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Implementing Stakeholder Capitalism (Option 2)

Geneva - Switzerland, 25-29 January 2021. Copyright ©️ World Economic Forum/Pascal Bitz

 

Klaus Schwab, Founder and Executive Chairman, World Economic Forum

Marc Benioff, Chair and Chief Executive Officer, Salesforce, USA; Member of Board of Trustees of the World Economic Forum Laurence D. Fink, Chairman and Chief Executive Officer, BlackRock, USA; Member of Board of Trustees of the World Economic Forum Chrystia Freeland, Deputy Prime Minister and Minister of Finance of Canada; Member of Board of Trustees of the World Economic Forum Kristalina Georgieva, Managing Director, International Monetary Fund (IMF), Washington DC; Member of Board of Trustees of the World Economic Forum

Brian T. Moynihan, Chairman and Chief Executive Officer, Bank of America, USA; Chair of the World Economic Forum International Business Council; International Business Council

Moderated by Gillian R. Tett, Editor-at-Large and Chair of the Editorial Board, Financial Times, United Kingdom

The Engine Module Supervisor from the Inland Northwest National Wildlife Refuge Complex works with fire fighters from Spokane Valley Fire Department during ignition activities. Photo credit: Ken Meinhart, USFWS.

Implementing Stakeholder Capitalism (Option 2)

Geneva - Switzerland, 25-29 January 2021. Copyright ©️ World Economic Forum/Pascal Bitz

 

Klaus Schwab, Founder and Executive Chairman, World Economic Forum

Marc Benioff, Chair and Chief Executive Officer, Salesforce, USA; Member of Board of Trustees of the World Economic Forum Laurence D. Fink, Chairman and Chief Executive Officer, BlackRock, USA; Member of Board of Trustees of the World Economic Forum Chrystia Freeland, Deputy Prime Minister and Minister of Finance of Canada; Member of Board of Trustees of the World Economic Forum Kristalina Georgieva, Managing Director, International Monetary Fund (IMF), Washington DC; Member of Board of Trustees of the World Economic Forum

Brian T. Moynihan, Chairman and Chief Executive Officer, Bank of America, USA; Chair of the World Economic Forum International Business Council; International Business Council

Moderated by Gillian R. Tett, Editor-at-Large and Chair of the Editorial Board, Financial Times, United Kingdom

Implementing Stakeholder Capitalism (Option 2)

Geneva - Switzerland, 25-29 January 2021. Copyright ©️ World Economic Forum/Pascal Bitz

 

Klaus Schwab, Founder and Executive Chairman, World Economic Forum

Marc Benioff, Chair and Chief Executive Officer, Salesforce, USA; Member of Board of Trustees of the World Economic Forum Laurence D. Fink, Chairman and Chief Executive Officer, BlackRock, USA; Member of Board of Trustees of the World Economic Forum Chrystia Freeland, Deputy Prime Minister and Minister of Finance of Canada; Member of Board of Trustees of the World Economic Forum Kristalina Georgieva, Managing Director, International Monetary Fund (IMF), Washington DC; Member of Board of Trustees of the World Economic Forum

Brian T. Moynihan, Chairman and Chief Executive Officer, Bank of America, USA; Chair of the World Economic Forum International Business Council; International Business Council

Moderated by Gillian R. Tett, Editor-at-Large and Chair of the Editorial Board, Financial Times, United Kingdom

Paranapiacaba: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por concessão, um grupo inglês explorou o sistema ferroviário na Serra do Mar. E o primeiro sistema implementado foi o sistema funicular: com cabos e máquinas fixas. A primeira linha, com onze quilômetros de extensão, foi inaugurada em 1867 pelo grupo São Paulo Railway. Ela começou a ser construída em 1862 e teve como um dos maiores acionistas e idealizadores o lendário Barão de Mauá. Em 1859, ele chamou o engenheiro ferroviário britânico James Brunlees, que veio ao Brasil e deu viabilidade ao projeto. A execução de tal projeto foi de responsabilidade de outro engenheiro inglês, Daniel Makinson Fox. Um ponto curioso é que pela instabilidade do terreno, a construção da estrada de ferro foi quase artesanal. Não se utilizou explosivos por medo de desmoronamento. As rochas foram cortadas com talhadeiras e pequenas ferramentas manuais. Paredões de até 3 metros e 20 centímetros de altura foram construídos ao logo do traçado da estrada de ferro. A segunda linha começou a funcionar em 1900. Além de dar mais força ao sistema, os cabos e as máquinas fixas economizam energia para a operação dos trens. No entanto, vários acidentes eram registrados, principalmente pelo rompimento dos cabos. Havia uma espécie de freio, a tenaz, que agarrava os cabos para evitar a saída dos trens dos trilhos. Nem sempre o sistema, no entanto, funcionava de maneira satisfatória. Em 1956, um grande acidente foi evitado pelo maquinista na época, Romão Justo Filho, nascido em Paranapiacaba no mês de março de 1911, filho de maquinista também. Se a composição descarrilasse, cerca de 150 pessoas poderiam perder a vida. Através da utilização correta do sistema da tenaz, Romão foi “agarrando” aos poucos o cabo até que o trem parasse.

Os cabos do locobreque levavam desenvolvimento e riqueza para a região do ABC Paulista e de Santos. Tanto é que a companhia inglesa criou em 1896 uma vila essencialmente de ferroviários, com construções de madeira no estilo inglês. Em 1907, a Vila foi chamada de Paranapiacapa, mas até 1945 a estação continuou a ser chamada de Alto da Serra. A Vila possuía todos os recursos da época para os maquinistas, fiscais e “foguistas” – responsáveis pela alimentação da fornalha da máquina fixa e da máquina dos trens. Além de um mercado, de um posto de saúde, de um vagão-ambulância e até um vagão funerário, onde o velório era feito dentro da composição entre Santos e Paranapiacaba, os funcionários possuíam um centro de recreação, o União Lira Serrano, e um Campo de Futebol. No União Lira Serrano eram exibidos filmes, shows musicais e realizados bailes temáticos. A concessão da linha da Serra do Mar não foi apenas glórias e desenvolvimento. Fatos até hoje não explicados satisfatoriamente marcaram a história dos trilhos por onde circularam os Locobreques. Exemplos são os incêndios da Estação da Luz, dois dias antes da primeira etapa da concessão dos ingleses terminar, em 1946, e na velha estação de Paranapiacaba, em 1981. Antes mesmo do incêndio, a estação já havia sido desativada em 1977 e substituída pelo prédio atual. O relógio estilo inglês foi poupado no incêndio e deslocado para uma torre mais alta que a anterior. Nos dois incêndios, tanto na Estação da Luz quanto em Paranapiacaba, a suspeita principal é de motivação criminosa. Milhões de reais foram gastos para a reconstrução da Estação da Luz, que passou por décadas ainda sentido os efeitos do incêndio. Tanto é que ela teve de ser restaurada. A obra de restauração completa foi entregue somente em 2004, data dos 450 anos da cidade de São Paulo. A Estação da Luz teve três etapas fundamentais: Ela foi inaugurada em 1867, num pequeno prédio na região central da capital paulista. A demanda de passageiros foi aumentando aos poucos, e cerca de 15 anos depois o pequeno prédio foi demolido e um outro maior foi construído. A cidade crescia muito rapidamente e a estação teve de aumentar ainda mais. Em 1890 começaram as obras da estação na configuração atual. Em 1900, o segundo prédio antigo foi demolido e em 1901, a nova estação foi inaugurada. Obras constantes de modificações e ampliações foram realizadas ao longo das décadas na Estação da Luz, já que além da demanda de passageiros ser maior, o número de linhas férreas urbanas também cresceu. Antes mesmo do Locobreque, na Serra do Mar, uma primitiva máquina de madeira, também tracionada por cabos fazia o transporte entre os cinco patamares. Era a Serrabreque. Durante a operação da Serrabreque, Barão de Mauá era um dos administradores. Posteriormente, na vila de Paranapiacaba, os ingleses, no alto de uma subida, construíram uma mansão, que servia de centro de controle operacional. Apelidada pelos ferroviários de "Castelinho", a posição do local proporcionava uma privilegiada visão do sistema e de toda a estrutura da vila de Paranapiacaba. O sistema ferroviário da Serra do Mar era composto por diversos túneis, que eram alvos de lendas e histórias assombradas disseminadas pelos próprios ferroviários. Algumas dessas lendas tiveram origem no fato de muitos operários terem morrido na construção desses túneis.

