View allAll Photos Tagged Wik

Wiking 3730 / 730 1:87 Berlin double-decker bus, plastic model - pre-war D38 type. Wiking Datenbank 873-3-1 or 873-3-2 depending on the adverts included in the box – this one has transfers for ATA

Description de Wikipedia

 

Photo prise lors de l'événement "Un pont... Un jardin de fer", où le pont de Québec était fermé aux véhicules motorisés pour s'ouvrir aux piétons l'espace d'une journée.

dfernando.marinha.pt/PT/Paginas/default.aspx

English

en.wikipedia.org/wiki/Dom_Fernando_II_e_Gl%C3%B3ria

Dom Fernando II e Glória is a wooden-hulled, 50 gun frigate of the Portuguese Navy. She was launched in 1843 and made her maiden voyage in 1845.[2] Built at the shipyard of Daman in the Portuguese India, it was Portugal's last sailing warship to be built and also the last ship that undertook the Carreira da Índia (India Run),[3] a regular military line that connected Portugal to its colonies in India since the beginning of the 16th century.

The ship remained in active service until 1878, when she made her last sea voyage, having travelled more than one hundred thousand miles, the equivalent of five circumnavigations of the world.

After long service it was almost destroyed by a fire in 1963 with the burned wooden-hull remaining beached at the mud-flats of the river Tagus for the next 29 years. Finally in 1990 the Portuguese Navy decided to restore her to her appearance in the 1850s. During the World Exhibition of 1998 the ship remained in Lisbon as a museum ship on the dependency of the Navy Museum, being classified as an Auxiliary Navy Unit (UAM 203). Since 2008, the ship lies on the southern margin of the Tagus river in Cacilhas, Almada.

Portuguese

pt.wikipedia.org/wiki/Fragata_portuguesa_Dom_Fernando_II_...

A Dom Fernando II e Glória foi uma fragata à vela da Marinha Portuguesa, que navegou entre 1845 e 1878. Atualmente é um navio museu, na dependência do Museu da Marinha e classificada como Unidade Auxiliar da Marinha (UAM 203).

A D. Fernando foi o último navio de guerra inteiramente à vela da Marinha Portuguesa. Foi construída em Damão, na Índia Portuguesa, sob a supervisão do engenheiro construtor naval Gil José da Conceição, por uma equipa de operários indianos e portugueses, liderados pelo mouro Yadó Semogi. Na sua construção foi usada madeira de teca de Nagar-Aveli. Depois do lançamento ao mar, em 22 de outubro de 1843, o navio foi rebocado para Goa onde foi aparelhado.

O navio foi baptizado em homenagem ao Casal Real Português, o rei-consorte D. Fernando II e a Rainha D. Maria II, cujo nome próprio era Maria da Glória. O "Glória" do seu nome também se referia à sua santa protetora, Nossa Senhora da Glória, de especial devoção entre os Goeses.

O navio estava armado com 50 bocas de fogo, com 28 na bateria e 22 no convés.

A sua viagem inaugural, de Goa a Lisboa, decorreu entre 2 de fevereiro e 4 de julho de 1845.

A D. Fernando navegou durante 33 anos, percorrendo cerca de 100 000 milhas, correspondentes a, quase, cinco voltas ao mundo. Foi empregue no transporte de tropas, colonos e degredados para Angola, Índia e Moçambique. Participou em operações navais de guerra no Ultramar Português. Apoiou a expedição de Silva Porto de ligação terrestre entre Benguela em Angola e a costa de Moçambique.

Em setembro de 1865 a D. Fernando substituiu a nau Vasco da Gama como Escola de Artilharia Naval, fazendo viagens de instrução até 1878. Nesse ano, fez a sua última missão no mar, realizando uma viagem de instrução de guarda-marinhas aos Açores. Nessa viagem, ainda conseguiu salvar a tripulação da barca americana Laurence Boston que se tinha incendiado. A partir daí passou a estar sempre fundeada no Tejo.

Em 1938 deixou se servir de Escola Prática de Artilharia Naval, passando a ser utilizada como navio-chefe das Forças Navais no Tejo.

Em 1940 cessou o seu uso pela Marinha Portuguesa, sendo a fragata transformada em Obra Social da Fragata D. Fernando, uma instituição social que se destinava a albergar e a dar instrução e treino de marinharia a rapazes oriundos de famílias pobres.

Em 1963, um violento incêndio destruiu uma grande parte do navio, ficando abandonado no Tejo.

Entre 1992 e 1997 a fragata foi recuperada pela Marinha Portuguesa, recorrendo ao Arsenal do Alfeite e aos estaleiros Rio-Marine de Aveiro.

O navio esteve exposto na Expo 98. Desde então é um navio museu da Marinha Portuguesa, estando actualmente desde 1 de Março de 2008, em doca seca, em Cacilhas - Almada, estando a receber trabalhos de manutenção.

 

fr.wikipedia.org/wiki/%C3%89glise_Saint-Julien-le-Pauvre_...

 

L’église Saint-Julien-le-Pauvre est l'église grecque-melkite catholique de Paris, située rive gauche dans le quartier latin, proche de la Seine, dans le square René-Viviani - Montebello. Son nom fait référence à saint Julien l'Hospitalier.

D'abord modeste chapelle d'un hospice élevé au carrefour de deux grandes voies romaines partant de Lutèce, elle fut détruite lors de l'invasion des Normands en 886. En ruine, Henri Ier en fit ensuite don à l'évêque de Paris vers 1030. L'église actuelle ne fut ensuite commencée que vers 1170 et terminée vers 1240, ce qui en fait l'une des plus anciennes de Paris.

En 1655, elle est cédée à l’Hôtel-Dieu de Paris. Durant la révolution française elle est déclarée bien national et devient grenier à sel en 1790. Elle retrouve sa vocation religieuse en 1826 et est consacrée au rite melkite en 1889.

Une iconostase réalisée en 1900 sépare le chœur de la nef.

Une dalle de l'ancienne voie romaine de Lutèce à Orléans se trouve en bas et à droite de la facade.

Wiking Mercedes-Benz set MB263. 1:87 scale plastic models. Unimog 1700, G Class, 190 and O 405 bus.

English: en.wikipedia.org/wiki/Marv%C3%A3o

is a municipality in Portalegre District in Portugal. The population in 2011 was 3,512, in an area of 154.90 km².The present Mayor is Vitor Martins Frutuoso, elected by the Social Democratic Party. The municipal holiday is September 8.

Perched on a granite crag of the Serra de São Mamede, Marvão's name is derived from an 8th-century Muladi duke, named Ibn Marwan. Ibn Marwan used the fortress as a power base when establishing an independent statelet ("emirate", duchy) - covering much of modern-day Portugal - during the Emirate of Cordoba (884-931 CE). The castle and walled village were further fortified through the centuries, notably under Sancho II of Portugal (13th century) and Denis of Portugal.

