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20230328 - SÃO PAULO - MG - 11ª MOSTRA TIRADENTES SP- CURTAS
LONGA
MOSTRA AURORA
PEIXE ABISSAL
Experimental, Cor, DCP, 110min, RJ, 2022
Direção: Rafael Saar Empresa Produtora: Dilúvio Produções Empresa Distribuidora: Descoloniza Filmes Elenco: Luís Capucho, Maurício Lima, Mery Ellen Alentejo, Pedro Paz, Teuda Bara
Um filme a partir do universo poético do escritor e compositor Luís Capucho. Nos anos 90, Capucho descobriu-se soropositivo e com sequelas físicas que se tornaram fonte de sua reinvenção artística. Entre literatura, música e pintura, sua obra, lírica e selvagem, atravessa os personagens de sua autobiografia ficcional do submundo gay e cinemas pornôs do Rio de Janeiro.
* Após a sessão, bate-papo com a presença da equipe e mediação do curador Francis Vogner dos Reis- Foto Leo Lara/Universo Produção
El violagambista Miguel Bonal y la acordeonista Marta Cubas han formado parte, junto al compositor Tomás Ocaña, de la primera edición del Programa de Residencias JME-FCAYC. Ambos intérpretes actuarán en un concierto, donde se estrenarán dos obras del compositor malagueño. El programa se completará con obras de otros compositores. Este concierto se desarrolla dentro del Programa de Residencias JME-FCAYC, fruto de la colaboración entre Juventudes Musicales de España y la Fundación Cerezales Antonino y Cinia.
Los tres músicos han estado trabajando conjuntamente durante esta semana de residencia artística en la Fundación. En este concierto se estrenó una obra para viola da gamba y otra para acordeón escritas expresamente en el marco de esta colaboración, junto con piezas de Marais, Telemann, Abel, Hosokawa y Zorn.
Toda la información sobre el Programa de Residencias JME-FCAYC
Álbum del concierto de Marta Cubas, Miguel Bonal y Tomás Ocaña el 15 de octubre´22
Cantor e compositor brasileiro, desde o início de sua carreira ficou conhecido pelo suingue característico de seus sambas. Com apenas 17 anos, já era diretor de um bloco carnavalesco no bairro carioca do Méier. Sempre homenageou, em seus sambas, "as coisas simples das gentes".
"Não, ninguem faz samba só porque prefere
Força nenhuma no mundo interfere
Sobre o poder da criação" (Poder da Criação)
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Fechando a programação do Grito Rock BH o Domingo Na Casa comemora 1 ano de Casa Fora do Eixo Minas.
* Encontro de Compositores - Apresentação das canções de Rodolfo Gullar, Marco Neri, Brey e compositoras do ANA (Amostra Nua de Autoras)* Grito Encena - Foca Produção Cultural* Grito Verde - Oficina de bolsas de papel * Grito Gay - Sarau Desarmônica, Discotecagem DJ Amplis* Compacto.Cinea - Exibição de filmes* Grita Gurizada - Pintura facial para crianças* Grito da Moda - Bazar com roupas e sapatos usados* Expo Grito - Intervenções visuais do SHN* Camelô 2.0 - Banquinha com CDs, camisetas, livros e produtos de todo Brasil.
03/03/2013
(CC BY-SA) Grito Rock/Luis Bocchino
Cantor e compositor Fagner comemora 40 anos de carreira. São Paulo. 17.08.13
Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2013/08/18/fagner-estreia-tur...
Plenário do Senado Federal durante sessão especial para celebrar os 100 anos de nascimento do cantor e compositor Lupicínio Rodrigues.
Autor de canções como Felicidade, Nervos de Aço e Se Acaso Você Chegasse, Lupicínio é homenageado em sessão especial requerida por vários senadores.
Ao término da sessão, participantes posam para foto.
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Sábado 5 de Abril 2014. La Orquesta Filarmónica de la Ciudad de México tuvo dos presentaciones en la Sala Silvestre Revueltas del Centro Cultural Ollin Yoliztli, esta ocasión contó con el Director huésped, violinista y compositor austriaco Christoph Ehrenfellner, interpretó Concierto para piano No. 12 con la presencia del artista solista, Józef Olechowski.
