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A text in english:

Thank you very much, Anhanguera and Cleiber, for the right identification of this male of a Blue Dacnis or Turquoise Honeycreeper (Dacnis cayana).

This bird was photographed in Brasília, Brazil.

 

Blue Dacnis

A text from Wikipedia, the free encyclopedia:

Conservation status

 

Least Concern

Scientific classification

Kingdom: Animalia

Phylum: Chordata

Class: Aves

Order: Passeriformes

Family: Thraupidae

Genus: Dacnis

Species: D. cayana

Binomial name

Dacnis cayana

(Linnaeus, 1766)

The Blue Dacnis or Turquoise Honeycreeper, Dacnis cayana, is a small passerine bird. This member of the tanager family is a resident breeder from Nicaragua to Panama, on Trinidad, and in South America south to Bolivia and northern Argentina.

It occurs in forests and other woodlands. The bulky cup nest is built in a tree and the normal clutch is brown-blotched white two eggs. The female incubates the eggs, but is fed by the male.

The Blue Dacnis is 12.7 cm long and weighs 13 g. It has a relatively short bill compared to other honeycreepers. The adult male is turquoise blue with a black forehead, throat and back. The wings and tail are black edged with turquoise. The female and immature are mainly green with a blue head, paler green underparts and green-edged brown wings.

These are social birds which eat mainly insects gleaned from foliage, flowers or bromeliads. Fruit is often taken and usually swallowed whole, but nectar is rarely consumed. The Blue Dacnis’s call is a fruit thin tsip.

References

* BirdLife International (2004). Dacnis cayana. 2006 IUCN Red List of Threatened Species. IUCN 2006. Retrieved on 12 May 2006. Database entry includes justification for why this species is of least concern

* ffrench, Richard (1991). A Guide to the Birds of Trinidad and Tobago, 2nd edition, Comstock Publishing. ISBN 0-8014-9792-2.

* Hilty, Steven L (2003). Birds of Venezuela. London: Christopher Helm. ISBN 0-7136-6418-5.

 

Um texto em português:

Muito obrigado ao Anhanguera e ao Cleiber pela correta identificação deste macho de Saí-azul (Dacnis cayana). Este pássaro foi fotografado em Brasília, Brasil.

Macho de Saí-azul

Nome Científico: Dacnis cayana Nome Comum: Saí-bico-fino, Saí-bicudo

Distribuição: Ocorre em todas regiões do Brasil

Habitat: Vive à beira da mata em várias altitudes, copas de mata alta

Características: 13,0cm de comprimento, 16g.Relativamente pouco dependente de flores.Seu canto é um gorjear fraco.

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I obsessively collect fortunes. Whenever I see my parents, they hand over a trove of paperclipped forturnes: these were from the newest batch.

 

Note to self: someday I need to figure out what to do with hundreds of fortunes, since I cannot toss them out.

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© Steven Pham Photography 2009

Spent an afternoon at Nicki's work and spent a few minutes trying on some of the costumes.

A text In English:

The Swallow-tailed Hummingbird, so called from its forked tail, is one of the largest hummingbirds in cities and gardens, but it also occurs in gallery forests, bushy pastures and edges of woods or coppices. It is green, except for the blue head and upper breast, turning to iridescent purple according to the direction of light; it has dark wings and a heavy black bill. The tail is dark blue with the external feathers longer than central ones. It is very aggressive and attacks other hummingbirds that dare to visit flowers in certain trees. Where the flowers are available for many months, the individual is fiercely territorial, but generally needs to search soon for other flowering plants. It flies to catch small insets on or under leaves in the gallery forests or woodlands. The female builds a small cup-shaped nest saddled on a branch, not far from the main trunk in the shade of leaves. Perched on favorite branches, the male can utter long but low chirps. Once in a while, it interrupts these singing sessions to feed, and flies back for more song or to clean the plumage. They occur from the Guianas and Amazon River to Paraguay and southeastern Peru. They can get along with partially deforested zones, but may disappear with intensive agriculture and with the development of treeless cities.

 

Um texto em Português:

Beija-flor Tesoura (Eupetomena macroura), fotografado em Brasília-DF, Brasil.

Eupetomena macroura (Gmelin, 1788): tesoura; swallow-tailed hummingbird c.

