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Fotos produzidas para fins de publicidade do projeto Mergulho do produtor e compositor musical Gabriel Martins.

 

“Mergulho” é um álbum instrumental e tem uma sonoridade bem universal; ainda que possa ser percebida como essencialmente brasileira. É um disco de textura elegante e minimalista e que flerta tanto com o sagrado como em Respeite o Mar , com rufos graves e pegada épica, como com o contemporâneo, como na doce e convidativa Stand Up Paddle Girl.

 

O projeto também contou com participações de Sabrina Parlatore e Ivan Lins.

A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.

 

Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.

 

Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.

 

As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).

 

Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.

 

Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm

Marcelo Nova, cantor e compositor foi vocalista da banda Camisa de Vênus. No final da década de 1980 iniciou carreira solo e gravou um LP ao lado de Raul Seixas. Na sequência vieram mais dois álbuns com o Camisa de Vênus e logo após a retomada da carreira solo. Neste show o músico apresentou os seus grandes sucessos como Só o Fim, Eu Não Matei Joana D'arc, Simca Shambord e Carpinteiro do Universo. Acompanham Marcelo Nova (guitarra/voz), Drake Nova (guitarra), Célio Nascimento (bateria) e Leandro Dalle Molle (baixo).

 

www2.uol.com.br/marcelonova/

 

George Francis Lowry, compositor, & Mr McVeagh were leaving the "Herald" (newspaper) Office at 2.45 a.m. When passing the Shakespeare House (a boarding house), George Lowry noticed a light shining down the staircase and noticed smoke rising from the roof. He sent Mr McVeagh, who was with him, to the top of the street to break the glass of the electric alarm to notify the brigade. Meanwhile he ran over to rouse the inmates by shouting out “Fire."

 

Meanwhile, Mr McVeagh, who had been intructed to raise the alarm for the fire station had a rather different tale to tell. Having raced to an alarm at the corner of Durham street and Albert street, he waited there, no doubt so that he could give directions as to the location of the fire. It turned out that the alarm was not connected with the station. It was fixed to the telegraph post with five to ten feet of piping, but no wire connected.

 

8 people survived this fire, however 3 men, Marko Markovich (who was laid to rest in this grave), Te Kepa Weropupu and Walter Speakman lost their lives due to asphyxiation.

 

Links to the story of the fire & inquest:

paperspast.natlib.govt.nz/newspapers/NZH19030620.2.62

paperspast.natlib.govt.nz/newspapers/AS19030622.2.33

 

Link to comments on fire alarm boxes:

paperspast.natlib.govt.nz/newspapers/NZH19030623.2.22

paperspast.natlib.govt.nz/newspapers/NZH19030624.2.91.9

 

Plot 31: Marko Markovich (52) 18/6/1903 – Asphyxiation

 

unmarked grave

 

Em sua primeira edição, o Festival Pianistas Compositores da Bahia vem evidenciar a produção autoral de pianistas do nosso estado. Unindo profissionais de formações e atuações diversas em torno de um exercício comum, trazemos ao público esse aspecto pouco conhecido da nossa cultura, em evento com características inéditas.

A tradição dos pianistas compositores é parte essencial da história do piano. Grandes pianistas, ao longo dos séculos, deixaram um legado de obras, criando uma tradição que viria a compor a própria identidade do instrumento. O piano surgiu na Itália, no início do século XVIII, rapidamente se espalhando pela Europa e avançando em direção aos outros continentes. Chegou ao Brasil no início do século XIX, emergindo aos poucos na nossa cultura musical.

Hoje, cerca de duzentos anos após a chegada dos primeiros pianos ao nosso país, propomos um retrato cultural da Bahia e do Brasil através de seus pianistas. Criando e executando obras musicais de formas diversas, eles vêm expressar o momento presente de uma cultura singular.

Nesta primeira edição tivemos a honra e o prazer de contar com a participação de Benjamin Taubkin e Gilson Peranzzetta, nomes de grande destaque no cenário da música brasileira e mundial. Junto aos pianistas baianos, proporcionaram um ambiente de intercâmbio e descobertas, dinamizando ações em torno da criação musical.

Tivemos também a satisfação de prestar uma homenagem especial ao nosso caro Professor Paulo Gondim, que, com sua incessante dedicação ao trabalho autoral, ao longo da carreira, muito nos inspira a criar, no âmbito da música e da dinâmica cultural.

Desejamos vida longa e muito espaço ao piano, à arte de criar.

