View allAll Photos Tagged Wik
Wiking 26 Mercedes-Benz O 319 Minibus 1:90 scale. Produced in this colour with the tree logo from 1959-61, the printing also exists in black.
English
en.wikipedia.org/wiki/Church_of_Santa_Maria_do_Olival
The Church of Santa Maria do Olival is a Roman Catholic church in the city of Tomar, in Portugal.
The church was built in the second half of the 12th century by the provincial master of the Order of the Knights Templar in Portugal, Gualdim Pais. It was used as a burial place for the Knights Templar of Tomar and, later, by the Knights of the Order of Christ, which succeeded the Templars in the 14th century. Gualdim Pais is buried in the church, and his original tomb slab, dated from 1195 and bearing a gothic inscription, is still preserved inside.
The current building is mostly the result of a reconstruction carried out in the 13th century in early Gothic style. The main façade has a beautiful rose window and a simple portal with several archivolts, and is flanked by a free-standing bell tower. The interior is very simple. The church has three naves covered by a wooden roof, and the columns of the pointed arches of the naves are devoid of capitals. The main chapel of the apse is covered by a Gothic ribbed vault. The tracery of the small rose window in the Eastern wall of the nave has the shape of a pentagram.
In the 16th century the church was restored and several chapels were added to the Southern side of the church. Notable are the polychromed statue of the Virgin Mary and Child (early 16-century) in the main altar and the funerary monument of Diogo Pinheiro, first Bishop of Funchal, a fine Renaissance work dated from 1525, located on the wall of the main chapel.
Português
pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_de_Santa_Maria_dos_Olivais
A Igreja de Santa Maria dos Olivais, também conhecida como Igreja de Santa Maria do Olival, situa-se na cidade de Tomar, na margem esquerda do Rio Nabão. O templo, cuja fundação remonta ao século XII, foi a sede da Ordem do Templo em Portugal, tendo servido como panteão dos mestres templários. Após a extinção desta ordem, a igreja tornou-se a cabeça da nova Ordem de Cristo, tornando-se na matriz de todas as igrejas do Império Português, com honras de Sé Catedral. Este templo, Monumento Nacional desde 1910, é um dos exemplares mais emblemáticos da arte gótica em Portugal, tendo servido de modelo às igrejas de três naves construídas até ao período manuelino.
A igreja primitiva foi fundada por volta de 1160 por D. Gualdim Pais, mestre da Ordem do Templo, no local onde anteriormente se erguia um mosteiro beneditino, mandado edificar no século VII por São Frutuoso, Arcebispo de Braga. Esta zona fazia parte da antiga cidade romana de Sellium, facto confirmado por escavações levadas a cabo nas imediações do templo, e que puseram a descoberto alicerces e estruturas dos antigos edifícios e arruamentos. Não muito longe dali, foi encontrado o antigo fórum da cidade. A igreja e a sua envolvente serviram como necrópole dos freires da ordem, tendo o próprio Gualdim Pais sido sepultado no interior do templo, em túmulo datado de 1195 do qual resta a inscrição funerária.
Na segunda metade do século XIII, durante o reinado de D. Afonso III, a primitiva igreja sofre uma ampla reforma, dando lugar ao edifício gótico actual. Da feição românica inicial, apenas resta a porta de arco de volta perfeita da fachada norte. O novo templo tornou-se uma referência para a arquitectura gótica mendicante portuguesa, tendo servido como protótipo a várias igrejas paroquiais, monacais e catedralícias de norte a sul do país. Após a extinção da Ordem do Templo, em 1314, a igreja tornou-se a sede da recém-instituída Ordem de Cristo, mantendo a sua função funerária.
A grande importância da igreja na época medieval é comprovada pela existência de uma bula papal, passada ainda durante o período templário, que colocou o templo a depender directamente do Papa e da Santa Sé, fora da alçada de qualquer diocese. Mais tarde, em 1455, uma bula do Papa Calisto III tornou-a matriz de todas as igrejas dos territórios descobertos na Ásia, na África e na América, sendo-lhe conferida a honra de Sé Catedral. A este facto não foi estranha a intensa participação da Ordem de Cristo nas viagens de descoberta quatrocentistas.
No século XVI, durante os reinados de D. Manuel I e de D. João III, foram levadas a cabo obras de reparação e de alteração, que resultaram na construção da abóbada e da janela de verga golpeada da sacristia, da galeria corrida da fachada sul, do púlpito, das capelas maneiristas do lado sul e, do túmulo renascentista de D. Diogo Pinheiro, primeiro bispo do Funchal – executado em 1528 e atribuído a João de Ruão. Durante esta campanha de obras, dirigida por Frei António de Moniz e Silva, foram destruídos os túmulos e epigrafias dos mestres templários e da Ordem de Cristo, sendo poupados apenas quatro deles.
Já no século XVII, foi colocado o revestimento azulejar das capelas do lado sul, que viriam a ser destruídas no século XIX, durante a realização de obras de restauro. A campanha de obras levada a cabo na primeira metade do século XX, pretendeu recuperar a aparência gótica da igreja, sendo então reconstituídas a cantaria do altar-mor e a grande rosácea da fachada principal. A janela moderna que existia sobre o arco do cruzeiro foi substituída por uma rosácea, enquanto que a primitiva porta românica da fachada norte foi desentaipada. Ainda nesta intervenção, foram reconstruídos, nas capelas laterais, os altares de alvenaria com frontal de azulejo, que haviam sido apeados no século anterior.
A igreja, de invocação de Nossa Senhora da Assunção, é uma obra marcante da arquitectura gótica mendicante, apresentando ainda diversos elementos característicos do renascimento e do maneirismo.
A fachada principal apresenta três corpos, que definem as naves. O corpo central inclui o pórtico gabletado, de quatro arquivoltas ogivais assentes em colunas capitelizadas, sobrepujando-o uma magnífica rosácea de doze folhas trilobadas. No frontão do gablete, que envolve o portal, está gravado um signo-saimão. Nos corpos laterais, separados do central por dois gigantes, rasgam-se duas frestas de verga trilobada e espelho duplo. A abside, flanqueada por gigantes, é rasgada por altas frestas de ogiva pouco apontada, que iluminam amplamente a capela-mor. A fachada sul apresenta uma galeria corrida, ao nível das naves, enquadrada por colunas toscanas. No adro, ergue-se uma vigorosa torre de fundação medieval que serve como sineira, possuindo a particularidade de se apresentar separada da igreja. Esta torre teve inicialmente a função de atalaia, tendo sido adaptada a sineira na época de D. Manuel I.
O interior é constituído por três naves, de cinco tramos, de diferentes alturas, sendo a central a mais elevada. A cobertura das três naves é em madeira, com as arcadas quebradas suportadas por pilares cruciformes facetados sem capitel. Do lado do evangelho, merece destaque o púlpito de balaústres, adossado ao último pilar e constituído por um feixe de colunas, que assenta numa coluna coríntia estriada. A inexistência de transepto, leva a que a capela-mor abra imediatamente para as naves, através de um arco triunfal gótico, coroado por um espelho que rompe a empena. A cabeceira, abobadada, compõe-se de capela-mor de dois tramos, sendo o derradeiro de sete faces, e é ladeada por dois absidíolos rectangulares. A sacristia encontra-se adossada ao absidíolo do lado sul, sendo ladeada por um pequeno torreão quadrangular. Esta dependência, à qual se tem acesso através de uma porta renascença, tem uma cobertura quinhentista em abóbada de florões e é iluminada por uma janela manuelina de verga golpeada.
Do lado da epístola, abrem-se cinco capelas, com arcos de pedraria quinhentistas, de volta perfeita, sobre pilastras com capitéis jónicos. As capelas são intercomunicantes, sendo iluminadas por frestas e cobertas por abóbadas nervuradas, cujos fechos possuem ornatos diferenciados. Os altares, em alvenaria, são revestidos de azulejos policromos seiscentistas, com excepção do da terceira capela, que é em talha dourada. Nestas capelas, é possível admirar imagens de Santa Ana, escultura dos finais do século XVI, de Santa Maria Madalena e de São Brás.
A capela-mor, que apresenta uma cobertura em abóbada nervurada, possui dois altares, sendo o altar-mor de calcário e o outro de madeira. Nesta capela, admiram-se uma escultura de pedra quinhentista, exposta no altar-mor, representando Nossa Senhora do Leite, e a arqueta renascença do bispo D. Diogo Pinheiro, abrigada sob um arcossólio de volta perfeita, com intradorso em abóbada de caixotões e decoração com querubins na arquivolta. As capelas colaterais, que se acedem através de arcos de volta quebrada, são revestidas por azulejos do tipo padrão e apresentam altares em alvenaria, cujos frontais são revestidos com azulejos policromos. A capela do lado da epístola, conhecida como Capela de Simão Preto, tem uma cobertura em abóbada nervurada azulejada, apresentando uma imagem de Nossa Senhora da Conceição no altar. A capela do lado do evangelho é coberta por uma abóbada de berço quebrada e azulejada.
Algumas das lápides parietais, que se encontram espalhadas um pouco por toda a igreja, são dignas de registo, nomeadamente a de D. Gualdim Pais e a do Mestre Lourenço Martins, ambas embebidas no paramento da segunda capela do lado da epístola, e a do Mestre D. Gil Martins, na capela-mor, todas elas com inscrições em caracteres góticos.
English
en.wikipedia.org/wiki/Church_of_Santa_Maria_do_Olival
The Church of Santa Maria do Olival is a Roman Catholic church in the city of Tomar, in Portugal.
The church was built in the second half of the 12th century by the provincial master of the Order of the Knights Templar in Portugal, Gualdim Pais. It was used as a burial place for the Knights Templar of Tomar and, later, by the Knights of the Order of Christ, which succeeded the Templars in the 14th century. Gualdim Pais is buried in the church, and his original tomb slab, dated from 1195 and bearing a gothic inscription, is still preserved inside.
The current building is mostly the result of a reconstruction carried out in the 13th century in early Gothic style. The main façade has a beautiful rose window and a simple portal with several archivolts, and is flanked by a free-standing bell tower. The interior is very simple. The church has three naves covered by a wooden roof, and the columns of the pointed arches of the naves are devoid of capitals. The main chapel of the apse is covered by a Gothic ribbed vault. The tracery of the small rose window in the Eastern wall of the nave has the shape of a pentagram.
In the 16th century the church was restored and several chapels were added to the Southern side of the church. Notable are the polychromed statue of the Virgin Mary and Child (early 16-century) in the main altar and the funerary monument of Diogo Pinheiro, first Bishop of Funchal, a fine Renaissance work dated from 1525, located on the wall of the main chapel.
