compañero de la Escuela Imperial de Jurisprudencia de San Petersburgo, como reprobación por la homosexualidad del compositor. Esta teoría no demostrada salió a la luz por la musicóloga rusa Aleksandra Orlova en 1979, cuando emigró a Occidente. Wiley afirma en el New Grove (2001), «La polémica acerca de la muerte [de Chaikovski] puede que haya llegado a un punto muerto... Estos rumores, por culpa de su fama, tardaron en extinguirse... Con respecto a la enfermedad, existen problemas con las pruebas que no ofrecen ninguna esperanza de hallar un resultado satisfactorio; la confusión de los testigos; sin tener en cuenta los efectos a largo plazo del tabaco y el alcohol. No sabemos cómo murió Chaikovski. Puede que jamás lo descubramos...»

Chaikovski escribió varias obras que son populares entre el público aficionado a la música clásica, entre las que se encuentran Romeo y Julieta, la Obertura 1812, sus tres ballets (El cascanueces, El lago de los cisnes y La bella durmiente) y la Marcha Eslava. Estas, junto con dos de sus cuatro conciertos, tres de sus seis sinfonías numeradas y, de sus diez óperas, La dama de picas y Eugenio Oneguin, son probablemente sus obras más familiares. Casi tan populares son la Sinfonía Manfredo, Francesca da Rimini, el Capricho italiano y la Serenata para cuerdas. Sus tres cuartetos de cuerdas y tríos para piano contienen bellos pasajes, así como sus ciento seis canciones siguen siendo interpretadas en recitales. Chaikovski también escribió unas cien obras para piano, a lo largo de su vida. Brown afirma que «aunque algunas de ellas pueden ser exigentes técnicamente, la mayoría son composiciones encantadoras, no pretenciosas, dirigidas a pianistas aficionados». Añade, no obstante, que «hay más atractivo e ingenio en estas piezas de las que cabría esperar».

La educación formal que recibió Chaikovski en el conservatorio le permitió escribir obras con tendencias y técnicas orientadas al estilo occidental. Su música es una muestra de un amplio ámbito y amplitud de técnicas, desde una forma «clásica» equilibrada simulando la elegancia rococó del siglo XVIII, hasta un estilo más característico de los nacionalistas rusos, o (según Brown) un idioma musical expreso para canalizar sus propias emociones trastornadas. A pesar de su reputación como «máquina de hacer llorar», la auto-expresión no era un principio central para Chaikovski. En una carta a von Meck del 5 de diciembre de 1878, le explicó que hay dos tipos de inspiración para un compositor sinfónico, una subjetiva y otra objetiva, y que la música programática puede y debe existir, al igual que es imposible exigir que la literatura se las arregle sin el elemento épico y se limite únicamente al lirismo. Igualmente, las grandes obras orquestales que Chaikovski compuso pueden dividirse en sendas categorías: las sinfonías en una y otras obras, como los poemas sinfónicos, en otra. De acuerdo con el musicólogo Francis Maes, la música programática como Francesca da Rimini o la Sinfonía Manfredo eran en su mayor parte el credo artístico del compositor como una expresión de su «ego lírico». Maes también identifica un grupo de composiciones que están fuera de la dicotomía de la música programática contra el «ego lírico», donde Chaikovski tiende a la estética pre-romántica. Entre las obras de este grupo se encuentran las cuatro suites orquestales, el Capricho italiano, el Concierto para violín y la Serenata para cuerdas.

Aunque la música de Chaikovski ha sido siempre popular entre el público, frecuentemente fue juzgada duramente por músicos y compositores. Sin embargo, su reputación como compositor de importancia está hoy en día aceptada. Su música ha ganado seguidores en las salas de conciertos de todo el mundo, en segundo lugar justo por detrás de Beethoven, gracias en gran parte a lo que Harold C. Schonberg califica de «una dulce, inagotable y supersensual fuente de melodía... con un toque de neurosis, tan emotivo como un grito desde una ventana en una noche oscura». Según Wiley, esta combinación de melodía sobrecargada y emoción recargada polariza a los oyentes, con un popular ruego de la música de Chaikovski compensada con el desdén crítico hacia ella entendida como vulgar y carente de pensamiento elevado o filosofía. Recientemente, la música de Chaikovski ha recibido una revaluación profesional, en la que los músicos reaccionan favorablemente a la música llena de melodías y su artesanía.

Chaikovski creía que su profesionalidad en combinar su talento y altos niveles de calidad en sus obras le distanciaban de sus contemporáneos del «Grupo de los Cinco». Compartía varios ideales suyos, incluyendo un énfasis en el carácter nacionalista en su música. Su intención era, no obstante, unir esos ideales con un estándar lo suficientemente alto para satisfacer los criterios de Europa Oriental. Su perfeccionismo, además, impulsó su deseo de alcanzar un público mayor, no sólo nacional sino internacional, que fue lo que finalmente logró.

Chaikovski pudo haber recibido influencias para sus composiciones del mecenazgo mayoritario denominado «del siglo XVIII» prevalente en la Rusia de aquella época, que todavía estaba profundamente influido por su aristocracia. En este estilo de mecenazgo, el mecenas y el artista a menudo estarían en igualdad de condiciones. Las dedicatorias dirigidas a los benefactores no eran un acto de humilde gratitud sino expresiones de su asociación artística. La dedicatoria de la Cuarta Sinfonía a von Meck se sabe que significó un sello sobre su amistad. La relación de Chaikovski con el duque Konstantín Konstantínovich nació a partir del fruto creativo de las Seis canciones, Op. 63, para las cuales el gran duque escribió la letra. Chaikovski no tuvo conflictos de estilo en tocar para los gustos del público, aunque nunca se demostró que satisficiera otros gustos aparte del suyo propio. Los temas patrióticos y el estilismo de las melodías del siglo XVIII en sus obras concordaban con los valores de la aristocracia rusa.

Según Brown en el New Grove (1980), las melodías de Chaikovski van del «estilo occidental al estilismo de canciones populares y en ocasiones las mismas canciones populares». Su empleo de repeticiones con estas melodías generalmente reflejan el estilo secuencial de las prácticas occidentales, las cuales Chaikovski extendía en una inmensa longitud, construyendo «una emocionante experiencia de intensidad casi insostenible». Experimentó en ocasiones con métricas inusuales, aunque usualmente, como en sus melodías de danza, empleaba una firma, en esencia un compás regular que «a veces se convertía en el agente más expresivo en algunos movimientos debido a su enérgico uso». Chaikovski además practicó con un amplio rango de armonías, desde las prácticas de las armonías y texturas occidentales de sus primeros dos cuartetos de cuerda al empleo de la escala de tonos enteros en el centro del final de su Segunda Sinfonía; esta última era una práctica que solían usar el Grupo de los Cinco.

Debido a que Chaikovski escribió la mayoría de su música para orquesta, sus texturas musicales estaban condicionadas cada vez más con los colores orquestales que empleaba, especialmente tras la Segunda suite orquestal. Brown mantiene que mientras que el compositor estaba habituado a las prácticas orquestales de Occidente, él «prefería diferenciar los colores orquestales haciéndolos más brillantes y definidos según la tradición establecida por Glinka». Tendía a emplear más los instrumentos agudos por su «veloz delicadeza», aunque equilibra esta tendencia con «una certera exploración de los sonidos oscuros e incluso lúgubres de los instrumentos de metal».

Wiley cita a Chaikovski como «el primer compositor ruso de un nuevo tipo, totalmente profesional, que asimiló con firmeza la maestría sinfónica de la tradición de Europa Occidental; en un estilo profundamente original, personal y nacional en el cual unificó el saber hacer de Beethoven y Schumann con las obras Glinka y transformó los logros de Liszt y Berlioz en la música programática en materias de elevación shakesperiana y de importancia psicológica».

Chaikovski creía que su profesionalidad en combinar su talento y altos niveles de calidad en sus obras le distanciaban de sus contemporáneos del Grupo de los Cinco. Compartía varios ideales suyos, incluyendo un énfasis en el carácter nacionalista en su música. Su intención era, no obstante, unir esos ideales con un estándar lo suficientemente alto para satisfacer los criterios de Europa Oriental. Holden sostiene que Chaikovski fue el primer compositor ruso profesional legitimado, afirmando que sólo las tradiciones de música popular y la música de la Iglesia ortodoxa rusa existían antes de nacer él. Holden continúa, «Veinte años después de la muerte de Chaikovski, en 1913, La consagración de la primavera de Ígor Stravinski estalló en la escena musical, marcando la llegada de Rusia en la música del siglo XX. Entre estos dos mundos, la música de Chaikovski se convirtió en el único puente».

