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Source : www.notredamedebercy.org/

 

Le Bon Larron, oeuvre du sculpteur Michel Laude, a pris place dans l’église à l’automne 1996. Michel Laude a représenté un jeune homme dont le regard plein d’espérance croise celui de Jésus qui domine le maître autel placé au fond du coeur.

  

Le Bon Larron est mentionné par l’Évangile de Luc. Sa punition fut la même que celle de son comparse, le Mauvais Larron, et de Jésus-Christ : la mort sur la croix.

 

Selon l’Évangile de Luc, peu avant la mort du Christ et alors que les trois personnages étaient déjà mis en croix, le Mauvais Larron se mit à l’insulter. Mais le Bon Larron prit la défense de Jésus, se repentit de ses péchés et reconnut en lui le Sauveur.

 

L’Église l’a reconnu comme Saint sous le nom de Dismas.

"De repente resonó un ladrido fortísimo en el gran patio, y Peritas irrumpió como una furia en el pórtico interior. Le saltó encima casi arrojándole al suelo y no paraba de ladrar y de hacerle fiestas"

[Valerio Massimo Manfredi - Aléxandro]

De repente nos rodearon... Timbo perseguido por una de ellas corriendo como un loco, mi super marido huyendo .. y yo.. pero si son tontas! Buuuuu... a una vaca, y se pararon! xD

 

Luego fué peor, que nos bajamos al pueblo,y habia un caballo precioso en una especie de ruedo, y yo.. ains que majo y que guapo.. voy adarle azucar (no abri completamente la mano, sino que la deje un poco enforma de cuenco) y el hijo puta que me coge la mano..y QUE NO SOLTABA! total.. casi se come un dedo ¬¬...

Pero era taaaaaaaan mono! xD

I saw several of these guys in Times Square trying to spread the message. I always want to stop and discuss some theology but I really don' t think it would be a very rational discussion.

ART TAKES TIME SQUARE Billboard Premiere at Times Square on Broadway between West 43rd and West 44th Streets in Manhattan / New York City, NY on Monday night, 18 June 2012 by Elvert Barnes Photography

 

Philip Garbarino / THE DEVIL REPENTS

thedevilrepents.com/

 

Elvert Barnes / ART AT TIMES SQUARE profile at elvertbarnes.artistswanted.org/atts2012

 

Visit ART TAKES TIMES SQUARE at www.see.me/june18th/

 

Visit Elvert Barnes 18 June 2012 ART TAKES TIMES SQUARE docu-project at elvertbarnes.com/June2012ATTS

Y de repente te das cuenta de que todo ha terminado, de verdad. Ya no hay vuelta atrás, lo sientes; y justo entonces intentas recordar en que momento comenzó todo y descubres que todo empezó antes de lo que pensabas, mucho antes. Y es ahí justo en ese momento cuando te das cuenta que las cosas solo ocurren una vez. Y por mucho que te esfuerces ya nunca volverás a sentir lo mismo, ya nunca tendrás la sensación de estar... A TRES METROS SOBRE EL CIELO ♥.

Wild Geese

 

You do not have to be good.

You do not have to walk on your knees

for a hundred miles through the desert repenting.

You only have to let the soft animal of your body

love what it loves.

Tell me about despair, yours, and I will tell you mine.

Meanwhile the world goes on.

Meanwhile the sun and the clear pebbles of the rain

are moving across the landscapes,

over the prairies and the deep trees,

the mountains and the rivers.

Meanwhile the wild geese, high in the clean blue air,

are heading home again.

Whoever you are, no matter how lonely,

the world offers itself to your imagination,

calls to you like the wild geese, harsh and exciting

over and over announcing your place

in the family of things.

--Mary Oliver

 

© Copyright Eric Johnson 2016 Unauthorized use Prohibited

  

A ARTE DE SER AVÓ

 

Netos são como heranças: você os ganha sem merecer. Sem ter feito nada para isso, de repente lhe caem do céu. É, como dizem os ingleses, um ato de Deus. Sem se passarem as penas do amor, sem os compromissos do matrimônio, sem as dores da maternidade. E não se trata de um filho apenas suposto, como o filho adotado: o neto é realmente o sangue do seu sangue, filho de filho, mais filho que o filho mesmo...

 

Quarenta anos, quarenta e cinco... Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Não lhe incomoda envelhecer, é claro. A velhice tem as suas alegrias, as suas compensações — todos dizem isto embora você pessoalmente, ainda não as tenha descoberto — mas acredita.

