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Wik van den Burg, eigenaresse van De Buik en Theater De Bovenbuik.

Wiking 41h Henschel HS 100 truck - 1:90 scale plastic model made in Germany. 414-1-3 (41h) 1959-1962. See:

www.wiking-datenbank.de/viewtopic.php?f=714&t=312&...

Wiking 1:87 Büssing D2U West Berlin double-decker bus – plastic model – closed rear platform – Beru spark plug adverts. This was a later issue (1990) – note the two-part wheels. Wiking Datenbank reference 722-9-1.

This was also issued in a promotional box celebrating 75 years of Beru, 1912-1987, and including a metal lapel pin.

Das Denkmal "Wik" oder "Feuer aus den Kesseln" von Hans-Jürgen Breuste (1982) im Ratsdienergarten in Kiel-Altstadt am Kleinen Kiel erinnert an den Kieler Matrosenaufstand.

Siehe KulturSpuren Kiel: Matrosenaufstand - Denkmal Wik

KUNST@SH: Hans-Juergen Breuste, Wik-Denkmal zum Matrosenaufstand 1918

English: en.wikipedia.org/wiki/Marv%C3%A3o

is a municipality in Portalegre District in Portugal. The population in 2011 was 3,512, in an area of 154.90 km².The present Mayor is Vitor Martins Frutuoso, elected by the Social Democratic Party. The municipal holiday is September 8.

Perched on a granite crag of the Serra de São Mamede, Marvão's name is derived from an 8th-century Muladi duke, named Ibn Marwan. Ibn Marwan used the fortress as a power base when establishing an independent statelet ("emirate", duchy) - covering much of modern-day Portugal - during the Emirate of Cordoba (884-931 CE). The castle and walled village were further fortified through the centuries, notably under Sancho II of Portugal (13th century) and Denis of Portugal.

History

Commanding spectacular views across the Tagus basin and Serra de Estrela to the north, the fortified rock of Marvão has been a site of significant strategic importance since the earliest human settlements. Today lying on the 'raia' that divides Portugal and Spain, Marvão has consistently stood on a frontier zone between peoples: Celtici, Vettones and Lusitani (4th-2nd century BCE); Lusitanians and the Romans of Hispania Ulterior (2nd-1st century BCE); migratory Suevi, Alans, Vandals and Visigoths (5th-7th century CE); conquering moors and Visigoths (8th century); muwallad rebels and the Cordoban emirate (9th-10th century); Portuguese nation-builders and Moors (12th-13th century); Templars and Hospitallers (12th-14th century); Portuguese and Castilians (12th century-present day); Liberals and Absolutists (19th century); the fascist regimes of Salazar and Franco (20th century).

Marvão's natural assets have contributed to the 'uniqueness' of this remote village as perceived by visitors today: (i) as nigh-impregnable 'eagle's nest' fortress - perched high on a granite crag, and bordered on the south and west by the Sever river; (ii) as vital lookout-point towards the Alcántara Bridge (70 km (43 mi) away), a wide stretch of the Tagus basin and the Serra de Estrela; (iii) as a gateway to Portugal from Spain via the Porta da Espada ('Sword Gate') mountain pass of the Serra de São Mamede. These assets have ensured its status as the 'Mui Nobre e Sempre Leal Vila de Marvão' (Very Noble and Ever-Loyal Town) into the present day.

Página oficial: www.cm-marvao.pt/pt/

História

A utilização dos rochedos de Marvão para refúgio de povoações assoladas por povos invasores, como atalaia ou como ponto estratégico em termos estritamente militares, datará, pelo menos, do período romano. Podemos referir os seguintes factos históricos cabalmente documentados:

Período Romano e Alta Idade Média

Se no séc. X, o que é hoje Marvão, era identificado pelo historiador cordovês Isa Ibn Áhmad ar-Rázi, por Fortaleza de Amaia e por Fortaleza de Amaia-o-Monte, entre outras designações, tal facto levanta a hipótese de que existiria fortificação no topo do monte que teria servido a cidade de Ammaia, fundada no séc. I, durante a sua existência.

Período Árabe - séc. IX

No séc. X, Marvão era identificada, pelo historiador cordovês acima referido e para além das designações já aludidas, por Monte de Amaia e por Amaia de Ibn Maruán. Ibn Maruán, de seu nome completo 'Abd ar-Rah.ma:n Ibn Marwa:n Ibn Yu:nus al-Jillí:qi (Ab-derramão filho de Marvão filho de Iúnece - i. e. Johannes-João - o Galego), era um muladi de nobre estirpe emeritense que se celebrizou no último quartel do séc. IX como rebelde e caudilho de guerra contra o Emirato

de Córdova. A Fortaleza de Ammaia servia então como refúgio estratégico ao (re)fundador de Badajoz quando, nesta capital, se sentia ameaçado. Assim aconteceu no ano de 884 perante a aproximação das tropas do Emir Muhâmmad, ameaçando destruir a cidade e fugir para o seu Monte: Marvão.

Período da Reconquista - 1160/1166

Na sua campanha de 1160/1166, o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, terá conquistado Marvão, embora não se saiba se definitivamente, tendo em conta a contra-ofensiva de Almansor, entre 1190/1191, até à linha do Tejo.

Foral de 1226

Em 1226, D. Sancho II atribui a Marvão o seu primeiro foral, um dos primeiros forais régios no Alentejo.

D. Dinis apodera-se de Marvão

A importância estratégica de Marvão - e de outros Castelos da raia - levam D. Dinis a disputa-lo a seu irmão D. Afonso, no ano de 1299, apoderando-se da fortificação.

Crise de 1383-1385

Tomada do Castelo por forças partidá-rias do Mestre de Avis sendo alcaide Fr. Pedro Álvaro Pereira, Prior do Crato, Fronteiro-mor do Alentejo e alcaide de Portalegre, após renhido combate que durou meio dia.

Guerra da Restauração, 1641-1668

A partir da restauração da independência, a velha fortificação medieval é reabilitada face às novas tecnologias de guerra, ficando abaluartada nas zonas sensíveis e transformando-se o Castelo na sua cidadela. No decorrer da guerra desempenha um importante papel na defesa do Alto Alentejo. Registaram-se dois ataques importantes à fortaleza: em 1641 e em 1648, este último sob o comando do Marquês de Lagañes.