Foto: Abril Cabrera A. / Secretaria de Cultura
Marcelo Nova, cantor e compositor foi vocalista da banda Camisa de Vênus. No final da década de 1980 iniciou carreira solo e gravou um LP ao lado de Raul Seixas. Na sequência vieram mais dois álbuns com o Camisa de Vênus e logo após a retomada da carreira solo. Neste show o músico apresentou os seus grandes sucessos como Só o Fim, Eu Não Matei Joana D'arc, Simca Shambord e Carpinteiro do Universo. Acompanham Marcelo Nova (guitarra/voz), Drake Nova (guitarra), Célio Nascimento (bateria) e Leandro Dalle Molle (baixo).
Este taubateano conhece muito de música popular Brasileira, Renato Teixeira, grande compositor e cantor brasileiro
21.IX
Università Bocconi di Milano
Aula Magna di Via Gobbi
Charlie Chaplin,
musicista e compositore
Partecipano
Timothy Brock
Ph. Alessandro Bianchi
A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.
Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.
Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.
As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).
Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.
Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm
JOHANNES MOSER INTERPRETA A LUTOSLAWSKI
Probablemente el compositor más importante de Polonia desde Chopin, Wiltold Lutoslawski mantuvo una intensa colaboración con importantes artistas de su época, entre ellos Rostropovich. Él fue quien estrenó las dos obras que incluimos en este programa, la primera como violonchelista y la segunda como director. Sostakovich, por su parte, juega de nuevo al despiste, y lo que debía haber sido una loa estalinista a la victoria sobre Alemania, fue al final su sinfonía más luminosa y ligera.
PROGRAMA:
R. Schumann: Genoveva, obertura (8’)
W. Lutoslawski: Concierto para violonchelo y orquesta (23’)
W. Lutoslawski: Novelette, para orquesta (18’)
D. Shostakovich: Sinfonía nº 9, op. 70 (27’)
Johannes Moser, violonchelo
Ronald Zollman
LUGAR Y HORA:
Palacio Euskalduna, 20:00 h.
Daniel Apodaka (Vitoria, 1990) ha sido el ganador de la XXVIII edición del Premio Jóvenes Compositores Fundación SGAE-CNDM 2017, que convocan conjuntamente la Fundación SGAE y el Centro Nacional de Difusión Musical (CNDM). Apodaka ha obtenido así el primer premio ‘Xavier Montsalvatge’, dotado con 6.000 euros en metálico, por su obra Riflessi sul Ghiaccio.
Por su parte, el compositor Pablo Moras (Oviedo, 1983), logró el segundo premio ‘Carmelo Alonso Bernaola’, con 3.000 euros, por ‘Un jardín que se aleja’. El tercer galardón (1.500 euros), ‘Francisco Guerrero Marín’, recayó en Inés Badalo (Badajoz, 1989), por ‘Estelas translúcidas’. Finalmente, la mención honorífica ‘Juan Crisóstomo Arriaga’ (1.200 euros) fue para Alonso Monreal (Ciudad Real, 1985), por ‘Greenlight’. Además, y como en cada edición, la Fundación SGAE ha editado un disco promocional que reúne las cuatro obras ganadoras del certamen, con el fin de contribuir a su posterior promoción y difusión.
Em sua primeira edição, o Festival Pianistas Compositores da Bahia vem evidenciar a produção autoral de pianistas do nosso estado. Unindo profissionais de formações e atuações diversas em torno de um exercício comum, trazemos ao público esse aspecto pouco conhecido da nossa cultura, em evento com características inéditas.
A tradição dos pianistas compositores é parte essencial da história do piano. Grandes pianistas, ao longo dos séculos, deixaram um legado de obras, criando uma tradição que viria a compor a própria identidade do instrumento. O piano surgiu na Itália, no início do século XVIII, rapidamente se espalhando pela Europa e avançando em direção aos outros continentes. Chegou ao Brasil no início do século XIX, emergindo aos poucos na nossa cultura musical.
Hoje, cerca de duzentos anos após a chegada dos primeiros pianos ao nosso país, propomos um retrato cultural da Bahia e do Brasil através de seus pianistas. Criando e executando obras musicais de formas diversas, eles vêm expressar o momento presente de uma cultura singular.
