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Fonte: wiki.cancaonova.com/index.php/Corpus_Christi
A Festa de Corpus Christi é a celebração em que solenemente a Igreja comemora a instituição do Santíssimo Sacramento da Eucaristia; sendo o único dia do ano que o Santíssimo Sacramento sai em procissão às nossas ruas. Propriamente é a Quinta-feira Santa o dia da instituição, mas a lembrança da Paixão e Morte do Salvador não permite uma celebração festiva. Por isso, é na Festa de Corpus Christi que os fiéis agradecem e louvam a Deus pelo inestimável dom da Eucaristia, na qual o próprio Senhor se faz presente como alimento e remédio de nossa alma. A Eucaristia é fonte e centro de toda a vida cristã. Nela está contido todo o tesouro espiritual da Igreja, o próprio Cristo.
Quando surgiu?
A Festa de Corpus Christi surgiu no séc. XIII, na diocese de Liège, na Bélgica, por iniciativa da freira Juliana de Mont Cornillon, (†1258) que recebia visões nas quais o próprio Jesus lhe pedia uma festa litúrgica anual em honra do sacramento da Eucaristia.
Aconteceu, porém, que quando o padre Pedro de Praga, da Boêmia, celebrou uma Missa na cripta de Santa Cristina, em Bolsena, Itália, aconteceu um milagre eucarístico: da hóstia consagrada começaram a cair gotas de sangue sobre o corporal após a consagração. Alguns dizem que isto ocorreu porque o padre teria duvidado da presença real de Cristo na Eucaristia.
O Papa Urbano IV (1262-1264), que residia em Orvieto, cidade próxima de Bolsena, onde vivia São Tomás de Aquino, informado do milagre, então, ordenou ao Bispo Giacomo que levasse as relíquias de Bolsena a Orvieto. Isso foi feito em procissão. Quando o Papa encontrou a Procissão na entrada de Orvieto, teria então pronunciado diante da relíquia eucarística as palavras: “Corpus Christi”.
Em 11 de agosto de 1264 o Papa emitiu a bula "Transiturus de mundo", onde prescreveu que na quinta-feira após a oitava de Pentecostes, fosse oficialmente celebrada a festa em honra do Corpo do Senhor. São Tomás de Aquino foi encarregado pelo Papa para compor o Ofício da celebração. O Papa era um arcediago de Liège e havia conhecido a Beata e percebido a luz sobrenatural que a iluminava e a sinceridade de seus apelos.
Em 1290 foi construída a belíssima Catedral de Orvieto, em pedras pretas e brancas, chamada de "Lírio das Catedrais". Antes disso, em 1247, realizou-se a primeira procissão eucarística pelas ruas de Liège, como festa diocesana, tornando-se depois uma festa litúrgica celebrada em toda a Bélgica, e depois, então, em toda o mundo no séc. XIV, quando o Papa Clemente V confirmou a Bula de Urbano IV, tornando a Festa da Eucaristia um dever canônico mundial.
Em 1317, o Papa João XXII publicou na Constituição Clementina o dever de se levar a Eucaristia em procissão pelas vias públicas. A partir da oficialização, a Festa de Corpus Christi passou a ser celebrada todos os anos na primeira quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade. A celebração normalmente tem início com a missa, seguida pela procissão pelas ruas da cidade, que se encerra com a bênção do Santíssimo.
Milagre Eucarístico
Por volta dos anos 700, na cidade italiana de Lanciano, viviam no mosteiro de São Legoziano os Monges de São Basílio, e entre eles havia um que se fazia notar mais por sua cultura mundana do que pelo conhecimento das coisas de Deus. Sua fé parecia vacilante, e ele era perseguido todos os dias pela dúvida de que a hóstia consagrada fosse o verdadeiro Corpo de Cristo e o vinho o Seu verdadeiro Sangue. Mas a Graça Divina nunca o abandonou, fazendo-o orar continuamente para que esse insidioso espinho saísse do seu coração.
Foi quando, certa manhã, celebrando a Santa Missa, mais do que nunca atormentado pela sua dúvida, após proferir as palavras da Consagração, ele viu a hóstia converter-se em Carne viva e o vinho em Sangue vivo. Sentiu-se confuso e dominado pelo temor diante de tão espantoso milagre, permanecendo longo tempo transportado a um êxtase verdadeiramente sobrenatural. Até que, em meio a transbordante alegria, o rosto banhado em lágrimas, voltou-se para as pessoas presentes e disse:
"Ó bem-aventuradas testemunhas diante de quem, para confundir a minha incredulidade, o Santo Deus quis desvendar-se neste Santíssimo Sacramento e tornar-se visível aos vossos olhos. Vinde, irmãos, e admirai o nosso Deus que se aproximou de nós. Eis aqui a Carne e o Sangue do nosso Cristo muito amado!"
A estas palavras os fiéis se precipitaram para o altar e começaram também a chorar e a pedir misericórdia. Logo a notícia se espalhou por toda a pequena cidade, transformando o Monge num novo Tomé. A Hóstia-Carne apresentava, como ainda hoje se pode observar, uma coloração ligeiramente escura, tornando-se rósea se iluminada pelo lado oposto, e tinha aparência fibrosa; o Sangue era de cor terrosa (entre o amarelo e o ocre), coagulado em cinco fragmentos de forma e tamanhos diferentes.
As relíquias foram agasalhadas num tabernáculo de marfim mandado construir pelas pessoas mais credenciadas do lugarejo. A partir de 1713 até hoje, a Carne passou a ser conservada numa custódia de prata, e o Sangue, num cálice de cristal. Aos reconhecimentos eclesiásticos do Milagre, a partir de 1574, veio juntar-se o pronunciamento da Ciência moderna através de minuciosas e rigorosas provas de laboratório.
Foi em novembro de 1970 que os Frades Menores Conventuais, sob cuja guarda se mantém a Igreja do Milagre (desde 1252 chamada de São Francisco), decidiram, devidamente autorizados, confiar a dois médicos de renome e idoneidade moral a análise científica das relíquias. Após alguns meses de trabalho, exatamente a 4 de março de 1971, os pesquisadores publicaram um relatório contendo os resultados das análises:
"A Carne é verdadeira carne, o Sangue é verdadeiro sangue. A Carne é do tecido muscular do coração (miocárdio, endocárdio e nervo vago). A Carne e o Sangue são do mesmo tipo sangüíneo (AB) e pertencem à espécie humana. No sangue foram encontrados, além das proteínas normais, os seguintes materiais: cloretos, fósforos, magnésio, potássio, sódio e cálcio. A conservação da Carne e do Sangue, deixados em estado natural por 12 séculos e expostos à ação de agentes atmosféricos e biológicos, permanece um fenômeno extraordinário".
Antes mesmo de redigirem o documento sobre o resultado das pesquisas realizadas em Arezzo, os Doutores Linoli e Bertelli enviaram aos Frades um telegrama nos seguintes termos: "E o Verbo se fez Carne!". É assim que o Milagre de Lanciano, desafiando a ação do tempo e toda a lógica da ciência humana, se apresenta aos nossos olhos como a prova mais viva e palpável de que "Comei e bebei todos vós, isto é o meu Corpo que é dado por vós".
Mais do que uma simples simbologia como possa parecer, é o sinal divino de que no Sacramento da Comunhão está o alimento da nossa esperança nas Promessas de Cristo para nossa Salvação: "Aquele que come a minha Carne e bebe o meu Sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia" (Jo 6,55).
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Série complète/Reportages, Parti socialiste 2016/17 www.flickr.com/photos/sebastienduhamel/albums/72157674150...
Projets/Reportages : Écologie, Éducation et Politiques www.flickr.com/photos/sebastienduhamel/collections/721576...
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Parti socialiste www.parti-socialiste.fr/
www.facebook.com/partisocialiste/
fr.wikipedia.org/wiki/Parti_socialiste_(France)
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Primaire citoyenne de 2017 fr.wikipedia.org/wiki/Primaire_citoyenne_de_2017
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Benoît Hamon www.benoithamon2017.fr
fr.wikipedia.org/wiki/Benoît_Hamon
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Convention d'investiture de Benoît Hamon
www.youtube.com/watch?v=QUMbC7O_PxQ
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Meeting de Benoit Hamon à Montreuil le 26 janvier 2017
www.youtube.com/watch?v=cWwGbN6KWHE
www.youtube.com/watch?v=pq6Oz90losQ
Benoît Hamon - Intégralité du meeting Japy - 14 décembre 2016
www.youtube.com/watch?v=DNJJ7W10Zks
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L'émission politique avec Benoit Hamon - 8 décembre 2016
www.youtube.com/watch?v=_HnA6oI3Dw0
Benoît Hamon et Vincent Peillon face à la rédaction de Médiapart 11 janvier 2017
www.youtube.com/watch?v=-JMHbx9x-Tg
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Ce que contient le programme de Benoît Hamon
Le candidat à la primaire de la gauche porte un programme social, notamment avec le revenu universel, mais aussi très écolo. Du rose, et beaucoup de vert.