Guerra da Sucessão de Espanha, 1704-1712

Após a queda de Castelo de Vide, a 24 de Junho de 1704, entregou-se a Praça de Marvão, sem batalha. Mais tarde, tendo a população, o governador francês dos paisanos mandou aprisionar a população, enforcar, para exemplo, alguns populares, e enviar outros sob prisão para Castela, incluindo os frades do Convento de Nossa Senhora da Estrela. A Praça foi posteriormente tomada pelo exército português comandado pelo Conde de São João. Frente ao Baluarte das Portas da Vila, distinguiu-se o ataque desferido pelo terço de infantaria portuguesa comandado pelo Conde de Coculim.

Guerra dos Sete Anos, 1756-1762

Em Novembro de 1762, Marvão sofreu um ataque surpresa por parte do exército espanhol, durante as últimas operações.

Testemunho da importância estratégica da Praça, 1796

Tenente Coronel Engenheiro, Tomás de Vila Nova e Sequeira: A posição que tem na linha da Fronteira a faz importante para a sua defesa, porque de Valência de Alcântara ou de Albuquerque para Portalegre, para o Crato, para Castelo de Vide e também para Ribatejo, não há outra estrada por onde se possa conduzir artilharia que a do Porto da Espada, que passa à vista da Praça no sítio a que chamam o Prado, e por ela também é que se pode levar artilharia contra a mesma Praça.

Guerra das Laranjas, 1801

A Praça de Marvão sofre vários ataques, resistindo sempre.

Guerras Peninsulares, 1807-1811

No dia 25 de Junho de 1808, a Praça, governada pelos franceses, sofre um assalto vitorioso por parte de um corpo de voluntários valencianos (Valência de Alcântara) chefiados por D. Mateus Monge. Os espanhóis foram instigados pelo destemido escrivão do geral da vila (ou Juís de Fora?) de Marvão, Joaquim António da Cruz, que se havia refugado em Espanha após uma sua tentativa, malograda, de sublevação da população. O assalto foi comandado pelo Tenente-Coronel espanhol D. Vicente Perez e pelo Tenente-Coronel graduado de milícias, D. Pedro de Magalhães, filho do arquitecto português Teodoro Magalhães.

Guerras Liberais, 1832-1834

Em Junho/Julho de 1833, a Praça de Marvão, comandada pelo miguelista Coronel Francisco da Silva Lobo, resiste às intimações de rendição feitas pela guerrilha constitucional, por sua vez comandada pelo antigo coronel do exército espanhol, D. Manuel Martini. Neste período, servia de refúgio, base de apoio logístico e ponto de partida para incursões em Espanha, aos carlistas que acompanhavam o infante espanhol, D. Carlos Maria Isidro (1788-1855). Decorria em Espanha a Primeira Guerra Carlista ou Guerra dos Sete Anos (1833-1839), sendo os carlistas comandados pelo brigadeiro D. Fernando Peñarola. Em 12 de Dezembro de 1833, é conquistada a Praça de Marvão pelas tropas liberais, reunidas sob a designação de Legião Patriótica do Alentejo, com ajuda de tropas espanholas e com a cumplicidade de elementos do interior da fortaleza. De Dezembro de 1833 a 26 de Março de 1834, Marvão é cercada pelas tropas miguelistas, sob o comando do Brigadeiro António José Doutel.

As tropas liberais, comandadas pelo General António Pinto Álvares Pereira, eram abastecidas a partir do território espanhol. Foram socorridas, a 22 de Março de 1834, por forças vindas de Espanha, comandadas pelo Tenente-General José Joaquim de Abreu. O cerco levantado a 26 de Março é referido em documento militar de 1861, de forma muito elogiosa e nos seguintes termos: A esta Praça está ligado um facto histórico que muito a honra; foi o memorável sítio que ela sustentou por uns poucos de meses em 1834, tornando-se, por este feito d'armas, o baluarte da liberdade na Província do Alentejo.

 

Guerra civil em consequência das rebeliões da Maria da Fonte (1846) e da Patuleia (1847)

Entre 23 e 25 de Julho de 1847, a praça foi ocupada pelo General espanhol, Concha.

 

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English

 

en.wikipedia.org/wiki/%C3%81guas_Livres_Aqueduct

 

The Águas Livres Aqueduct (Portuguese: Aqueduto das Águas Livres, pronounced: [ɐkɨˈdutu dɐʃ ˈaɡwɐʃ ˈlivɾɨʃ], "Aqueduct of the Free Waters") is a historic aqueduct in the city of Lisbon, Portugal. It is one of the most remarkable examples of 18th-century Portuguese engineering. The main course of the aqueduct covers 18 km, but the whole network of canals extends through nearly 58 km.

 

The city of Lisbon has always suffered from the lack of drinking water, and King John V decided to build an aqueduct to bring water from sources in the parish of Caneças, in the modern municipality of Odivelas. The project was paid for by a special sales tax on beef, olive oil, wine, and other products.

 

Construction started in 1731 under the direction of Italian architect Antonio Canevari, replaced in 1732 by a group of Portuguese architects and engineers, including Manuel da Maia, Azevedo Fortes and José da Silva Pais. Between 1733 and 1736, the project was directed by Manuel da Maia, who in turn was replaced by Custódio Vieira, who would remain at the head of the project until around 1747.

 

Custódio Vieira conceived the centerpiece of the aqueduct, the arches over the Alcantara valley, completed in 1744. A total of 35 arches cross the valley, covering 941 m. The tallest arches reach a height of 65 m, and many are pointed, reminiscent of arches in Gothic style. It is considered a masterpiece of engineering in the Baroque period.

 

In 1748, although the project was still unfinished, the aqueduct finally started to bring water to the city of Lisbon, a fact celebrated in a commemorative arch built in the Amoreiras neighbourhood. From this period on, construction was overseen by other architects, including Carlos Mardel of Hungary and others. During the reigns of José I and Maria I, the network of canals and fountains was greatly enlarged.

