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Unica é original seja criativa não copie ;-
Bom eu particulamente Ameii Britney Minha Diva Lindah
Familia grande, familia unida com as futuras cunhadas não podia faltar assunto. Todos estavam na sala comentando da festa da Driuks e sobre o TANTO de pintinhos e piadas sujas que fizeram.
Todos riam, mas depois a conversa foi virando e parando nas fofocas de casais e ai o clima foi esquentando~
Ayla: Biel com certeza que vou usar aquele pintinho de brinquedo com o Lu! Acha que vou perder a oportunidade?!
Gabriel: HAHAHAAH Essa é a sereia que conheço!!
Lucifer: Complô é foda ¬¬'' Lily, escuta bem: Eu sou o único cunhado que presta. Fique longe dessas más influências!
Ayla:: Vai Nessa hahahaha
Lily: Rsrs Obrigada Lu~
Gabriel: Você é tão fofinha Lily~ Parece até que saiu de um conto de fadas sabia? Rapha, onde acho uma assim?? Tô querendo essa doçura de menina também –Beijava a mão dela só de agrado, adorando ver a garota corar.
Raphael: Hahaha não conto segredos rsrs Mesmo que eu não tenha feito nada muito especial ^^'''
Gabriel: Como assim??
Lucifer: Ah é ~~ O Biel não sabe como você e a Lily se conheceram hehe –Risinho malégno– Compartilha ai Rapha
Raphael: Ah ^///^''' V-você não quer contar Lu?
Gabriel: No!! – Direito, curto e é– Vamos vamos conta!
Ana: conta conta conta!! *w* –Estava lá pulando de animação pela história.
Raphael: Okay okay rs Mas não se decepcionem. Nós nos conhecemos no circo.
Gabriel: CIRCO??? ÓAÒ'''' É-É onde tem pa-pa-palh---
Lucifer: Palhaços ¬w¬
Gabriel tinha um calafrio que remexia o corpo inteiro, ficando mais perto da Ana, abraçando ela com carinho.
Gabriel: Socorro Ç-Ç
Lucifer: PFFFFF---
Ayla: Você não presta rs...
Raphael: Rs ^^''' Não é assim. Nesse dia tinha acabado de descer para inspecionar um hospital e terminei o trabalho mais cedo do que imaginava. Antes de voltar, passei por um circo e fazia tanto tempo que não assistia, então "por que não?" rs
Contando como aconteceu, Rapha e Lily viajaram nas lembranças de quando se viram pela primeira vez.
Não seria a primeira vez que iria à um circo, mas a primeira a encontrar algo para preencher o seu vazio.
Aquela alegria, todas as vidas ali sorridentes. Pais com os filhos, amigos dividindo suas vidas em conjunto, pessoas humildes tendo sentimentos simples~
Livres.
Como pássaros, como a menina que estava naquela roupa colorida, cheia de vida flutuando pela platéia vazia, enquanto ele procurava um lugar para sentar e aproveitar o mais belos dos shows.
No inicio era como mais um daqueles maravilhosos dias onde ela poderia escapar um pouco de casa e se apresentar junto aos amigos tão queridos daquele circo.
Amava como as pessoas sorriam ao vê-la, amava como podia faze-las felizes mesmo que de forma tão simples. Sempre foi o que ela quis, colorir e colocar sorrisos nos rostos de quem pudesse.
Talvez por isso ela, sem pensar duas vezes, havia ido até ele. Por que havia visto o que ninguém mais vira, e queria com o mais puro esforço, colorir aquela vida, e fazer se formar um sorriso de verdade no rosto daquele que viria a ser a pessoa mais importante para ela, e a razão de sua vida.
– Senhor, aceita uma flor? –Não podia negar a timidez em suas bochechas, mas dando um grande sorriso ao oferecer a flor.
– Oh... Claro~ Muito obrigado – Ele tomava a flor em mãos, porém observando os grandes olhos delicados da moça. Toda das mais variadas cores e com o sorriso mais bonito de toda a sua vida. – Acho que cheguei meio cedo, não é? rs
– Não se preocupe! Os momentos mais belos da vida não tem hora pra chegar e muito menos para partir~ rsrs
Ele abria os olhos em surpresa, mas não resistia em sorrir abertamente e os dois concordavam com a aquela verdade.
Contando os momentos bons, eles voltavam a sua mente para o tempo atual e vendo todos com um sorriso no rosto e os "ooooooin" em coro.
Raphael: Então eu passei a ir mais no circo, porém a Lily não estava sempre lá e fiz amizades também. E como dizem, o resto é história rsrs
Gabriel: Tão fofooooos, mas Lily, se você me aparecer de palhaço na minha frente eu vou gritar. Alto.
Lily: Prometo que não vou fazer isso ^^'''''
Raphael: Mas não sou o único que tem algo pra contar, não é mesmo Lu~?
~ continua ~
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AE AE Voltando de uma semana infernal da facul! :DD
Vou focar essa história pq tem bastante gente querendo saber como esses casais se conheceram e decidi mostrar um pouco desse passado, mas a história ficou grande demais e vou cortar em três partes!
Espero que gostem! ^^/
En Santiago, como en las demás ciudades planificadas por los españoles, el centro social por excelencia era la Plaza de Armas: habitualmente "un sitio eriazo en cuyo frente se encontraba la Iglesia, y donde se reunía el vecindario después de escuchar fervorosamente la misa y comentaba los sucesos... donde se celebraban las fiestas del patrono de la ciudad y se daban a conocer mediante el pregón las últimas novedades llegadas desde España o del Perú"
Cano de Aponte había solicitado al rey su remoción del gobierno y pese a haber recibido en marzo de 1733 la cédula real que lo permitía, debió permanecer al frente hasta la llegada de su sucesor.
De este modo, el 26 de julio de ese año, participó de la celebración del aniversario del santo patrono de la ciudad, "días de regocijo y de fiestas públicas".
El Gobernador, "aunque su edad avanzada parecía deber alejarlo de los pasatiempos propios de la juventud y de los ejercicios corporales que exigen agilidad y vigor... conservaba su pasión por los juegos de equitación".
El Gobernador acudió acompañado por muchos de los más notables vecinos para tomar parte en ellas: "Cabalgaba un brioso i soberbio bruto, i se empeñó en hacerle poner las manos contra una pared. Se interesaron todos en apartarle de tan peligrosa evolución, pero su capricho hizo vanos los esfuerzos de aquellos caballeros, i castigando al bruto con la espuela le obligó a tocar con las manos la pared pero cayó de espaldas i tomó debajo de la silla al Gobernador. El golpe fue mortal, i con todo sobrevivió a esta desgracia más de tres meses..." nos cuenta la Descripción histórico-jeográfica del Reino de Chile de Cavallo.
