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NATO E3A Component, 30 Jahr Feier, Flugzeug-Spotter Event

But stopping isn't difficult. Smoking - the component in tobacco - is addictive as crack or heroin, according to the National Cancer Society, and before thriving, the normal individual endeavors to quit six-times. Take one minute to check on them, when you havenot had an opportunity to view our

www.usahealthtips.org/quit-smoking-by-hypnosis/

My mother and I are collaborating on a new venture. She crochets these small bags from 100% cotton thread. The range in size from small (cell phone holders) to medium (cosmetic/jewelry cases) to large (E-Reader holders).

 

She chooses the colors and I create polymer buttons to match. This is the large, big enough for a Kindle or Nook.

Travelled down to Chico, California to tour the Paul Components headquarters and document the fabulous work they do.

CNC Manufacture and Fabric progress.

A mess of wires and electronics in an old pressboard cabinet my sister used to put her clothes in.

At midreview, in search of a flexible, activity specific component with which to generate a residential tower.

critic: Winka Dubbeldam

Aspirantex 2017

O Poder Naval do Brasil vai ao Mar!

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Entre os dias 12 de janeiro a 02 de fevereiro, a Marinha do Brasil realiza a comissão Aspirantex 2017, um exercício naval destinado a aprimorar os conhecimentos e auxiliar nas escolhas profissionais de cerca de 200 aspirantes embarcados, entre homens e mulheres, egressos do 2º ano da Escola Naval.

Atuando na área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro (RJ) e Mar Del Plata (Argentina), a comissão Aspirantex 2017 está nesse momento em visita aos portos de Mar Del Plata e Montevidéu (Uruguai).

Na sequência do exercício, serão visitados os portos brasileiros de Itajaí e São Francisco do Sul, ambos localizados no estado (província) de Santa Catarina, bem ao sul do Brasil.

Para a realização da operação, o comandante em chefe da esquadra, Vice-Almirante Celso Luiz Nazareth constituiu o Grupo Tarefa (GT) 701.1, designando o comandante da 1ª Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Valter Citavicius Filho para liderar, coordenar e conduzir os exercícios que envolvem o emprego de diversos meios operativos da Força Naval Componente.

As metas do exercício envolvem o aprestamento dos meios da Esquadra e também contribuir para a escolha da opção de corpo e área de habilitação dos aspirantes do 2º ano da Escola Naval, sediada na cidade do Rio de Janeiro.

O GT 701.1 está composto, nessa primeira fase do exercício, pelo Navio Desembarque de Carros de Combate Almirante Sabóia (G-25), onde a reportagem de Tecnologia & Defesa encontra-se embarcada, Navio Doca Multipropósito Bahia (G-40), a Corveta Barroso (V-34), o Navio Tanque Almirante Gastão Motta (G-23) e as fragatas Type-22 Greenhalg (F-46) e Rademaker (F-49).

Na segunda fase, que começará dia 24 de janeiro, também irão se juntar ao GT 701.1, em apoio as operações, o submarino Tupi (S30), o navio-patrulha Benevente (P61) e unidades aéreas do Comando da Força Aeronaval e aeronaves da Força Aérea Brasileira.

Está prevista a participação do navio-patrulha-oceânico Amazonas (P-120), mas no dia 19 de janeiro esse meio foi destacado para auxiliar na recuperação dos destroços de um avião civil que caiu no litoral do Rio de Janeiro (região de Paraty, famoso balneário de luxo).

Entre os passageiros que faleceram na queda do avião está o ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Javascki, relator em uma das maiores investigações sobre corrupção já feitas no Brasil, a Operação Lava-Jato, que envolve diversos políticos, empresários e funcionários públicos da alta administração federal.

Aspirantes e as Operações Navais

Na desatracação do porto, no Rio de Janeiro, o GT 701.1 realizou a navegação em canal varrido (livre de minas) e enfrentou a oposição de submarino (S30) estrategicamente posicionado na saída para o mar aberto, sendo apoiados nessa tarefa por um helicóptero antissubmarino SH-16 Sea Hawk do Esquadrão HS-1 "Guerreiro" e aeronave de patrulha marítima e guerra ASW/ASUW Lockheed P-3AM da Força Aérea Brasileira.