Pátio ferroviário, estações e relógio:

A São Paulo Railway inaugurou sua linha férrea em 16 de fevereiro de 1867. Servia como transporte de passageiros e meio de localizada na então freguesia de São Bernardo. No ano de 1898, foi erguida uma nova estação com madeira, ferro e telhas francesas trazidos da Inglaterra. Esta estação tinha, como característica principal, o grande relógio fabricado pela Johnny Walker Benson, de Londres, que se destacava no meio da neblina muito comum naquela região. Com o aumento do volume e peso da carga transportada, foi iniciada em 1896 a duplicação da linha férrea, paralela à primeira, a fim de atender à crescente demanda. Essa nova linha, também denominada de Serra Nova, era formada por 5 planos inclinados e 5 patamares, criando um novo sistema funicular. Os assim chamados novos planos inclinados atravessavam 11 túneis em plena rocha, enfrentando o desnível de 796 metros que se iniciava no sopé da serra, em Piaçagüera, no município de Cubatão. O traçado da ferrovia foi retificado e suavizado e ampliaram-se os edifícios operacionais. A inauguração deu-se em 28 de dezembro de 1901. A primeira estação foi desativada e reutilizada, posteriormente, como cooperativa dos planos inclinados. A 15 de julho de 1945, a "Estação do Alto da Serra" passa a se denominar "Estação de Paranapiacaba". A 13 de outubro de 1946, a São Paulo Railway foi encampada pela União, criando-se a "Estrada de Ferro Santos-Jundiaí". Somente em 1950 a rede passa a unir-se à Rede Ferroviária Federal. Em 1974, é inaugurada o sistema de cremalheira aderência. No ano de 1977, a segunda estação foi desativada, dando lugar à atual estação. O relógio foi transferido do alto da estação anterior para a base de tijolo de barro atual. A 14 de janeiro de 1981, ocorreu um incêndio na antiga estação, destruindo-a completamente. O sistema funicular foi desativado em 1982. Em 2010, o Correio fez lançamento de selo postal ostentando o patrimônio ferroviário de Paranapiacaba.

Museu do funicular:

Trata-se da exibição das máquinas fixas do quinto patamar da segunda linha e a do quarto patamar da primeira linha, que transportavam o trem por meio do sistema funicular.

No museu, há, também, a exposição de diversos objetos de uso ferroviário, fotos e fichas funcionais de muitos ex-funcionários da ferrovia.

O locobreque:

O "locobreque" tinha a função de frear a composição na descida da serra e simultaneamente empurrava outra composição que subia. O cabo entre as duas máquinas passava por uma grande roda volante, chamada de "máquina-fixa" que ficava em cada um dos cinco patamares. Do nome inglês original, loco-brake, a máquina funcionava pela queima de carvão ou madeira numa fornalha, abastecida pelo foguista, que trabalhava ao lado do maquinista. As máquinas "locobreque" foram construídas em 1901 por Robert Stephenson & Co. Ltd. O sistema funicular proporcionava maior economia de energia gasta pelo "locobreque" e possibilitava o desempenho do trem nos aclives e declives. Havia uma inclinação de 8 graus entre cada um dos cinco patamares. Quando subia a Serra do Mar, o "locobreque" empurrava os vagões, que ficavam na frente da máquina. Quando descia, ele segurava os vagões, que ficavam atrás da máquina. Como o trem não tinha marcha-ré, havia um sistema chamado popularmente de "viradouro", através do qual os funcionários invertiam o sentido da locomotiva, girando a máquina em torno de si mesma. Antes do "locobreque" havia uma primitiva máquina de madeira, também tracionada por cabos, que fazia o transporte entre os cinco patamares. Era o "serrabreque". Durante a operação do "serrabreque", o Barão de Mauá ainda era um dos financistas da companhia. Até a metade do século XX, o transporte ferroviário era sinônimo de luxo. E um dos marcos foi o trem Cometa, que fazia a linha Santos – São Paulo. O trem possuía serviço de bordo e poltronas leito, como as de ônibus. Além dele, também havia os trens Estrela, Planeta e Litorina (Semi-luxo).

Museu do castelo:

Essa residência, também denominada de "Castelinho", situa-se entre a Vila Velha e a Vila Martin Smith. Localizada no alto de uma colina, com uma excelente vista privilegiada para toda a vila ferroviária, foi construída por volta de 1897 para ser a residência do engenheiro-chefe, que gerenciava o tráfego de trens na subida e descida da Serra do Mar, o pátio de manobras, as oficinas e os funcionários residentes na vila. Sua imponência simbolizava a liderança e a hierarquia que os ingleses impuseram a toda a vila; ela é avistada de qualquer ponto de Paranapiacaba. Dizia-se que de suas janelas voltadas para todos os lados de Paranapiacaba, o engenheiro-chefe fiscalizava a vida de seus subordinados, não hesitando em demitir qualquer solteiro que estivesse nas imediações das casas dos funcionários casados. No decorrer de mais de um século de uso, foram feitas várias reformas e tentativas de recuperação de seu aspecto original; as maiores reformulações foram realizadas nas décadas de 1950 e 1960. Foi restaurado pela prefeitura de Santo André em parceria com a World Monuments Fund.

Casas dos engenheiros:

Característica da arquitetura hierarquizada de Paranapiacaba, as casas habitadas pelos engenheiros e suas famílias eram de alto padrão. Grandes e avarandadas, foram construídas em madeira nos tempos da São Paulo Railway, com plantas baixas individualizadas; depois, em alvenaria nos tempos da Rede Ferroviária Federal, com mesmo padrão de plantas. Muitas sofreram reformas em vários momentos, principalmente com a chegada da RFFSA. Uma das caracteríticas que chama a atenção é a cobertura do imóvel, pois somente com estudos elaborados pelos conselhos de reconhecimento, concluiu-se que o material das telhas não era ardósia, e sim fibrocimento, introduzidos provavelmente a partir da década de 50 entre alguma das reformas que sofreram.

Casas de solteiros:

Características da arquitetura hierarquizada de Paranapiacaba, as casas de solteiros eram conhecidas como barracos. Foram construídas em madeira, exceto duas em alvenaria. Essa tipologia foi criada pela São Paulo Railway, e a Rede Ferroviária Federal deu continuidade, construindo-as em alvenaria. A planta dessas casas possui

dormitórios, sanitários e cozinha para pequenas refeições, serviam para alojar o grande fluxo de homens solteiros, que preenchiam as vagas de ferroviários. Havia poucos sanitários e chuveiros, já que os trabalhadores se revezavam em turnos.

 

Kate taught chess rules during her math class today.

 

What started out two or three students ended up being a crowd. Kate taught the rules of chess during her math class. It's going over well.

 

Today was a great day at the Fab Lab. The students were asking me what I games I liked to play, and I said chess. I've been wanting to make a chess set with the laser cutter anyway.

 

We designed up a simple chess set that would fit 8 sets on the 24" x 12" laser cutter and cut them out. We pulled together a group to peel of the backings and to make boards.

 

Our first inclination was to use the chess piece negatives as a board stencil. The idea was to tape them off and spray paint, but we ran out of spray paint and so used markers. In practice we decided to go checker board.

 

The lessons went into darkness, and the students were using LED lights to keep playing.