 

The Mãe d'Água (Mother of the Water) reservoir of the Amoreiras, the largest of the water reservoirs, was finished in 1834. This reservoir, with a capacity of 5,500 m³ of water, was designed by Carlos Mardel. It is now deactivated and can be visited as part of the Museu da Água (Water Museum).

 

Starting in 1836, the aqueduct was where criminal Diogo Alves committed most of his murders. He was sentenced to death and hanged in 1841.

 

Português

 

pt.wikipedia.org/wiki/Aqueduto_das_%C3%81guas_Livres

 

O Aqueduto das Águas Livres é um complexo sistema de captação, adução e distribuição de água à cidade de Lisboa, em Portugal, e que tem como obra mais emblemática a grandiosa arcaria em cantaria que se ergue sobre o vale de Alcântara, um dos bilhetes postais de Lisboa.

 

O Aqueduto foi construído durante o reinado de D. João V, com origem na nascente das Águas Livres, em Belas, Sintra, e foi sendo progressivamente reforçado e ampliado ao longo do século XIX. Resistiu incólume ao Terramoto de 1755.

 

Desde que as populações se começaram a instalar na região de Lisboa, que a escassez de água potável foi uma constante. Apesar da existência de um rio no local, o Tejo, a sua água é imprópria para consumo, pois a ampla foz do rio faz com que a água seja contaminada pelo mar, tendo por isso níveis de salinidade inadequados. A única área de Lisboa com nascentes de água era o bairro de Alfama. Com o crescimento da cidade para fora das cercas medievais foi-se instalando uma situação de défice crónico no abastecimento de água. Foi ganhando então força a ideia de aproveitar as águas do vale da ribeira de Carenque, na região de Belas. Estas águas foram primeiramente utilizadas pelos romanos, que aí haviam construído uma barragem e um aqueduto.

 

Em 1571, Francisco de Holanda (1517 - 1585) propõe a D. Sebastião (1554 - 1578) na sua obra Da Fábrica que Falece à Cidade de Lisboa que estabelecesse uma rede de abastecimento de água que servisse a cidade de Lisboa, rede essa que tinha já sido iniciada pelos romanos. Os vestígios do aqueduto romano eram ainda suficientes para que tivessem sido considerados, em 1620, para a passagem das Águas Livres de Lisboa. Anos mais tarde, D. Filipe II (1578 - 1621) instituiu o real da água, um imposto sobre a carne e vinho que tinha como objectivo principal o financiamento das obras de construção do sistema de abastecimento de água para a capital. Porém, o projecto não foi sequer iniciado, tendo o dinheiro angariado por esse imposto sido utilizado para ajudar pobres e doentes.

 

Preocupado com a falta de água na cidade, o Procurador da Cidade, em 1728, estabeleceu, à semelhança de D. Filipe II, uma taxa sobre a carne, vinho, azeite e outros produtos alimentares com o intuito de arranjar financiamento para a construção do aqueduto. Um ano depois, em 1729, foram nomeados três homens para a elaboração do plano de construção do sistema que incluiria a construção de um troço monumental do aqueduto sobre o vale de Alcântara. Esses três homens eram António Canevari, arquitecto italiano, o Coronel Engenheiro Manuel da Maia e João Frederico Ludovice, arquitecto alemão, responsável também pelo Convento de Mafra.

 

Em 1731, o Alvará Régio do rei D. João V ditou o início do projecto. Um ano depois, Canevari é afastado da direcção do empreendimento, tendo sido substituído por Manuel da Maia. Este orientou o traçado que o aqueduto deveria seguir desde a nascente até à cidade. O sistema iria terminar num enorme "cálice" a partir do qual sairiam várias condutas que ligariam aos muitos chafarizes espalhados por Lisboa. Optou-se por um aqueduto forte mas não magnífico, fazendo contudo um castelo monumental já dentro da cidade onde chegaria a água, edifício o qual a população poderia melhor apreciar devido à sua proximidade.

 

Passados cinco anos do Alvará Régio, e as obras ainda não tinham sequer sido iniciadas. Manuel da Maia, então responsável pelo projecto, foi substituído por Custódio Vieira. As obras começaram muito lentamente devido a atritos com os mais altos responsáveis pela obra, tal como prior de S. Nicolau. Em 1740 começou a ser construído o troço mais conhecido e mais visível do aqueduto. Quatro anos depois, em 1744, é finalizado o Arco Grande, e morre Custódio Vieira. A obra passou a ser dirigida pelo húngaro Carlos Mardel, que haveria de ter, após o grande terramoto de 1755, um papel crucial na reconstrução da Baixa Pombalina. Foi ele que decidiu instalar a Mãe d'Água perto do Rato, nas Amoreiras, ao invés da proposta inicial de se localizar em S. Pedro de Alcântara. A solução foi muito questionada e criticada, sobretudo por Ludovice, que queria que o "cálice" fosse construído onde inicialmente tinha sido pensado, mas mesmo assim a obra continuou. Em 1748, com a finalização dos 12 arcos de volta perfeita das Amoreiras, o aqueduto ficou terminado, transportando diariamente cerca de 1300 m³ de água, três vezes mais que a oferta original.

 

Depois de ter entrado em funcionamento, em 1748, toda uma nova rede de chafarizes e fontes foi construída na cidade, alimentados por gravidade, como por exemplo o Chafariz da Esperança. Desde logo, também, a capacidade do aqueduto foi aumentada devido às crescentes necessidades de água potenciadas pelo crescimento demográfico da cidade. Os sucessivos aumentos do aqueduto, principalmente a montante, com o objectivo de fazer chegar até ele mais água, totalizaram um comprimento de 58 135 metros de galerias subterrâneas e também elevadas.

 

O caminho público por cima do aqueduto, esteve fechado desde 1853, em parte devido aos crimes praticados por Diogo Alves (o Pancadas), um criminoso que lançava as suas vítimas do alto dos arcos depois de as roubar, simulando um suicídio, e que foi enforcado. Foi o último condenado à morte da História de Portugal.

 

Em 1880, a importância do aqueduto diminuiu bastante devido ao início da exploração das águas do Alviela, através do Aqueduto do Alviela que levava a água até ao reservatório dos Barbadinhos onde a água era elevada com máquinas a vapor, alimentando Lisboa de água potável. O aqueduto manteve-se porém em funcionamento até 1967, tendo sido definitivamente desactivado pela Companhia das Águas de Lisboa em 1968.

