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Warrant issued to Postmaster General permitting interception of letters received from Germany. This was part of establishing the Post Office’s role as censor.
Reference number: POST56/58
This image relates to The Peoples Post a 15 part series for BBC Radio 4 extensively researched at The British Postal Museum & Archive and produced by Somethin Else.
PJe-JT avança na RMS com instalação em Camaçari
A implantação do Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT) em Camaçari, que ocorreu em cerimônia conduzida pelo presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT5-BA), desembargador Valtércio de Oliveira, na tarde desta segunda-feira (29/9), permitirá uma maior uniformização de procedimentos pelos advogados que atuam na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Até a última sexta-feira, o PJe era utilizado, na RMS, nas Varas do Trabalho de Salvador e de Candeias. Fora da região, funciona em Alagoinhas, Ilhéus, Itabuna e Santo Amaro. Até o fim do ano, será instalado em Feira de Santana, Senhor do Bonfim, Juazeiro, Vitória da Conquista e Itapetinga. Hoje, 55, das 88 varas, e todo o 2º Grau do Tribunal operam com o sistema, ou seja, só recebem novas ações via PJe. Em dezembro (ver cronograma abaixo) serão 67 varas.
A cerimônia de instalação em Camaçari, que aconteceu um dia após a comemoração dos 256 anos de independência política do município, teve início com a execução do Hino Nacional Brasileiro. Estavam presentes, além do presidente do TRT5, as desembargadoras Nélia Neves, vice-presidente do Tribunal, e Dalila Andrade, gestora regional do PJe-JT; o chefe do Ministério Público do Trabalho da 5ª Região, Alberto Balazeiro; o procurador do Estado Ruy Sérgio Deiró, representando o Governo da Bahia; o secretário de governo da Prefeitura, Sérgio Paiva; a presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 5ª Região (Amatra5), juiza Andréa Presas Rocha; o vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Bahia (OAB-BA), Fabrício de Castro Oliveira; e outras autoridades.
Em seguida ao Hino, o desembargador Valtércio de Oliveira e os juízes titulares das Varas do Trabalho de Camaçari, Fabrício Porto Magalhães, Benilton Brito Guimarães, Marília Sacramento e Ana Luisa Aguiar de Sousa, descerraram a placa comemorativa da Implantação do PJe-JT na cidade. Logo depois, a advogada Ana Lúcia Avena protocolizou a 1ª ação trabalhista que tramita no fórum sob o sistema, cujo número é 0010001.88.2014.5.05.0131 e teve a data da primeira audiência imediatamente marcada para 6/11/2014, às 8h30.
Em breves pronunciamentos, as magistradas Dalila Andrade, Andréa Presas Rocha e Marília Sacramento afirmaram que o PJe é um desafio que está sendo vencido por magistrados, advogados e servidores na Justiça do Trabalho. Esse empenho conjunto faz com que o futuro se concretize hoje no Judiciário Trabalhista e que, a cada dia, o sistema se aperfeiçoe com novas soluções. O secretário de governo Sérgio Paiva e o vice-presidente da OAB-BA, Fabrício de Castro Oliveira, também enalteceram a iniciativa, sendo que o primeiro apresentou demanda para a criação de uma 5ª Vara do Trabalho em Camaçari, e, o segundo, por melhorias no PJe.
Falando em seguida, o presidente Valtércio de Oliveira destacou o desempenho econômico da região e explicou que vem buscando, junto ao Tribunal Superior do Trabalho e às lideranças políticas baianas em Brasília, a criação de novas varas para o TRT5, inclusive para Camaçari, bem como recursos para instalações prediais. 'Não tenham medo do PJe. Onde o sistema foi instalado, ele já se comprovou como de grande utilidade. Nós devemos aceitar a mudança, o novo, e o novo está incorporado neste projeto que é de toda a Justiça do Trabalho, que é nacional, e que vem dando certo', concluiu.
Também participaram da solenidade os juízes substitutos Ariane Xavier Ferrari, Alexei Almeida e Luciano Berenstein de Azevedo, que atuam na jurisdição, a diretora do Fórum de Justiça de Camaçari, juíza Mariana Deiró, e a presidente da subseção local da OAB, Kalinka Campos Castro.
FUNCIONAMENTO - A partir desta segunda, todos os processos nas Varas de Camaçari serão autuados no sistema PJe-JT. O uso de papel se restringirá às ações antigas. O sistema já é reconhecido pela interface amigável, permitindo uma ótima visão do fluxo de procedimentos. Além disso, vem promovendo mudanças em toda a estrutura da Justiça do Trabalho, uma vez que extingue tarefas como carimbar e manusear a papelada. Isso traz vantagens para os cofres públicos, para o meio ambiente e para a saúde de quem lidava com a burocracia. O sistema também representa mais celeridade na prestação jurisdicional e mais comodidade no acesso ao Judiciário. O cadastro dos usuários pode ser feito no portal do TRT5 (www.trt5.jus.br/pje), no link PJe-JT.
Há aproximadamente um ano, foi concluída uma reforma no Fórum de Camaçari que ampliou as secretarias das Varas, implantou novo mobiliário e melhorias na rede elétrica e hidráulica, além de outras benfeitorias, e preparou o prédio para uma melhor prestação jurisdicional, inclusive a instalação do PJe. Ainda com relação ao sistema, foi criada neste mês de setembro uma sala de autoatendimento com dois computadores, que ficarão à disposição dos usuários do Processo Eletrônico.
JURISDIÇÃO - Camaçari tem atualmente 276 mil habitantes e conta com quatro Varas do Trabalho. A jurisdição local da Justiça do Trabalho abrange o respectivo município e os de Dias D'Ávila e Mata de São João. A 1ª Vara foi criada em 1978; a 2ª, em 1986; a 3ª, em 1989; e a 4ª, 1992. Assentada sobre uma área caracterizada por grande produção industrial, inclusive de derivados de petróleo e automobilística, tem uma movimentação processual de 6 mil novas ações trabalhistas por ano. Este número deve ser ampliado com a implantação constante de novos empreendimentos na cidade, como a fábrica da Boticário, inaugurada no último dia 16, a fábrica da JAC Motors, a ser construída a partir de outubro, e o condomínio industrial e logístico BA 51, em construção no bairro Copec, este último com potencial de investimento de até R$ 350 milhões.
Secom TRT5 (Franklin Carvalho) - 30/9/2014
It's another Saturday (instead of Friday) photo. I knew this was the one I wanted to take this week.
The day has arrived for my oldest daughter's very first in car driving lesson. I took it as a good sign that the instructor did not try to make her back out of our driveway as her first experience. I have trouble backing out of that driveway and I've been driving for many, many years!
A few low opacity effects were added to this using Picnik including: HDR, Lomo & Cross Process
CAPITULO 3: LA DIFERENCIA ENTRE DEPREDADOR Y PRESA ES QUE EL PRIMERO SE PUEDE PERMITIR UN ERROR
La sociedad se haya divergiendo cada vez mas de la propia Naturaleza, disolviendo sus orígenes animales, mintiéndose a sí misma con que no le debe nada a nadie, que todo lo que le rodea es suyo. Acabar teniendo un cerebro tan evolucionado es una paradoja en un alma tan poco humilde y tan mezquina como la humana.
Abogando al derecho de amparo se creó el dogma moral de “no matarás”. Esa es la cara del protocolo, el espectro visible de la información luminosa, la postura oficial. La no visible, la que se encripta donde nadie suela meter las narices, puede contradecir a la anterior cuando te esfuerzas en descodificarla.
Putos hipócritas, nunca entendí que la sociedad vea como aceptable que haya una perversión constante de la verdad… ¿por qué siguen confiando en sus gobernantes políticos y religiosos cuando saben que les han engañado una y otra vez? ¿Aman mentirse a sí mismos?
El Homo Sapiens carece de memoria histórica, cree que el planeta empezó a girar a partir del día que le desumbilicaron a él. Se considera superior frente a la totalidad de los animales debido a su progreso como especie comparado con el del resto, porque tiene a su disposición un apoyo tecnológico casi ilimitado frente a cualquiera de ellos.