Saulo Gama

 

A partir das apresentações foi gerado, em parceria com o IRDEB para o Especial TVE,um programa dividido em quatro capítulos exibido na grade da programação emissora.

Clique nos links abaixo para conferir os programas:

•Especial TVE – Festival Pianistas Compositores da Bahia – parte 01 - zip.net/bwq1C6

•Especial TVE – Festival Pianistas Compositores da Bahia – parte 02 - zip.net/bnq10Q

•Especial TVE – Festival Pianistas Compositores da Bahia – parte 03 - zip.net/bkq10p

•Especial TVE – Festival Pianistas Compositores da Bahia – parte 04 - zip.net/bgq1ML

 

Clique aqui para conferir Fotos do Festival - zip.net/brq16f

 

Serviço-

Festival Pianistas Compositores da Bahia – 1ª edição

Onde: Teatro Castro Alves (TCA) – Praça Dois de Julho, s/n, Campo Grande, Salvador – Bahia.

Quando: 18 e 19 de setembro, às 20 horas.

Ingressos: R$ 20 / R$10.

Email: plataformadelancamento@gmail.com

Tel.: + 55 71 9131-8929

 

El violagambista Miguel Bonal y la acordeonista Marta Cubas han formado parte, junto al compositor Tomás Ocaña, de la primera edición del Programa de Residencias JME-FCAYC. Ambos intérpretes actuarán en un concierto, donde se estrenarán dos obras del compositor malagueño. El programa se completará con obras de otros compositores. Este concierto se desarrolla dentro del Programa de Residencias JME-FCAYC, fruto de la colaboración entre Juventudes Musicales de España y la Fundación Cerezales Antonino y Cinia.

Los tres músicos han estado trabajando conjuntamente durante esta semana de residencia artística en la Fundación. En este concierto se estrenó una obra para viola da gamba y otra para acordeón escritas expresamente en el marco de esta colaboración, junto con piezas de Marais, Telemann, Abel, Hosokawa y Zorn.

 

Toda la información sobre el Programa de Residencias JME-FCAYC

 

Álbum del concierto de Marta Cubas, Miguel Bonal y Tomás Ocaña el 15 de octubre´22

 

Álbum MARTA CUBAS, ACORDEÓN, MIGUEL BONAL, VIOLA DA GAMBA, Y TOMÁS OCAÑA, COMPOSITOR - PROGRAMA DE RESIDENCIAS JME-FCAYC

Romulo Fróes

Musico Compositor pesquisador

Cantor e compositor brasileiro, desde o início de sua carreira ficou conhecido pelo suingue característico de seus sambas. Com apenas 17 anos, já era diretor de um bloco carnavalesco no bairro carioca do Méier. Sempre homenageou, em seus sambas, "as coisas simples das gentes".

 

"Não, ninguem faz samba só porque prefere

Força nenhuma no mundo interfere

Sobre o poder da criação" (Poder da Criação)

 

Malha 100% algodão 30.1 penteado, super macia e confortável!

 

*ENCOMENDAS ATRAVÉS DO EMAIL eggmanclothes@yahoo.com.br

Fechando a programação do Grito Rock BH o Domingo Na Casa comemora 1 ano de Casa Fora do Eixo Minas.

    

* Encontro de Compositores - Apresentação das canções de Rodolfo Gullar, Marco Neri, Brey e compositoras do ANA (Amostra Nua de Autoras)* Grito Encena - Foca Produção Cultural* Grito Verde - Oficina de bolsas de papel * Grito Gay - Sarau Desarmônica, Discotecagem DJ Amplis* Compacto.Cinea - Exibição de filmes* Grita Gurizada - Pintura facial para crianças* Grito da Moda - Bazar com roupas e sapatos usados* Expo Grito - Intervenções visuais do SHN* Camelô 2.0 - Banquinha com CDs, camisetas, livros e produtos de todo Brasil.

    

03/03/2013

(CC BY-SA) Grito Rock/Luis Bocchino

Cantor e compositor Fagner comemora 40 anos de carreira. São Paulo. 17.08.13

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2013/08/18/fagner-estreia-tur...

Plenário do Senado Federal durante sessão especial para celebrar os 100 anos de nascimento do cantor e compositor Lupicínio Rodrigues.

 

Autor de canções como Felicidade, Nervos de Aço e Se Acaso Você Chegasse, Lupicínio é homenageado em sessão especial requerida por vários senadores.