 

Wiking 50 type Van/Trailer - Schenker & Co, Wien (Vienna) - produced for Liliput Railway Wagon. Painted by Liliput. Wiking Datenbank ref: 540L-27-1 wiking-datenbank.de/viewtopic.php?f=506&t=1029&hi...

A well as the other van and trailer next to this I also have two other Liliput specials, the Danzas semi, and a Schenker Mercedes dropside and trailer. They are in the Wiking set.

English

en.wikipedia.org/wiki/Caldas_de_Monchique

 

Caldas de Monchique is a spa town in the Monchique Mountains in the Algarve region of Portugal. It has been famous for its waters, which supposedly have healing properties, since Roman times.

Monchique Village

en.wikipedia.org/wiki/Monchique

 

Is a municipality of southern Portugal, in the district of Faro (formerly the province of Algarve).

It is located 13 miles south of Saboia station on the Lisbon-Faro railway. Monchique is one of the main Portuguese health-resorts, finely situated among the wooded heights of the Serra de Monchique, which rise on the west to 2963 ft. There are hot sulfur springs, with baths and a sanatorium 4 m. south in 'Caldas de Monchique' (Spring of Monchique). Wheat, millet, rye, beans, oranges, wine, olive oil and chestnuts are the chief products. There is a woolen factory and medronho, a local brew made from distilled medronho berries (Arbutus/Strawberry Tree), is produced. Originally created in back room stills, medronho is now a commercial product chiefly in Silves and Monchique.

  

Português

pt.wikipedia.org/wiki/Caldas_de_Monchique

 

Caldas de Monchique é a designação de uma estância termal situada no concelho de Monchique, na região do Algarve, em Portugal. Localiza-se a sul da vila de Monchique, a cerca de 6 km de distância desta, junto à estrada nacional EN266.

As propriedades terapêuticas das águas locais são reconhecidas desde o tempo do Império Romano, altura em que receberam a designação de águas sagradas.

As águas provêm de oito nascentes, sendo ricas em bicarbonato, flúor, sílica e sódio. Adequam-se ao tratamento de problemas no aparelho respiratório e no aparelho digestivo, assim como ao tratamento de problemas musculares e reumáticos. Apresentam também propriedades relaxantes. Estas águas brotam em temperaturas compreendidas entre os 27ºC e os 31,5ºC, possivelmente devido a diferentes percursos de escoamento.

 

Vila de Monchique

pt.wikipedia.org/wiki/Monchique

 

É sede de um município com 396,15 km² de área e 6.441 habitantes (2006)), subdividido em 3 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Odemira, a leste por Silves, a sul por Portimão, a sudoeste por Lagos e a oeste por Aljezur.

O concelho de Monchique foi criado em 1773, por desmembramento do concelho de Silves.

História

No centro de duas grandes serras (Fóia e Picota), o concelho de Monchique entra na história com a presença dos romanos nas Caldas de Monchique, atraídos pelo poder curativo das suas águas. Nos séculos seguintes, a serra foi-se povoando lentamente e no século XVI Monchique era já uma povoação suficientemente importante para merecer a visita do rei D. Sebastião, que pretendeu conceder-lhe o estatuto de vila.

A tecelagem da lã e do linho - os sólidos sorrobecos, orianos e estopas dos tempos antigos - entre outras actividades, como as relacionadas com a madeira de castanho, contribuíram para a prosperidade e desenvolvimento de Monchique, de tal forma que em 1773 foi promovida a vila.

As alterações económicas provenientes da industrialização significaram a perda da actividade têxtil e de outras manufacturas. Hoje, Monchique é vila airosa, virada para o turismo, com um artesanato activo e uma economia diversificada.

Possuindo das florestas mais ricas do Algarve, ricas em sobreiros, eucaliptos, castanheiros, entre outros, Monchique tem também como ex-líbris esta mata que dá a conhecer aos seus visitantes através de safaris, parques zoológicos e naturais e expedições pedestres.

 

 

it.wikipedia.org/wiki/Monumento_al_Marinaio_d%27Italia

 

Il Monumento al Marinaio d'Italia è un monumento a forma di timone alto 53 m che spicca sul porto di Brindisi; la struttura è in cemento armato interamente rivestita di carparo (pietra calcarenitica compatta di colore dorato).

 

Presenta alla base una cripta a forma di scafo e sull'altare la statua della Vergine "Stella del Mare". Sulle pareti sono riportati i nomi dei circa 6.000 marinai caduti nella Grande Guerra e i 33.900 marinai caduti della seconda guerra mondiale. Sul piazzale superiore del monumento sono situate due ancore e due cannoni appartenenti alle navi austro-ungariche "Tegetthoff" e "Viribus Unitis", simboli di vittorie raggiunte sul mare nel 1918.

Esiste una somiglianza notevole fra il monumento di Brindisi ed il monumento navale di Laboe (Laboe Naval Memorial), in Germania.

 

Il monumento è stato realizzato per commemorare i circa 6.000 marinai caduti in occasione della prima guerra mondiale (1915-1918) e la scelta di Brindisi (preferita alla Spezia e Trieste) fu dovuto al ruolo centrale che ebbe la città salentina durante la guerra.

Per la realizzazione fu indetto un concorso nazionale per architetti e scultori e vi parteciparono ben 92 bozzetti. Il vincitore fu proprio quello di un grande timone con cappella-sacrario presentato dall'architetto Luigi Brunati e dallo scultore Amerigo Bartoli.

I lavori per la realizzazione durarono un anno, dal 28 ottobre 1932 all'ottobre del 1933. L'inaugurazione avvenne il 4 novembre, alla presenza del re Vittorio Emanuele III, oltre che di Achille Starace.

Wasserturm an der Fahrzeughalle der Belvedere-Kaserne, Eduard-Adler-Straße in Kiel-Wik

Das Denkmal "Wik" oder "Feuer aus den Kesseln" von Hans-Jürgen Breuste (1982) im Ratsdienergarten in Kiel-Altstadt am Kleinen Kiel erinnert an den Kieler Matrosenaufstand.