No deja de ser un jodido primate con juguetes caros del futuro. Al fin y al cabo, en un combate cuerpo a cuerpo ante un digno representante animal, sin mas ayuda que el daño que pueda infligir con su propio cuerpo, posee una probabilidad de supervivencia similar a la acción terapéutica de una tirita frente a un cáncer.
Nunca hubiera sido capaz de matar con mi anterior condición humana, pero ahora sí, siendo un demonio. No es complicado, simplemente hay que desatar el monstruo que llevas dentro. Mostrar tu parte animal, vomitar tu ira contra todo aquello que se interponga entre tu destino y tu. Reparar en que eres la cúspide de la pirámide alimentaria, un coloso que puede aplastar a los parásitos de la Naturaleza, una detonación de furia homicida capaz de atomizar a cualquier rival. Nada me puede parar, nadie me puede herir mientras conserve este lugar.
Mato para sobrevivir, sólo para conservar la Naturaleza y el ciclo vital, ya que todos hemos de morir. Y mi existencia puede implicar la no existencia de otro. O soy victima o soy verdugo, eso es todo. Y en nuestro mundo nadie es inocente. Así que si me topo con alguien, es evidente cual será mi rol…
… Soy maldad concentrada, soy la Justicia Avernal… que mis golpes sean certeros, que mis enemigos se fracturen el cráneo contra mi pala… Scar, guía mi venganza…
Permite que todo lo que ha sido planeado se haga verdad,
permíteles creer, y permíteles reirse de sus pasiones,
porque lo que ellos llaman pasión, en realidad no es ninguna energía emocional,
sino tan solo la fricción entre sus almas y el mundo exterior, y lo que es más importante, eso les permite creer en ellos mismos.
Permíteles ser desvalidos como niños, porque su debilidad es una gran cosa, y la fuerza no es nada. Cuando un hombre nace, es débil y flexible. Cuando muere es rígido e insensible. Cuándo un árbol crece, es tierno y dúctil, pero cuando está seco y rígido, muere.
Rigidez y fuerza son compañeros de la muerte. dúctilidad y vulnerabilidad son las expresiones de la frescura de ser. Porque lo que se ha endurecido nunca ganará.
~ Stalker.
1. {HBM} - - - - - Paper Cranes, 2. Dreaming permits each and every one of us to be quietly and safely insane every night of our lives. ~William Dement, 3. It takes courage to grow up and become who you really are. ~e.e. cummings, 4. Deep within the winter forest among the snowdrift wide, You can find a magic place where all the fairies hide...., 5. My first....., 6. ☺, 7. Let us dance in the sun, wearing wild flowers in our hair... ~Susan Polis Shutz, 8. "Have a cup of tea," indeed! Well I'm sorry, but I just haven't the time! ~ Alice ------{HBM}, 9. •~•, 10. *♥* {HBW}, 11. For those uneasy with the world, solitude is the only guarantee of confidence. ~The Quote Garden, 12. •Hi•, 13. The camera can photograph thought. ~Dirk Bogarde, 14. •Old buttons•, 15. Here's to lying, stealing, and cheating! May you lie to save a friend; May you steal the heart of the one you love; and may you cheat death., 16. “The most important human endeavor is the striving for morality in our actions. Our inner balance and even our very existence depend on it. Only morality in our actions can give beauty and dignity to life.” ~Albert Einstein, 17. {HBW}--May the light always find you on a dreary day. When you need to be home, may you find your way. May you always have courage to take a chance. And never find frogs in your underpants., 18. The best way to break a bad habit is to drop it. ~Leo Aikman, 19. Untitled, 20. Springtime is the land awakening. The March winds are the morning yawn. ~Quoted by Lewis Grizzard in Kathy Sue Loudermilk, I Love You, 21. Everything is blooming most recklessly; if it were voices instead of colors, there would be an unbelievable shrieking into the heart of the night. ~Rainer Maria Rilke, Letters of Rainer Maria Rilke, 22. HBM ----Consciousness: that annoying time between naps.--- edition, 23. One photo out of focus is a mistake, ten photo out of focus are an experimentation, one hundred photo out of focus are a style. ~Author Unknown, 24. Untitled, 25. Spring is sooner recognized by plants than by men. ~Chinese Proverb, 26. Flowers... are a proud assertion that a ray of beauty outvalues all the utilities of the world. ~Ralph Waldo Emerson, 1844, 27. With spots quadrangular of diamond form, Ensanguined hearts, clubs typical of strife, And spades, the emblems of untimely graves. ~William Cowper, 28. Do what you can, with what you have, where you are. ~Theodore Roosevelt, 29. The greatest gift of the garden is the restoration of the five senses. ~Hanna Rion, 30. Untitled, 31. :)32. Not available33. Not available34. Not available35. Not available36. Not available
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O exercício permite avaliar e certificar a capacidade operacional da Força Aérea, criando também condições únicas para que os meios da Aliança treinem conjuntamente, desenvolvam interoperabilidade e reforcem a prontidão dos seus meios.
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El incremento de la producción conlleva múltiples beneficios a la sociedad. Por un lado, forman parte del motor económico de los países. Y, además, permiten la mejora en la calidad de vida de la población, en la medida en que posibilitan el desarrollo de nuevos productos y servicios.
No obstante, una importante factura de tales beneficios la termina pagando el Medio Ambiente.
Preocupación por el Medio Ambiente y por el entorno
Por ello cada día existe una mayor concienciación medioambiental, tanto a nivel legislativo como de la población. Hay una tendencia a reducir el uso de productos nocivos, se instala el comercio justo y se defiende el cultivo ecológico, que usa costumbres tradicionales que evitan maquinaria, el uso de productos químicos y prescinden de las semillas alteradas genéticamente. Los envases comienzan a fabricarse con materiales reciclables (que permiten volver a usarlos, evitando una acumulación innecesaria de deshechos), a la vez que se impone la realización de actividades deportivas al aire libre (con la consiguiente adecuación de zonas verdes), el uso de transporte público o bicicletas para desplazarse y en lo relativo al sector industrial, se invierte en investigación con el objetivo de obtener una efectiva gestión de los residuos de este sector.
¿En qué consiste la gestión de residuos industriales?
Se entiende por “gestión de residuos” la recogida de los desechos generados por las distintas industrias, transportándolos a áreas adecuadas para procesarlos (tratarlos). Generalmente se separan en los distintos componentes atendiendo a la naturaleza de los materiales. Según las características de cada material, el proceso a seguir será diferente. Si se tratan de sustancias químicas nocivas, se las someterá a un proceso que las descomponga en elementos no dañinos y que puedan volver a usarse para generar nuevas sustancias demandadas por la sociedad, liberando al medio productos saludables como agua, oxígeno u otros componentes.
En lo relativo a las sustancias sólidas se busca el reciclaje, el camino por el cual se pueda volver a usar esos materiales para las actividades que se usaban. En otras ocasiones, se los reduce a la materia prima lista para ser usada como más interese. Tal es el caso de asfalto basado en neumáticos usados, bolígrafos hechos con antiguas botellas de plástico o mochilas hechas con antiguas carcasas de ordenadores. ¡Imaginación al poder!
Aún así, siempre quedan materiales perecederos o que ya no permiten su uso de nuevo. Entonces son eliminados de manera controlada y que permita beneficios a los empresarios, ya sea usándolos como combustible, vendiéndolos como fertilizantes o dándoles salida en el mercado como materiales de construcción (aislantes, decorativos, áridos, etc.).
¿Por qué reciclar?
Los dos resultados más inmediatos de una correcta gestión de residuos industriales son, en primer lugar un abaratamiento en los costes de las materias primas a usar por las fábricas y que repercute en el precio final de los productos en el mercado; y en segundo lugar, una mejora con el entorno, con la consiguiente prosperidad en la calidad de vida al haber un aire más saludable, aguas más limpias, acumulación de menos basuras que conlleva una disminución en animales que se alimentan de ellas y que pueden transmitir enfermedades o incrementar su población atacando las cosechas de la población, etc.
La gestión de residuos
Debido a que la gestión y tratamiento de residuos industriales afecta a productos líquidos, gaseosos y sustancias sólidas; existen actualmente normativas legislativas que tratan de controlar cada procesamiento de estas sustancias y que se va actualizando paralelamente al desarrollo de nuevas tendencias en la gestión de estos materiales de desecho.
