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Eu estava mais que ansioso por esta nova mixtape, e a razão é simples: eu, Raphael Morone, me interesso pela cultura uruguaia há mais de dez anos. O motivo do interesse surgido naquela época era apenas o futebol e as façanhas da celeste nos campos pelo mundo. Mas a coisa cresceu e não ficou apenas na questão esportiva. Quis ir a fundo, saber da cultura daquele país vizinho cuja população era menor que a de um bairro de São Paulo. Não é possível que os caras fossem bons apenas no futebol, no churrasco e no alfajor. Tinha que ter mais. E tinha: o candombe.

 

O candombe é o ritmo ligado aos negros do Uruguai e da Argentina, sendo que no Uruguai tem uma relevância maior na cultura do país, principalmente pela quantidade de afrodescendentes ser maior por lá. Junto com as murgas, é a base do Carnaval uruguaio e assim como o samba aqui no Brasil, também tem seus desdobramentos em outros gêneros da música popular. Alguns especialistas também consideram o candombe um parente próximo do tango e da milonga, ritmos mais conhecidos, algo como o ska-rocksteady-reggae na Jamaica. Candombe vem de ndombe, negro no idioma Bantu e na segunda metade do século XVIII designava as celebrações que os escravos chegados faziam encenando a coroação dos reis do Congo com batuques dos tambores e vestimenta própria. Com o tempo, ele penetrou nos bairros da capital uruguaia e também se popularizou entre os brancos. Ainda assim, é um símbolo de resistência na coletividade afro. Para não confundir os leitores, vale uma explicação ainda mais detalhada sobre o nome: muitos destes escravos que chegavam em Buenos Aires e Montevidéu vinham da mesma região dos que desembarcavam no Brasil. Portanto, o candombe mineiro da Serra do Cipó e o candomblé na Bahia, tem tudo um mesmo tronco de origem do candombe rioplatense.

 

Nesta mixtape, a idéia foi fazer um apanhado de várias épocas do candombe, começando pelos principais nomes, como Lágrima Rios, um ícone da cultura negra uruguaia e os maestros Romeo Gavioli, Manolo Guardia e Pedrito Ferreira. Nesta primeira parte, as gravações são bem antigas, tem coisa de 1949, como Tinta Negra, de Gavioli. Essa track, aliás, é quase um tango, um bom modo de sacar essa origem citada anteriormente. Já na segunda parte, partimos pros anos 60, onde o candombe se mistura com a beatlemania que chegava no Uruguai e ganha uma roupagem diferente, o candombe beat. Os destaques desta época são os grupos Los Shakers, El Kinto e duas figuras importantíssimas na música uruguaia como um todo: Ruben “El negro” Rada e Eduardo Mateo. Rada foi o responsável por pegar o candombe beat e recolocar a africanidade perdida e Mateo, letrista de mão cheia, fazia de cada canção composta uma obra. Na terceira e última parte, selecionamos candombes que se misturam com outros estilos e gente das décadas seguintes, bem como a atualidade. Entre os principais nomes, outro mito da música uruguaia, Alfredo Zitarrosa. Famoso pelas milongas, em Carnaval o músico mostra que o período em que viveu em bairros com população negra e candombera o influenciou bastante. Outro bamba é Jaime Roos, outro nome importante da música local em uma de suas músicas de maior sucesso. Entre os nomes atuais, o candombe-rap do Contra las Cuerdas e Martin Buscaglia, de repertório variado, mas que tem essa jóia selecionada entre seus melhores sons. Pra fechar, uma vedette do carnaval uruguaio em uma das suas pouquíssimas e tardias gravações e um trecho sobre os negros e o futebol do livro Futebol ao sol e a sombra, do mestre Eduardo Galeano, lido por ele mesmo.

 

Agora, vamos CANDOMBEAR!

 

OUÇA EM: www.coletivoaction.com/principais/oye-oye-candombe-urugua...

Desfile de Llamadas 2020 - Barrio Sur - Montevideo - Uruguay |

 

History goes that during the days of the Spanish colony, many African men and women were brought to America as slaves in order to fulfill tasks at the houses of the most remarkable families in Montevideo.

 

When slavery was finally abolished, these Uruguayan citizens began to form new groups and thus they gave shape to the neighborhoods popularly referred to as "Negro neighborhoods"...

 

Candombe was the rhythm that not only joined them together but also reminded them of their African past and held them close to their origins, to their history.

Ref: www.welcomeuruguay.com/montevideo/llamadas-of-montevideo....

 

El desfile de Llamadas contó este año con más de 50 agrupaciones, conformando una de las fiestas populares más grandes del Uruguay. Esta edición lleva el nombre de Julio "Kanela" Sosa, en homenaje al emblemático artista del carnaval uruguayo fallecido en diciembre pasado. Ref: www.tvshow.com.uy/desfile-llamadas-horarios-entradas-orde...

 

Catanga (invitada de Chile)

Roberto Acosta

Mundo Afro

Mujeres de negro

Pasacalle INEFOP

Les Grandes Personnes

Carro alegórico

Emergencia 1727

Tronar de Tambores

Cenceribó

Valores

Uráfrica

La Jacinta

La Unicandó

La Tangó

Candongafricana

Sarabanda

C1080

Yambo Kenia

La Gozadera

La Facala

M.Q.L.