 

Todavia, também obscuramente, também sentida nos seus ossos, às vezes lhe dá aquela nostalgia da mocidade. Não de amores nem de paixões: a doçura da meia-idade não lhe exige essas efervescências. A saudade é de alguma coisa que você tinha e lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade. Bracinhos de criança no seu pescoço. Choro de criança. O tumulto da presença infantil ao seu redor. Meus Deus, para onde foram as suas crianças? Naqueles adultos cheios de problemas que hoje são seus filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento a prestações, você não encontra de modo nenhum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres - não são mais aqueles que você recorda.

  

E então um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis — aquela criancinha da sua raça, da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino que lhe é "devolvido". E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário causaria escândalo e decepção se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor recalcado que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.

 

Sim, tenho certeza que a vida nos dá os netos para nos compensar de todas as mutilações trazidas pela velhice. São amores novos, profundos e felizes que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis. Aliás, desconfio muito de que os netos são melhores que namorados, pois que as violências da mocidade produzem mais lágrimas do que enlevos.

 

No entanto — no entanto! — nem tudo são flores no caminho da avó. Há, acima de tudo, o entrave maior, a grande rival: a mãe. Não importa que ela , em si, seja sua filha. Não deixa por isso de ser mãe do garoto. Não importa que ela, hipocritamente ensine o menino a lhe dar beijos e a lhe chamar de "vovozinha", e lhe conte que de noite, às vezes, ele de repente acorda e pergunta por você. São lisonjas, nada mais. No fundo ela é rival mesmo. Rigorosamente, nas suas posições respectivas, a mãe e a avó representam, em relação ao neto, papéis muito semelhantes ao da esposa e da amante dos triângulos conjugais. A mãe tem todas as vantagens da domesticidade e da presença constante. Dorme com ele, dá-lhe de comer, dá-lhe banho, veste-o. Embala-o de noite. Contra si tem a fadiga da rotina, a obrigação de educar e o ônus de castigar.

 

Já a avô, não tem direitos legais, mas oferece a sedução do romance e do imprevisto. Mora em outra casa. Traz presentes. Faz coisas não programadas. Leva a passear, "não ralha nunca". Deixa lambuzar de pirulitos. Não tem a menor pretensão pedagógica. É a confidente das horas de ressentimento, o último recurso nos momentos de opressão, a secreta aliada nas crises de rebeldia. Uma noite passada em sua casa é uma deliciosa fuga à rotina, tem todos os encantos de uma aventura. Lá não há linha divisória entre o proibido e o permitido. Dormir sem lavar as mãos, recusar a sopa e comer croquetes, tomar café — café! — mexer no armário da louça, fazer trem com as cadeiras da sala, destruir revistas, derramar a água do gato, acender e apagar a luz elétrica mil vezes se quiser e até fingir que está discando o telefone. Riscar a parece com o lápis dizendo que foi sem querer — e ser acreditado! Fazer má-criação aos gritos e, em vez de apanhar, ir para os braços da avó e de lá escutar os debates sobre os perigos e os erros da educação moderna.

 

Sabe-se que, no reino dos céus, o cristão defunto desfruta os mais requintados prazeres da alma. Porém esses prazeres não estarão muito acima da alegria de sair de mãos dadas com o seu neto, numa manhã de sol. E olhe que aqui embaixo você ainda tem o direito de sentir orgulho, que aos bem-aventurados será defeso. Meu Deus, o olhar das outras avós, com os seus filhotes magricelas ou obesos, a morrerem de inveja do seu maravilhoso neto.

 

E quando você vai embalar o menino e ele, tonto de sono, abre um olho, lhe reconhece, sorri e diz: "Vó!", seu coração estala de felicidade, como pão ao forno.

 

E o misterioso entendimento que há entre avó e neto, na hora em que a mãe o castiga, e ele olha para você, sabendo que se você não ousa intervir abertamente, pelo menos lhe dá sua incondicional cumplicidade...

 

Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menininho — involuntariamente! — bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beiço pronto para o choro; e depois, o sorriso malandro e aliviado porque "ninguém" se zangou, o culpado foi a bola mesma, não foi, Vó? Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague.