Já em mar aberto, as operações aéreas dos helicópteros navais embarcados no NDM G-40 Bahia e nas fragatas Type-22 serviram para adestrar as tripulações dos navios dotados de convoo, nas fainas de lançamento e recolhimento desses meios.

Em paralelo a essas atividades, foram realizados treinamentos de CAV (controle de avarias), onde danos em combate e incêndios a bordo (simulados) foram combatidos por equipes compostas pelos aspirantes, orientados pelos tripulantes dos navios. Exercícios de Postos de Abandono , circulação interna a bordo e correta localização e operação das balsas salva vidas, dentre outros, demonstraram aos alunos da Escola Naval os perigos das atividades a bordo.

Em todos os dias de mar, durante a primeira fase, foram realizados inúmeros exercícios de Postos de Combate, visando verificar a prontidão operacional e aptidão das equipes de bordo, e tarefas como detecção de ruídos (A/S), Leap Frog/Light Line, manobras táticas e operações aéreas.

O tiro noturno contra granada iluminativa (GIL) e o tiro diurno contra alvo conhecido como "Killer Tomato" foi executado com o uso dos canhões automáticos de 20 mm, 40 mm e metralhadoras pesadas de 12,7 mm existentes a bordo dos navios. O NDCC G-25 Almirante Sabóia demonstrou excelente pontaria nas duas ocasiões, anotando diversos impactos certeiros nos alvos. Os outros navios do GT 701.1 não ficaram atrás, apresentando um desempenho satisfatório de tiro em ambas as ocasiões.

Os navios também se exercitaram no trânsito com oposição de superfície, a maior ameaça representada por mísseis superfície-superfície lançados pelo "inimigo". Do toque para Postos de Combate, passando pelo impacto do míssil (simulado) e o acionamento do CAV, é impressionante o profissionalismo e rapidez com que as equipes executam suas tarefas.

Esses eventos a bordo dos navios contam com a participação direta dos aspirantes, seja no preparo e planejamento, seja na execução como instruendos, ou indiretamente, como observadores, caso do tiro diurno e noturno com munição real.

Comandante de Operações Navais a bordo

O Comandante de Operações Navais da Marinha do Brasil, almirante-de-esquadra Sérgio Roberto Fernandes dos Santos, chegou a bordo do NDCC G25 Almirante Sabóia após transporte desde terra por um helicóptero UH-15/H225M da Aviação Naval (ver entrevista).

Na sequência das atividades, o CON realizou uma visita ao NDM G-40 Bahia, onde conversou com os aspirantes embarcados, mesma atividade realizada anteriormente no NDCC G-25 Almirante Sabóia, quando da sua chegada a bordo.

Light Line/ Transferência de Carga Leve

Uma das mais tradicionais fainas (tarefas) da vida no mar, o Light Line consiste na aproximação e lançamento de uma retinida (cabo leve), e na posterior troca deste por cabos cada vez mais pesados, capazes de suportar a Transferência de Carga Leve (TCL) entre os dois navios, que navegam lado a lado, mantendo velocidade e proa constantes.

Uma típica tarefa feita em equipe, é toda comandada através de toques de comando por apitos e emprego de sinaleiros, tudo isso enquanto os navios permanecem próximos.

A TCL dessa vez envolveu um marco histórico. Na faina realizada entre o NDCC G25 Almirante Sabóia e a fragata F-49 Rademaker, aconteceu a primeira travessia TCL realizada por uma mulher, a aspirante Amanda Passos. Primeiro, foi feito um teste com uma carga inerte equivalente a uma vez e meia o peso da aspirante, e após, a passagem real entre navios.