Es de imaginar la conmoción ciudadana que provocó la referida caída, tratándose de un personaje público, querido por el pueblo y en día de fiesta.
Siguiendo con Barros Arana: "Cano de Aponte fue conducido casi moribundo a su palacio: pero su robusta constitución le permitió sobrevivir tres meses y medio a aquel fatal accidente, así como la energía de su espíritu lo hizo soportar con entereza los sufrimientos, conservando incontrastable el uso de su inteligencia".
"En efecto, las lesiones de Cano de Aponte eran indefectiblemente mortales o, a lo menos incurables por los médicos que había entonces en Chile. Los contemporáneos no nos han dejado ninguna indicación que pueda servir para caracterizar los efectos de aquella funesta caída que, probablemente, fueron una fractura o una luxación de la columna vertebral" .
Desde su lecho el Gobernador siguió atendiendo los asuntos de gobierno hasta el 29 de octubre, día en que dictó una providencia en favor del oidor más antiguo de la Real Audiencia para que asumiera todos los asuntos tocantes a la capitanía general.
Cano de Aponte falleció la noche del 11 de noviembre de 1733, a la edad de 68 años, "con intensos dolores".
Durante el periplo entre julio y noviembre se desarrolló la preparatio mortis de este recordado Gobernador , con variados actos de reparación por faltas pasadas. Según Francisco Antonio Encina: "Al recobrar la lucidez se dio cuenta de que sus lesiones eran mortales, y soportó con entereza su lucha contra la muerte... plazo de gracia que consagró a rectificar los errores e injusticias cometidas". Tal actitud, que reafirma el conocimiento de que presentía su fin, "aumentaron su prestijio i el dolor público causado por su desgracia i su próximo fin".
Fue sepultado, y espero se encuentre aun, en la iglesia de San Francisco en Santiago.
En aquella época, 1773 la autoridad del Gobernador de Chile Cano y Aponte, por las tierras otorgadas en las distintas Capitulaciones, limitaba al Oeste con el océano Pacífico, incluidas las islas adyacentes, y desde sus orillas se extendían hacia el Este hasta “cien leguas españolas”, traspasando la frontera natural de la cordillera de los Andes, para adentrarse en los territorios pacificados al norte del río Maule, incluida la región de Cuyo.
La jurisdicción de la gobernación de Chile sobre los territorios trasandinos, (San Luis, Mendoza y otras ciudades), se mantuvo hasta 1776, en que, al crearse el virreinato de Río de la Plata, se agregó al mismo este territorio, estableciendo los Andes como frontera natural, privando de aquellas tierras a la gobernación chilena, y mas tarde se subdividieron en las tres provincias actuales de San Luis, San Juan y Mendoza de la República Argentina.
Algumas pessoas comentaram que a Praia do Francês, em Maceió, tem muita fama, no entanto, não possuiria grandes atrativos. Fiquei vários dias de minhas férias no local e tive uma impressão diferente.
O lugar é muito belo e nos finais de tarde reserva um encanto especial para os que gostam caminhar e também de ver os belos tons do pôr-do-sol.
A praia é bastante segura e pode-se fotografar à vontade.
Depois que os turistas recolhem suas cadeiras de praia e seus pertences e partem para o centro de Maceió o lugar torna-se mais pacato, com apenas alguns moradores, na maioria pescadores, e uma natureza à disposição dos seus apreciadores.
Já estava quase anoitecendo e vi pela janela um tom rosado do céu que cobria o mar. Desci do apartamento com minha câmera e fiz algumas fotografias. É impressionante a alternância das cores.
Durante o dia é possível aproveitar as cristalinas águas do Francês, aventurar-se em alguns esportes promovidos no local. O tom do mar vai desde o verde claro ao azul intenso. Há uma proteção por barreiras de recifes que atraem quem gosta de calmaria. Para o outro lado, no entanto, o mar é mais agitado, proporcionando boas ondas para os surfistas locais e visitantes. Tudo isso fica a 21 quilômetros do Centro da Capital.
"A população local afirma que a praia tem essa denominação devido ao fato de, à época do Brasil Colonial ser um dos locais frequentados por contrabandistas franceses de pau-brasil ("Caesalpinia echinata")." - Fonte Wikipédia.
Então, eu sei que vocês já comentaram bilhões de vezes nessa foto. Mas é que eu tinha um post em um Blog, com ela e um texto, e agora vou utilizar o mesmo pra outra finalidade e eu não queria perder o tal texto.
ESCADAS
O que seria de nós sem elas.
Tudo bem que o elevador é um equipamento do qual o invento foi um marco não só para a indústria da construção civíl, mas também para o mundo dos negócios. Imaginem só o que seriam dos grandes predios empresariais sem essa engenhoca que passa o dia todo subindo e descendo carregando pessoas, objetos e animais até onde o limite técnico do ser humano permite.
Porém, não devemos esquecer que antes dessa nobre invenção, as escadas foram o principal meio de transporte vertical utilizado.
Desde a Era Egípcia por volta de 2780 a.C, as pirâmides Miquerinos, Quéops e Quefren foram erguidas à força humana com o uso de enormes pedras encaixadas umas nas outras. Para se ter uma idéia, a maior delas é a Quéops que pesa cerca de 6 milhões de toneladas e foi montada sem ajuda de qualquer tipo de máquina. Já nesse tempo os homens se preoculparam em fazer com que a tarefa de chegar até a entrada desse gigantesco túmulo - pois as pirâmides era construídas para abrigar o corpo dos imperadores egípcios mortos - fosse, para os padrôes da época, algo que se realizasse com certa facilidade. O acesso a parte interna desse monumento fica mais ou menos na metade da altura do mesmo, 69 metros acima do chão. Com isso, planejaram a disposição das pedras que compõem as pirâmides, de forma que na parede exterior da mesma se formassem escadas as quais dariam acesso à entrada. Devemos considerar que os degraus não passuiam a mesma uniformidade das escada nas quais pisamos hoje, porém não é qualque pessoa que sabe descrever como um povo de conhecimento tão retórico pôde planejar e executar algo tão complexo.
Se analisarmos, não só as pirâmides do Egito são dotadas de grandes escadas. Os Castelos da Normandia entre outros castelos que possuem grandes escadarias, e temos também um exemplo muito popular que é a Escadaria da Igreja de Nossa Senhora da Penha. A mesma originou-se de uma capela construía no alto de um penhasco, que ficava nas terras de seismaria de Baltazar de Abreu Cardoso e hoje essa região se denomina por Bairro da Penha, situada no Rio de Janeiro. Com a fundação da Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Penha em 1728, foi cavado na rocha uma escada para facilitar o acesso dos fiéis. E já no século 20, mais precisamente em 1913 essa escada foi ampliada passando a ser constituída por 365 degraus, número este que continua até os dias de hoje. Com isso, a igreja tornou-se lugar de peregrinação e uma grande quantidade de devotos sobem essa escadaria de joelhos para pagar suas promessas. Ou seja, as escadas muitas vezes além de serem usadas como um meio de deslocamento vertical são utilizadas para outros fins.