Su perfeccionismo, además, impulsó su deseo de alcanzar un público mayor, no sólo nacional sino internacional, que fue lo que finalmente logró. El musicólogo ruso Solomón Vólkov sostiene que Chaikovski fue quizás el primer compositor ruso en pensar sobre el sitio de su país en la cultura musical europea." Como el compositor escribe a von Meck desde París,

"Qué agradable es estar convencido de antemano del éxito de nuestra literatura en Francia. Cada libro étalage contiene traducciones de Tolstói, Turguénev y Dostoyevski... Los periódicos están imprimiendo constantemente artículos muy entusiastas sobre uno u otro de estos escritores. ¡Quizás algún día esto también ocurra con la música rusa!

Chaikovski se convirtió en el primer compositor ruso en dar a conocer personalmente al público extranjero sus obras así como las de otros compositores rusos. Además mantuvo lazos cercanos de negocios y personales con muchos de los principales músicos de Europa y de los Estados Unidos. Para los rusos, según Vólkov, esto era algo totalmente nuevo e inusual.

Por último, el impacto de las propias obras de Chaikovski, especialmente en el ballet, no pueden subestimarse; su dominio de las danseuse (melodías que se ajustan a los movimientos físicos a la perfección), junto con su viva orquestación, temas efectivos y continuidad de ideas eran inauditas en el género, estableciendo nuevos estándares para el papel de la música en el ballet clásico. Noel Goodwin caracteriza El lago de los cisnes como «una obra maestra imperecedera [en el género del ballet]» y La bella durmiente como «el ejemplo supremo de ballet clásico del siglo XIX», mientras que Wiley calificó la última obra como «potente, variada y rítmicamente compleja».

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Pyotr Ilyich Tchaikovsky (Russian: Пётр Ильи́ч Чайко́вский; 7 May 1840 [O.S. 25 April] – 6 November [O.S. 25 October] 1893) was a Russian composer of the romantic period, whose works are among the most popular music in the classical repertoire. He was the first Russian composer whose music made a lasting impression internationally, bolstered by his appearances as a guest conductor in Europe and the United States. He was honored in 1884 by Emperor Alexander III, and awarded a lifetime pension.

Although musically precocious, Tchaikovsky was educated for a career as a civil servant. There was scant opportunity for a musical career in Russia at that time and no system of public music education. When an opportunity for such an education arose, he entered the nascent Saint Petersburg Conservatory, from which he graduated in 1865. The formal Western-oriented teaching he received there set him apart from composers of the contemporary nationalist movement embodied by the Russian composers of The Five, with whom his professional relationship was mixed. Tchaikovsky's training set him on a path to reconcile what he had learned with the native musical practices to which he had been exposed from childhood. From this reconciliation he forged a personal but unmistakably Russian style—a task that did not prove easy. The principles that governed melody, harmony and other fundamentals of Russian music ran completely counter to those that governed Western European music; this seemed to defeat the potential for using Russian music in large-scale Western composition or for forming a composite style, and it caused personal antipathies that dented Tchaikovsky's self-confidence. Russian culture exhibited a split personality, with its native and adopted elements having drifted apart increasingly since the time of Peter the Great. This resulted in uncertainty among the intelligentsia about the country's national identity—an ambiguity mirrored in Tchaikovsky's career.

Despite his many popular successes, Tchaikovsky's life was punctuated by personal crises and depression. Contributory factors included his early separation from his mother for boarding school followed by his mother's early death, the death of his close friend and colleague Nikolai Rubinstein, and the collapse of the one enduring relationship of his adult life, which was his 13-year association with the wealthy widow Nadezhda von Meck who was his patron even though they never actually met each other. His homosexuality, which he kept private, has traditionally also been considered a major factor, though some musicologists now downplay its importance. Tchaikovsky's sudden death at the age of 53 is generally ascribed to cholera; there is an ongoing debate as to whether cholera was indeed the cause of death, and whether his death was accidental or self-inflicted.

While his music has remained popular among audiences, critical opinions were initially mixed. Some Russians did not feel it was sufficiently representative of native musical values and expressed suspicion that Europeans accepted the music for its Western elements. In an apparent reinforcement of the latter claim, some Europeans lauded Tchaikovsky for offering music more substantive than base exoticism and said he transcended stereotypes of Russian classical music. Others dismissed Tchaikovsky's music as "lacking in elevated thought," according to longtime New York Times music critic Harold C. Schonberg, and derided its formal workings as deficient because they did not stringently follow Western principles.

Pyotr Ilyich Tchaikovsky was born in Votkinsk, a small town in Vyatka Governorate (present-day Udmurtia) in the Russian Empire, into a family with a long line of military service. His father, Ilya Petrovich Tchaikovsky, had served as a lieutenant colonel and engineer in the Department of Mines, and would manage the Kamsko-Votkinsk Ironworks. His grandfather, Pyotr Fedorovich Tchaikovsky (né Petro Fedorovych Chaika), was born in the village of Mikolayivka, Poltava Gubernia, Russian Empire (present day Ukraine), and served first as a physician's assistant in the army and later as city governor of Glazov in Vyatka. His great-grandfather, a Ukrainian Cossack named Fyodor Chaika, distinguished himself under Peter the Great at the Battle of Poltava in 1709. Tchaikovsky's mother, Alexandra Andreyevna was the second of Ilya's three wives, 18 years her husband's junior and French on her father's side. Both Ilya and Alexandra were trained in the arts, including music—a necessity as a posting to a remote area of Russia also meant a need for entertainment, whether in private or at social gatherings. Of his six siblings, Tchaikovsky was close to his sister Alexandra and twin brothers Anatoly and Modest. Alexandra's marriage to Lev Davydov would produce seven children and lend Tchaikovsky the only real family life he would know as an adult, especially during his years of wandering. One of those children, Vladimir Davydov, whom the composer would nickname 'Bob', would become very close to him.

In 1844, the family hired Fanny Dürbach, a 22-year-old French governess. Four-and-a-half-year-old Tchaikovsky was initially thought too young to study alongside his older brother Nikolai and a niece of the family. His insistence convinced Dürbach otherwise. By the age of six, he had become fluent in French and German. Tchaikovsky also became attached to the young woman; her affection for him was reportedly a counter to his mother's coldness and emotional distance from him, though others assert that the mother doted on her son. Dürbach saved much of Tchaikovsky's work from this period, including his earliest known compositions, and became a source of several childhood anecdotes.

Tchaikovsky began piano lessons at age five. Precocious, within three years he had become as adept at reading sheet music as his teacher. His parents, initially supportive, hired a tutor, bought an orchestrion (a form of barrel organ that could imitate elaborate orchestral effects), and encouraged his piano study for both aesthetic and practical reasons. However, they decided in 1850 to send Tchaikovsky to the Imperial School of Jurisprudence in Saint Petersburg. They had both graduated from institutes in Saint Petersburg and the School of Jurisprudence, which mainly served the lesser nobility, and thought that this education would prepare Tchaikovsky for a career as a civil servant. Regardless of talent, the only musical careers available in Russia at that time—except for the affluent aristocracy—were as a teacher in an academy or as an instrumentalist in one of the Imperial Theaters. Both were considered on the lowest rank of the social ladder, with individuals in them enjoying no more rights than peasants. His father's income was also growing increasingly uncertain, so both parents may have wanted Tchaikovsky to become independent as soon as possible. As the minimum age for acceptance was 12 and Tchaikovsky was only 10 at the time, he was required to spend two years boarding at the Imperial School of Jurisprudence's preparatory school, 1,300 kilometres (800 mi) from his family. Once those two years had passed, Tchaikovsky transferred to the Imperial School of Jurisprudence to begin a seven-year course of studies.

Tchaikovsky's early separation from his mother caused an emotional trauma that lasted the rest of his life and was intensified by her death from cholera in 1854, when he was fourteen. The loss of his mother also prompted Tchaikovsky to make his first serious attempt at composition, a waltz in her memory. Tchaikovsky's father, who had also contracted cholera but recovered fully, sent him back to school immediately in the hope that classwork would occupy the boy's mind. Isolated, Tchaikovsky compensated with friendships with fellow students that became lifelong; these included Aleksey Apukhtin and Vladimir Gerard. Music, while not an official priority at school, also bridged the gap between Tchaikovsky and his peers. They regularly attended the opera and Tchaikovsky would improvise at the school's harmonium on themes he and his friends had sung during choir practice. "We were amused," Vladimir Gerard later remembered, "but not imbued with any expectations of his future glory". Tchaikovsky also continued his piano studies through Franz Becker, an instrument manufacturer who made occasional visits to the school; however, the results, according to musicologist David Brown, were "negligible".