 

(Raquel de Queiroz)

   

Myeoung Dong Market District, Seoul, South Korea

"In the name of Jesus, repenting & faithful in expectation of the resurrection , Elizabeth wife of Thomas Brudenell eldest son of Thomas Brudenell of Stonton Brundenell in the county of Leicester, armiger. Sole surviving daughter of Nathaniel Humphrey formerly of Barton Segrave in the county of Northampton, armiger, lies under this monument , died the last day of the month of August the same day the Sabbath in the year: aged 36 years , in the year of Christ"

1656 is the date given for her death, though the year is not given on the monument and there is no room to carve it

 

Elizabeth was one of 2 co-heiress sisters of Nathaniel Humphrey grandson of Sir William Humphrey at Swepston, www.flickr.com/gp/52219527@N00/1GJHJs by Joan Tudor. Her sister Dorothy dsp 1644

She m (1st wife) Thomas Brudenell 1613-1670 of Whittingham, eldest son of Thomas Brudenell 1661 of Staunton Wyville & Dorothy flic.kr/p/btfMzw eldest daughter of Henry Smith of Withcock :

Thomas was the grandson of Sir Edmund Brudenell and Elizabeth Burnell flic.kr/p/bFxziK

Children

1. Mary

2. Dorothy m Rev. William Baker 1732, Vicar of St. Mary's, Lichfield

3. Edmund

 

Husband Thomas m2 (?) Frances daughter of Sir Edward Barkham, of Southacre 1667 www.flickr.com/gp/52219527@N00/648L44 by Frances Berney; who m2 John Pyott

Thomas died the 9 May 1670, aged 57, and has a memorial in Whittingham church.

 

WILL of Thomas Brudenell of Whittington, co. Staffs., esq. WiU dated 21 Mch. 1669/70.

"To be buried. in Stanton church, co. Leic, as near as possible to my father. I confirm the jointure to my wife Frances, and bequeath to her my close in Goadby, co. Leic, called Goadby cow-pasture, adjoining the jointure lands there, for Ufe, with remainder to my son Edmond, and the heirs of his body, with contingent remainders, in default of his issue, to my daughters, Mary and Dorothy Brudenell, and the heirs of their bodies, to my right heirs. I have received £500 from my brother Richard Brudenell, being £250 each left by my father, Thomas Brudenell, to my 2 daughters, and I enfeoffed by deed of 24 Apl., 19 Chas, II. [1667] Charles Agard, of Foston, co. Derby, esq.,* and Richard Brudenell afsd., of the said -£500, and a further £5oo for my daughters' portions. To my

mother-in-law, Mary Price, and my sister, Anne Orme, 20*/- each ; to my bror.-in-law, Mr. Charles Agard, my sister, his wife, and my kinsman, Mr. Thomas Orme, 20^/- each. To Mr. Christopher Gardener minister of Scropton, co. Derby, 40^/-. To poor of Stanton, lo^/- ; of Gk)adby, 20^/-.

My wife to have the tuition of my son Edmond during his minority, she taking the rents and issues of my messuages, lands, etc., in Barton Seagrave and Hubbenham, co. Northants. Exors., my wife and son. Signed, T. Brudenell. Wits., George Harding, clerk, Jo: Rawlins and Nich. Brett.

CODICIL dated 25 May 1670. I now desire to be buried in the parish church, of Whittington, where I now live, and give to the poor there 20s/-, revoking legacy to poor of Stanton.

To my cousin Thomas Orme's wife, 20^/-.

Proved 3 Sept. 1670, in P.C.C. (Penn, 115), by Edmund Brudenell, son and exor.

  

archive.org/stream/johnsoniangleani09readuoft/johnsoniang...

-- Yogi Berra

 

Later, I found another RePENt sign obviously by the same sign maker.

11-6-08

 

Sharing his word and beliefs on the streets of Pittsburgh while busy business folks commute to lunch.

Fiz curso de inglês em Calgary no Canadá, durante 4 semanas em 2013. Foi o meu primeiro intercâmbio e simplesmente amei. Tudo era novidade e além de estudar, pude aproveitar várias coisas que a cidade oferecia.

 

Decidi por fazer o intercâmbio para me aperfeiçoar no idioma, já que hoje com o mercado ainda mais competitivo. Com o programa, tive uma evolução no inglês e hoje já me sinto muito mais segura para me comunicar. Adorei viver a rotina e a cultura canadense, além de conhecer outras culturas também, pois convivi com estudantes de diversas nacionalidades, como coreanos, japoneses, canadenses, mexicanos e não poderiam faltar os brasileiros, os quais mantenho contato até hoje, além de termos um grupo no WhatsApp nos reunimos uma vez ao ano para relembrar o que vivemos no Canadá e dar boas risadas juntos.