Elegguá

La Explanada

Batea de Tacuarí

La Simona

Umbelé

La Fabini

Samburú Moran

Nimba

Rugir de Varona (invitada)

 

Isla de Flores, desde Carlos Gardel hasta Minas

Montevideo, Uruguay

 

Camera: RICOH GR III

Focal Length: 18.3 mm

Exposure: ¹⁄₁₂₅ sec at f/2.8

ISO: ISO 1250

El desfile fue un gran atractivo en el público local y turista. ( Foto: Estrella Herrera)

Las Llamadas, Barrio Sur y Palermo, Montevideo, Uruguay.

Camera: Canon EOS 5D Mark II

Lens: Zeiss Planar T* 1.4/50 ZE

Focal Length: 50 mm

Exposure: ¹⁄₈₀ sec at f/2.0

ISO: 1000

 

Published: invertirviviruruguay.com/el-candombe-en-uruguay

Some neighbours of El Bajo area in the Old Town get together in a hot summer night to play drums and practice for the Desfile de Llamadas which is part of the Carnival festivities. The beat is the traditional candombe played by the African slaves in the XIX century. Most of them grew up rooting for the now defunct basketball club Las Bóvedas, so their flag bears the colours of the club, green, white and red. The "comparsa", or band, is amateur. Instruments, costumes etc are paid by the participants, with luck with the sponsorship of the neighbourhood grocery store or similar businesses. This was a very informal rehearsal: no costumes, and families joining in.

 

Ref. bove_1725

Grupo de Candombe com integrantes uruguaios, argentinos e brasileiros.

Candombe é uma manifestação uruguaia que consiste em uma mistura de ritmos africanos. Foi reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Umanidade.

Fotos realizadas em Paraty, Rio de Janeiro.

Las Llamadas, Barrio Sur y Palermo, Montevideo, Uruguay.

Camera: Canon EOS 5D Mark II

Lens: EF15mm f/2.8 Fisheye

Focal Length: 15 mm

Exposure: ¹⁄₅₀ sec at f/2.8

ISO: 1000

Some neighbours of working class El Bajo area in the Old Town get together to practice for the Carnival Parade. This is a group of friends who grew up rooting for the now defunct basketball club Las Bóvedas, so they carry a flag with the club´s green, white and red colours. It is an amateur affair; costumes etc are paid by the participants, and hopefully the sponsorship of the neighbourhood grocery or similar businesses. This was a rehearsal, no costumes yet! Good family fun.

ref bove_1617

www.juanluisuruguay.com

 

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La Roma en el desfile de la Movida Joven

Las Llamadas, Barrio Sur y Palermo, Montevideo, Uruguay.

Camera: Canon EOS 5D Mark II

Lens: EF15mm f/2.8 Fisheye

Focal Length: 15 mm

Exposure: ¹⁄₁₀₀ sec at f/2.8

ISO: 1250

Umbanda (Candombé) ceremony; Manaus, Amazonas, Brazil

Las Llamadas, Barrio Sur y Palermo, Montevideo, Uruguay.

Camera: Canon EOS 5D Mark II

Lens: Zeiss Distagon T* 2/28 ZE

Focal Length: 28 mm

Exposure: ¹⁄₈₀ sec at f/2.0

ISO: 1600

 

Published: www.pysnnoticias.com/2011/04/25/llame-a-la-enfermedad-men...

Las Llamadas, Barrio Sur y Palermo, Montevideo, Uruguay.

Camera: Canon EOS 5D Mark II

Lens: Zeiss Distagon T* 2/28 ZE

Focal Length: 28 mm

Exposure: ¹⁄₈₀ sec at f/2.0

ISO: 1600

Las Llamadas, Barrio Sur y Palermo, Montevideo, Uruguay.

Camera: Canon EOS 5D Mark II

Lens: Zeiss Planar T* 1.4/50 ZE

Focal Length: 50 mm

Exposure: ¹⁄₈₀ sec at f/2.0

ISO: 1000

Las Llamadas, Barrio Sur y Palermo, Montevideo, Uruguay.

Camera: Canon EOS 5D Mark II

Lens: EF15mm f/2.8 Fisheye

Focal Length: 15 mm

Exposure: ¹⁄₁₀₀ sec at f/3.2

ISO: 1250

Las LLamadas, Barrio Sur y Palermo, Montevideo, Uruguay.

 

Camera: Canon EOS 5D Mark II

Lens: Zeiss Distagon T* 2/28 ZE

Focal Length: 28 mm

Exposure: ¹⁄₈₀ sec at f/2.0

ISO: 250

Las Llamadas, Barrio Sur y Palermo, Montevideo, Uruguay.

Camera: Canon EOS 5D Mark II

Lens: Zeiss Planar T* 1.4/50 ZE

Focal Length: 50 mm

Exposure: ¹⁄₈₀ sec at f/2.0

ISO: 1000

Joan Fernández fabrica tambores para candombe

 

Joan Fernández is a candombe drum manufacturer, here drinking a typical uruguayan beverage: mate.