Português
pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_de_Santa_Maria_dos_Olivais
A Igreja de Santa Maria dos Olivais, também conhecida como Igreja de Santa Maria do Olival, situa-se na cidade de Tomar, na margem esquerda do Rio Nabão. O templo, cuja fundação remonta ao século XII, foi a sede da Ordem do Templo em Portugal, tendo servido como panteão dos mestres templários. Após a extinção desta ordem, a igreja tornou-se a cabeça da nova Ordem de Cristo, tornando-se na matriz de todas as igrejas do Império Português, com honras de Sé Catedral. Este templo, Monumento Nacional desde 1910, é um dos exemplares mais emblemáticos da arte gótica em Portugal, tendo servido de modelo às igrejas de três naves construídas até ao período manuelino.
A igreja primitiva foi fundada por volta de 1160 por D. Gualdim Pais, mestre da Ordem do Templo, no local onde anteriormente se erguia um mosteiro beneditino, mandado edificar no século VII por São Frutuoso, Arcebispo de Braga. Esta zona fazia parte da antiga cidade romana de Sellium, facto confirmado por escavações levadas a cabo nas imediações do templo, e que puseram a descoberto alicerces e estruturas dos antigos edifícios e arruamentos. Não muito longe dali, foi encontrado o antigo fórum da cidade. A igreja e a sua envolvente serviram como necrópole dos freires da ordem, tendo o próprio Gualdim Pais sido sepultado no interior do templo, em túmulo datado de 1195 do qual resta a inscrição funerária.
Na segunda metade do século XIII, durante o reinado de D. Afonso III, a primitiva igreja sofre uma ampla reforma, dando lugar ao edifício gótico actual. Da feição românica inicial, apenas resta a porta de arco de volta perfeita da fachada norte. O novo templo tornou-se uma referência para a arquitectura gótica mendicante portuguesa, tendo servido como protótipo a várias igrejas paroquiais, monacais e catedralícias de norte a sul do país. Após a extinção da Ordem do Templo, em 1314, a igreja tornou-se a sede da recém-instituída Ordem de Cristo, mantendo a sua função funerária.
A grande importância da igreja na época medieval é comprovada pela existência de uma bula papal, passada ainda durante o período templário, que colocou o templo a depender directamente do Papa e da Santa Sé, fora da alçada de qualquer diocese. Mais tarde, em 1455, uma bula do Papa Calisto III tornou-a matriz de todas as igrejas dos territórios descobertos na Ásia, na África e na América, sendo-lhe conferida a honra de Sé Catedral. A este facto não foi estranha a intensa participação da Ordem de Cristo nas viagens de descoberta quatrocentistas.
No século XVI, durante os reinados de D. Manuel I e de D. João III, foram levadas a cabo obras de reparação e de alteração, que resultaram na construção da abóbada e da janela de verga golpeada da sacristia, da galeria corrida da fachada sul, do púlpito, das capelas maneiristas do lado sul e, do túmulo renascentista de D. Diogo Pinheiro, primeiro bispo do Funchal – executado em 1528 e atribuído a João de Ruão. Durante esta campanha de obras, dirigida por Frei António de Moniz e Silva, foram destruídos os túmulos e epigrafias dos mestres templários e da Ordem de Cristo, sendo poupados apenas quatro deles.
Já no século XVII, foi colocado o revestimento azulejar das capelas do lado sul, que viriam a ser destruídas no século XIX, durante a realização de obras de restauro. A campanha de obras levada a cabo na primeira metade do século XX, pretendeu recuperar a aparência gótica da igreja, sendo então reconstituídas a cantaria do altar-mor e a grande rosácea da fachada principal. A janela moderna que existia sobre o arco do cruzeiro foi substituída por uma rosácea, enquanto que a primitiva porta românica da fachada norte foi desentaipada. Ainda nesta intervenção, foram reconstruídos, nas capelas laterais, os altares de alvenaria com frontal de azulejo, que haviam sido apeados no século anterior.
A igreja, de invocação de Nossa Senhora da Assunção, é uma obra marcante da arquitectura gótica mendicante, apresentando ainda diversos elementos característicos do renascimento e do maneirismo.
A fachada principal apresenta três corpos, que definem as naves. O corpo central inclui o pórtico gabletado, de quatro arquivoltas ogivais assentes em colunas capitelizadas, sobrepujando-o uma magnífica rosácea de doze folhas trilobadas. No frontão do gablete, que envolve o portal, está gravado um signo-saimão. Nos corpos laterais, separados do central por dois gigantes, rasgam-se duas frestas de verga trilobada e espelho duplo. A abside, flanqueada por gigantes, é rasgada por altas frestas de ogiva pouco apontada, que iluminam amplamente a capela-mor. A fachada sul apresenta uma galeria corrida, ao nível das naves, enquadrada por colunas toscanas. No adro, ergue-se uma vigorosa torre de fundação medieval que serve como sineira, possuindo a particularidade de se apresentar separada da igreja. Esta torre teve inicialmente a função de atalaia, tendo sido adaptada a sineira na época de D. Manuel I.
O interior é constituído por três naves, de cinco tramos, de diferentes alturas, sendo a central a mais elevada. A cobertura das três naves é em madeira, com as arcadas quebradas suportadas por pilares cruciformes facetados sem capitel. Do lado do evangelho, merece destaque o púlpito de balaústres, adossado ao último pilar e constituído por um feixe de colunas, que assenta numa coluna coríntia estriada. A inexistência de transepto, leva a que a capela-mor abra imediatamente para as naves, através de um arco triunfal gótico, coroado por um espelho que rompe a empena. A cabeceira, abobadada, compõe-se de capela-mor de dois tramos, sendo o derradeiro de sete faces, e é ladeada por dois absidíolos rectangulares. A sacristia encontra-se adossada ao absidíolo do lado sul, sendo ladeada por um pequeno torreão quadrangular. Esta dependência, à qual se tem acesso através de uma porta renascença, tem uma cobertura quinhentista em abóbada de florões e é iluminada por uma janela manuelina de verga golpeada.
Do lado da epístola, abrem-se cinco capelas, com arcos de pedraria quinhentistas, de volta perfeita, sobre pilastras com capitéis jónicos. As capelas são intercomunicantes, sendo iluminadas por frestas e cobertas por abóbadas nervuradas, cujos fechos possuem ornatos diferenciados. Os altares, em alvenaria, são revestidos de azulejos policromos seiscentistas, com excepção do da terceira capela, que é em talha dourada. Nestas capelas, é possível admirar imagens de Santa Ana, escultura dos finais do século XVI, de Santa Maria Madalena e de São Brás.
A capela-mor, que apresenta uma cobertura em abóbada nervurada, possui dois altares, sendo o altar-mor de calcário e o outro de madeira. Nesta capela, admiram-se uma escultura de pedra quinhentista, exposta no altar-mor, representando Nossa Senhora do Leite, e a arqueta renascença do bispo D. Diogo Pinheiro, abrigada sob um arcossólio de volta perfeita, com intradorso em abóbada de caixotões e decoração com querubins na arquivolta. As capelas colaterais, que se acedem através de arcos de volta quebrada, são revestidas por azulejos do tipo padrão e apresentam altares em alvenaria, cujos frontais são revestidos com azulejos policromos. A capela do lado da epístola, conhecida como Capela de Simão Preto, tem uma cobertura em abóbada nervurada azulejada, apresentando uma imagem de Nossa Senhora da Conceição no altar. A capela do lado do evangelho é coberta por uma abóbada de berço quebrada e azulejada.
Algumas das lápides parietais, que se encontram espalhadas um pouco por toda a igreja, são dignas de registo, nomeadamente a de D. Gualdim Pais e a do Mestre Lourenço Martins, ambas embebidas no paramento da segunda capela do lado da epístola, e a do Mestre D. Gil Martins, na capela-mor, todas elas com inscrições em caracteres góticos.
Wiking 471 MAN-Büssing 22 320 van and trailer Haniel. Wiking Datenbank reference 471-3-1. From the set 198501 Werbemodelle 1984.
pt.wikipedia.org/wiki/Santos_Dumont
en.wikipedia.org/wiki/Alberto_Santos-Dumont
fr.wikipedia.org/wiki/Alberto_Santos-Dumont
es.wikipedia.org/wiki/Alberto_Santos_Dumont
MAIS UMA ÁREA CULTURAL E DE LAZER EM PETRÓPOLIS(2006)
Santos-Dumont ganha, no Centro Histórico, uma praça dedicada ao seu invento mais importante: o avião.
A principal atração do novo espaço é a réplica do 14-Bis, com 75% do tamanho original.
No ano do Centenário do vôo do 14-Bis, a Prefeitura faz merecida homenagem a um dos petropolitanos “de coração” mais famosos no mundo inteiro. A réplica do 14-Bis foi feita pela GE/Celma – uma das maiores empresas petropolitanas - especializada no serviço de reparo de turbinas de avião. A Praça 14-Bis fica ao lado da Praça da Liberdade e foi inaugurada em 21 de setembro de 2006.
Além de relembrar o feito que revolucionou os meios de transporte, a Praça 14-Bis é entregue à população como mais um espaço de lazer e cultura que valoriza o Centro Histórico. Bancos e jardins também compõem o cenário.
A área possui um Centro de Informação Turística e servirá de apoio para A Encantada, onde já funciona o Museu Casa de Santos-Dumont próximo ao Relógio das Flores:
www.flickr.com/photos/angemon/3675305298/in/set-720575941...
Wik's Grocery 1973
Three son's of these folks eat in our restaurant often. One of them was kind enough to let me scan these two shots.
Wiking 542 1:87 scale Mercedes-Benz 1626 S articulated box van 'Eichbaum'. Wiking Datenbank ref: 542-4-1. From the set Werbemodelle 1983/84 no. 2 198402.
In December 1996 the High Court of Australia handed down its decision that the existence of pastoral leases did not automatically extinguish native title. The majority ruling thereby allowed the Wik and Thayorre peoples of Queensland’s western Cape York Peninsula to pursue their native title claim over land which was partly held under pastoral leasehold. At the same time, however, they lost their bid to have agreements between the Queensland Government and the mining giants Comalco and Aluminium Pechiney Holdings invalidated. Furthermore, the High Court insisted that where there was a conflict of interest between pastoral leasehold and native title, it was the latter which had to give way. Although the Wik Decision made it theoretically possible for native title claims to be made across a wide area of Australia, any outcome was heavily dependent on negotiation and compromise. Not surprisingly, the ruling confused many Australians, both Indigenous and non-Indigenous, owing to its legal uncertainties.
fr.wikipedia.org/wiki/Groupes_scolaires_Jules_Ferry_et_Co...