Nesta primeira edição tivemos a honra e o prazer de contar com a participação de Benjamin Taubkin e Gilson Peranzzetta, nomes de grande destaque no cenário da música brasileira e mundial. Junto aos pianistas baianos, proporcionaram um ambiente de intercâmbio e descobertas, dinamizando ações em torno da criação musical.
Tivemos também a satisfação de prestar uma homenagem especial ao nosso caro Professor Paulo Gondim, que, com sua incessante dedicação ao trabalho autoral, ao longo da carreira, muito nos inspira a criar, no âmbito da música e da dinâmica cultural.
Desejamos vida longa e muito espaço ao piano, à arte de criar.
Saulo Gama
A partir das apresentações foi gerado, em parceria com o IRDEB para o Especial TVE,um programa dividido em quatro capítulos exibido na grade da programação emissora.
Clique nos links abaixo para conferir os programas:
•Especial TVE – Festival Pianistas Compositores da Bahia – parte 01 - zip.net/bwq1C6
•Especial TVE – Festival Pianistas Compositores da Bahia – parte 02 - zip.net/bnq10Q
•Especial TVE – Festival Pianistas Compositores da Bahia – parte 03 - zip.net/bkq10p
•Especial TVE – Festival Pianistas Compositores da Bahia – parte 04 - zip.net/bgq1ML
Clique aqui para conferir Fotos do Festival - zip.net/brq16f
Serviço-
Festival Pianistas Compositores da Bahia – 1ª edição
Onde: Teatro Castro Alves (TCA) – Praça Dois de Julho, s/n, Campo Grande, Salvador – Bahia.
Quando: 18 e 19 de setembro, às 20 horas.
Ingressos: R$ 20 / R$10.
Email: plataformadelancamento@gmail.com
Tel.: + 55 71 9131-8929
Um dos mais talentosos compositores mineiros dos últimos anos. Autor dos discos “Abra-Palavra” (CD e DVD 2004-2006), em parceria com a cantora Mariana Nunes e do CD solo “Beirute” (2010), que busca um diálogo intercultural com a música latina, africana e brasileira e conta com a participação de músicos cubanos, portugueses e brasileiros.
Para o novo trabalho, Vitor conta com a participação de João Pires e MUm dos mais talentosos compositores mineiros dos últimos anos. Autor dos discos “Abra-Palavra” (CD e DVD 2004-2006), em parceria com a cantora Mariana Nunes e do CD solo “Beirute” (2010), que busca um diálogo intercultural com a música latina, africana e brasileira e conta com a participação de músicos cubanos, portugueses e brasileiros.
Para o novo trabalho, Vitor conta com a participação de João Pires e Marcos Suzano. O show de lançamento acontece nessa quinta-feira, às 21 horas no Teatro Bradesco.arcos Suzano. O show de lançamento acontece nessa quinta-feira, às 21 horas no Teatro Bradesco.
Compositor del Sur Nacido en el Edo. de Puebla, Vivo en Acapulco a los 18 años pensé hacer mi primer arreglo, mi primer composición pero solo fue un pensamiento que posó por mi mente hasta 1993 hice mi primer composición he compuesto 130 canciones baladas, rancheras, cumbias, corridos, mañanitas y canciones para los niños., en ese mismo año dí inicio al estudio de la informática y lo logre sé también lenguajes exóticos como el HTML y Java Script, sé ingles recomiende me con sus amigos, deje usted un comentario, La letra de las canción esta en el vínculo, Letra de canciones aquí, Suscribase Gracias
En la edificación de este espacio se destinaron recursos por 118.5 MDP, lo que permitirá rescatar y resguardar el vasto acervo musical de compositores históricos y contemporáneos.
Oaxaca de Juárez, 22 de noviembre de 2016
Vela com arame de suporte em clave de sol para prender o marcador. O texto é uma curiosidade sobre o compositor, juntamente com uma caricatura.
Cantor e compositor Fagner comemora 40 anos de carreira. São Paulo. 17.08.13
Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2013/08/18/fagner-estreia-tur...