Em um estádio de futebol é imprescindível que a disposição dos lugares dos torcedores seja em forma de escada. Isso trás mais economia de espaço e maior facilidade de visualização do jogo para os que ficam atrás. Considerado o maior estádio do mundo o Estádio Mário Filho, vulgo Maracanã está localizado na Cidade do Rio de Janeiro e foi inaugurado em 1950, ano esse de grande decepção para o futebol brasileiro, pois perdemos do Uruguai na final do Mundial. mas deixando as mágoas de lado, a capacidade do mesmo é de 122.268 torcedores. Porém seu recorde de público foi em um confronto entre Brasil e Paraguai em 1969. Foram registrados 183.341 torcedores. Ou seja, 61.073 acima da capacidade. Hoje, devido a questões de segurança a capacidade do estádio foi diminuída para abaixo de 90.000 expectadores.
Podemos, não apenas ver as escadas como um mero projeto arquitetônico ou algo que nos ajude a chegar a um lugar acima de nós. Mas se olhar-mos por outro ângulo, podemos fazer uma comparação da funcionalidade da escada com as nossas vidas. Pessoas como nossos pais e nossos avós que já passaram por inúmeras experiências em suas vidas, seja pessoal ou profissional sabem que é mais fácil descermos de onde estamos do que subirmos para onde desejamos estar.
Frequentemente vemos pessoas tentando chegar à "cobertura" de suas vidas e ao longo do caminho se deparam com problemas os quais impedem a continuação de suas jornada ou até mesmo fazem com que as mesmas descam não apenas alguns, mas todos os degraus desse caminhar. Já tivemos a triste oportunidade de acompanhar por telejornais, casos de cidadãos brasileiros com diploma de curso superior levando vida de mendigo, morando nas ruas e passando por situações que não condizem com o nível intelecteual das mesas. Esses são casos de pessoas que tiveram a oportunidade de chegar ao topo, mas a oportunidade não é tudo em nossas vidas, há algo que vem de nosso interior, é algo que tem que partir de nossos sonhos que é a determinação.
Sonho e determinação são dois ítens dos três que temos que ter conosco para chegar-mos ao topo. O sonho é o objetivo. Nenhum caso de sucesso partiu do início sem um sonho, sem um objetivo traçado. Pessoas sem um objetivo ficam no meio do caminho por não terem rumo a seguir e pessoas com sonho, porém sem determinação ficam sempre no primeiro degrau. Pessoas dotadas dessas duas qualidades, terão grandes chances de chegar onde desejam. Entretanto chegar onde deseja não quer dizer que aquele lugar é seu e é ai que vem o terceiro ítem, a humildade. Temos que ter a humildade de reconhecer de onde viemos, pois é para lá que voltaremos caso não saibamos administrar o sucesso. Vejo que a humildade é um "antidoto" que nos imuniza da lei da gravidade.
Enfim, por mais que vivamos em um "mundo" no qual a tecnologia tem tomado conta de tudo que fazemos, mas devemos sempre levar em conta a importância que os inventos que nossos antepassados fizeram. Tanto que o mais importante e mais simples invento do homem foi a roda. Se pararmos pra pensar, em todo tipo de máquina as quais extendem a capacidade física do ser humano, existe a roda. Sejam as engrenagens ou as polias elas estão lá, pondo em prática o que foi idealizado há milênios e que hoje se faz de fundamental importância para o funcionamento das máquinas até a marcação da força que move a humanidade, o tempo. E assim como devemos dar importância aos nossos antepassados, devemos dar importância também ao nosso próprio passado, pois é com base nos exmplos que construímos um futuro forte e estável.
Rafael Rente Martins
Este é o nosso comentário audiovisual sobre fotografias do acervo Lente Quente. Os fotógrafos do projeto selecionam uma imagem que tenham feito e destacam aspectos envolvidos na produção jornalística. A ideia é permitir que o fotógrafo apresente motivações e decisões de bastidor do fotojornalismo.
Link: flic.kr/p/fbnixp
Edição: Angelo Rocha.
Colaboração: João Guilherme de Castro
Fotógrafo convidado: Matheus Pileggi
"Então disse eu: Ah, Senhor DEUS! Eis que não sei falar; porque ainda sou um menino.
Mas o SENHOR me disse: Não digas: Eu sou um menino; porque a todos a quem eu te enviar, irás; e tudo quanto te mandar, falarás.
Não temas diante deles; porque estou contigo para te livrar, diz o SENHOR"
jeremias 1 :6-8
gente nao uso mais msn , so uso skype agora quem quiser me add , o meu é raf_snt ^^
essa blend é da ,elhor banda do mundo /o/ A CETRO *----*
ENFIM COMEEEENTEM
e espero que gostem ^^^
ate
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Para melhor Vizualização de Zoom
Bom não tinha o qe fazer dai saiu isso eu gostei =)
amigas..ontem minha amiga fez outra imagem...sou péssima em fotografar...
e a casinha tinha mudado a cor....comentei isto...e ela foi então e tirou esta
ficou melhor..as cores estão melhores...agora sim gostei..rsrsrsrs..
obrigado Beatriz...Magali.....
amigas..sei fazer artes....mas fotografar....hummmm preciso de um curso urgente...rsrsrsrsrs
Oi geente, não morri ok!? Vocês nem devem ter sentido minha falta, até porque continuei comentando na galeria de vocês esses dias que fiquei ausente, mas se tratando das fotos, faziam muuitos dias que não postava nada aqui. Meus dias estão cada vez mais corridos, ultimamente não tenho tido um dia de folga sequer, e ainda não me acostumei com esse ritmo. Bem, aos poucos eu vou atualizando aqui, nem tenho fotos atrasadas, porque pintei as unhas com menos frequência nesse tempo. Enfim, espero que entendam meu pequeno sumiço haha :}
Agora falando do esmalte, eu sei que os Hits agora tem nomes mas eu não sei o nome do 371 e fiquei com preguiça de pesquisar, se alguém souber me conta nos comentários! É puro luxo, coisa mais linda! Fez um sucesso absurdo, as pessoas achavam que era um esmalte verde com glitter salpicado por cima e se encantavam ao saber que era apenas um cor. Passei só uma camade de Top Coat, mas senti falta de mais umas duas para ficar com efeito vitrificado.