Vers 1927, la municipalité de Maisons-Alfort, conduite par son maire Léon Champion, voulut répondre à l'accroissement de sa population et décida de construire deux nouveaux groupes scolaires : Condorcet et Jules Ferry. Les projets de deux architectes, André Dubreuil et Roger Hummel, tous deux seconds grands prix de Rome, furent retenus. Ces architectes proposant pour ces écoles des concepts pédagogiques novateurs et originaux, avec des références à l'architecture moderniste allemande et hollandaise ainsi qu'une organisation spatiale héritée du classicisme. Le groupe scolaire Condorcet est situé dans le quartier des Planètes, tandis que Jules Ferry est situé dans le quartier du Vert de Maisons.
Condorcet est reconnaissable à l'énorme cadran de son horloge visible sur les quatre faces de sa tour écarlate. Elle donne l'heure à plus d'un kilomètre dans le quartier de Charentonneau (On la remarque facilement en circulant sur l'autoroute A86). De vastes dimensions, la cour possède de petits bassins et un ruisseau dont les sinuosités parcourent les espaces verts (aujourd'hui désaffectés). De larges terrains de jeux sont prévus pour les enfants. Une grande fresque murale illustrant l'histoire de France orne le grand préau. Les portes d'entrée possèdent des vitraux[2] sur lesquels l'éléphant et le serpent représentent la zoologie. Les arts ménagers et la couture sont figurés à travers différents objets gravés sur le verre.
Les travaux durent 5 ans pour un coût de 11 MF. Les groupes Jules Ferry et Condorcet seront inaugurés le 17 février 1935 par Pierre Laval, ministre des Affaires étrangères et Léon Champion, Maire de la ville.
Photos prises au même endroit en août 2008 :
www.flickr.com/photos/8989278@N03/2739105475/
www.flickr.com/photos/8989278@N03/2739938600/
www.flickr.com/photos/8989278@N03/2739940498/
www.flickr.com/photos/8989278@N03/2739109763/
English: en.wikipedia.org/wiki/Marv%C3%A3o
is a municipality in Portalegre District in Portugal. The population in 2011 was 3,512, in an area of 154.90 km².The present Mayor is Vitor Martins Frutuoso, elected by the Social Democratic Party. The municipal holiday is September 8.
Perched on a granite crag of the Serra de São Mamede, Marvão's name is derived from an 8th-century Muladi duke, named Ibn Marwan. Ibn Marwan used the fortress as a power base when establishing an independent statelet ("emirate", duchy) - covering much of modern-day Portugal - during the Emirate of Cordoba (884-931 CE). The castle and walled village were further fortified through the centuries, notably under Sancho II of Portugal (13th century) and Denis of Portugal.
History
Commanding spectacular views across the Tagus basin and Serra de Estrela to the north, the fortified rock of Marvão has been a site of significant strategic importance since the earliest human settlements. Today lying on the 'raia' that divides Portugal and Spain, Marvão has consistently stood on a frontier zone between peoples: Celtici, Vettones and Lusitani (4th-2nd century BCE); Lusitanians and the Romans of Hispania Ulterior (2nd-1st century BCE); migratory Suevi, Alans, Vandals and Visigoths (5th-7th century CE); conquering moors and Visigoths (8th century); muwallad rebels and the Cordoban emirate (9th-10th century); Portuguese nation-builders and Moors (12th-13th century); Templars and Hospitallers (12th-14th century); Portuguese and Castilians (12th century-present day); Liberals and Absolutists (19th century); the fascist regimes of Salazar and Franco (20th century).
Marvão's natural assets have contributed to the 'uniqueness' of this remote village as perceived by visitors today: (i) as nigh-impregnable 'eagle's nest' fortress - perched high on a granite crag, and bordered on the south and west by the Sever river; (ii) as vital lookout-point towards the Alcántara Bridge (70 km (43 mi) away), a wide stretch of the Tagus basin and the Serra de Estrela; (iii) as a gateway to Portugal from Spain via the Porta da Espada ('Sword Gate') mountain pass of the Serra de São Mamede. These assets have ensured its status as the 'Mui Nobre e Sempre Leal Vila de Marvão' (Very Noble and Ever-Loyal Town) into the present day.
Página oficial: www.cm-marvao.pt/pt/
História
A utilização dos rochedos de Marvão para refúgio de povoações assoladas por povos invasores, como atalaia ou como ponto estratégico em termos estritamente militares, datará, pelo menos, do período romano. Podemos referir os seguintes factos históricos cabalmente documentados:
Período Romano e Alta Idade Média
Se no séc. X, o que é hoje Marvão, era identificado pelo historiador cordovês Isa Ibn Áhmad ar-Rázi, por Fortaleza de Amaia e por Fortaleza de Amaia-o-Monte, entre outras designações, tal facto levanta a hipótese de que existiria fortificação no topo do monte que teria servido a cidade de Ammaia, fundada no séc. I, durante a sua existência.
Período Árabe - séc. IX
No séc. X, Marvão era identificada, pelo historiador cordovês acima referido e para além das designações já aludidas, por Monte de Amaia e por Amaia de Ibn Maruán. Ibn Maruán, de seu nome completo 'Abd ar-Rah.ma:n Ibn Marwa:n Ibn Yu:nus al-Jillí:qi (Ab-derramão filho de Marvão filho de Iúnece - i. e. Johannes-João - o Galego), era um muladi de nobre estirpe emeritense que se celebrizou no último quartel do séc. IX como rebelde e caudilho de guerra contra o Emirato
de Córdova. A Fortaleza de Ammaia servia então como refúgio estratégico ao (re)fundador de Badajoz quando, nesta capital, se sentia ameaçado. Assim aconteceu no ano de 884 perante a aproximação das tropas do Emir Muhâmmad, ameaçando destruir a cidade e fugir para o seu Monte: Marvão.
Período da Reconquista - 1160/1166
Na sua campanha de 1160/1166, o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, terá conquistado Marvão, embora não se saiba se definitivamente, tendo em conta a contra-ofensiva de Almansor, entre 1190/1191, até à linha do Tejo.
Foral de 1226
Em 1226, D. Sancho II atribui a Marvão o seu primeiro foral, um dos primeiros forais régios no Alentejo.
D. Dinis apodera-se de Marvão
A importância estratégica de Marvão - e de outros Castelos da raia - levam D. Dinis a disputa-lo a seu irmão D. Afonso, no ano de 1299, apoderando-se da fortificação.
Crise de 1383-1385
Tomada do Castelo por forças partidá-rias do Mestre de Avis sendo alcaide Fr. Pedro Álvaro Pereira, Prior do Crato, Fronteiro-mor do Alentejo e alcaide de Portalegre, após renhido combate que durou meio dia.
Guerra da Restauração, 1641-1668
A partir da restauração da independência, a velha fortificação medieval é reabilitada face às novas tecnologias de guerra, ficando abaluartada nas zonas sensíveis e transformando-se o Castelo na sua cidadela. No decorrer da guerra desempenha um importante papel na defesa do Alto Alentejo. Registaram-se dois ataques importantes à fortaleza: em 1641 e em 1648, este último sob o comando do Marquês de Lagañes.
Guerra da Sucessão de Espanha, 1704-1712
Após a queda de Castelo de Vide, a 24 de Junho de 1704, entregou-se a Praça de Marvão, sem batalha. Mais tarde, tendo a população, o governador francês dos paisanos mandou aprisionar a população, enforcar, para exemplo, alguns populares, e enviar outros sob prisão para Castela, incluindo os frades do Convento de Nossa Senhora da Estrela. A Praça foi posteriormente tomada pelo exército português comandado pelo Conde de São João. Frente ao Baluarte das Portas da Vila, distinguiu-se o ataque desferido pelo terço de infantaria portuguesa comandado pelo Conde de Coculim.
Guerra dos Sete Anos, 1756-1762
Em Novembro de 1762, Marvão sofreu um ataque surpresa por parte do exército espanhol, durante as últimas operações.
Testemunho da importância estratégica da Praça, 1796
Tenente Coronel Engenheiro, Tomás de Vila Nova e Sequeira: A posição que tem na linha da Fronteira a faz importante para a sua defesa, porque de Valência de Alcântara ou de Albuquerque para Portalegre, para o Crato, para Castelo de Vide e também para Ribatejo, não há outra estrada por onde se possa conduzir artilharia que a do Porto da Espada, que passa à vista da Praça no sítio a que chamam o Prado, e por ela também é que se pode levar artilharia contra a mesma Praça.
Guerra das Laranjas, 1801
A Praça de Marvão sofre vários ataques, resistindo sempre.
Guerras Peninsulares, 1807-1811
No dia 25 de Junho de 1808, a Praça, governada pelos franceses, sofre um assalto vitorioso por parte de um corpo de voluntários valencianos (Valência de Alcântara) chefiados por D. Mateus Monge. Os espanhóis foram instigados pelo destemido escrivão do geral da vila (ou Juís de Fora?) de Marvão, Joaquim António da Cruz, que se havia refugado em Espanha após uma sua tentativa, malograda, de sublevação da população. O assalto foi comandado pelo Tenente-Coronel espanhol D. Vicente Perez e pelo Tenente-Coronel graduado de milícias, D. Pedro de Magalhães, filho do arquitecto português Teodoro Magalhães.
Guerras Liberais, 1832-1834
Em Junho/Julho de 1833, a Praça de Marvão, comandada pelo miguelista Coronel Francisco da Silva Lobo, resiste às intimações de rendição feitas pela guerrilha constitucional, por sua vez comandada pelo antigo coronel do exército espanhol, D. Manuel Martini. Neste período, servia de refúgio, base de apoio logístico e ponto de partida para incursões em Espanha, aos carlistas que acompanhavam o infante espanhol, D. Carlos Maria Isidro (1788-1855). Decorria em Espanha a Primeira Guerra Carlista ou Guerra dos Sete Anos (1833-1839), sendo os carlistas comandados pelo brigadeiro D. Fernando Peñarola. Em 12 de Dezembro de 1833, é conquistada a Praça de Marvão pelas tropas liberais, reunidas sob a designação de Legião Patriótica do Alentejo, com ajuda de tropas espanholas e com a cumplicidade de elementos do interior da fortaleza. De Dezembro de 1833 a 26 de Março de 1834, Marvão é cercada pelas tropas miguelistas, sob o comando do Brigadeiro António José Doutel.