Il récuse "l'option sociale-libérale, sociale-démocrate, présentée par Manuel Valls et Vincent Peillon". Il reconnaît "incontestablement des valeurs communes" avec Arnaud Montebourg, mais se veut "moins productiviste, moins souverainiste, plus européen, attaché à un modèle de développement plus tempérant" que son ancien collègue du gouvernement. Benoît Hamon, député socialiste des Yvelines, est l'un des principaux candidats à la primaire de la gauche en vue de la présidentielle de 2017... et l'un des plus verts.
"Benoît Hamon se projette dans un nouveau monde, le nôtre mais aussi celui de nos enfants et de nos petits-enfants", avance son porte-parole, le député Alexis Bachelay. "Son programme est tourné vers les mutations du monde du travail et les mutations écologiques." Que propose Benoît Hamon exactement ?
1 . Un revenu universel d'existence
Benoît Hamon est l'un des premiers, en France, à avoir formulé la proposition d'un revenu universel. Mais il n'est pas le seul. Le revenu universel est aussi au programme d'Europe Ecologie-les Verts. Plus récemment, Manuel Valls s'est converti à l'idée.
Le principe :
"Créer un revenu universel d'existence d'un montant de 750 euros par mois pour tous les Français dès l'âge de 18 ans."
Le revenu universel est un revenu-socle accordé à tous, sans contrepartie. C'est un droit accordé à la personne, qu'elle soit salariée ou non. "Le revenu universel sera la protection sociale du XXIe siècle", estime Benoît Hamon, qui constate qu'aujourd'hui 8,8 millions de personnes vivent sous le seuil de pauvreté en France.
Le revenu universel va être expérimenté début 2017 en Finlande, à l'initiative d'un gouvernement de droite. 2.000 personnes tirées au sort recevront 560 euros par mois, non imposables.
Là ou Manuel Valls parle de "fusionner la plupart des minima sociaux existants", sans plus de précision, Benoît Hamon, lui, détaille son plan. La mise en place du revenu universel a lieu en trois étapes :
• Dès 2017, le RSA connaît une augmentation de 10%. Il passe donc de 525 à 577 euros pour une personne seule sans enfants. Et le RSA est ouvert aux adultes de moins de 25 ans.
• Entre 2018 et 2020, le RSA est élargi aux 50 millions d'adultes, il devient ainsi un revenu universel.
• Par la suite, le montant de ce revenu universel est augmenté peu à peu, pour atteindre 750 euros.
Coût final : 450 milliards, selon l'estimation présentée par Benoît Hamon. Comment le candidat compte-t-il financer une telle dépense ? Par une hausse des prélèvements. Car la création du revenu universel est l'occasion pour le député de proposer une réforme en profondeur de la fiscalité :
• lutte contre l'évasion fiscale et contre les fraudes aux cotisations sociales
• réduction des niches fiscales
• élargissement de l'assiette de l'impôt sur le revenu
• taxation progressive du patrimoine (réforme de la taxe foncière et ISF élargi)
• création d'une fiscalité sur les robots et les machines.
2. Douze mesures pour engager la transition écologique
Benoît Hamon s'efforce de lier deux dimensions, la défense de l'environnement et la protection sociale. "Ce sont les plus pauvres qui sont les plus exposés aux risques associés à la dégradation de l'environnement et de nos modes de vie", rappelle l'ancien ministre de l'Economie solidaire, "la gauche ne devrait pas avoir à choisir entre la protection de notre planète et le progrès social". Son mot d'ordre :
"La question écologique est inséparable de la question sociale."
Parmi les douze mesures présentées par Benoît Hamon :
• Une "grande conférence nationale" sur l'environnement et la santé avec les acteurs de la société civile, une "démocratie environnementale" qui protège nos biens communs, l'eau et l'air
• L’abandon de l'aéroport du Grand Ouest : "Moi président, il n'y aura pas d'aéroport à Notre-Dame-des-Landes"
• Un plan de rénovation énergétique des logements sociaux et des logements privés
• Un plan de sortie du diesel "à l'horizon 2025"
un objectif de "50% d'énergie renouvelable dès 2025", par l'investissement public, la réorganisation d'EDF et des projets au niveau européen
• Mettre la finance au service de la transition écologique" avec "une TVA différenciée pour les produits les plus vertueux
• La lutte contre le gaspillage et l'obsolescence programmée des objets
• L'interdiction des pesticides les plus dangereux, des agences régionales chargées de développer les circuits courts,
• La lutte contre la maltraitance animale
• Le développement de l'économie sociale et solidaire, de l'économie du partage.
• L'écologie, dans le programme de Benoît Hamon, porte aussi une ambition de relance de l'Europe, une "Europe des projets", pour "faire émerger un nouveau modèle de développement, plus tempérant".
3. Pour la santé, priorité à l'égalité
Parmi ses propositions, retenons deux mesures saillantes :
• La lutte contre les déserts médicaux. Benoît Hamon entend "repenser la couverture médicale" en France, en favorisant le modèle "des maisons de santé pluridisciplinaires" et en multipliant les aides à l'installation des médecins. Pour cela, une "mission nationale d'accès aux soins" disposera d'un budget spécifique.
• Un plan "sport et santé". Le candidat propose "le remboursement par la Sécurité sociale de la pratique sportive quand elle est prescrite par les médecins et adaptée pour les maladies chroniques". Le but ? "Encourager les comportements bénéfiques" pour la santé. Il soutiendra aussi la création de salles de sport dans les entreprises.
Le candidat préfère parler des dépenses nouvelles que de leur financement. Il ne dit pas comment le régime de santé, encore en déficit, pourrait revenir enfin à l'équilibre.
• De meilleurs remboursements. Benoît Hamon promet d'améliorer la prise en charge, "notamment en matière de soins dentaires". A l'inverse, il demande une "approche rigoureuse sur les médicaments de confort [...] là où le bénéfice de santé est marginal".
Pas de financement. Il se dit "contre indexer les politiques de santé sur l'équilibre des comptes". Et appelle à mettre "fin aux politiques inutiles d'allègement de cotisations sociales qui ne sont jamais intégralement compensées par l'Etat".
4. La VIe République
Le projet de Benoît Hamon en matière de réforme des institutions est pour le moins ambitieux. L'ancien animateur du Nouveau parti socialiste, un courant du PS, défend de longue date le principe d'une VIe République. Son mot d'ordre :
"Le mythe de l'homme providentiel est mort, nous devons changer les pratiques de la politique."
Là aussi, les mesures proposées par Benoît Hamon rencontrent le programme d'EELV. Sa VIe République est plus parlementaire et fortement teintée de démocratie directe.
Le programme de Benoît Hamon contient 28 propositions pour "rénover notre démocratie". "Nos démocraties représentatives sont à bout de souffle", estime-t-il. "Notre responsabilité est d'inventer un nouveau modèle qui redonne aux citoyens leur voix, leur pouvoir et leur rôle de premier plan dans notre démocratie." Parmi les mesures
• Un 49.3 citoyen. 1% du corps électoral (450.000 électeurs) pourra imposer qu'une proposition de loi soit examinée par le Parlement, ou que l'application d'une loi soit suspendue, le temps d'organiser un référendum. C'est une référence évidente au 49.3 utilisé par Manuel Valls pour imposer la loi sur le travail, que Benoît Hamon a combattue.
• La limitation du recours à l'article 49.3 au vote du budget et du budget de la Sécurité sociale.
• La prise en compte du vote blanc. Si le vote blanc est majoritaire, l'élection doit être reportée.
• Un président de la République élu pour sept ans, et aux pouvoirs limités, chargé de veiller à l'équilibre des pouvoirs et des projets de long terme de la Nation. L'abrogation de l'article 16 qui permet au président de s'arroger les pleins pouvoirs.
• Une dose de proportionnelle pour élire les députés.
• La transformation du Sénat en "collège des territoires".
• Le droit de vote des étrangers aux élections locales. Cette mesure figurait dans le programme de François Hollande, qui y a renoncé faute de majorité pour la voter à l'Assemblée et au Sénat. Benoît Hamon veut contourner l'obstacle en ayant recourt au référendum.
• La possibilité pour les citoyens de proposer des amendements lors de la discussion des lois, de décider directement d'une partie du budget (budget participatif).
Une loi antitrust dans les médias.
5. Un "visa humanitaire"
Benoît Hamon a proposé mercredi, lors de son meeting au gymnase Japy, la création d'un "visa humanitaire" pour "sortir de l'hypocrisie et refaire de la France une terre d'asile". Son slogan, qui vise Manuel Valls :
"Je me désole qu'on se réjouisse à gauche du nombre d'expulsions et de reconduites à la frontière."
Dénonçant les "crimes contre l'humanité" qui ont lieu à Alep, en Syrie, Benoît Hamon veut refonder la politique d'asile, remettre en cause des accords de Dublin et consacrer des moyens à l'apprentissage du français.
