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I saw several of these guys in Times Square trying to spread the message. I always want to stop and discuss some theology but I really don' t think it would be a very rational discussion.

Y de repente te das cuenta de que todo ha terminado, de verdad. Ya no hay vuelta atrás, lo sientes; y justo entonces intentas recordar en que momento comenzó todo y descubres que todo empezó antes de lo que pensabas, mucho antes. Y es ahí justo en ese momento cuando te das cuenta que las cosas solo ocurren una vez. Y por mucho que te esfuerces ya nunca volverás a sentir lo mismo, ya nunca tendrás la sensación de estar... A TRES METROS SOBRE EL CIELO ♥.

© Copyright Eric Johnson 2016 Unauthorized use Prohibited

  

A ARTE DE SER AVÓ

 

Netos são como heranças: você os ganha sem merecer. Sem ter feito nada para isso, de repente lhe caem do céu. É, como dizem os ingleses, um ato de Deus. Sem se passarem as penas do amor, sem os compromissos do matrimônio, sem as dores da maternidade. E não se trata de um filho apenas suposto, como o filho adotado: o neto é realmente o sangue do seu sangue, filho de filho, mais filho que o filho mesmo...

 

Quarenta anos, quarenta e cinco... Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Não lhe incomoda envelhecer, é claro. A velhice tem as suas alegrias, as suas compensações — todos dizem isto embora você pessoalmente, ainda não as tenha descoberto — mas acredita.

 

Todavia, também obscuramente, também sentida nos seus ossos, às vezes lhe dá aquela nostalgia da mocidade. Não de amores nem de paixões: a doçura da meia-idade não lhe exige essas efervescências. A saudade é de alguma coisa que você tinha e lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade. Bracinhos de criança no seu pescoço. Choro de criança. O tumulto da presença infantil ao seu redor. Meus Deus, para onde foram as suas crianças? Naqueles adultos cheios de problemas que hoje são seus filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento a prestações, você não encontra de modo nenhum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres - não são mais aqueles que você recorda.

  

E então um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis — aquela criancinha da sua raça, da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino que lhe é "devolvido". E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário causaria escândalo e decepção se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor recalcado que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.

 

Sim, tenho certeza que a vida nos dá os netos para nos compensar de todas as mutilações trazidas pela velhice. São amores novos, profundos e felizes que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis. Aliás, desconfio muito de que os netos são melhores que namorados, pois que as violências da mocidade produzem mais lágrimas do que enlevos.

 

No entanto — no entanto! — nem tudo são flores no caminho da avó. Há, acima de tudo, o entrave maior, a grande rival: a mãe. Não importa que ela , em si, seja sua filha. Não deixa por isso de ser mãe do garoto. Não importa que ela, hipocritamente ensine o menino a lhe dar beijos e a lhe chamar de "vovozinha", e lhe conte que de noite, às vezes, ele de repente acorda e pergunta por você. São lisonjas, nada mais. No fundo ela é rival mesmo. Rigorosamente, nas suas posições respectivas, a mãe e a avó representam, em relação ao neto, papéis muito semelhantes ao da esposa e da amante dos triângulos conjugais. A mãe tem todas as vantagens da domesticidade e da presença constante. Dorme com ele, dá-lhe de comer, dá-lhe banho, veste-o. Embala-o de noite. Contra si tem a fadiga da rotina, a obrigação de educar e o ônus de castigar.

 

Já a avô, não tem direitos legais, mas oferece a sedução do romance e do imprevisto. Mora em outra casa. Traz presentes. Faz coisas não programadas. Leva a passear, "não ralha nunca". Deixa lambuzar de pirulitos. Não tem a menor pretensão pedagógica. É a confidente das horas de ressentimento, o último recurso nos momentos de opressão, a secreta aliada nas crises de rebeldia. Uma noite passada em sua casa é uma deliciosa fuga à rotina, tem todos os encantos de uma aventura. Lá não há linha divisória entre o proibido e o permitido. Dormir sem lavar as mãos, recusar a sopa e comer croquetes, tomar café — café! — mexer no armário da louça, fazer trem com as cadeiras da sala, destruir revistas, derramar a água do gato, acender e apagar a luz elétrica mil vezes se quiser e até fingir que está discando o telefone. Riscar a parece com o lápis dizendo que foi sem querer — e ser acreditado! Fazer má-criação aos gritos e, em vez de apanhar, ir para os braços da avó e de lá escutar os debates sobre os perigos e os erros da educação moderna.