As tropas liberais, comandadas pelo General António Pinto Álvares Pereira, eram abastecidas a partir do território espanhol. Foram socorridas, a 22 de Março de 1834, por forças vindas de Espanha, comandadas pelo Tenente-General José Joaquim de Abreu. O cerco levantado a 26 de Março é referido em documento militar de 1861, de forma muito elogiosa e nos seguintes termos: A esta Praça está ligado um facto histórico que muito a honra; foi o memorável sítio que ela sustentou por uns poucos de meses em 1834, tornando-se, por este feito d'armas, o baluarte da liberdade na Província do Alentejo.
Guerra civil em consequência das rebeliões da Maria da Fonte (1846) e da Patuleia (1847)
Entre 23 e 25 de Julho de 1847, a praça foi ocupada pelo General espanhol, Concha.
Wiking 14x Opel Kapitän Taxi. 1:87 scale plastic model made in Germany. I should have dusted this prior to photography!
Joseph Wik from West Valley City, UT - $1,200 Fat Cat Big Bingo! Ticket purchased at Chat N Chew in Malad City.
Português
pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_tomar
O Castelo de Tomar localiza-se na cidade de mesmo nome, na Freguesia São João Baptista, Concelho de Tomar, Distrito de Santarém, na província do Ribatejo, em Portugal.
Castelo templário, na margem direita do rio Nabão, integrou, à época da Reconquista, a chamada Linha do Tejo, juntamente com outros na região, que lhe acompanham o estilo: os castelos de Almourol, Idanha, Monsanto, Pombal e Zêzere.
O castelo medieval
Sendo imperativa a operação de uma fortificação destinada a complementar a linha defensiva do acesso por Santarém à então capital, Coimbra, ao fim de um ano no arruinado Castelo de Cera, o Mestre da Ordem dos Templários em Portugal, D. Gualdim Pais, filho de Paio Ramires, decidiu-se pela construção de um novo castelo, em local mais adequado, e que viria a tornar-se a sede da Ordem no país.
Não se sabe com certeza qual a razão que levou à opção por Tomar, em lugar da reforma do castelo de Cera. Alguns estudiosos afirmam que o novo sítio, em um outeiro à margem direita do rio Tomar (actual Nabão), dominando uma planície, era estrategicamente mais vantajoso. Outros argumentam que o sítio foi escolhido considerando a sua posição na linha que, em relação ao Meridiano de Paris, forma um ângulo de 34°, comum nos projetos arquitetónicos da Ordem, correspondente à diagonal da relação de 2/3 observada na constelação de Gêmeos, um dos símbolos Templários.
De qualquer modo, a construção do Castelo de Tomar iniciou-se em 1 de Março de 1160, conforme inscrição epigráfica em seus muros. Na mesma época, iniciou-se a construção da Charola, posteriormente adaptada a Capela-mor, uma das edificações templárias mais importantes no Ocidente.
Diante do compromisso de promover o povoamento da região, D. Gualdim Pais concedeu o primeiro foral ao termo de Tomar já em 1162, documento posteriormente confirmado em 1174. Em 1165, a Ordem recebeu ainda os domínios de Idanha e de Monsanto, sendo-lhe prometido, em 1169, um terço das terras que viessem a conquistar ao Sul do rio Tejo. No ano seguinte (1170), a chamada Linha do Tejo era reforçada com a construção do Castelo de Almourol.
Duas décadas mais tarde, sob o reinado de D. Sancho I (1185-1211) a contra-ofensiva Almóada de 1190 sob o comando do califa Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur, após reconquistar o Castelo de Silves e o Algarve, avançou para o Norte conquistando, sucessivamente, os castelos de Alcácer do Sal, Palmela e Almada (1190-1191). Transpôs em seguida a Linha do Tejo, cercando Santarém, destruindo Torres Novas e Abrantes até alcançar Tomar, que, sob sucessivos assaltos, resistiu durante seis dias defendida pelos Templários, quebrando o ímpeto do invasor. Nesta ocasião, os mouros forçaram a porta do Sul e penetraram na cerca exterior. A defesa dos Templários foi de tal forma encarniçado que a porta de assalto ficou conhecida como Porta do Sangue.
Diante da extinção da Ordem pelo Papa Clemente V (1312), o rei D. Dinis (1279-1325) acautelou a posse dos bens dela no reino. Para melhor administrá-los, criou a Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo (1321), inicialmente com sede em Castro Marim, no Algarve, transferindo-lhe o património da antiga Ordem. Poucos anos mais atarde, entretanto, a sede da nova ordem foi transferida para Tomar (c. 1338).
O Infante D. Henrique, na qualidade de Governador da Ordem de Cristo, terá tido residência no Castelo de Tomar. Posteriormente, o castelo foi objeto da atenção de D. Manuel (1495-1521) e de D. João III (1521-1557) através de obras de restauração e reforço, quando foi ampliado o Convento de Cristo. Por ordem do primeiro, a população intra-muros foi obrigada a transferir-se para a vila, junto ao rio (1499); posteriormente, na primeira metade do século XVI, os Paços da Rainha foram ampliados, desenvolvendo-se as obras no sentido setentrional, entre a Charola e a Alcáçova.
Do século XVII aos nossos dias
Escasseiam, a partir de então as informações sobre este conjunto defensivo: em 1618, demoliu-se a torre Noroeste para se ampliar a entrada no recinto do castelo, que chegou aos nossos dias relativamente bem conservado.
A vila de Tomar foi elevada à categoria de cidade por alvará de D. Maria II (1826-1828 e 1834-1853), em 13 de Fevereiro de 1844.
O castelo encontra-se classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 23 de Junho de 1918, e como Património da Humanidade, pela pela Assembleia Geral da UNESCO de 27 a 30 de Junho de 1983.
Em 1973 foram procedidos trabalhos de restauro no piso do adarve no troço de muralha entre a Porta do Sol e a Torre da Rainha e, mais recentemente, em 1986, trabalhos de consolidação das muralhas junto à Porta do Sangue.
O castelo apresenta elementos de arquitectura militar nos estilos românico, gótico e renascentista. Alguns autores apontam a presença de vestígios indicativos de uma estrutura militar anterior, que poderia remontar à época romana e que teria perdurado até à época islâmica, referindo a presença, no aparelho dos muros, de algumas placas decorativas, de cronologia visigótica ou moçárabe, provavelmente oriundas do sítio de Santa Maria dos Olivais, à margem esquerda do rio Nabão.
É composto por uma dupla cintura de muralhas, que delimitavam o primitivo burgo intramuros e a praça de armas:
uma num plano superior, de planta poligonal irregular, com algumas faces curvas, nascendo junto à entrada da Casa do Capítulo e terminando na Torre de Dona Catarina. Delimita a Alcáçova e mantém apenas a cisterna e a Torre de Menagem no seu interior, figura defensiva introduzida em Portugal pelos Templários e que tem, aqui, o seu testemunho mais antigo;
outra num plano inferior, ligando a fachada Leste da Charola à zona Sul da Alcáçova, que correspondia à vila fortificada da Baixa Idade Média. Também apresenta planta poligonal irregular, desenvolvendo-se em cunha no sentido Leste, rematada numa grande torre de planta quadrangular, denominada Torre da Rainha. Esta cintura incorpora um outro elemento defensivo também introduzido pelos Templários no país: o alambor. Este consiste no embasamento dos muros em rampas, destinadas a impedir a aproximação das torres de assalto e a dificultar os trabalhos de sapa e mina, bem como a eliminar ângulos mortos na base das muralhas, tendo sido empregado em Tomar circundando toda a muralha.
Essas muralhas eram reforçadas a espaços regulares por cubelos de plantas semi-circular e quadrangular, na tipologia importada pelos Templários do Oriente, que a ele recorreram na Terra Santa na fortificação de Saphyum, que seguia o desenho do Krak dos Cavaleiros Hospitalários, em Hom.
Ingressando pela Porta de Santiago e ultrapassando-se a Porta do Sol surgem, à direita, a Alcáçova e a Torre de Menagem. Abre-se então o terreiro que vai dar à Charola. Para Sudoeste, outro terreiro, rematado pela Torre de Dona Catarina. A muralha prossegue, amparada em torreões, até à Porta do Sangue e à Torre da Condessa. Para o Norte, observam-se outras torres com plantas em diversos feitios. Ultrapassada a Charola, abre-se a Porta de São Martinho, inflectindo a muralha, sempre amparada por torres e cubelos, de novo em direcção à alcáçova.
Apesar das múltiplas alterações que tiveram lugar no recinto fortificado ao longo dos séculos, a maior parte delas relacionada com as sucessivas campanhas de alargamento do Convento de Cristo no sector Oeste, são ainda numerosos e significativos os elementos românicos do castelo. Entre eles destaca-se a Torre de Menagem, com planta no formato rectangular dividida internamente em três pavimentos. No segundo pavimento encontra-se uma inscrição em latim, repetida na lápide comemorativa do cerco muçulmano de 13 de Julho de 1190 na escadaria que leva ao terreiro da Charola, informando ao visitante:
Na era de 1198 (1160 da era de Cristo), reinando Afonso, ilustríssimo rei de Portugal, D. Gualdim, mestre dos cavaleiros portugueses do Templo, com os seus freires, começou no primeiro dia de Março a edificar este castelo, chamado de Tomar, que, acabado, o rei ofereceu a Deus e aos cavaleiros do Templo.
Wiking 705 Mercedes-Benz O 305 Bendy Bus - 1:87 plastic model. Orange - Eberspächer Bus-Heizung adverts. From the 1982/83 Werbemodelle set: www.flickr.com/photos/adrianz-toyz/28914997800
Both sets for 1982-83 contain an orange O305 bendy-bus but the side adverts are different, this is link to the other one: www.flickr.com/photos/adrianz-toyz/49392620183
Wiking 439 MAN 16.256 articulated van Kerkhoff Wohnmöbel. Wiking Datenbank reference 439-2-1. From the set 198401 Werbemodelle 1983-84.
English
en.wikipedia.org/wiki/Quinta_da_Regaleira
Quinta da Regaleira is an estate located near the historic center of Sintra, Portugal. It is classified as a World Heritage Site by UNESCO within the "Cultural Landscape of Sintra". Along with other palaces in this area (such as the Pena, Monserrate and Seteais palaces), it is one of the principal tourist attractions of Sintra. It consists of a romantic palace and chapel, and a luxurious park featuring lakes, grottoes, wells, benches, fountains, and a vast array of exquisite constructions. The palace is also known as "Palace of Monteiro the Millionaire", from the nickname of its first owner, António Augusto Carvalho Monteiro.