 

Me diverti bastante, tive a oportunidade de participar de uma tradicional festa de Halloween, foi muito legal.

Fiquei hospedada em casa de família. Na casa morava apenas a minha hostmother e uma garota da Coréia do Sul. Minha hostmother muito simpática e atenciosa, me recebeu de braços abertos. Todas as noites preparava um delicioso jantar para me esperar. Foi ótima a experiência, pois pude participar da rotina de uma família canadense e aprender ainda mais sua cultura.

 

Após a minha participação no programa, certamente a fluência no idioma foi o principal avanço que eu tive. E mal havia voltado para o Brasil, já estava programando um novo Intercâmbio para 2014, que por fim aconteceu!

 

Desta vez fui para Washington D. C. nos Estados Unidos. Achei a cidade encantadora e apesar de ser meu 2º intercâmbio estava superansiosa para saber como tudo seria, se seria tão encantador como da primeira vez. Então, tirei as férias do trabalho em outubro de 2014 e fui para a terra do Tio Sam.

 

A cidade de Washington oferece diversas atrações, e o que me chamou a atenção foram os museus, além disso, é superinteressante ver alguns pontos turísticos nos filmes, nos jornais e nos documentários, e de repente eu estava lá, passando todos os dias em frente a uma referência mundial, que é a Casa Branca.

 

Novamente fiquei hospedada em casa de família. Moravam além da hostmother mais duas meninas sendo uma da Turquia e outra da Arábia Saudita. A árabe era uma graça, apesar de adolescente. Já a turca, fizemos uma grande amizade e ela era minha companheira de todos os dias, todos os passeios. Planejamos, inclusive, uma visita em Istambul nos próximos anos e ela está se planejando para passar o Natal no Brasil neste ano, já que ela é estudante de mestrado consegue uma maior flexibilidade de data.

 

A fluência no idioma certamente é o ponto principal. Porém, não poderia deixar de mencionar as novas amizades, além dos americanos, conheci turcos, árabes, suíços, mexicanos, venezuelanos, colombianos, e até hoje mantenho contato com eles via Skype, WhatsApp e Facebook, o que me ajuda a praticar o inglês.

 

Comparado ao meu primeiro intercâmbio, avancei bastante no inglês e certamente farei uma nova viagem, em breve!

Salvation Mountain is an art installation covering a hill north of Calipatria, California, near Slab City and just several miles from the Salton Sea. This is an amazing place. Just northeast of the tiny city Niland at the northeast corner of the Salton Sea in the middle-of-nowhere California.

 

It was created by one man, Leonard Knight, and you can read more about him and his incredible creation here.

8.19 "Aohe Mea Make I Ka Hewa; Make No I Ka Mihi Ole"

 

(No One Has Ever Died For the Mistakes He Has Made; Only Because He Didn't Repent)

Sei que o texto é muito longo mas vale a pena ler!!!

  

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

 

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

 

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"

 

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

 

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

 

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

 

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

 

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

 

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

 

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

 

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.

 

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

 

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

 

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

 

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

 

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

 

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

 

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

 

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

 

Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".

 

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

 

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

 

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

 

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.

Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

 

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

Programa radial “De repente con Chávez” en homenaje a Eneas Perdomo

Foto: Prensa Miraflores / Anebert Rivera

A street preacher in Chinatown. He parks around the corner of my building. I tried talking to him, and he clearly does not play with a full deck.

 

He also has brochures printed, which a clinical psychologist would find fascinating.

seen in union square. manhattan. nyc

Some of this stuff was here last year, but it may have evolved since.

 

J.R. ''Bob'' Dobbs.

taking picture.

No Parking sign, That's So Raven bobblehead, bottles, camera.

REPENT.

 

July 5, 2009.

  

... Read my blog at ClintJCL.wordpress.com

   

BACKSTORY: We went to X-Day again this year. It was a totally different experience than last year. It rained for the first three days we were there, but then it got really nice for the weekend. It was never overbearingly hot.