Siehe KulturSpuren Kiel: Matrosenaufstand - Denkmal Wik

KUNST@SH: Hans-Juergen Breuste, Wik-Denkmal zum Matrosenaufstand 1918

Made by Tomland in 1978...

Wik is the Sand People, Tusken Raider knock off !

His outfit was a little dirty ,. But it cleaned up nicely :) Yes, it is cheesy ! But they are knock offs ! They have a lot of the one piece suit with the different colored briefs going on in this line......

Like Batman, Superman,Shazam, etc....

He is complete ! If they have any weapons, they are molded into their hands... They did some cool characters IMO ! They did a Pulsar . And even a Six Million Dollar Man . And Bionic Woman ....

Brighton - may - 12

fr.wikipedia.org/wiki/Carcassonne

 

Carcassonne (Carcassona [karka'suno] en occitan) est une commune française située dans le département de l'Aude et la région Languedoc-Roussillon. La ville est la préfecture de l'Aude, elle est connue pour la Cité de Carcassonne, un ensemble architectural médiéval restauré par Viollet-le-Duc au XIXe siècle et inscrit au patrimoine mondial de l'UNESCO depuis 1997.

Carcassonne est située sur les bords du fleuve de l'Aude. La commune est traditionnellement divisée en deux, la ville basse qui occupe les berges du fleuve à l'ouest et la ville haute (ou cité) qui occupe la colline surplombant l'Aude. La cité est construite sur un petit plateau constitué par le creusement de l'Aude à environ 150 mètres d'altitude au-dessus de la ville basse[12]. La ville basse se situe au niveau de l'Aude dont l'altitude est de 100 m.

L'Aude arrive à Carcassonne après son périple montagneux dans les gorges de la haute vallée de l'Aude et devient alors un fleuve plus tranquille. Elle passe au Païcherou, longe le cimetière Saint-Michel puis se sépare en deux bras formant une île appelée « l'île du Roy ». Quatre ponts permettent de la franchir : le pont Garigliano, le pont-Vieux accessible qu'aux piétons, le pont Neuf et le pont de l'Avenir. Le canal du Midi passe également au nord de la ville entre la gare et le jardin André-Chénier jouxtant la bastide Saint-Louis.

La ville se situe dans un couloir entre la montagne Noire au nord et la chaîne des Pyrénées au sud. La plaine est constituée de dépôts récents amenés par l'Aude et provenant des Pyrénées. Il s'agit de la molasse de Carcassonne, qui se caractérise par une alternance de grès, de conglomérats et de marnes gréseuses fluviatiles datant de l'éocène.

Légende :

La ville de Carcassonne entretient la légende selon laquelle le nom de la ville de Carcassonne daterait du début du IXe siècle. Au moment des faits, la ville aurait été Sarrasine. Charlemagne aurait fait le siège, mais la maitresse des lieux, Dame Carcas, aurait fort résisté. Les deux armées seraient devenues affamées. Tandis qu'il n'aurait resté qu'une mesure de blé et un petit cochon dans la cité, la Dame Carcas aurait eu l'idée de démoraliser ses adversaires.

Le porcelet aurait été engraissé, puis projeté par dessus les remparts. Pensant que la ville avait encore beaucoup de nourriture, Charlemagne aurait fait lever le siège. À ce moment, Dame Carcas aurait fait sonner les trompettes et, Charlemagne revenant sur ses pas, la Dame Carcas lui aurait proposé la paix. D'où l'expression Carcas sonne.

Historiquement, la reconquête des terres du Languedoc par Charlemagne remonte à Pépin le Bref, au milieu du VIII° siècle.

 

La Cité de Carcassonne, sur la rive droite de l'Aude a été classée au patrimoine mondial de l'UNESCO en 1997. C'est le haut lieu touristique de la ville avec plus de deux millions de visiteurs chaque année dont 300 000 visites du château comtal et des remparts[88]. C'est le deuxième site touristique le plus visité de France après le Mont-Saint-Michel.

C'est un ensemble médiéval unique en Europe de par sa taille et son état de conservation. La cité est ceinturée de deux rangées de remparts et possède un château, le château comtal, et la basilique Saint-Nazaire.

fr.wikipedia.org/wiki/Saint-Michel-en-Gr%C3%A8ve

Saint-Michel-en-Grève (Lokmikael-an-Traezh en breton) est une commune française du département des Côtes-d'Armor, dans la région Bretagne, en France. À l'origine une commune vivant essentiellement de son agriculture (Moyen âge), elle a connu un important essor avec l'arrivée du tourisme. Le village a compté jusqu'à six hôtels répartis dans la rue principale, il en reste un aujourd'hui, situé au bord de la plage.

 

docarmor.free.fr/valarmor/valouest/stmiche1.htm

Son église fut construite à la fin du 15ème siècle, sur le modèle des églises et chapelles de la région, influencée plus tard par l'école de Beaumanoir. Elle sea agrandie et remaniée au 17ème siècle, sera flanquée du clocher-mur flanqué de sa tourelle avec escalier à vis en 1614. Fortement endommagée à la Révolution elle faillit disparaître tant son état était lamentable. Une lente restauration, de 1816 à 1869, lui rendra une nouvelle jeunesse, tempérée par les seuls vestiges originels, des piliers de style roman. Au centre du cimetière, elle fait face à la mer qui vient en lécher les murs à marée haute. Elle constitue l'essentiel du patrimoine architectural d'un village qui recense, par ailleurs, une chapelle Sainte-Geneviève édifiée en 1767, l'ancien auditoire de justice datant du 16ème siècle, 2 manoirs (dont celui de Tourribel, datant de 1620), les vestiges d'une ancienne enceinte fortifiée au Moulin du Château et quelques murs du 17ème siècle encore intégrés dans les fermes de Kerarmet-Tanguy et Pors-Gélégou. En remontant plus loin dans l'histoire de Saint-Michel-en-Grève, on peut retrouver les traces d'occupation bien plus anciennes : trois menhirs furent recensés sur son territoire. Ils ont tous disparu, recouverts de terre et de végétation ou débités pour construire d'autres ouvrages ... Les vestiges incertains de deux mottes féodales sont encore visibles à Keruclet et Kerhuel.