 

Ao término da sessão, participantes posam para foto.

 

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Sábado 5 de Abril 2014. La Orquesta Filarmónica de la Ciudad de México tuvo dos presentaciones en la Sala Silvestre Revueltas del Centro Cultural Ollin Yoliztli, esta ocasión contó con el Director huésped, violinista y compositor austriaco Christoph Ehrenfellner, interpretó Concierto para piano No. 12 con la presencia del artista solista, Józef Olechowski.

Foto: Abril Cabrera A. / Secretaria de Cultura

  

Este taubateano conhece muito de música popular Brasileira, Renato Teixeira, grande compositor e cantor brasileiro

Disappearances. Not the kind where a magician waves a cape and a tiger vanishes. Not the kind where your socks go after laundry day. I’m writing about musicians who drift beyond the horizon for a spell and come back carrying stories nobody expected.

 

That brings us to Juan Son.

 

You might remember him from Porter, that band from Guadalajara, Mexico that sounded like they were transmitting dreams through a broken carnival mirror. Porter came along and bent indie rock into strange new shapes.

 

Juan Son's voice is elastic, restless, full of strange colors. Open your ears for that track “Vaquero Galáctico” or “Bailando con mi Virginidad” or his solo “Abandonado” and his one absolutely perfect “Amor Maicero” oh me oh my. One minute his voice is floating like smoke over city lights, the next it's cracking apart like an old transistor radio picking up signals from somewhere beyond the map. There's a playful danger in the way he sings, as if he's chasing a melody that's trying to escape him. You hear echoes of rock, psychedelia, and something entirely his own. Not many singers sound like they're discovering the song at the exact moment they're singing it. Juan Son does. Not many singers sound exactly like the record when performing live. Juan Son does. And that's a rare thing.

 

Ok, so here comes the turnaround of the tortilla. Somewhere along the road, Juan Son stepped away from the vehicle. And disappear he did. He packed a bag, slipped out of the center ring and hit the road to who knows where. No mobile phone no nothing. While the world was getting faster, louder, more connected, Juan Son seemed to wander into his own dimension taking small jobs here and there. Years rolled by. Entire digital civilizations rose and fell. People stopped buying CDs, started carrying the whole jukebox in their pockets, and invented new ways to communicate using dancing cats and pictures of distracted boyfriends. Meanwhile, Juan Son was off exploring artistic wilderness.

 

Then one day he came back. And here's my favorite part of the story: by the time he returned, the culture had changed so much that he reportedly didn't even know what a meme was. Imagine that. A man leaves the party for a little while and comes back to find everybody speaking in hieroglyphics made of reaction images and inside jokes. Somewhere along the way, the internet had turned into a giant campfire where millions of people told the same joke a thousand different ways. Juan Son looked around and said, essentially: "A what now?" There's something beautiful about that. I admire him for that. While the rest of us were measuring time in notifications, he was measuring it somewhere else entirely. Most people fear being out of touch. Some artists disappear long enough to discover what touch really means.

 

When he returned, he didn't come back as a museum piece or a nostalgia act. He came back sounding like someone who had been listening to signals from another frequency. The track “Siento” with its marvelous video was born. The years away hadn't preserved him in amber; they'd transformed him.

 

And maybe that's the lesson. Sometimes the world races ahead inventing memes, trends, hashtags, and digital dialects. Sometimes an artist vanishes into the woods, into the sea and returns carrying something older and stranger than any of them.

 

He'd been living in a caravan, making music from there, following his own rhythm far from the noise. A truthful Aquarius.

 

Juan Son missed the meme. But he didn't miss the music.

 

ink, watercolor on paper

contact ibarraloana@gmail.com

Fechando a programação do Grito Rock BH o Domingo Na Casa comemora 1 ano de Casa Fora do Eixo Minas.

    

* Encontro de Compositores - Apresentação das canções de Rodolfo Gullar, Marco Neri, Brey e compositoras do ANA (Amostra Nua de Autoras)* Grito Encena - Foca Produção Cultural* Grito Verde - Oficina de bolsas de papel * Grito Gay - Sarau Desarmônica, Discotecagem DJ Amplis* Compacto.Cinea - Exibição de filmes* Grita Gurizada - Pintura facial para crianças* Grito da Moda - Bazar com roupas e sapatos usados* Expo Grito - Intervenções visuais do SHN* Camelô 2.0 - Banquinha com CDs, camisetas, livros e produtos de todo Brasil.