15 décembre 2016 | Baptiste Legrand
tempsreel.nouvelobs.com/journaliste/7/baptiste-legrand.html
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Replay Intégral - 1er débat de la primaire du parti Socialiste, Paris le 12 Janvier 2017
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Replay Intégral - 2ème débat de la primaire du parti Socialiste, Paris le 15 Janvier 2017
www.youtube.com/watch?v=91Iiof-qzsM
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Replay Intégral - 3ème débat de la primaire du parti Socialiste, Paris le 19 Janvier 2017
www.youtube.com/watch?v=pzOMwqruank
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Replay Intégral “Le grand débat”, Paris le 25 janvier 2017
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fr.wikipedia.org/wiki/Place_de_la_Bastille
fr.wikipedia.org/wiki/Colonne_de_Juillet
La place de la Bastille est une place de Paris, lieu symbolique de la Révolution française, où l'ancienne forteresse de la Bastille fut détruite, entre le 14 juillet 1789 et le 14 juillet 1790.
Louis-Philippe décida en 1833 de construire la Colonne de Juillet, déjà prévue en 1792, mais pour, cette fois, commémorer les Trois Glorieuses. Elle fut inaugurée en 1840.
La colonne de Juillet est une colonne élevée sur la place de la Bastille à Paris (48°51′11.31″N 02°22′08.71″E / 48.8531417, 2.3690861), en commémoration des Trois Glorieuses. Ces trois journées de la révolution de juillet 1830 amenèrent la chute de Charles X et de la monarchie absolue, et l'instauration de la monarchie constitutionnelle, avec le règne de Louis-Philippe Ier, duc d'Orléans, devenu roi des Français (monarchie de Juillet).
Elle n'est donc pas érigée en commémoration des évènements révolutionnaires de 1789 (prise de la Bastille) comme certains le pensent.
Sur une plaque, au bas de la colonne, il est écrit :
« À la gloire des citoyens français qui s'armèrent et combattirent pour la défense des libertés publiques dans les mémorables journées des 27, 28, 29 juillet 1830. »
Le fût de la colonne porte le nom des victimes des journées révolutionnaires de juillet 1830 et le sommet est orné d'une sculpture en bronze doré d'Auguste Dumont : le Génie de la Liberté.
La hauteur totale de l'édifice est de 50,52 m. en comptant l'ensemble de la structure qui enjambe le canal.
La voûte ogivale enjambant le Canal Saint-Martin, était destinée à la fontaine de l'éléphant, et renferme les anciens caveaux bâtis afin de renfermer les canalisations, ceux-ci furent affectés aux restes des 504 victimes des journées révolutionnaires de juillet 1830 transférées depuis le jardin de l'infante, et environ 200 dépouilles de la Révolution de 1848.
Premier soubassement en marbre rouge, circulaire
Deuxième soubassement en marbre blanc, circulaire et haut de 3 mètres. Sur sa corniche: 24 têtes de lions dont la gueule ouverte décharge les eaux de pluie.
Troisième soubassement carré, en marbre blanc, porte 24 médaillons circulaires représentant : la Croix de Juillet, une tête de Méduse, la Charte de 1830 et la balance de la justice.
Le socle de la colonne est en bronze. Il est surmonté de 4 coqs gaulois, placés aux angles.
Le fût de la colonne est en bronze, d'une hauteur de 23 mètres et est formé de 21 tambours cylindriques. 4 colliers divisent le fût en trois parties symbolisant les trois glorieuses, et où sont gravés les noms des 504 victimes des journées révolutionnaires de juillet. Sur ces colliers sont 16 têtes de lions, qui éclairent l'intérieur de la colonne.
Chapiteau composite, avec au milieu de chacun des côtés du tailloir une tête de lion surmontant un petit Génie qui orne la corbeille du chapiteau.
La balustrade qui sertit le tailloir entoure un lanternon que surmonte une boule, portant elle-même le Génie de la Liberté.
Le Génie de la Liberté représente « la Liberté qui s’envole en brisant des fers et semant la lumière ». Il est nu, le pied gauche posé sur la sphère, la jambe droite levée, les ailes déployées, une étoile sur le front. Il tient dans la main gauche une chaîne brisée, et de la droite le flambeau de la civilisation. Cette sculpture en bronze doré a été réalisée par Auguste Dumont[
Porto Ulisse di Ognina
it.wikipedia.org/wiki/Porto_Ulisse
Il porto Ulisse è il porticciolo di Ognina, borgata periferica della città di Catania, posto alle coordinate 37° 31',53 Nord e 15° 07',27 Est.
Il porto Ulisse si trova sulla costa nord della città di Catania ricavato da un'insenatura nella scogliera rocciosa; era un approdo portuale di Catania sin dall'antichità. Nell'area ove sorge il porto attuale sfociava un fiume il Lognina od Ognina che venne seppellito da una colata lavica dell'Etna in epoca medioevale. Nel 1381 il borgo di Ognina venne interamente sepolto da una colata di lava e dell'approdo rimase solo una piccola insenatura, quella attuale. Nel porto era presente anche una fiorente attività cantieristica i cui mastri d'ascia erano conosciuti ed apprezzati. Da porto da pesca nel dopoguerra si è lentamente attrezzato come porto turistico ed oggi offre servizi ed assistenza specializzati.
Il porto si trova circa 3 miglia a nord-est del Porto di Catania ed è protetto da un molo foraneo di oltre 150 m con faro rosso di segnalazione sulla testata, un molo interno più piccolo e vari pontili galleggianti. I fondali vanno da 1,5 a 12 metri di profondità e sono fangosi nella parte più interna e rocciosi verso l'esterno.
Il porto è attrezzato con rifornimento di carburante ed acqua, cantieri navali e quattro gru di alaggio. Vi hanno sede diversi Club nautici.
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fr.wikipedia.org/wiki/Pont_Alexandre-III
Le pont Alexandre-III est un pont franchissant la Seine entre le 7e et le 8e arrondissement de Paris.
C'est un pont métallique de 40 mètres de large composé d'une seule arche de 107 mètres comprenant trois points d'articulation, permettant de franchir la Seine sans point d'appui intermédiaire. Deux tunnels en pierre se situent à ses extrémités.
Le pont a plusieurs fois changé de couleurs ; il est passé du gris au vert-brun puis au gris perle. Il a repris ses couleurs d'origine lors de son unique restauration en 1998.
Ses contreforts côté rive droite abritent depuis septembre 2006 une boîte de nuit appelée le Showcase, aménagée dans un hangar à bateau désaffecté. Ce lieu, ouvert au grand public à la mi-décembre 2006, peut être utilisé comme salle de concert ; des émissions de télévision y sont depuis enregistrées.
Type de construction : Pont en arc à trois articulations, multiples travées
Construction : 1897 - 1900
Inauguration : 14 avril 1900
Architectes : Cassien-Bernard et Gaston Cousin
Ingénieurs : Jean Résal et Amédée Alby
Décoration : Georges Récipon, Emmanuel Frémiet, Jules Félix Coutan, Henri Désiré Gauquié, Grandzlin, Pierre Granet, Alfred Lenoir, Laurent Honoré Marqueste, André Massoule, Gustave Michel, Léopold Morice, Abel Poulin, Clément Steiner
Le pont au moment de son inauguration à l'occasion de l'exposition universelle de 1900.Matériau : acier
Longueur totale : 160 mètres
Longueur de la travée principale : 107,50 mètres
Largeur de la poutre : 40 mètres
Flèche : 1/17 (rapport hauteur/portée)
Entreprises : Groupe Fives-Lille parmi d'autres
Classement aux Monuments historiques : 1975
Du fait de sa grande portée pour une faible hauteur, le pont Alexandre III exerce une importante poussée latérale. Afin d'éviter l'écartement des ancrages, les berges ont été considérablement renforcées, et les quatre colonnes des extrémités participent au lestage de l'ensemble.
Les quatre renommées au sommet des pylônes d'entrée représentent :
Rive droite, amont : La renommée des arts : par Emmanuel Frémiet
Rive droite, aval : La renommée des sciences : par Emmanuel Frémiet
Rive gauche, amont : La renommée au combat : par Pierre Granet
Rive gauche, aval : La renommée de l'industrie : par Clément Steiner
Les décorations à la base des quatre pylônes ont pour thèmes :
Rive droite, amont : La France du Moyen Âge (Alfred-Charles Lenoir)
Rive gauche, amont : La France à la Renaissance (Jules Coutan),
Rive gauche, aval : La France sous Louis XIV (Laurent Marqueste)
Rive droite, aval : La France moderne (Gustave Michel)
Les groupes de lions conduits par des enfants aux entrées du pont ont pour auteurs :
Rive gauche : Aimé-Jules Dalou
Rive droite : Georges Gardet
Les différents groupes en bronze ou cuivre s'échelonnant sur le pont :
Les amours soutenant les quatre lampadaires de Henri Désiré Gauquié
Quatre génies avec des poissons et des coquillages de Léopold Morice et André Massouille
Au centre en amont : nymphes de la Neva avec les armes de la Russie et au centre en aval : nymphes de la Seine avec les armes de Paris, toutes deux de Georges Récipon.