 

Sabe-se que, no reino dos céus, o cristão defunto desfruta os mais requintados prazeres da alma. Porém esses prazeres não estarão muito acima da alegria de sair de mãos dadas com o seu neto, numa manhã de sol. E olhe que aqui embaixo você ainda tem o direito de sentir orgulho, que aos bem-aventurados será defeso. Meu Deus, o olhar das outras avós, com os seus filhotes magricelas ou obesos, a morrerem de inveja do seu maravilhoso neto.

 

E quando você vai embalar o menino e ele, tonto de sono, abre um olho, lhe reconhece, sorri e diz: "Vó!", seu coração estala de felicidade, como pão ao forno.

 

E o misterioso entendimento que há entre avó e neto, na hora em que a mãe o castiga, e ele olha para você, sabendo que se você não ousa intervir abertamente, pelo menos lhe dá sua incondicional cumplicidade...

 

Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menininho — involuntariamente! — bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beiço pronto para o choro; e depois, o sorriso malandro e aliviado porque "ninguém" se zangou, o culpado foi a bola mesma, não foi, Vó? Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague.

 

(Raquel de Queiroz)

   

"In the name of Jesus, repenting & faithful in expectation of the resurrection , Elizabeth wife of Thomas Brudenell eldest son of Thomas Brudenell of Stonton Brundenell in the county of Leicester, armiger. Sole surviving daughter of Nathaniel Humphrey formerly of Barton Segrave in the county of Northampton, armiger, lies under this monument , died the last day of the month of August the same day the Sabbath in the year: aged 36 years , in the year of Christ"

1656 is the date given for her death, though the year is not given on the monument and there is no room to carve it

 

Elizabeth was one of 2 co-heiress sisters of Nathaniel Humphrey grandson of Sir William Humphrey at Swepston, www.flickr.com/gp/52219527@N00/1GJHJs by Joan Tudor. Her sister Dorothy dsp 1644

She m (1st wife) Thomas Brudenell 1613-1670 of Whittingham, eldest son of Thomas Brudenell 1661 of Staunton Wyville & Dorothy flic.kr/p/btfMzw eldest daughter of Henry Smith of Withcock :

Thomas was the grandson of Sir Edmund Brudenell and Elizabeth Burnell flic.kr/p/bFxziK

Children

1. Mary

2. Dorothy m Rev. William Baker 1732, Vicar of St. Mary's, Lichfield

3. Edmund

 

Husband Thomas m2 (?) Frances daughter of Sir Edward Barkham, of Southacre 1667 www.flickr.com/gp/52219527@N00/648L44 by Frances Berney; who m2 John Pyott

Thomas died the 9 May 1670, aged 57, and has a memorial in Whittingham church.

 

WILL of Thomas Brudenell of Whittington, co. Staffs., esq. WiU dated 21 Mch. 1669/70.

"To be buried. in Stanton church, co. Leic, as near as possible to my father. I confirm the jointure to my wife Frances, and bequeath to her my close in Goadby, co. Leic, called Goadby cow-pasture, adjoining the jointure lands there, for Ufe, with remainder to my son Edmond, and the heirs of his body, with contingent remainders, in default of his issue, to my daughters, Mary and Dorothy Brudenell, and the heirs of their bodies, to my right heirs. I have received £500 from my brother Richard Brudenell, being £250 each left by my father, Thomas Brudenell, to my 2 daughters, and I enfeoffed by deed of 24 Apl., 19 Chas, II. [1667] Charles Agard, of Foston, co. Derby, esq.,* and Richard Brudenell afsd., of the said -£500, and a further £5oo for my daughters' portions. To my

mother-in-law, Mary Price, and my sister, Anne Orme, 20*/- each ; to my bror.-in-law, Mr. Charles Agard, my sister, his wife, and my kinsman, Mr. Thomas Orme, 20^/- each. To Mr. Christopher Gardener minister of Scropton, co. Derby, 40^/-. To poor of Stanton, lo^/- ; of Gk)adby, 20^/-.

My wife to have the tuition of my son Edmond during his minority, she taking the rents and issues of my messuages, lands, etc., in Barton Seagrave and Hubbenham, co. Northants. Exors., my wife and son. Signed, T. Brudenell. Wits., George Harding, clerk, Jo: Rawlins and Nich. Brett.

CODICIL dated 25 May 1670. I now desire to be buried in the parish church, of Whittington, where I now live, and give to the poor there 20s/-, revoking legacy to poor of Stanton.