Na proa do NDCC G-25 e da F-49, tripulantes em linha ou dispostos em um "carrossel" realizaram a tração e movimentação dos cabos, a comando do Senhor Mestre do Navio, normalmente o militar de marinharia mais antigo. Comprovando a perícia das tripulações e a segurança dessa atividade, a aspirante Amanda Passos foi até a F-49 e voltou a bordo do G-25 incólume.

Mergulhadores de Combate!

O exercício denominado SURFEX 983 constou do emprego de um destacamento GRUMEC ao qual foi ordenado abordar um navio "suspeito", no caso o G-25, com o emprego da técnica Fast Rope, a partir de um helicóptero UH-15.

Em uma das portas da aeronave, um GRUMEC armado com fuzil sniper PGM Ultima Ratio, em calibre 7,62 mm, provê a segurança pelo ar do destacamento. Quando o UH-15 chega sobre o convoo, os GRUMEC descem pelo cabo e rapidamente assumem posições na proa do navio, avançando decididamente em direção ao passadiço. Do ar, e circulando sobre o navio, o UH-15 provê a cobertura aérea.

Após rápida subida pelas escadas externas, é dada a ordem para que TODOS no passadiço deitem-se no chão, para verificação (revista) e apreensão de armamento, caso seja encontrado. Na simulação, dois fuzis de assalto são encontrados com os "tripulantes", e o imediato do navio e seus oficiais subalternos são detidos para averiguação posterior, assim como os tripulantes que estavam armados. O material é confiscado e anexado nos autos de abordagem.

Os GRUMEC, tropa de elite da Marinha do Brasil, egressos do Batalhão Tonelero, apresentaram uma novidade nesse treinamento. Além do emprego de fuzis de assalto HK 416 em calibre 5,56 mm, foi possível observar os novos uniformes e equipamentos adotados (ainda em testes), como capacetes táticos, todos camuflados em vários tons de cânhamo e verde, bem diferente do material anteriormente empregado.

Após a finalização da apresentação, aconteceu uma palestra para os aspirantes a bordo, onde dúvidas sobre a carreira nas Forças Especiais da Marinha foram sanadas, e a vida desses militares foi apresentada pelo comandante do destacamento aos aspirantes. Por questões de segurança, nenhum dos GRUMEC pode ser identificado, e seus rostos nas fotos estão distorcidos intencionalmente.

GT 701.1 no Uruguai

Na chegada ao porto de Montevidéu, o NDCC G-25 Almirante Sabóia, líder do grupo de navios, saudou a terra com a tradicional salva de 21 tiros protocolares, prontamente respondida pelos uruguaios. Após a faina de atracação, que envolveu diversos rebocadores e um prático, foi realizada a bordo solenidade de recepção do Embaixador do Brasil no Uruguai, Sr. Fulano de Tal, e dos adidos militares, oficiais coronéis da Força Aérea Brasileira e Exército Brasileiro, além de autoridades uruguaias lideradas pelo Comandante-em-Chefe da Armada daquele País, almirante Fulano de Tal.

No dia 23 de janeiro, o GT.701.1 suspenderá de Montevidéu e Mar Del Plata, reunindo-se em alto mar para empreender a segunda parte da Aspirantex 2017, que envolverá treinamentos e exercícios como Transferência de Óleo no Mar (TOM) e reabastecimento de aeronave em voo (In Flight Refueling ou IFR) e Trânsito com Oposição de Submarinos, dentre outros. O destino final do GT 701.1 será a cidade do Rio de Janeiro/Base Naval da Ilha do Mocanguê.

Por Roberto Caiafa, diretamente de Montevidéu, Uruguai, para Tecnologia & Defesa.

 

Vacuum tubes, resistors, diodes, a Tube Screamer guitar pedal, transistors, terminal strips and more!

This catalog was only 4 pages long.