In 1855, Tchaikovsky's father funded private lessons with Rudolph Kündinger and questioned him about a musical career for his son. While impressed with the boy's talent, Kündinger said he saw nothing to suggest a future composer or performer. He later admitted that his assessment was also based on his own negative experiences as a musician in Russia and his unwillingness for Tchaikovsky to be treated likewise. Tchaikovsky was told to finish his course and then try for a post in the Ministry of Justice.

On 10 June 1859, the 19-year-old Tchaikovsky graduated as a titular counselor, a low rung on the civil service ladder. Appointed to the Ministry of Justice, he became a junior assistant within six months and a senior assistant two months after that. He remained a senior assistant for the rest of his three-year civil service career.

Meanwhile, the Russian Musical Society (RMS) was founded in 1859 by the Grand Duchess Elena Pavlovna (a German-born aunt of Tsar Alexander II) and her protégé, pianist and composer Anton Rubinstein. Previous tsars and the aristocracy had focused almost exclusively on importing European talent. The aim of the RMS was to fulfill Alexander II's wish to foster native talent. It hosted a regular season of public concerts (previously held only during the six weeks of Lent when the Imperial Theaters were closed) and provided basic professional training in music. In 1861, Tchaikovsky attended RMS classes in music theory taught by Nikolai Zaremba at the Mikhailovsky Palace (now the Russian Museum). These classes were a precursor to the Saint Petersburg Conservatory, which opened in 1862. Tchaikovsky enrolled at the Conservatory as part of its premiere class. He studied harmony and counterpoint with Zaremba and instrumentation and composition with Rubinstein.

The Conservatory benefited Tchaikovsky in two ways. It transformed him into a musical professional, with tools to help him thrive as a composer, and the in-depth exposure to European principles and musical forms gave him a sense that his art was not exclusively Russian or Western. This mindset became important in Tchaikovsky's reconciliation of Russian and European influences in his compositional style. He believed and attempted to show that both these aspects were "intertwined and mutually dependent". His efforts became both an inspiration and a starting point for other Russian composers to build their own individual styles.

Rubinstein was impressed by Tchaikovsky's musical talent on the whole and cited him as "a composer of genius" in his autobiography. He was less pleased with the more progressive tendencies of some of Tchaikovsky's student work. Nor did he change his opinion as Tchaikovsky's reputation grew. He and Zaremba clashed with Tchaikovsky when he submitted his First Symphony for performance by the RMS in Saint Petersburg. Rubinstein and Zaremba refused to consider the work unless substantial changes were made. Tchaikovsky complied but they still refused to perform the symphony. Tchaikovsky, distressed that he had been treated as though he were still their student, withdrew the symphony. It was given its first complete performance, minus the changes Rubinstein and Zaremba had requested, in Moscow in February 1868.

Once Tchaikovsky graduated in 1865, Rubinstein's brother Nikolai offered him the post of Professor of Music Theory at the soon-to-open Moscow Conservatory. While the salary for his professorship was only 50 rubles a month, the offer itself boosted Tchaikovsky's morale and he accepted the post eagerly. He was further heartened by news of the first public performance of one of his works, his Characteristic Dances, conducted by Johann Strauss II at a concert in Pavlovsk Park on 11 September 1865 (Tchaikovsky later included this work, re-titled, Dances of the Hay Maidens, in his opera The Voyevoda).

From 1867 to 1878, Tchaikovsky combined his professorial duties with music criticism while continuing to compose. This activity exposed him to a range of contemporary music and afforded him the opportunity to travel abroad. In his reviews, he praised Beethoven, considered Brahms overrated and, despite his admiration, took Schumann to task for poor orchestration. He appreciated the staging of Wagner's Der Ring des Nibelungen at its inaugural performance in Bayreuth, Germany, but not the music, calling Das Rheingold "unlikely nonsense, through which, from time to time, sparkle unusually beautiful and astonishing details". A recurring theme he addressed was the poor state of Russian opera.

In 1856, while Tchaikovsky was still at the School of Jurisprudence and Anton Rubinstein lobbied aristocrats to form the RMS, critic Vladimir Stasov and an 18-year-old pianist, Mily Balakirev, met and agreed upon a nationalist agenda for Russian music, one that would take the operas of Mikhail Glinka as a model and incorporate elements from folk music, reject traditional Western practices and use exotic harmonic devices such as the whole tone and octatonic scales. They saw Western-style conservatories as unnecessary and antipathetic to fostering native talent. Eventually, Balakirev, César Cui, Modest Mussorgsky, Nikolai Rimsky-Korsakov and Alexander Borodin became known as the moguchaya kuchka, translated into English as the Mighty Handful or The Five. Rubinstein criticized their emphasis on amateur efforts in musical composition; Balakirev and later Mussorgsky attacked Rubinstein for his musical conservatism and his belief in professional music training. Tchaikovsky and his fellow conservatory students were caught in the middle.

While ambivalent about much of The Five's music, Tchaikovsky remained on friendly terms with most of its members. In 1869, he and Balakirev worked together on what became Tchaikovsky's first recognized masterpiece, the fantasy-overture Romeo and Juliet, a work which The Five wholeheartedly embraced. The group also welcomed his Second Symphony, subtitled the Little Russian. Despite their support, Tchaikovsky made considerable efforts to ensure his musical independence from the group as well as from the conservative faction at the Saint Petersburg Conservatory.

he infrequency of Tchaikovsky's musical successes, won with tremendous effort, exacerbated his lifelong sensitivity to criticism. Nikolai Rubinstein's private fits of rage critiquing his music, most famously attacking the First Piano Concerto, did not help matters. His popularity grew, however, as several first-rate artists became willing to perform his compositions. Hans von Bülow premiered the First Piano Concerto and championed other Tchaikovsky works both as pianist and conductor. Other artists included Adele Aus der Ohe, Max Erdmannsdörfer, Eduard Nápravník and Sergei Taneyev.

 

Another factor that helped Tchaikovsky's music become popular was a shift in attitude among Russian audiences. Whereas they had previously been satisfied with flashy virtuoso performances of technically demanding but musically lightweight compositions, they gradually began listening with increasing appreciation of the music itself. Tchaikovsky's works were performed frequently, with few delays between their composition and first performances; the publication from 1867 onward of his songs and great piano music for the home market also helped boost the composer's popularity.

During the late 1860s, Tchaikovsky began to compose operas. His first, The Voyevoda, based on a play by Alexander Ostrovsky, premiered in 1869. The composer became dissatisfied with it, however, and, having re-used parts of it in later works, destroyed the manuscript. Undina followed in 1870. Only excerpts were performed and it, too, was destroyed. Between these projects, Tchaikovsky started to compose an opera called Mandragora, to a libretto by Sergei Rachinskii; the only music he completed was a short chorus of Flowers and Insects.

The first Tchaikovsky opera to survive intact, The Oprichnik, premiered in 1874. During its composition, he lost Ostrovsky's part-finished libretto. Tchaikovsky, too embarrassed to ask for another copy, decided to write the libretto himself, modelling his dramatic technique on that of Eugène Scribe. Cui wrote a "characteristically savage press attack" on the opera. Mussorgsky, writing to Vladimir Stasov, disapproved of the opera as pandering to the public. Nevertheless, The Oprichnik continues to be performed from time to time in Russia.

The last of the early operas, Vakula the Smith (Op.14), was composed in the second half of 1874. The libretto, based on Gogol's Christmas Eve, was to have been set to music by Alexander Serov. With Serov's death, the libretto was opened to a competition with a guarantee that the winning entry would be premiered by the Imperial Mariinsky Theatre. Tchaikovsky was declared the winner, but at the 1876 premiere, the opera enjoyed only a lukewarm reception. After Tchaikovsky's death, Rimsky-Korsakov wrote the opera Christmas Eve, based on the same story.

Other works of this period include the Variations on a Rococo Theme for cello and orchestra, the Third and Fourth Symphonies, the ballet Swan Lake, and the opera Eugene Onegin.