    

03/03/2013

(CC BY-SA) Grito Rock/Thais Corrêa Mendonça

21.IX

Università Bocconi di Milano

Aula Magna di Via Gobbi

Charlie Chaplin,

musicista e compositore

Partecipano

Timothy Brock

Ph. Alessandro Bianchi

A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.

 

Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.

 

Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.

 

As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).

 

Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.

 

Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm

*Buenas Tardes*

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*Se envía boletín y fotos de presentación de los Hermanos Palmar*

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*saludos*

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*Santiago de Querétaro, Qro., jueves 26 de julio de 2012.*

 

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*PRESENTAN “HERMANOS PALMAR” FOLKLOR VENEZOLANO EN EL FESTIVAL SANTIAGO*

 

Con la participación de los Hermanos Palmar en el Festival Santiago 481

Aniversario de la Fundación de Santiago de Querétaro, nuestra ciudad se

lleno del folklor y música de Venezuela.

 

La agrupación venezolana, ofreció dos conciertos: el primero en el Jardin

Zenea y otro en el recién inaugurado Teatro Alameda. Durante más de dos

horas, hicieron gala de las danzas tradicionales, así como la música y

tradiciones de su país.

 

Durante el evento, Paulina Aguado Romero, Directora del Instituto de

Cultura, resaltó la importancia de conservar las tradiciones expresadas en

diversas manifestaciones artísticas, como es el caso de los Hermanos

Palmar, invitando a los asistentes a conocer la cultura de otros países, y

sobre todo la mexicana.

 

Fundada por José Palmar, la agrupación nace en 1998 con el objetivo de

rendir un homenaje a los integrantes de la familia que durante décadas se

han dedicado al arte, entre los cuales destacan compositores, músicos,

poetas, declamadores, pintores y cantantes, entre otros.

 

A las presentaciones que realizaron durante el Festival Santiago, acudieron

veintitrés integrantes, quienes tocaron instrumentos como clarinete,

mandolina y distintos tipos de percusiones, así como bailarines y cantantes

que mostraron las danzas y piezas musicales de distintas regiones, algunas

de las cuales se usan en celebraciones populares y religiosas.

 

Otra agrupación que presentó danzas de otros países, fue la escuela de

danzas hawaiana y tahitiana “Mele Hula Halau” con la música en vivo del

grupo Turama, quienes se presentaron en el Foro Experimental de La Estación

Espacio de Encuentro.

 

Esta academia, con más de 30 años de experiencia en nuestra ciudad bajo la

dirección de la maestra Clarisa García, presentó distintos ritmos en donde

las jóvenes bailarías mostraron parte de la cultura hawaiana y tahitiana,

donde aluden a elementos naturales como el cielo, el mar, las plantas, la

luna y las estrellas.

Daniel Apodaka (Vitoria, 1990) ha sido el ganador de la XXVIII edición del Premio Jóvenes Compositores Fundación SGAE-CNDM 2017, que convocan conjuntamente la Fundación SGAE y el Centro Nacional de Difusión Musical (CNDM). Apodaka ha obtenido así el primer premio ‘Xavier Montsalvatge’, dotado con 6.000 euros en metálico, por su obra Riflessi sul Ghiaccio.

 

Por su parte, el compositor Pablo Moras (Oviedo, 1983), logró el segundo premio ‘Carmelo Alonso Bernaola’, con 3.000 euros, por ‘Un jardín que se aleja’. El tercer galardón (1.500 euros), ‘Francisco Guerrero Marín’, recayó en Inés Badalo (Badajoz, 1989), por ‘Estelas translúcidas’. Finalmente, la mención honorífica ‘Juan Crisóstomo Arriaga’ (1.200 euros) fue para Alonso Monreal (Ciudad Real, 1985), por ‘Greenlight’. Además, y como en cada edición, la Fundación SGAE ha editado un disco promocional que reúne las cuatro obras ganadoras del certamen, con el fin de contribuir a su posterior promoción y difusión.

Um dos mais talentosos compositores mineiros dos últimos anos. Autor dos discos “Abra-Palavra” (CD e DVD 2004-2006), em parceria com a cantora Mariana Nunes e do CD solo “Beirute” (2010), que busca um diálogo intercultural com a música latina, africana e brasileira e conta com a participação de músicos cubanos, portugueses e brasileiros.