Usei:
1x Nutribase Pró-fortalecimento * Colorama
2x 371 * Hits
1x Top Coat * Ideal
Por hoje é só, espero que gostem do esmalte ;D
Beijos, fiquem com Deus!
Update: Mil perdões por estar com os comentários todos atrasados gente, acho muita falta de consideração com vocês, mas acabei deixando acumular algumas fotos sem responder. Assim que for dando vou respondendo, aos poucos, pode ser?
¡Por fin hemos llegado a las 2000 fotos!
Muchas gracias a todos nuestros contactos y a los que tan amablemente comentan nuestras fotos,un abrazo a todos y esperamos seguir aquí por mucho tiempo.
La iglesia de Santa María Magdalena o de la Magdalena es un templo religioso de culto católico romano bajo la advocación de Santa María Magdalena, se encuentra en la ciudad de Sevilla, comunidad autónoma de Andalucía, al sur de España.
Fue la antigua iglesia del convento dominico de San Pablo el Real, obra del arquitecto Leonardo de Figueroa, y constituye un magnífico ejemplo de arquitectura barroca sevillana del siglo XVIII.
El origen de la parroquia de Santa María Magdalena se remonta a la conquista de Sevilla por San Fernando III de Castilla en el año 1248, momento en que se dividió la ciudad en 24 colaciones o parroquias.
Esta primitiva iglesia fue destruida en 1811 durante la invasión de España por las tropas napoleónicas, conociéndose muy poco de sus características, tan solo algunas referencias escritas.
La Iglesia parroquial de Santa María Magdalena que estaba en lo que ahora es plaza del mismo nombre, la derribaron los franceses invasores el año de 1811. Era medianamente grande, y de la construcción común de arcos sobre pilares de material, y techumbre de madera, con tres naves que la del medio era muy ancha en proporción de las otras. La capilla mayor era de piedra con bóveda de estilo gótico. El altar principal que se elevaba sobre presbiterio de gradas de mármol blanco, era plateresco, lleno de follajes y adornos, habiendose quitado para colocarl el que había á principio del siglo de XVIII
El templo posee tres puertas que dan a la calle San Pablo, en una de ellas que comunica con el crucero, se encuentra una escultura de Santo Domingo de Guzmán atribuida a Pedro Roldán.
La segunda que es la que se utiliza normalmente para acceder a la iglesia, esta flanqueada por pilastras sobre las que se levanta un arco de medio punto rematado por esculturas. Es la primitiva puerta mudejar del templo que fue remodelada en el siglo XVII.
La portada de los pies que da a la calle Cristo del Calvario, es la más interesante desde el punto de vista artístico, si bien se utiliza en contadas ocasiones para el acceso a la iglesia. Esta rematada por una magnifica espadaña realizada en 1697 y restaurada en el siglo XX. Bajo la misma se encuentra un gran óculo rodeado por pequeñas esferas de color azul que simbolizan los misterios del rosario. A ambos lados sendos relojes de sol. Sobre la portada se sitúa una escultura de Santo Tomás de Aquino.
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Baum eu amei esse wallpaper dessa vez eu usei o photoshop para fazer no total eu demorei 4 horas *-*
Comentei nessa foto www.flickr.com/photos/gimimimi/8741192777/in/faves-599222... que eu queria fazer essa mani, na verdade tive essa ideia olhando essa foto e está ai, fui dormir 2:00 da madruga mas tudo pela unha pintada, haha foram duas camadas mas acho que eu precisaria de 3 pq passei mto tarde e a iluminação não ajudou, na outra mão deu pra ver melhor o estrago hahaha, e sobre o adesivo é da Pri Machado igual o outro, e estou quase aprendendo a usar essa bodega ai, haha usei por cima de duas camadas de petala branca da colorama e o adesivo ficou pequeno e tive que improvisar uma inglesinha hahaha gostei do resultado final.
Ohh....could that have been it....They say it could be seen with naked eye.. I must be blnd, They said you could see it with Binoculars...I must be blind, I wanted so much to see it, I looked in vain on its closest approach...but could not see it, so here I just pointed my camera towards the Constellation they said it would be in and just shot up amongst the stars in hopes of catching a glimpse of it as it went burning by.... But it is not the only Fish in the Sky and just as with fishing its not the most important thng to have caught a fish, the biggest reward comes in the fishing itself. So just standing here and looking up at the Heavns above is the Biggest Reward and if I lost it this year they say it will be around again in 6 more so if the Good Lord is Willing and the Creeks don't Rise maybe we will catch it then :)
Remembering Skillet
Remembering Bill Haley R.I.P. and his you know whats :)
Remembering Paul Simon
Remembering The Coment Song
Remembering Hank Williams Jr.
Remembering Ray Lamontagne
In Search of Celestial Beautys in the Skies Over Virginia
IMG_1964
Como comentaba ayer al hablar de la Catedral de Palma, si se tiene la suerte de que haga un buen día de sol cuando se visite, las luces interiores son fantásticas y se pueden apreciar los reflejos de sus 83 ventanales, cuyos vitrales esparcen los rayos solares coloreados por todo el recinto, como si se tratase de un enorme arco iris que se hubiera fragmentado en trocitos. Y no digamos nada de los siete bellísimos rosetones... Recordad que allí está el mayor roseton (gotico original) del mundo y se le suele conocer por "el ojo del gótico".
No sé si fue la suerte u ocurre siempre lo mismo, pero la verdad es que ese día la atmósfera interior inspiraba santidad, recogimiento y sobre todo arte, mucho arte...
Muy lejos del eclecticismo de otras iglesias recargadas, en la que es dificil incluso moverse en su interior, la seo palmesana es amplia, luminosa, de techos altos (sus 44 metros de altura en la nave central, la convierten en la mas alta de España y la segunda de Europa, solo superada por la Catedral de Beauvais), columnas delgadas... vamos, una delicia para los fotógrafos, si tienen la suerte de que le dejen hacer fotos, ya que hay personas a las que no se lo han permitido (a pesar de lo que pone en su propia web y en los letreros de la entrada), será que depende del señor que ese día esté en la puerta... Pues en ese caso, ¡con la iglesia hemos topado!
Tras recibir ayer un aviso de eusondoson, comentandome que había un servicio especial de Logitren entre Valencia y Tarragona, para un traslado de plataformas. En la foto vemos a la 335.028 con el especial Tarragona-Clasi - Valencia, como 87541, un saludo a los maquis, también a Marc quien me acompaño y a Sergio por la información prestada a cerca de este servicio.
Gente, já comentei que tive problemas com meu pc. Depois de tudo resolvido, vi que acabei perdendo as fotos de 3 manis do desafio que foram apagadas da máquina. Jurava que não havia apagado nenhuma. =/
Mas já vi meu irmão recuperar fotos apagadas da máquina dele com algum programa e vou tentar fazer o mesmo com a minha, pois as 3 manis que perdi as fotos seriam as seguintes no desafio. O que vem depois já tá aqui no pc.
