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Some new text-y fabrics I picked up recently. Need to get a shot of all of mine together now.

Cambridge, January 2025.

Type the text you see on the page above in the comments box below. Don't worry about structure, even if the data is in a family tree format. Just type what you see without correcting it. FEEL FREE TO ONLY TRANSCRIBE A SMALL PART OF THE PAGE.

 

If the text is too small to read, consider opening the image in a new window by right clicking on the zoom magnifying glass at the top of the page. In the new window, you can select different image sizes.

 

Your help will make this document more easily "findable" by those who need it.

 

View the entire genealogy digital collection at digital.ncdcr.gov.

Getting a little sun while texting a friend. Life is good.

A collection of 150 exceptional text based logos to showcase different types and styles of logo designs that will be an inspiration for your own design projects

Oct.9,2008 Sara was killed in an auto crash while texting, no seat belt, driving too fast ann drinking; she was killed on impact and only 21 years old. She was a donor, so she gave the gift of life to many.

 

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Norman Rockwell (1894 - 1978)

oil on canvas, 1948

Cover illustration for "The Saturday Evening Post," March 6, 1948

With the cutest Robin EVER

Danse, textes documentaires "Premier Cri" le 23 Juillet 2016 rue de Strasbourg à Chalon-sur-Saône dans le cadre du festival Chalon dans la Rue.

actiondespace.wordpress.com

www.chalondanslarue.com

(+ de photos sur demande : mail@vincentvanhecke.fr)

unsafe texting travis mcfarland

text, shadow, texture, and a pipe. What more could a man want?

Pinus x schwerinii 'Wiethorst' (Johann Wieting, Germany) 2019 photo - Common Name: hybrid pine, Size at 10 years: 6ft., Blue green, USDA Hardiness Zone x, In Garden Bed HR-J20 for 7.8 YEARS (HLG). Planted in 2012.

 

ACS: Pinus x schwerinii 'Wiethorst' is a dwarf selection of Schwerin's pine, an interspecific hybrid of Eastern White pine (P. strobus) and Himalayan pine (P. wallichiana). It is a small, upright-growing tree with fluffy light-green needles displaying silvery undersides. A valuable trait of this tree is that it will produce abundant seed cones at a young age. Expected annual growth is 6 to 8 inches (15 - 20 cm), producing a 6 foot (2 m) tall tree after 10 years in the landscape.

 

This cultivar originated as a witch's broom found by Johann Wieting of Giesselhorst Germany. The cultivar name is actually a combination of the names Wieting and Giesselhorst. This cultivar is very desirable to the conifer collector because it is one of the few existing cultivars of Pinus × schwerinii. It was also one of two plants selected in 2014 for inclusion into the ACS Collectors' Conifer of the Year Program.

 

Location: Michigan State University, Hidden Lake Gardens, Tipton, MI. Harper Collection of Rare & Dwarf Conifers. 42°01'41.4"N 84°06'44.1"W

 

pruh-nuhn-see-ey-shuh n: PI-nus

 

#Pinus #hybridpine

 

Additional photos of this plant:

 

www.flickr.com/search/?user_id=50697352%40N00&sort=da...

 

Satellite View using Google Maps: www.google.com/maps/place/42%C2%B001'41.4%22N+84%C2%B006'...

 

Other plants in Garden HR-J20: www.flickr.com/search/?user_id=50697352%40N00&sort=da...

Aniversário 60 anos - Esquadrilha da Fumaça

(My oldest Son) Texting his friends. Do you text?

(Image: Stencil effect)

The first meeting of Jim Hawkins and Long John Silver.

all is full of love.

Daily Shoot - We all prepare for things every day. Illustrate preparedness in a photograph today.

 

You just never know when you might receive a text. Never leave home without your cell!

  

Roger Huerta sends me a text threat over his ex girlfriends phone.

Pavlo + Marina/ ¿Plim? El texto dice ‘Gracias Manuel Santi, KNCR’, C. Ituzaingó, Montevideo, Uruguay

Reminds me of furtively entering the stereotypical BASIC program into VIC-20s at K-Mart. Also makes me think of this Shane Cooper piece.

  

This is a text animation for the song "Magic Carpet Ride" by Steppenwolf.

 

Motion Graphics

Spring 2011

Texto do Arthur Viana, no site do Amigos da Terra Brasil.

www.amigosdaterrabrasil.org.br/2018/06/25/ao-indio-o-que-...

 

Há dez dias, indígenas Guarani Mbya retomaram suas terras ancestrais no Arado Velho, no bairro Belém Novo, Porto Alegre. Desde então, veem-se ameaçados — inclusive com armas — pelo empreendimento que quer privatizar a área e expulsá-los dali para que deem lugar a duas mil casas em três condomínios de luxo.