To my cousin Thomas Orme's wife, 20^/-.

Proved 3 Sept. 1670, in P.C.C. (Penn, 115), by Edmund Brudenell, son and exor.

  

archive.org/stream/johnsoniangleani09readuoft/johnsoniang...

-- Yogi Berra

 

Later, I found another RePENt sign obviously by the same sign maker.

11-6-08

 

Sharing his word and beliefs on the streets of Pittsburgh while busy business folks commute to lunch.

Salvation Mountain is an art installation covering a hill north of Calipatria, California, near Slab City and just several miles from the Salton Sea. This is an amazing place. Just northeast of the tiny city Niland at the northeast corner of the Salton Sea in the middle-of-nowhere California.

 

It was created by one man, Leonard Knight, and you can read more about him and his incredible creation here.

8.19 "Aohe Mea Make I Ka Hewa; Make No I Ka Mihi Ole"

 

(No One Has Ever Died For the Mistakes He Has Made; Only Because He Didn't Repent)

«La prison des Patriotes-au-Pied-du-Courant est un ensemble construit entre 1832 et 1840 et modifié par la suite. L'ensemble comprend l'ancienne prison, la maison du gouverneur et le mur d'enceinte. De plan rectangulaire, l'ancienne prison de style néoclassique est formée d'un corps central en saillie encadré par deux ailes. Le bâtiment en pierre de quatre étages est revêtu d'un parement de pierre de taille grise bouchardée et coiffé d'un toit en terrasse. Située dans le coin sud-ouest du terrain, la maison du gouverneur, construite en 1895, est un bâtiment en brique de deux étages coiffé d'un toit plat; sa façade principale est recouverte de pierre de taille. La partie restante du mur d'enceinte en moellons, qui longe la partie sud du terrain, est percée d'une porte cochère. La prison des Patriotes-au-Pied-du-Courant se trouve dans l'arrondissement municipal de Ville-Marie de la ville de Montréal, à proximité du fleuve Saint-Laurent.

 

Ce bien est classé immeuble patrimonial. Un site inscrit à l'Inventaire des sites archéologiques du Québec est associé au lieu.

 

Valeur patrimoniale

 

La prison des Patriotes-au-Pied-du-Courant présente un intérêt patrimonial pour sa valeur historique. Cette prison a servi de centre de détention de 1836 à 1912. Lors des rébellions de 1837 et de 1838, c'est l'un des lieux d'incarcération des nombreux patriotes mis aux arrêts par le gouvernement colonial. En 1837, près de 500 individus sont enfermés dans les prisons de Montréal, dont la majorité au Pied-du-Courant. Ils sont tous relâchés au printemps suivant, à l'exception des huit chefs forcés à l'exil aux Bermudes. À la suite des troubles de 1838, plus de 800 patriotes sont jetés au cachot. De ce nombre, 158 sont déportés dans la colonie pénitentiaire d'Australie et douze sont exécutés au Pied-du-Courant. Cette prison a ainsi été le théâtre d'un épisode marquant de l'histoire du Québec.

 

La prison présente aussi un intérêt patrimonial pour ses valeurs historique et architecturale comme témoin de l'architecture pénitentiaire. Ce type architectural reflète les préoccupations de la société en matière de détention et de réhabilitation. Au début du XIXe siècle, des idées nouvelles en ce domaine donnent lieu à une série d'expérimentations, notamment en Amérique du Nord. La construction de la prison des Patriotes-au-Pied-du-Courant s'inscrit dans ce contexte. Son plan s'inspire de celui de la prison de Philadelphie (Eastern State Penitentiary), dessinée par l'architecte John Haviland (1792-1852) et ouverte en 1829. Ce plan est formé d'un bloc central d'où rayonnent des ailes composées d'un couloir longitudinal flanqué de cellules donnant sur l'extérieur. Les prisonniers y sont enfermés selon leur sexe et la gravité de leur délit. Ils bénéficient de meilleures conditions d'hygiène qu'autrefois, mais ils sont contraints au travail en isolement. On croit que la solitude doit susciter le repentir des détenus et mener à leur réhabilitation. Le « système de Philadelphie » se répand dans le monde entier. La prison des Patriotes-au-Pied-du-Courant témoigne ainsi d'une nouvelle conception du rôle de la prison au Bas-Canada et marque une étape importante dans l'évolution de l'architecture pénitentiaire au pays.