Para não sumir por mais tempo ainda, decidi voltar a postar minhas fotos antigas. Essas foram de junho de 2014. Fui olhar na pasta e ainda tinha 3 manis do mês, sendo que, em 2 delas, por coincidência, usei esmaltes da CG. Então vou começar mostrando uma delas.
Sea Spray - China Glaze + Curaçao - Sephora + DRK-A.
Me inspirei nessa mani da Nina. Claro que não chegou nem perto da perfeição que são as carimbadas dela, mas deu para matar a vontade da combinação de cores, que amei, e testar o Curaçao para carimbar.
Ainda resolvi fazer uma filha única invertendo as cores para fazer um teste. É que eu nunca havia usado o Curaçao e já tinham me avisado que manchava a unha, daí usei em uma só para ver no que dava e ele realmente manchou. Sendo assim, fiz a mudança dele permanentemente para a caixa de esmaltes que uso para carimbar.
Não lembro que top coat usei e tô com preguiça de ir olhar se anotei. Desculpem. Mas sei que usei tc.
E com os testes ainda vi que o Sea Spray também serve para carimbar. =D
As carimbadas ficaram bem falhas, mas gostei da mani no geral.
COMENTEM! Oi :D bom, eu tenho essa foto dela a algum tempo, e ontem, eu fiquei sabendo que hoje era o aniversário dela, então quis fazer algo! Espero que gostem! (:
Ya comente en una foto anterior que las edificaciones de Asís están hechas casi todas con una piedra de origen calcáreo extraída del monte Subasio. Es especialmente famosa por los tonos rosáceos que adquiere al ser iluminada por la luz del sol, lo que contribuye a resaltar las texturas que tanto buscamos los fotografos en este tipo de tomas.
Nikon D80.
Tamron AF 17-50mm f/2.8 SP XR Di II LD Aspherical IF.
F8 1/500seg. 17 mm. -1EV ISO100.
RAW 12 bits
:NIKON CAPTURE.
;REVELADO.
Configuración de camara.
Balance de blanco= Valor registrado.
Control de imagen= Vivida.
Reducion ruido color= Si
Reduccion ruido bordes= No
Ajustes rapidos= Si
Correcion de camara y objetivos.
Reducion color Moire= No
Aberración cromatica lateral auto= Si
Aberración cromatica longitudinal=Si
Control auto distorsion= Si.
Control viñeta= Si.
;AJUSTES.
1- D-LIGHTING.
Mejor calidad.
Sombras= Aclarar 40.
Altas luces= Disminuir 10.
Mejora del color= 60
2- LCH.
Luminosidad maestra del color= reducir con curvas. –azul +rojo +amarillo.
Cromatismo= Ajustar sobre curva. +rojo +amarillo -azul +verde. (Esta herramienta no tiene valores numericos, los ajustes estan en orden de mayor a menor).
3- CORRECCION.
Control de distorsión.
Aberración cromatica lateral.
Salvar el Raw original retocado, como TIFF Perfil de color incrustado ProPhoto RGB 16 bits.
TIFF.16 bits.
-PHOTOSHOP.
-Capa 2
Duplicar capa fondo llamarla “2 Transformar”. Con escala, sesgar y desformar encuadrar la foto.
Duplicar capa llamarla “3 curva para ocurecer”.
-Capa 4
Duplicar capa llamarla “4 Mascara de capa para zona baja del muro”.
A la capa 3 aplicar curvas oscureciendo todo hasta que igualo la luz en la zona inferior del muro.
A la capa 4 Crear mascara de capa, pintar en negro la parte inferior del muro hasta igualarla con la superior.
Fusionar Capas llamarla “5 fusion para contraste tonal”.
Aplicar pluing Color Efex Pro contraste tonal con mascara de capa a todo menos cielo opacidad 50% Aplicar por zonas.
Fusionar Capas llamarla “6 fusion para curva aclarar sombras”.
Duplicar capa llamarla “7 Mascara de capa para aclarar con MASCARA DE LUCES”.
A la capa 7 Crear mascara de capa.
A la capa 6 Seleccionar todo>edicion >copiar.
A La capa 7 pulsar Alt+Mascara de capa, aparece la mascara en grande blanca, Edicion>pegar se pega la imagen en la mascara de capa en gris.
Alt+mascara de capa reduce la mascara, en ella se ha creado una mascara en ByN de la imagen.
En la capa 6 abrir niveles o curvas y aclarar la imagen esta se aclara proporcionalmente a las sombras de la mascara, las luces se quedan casi intactas y las sombras se aclaran mas las mas oscuras y menos las mas claras, aumentando la calidad tonal de la foto.
Acoplar imagen, se acoplan todas las capas.
Pasar el TIF de 16 bits a 8 bits en Photoshop, convertir perfil y salvar como JPG. Perfil de color incrustado sRGB IEC6 1966-2.1.
.Aplicar Pluing Noiseware Pro, ruido. Bajar ruido Ajustes paisaje.a toda la foto.
.Enfocar el J.P.G. con pluing Focusmagic toda la foto.
Con ajustes.
Fix Out-Of-focus blur.
Blur Width= 1.
Amount= 100%.
Guardar la foto.
Antes tudo, posso dizer uma coisa que não tem a ver com esmaltes? EU PASSEI NO VESTIBULAR!
UAHSUAHSUAHSAUSA
Desde o ano passado, quando eu era terceiro ano, que eu comento coisas relacionadas a isso aqui, que estava ausente porque estava meio sem tempo e etc. Fiz a prova agora de 2013.2 e fiquei em 29 de 20 vagas. Até fiquei com certa esperança de ser chamada depois, mas quando saiu a segunda chamada e eu vi que não tinha passado, meio que desacreditei. Mesmo assim continuei olhando loucamente todos os dias o site esperando a lista da terceira chamada. Aí que ontem saiu e eu fiquei tão chocada quando vi meu nome que fiquei tipo "o quê?"
Então, depois disso, deixa eu falar do esmalte UAHSUASHA
Na verdade já tinha aparecido aqui naquela foto com a Alicia. Mas como lá não dava pra ver muito bem, resolvi postar.