 

Para o novo trabalho, Vitor conta com a participação de João Pires e MUm dos mais talentosos compositores mineiros dos últimos anos. Autor dos discos “Abra-Palavra” (CD e DVD 2004-2006), em parceria com a cantora Mariana Nunes e do CD solo “Beirute” (2010), que busca um diálogo intercultural com a música latina, africana e brasileira e conta com a participação de músicos cubanos, portugueses e brasileiros.

 

Para o novo trabalho, Vitor conta com a participação de João Pires e Marcos Suzano. O show de lançamento acontece nessa quinta-feira, às 21 horas no Teatro Bradesco.arcos Suzano. O show de lançamento acontece nessa quinta-feira, às 21 horas no Teatro Bradesco.

 

Compositor del Sur Nacido en el Edo. de Puebla, Vivo en Acapulco a los 18 años pensé hacer mi primer arreglo, mi primer composición pero solo fue un pensamiento que posó por mi mente hasta 1993 hice mi primer composición he compuesto 130 canciones baladas, rancheras, cumbias, corridos, mañanitas y canciones para los niños., en ese mismo año dí inicio al estudio de la informática y lo logre sé también lenguajes exóticos como el HTML y Java Script, sé ingles recomiende me con sus amigos, deje usted un comentario, La letra de las canción esta en el vínculo, Letra de canciones aquí, Suscribase Gracias

En la edificación de este espacio se destinaron recursos por 118.5 MDP, lo que permitirá rescatar y resguardar el vasto acervo musical de compositores históricos y contemporáneos.

Oaxaca de Juárez, 22 de noviembre de 2016

Vela com arame de suporte em clave de sol para prender o marcador. O texto é uma curiosidade sobre o compositor, juntamente com uma caricatura.

Cantor e compositor Fagner comemora 40 anos de carreira. São Paulo. 17.08.13

 

Mais em: rogeriostella.wordpress.com/2013/08/18/fagner-estreia-tur...

Martes 12 de septiembre de 2017

 

En el Paseo de los Compositores en la 2ª sección del Bosque de Chapultepec, se realizó un Homenaje a Compositores de México, donde el jefe de Gobierno de la Ciudad de México, Miguel Ángel Mancera develó 5 bustos de los compositores: Rubén Fuentes, Mario Molina Montes, Luis Alcaráz, Alex Lora y Martín Urieta estos dos últimos, presentes en el homenaje.

 

Mancera Espinosa, estuvo acompañado por el secretario de Cultura de la Ciudad de México, Eduardo Vázquez Martín; la diputada Abril Trujillo, presidenta de la Comisión de Cultura de la ALDF; Roberto Cantoral, director general de la Sociedad de Autores y Compositores de México; Saúl Vega Juárez, subsecretario de Cultura del Gobierno Federal; Armando Manzanero, presidente de la Sociedad de Autores y Compositores de México; Manuel Granados, consejero Jurídico y de Servicios Legales de la CDMX; Magistrado Álvaro Augusto Pérez, presidente del TSJDF y de Chela Lora.

 

Fotografía: Milton Martínez / Secretaría de Cultura de la CDMX

Flávio Augusto Câmara, mais conhecido como China é cantor, compositor, VJ e apresentador de televisão brasileiro.

 

Em 1998, conseguiu chamar a atenção do público e da crítica para a banda Sheik Tosado, da qual era vocalista. Após isso, seguiu carreira solo e lançou dois álbuns de forma independente, além de integrar a banda Del Rey, banda de tributo à Roberto Carlos com músicos da banda Mombojó.

 

Após o fim do Sheik Tosado, China começou sua carreira solo com o EP Um só, lançado em 2004. Na sequência saíram os álbuns Simulacro (2007), Moto contínuo (2011) e Telemática (2014).

 

Seu trabalho solo apresenta influências de diversos gêneros, como rock, surf music, jovem guarda e bossa nova. China também ficou conhecido como VJ da extinta MTV Brasil.

 

Fotos: Felipe L. Gonçalves/Brasil247

Maestro Waltel Branco

 

Trajetória

Compositor, regente, arranjador, diretor musical, violonista, guitarrista, contrabaixista, cavaquinista, produtor musical e professor, especialista em trilhas para novelas e cinema, Waltel Branco é um dos principais músicos do Paraná. Consagrado pelo arranjo da trilha sonora da Pantera Cor-de-Rosa, de Henry Mancini.