 

A good day.

Persistent URL: digital.lib.muohio.edu/u?/tradecards,3411

 

Subject (TGM): Men; Agricultural machinery & implements; Agricultural laborers; Farmers; Plows;

Paranapiacaba: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por concessão, um grupo inglês explorou o sistema ferroviário na Serra do Mar. E o primeiro sistema implementado foi o sistema funicular: com cabos e máquinas fixas. A primeira linha, com onze quilômetros de extensão, foi inaugurada em 1867 pelo grupo São Paulo Railway. Ela começou a ser construída em 1862 e teve como um dos maiores acionistas e idealizadores o lendário Barão de Mauá. Em 1859, ele chamou o engenheiro ferroviário britânico James Brunlees, que veio ao Brasil e deu viabilidade ao projeto. A execução de tal projeto foi de responsabilidade de outro engenheiro inglês, Daniel Makinson Fox. Um ponto curioso é que pela instabilidade do terreno, a construção da estrada de ferro foi quase artesanal. Não se utilizou explosivos por medo de desmoronamento. As rochas foram cortadas com talhadeiras e pequenas ferramentas manuais. Paredões de até 3 metros e 20 centímetros de altura foram construídos ao logo do traçado da estrada de ferro. A segunda linha começou a funcionar em 1900. Além de dar mais força ao sistema, os cabos e as máquinas fixas economizam energia para a operação dos trens. No entanto, vários acidentes eram registrados, principalmente pelo rompimento dos cabos. Havia uma espécie de freio, a tenaz, que agarrava os cabos para evitar a saída dos trens dos trilhos. Nem sempre o sistema, no entanto, funcionava de maneira satisfatória. Em 1956, um grande acidente foi evitado pelo maquinista na época, Romão Justo Filho, nascido em Paranapiacaba no mês de março de 1911, filho de maquinista também. Se a composição descarrilasse, cerca de 150 pessoas poderiam perder a vida. Através da utilização correta do sistema da tenaz, Romão foi “agarrando” aos poucos o cabo até que o trem parasse.

Os cabos do locobreque levavam desenvolvimento e riqueza para a região do ABC Paulista e de Santos. Tanto é que a companhia inglesa criou em 1896 uma vila essencialmente de ferroviários, com construções de madeira no estilo inglês. Em 1907, a Vila foi chamada de Paranapiacapa, mas até 1945 a estação continuou a ser chamada de Alto da Serra. A Vila possuía todos os recursos da época para os maquinistas, fiscais e “foguistas” – responsáveis pela alimentação da fornalha da máquina fixa e da máquina dos trens. Além de um mercado, de um posto de saúde, de um vagão-ambulância e até um vagão funerário, onde o velório era feito dentro da composição entre Santos e Paranapiacaba, os funcionários possuíam um centro de recreação, o União Lira Serrano, e um Campo de Futebol. No União Lira Serrano eram exibidos filmes, shows musicais e realizados bailes temáticos. A concessão da linha da Serra do Mar não foi apenas glórias e desenvolvimento. Fatos até hoje não explicados satisfatoriamente marcaram a história dos trilhos por onde circularam os Locobreques. Exemplos são os incêndios da Estação da Luz, dois dias antes da primeira etapa da concessão dos ingleses terminar, em 1946, e na velha estação de Paranapiacaba, em 1981. Antes mesmo do incêndio, a estação já havia sido desativada em 1977 e substituída pelo prédio atual. O relógio estilo inglês foi poupado no incêndio e deslocado para uma torre mais alta que a anterior. Nos dois incêndios, tanto na Estação da Luz quanto em Paranapiacaba, a suspeita principal é de motivação criminosa. Milhões de reais foram gastos para a reconstrução da Estação da Luz, que passou por décadas ainda sentido os efeitos do incêndio. Tanto é que ela teve de ser restaurada. A obra de restauração completa foi entregue somente em 2004, data dos 450 anos da cidade de São Paulo. A Estação da Luz teve três etapas fundamentais: Ela foi inaugurada em 1867, num pequeno prédio na região central da capital paulista. A demanda de passageiros foi aumentando aos poucos, e cerca de 15 anos depois o pequeno prédio foi demolido e um outro maior foi construído. A cidade crescia muito rapidamente e a estação teve de aumentar ainda mais. Em 1890 começaram as obras da estação na configuração atual. Em 1900, o segundo prédio antigo foi demolido e em 1901, a nova estação foi inaugurada. Obras constantes de modificações e ampliações foram realizadas ao longo das décadas na Estação da Luz, já que além da demanda de passageiros ser maior, o número de linhas férreas urbanas também cresceu. Antes mesmo do Locobreque, na Serra do Mar, uma primitiva máquina de madeira, também tracionada por cabos fazia o transporte entre os cinco patamares. Era a Serrabreque. Durante a operação da Serrabreque, Barão de Mauá era um dos administradores. Posteriormente, na vila de Paranapiacaba, os ingleses, no alto de uma subida, construíram uma mansão, que servia de centro de controle operacional. Apelidada pelos ferroviários de "Castelinho", a posição do local proporcionava uma privilegiada visão do sistema e de toda a estrutura da vila de Paranapiacaba. O sistema ferroviário da Serra do Mar era composto por diversos túneis, que eram alvos de lendas e histórias assombradas disseminadas pelos próprios ferroviários. Algumas dessas lendas tiveram origem no fato de muitos operários terem morrido na construção desses túneis.

Pátio ferroviário, estações e relógio:

A São Paulo Railway inaugurou sua linha férrea em 16 de fevereiro de 1867. Servia como transporte de passageiros e meio de localizada na então freguesia de São Bernardo. No ano de 1898, foi erguida uma nova estação com madeira, ferro e telhas francesas trazidos da Inglaterra. Esta estação tinha, como característica principal, o grande relógio fabricado pela Johnny Walker Benson, de Londres, que se destacava no meio da neblina muito comum naquela região. Com o aumento do volume e peso da carga transportada, foi iniciada em 1896 a duplicação da linha férrea, paralela à primeira, a fim de atender à crescente demanda. Essa nova linha, também denominada de Serra Nova, era formada por 5 planos inclinados e 5 patamares, criando um novo sistema funicular. Os assim chamados novos planos inclinados atravessavam 11 túneis em plena rocha, enfrentando o desnível de 796 metros que se iniciava no sopé da serra, em Piaçagüera, no município de Cubatão. O traçado da ferrovia foi retificado e suavizado e ampliaram-se os edifícios operacionais. A inauguração deu-se em 28 de dezembro de 1901. A primeira estação foi desativada e reutilizada, posteriormente, como cooperativa dos planos inclinados. A 15 de julho de 1945, a "Estação do Alto da Serra" passa a se denominar "Estação de Paranapiacaba". A 13 de outubro de 1946, a São Paulo Railway foi encampada pela União, criando-se a "Estrada de Ferro Santos-Jundiaí". Somente em 1950 a rede passa a unir-se à Rede Ferroviária Federal. Em 1974, é inaugurada o sistema de cremalheira aderência. No ano de 1977, a segunda estação foi desativada, dando lugar à atual estação. O relógio foi transferido do alto da estação anterior para a base de tijolo de barro atual. A 14 de janeiro de 1981, ocorreu um incêndio na antiga estação, destruindo-a completamente. O sistema funicular foi desativado em 1982. Em 2010, o Correio fez lançamento de selo postal ostentando o patrimônio ferroviário de Paranapiacaba.

Museu do funicular:

Trata-se da exibição das máquinas fixas do quinto patamar da segunda linha e a do quarto patamar da primeira linha, que transportavam o trem por meio do sistema funicular.

No museu, há, também, a exposição de diversos objetos de uso ferroviário, fotos e fichas funcionais de muitos ex-funcionários da ferrovia.