Um dos mais talentosos compositores mineiros dos últimos anos. Autor dos discos “Abra-Palavra” (CD e DVD 2004-2006), em parceria com a cantora Mariana Nunes e do CD solo “Beirute” (2010), que busca um diálogo intercultural com a música latina, africana e brasileira e conta com a participação de músicos cubanos, portugueses e brasileiros.
Para o novo trabalho, Vitor conta com a participação de João Pires e MUm dos mais talentosos compositores mineiros dos últimos anos. Autor dos discos “Abra-Palavra” (CD e DVD 2004-2006), em parceria com a cantora Mariana Nunes e do CD solo “Beirute” (2010), que busca um diálogo intercultural com a música latina, africana e brasileira e conta com a participação de músicos cubanos, portugueses e brasileiros.
Para o novo trabalho, Vitor conta com a participação de João Pires e Marcos Suzano. O show de lançamento acontece nessa quinta-feira, às 21 horas no Teatro Bradesco.arcos Suzano. O show de lançamento acontece nessa quinta-feira, às 21 horas no Teatro Bradesco.
Martes 12 de septiembre de 2017
En el Paseo de los Compositores en la 2ª sección del Bosque de Chapultepec, se realizó un Homenaje a Compositores de México, donde el jefe de Gobierno de la Ciudad de México, Miguel Ángel Mancera develó 5 bustos de los compositores: Rubén Fuentes, Mario Molina Montes, Luis Alcaráz, Alex Lora y Martín Urieta estos dos últimos, presentes en el homenaje.
Mancera Espinosa, estuvo acompañado por el secretario de Cultura de la Ciudad de México, Eduardo Vázquez Martín; la diputada Abril Trujillo, presidenta de la Comisión de Cultura de la ALDF; Roberto Cantoral, director general de la Sociedad de Autores y Compositores de México; Saúl Vega Juárez, subsecretario de Cultura del Gobierno Federal; Armando Manzanero, presidente de la Sociedad de Autores y Compositores de México; Manuel Granados, consejero Jurídico y de Servicios Legales de la CDMX; Magistrado Álvaro Augusto Pérez, presidente del TSJDF y de Chela Lora.
Fotografía: Milton Martínez / Secretaría de Cultura de la CDMX
Flávio Augusto Câmara, mais conhecido como China é cantor, compositor, VJ e apresentador de televisão brasileiro.
Em 1998, conseguiu chamar a atenção do público e da crítica para a banda Sheik Tosado, da qual era vocalista. Após isso, seguiu carreira solo e lançou dois álbuns de forma independente, além de integrar a banda Del Rey, banda de tributo à Roberto Carlos com músicos da banda Mombojó.
Após o fim do Sheik Tosado, China começou sua carreira solo com o EP Um só, lançado em 2004. Na sequência saíram os álbuns Simulacro (2007), Moto contínuo (2011) e Telemática (2014).
Seu trabalho solo apresenta influências de diversos gêneros, como rock, surf music, jovem guarda e bossa nova. China também ficou conhecido como VJ da extinta MTV Brasil.
Fotos: Felipe L. Gonçalves/Brasil247
Maestro Waltel Branco
Trajetória
Compositor, regente, arranjador, diretor musical, violonista, guitarrista, contrabaixista, cavaquinista, produtor musical e professor, especialista em trilhas para novelas e cinema, Waltel Branco é um dos principais músicos do Paraná. Consagrado pelo arranjo da trilha sonora da Pantera Cor-de-Rosa, de Henry Mancini.
Nasceu em Paranaguá, em 1929, iniciou-se na música aos 12 anos de idade. Teve como mestres Bento Mossurunga, Sebastião de Oliveira, Othon Saleiros e Oscar Cáceres (violão) , Padre Penalva (canto gregoriano) , Jorge Kosha (música clássica), Stanley Wilson (música incidental, em Nova Iorque) e Alceo Bocchino e Mário Tavares (regência), Paulo Silva e Cláudio Santoro (composição). Na Espanha, em Santiago de Compostela, estudou técnica instrumental por alguns meses com Andrés Segóvia.