History

Commanding spectacular views across the Tagus basin and Serra de Estrela to the north, the fortified rock of Marvão has been a site of significant strategic importance since the earliest human settlements. Today lying on the 'raia' that divides Portugal and Spain, Marvão has consistently stood on a frontier zone between peoples: Celtici, Vettones and Lusitani (4th-2nd century BCE); Lusitanians and the Romans of Hispania Ulterior (2nd-1st century BCE); migratory Suevi, Alans, Vandals and Visigoths (5th-7th century CE); conquering moors and Visigoths (8th century); muwallad rebels and the Cordoban emirate (9th-10th century); Portuguese nation-builders and Moors (12th-13th century); Templars and Hospitallers (12th-14th century); Portuguese and Castilians (12th century-present day); Liberals and Absolutists (19th century); the fascist regimes of Salazar and Franco (20th century).

Marvão's natural assets have contributed to the 'uniqueness' of this remote village as perceived by visitors today: (i) as nigh-impregnable 'eagle's nest' fortress - perched high on a granite crag, and bordered on the south and west by the Sever river; (ii) as vital lookout-point towards the Alcántara Bridge (70 km (43 mi) away), a wide stretch of the Tagus basin and the Serra de Estrela; (iii) as a gateway to Portugal from Spain via the Porta da Espada ('Sword Gate') mountain pass of the Serra de São Mamede. These assets have ensured its status as the 'Mui Nobre e Sempre Leal Vila de Marvão' (Very Noble and Ever-Loyal Town) into the present day.

Página oficial: www.cm-marvao.pt/pt/

História

A utilização dos rochedos de Marvão para refúgio de povoações assoladas por povos invasores, como atalaia ou como ponto estratégico em termos estritamente militares, datará, pelo menos, do período romano. Podemos referir os seguintes factos históricos cabalmente documentados:

Período Romano e Alta Idade Média

Se no séc. X, o que é hoje Marvão, era identificado pelo historiador cordovês Isa Ibn Áhmad ar-Rázi, por Fortaleza de Amaia e por Fortaleza de Amaia-o-Monte, entre outras designações, tal facto levanta a hipótese de que existiria fortificação no topo do monte que teria servido a cidade de Ammaia, fundada no séc. I, durante a sua existência.

Período Árabe - séc. IX

No séc. X, Marvão era identificada, pelo historiador cordovês acima referido e para além das designações já aludidas, por Monte de Amaia e por Amaia de Ibn Maruán. Ibn Maruán, de seu nome completo 'Abd ar-Rah.ma:n Ibn Marwa:n Ibn Yu:nus al-Jillí:qi (Ab-derramão filho de Marvão filho de Iúnece - i. e. Johannes-João - o Galego), era um muladi de nobre estirpe emeritense que se celebrizou no último quartel do séc. IX como rebelde e caudilho de guerra contra o Emirato

de Córdova. A Fortaleza de Ammaia servia então como refúgio estratégico ao (re)fundador de Badajoz quando, nesta capital, se sentia ameaçado. Assim aconteceu no ano de 884 perante a aproximação das tropas do Emir Muhâmmad, ameaçando destruir a cidade e fugir para o seu Monte: Marvão.

Período da Reconquista - 1160/1166

Na sua campanha de 1160/1166, o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, terá conquistado Marvão, embora não se saiba se definitivamente, tendo em conta a contra-ofensiva de Almansor, entre 1190/1191, até à linha do Tejo.

Foral de 1226

Em 1226, D. Sancho II atribui a Marvão o seu primeiro foral, um dos primeiros forais régios no Alentejo.

D. Dinis apodera-se de Marvão

A importância estratégica de Marvão - e de outros Castelos da raia - levam D. Dinis a disputa-lo a seu irmão D. Afonso, no ano de 1299, apoderando-se da fortificação.

Crise de 1383-1385

Tomada do Castelo por forças partidá-rias do Mestre de Avis sendo alcaide Fr. Pedro Álvaro Pereira, Prior do Crato, Fronteiro-mor do Alentejo e alcaide de Portalegre, após renhido combate que durou meio dia.

Guerra da Restauração, 1641-1668

A partir da restauração da independência, a velha fortificação medieval é reabilitada face às novas tecnologias de guerra, ficando abaluartada nas zonas sensíveis e transformando-se o Castelo na sua cidadela. No decorrer da guerra desempenha um importante papel na defesa do Alto Alentejo. Registaram-se dois ataques importantes à fortaleza: em 1641 e em 1648, este último sob o comando do Marquês de Lagañes.

Guerra da Sucessão de Espanha, 1704-1712

Após a queda de Castelo de Vide, a 24 de Junho de 1704, entregou-se a Praça de Marvão, sem batalha. Mais tarde, tendo a população, o governador francês dos paisanos mandou aprisionar a população, enforcar, para exemplo, alguns populares, e enviar outros sob prisão para Castela, incluindo os frades do Convento de Nossa Senhora da Estrela. A Praça foi posteriormente tomada pelo exército português comandado pelo Conde de São João. Frente ao Baluarte das Portas da Vila, distinguiu-se o ataque desferido pelo terço de infantaria portuguesa comandado pelo Conde de Coculim.

Guerra dos Sete Anos, 1756-1762

Em Novembro de 1762, Marvão sofreu um ataque surpresa por parte do exército espanhol, durante as últimas operações.

Testemunho da importância estratégica da Praça, 1796

Tenente Coronel Engenheiro, Tomás de Vila Nova e Sequeira: A posição que tem na linha da Fronteira a faz importante para a sua defesa, porque de Valência de Alcântara ou de Albuquerque para Portalegre, para o Crato, para Castelo de Vide e também para Ribatejo, não há outra estrada por onde se possa conduzir artilharia que a do Porto da Espada, que passa à vista da Praça no sítio a que chamam o Prado, e por ela também é que se pode levar artilharia contra a mesma Praça.

Guerra das Laranjas, 1801

A Praça de Marvão sofre vários ataques, resistindo sempre.

Guerras Peninsulares, 1807-1811

No dia 25 de Junho de 1808, a Praça, governada pelos franceses, sofre um assalto vitorioso por parte de um corpo de voluntários valencianos (Valência de Alcântara) chefiados por D. Mateus Monge. Os espanhóis foram instigados pelo destemido escrivão do geral da vila (ou Juís de Fora?) de Marvão, Joaquim António da Cruz, que se havia refugado em Espanha após uma sua tentativa, malograda, de sublevação da população. O assalto foi comandado pelo Tenente-Coronel espanhol D. Vicente Perez e pelo Tenente-Coronel graduado de milícias, D. Pedro de Magalhães, filho do arquitecto português Teodoro Magalhães.