O locobreque:

O "locobreque" tinha a função de frear a composição na descida da serra e simultaneamente empurrava outra composição que subia. O cabo entre as duas máquinas passava por uma grande roda volante, chamada de "máquina-fixa" que ficava em cada um dos cinco patamares. Do nome inglês original, loco-brake, a máquina funcionava pela queima de carvão ou madeira numa fornalha, abastecida pelo foguista, que trabalhava ao lado do maquinista. As máquinas "locobreque" foram construídas em 1901 por Robert Stephenson & Co. Ltd. O sistema funicular proporcionava maior economia de energia gasta pelo "locobreque" e possibilitava o desempenho do trem nos aclives e declives. Havia uma inclinação de 8 graus entre cada um dos cinco patamares. Quando subia a Serra do Mar, o "locobreque" empurrava os vagões, que ficavam na frente da máquina. Quando descia, ele segurava os vagões, que ficavam atrás da máquina. Como o trem não tinha marcha-ré, havia um sistema chamado popularmente de "viradouro", através do qual os funcionários invertiam o sentido da locomotiva, girando a máquina em torno de si mesma. Antes do "locobreque" havia uma primitiva máquina de madeira, também tracionada por cabos, que fazia o transporte entre os cinco patamares. Era o "serrabreque". Durante a operação do "serrabreque", o Barão de Mauá ainda era um dos financistas da companhia. Até a metade do século XX, o transporte ferroviário era sinônimo de luxo. E um dos marcos foi o trem Cometa, que fazia a linha Santos – São Paulo. O trem possuía serviço de bordo e poltronas leito, como as de ônibus. Além dele, também havia os trens Estrela, Planeta e Litorina (Semi-luxo).

Museu do castelo:

Essa residência, também denominada de "Castelinho", situa-se entre a Vila Velha e a Vila Martin Smith. Localizada no alto de uma colina, com uma excelente vista privilegiada para toda a vila ferroviária, foi construída por volta de 1897 para ser a residência do engenheiro-chefe, que gerenciava o tráfego de trens na subida e descida da Serra do Mar, o pátio de manobras, as oficinas e os funcionários residentes na vila. Sua imponência simbolizava a liderança e a hierarquia que os ingleses impuseram a toda a vila; ela é avistada de qualquer ponto de Paranapiacaba. Dizia-se que de suas janelas voltadas para todos os lados de Paranapiacaba, o engenheiro-chefe fiscalizava a vida de seus subordinados, não hesitando em demitir qualquer solteiro que estivesse nas imediações das casas dos funcionários casados. No decorrer de mais de um século de uso, foram feitas várias reformas e tentativas de recuperação de seu aspecto original; as maiores reformulações foram realizadas nas décadas de 1950 e 1960. Foi restaurado pela prefeitura de Santo André em parceria com a World Monuments Fund.

Casas dos engenheiros:

Característica da arquitetura hierarquizada de Paranapiacaba, as casas habitadas pelos engenheiros e suas famílias eram de alto padrão. Grandes e avarandadas, foram construídas em madeira nos tempos da São Paulo Railway, com plantas baixas individualizadas; depois, em alvenaria nos tempos da Rede Ferroviária Federal, com mesmo padrão de plantas. Muitas sofreram reformas em vários momentos, principalmente com a chegada da RFFSA. Uma das caracteríticas que chama a atenção é a cobertura do imóvel, pois somente com estudos elaborados pelos conselhos de reconhecimento, concluiu-se que o material das telhas não era ardósia, e sim fibrocimento, introduzidos provavelmente a partir da década de 50 entre alguma das reformas que sofreram.

Casas de solteiros:

Características da arquitetura hierarquizada de Paranapiacaba, as casas de solteiros eram conhecidas como barracos. Foram construídas em madeira, exceto duas em alvenaria. Essa tipologia foi criada pela São Paulo Railway, e a Rede Ferroviária Federal deu continuidade, construindo-as em alvenaria. A planta dessas casas possui

dormitórios, sanitários e cozinha para pequenas refeições, serviam para alojar o grande fluxo de homens solteiros, que preenchiam as vagas de ferroviários. Havia poucos sanitários e chuveiros, já que os trabalhadores se revezavam em turnos.

 

Stuff leaning against my shed

Paranapiacaba: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por concessão, um grupo inglês explorou o sistema ferroviário na Serra do Mar. E o primeiro sistema implementado foi o sistema funicular: com cabos e máquinas fixas. A primeira linha, com onze quilômetros de extensão, foi inaugurada em 1867 pelo grupo São Paulo Railway. Ela começou a ser construída em 1862 e teve como um dos maiores acionistas e idealizadores o lendário Barão de Mauá. Em 1859, ele chamou o engenheiro ferroviário britânico James Brunlees, que veio ao Brasil e deu viabilidade ao projeto. A execução de tal projeto foi de responsabilidade de outro engenheiro inglês, Daniel Makinson Fox. Um ponto curioso é que pela instabilidade do terreno, a construção da estrada de ferro foi quase artesanal. Não se utilizou explosivos por medo de desmoronamento. As rochas foram cortadas com talhadeiras e pequenas ferramentas manuais. Paredões de até 3 metros e 20 centímetros de altura foram construídos ao logo do traçado da estrada de ferro. A segunda linha começou a funcionar em 1900. Além de dar mais força ao sistema, os cabos e as máquinas fixas economizam energia para a operação dos trens. No entanto, vários acidentes eram registrados, principalmente pelo rompimento dos cabos. Havia uma espécie de freio, a tenaz, que agarrava os cabos para evitar a saída dos trens dos trilhos. Nem sempre o sistema, no entanto, funcionava de maneira satisfatória. Em 1956, um grande acidente foi evitado pelo maquinista na época, Romão Justo Filho, nascido em Paranapiacaba no mês de março de 1911, filho de maquinista também. Se a composição descarrilasse, cerca de 150 pessoas poderiam perder a vida. Através da utilização correta do sistema da tenaz, Romão foi “agarrando” aos poucos o cabo até que o trem parasse.

Os cabos do locobreque levavam desenvolvimento e riqueza para a região do ABC Paulista e de Santos. Tanto é que a companhia inglesa criou em 1896 uma vila essencialmente de ferroviários, com construções de madeira no estilo inglês. Em 1907, a Vila foi chamada de Paranapiacapa, mas até 1945 a estação continuou a ser chamada de Alto da Serra. A Vila possuía todos os recursos da época para os maquinistas, fiscais e “foguistas” – responsáveis pela alimentação da fornalha da máquina fixa e da máquina dos trens. Além de um mercado, de um posto de saúde, de um vagão-ambulância e até um vagão funerário, onde o velório era feito dentro da composição entre Santos e Paranapiacaba, os funcionários possuíam um centro de recreação, o União Lira Serrano, e um Campo de Futebol. No União Lira Serrano eram exibidos filmes, shows musicais e realizados bailes temáticos. A concessão da linha da Serra do Mar não foi apenas glórias e desenvolvimento. Fatos até hoje não explicados satisfatoriamente marcaram a história dos trilhos por onde circularam os Locobreques. Exemplos são os incêndios da Estação da Luz, dois dias antes da primeira etapa da concessão dos ingleses terminar, em 1946, e na velha estação de Paranapiacaba, em 1981. Antes mesmo do incêndio, a estação já havia sido desativada em 1977 e substituída pelo prédio atual. O relógio estilo inglês foi poupado no incêndio e deslocado para uma torre mais alta que a anterior. Nos dois incêndios, tanto na Estação da Luz quanto em Paranapiacaba, a suspeita principal é de motivação criminosa. Milhões de reais foram gastos para a reconstrução da Estação da Luz, que passou por décadas ainda sentido os efeitos do incêndio. Tanto é que ela teve de ser restaurada. A obra de restauração completa foi entregue somente em 2004, data dos 450 anos da cidade de São Paulo. A Estação da Luz teve três etapas fundamentais: Ela foi inaugurada em 1867, num pequeno prédio na região central da capital paulista. A demanda de passageiros foi aumentando aos poucos, e cerca de 15 anos depois o pequeno prédio foi demolido e um outro maior foi construído. A cidade crescia muito rapidamente e a estação teve de aumentar ainda mais. Em 1890 começaram as obras da estação na configuração atual. Em 1900, o segundo prédio antigo foi demolido e em 1901, a nova estação foi inaugurada. Obras constantes de modificações e ampliações foram realizadas ao longo das décadas na Estação da Luz, já que além da demanda de passageiros ser maior, o número de linhas férreas urbanas também cresceu. Antes mesmo do Locobreque, na Serra do Mar, uma primitiva máquina de madeira, também tracionada por cabos fazia o transporte entre os cinco patamares. Era a Serrabreque. Durante a operação da Serrabreque, Barão de Mauá era um dos administradores. Posteriormente, na vila de Paranapiacaba, os ingleses, no alto de uma subida, construíram uma mansão, que servia de centro de controle operacional. Apelidada pelos ferroviários de "Castelinho", a posição do local proporcionava uma privilegiada visão do sistema e de toda a estrutura da vila de Paranapiacaba. O sistema ferroviário da Serra do Mar era composto por diversos túneis, que eram alvos de lendas e histórias assombradas disseminadas pelos próprios ferroviários. Algumas dessas lendas tiveram origem no fato de muitos operários terem morrido na construção desses túneis.