Discussion of Tchaikovsky's personal life, especially his sexuality, has perhaps been the most extensive of any composer in the 19th century and certainly of any Russian composer of his time. It has also at times caused considerable confusion, from Soviet efforts to expunge all references to same-sex attraction and portray him as a heterosexual, to efforts at armchair analysis by Western biographers. Biographers have generally agreed that Tchaikovsky was homosexual. He sought the company of other men in his circle for extended periods, "associating openly and establishing professional connections with them". His first love was reportedly Sergey Kireyev, a younger fellow student at the Imperial School of Jurisprudence. According to Modest Tchaikovsky, this was Pyotr Ilyich's "strongest, longest and purest love". The degree to which the composer might have felt comfortable with his sexual nature has, however, remained open to debate. It is still unknown whether Tchaikovsky, according to musicologist and biographer David Brown, "felt tainted within himself, defiled by something from which he finally realized he could never escape" or whether, according to Alexander Poznansky, he experienced "no unbearable guilt" over his sexual nature and "eventually came to see his sexual peculiarities as an insurmountable and even natural part of his personality ... without experiencing any serious psychological damage". Relevant portions of his brother Modest's autobiography, where he tells of the composer's sexual orientation, have been published, as have letters previously suppressed by Soviet censors in which Tchaikovsky openly writes of it. Such censorship has persisted in the current Russian government, resulting in many officials, including the current culture minister Vladimir Medinsky, to outright deny his homosexualit

O cantor e compositor gaúcho Filipe Catto faz show de lançamento do segundo álbum da carreira, “Tomada”, em São Paulo. 14.11.15

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2015/11/15/filipe-catto-e-o-l...

Cantor e compositor Paulinho Moska apresenta “Violoz”, show solo apenas com voz e seus violões preferidos, em São Paulo. 23.07.16

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2016/07/24/os-violoes-preferi...

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“Entre dos universos”

 

Estación de Metro Paco de Lucía, línea 9, calle Costa Brava, Mirasierra Madrid

Paco de Lucía: “Entre dos universos”, por Rosh333 y Okuda.

 

Graffiti y metro han estado vinculados desde hace décadas. Sin embargo, por primera vez una estación de metro va a contener de manera permanente una intervención artística llevada a cabo por graffiteros o artistas urbanos.

Desde Madrid Street Art Project se ha comisariado y coordinado este proyecto para la Comunidad de Madrid; en él, Rosh333 y Okuda, en estrecha colaboración con el arquitecto Antonyo Marest, han realizado su intervención artística para la nueva estación de Metro de Madrid Paco de Lucía, en la prolongación de la línea 9, e inaugurada en marzo de 2015 en la calle Costa Brava del barrio de Mirasierra.

La intervención lleva por título “Entre dos universos“, en homenaje al genial guitarrista y compositor y en referencia a su tema “Entre dos aguas”. La obra mide 300 metros cuadrados que representan el rostro del artista gaditano nacido en 1947 en Algeciras y fallecido el 25 de febrero de 2014 en Playa del Carmen (México). El guitarrista residía en el barrio de Mirasierra, de ahí que se le dedicara una de sus estaciones.

Consta de un mural principal en el que confluyen dos universos: a la izquierda, el de Rosh333, quien ha plasmado su característico lenguaje de líneas curvas, texturas, formas sinuosas y manchas de colores pastel; a la derecha el de Okuda, quien ha hecho lo propio a través de sus figuras geométricas, formas estrelladas y colores vibrantes. Ambos lenguajes y universos se funden en la zona central gracias a un retrato geometrizado de Paco de Lucía, realizado a cuatro manos.

Los artistas elegidos para decorar esta estación gozan de reconocido prestigio y han participado en diferentes proyectos tanto dentro como fuera de España. Por ejemplo, Okuda trabajó en Miami y Moscú, mientras que Rosh333 ha participado en el proyecto Víbora II, en el que se pintaron 35.000 metros cuadrados del antiguo cauce del río Vinalopó, en Elche, con piezas gigantescas de numerosos artistas urbanos. Este mismo artista, además, realizó en agosto otro gran mural de 150 metros en Santander, en el club de tiro, dentro de la programación cultural del mundial de vela.

Detrás de esta primera incursión de artistas urbanos en el metro de Madrid hay muchas horas de preparación y trabajo, un proceso que ha sido documentado gráfica y audiovisualmente.

 

www.abc.es/madrid/20140924/abci-estacion-paco-lucia-20140...

 

www.europapress.es/madrid/noticia-estacion-metro-paco-luc...

 

ccaa.elpais.com/ccaa/2014/09/25/madrid/1411668193_804835....

 

ccaa.elpais.com/ccaa/2015/03/25/madrid/1427306042_246229....

 

madridstreetartproject.com/%E2%86%92-paco-de-lucia-entre-...

 

Rosh333 rlove.es/

 

Okuda okudart.es/showcase/

 

Gilberto Gi

Compositor e cantor

Una enorme e bellissima terrazza di affaccia sul mare di Livorno. Nel 1880 lo spiazzo venne rubeto al mare e nacque la "Spianara dei Cavalleggeri" usata come Piazza d'Arme. Cinquanta anni più tardi ornata come si vede adesso diventò la Terrazza Ciano finche, riparate le distruzioni della guerra, prese il nome definitivo di Terrazza Mascaghi. il compositore livornese

Director de Orquesta y Compositor Daniel Sánchez Velasco ‪#‎compositor‬ ‪#‎directordeorquesta‬ ‪#‎musica‬ ‪#‎fotografia‬ ‪#‎retrato‬ ‪#‎book‬ ‪#‎musicphotography‬ ‪#‎orchestra‬ ‪#‎portrait‬ ‪#‎gijon‬

 

Fotografías: www.miguelprado.com | @miguelprado74

  

www.youtube.com/watch?v=9t0FBQ3xeVA

   

Sibelius Monumentti (Monumento de Sibelius)

Es obra de la escultora Eila Hiltunen y está compuesto por cientos de tubos de acero que honran al famoso compositor finlandés Jean Sibelius (1865-1957). Sibelius se rebeló contra el régimen soviético y compuso piezas como "Finlandia", que ha pasado a ser sinónimo del patriotismo finlandés y la lucha por la independencia del país. La visita a este monumento es una especie de peregrinación para la mayoría de los finlandeses.

 

Sibelius Park, Töölö, entre Topeliuksenkatu y Mechelininkatu

Horario: Todos los días desde el amanecer hasta el atardecer.

Entrada: Gratis.

 

visita mi blogg:

juanboscohernandezportal.com

Violoncelista, compositor e produtor musical, Federico Puppi faz show de pré-lançamento do primeiro disco solo, “O Canto da Madeira” em São Paulo. 03.06.15

 

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Compositor, instrumentista e arranjador Péricles Cavalcanti comemora 70 anos de vida em um show gratuito com canções de seus mais de 40 anos de carreira em São Paulo. 26.05.17

 

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Cantor e compositor paulistano Pélico faz show do novo disco, Euforia, o terceiro da carreira, em São Paulo. 02.10.15

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2015/10/03/euforia-de-pelico/

Trompetista, compositor, arranjador e cantor cubano Jorge Ceruto mostra as composições do primeiro álbum solo de sua carreira, intitulado Mambo que Sambo – Vol.1, em São Paulo. 18.09.15

 

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César Lacerda

Cantor e compositor

Cantora e compositora Mallu Magalhães apresenta show de lançamento do novo disco “Vem” em São Paulo. 26.08.17

 

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Compositor, instrumentista e arranjador Péricles Cavalcanti comemora 70 anos de vida em um show gratuito com canções de seus mais de 40 anos de carreira em São Paulo. 26.05.17

 

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Compositor, cantor, multi-instrumentista e escritor Humberto Gessinger apresenta sua nova turnê “Desde Aquele Dia – 30 anos A Revolta dos Dândis” em São Paulo. 27.05.17

 

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"Allo stesso modo, il compositore ha un mondo immaginario che cerca di tradurre mediante modelli, consci o inconsci, noti o inediti; alla fine di questa traduzione, che è un atto molto intellettuale, scrive una partitura, nella quale riporta la trascrizione del concetto."

marco stroppa, compositore

 

"Dietro lo scalo ferroviario di Porta Genova, in uno stabile della Milano primo ‘900, Brunella e la figlia Roberta, si dedicano con passione agli spazi di famiglia che portano il nome di Galvanotecnica Bugatti, in memoria di un passato operoso nella galvanizzazione dei metalli e delle materie plastiche.