Destaca-se das espécies estudadas pelo maior porte e pela cauda comprida e bifurcada, o que lhe valeu o nome popular. Como é comum entre os beija-flores, é uma espécie agressiva que disputa com outras o seu território e fontes de alimento.

Nidificação: o ninho, em forma de tigela, é assentado numa forquilha de arbusto ou árvores, a cerca de 2 a 3 m do solo. O material utilizado na construção é composto por fibras vegetais incluindo painas, musgos e liquens, aderidos externamente com teias de aranhas.

Hábitat: capoeiras, cerrados, borda de matas e jardins.

Tamanho: 17,0 cm

A SEGUIR UM TEXTO ENCONTRADO E REPRODUZIDO DO ENDEREÇO nationalgeographic.abril.uol.com.br/ng/edicoes/83/reporta... DA NATIONAL GEOGRAFIC:

 

Prodígios da micro-engenharia, os beija-flores são os campeões dos pesos-leves entre as aves

Uma faísca safira, um frêmito de asas, e o minúsculo pássaro - ou seria um inseto? - some como miragem fugaz. Reaparece instantes depois, agora num ângulo melhor. É pássaro mesmo, um dervixe do tamanho do meu polegar com asas que batem 80 vertiginosas vezes por segundo, produzindo um zumbido quase inaudível. As penas da cauda, à guisa de leme, delicadamente direcionam o vôo em três direções. Ele fita a trombeta de uma vistosa flor alaranjada e do bico fino como agulha projeta uma língua delgada feito linha. Um raio de Sol ricocheteia de suas penas iridescentes. A cor refletida deslumbra como uma pedra preciosa contra uma janela ensolarada. Não admira que os beija-flores sejam tão queridos e que tanta gente já tenha tropeçado ao tentar descrevê-los. Nem mesmo circunspectos cientistas resistem a termos como "belo", "magnífico", "exótico".

Surpresa maior é o fato de o aparentemente frágil beija-flor ser uma das mais resistentes criaturas do reino animal. Cerca de 330 espécies prosperam em ambientes diversos, muitos deles brutais: do Alasca à Argentina, do deserto do Arizona à costa de Nova Scotia, da Amazônia à linha nevada acima dos 4,5 mil metros nos Andes (misteriosamente, essas aves só são encontradas no Novo Mundo).

"Eles vivem no limite do que é possível aos vertebrados, e com maestria", diz Karl Schuchmann, ornitólogo do Instituto Zoológico Alexander Koenig e do Fundo Brehm, na Alemanha. Schuchmann ouviu falar de um beija-flor que viveu 17 anos em cativeiro. "Imagine a resistência de um organismo de 5 ou 6 gramas para viver tanto tempo!", diz ele espantado. Em média, o minúsculo coração de um beija-flor bate cerca de 500 vezes por minuto (em repouso!). Assim, o desse pequeno cativo teria batido meio bilhão de vezes, quase o dobro do total de uma pessoa de 70 anos.

Mas esses passarinhos são duráveis apenas em vida. Quando morrem, seus ossos delicados e ocos quase nunca se fossilizam. Daí o assombro causado pela recente descoberta de um amontoado de fósseis de aves que talvez inclua um beija-flor ancestral de 30 milhões de anos. Como os beija-flores modernos, os espécimes fósseis tinham o bico longo e fino e os ossos superiores das asas mais curtos, terminando em uma saliência arredondada que talvez lhes permitisse fazer a rotação na articulação do ombro e parar no ar.

A outra surpresa foi o local do achado: no sul da Alemanha, longe do território dos beija-flores atuais. Para alguns cientistas, essa descoberta mostra que já existiram beija-flores fora das Américas, mas se extinguiram. Ou quem sabe os fósseis não fossem de beija-flor. Os céticos, entre eles Schuchmann, afirmam que muitas vezes, ao longo da evolução, outros grupos de aves adquiriram características semelhantes às do beija-flor. Os verdadeiros beija-flores, diz Schuchmann, evoluíram nas florestas do leste do Brasil, onde competiam com insetos pelo néctar das flores.

"O Brasil foi o laboratório do protótipo", diz o ornitólogo. "E o modelo funcionou." O beija-flor tornou-se a obra-prima da microengenharia da natureza. Aperfeiçoou sua habilidade de parar no ar há dezenas de milhões de anos para competir por parte das flores do Novo Mundo.