Sitio Oficial: www.recicladoindustrial.com/
A walk with Roy Hazel & Brian Hunt from Malham YHA down through Janet's Foss and back through Gordale Scar and on to the east side of Malham Tarn and back via Malham Cove to the YHA and nearby hostelry.
Circular from Malham via Gordale Scar and Malham Cove
A circular walk from Malham in the Yorkshire Dales. The walk initially passes by the picturesque Janet's Foss before reaching Gordale Scar. If waters permit and your ability allows, you can climb up Gordale Scar and head on to Malham tarn. An alternative route is also described to the tarn. The walk heads on down the dry valley to reach the limestone top of Malham Cove, before dropping back down into Malham.
Parking:National Park Centre car park in Malham (grid reference SD 900 626).
Directions:Nearest post code for Sat Nav: BD23 4DG - get directions here
Walk distance:7.6 miles (12.1 Km)
Estimated walk time:2 hours 55 minutes
Height climbed:360 metres
Grade:2-C: A medium length walk that has rugged terrain and some steep climbs
Peaks / summits:None
Wainwrights:None
Map:Ordnance Survey - Explorer EX002 (Yorkshire Dales - Southern and Western areas)
Walk features:Birds, Café, Flowers, Geographic feature, Hills or Fells, Pub, Stream or River, Toilets, Views, Wildlife
Facilities / refreshments:Toilets in car park, cafés and pubs in Malham
Nearest town:Walk starts in Malham, nearest larger towns Settle or Skipton
Walk Tags:Malham walk, Malham, Yorkshire Dales, Gordale Scar walk, Malham Information centre, Yorkshire Dales National Park, Janet's Foss, Gordale Bridge, Gordale Scar, Hawthorns Lane, the Weets, Gordale Scar waterfalls, Gordale Beck, Malham Tarn, Malham Cove, Limestone, Limestone pavement, National Trust, Peregrine Falcons, Malham Beck, Cove Road, Buck Inn, Listers Arms, Walks around Britain, Walks around the UK, Ramblers, Hike, Hiking
Leave the car park and turn left along the road towards the centre of Malham for about fifty yards past the Wesleyan chapel built in 1865 (Malham Methodist Church). Just short of the Buck Inn, turn right off the road over the footbridge. Once over the footbridge turn right along the wide gravelled path, through a wooden gate and continue ahead, now heading away from Malham. The way-marked path passes through a kissing gate, and keeps initially parallel with Malham Beck. Through the next kissing gate, follow the footpath sign for Janet's Foss along the path walled to the right, and with a fence on the left. Pass through two further kissing gates, then on to a further kissing gate, again going straight on, ignoring the footbridge to the right.
Pass through another kissing gate and enter into the beautifully picturesque National Trust owned wooded ravine, which eventually leads up to Janet's Foss. The smell of the wild garlic (pungent wild ransom) and in spring, bluebells, dominate and carpet large sections of the wood. Foss is the old Scandinavian word for waterfall. According to legend Janet, or Jennet was the Queen of the local fairies and lived in a cave behind the waterfall. The cave was formed by limestone bedrock being dissolved and eroded by the action of water and re-deposited on mosses growing on the lip of the fall. This has caused a remarkable but fragile tufa screen that reaches to the plunge pool below.
Take the path that climbs away up to the left of the waterfall to pass out through a kissing gate turning right onto a lane. As the road bends around to the right, follow the footpath sign for Gordale Scar to the left passing along the very broad path, initially passing through the Gordale Scar private campsite. Keep on the path as it draws around the corner to reveal the Scar itself.
Gordale Scar is a narrow cannon towered on either side by sheer walls of rock, hundreds of feet high. Gordale Beck tumbles down the ravine, forming one final waterfall here over the tufa. The walk now heads up the waterfall, but if you do not fancy the scramble, which is difficult in places and should not be attempted unless you are a fit and experienced walker, there is an alternative for the next two miles, which is described below.
At first there does not really appear to be a path up the waterfall, but as the waterfall is approached a sketchy path can be seen to the left of it, which climbs steeply and involves some scrambling. After the initial scramble, the route becomes easier and passes a further waterfall up to the right, before heading slightly to the left passing up some man made steps. At the top the path swings around to the left and heads away from the valley below. Path eventually flattens and becomes grassier underfoot and easier to walk on, and then passes over a wall by way of a stone stile and continue on the same line following the sign for "Malham Tarn 2 miles".
Follow the wide grassy path between a series of large cairns interspaced every hundred or so yards, through the limestone outcrops. As the limestone outcrops start to end, the path heads diagonally left across the field to pull in alongside the wall. As the wide path bends around to the right to run parallel with the wall, a more minor path heads off left continuing on the same direction to a stone stile in the wall a few yards ahead. Pass over the stone stile and turn right along the lane for a few yards (this is where the alternative path is joined) and then head to the right along the track, which keeps in close by the wall, ignoring the metalled road.
Alternative Route
From Gordale Scar return to the lane turning back right to cross the bridge then right through a gate following the "Malham Cove" sign. Follow the wide path across the field to the corner of the walls, and turn right up hill with the wall on the right hand side. Go over a wooden ladder stile and continue on up across the field to eventually pass up some man made steps and through a gate. Here turn left to follow a wide distinctive path by the wall to the left. Go through a further gate and keep on for another five hundred yards slowly rising and finally bending around to the right to pass through a kissing gate out onto a lane. Turn right onto the lane and follow mainly uphill for one and a quarter miles passing through old settlements and field systems. Just after a cattle grid the lane bears left away from the wall. Here turn right off the lane and keep on the track by the side of the wall. This is where the original route passing up through the Scar is rejoined.
Both routes then continue along the track by the side of the wall and keep ahead at a 'T' junction at Street Gate. Street Gate is the junction of two ancient trans Pennine routes, the one currently being followed is from Arncliffe to Malham, whilst the east-west track is the route from Wharfedale to Ribblesdale. Keep on by the wall and as the track starts to pull away from the wall it heads down towards a small plantation ahead, where Malham Tarn can now be seen over to the left. As the plantation is reached, turn left off the track before reaching the cattle grid following a path along the side of the plantation (Great Close Plantation).
The path keeps in close to the wall initially before keeping ahead as the wall bears to the right for a few hundred yards until a track is reached. Turn right onto the track and pass through the gate to enter the land around Malham Tarn. Follow the track around the tarn for as far as you want before returning back to the gate. It is possible to circle the tarn and then using the lanes meet this walk again by the roadside parking area at grid reference 893658. Malham Tarn is one of only two natural lakes in the Dales, the other being Semer Water. Malham Tarn is a bit of a peculiarity in this limestone landscape, but lies in a shallow basin along a major geological fault on a bed of Silurian slate.
Pass back through the gate and walk a few yards back down the path following the "Pennine Way, Watersinks ¾ mile" sign, slowly rising over a knoll and then down to the road below. On reaching the road, turn right and go through the gate and over Malham Beck, then turn left following the footpath sign for "Footpath Malham Cove 1½ miles". Head away from the road for the wooden signpost a further fifty yards ahead, and then continue on diagonally left for a further sign near the wall. Ignore the footpath that goes off up the hill and again follow the Malham Cove sign.
The path pulls into the wall by the stile and continues down the right hand side of the wall into the dry valley which forms a little further down. At the bottom of that the path swings around to the right and after a further fifty yards drops down to a wall. Here turn left over a wooden stile following sign for "Malham Cove ½ mile, Malham village 1 mile". Over the stile, the path drops steeply at first before flattening, passing through a kissing gate and continuing on between the Watlowes to the left and Ing Scar to the right.
Pass over either of the two stone stiles in the wall and on for the limestone pavement just ahead. Fifty yards past the stiles, there is a gap in the wall on the left and a stile. Here turn right and cross the limestone pavement above Malham Cove. Great care must be taken here crossing the clints and grikes of the limestone, and also in not going to near the edge of the 230 foot high cove.
Down below can be seen the very well defined path back to Malham. Over the limestone continue on until a wall is met into which is built a kissing gate. Pass through the kissing gate and head down the steep man-made steps. After a few minutes walking, pass through another gate and on down more steps to pass through a further gate and then take the right hand fork towards Malham. The left hand fork affords closer views of the cove.