 

...Read my blog summary of this year's X-Day here: clintjcl.wordpress.com/?p=3301

 

... High quality pictures of X-Day by George Burgyan here: photos.vec.com/gallery/8832367_rTsLi#585168776_zkJgA

 

... Pictures of the previous year's X-Day begin on this page: www.flickr.com/photos/clintjcl/with/2760523224/

Tombstone in the graveyard - "In memory of Thomas, son of Isaac and Mary Roberts of Laverton, who departed this life April 1750 aged 15 years. This youth was innocent at play and happened to be in affray with Richard Cull who with a knife soon put a period to his life. Cull's mother she was [standing by] encouraged this sad tragedy let they repent - blood guilt forsake lest vengeance should them overtake."

(Charles Isted of 181 Bynos Road, shoemaker, said he saw the deceased on Saturday afternoon in the Sanderstead road with Gilliam. Witness heard the latter ask the deceased for twopence. the deceased replied with an oath "I shan't give you twopence" and there upon Gilliam hit him with his clenched fist knocking his head against a wall and afterwards caught him by the collar and threw him into the road. His head knocked heavily on the ground. The man went away a few yards, but returned, picked up the deceased again by his collar and "banged" his head against the wall. They both appeared to be sober)

- Church of St Michael , Buckland Gloucestershire

because judgement is coming!" says the crazy homeless guy in NYC

Im not sure if this is original or if it was written after the place closed but it love it.

Desde que te apareciste de repente todo parece brillar,

todas estas melodias no decian nada y ahora dicen más,

ahhhhh... ahora dicen mas.

 

Todo lo que me importaba desde tu llegada no importa ya,

lo que parecia dficil ya no representa dificultad,

ahhhhh... rio con facilidad.

 

Pero me pongo a dudar me confundo y no distingo

si esta bien o si esta mal.

Si esta bien, agradesco y te correspondere,

Si esta mal, como nunca llorare,

mientras tanto he puesto todo por saber.

 

Me gusta encontrar que existe en la vida esa posibilidad,

de que todo se de vuelta cuando no esperaba ya novedad,

ahhhhh... llego bien luego se va.

 

Pero me pongo a dudar me confundo y no distingo

si esta bien o si esta mal.

Si esta bien, agradesco y te correspondere,

Si esta mal, como nunca llorare,

mientras tanto he puesto todo por saber.

Si esta bien, agradesco y te correspondere,

Si esta mal, como nunca llorare,

mientras tanto he puesto todo por saber.

 

Si esta bien, agradesco y te correspondere,

Si esta mal, como nunca llorare,

mientras tanto he puesto todo por saber.

 

Mientras tanto he puesto todo por saber.

 

Bien o Mal / Julieta Venegas.

 

He aquí la última foto en varios días.

 

Miercoles POR FIN cine *-*. Hasta que alguien dice: Vayámos al cine?. YASNAAAAA! eres un salvavidas para mis vacaciones :).

Mañana el curso a farellones, pero no iré, si ninguna de las chiquillas ira, seguro voy a aaaj =/.

 

Tengo muy pegada Bien o Mal y Amores Perros (Francisca Valenzuela) y Te Amo Tanto (Javiera Parra)... No se porque me gusta tanto la voz de las mujeres cantantes 88 aajajaj Será porque yo seré una Rockstar? ajaja 8-).

 

Que alguien me avise si quiere buscar conmigo una buena academia de Danza =).

 

Cha-o.!

 

Me gusta este flickr, y por es lo cuido que llegue leugo a las 200 fotos jaja.

 

Les dejo dos frases para el bonce: (la tercara está en mi blog, y es de pas posibilidades).

 

* El que gana siemrpe es el que cree en sí mismo. Crees en Tí mismo?...

 

* Cada chica quiere a un hombre que se encapriche con ella...

 

DAN QUE HABLAR LAS FRASEEEEEEES! ajajaj las reconozco las dos :). Si creo en mi misma, y si me gusta que un hombre esté encaprichado conmigo...

 

Vamso Cami... Estoy segura que te fue bien en Anatooooooooooo =).

 

PD: La foto sale un poco gorda jaja y si... TODO SE AGIGANTA, aunque uno lo sepa previamente.

De repente el gato y yo nos miramos con asombro, ambos ceñimos la frente como afirmando la posibilidad de una conversación. Así, espontáneamente comenzamos una charla telepática.

 

El gato dio la apertura:

Se vive con la esperanza de llegar a ser un recuerdo.

Mi primer mundo lo hallé todo en mi escaso pan.

 

Yo le respondí:

Durmiendo sueño lo que despierto sueño y mi soñar es continuo.