"Eles são uma ponte entre o mundo das aves e o dos insetos", diz Doug Altshuler, da Universidade da Califórnia em Riverside. Altshuler, que estuda o vôo dos beija-flores, examinou os movimentos das asas do pássaro. Observou que, nele, os impulsos elétricos propulsores dos músculos das asas lembram mais os dos insetos que os das aves. Talvez por isso o beija-flor produza tanta energia por batida de asas: mais, por unidade de massa, que qualquer outro vertebrado. Altshuler também analisou os trajetos neurais do beija-flor, que funcionam com a mesma vertiginosa velocidade encontrada nas aves mais ágeis, como seu primo mais próximo, o andorinhão. "São incríveis; uns pequenos Frankesteins", compara.

Certamente eles sabem intimidar: grama por grama, talvez sejam os maiores confrontadores da natureza. "O vocabulário do beija-flor deve ser 100% composto de palavrões", graceja Sheri Williamson, naturalista do Southeastern Arizona Bird Observatory. A agressão do beija-flor nasce de ferozes instintos territoriais moldados à necessidade de sugar néctar a cada poucos minutos. Os beija-flores competem desafiando e ameaçando uns aos outros. Postam-se face a face no ar, rodopiam, mergulham na direção da grama e voam de ré, em danças de dominância que terminam tão subitamente quanto começam.

O melhor lugar para vermos tais batalhas é nas montanhas, especialmente no Equador, em que ricos ecossistemas se apresentam em suas várias altitudes. Sheri supõe que o sentido norte-sul das cordilheiras americanas também crie rotas favoráveis à migração para onde haja constante suprimento de flores. O que contrasta, diz ela, com as barreiras naturais que se estendem de leste a oeste na África, como o Saara e o Mediterrâneo.

Algumas espécies de beija-flor, porém, adaptaram-se a atravessar vastidões planas, onde o alimento é escasso. Antes de sua intrépida migração da primavera para os Estados Unidos e o Canadá, os beija-flores-de-garganta-vermelha reúnem-se no México e empanturram-se de insetos e néctar. Armazenam gordura e duplicam de peso em uma semana. Em seguida, atravessam o golfo do México, voando 800 quilômetros sem escalas por 20 horas, até a costa distante.

A região próxima à linha do equador é um reino de beija-flores. Quem sai do aeroporto de Quito, no Equador, pode ser logo saudado por um cintilante beija-flor-violeta, com pintura de guerra de manchas púrpura iridescentes nos lados da face. A leste da cidade, nas cabeceiras da bacia Amazônica, o beija-flor-bico-de-espada esvoaça na mata portando o bico mais longo de todas as aves em proporção a seu tamanho: mais de metade do comprimento total do animal. Nas encostas do Cotopaxi, um vulcão ao sul de Quito, o beija-flor-do-chimborazo foi avistado acima dos 4,5 mil metros. Ali ele passa a noite entorpecido em cavernas, pois desacelera seu ritmo metabólico o suficiente para não morrer de fome antes de amanhecer. Mais tarde, aquecido pelo Sol, ele recomeça a se alimentar.

"Quem estuda beija-flores fica irremediavelmente enfeitiçado", diz Sheri Williamson. "São criaturinhas sedutoras. Tentei resistir, mas agora tenho sangue de beija-flor correndo nas veias."

Canon EOS 50D

www.flickr.com/map/?&fLat=-15.827534&fLon=-47.928...

L'histoire du château débute dans les textes en 1216. Il appartient au vicomte Adam II de Melun (« de Chailly ») et se réduit à un manoir seigneurial à enceinte irrégulière.

 

Au xive siècle, le château est fortement modifié avec de nouvelles fortifications et structures de défense : un fossé est creusé et une nouvelle tour-porte, avec pont-levis à flèches, est percée dans le mur d'enceinte. Les rois Charles V (de 1364 à 1380) et Charles VI (de 1380 à 1422) financent aux propriétaires successifs du château, les comtes de Tancarville Jean II et son petit-fils Guillaume IV, les aménagements du château fort. Un donjon haut, défendu par deux ponts-levis, est édifié. L'enceinte est modifiée par l'ajout de nouvelles tours et de courtines neuves. Toutes ces modifications ont lieu durant la Guerre de Cent Ans.