Keep on this path through a gate, next to which bird watchers can often be seen looking out for the Peregrines on the cliffs above. This wide gravelled path passes through another kissing gate and two further gates back out onto the road. Turn left onto the road and follow back into Malham for five hundred yards before turning right back into the car park.
SAVANNAH, Ga. – Members of the U.S. Army Corps of Engineers Savannah District gave presentations to 120 third graders at Marshpoint Elementary about the Corps' Regulatory Program. Regulatory Specialist Brian Moore used an interactive floodplain model to demonstrate how wetlands absorb storm water and filter drinking water. He also explained the Corps of Engineers' role in issuing permits for developers or citizens who want to build projects on or near streams and wetlands. Regulatory Specialist Donald Hendrix showed the students a variety of animal items—snake skins, furs, deer antlers, and sharks teeth—to demonstrate the various animals and habitat within Georgia. The visit was part of a unit of study about Georgia's ecosystems, natural resources, and conservation efforts. USACE photo by George Jumara.
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Un paseo por el barrio donde nació, pintó y desarrolló sus primeros conocimientos
De exterior en exterior
Entre Soria y Bilbao, se unieron dos apellidos y dos formas de entendimiento. La visión del abuelo Jorge García Vellosillo, que por medio de un carromato llegó a la segunda ciudad, permite observar la evolución de la sociedad y paso de los años en muy poco tiempo. Quizás del siglo XX al XXI no nos separa sólo la fotografía en Blanco y Negro, sino una serie de cambios en el uso de los medios de comunicación que hacen que nos fijemos en la red como si hubiese estado siempre para quedarse. García Ergüin, en el último paseo realizado, nos enseñó la casa donde nació, la Escuela Cervantes o uno de los lugares más emblemáticos de Bilbao: el Café Iruña. Además, en un día lluvioso, la Calle Iparraguirre y Mazarredo son dos lugares de paso obligado, porque son numerosos los recuerdos de una zona en la que el pintor se ha sentido como en casa, a pesar de los diferentes viajes realizados. En esa cronología, que estamos realizando gracias a las diapositivas de las diferentes exposiciones, análisis de imágenes en papel o el estudio de la obra, cuadro por cuadro, el origen marca una serie de acontecimientos que son de interés y que marcan el compás del tiempo.
Los estudios en los que Iñaki García Ergüin se ha sentido como en casa cambiaron con la evolución del propio pintor, que pintó sus primeros esbozos y bocetos en la calle, con tan sólo 14 años de edad, hasta que miró por su arte trasladando sus utensilios y herramientas de trabajo a la Calle María Muñoz. En poco tiempo, la Calle Gran Vía de Bilbao fue el segundo lugar seleccionado para seguir investigando en el arte de la pintura, con calma y espacio, donde el creador empezó a dar forma a sus cuadros denominados “primitivos”, que sintetizan algunos exteriores de Cuenca, Castilla, Guajasierra, Castro Urdiales, Bermeo o Portugalete, con los bodegones de época, de dificultad añadida por el juego de luces y uso del color.
En la Calle Mazarredo, los placeres y los días, se esfumaban con los viajes por Europa y las exposiciones realizadas en Madrid, ya que los premios llegaron a finales de la década de los cincuenta y los críticos vieron en la figura de Ergüin una promesa capaz de buscar temáticas diferentes para lograr consolidar un estilo propio, original y con marca auténtica que dejará al resto de autores y coetáneos su propio refugio. París, Bad Aibling (Alemania) o las propias localidades cercanas a Bilbao dieron una visión de exterior a un joven artista que recibía las clases de la mano de José de Lorenzo Solís en la escuela, al lado de otros compañeros de profesión.
La infancia, marcada por el transcurso de la Guerra Civil Española (1936-1939) y la evolución de la contienda, sobre todo las noticias de la II Guerra Mundial, crean una generación de niños que crecen con el sonido de las bombas, la falta de alimentos de primera necesidad y los “juegos de guerra” en la calle, entre bandas rivales que provenían de los distintos barrios. Para García Ergüin la pintura, como tal, los primeros juguetes y la posibilidad de participar junto a otros niños, se “basaba en la propia definición de las cosas, la creación de juegos y juguetes, así como por medio del uso de la imaginación. Las tizas, como recuerdo en el tiempo presente, son la extensión de la mente y de la mano con la que realizamos los primeros esbozos en la carretera”.
El monte Urkiola, Bermeo o Archanda quedan en un pasado que sigue vigente en la cabeza del autor con más de 5.000 obras a lo largo de una trayectoria profesional significativa, donde con “poco se hacía mucho”. En el viaje realizado a finales del mes de noviembre, el Café Iruña, uno de los sitios más emblemáticos de la ciudad y al lado de los Jardines de Albia, es una de las paradas obligadas de una ruta personalizada por Ergüin, que descubre el barrio que le vio crecer a él y sus dos hermanos. De misma estatura, con sensibilidad y compartiendo las preocupaciones de la época, en el interior del café se relatan numerosas aventuras del pasado, de los primeros éxitos en las exposiciones de Madrid y Bilbao, así como de aquellos sermones de los padres cuando había poco que llevarse a la boca.
Al lado de un plato de jamón, la selección de una serie de productos de excelente calidad y un café con leche –en el caso de Ergüin solo-, las imágenes de exteriores nos permiten ver la decoración preciosista de un lugar que ha contado con los mejores productos de cada región. La Alameda de Mazarredo hasta llegar a la Calle Iparraguirre hace que busquemos cobijo con las primeras gotas de lluvia, hasta llegar al portal y seguir con las fotografías de una casa que fue el lugar de nacimiento del pintor.
El paso por la Escuela Cervantes, después de aquella simulación de paseo por en medio de la calzada realizada por el padre del artista (León) en los cincuenta, hacen que giremos sobre nuestros pasos para ver y observar aquella terraza de la Calle de Mazarredo, dejando atrás los sonidos de aquellos pájaros que nos llegan del interior del colegio de al lado. Por otra parte, contrastando las épocas, la etapa de Madrid ha permitido el desarrollo profesional de García Ergüin que disfrutó de su propio estudio en la Calle Velázquez, Nº54, aunque esas fotografías se realizarán en los próximos viajes y paradas del recorrido sobre la vida del pintor. Con la idea de finalizar un episodio, y la lluvia encima, la vuelta al análisis de la obra cumplió dos facetas. Una, que es notoria, es la consolidación de un fondo artístico que saldrá a la luz en 2013, y la otra, que es importante, es la definición de una persona capaz de adaptar su idea a cualquier tipo de formato para materializarla en obra. Así de sencillo.
Fuente de información:
-Archivos de Iñaki García Ergüin.
-Medios de comunicación.
Para más información
Ignacio García Ergüin
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I love these beautiful hand-painted signage on Indian trucks - done with both great skill and taste.
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This permit allowed my father to make use of a section of the embankment by Wivelsfield Station to keep chickens. Obviously we had a supply of eggs, and all of a sudden one or more chicken would disappear 'taken by fxzes'. Strange as it may seem we had roast chicken the next day! My father was a relief porter at the time, often on at Newick and Chailey or Horsted Keynes, in fact I had a early footplate ride at Horsted on the daily goodss train. Being he was out on the country lines we frequently had rabbits hanging in the outside shed.
Em Junho de 1940, e ao arrepio das ordens recebidas, o cônsul português, em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes, emitiu milhares de vistos permitindo a fuga para a liberdade a muitos que fugiam ao nazismo. Para honrar esta acção e relembrar o papel crucial que Portugal desempenhou no acolhimento aos refugiados durante a II Guerra Mundial, a Câmara Municipal de Almeida criou o pólo museológico, VILAR FORMOSO – FRONTEIRA DA PAZ, MEMORIAL AOS REFUGIADOS E AO CÔNSUL ARISTIDES DE SOUSA MENDES.
Através de seis núcleos distintos, Gente como Nós, O Início do Pesadelo, A Viagem, Vilar Formoso – Fronteira da Paz, Por Terras de Portugal e A Partida, o visitante poderá « vestir a pele » de um refugiado no percurso até à Liberdade.