St. Lukas Kirche in KIel-Wik, Einweihung 9. August 1981, Architekt: Diethelm Hoffmann

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Nossa Senhora do Castelo

pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Aljustrel

 

English

www.mun-aljustrel.pt/concelho/historia.asp

 

en.wikipedia.org/wiki/Aljustrel_Municipality

 

Is a municipality in Portugal with a total area of 458.3 km² and a total population of 9,940 inhabitants.

During the Roman era, Aljustrel was known as Metallum Vispascense.

The municipality is composed of five parishes and is located in the district of Beja.

  

Português

www.mun-aljustrel.pt/concelho/historia.asp

 

pt.wikipedia.org/wiki/Aljustrel

 

Situado no coração do Baixo Alentejo (no distrito de Beja), o concelho de Aljustrel ocupa uma superfície de 458 Km2, com cerca de 11 mil habitantes, administrativamente repartido por cinco freguesias: Aljustrel, Ervidel, Messejana, Rio de Moinhos e São João de Negrilhos. A vastidão dos seus campos e a planície a perder de vista caracterizam este concelho, cuja sede é considerada uma das mais antigas povoações de Portugal.

Apesar dos sinais da sua rica história serem bem eloquentes, e de estar fortemente ligada às suas minas, Aljustrel é um concelho onde de forma particularmente intensa se sentem os efeitos vantajosos do Poder Local democrático que vigora desde o 25 de Abril.

Os autarcas têm vindo a enfrentar os condicionalismos da interioridade e da suspensão da mina mas, hoje, o concelho pode orgulhar-se da qualidade de vida que oferece àqueles que nele vivem e aos que o visitam.

As suas infra-estruturas urbanas, a qualidade dos seus equipamentos de cultura, desporto e lazer, as infra-estruturas e equipamentos de apoio ao desenvolvimento económico, assim como a sua movimentada actividade cultural, fazem já deste concelho, à sua escala, um dos mais apetrechados para os desafios do futuro.

A Câmara Municipal de Aljustrel vem procurando fomentar alternativas à actividade mineira que possibilitem o desenvolvimento integrado do concelho. Para tal, entre outras medidas, elaborou o Plano Estratégico de Desenvolvimento do Concelho de Aljustrel (PEDAL) que aponta pistas e propostas com vista a atingir esse objectivo. Além disso, o concelho conta com importantes infra-estruturas de apoio à actividade económica como o Pólo Industrial, onde está instalado o Centro de Acolhimento de Micro Empresas, e um Parque de Exposições e Feiras moderno e qualificado, de forma a possibilitar a realização de eventos relacionados com as potencialidades do concelho e da região.

Aljustrel tem também equipamentos sociais e colectivos de inquestionável valor, que por si só constituem um factor relevante de qualidade de vida dos seus habitantes.

No domínio da educação e da cultura, o concelho dispõe de níveis de ensino desde o pré-escolar ao secundário, de um cine-teatro, de uma moderna biblioteca municipal, dotada de um auditório, e de um museu municipal de arqueologia.

No que respeita ao desporto, é de salientar as piscinas coberta e descoberta e o pavilhão desportivo onde ocorrem com frequência eventos internacionais, e um complexo desportivo com dois campos de futebol, sendo um deles com piso sintético e outro futuramente com pista de atletismo.

Em virtude da sua situação geográfica, o concelho possui ainda importantes potencialidades que podem vir a beneficiar, com a Auto-estrada do Sul e as futuras vias que ligarão o litoral (Sines) ao interior (Espanha).

Neste momento, dispõe de condições que estão a transformar Aljustrel num concelho cada vez mais desenvolvido, atraente e melhor para viver.

A grande riqueza de Aljustrel está também no bom acolhimento e hospitalidade da sua gente.

 

Museu de Aljustrel

www.museualjustrel.com

 

Aljustrel possui um património arqueológico notável, reconhecido tanto em Portugal como no estrangeiro, resultado de cerca de um século de investigações efectuadas em diversos sítios arqueológicos do concelho.

Ciente desta realidade e do alcance cultural que um Museu representa, a Câmara Municipal de Aljustrel inaugurou, em Maio de 2002, o núcleo sede do Museu Municipal de Aljustrel, dedicado à Arqueologia e História do concelho, depois de em 2001 ter inaugurado o Núcleo Rural de Ervidel, dedicado à Etnografia.

O Museu Municipal de Aljustrel, depositário de grande parte do espólio arqueológico e etnográfico aqui recolhido, convida-o a realizar uma viagem no tempo, através dos artefactos utilizados pelos diversos povos que aqui se estabeleceram, desde os períodos mais remotos até à actualidade, cruzando as suas gentes e as suas culturas e de que resultou a realidade que hoje é Aljustrel.

O Museu Municipal de Aljustrel pretende ser também um espaço de investigação, de aprendizagem e de inovação ao serviço da comunidade, pondo ao seu dispor os conhecimentos do seu pessoal e os meios técnicos disponíveis, estabelecendo parcerias com outros agentes educativos e com outros museus.

 

Fighter Escort Wings TF-51 VH-WIK "Merlin", a two-thirds scale kitplane replica of the P-51 Mustang, seen at the 2014 Tyabb airshow

fr.wikipedia.org/wiki/Jardin_des_plantes_de_Paris

 

Le Jardin des plantes est un jardin botanique ouvert au public, situé dans le 5e arrondissement de Paris, entre la mosquée de Paris, le campus universitaire de Jussieu et la Seine. Il appartient au Muséum national d'histoire naturelle et est, à ce titre, un campus universitaire.

Placé sous le patronage de Buffon jusqu'en 1788, il s'étend sur une superficie de 23,5 hectares.

Une École de Botanique et un Jardin écologique s'alignent entre les serres et la Seine : la première présente les végétaux par familles et permet d'appréhender leurs caractéristiques, le second est un milieu composite des régions tempérées, où l'on observe les populations végétales et animales dans leur évolution naturelle.