E também porque eu tinha uma coisa pra dizer: Se a embalagem do adesivo te diz "não use top coat", é porque não é pra usar top coat, oras. Mas a teimosa aqui quis usar pra ver se realmente ia dar errado KKKKKKKKK. Pois é, deu. Menos de 24h a película/adesivo já estava soltando. E as outras que usei com base isso não aconteceu. Aliás, deram foi um trabalho danado pra eu conseguir tirar. Mas dessa vez aí descolou inteira do esmalte u.u Mas na verdaaaade nem usei o top coat só por 'teimosia", foi mais preguiça. Porque assim, eu só tenho aqui 3 bases: uma risqué e uma colorama, que estão beeem no fim, aquela coisa grossa e gosmenta; e uma da Ideal, essa tinha o suficiente ainda, só que ela é com "efeito ouro" (lê-se: muitos brilhinhos dourados) e por isso não dava pra usar, pq como tem os brilhinhos, ia ficar estranho.
E o Carteado... ahh como é fofo esse esmalte *_* Como o adesivo soltou rápido, eu ia tirar só o adesivo e pintar essas unhas com o Carteado também, pra poder ficar com ele por mais tempo. Só que nesse mesmo dia eu fui hidratar o cabelo com o meu creme tonalizante ou seja, coloquei tinta azul no creme (as pontas do meu cabelo são azul, sim) e aí manchou tudo e o lilás fofo virou um blurple manchado. Logo, tive que tirar.
Tá né, depois de escrever praticamente um livro, já chega por hoje ieuheiuehieue
SEGUNDA EDICIÓN
Como comentamos en su momento, si había suficientes personas interesadas en una segunda edición de nuestro taller "Alma de niño" para el mes de Julio nos plantearíamos la posibilidad de realizar una segunda edición a primeros de ese mes. Justo antes de irnos de vacaciones de verano. 😋️
Pues bien, estamos encantados de confirmar que después de recibir varios correos de compañeros que nos piden que realicemos otro para poder acudir, y de cuadrar fechas de nuestra agenda con las estrellas y constelaciones abrimos una segunda edición de nuestro taller teórico-práctico "Alma de niño", los días 6 y 7 de Julio de 2019, en Valencia.
Este será el último Workshop de este tipo que Ghenesys impartirá en 2019, y aunque sabemos que aún faltan unos pocos meses, si quieres aprender nuestra forma de entender y editar el retrato fotográfico en estudio no pierdas esta nueva oportunidad y reserva plaza, estos talleres suelen llenarse rápido.
Cómo sabéis este año nuestro taller recibe el nombre de "Alma de niño", y por supuesto nos referimos al fotógrafo... 😊 Creemos que os gustará como lo estamos preparando. 😉
Tendremos dos días por delante (desde las 16,00 a las 20,30 h el sábado día 6, y desde las 10,00 hasta las 18,30 h el domingo día 7 de Julio) para enseñaros nuestra humilde forma de entender el retrato infantil en estudio. Para practicar y hacer muchas fotos a nuestr@s model@s (con varios tipos de luz artificial), y mostraros la forma en la que llegamos a los retratos finales, (desde el concepto original a la edición y salida de los archivos acabados). Todo lo que Ghenesys Digital realiza en los retratos infantiles de estudio.
Esto y mucho más os tenemos preparado el 6 y 7 de Julio de 2019 en Valencia... ¿Tienes mejor plan antes de irte de veraneo? 😋
Plazas limitadas +Info: ghenesys.digital@gmail.com
📞 684 26 66 63
En los retratos que acompañan nuestro cartel las preciosas modelos infantiles @danielarobertooficial y
@nayade07_love
ACLARACIÓN SOBRE EL IDIOMA: Este taller se imparte en español, si como nos ha ocurrido en talleres anteriores algún alumno viene de fuera del país y necesita traductor de Francés o Inglés, por favor indicárnoslo en el correo de contacto antes de realizar la reserva, ya que los gastos del mismo no están incluidos en el precio del taller.
#Workshop #tallerfotografia #workshopretrato #tallerInfantil #Fotografia #fotografiainfantil #Ghenesys #IanGhenesys #portratist
La obra que comentamos es un enorme óleo sobre lienzo de 3,38 x 5,00 metros, pintado por José María Casado del Alisal en 1864. El verdadero título del cuadro es «La Rendición de Bailén (de la tradición y de la historia)».
Sorprendentemente, esta apoteosis de la resistencia española contra la perfidia napoleónica fue pintada en París. Esta paradoja ya se había producido con otra producción patriótica del pintor «Juramento de las Cortes Constituyentes en la Iglesia Mayor Parroquial de la Real Isla de León, 24 de Septiembre de 1810» realizada dos años antes.
El «Juramento» fue un encargo oficial. La «Rendición» fue una elección personal del artista, bien que respondía a las exigencias de la beca que percibía y además fue concebida para que fuera adquirida por el Estado, el único cliente que podría hacerse cargo de una obra de esta temática y de semejante envergadura.
Hay que remontarse a la primavera de 1863. Casado está en París continuando su formación artística -para lo que recibe una pensión de la Academia de Bellas Artes de San Fernando- y se espera que realice un gran cuadro de asunto mitológico o asunto histórico para ser expuesto en Madrid y que atestigüe que emplea su estancia en la capital de la pintura moderna con aprovechamiento.
Lo previsible es que hubiese escogido algún pasaje de nuestra historia antigua o medieval. O bien que se inspirase en las gestas de los reyes Católicos y los Austrias Mayores. No obstante, y con toda seguridad influenciado por el «Juramento», optó por un episodio histórico mucho más cercano a la propia contemporaneidad del artista, al evocar uno de los momentos cruciales de la entonces cercana guerra de la Independencia (1808-1814); episodio especialmente sensible todavía para la sociedad de su tiempo, y que gozaría a partir de entonces de un destacado protagonismo entre los monumentales lienzos de historia.
En efecto, el cuadro representa la capitulación del ejército francés ante las tropas españolas tras consumarse la primera gran derrota sufrida por el invasor en las cercanías de Bailén (Jaén), el 19 de julio de 1808. Concretamente, la escena inmortaliza la entrevista que celebraron pocos días después Francisco Javier Castaños (1756-1852), capitán general de Andalucía y jefe de las tropas españolas, y el general Pierre-Antoine Dupont de l`Étang (1765-1840), comandante en jefe del Cuerpo de Observación de la Gironda y uno de los más grandes estrategas de Napoleón, con el propósito de fijar las condiciones de la rendición. Castaños, al frente del ejército español, compuesto por militares regulares y guerrilleros del pueblo, saluda respetuoso y con gesto afable al francés vencido, quitándose el bicornio mientras se inclina en cortés reverencia. Por su parte, Dupont, con actitud seria y orgullosa, responde a este ademán abriendo sus brazos en señal de completa rendición, declarándose prisionero tras entregar su espada -hasta entonces invicta- al general español.