Guerras Liberais, 1832-1834

Em Junho/Julho de 1833, a Praça de Marvão, comandada pelo miguelista Coronel Francisco da Silva Lobo, resiste às intimações de rendição feitas pela guerrilha constitucional, por sua vez comandada pelo antigo coronel do exército espanhol, D. Manuel Martini. Neste período, servia de refúgio, base de apoio logístico e ponto de partida para incursões em Espanha, aos carlistas que acompanhavam o infante espanhol, D. Carlos Maria Isidro (1788-1855). Decorria em Espanha a Primeira Guerra Carlista ou Guerra dos Sete Anos (1833-1839), sendo os carlistas comandados pelo brigadeiro D. Fernando Peñarola. Em 12 de Dezembro de 1833, é conquistada a Praça de Marvão pelas tropas liberais, reunidas sob a designação de Legião Patriótica do Alentejo, com ajuda de tropas espanholas e com a cumplicidade de elementos do interior da fortaleza. De Dezembro de 1833 a 26 de Março de 1834, Marvão é cercada pelas tropas miguelistas, sob o comando do Brigadeiro António José Doutel.

As tropas liberais, comandadas pelo General António Pinto Álvares Pereira, eram abastecidas a partir do território espanhol. Foram socorridas, a 22 de Março de 1834, por forças vindas de Espanha, comandadas pelo Tenente-General José Joaquim de Abreu. O cerco levantado a 26 de Março é referido em documento militar de 1861, de forma muito elogiosa e nos seguintes termos: A esta Praça está ligado um facto histórico que muito a honra; foi o memorável sítio que ela sustentou por uns poucos de meses em 1834, tornando-se, por este feito d'armas, o baluarte da liberdade na Província do Alentejo.

 

Guerra civil em consequência das rebeliões da Maria da Fonte (1846) e da Patuleia (1847)

Entre 23 e 25 de Julho de 1847, a praça foi ocupada pelo General espanhol, Concha.

 

English

en.wikipedia.org/wiki/Miranda_do_Douro

 

In this region of Portugal, they Speak the second Oficial Language, the Mirandês.

If you saw in each photo information, in the end you'll able to see the diferenc between Portuguese and Mirandese.

They also have a word about the weather:

9 Months of Winter and 3 of hell.

9 meses de inverno e 3 de inferno

Miranda do Douro, is a city in Miranda do Douro Municipality, district of Bragança, Portugal.

The city has a population of 1,960.

General information

The municipality is composed of 17 parishes, and is located in the northeastern part of the country, in the district of Bragança.

The present mayor is Manuel Rodrigo Martins (Social Democrat) and the president of the Municipal Assembly is Domingos Duarte Lima (Social Democrat). The municipal holiday is on July 10.

The river is one of the main attractions of this small city. There are organized trips to watch the wildlife, mostly birds of prey. Important hydro-electrical stations exist in the municipality.

 

Português

pt.wikipedia.org/wiki/Miranda_do_Douro

 

Miranda do Douro (em mirandês Miranda de l Douro) é uma cidade portuguesa, pertencente ao Distrito de Bragança, Região Norte e subregião do Alto Trás-os-Montes, Terra de Miranda, com cerca de 2 100 habitantes.

É sede de um município com 488,36 km² de área e 8 048 habitantes (2001), subdividido em 17 freguesias. O município é limitado a nordeste e sueste pela Espanha, a sudoeste pelo município de Mogadouro e a noroeste por Vimioso.

Nesta região, além do português, fala-se sua própria língua: a língua mirandesa.

 

Mirandés

mwl.wikipedia.org/wiki/Miranda_de_l_Douro

 

Miranda de l Douro (an pertués Miranda do Douro) ye ua cidade pertuesa, pertencente al Çtrito de Bergáncia, Region Norte i subregion de l Alto Trás-los-Montes, Tierra de Miranda, cun cerca de 2 100 habitantes.

Ye sede dun munecípio cun 488,36 km² de ária i 8 048 habitantes (2001), subdebidido an 17 freguesies. L munecípio ye lemitado la nordeste i suiste pula Spanha, la sudoeste pul munecípio de Mogadouro i la noroiste por Bimioso.

Nesta region, para alhá de l pertués, fala-se uma léngua própia: la léngua mirandesa.

Wiking 702 Mercedes-Benz O 405 Bus with Bosch adverts - 1:87 scale plastic.

SELON WIKI : "La phacélie présente un quadruple intérêt en agriculture :

ses fleurs attirent particulièrement les syrphides (hélophiles), les carabes, les bombyles et les aphelinidae qui se nourrissent des pucerons présents aux alentours6. On a planté, autour de certains champs, des phacélies pour diminuer le nombre de pucerons

excellente plante mellifère, la phacélie attire également les abeilles qui sont des agents de pollinisation pouvant être utiles aux plantes voisines. En semant de façon continue de mai en fin d'été, on peut aussi obtenir une floraison continue de juillet à l'automne. Le miel de phacélie est très parfumé.

en automne la plante constitue un bon engrais vert. La phacélie comme engrais vert est quelquefois semée en association avec d'autres espèces, par exemple, avec le sarrasin à raison de 8 kg/ha de phacélie pour 40 kg/ha de sarrasin ou avec le lupin à raison de 5 kg/ha de phacélie pour 150 kg/ha de lupin7. Lorsqu'elle est plantée sur de grandes étendues elle a la propriété d'éliminer les mauvaises herbes tels que le chiendent.

la phacélie, semée entre les rangs de jeunes pommiers et poiriers, réduit de moitié la mortalité des jeunes arbres en année de dommages hivernaux sérieux8. La phacélie comme couvre-sol a aussi un effet favorable sur la croissance des jeunes pommiers9. Il faut veiller à éviter que les périodes de floraison des arbres fruitiers et de la phacélie coïncident car les abeilles privilégieront la phacélie.

La phacélie est particulièrement recommandée dans les vergers d'arbres fruitiers car elle permet également d’accroître les populations de trichogrammes, des micro-hyménoptères parasitoïdes des oeufs de lépidoptères, dont les carpocapses (vers des pommes et des prunes). La plante attire aussi la guêpe Aphelinus mali qui, parasite le puceron lanigère du pommier. ".........

 

Wiking 730 1:87 Berlin Double-decker Bus MAN SD 200 Plastic Model - 'Das nächste Mal am besten mit uns BVG' adverts

Wiking 730 1:87 Berlin Double-decker Bus MAN SD 200 Plastic Model - advertising vehicle for Berlin.

Wiking 60a Mercedes-Benz Unimog Fire Truck - 1:87 model made in West Germany

English

en.wikipedia.org/wiki/Montalegre

 

Is a town and a municipality in Portugal, located in the Vila Real District in the north of the country. The municipality has a total area of 805,8 km², a total population of 12.150 inhabitants and is composed of 36 parishes.

 

Português

pt.wikipedia.org/wiki/Montalegre

 

Montalegre é uma vila portuguesa no Distrito de Vila Real, Região Norte e sub-região do Alto Trás-os-Montes, com cerca de 1 800 habitantes.

É sede de um município raiano com 806,19 km² de área e 12 762 habitantes (2001), subdividido em 35 freguesias. O município é limitado a norte pela Espanha (municípios de Lobios, Muíños, Calvos de Randín, Baltar, Cualedro e Oímbra), a leste por Chaves, a sueste por Boticas, a sul por Cabeceiras de Basto, a sudoeste por Vieira do Minho e a oeste pelas Terras de Bouro.