 

La prison présente également un intérêt pour la valeur architecturale de l'ensemble, composé de l'ancienne prison, de la maison du gouverneur et d'un muret. La prison s'inscrit dans le courant néoclassique, en vogue au Canada surtout entre 1820 et 1850. La composition symétrique de la façade avant (un corps central en saillie flanqué de deux ailes) et la sobriété de l'ornementation, comprenant des bandeaux, un portail et une corniche, témoignent de ce style. Il s'agit, de plus, de l'un des premiers édifices montréalais recouverts entièrement de pierre de taille grise. De son côté, la maison du gouverneur (de la prison), construite en 1895, est un bâtiment en pierre et brique de deux étages coiffé d'un toit plat. Son élégante façade, ornée de quelques motifs d'inspiration médiévale, est aussi recouverte de pierre de taille. Enfin, une section du mur d'enceinte en moellons, percée d'une porte cochère au portique en pierre de taille, ajoute au caractère évocateur de cet ensemble carcéral. La valeur architecturale de l'ensemble repose par ailleurs sur son association avec des architectes de renom. Les plans de la prison sont attribués à George Blaiklock (1792-1828), aussi concepteur de la chapelle Holy Trinity à Québec. En raison de son décès prématuré, les travaux sont supervisés par l'architecte John Wells (1789-1864), qui a entre autres réalisé le siège social de la Banque de Montréal, à la place d'Armes. Quant aux plans de la maison du gouverneur, ils ont été dessinés par l'architecte montréalais Arthur Gendron.

 

Source : Ministère de la Culture et des Communications du Québec, 2004.

 

Éléments caractéristiques

 

Les éléments caractéristiques de la prison des Patriotes-au-Pied-du-Courant liés à ses valeurs historique et architecturale comprennent, notamment :

- sa situation dans l'arrondissement de Ville-Marie de la ville de Montréal, à proximité du fleuve Saint-Laurent;

- l'ensemble composé de l'ancienne prison, de la maison du gouverneur et d'un muret de pierre;

- le site archéologique témoignant d'une occupation euroquébécoise;

- les caractéristiques de la prison, notamment son volume, dont le plan formé d'un bloc central et de deux ailes rectangulaires, l'élévation de quatre étages, le soubassement dégagé et le toit en terrasse, ses caractéristiques inspirées du néoclassicisme, dont la composition symétrique de la façade avant partagée en trois sections (un corps central en saillie encadré par deux ailes) ainsi que l'ornementation sobre en pierre comprenant les bandeaux, la large corniche et l'entablement du portique, ses ouvertures, dont les fenêtres des deux ailes placées dans un enfoncement du mur se terminant par un arc en plein cintre, les larges baies à arc surbaissé au-dessus du portique et les fenêtres à battants à carreaux du corps central, ainsi que ses matériaux, dont les murs en pierre recouverts de pierre de taille grise bouchardée;

- les caractéristiques de la maison du gouverneur, notamment la maçonnerie en brique recouverte de pierre de taille en façade, la galerie, les fenêtres, les cloisons moulurées et les foyers;

- la partie restante du mur d'enceinte en moellons, dont la porte cochère au portique en pierre de taille.

 

Informations historiques

 

La construction de cette prison est décidée en 1825 à la suite d'une recommandation des Grands Jurés du district de Montréal. Elle s'insère dans le mouvement de renouveau pénitentiaire qui prévaut en Amérique du Nord au début du XIXe siècle. De nouvelles idées sur la détention et la réhabilitation des criminels donnent alors lieu à une série d'expérimentations architecturales. Deux tendances émanent de ces réflexions. La première est incarnée par la prison d'Auburn (Auburn State Prison) dans l'État de New York, construite dès 1816. C'est un système de détention individuelle, où les prisonniers travaillent en atelier. Les cellules adossées et superposées sur quelques étages sont au centre et les couloirs longent les murs extérieurs. La seconde tendance est représentée par la prison de Philadelphie (Eastern State Penitentiary), en Pennsylvanie, construite en 1821. Le « système de Philadelphie » classe les prisonniers selon leur sexe et la gravité de leur délit. Ceux-ci bénéficient de meilleures conditions d'hygiène qu'autrefois, mais ils sont contraints au travail en isolement. On croit que la solitude doit susciter le repentir des détenus et mener à leur réhabilitation. La prison est constituée d'un bloc central d'où rayonnent des ailes composées d'un couloir longitudinal flanqué de cellules donnant sur l'extérieur, ce qui assure une bonne ventilation et un éclairage adéquat. Dessiné par l'architecte John Haviland (1792-1852), ce plan va se répandre dans le monde entier (300 prisons de ce type seront construites).