A pesar de la apariencia de creíble veracidad histórica que Casado logró infundir a la narración compositiva de la escena, la rendición de Bailén no tuvo lugar en el mismo campo de batalla ni ante los cuatro jefes de las divisiones españolas: Reding, Coupigny, Jones y Lapeña, sino que fue firmada en una casa de postas de Andújar el 22 de julio, sin que estuvieran presentes los dos primeros generales españoles ni el francés Gobert, que había muerto pocos días antes en los enfrentamientos de Mengíbar. Señalemos que estas recreaciones no eran la excepción en la época sino la norma. Jacques-Louis David marcó la pauta para los pintores de la Edad Contemporánea eliminando a protagonistas y haciendo figurar a ausentes en obras como «El Juramento del Juego de la Pelota» o «La Consagración de Napoleón».
Es más, esta hábil amalgama de lo sucedido, lo verosímil y lo inventado se observaba también en los grabados de los semanarios como «La Ilustración Española y Americana» El propio público se sentía satisfecho ante estas actualidades reconstruidas y las exigía. La fotografía y el naciente cine también se dejaron llevar por esta premisa de representar lo que pasó no como aconteció sino como tenía que haber sucedido. Excusado es señalar que esta teatralidad, esta ejemplaridad se extendió a todos los géneros pictóricos de la época desde la pintura histórica al costumbrismo.
Para el público, el episodio histórico verdadero (o mítico) acababa contemplándose tal cual había sido reconstruido por tal o cuál pintor. A esta confusión contribuía el que la obra fuese reproducida en litografías en revistas como la ya mencionada «La Ilustración Española y Americana» y versiones simplificadas acaban adornando las monumentales Historias de España de la época. Réplicas aún más esquemáticas pasaban a los libros escolares, práctica que continuó hasta bien entrado el franquismo. En fin, no podemos olvidarnos de las colecciones de cromos, cajas de cerillas, postales, sellos de correos, etc. En algunos casos era el propio pintor el que iniciaba este proceso al suministrar al grabador dibujos preparatorios o bocetos de la obra. Otras veces el proceso se recorría el sentido y eran los semanarios de actualidad los que servían de inspiración al artista. Significativamente el Museo del Prado conserva una reproducción de albúmina sobre papel fotográfico y una fototipia sobre cartulina.
Continuando con el análisis de la obra, y como resulta obvio, a la hora de componer la escena de esta famosa capitulación, José Casado del Alisal quiso rendir un claro homenaje a «La rendición de Breda» de Velázquez distribuyendo de forma muy semejante los grupos de los dos ejércitos, tras los que también se despliega una visión panorámica del escenario del combate, haciendo asimismo hincapié en el comportamiento respetuoso del representante español ante el enemigo vencido. Los mástiles de los banderines y enseñas que enarbolan las caballerías de ambos bandos acaban de subrayar el recuerdo del lienzo velazqueño, concentrando igualmente en su centro despejado a los dos grandes protagonistas de la rendición, como núcleo geométrico de una distribución en aspa de las masas de soldados y cabalgaduras. Señalemos que, según el anecdotario de la batalla, efectivamente Castaños mostró una actitud afable frente a un Dupont altanero en la derrota.
No obstante, y es la segunda de las contradicciones del cuadro, resultan perceptibles la influencia de los pintores franceses Gros y Gerard, especialistas en campañas napoleónicas, y de otros pintores, como Horace Vernet, que trabajaron en la Galería de las Batallas del Palacio de Versalles. Efectivamente, Casado de Alisal había estudiado y asimilado en profundidad la pintura de historia francesa durante su estancia en París.
El lienzo fue enviado a Madrid en 1864 nada más ser concluido, exponiéndose en el recién construido Teatro Real donde obtuvo un importante éxito de público, llegando a ser contemplado por los reyes Isabel II y don Francisco de Asís de Borbón. La reina quedó tan entusiasmada con la obra que la compró y otorgó a Casado el título de Pintor Honorario de Cámara.
En 1921 fue donada por el rey Alfonso XIII al Museo de Arte Moderno. En 1971 pasó, junto con el resto de los fondos del siglo XIX de dicha institución, al Museo del Prado, Madrid, donde se expone desde entonces, inicialmente en el Casón del Buen Retiro y desde 2009 en el Edificio Villanueva.
Esta entrada está basada en las reseñas de la obra del Museo del Prado, Artehistoria y la Wikipedia. La imagen procede de la página del Museo del Prado:
www.museodelprado.es/coleccion/obra-de-arte/la-rendicion-...
Este é o nosso comentário audiovisual sobre fotografias do acervo Lente Quente. Os fotógrafos do projeto selecionam uma imagem que tenham feito e destacam aspectos envolvidos na produção jornalística. A ideia é permitir que o fotógrafo apresente motivações e decisões de bastidor do fotojornalismo.
Link: flic.kr/p/yKHfFw
Edição: Angelo Rocha.
Colaboração: Lucas Feld.
Fotógrafo convidado: José Tramontin.
Ya comente esta fiesta en otra foto anterior.
Cae la tarde sobre el gran canal, este empieza a llenarse de barcos para la celebración de la fiesta del Redentore que se repite cada tercer Domingo de Julio, es tanto una fiesta religiosa como profana. Al fondo la Iglesia de San Giorgio Maggiore. Esta celebración evoca el final de la epidemia de la peste durante la segunda mitad del siglo XVII. Según la historia, la peste se difundió debido al comercio con el Oriente.
El Dogo Venier prometió construir una nueva iglesia cuando la Serenissima hubiera logrado escaparse de la peste. Una vez que la peste desapareció, el Dogo cumplió la promesa entregando el proyecto de la iglesia al Palladio en 1592. La antigua iglesia estaba hecha de madera, mientras que al final fue construida según el diseño del Palladio.
Durante la repetición anual de este acontecimiento, muchos barcos, adornados con luces,
parten del puente de Plaza San Marco y llegan hacia la Iglesia. Las personas que van a pie utilizan el puente provisional, montado sobre el agua a través de plataformas que conectan Venecia a la isla de Giudecca. De esta manera, los Venecianos que no tienen barco, pueden llegar a la Iglesia del Redentore a pie, disfrutar de la procesión y de la celebración bebiendo vino y comiendo el plato traditional llamado "Saor".
La fiesta empieza por la mañana y acaba a la medianoche, cuando fuegos artificiales colorados iluminan la plaza de San Marco y su fantástica construcción.
Nikon D80. Tamron AF 17-50mm f/2.8 SP XR Di II LD Aspherical IF.
F2,8 1/1200 seg. 17 mm. -0,67 EV ISO100.
RAW 12 bits
-PHOTOSHOP CS5 MAC. Revelado: ajustes generales con Camera raw.
Abrir como .Nef Adobe RGB (1998) 16 bits 2592x3872 (10Mp) 300ppi.
Capa 1 Fondo.