Regroupant 4 500 variétés d'arbustes et de plantes, l' école de botanique a été créée par le botaniste André Thouin au XVIIIe siècle. Elle vise à présenter de manière raisonnée au public et aux botanistes les espèces susceptibles de vivre en plein air en Europe. Elle comprend également des arbres historiques. Plusieurs cours hebdomadaires y sont dispensés par les jardiniers du Muséum.Entre l'école de botanique et la ménagerie, le jardin alpin, créé en 1931 (à la place d'une pépinière), vise à étudier les plantes arbustives et herbacées des milieux montagnards du monde entier (Himalaya, Alpes, Corse). Il compte plus de 2 000 plantes sur deux zones reliées par un passage souterrain. Ce jardin comporte un pistachier mâle à partir duquel le botaniste Sébastien Vaillant mit en évidence la sexualité des végétaux au XVIIIe siècle.

fr.wikipedia.org/wiki/Carcassonne

 

Carcassonne (Carcassona [karka'suno] en occitan) est une commune française située dans le département de l'Aude et la région Languedoc-Roussillon. La ville est la préfecture de l'Aude, elle est connue pour la Cité de Carcassonne, un ensemble architectural médiéval restauré par Viollet-le-Duc au XIXe siècle et inscrit au patrimoine mondial de l'UNESCO depuis 1997.

Carcassonne est située sur les bords du fleuve de l'Aude. La commune est traditionnellement divisée en deux, la ville basse qui occupe les berges du fleuve à l'ouest et la ville haute (ou cité) qui occupe la colline surplombant l'Aude. La cité est construite sur un petit plateau constitué par le creusement de l'Aude à environ 150 mètres d'altitude au-dessus de la ville basse[12]. La ville basse se situe au niveau de l'Aude dont l'altitude est de 100 m.

L'Aude arrive à Carcassonne après son périple montagneux dans les gorges de la haute vallée de l'Aude et devient alors un fleuve plus tranquille. Elle passe au Païcherou, longe le cimetière Saint-Michel puis se sépare en deux bras formant une île appelée « l'île du Roy ». Quatre ponts permettent de la franchir : le pont Garigliano, le pont-Vieux accessible qu'aux piétons, le pont Neuf et le pont de l'Avenir. Le canal du Midi passe également au nord de la ville entre la gare et le jardin André-Chénier jouxtant la bastide Saint-Louis.

La ville se situe dans un couloir entre la montagne Noire au nord et la chaîne des Pyrénées au sud. La plaine est constituée de dépôts récents amenés par l'Aude et provenant des Pyrénées. Il s'agit de la molasse de Carcassonne, qui se caractérise par une alternance de grès, de conglomérats et de marnes gréseuses fluviatiles datant de l'éocène.

Légende :

La ville de Carcassonne entretient la légende selon laquelle le nom de la ville de Carcassonne daterait du début du IXe siècle. Au moment des faits, la ville aurait été Sarrasine. Charlemagne aurait fait le siège, mais la maitresse des lieux, Dame Carcas, aurait fort résisté. Les deux armées seraient devenues affamées. Tandis qu'il n'aurait resté qu'une mesure de blé et un petit cochon dans la cité, la Dame Carcas aurait eu l'idée de démoraliser ses adversaires.

Le porcelet aurait été engraissé, puis projeté par dessus les remparts. Pensant que la ville avait encore beaucoup de nourriture, Charlemagne aurait fait lever le siège. À ce moment, Dame Carcas aurait fait sonner les trompettes et, Charlemagne revenant sur ses pas, la Dame Carcas lui aurait proposé la paix. D'où l'expression Carcas sonne.

Historiquement, la reconquête des terres du Languedoc par Charlemagne remonte à Pépin le Bref, au milieu du VIII° siècle.

 

La Cité de Carcassonne, sur la rive droite de l'Aude a été classée au patrimoine mondial de l'UNESCO en 1997. C'est le haut lieu touristique de la ville avec plus de deux millions de visiteurs chaque année dont 300 000 visites du château comtal et des remparts[88]. C'est le deuxième site touristique le plus visité de France après le Mont-Saint-Michel.

C'est un ensemble médiéval unique en Europe de par sa taille et son état de conservation. La cité est ceinturée de deux rangées de remparts et possède un château, le château comtal, et la basilique Saint-Nazaire.

Nossa Senhora do Castelo

pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Aljustrel

 

English

www.mun-aljustrel.pt/concelho/historia.asp

 

en.wikipedia.org/wiki/Aljustrel_Municipality

 

Is a municipality in Portugal with a total area of 458.3 km² and a total population of 9,940 inhabitants.

During the Roman era, Aljustrel was known as Metallum Vispascense.

The municipality is composed of five parishes and is located in the district of Beja.

  

Português

www.mun-aljustrel.pt/concelho/historia.asp

 

pt.wikipedia.org/wiki/Aljustrel

 

Situado no coração do Baixo Alentejo (no distrito de Beja), o concelho de Aljustrel ocupa uma superfície de 458 Km2, com cerca de 11 mil habitantes, administrativamente repartido por cinco freguesias: Aljustrel, Ervidel, Messejana, Rio de Moinhos e São João de Negrilhos. A vastidão dos seus campos e a planície a perder de vista caracterizam este concelho, cuja sede é considerada uma das mais antigas povoações de Portugal.

Apesar dos sinais da sua rica história serem bem eloquentes, e de estar fortemente ligada às suas minas, Aljustrel é um concelho onde de forma particularmente intensa se sentem os efeitos vantajosos do Poder Local democrático que vigora desde o 25 de Abril.

Os autarcas têm vindo a enfrentar os condicionalismos da interioridade e da suspensão da mina mas, hoje, o concelho pode orgulhar-se da qualidade de vida que oferece àqueles que nele vivem e aos que o visitam.

As suas infra-estruturas urbanas, a qualidade dos seus equipamentos de cultura, desporto e lazer, as infra-estruturas e equipamentos de apoio ao desenvolvimento económico, assim como a sua movimentada actividade cultural, fazem já deste concelho, à sua escala, um dos mais apetrechados para os desafios do futuro.

A Câmara Municipal de Aljustrel vem procurando fomentar alternativas à actividade mineira que possibilitem o desenvolvimento integrado do concelho. Para tal, entre outras medidas, elaborou o Plano Estratégico de Desenvolvimento do Concelho de Aljustrel (PEDAL) que aponta pistas e propostas com vista a atingir esse objectivo. Além disso, o concelho conta com importantes infra-estruturas de apoio à actividade económica como o Pólo Industrial, onde está instalado o Centro de Acolhimento de Micro Empresas, e um Parque de Exposições e Feiras moderno e qualificado, de forma a possibilitar a realização de eventos relacionados com as potencialidades do concelho e da região.