English
is a small state in northeastern Brazil lying between the states of Pernambuco and Sergipe; touching the state of Bahia along a part of its southwestern border. The southern border of Alagoas is defined by the Rio São Francisco (São Francisco River). From the lagoons came the name of the state, which, in the 16th century, was invaded by Portuguese and French searching for pau-Brazil (a type of wood). The Dutch first arrived in the neighboring state of Pernambuco and ended up conquering the territory.
The capital, Maceió, which borders the Rio Mundaú, is famous for its beaches and seafood and is Alagoas' most popular tourist attraction.
Português
Alagoas é uma das 27 unidades federativas do Brasil e está situado a leste da região Nordeste. Tem como limites: Pernambuco (N e NO); Sergipe (S); Bahia (SO); e oceano Atlântico (L). Ocupa uma área de 27.767 km², sendo ligeiramente maior que o Haiti. Sua capital é a cidade de Maceió.
É formado por 102 municípios e suas cidades mais populosas são Maceió, Arapiraca, Palmeira dos Índios, Rio Largo, Penedo, União dos Palmares, São Miguel dos Campos, Santana do Ipanema, Delmiro Gouveia, Coruripe, Marechal Deodoro e Campo Alegre.
A costa do atual Estado de Alagoas, reconhecida desde as primeiras expedições portuguesas, desde cedo também foi visitada por embarcações de outras nacionalidades para o escambo de pau-brasil (Caesalpinia echinata).
Quando da instituição do sistema de Capitanias Hereditárias (1534), integrava a Capitania de Pernambuco, e a sua ocupação remonta à fundação da vila do Penedo (1545), às margens do rio São Francisco, pelo donatário Duarte Coelho, que incentivou a fundação de engenhos na região. Palco do naufrágio da Nau Nossa Senhora da Ajuda e subsequente massacre dos sobreviventes, entre os quais o Bispo D. Pero Fernandes Sardinha, pelos Caeté (1556), o episódio serviu de justificativa para a guerra de extermínio movida contra esse grupo indígenas pela Coroa portuguesa.
Ao se iniciar o século XVII, além da lavoura de cana-de-açúcar, a região de Alagoas era expressiva produtora regional de farinha de mandioca, tabaco, gado e peixe seco, consumidos na Capitania de Pernambuco. Durante as invasões holandesas do Brasil (1630-1654), o seu litoral se tornou palco de violentos combates, enquanto que, nas serras de seu interior, se multiplicaram os quilombos, com os africanos evadidos dos engenhos de Pernambuco e da Bahia. Palmares, o mais famoso, chegou a contar com vinte mil pessoas no seu apogeu.
Constituiu-se em Comarca de Alagoas em 1711, e foi desligado da Capitania de Pernambuco (Decreto de 16 de setembro de 1817), em consequência da Revolução Pernambucana daquele ano. O seu primeiro governador, Sebastião Francisco de Melo e Póvoas, assumiu a função a 22 de janeiro de 1819.
Durante o Brasil Império (1822-1889), sofreu os reflexos de movimentos como a Confederação do Equador (1824) e a Cabanagem (1835-1840). A Lei Provincial de 9 de dezembro de 1839 transferiu a capital da Província da cidade de Alagoas (hoje Marechal Deodoro), para a vila de Maceió, então elevada a cidade.
A primeira Constituição do Estado foi assinada em 11 de junho de 1891, em meio a graves agitações políticas que assinalaram o início da vida republicana. Os dois primeiros presidentes da República do Brasil, Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, nasceram no estado.
Quilombo dos Palmares
O Quilombo dos Palmares localizava-se na serra da Barriga, região hoje pertencente ao estado brasileiro de Alagoas. Foi o mais emblemático dos quilombos formados no período colonial, tendo resistido por mais de um século, o seu mito transformando-se em moderno símbolo da resistência do africano à escravatura, ainda que, paradoxalmente, tenha-se conhecimento do uso de escravos em muitos quilombos.
Website:
Wiking 1:87 scale Mercedes-Benz O302 bus ' DB' (Deutsche Bundesbahn) from the set '100 Jahre Motor-Omnibus – Mercedes-Benz-Omnibusse in Stadt und Land' no. 990 05.
I have earlier versions of this, one has a sticker for 'DB', the other has 'Deutsche Bundesbahn' spelled out in full. See the Wiking album for these and over 800 other Wiking models.
fr.wikipedia.org/wiki/Mus%C3%A9e_de_l'%C5%92uvre_Notre-Dame
Le Musée de l’Œuvre Notre-Dame est un musée de Strasbourg consacré à l'art plastique et aux arts décoratifs des territoires du Rhin supérieur (Alsace, Pays de Bade, Suisse rhénane, Palatinat) depuis le haut Moyen Âge jusqu’à l’annexion de l’Alsace à la France, en 1681. Il se situe dans le bâtiment historique de la Fondation de l'Œuvre Notre-Dame, chargée de l’entretien de la cathédrale de Strasbourg, à côté du Palais des Rohan. Le Musée de l’Œuvre Notre-Dame est célèbre pour ses riches collections d’éléments architecturaux, d’œuvres d’art (statues, retables, tapisseries), de plans originaux et de vitraux provenant de la cathédrale et de nombreuses autres églises de la région, ainsi que pour son riche ensemble de peintures de Konrad Witz, Hans Baldung et Sébastien Stoskopff. Il présente en outre un jardinet contenant des plantes médicinales utilisées à l’époque.
Le musée est abrité dans un ensemble de maisons datant de la même époque que les objets de sa collection. Celle de gauche, à pignons en simples gradins, d’architecture gothique, est la plus ancienne, datant de 1347, celle de droite, à pignon à volutes, d’architecture Renaissance, date quant à elle de 1579. À l’arrière, deux autres maisons du XIVe siècle et XVIIe siècle complètent l’ensemble.
Appelée Frauenhaus (maison de Notre-Dame), elle est le bureau et la demeure du receveur de l’œuvre Notre-Dame et dont les revenus (ainsi que ceux du conseil de fabrique de la cathédrale) servent exclusivement à la restauration de la cathédrale de Strasbourg
Outre les peintres Witz, Baldung et Stoskopff, les sculpteurs Ivo Strigel et Nicolas Gerhaert de Leyde, le maître verrier Peter Hemmel d’Andlau, le musée présente de nombreux artistes anonymes issus notamment de l’école ou de l’entourage de Martin Schongauer et du « Maître du jardinet de paradis ». À côté des œuvres issues de la cathédrale de Strasbourg (sculptures, vitraux, etc.), le musée présente d’importants vestiges d’églises strasbourgeoises disparues ou transformées, telle l’ancienne église des Dominicains, actuel Temple Neuf (bombardée en 1870), l’église Saint-Pierre-le-Vieux (transformé à partir de 1867) et l’église Sainte-Madeleine (mutilée par un incendie en 1904 et bombardée en 1944). De remarquables autres témoignages proviennent des églises gothiques de Wissembourg et Mutzig (vitraux) et de l’église romane d’Eschau (cloître, fonts baptismaux). Des retables, statues, croix processionnelles et tentures offrent un panorama complet de la production artistique dévotionnelle de la région et de cette époque..
fr.wikipedia.org/wiki/Maison_de_la_Culture
www.maisondelaculture-amiens.com/www/full.php
fr.wikipedia.org/wiki/Hortillonnages
source : wikipédia
Le terme Hortillonnage dérive du nom Hortillon, terme picard usité dès le xve siècle et issu du bas latin hortellus, « petit jardin », diminutif du latin classique hortus, « jardin ». Il désigne en Picardie des marais entrecoupés de canaux, où l'on pratique la culture maraîchère.
Les hortillonnages d'Amiens sont un espace de 300 hectares d'anciens marais situé à l'est d'Amiens, comblés (probablement à l'époque gallo-romaine) pour créer des champs utilisables pour la culture maraîchères.
Cette activité est en fort déclin depuis les années 1950. Il ne reste plus aujourd'hui qu'une dizaine de maraîchers qui exploitent 25 hectares, le reste des hortillonnages s'étant progressivement transformé en terrains de loisirs et de résidences secondaires, ainsi qu'en friches qui sont occupées par de nombreuses espèces sauvages qui y nichent, s'y reproduisent ou s'y nourrissent : c'est un espace d'une grande richesse écologique.
Les hortillonnages sont cultivés depuis environ 2 000 ans. Aujourd'hui, à cause de l'extension urbaine, il ne reste plus que 300 hectares des 10 000 hectares d'origine. Un millier de personnes vivaient de la culture maraichère des hortillonnages. Il n'en reste qu'une dizaine.
fr.wikipedia.org/wiki/Pont_Alexandre-III
Le pont Alexandre-III est un pont franchissant la Seine entre le 7e et le 8e arrondissement de Paris.