Capa 2 Tranformar, Sesgar, Desformar y Escala.
Capa 3 Clonados varios.
Capa 4 Correccion selectiva del color, mejorar algunos colores + mascara de capa para aplicar por zonas.
Capa 5 Fusionar capas, sin borrarlas.
Capa 6 Capa ajuste curva oscurecer.
Capa 7 Capa curva, + mascara de capa, perfeccionar mascara de capa, aclarar algunas zonas y oscurecer otras, opacidad 100%.
Capa 8 Fusionar capas, sin borrarlas.
Capa 9 Mejorar ruido, Pluing disminuir ruido Topaz Labs, Raw Lightest.
Capa 10 Fusionar capas, sin borrarlas.
Capa 11 Pluing Color Efex Pro. Tonal contraste Luz=30 Medios=30 sombras=30 saturacion=0. Opacidad general 40% + Mascara de capa para aplicar por zonas. Aplicar el contraste tonal con opacidades variables del pincel por zonas.
Capa 12 Fusionar capas, sin borrarlas.
Capa 13 Filtro mascara de enfoque A.P.S C=150 R=0,8 U=0. opacidad 100%.
Accion mia. Pasar de Net 16 bits a 8 bits, convertir a Perfil de color incrustado sRGB IEC6 1966-2.1 + Guardar como J.P.G.
flickriver.com/photos/javier1949/popular-interesting/
3TTMAN (Louis Lambert) "La Chutte" (La Caída) calle Marcelo Usera 168.
El autor comenta: después de 7 días de trabajo, probablemente no sea la pared me siento más orgulloso en términos de significado pero era un desafío. Cada forma en que el mural es enorme y el tiempo no ha colaborado durante su realización. De todos modos, estoy supercontento de haberlo hecho. Como el título lo indica, se trata de la caída de la criatura / civilización. Podrían ser terrestre o podrían ser dios, pero que están cayendo sonriendo ... "L'importante pas c'est la chutte; c'est l'atterrissage. No podría haberlo hecho sin la ayuda de Don Andrea Pancaldi.
3ttman.com/site/2014/12/15/la-chute/ 3ttman.com/site/ www.delimbo.com/expos-artistas/3ttman/
Paisaje Sur. Plan de Mejora del Paisaje Urbano en Usera y Villaverde
Artistas de vanguardia decoran las fachadas, muros y otras zonas con “graffitis” de diseño
Un experimento sociológico en Nueva York instaló dos coches en barrios muy diferentes de esta ciudad: el suburbial Bronx, y el bohemio y elegante Village. A ambos vehículos se les rompieron las ventanillas. El que se colocó en el Bronx, a las 24 horas había sido vandalizado y estaba destrozado. El del Village, lo mismo. “Cuando un espacio está degenerado, esa sensación se contagia, y se acelera la degradación”, concluye el concejal de Las Artes, Pedro Corral. Precisamente para evitar este efecto, se han elegido los distritos de Usera y Villaverde para la segunda experiencia de Mejora del Paisaje Urbano en la capital, un experimento que lleva el arte urbano más vanguardista a las zonas degradadas de los distritos periféricos. La idea es convertir lo que hasta ahora era un espacio abandonado –una tapia de un solar, una fachada, un muro medianero entre bloques...– en una referencia artística para los vecinos. Lo hacen contando con éstos, con artistas vinculados a los barrios y de renombre en el panorama del arte urbano. Con sus creaciones, dan una nueva vida a lugares que están abandonados, sin uso o que el tiempo ha deteriorado. Les dotan de una nueva personalidad, y en función del artista y de la inspiración del lugar, pueden llegar a transformar una plaza, un solar o una medianería sin aparente gracia en un rincón lleno de arte, y convertir las calles en auténticos museos al aire libre.
Este plan, desarrollado por la Dirección General de Patrimonio Cultural y Calidad del Paisaje Urbano del Ayuntamiento de Madrid, se enmarca en las líneas estratégicas encaminadas al fomento de la creatividad, la participación pública, la colaboración con los distritos y la difusión del paisaje urbano.
Paisaje Sur engloba un conjunto de actuaciones en Usera y Villaverde, tras el éxito del proyecto piloto en el distrito de Tetuán. Las acciones incluyen intervenciones sobre muros deteriorados, en plazas duras y la mejora y acondicionamiento de huertos urbanos. Participan artistas y colectivos, organizaciones ciudadanas, agentes culturales, económicos y sociales de los barrios, en coordinación con las Juntas Municipales de distrito. Los espacios y el tipo de intervenciones se han decidido tras analizar las necesidades de cada distrito así como los posibles ámbitos de actuación del proyecto. Además se ha contactado con el tejido asociativo y vecinal de los diferentes espacios a intervenir para involucrar a los vecinos en esta "puesta en valor" de sus barrios.
Entre las intervenciones, se encuentran murales realizados por creadores y colectivos de artistas radicados en el distrito. También se han acondicionado espacios o solares con huertos urbanos ya creados por los vecinos, con la intención de mejorar sus infraestructuras y dar apoyo a sus usuarios. Asimismo, se van a realizar acciones sobre plazas duras, mediante la creación de infraestructuras y espacios culturales portátiles demandados por los vecinos en plazas con poco uso para su gestión ciudadana. Se organizan, además, charlas con los vecinos para explicarles las acciones y se han nombrado coordinadores vecinales para que, como agentes sociales con conocimiento del contexto social y cultural, coordinen y difundan el proyecto dentro de cada uno de los barrios a través de visitas guiadas.
Estos proyectos se están llevando a cabo de la mano de Intermediae-Matadero Madrid, que han contado con Basurama, PEC, Todo por la Praxis, Zuloark, Las Ciento Volando, Jóvenes Creadores de Villaverde, Cruz Roja de Villaverde, Asociación Vecinal La Incolora de Villaverde, Servicio de Dinamización de Espacios Públicos de la Asociación La Rueca, Asociación de Vecinos Zofío de Usera, Sala Kubik Fabril y Espacio Oculto. Además han participado destacados artistas como LAGUNA, 3TTMAN, SUE, SPOCK y DOSJOTAS en el distrito de Usera; y LIQEN, ESCIF, SAM3, ARYZ y E1000 en el distrito de Villaverde.
Durante el año 2014, se han realizado doce de estas intervenciones en varias localizaciones diferentes
Este é o nosso comentário audiovisual sobre fotografias com fotógrafos da cidade de Ponta Grossa que de alguma forma são parceiros do projeto Lente Quente. A ideia é reunir e identificar o potencial fotográfico que a cidade tem e junto permitir uma aproximação com os diferentes estilos de fotógrafos.
Produção e edição: Angelo Rocha.
Fotógrafo convidado: Desirée Georgia