 

Nasceu em Paranaguá, em 1929, iniciou-se na música aos 12 anos de idade. Teve como mestres Bento Mossurunga, Sebastião de Oliveira, Othon Saleiros e Oscar Cáceres (violão) , Padre Penalva (canto gregoriano) , Jorge Kosha (música clássica), Stanley Wilson (música incidental, em Nova Iorque) e Alceo Bocchino e Mário Tavares (regência), Paulo Silva e Cláudio Santoro (composição). Na Espanha, em Santiago de Compostela, estudou técnica instrumental por alguns meses com Andrés Segóvia.

 

Em 1943, um ano antes de ser ordenado padre, deixou o Seminário e seguiu para Cuba, acompanhando a cantora Lia Ray como arranjador, diretor musical e violonista. Naquele país teve a oportunidade de tocar com Perez Prado, Mongo Santamaría e Chico O´Farrel. Em 1950, mudou-se para os Estados Unidos, quando estudou música incidental com o maestro Stanley Wilson. Fez várias apresentações em Nova Iorque e gravou com Franco Rosolino, Charles Mariano, Sam Noto, Mel Lewis e Max Bennet.

 

De volta ao Brasil, Waltel atua como músico. Em 1959 participa do Lp “Dance Conosco”, que teve participação de João Donato. E integra o grupo Djalma Ferreira e Milionários do Ritmo, em que estão além de Ferreira, Ed Lincoln e Miltinho. Em 1960 atua como guitarrista no LP “SaxVoz- Elizabeth Cardoso e Moacyr Silva”. Integra o Trio Surdina, com o qual grava em 1963 “Trio Surdina em Bossa Nova”. Outro trabalho importante que tem sua participação é o de Meirelles e Os Copa 5, com os discos “O Som” e “O novo som” gravados em 1964 e 1965, nos quais Waltel toca com músicos como o saxofonista J. Meirelles, Roberto Menescal, Eumir Deodato, Luiz Carlos Vinhas, Manoel Gusmão, Dom Um Romão e Edison Machado. Em 1965 lança como compositor e arranjador “A turma do bom balanço”, LP que possui, entre outras presenças, de músicos importantes como Dom Salvador, Geraldo Vespar, K-Ximbinho, Edison Machado, J. Meirelles, Neco e Ed Maciel.

Dois LPs de 1963 são importantes: “Guitarra Bossa Nova”.e “Guitarras em Fogo”, ambos com participações de Baden Powell, Neco e Geraldo Vespar .Waltel Branco participa da coletânea “Violão para quem não gosta de violão”, com José da Conceição, Maurício de Oliveira e Codo, e faz a produção musical para a Orquestra Românticos de Cuba.

 

Com a criação da TV Globo, em 1965, Waltel torna-se diretor responsável por trilhas sonoras de novelas como “Irmãos Coragem”, “Escalada”, “O Semideus”, “Bravo”, “Moreninha”, “O Feijão e o sonho”, “A escrava Isaura”, “Supermanoela” e “Vejo a lua no céu”, além de especiais da emissora. Para as novelas, Waltel compõe, inclusive, para trilhas internacionais, sob o pseudônimo de W.Blanc. Na Rede Globo foi regente de diversos festivais, entre 1965 e 1985.

 

Muitos compositores criaram música em homenagem a Waltel: Radamés Gnatalli, Cláudio Santoro, Guerra Peixe, Laurindo de Almeida, José Menezes, Theodoro Nogueira, Luiz Bonfá e, recentemente, Cláudio Menandro.

Regeu diversas orquestras, entre as quais a Orquestra Jovem Santa Cecília, em Roma, a Orquestra de Cordas da CBS, a Orquestra Romanza (para a Som Livre) e a Orquestra Sinfônica de Brasília.

 

Waltel Branco criou arranjos para Dorival Caymmi (“Retirantes”, de Escrava Isaura), João Gilberto, Rosa Passos (o LP “Curare”), Flora Purim ( LP “Flora é MPM”), Maria Creuza, Vanusa, Zé Kéti, Peri Ribeiro (LP “Alvorada”), Carlinhos Vergueiro, Sérgio Ricardo, Dom Um Romão (LP “Dom Um”), Toni Tornado (LP “Toni Tornado”), Tim Maia (LP “Tim Maia”) , Jane Duboc ( LP “Languidez”), e Odair José, entre outros. No seu currículo constam também a produção e direção musical dos LPs de Freddy Cole e Johnny Mathis, gravados para a Som Livre.