Lo spirito conservativo nel recupero architettonico, fortemente voluto da Brunella Barattini e realizzato con la consulenza artistica dell’architetto Luigi Caccia Dominioni, ha permesso di tramandare in tutta la sua forza l’anima industriale e insieme romantica del quadrilatero di via Bugatti e di farne un sito moderno, tra i più poliedrici e interessanti della scena urbana milanese. "

 

Aleksander Porfírievich Borodín (en ruso, Александр Порфирьевич Бородин; San Petersburgo, Imperio ruso, 12 de noviembre de 1833 – ibídem, 27 de febrero de 1887) fue un compositor, doctor y químico, destacado dentro de los compositores del nacionalismo ruso, también conocido por formar parte del Grupo de los cinco.

Borodín es conocido por sus sinfonías, sus dos cuartetos de cuerda, En las estepas de Asia Central y su ópera El príncipe Ígor. Fue un prominente defensor de los derechos de las mujeres, de la educación en Rusia y fundó la Escuela de medicina para mujeres en San Petersburgo.

Fue hijo ilegítimo del príncipe georgiano Luká Stepánovitch Gedevanishvili (62), quien lo registró conforme a la usanza de la época como hijo de uno de sus sirvientes, Porfiri Borodín. Su madre fue Evdokia (Eudoxie) Constantínovna Antónova (25), apodada por el diminutivo Dunia. Su padre muere cuando Alexander tenía 7 años y lo incluye en su testamento. Alexander fue un autodidacta, aprende a tocar flauta, violonchelo y piano. Tuvo una vida confortable y recibió una buena educación incluyendo clases de piano, francés y alemán. A los 15 años se inscribe en la Facultad de Medicina, a los 21 es contratado en el Hospital de la Armada Territorial y a los 23 como profesor de la Academia Militar de Química. Sin embargo, su área de especialización fue la química, por lo cual no recibió clases formales de composición hasta 1863, cuando se convirtió en discípulo de Mili Balákirev. Tuvo dos hermanos, Dmitri Serguéievich Aleksándrov y Evgueni Fiódorovich Fiódorov, que fueron registrados como hijos de los sirvientes del príncipe. Se casa en 1861 con una famosa y talentosa pianista nacida en Heidelberg, Ekaterina Serguéievna Protopópova, con quien tuvo tres hijos.

En 1869 Balákirev le dirigió su primera sinfonía y en ese mismo año Borodín comenzó la composición de su segunda sinfonía. Aunque el estreno ruso de esta última fue un fracaso, Franz Liszt logró que fuera interpretada en Alemania en 1880, donde tuvo bastante éxito, dándole fama fuera de Rusia.

También en 1869 empezó a trabajar en la composición de su ópera El príncipe Ígor, que es considerada por algunos su obra más importante. Esta ópera contiene las ampliamente conocidas Danzas polovtsianas (o Danzas de los pólovtsy), siendo éste un fragmento comúnmente interpretado por sí mismo, tanto en su versión coral como orquestal. Debido a la gran carga de trabajo como químico, la ópera quedó inconclusa al momento de su muerte, siendo completada posteriormente por Nikolái Rimski-Kórsakov y Aleksandr Glazunov.

Priorizó su ópera sobre la tercera sinfonía, quedando esta inacabada. Alexander Glazunov consiguió arreglar las secciones del primer movimiento, así como recrear el scherzo a partir de uno de sus cuartetos de cuerda, cuyo scherzo iba a ser el mismo. Para el trío del scherzo, Glazunov utilizó temas que se habían desechado durante la composición de El príncipe Igor.

A pesar de ser un compositor reconocido, Borodín siempre se ganó la vida como químico, campo en el cual era bastante respetado, particularmente por su conocimiento de los aldehídos. A Borodín también se le atribuye, junto con Charles-Adolphe Wurtz, el descubrimiento de la reacción aldólica, una importante reacción en química orgánica; además de otra reacción química conocida como reacción Borodin-Hunsdiecker. En 1872, participó en la fundación de una escuela de Medicina para mujeres.

Sus obras incluyen el poema sinfónico En las estepas de Asia Central, dos cuartetos de cuerdas, donde el tercer movimiento Nocturno del segundo cuarteto goza de gran fama, un quinteto para cuerdas, un quinteto para piano y cuerdas, una sonata para violoncelo y piano, 16 canciones para bajo y piano, tres de ellas además con violoncelo, piezas para piano, así como las ya mencionadas sinfonías 1 y 2, más una tercera incompleta al momento de su muerte (con dos movimientos completados por Glazunov), el segundo movimiento de la tercera sinfonía, Borodín lo transcribió a cuarteto de cuerdas como un Scherzo.

Tras la muerte de Modest Músorgski en marzo de 1881, sufre de ataques cardiacos y cólera. Borodín murió a los 53 años de un infarto durante una fiesta organizada por los profesores de la academia en San Petersburgo, el 27 de febrero de 1887 y fue enterrado en el cementerio Tijvin del monasterio de Aleksandr Nevski. Su esposa le sobrevivió 5 meses.

En su honor, un cuarteto de cuerdas fundado en Rusia en 1945 lleva su nombre, el Cuarteto Borodín. El pintor Iliá Yefímovich Repin (1844–1930) hizo un magnífico retrato de Borodín, que se encuentra en el Museo Estatal Ruso de San Petersburgo.

 

es.wikipedia.org/wiki/Aleksandr_Borodín

es.wikipedia.org/wiki/Los_Cinco_(compositores)

  

Alexander Porfiryevich Borodin (Russian: Алекса́ндр Порфи́рьевич Бороди́н) (12 November 1833 – 27 February 1887) was a Russian chemist and Romantic musical composer of Georgian ancestry. He was one of the prominent 19th-century composers known as "The Mighty Handful", a group dedicated to producing a uniquely Russian kind of classical music, rather than imitating earlier Western European models. Borodin is known best for his symphonies, his two string quartets, the symphonic poem In the Steppes of Central Asia and his opera Prince Igor. Music from Prince Igor and his string quartets was later adapted for the US musical Kismet.

A doctor and chemist by profession, Borodin made important early contributions to organic chemistry. Although he is presently known better as a composer, during his lifetime, he regarded medicine and science as his primary occupations, only practising music and composition in his spare time or when he was ill. As a chemist, Borodin is known best for his work concerning organic synthesis, including being among the first chemists to demonstrate nucleophilic substitution, as well as being the co-discoverer of the aldol reaction. Borodin was a promoter of education in Russia and founded the School of Medicine for Women in Saint Petersburg, where he taught until 1885.

Borodin was born in Saint Petersburg as an illegitimate son of a 62-year-old Georgian nobleman, Luka Stepanovich Gedevanishvili, and a married 25-year-old Russian woman, Evdokia Konstantinovna Antonova. Due to the circumstances of Alexander's birth, the nobleman had him registered as the son of one of his Russian serfs, Porfiry Borodin, hence the composer's Russian last name. As a result of this registration, both Alexander and his nominal Russian father Porfiry were officially serfs of Alexander's biological father Luka. The Georgian father emancipated Alexander from serfdom when he was 7 years old and provided housing and money for him and his mother. Despite this, Alexander was never publicly recognized by his mother, who was referred to by young Borodin as his "aunt".

Despite his status as a commoner, Borodin was well provided for by his Georgian father and grew up in a large four-storey house, which was gifted to Alexander and his "aunt" by the nobleman. Although his registration prevented enrollment in a proper gymnasium, Borodin received good education in all of the subjects through private tutors at home. During 1850 he enrolled in the Medical–Surgical Academy in Saint Petersburg, which was later the workplace of Ivan Pavlov, and pursued a career in chemistry. On graduation he spent a year as surgeon in a military hospital, followed by three years of advanced scientific study in western Europe.

During 1862 Borodin returned to Saint Petersburg to begin a professorship of chemistry at the Imperial Medical-Surgical Academy and spent the remainder of his scientific career in research, lecturing and overseeing the education of others. Eventually, he established medical courses for women (1872).

He began taking lessons in composition from Mily Balakirev during 1862. He married Ekaterina Protopopova, a pianist, during 1863, and had at least one daughter, named Gania. Music remained a secondary vocation for Borodin besides his main career as a chemist and physician. He suffered poor health, having overcome cholera and several minor heart failures. He died suddenly during a ball at the Academy, and was interred in Tikhvin Cemetery at the Alexander Nevsky Monastery in Saint Petersburg.