Aljustrel tem também equipamentos sociais e colectivos de inquestionável valor, que por si só constituem um factor relevante de qualidade de vida dos seus habitantes.

No domínio da educação e da cultura, o concelho dispõe de níveis de ensino desde o pré-escolar ao secundário, de um cine-teatro, de uma moderna biblioteca municipal, dotada de um auditório, e de um museu municipal de arqueologia.

No que respeita ao desporto, é de salientar as piscinas coberta e descoberta e o pavilhão desportivo onde ocorrem com frequência eventos internacionais, e um complexo desportivo com dois campos de futebol, sendo um deles com piso sintético e outro futuramente com pista de atletismo.

Em virtude da sua situação geográfica, o concelho possui ainda importantes potencialidades que podem vir a beneficiar, com a Auto-estrada do Sul e as futuras vias que ligarão o litoral (Sines) ao interior (Espanha).

Neste momento, dispõe de condições que estão a transformar Aljustrel num concelho cada vez mais desenvolvido, atraente e melhor para viver.

A grande riqueza de Aljustrel está também no bom acolhimento e hospitalidade da sua gente.

 

Museu de Aljustrel

www.museualjustrel.com

 

Aljustrel possui um património arqueológico notável, reconhecido tanto em Portugal como no estrangeiro, resultado de cerca de um século de investigações efectuadas em diversos sítios arqueológicos do concelho.

Ciente desta realidade e do alcance cultural que um Museu representa, a Câmara Municipal de Aljustrel inaugurou, em Maio de 2002, o núcleo sede do Museu Municipal de Aljustrel, dedicado à Arqueologia e História do concelho, depois de em 2001 ter inaugurado o Núcleo Rural de Ervidel, dedicado à Etnografia.

O Museu Municipal de Aljustrel, depositário de grande parte do espólio arqueológico e etnográfico aqui recolhido, convida-o a realizar uma viagem no tempo, através dos artefactos utilizados pelos diversos povos que aqui se estabeleceram, desde os períodos mais remotos até à actualidade, cruzando as suas gentes e as suas culturas e de que resultou a realidade que hoje é Aljustrel.

O Museu Municipal de Aljustrel pretende ser também um espaço de investigação, de aprendizagem e de inovação ao serviço da comunidade, pondo ao seu dispor os conhecimentos do seu pessoal e os meios técnicos disponíveis, estabelecendo parcerias com outros agentes educativos e com outros museus.

 

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English

en.wikipedia.org/wiki/Caldas_de_Monchique

 

Caldas de Monchique is a spa town in the Monchique Mountains in the Algarve region of Portugal. It has been famous for its waters, which supposedly have healing properties, since Roman times.

Monchique Village

en.wikipedia.org/wiki/Monchique

 

Is a municipality of southern Portugal, in the district of Faro (formerly the province of Algarve).

It is located 13 miles south of Saboia station on the Lisbon-Faro railway. Monchique is one of the main Portuguese health-resorts, finely situated among the wooded heights of the Serra de Monchique, which rise on the west to 2963 ft. There are hot sulfur springs, with baths and a sanatorium 4 m. south in 'Caldas de Monchique' (Spring of Monchique). Wheat, millet, rye, beans, oranges, wine, olive oil and chestnuts are the chief products. There is a woolen factory and medronho, a local brew made from distilled medronho berries (Arbutus/Strawberry Tree), is produced. Originally created in back room stills, medronho is now a commercial product chiefly in Silves and Monchique.

  

Português

pt.wikipedia.org/wiki/Caldas_de_Monchique

 

Caldas de Monchique é a designação de uma estância termal situada no concelho de Monchique, na região do Algarve, em Portugal. Localiza-se a sul da vila de Monchique, a cerca de 6 km de distância desta, junto à estrada nacional EN266.

As propriedades terapêuticas das águas locais são reconhecidas desde o tempo do Império Romano, altura em que receberam a designação de águas sagradas.

As águas provêm de oito nascentes, sendo ricas em bicarbonato, flúor, sílica e sódio. Adequam-se ao tratamento de problemas no aparelho respiratório e no aparelho digestivo, assim como ao tratamento de problemas musculares e reumáticos. Apresentam também propriedades relaxantes. Estas águas brotam em temperaturas compreendidas entre os 27ºC e os 31,5ºC, possivelmente devido a diferentes percursos de escoamento.

 

Vila de Monchique

pt.wikipedia.org/wiki/Monchique

 

É sede de um município com 396,15 km² de área e 6.441 habitantes (2006)), subdividido em 3 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Odemira, a leste por Silves, a sul por Portimão, a sudoeste por Lagos e a oeste por Aljezur.

O concelho de Monchique foi criado em 1773, por desmembramento do concelho de Silves.

História

No centro de duas grandes serras (Fóia e Picota), o concelho de Monchique entra na história com a presença dos romanos nas Caldas de Monchique, atraídos pelo poder curativo das suas águas. Nos séculos seguintes, a serra foi-se povoando lentamente e no século XVI Monchique era já uma povoação suficientemente importante para merecer a visita do rei D. Sebastião, que pretendeu conceder-lhe o estatuto de vila.

A tecelagem da lã e do linho - os sólidos sorrobecos, orianos e estopas dos tempos antigos - entre outras actividades, como as relacionadas com a madeira de castanho, contribuíram para a prosperidade e desenvolvimento de Monchique, de tal forma que em 1773 foi promovida a vila.

As alterações económicas provenientes da industrialização significaram a perda da actividade têxtil e de outras manufacturas. Hoje, Monchique é vila airosa, virada para o turismo, com um artesanato activo e uma economia diversificada.

Possuindo das florestas mais ricas do Algarve, ricas em sobreiros, eucaliptos, castanheiros, entre outros, Monchique tem também como ex-líbris esta mata que dá a conhecer aos seus visitantes através de safaris, parques zoológicos e naturais e expedições pedestres.

 

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Der Sporthafen Wik mit der Gorch Fock im Hintergrund zur blauen Stunde.

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