 

Les commissaires chargés de la construction de la prison du Pied-du-Courant font l'achat du terrain en 1830 et les travaux débutent deux ans plus tard. Le plan d'ensemble est inspiré de celui de la prison de Philadelphie et s'inscrit, d'un point de vue stylistique, dans le courant néoclassique. Il aurait été dessiné en 1825 par l'architecte George Blaiklock (1792-1828), qui a également conçu la chapelle Holy Trinity à Québec. En raison de son décès prématuré, les travaux seront supervisés par l'architecte John Wells (1789-1864), qui a réalisé plusieurs édifices prestigieux. À l'origine, la prison se compose d'un bloc central et de trois ailes. C'est l'un des premiers édifices montréalais recouverts entièrement de pierre de taille grise.

 

La prison est ouverte en 1836, bien qu'elle ne soit complétée qu'en 1840. Lors des rébellions de 1837 et de 1838, c'est l'un des lieux d'incarcération des nombreux patriotes mis aux arrêts par le gouvernement colonial. En 1837, près de 500 individus sont enfermés dans les prisons de Montréal, dont la majorité au Pied-du-Courant. Ils sont tous relâchés au printemps suivant, à l'exception des huit chefs forcés à l'exil aux Bermudes. À la suite des troubles de 1838, plus de 800 patriotes sont jetés au cachot. De ce nombre, 158 sont déportés dans la colonie pénitentiaire d'Australie et douze sont exécutés. La prison des Patriotes-au-Pied-du-Courant est le lieu d'exécution de ces douze patriotes, au nombre desquels figure Chevalier de Lorimier (1803-1839).

 

En 1895, le gouverneur de la prison, Charles-Amédée Vallée, se fait bâtir une résidence sur les lieux, selon les plans de l'architecte montréalais Arthur Gendron.

 

En 1912, la prison ferme ses portes. Les prisonniers sont transférés dans le nouveau centre de détention de Bordeaux. En 1921, l'immeuble devient le siège social de la Commission des Liqueurs, organisme nouvellement fondé, future Société des alcools du Québec. L'intérieur est complètement réaménagé, l'aile arrière réservée aux femmes jusqu'en 1876 est démolie et un étage en brique couvert d'un toit en terrasse est ajouté. Au début des années 1970, un projet d'autoroute menace l'ancienne prison, mais une opposition vigoureuse force la modification du projet.

 

La prison des Patriotes-au-Pied-du-Courant est classée en 1978. L'ensemble est restauré par la Société des alcools du Québec de 1989 à 1992.»

 

www.patrimoine-culturel.gouv.qc.ca/rpcq/detail.do?methode...

  

2003 - ongoing, 72" x 70", 800 names

 

The names of American and Allied soldiers and Iraqi civilians who have died in the war are hand stitched on coffin shaped fragments of red clothing and appliquéd onto a blue blanket to spell the word REPENT.

 

Made by members of faith and social justice communities at churches, in homes, art galleries, schools and sites of protest. The banner serves as a civic vehicle for communal mourning. Each stitch is made as an act of prayer and petition for personal and social change.

  

Sei que o texto é muito longo mas vale a pena ler!!!

  

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

 

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

 

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"

 

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

 

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

 

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

 

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

 

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

 

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

 

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

 

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.

 

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

 

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

 

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

 

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

 

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

 

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

 

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

 

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

 

Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".

 

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

 

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

 

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

 

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.

Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

 

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

Programa radial “De repente con Chávez” en homenaje a Eneas Perdomo

Foto: Prensa Miraflores / Anebert Rivera

A street preacher in Chinatown. He parks around the corner of my building. I tried talking to him, and he clearly does not play with a full deck.

 

He also has brochures printed, which a clinical psychologist would find fascinating.

seen in union square. manhattan. nyc

Some of this stuff was here last year, but it may have evolved since.

 

J.R. ''Bob'' Dobbs.

taking picture.

No Parking sign, That's So Raven bobblehead, bottles, camera.

REPENT.

 

July 5, 2009.

  

... Read my blog at ClintJCL.wordpress.com

   

BACKSTORY: We went to X-Day again this year. It was a totally different experience than last year. It rained for the first three days we were there, but then it got really nice for the weekend. It was never overbearingly hot.