 

Photo: form 1970 10 00 CK Watertown catalog pg 1 scan0187

Photo from the "Elements of Architecture" component of the 14th International Architecture Exhibition at the Venice Biennale, directed by Rem Koolhaas.

como podeis ver mi "amiga invisible retera" fué yaicla, www.flickr.com/photos/yaicla/5188903371/ ( la reina del alambre) como yo la llamo!!! visitad su flickr y vereis que no exagero, es una maquina con los alambres!!! voy a ver si soy capaz de hacer algo que os guste con estas preciosas piezas!!! gracias inma, un besazo!!!!

NON-NUCLEAR COMPONENT STORES BUILDING 61 –

 

Building 61 (Drg No. 1245/53) is a Non-Nuclear Component Stores with attached concrete gantry on four columns projecting over the road to the front (west). Reasons for Designation Building 61 is designated at Grade II for the following principal reasons:

 

▪︎RARITY – A rare building on a unique site designed to accommodate and service Britain's first nuclear weapon, the ''Blue Danube''. It is the only such surviving facility in the country.

▪︎HISTORICAL ASSOCIATION – The building has outstanding national and international interest for its historical associations with the development of the earliest British nuclear weapons technology during the Cold War, which helped shape Britain's post-war history.

▪︎GROUP VALUE – The building has strong group value with other buildings at RAF Barnham, and was part of the national deployment of nuclear weapons.

▪︎INTACTNESS – Building 61 is largely intact.

 

Non-nuclear component stores buildings 60 and 61, held the high explosive part of the bomb and its outer casing. The central section of the casing held the high explosive lenses assembled into a large ball with forward sections containing electronics and radars. Owing to the weight and size of ''Blue Danube'', the gantry at the entrance was required to manoeuvre the bomb onto a trolley for storage. Building 61 is currently used as small work units and has blockwork partitioning which is reversible.

 

▪︎MATERIALS – A reinforced concrete frame and blockwork walls, and a flat concrete roof. ▪︎PLAN – Rectangular, aligned approximately east-west.

▪︎EXTERIOR – Building 61 is surrounded by substantial earth bunds. It has a central recessed entrance flanked by two projecting two storey, flat roofed plant and switch rooms which originally contained plant to maintain a stable environment. The original steel doors remain. The rear elevation has a central door and there are crittall windows to the rear and sides.

▪︎INTERIOR – Originally sub-divided internally into compartments of 11ft x 3ft bays allowing the storage of up to 66 bombs, Building 61 has been partitioned internally to create smaller work units.

 

Although the site was in use for storage of Mustard Gas and explosives during World War II, it was not until after the end of hostilities that the depot was constructed in its current form. In the early 1950's, the Air Ministry had a continuing need for high explosive bombs and storage facilities for them and was looking ahead to a ''future war in which atomic and thermo-nuclear weapons would be used by both sides''. It is within this historic context that the Special Storage Unit at RAF Barnham was constructed following the issuing of ''Blue Danube'', Britain's first nuclear bomb, to the RAF in November 1953.

 

The bombs were held in clutches in V-bomber airfields such as RAF Scampton and RAF Wittering and the purpose of the store at RAF Barnham, and the almost identical site at RAF Faldingwoth in Lincolnshire, was to provide maintenance and refurbishment to support the airfields and hold spare warheads. The Air Ministry plan for the Store is dated May 1953, although planning for the facility almost certainly had started before this, and it was fully operational by July 1954. In the first phase of works, the fences, earthworks, fissile core storage hutches, inspection buildings and gantries were built by August 1955.

 

The small arms and pyrotechnics store, barrack accommodation, gymnasium, telephone exchange, meat preparation store and dog compound were erected shortly after to strengthen security. By mid 1955 the double fence was in place, later augmented by the current observation towers erected in early 1959 replacing smaller structures. The Special Storage Unit remained the main holding place for the Mk. 1 Atomic Bomb, under control of Bomber Command until November 1956 when an independent Unit (95 Commanding Maintenance Unit) was formed. During the operational life of the site, second and third generation British nuclear weapons such as ''Red Beard'' and ''Yellow Sun'' were introduced on the site.