Português
pt.wikipedia.org/wiki/Pal%c3%a1cio_da_Regaleira
O Palácio da Regaleira é o edifício principal e o nome mais comum da Quinta da Regaleira. Também é designado Palácio do Monteiro dos Milhões, denominação esta associada à alcunha do seu primeiro proprietário, António Augusto Carvalho Monteiro. O palácio está situado na encosta da serra e a escassa distância do Centro Histórico de Sintra estando classificado como Imóvel de Interesse Público desde 2002.
Carvalho Monteiro, pelo traço do arquitecto italiano Luigi Manini, dá à quinta de 4 hectares, o palácio, rodeado de luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, lugares estes que ocultam significados alquímicos, como os evocados pela Maçonaria, Templários e Rosa-cruz. Modela o espaço em traçados mistos, que evocam a arquitectura românica, gótica, renascentista e manuelina.
Fonte: wiki.cancaonova.com/index.php/Corpus_Christi
A Festa de Corpus Christi é a celebração em que solenemente a Igreja comemora a instituição do Santíssimo Sacramento da Eucaristia; sendo o único dia do ano que o Santíssimo Sacramento sai em procissão às nossas ruas. Propriamente é a Quinta-feira Santa o dia da instituição, mas a lembrança da Paixão e Morte do Salvador não permite uma celebração festiva. Por isso, é na Festa de Corpus Christi que os fiéis agradecem e louvam a Deus pelo inestimável dom da Eucaristia, na qual o próprio Senhor se faz presente como alimento e remédio de nossa alma. A Eucaristia é fonte e centro de toda a vida cristã. Nela está contido todo o tesouro espiritual da Igreja, o próprio Cristo.
Quando surgiu?
A Festa de Corpus Christi surgiu no séc. XIII, na diocese de Liège, na Bélgica, por iniciativa da freira Juliana de Mont Cornillon, (†1258) que recebia visões nas quais o próprio Jesus lhe pedia uma festa litúrgica anual em honra do sacramento da Eucaristia.
Aconteceu, porém, que quando o padre Pedro de Praga, da Boêmia, celebrou uma Missa na cripta de Santa Cristina, em Bolsena, Itália, aconteceu um milagre eucarístico: da hóstia consagrada começaram a cair gotas de sangue sobre o corporal após a consagração. Alguns dizem que isto ocorreu porque o padre teria duvidado da presença real de Cristo na Eucaristia.
O Papa Urbano IV (1262-1264), que residia em Orvieto, cidade próxima de Bolsena, onde vivia São Tomás de Aquino, informado do milagre, então, ordenou ao Bispo Giacomo que levasse as relíquias de Bolsena a Orvieto. Isso foi feito em procissão. Quando o Papa encontrou a Procissão na entrada de Orvieto, teria então pronunciado diante da relíquia eucarística as palavras: “Corpus Christi”.
Em 11 de agosto de 1264 o Papa emitiu a bula "Transiturus de mundo", onde prescreveu que na quinta-feira após a oitava de Pentecostes, fosse oficialmente celebrada a festa em honra do Corpo do Senhor. São Tomás de Aquino foi encarregado pelo Papa para compor o Ofício da celebração. O Papa era um arcediago de Liège e havia conhecido a Beata e percebido a luz sobrenatural que a iluminava e a sinceridade de seus apelos.
Em 1290 foi construída a belíssima Catedral de Orvieto, em pedras pretas e brancas, chamada de "Lírio das Catedrais". Antes disso, em 1247, realizou-se a primeira procissão eucarística pelas ruas de Liège, como festa diocesana, tornando-se depois uma festa litúrgica celebrada em toda a Bélgica, e depois, então, em toda o mundo no séc. XIV, quando o Papa Clemente V confirmou a Bula de Urbano IV, tornando a Festa da Eucaristia um dever canônico mundial.
Em 1317, o Papa João XXII publicou na Constituição Clementina o dever de se levar a Eucaristia em procissão pelas vias públicas. A partir da oficialização, a Festa de Corpus Christi passou a ser celebrada todos os anos na primeira quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade. A celebração normalmente tem início com a missa, seguida pela procissão pelas ruas da cidade, que se encerra com a bênção do Santíssimo.
Milagre Eucarístico
Por volta dos anos 700, na cidade italiana de Lanciano, viviam no mosteiro de São Legoziano os Monges de São Basílio, e entre eles havia um que se fazia notar mais por sua cultura mundana do que pelo conhecimento das coisas de Deus. Sua fé parecia vacilante, e ele era perseguido todos os dias pela dúvida de que a hóstia consagrada fosse o verdadeiro Corpo de Cristo e o vinho o Seu verdadeiro Sangue. Mas a Graça Divina nunca o abandonou, fazendo-o orar continuamente para que esse insidioso espinho saísse do seu coração.
Foi quando, certa manhã, celebrando a Santa Missa, mais do que nunca atormentado pela sua dúvida, após proferir as palavras da Consagração, ele viu a hóstia converter-se em Carne viva e o vinho em Sangue vivo. Sentiu-se confuso e dominado pelo temor diante de tão espantoso milagre, permanecendo longo tempo transportado a um êxtase verdadeiramente sobrenatural. Até que, em meio a transbordante alegria, o rosto banhado em lágrimas, voltou-se para as pessoas presentes e disse:
"Ó bem-aventuradas testemunhas diante de quem, para confundir a minha incredulidade, o Santo Deus quis desvendar-se neste Santíssimo Sacramento e tornar-se visível aos vossos olhos. Vinde, irmãos, e admirai o nosso Deus que se aproximou de nós. Eis aqui a Carne e o Sangue do nosso Cristo muito amado!"
A estas palavras os fiéis se precipitaram para o altar e começaram também a chorar e a pedir misericórdia. Logo a notícia se espalhou por toda a pequena cidade, transformando o Monge num novo Tomé. A Hóstia-Carne apresentava, como ainda hoje se pode observar, uma coloração ligeiramente escura, tornando-se rósea se iluminada pelo lado oposto, e tinha aparência fibrosa; o Sangue era de cor terrosa (entre o amarelo e o ocre), coagulado em cinco fragmentos de forma e tamanhos diferentes.
As relíquias foram agasalhadas num tabernáculo de marfim mandado construir pelas pessoas mais credenciadas do lugarejo. A partir de 1713 até hoje, a Carne passou a ser conservada numa custódia de prata, e o Sangue, num cálice de cristal. Aos reconhecimentos eclesiásticos do Milagre, a partir de 1574, veio juntar-se o pronunciamento da Ciência moderna através de minuciosas e rigorosas provas de laboratório.
Foi em novembro de 1970 que os Frades Menores Conventuais, sob cuja guarda se mantém a Igreja do Milagre (desde 1252 chamada de São Francisco), decidiram, devidamente autorizados, confiar a dois médicos de renome e idoneidade moral a análise científica das relíquias. Após alguns meses de trabalho, exatamente a 4 de março de 1971, os pesquisadores publicaram um relatório contendo os resultados das análises:
"A Carne é verdadeira carne, o Sangue é verdadeiro sangue. A Carne é do tecido muscular do coração (miocárdio, endocárdio e nervo vago). A Carne e o Sangue são do mesmo tipo sangüíneo (AB) e pertencem à espécie humana. No sangue foram encontrados, além das proteínas normais, os seguintes materiais: cloretos, fósforos, magnésio, potássio, sódio e cálcio. A conservação da Carne e do Sangue, deixados em estado natural por 12 séculos e expostos à ação de agentes atmosféricos e biológicos, permanece um fenômeno extraordinário".
Antes mesmo de redigirem o documento sobre o resultado das pesquisas realizadas em Arezzo, os Doutores Linoli e Bertelli enviaram aos Frades um telegrama nos seguintes termos: "E o Verbo se fez Carne!". É assim que o Milagre de Lanciano, desafiando a ação do tempo e toda a lógica da ciência humana, se apresenta aos nossos olhos como a prova mais viva e palpável de que "Comei e bebei todos vós, isto é o meu Corpo que é dado por vós".
Mais do que uma simples simbologia como possa parecer, é o sinal divino de que no Sacramento da Comunhão está o alimento da nossa esperança nas Promessas de Cristo para nossa Salvação: "Aquele que come a minha Carne e bebe o meu Sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia" (Jo 6,55).
fr.wikipedia.org/wiki/Crise_de_Fachoda#L.E2.80.99exp.C3.A...
En novembre 1894, Théophile Delcassé, alors ministre des Colonies, ordonne à Victor Liotard, gouverneur du Haut-Oubangui[11], d’organiser une expédition vers le Haut-Nil. L'objectif est alors surtout de pousser les Britanniques à faire quelques concessions sur le statut de l’Égypte.
Chronologie des relations franco-anglaise lors de la crise de Fachoda
1894
30 mai Gabriel Hanotaux devient le ministre français des affaires étrangères et Théophile Delcassé ministre des Colonies.
1895
17 janvier Félix Faure est élu président de la République française
1896
21 septembre Lord Kitchener et son armée anglo-égyptienne entrent au Soudan.
1897
Février Jean-Baptiste Marchand quitte le Congo pour le bassin du Nil.
1898
28 juin Théophile Delcassé est nommé ministre français des Affaires étrangères.
1898
10 juillet Jean-Baptiste Marchand atteint Fachoda.
1898
18 septembre Lord Kitchener atteint Fachoda et se retrouve face au drapeau français.
1898
3 novembre : Jean-Baptiste Marchand reçoit l’ordre de retirer ses troupes.
1899
Janvier condominium anglo-égyptien sur le Soudan.
1904
8 avril signature des accords anglo-français dits de l’Entente cordiale.
En mars 1895, sir Edward Grey, sous-secrétaire d’état aux Affaires étrangères, déclare que l’éventualité d’une mission française dans la région serait un « acte tout à fait inamical et serait considéré comme tel par l’Angleterre ». Gabriel Hanotaux, ministre des Affaires Étrangères, réfutant les accusations britanniques, reçoit toutefois dès juillet le capitaine d’infanterie de marine Jean-Baptiste Marchand afin d’étudier avec lui le projet d’une éventuelle expédition vers Fachoda dont le caractère stratégique quant à l’installation d’un barrage sur le Nil a été démontré par le polytechnicien français Alexandre Prompt. Au mois de septembre de la même année, un remaniement ministériel voit le départ de Théophile Delcassé au profit d’Émile Chautemps qui suspend aussitôt l’expédition de Victor Liotard. La rupture est évitée de peu avec Londres mais le double jeu de la France est manifeste.