In his profession Borodin gained great respect, being particularly noted for his work on aldehydes. Between 1859 and 1862 Borodin had a postdoctoral position in Heidelberg. He worked in the laboratory of Emil Erlenmeyer working on benzene derivatives. He also spent time in Pisa, working on halocarbons. One experiment published during 1862 described the first nucleophilic displacement of chlorine by fluorine in benzoyl chloride. The radical halodecarboxylation of aliphatic carboxylic acids was first demonstrated by Borodin during 1861 by his synthesis of methyl bromide from silver acetate. It was Heinz Hunsdiecker and his wife Cläre, however, who developed Borodin's work into a general method, for which they were granted a US patent during 1939, and which they published in the journal Chemische Berichte during 1942. The method is generally known as either the Hunsdiecker reaction or the Hunsdiecker–Borodin reaction.

During 1862, Borodin returned to the Medical–Surgical Academy (now known as the S.M. Kirov Military Medical Academy), and accepted a professorship of chemistry. He worked on self-condensation of small aldehydes in a process now known as the aldol reaction, the discovery of which is jointly credited to Borodin and Charles-Adolphe Wurtz. Borodin investigated the condensation of valerian aldehyde and oenanth aldehyde, which was reported by von Richter during 1869. During 1873, he described his work to the Russian Chemical Society and noted similarities with compounds recently reported by Wurtz.

He published his last full article during 1875 on reactions of amides and his last publication concerned a method for the identification of urea in animal urine.

His successor as chemistry professor of the Medical-Surgical academy was his son-in-law and fellow chemist, Alexander Dianin.

Borodin met Mily Balakirev during 1862. While under Balakirev's tutelage in composition he began his Symphony No. 1 in E-flat major; it was first performed during 1869, with Balakirev conducting. During that same year Borodin started on his Symphony No. 2 in B minor, which was not particularly successful at its premiere during 1877 under Eduard Nápravník, but with some minor re-orchestration received a successful performance during 1879 by the Free Music School by Rimsky-Korsakov's direction. During 1880 he composed the popular symphonic poem In the Steppes of Central Asia. Two years later he began composing a third symphony, but left it unfinished at his death; two movements of it were later completed and orchestrated by Alexander Glazunov.

During 1868 Borodin became distracted from initial work on the second symphony by preoccupation with the opera Prince Igor, which is considered by some to be his most significant work and one of the most important historical Russian operas. It contains the Polovtsian Dances, often performed as a stand-alone concert work forming what is probably Borodin's best-known composition. Borodin left the opera (and a few other works) incomplete at his death.

Prince Igor was completed posthumously by Rimsky-Korsakov and Glazunov. It is set in the 12th century, when the Russians, commanded by Prince Igor of Seversk, determined to conquer the barbarous Polovtsians by travelling eastward across the Steppes. The Polovtsians were apparently a nomadic tribe originally of Turkish origin who habitually attacked southern Russia. A full solar eclipse early during the first act foreshadows an ominous outcome to the invasion. Prince Igor's troops are defeated. The story tells of the capture of Prince Igor, and his son, Vladimir, of Russia by Polovtsian chief Khan Konchak, who entertains his prisoners lavishly and orders his slaves to perform the famous 'Polovtsian Dances', which provide a thrilling climax to the second act. The second half of the opera finds Prince Igor returning to his homeland, but rather than finding himself in disgrace, he is welcomed home by the townspeople and by his wife, Yaroslavna. Although for a while rarely performed in its entirety outside of Russia, this opera has received two notable new productions recently, one at the Bolshoi State Opera and Ballet Company in Russia during 2013, and one at the Metropolitan Opera Company of New York City during 2014.

No other member of the Balakirev circle identified himself so much with absolute music as did Borodin in his two string quartets, and in his many earlier chamber compositions. Himself a cellist, he was an enthusiastic chamber music player, an interest that increased during his chemical studies in Heidelberg between 1859 and 1861. This early period yielded, among other chamber works, a string sextet and a piano quintet. In thematic structure and instrumental texture he based his pieces on those of Felix Mendelssohn.

During 1875 Borodin started his First String Quartet, much to the displeasure of Mussorgsky and Vladimir Stasov. That Borodin did so in the company of The Five, who were hostile to chamber music, demonstrates his independence. From the First Quartet onward, he displayed mastery of the form. His Second Quartet, in which his strong lyricism is represented in the popular "Nocturne", followed during 1881. The First Quartet is richer in changes of mood. The Second Quartet has a more uniform atmosphere and expression.

Borodin's fame outside the Russian Empire was made possible during his lifetime by Franz Liszt, who arranged a performance of the Symphony No. 1 in Germany during 1880, and by the Comtesse de Mercy-Argenteau in Belgium and France. His music is noted for its strong lyricism and rich harmonies. Along with some influences from Western composers, as a member of The Five his music has also a Russian style. His passionate music and unusual harmonies proved to have a lasting influence on the younger French composers Debussy and Ravel (in homage, the latter composed during 1913 a piano piece entitled "À la manière de Borodine").

The evocative characteristics of Borodin's music made possible the adaptation of his compositions in the 1953 musical Kismet, by Robert Wright and George Forrest, notably in the songs "Stranger in Paradise" and "And This Is My Beloved". In 1954, Borodin was posthumously awarded a Tony Award for this show.

 

en.wikipedia.org/wiki/Alexander_Borodin

en.wikipedia.org/wiki/List_of_compositions_by_Alexander_B...

en.wikipedia.org/wiki/The_Five_(composers)

 

Cantora, compositora e artista visual, não necessariamente nessa ordem. Mariana Degani sobe ao palco para o show de lançamento do primeiro disco solo de sua carreira, “Furtacor”, em São Paulo. 18.11.16

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2016/11/18/mariana-degani-apr...

Música Argentina pianista acordeonista y compositora,que forma parte de de la escena musical Argentina contemporánea.He aquí algunos de sus trabajos mas significativos en el rock, ya que se presenta como pianista de música de cámara y como pianista solista también.

Discográfia

GRABACIONES:

  

Grabó como pianista, acordeonista, tecladista y/o compositora en los

CDS.:

1- -"Tren de Fugitivos" (El Soldado junto a los Redonditos de Ricota, 1997)

  

2- "Fuego Indio" (1998)

  

3- "Alas Rotas" (El Soldado, 1998)

  

4- "Jazz Bazar II" (Valentino-Patán Vidal, 1999)

  

5- "Tancredo Tango" (Tancredo, 2000)

  

6- "De Cardo y Clavel" (El Soldado, 2001)

  

7- "Belleza" (Juana la Loca, 2001)

  

8- “Buen día” (Intoxicados, 2001)

  

9- "El juego o la vida" (Responsables No Inscriptos, 2002)

  

10-"Gabinete de curiosidades" (Hilda Lizarazu, 2004)

  

11-"Un camino, algún lugar" (Me darás mil hijos, 2004)

  

12-“Inestables” (Los Tortorolos, 2005 Ex integrantes de Don Cornelio y la Zona y Los Visitantes.

  

13-“Inconsciente Colectivo” (Fabiana Cantilo, 2005)

  

14-“Margarita y Azucena” (Mariana Baraj, 2007)

  

15-“Hija del Rigor” (Fabiana Cantilo, 2007)

  

16-“Aire” (Me darás mil hijos, 2008)

  

17-”En la Vereda del Sol” (Fabiana Cantilo, 2009)

 

18-“La todo Mal Orquesta Volumen 2 (Junto a los músicos de Las Pelotas,La Portuaria, Los Redondos y La Doblada como invitados)

 

19-“Ahora”(Fabiana Cantilo, 2011)

 

Actualmente se presenta junto a Luciano Coniglio

CENTRO CULTURAL ROBERTO CANTORAL, DE LA SOCIEDAD DE AUTORES Y COMPOSITORES DE MÉXICO, VIERNES DE BOHEMIADA.

Erasmo Carlos

Cantor & compositor

Criolo

Cantor & Compositor

Pichi, chulapo o chulo vestido al estilo de la clase trabajadora del finales del S.XIX de Madrid. Queda muy bien retratado en la letra del "Chotis" (evolución de un baile popular escocés, que se convirtió en el baile típico de Madrid a principios del XX") "Pichi", escrita por el Compositor español Francisco Alonso y que forma parte de su Revista Musical "Las Leandras". La revista es un subgénero dramático de la comedia. La letra no tiene desperdicio y lo retrata perfectamente y es bastante difícil de traducir pues perdería su gracia ya que muchas de las palabras estan en argot y con doble sentido.

 

Pichi, es el chulo que castiga

del Portillo a la Arganzuela,

y es que no hay una chicuela

que no quiera ser amiga

de un seguro servidor.

 

¡Pichi!