Em 1943, um ano antes de ser ordenado padre, deixou o Seminário e seguiu para Cuba, acompanhando a cantora Lia Ray como arranjador, diretor musical e violonista. Naquele país teve a oportunidade de tocar com Perez Prado, Mongo Santamaría e Chico O´Farrel. Em 1950, mudou-se para os Estados Unidos, quando estudou música incidental com o maestro Stanley Wilson. Fez várias apresentações em Nova Iorque e gravou com Franco Rosolino, Charles Mariano, Sam Noto, Mel Lewis e Max Bennet.
De volta ao Brasil, Waltel atua como músico. Em 1959 participa do Lp “Dance Conosco”, que teve participação de João Donato. E integra o grupo Djalma Ferreira e Milionários do Ritmo, em que estão além de Ferreira, Ed Lincoln e Miltinho. Em 1960 atua como guitarrista no LP “SaxVoz- Elizabeth Cardoso e Moacyr Silva”. Integra o Trio Surdina, com o qual grava em 1963 “Trio Surdina em Bossa Nova”. Outro trabalho importante que tem sua participação é o de Meirelles e Os Copa 5, com os discos “O Som” e “O novo som” gravados em 1964 e 1965, nos quais Waltel toca com músicos como o saxofonista J. Meirelles, Roberto Menescal, Eumir Deodato, Luiz Carlos Vinhas, Manoel Gusmão, Dom Um Romão e Edison Machado. Em 1965 lança como compositor e arranjador “A turma do bom balanço”, LP que possui, entre outras presenças, de músicos importantes como Dom Salvador, Geraldo Vespar, K-Ximbinho, Edison Machado, J. Meirelles, Neco e Ed Maciel.
Dois LPs de 1963 são importantes: “Guitarra Bossa Nova”.e “Guitarras em Fogo”, ambos com participações de Baden Powell, Neco e Geraldo Vespar .Waltel Branco participa da coletânea “Violão para quem não gosta de violão”, com José da Conceição, Maurício de Oliveira e Codo, e faz a produção musical para a Orquestra Românticos de Cuba.
Com a criação da TV Globo, em 1965, Waltel torna-se diretor responsável por trilhas sonoras de novelas como “Irmãos Coragem”, “Escalada”, “O Semideus”, “Bravo”, “Moreninha”, “O Feijão e o sonho”, “A escrava Isaura”, “Supermanoela” e “Vejo a lua no céu”, além de especiais da emissora. Para as novelas, Waltel compõe, inclusive, para trilhas internacionais, sob o pseudônimo de W.Blanc. Na Rede Globo foi regente de diversos festivais, entre 1965 e 1985.
Muitos compositores criaram música em homenagem a Waltel: Radamés Gnatalli, Cláudio Santoro, Guerra Peixe, Laurindo de Almeida, José Menezes, Theodoro Nogueira, Luiz Bonfá e, recentemente, Cláudio Menandro.
Regeu diversas orquestras, entre as quais a Orquestra Jovem Santa Cecília, em Roma, a Orquestra de Cordas da CBS, a Orquestra Romanza (para a Som Livre) e a Orquestra Sinfônica de Brasília.
Waltel Branco criou arranjos para Dorival Caymmi (“Retirantes”, de Escrava Isaura), João Gilberto, Rosa Passos (o LP “Curare”), Flora Purim ( LP “Flora é MPM”), Maria Creuza, Vanusa, Zé Kéti, Peri Ribeiro (LP “Alvorada”), Carlinhos Vergueiro, Sérgio Ricardo, Dom Um Romão (LP “Dom Um”), Toni Tornado (LP “Toni Tornado”), Tim Maia (LP “Tim Maia”) , Jane Duboc ( LP “Languidez”), e Odair José, entre outros. No seu currículo constam também a produção e direção musical dos LPs de Freddy Cole e Johnny Mathis, gravados para a Som Livre.
Gravou quatro discos de música erudita. Na música popular, afora os discos para novela, destacam-se os LPs “Recital”, “Meu balanço”, “Batucada fantástica”, Mancini também é samba” e “Violão em 2 estilos”, este dividido com Rosinha de Valença. Em CD lançou “Kabiesi”, em 1997, “Naipi”, em 2002 e “Meu Novo Balanço”, em 2007, que é o relançamento de “Meu balanço” e algumas músicas inéditas. Em 2006, teve várias de suas trilhas para TV relançadas nacionalmente em CD no projeto “Som Livre Masters Trilhas”.