 

O concelho de Montalegre é, com Boticas, um dos dois concelhos do Barroso. Um pouco mais de 26,26% da superfície do concelho faz parte do Parque Nacional da Peneda-Gerês, sendo dos concelhos que o integram aquele que contribui com maior área para o Parque (21 174 ha, ou 211,74 km²).

 

Ecomuseum Barroso

EcoMuseu do Barroso

 

www.ecomuseu.org/

(Wiki) Sciuscià è la deformazione nel dialetto napoletano dell'originale termine inglese shoe-shine. La parola, oggi in disuso, stava ad indicare i bambini, di età compresa approssimativamente tra i 7 e i 12 anni, i famosi "scugnizzi", che vivevano arrangiandosi per le strade dei quartieri napoletani più poveri, soprattutto pulendo le scarpe o facendo piccoli lavori per gli adulti in cambio di pochi spiccioli.

Hp5+@800ISO Microphen

Pentax Me Super 50mm 1.7

(shoe-shiner)

Mercedes-Benz 540K by Wiking from a set of two 1:87 scale Mercedes-Benz models produced for Veterama Mannheim in 1991.

Português

pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_de_S%C3%A3o_Jo%C3%A3o_de_Alp...

 

A Igreja de São João de Alporão localiza-se na freguesia de Marvila, cidade de Santarém, Concelho e Distrito de Santarém, em Portugal.

 

Encontra-se junto à Torre das Cabaças, em pleno centro histórico da cidade, constituindo um dos seus monumentos mais emblemáticos. Este templo, provavelmente o melhor exemplar da arte românica no sul do país (isto é, na zona a sul da região das Beiras), data do século XII, tendo pertencido à Ordem dos Hospitalários. Foi profanado no século XIX, albergando actualmente o núcleo de arqueologia do Museu Municipal de Santarém. Encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1910.

 

História

 

Nos séculos XIII e XIV, a igreja integrava um complexo monacal situado junto da porta de Alpram ou de Alporão, que se denominava Mosteiro de São João do Hospital, pelo que se pensa que uma das funções do templo junto à porta teria sido a de proteger o acesso militar à cidade pelo lado nascente e vigiar a entrada de judeus na cidade, de acordo com as regras estabelecidas entre os cristãos e aquela minoria étnica. Do primitivo conjunto conventual, restam, junto à fachada sul, alguns vestígios de um claustro e de casas de um pequeno cenóbio.

 

A fundação deste templo deve-se, de facto, à Ordem de São João do Hospital, cuja fixação na então vila se deu entre 1159 e 1185. O período exacto de construção da igreja é desconhecido, apesar de não restarem dúvidas de ocorreu nas últimas décadas do século XII. A campanha artística continuou para além da construção, facto que explica a forte presença de elementos característicos do estilo gótico, nomeadamente na cabeceira.

 

A igreja era inicialmente ladeada por uma pesada torre românica circular, que flanqueava a fachada lateral a norte e que reforçava o carácter fortificado do conjunto. Esta torre foi demolida em 1785 para permitir a passagem do coche real de D. Maria I, numa visita efectuada por esta soberana à então vila de Santarém. Com a extinção das ordens religiosas masculinas, em 1834, a igreja foi profanada e passou a servir de teatro, até que, em 1877, aqui foi instalado o Museu Distrital de Santarém, antecedente do actual núcleo museológico.

 

Caracteristicas

 

A igreja de São João de Alporão constitui um caso único na arquitectura medieval portuguesa, constituindo um produto híbrido no qual coexistem soluções românicas e outras já nitidamente góticas, característica que confere a este templo um estatuto ímpar no panorama arquitectónico de Santarém e até do país. Da primeira linguagem arquitectónica, são representativos a estrutura maciça da nave, o carácter fortificado do conjunto, a presença de contrafortes e a feição do pórtico, com arquivoltas em arco de volta perfeita. Do estilo gótico, é característica sobretudo a cabeceira, de planta poligonal e com amplas janelas ogivais, e a galeria que se desenvolve para lá capela-mor, considerada como a primeira galeria gótica em Portugal, e que ou constitui um deambulatório primitivo, ou se destinava a acesso à torre românica que outrora ladeava a igreja.

 

O corpo central da frontaria é flanqueado por botaréus. O portal desenha-se dentro de um vetusto gablete de empena de bico, com cinco arquivoltas de arcaria românica reentrante, desprovidas de decoração, e é sobrepujado por uma rosácea. No flanco norte, sobre um portal gabletado, de características e proporções idênticas, corre junto à cachorrada uma bordadura de modilhões. Junto à escadaria descendente que conduz à igreja estão colocados, de ambos os lados, dois elefantes de mármore, um trabalho indo-português do século XVIII.

 

O interior, de uma só nave, tem abside de dupla arcaria separada por colunelos, donde irrompem as nervuras da abóbada. De facto, a cobertura da nave é em abóbada de cruzaria, com arcos de volta perfeita de tripla nervura. As fachadas norte e sul são apoiadas em seis pilastras cortadas em bisel, reforçando interiormente os contrafortes e pilastras do exterior. A cabeceira é rematada por modilhões de recorte idêntico aos de outros edifícios góticos da cidade. Os capitéis das colunas adossadas, de onde arranca o arco triunfal, apresentam variedade de motivos decorativos, predominando os floreados.

 

O espólio do museu é constituído por peças arqueológicas provenientes dos templos e conventos profanados ou destruídos na antiga vila. Destas peças, destacam-se várias lápides sepulcrais e mausoléus, nomeadamente o túmulo de D. Duarte de Menezes, proveniente do Convento de São Francisco, e constituído por um arcossólio de pedraria magnificamente lavrada. Sobre a tampa, encontra-se a estátua jacente, encimada por um baldaquino flamejante. A igreja alberga ainda os túmulos de João e Martim de Ocem, provenientes do já desaparecido Convento de São Domingos, e que datam da primeira metade do século XV. A arca tumular de Martim Chichorro, filho bastardo de D. Afonso III, foi transferida do Convento de Santa Clara, e é decorada nas testeiras com relevos naturalistas, com o Calvário e com uma Virgem com o Menino, abrigados sob arcos trilobados. O espólio deste museu inclui ainda capitéis árabes, fragmentos cerâmicos, portais e fragmentos de janelas, bem como diversas pedras brasonadas.

WIK op de MBC, vragen via sanderraeymaekers@gmail.com

Über der St. Lukas Kirche in KIel-Wik, Einweihung 9. August 1981, Architekt: Diethelm Hoffmann

fr.wikipedia.org/wiki/Square_Claude-Nicolas-Ledoux

Le square Claude-Nicolas-Ledoux est un square du 14e arrondissement de Paris. Il est situé à proximité immédiate de la place Denfert-Rochereau, derrière le pavillon ouest de l'ancienne barrière d'Enfer, entre les deux chaussées de la rue Froideveaux et entre la rue de Grancey et l'avenue du colonel-Henri-Rol-Tanguy. Sa superficie est de 2 535 m2, et il date de 1894.