Pátio ferroviário, estações e relógio:

A São Paulo Railway inaugurou sua linha férrea em 16 de fevereiro de 1867. Servia como transporte de passageiros e meio de localizada na então freguesia de São Bernardo. No ano de 1898, foi erguida uma nova estação com madeira, ferro e telhas francesas trazidos da Inglaterra. Esta estação tinha, como característica principal, o grande relógio fabricado pela Johnny Walker Benson, de Londres, que se destacava no meio da neblina muito comum naquela região. Com o aumento do volume e peso da carga transportada, foi iniciada em 1896 a duplicação da linha férrea, paralela à primeira, a fim de atender à crescente demanda. Essa nova linha, também denominada de Serra Nova, era formada por 5 planos inclinados e 5 patamares, criando um novo sistema funicular. Os assim chamados novos planos inclinados atravessavam 11 túneis em plena rocha, enfrentando o desnível de 796 metros que se iniciava no sopé da serra, em Piaçagüera, no município de Cubatão. O traçado da ferrovia foi retificado e suavizado e ampliaram-se os edifícios operacionais. A inauguração deu-se em 28 de dezembro de 1901. A primeira estação foi desativada e reutilizada, posteriormente, como cooperativa dos planos inclinados. A 15 de julho de 1945, a "Estação do Alto da Serra" passa a se denominar "Estação de Paranapiacaba". A 13 de outubro de 1946, a São Paulo Railway foi encampada pela União, criando-se a "Estrada de Ferro Santos-Jundiaí". Somente em 1950 a rede passa a unir-se à Rede Ferroviária Federal. Em 1974, é inaugurada o sistema de cremalheira aderência. No ano de 1977, a segunda estação foi desativada, dando lugar à atual estação. O relógio foi transferido do alto da estação anterior para a base de tijolo de barro atual. A 14 de janeiro de 1981, ocorreu um incêndio na antiga estação, destruindo-a completamente. O sistema funicular foi desativado em 1982. Em 2010, o Correio fez lançamento de selo postal ostentando o patrimônio ferroviário de Paranapiacaba.

Museu do funicular:

Trata-se da exibição das máquinas fixas do quinto patamar da segunda linha e a do quarto patamar da primeira linha, que transportavam o trem por meio do sistema funicular.

No museu, há, também, a exposição de diversos objetos de uso ferroviário, fotos e fichas funcionais de muitos ex-funcionários da ferrovia.

O locobreque:

O "locobreque" tinha a função de frear a composição na descida da serra e simultaneamente empurrava outra composição que subia. O cabo entre as duas máquinas passava por uma grande roda volante, chamada de "máquina-fixa" que ficava em cada um dos cinco patamares. Do nome inglês original, loco-brake, a máquina funcionava pela queima de carvão ou madeira numa fornalha, abastecida pelo foguista, que trabalhava ao lado do maquinista. As máquinas "locobreque" foram construídas em 1901 por Robert Stephenson & Co. Ltd. O sistema funicular proporcionava maior economia de energia gasta pelo "locobreque" e possibilitava o desempenho do trem nos aclives e declives. Havia uma inclinação de 8 graus entre cada um dos cinco patamares. Quando subia a Serra do Mar, o "locobreque" empurrava os vagões, que ficavam na frente da máquina. Quando descia, ele segurava os vagões, que ficavam atrás da máquina. Como o trem não tinha marcha-ré, havia um sistema chamado popularmente de "viradouro", através do qual os funcionários invertiam o sentido da locomotiva, girando a máquina em torno de si mesma. Antes do "locobreque" havia uma primitiva máquina de madeira, também tracionada por cabos, que fazia o transporte entre os cinco patamares. Era o "serrabreque". Durante a operação do "serrabreque", o Barão de Mauá ainda era um dos financistas da companhia. Até a metade do século XX, o transporte ferroviário era sinônimo de luxo. E um dos marcos foi o trem Cometa, que fazia a linha Santos – São Paulo. O trem possuía serviço de bordo e poltronas leito, como as de ônibus. Além dele, também havia os trens Estrela, Planeta e Litorina (Semi-luxo).

Museu do castelo:

Essa residência, também denominada de "Castelinho", situa-se entre a Vila Velha e a Vila Martin Smith. Localizada no alto de uma colina, com uma excelente vista privilegiada para toda a vila ferroviária, foi construída por volta de 1897 para ser a residência do engenheiro-chefe, que gerenciava o tráfego de trens na subida e descida da Serra do Mar, o pátio de manobras, as oficinas e os funcionários residentes na vila. Sua imponência simbolizava a liderança e a hierarquia que os ingleses impuseram a toda a vila; ela é avistada de qualquer ponto de Paranapiacaba. Dizia-se que de suas janelas voltadas para todos os lados de Paranapiacaba, o engenheiro-chefe fiscalizava a vida de seus subordinados, não hesitando em demitir qualquer solteiro que estivesse nas imediações das casas dos funcionários casados. No decorrer de mais de um século de uso, foram feitas várias reformas e tentativas de recuperação de seu aspecto original; as maiores reformulações foram realizadas nas décadas de 1950 e 1960. Foi restaurado pela prefeitura de Santo André em parceria com a World Monuments Fund.

Casas dos engenheiros:

Característica da arquitetura hierarquizada de Paranapiacaba, as casas habitadas pelos engenheiros e suas famílias eram de alto padrão. Grandes e avarandadas, foram construídas em madeira nos tempos da São Paulo Railway, com plantas baixas individualizadas; depois, em alvenaria nos tempos da Rede Ferroviária Federal, com mesmo padrão de plantas. Muitas sofreram reformas em vários momentos, principalmente com a chegada da RFFSA. Uma das caracteríticas que chama a atenção é a cobertura do imóvel, pois somente com estudos elaborados pelos conselhos de reconhecimento, concluiu-se que o material das telhas não era ardósia, e sim fibrocimento, introduzidos provavelmente a partir da década de 50 entre alguma das reformas que sofreram.

Casas de solteiros:

Características da arquitetura hierarquizada de Paranapiacaba, as casas de solteiros eram conhecidas como barracos. Foram construídas em madeira, exceto duas em alvenaria. Essa tipologia foi criada pela São Paulo Railway, e a Rede Ferroviária Federal deu continuidade, construindo-as em alvenaria. A planta dessas casas possui

dormitórios, sanitários e cozinha para pequenas refeições, serviam para alojar o grande fluxo de homens solteiros, que preenchiam as vagas de ferroviários. Havia poucos sanitários e chuveiros, já que os trabalhadores se revezavam em turnos.