 

Gravou quatro discos de música erudita. Na música popular, afora os discos para novela, destacam-se os LPs “Recital”, “Meu balanço”, “Batucada fantástica”, Mancini também é samba” e “Violão em 2 estilos”, este dividido com Rosinha de Valença. Em CD lançou “Kabiesi”, em 1997, “Naipi”, em 2002 e “Meu Novo Balanço”, em 2007, que é o relançamento de “Meu balanço” e algumas músicas inéditas. Em 2006, teve várias de suas trilhas para TV relançadas nacionalmente em CD no projeto “Som Livre Masters Trilhas”.

 

A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.

 

Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.

 

Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.

 

As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).

 

Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.

 

Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm

“La canción popular revolucionaria autentica, es aquella que moviliza los sentimientos del hombre, que produce estados de conciencia crítica, que lo descubre a sí mismo y en relación con sus semejantes, con el medio donde vive, con sus compañeros de clase; cuando nosotros lleguemos y cuando el continente y los compositores Latinoamericanos lleguemos a ese rigor artístico, a la profundidad misma del porque la canción; entonces, yo creo, que vamos a revolucionar totalmente la música"

 

"Un artista debe ser un creador autentico y en esencia un revolucionario, un hombre tan peligroso como un guerrillero; porqué tiene un gran poder de comunicación”

Víctor Jara

 

La idea del proyecto es trasladar el ideal de Víctor Jara a la arquitectura, traducir las palabras y los sentimientos en hormigón, acero, madera y vidrio; materiales con los cuales se propone el Memorial.

 

La revolución como sinónimo de lucha, cambio, transformación profunda o ruptura de un sistema preexistente (plaza de acceso en pasaje Arturo Godoy), que propone a través de ella marcar un desorden para establecer un nuevo orden (elemento semi escultórico, nuevo acceso túnel), una discontinuidad del estado anterior para llegar a un cambio profundo de la estructura y a su vez transformar la desigualdad en un bien común, un estado común y por ende un espacio común (nuevo espacio interior con muestra museográfica del autor chileno).

 

El principal elemento de la intervención es una suerte de túnel, que además es el único realmente nuevo en estructura y forma, éste marca la ruptura, transformación, cambio, desorden, discontinuidad y lucha o también llamado Revolución. Físicamente y como elemento, es un nuevo acceso al edificio del Estadio Víctor Jara, que opera como un puente; sube y llega hasta el 2do piso de éste.

 

El acceso-puente es estrecho con la intensión de que sólo se pueda ir de uno a la vez o en filas, tal como lo hacían cuando se llevaba a los prisioneros en época del golpe, además se juega con las texturas y luces de él, obligando al usuario a tantear o tocar los muros para ser guiado, generando así distintos sentimientos y percepciones.

 

Proyecto Memorial para Víctor Jara

Pje. Arturo Godoy s/n

Taller II / 2009

 

Foto-montagem de Fernando Ortiz ,ladeado pelo maestro e compositor Tom Jobim(de Chapéu) e do cartunista Jaguar,no Bar Garota de Ipanema(Rio de Janeiro).

O Bar Garota de Ipanema, como todo mundo sabe, deve sua fama a Tom Jobim e Vinícius de Moraes, que frequentavam o lugar, tendo composto a famosa canção que foi um marco na Bossa Nova e inspirados pela então jovem Helô Pinheiro.

A fama fez do local um ponto turístico, levando a mudança do nome de Veloso para Bar Garota de Ipanema, e hoje a Rua Montenegro(local onde se localiza o bar) passou a chamar-se Rua Vinícius de Moraes(homenagem póstumas à Vinícius de Moraes). O Garota cresceu e abriu filiais pela cidade: Garota da Urca, Garota do Flamengo,Garota do Leblon,Garota da Tijuca...

Em Ipanema, o prédio que abriga o bar foi reformado e ostenta na parede um poster que reproduz o manuscrito da letra da música.

E o mais pitoresco é que as garotas de Ipanema num doce balanço ainda passam por ali a caminho do mar...

 

73 30 seconds shots after midnight

 

Well, just a test for:

- Gimp Startrail Compositor

- Milky Way above a town

Martes 12 de septiembre de 2017

 

En el Paseo de los Compositores en la 2ª sección del Bosque de Chapultepec, se realizó un Homenaje a Compositores de México, donde el jefe de Gobierno de la Ciudad de México, Miguel Ángel Mancera develó 5 bustos de los compositores: Rubén Fuentes, Mario Molina Montes, Luis Alcaráz, Alex Lora y Martín Urieta estos dos últimos, presentes en el homenaje.