Pero yo que me administro,

cuando alguna se me cuela,

como no suelte la tela,

dos morrás la suministro;

que atizándoles candela

yo soy un flagelador.

 

Pichi

es el chulo que castiga

del Portillo a la Arganzuela,

Es que no hay una chicuela

que no quiera ser amiga

porque es un flagelador.

 

¡Pichi!!

No reparo en sacrificios:

las educo y estructuro

y las saco luego un duro

pa gastármelo en mis vicios,

y quedar como un señor.

 

Anda, y que te ondulen

con la 'permanén',

y pa suavizarte, que te den 'col-crém'.

Se lo pués pedir a un pollito bien,

que lo que es a mí, no ha nacido quién.

 

Anda, y que te ondulen, con la 'permanén',

y si te sofocas, ¡tómalo con seltz!

 

Eres, Pichi, para mí

de lo que no cabe más,

y yo sé de algunas por ahí

que van desesperás, detrás de ti.

 

¡Pero, a mí, no!

Porque de nén!

¡Bueno soy yo!

 

Anda, y que te ondulen, con la 'permanén',

y pa suavizarte, que te den 'col-crém'.

Se lo pués pedir, a un pollito bien.

Que lo que es a mí, no ha nacido quién.

 

Anda, y que te ondulen

con la 'permanén',

y si te sofocas

¡tómalo con seltz

Cantora e compositora Luiza Possi apresenta canções do mais recente CD, “LP”, em São Paulo. 25.10.16

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2016/10/26/o-lp-da-luiza-possi/

Cantora e compositora paulistana Ana Cañas sobe ao palco para o show de lançamento da versão em vinil do quarto álbum da carreira, “Tô na Vida” (2015), em São Paulo. 06.05.16

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2016/05/07/to-na-vida-de-ana-...

Cantora, compositora e violonista, Rosa Passos está completando três décadas e meia de uma trajetória artística de sucesso. Para comemorar a data, ela apresenta o espetáculo “Rosa Passos – 35 Anos de Carreira”, em São Paulo. 24.04.16

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2016/04/25/rosa-passos-35-ano...

Jardes Macalé

Musico compositor

Mijaíl Ivánovich Glinka (en ruso: Михаил Иванович Глинка; Novospásskoie, provincia de Smolensk, 1 de junio de 1804-Berlín, 15 de febrero de 1857) fue un compositor ruso, considerado el padre del nacionalismo musical ruso.

Durante sus viajes visitó España, donde conoció y admiró la música popular española, de la cual utilizó el estilo de la jota en su obra La jota aragonesa. Recuerdos de Castilla, basado en su prolífica estancia en Fresdelval, «Recuerdo de una noche de verano en Madrid», sobre la base de la obertura La noche en Madrid, son parte de su música orquestal. El método utilizado por Glinka para arreglar la forma y orquestación son influencia del folclore español. Las nuevas ideas de Glinka fueron plasmadas en “Las oberturas españolas”.

Glinka fue el primer compositor ruso en ser reconocido fuera de su país y, generalmente, se lo considera el 'padre' de la música rusa. Su trabajo ejerció una gran influencia en las generaciones siguientes de compositores de su país.

Sus obras más conocidas son las óperas Una vida por el Zar (1836), la primera ópera nacionalista rusa, y Ruslán y Liudmila (1842), cuyo libreto fue escrito por Aleksandr Pushkin y su obertura se suele interpretar en las salas de concierto. En Una vida por el Zar alternan arias de tipo italiano con melodías populares rusas. No obstante, la alta sociedad occidentalizada no admitió fácilmente esa intrusión de "lo vulgar" en un género tradicional como la ópera.

Sus obras orquestales son menos conocidas.

Inspiró a un grupo de compositores a reunirse (más tarde, serían conocidos como "los cinco": Modest Músorgski, Nikolái Rimski-Kórsakov, Aleksandr Borodín, Cesar Cui, Mili Balákirev) para crear música basada en la cultura rusa. Este grupo, más tarde, fundaría la Escuela Nacionalista Rusa. Es innegable la influencia de Glinka en otros compositores como Vasili Kalínnikov, Mijaíl Ippolítov-Ivánov, y aún en Piotr Chaikovski.

es.wikipedia.org/wiki/Mijaíl_Glinka

es.wikipedia.org/wiki/Los_Cinco_(compositores)

  

Mikhail Ivanovich Glinka (Russian: Михаил Иванович Глинка; 1 June [O.S. 20 May] 1804 – 15 February [O.S. 3 February] 1857) was the first Russian composer to gain wide recognition within his own country, and is often regarded as the fountainhead of Russian classical music. Glinka's compositions were an important influence on future Russian composers, notably the members of The Five, who took Glinka's lead and produced a distinctive Russian style of music.

Glinka was born in the village of Novospasskoye, not far from the Desna River in the Smolensk Governorate of the Russian Empire (now in the Yelninsky District of the Smolensk Oblast). His wealthy father had retired as an army captain, and the family had a strong tradition of loyalty and service to the tsars, while several members of his extended family had also developed a lively interest in culture. His great-great-grandfather was a Polish–Lithuanian Commonwealth nobleman, Wiktoryn Władysław Glinka of the Trzaska coat of arms.

As a small child, Mikhail was raised by his over-protective and pampering paternal grandmother, who fed him sweets, wrapped him in furs, and confined him to her room, which was always to be kept at 25 °C (77 °F); accordingly, he developed a sickly disposition, later in his life retaining the services of numerous physicians, and often falling victim to a number of quacks. The only music he heard in his youthful confinement was the sounds of the village church bells and the folk songs of passing peasant choirs. The church bells were tuned to a dissonant chord and so his ears became used to strident harmony. While his nurse would sometimes sing folksongs, the peasant choirs who sang using the podgolosochnaya technique (an improvised style – literally under the voice – which uses improvised dissonant harmonies below the melody) influenced the way he later felt free to emancipate himself from the smooth progressions of Western harmony. After his grandmother's death, Glinka moved to his maternal uncle's estate some 10 kilometres (6 mi) away, and was able to hear his uncle's orchestra, whose repertoire included pieces by Haydn, Mozart and Beethoven. At the age of about ten he heard them play a clarinet quartet by the Finnish composer Bernhard Henrik Crusell. It had a profound effect upon him. "Music is my soul", he wrote many years later, recalling this experience. While his governess taught him Russian, German, French, and geography, he also received instruction on the piano and the violin.

At the age of 13, Glinka went to the capital, Saint Petersburg, to study at a school for children of the nobility. Here he learned Latin, English, and Persian, studied mathematics and zoology, and considerably widened his musical experience. He had three piano lessons from John Field, the Irish composer of nocturnes, who spent some time in Saint Petersburg. He then continued his piano lessons with Charles Mayer and began composing.

When he left school his father wanted him to join the Foreign Office, and he was appointed assistant secretary of the Department of Public Highways. The work was light, which allowed Glinka to settle into the life of a musical dilettante, frequenting the drawing rooms and social gatherings of the city. He was already composing a large amount of music, such as melancholy romances which amused the rich amateurs. His songs are among the most interesting part of his output from this period.

In 1830, at the recommendation of a physician, Glinka decided to travel to Italy with the tenor Nikolai Kuzmich Ivanov. The journey took a leisurely pace, ambling uneventfully through Germany and Switzerland, before they settled in Milan. There, Glinka took lessons at the conservatory with Francesco Basili, although he struggled with counterpoint, which he found irksome. Although he spent his three years in Italy listening to singers of the day, romancing women with his music, and meeting many famous people including Mendelssohn and Berlioz, he became disenchanted with Italy. He realized that his mission in life was to return to Russia, write in a Russian manner, and do for Russian music what Donizetti and Bellini had done for Italian music. His return route took him through the Alps, and he stopped for a while in Vienna, where he heard the music of Franz Liszt. He stayed for another five months in Berlin, during which time he studied composition under the distinguished teacher Siegfried Dehn. A Capriccio on Russian themes for piano duet and an unfinished Symphony on two Russian themes were important products of this period.

When word reached Glinka of his father's death in 1834, he left Berlin and returned to Novospasskoye.

While in Berlin, Glinka had become enamored with a beautiful and talented singer, for whom he composed Six Studies for Contralto. He contrived a plan to return to her, but when his sister's German maid turned up without the necessary paperwork to cross to the border with him, he abandoned his plan as well as his love and turned north for Saint Petersburg. There he reunited with his mother, and made the acquaintance of Maria Petrovna Ivanova. After he courted her for a brief period, the two married. The marriage was short-lived, as Maria was tactless and uninterested in his music. Although his initial fondness for her was said to have inspired the trio in the first act of opera A Life for the Tsar (1836), his naturally sweet disposition coarsened under the constant nagging of his wife and her mother. After separating, she remarried. Glinka moved in with his mother, and later with his sister, Lyudmila Shestakova.