 

The sharing meeting is an effort to share the activities to Promote Breast Milk Substitute Ordinance and Code implementation for scaling up Exclusive Breast Feeding and Nutrition. The half day long “Sharing Meeting on BMS Code Implementation” held in BRAC Centre on Monday, May 20, 2013 and organized jointly by BRAC Advocacy for Social Change and BRAC Health Nutrition Population Programme (HNPP).

 

Objectives of the Meeting:

•Find out scopes of work on BMS Code implementation by Key persons / organization focal, experienced on Child Nutrition / BMS Code implementation.

•Find out action points and reach in common ground of opinion to work jointly.

•Make a plan of action to form a BMS Code Promotion (BCP) Committee to develop a guideline for BMS Code implementation.

 

Participation:

There were invitee from different fields / areas such as, Government, Civil society, international organizations, NGOs and Media. The representatives attended from organizations were IPHN, CME, BBF, WFP, Alive & Thrive, CAB, GK, BRAC Dairy and Food Products, HNPP – BRAC, Print and On-line Media etc. All of them are agreed to work for BMS Code implementation and has given the consent to provide help, support in next steps under the Plan of Action of this project. So, a draft Plan of Action will be shared with the stakeholders mentioned above.

 

Recommendations:

1.The demand of breastfeeding practice should come from mass people. Therefore, mass mobilization is crucial for that.

2.BMS Ordinance, 1984 is now in a process of reformulation. However, this should take into account feedback from civil society.

3.The project should include health service provider and mid-wives from local level to implement BMS ordinance nationwide.

4.Marketing agencies are powerful agent. Therefore we need to ensure strong rule of law for those agency who are violating BMS ordinance.

 

Developing countries responded to COVID-19 by implementing social distancing measures and limiting non-essential business operations. Agrifood systems and food supplies—although generally exempt from restrictions—have been exposed to policy disruptions and global market instability. To measure the impacts of COVID-19 on economies and food systems, IFPRI researchers worked alongside partners in several African and Asian countries to conduct economywide multiplier analysis, tracing direct and indirect spillover effects along and across supply chains. Results reveal substantial but varying levels of GDP losses during lockdowns, depending on policy design and implementation and countries’ exposure to global markets. Despite policy exemptions, impacts on food systems account for about one quarter of GDP losses on average. Income losses are felt by all segments of the population. Negative impacts persist, but gradually weaken as restrictive measures are lifted. Our results call for targeted social protection interventions in the short term, balanced with longer-term planning and investing in the economic recovery.

 

This IFPRI-PIM seminar will present the modeling approach and showcase results from three case studies—Nigeria, Myanmar, and Sudan. Presenters will highlight how differences in policy design, implementation, and economic structure affect the experience with COVID-19, specifically for food systems and poverty, in these countries.

 

Discussant

Chris Hillbruner, Division Chief, Analysis and Learning Division, Office of Policy, Analysis, and Engagement; Bureau for Resilience and Food Security; United States Agency for International Development (USAID)

 

Antique Farm Implement,

Penn Farm Agricultural Heritage Center.

Cedar Hill State Park. Cedar Hill, Texas.

Dallas County. 24 December 2018.

Olympus E-P5. Panasonic Lumix G Vario 45-200mm f/4-5.6 II.

(56mm) f/8 @ 1/125 sec. ISO 1000.

About Dr.Mihir Kumar Panda, Ph.D,D.Litt,, innovator

World’s only achiever of large number of World Record for 10,000 Teaching Aids & innovations

Founder & Co-ordinator General, ‘SROSTI’ (Social Development research Organisation for Science, technology & Implementation)

Collaborator Vijnana Bana Ashram

Bahanaga, Baleshwar, Odisha, India-756042

Website : simpleinnovationproject.com

E-Mail- : mihirpandasrosti@gmail.com

 

Face Book link:https://www.facebook.com/mihirpandasrosti

WIKIMAPIA

wikimapia.org/#lang=en&lat=-6.174348&lon=106.8293...

Contact No. : +91 7008406650

Whatsapp: +91 9438354515

 

Dr.Mihir Kumar Panda, an Educational, Societal and Scientific Innovator has established an NGO 'SROSTI' at Bahanaga, Balasore,Odisha,India

 

Dr. panda has innovated/invented more than 10,000 (ten thousand) teaching aids and different innovations and he has more than 30,000 (Thirty thousand) ideas to make scientific and mathematical models.

 

His creations are very essential guide for school and college science exhibitions, innovative learning and play way method for the teachers and students, science activists, innovators, craftsmen, farmers, masons, physically challenged persons, common men, entrepreneurs and industrialists.

 

He is popularizing science through song, innovative demonstrations and motivational speech since 1990 in different parts of Odisha state without taking any fees.

 

Dr. Panda is an extreme motivational speaker in science and possess magical scientific demonstration and a crowd puller.

 

Innovator Mihir Kumar Panda loves nature and in his agricultural farm he does not uses the chemicals , fertilizers and pesticides. In his farm even the smallest creatures like snakes, caterpillar, white ants, worms ,vermies are in peace and are managed successfully not to do harm.

 

Dr. Panda is an Educationist, an environmentalist, a poet for science popularization, a good orator, a best resource person to train others in specific field of science and engineering.

 

The uniqueness of Simple Innovation and scientific activities and achievements ofDr. Panda can not be assessed without visiting his laboratory which is a living wonder in the realm of science.

 

From a small cake cutter to mechanical scissor, from a play pump to rickshaw operated food grain spreader and from a village refrigerator to a multi-purpose machine, thousands of such inventions and innovations are proof of Dr. Panda's brilliance.

 

From a tube well operated washing machine to weight sensitive food grain separator, from a password protected wardrobe to automatic screen, from a Dual face fan to electricity producing fan are example of few thousands of innovations and inventions of Mihir Kumar Panda.

 

Dr.Mihir Kumar Panda though bestowed to a popular name as Einstein of Odisha is obliviously treated as Thomas Alva Edison of India.

 

Dr. Panda's residential house also resembles a museum with scientific innovations of different shapes and sizes stacked in every nook and cranny which proves his scientific involvement in personal life.

 

Innovator Panda believes that , the best thing a child can do with a toy to break it. he also believes that by Educating child in his/her choice subject/ passion a progressive nation can be built.

 

The shelf made scientist Dr. Panda believes that Education is a life long process whose scope is far greater than school curriculum. The moulding of models/ innovations done by hand always better than the things heard and the facts incorporated in the books.

 

With no agricultural background, Dr. Panda has developed unique natural bonsai in his Vijnana Bana Ashram which also shows path for earning just by uprooting and nurturing the plants which are found to be small and thumb in nature.

 

Dr. Panda's Scientific Endeavour and research is no doubt praise worthy. One cannot but believe his dedicated effort in simple innovation laboratory.

 

Social service, innovation/ inventions, writing, free technology to students for preparation of science exhibition projects, free technology to common men for their sustainability, preparation of big natural bonsai, technology for entrepreneurs and industrialists for innovative item are few works of Mihir Kumar Panda after his Government service.

 

. To overcome the difficulties of science and math, explanation in classes, innovator Panda has created few thousands of educational, societal and scientific innovations which helps teachers and students of the country and abroad.

 

Dr. Panda believes that though inventions/innovation has reached under thousands and thousands deep in the sea and high up in the space. It has reached on moon and mars, but unfortunately the sustainable inventions/innovation has not properly gone to the tiny tots and common people.

 

Dr. Panda is amazing and wizard of innovations and works with a principle the real scientist is he, who sees the things simply and works high.

 

Dr.Mihir Kumar Panda's work can be explained in short

 

Sports with Science from Dawn to Dusk

Struggle some life- science in words and action

Triumphs of Science - Science at foot path

Hilarious dream in midst scarcity

  

A life of innovator de-avoided of Advertisement.