 

Mancera Espinosa, estuvo acompañado por el secretario de Cultura de la Ciudad de México, Eduardo Vázquez Martín; la diputada Abril Trujillo, presidenta de la Comisión de Cultura de la ALDF; Roberto Cantoral, director general de la Sociedad de Autores y Compositores de México; Saúl Vega Juárez, subsecretario de Cultura del Gobierno Federal; Armando Manzanero, presidente de la Sociedad de Autores y Compositores de México; Manuel Granados, consejero Jurídico y de Servicios Legales de la CDMX; Magistrado Álvaro Augusto Pérez, presidente del TSJDF y de Chela Lora.

 

Fotografía: Milton Martínez / Secretaría de Cultura de la CDMX

Mangueira carnaval 2019 - semifinal da escolha do samba.

As quatro composições concorrentes, das parcerias de Deivid Domênico, Lequinho, Héli Turco e Tantinho se apresentaram, com suas animadas torcidas, na quadra do Palácio do Samba, no sábado, 29 de setembro de 2018.

Os sambas dos três primeiros concorrentes seguiram para a final.

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A cantora e compositora norte-americana Charlyn “Chan” Marie Marshall, conhecida artisticamente como Cat Power, chega ao Circo Voador para uma única apresentação, 21 de maio.

 

Cat Power é natural de Atlanta, EUA, e, hoje, com 38 anos, já conta com nove discos lançados, sendo o último deles o Dark End of the Street (2008), EP de covers com oito faixas que ficaram de fora de Jukebox, álbum de versões lançado no mesmo ano. Dark End... conta com duas músicas de Aretha Franklin, além de apresentar regravações de singles das bandas The Pogues, Creedence Clearwater Revival, Otis Redding e outro de Sandy Denny em parceria com Fairpor Convention. Duas músicas de Jukebox são autorais: Metal Heart, que já havia aparecido no álbum Moon Pix, e Song To Bobby, dedicada a Bob Dylan e escrita em parceria com Matt Sweeney, que já colabora com a cantora desde 2000.

 

Conhecida por seu estilo minimalista, guitarras esparsas, piano e vocais sussurrados, Cat Power Gnhou destaque ao fazer - no disco The Covers Record - releituras de Satisfaction, dos Rolling Stones, e I Found a Reason, do Velvet Underground.

 

As primeiras gravações de Cat, nos álbuns Dear Sir (1995), Myra Lee (1996), What Would the Community Think (1996) e Moon Pix (1998), correspondem à fase mais autoral da cantora. Com músicos convidados como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters, Queens of Stone Age) e Warren Ellis (Dirty Free), o disco The Covers Record (2000) marca o início do trabalho de regravação de músicas originais de outros compositores, que, com muita personalidade, continua em You Are Free (2003), The Greatest ( 2006), Jukebox (2008) e Dark End of The Street (2008).

 

Ao longo de sua carreira, Cat Power conquistou muitos prêmios e indicações importantes, incluindo uma na categoria melhor artista solo feminina internacional, no Brit Awards, em 2007. Naquele mesmo ano, ela levou o prêmio de melhor álbum com The Greatest no Short List Music Prize. Esta é a quarta passagem da cantora pelo país - a primeira foi em 2001; a segunda, no TIM Festival de 2007, com ingressos esgotados e a terceira foi em 2009, na turnê de lançamento de Jukebox.

 

Fonte: www.circovoador.com.br/saibamais/release_100521_catpower.htm

Poeta e compositor brasileiro

Concierto en reconocimiento a la compositora cristiana Cindy Berry, presentado por agrupaciones musicales de la Universidad de Montemorelos, el 19 de marzo del 2014 en el Auditorio Universitario.

Caricatura, publicada no domingo, 19 de abril na coluna semanal Sentenças, editoria de Opinião do jornal Zero Hora de Porto Alegre.

Lápis e aquarela sobre papel.

Plenário do Senado Federal durante sessão especial para celebrar os 100 anos de nascimento do cantor e compositor Lupicínio Rodrigues.

 

Autor de canções como Felicidade, Nervos de Aço e Se Acaso Você Chegasse, Lupicínio é homenageado em sessão especial requerida por vários senadores.

 

Em discurso, o filho do homenageado, Lupicínio Rodrigues Filho.

 

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

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