Quería estar en algo para no estar en todo.

 

El gato:

Porque eres mejor, en este mundo, crees que eres lo mejor para este mundo.

nuestras creencias, ¡Cómo nos engañan!

Lo lejano, lo muy lejano, lo más lejano, solo lo halle en mi sangre.

 

Yo quede muy pensativa y continúe con mi discurso:

Cuando me encuentro con alguna idea que no es de este mundo, siento como si se ensanchara este mundo.

A veces creo que no existe todo lo que veo. Porque todo lo que veo es todo lo que vi y todo lo que vi no existe.

 

De pronto recuerdo una canción muy triste y sin darme cuenta pensé en voz alta:

Hay dolores que han perdido la memoria y no recuerdan porque son dolores

 

El gato: El dolor no nos sigue: camina adelante

 

En ese instante corrió y salto hacia el otro lado. Ofendida porque me dejó, le grite-¡percibimos el vacío, llevándolo!-. Nunca más lo volví a ver.

  

En el espejo tranquilo de la laguna surge de repente una cabeza triangular seguida de un largo cuello; del cuerpo sólo se ve el dorso grisáceo, a ras de agua, el tiempo suficiente para reconocer al Somormujo Lavanco con sus orejas leonadas, pues inmediatamente el ave bascula de nuevo en el agua. Es un maravilloso buceador.

 

Pero fuera del agua, este somormujo, al igual que los colimbos, es pesado y poco diestro. Para echar a volar tiene antes que correr sobre el agua a fin de adquirir velocidad progresivamente. En tierra casi se arrastra miserablemente y su figura, con las patas que prolongan su largo cuerpo plano, es sumamente curiosa. En realidad apenas puede subir arrastrándose a su nido, especie de plataforma que construye en el agua.

 

El Somormujo Lavanco ha sido víctima del hombre que lo perseguía por su bello plumaje y para proteger los alevines de las piscifactorías; pero las modas pasan y actualmente este somormujo, menos buscado, es bastante común. A esto último ha contribuido además la proliferación de los embalses, que le han brindado nuevas zonas muy resguardadas en las que descansar.

   

Identificación: Moño doble negruzco y gola castaña alrededor de la cabeza en época de cría; cuello blanco y largo, que puede no verse cuando el ave está encorvada y descansando; sexos iguales.

 

Nidificación: Ambos sexos construyen una plataforma de hierbajos en el agua, que flota y se ancla a las plantas cercanas o toma asiento en el fondo; pone, de abril a julio, de 3 a 6 huevos blancos, pero pronto se oscurecen por las hierbas acuáticas; incubación, alrededor de 28 días por ambos sexos; los pollos, alimentados por la pareja, dejan el nido después de nacer, comenzando a bucear a las 6 semanas e independizándose a las 9 ó 10 semanas.

 

Alimentación: Pececillos, moluscos; algas, hierbas y otras materias vegetales.

 

Hábitat: Aguas continentales.

There were both pro- and anti-groundhog enthusiasts in attendance at the DGHD celebration.

New King James Version (NKJV)

 

Who shall separate us from the love of Christ? Shall tribulation, or distress, or persecution, or famine, or nakedness, or peril, or sword? As it is written:

 

“For Your sake we are killed all day long;

We are accounted as sheep for the slaughter.”

 

Yet in all these things we are more than conquerors through Him who loved us. For I am persuaded that neither death nor life, nor angels nor principalities nor powers, nor things present nor things to come, nor height nor depth, nor any other created thing, shall be able to separate us from the love of God which is in Christ Jesus our Lord.

 

Romans 8:28

 

New King James Version (NKJV)

 

And we know that all things work together for good to those who love God, to those who are the called according to His purpose.

 

Artwork by Robert T Barrett:

 

(Christ the Creator)

 

roberttbarrett.com/

 

172/365

 

Software | Photoshop CS5

 

None of them will ever know

Nothing's right, just left alone

Sinking in will be just fine

None of them will ever know

 

On Black | Facebook | Film Project

“Repent and be baptized, every one of you, in the name of Jesus Christ for the forgiveness of your sins. And you will receive the gift of the Holy Spirit. - Acts 2:38

 

Found on an alleged ex-Christmas tree laying on the sidewalk waiting

to get picked up. *Imagines a guy with a cart yelling, "Bring out your

dead!"*

Documentation of an art exhibition, obviously. I wondered if whoever wrote the message also did ... something terrible.

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