  

FELICITATIONS, AWARDS, HONOURS & RECORDS

* 200+ Felicitation and Awards from different NGOs, Schools & Colleges within the State of Odisha and National level.

* 10 Nos Gold, Silver & Bronze medal from different National & International level.

*Awarded for 10,000 innovations & 30,000 ideas by Indian Science Congress Association, Govt. of India.

* Honorary Ph.D From Nelson Mandela University, United States of America

* Honorary Ph.D From Global Peace University, United States of America& India

* Honorary D.Litt From Global Peace University, United States of America& India

* Title ‘Einstein of Odisha’ by Assam Book of Records, Assam

* Title ‘Thomas Alva Edison of India’ by Anandashree Organisation, Mumbai

* Title ‘ Einstein of Odisha & Thomas Alva Edison of India’ from Bengal Book of World record.

*World Record from OMG Book of Records

*World Record from Assam Book of Records,

* World Record from World Genius Records, Nigeria

* World Record from BengalBook of Records

* National Record from Diamond Book of Records

* World Record from Asian World Records

* World Record from Champians Book of World Records

* World Record from The British World Records

* World Record from Gems Book of World Records

* World Record from India Star World Record

* World Record from Geniuses World Records

* World Record from Royal Success International Book of Records

*World Record from Supreme World Records

* World Record from Uttarpradesh World Records

*World Record from Exclusive World Records

*World Record from international Book of Records

*World Record from Incredible Book of records

* World Record from Cholan Book of World Record

* World Record from Bravo International Book of World Record

* World Record from High Range Book of World Record

* World Record from Kalam’s World Record

* World Record from Hope international World Record

* International Honours from Nigeria

* Indian icon Award from Global Records & Research Foundation (G.R.R.F.)

* International Award from USA for the year’2019 as INNOVATOR OF THE YEAR-2019

* National level Excellence Leadership Award-2020 from Anandashree Organisation, Mumbai

* Best Practical Demonstrator & Theory instructor from Collector & District Magistrate,

Balasore.

* Best Innovator Award by Bengal Book.

* Popular Indian Award by Bengal Book.

* Great man Award by Bengal Book.

* Best Indian Award by Bengal Book.

* The Man of the Era by Bengal Book.

IMPORTANT LINK FILES TO KNOW THE WORK OF

Dr. MIHIR KUMAR PANDA

Dr.Mihir Ku panda awarded at indian science congress Association, Govt. of India for 10000 innovations & 30,000 ideas

youtu.be/MFIh2AoEy_g

Hindi Media report- Simple innovation science show for popularisation of science in free of cost by Dr.Mihir Ku Panda

youtu.be/gPbJyB8aE2s

Simple innovation science show for popularisation of science in free of cost in different parts of India By Dr.Mihirku Panda

www.youtube.com/user/mihirkumarpanda/videos?view=0&so...

Simple innovation laboratory at a Glance

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youtu.be/3JjCnF7gqKA

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MORE LINK FILES OF Dr MIHIR KUMAR PANDA

 

www.youtube.com/watch?v=MFIh2AoEy_g

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www.youtube.com/watch?v=AHEAPp8V5MI

www.youtube.com/watch?v=W43tAYO7wpQ

www.youtube.com/watch?v=me43aso--Xg

www.youtube.com/watch?v=6XEeZjBDnu4

www.youtube.com/watch?v=gPbJyB8aE2s

www.youtube.com/watch?v=yNIIJHdNo6M

www.youtube.com/watch?v=oPBdJpwYINI

www.youtube.com/watch?v=XBR-e-tFVyE

www.youtube.com/watch?v=3JjCnF7gqKA

www.youtube.com/watch?v=raq_ZtllYRg

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www.millenniumpost.in/features/kiit-hosts-isca-national-s...

www.youtube.com/watch?v=hFE6c-XZoh0

www.youtube.com/watch?v=WzZ0XaZpJqQ

www.dailymotion.com/video/x2no10i

www.exclusiveworldrecords.com/description.aspx?id=320

omgbooksofrecords.com/

royalsuccessinternationalbookofrecords.com/home.php

british-world-records.business.site/posts/236093666996870...

www.tes.com/lessons/QKpLNO0seGI8Zg/experiments-in-science

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www.viveos.net/rev/mihirs%2Btrue%2Bnature

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www.facebook.com/worldgeniusrec…/…/2631029263841682…

 

www.upbr.in/record-galle…/upcoming-genius-innovator/…

 

www.geniusesworldrecordsandaward.com/

www.upbr.in/record-galle…/upcoming-genius-innovator/…

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www.facebook.com/bengal.book.16/posts/122025902616062

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supremebookofworldrecords.blogspot.com/…/welcome-to…

www.bravoworldrecords.com/

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www.highrangeworldrecords.com/

 

Implementing the 2020 sulphur limit

 

The 0.50% limit on sulphur in fuel oil on board ships (outside designated emission control areas) will come into effect on 1 January 2020. Ensuring consistent implementation of the 0.50% requirement is a key item on the agenda of IMO’s Sub-committee on Pollution Prevention and Response (PPR) which meets this week (5-9 February) at IMO headquarters, London. The meeting will also continue to look at how to measure black carbon emissions from shipping.

 

Other matters on the agenda include the development of further guidance to support the implementation of the Ballast Water Management Convention, including ballast water sampling and analysis. Revised guidelines for the use of dispersants for combating oil pollution at sea, which take into account experience from the Deepwater Horizon incident are expected to be finalised.

 

The ongoing revision of the product lists in international code for carriage of chemicals in bulk will continue, as well as specific consideration of requirements to address the discharge of high-viscosity solidifying and persistent floating products (such as certain vegetable oils).

The meeting will also consider including new controls on the biocide cybutryne in the convention for the Control of Harmful Anti-fouling Systems on Ships (AFS Convention).

 

The meeting was opened by IMO Secretary-General Kitack Lim and is being chaired by Mr Sveinung Oftedal (Norway).

 

This is a gorgeous set of kitchen implements in a jug, all by Rosti, Denmark. They are in melamine. I have searched for these for some time, preferring them to the tacky modern stainless steel ones. The avocado color was very popular in the UK in the late 60's!

A rural farm under a cloudy moonlit sky near McBaine in Boone County Missouri by Notley Hawkins Photography. Taken on a cool August summer's evening with a Canon EOS 5D Mark III camera with a EF16-35mm f/2.8L USM lens. Colored gels were used with an exposure of 61 seconds.

  

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www.notleyhawkins.com/

 

©Notley Hawkins

3 June 2015 - OECD Forum 2015 G20: Inclusiveness,Investement, Implementation.

 

OECD, Paris, France.

 

For more information, visit: www.oecd.org/Forum

 

Photo: OECD/Michael Dean

1963, love the design (idea for the invites)

Antique Farm Implement,

Penn Farm Agricultural Heritage Center.

Cedar Hill State Park. Cedar Hill, Texas.

Dallas County. 24 December 2018.

Olympus E-P5. Panasonic Lumix G Vario 45-200mm f/4-5.6 II.

(45mm) f/8 @ 1/100 sec. ISO 640.

This is a carpenter's rasp. It does a fine job on calluses too...

Seen in the Jungle Cruise line

This barn at Beam house, in full of old farming implements.

Greenfield-Central Madison Wise(3) batttles for a rebound with a couple East Chicago Central defender late in the championship game of the 2016 Laker Farm Implement Sevices Inc. Women’s Basketball Tournament at Greenfield-Central on December 23,2016.

Working Group on Safe System Implementation, Paris, OECD Centre, 1-2 October 2014

Este año, la Casa del Deporte implementará un total de 19 escuelas gratuitas en Viña del Mar, con once disciplinas entre las que se encuentran como novedades el balonmano y la halterofilia.