 

Cependant, le château de Blandy-les-Tours fut agrandi au xvie siècle par François II d'Orléans-Longueville. Le château devient dès lors une demeure de plaisance. Marie de Clèves s'y marie en 1572 en présence du futur Henri IV. Mais le château change souvent de propriétaire et se détériore progressivement devenant "la ferme des tours". En 1707, le maréchal de Villars, propriétaire du château de Vaux-le-Vicomte, achète la terre et le château de Blandy. Les communs de Vaux-le-Vicomte ayant essuyé un incendie, le maréchal décide d'utiliser le château de Blandy pour la reconstruction des communs. Non seulement il fait étêter toutes les tours médiévales et réemploie les charpentes à Vaux, mais encore il fait abattre les courtines pour combler les fossés. Le château est transformé en ferme ce qui accélère sa ruine. Les toitures des corps de logis s'écroulent, les parapets sont détruits, la grande tour-porte éventrée pour agrandir l'accès.

 

En 1764, le château est revendu à Choiseul, ministre de Louis XV. Vient la Révolution française. Le château n'est pas inquiété car il ne présente plus aucun signe de féodalité.

 

En 1883, la commune de Blandy le rachète grâce à un don généreux de son maire Pierre-Charles Tuot. Cette enceinte ruinée et vide de tout bâtiment est alors classée monument historique en 1889.

 

À partir des années 1970, des associations de bénévoles engagent les premiers travaux de sauvegarde du château.

 

Acquis par le Conseil général de Seine-et-Marne en 1992, le château a fait l'objet depuis cette date d'un projet complet de restauration conçu et mis en œuvre par Jacques Moulin, Architecte en chef des monuments historiques, qui a réellement permis de rendre vie au monument en lui trouvant une affectation et en l'ouvrant au public.

 

En septembre 2007, pendant les journées du patrimoine, le château a été rouvert au public après deux ans de travaux.

A quote from the video game Destory All Humans

I love that my 83 year-old Grandma is trying out texting!

Session von Johannes Haupt

 

Foto: Andrea Kamphuis (www.ak-text.de)

The phone gets more attention than the drinks at Grendel's Den, Cambridge, MA.

Artist: Rebecca Wells

Title: Textile, Agriculture & Architecture - Trace & Memory

Materials:

 

MA Exhibition 2008 - MA Textile Culture

Norwich University College of the Arts

Norwich, Norfolk, England, UK

Wednesday 3 September to Tuesday 9 September 2008

I created this cool text effect in Photoshop :)

Boxing day dip and drinks

Figueira da Foz, Portugal, August 28, 1988.

I Heard A Voice: The Art of Lesley Dill

October 10-December 27, 2009

 

For the last twenty years, Lesley Dill has consistently explored the human form, sensory experience, language, and their interactions. Her work can be both ephemeral and spiritual. She uses bronze, photography, poetry, thread, wire, and paper to sculpt her figures and build her tapestries, giving visual form to poetic texts by Salvador Espriu, Franz Kafka, and Emily Dickinson. Recurring motifs, such as leaves, hands, and text, flow through the pieces, bringing together the artist's explorations of the last decade. This exhibition includes roughly 30 works that highlight Dill's dramatic, sculptural installations. This exhibition is organized by the Hunter Museum of American Art, Chattanooga, Tennessee, in conjunction with George Adams Gallery, NY. Nandini Makrandi, Curator of Contemporary Art at the Hunter Museum, curated this exhibition.

石田真弓 展 -対の森-(ついのもり)

2018.9/10(月)ー15(土) 11:30am~7:00pm ( 最終日 5:00pm )

会場:ギャラリー檜e / 京橋

We've had quite a climb to get this far. but there is still another 6/10 mile to go before we turn around and head back to the parking lot.

fragments of the greek translation

Camera: Rolleiflex Automat 3.5 (1952)

Film: Ilford Pan-f 50

From Hope and Other Dangerous Pursuits, Laila Lalami

개발을 위한 좋은 툴, 서브라임텍스트 사용법

the Italian Futurism exhibition at the Guggenheim

Another out of context shot. Shot at Comic Con 2009 in San Diego, CA.

Illustrate what the word vision means to you. Either be literal or interpret it broadly and artistically.

Had fun taking this - I literally had no vision Taking pictures of my glasses meant my eyesight resembled the out of focus bit in the DOF. However was quite pleased with the outcome

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