Este Pólo Museológico que se integra no projecto da Rede das Judiarias de Portugal – Rotas de Sefarad, foi construído a partir de dois armazéns existentes, alvo de um contrato, por 20 anos, entre a C.M. de Almeida e a IP Património. Estes armazéns localizam-se na Estação de Caminhos de Ferro de Vilar Formoso, definindo o limite Sul/Sudoeste do Largo da Estação.
Conceito Geral do Pólo Museológico – Do Espaço Expositivo
O espaço expositivo transmite, “quase” fisicamente, a experiência destes refugiados europeus que, durante a IIª Guerra Mundial, tiveram como uma das poucas hipóteses de salvação, a fuga através de Portugal, aqui ficando, até à posterior partida para, maioritariamente, o novo continente. – A América.
O Novo Volume da Entrada
A Nascente, sobre a plataforma existente, foi criado um Novo Volume que tem uma forma cúbica, com cerca de 4,50 m de lado e que se adossa ao Armazém Pequeno, a eixo com a fachada nascente deste. Este Volume alberga as funções de espaço de Entrada /Recepção do novo Pólo Museológico/Memorial.
O Armazém Pequeno
O espaço expositivo começa, então, neste edifício que integra os dois primeiros núcleos: o Núcleo 1 – Gente como Nós e o Núcleo 2 – O Inicio do Pesadelo.
A forma deste edifício propicia a concepção de um espaço que se desenvolve em comprimento (tipo corredor) assim criando um percurso contínuo, que muito bem se adapta ao conteúdo expositivo proposto.
Núcleo 1- Gente como Nós
Este primeiro Núcleo vai apresentar a vivência da normalidade daqueles que eram “gente como nós” e que irão ver as suas vidas viradas do avesso, com a ascensão ao poder de Hitler, na Alemanha, em 1933.
Núcleo 2 – O Inicio do Pesadelo
No núcleo 2, o pesadelo em potência, já subjacente de uma forma subtil, no núcleo 1, vai concretizar-se.
O conteúdo expositivo apresenta, numa sequência cronológica, de 1933 a 1940, os acontecimentos mais importantes que obrigaram milhares de pessoas a fugir, a abandonarem as suas vidas, as suas casas, a separar-se de amigos e familiares, a romperam as suas vidas normais e a fugirem para o desconhecido.
A forma do espaço é, então, um corredor, de secção hexagonal variável, progressivamente decrescente, em que os diversos planos confluem num ponto de fuga imaginário, à altura do olho humano. O efeito de perspectiva forçada daí resultante cria um espaço que “suga e empurra para o fundo”.
A forma deste espaço relaciona-se ainda, simbolicamente, com a Estrela de David.
O Novo Volume da Viagem
Este novo volume, que une os dois armazéns existentes, permite dar continuidade ao percurso expositivo correspondendo ao Núcleo 3 – A Viagem.
Este volume, quase suspenso, inspira-se na forma e nas dimensões de um comboio, construindo um espaço viagem, dinâmico, onde o pavimento, as paredes e tecto se inclinam relativamente à horizontal e à vertical.
Pretende-se que a forma e o conteúdo comuniquem, ao visitante, as condições duras desta viagem, deste percurso de fuga, quase sempre uma verdadeira prova de obstáculos em que as filas à porta dos consulados, para obtenção de vistos, a falta de alojamento, de comida e de transportes eram, apenas alguns dos contratempos com que se teriam de debater. Felizmente para muitos, Aristides de Sousa Mendes esteve nesse caminho de fuga.
O Armazém Grande
Os núcleos 4,5 e 6 implantam-se no Armazém Grande que já existia ao tempo da IIª Guerra Mundial.
Este armazém cria um espaço de contraponto intencional aos espaços dos núcleos anteriores: a ideia de Expansão e de Abertura, em oposição à ideia de Compressão e Fecho anterior; de Luz e de Comunicação com o Exterior/Exteriores, em contraponto à predominância da Escuridão e Oclusão anterior; de Múltiplos Caminhos possíveis em vez de um Único Percurso de Fuga; de um Espaço que Acolhe e propícia uma Pausa, em contraponto a um Espaço que Empurra, de um Andar Sem Descanso.
Núcleo 4 – Vilar Formoso / Fronteira da Paz
O primeiro espaço que acolhe em Portugal – Vilar Formoso – a principal fronteira de entrada em Portugal para quem vinha de comboio ou de carro.
Na antecâmara, no espaço de entrada no Armazém Grande, a receber-nos – o Azul: o Azul da Placa de Azulejos que dá a certeza do grande objectivo conseguido – “ Vilar Formoso – Portugal”, o Azul de um Céu sem guerra e sem perigo, o Azul das pessoas calorosas que receberam os refugiados.
Aqui, no percurso expositivo duas hipóteses se colocam – vêem-se duas entradas – uma mais ampla e franca e outra mais escondida. Experimentemos a segunda.
O Comboio Maldito
A história do denominado Comboio Maldito – o comboio com cerca de 300 Judeus Luxemburgueses a quem foi negada a entrada em Portugal, em Novembro de 1940.
Estes refugiados ficaram retidos durante cerca de uma semana num comboio estacionado na Estação de Vilar Formoso à espera… do veredicto.
Vilar Formoso /Fronteira da Paz
A outra entrada, franca, é que nos vai dar acesso ao espaço, de paredes curvas e geometria de base circular, que nos vai contar a chegada dos refugiados para quem Vilar Formoso foi a Fronteira da Paz.
Núcleo 5 – Por Terras de Portugal
Depois de cumprirem todas as formalidades para entrarem em Portugal / Vilar Formoso, e devido a um afluxo crescente, a maioria dos refugiados eram encaminhados para estâncias balneares e termais, onde ficavam em residência fixa. A linha de caminho-de-ferro da Beira Alta foi um dos principais meios de transporte para o escoamento e distribuição dos refugiados Por Terras de Portugal.
Assim, a partir do núcleo de Vilar Formoso, abrem-se vários percursos (expositivos): um percurso/corredor directo para Lisboa e outros para os outros subespaços que irão representar os principais locais de residência fixa em Portugal: Duas cidades: Porto e Coimbra, as estâncias termais: Luso/Buçaco e Curia e Caldas da Rainha e as estâncias balneares: Figueira da Foz, Ericeira e Praia das Maças/Azenhas do Mar, Estoril/ Cascais e outras localidades, perto de Lisboa, como Sintra e Lousa de Cima.
Núcleo 6 – A Partida
O núcleo da Partida é uma parede recta que se destaca e se autonomiza, a partir da parede curva do núcleo de Lisboa. Era daqui que se partia para o Novo Mundo ou de barco, a partir do Porto de Lisboa (normalmente da Doca Rocha Conde de Óbidos) ou de hidroavião/clipper, a partir da Estação Marítima de Cabo Ruivo ou/e, mais tarde, com a abertura do Aeroporto da Portela, de avião.
Do lado exterior da parede da Partida, que corresponde ao espaço Loja e Saber Mais, existe a parede-instalação-memorial que fecha a exposição, na qual o elemento fixo e central é um excerto da resposta de Aristides de Sousa Mendes à Nota de Culpa do Processo Disciplinar, que lhe foi movido pelo MNE, e que data de 10 de Agosto de 1940:
Era realmente meu objectivo “salvar toda aquela gente” cuja aflição era indescritível
Acima e abaixo desta frase, de uma forma dinâmica colocaram-se na parede, e poderão colocar-se ainda mais, fotografias contemporâneas das famílias que devem a sua continuidade aos vistos emitidos por Aristides de Sousa Mendes.
Ainda neste espaço Saber Mais, os visitantes podem aceder, através dos tablets ai instalados, à versão integral dos testemunhos orais, cujos excertos foram integrados no percurso expositivo e, ao sítio da Internet – Museu Virtual Aristides de Sousa Mendes – mvasm.sapo.pt
Exterior:
Um “bosque de carvalhos”, a norte do Armazém Grande, constitui-se como espaço exterior de saída do Pólo Museológico – um jardim recorrível designado de Jardim da Memória.
Do lado do caminho-de-ferro, em parceria com a Sousa Mendes Foundation, iniciou-se um memorial exterior, em pedra, onde começaram a ser gravados os nomes daqueles que receberam vistos de A. Sousa Mendes e que passaram por Vilar Formoso nos idos de 1940.