REKA
Yuval Avital, compositore
Dario Garegnani, direttore
Omar Bandinu, canto tradizionale sardo
Enkhjargal Andarvaanchig, Canti difonici della tradizione nomade della Mongolia
Sofia Kaikov, Canto epico degli ebrei di Bukhara
Yussuf Joe Legwabe, Tradizione vocale zulu
Sainkho Namtchylak, Canto difonico di Tuva
Lama Samten Yeshe Rinpoche, Canto Bön tibetano
Simone Beneventi, percussioni
Lorenzo Colombo, percussioni
Yuval Avital, compositore
Dario Garegnani, direttore
Omar Bandinu, canto tradizionale sardo
Enkhjargal Andarvaanchig, Canti difonici della tradizione nomade della Mongolia
Sofia Kaikov, Canto epico degli ebrei di Bukhara
Yussuf Joe Legwabe, Tradizione vocale zulu
Sainkho Namtchylak, Canto difonico di Tuva
Lama Samten Yeshe Rinpoche, Canto Bön tibetano
Simone Beneventi, percussioni
Lorenzo Colombo, percussioni
ph. Andrea Mariniello
A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.
Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.
Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.
As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).
Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.
Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm
Marcelo Nova, cantor e compositor foi vocalista da banda Camisa de Vênus. No final da década de 1980 iniciou carreira solo e gravou um LP ao lado de Raul Seixas. Na sequência vieram mais dois álbuns com o Camisa de Vênus e logo após a retomada da carreira solo. Neste show o músico apresentou os seus grandes sucessos como Só o Fim, Eu Não Matei Joana D'arc, Simca Shambord e Carpinteiro do Universo. Acompanham Marcelo Nova (guitarra/voz), Drake Nova (guitarra), Célio Nascimento (bateria) e Leandro Dalle Molle (baixo).
Foto-montagem de Fernando Ortiz ,ladeado pelo maestro e compositor Tom Jobim(de Chapéu) e do cartunista Jaguar,no Bar Garota de Ipanema(Rio de Janeiro).
O Bar Garota de Ipanema, como todo mundo sabe, deve sua fama a Tom Jobim e Vinícius de Moraes, que frequentavam o lugar, tendo composto a famosa canção que foi um marco na Bossa Nova e inspirados pela então jovem Helô Pinheiro.
A fama fez do local um ponto turístico, levando a mudança do nome de Veloso para Bar Garota de Ipanema, e hoje a Rua Montenegro(local onde se localiza o bar) passou a chamar-se Rua Vinícius de Moraes(homenagem póstumas à Vinícius de Moraes). O Garota cresceu e abriu filiais pela cidade: Garota da Urca, Garota do Flamengo,Garota do Leblon,Garota da Tijuca...
Em Ipanema, o prédio que abriga o bar foi reformado e ostenta na parede um poster que reproduz o manuscrito da letra da música.
E o mais pitoresco é que as garotas de Ipanema num doce balanço ainda passam por ali a caminho do mar...
Martes 12 de septiembre de 2017
En el Paseo de los Compositores en la 2ª sección del Bosque de Chapultepec, se realizó un Homenaje a Compositores de México, donde el jefe de Gobierno de la Ciudad de México, Miguel Ángel Mancera develó 5 bustos de los compositores: Rubén Fuentes, Mario Molina Montes, Luis Alcaráz, Alex Lora y Martín Urieta estos dos últimos, presentes en el homenaje.
Mancera Espinosa, estuvo acompañado por el secretario de Cultura de la Ciudad de México, Eduardo Vázquez Martín; la diputada Abril Trujillo, presidenta de la Comisión de Cultura de la ALDF; Roberto Cantoral, director general de la Sociedad de Autores y Compositores de México; Saúl Vega Juárez, subsecretario de Cultura del Gobierno Federal; Armando Manzanero, presidente de la Sociedad de Autores y Compositores de México; Manuel Granados, consejero Jurídico y de Servicios Legales de la CDMX; Magistrado Álvaro Augusto Pérez, presidente del TSJDF y de Chela Lora.
Fotografía: Milton Martínez / Secretaría de Cultura de la CDMX
A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.
Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.
Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.
As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).
Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.
Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm
Marcelo Nova, cantor e compositor foi vocalista da banda Camisa de Vênus. No final da década de 1980 iniciou carreira solo e gravou um LP ao lado de Raul Seixas. Na sequência vieram mais dois álbuns com o Camisa de Vênus e logo após a retomada da carreira solo. Neste show o músico apresentou os seus grandes sucessos como Só o Fim, Eu Não Matei Joana D'arc, Simca Shambord e Carpinteiro do Universo. Acompanham Marcelo Nova (guitarra/voz), Drake Nova (guitarra), Célio Nascimento (bateria) e Leandro Dalle Molle (baixo).
Concierto en reconocimiento a la compositora cristiana Cindy Berry, presentado por agrupaciones musicales de la Universidad de Montemorelos, el 19 de marzo del 2014 en el Auditorio Universitario.
REKA
Yuval Avital, compositore
Dario Garegnani, direttore
Omar Bandinu, canto tradizionale sardo
Enkhjargal Andarvaanchig, Canti difonici della tradizione nomade della Mongolia
Sofia Kaikov, Canto epico degli ebrei di Bukhara
Yussuf Joe Legwabe, Tradizione vocale zulu
Sainkho Namtchylak, Canto difonico di Tuva
Lama Samten Yeshe Rinpoche, Canto Bön tibetano
Simone Beneventi, percussioni
Lorenzo Colombo, percussioni
Yuval Avital, compositore
Dario Garegnani, direttore
Omar Bandinu, canto tradizionale sardo
Enkhjargal Andarvaanchig, Canti difonici della tradizione nomade della Mongolia
Sofia Kaikov, Canto epico degli ebrei di Bukhara
Yussuf Joe Legwabe, Tradizione vocale zulu
Sainkho Namtchylak, Canto difonico di Tuva
Lama Samten Yeshe Rinpoche, Canto Bön tibetano
Simone Beneventi, percussioni
Lorenzo Colombo, percussioni
ph. Andrea Mariniello
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Twins Of Evil Tour questo il nome del tour che vede sullo stesso palco Rob Zombie e Marilyn Manson, vere e proprie icone dell'industrial metal.
L'infernale ed esplosiva accoppiata chiuderà in Italia il lungo tour mondiale che ha portato i due controversi artisti in America ed Europa per 36 date.
Quello di Bologna si preannuncia uno show micidiale e altamente spettacolare, tra scenografie ad alto impatto visivo, imponenti impianti luce e audio, megaschermi che proiettano immagini e personaggi di film horror e gli immancabili travestimenti estremi e provocatori dei due artisti.
Marilyn Manson presenterà i brani dell'ultimo album "Born Villain" oltre a celebri pezzi come "Beautiful People", mentre Rob Zombie presenterà l'ultimo album di remix "Mondo Sex Head".
Rob Zombie, all'anagrafe Robert Bartleh Cummings, è un cantante, regista e attore statunitense, autore di film horror come La casa dei 1000 corpi. È noto soprattutto per essere il fondatore, nonché cantante e compositore del gruppo alternative metal White Zombie, gruppo con il quale ha suonato fino al 1998, anno dello scioglimento dello stesso. Successivamente al 1998 ha iniziato la carriera solista che lo ha portato alla pubblicazione di 4 album, alcuni anni dopo è uscito nelle sale cinematografiche il suo primo film in veste di regista La casa dei 1000 corpi, seguito da La casa del diavolo. Ha continuato la carriera da regista dirigendo con successo il reboot Halloween - The Beginning.
Plenário do Senado Federal durante sessão especial para celebrar os 100 anos de nascimento do cantor e compositor Lupicínio Rodrigues.
Autor de canções como Felicidade, Nervos de Aço e Se Acaso Você Chegasse, Lupicínio é homenageado em sessão especial requerida por vários senadores.
Em discurso, o filho do homenageado, Lupicínio Rodrigues Filho.
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.
Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.
Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.
As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).
Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.
Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm
Omar Sosa es uno de los artistas de jazz más versátiles del panorama actual: compositor, productor, pianista, percusionista, arreglista y líder de diversas formaciones. En su música fusiona un amplio espectro de las músicas del mundo y elementos de electrónica contemporánea con sus raíces afro-cubanas para crear un sonido urbano, fresco y original – y todo con un corazón de latin jazz.