A Life for the Tsar was the first of Glinka's two great operas. It was originally entitled Ivan Susanin. Set in 1612, it tells the story of the Russian peasant and patriotic hero Ivan Susanin who sacrifices his life for the Tsar by leading astray a group of marauding Poles who were hunting him. The Tsar himself followed the work's progress with interest and suggested the change in the title. It was a great success at its premiere on 9 December 1836, under the direction of Catterino Cavos, who had written an opera on the same subject in Italy. Although the music is still more Italianate than Russian, Glinka shows superb handling of the recitative which binds the whole work, and the orchestration is masterly, foreshadowing the orchestral writing of later Russian composers. The Tsar rewarded Glinka for his work with a ring valued at 4,000 rubles. (During the Soviet era, the opera was staged under its original title Ivan Susanin).

In 1837, Glinka was installed as the instructor of the Imperial Chapel Choir, with a yearly salary of 25,000 rubles, and lodging at the court. In 1838, at the suggestion of the Tsar, he went off to Ukraine to gather new voices for the choir; the 19 new boys he found earned him another 1,500 rubles from the Tsar.

He soon embarked on his second opera: Ruslan and Lyudmila. The plot, based on the tale by Alexander Pushkin, was concocted in 15 minutes by Konstantin Bakhturin, a poet who was drunk at the time. Consequently, the opera is a dramatic muddle, yet the quality of Glinka's music is higher than in A Life for the Tsar. He uses a descending whole tone scale in the famous overture. This is associated with the villainous dwarf Chernomor who has abducted Lyudmila, daughter of the Prince of Kiev. There is much Italianate coloratura, and Act 3 contains several routine ballet numbers, but his great achievement in this opera lies in his use of folk melody which becomes thoroughly infused into the musical argument. Much of the borrowed folk material is oriental in origin. When it was first performed on 9 December 1842, it met with a cool reception, although it subsequently gained popularity.

Glinka went through a dejected year after the poor reception of Ruslan and Lyudmila. His spirits rose when he travelled to Paris and Spain. In Spain, Glinka met Don Pedro Fernández, who remained his secretary and companion for the last nine years of his life. In Paris, Hector Berlioz conducted some excerpts from Glinka’s operas and wrote an appreciative article about him. Glinka in turn admired Berlioz’s music and resolved to compose some fantasies pittoresques for orchestra. Another visit to Paris followed in 1852 where he spent two years, living quietly and making frequent visits to the botanical and zoological gardens. From there he moved to Berlin where, after five months, he died suddenly on 15 February 1857, following a cold. He was buried in Berlin but a few months later his body was taken to Saint Petersburg and re-interred in the cemetery of the Alexander Nevsky Monastery.

Glinka was the beginning of a new direction in the development of music in Russia Musical culture arrived in Russia from Europe, and for the first time specifically Russian music began to appear, based on the European music culture, in the operas of the composer Mikhail Glinka. Different historical events were often used in the music, but for the first time they were presented in a realistic manner.

The first to note this new musical direction was Alexander Serov. He was then supported by his friend Vladimir Stasov, who became the theorist of this musical direction. This direction was developed later by composers of "The Five".

The modern Russian music critic Viktor Korshikov thus summed up: "There is not the development of Russian musical culture without...three operas – Ivan Soussanine, Ruslan and Ludmila and the Stone Guest have created Mussorgsky, Rimsky-Korsakov and Borodin. Soussanine is an opera where the main character is the people, Ruslan is the mythical, deeply Russian intrigue, and in Guest, the drama dominates over the softness of the beauty of sound." Two of these operas – Ivan Soussanine and Ruslan and Ludmila – were composed by Glinka.

Since this time, the Russian culture began to occupy an increasingly prominent place in world culture.

en.wikipedia.org/wiki/Mikhail_Glinka

en.wikipedia.org/wiki/The_Five_(composers)

 

Qinho

Cantor e compositor

  

O lendário Paul McCartney, aclamado como o "maior compositor do milênio", está convidando designers para apresentar um projeto gráfico inspirado em seus álbuns solos, aclamados pela crítica, "McCartney" e "McCartney II". Designers podem inspirar-se em ‘Maybe I’m Amazed’, do álbum "McCartney" e ‘Coming Up’, do "McCartney II". O vencedor receberá exposição global ao ter sua arte gráfica em destaque no site de Paul e em seus canais de mídia social. Paul McCartney vai assinar uma litografia do desenho vencedor, que será exibido em uma das galerias mais elegantes de Londres, a Idea Generation, antes de ser entrgue ao vencedor.

 

Estou participando com está ilustra, quem quiser me ajudar é só votar pelo link abaixo:

 

www.talenthouse.com/creativeinvites/preview/a8b319222fe47...

flickriver.com/photos/javier1949/popular-interesting/

 

“Entre dos universos”

 

Estación de Metro Paco de Lucía, línea 9, calle Costa Brava, Mirasierra Madrid

Paco de Lucía: “Entre dos universos”, por Rosh333 y Okuda.

 

Graffiti y metro han estado vinculados desde hace décadas. Sin embargo, por primera vez una estación de metro va a contener de manera permanente una intervención artística llevada a cabo por graffiteros o artistas urbanos.

Desde Madrid Street Art Project se ha comisariado y coordinado este proyecto para la Comunidad de Madrid; en él, Rosh333 y Okuda, en estrecha colaboración con el arquitecto Antonyo Marest, han realizado su intervención artística para la nueva estación de Metro de Madrid Paco de Lucía, en la prolongación de la línea 9, e inaugurada en marzo de 2015 en la calle Costa Brava del barrio de Mirasierra.

La intervención lleva por título “Entre dos universos“, en homenaje al genial guitarrista y compositor y en referencia a su tema “Entre dos aguas”. La obra mide 300 metros cuadrados que representan el rostro del artista gaditano nacido en 1947 en Algeciras y fallecido el 25 de febrero de 2014 en Playa del Carmen (México). El guitarrista residía en el barrio de Mirasierra, de ahí que se le dedicara una de sus estaciones.

Consta de un mural principal en el que confluyen dos universos: a la izquierda, el de Rosh333, quien ha plasmado su característico lenguaje de líneas curvas, texturas, formas sinuosas y manchas de colores pastel; a la derecha el de Okuda, quien ha hecho lo propio a través de sus figuras geométricas, formas estrelladas y colores vibrantes. Ambos lenguajes y universos se funden en la zona central gracias a un retrato geometrizado de Paco de Lucía, realizado a cuatro manos.

Los artistas elegidos para decorar esta estación gozan de reconocido prestigio y han participado en diferentes proyectos tanto dentro como fuera de España. Por ejemplo, Okuda trabajó en Miami y Moscú, mientras que Rosh333 ha participado en el proyecto Víbora II, en el que se pintaron 35.000 metros cuadrados del antiguo cauce del río Vinalopó, en Elche, con piezas gigantescas de numerosos artistas urbanos. Este mismo artista, además, realizó en agosto otro gran mural de 150 metros en Santander, en el club de tiro, dentro de la programación cultural del mundial de vela.

Detrás de esta primera incursión de artistas urbanos en el metro de Madrid hay muchas horas de preparación y trabajo, un proceso que ha sido documentado gráfica y audiovisualmente.

 

www.abc.es/madrid/20140924/abci-estacion-paco-lucia-20140...

 

www.europapress.es/madrid/noticia-estacion-metro-paco-luc...

 

ccaa.elpais.com/ccaa/2014/09/25/madrid/1411668193_804835....

 

ccaa.elpais.com/ccaa/2015/03/25/madrid/1427306042_246229....

 

madridstreetartproject.com/%E2%86%92-paco-de-lucia-entre-...

 

Rosh333 rlove.es/

 

Okuda okudart.es/showcase/

 

Cantor e compositor Pedro Mariano uniu-se no palco ao pianista Marcelo Elias para apresentar o show "Piano e Voz" em São Paulo. 14.05.19

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2019/05/14/a-voz-de-pedro-mar...

Cantor e compositor paulistano Pélico faz show do novo disco, Euforia, o terceiro da carreira, em São Paulo. 02.10.15

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2015/10/03/euforia-de-pelico/

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