C'est un pont métallique de 40 mètres de large composé d'une seule arche de 107 mètres comprenant trois points d'articulation, permettant de franchir la Seine sans point d'appui intermédiaire. Deux tunnels en pierre se situent à ses extrémités.
Le pont a plusieurs fois changé de couleurs ; il est passé du gris au vert-brun puis au gris perle. Il a repris ses couleurs d'origine lors de son unique restauration en 1998.
Ses contreforts côté rive droite abritent depuis septembre 2006 une boîte de nuit appelée le Showcase, aménagée dans un hangar à bateau désaffecté. Ce lieu, ouvert au grand public à la mi-décembre 2006, peut être utilisé comme salle de concert ; des émissions de télévision y sont depuis enregistrées.
Type de construction : Pont en arc à trois articulations, multiples travées
Construction : 1897 - 1900
Inauguration : 14 avril 1900
Architectes : Cassien-Bernard et Gaston Cousin
Ingénieurs : Jean Résal et Amédée Alby
Décoration : Georges Récipon, Emmanuel Frémiet, Jules Félix Coutan, Henri Désiré Gauquié, Grandzlin, Pierre Granet, Alfred Lenoir, Laurent Honoré Marqueste, André Massoule, Gustave Michel, Léopold Morice, Abel Poulin, Clément Steiner
Le pont au moment de son inauguration à l'occasion de l'exposition universelle de 1900.Matériau : acier
Longueur totale : 160 mètres
Longueur de la travée principale : 107,50 mètres
Largeur de la poutre : 40 mètres
Flèche : 1/17 (rapport hauteur/portée)
Entreprises : Groupe Fives-Lille parmi d'autres
Classement aux Monuments historiques : 1975
Du fait de sa grande portée pour une faible hauteur, le pont Alexandre III exerce une importante poussée latérale. Afin d'éviter l'écartement des ancrages, les berges ont été considérablement renforcées, et les quatre colonnes des extrémités participent au lestage de l'ensemble.
Les quatre renommées au sommet des pylônes d'entrée représentent :
Rive droite, amont : La renommée des arts : par Emmanuel Frémiet
Rive droite, aval : La renommée des sciences : par Emmanuel Frémiet
Rive gauche, amont : La renommée au combat : par Pierre Granet
Rive gauche, aval : La renommée de l'industrie : par Clément Steiner
Les décorations à la base des quatre pylônes ont pour thèmes :
Rive droite, amont : La France du Moyen Âge (Alfred-Charles Lenoir)
Rive gauche, amont : La France à la Renaissance (Jules Coutan),
Rive gauche, aval : La France sous Louis XIV (Laurent Marqueste)
Rive droite, aval : La France moderne (Gustave Michel)
Les groupes de lions conduits par des enfants aux entrées du pont ont pour auteurs :
Rive gauche : Aimé-Jules Dalou
Rive droite : Georges Gardet
Les différents groupes en bronze ou cuivre s'échelonnant sur le pont :
Les amours soutenant les quatre lampadaires de Henri Désiré Gauquié
Quatre génies avec des poissons et des coquillages de Léopold Morice et André Massouille
Au centre en amont : nymphes de la Neva avec les armes de la Russie et au centre en aval : nymphes de la Seine avec les armes de Paris, toutes deux de Georges Récipon.
Wiking 515 Mercedes-Benz 1626 S articulated truck Beral. Wiking Datenbank reference 515-8-1. From the set 198501 Werbemodelle 1984.
Wiking 731 MAN D 89 Berlin double-decker bus in cream, 1:87 scale plastic model. I also have this in yellow, and with adverts for the 2000 Olympic bid.
fr.wikipedia.org/wiki/Pont_Alexandre-III
Le pont Alexandre-III est un pont franchissant la Seine entre le 7e et le 8e arrondissement de Paris.
C'est un pont métallique de 40 mètres de large composé d'une seule arche de 107 mètres comprenant trois points d'articulation, permettant de franchir la Seine sans point d'appui intermédiaire. Deux tunnels en pierre se situent à ses extrémités.
Le pont a plusieurs fois changé de couleurs ; il est passé du gris au vert-brun puis au gris perle. Il a repris ses couleurs d'origine lors de son unique restauration en 1998.
Ses contreforts côté rive droite abritent depuis septembre 2006 une boîte de nuit appelée le Showcase, aménagée dans un hangar à bateau désaffecté. Ce lieu, ouvert au grand public à la mi-décembre 2006, peut être utilisé comme salle de concert ; des émissions de télévision y sont depuis enregistrées.
Type de construction : Pont en arc à trois articulations, multiples travées
Construction : 1897 - 1900
Inauguration : 14 avril 1900
Architectes : Cassien-Bernard et Gaston Cousin
Ingénieurs : Jean Résal et Amédée Alby
Décoration : Georges Récipon, Emmanuel Frémiet, Jules Félix Coutan, Henri Désiré Gauquié, Grandzlin, Pierre Granet, Alfred Lenoir, Laurent Honoré Marqueste, André Massoule, Gustave Michel, Léopold Morice, Abel Poulin, Clément Steiner
Le pont au moment de son inauguration à l'occasion de l'exposition universelle de 1900.Matériau : acier
Longueur totale : 160 mètres
Longueur de la travée principale : 107,50 mètres
Largeur de la poutre : 40 mètres
Flèche : 1/17 (rapport hauteur/portée)
Entreprises : Groupe Fives-Lille parmi d'autres
Classement aux Monuments historiques : 1975
Du fait de sa grande portée pour une faible hauteur, le pont Alexandre III exerce une importante poussée latérale. Afin d'éviter l'écartement des ancrages, les berges ont été considérablement renforcées, et les quatre colonnes des extrémités participent au lestage de l'ensemble.
Les quatre renommées au sommet des pylônes d'entrée représentent :
Rive droite, amont : La renommée des arts : par Emmanuel Frémiet
Rive droite, aval : La renommée des sciences : par Emmanuel Frémiet
Rive gauche, amont : La renommée au combat : par Pierre Granet
Rive gauche, aval : La renommée de l'industrie : par Clément Steiner
Les décorations à la base des quatre pylônes ont pour thèmes :
Rive droite, amont : La France du Moyen Âge (Alfred-Charles Lenoir)
Rive gauche, amont : La France à la Renaissance (Jules Coutan),
Rive gauche, aval : La France sous Louis XIV (Laurent Marqueste)
Rive droite, aval : La France moderne (Gustave Michel)
Les groupes de lions conduits par des enfants aux entrées du pont ont pour auteurs :
Rive gauche : Aimé-Jules Dalou
Rive droite : Georges Gardet
Les différents groupes en bronze ou cuivre s'échelonnant sur le pont :
Les amours soutenant les quatre lampadaires de Henri Désiré Gauquié
Quatre génies avec des poissons et des coquillages de Léopold Morice et André Massouille
Au centre en amont : nymphes de la Neva avec les armes de la Russie et au centre en aval : nymphes de la Seine avec les armes de Paris, toutes deux de Georges Récipon.
pt.wikipedia.org/wiki/Ponte_Lu%C3%ADs_I
Ponte Luís I
A Ponte Luís I, popularmente também chamada Ponte D. Luís, é uma ponte construída com estrutura metálica, entre os anos 1881 e 1887, ligando as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia (margem norte e sul, respectivamente) separadas pelo rio Douro, em Portugal.
Esta construção veio substituir a antiga ponte pênsil que existia no mesmo local e foi realizada mediante o projecto do engenheiro belga Teófilo Seyrig, também autor da Ponte de D. Maria Pia, ferroviária.
A ponte foi inaugurada em 1886 (tabuleiro superior) e 1887 (tabuleiro inferior) e, devido à ausência do Rei D. Luís I na inauguração, a população do Porto decidiu, em resposta ao acto desrespeitoso, retirar o "Dom" do respectivo nome conforme as incrições nas placas dos pegões-encontro.
História
Na segunda metade do século XIX, o comércio progredia na cidade do Porto. As fábricas espalhavam-se por todo o bairro oriental da cidade, dito brasileiro. O tráfego para Gaia e Lisboa crescia a olhos vistos, e a bela Ponte Pênsil não chegava para uma circulação eficaz.
Por proposta de lei de 11 de Fevereiro de 1879, o Governo determinou a abertura de concurso para a "construção de uma ponte metálica sobre o rio Douro, no local que se julgar mais conveniente em frente da cidade do Porto, para a substituição da actual ponte pênsil", após o governo não ter aceite um projecto da firma G. Eiffel et Cie. que só contemplava um tabuleiro ao nível da ribeira, com sector levadiço na parte central. Um projecto que mereceu um Grande Prémio na Exposição Universal de Paris de 1878, mas não servia para uma eficaz ligação entre os núcleos urbanos do Porto e Gaia. Por isso aquele concurso impôs como premissa necessária à concepção de uma ponte de dois tabuleiros. Apresentaram-se numerosos concorrentes: Société de Braine Leconte, Société des Batignolles (duas soluções), G. Eiffel et Cie., Auguste LeCoq. Andrew Handyside, Société de Willebroek (duas soluções) e John Wixon. Foi vencedora a proposta da empresa belga Société de Willebroeck, com projecto do engenheiro Teófilo Seyrig, que já tinha sido o autor da concepção e chefe da equipa de projecto da Ponte D. Maria Pia. Teófilo Seyrig, enquanto sócio de Gustave Eiffel, assina como único responsável a nova e grandiosa Ponte Luís I. A construção inicia-se em 1881 e a inauguração acontece a 31 de Outubro de 1886.