 

Foi num sonho que a terra chamou, e isso o homem branco jamais entenderá: ele que insiste em expulsá-los para as periferias de suas cidades barulhentas e poluídas ou cercá-los em um só canto, tirando-os de seus locais sagrados, é surdo já, não escuta; o chamado da terra, porém, impõe-se com clareza a quem sabe ouvir: estava ali, no Arado Velho, bairro Belém Novo, Porto Alegre, a terra usurpada – apenas uma delas. E era hora de retomá-la.

 

Assim que um grupo de Guarani Mbyas navegou pelo Rio Guaíba até as areias sagradas, sabendo ir ao encontro do que sempre procuraram, atentos à convocação do território. Ao desembarcar, o cacique Timóteo Karai Mirim olhou a mata verde e as árvores cobertas de barba de bode — que, ainda que parasitas, deixavam o cenário ainda mais bonito: que alegria!, que tranquilidade!, sentiu, de coração leve. Os pés estavam enfim postos no chão do qual jamais deveriam ter saído. O grupo avançou algumas dezenas de metros e montou acampamento.

 

Contudo, logo nas primeiras noites, aquelas de frio mais intenso, uma visita pouco agradável: homens armados, dizendo-se policiais, ameaçaram os índios e os empurram de volta à orla — área pública na qual os Guaranis se viram cercados. Ali montaram uma vez mais suas barracas, duas lonas azuis grandes seguras por paus de madeira, propiciando algum teto para proteger da chuva. O ataque dos supostos policiais tem explicação: no território ancestral indígena, um empreendimento de luxo pretende construir três condomínios fechados com cerca de duas mil casas; a presença Guarani por óbvio é incômoda.

 

Desde a chegada indígena, na sexta-feira, dia 15/6, seguranças privados circulam pela área, fotografando e filmando a movimentação do grupo e, além disso, a de qualquer pessoa que se aproxime dali, inibindo a chegada de ajuda e doação de roupas e alimentos. Os pescadores da região foram ameaçados para que não façam o transporte de apoiadoras e apoiadores até a área (para que se evite a parte já privatizada, onde a passagem é bloqueada, é necessário que se percorra um trecho pelas águas do Guaíba). O barco que ajudou na travessia dos indígenas foi misteriosamente destruído.

 

O projeto dos condomínios de luxo levanta muitas controvérsias: ainda em 2015, houve uma alteração no Plano Diretor de Porto Alegre para que se ampliasse em 12 vezes o número de casas permitidas na área da Fazenda do Arado Velho, território em disputa. Tal mudança foi feita sem nenhuma consulta popular: não houve sequer uma audiência pública para debater a questão. A decisão arbitrária foi mais tarde suspensa pela Justiça, exatamente pela ausência de participação popular. Também tramita uma acusação de fraude na parte geológica do estudo apresentado pelo empreendimento.

 

Mas a terra chamou, e ela não prioriza os interesses privados de empresas que querem somente o lucro; pelo contrário, protege-se deles: a presença indígena é a garantia da preservação e do equilíbrio ambiental na região. Um empreendimento megalomaníaco, promovendo a mega-concentração de casas, carros e pessoas, além de privatizar a natureza do Arado, tão rica, certamente acabaria por degradar o lugar. Para se ter noção, como o terreno ali é baixo, seria necessário aterrar uma área equivalente a 200 campos de futebol para a construção de ruas e casas — com a utilização de cerca de um milhão de metros cúbicos de terra. E para carregar essa terra toda seriam necessárias 125 mil caçambas de caminhão. O impacto que isso causaria é devastador.

 

Mais que isso, o empreendimento pretende agora expulsar os indígenas de suas terras sagradas: sítios arqueológicos datados da era pré-colonial foram encontrados na região do Arado Velho, com diversos artefatos, ferramentas e cerâmicas típicas dos Guarani, mostrando que ali estavam estabelecidas aldeias inteiras até a invasão do homem branco.

 

Mesmo nas noites frias e escuras, Timóteo não teme o enfrentamento com os interesses de grandes corporações: sabe estar seguro pelo espírito de seus ancestrais, verdadeiros donos do território. Logo na primeira noite na Ponta do Arado Velho, seu tio os viu, cercando o grupo e zelando por eles. Ora, de nada adiantam metralhadoras contra os ventos e trovões e tempestades que o homem branco terá que enfrentar; as balas não podem sangrar a natureza sagrada, e isso Timóteo sabe bem. Por isso, sente-se alegre e tranquilo: é esse o sentimento que descansa no coração daquele que sabe estar em seu lugar, enquanto medo e ameaças fazem sombra no coração do invasor.

 

Olhando as crianças que brincam nas areias, duas delas suas — e todas elas vigiadas ameaçadoramente pelos seguranças privados —, Timóteo esboça um sorriso leve ao dar uma longa tragada em seu petynguá: está exatamente onde deve estar; o chamado da terra fora ouvido. Alegria e tranquilidade mesmo: afinal a retomada, como a própria palavra indica, apenas deu ao índio o que é, e sempre foi, do próprio índio.

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