 

...Read my blog summary of this year's X-Day here: clintjcl.wordpress.com/?p=3301

 

... High quality pictures of X-Day by George Burgyan here: photos.vec.com/gallery/8832367_rTsLi#585168776_zkJgA

 

... Pictures of the previous year's X-Day begin on this page: www.flickr.com/photos/clintjcl/with/2760523224/

Tombstone in the graveyard - "In memory of Thomas, son of Isaac and Mary Roberts of Laverton, who departed this life April 1750 aged 15 years. This youth was innocent at play and happened to be in affray with Richard Cull who with a knife soon put a period to his life. Cull's mother she was [standing by] encouraged this sad tragedy let they repent - blood guilt forsake lest vengeance should them overtake."

(Charles Isted of 181 Bynos Road, shoemaker, said he saw the deceased on Saturday afternoon in the Sanderstead road with Gilliam. Witness heard the latter ask the deceased for twopence. the deceased replied with an oath "I shan't give you twopence" and there upon Gilliam hit him with his clenched fist knocking his head against a wall and afterwards caught him by the collar and threw him into the road. His head knocked heavily on the ground. The man went away a few yards, but returned, picked up the deceased again by his collar and "banged" his head against the wall. They both appeared to be sober)

- Church of St Michael , Buckland Gloucestershire

because judgement is coming!" says the crazy homeless guy in NYC

Im not sure if this is original or if it was written after the place closed but it love it.

Desde que te apareciste de repente todo parece brillar,

todas estas melodias no decian nada y ahora dicen más,

ahhhhh... ahora dicen mas.

 

Todo lo que me importaba desde tu llegada no importa ya,

lo que parecia dficil ya no representa dificultad,

ahhhhh... rio con facilidad.

 

Pero me pongo a dudar me confundo y no distingo

si esta bien o si esta mal.

Si esta bien, agradesco y te correspondere,

Si esta mal, como nunca llorare,

mientras tanto he puesto todo por saber.

 

Me gusta encontrar que existe en la vida esa posibilidad,

de que todo se de vuelta cuando no esperaba ya novedad,

ahhhhh... llego bien luego se va.

 

Pero me pongo a dudar me confundo y no distingo

si esta bien o si esta mal.

Si esta bien, agradesco y te correspondere,

Si esta mal, como nunca llorare,

mientras tanto he puesto todo por saber.

Si esta bien, agradesco y te correspondere,

Si esta mal, como nunca llorare,

mientras tanto he puesto todo por saber.

 

Si esta bien, agradesco y te correspondere,

Si esta mal, como nunca llorare,

mientras tanto he puesto todo por saber.

 

Mientras tanto he puesto todo por saber.

 

Bien o Mal / Julieta Venegas.

 

He aquí la última foto en varios días.

 

Miercoles POR FIN cine *-*. Hasta que alguien dice: Vayámos al cine?. YASNAAAAA! eres un salvavidas para mis vacaciones :).

Mañana el curso a farellones, pero no iré, si ninguna de las chiquillas ira, seguro voy a aaaj =/.

 

Tengo muy pegada Bien o Mal y Amores Perros (Francisca Valenzuela) y Te Amo Tanto (Javiera Parra)... No se porque me gusta tanto la voz de las mujeres cantantes 88 aajajaj Será porque yo seré una Rockstar? ajaja 8-).

 

Que alguien me avise si quiere buscar conmigo una buena academia de Danza =).

 

Cha-o.!

 

Me gusta este flickr, y por es lo cuido que llegue leugo a las 200 fotos jaja.

 

Les dejo dos frases para el bonce: (la tercara está en mi blog, y es de pas posibilidades).

 

* El que gana siemrpe es el que cree en sí mismo. Crees en Tí mismo?...

 

* Cada chica quiere a un hombre que se encapriche con ella...

 

DAN QUE HABLAR LAS FRASEEEEEEES! ajajaj las reconozco las dos :). Si creo en mi misma, y si me gusta que un hombre esté encaprichado conmigo...

 

Vamso Cami... Estoy segura que te fue bien en Anatooooooooooo =).

 

PD: La foto sale un poco gorda jaja y si... TODO SE AGIGANTA, aunque uno lo sepa previamente.

De repente el gato y yo nos miramos con asombro, ambos ceñimos la frente como afirmando la posibilidad de una conversación. Así, espontáneamente comenzamos una charla telepática.

 

El gato dio la apertura:

Se vive con la esperanza de llegar a ser un recuerdo.

Mi primer mundo lo hallé todo en mi escaso pan.