Item 74238, Engineering Department Photographic Negatives (Record Series 2613-07), Seattle Municipal Archives.
Permit started by Transpeed in 1995 - 96 by KL 13 B 1
Tata Cummins KL 13 E 1681 Harshitha in 1999 by Geetha
KL 13 J 979 Chakravathi in 2002
KL 13 K 7227 Kalindhi in 2003
KL 58 A 7799 in 2008
KL 58 B 7515 in 2009
KL 58 G 221 in 2011
KL 58 K 2221 in 2013 and
KL 13 AG 3141 in 2016
Item No: 12 No: G1/632/09D
Agenda:
To consider the request for grant of concurrence of the Regional Transport Authority Kozhikode for the portion lying in this jurisdiction in respect of S/C KL 58 B 7515 Replaced by later model vehicle (earlier vehicle No. KL 13 K 7227) so as to renew the regular permit for a further period of 5 years to operate on the inter district route Talapady - Thrissur (via) Kasaragod - Mavungal - Kannur - Kozhikode Ramanattukara - University - Edappal - Kunnamkulam as LSFP.
Request from The Secretary Regional Transport Authority, Kasaragod vide Ref.No. C2/ 17854/04KSD dated16.12.2009.
A Fazenda Vargem Grande é uma antiga fazenda de café com sede datada de 1837, época conhecida como “Ciclo do Café”. Os proprietários ficaram conhecidos como “Barões do Café” pois fizeram fortuna na região do Vale do Paraíba, principalmente no eixo entre as cidades de Areias, Bananal, São José do Barreiro, Silveiras e Queluz.
Chamado de “ouro negro”, o café foi o principal sustentáculo financeiro do Império, até sua queda em 1889. O Império se transformou em República, o café migrou para o oeste do estado de São Paulo e a região entrou em declínio.
A Fazenda foi adquirida 1973 pelo pai das atuais proprietárias. A restauração da sede foi feita conforme fotos e documentos antigos. A parte nova foi construída seguindo o mesmo padrão, conferindo ao todo a mesma beleza e imponência dos tempos áureos do café.
A construção do jardim levou cerca de dez anos. Aos poucos, Roberto Burle Marx, seu sócio Haruyoshi Ono e Clemente Fagundes Gomes, o proprietário, foram transformando o terreiro de café em um deslumbrante jardim com 3 diferentes níveis, espelhos d’água e piscinas naturais.
O jardim ainda hoje segue o projeto original sob a supervisão de Haruyoshi Ono e da equipe do escritório Burle Marx e Cia. Ltda.
As visitas, sempre agendadas, permitem que o programa seja definido conforme o desejo do grupo - visitantes, arquitetos, paisagistas, fotógrafos, terceira idade, famílias.
São diversos os estilos dos visitantes que por aqui passaram e que sem dúvida levaram lembranças inesquecíveis. Entre em contato por email para consultas, reservas e informações adicionais.
Para entrar em contato, fazer reservas, obter mais informações sobre os passeios, pacotes, agendar visitas ou apenas mandar sugestões, basta enviar um email para o endereço abaixo com seu nome e telefone.
contato@fazendavargemgrande.com.br
Estrada dos Tropeiros km 257 | Serra da Bocaina - SP - Brasil | (12) 99759-5351 2a. a 6a. das 10 às 17 horas (celular rural - eventualmente sem conexão)
Agenda: To consider the application for renewal of Permit No. 15/STA/1992
valid upto 28/4/17 operating by the S/C KL 45 21 on the
Interstate route Thrissur to Pollachi via Kollengode, Nenmara,
Vadakkancherry, and Vaniampara on Single Point tax basis - reg.
Applicant
:
Managing Partner, Nallappa Transports, Pollachi, (Branch)
Thrissur Road, Kollengode , Palakkad– 678 506.
D2/29188/STA/2006
Decision
:
Heard the counsel for the applicant and perused the connected
records. Renewal of countersignature of Interstate Permit No.
15/STA/1992 valid up to 28/4/17 covered by the S/C KL 45 21 is
granted subject to the countersignature of STA, Tamilnadu
Jen-Hsun Huang demostrando VDX, la Tecnología que permite virtualizar la GPU en el contexto de aplicaciones de escritorio compartido como las ofrecidas por Citrix. Se necesita un Hypervisor conjuntamente con el hardware gráfico basado en la nueva arquitectura Kepler. De momento las betas están previstas para después del verano, en la recta final del año.
Entre otras aplicaciones, la de poder acceder a recursos de renderizado profesional desde una tableta o desde un ultraligero con gráficos integrados.
La demo en este caso es especialmente llamativa al tratarse de material real de efectos especiales de ILM usado en la película Battleship, renderizado desde un MacBook Air.
Green architecture on display at the Ryerson Woods Conservation Area.
The porous asphalt parking lot permits rainwater to soak right through a deep layer of gravel to the groundwater. The design reduces the stream pollution you'd normally get from regular asphalt pavement that allows traces of oil, gas, salt, etc, to runoff into the nearest streams and creeks.
The metal roof is made of recycled metal and should last at least 50 years. At the end of its useful life it can be recycled again.
The silver cistern on the outside of the building collects rainwater for watering plants. Underneath the building is a large cistern that is used as a reservoir to hold water collected from the rooftop. This water can be used to protect the welcome center and adjacent farm buildings in case of a fire.
The facility has an east-west orientation to maximize southern exposure. The extended metal overhang of the roof provides shade from harsh sunlight during the summer while allowing plenty of light to enter.
All information 'recycled' from a pamphlet obtained at the facility.
More information can be found at: www.LCFPD.org/ryerson.
E-mail: ryersonwoods@LCFPD.org.
Better yet, stop in a pay a visit. You can find the conservation area on Riverwoods Road about a mile or so north of Deerfield Road. Entrance is on the left.
SAVANNAH, Ga. – Members of the U.S. Army Corps of Engineers Savannah District gave presentations to 120 third graders at Marshpoint Elementary about the Corps' Regulatory Program. Regulatory Specialist Brian Moore used an interactive floodplain model to demonstrate how wetlands absorb storm water and filter drinking water. He also explained the Corps of Engineers' role in issuing permits for developers or citizens who want to build projects on or near streams and wetlands. Regulatory Specialist Donald Hendrix showed the students a variety of animal items—snake skins, furs, deer antlers, and sharks teeth—to demonstrate the various animals and habitat within Georgia. The visit was part of a unit of study about Georgia's ecosystems, natural resources, and conservation efforts. USACE photo by George Jumara.
Como parte de los trabajos de restauración del templo, las excavaciones arqueológicas realizadas en los últimos años nos permiten conocer que dentro del espacio que hoy ocupa la Catedral, se construyó el foro de la ciudad romana de Cesaraugusta con su edificio más importante, el Templo dedicado a la Piedad Augustea(descubierto en la parte posterior de la Catedral).
En la Edad Media española, Zaragoza(Saraqusta) fue una de las principales ciudades musulmanas, y en el espacio de la Seo se construyó la mezquita principal(conocida como la mezquita blanca). Su inicial estructura de la 2ª década del siglo VIII se fue ampliando, entre los siglos IX y XI hasta formar uno de los principales templos de Al-Andalus.
La Catedral Románica
En 1118 Alfonso el Batallador reconquista Zaragoza, y convierte su mezquita en templo cristiano. En 1121 fue consagrada al Salvador en su Epifanía. Hacia 1140 se derriba la mezquita y se comienza la construcción del templo románico, y a finales del siglo XIII estaba terminado en su conjunto. Planta basilical, con una cabecera de cinco ábsides y tres naves con tres tramos. De esta construcción sólo han pervivido los muros de dos ábsides, algún fragmento del crucero y restos de dos capillas de la cabecera.