Tout au long de l’année 1895, Jean-Baptiste Marchand se heurte à l’instabilité ministérielle et ne peut faire adopter son projet. Ce n’est que le 24 février 1896, avec l’appui du président Félix Faure et du lobby colonial, que l’explorateur obtient l’accord officiel ainsi que le financement de l’opération. Le retour de Gabriel Hanotaux en avril lui permet d’accélérer les préparatifs de départ vers le Congo français. Afin, sans doute, de ménager le gouvernement britannique, le gouvernement français avait déclaré que la mission Marchand n’était pas « un projet de conquête » et qu’elle était une expédition « exclusivement pacifique ». Malgré le caractère secret de celle-ci, les journaux ainsi que les diplomates étrangers sont parfaitement au courant du projet en raison des nombreuses négligences de l’administration française.
.Parti le 29 juin 1896 de Marseille, Jean-Baptiste Marchand débarque un mois plus tard à Loango. Rien n’est pourtant joué car, dans le même temps, une expédition belge est elle aussi en route. Commandée par le baron Francis Dhanis, elle part de Stanleyville dans l'État indépendant du Congo en septembre 1896 avec cinq mille fantassins indigènes et trente-sept canons, en direction de Fachoda. Elle atteint le lac Albert en février 1897. En avril, cependant, l'avant-garde se rebelle. Les hommes de l'ethnie des Tetela se retournent contre leurs officiers. Le 18 mars, ils attaquent le gros de la colonne indigène qui se range du côté des assaillants . Les Belges mettent trois ans à réprimer cette révolte. De son côté, ce n’est qu’après deux années d’un très difficile voyage à travers la forêt tropicale, en compagnie de douze officiers et sous-officiers blancs, cent cinquante tirailleurs sénégalais et plusieurs milliers de porteurs, que Jean-Baptiste Marchand atteint Fachoda le 10 juillet 1898 sachant qu'il y avait avec eux le lieutenant Gouly décédé de maladie et de soif pendant l'expédition et le lieutenant Simon malade et rapatrié en France, décédé à son arrivée. Deux autres expéditions devaient le rejoindre depuis l'Abyssinie mais ne purent le faire. Cependant, deux membres de l'une d'entre elles se trouvaient à Fachoda, en compagnie du Negusse Negest d'Abyssinie, quarante jours avant l'arrivée de Jean-Baptiste Marchand.
fr.wikipedia.org/wiki/Pont_Alexandre-III
Le pont Alexandre-III est un pont franchissant la Seine entre le 7e et le 8e arrondissement de Paris.
C'est un pont métallique de 40 mètres de large composé d'une seule arche de 107 mètres comprenant trois points d'articulation, permettant de franchir la Seine sans point d'appui intermédiaire. Deux tunnels en pierre se situent à ses extrémités.
Le pont a plusieurs fois changé de couleurs ; il est passé du gris au vert-brun puis au gris perle. Il a repris ses couleurs d'origine lors de son unique restauration en 1998.
Ses contreforts côté rive droite abritent depuis septembre 2006 une boîte de nuit appelée le Showcase, aménagée dans un hangar à bateau désaffecté. Ce lieu, ouvert au grand public à la mi-décembre 2006, peut être utilisé comme salle de concert ; des émissions de télévision y sont depuis enregistrées.
Type de construction : Pont en arc à trois articulations, multiples travées
Construction : 1897 - 1900
Inauguration : 14 avril 1900
Architectes : Cassien-Bernard et Gaston Cousin
Ingénieurs : Jean Résal et Amédée Alby
Décoration : Georges Récipon, Emmanuel Frémiet, Jules Félix Coutan, Henri Désiré Gauquié, Grandzlin, Pierre Granet, Alfred Lenoir, Laurent Honoré Marqueste, André Massoule, Gustave Michel, Léopold Morice, Abel Poulin, Clément Steiner
Le pont au moment de son inauguration à l'occasion de l'exposition universelle de 1900.Matériau : acier
Longueur totale : 160 mètres
Longueur de la travée principale : 107,50 mètres
Largeur de la poutre : 40 mètres
Flèche : 1/17 (rapport hauteur/portée)
Entreprises : Groupe Fives-Lille parmi d'autres
Classement aux Monuments historiques : 1975
Du fait de sa grande portée pour une faible hauteur, le pont Alexandre III exerce une importante poussée latérale. Afin d'éviter l'écartement des ancrages, les berges ont été considérablement renforcées, et les quatre colonnes des extrémités participent au lestage de l'ensemble.
Les quatre renommées au sommet des pylônes d'entrée représentent :
Rive droite, amont : La renommée des arts : par Emmanuel Frémiet
Rive droite, aval : La renommée des sciences : par Emmanuel Frémiet
Rive gauche, amont : La renommée au combat : par Pierre Granet
Rive gauche, aval : La renommée de l'industrie : par Clément Steiner
Les décorations à la base des quatre pylônes ont pour thèmes :
Rive droite, amont : La France du Moyen Âge (Alfred-Charles Lenoir)
Rive gauche, amont : La France à la Renaissance (Jules Coutan),
Rive gauche, aval : La France sous Louis XIV (Laurent Marqueste)
Rive droite, aval : La France moderne (Gustave Michel)
Les groupes de lions conduits par des enfants aux entrées du pont ont pour auteurs :
Rive gauche : Aimé-Jules Dalou
Rive droite : Georges Gardet
Les différents groupes en bronze ou cuivre s'échelonnant sur le pont :
Les amours soutenant les quatre lampadaires de Henri Désiré Gauquié
Quatre génies avec des poissons et des coquillages de Léopold Morice et André Massouille
Au centre en amont : nymphes de la Neva avec les armes de la Russie et au centre en aval : nymphes de la Seine avec les armes de Paris, toutes deux de Georges Récipon.
Igloo con albero
Installation de Mario Merz (Italie, 1925-2003)
fr.wikipedia.org/wiki/Mario_Merz
1968
tubes de fer, verre, stuc, branche
Castello di Rivoli Museo d'Arte Contemporanea, Rivoli-Torino
Pour Mario Merz, l'igloo est une architecture archétypale, qui délimite un lieu où les concepts de temps, d'environnement et de civilisation se rejoignent. C'est un abri pour l'homme mais aussi une représentation du cosmos. L'artiste a créé de très nombreux igloos en variant les matériaux qui le constituent et en utilisant fréquemment ses parois pour transmettre des messages écrits en lettres lumineuses.
L'exposition "Arte Povera" à la Pinault Collection, Bourse de Commerce, Paris
Entre héritage et influence, l’exposition "Arte Povera" traverse plus de 250 œuvres historiques, contemporaines, et issues de ce courant artistique italien majeur des années 1960. Cette exposition s’attache à éclairer aussi bien la naissance italienne que le rayonnement international de ce courant, à travers les œuvres des treize principaux protagonistes de l’Arte Povera : Giovanni Anselmo, Alighiero Boetti, Pier Paolo Calzolari, Luciano Fabro, Jannis Kounellis, Mario Merz, Marisa Merz, Giulio Paolini, Pino Pascali, Giuseppe Penone, Michelangelo Pistoletto, Emilio Prini et Gilberto Zorio... Extrait du site de l'exposition.
www.pinaultcollection.com/fr/boursedecommerce/arte-povera
Cette exposition historique retraçant l'histoire de "l'Arte Povera" (terme inventé à la fin des années 1960 par le critique d'art italien Germano Celant) est d'un abord difficile car la compréhension de ce type d'installations artistiques conceptuelles n'est pas immédiate par un public peu averti. Les œuvres reflètent, à cette époque, les luttes sociales, les protestations contre la politique américaine (guerre du Vietnam, impérialisme culturel notamment du pop art..), le rejet des valeurs bourgeoises et de la société de consommation, en particulier en Italie et plus largement en Europe. À cette période agitée, les performances artistiques avaient une grande importance, ce que des objets muséifiés ne peuvent pas facilement retranscrire, d'autant plus que l'exposition ne peut présenter que peu de vidéos historiques.
Une autre ambiguïté de cette exposition, très riche et complexe, réside dans le voisinage d'œuvres des treize artistes de l'Arte Povera sélectionnés par la commissaire, datant de la période 1965-1972 et d'autres beaucoup plus récentes de ces mêmes artistes. C'est le cas, par exemple, pour M. Pistoletto ou J. Penone, qui ont brillamment poursuivi leur carrière artistique jusqu'à aujourd'hui mais qui ne se réclament plus de l'Arte Povera depuis longtemps. Les nombreux médiateurs à disposition du public aident à surmonter ces difficultés de compréhension de la logique de l'exposition. C'est l'un des points forts de l'organisation de la Bourse de Commerce / Collection Pinault qui réussit à présenter une manifestation d'un très haut niveau, comparable à celui des plus grands établissements culturels publics. Cette évolution de l'offre culturelle parisienne est significative de la bascule qui s'opère depuis quelques années du secteur public vers le privé et qui va malencontreusement s'accentuer avec la fermeture pour cinq ans du bâtiment du Centre Pompidou.
fr.wikipedia.org/wiki/Groupes_scolaires_Jules_Ferry_et_Co...
Vers 1927, la municipalité de Maisons-Alfort, conduite par son maire Léon Champion, voulut répondre à l'accroissement de sa population et décida de construire deux nouveaux groupes scolaires : Condorcet et Jules Ferry. Les projets de deux architectes, André Dubreuil et Roger Hummel, tous deux seconds grands prix de Rome, furent retenus. Ces architectes proposant pour ces écoles des concepts pédagogiques novateurs et originaux, avec des références à l'architecture moderniste allemande et hollandaise ainsi qu'une organisation spatiale héritée du classicisme. Le groupe scolaire Condorcet est situé dans le quartier des Planètes, tandis que Jules Ferry est situé dans le quartier du Vert de Maisons.
Jules Ferry, construit en 1932, accueille les élèves sous un porche d’entrée illustré par les Contes de Perrault sculptés par Maurice Saulo, Prix de Rome. Les grilles d'entrée de l'école des filles et des garçons représentent les sciences, les arts, l'histoire, la géographie et les sciences naturelles. Les motifs de ferronnerie sont l'œuvre de Gilbert Poillerat.
Wiking 1:87 scale Mercedes-Benz O302 bus ' DB' (Deutsche Bundesbahn) from the set '100 Jahre Motor-Omnibus – Mercedes-Benz-Omnibusse in Stadt und Land' no. 990 05.
I have earlier versions of this, one has a sticker for 'DB', the other has 'Deutsche Bundesbahn' spelled out in full. See the Wiking album for these and over 800 other Wiking models.
fr.wikipedia.org/wiki/Bassin_de_la_Villette
Le bassin de la Villette est le plus grand plan d'eau artificiel de Paris. Il a été mis en eaux le 2 décembre 1808. Situé dans le 19e arrondissement de la capitale, il relie le canal de l'Ourcq au canal Saint-Martin et constitue l'un des éléments du réseau des canaux parisiens.