 

Yo le respondí:

Durmiendo sueño lo que despierto sueño y mi soñar es continuo.

Quería estar en algo para no estar en todo.

 

El gato:

Porque eres mejor, en este mundo, crees que eres lo mejor para este mundo.

nuestras creencias, ¡Cómo nos engañan!

Lo lejano, lo muy lejano, lo más lejano, solo lo halle en mi sangre.

 

Yo quede muy pensativa y continúe con mi discurso:

Cuando me encuentro con alguna idea que no es de este mundo, siento como si se ensanchara este mundo.

A veces creo que no existe todo lo que veo. Porque todo lo que veo es todo lo que vi y todo lo que vi no existe.

 

De pronto recuerdo una canción muy triste y sin darme cuenta pensé en voz alta:

Hay dolores que han perdido la memoria y no recuerdan porque son dolores

 

El gato: El dolor no nos sigue: camina adelante

 

En ese instante corrió y salto hacia el otro lado. Ofendida porque me dejó, le grite-¡percibimos el vacío, llevándolo!-. Nunca más lo volví a ver.

  

West Window.

 

16 century French glass bought at an auction in London by Bishop Yorke. It is believed to have come from Rouen, having been thrown out at the time of the French Revolution. Bishop Yorke gave it to the Dean and Chapter in 1807, but unfortunately there was not enough glass to fill the window until nearly fifty years later, when a Mr Clutterbuck completed it.

 

The original French glass had scenes from the Passion, to which Mr Clutterbuck, carefully matching the style, added two of his own - the Agony in the Garden of Gethsemane and the Arrest. He also extended the others where necessary.

 

The lower left hand lights contain two stories about St John the Evangelist, taken form the ‘Golden Legend’. Some young hunters had been laugting at his care for a tame partridge, but the saint began to talk to them and showed an interest in one young man’s bow. The youth explained to him that the bowstring should not be kept permanently taut, or the weapon would be weakened. John replied that he agreed, continuous tension was not a good thing, and occasional relaxation was good for us, since we could then return to serious contemplation refreshed.

 

The second story is one told by St Clement. One of St John’s converts, left in the care of a bishop, had run off to the mountains to join a band of robbers. John later returned and is seen asking the bishop for news of him. On hearing the sad tale, John immediately rode up the mountain in pursuit, and when the young man fled, ashamed, ‘the apostle, forgetting his age, put spurs to his mount and chased the fugitive’, caught him and persuaded him to repent. That young amn later became a bishop.

 

In the tracery at the top of the west window are the four evangelists with their symbols, angel, lion, ox and eagle, and in the centre a diagram to explain the doctrine of the Trinity.

 

We should analyse the good and bad karmas that we bind on a daily basis for atleast 10 minutes. Pujya Niruma guides us on how to rewind and see our actions/behaviour at the end of the day. If we have hurt someone, seen faults of others, we have bound bad karma (paap) and on the contrary, if we have helped others, given happiness, we bind good karma (punya).

Through analysis, we become aware of our faults, and this provides us with an opportunity to repent for these mistakes. Gradually, we will become free of mistakes and experience the bliss of the Soul.

Know more on:

 

In English: www.dadabhagwan.org/path-to-happiness/self-help/science-b...

 

In Hindi: hindi.dadabhagwan.org/path-to-happiness/self-help/science...

 

In Gujarati: www.dadabhagwan.in/path-to-happiness/self-help/science-be...

Late at night in the cemetery in St Mary's church in Ealing, London

En el espejo tranquilo de la laguna surge de repente una cabeza triangular seguida de un largo cuello; del cuerpo sólo se ve el dorso grisáceo, a ras de agua, el tiempo suficiente para reconocer al Somormujo Lavanco con sus orejas leonadas, pues inmediatamente el ave bascula de nuevo en el agua. Es un maravilloso buceador.

 

Pero fuera del agua, este somormujo, al igual que los colimbos, es pesado y poco diestro. Para echar a volar tiene antes que correr sobre el agua a fin de adquirir velocidad progresivamente. En tierra casi se arrastra miserablemente y su figura, con las patas que prolongan su largo cuerpo plano, es sumamente curiosa. En realidad apenas puede subir arrastrándose a su nido, especie de plataforma que construye en el agua.

 

El Somormujo Lavanco ha sido víctima del hombre que lo perseguía por su bello plumaje y para proteger los alevines de las piscifactorías; pero las modas pasan y actualmente este somormujo, menos buscado, es bastante común. A esto último ha contribuido además la proliferación de los embalses, que le han brindado nuevas zonas muy resguardadas en las que descansar.