 

Candombe is one of the most important folkloric music here in Uruguay, specially in Montevideo, among tango and murga.

It was raised by the african slaves brought to Montevideo in the 18th century.

Now, although its african origin is respected, uruguayans feel candombe as a very own expression. Not only black people plays it, in the comparsas (a candombe group, as candombe is played in groups) you can find white men (called "lubolos"), and now even women (in the begining women were only allowed to dance, but now the can play the drums too).

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Su marca es "Joan F. tambores" y el taller está en el Parque Tecnológico Industrial ( PTI )

del Cerro.

Fabrica los tres tambores del candombe: chico, repique y piano, y hace diferentes modelos y tamaños. Por ejemplo, hace tambores un poco más chicos para mujer y para vender a la Argentina.

 

Gran tipo, me cuenta sobre el candombe, las comparsas, los tambores y la vida.

 

Drums getting templated to sound better.

Las LLamadas, Barrio Sur y Palermo, Montevideo, Uruguay.

 

Camera: Canon EOS 5D Mark II

Lens: EF135mm f/2L USM

Focal Length: 135 mm

Exposure: ¹⁄₆₀ sec at f/2.0

ISO: 200

 

Published: www.pysnnoticias.com/2011/04/21/obtener-mi-ex-novio-¿com...

El ritmo del candombe no es solo patrimonio de Uruguay. ( Foto: Estrella Herrera)

nanquim garabatos. colagem analógica + digital.

 

nanquim drawing. handmade collage with digital intervention.

Alrededor de 10 mil espectadores disfrutaron de la propuesta cultural con más de 1.600 artistas argentinos y uruguayos convocados para la Llamada. ( Foto: Estrella Herrera)

Buenos aires, 17 de febrero de 2014.- El Museo Malvinas e Islas del Atlántico Sur celebró los carnavales al ritmo de las comparsas.

 

Las comparsas La Rosa Negra y Escalandombe dieron inicio a una jornada en la cual se propuso redescubrir y celebrar la cultura afro.

 

Se descubrió la imagen de María Remedios del Valle, argentina afrodescendiente que participó como auxiliar en la batalla de Ayohúma en el ejército de Manuel Belgrano durante las Invasiones Inglesas, y luego fue capitana del Ejército del Norte durante la guerra de la Independencia argentina. Como homenaje, formará parte del espacio dedicado a Las Mujeres de la Patria del Museo Malvinas e Islas del Atlántico Sur.

 

Para finalizar, un show musical de Sommorena y acompañado por artistas de distintas disciplinas tuvo lugar en el Parque de la Soberanía.

 

Foto: Augusto Starita / Ministerio de Cultura de la Nación.

Las LLamadas, Barrio Sur y Palermo, Montevideo, Uruguay.

 

Camera: Canon EOS 5D Mark II

Lens: Zeiss Distagon T* 2/28 ZE

Focal Length: 28 mm

Exposure: ¹⁄₈₀ sec at f/2.0

ISO: 640

History goes that during the days of the Spanish colony, many African men and women were brought to America as slaves in order to fulfill tasks at the houses of the most remarkable families in Montevideo.

 

When slavery was finally abolished, these Uruguayan citizens began to form new groups and thus they gave shape to the neighborhoods popularly referred to as "Negro neighborhoods"...

 

Candombe was the rhythm that not only joined them together but also reminded them of their African past and held them close to their origins, to their history.

Ref: www.welcomeuruguay.com/montevideo/llamadas-of-montevideo....

Camera: LEICA Q

Lens: 28 mm f/1.7

Focal Length: 28 mm

Exposure: ¹⁄₂₅₀ sec at f/1.7

ISO: 800

*Candombe, polvo de santos, is venerated by those who worship Yoruba-Orishna by those of African origin it is still performed and danced at Orisha offerings and sacrifices in Bocas del Toro, in Panama and other parts of Colombia. The music which is breathtaking starts with Cumbias followed by drum beats imitating heart beats. The emphasis being on healing of sickened relatives.

As a young man have personally witnessed miracles in healing being achieved after reaching a climax during a trance.

this mixed media is best viewed on black

La 1080 en la despedida de Paes Vilaró en el nuevo Medio Mundo.

Vedette integrante de las comparsas que desfilan en las llamadas del Uruguay.

Desfiles de Las Llamadas - The Calls Parade

 

History goes that during the days of the Spanish colony, many African men and women were brought to America as slaves in order to fulfill tasks at the houses of the most remarkable families in Montevideo.

 

When slavery was finally abolished, these Uruguayan citizens began to form new groups and thus they gave shape to the neighborhoods popularly referred to as "Negro neighborhoods"...

 

Candombe was the rhythm that not only joined them together but also reminded them of their African past and held them close to their origins, to their history.

Ref: www.welcomeuruguay.com/montevideo/llamadas-of-montevideo....

 

Camera: LEICA Q

Lens: 28 mm f/1.7

Focal Length: 28 mm

Exposure: ¹⁄₁₀₀₀ sec at f/1.7

ISO: 800

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