Rectangulaire, d'une longueur de 800 mètres pour 70 de large, il s'ouvre par le pont de la rue de Crimée, dernier pont-levant[1] de Paris, près du magasin général, et se termine avec la place de Stalingrad où se situe la rotonde de la Villette. Ce bassin accueille également des comptoirs pour croisières fluviales, ainsi qu'un complexe cinématographique MK2 dont l'originalité, outre son implantation dans d'anciens portiques en fonte reconvertis, est assurée par une liaison par bateau électrique de part et d'autre du bassin.
Le bassin est bordé au nord par le quai de la Seine et au sud par le quai de la Loire, que la passerelle de la Moselle relie en leur milieu.
Le premier bassin de la Villette est long de 699 mètres et large de 70 mètres. Il a servi à différentes activités.
Sa première fonction était de servir de réserve d'eau potable aux parisiens. Sa seconde fonction, associée au second bassin, était de fournir l'eau nécessaire pour la navigation sur les canaux de Saint-Denis et de Saint-Martin.
Au début du XIXe siècle, ce premier bassin était entouré de jardins, où les Parisiens venaient passer des moments agréables (promenades en été, patinage en hiver). Mais l'ère industrielle des années 1850, voit disparaître cet aspect loisir. Des dépôts de marchandises fleurissent alors sur les berges.
En 1832, Paris fut touché par la grande épidémie de choléra. Les Parisiens utilisant l'eau issue du bassin de la Villette furent moins durement touchés que ceux utilisant l'eau de la Seine (pompes à feu de Javel, pompe à feu de la Samaritaine), car les eaux usagées de la capitale étaient déversées dans le fleuve, comme surtout les déchets de l'Hôtel-Dieu (où se trouvaient de nombreux malades), qui enjambait le petit bras entre l'île de la Cité et la rive gauche.
À la fin du XIXe siècle, le bassin développe l'activité commerciale.
À la même époque, la passerelle de la Moselle (haute de 13 mètres, et d'une portée de 85 mètres), construite par Armand Moisant, voit le jour en 1882. Elle est ornée d'une horloge de 3 mètres de diamètre. Cet ouvrage, devenu vétuste, est remplacé en 1966.
C'est un pont-levant de 85 t, construit en 1885, qui partage les deux bassins.
fr.wikipedia.org/wiki/Jardin_du_Luxembourg
Le jardin du Luxembourg est un jardin privé ouvert au public, situé dans le VIe arrondissement de Paris. Créé en 1612 à la demande de Marie de Médicis, il a fait l'objet d'une restauration dirigée par l'architecte Jean-François-Thérèse Chalgrin sous le Premier Empire. Il s'étend sur 23 hectares animés de parterres de fleurs et de sculptures.
Sculptures dans les jardins :
- autour de la terrasse centrale, des statues de Reines de France et Femmes illustres, à commencer par Clotilde, lesquelles ont été choisie par Louis Philippe.
statues représentent des figures de la mythologie grecque.
- statues d'animaux.
- statues de personnages illustres tels que Beethoven, Flaubert, Baudelaire, Mendès-France, Frédéric Chopin,
Mathilde de Flandre, épouse de Guillaume le Conquérant.
Le jardin accueille des activités sportives : tennis, basket-ball, arts martiaux, ainsi que les phases finales du Championnat de France de jeu de paume, qui ont lieu le premier dimanche de septembre. Le terrain du Jeu de Paume du Sénat a accueilli les épreuves des Jeux olympiques d'été de 1900. Dans le coin nord-ouest, près de l'Orangerie, des joueurs d'échecs se rencontrent régulièrement, même en plein hiver, alors que ceux de bridge (trois tables) attendent les beaux jours pour pointer leur nez en milieu d'après-midi.
Des activités sont également proposées aux enfants : parc à jeux, promenades à dos de poney sur l'allée des ânes et théâtre de marionnettes. Jeunes et moins jeunes se retrouvent autour du bassin principal pour y faire évoluer des modèles réduits de bateaux télécommandés ou à voile.
en.wikipedia.org/wiki/Flatiron_Building
1902
Top floor : 285 feet ( 87 m)
Floor Count : 22
Architecte : D.H. Burnham & Co
FRENCH :
fr.wikipedia.org/wiki/Flatiron_Building
Le Flatiron Building (en français, « l'immeuble en forme de fer à repasser ») est un immeuble de bureaux à New York, dans le quartier de Midtown, au carrefour de la 23e rue, 5e avenue et Broadway, face à Madison Square. Il compte 22 étages et mesure 87 mètres de hauteur. Cet immeuble a donné son nom au quartier qui l'entoure, le Flatiron District.
Histoire
Le Flatiron Building est aussi connu sous le nom de Fuller Building. Contrairement à la croyance populaire, il n'a jamais été le plus haut, mais il était l'un des plus hauts gratte-ciel de Manhattan lors de son achèvement en 1902.
L'immeuble est construit selon un plan triangulaire, dessiné par l'architecte américain Daniel Burnham, qui appartenait à l'école de Chicago. Ce dernier a choisi le style Beaux-Arts et développé les ordres grecs classiques. Les trois façades sont divisées horizontalement en trois parties. Le Flatiron building fut construit en deux ans. Il pèse environ 332 000 tonnes et vaut plus de 40 millions de $. Le building est utilisé dans les films Spider-Man : en effet, c'est cet immeuble qui abrite le Daily Bugle, le journal où travaille Peter Parker.
fr.wikipedia.org/wiki/Gare_de_Paris-Saint-Lazare
La gare Saint-Lazare, ancienne tête de ligne du réseau « Ouest-État », est l'une des six grandes gares terminus du réseau de la SNCF à Paris. Elle est située dans le 8e arrondissement.
Première gare édifiée en Île-de-France dès 1837 et affectée principalement depuis au trafic de banlieue, c'est la deuxième gare de Paris et de France par son trafic et la troisième d'Europe, environ 100 millions de voyageurs par an. Elle a perdu sa première place suite à l'ouverture du RER A qui a détourné une bonne partie du trafic en provenance de la banlieue ouest. Elle dessert également la Normandie.
De nos jours, la gare Saint-Lazare dispose de 27 voies à quai et est en correspondance avec plusieurs lignes de transport urbain (métro, bus et RER).
La SNCF a engagé un plan d'envergure baptisé Demain Saint-Lazare pour rénover la gare d'ici à 2011 dans la cadre du programme Gares en mouvement représentant 123 millions d'euros d'investissements. Alors que le premier coup de pioche a été donné le 17 novembre 2003, les façades ont déjà bénéficié d'un toilettage en 2002. La salle transversale au rez-de-chaussée est en cours de rénovation pour intégrer des commerces supplémentaires (10 000 m² contre 6 000 auparavant) et des escaliers roulants facilitant l'accès au métro entre 2005 et 2010. Le parvis de la gare a été réaménagé début 2009.
fr.wikipedia.org/wiki/Gare_de_Paris-Saint-Lazare
La gare Saint-Lazare, ancienne tête de ligne du réseau « Ouest-État », est l'une des six grandes gares terminus du réseau de la SNCF à Paris. Elle est située dans le 8e arrondissement.
Première gare édifiée en Île-de-France dès 1837 et affectée principalement depuis au trafic de banlieue, c'est la deuxième gare de Paris et de France par son trafic et la troisième d'Europe, environ 100 millions de voyageurs par an. Elle a perdu sa première place suite à l'ouverture du RER A qui a détourné une bonne partie du trafic en provenance de la banlieue ouest. Elle dessert également la Normandie.
De nos jours, la gare Saint-Lazare dispose de 27 voies à quai et est en correspondance avec plusieurs lignes de transport urbain (métro, bus et RER).
La SNCF a engagé un plan d'envergure baptisé Demain Saint-Lazare pour rénover la gare d'ici à 2011 dans la cadre du programme Gares en mouvement représentant 123 millions d'euros d'investissements. Alors que le premier coup de pioche a été donné le 17 novembre 2003, les façades ont déjà bénéficié d'un toilettage en 2002. La salle transversale au rez-de-chaussée est en cours de rénovation pour intégrer des commerces supplémentaires (10 000 m² contre 6 000 auparavant) et des escaliers roulants facilitant l'accès au métro entre 2005 et 2010. Le parvis de la gare a été réaménagé début 2009.
Wiking 515 Mercedes-Benz 1626 S articulated truck Beral. Wiking Datenbank reference 515-8-1. From the set 198501 Werbemodelle 1984.
Wiking 731 MAN D 89 Berlin double-decker bus in cream, 1:87 scale plastic model. I also have this in yellow, and with adverts for the 2000 Olympic bid.
fr.wikipedia.org/wiki/Pont_Alexandre-III
Le pont Alexandre-III est un pont franchissant la Seine entre le 7e et le 8e arrondissement de Paris.
C'est un pont métallique de 40 mètres de large composé d'une seule arche de 107 mètres comprenant trois points d'articulation, permettant de franchir la Seine sans point d'appui intermédiaire. Deux tunnels en pierre se situent à ses extrémités.
Le pont a plusieurs fois changé de couleurs ; il est passé du gris au vert-brun puis au gris perle. Il a repris ses couleurs d'origine lors de son unique restauration en 1998.
Ses contreforts côté rive droite abritent depuis septembre 2006 une boîte de nuit appelée le Showcase, aménagée dans un hangar à bateau désaffecté. Ce lieu, ouvert au grand public à la mi-décembre 2006, peut être utilisé comme salle de concert ; des émissions de télévision y sont depuis enregistrées.
Type de construction : Pont en arc à trois articulations, multiples travées
Construction : 1897 - 1900
Inauguration : 14 avril 1900
Architectes : Cassien-Bernard et Gaston Cousin
Ingénieurs : Jean Résal et Amédée Alby
Décoration : Georges Récipon, Emmanuel Frémiet, Jules Félix Coutan, Henri Désiré Gauquié, Grandzlin, Pierre Granet, Alfred Lenoir, Laurent Honoré Marqueste, André Massoule, Gustave Michel, Léopold Morice, Abel Poulin, Clément Steiner
Le pont au moment de son inauguration à l'occasion de l'exposition universelle de 1900.Matériau : acier
Longueur totale : 160 mètres
Longueur de la travée principale : 107,50 mètres
Largeur de la poutre : 40 mètres
Flèche : 1/17 (rapport hauteur/portée)
Entreprises : Groupe Fives-Lille parmi d'autres
Classement aux Monuments historiques : 1975
Du fait de sa grande portée pour une faible hauteur, le pont Alexandre III exerce une importante poussée latérale. Afin d'éviter l'écartement des ancrages, les berges ont été considérablement renforcées, et les quatre colonnes des extrémités participent au lestage de l'ensemble.