A estrutura da nova ponte, verdadeira filigrana de ferro, que passou a ser, juntamente com a Torre dos Clérigos, o ex libris por excelência do Porto, pesava no seu conjunto 3.045 toneladas. A ponte ficou iluminada por meio de artísticos candeeiros de gás, 24 no tabuleiro superior, 8 no inferior e 8 nos encontros.
Actualmente o seu tabuleiro superior serve a Linha D do Metro do Porto e o tabuleiro inferior para peões e veículos automóveis.
Cronologia
1879, 11 de fevereiro - é determinada pelo governo a construção de uma ponte sobre o Douro[1]
1880, novembro - apresentação a concurso dos projectos de construção
1881, janeiro - deliberação que escolheu um projecto da sociedade belga Société Willebreck de Bruxelas
1881, 21 de novembro - adjudicação da obra à empresa belga Société de Willebroeck
1881 - início da construção
1886, 26 de maio - efectuados testes de resistência à ponte
1886, 30 de outubro - conclusão dos trabalhos do tabuleiro superior
1886, 31 de outubro - inauguração do tabuleiro superior
1886, 1 Novembro - entra em vigor o sistema de portagens a favor da empresa adjudicatária
1887 - inauguração do tabuleiro inferior, e conclusão das obras
1908 c. - colocação de carris dos eléctricos
1944, 1 de janeiro - extinção do sistema de portagens
1954 - obras de reparação e remoção dos elétricos com projecto do engenheiro Edgar Cardoso
2003, 27 Junho - encerramento ao trânsito do tabuleiro superior, para adaptação da estrutura ao metro
2005, 18 de setembro - inauguração da linha de metro e da passagem de peões no tabuleiro superior
Características
Comprimento: total 385,25 m
Peso: 3 045 toneladas
Arco: mede 172 m de corda e 45 m de flecha.
Outras Ligações
www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimo...
Wiking 277 (277-2-3) Mercedes-Benz L406 van, DBP Post. HO scale plastic model made in Germany. This has the later style Post Horn logo (earlier ones in the Wiking album) so I'm keeping it despite the damage to the front bumper.
Wiking 72d Berlin Bus, Büssing D2U Doppeldeckerbus (722-2-3) 1959-1961. Berlin crest is in two colours, only produced 1959-60. Adverts for Wimo Sip. Open rear platform.
I have a similar one with the crest just black, darker wheels, and the adverts have white text - there are also various other variations of advert and rear opening (see the Wiking set).
fr.wikipedia.org/wiki/Lac_de_Saint-Mand%C3%A9
Le lac de Saint-Mandé est un étang naturel du bois de Vincennes situé à la limite de Saint-Mandé, bordé par la chaussée de l'Étang. Il fait partie administrativement du 12e arrondissement de Paris, comme l'ensemble du bois de Vincennes. Il est entouré d'un jardin de style anglais.
Ce lac fut créé au XIIIe siècle par l'élévation d'une digue, ou chaussée (qui deviendra l'actuelle chaussée de l'Étang), sur le cours d'un ruisseau descendu des coteaux de Montreuil. Le rû de la Pissotte ou rû de Montreuil provenait des douves du château de Vincennes. Devenu progressivement un égout à ciel ouvert, il entraîna les protestations des habitants, incommodés par l'odeur pestilentielle. Le lac fut comblé au XVIIIe siècle et devint une plaine herbeuse.
Le lac lors de sa réouverture et le donjon du château de Vincennes au fond. Le Monde Illustré, 1861, p. 585. Dessin de M.Peyronnet.Au XIXe siècle, à l'occasion de l'aménagement du bois de Vincennes, Jean-Charles Alphand décida de sa réouverture. Alimenté comme à l'origine par le rû de Montreuil, il rencontra rapidement les mêmes problèmes de nuisances que par le passé. Alphand le relia finalement au réseau hydraulique général du Bois de Vincennes. C'est actuellement l'eau de la Seine qui coule dans le lac de Saint Mandé, à travers le réservoir du lac de Gravelle.
Le rû de Montreuil, canalisé et recouvert, longe à Saint-Mandé la rue du Lac avant de passer par la rue Allard.
Le lac possède une île en son centre qui n'est accessible qu'aux oiseaux : canards (canard colvert, canard mandarin, et canard de Barbarie), cygnes, oies, poules d'eau...
Le lac est un lieu de promenade dominicale et familiale avec de nombreux manèges et espaces de jeux pour enfants. Contrairement au lac Daumesnil, le canotage n'y est pas autorisé.
Wiking Mercedes-Benz L 406 van Deutsche Bundespost Katastrophenschutz.
From the set of five vehicles Post Museums Shop Edition '94.
Wiking-Datenbank ref 277A-6-1
it.wikipedia.org/wiki/Parabuteo_unicinctus
Su Nagual ci sarebbero da dire tante cose.... sulla sua socievolezza, allegria, lo stare in compagnia, il suo "lavorare" con le persone per fare in modo che non abbiano paura dei rapaci...... ma sono cose che ancora non riesco a condividere
en.wikipedia.org/wiki/Agra_Fort
Amber est une ville abandonnée de l'Inde, l'ancienne capitale de l'État de Dhundhar, renommée en 1727 Jaipur lors du déplacement de sa capitale, dans le Rajputana.
Le nom d'Amber est mentionné pour la première fois par Ptolémée. Fondée par la tribu des Minas, elle est prise, en 1037, par les Rajputs Kachhwâhâ, qui en font leur capitale jusqu'à ce qu'ils l'abandonnent au profit de Jaipur, une ville moderne construite, en 1727, sur un plan à damier par le mahârâja Jai Singh II, à une dizaine de kilomètres.
La situation pittoresque de la forteresse d'Amber, au débouché d'une gorge de montagne, dans laquelle se niche un beau lac, a attiré l'admiration de tous les voyageurs. Elle reste toujours remarquable pour son architecture. Le vieux palais commencé par Man Singh I vers 1600 n'est surpassé que par celui de Gwâlior. Le bâtiment principal est le Diwan-i-Khas construit par Mirza Râja.
« Aussitôt, » est-il raconté « que Mirza eut achevé le Diwan-i-Khas, il vint aux oreilles de l'empereur Jahângîr que son vassal l'avait surpassé en magnificence, et que ce dernier chef-d’œuvre éclipsait toutes les merveilles de la ville impériale ; les colonnes de grès rouge avaient particulièrement frappé par leur ornementation sculptée d'un goût exquis et avec une richesse de détails. Dans une explosion de jalousie, l'empereur commanda que ce chef-d’œuvre soit jeté à bas et que des émissaires soient envoyés à Amber pour exécuter cet ordre ; Apprenant cela, Mirza, afin de sauvegarder son œuvre, fit recouvrir les colonnes de stuc, de sorte que les messagers d'Âgrâ, de retour vers à l'empereur, témoignèrent que cette soi-disant magnificence, dont on avait tellement parlé, n'était qu'une invention pure et simple. Depuis lors, ses successeurs avaient négligé de remettre à jour ce splendide travail ; c'est seulement à l'occasion de la chute d'une partie du plâtre qu'on put redécouvrir les sculptures, parfaites comme au jour où elles ont été terminées. »
La ville est depuis les années 60 de nouveau en hausse de populations : 6500 en 1961, 20.460 en 1991. Elle comprend des nombreuses temples hindouistes comme le très beau Jagat Shiromani (vers 1610), jaïns et la mosquée d'Akbar (1569) restaurée par Aurangzeb.
Wiking 280 Mercedes-Benz L207D van Still. Wiking Datenbank reference 280-4-5. From the set 198401 Werbemodelle 1983-84.
English
Madeira is a Portuguese archipelago in the mid Atlantic Ocean. It is one of the Autonomous regions of Portugal, with Madeira Island and Porto Santo Island being the only inhabited islands. Madeira is an outermost region of the European Union, which is distinguished by its low population density and considerable distance from mainland Europe. The archipelago is considered by the African Union as part of the African continent.
Madeira was rediscovered by Portuguese sailors some time between 1418 and 1420. The archipelago is considered to be the first discovery of the exploratory period initiated by Henry the Navigator of Portugal. It is a popular year-round resort, noted for its Madeira wine, flowers, and embroidery artisans, as well as its New Year's Eve celebrations that feature a spectacular fireworks show, which is the largest in the world according to the Guinness World Records. Its harbour – Funchal – is important due to its commercial and passenger traffic and for being a major stopover for cruisers en route from Europe to the Caribbean.