Un groupe statuaire y est dédié à Ludovic Trarieux (1840-1904), homme politique français, fondateur et premier président de la Ligue française des Droits de l'Homme. Sculpté par Jean Boucher, il eut également pour architecte V. Lesage et fut inauguré le 1er mai 1907 après une souscription publique. On y trouve quelques beaux arbres, parmi lesquels un merisier, un févier et des noisetiers pourpres.

Wiking Henschel petrol tanker from the Gasolin set 'Tankstellen-Alltag der 1960er-Jahre – Nimm Dir Zeit für Gasolin' which comprises reissues of earlier Wiking models.

Wiking 709 Mercedes-Benz O 302 Coach plain red - 1:87 scale

WIK op de MBC, vragen via sanderraeymaekers@gmail.com

Wiking 56 Coca-Cola Truck - Mercedes-Benz L 3500. Produced 1955-1960, Wiking Datenbank ref : 560-1-2

www.wiking-datenbank.de/viewtopic.php?f=600&t=884&...

This is an early unglazed version and there is a similar model with the normal control Ford 3500 cab.

Wiking 804 MAN Texaco Tanker 1:87 scale

Nossa Senhora do Castelo

pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Aljustrel

 

English

www.mun-aljustrel.pt/concelho/historia.asp

 

en.wikipedia.org/wiki/Aljustrel_Municipality

 

Is a municipality in Portugal with a total area of 458.3 km² and a total population of 9,940 inhabitants.

During the Roman era, Aljustrel was known as Metallum Vispascense.

The municipality is composed of five parishes and is located in the district of Beja.

  

Português

www.mun-aljustrel.pt/concelho/historia.asp

 

pt.wikipedia.org/wiki/Aljustrel

 

Situado no coração do Baixo Alentejo (no distrito de Beja), o concelho de Aljustrel ocupa uma superfície de 458 Km2, com cerca de 11 mil habitantes, administrativamente repartido por cinco freguesias: Aljustrel, Ervidel, Messejana, Rio de Moinhos e São João de Negrilhos. A vastidão dos seus campos e a planície a perder de vista caracterizam este concelho, cuja sede é considerada uma das mais antigas povoações de Portugal.

Apesar dos sinais da sua rica história serem bem eloquentes, e de estar fortemente ligada às suas minas, Aljustrel é um concelho onde de forma particularmente intensa se sentem os efeitos vantajosos do Poder Local democrático que vigora desde o 25 de Abril.

Os autarcas têm vindo a enfrentar os condicionalismos da interioridade e da suspensão da mina mas, hoje, o concelho pode orgulhar-se da qualidade de vida que oferece àqueles que nele vivem e aos que o visitam.

As suas infra-estruturas urbanas, a qualidade dos seus equipamentos de cultura, desporto e lazer, as infra-estruturas e equipamentos de apoio ao desenvolvimento económico, assim como a sua movimentada actividade cultural, fazem já deste concelho, à sua escala, um dos mais apetrechados para os desafios do futuro.

A Câmara Municipal de Aljustrel vem procurando fomentar alternativas à actividade mineira que possibilitem o desenvolvimento integrado do concelho. Para tal, entre outras medidas, elaborou o Plano Estratégico de Desenvolvimento do Concelho de Aljustrel (PEDAL) que aponta pistas e propostas com vista a atingir esse objectivo. Além disso, o concelho conta com importantes infra-estruturas de apoio à actividade económica como o Pólo Industrial, onde está instalado o Centro de Acolhimento de Micro Empresas, e um Parque de Exposições e Feiras moderno e qualificado, de forma a possibilitar a realização de eventos relacionados com as potencialidades do concelho e da região.

Aljustrel tem também equipamentos sociais e colectivos de inquestionável valor, que por si só constituem um factor relevante de qualidade de vida dos seus habitantes.

No domínio da educação e da cultura, o concelho dispõe de níveis de ensino desde o pré-escolar ao secundário, de um cine-teatro, de uma moderna biblioteca municipal, dotada de um auditório, e de um museu municipal de arqueologia.

No que respeita ao desporto, é de salientar as piscinas coberta e descoberta e o pavilhão desportivo onde ocorrem com frequência eventos internacionais, e um complexo desportivo com dois campos de futebol, sendo um deles com piso sintético e outro futuramente com pista de atletismo.

Em virtude da sua situação geográfica, o concelho possui ainda importantes potencialidades que podem vir a beneficiar, com a Auto-estrada do Sul e as futuras vias que ligarão o litoral (Sines) ao interior (Espanha).

Neste momento, dispõe de condições que estão a transformar Aljustrel num concelho cada vez mais desenvolvido, atraente e melhor para viver.

A grande riqueza de Aljustrel está também no bom acolhimento e hospitalidade da sua gente.

 

Museu de Aljustrel

www.museualjustrel.com

 

Aljustrel possui um património arqueológico notável, reconhecido tanto em Portugal como no estrangeiro, resultado de cerca de um século de investigações efectuadas em diversos sítios arqueológicos do concelho.

Ciente desta realidade e do alcance cultural que um Museu representa, a Câmara Municipal de Aljustrel inaugurou, em Maio de 2002, o núcleo sede do Museu Municipal de Aljustrel, dedicado à Arqueologia e História do concelho, depois de em 2001 ter inaugurado o Núcleo Rural de Ervidel, dedicado à Etnografia.

O Museu Municipal de Aljustrel, depositário de grande parte do espólio arqueológico e etnográfico aqui recolhido, convida-o a realizar uma viagem no tempo, através dos artefactos utilizados pelos diversos povos que aqui se estabeleceram, desde os períodos mais remotos até à actualidade, cruzando as suas gentes e as suas culturas e de que resultou a realidade que hoje é Aljustrel.

O Museu Municipal de Aljustrel pretende ser também um espaço de investigação, de aprendizagem e de inovação ao serviço da comunidade, pondo ao seu dispor os conhecimentos do seu pessoal e os meios técnicos disponíveis, estabelecendo parcerias com outros agentes educativos e com outros museus.

 

Wiking 104 VW Passat estate Polizei (police) – Plastic 1:87 scale model made in Germany.

Brighton - sept - 12

Website:

www.strasbourg.eu/accueil

 

en.wikipedia.org/wiki/Strasbourg

   

english

Strasbourg is the capital and principal city of the Alsace region in northeastern France and is the official seat of the European Parliament. Located close to the border with Germany, it is the capital of the Bas-Rhin département. The city and the region of Alsace are historically German-speaking, explaining the city's Germanic name. In 2006, the city proper had 272,975 inhabitants and its urban community 467,375 inhabitants. With 638,670 inhabitants in 2006, Strasbourg's metropolitan area (aire urbaine) (only the part of the metropolitan area on French territory) is the ninth largest in France. The transnational Eurodistrict Strasbourg-Ortenau has a population of 884,988 inhabitants.