 

By 1962, the site was in decline and the maintenance unit ceased to exist on 31st July 1963. The closure of the station is probably linked to the operational deployment of ''Blue Steel'' from late 1962. The site was sold to the current owners in 1966 and let out for light industrial use. Some of the buildings have been altered and most significantly, one of the non-nuclear stores burnt down in the 1980’s, but there has been an on-going maintenance and repair programme agreed with English Heritage resulting in the preservation of the site.

  

heritage.suffolk.gov.uk/Designation/DSF16785

These images form the modern stylings component of Jo's Mo Show (with beards) which illustrates changes in beards, moustaches and sideburns from the 1780s to the present day. The full exhibition can be viewed on the National Portrait Gallery's website: www.portrait.gov.au/site/exhibition_subsite_moshow.php

 

I think this component forms part of the automatic railway grade crossing circuit.

 

Toronto, Canada ~ May 19, 2012.

 

This is connected to the Component [IN] on the back of the TV.

 

Abstract/Digital Artwork by David Monte Cristo

Fine Art, Music, Videos, Live Shows.

Monte Cristo Records

www.MonteCristoRecords.com

A closeup of the Hertz HSK135 speakers in the doors of the Ford F150. The plastic mounting backet was covered with overlapping Dynamat to better deaden and seal the speaker into the door. This is an importan step for much better sound.

 

For more information on what Mobile Edge offers, please check out our website at www.MobileEdgeOnline.com

The North Dakota National Guard's 3662nd Component Repair Company conducted their 2012 annual training at Camp Grafton from June 1-16. The training they conducted included Military Operations in Urban Terrain (MOUT) training, where Soldiers learn to clear buildings and maneuver around obstacles. Other training they conducted while on their 2-week annual training included the roll over trainer, the convoy simulator, land navigation, black out and night vision drivers training, convoy operations and learning rappel tower techniques.

 

For more on the North Dakota National Guard, check out:

Website: www.ndguard.ngb.army.mil

Facebook: www.facebook.com/NDNationalGuard

YouTube: www.youtube.com/NDNationalGuard

Twitter: www.twitter.com/NDNationalGuard

 

Copyright information: www.ndguard.ngb.army.mil/news/pressroom/Pages/Copyright.aspx

 

Some sketchup doodles of a possible paper/cardstock model truck component "systerm".

 

New photo project dedicated to reuse of old electronic components.

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Adaptador conversor BB30 Hollowtech II. Permite montar unas bielas Shimano HT-II de 24mm en un cuadro con pedalier BB30.

 

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Hemos sido Distribuidor de Enduro desde el año 2003. El primer distribuidor de la marca en España. La mayoría de rodamientos NO vienen presentados individualmente en cajita postventa, sino a granel, o bien en tubo de 10 unidades completo en formato OEM.

 

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Imagen: © RMG Wheels & Spokes Lab.

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Image: © RMG Wheels & Spokes Lab.

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PictionID:44806751 - Catalog:14_014045 - Title:Atlas Payload Component - Filename:14_014045.TIF - - - Image from the Convair/General Dynamics Astronautics Atlas Negative Collection. The processing, cataloging and digitization of these images has been made possible by a generous National Historical Publications and Records grant from the National Archives and Records Administration---Please Tag these images so that the information can be permanently stored with the digital file.---Repository: San Diego Air and Space Museum

One can visualize the front forks' stem being extended so the 6" double-shrouded roller supports (and guides) the front of the bike. The outrigger only requires a single-shrouded roller. The rear wheel remains original with side-guide-support-rollers affixed from the cycle's frame.

 

Research shows that railbiking has been around nearly as long as railroads and bicycles. A railbike patent in the U.S. Patent Office database is dated 1869. Scores of patents for railbike systems were filed between 1880 and 1920 around the world.

 

Railbike Website

L’esposizione fotografica Blu Selvaggio è il racconto per immagini del “Giro dei Tre Colli”, un percorso a piedi all’interno del Parco Naturale dell’Everest, in Himalaya. Oltre alla Guida Alpina Internazionale Fabio Iacchini, questo trekking ha coinvolto altri cinque componenti ed un gruppo di alcuni portatori.