Português
pt.wikipedia.org/wiki/Regi%c3%a3o_Aut%c3%b3noma_da_Madeira
A Madeira, oficialmente designada por Região Autónoma da Madeira, é um arquipélago português dotado de autonomia política e administrativa através do Estatuto Político Administrativo da Região Autónoma da Madeira, previsto na Constituição da República Portuguesa. A Madeira faz parte integral da União Europeia com o estatuto de região ultraperiférica do território da União, conforme estabelecido no artigo 299º-2 do Tratado da União Europeia.
Uma das teorias dos historiadores é de que as ilhas da Madeira e Porto Santo foram descobertas primeiro pelos Romanos e que ficaram conhecidas como as "Ilhas de púrpura" e ainda "Islas Rojas" mas é um assunto relativamente debatido entre os historiadores e não se encontrou um consenso, dado poder referir-se a outras ilhas mais a sul. Mais tarde o arquipélago foi então redescoberto pelos portugueses, nomeadamente Tristão Vaz Teixeira e João Gonçalves Zarco em 1419, que apelidou a ilha com o nome Madeira devido à abundância desta matéria-prima. Primeiro, foi descoberta a ilha do Porto Santo (1418), por João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira; depois, a ilha da Madeira (1419), com Bartolomeu Perestrelo, que acompanhava de novo João Gonçalves Zarco.
É um arquipélago bastante turístico durante todo o ano, devido ao seu clima com temperaturas amenas tanto no Inverno como no Verão e também famoso pelo seu espectacular fogo-de-artifício no Ano-novo, classificado como o maior espectáculo pirotécnico do mundo na passagem de ano de 2006 para 2007, assim como pelo seu vinho licoroso característico conhecido mundialmente Vinho da Madeira, pelas suas flores e pelas suas paisagens com montanhas abruptas, vales verdejantes e floridos, o panorama do mar e das escarpas do litoral e pelas suas praias de areia dourada da ilha do Porto Santo.
Les colons qu'a fournis le Perche mais surtout la ville de Mortagne-au-Perche à la Nouvelle-France furent parmi les plus entreprenants.
Église Notre-Dame du xvie siècle de style gothique flamboyant, et ancien couvent Saint-François du xvie siècle.
Ancêtres: Gervais Roger et Marion Aubert, Renee Roger, Abraham Cote (et mariage a Francoise Loisel), Francois Guimond, Marie Paradis, Jean Cote [Paroisse Notre Dame] : Pierre Paradis, [Paroisse Saint-Jean]: Barbe Guyon, Mathurine-Madeleine Robin-Boule (son ascendance: Eustache Robin et Madeleine Avrard)
fr.wikipedia.org/wiki/%c3%89glise_Saint-Vincent-de-Paul_(...
www.paroissesvp.fr/spip.php?article84
L'église Saint-Vincent-de-Paul à Paris, située dans le Xe arrondissement, est dédiée à saint Vincent de Paul. Elle domine le quartier construit au XIXe siècle sur l'emplacement de l'ancien enclos Saint-Lazare, où était située la maison saint Lazare, occupée par Saint Vincent de Paul et la Congrégation de la Mission de 1632 à 1793, et où il a vécu et œuvré.
La construction
Les plans de l'église et sa construction furent initialement confiés à Jean-Baptiste Lepère, architecte de renom de l'époque. La première pierre fut posée en août 1824 en présence du préfet de la Seine Gaspard de Chabrol et de l'archevêque de Paris Mgr de Quélen. Les travaux furent menés avec une certaine lenteur puis ponctuellement abandonnés, un manque de crédit puis surtout la révolution de 1830 retardant le projet... C'est donc son gendre, Jacques Hittorff, qui la poursuivit en 1831 jusqu'en 1844 où elle fut livrée au culte le 25 octobre. Il modifia énormément le projet initial (les premiers projets de l'église ne faisaient état que d'un seul clocher), ouvrant la place Franz-Liszt sur l'église. La place devenait ainsi une sorte de parvis pour celle-ci. Il ajouta de plus un système de rampes, aménagé aujourd'hui en jardins, destiné à faciliter l'accès des calèches.
De plan basilical, elle évoque toutes les grandes réalisations de l'architecture religieuse sans en copier aucune. Au-dessus du portique, emprunté aux temples grecs, le fronton sculpté par Charles-François Lebœuf-Nanteuil a pour sujet L'Apothéose de saint Vincent-de-Paul - le saint est glorifié, entouré de figures symbolisant son action : un missionnaire, un galérien, des Filles de la Charité se dévouant à des enfants ou à des malades. À l'intérieur, la frise peinte de 1848 à 1853 par Hippolyte Flandrin autour de la nef, entre les deux étages de colonnes, représente cent soixante saints et saintes s'avançant vers le sanctuaire. Le plafond de la nef a été réalisé par le sculpteur Luglien François Badou. Le décor de la chapelle de la Vierge, au chevet, une adjonction postérieure, est de William Bouguereau (1885-1889). Le calvaire du maître-autel est de François Rude.
Défenseur d'une architecture polychrome, Hittorff avait fait couvrir une grande partie de la façade, derrière la colonnade, de plaques de lave émaillée peintes par Jules Jollivet. Malheureusement, la nudité de certains personnages provoqua un tel scandale qu'on dut ôter toutes les plaques en 1861. Une plaque de lave a été remise en place en octobre 2009, deux sont accrochées à l'intérieur de l'église.
Wiking Büssing D2U 1:87 Berlin Double-decker Bus Plastic Model - open rear platform - Wiking Flugzeug Modelle adverts. The Berlin crest is black only - this is Wiking Datenbank version 2 (1960-61).
Hanomag Kurier from the Wiking 1:87 scale set 0990 74 'DAB auf dem Weg zum Durst' 'Meilensteine der Wiking-Geschichte' with lorries of the Dortmunder Actien-Brauerei.
pt.wikipedia.org/wiki/Vinhais_(Portugal)
Vinhais é uma vila portuguesa, pertencente ao Distrito de Bragança, Região Norte e sub-região do Alto Trás-os-Montes, com cerca de 2 200 habitantes. É sede de um município com 694,76 km² de área1 e 9 066 habitantes (20112 ), subdividido em 26 freguesias.3
O município é limitado a norte e oeste pela Espanha, a leste pelo município de Bragança, a sul por Macedo de Cavaleiros e Mirandela e a oeste por Valpaços e Chaves .
Freguesias
Freguesias do concelho de Vinhais.
Desde a reorganização administrativa de 2012/2013,3 o concelho de Vinhais está dividido em 26 freguesias:
Agrochão
Candedo
Celas
Curopos e Vale de Janeiro
Edral
Edrosa
Ervedosa
Moimenta e Montouto
Nunes e Ousilhão
Paçó
Penhas Juntas
Quirás e Pinheiro Novo
Rebordelo
Santalha
Sobreiro de Baixo e Alvaredos
Soeira, Fresulfe e Mofreita
Travanca e Santa Cruz
Tuizelo
Vale das Fontes
Vila Boa de Ousilhão
Vila Verde
Vilar de Lomba e São Jomil
Vilar de Ossos
Vilar de Peregrinos
Vilar Seco de Lomba
Vinhais
História
A ocupação humana deste território data de tempos ancestrais, tal como se pode verificar pelos inúmeros vestígios arqueológicos que se podem encontrar nesta região: inscrições rupestres, edificações de tipo dolménico e fortificações castrejas. Esta antiguidade é reiterada pelo Abade de Miragaia:
O chão desta vila e desta paróquia foi ocupado desde tempos remotíssimos, como se infere da lenda ou história da igreja de S. Facundo, que a tradição diz ter sido fundada no tempo dos Godos. (...) Também por aqui se demoraram os Romanos, pois ao norte da vila, no monte da Vidueira, se encontraram em 1872 muitas moedas romanas bem conservadas (...).
Perto de Vinhais foi encontrada uma lápide com a seguinte inscrição: JOVI / O.M. / LOVIIS / IAIIX / VOTO / LAP (Lovesia dedicou por voto e com generoso ânimo ao grande Júpiter).
Em meados do século XIII surgiu, pela primeira vez, a referência a Vinhais, num documento de doação ao mosteiro leonês de São Martinho da Castanheira: in villa que vocitant Villar de Ossus in territorio Vinales. Nesta época, Vinhais não era um topónimo, mas sim um coronómio, visto que designava uma região, um território e não um lugar determinado.
Pensa-se que a primeira povoação de Vinhais foi construída num outeiro, próximo da margem direita do rio Tuela, mais a norte do sítio actual, ou no monte da Vidueira, ou, ainda, no monte Ciradela ou Ciradelha, na Serra da Coroa. Estas suposições justificam-se pelo aparecimento de moedas romanas, vestígios de edificações da antiga cidade romana de Veniatia e da estrada militar romana que ligava Braga a Astorga (Asturica Augusti).