Strasbourg is the seat of several European institutions, such as the Council of Europe (with its European Court of Human Rights, its European Directorate for the Quality of Medicines and its European Audiovisual Observatory) and the Eurocorps, as well as the European Parliament and the European Ombudsman of the European Union. The city is the seat of the Central Commission for Navigation on the Rhine.

Strasbourg's historic city centre, the Grande Île (Grand Island), was classified a World Heritage site by UNESCO in 1988, the first time such an honour was placed on an entire city centre. Strasbourg is fused into the Franco-German culture and although violently disputed throughout history, has been a bridge of unity between France and Germany for centuries, especially through the University of Strasbourg, currently the largest in France, and the coexistence of Catholic and Protestant culture.

Economically, Strasbourg is an important centre of manufacturing and engineering, as well as of road, rail, and river communications. The port of Strasbourg is the second largest on the Rhine after Duisburg, Germany. In terms of city rankings, Strasbourg has been ranked third in France and 18th globally for innovation.

  

Português

 

pt.wikipedia.org/wiki/Estrasburgo

 

Estrasburgo (em francês Strasbourg, em alemão Straßburg, pronúncia em alsaciano Strossburi) é uma comuna situada no leste da França, na margem esquerda do Rio Reno. É a capital da região administrativa da Alsácia e do département (departamento) do Bas-Rhin (Baixo-Reno).

A aglomeração urbana prolonga-se até a Alemanha, à cidade de Kehl, que é o espelho geográfico de Estrasburgo do lado oposto do Reno.

História

Estrasburgo, conhecida pelos romanos como Argentoratum, foi fundada em 12 a.C. Era então um campo militar fortificado posicionado sobre o limes (fronteira do Império Romano) do Reno. Um canabae (aglomeração de habitações civis) desenvolveu-se ao redor do campo e em direção ao oeste, prelúdio ao desenvolvimento futuro da cidade.

Estrasburgo foi incorporada ao Império franco no século V. Em 842, a cidade foi palco dos Juramentos de Estrasburgo, mais antiga testemunha escrita das línguas francesa e alemã.

A catedral de Estrasburgo foi terminada em 1439, tornando-se o mais alto edifício do mundo entre 1625 a 1874, e permaneceu como a mais alta igreja do mundo até 1880, quando foi ultrapassada pela Catedral de Colônia, na Alemanha. Hoje é a quarta igreja mais alta do mundo. Durante a década de 1520, a a cidade abraçou as teses religiosas de Martinho Lutero, cujos adeptos estabeleceram uma universidade no século seguinte.

Cidade livre e autônoma do Sacro Império Romano-Germânico, Estrasburgo foi anexada à França somente em 1681, estatuto confirmado pelo Tratado de Ryswick (1697). Louis XIV mandou destruir simbolicamente parte das fortificações da cidade. Isso cria uma abertura pela qual ele entra em Estrasburgo, marcando assim a submissão da cidade ao poder real. Mandado pelo rei, Jacques François Blondel desenhou um plano de embelezamento de Estrasburgo que, por falta de financiamento, foi realizado apenas parcialmente. Estrasburgo deve a Blondel principalmente a construção da Aubette na praça Kléber e a reforma da praça Marché-Gaillot. Diversos edifícios clássicos foram construídos, o primeiro dos quais foi o Palácio Rohan, habitação de príncipes construída às margens do rio Ill, face às habitações burguesas. Mas foram principalmente as fortificações de Vauban que marcaram este período, com a construção de uma proteção sobre o Ill, face às Pontes Cobertas (Ponts Couverts), e a de uma imponente cidadela ao sudeste, situada face à Alemanha. Com o crescimento da indústria e do comércio, a população triplicou no século XIX, passando a 150 000 habitantes.

Estrasburgo foi anexada ao recém estabelecido Império Alemão como capital do Reichsland da Alsácia-Lorena (Alsace-Lorraine) em 1871, após a Guerra franco-prussiana (Tratado de Frankfurt). Este período marcou o apogeu da dominação política e territorial de Estrasburgo. Beneficiou-se igualmente da intenção alemã de transformar a cidade na vitrine da cultura alemã, visando a atrair as populações locais e a mostrar ao mundo e à França a superioridade da cultura germânica. Estrasburgo recebeu então inúmeros edifícios públicos, entre os quais o Palácio do Imperador (atualmente Palácio do Reno), o parlamento da Alsácia-Lorena e o Palácio Universitário. A mais importante extensão urbana de Estrasburgo foi então planificada, tendo como resultado a duplicação da superfície da zona urbana em trinta anos.

A cidade voltou à França após a Primeira Guerra Mundial em 1919, pelo Tratado de Versalhes. Tornou-se novamente parte da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, de 1940 a 1945, para retornar à França no final da guerra.

Além disso, vale lembrar que Estrasburgo possui uma das melhores bolachas amanteigadas. A cidade possui essas bolachas como um símbolo da região, o que atrai muitos turistas e curiosos, para degustar esta iguaria.

 

Wiking 50 type Van/Trailer - Smart (cigarettes) - produced for Liliput Railway Wagon. Painted by Liliput (the van was originally yellow). Wiking Datenbank ref: 540L-27-3 wiking-datenbank.de/viewtopic.php?f=506&t=1029&hi...

A well as the other van and trailer next to this I also have two other Liliput specials, the Danzas semi, and a Schenker Mercedes dropside and trailer. They are in the Wiking set.

Garage from the Gasolin set 'Tankstellen-Alltag der 1960er-Jahre – Nimm Dir Zeit für Gasolin' which comprises reissues of earlier Wiking models.

The original version of this had no signs, and the door was not clear plastic, here is a link to a photo of that version: www.flickr.com/photos/adrianz-toyz/29693752211

Wiking Ford Capri Mk1 1:87 scale plastic model made in Germany - standard retail production model with interior and silver detailing. Introduced in the Wiking 1970 catalogue.

pt.wikipedia.org/wiki/Tai%C3%A3o

 

Taião é uma freguesia portuguesa do concelho de Valença, com 8,68 km² de área e 153 habitantes (2011)1 . Densidade: 17,6 hab/km².

 

PATRIMÓNIO

 

Gravuras em Taião (abertas numa laje)

 

Padroeira: Santa Marinha

Habitantes: 153 habitantes (I.N.E. 2011) e 169 eleitores em 05-06-2011.

 

Sectores laborais: Agricultura e pecuária.

  

Tradições festivas: Santo António, Santa Marinha, Senhor do Socorro e Senhora de Fátima. Valores Patrimoniais e aspectos turísticos: Igreja paroquial, capela do Senhor do Socorro, pintura rupestres dos montes dos Fortes, largo do relógio de sol, Fonte das Sete Bicas, moinhos de água, alto de S. Lourenço, minas de Virialho e alto dos Pedrosos. Gastronomia: Cabrito assado e cozido à portuguesa. Artesanato:Utensílios para a lavoura.