Il “Giro dei Tre Colli” affronta tre colli sopra i 5000 mt e ciò permette di godere della vista di 4 vette sopra gli 8000 mt da diverse prospettive: Everest (8848 mt), Cho Oyu (8201 mt) (foto n°6), Lhotse (8516 mt) e Makalu (8841 mt). Personalmente ho portato con me in Nepal due macchine fotografiche: una reflex digitale (Canon D60) e una reflex analogica di grande formato (Hasselblad 500 C/M), con le quali ho cercato di restituire le sensazioni, le forme ed i colori che questi valli meravigliose regalano a chi ha la fortuna di percorrerle.

Siamo partiti dalla caotica Katmandu (1440 mt) alla volta del villaggio di Lukla (2860 mt) con un piccolo aereo e da Lukla abbiamo iniziato il cammino all’interno della valle dell’Everest.

In due giorni abbiamo raggiunto Namche Bazar (3450 mt) per proseguire nella valle di Thame (3829 mt) lungo il sentiero che da millenni collega il Nepal al Tibet attraverso il valico del Nangpa La (5806 mt) (foto n°13). Passata Lundge (4400 mt) abbiamo valicato il primo dei tre colli Renjo La (5340 mt) (foto n°32, 33) per ridiscendere fino al villaggio di Gokyo (4793 mt).

Il giorno seguente abbiamo raggiunto la cima che sovrasta Gokyo, Gokyo Ri (5357 mt), (foto n°18, 31, 34) dalla quale ammirare tre maestosi ottomila con un unico sguardo: Everest (8848 mt), Lhotse (8516 mt) e Cho Oyu (8201 mt).

Passata Dragnac (4700 mt) (foto n°14) e superato il secondo colle, Cho La (5330 mt) (foto n°8, 21, 25, 26), ci siamo diretti al villaggio estivo di Lobuche (4930 mt) (foto n°9, 29) per compiere la salita del Kalapatar Ri (5643 mt) (foto n°11, 24, 28) con relativa e spettacolare visione di Everest e Nupse (7861 mt) e rientrare a Lobuche (foto n°15, 16).

Il terzo colle, Kongma La (5335 mt) (foto n°10, 12, 17, 19, 20, 22, 23, 27, 30) ci ha permesso la visione della grandiosa parete sud del Lhotse prima dell’arrivo prima a Chukhung (4750 mt) e poi al campo base (5150 mt) (foto n°1, 2, 3, 4, 5,7) dell’Island Peak (6189 mt).

Durante il rientro siamo passati dal monastero di Tengboche (3800 mt) prima di raggiungere nuovamente prima Namche, poi Lukla e infine Katmandu.

Durante il percorso il mio set di ottiche per la reflex digitale Canon D60 si è ridotto ad un teleobbiettivo di grande qualità (EF 70-200 mm, f/4L IS USM), apparentemente poco adatto a spazi così immensi, a cui ho alternato le straordinarie qualità ottiche dell’obbiettivo Zeiss 80mm f/2.8 applicato al corpo analogico Hasselblad 500 C/M.

La fotografie sono state stampate su carta fotografica glossy in ambiente Fine Art e in seguito montate su pannelli Leget MDF 2cm presso Colore 2, fotolaboratorio digitale professionale di Milano.

Il risultato si riassume oggi in Blu Selvaggio; con il titolo dell’esposizione ho voluto dare risonanza al colore del cielo himalayano in quanto creatore di luci e contrasti quasi violenti e nel contempo veicolo di pace e armonia per chi lo contempla.

 

The plate on top is the mounting interface between the back of the Mitutoyo digital scale, and the clamping block below it. The top plate is precisely 4.5mm thick, and the four small (3.3mm) holes in the middle are counterbored on the back side to 2mm depth to receive the four #5-40 screws that attach the plate to the back of the Mitutoyo scale.

1 2 ••• 17 18 20 22 23 ••• 79 80