Vinhais foi, primitivamente, um castro de povoamento galaico, transformado pelos romanos em castro galaico-romano, com a sua fortaleza (ópido). Certamente, os suevos ou os visigodos cercaram a localidade de muralhas e, com a expulsão dos muçulmanos, Vinhais ficou arrasada, tendo sido repovoada na época da dominação dos reis de Castela e Leão (D. Sancho II e D. Afonso VI). Este repovoamento foi continuado pelos primeiros reis portugueses, nomeadamente com D. Afonso Henriques, D. Sancho I (O Povoador), D. Afonso II e D. Sancho II.
Vinhais recebeu foral de D. Afonso III, no dia 20 de Maio de 1253, o qual foi outorgado pelo monarca D. Manuel I, em 4 de Maio de 1512.
No contexto da Crise de 1383—1385 em Portugal, quando João I de Castela invadiu Portugal em 1384, o castelo de Vinhais foi um dos muitos que hastearam a bandeira castelhana, recusando, assim, obediência ao Mestre de Avis, futuro João I de Portugal.
No século XVII, Vinhais sofreu bastante com a Guerra da Restauração, devido à sua localização geográfica, tal como conta Pinho Leal, na célebre obra Portugal Antigo e Moderno:
Em 1666, achando-se em Lisboa o III conde de S. João da Pesqueira (futuro 1º Marquês de Távora, criado por D. Pedro II Regente, de 7 de Janeiro de 1670), governador de Entre Douro e Távora (...). entretanto, o general galego D. BALTAZAR PANTOJA, pôs a ferro e fogo a província de Trás-os-Montes. Em 1 de Julho 1666 entrou por Montalegre, no dia 13 de Julho caíu sobre Chaves, no dia 14 de Julho os lugares de Faiões e Santo Estêvão, defendidos pelo sargento-mór ANTÓNIO DE AZEVEDO DA ROCHA, cometendo barbaridades. Recolhendo-se D. BALTAZAR PANTOJA a Monterey, praça galega ao Norte de Verim, e passados poucos dias volveu sobre Portugal, entrando por Monforte, veio pôr cerco a Vinhais, cercando com o seu exército o castelo, que era defendido pelo governador ESTÊVÃO DE MARIS, com os habitantes da vila e mais 50 auxiliares.
Este acontecimento ficou eternizado numa inscrição que, ainda hoje, se pode ver na parede de uma casa que o defensor de Vinhais (Estêvão de Maris) fez:
ESTÊVÃO DE MARIS, GOVERNADOR DES / TA VILA DE VINHAIS, Fº DE Rº DE MORAIS DE TIO / ZELO, MANDOV FAZER ESTAS CASAS / NA E. DE MDCCVI (?) QUANDO PANTOXA / G L DO EXÉRCITO DE GALIZA COM O / MAIOR Q. SE VIO NESTA PROVÍNCIA / E LHE DEFENDEO A MURALHA CÕ / A GENTE NOBRE DA VILA E POV / QVA MAIS DE GRÃ E CÕ PERDER MVTÃ / LEVANTOU O SITIO E QUEIMOU AS / CASAS QUE FICAVÃO FORA DA MVRALHA
fr.wikipedia.org/wiki/%C3%89cole_nationale_v%C3%A9t%C3%A9...
L'École nationale vétérinaire d'Alfort (ENVA) est un établissement d'enseignement supérieur et de recherche, placé sous la tutelle du ministère de l'Agriculture et de la Pêche , située à Maisons-Alfort dans le Val-de-Marne.
Cette école fut créé au printemps 1765, quatre années après celle de Lyon. Il s'agit de la plus vieille école vétérinaire au monde encore sur son site d'origine. C'est Claude Bourgelat avocat et écuyer tenant l'Académie d'équitation de Lyon, qui sollicita Henri Léonard Jean Baptiste Bertin, ex-intendant de la généralité de Lyon, contrôleur général des Finances de Louis XV, d'ouvrir cette seconde école vétérinaire à proximité de Paris.
D'abord installée au nord de Paris, paroisse de La Chapelle (en l'actuelle rue Philippe-de-Girard, 10e arrondissement), l'école se révéla dotée de locaux trop exigus. De plus l'environnement semblait mettre en péril la "bonne moralité" des étudiants. La propriété du château d'Alfort, achetée au baron de Bormes, correspondit mieux à un enseignement rural par son emplacement et la surface de ses terrains. L'acte de vente fut signé le 27 décembre 1765 et l'enseignement commença en octobre 1766.
L'école actuelle regroupe sur son site un peu plus de mille personnes : des étudiants, des enseignants-chercheurs, des chercheurs, des personnels administratifs et techniques. 600 étudiants, 75 enseignants chercheurs et 45 chercheurs appartenant à des laboratoires de recherche associés.
L'École dispose sur le site d'Alfort de 492 chambres réparties en deux résidences universitaires ainsi qu'un restaurant universitaire.
Tous les deux ans, un week-end portes ouvertes est organisé, permettant au grand public de visiter cette prestigieuse École. De nombreuses activités y sont proposées, avec des ateliers découverte et scientifiques pour les plus grands et les plus petits. C'est aussi l'occasion de s'informer sur le cursus vétérinaire en France.
fr.wikipedia.org/wiki/Dormition
Le mot dormition (en grec kimisis) est utilisé, dans le vocabulaire chrétien pour désigner la mort des saints et des pieux fidèles, quand ce n'est pas une mort violente. Le mot cimetière exprime d'ailleurs la même idée de sommeil provisoire.
La Dormition de la très Sainte Mère de Dieu est souvent appelée Dormition tout simplement car c'est la dormition par excellence. Les orthodoxes ont gardé cette dénomination antique. Ils entendent par ce mot la mort de la Vierge Marie et sa montée au ciel avec son corps.
Dans le catholicisme d'aujourd'hui, le terme Dormition ne désigne que la mort de la Vierge. La croyance de la montée au ciel avec son corps chez les catholiques porte le nom d'Assomption, mais les orthodoxes critiquent ce terme, qui pourrait laisser croire que la Vierge a été enlevée au ciel de son vivant.
Le mot, venu du latin dormitio, « sommeil », exprime la croyance selon laquelle la Vierge est morte sans souffrir, dans un état de paix spirituelle — on parle parfois aussi de dormition pour les saints morts sans martyre. L'écrivain Joris-Karl Huysmans explique dans son roman l'Oblat :
« La Vierge ne mourut, ni de vieillesse, ni de maladie ; elle fut emportée par la véhémence du pur amour ; et son visage fut si calme, si rayonnant, si heureux, qu'on appela son trépas la dormition. »
Comme c'était le cas pour l'Assomption avant 1950 dans l'Église catholique, la dormition n'est toujours pas un dogme dans les Églises orthodoxes, mais il est considéré comme impie de la nier. Cette croyance ne repose sur aucune base scripturaire. Elle est fondée sur des écrits apocryphes, comme celui du Pseudo-Jean, Sur la mort de Marie (IVe ou Ve siècle). Selon la tradition, la Vierge aurait alors été âgée de cinquante-neuf ans (soit onze ans après la crucifixion de Jésus) et aurait été enterrée dans le jardin de Gethsémani, à Jérusalem.
La fête de la Dormition est la plus importante des fêtes de la Vierge Marie, et c'est elle qui clôt l'année liturgique orthodoxe. Comme chez les catholiques, elle a lieu le 15 août : on attribue la fixation de cette date à l'empereur Maurice, au VIe siècle.
L'Eglise Orthodoxe chante alors ce jour : « Apôtres rassemblés ici, des confins de la terre, au village de Gethsémani, ensevelissez mon corps. Et toi, mon fils et mon Dieu, reçois mon esprit. »
Sur l'icône de la Dormition de la très Sainte Mère de Dieu, c'est le Christ lui-même qui, descendu du ciel, vient chercher l'âme de sa mère figurée sous la forme d'un nouveau-né emmailloté de langes. Sur les images de la dormition d'un saint, c'est un ange qui est chargé de cette mission de psychopompe.
fr.wikipedia.org/wiki/%C3%89glise_Saint-Julien-le-Pauvre_...
L’église Saint-Julien-le-Pauvre est l'église grecque-melkite catholique de Paris, située rive gauche dans le quartier latin, proche de la Seine, dans le square René-Viviani - Montebello. Son nom fait référence à saint Julien l'Hospitalier.
D'abord modeste chapelle d'un hospice élevé au carrefour de deux grandes voies romaines partant de Lutèce, elle fut détruite lors de l'invasion des Normands en 886. En ruine, Henri Ier en fit ensuite don à l'évêque de Paris vers 1030. L'église actuelle ne fut ensuite commencée que vers 1170 et terminée vers 1240, ce qui en fait l'une des plus anciennes de Paris.
En 1655, elle est cédée à l’Hôtel-Dieu de Paris. Durant la révolution française elle est déclarée bien national et devient grenier à sel en 1790. Elle retrouve sa vocation religieuse en 1826 et est consacrée au rite melkite en 1889.
Une iconostase réalisée en 1900 sépare le chœur de la nef.
Une dalle de l'ancienne voie romaine de Lutèce à Orléans se trouve en bas et à droite de la facade.