La Catedral Gótica
El apoyo de los obispos zaragozanos, convertidos en arzobispos desde el siglo XIV, da lugar a sucesivas ampliaciones y enriquecimiento del templo a lo largo de los siglos XIV y XV. A partir de este momento el estilo gótico-mudéjar se impone. En estos años se sustituye el antiguo cimborrio y se construye la Parroquieta(con el impresionante muro de decoración mudejar). La etapa del arzobispo don Dalmau de Mur, a mediados del siglo XV, supuso una época relevante con la construcción del coro y del retablo mayor. La llegada a la sede arzobispal de miembros de la Casa Real(don Alonso, don Juan y don Hernando de Aragón) supuso la ultima etapa de transformación de la catedral hasta llegar a su configuración actual, que data del siglo XVI. Se amplía de tres a cinco naves; se alarga el templo mediante la ampliación de los pies y se construye el transcoro. La catedral gótico-mudejar se convierte en el edificio que hoy vemos. Se trata de un gran salón gótico de cinco naves, algo más elevada la central, cubiertas con bóvedas de crucería que apoyan sobre pilares fasciculados. Una sucesión de capillas se abre en las naves laterales y a los pies de la iglesia. El coro se sitúa en la mitad de la nave central.
Siglos XVI, XVII y XVIII
En estos siglos se hicieron y decoraron las más importantes capillas. En el siglo XVIII se completó la torre campanil, según planos del italiano Contini, que se había iniciado en 1681 y que decoró Arali en 1787. En este mismo siglo se termina el exterior del templo con la portada neoclásica del aragonés Julián Yarza y Lafuente.
Entre los muchos tesoros artísticos que guarda la catedral podemos citar:
La capilla del arzobispo don Hernando de Aragón, situada a los pies del templo, que constituye uno de los mejores ejemplos del arte renacentista.
El Trascoro es otro importante y bello ejemplo del arte renacentista(sucesión de relieves escultóricos encuadrados en espléndidos marcos arquitéctonicos)
El Retablo Mayor es una pieza capital de la escultura gótica europea. Se realizó en el siglo XV por el escultor catalán Pere Johan, y el material es alabastro policromado de Gelsa de Ebro. En 1467, las escenas centrales, que habían sido realizadas en madera, fueron sustituidas por otras de alabastro que llevó a cabo el maestro alemán Hans Piet Dansó
Colección de tapices: Está considerada como una de las más importantes del mundo. Fue iniciada por los arzobispos de la Casa Real y cuenta con 64 obras de procedencia flamenca y francesa, en su mayoría de los siglos XV y XVI.
St. Tammany public hearing near on Helis Oil and Gas Co. permit request to explore for oil near Mandeville using the hydraulic fracturing (fracking) method.
Un paseo por el barrio donde nació, pintó y desarrolló sus primeros conocimientos
De exterior en exterior
Entre Soria y Bilbao, se unieron dos apellidos y dos formas de entendimiento. La visión del abuelo Jorge García Vellosillo, que por medio de un carromato llegó a la segunda ciudad, permite observar la evolución de la sociedad y paso de los años en muy poco tiempo. Quizás del siglo XX al XXI no nos separa sólo la fotografía en Blanco y Negro, sino una serie de cambios en el uso de los medios de comunicación que hacen que nos fijemos en la red como si hubiese estado siempre para quedarse. García Ergüin, en el último paseo realizado, nos enseñó la casa donde nació, la Escuela Cervantes o uno de los lugares más emblemáticos de Bilbao: el Café Iruña. Además, en un día lluvioso, la Calle Iparraguirre y Mazarredo son dos lugares de paso obligado, porque son numerosos los recuerdos de una zona en la que el pintor se ha sentido como en casa, a pesar de los diferentes viajes realizados. En esa cronología, que estamos realizando gracias a las diapositivas de las diferentes exposiciones, análisis de imágenes en papel o el estudio de la obra, cuadro por cuadro, el origen marca una serie de acontecimientos que son de interés y que marcan el compás del tiempo.
Los estudios en los que Iñaki García Ergüin se ha sentido como en casa cambiaron con la evolución del propio pintor, que pintó sus primeros esbozos y bocetos en la calle, con tan sólo 14 años de edad, hasta que miró por su arte trasladando sus utensilios y herramientas de trabajo a la Calle María Muñoz. En poco tiempo, la Calle Gran Vía de Bilbao fue el segundo lugar seleccionado para seguir investigando en el arte de la pintura, con calma y espacio, donde el creador empezó a dar forma a sus cuadros denominados “primitivos”, que sintetizan algunos exteriores de Cuenca, Castilla, Guajasierra, Castro Urdiales, Bermeo o Portugalete, con los bodegones de época, de dificultad añadida por el juego de luces y uso del color.
En la Calle Mazarredo, los placeres y los días, se esfumaban con los viajes por Europa y las exposiciones realizadas en Madrid, ya que los premios llegaron a finales de la década de los cincuenta y los críticos vieron en la figura de Ergüin una promesa capaz de buscar temáticas diferentes para lograr consolidar un estilo propio, original y con marca auténtica que dejará al resto de autores y coetáneos su propio refugio. París, Bad Aibling (Alemania) o las propias localidades cercanas a Bilbao dieron una visión de exterior a un joven artista que recibía las clases de la mano de José de Lorenzo Solís en la escuela, al lado de otros compañeros de profesión.
La infancia, marcada por el transcurso de la Guerra Civil Española (1936-1939) y la evolución de la contienda, sobre todo las noticias de la II Guerra Mundial, crean una generación de niños que crecen con el sonido de las bombas, la falta de alimentos de primera necesidad y los “juegos de guerra” en la calle, entre bandas rivales que provenían de los distintos barrios. Para García Ergüin la pintura, como tal, los primeros juguetes y la posibilidad de participar junto a otros niños, se “basaba en la propia definición de las cosas, la creación de juegos y juguetes, así como por medio del uso de la imaginación. Las tizas, como recuerdo en el tiempo presente, son la extensión de la mente y de la mano con la que realizamos los primeros esbozos en la carretera”.
El monte Urkiola, Bermeo o Archanda quedan en un pasado que sigue vigente en la cabeza del autor con más de 5.000 obras a lo largo de una trayectoria profesional significativa, donde con “poco se hacía mucho”. En el viaje realizado a finales del mes de noviembre, el Café Iruña, uno de los sitios más emblemáticos de la ciudad y al lado de los Jardines de Albia, es una de las paradas obligadas de una ruta personalizada por Ergüin, que descubre el barrio que le vio crecer a él y sus dos hermanos. De misma estatura, con sensibilidad y compartiendo las preocupaciones de la época, en el interior del café se relatan numerosas aventuras del pasado, de los primeros éxitos en las exposiciones de Madrid y Bilbao, así como de aquellos sermones de los padres cuando había poco que llevarse a la boca.
Al lado de un plato de jamón, la selección de una serie de productos de excelente calidad y un café con leche –en el caso de Ergüin solo-, las imágenes de exteriores nos permiten ver la decoración preciosista de un lugar que ha contado con los mejores productos de cada región. La Alameda de Mazarredo hasta llegar a la Calle Iparraguirre hace que busquemos cobijo con las primeras gotas de lluvia, hasta llegar al portal y seguir con las fotografías de una casa que fue el lugar de nacimiento del pintor.
El paso por la Escuela Cervantes, después de aquella simulación de paseo por en medio de la calzada realizada por el padre del artista (León) en los cincuenta, hacen que giremos sobre nuestros pasos para ver y observar aquella terraza de la Calle de Mazarredo, dejando atrás los sonidos de aquellos pájaros que nos llegan del interior del colegio de al lado. Por otra parte, contrastando las épocas, la etapa de Madrid ha permitido el desarrollo profesional de García Ergüin que disfrutó de su propio estudio en la Calle Velázquez, Nº54, aunque esas fotografías se realizarán en los próximos viajes y paradas del recorrido sobre la vida del pintor. Con la idea de finalizar un episodio, y la lluvia encima, la vuelta al análisis de la obra cumplió dos facetas. Una, que es notoria, es la consolidación de un fondo artístico que saldrá a la luz en 2013, y la otra, que es importante, es la definición de una persona capaz de adaptar su idea a cualquier tipo de formato para materializarla en obra. Así de sencillo.
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-Archivos de Iñaki García Ergüin.
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I applied for my gun permit. I got the lifetime one. It's going to take up to 14 weeks to process my application. I got fingerprinted; it was really interesting how they do it. I had to apply a lot of Cornhusker's Lotion for the machine to properly read my prints. I also discovered that my right pinkie has a little scar on it and when you roll it out it looks like an "R" in my skin. The chick said "Ooh, you're marked!" Yep.