   

Identificación: Moño doble negruzco y gola castaña alrededor de la cabeza en época de cría; cuello blanco y largo, que puede no verse cuando el ave está encorvada y descansando; sexos iguales.

 

Nidificación: Ambos sexos construyen una plataforma de hierbajos en el agua, que flota y se ancla a las plantas cercanas o toma asiento en el fondo; pone, de abril a julio, de 3 a 6 huevos blancos, pero pronto se oscurecen por las hierbas acuáticas; incubación, alrededor de 28 días por ambos sexos; los pollos, alimentados por la pareja, dejan el nido después de nacer, comenzando a bucear a las 6 semanas e independizándose a las 9 ó 10 semanas.

 

Alimentación: Pececillos, moluscos; algas, hierbas y otras materias vegetales.

 

Hábitat: Aguas continentales.

172/365

 

Software | Photoshop CS5

 

None of them will ever know

Nothing's right, just left alone

Sinking in will be just fine

None of them will ever know

 

On Black | Facebook | Film Project

Javier Villar

 

la tomé, un dia que hacia buenisimo y de repente empezaron a

llegar unos nubarrones tremendos que acabaron con el dia, dejandonos mojados

a todos...

“Repent and be baptized, every one of you, in the name of Jesus Christ for the forgiveness of your sins. And you will receive the gift of the Holy Spirit. - Acts 2:38

 

Found on an alleged ex-Christmas tree laying on the sidewalk waiting

to get picked up. *Imagines a guy with a cart yelling, "Bring out your

dead!"*

I worked hard at this shot. Psalms 50: 19-23, powerful words. Just because God is silent does not mean he is condoning sin. Instead, he is withholding deserved punishment, giving time for people to repent. Please search your soul and ask for forgiveness now.

A candid shot of Jesus trying to convince Mr Robot and Go-Go Girl that God is much more exiting than Psychedelics!

Sem mais delongas: Milton morreu.

De repente. Sem dar tempo pra gente respirar, acostumar-se a essa possibilidade... Por isso mesmo estou um tanto desmoronada.

 

É uma perda difícil de lidar. Partilhava com o Milton, meu amigo, orientador de doutorado e grande mestre, um espaço de afeto que nem precisava de palavras.

 

São duas ou mais gerações de colegas, ex-alunos e ex-orientandos que foram tocados pelo singular jeito do Milton educar/viver. Ninguém passava incólume a um curso dele.

 

Sempre polêmico, gostava de desestabilizar o grupo de alunos e de colegas. Mas essa atuação singular era repleta de afeto e de arte, que para ele não se separava dos saberes e do seu envolvimento ético nisso tudo.

 

Era um exercício de alteridade conviver com o Milton. Sempre muito inteiro, era intransigente na defesa do que acreditava.

 

Partilhar de momentos cotidianos era então uma delícia. Parceiro, sempre! Tive esse privilégio em algumas fases de sua vida. Pude ainda curtir seus quadros, muitos momentos da criação deles numa fase que fomos vizinhos em Barão, como também usufruí de suas poesias, contos,.. do Milton tocando violão...

 

Acredito que viveu com prazer essa ultima fase na Academia, desde que criou o OLHO. Não era mais o mesmo Milton. Era um muito melhor. Tive menos contato com ele nesses últimos anos. Mesmo assim sempre tinha noticias dele, ou o encontrava num corredor da Faculdade e curtiamos um afetuoso abraço.

 

Vai fazer muita falta meu querido amigo. Sinto um vazio imenso. Faz dois dias que busco flores pra poder expressar o Milton.

 

Por eqto, só consigo expressar a minha dor. Sem contornos definidos e demarcados os espaços de luz e sombra. Não. Seria imperdoável, né meu amigo?

 

Apesar de nossa diferença de olhares, você sempre respeitou esse meu jeito esperançoso de ver e expressar vida. Quando você foi escolher um quadro pra me dar de presente, achou um que parecia comigo. Era da sua chácara de Sao Roque. Tem leveza. E vejo essa face leve e doce que também sabia ser.

 

Precisarei superar esses momentos de dor pra poder reencontrá-lo muito mais próximo de mim. Porém, quero tempo. Sinto-me muito próxima de muitos outros amigos e amigas, colegas e alunos que também estão tristes porque ele se foi muito cedo.

 

Até breve, querido amigo.

Com carinho,

Corinta

 

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