  

ASPECTOS GEOGRÁFICOS

 

A Freguesia de Taião está situada num planalto serrano, a cerca de dez quilómetros da vila de Valença, a sede do concelho a que pertence. Estende-se por aproximadamente de 868 ha de área, distribuídos pelos lugares de: Felgueira, Mó, Virialho, Taião de Cima e Taião de Baixo.

 

Os seus limites estão estabelecidos da seguinte forma: A Norte, as Freguesias de Gandra, Sanfins e Gondomil. A Sul, a Freguesia de Cerdal e de Porreiras (esta pertencente ao Concelho de Paredes de Coura). A Nascente, a Freguesia de Boivão e novamente a Freguesia de Gondomil, e a Poente, a Freguesia de Cerdal e novamente a Freguesia de Gandra.

 

Face à sua situação geográfica, em Taião “está sempre sol”, como dizem os mais idosos, nesta freguesia. Nesse aspecto, relacionado com o Sol, e motivo de orgulho deste povo, pelo seu valor arquitectónico, tem-se o seu lindo Relógio de Sol, no lugar de Taião de Cima, havendo, ainda, outro belo exemplar em Taião de Baixo.

 

Importantes, também são os moinhos de água, no Lugar de Felgueiras. Excelentes vistas panorâmicas se desfrutam de toda a Freguesia com especial destaque para o alto dos Pedrosos, o alto de S. Lourenço ou junto às desactivadas minas de volfrâmio no alto da Chão de Virialho.

 

Não menos importante, na freguesia é o Museu Rural de Taião, que versa sobre cultura e tradições de Taião. Foi inaugurado em Julho de 1996. No seu espólio se destaca o traje de Taião, elaborado com recurso às tradicionais técnicas de tecelagem. O visitante poderá, também, observar alguns teares e materiais ligados à arte de trabalhar o linho, bem como alfaias agrícolas ainda em uso nesta região.

  

RESENHA HISTÓRICA

 

A respeito da história desta freguesia, o livro “Inventário Colectivo dos Registros Paroquiais, Vol. 2 Norte, Arquivos Nacionais /Torre do Tombo” diz-nos textualmente o seguinte: «Em 1320, no catálogo das igrejas situadas no território de Entre Lima e Minho, pertencentes ao bispado de Tui, mandado elaborar pelo rei D. Dinis, para o pagamento de taxa, a igreja de Santa Maria de Taião foi taxada em 30 libras.

 

Em 1444, D. João I conseguiu do papa que este território fosse desmembrado do bispado de Tui, passando a pertencer ao de Ceuta, onde se manteve até 1512. Neste ano, o arcebispo de Braga, D. Diogo de Sousa, deu a D. Henrique, bispo de Ceuta, a comarca eclesiástica de Olivença, recebendo em troca a de Valença do Minho.

 

Em 1513, o papa Leão X aprovou a permuta.

 

No registo da avaliação, efectuada em 1546, no tempo do arcebispo D. Manuel de Sousa, Santa Marinha de Taião era anexa ao mosteiro de Sanfins. Foi então avaliada em 10 mil réis.

Na cópia de 1580 do Censual de D. Frei Baltasar Limpo, Taião era anexa "in perpetuum" ao mosteiro de Sanfins. Segundo Américo Costa, o vigário de Santa Marinha de Taião passou a ser apresentado pelo Colégio de Coimbra, após 1545, data em que D. João III doou o convento de Sanfins com todas as suas pertenças aos Jesuítas, para fundarem em Coimbra o seu Colégio.

  

Mais tarde, passou para a Universidade e, em 1875, Taião adquiriu o título de reitoria. Em termos administrativos, pertenceu, em 1839, ao concelho de Monção e, em 1852, ao de Valença».

 

Outras fontes dão-nos conta que a sua origem é muito antiga, o que aliás pode ser constatado nas figuras rupestres dos montes dos Fortes.

 

As Inquirições de 1258 fazem referência ao topónimo, Fofi, que poderá estar relacionado com construções dolménicas conhecidas como arcas de Fofi. O topónimo, Crastello, também, surge a dar como provável um passado de habitantes castrejos.

 

Acredita-se que o topónimo, Taião, tem raiz germânica: derivará do antropónimo Tagio, que evoluiu para Tagione, originando Taião, segundo a “Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira”. Acontece também que, nas citadas inquirições diz: Taião poderá ter tido origem no nome de um jurado, Pedro Teyam.

English: en.wikipedia.org/wiki/Marv%C3%A3o

is a municipality in Portalegre District in Portugal. The population in 2011 was 3,512, in an area of 154.90 km².The present Mayor is Vitor Martins Frutuoso, elected by the Social Democratic Party. The municipal holiday is September 8.

Perched on a granite crag of the Serra de São Mamede, Marvão's name is derived from an 8th-century Muladi duke, named Ibn Marwan. Ibn Marwan used the fortress as a power base when establishing an independent statelet ("emirate", duchy) - covering much of modern-day Portugal - during the Emirate of Cordoba (884-931 CE). The castle and walled village were further fortified through the centuries, notably under Sancho II of Portugal (13th century) and Denis of Portugal.

History

Commanding spectacular views across the Tagus basin and Serra de Estrela to the north, the fortified rock of Marvão has been a site of significant strategic importance since the earliest human settlements. Today lying on the 'raia' that divides Portugal and Spain, Marvão has consistently stood on a frontier zone between peoples: Celtici, Vettones and Lusitani (4th-2nd century BCE); Lusitanians and the Romans of Hispania Ulterior (2nd-1st century BCE); migratory Suevi, Alans, Vandals and Visigoths (5th-7th century CE); conquering moors and Visigoths (8th century); muwallad rebels and the Cordoban emirate (9th-10th century); Portuguese nation-builders and Moors (12th-13th century); Templars and Hospitallers (12th-14th century); Portuguese and Castilians (12th century-present day); Liberals and Absolutists (19th century); the fascist regimes of Salazar and Franco (20th century).

Marvão's natural assets have contributed to the 'uniqueness' of this remote village as perceived by visitors today: (i) as nigh-impregnable 'eagle's nest' fortress - perched high on a granite crag, and bordered on the south and west by the Sever river; (ii) as vital lookout-point towards the Alcántara Bridge (70 km (43 mi) away), a wide stretch of the Tagus basin and the Serra de Estrela; (iii) as a gateway to Portugal from Spain via the Porta da Espada ('Sword Gate') mountain pass of the Serra de São Mamede. These assets have ensured its status as the 'Mui Nobre e Sempre Leal Vila de Marvão' (Very Noble and Ever-Loyal Town) into the present day.

Página oficial: www.cm-marvao.pt/pt/

História

A utilização dos rochedos de Marvão para refúgio de povoações assoladas por povos invasores, como atalaia ou como ponto estratégico em termos estritamente militares, datará, pelo menos, do período romano. Podemos referir os seguintes factos históricos cabalmente documentados:

Período Romano e Alta Idade Média

Se no séc. X, o que é hoje Marvão, era identificado pelo historiador cordovês Isa Ibn Áhmad ar-Rázi, por Fortaleza de Amaia e por Fortaleza de Amaia-o-Monte, entre outras designações, tal facto levanta a hipótese de que existiria fortificação no topo do monte que teria servido a cidade de Ammaia, fundada no séc. I, durante a sua existência.