The Government of BC is supporting the province’s commercial trucking industry by constructing a new parking facility on Highway 17 under the Port Mann Bridge. The Province also plans to streamline the commercial truck permitting system and evaluate new technological improvements that could save commercial drivers time and money.
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Permit started by Sneha Ponnukkara in 1994
KL 8 D 6606 >> KL 9 F 666 ( TN Operator ) >> KL 8 X 3434 (ST Joseph ) >> KL 8 AJ 2244 ( Jithin ) >> KL 45 D 4575 >> KL 45 K 9785 Exodus >> KL 8 BN 3497 Holy Mariya
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Item No- 12 C8/22355/2009V
Agenda: -
1) To request for concurrence from sister RTA for renewal of regular permit in respect of S/C KL 08 AJ 2244 to operate on the route Thalassery – Kozhikode – Thrissur as LSFP.
2) To consider the application for the grant of transfer of permit in respect of S/C KL 08 AJ 2244 from the name of the 1st applicant to that of the 2nd.
Applicants:
1) Sri. Suresh. S, Kappachimadom, Kuttankulangara, Thrissur.
2) Sri. Ajithkumar, Aiswarya, Ashoka Road, Pudukkad, Thrissur
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Item No-51 C8/KL 45 D 4575/2011 VK
Agenda
1 To peruse the Judgement of the Honourable STAT in its M.V.A.R.P. 199/2011 Dated 08/07/2011
2 To reconsider the rejected applications for (1)Renewal of regular permit and conversion of the service as Super Fast in respect of S/C KL 45 D 4575, permitted to operate on the route Thalassery-Kozhikode-Thrissur as LSFP.
Applicant : Sri Ajith kumar, Aiswarya, Pudukkad PO, Thrissur
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Item No: 28 C8/72616/2013V
Agenda: -
To reconsider the application for the grant of transfer of permit in respect of S/C L 45 D 4575 permitted to operate on the route Thrissur - Thalassery As LSFP- from the name of the 1st applicant to that of the 2 nd applicant.
Applicants
1).Sri. Ajithkumar, S/o. Padmanabhan, Aiswarya, Ashoka Road, Puthukkod. (Represented by power of attorney holder Sri. Aanthakumar, S/o.Sukumaran, Kuzhuppilly Kunnerl, P O Nellayi
2). Sri. Johnson S/o Anthony, Cheliparambil, P O Nandipuram, Thrissur
Un paseo por el barrio donde nació, pintó y desarrolló sus primeros conocimientos
De exterior en exterior
Entre Soria y Bilbao, se unieron dos apellidos y dos formas de entendimiento. La visión del abuelo Jorge García Vellosillo, que por medio de un carromato llegó a la segunda ciudad, permite observar la evolución de la sociedad y paso de los años en muy poco tiempo. Quizás del siglo XX al XXI no nos separa sólo la fotografía en Blanco y Negro, sino una serie de cambios en el uso de los medios de comunicación que hacen que nos fijemos en la red como si hubiese estado siempre para quedarse. García Ergüin, en el último paseo realizado, nos enseñó la casa donde nació, la Escuela Cervantes o uno de los lugares más emblemáticos de Bilbao: el Café Iruña. Además, en un día lluvioso, la Calle Iparraguirre y Mazarredo son dos lugares de paso obligado, porque son numerosos los recuerdos de una zona en la que el pintor se ha sentido como en casa, a pesar de los diferentes viajes realizados. En esa cronología, que estamos realizando gracias a las diapositivas de las diferentes exposiciones, análisis de imágenes en papel o el estudio de la obra, cuadro por cuadro, el origen marca una serie de acontecimientos que son de interés y que marcan el compás del tiempo.
Los estudios en los que Iñaki García Ergüin se ha sentido como en casa cambiaron con la evolución del propio pintor, que pintó sus primeros esbozos y bocetos en la calle, con tan sólo 14 años de edad, hasta que miró por su arte trasladando sus utensilios y herramientas de trabajo a la Calle María Muñoz. En poco tiempo, la Calle Gran Vía de Bilbao fue el segundo lugar seleccionado para seguir investigando en el arte de la pintura, con calma y espacio, donde el creador empezó a dar forma a sus cuadros denominados “primitivos”, que sintetizan algunos exteriores de Cuenca, Castilla, Guajasierra, Castro Urdiales, Bermeo o Portugalete, con los bodegones de época, de dificultad añadida por el juego de luces y uso del color.
En la Calle Mazarredo, los placeres y los días, se esfumaban con los viajes por Europa y las exposiciones realizadas en Madrid, ya que los premios llegaron a finales de la década de los cincuenta y los críticos vieron en la figura de Ergüin una promesa capaz de buscar temáticas diferentes para lograr consolidar un estilo propio, original y con marca auténtica que dejará al resto de autores y coetáneos su propio refugio. París, Bad Aibling (Alemania) o las propias localidades cercanas a Bilbao dieron una visión de exterior a un joven artista que recibía las clases de la mano de José de Lorenzo Solís en la escuela, al lado de otros compañeros de profesión.
La infancia, marcada por el transcurso de la Guerra Civil Española (1936-1939) y la evolución de la contienda, sobre todo las noticias de la II Guerra Mundial, crean una generación de niños que crecen con el sonido de las bombas, la falta de alimentos de primera necesidad y los “juegos de guerra” en la calle, entre bandas rivales que provenían de los distintos barrios. Para García Ergüin la pintura, como tal, los primeros juguetes y la posibilidad de participar junto a otros niños, se “basaba en la propia definición de las cosas, la creación de juegos y juguetes, así como por medio del uso de la imaginación. Las tizas, como recuerdo en el tiempo presente, son la extensión de la mente y de la mano con la que realizamos los primeros esbozos en la carretera”.
El monte Urkiola, Bermeo o Archanda quedan en un pasado que sigue vigente en la cabeza del autor con más de 5.000 obras a lo largo de una trayectoria profesional significativa, donde con “poco se hacía mucho”. En el viaje realizado a finales del mes de noviembre, el Café Iruña, uno de los sitios más emblemáticos de la ciudad y al lado de los Jardines de Albia, es una de las paradas obligadas de una ruta personalizada por Ergüin, que descubre el barrio que le vio crecer a él y sus dos hermanos. De misma estatura, con sensibilidad y compartiendo las preocupaciones de la época, en el interior del café se relatan numerosas aventuras del pasado, de los primeros éxitos en las exposiciones de Madrid y Bilbao, así como de aquellos sermones de los padres cuando había poco que llevarse a la boca.
Al lado de un plato de jamón, la selección de una serie de productos de excelente calidad y un café con leche –en el caso de Ergüin solo-, las imágenes de exteriores nos permiten ver la decoración preciosista de un lugar que ha contado con los mejores productos de cada región. La Alameda de Mazarredo hasta llegar a la Calle Iparraguirre hace que busquemos cobijo con las primeras gotas de lluvia, hasta llegar al portal y seguir con las fotografías de una casa que fue el lugar de nacimiento del pintor.
El paso por la Escuela Cervantes, después de aquella simulación de paseo por en medio de la calzada realizada por el padre del artista (León) en los cincuenta, hacen que giremos sobre nuestros pasos para ver y observar aquella terraza de la Calle de Mazarredo, dejando atrás los sonidos de aquellos pájaros que nos llegan del interior del colegio de al lado. Por otra parte, contrastando las épocas, la etapa de Madrid ha permitido el desarrollo profesional de García Ergüin que disfrutó de su propio estudio en la Calle Velázquez, Nº54, aunque esas fotografías se realizarán en los próximos viajes y paradas del recorrido sobre la vida del pintor. Con la idea de finalizar un episodio, y la lluvia encima, la vuelta al análisis de la obra cumplió dos facetas. Una, que es notoria, es la consolidación de un fondo artístico que saldrá a la luz en 2013, y la otra, que es importante, es la definición de una persona capaz de adaptar su idea a cualquier tipo de formato para materializarla en obra. Así de sencillo.
Fuente de información:
-Archivos de Iñaki García Ergüin.
-Medios de comunicación.
Para más información
Ignacio García Ergüin
Web: www.garciaerguin.es
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Multiple exposure made by running the film through a lomo fisheye first, and then running it a second time through a holga.
A little tooting of my own horn... I was notified recently that I've won an artist's fellowship from the city arts commission.