Les quatre renommées au sommet des pylônes d'entrée représentent :
Rive droite, amont : La renommée des arts : par Emmanuel Frémiet
Rive droite, aval : La renommée des sciences : par Emmanuel Frémiet
Rive gauche, amont : La renommée au combat : par Pierre Granet
Rive gauche, aval : La renommée de l'industrie : par Clément Steiner
Les décorations à la base des quatre pylônes ont pour thèmes :
Rive droite, amont : La France du Moyen Âge (Alfred-Charles Lenoir)
Rive gauche, amont : La France à la Renaissance (Jules Coutan),
Rive gauche, aval : La France sous Louis XIV (Laurent Marqueste)
Rive droite, aval : La France moderne (Gustave Michel)
Les groupes de lions conduits par des enfants aux entrées du pont ont pour auteurs :
Rive gauche : Aimé-Jules Dalou
Rive droite : Georges Gardet
Les différents groupes en bronze ou cuivre s'échelonnant sur le pont :
Les amours soutenant les quatre lampadaires de Henri Désiré Gauquié
Quatre génies avec des poissons et des coquillages de Léopold Morice et André Massouille
Au centre en amont : nymphes de la Neva avec les armes de la Russie et au centre en aval : nymphes de la Seine avec les armes de Paris, toutes deux de Georges Récipon.
Film photography is 'old school' these days. So is building a Wik Commander - a 50 year old 'pattern ship' design. Here are some photos of club members moulding the fuselage in glass fibre and epoxy ... The mould and epoxy coated glass fibre will be 'vacuum bagged' later to create a light and very precise structure.
(A 'pattern ship' is a radio-controlled model airplane built to perform aerobatic manouvers or patterns in the sky.)
Asahi Pentax Spotmatic F with the Super-Multi-Coated Takumar 28mm F3.5 and the AF280T flash on Auto.
Ilford FP4+ (expired) developed in D-76 1+1 in the Jobo Autolab ATL-1500 film processor
pt.wikipedia.org/wiki/Ponte_Lu%C3%ADs_I
Ponte Luís I
A Ponte Luís I, popularmente também chamada Ponte D. Luís, é uma ponte construída com estrutura metálica, entre os anos 1881 e 1887, ligando as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia (margem norte e sul, respectivamente) separadas pelo rio Douro, em Portugal.
Esta construção veio substituir a antiga ponte pênsil que existia no mesmo local e foi realizada mediante o projecto do engenheiro belga Teófilo Seyrig, também autor da Ponte de D. Maria Pia, ferroviária.
A ponte foi inaugurada em 1886 (tabuleiro superior) e 1887 (tabuleiro inferior) e, devido à ausência do Rei D. Luís I na inauguração, a população do Porto decidiu, em resposta ao acto desrespeitoso, retirar o "Dom" do respectivo nome conforme as incrições nas placas dos pegões-encontro.
História
Na segunda metade do século XIX, o comércio progredia na cidade do Porto. As fábricas espalhavam-se por todo o bairro oriental da cidade, dito brasileiro. O tráfego para Gaia e Lisboa crescia a olhos vistos, e a bela Ponte Pênsil não chegava para uma circulação eficaz.
Por proposta de lei de 11 de Fevereiro de 1879, o Governo determinou a abertura de concurso para a "construção de uma ponte metálica sobre o rio Douro, no local que se julgar mais conveniente em frente da cidade do Porto, para a substituição da actual ponte pênsil", após o governo não ter aceite um projecto da firma G. Eiffel et Cie. que só contemplava um tabuleiro ao nível da ribeira, com sector levadiço na parte central. Um projecto que mereceu um Grande Prémio na Exposição Universal de Paris de 1878, mas não servia para uma eficaz ligação entre os núcleos urbanos do Porto e Gaia. Por isso aquele concurso impôs como premissa necessária à concepção de uma ponte de dois tabuleiros. Apresentaram-se numerosos concorrentes: Société de Braine Leconte, Société des Batignolles (duas soluções), G. Eiffel et Cie., Auguste LeCoq. Andrew Handyside, Société de Willebroek (duas soluções) e John Wixon. Foi vencedora a proposta da empresa belga Société de Willebroeck, com projecto do engenheiro Teófilo Seyrig, que já tinha sido o autor da concepção e chefe da equipa de projecto da Ponte D. Maria Pia. Teófilo Seyrig, enquanto sócio de Gustave Eiffel, assina como único responsável a nova e grandiosa Ponte Luís I. A construção inicia-se em 1881 e a inauguração acontece a 31 de Outubro de 1886.
A estrutura da nova ponte, verdadeira filigrana de ferro, que passou a ser, juntamente com a Torre dos Clérigos, o ex libris por excelência do Porto, pesava no seu conjunto 3.045 toneladas. A ponte ficou iluminada por meio de artísticos candeeiros de gás, 24 no tabuleiro superior, 8 no inferior e 8 nos encontros.
Actualmente o seu tabuleiro superior serve a Linha D do Metro do Porto e o tabuleiro inferior para peões e veículos automóveis.
Cronologia
1879, 11 de fevereiro - é determinada pelo governo a construção de uma ponte sobre o Douro[1]
1880, novembro - apresentação a concurso dos projectos de construção
1881, janeiro - deliberação que escolheu um projecto da sociedade belga Société Willebreck de Bruxelas
1881, 21 de novembro - adjudicação da obra à empresa belga Société de Willebroeck
1881 - início da construção
1886, 26 de maio - efectuados testes de resistência à ponte
1886, 30 de outubro - conclusão dos trabalhos do tabuleiro superior
1886, 31 de outubro - inauguração do tabuleiro superior
1886, 1 Novembro - entra em vigor o sistema de portagens a favor da empresa adjudicatária
1887 - inauguração do tabuleiro inferior, e conclusão das obras
1908 c. - colocação de carris dos eléctricos
1944, 1 de janeiro - extinção do sistema de portagens
1954 - obras de reparação e remoção dos elétricos com projecto do engenheiro Edgar Cardoso
2003, 27 Junho - encerramento ao trânsito do tabuleiro superior, para adaptação da estrutura ao metro
2005, 18 de setembro - inauguração da linha de metro e da passagem de peões no tabuleiro superior
Características
Comprimento: total 385,25 m
Peso: 3 045 toneladas
Arco: mede 172 m de corda e 45 m de flecha.
Outras Ligações
www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimo...
Wiking 72d Berlin Bus, Büssing D2U Doppeldeckerbus (722-2-3) 1959-1961. Berlin crest is in two colours, only produced 1959-60. Adverts for Wimo Sip. Open rear platform.
I have a similar one with the crest just black, darker wheels, and the adverts have white text - there are also various other variations of advert and rear opening (see the Wiking set).
fr.wikipedia.org/wiki/Lac_de_Saint-Mand%C3%A9
Le lac de Saint-Mandé est un étang naturel du bois de Vincennes situé à la limite de Saint-Mandé, bordé par la chaussée de l'Étang. Il fait partie administrativement du 12e arrondissement de Paris, comme l'ensemble du bois de Vincennes. Il est entouré d'un jardin de style anglais.
Ce lac fut créé au XIIIe siècle par l'élévation d'une digue, ou chaussée (qui deviendra l'actuelle chaussée de l'Étang), sur le cours d'un ruisseau descendu des coteaux de Montreuil. Le rû de la Pissotte ou rû de Montreuil provenait des douves du château de Vincennes. Devenu progressivement un égout à ciel ouvert, il entraîna les protestations des habitants, incommodés par l'odeur pestilentielle. Le lac fut comblé au XVIIIe siècle et devint une plaine herbeuse.
Le lac lors de sa réouverture et le donjon du château de Vincennes au fond. Le Monde Illustré, 1861, p. 585. Dessin de M.Peyronnet.Au XIXe siècle, à l'occasion de l'aménagement du bois de Vincennes, Jean-Charles Alphand décida de sa réouverture. Alimenté comme à l'origine par le rû de Montreuil, il rencontra rapidement les mêmes problèmes de nuisances que par le passé. Alphand le relia finalement au réseau hydraulique général du Bois de Vincennes. C'est actuellement l'eau de la Seine qui coule dans le lac de Saint Mandé, à travers le réservoir du lac de Gravelle.
Le rû de Montreuil, canalisé et recouvert, longe à Saint-Mandé la rue du Lac avant de passer par la rue Allard.
Le lac possède une île en son centre qui n'est accessible qu'aux oiseaux : canards (canard colvert, canard mandarin, et canard de Barbarie), cygnes, oies, poules d'eau...
Le lac est un lieu de promenade dominicale et familiale avec de nombreux manèges et espaces de jeux pour enfants. Contrairement au lac Daumesnil, le canotage n'y est pas autorisé.
Parque :
fr.wikipedia.org/wiki/Parc_Güell
es.wikipedia.org/wiki/Parque_Güell
en.wikipedia.org/wiki/Park_Güell
Antoni Gaudí i Cornet :
en.wikipedia.org/wiki/Antoni_Gaud%C3%AD
es.wikipedia.org/wiki/Antoni_Gaud%C3%AD
Français :
(source Wikipédia )
Ce devait être à l'origine une ville que son mécène, Eusebi Güell, lui avait demandé d'édifier sur une colline du Sud de la ville (El Carmel). Conçue sur le modèle anglais (son nom initial était Park Güell et non Parque Güell), elle devait comporter une chapelle et en tout 60 maisons. Mais le coût augmenta dans de telles proportions que seuls furent achevés deux maisons et le parc. Ce dernier devint propriété de la ville de Barcelone en 1922. Il est devenu l'un des lieux les plus fréquentés de la ville.
Gaudí s'est efforcé de conserver le relief naturel et, laissant libre cours à son imagination, a donné naissance à une œuvre originale tout en courbes. Fidèle à son style, il a créé une œuvre qui s'intègre à la nature et qui la reproduit, les colonnes des allées simulant par exemple des troncs d'arbres.
En haut de l'escalier principal avec la fontaine au dragon, symbole de l'alchimie et du feu, se trouve la salle Hypostyle. Cette salle, appelée également Salle des 100 Colonnes, bien que seulement 84 aient été achevées, se situe sous la place centrale du parc. À l'origine, Gaudi l'avait conçue pour accueillir un marché.
La place est bordée par un banc qui ondule comme un serpent de 150 mètres de long. Ce banc est remarquable: assis dans une boucle, on est à l'abri et on voit ses voisins, dans un espace intime, tout en ayant la vue sur le reste du banc. Assis à l'extrémité du méandre, on s'ouvre au monde de la place, prêt à faire des rencontres.