Período Árabe - séc. IX

No séc. X, Marvão era identificada, pelo historiador cordovês acima referido e para além das designações já aludidas, por Monte de Amaia e por Amaia de Ibn Maruán. Ibn Maruán, de seu nome completo 'Abd ar-Rah.ma:n Ibn Marwa:n Ibn Yu:nus al-Jillí:qi (Ab-derramão filho de Marvão filho de Iúnece - i. e. Johannes-João - o Galego), era um muladi de nobre estirpe emeritense que se celebrizou no último quartel do séc. IX como rebelde e caudilho de guerra contra o Emirato

de Córdova. A Fortaleza de Ammaia servia então como refúgio estratégico ao (re)fundador de Badajoz quando, nesta capital, se sentia ameaçado. Assim aconteceu no ano de 884 perante a aproximação das tropas do Emir Muhâmmad, ameaçando destruir a cidade e fugir para o seu Monte: Marvão.

Período da Reconquista - 1160/1166

Na sua campanha de 1160/1166, o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, terá conquistado Marvão, embora não se saiba se definitivamente, tendo em conta a contra-ofensiva de Almansor, entre 1190/1191, até à linha do Tejo.

Foral de 1226

Em 1226, D. Sancho II atribui a Marvão o seu primeiro foral, um dos primeiros forais régios no Alentejo.

D. Dinis apodera-se de Marvão

A importância estratégica de Marvão - e de outros Castelos da raia - levam D. Dinis a disputa-lo a seu irmão D. Afonso, no ano de 1299, apoderando-se da fortificação.

Crise de 1383-1385

Tomada do Castelo por forças partidá-rias do Mestre de Avis sendo alcaide Fr. Pedro Álvaro Pereira, Prior do Crato, Fronteiro-mor do Alentejo e alcaide de Portalegre, após renhido combate que durou meio dia.

Guerra da Restauração, 1641-1668

A partir da restauração da independência, a velha fortificação medieval é reabilitada face às novas tecnologias de guerra, ficando abaluartada nas zonas sensíveis e transformando-se o Castelo na sua cidadela. No decorrer da guerra desempenha um importante papel na defesa do Alto Alentejo. Registaram-se dois ataques importantes à fortaleza: em 1641 e em 1648, este último sob o comando do Marquês de Lagañes.

Guerra da Sucessão de Espanha, 1704-1712

Após a queda de Castelo de Vide, a 24 de Junho de 1704, entregou-se a Praça de Marvão, sem batalha. Mais tarde, tendo a população, o governador francês dos paisanos mandou aprisionar a população, enforcar, para exemplo, alguns populares, e enviar outros sob prisão para Castela, incluindo os frades do Convento de Nossa Senhora da Estrela. A Praça foi posteriormente tomada pelo exército português comandado pelo Conde de São João. Frente ao Baluarte das Portas da Vila, distinguiu-se o ataque desferido pelo terço de infantaria portuguesa comandado pelo Conde de Coculim.

Guerra dos Sete Anos, 1756-1762

Em Novembro de 1762, Marvão sofreu um ataque surpresa por parte do exército espanhol, durante as últimas operações.

Testemunho da importância estratégica da Praça, 1796

Tenente Coronel Engenheiro, Tomás de Vila Nova e Sequeira: A posição que tem na linha da Fronteira a faz importante para a sua defesa, porque de Valência de Alcântara ou de Albuquerque para Portalegre, para o Crato, para Castelo de Vide e também para Ribatejo, não há outra estrada por onde se possa conduzir artilharia que a do Porto da Espada, que passa à vista da Praça no sítio a que chamam o Prado, e por ela também é que se pode levar artilharia contra a mesma Praça.

Guerra das Laranjas, 1801

A Praça de Marvão sofre vários ataques, resistindo sempre.

Guerras Peninsulares, 1807-1811

No dia 25 de Junho de 1808, a Praça, governada pelos franceses, sofre um assalto vitorioso por parte de um corpo de voluntários valencianos (Valência de Alcântara) chefiados por D. Mateus Monge. Os espanhóis foram instigados pelo destemido escrivão do geral da vila (ou Juís de Fora?) de Marvão, Joaquim António da Cruz, que se havia refugado em Espanha após uma sua tentativa, malograda, de sublevação da população. O assalto foi comandado pelo Tenente-Coronel espanhol D. Vicente Perez e pelo Tenente-Coronel graduado de milícias, D. Pedro de Magalhães, filho do arquitecto português Teodoro Magalhães.

Guerras Liberais, 1832-1834

Em Junho/Julho de 1833, a Praça de Marvão, comandada pelo miguelista Coronel Francisco da Silva Lobo, resiste às intimações de rendição feitas pela guerrilha constitucional, por sua vez comandada pelo antigo coronel do exército espanhol, D. Manuel Martini. Neste período, servia de refúgio, base de apoio logístico e ponto de partida para incursões em Espanha, aos carlistas que acompanhavam o infante espanhol, D. Carlos Maria Isidro (1788-1855). Decorria em Espanha a Primeira Guerra Carlista ou Guerra dos Sete Anos (1833-1839), sendo os carlistas comandados pelo brigadeiro D. Fernando Peñarola. Em 12 de Dezembro de 1833, é conquistada a Praça de Marvão pelas tropas liberais, reunidas sob a designação de Legião Patriótica do Alentejo, com ajuda de tropas espanholas e com a cumplicidade de elementos do interior da fortaleza. De Dezembro de 1833 a 26 de Março de 1834, Marvão é cercada pelas tropas miguelistas, sob o comando do Brigadeiro António José Doutel.

As tropas liberais, comandadas pelo General António Pinto Álvares Pereira, eram abastecidas a partir do território espanhol. Foram socorridas, a 22 de Março de 1834, por forças vindas de Espanha, comandadas pelo Tenente-General José Joaquim de Abreu. O cerco levantado a 26 de Março é referido em documento militar de 1861, de forma muito elogiosa e nos seguintes termos: A esta Praça está ligado um facto histórico que muito a honra; foi o memorável sítio que ela sustentou por uns poucos de meses em 1834, tornando-se, por este feito d'armas, o baluarte da liberdade na Província do Alentejo.

 

Guerra civil em consequência das rebeliões da Maria da Fonte (1846) e da Patuleia (1847)

Entre 23 e 25 de Julho de 1847, a praça foi ocupada pelo General espanhol, Concha.

 

Wiking Mercedes-Benz L 6600 lorry Deutsche Bundespost.

From the set of five vehicles Post Museums Shop Edition '94.

Wiking 527 Atlas Van Lines Peterbilt - 1:87 scale plastic

1 2 ••• 13 14 16 18 19 ••• 79 80