Sobre el escenario Omar Sosa es una figura carismática que saca lo mejor de sus compañeros de escena con su ejecución dinámica y su capacidad de improvisación – un enfoque lleno de fuerza emocional y espiritual, y mucho humor. La pujanza creativa de Omar Sosa hace que su música sea siempre lo más parecido a un estreno y eso es algo que siempre fascina tanto a expertos como aficionados, y que genera una conexión espontánea con su público.
La música de Omar Sosa es una visión única del jazz afrocubano, y aunque tiene un fuerte componente en la tradición y el folclore de África, su constante exploración de las posibilidades sonoras demuestra que la escena del jazz sigue moviéndose sin necesidad de recurrir a relecturas del pasado.
Omar Sosa mezcla el jazz con los ritmos afro-caribeños, combinándolo con diferentes efectos electrónicos y su forma tan apasionada de tocar el piano, siempre huyendo de la ortodoxia hacia la libertad creativa.
Omar Sosa es un artista prolífico con 17 discos en el mercado como líder, y una decena de colaboraciones como productor o músico invitado. Ha recibido varias nominaciones a los Grammy por sus discos “Sentir” (2003) “Mulatos” (2006). Actualmente Omar Sosa está trabajando en diversos proyectos que incluyen colaboraciones con Orquestas Sinfónicas. Su último proyecto discográfico, “Afreecanos”, vio la luz en el 2008.
En Getxo estará acompañado por Mola Sylla, voz y percusión; Childo Tomas, bajo; y Julio Barreto, batería
O Compositor
José Maurício Nunes Garcia, que, segundo Edino Krieger, foi o “primeiro grande vulto da música das Américas, com uma produção capaz de ombrear, em volume e qualidade, com os grandes compositores europeus de sua época”, era negro, filho único de escravos alforriados e atuava na Sé Catedral do Rio de Janeiro, que à ocasião da chegada da Corte Portuguesa ao Brasil, em 1808, funcionava na igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos.
Impressionado pela existência de um talento como o de José Maurício na Colônia, D. João VI chamou-o para o mestrado da Capela Real, protegendo-o e reconhecendo-o com distinções - como a medalha da Ordem de Christo - até seu retorno a Portugal, em 1821. Nessa época começa o período da ruína física e profissional do compositor que o levará à miséria e à morte em 1830.
As Obras
Ofício de Defuntos, de 1816, para Orquestra, Coro e Solistas
A ocasião foi a da morte da rainha D. Maria I, mãe de D. João VI, mas a inspiração que levou o compositor às lágrimas na criação deste Ofício de Defuntos (nome original) nasceu do fato de sua mãe, Victoria Maria da Cruz, pessoa que maior influência exerceu sobre ele ao longo da vida, ter falecido no mesmo dia da Rainha-Mãe.
Missa Pastoril para Noite de Natal, para Orquestra, Coro e Solistas
Escrita para o Natal de 1811, esta Missa Pastoril evoca o encantamento de presépios de igrejas barrocas e consegue refletir a singeleza e a ternura inerentes ao espírito da noite de Natal. A ingenuidade da invenção melódica, de feição pastoral, envolve diversos momentos da missa com a mesma idéia cuidadosamente articulada nas formas tradicionais e lhe confere um caráter repousante, reforçado pelo movimento rítmico que lhe serve de base.
A montagem destas obras-primas representa o compromisso da Cia. Bachiana Brasileira com a difusão da Música Brasileira de Concerto e da fecunda produção de José Maurício Nunes Garcia, que significou para a história da nossa música, no século XVIII, o mesmo que Carlos Gomes e Villa-Lobos nos séculos XIX e XX respectivamente.
Gravação
Gravado ao vivo no Mosteiro de São Bento, o concerto fez parte da Caravana Musical patrocinada pelo MinC (Lei de Incentivo à Cultura) e pelo Grupo CCR, por meio de suas concessionárias CCR Ponte, CCR NovaDutra e CCR ViaLagos. O DVD é patrocinado pela Fundação Charitas Brasil.