Entre las postales que dejaron los X Juegos Suramericanos ODESUR Santiago 2014, además de la histórica cosecha de medallas que completaron un total de 129 preseas para nuestro país, se cuentan recintos repletos de público vitoreando a deportistas como si se tratasen de eliminatorias mundialistas de futbol, evidenciando el gran interés y pasión que sienten los chilenos por deportes muy distintos al balompié.

Consciente de esta atención por variadas disciplinas, es que la Ilustre Municipalidad de Viña del Mar, a través de la Casa del Deporte, hace ya casi una década, ha implementado de forma gratuita en toda la ciudad, un programa compuesto por Escuelas Deportivas, y que este año junto a las ya clásicas Tenis, taekwondo, Karate, Natación, Basquetbol, Hockey Patín, Gimnasia Rítmica, Voleibol y Rugby, trae importantes novedades, como la inclusión de dos nuevas especialidades deportivas.

El programa de Escuelas Deportivas, este 2014, da la bienvenida a su oferta al cada día más popular Balonmano o Handball, y que después de la brillante participación de las selecciones chilenas masculinas y femeninas de la disciplina, premiadas con bronce en ODESUR 2014, y que justamente jugaron en Viña del Mar, es que niños, jóvenes y adultos, pusieron sus ojos sobre esta entretenida rama deportiva.

Junto con el balonmano, la Halterofilia o Levantamiento Olímpico de Pesas, también se suma al programa Escuelas Deportivas, y consiste en el levantamiento de la mayor cantidad de peso posible en una barra en cuyos extremos se fijan varios discos, los cuales determinan el peso final que se levanta, y que reciben el nombre de “haltera”.

Orientadas a niños entre 7 y 14 años, las Escuelas Deportivas 2014, suman un total de diecinueve, y para la inscripción en cualquiera de las once disciplinas de este año, sólo hay que asistir al lugar, el día y la hora fijada para la clase, y llenar una matrícula gratuita con los datos personales del alumno, y la firma de un apoderado mayor de edad autorizando la participación del menor en el taller. Te esperamos!

This was shot on a farm near Sirhind, Punjab, India.

The cart is known as a gadda in Punjabi (Punjab's official language).

  

Gym equipment used as a torture device by the Khmer Rouge during their occupation of Cambodia. Tuol Sleng Genocide Museum

Some of Leicester’s favourite ex-players will team up on Friday (12th) to help launch two exciting new football facilities in the city. Steve Walsh, Muzzy Izzet and Alan ‘The Birch’ Birchenall will join youngsters at the playing fields at Mary Linwood and New College for the official openings of the two schemes.

 

Existing facilities at New College have been transformed and a brand new scheme has been created at Mary Linwood as part of the city’s £11.2 million football investment strategy – a multi-agency project launched last year to boost grassroots football in Leicester and encourage more people to take regular exercise. The project includes a £5 million grant from the Football Foundation – the body funded by the Premier League, The FA, the Government and Sport England.

 

Cllr Rob Wann, cabinet lead for culture & leisure, is delighted with the project’s progress: “This investment in our sporting infrastructure was urgently needed to upgrade Leicester’s facilities and get more people of all ages and abilities playing football.These schemes will make a big difference to the way that football is played in the city, helping to bridge the gap between the grassroots and professional games. But thanks to our funding partners, and the hard work of local clubs, this project will do much more than improve conditions for young footballers – it will also have a huge impact on the wider population’s health.”

 

At Mary Linwood, six grass pitches, changing rooms, two referees’ rooms, a club room, reception area and a kitchen have been provided as part of the £1.35 million scheme, together with car parking and floodlighting. And a new all-weather surface has improved the multi-use games pitch at the Samworth Enterprise Academy next door.

 

Joining the guests for the launch will be John Heath, who set up Aylestone Park Football Club – the partner club at Mary Linwood – back in 1968.

 

Current club chairman, Bob Stretton, said: “Without John’s vision, Aylestone Park Football Club wouldn’t be where it is today.He’s put his heart and soul into the club and the community over the years, so we’re honoured that he will be joining us for the official opening of our new home.”

 

Allexton & New Parks FC – the partner club at New College – is also enthusiastic about its new facilities: “After 15 years in New Parks, we’ve finally got a permanent base with facilities and the room we need to expand,” said club chairman Maurice Allen. “Our founders had a dream and this development is the first part of that dream to come true. We ended last season with just 12 teams but we’ve already expanded to 18 in anticipation of the new facilities. This means we’ll be able to get more people playing football in New Parks – and that’s more people of all ages, from five years old to 60.”

 

Facilities at New College playing fields have been transformed, thanks to the £1.6 million scheme, with a full-size floodlit all-weather pitch, a floodlit grass pitch, six changing rooms, two referees’ rooms, a club room, a reception area and a kitchen.

 

But the Mary Linwood and New College schemes are just two of the 11 sites that will be upgraded as part of the strategy. Two grass sites – at Beaumont Park and Rushey Fields – and four inner-city ball courts have already been completed.

 

Funding for the £11.2 million football investment strategy includes the biggest single grant ever made by the Football Foundation – £5 million.

 

Paul Thorogood, chief executive of the Football Foundation, said: “I am delighted that these two state-of-the-art sports facilities are now ready to open their doors to the people of Leicester. Since being launched in 2000 the Foundation has funded 180 projects worth £25 million across Leicestershire alone thanks to money provided by the Premier League, The FA and the Government.”

 

Further contributions have been made by Leicester City Council, Sport England, local partner clubs, the UEFA Jubilee Fund and NHS Leicester City.

 

Deb Watson, director of public health and health improvement at NHS Leicester City and Leicester City Council, said: “Regular exercise is a vital part of a healthy lifestyle and fits with our ambitions to encourage more men, women and children to take part in some form of physical activity. Football is a great, fun way to achieve this and, combined with healthy eating, will help to maintain a healthy weight.”

 

The successful implementation of Leicester’s football strategy aims to create more than 280 new teams and around 3,000 new regular players, while providing coaching for more than 5,000 youngsters.

Greenfield-Cental Madison Wise(3) puts up a reverse layup while 6’5” Ty Jackson(21) from East Chicago Central(21) looks on from under the basket during the championship game of the 2016 Laker Farm Implement Sevices Inc. Women’s Basketball Tournament at Greenfield-Central on December 23,2016.

UNCEDED COAST SALISH TERRITORY: On Tuesday June 11 more than 300 low-income Downtown Eastside residents and their allies rallied at Hastings and Main against displacement by gentrification. For two hours this spirited group held all four lanes of Hastings Street as they marched, sang, drummed, chanted, and spoke out against the high end condos and shops flooding their majority low-income community, and demanded social housing now!

 

The framework of their march was a five-point social justice zone which they demanded City Hall implement as the planned future of the neighbourhood. Over 10 days in the lead-up to the action the group carried out a petition drive supporting those five points on the streets, in the parks, and door-to-door in the housing projects of the DTES. This petition gathered 3,000 signatures of support over these ten days, and mobilized the community for this action.

 

The rally ended with a delivery to the city's DTES planning office of the 5-point social justice zone plan and 3,000 name petition by a delegation of low-income residents who have been involved in the City's official planning process for over 2 years.

 

Read the 5-point social justice zone plan statement here: ccapvancouver.wordpress.com/2013/05/31/dtes-community-pla...

 

Stop the city’s Developer Plan for the Downtown Eastside

Block condos today to build social housing tomorrow

Downtown Eastside Community Plan for a SOCIAL JUSTICE ZONE to end the housing crisis and stop displacement

 

We acknowledge that the Downtown Eastside occupies the unceded territories of the Tsleil-Waututh, Musqueam and Squamish Coast Salish nations.

 

SJZ graphic for FBThe future of the Downtown Eastside (DTES) is being decided by rich real estate investors and developers who are profiting off changing the neighbourhood from a place where low-income people feel at home into yet another upscale area. While city planners fuel the engines of real estate corporations by approving boutique condo towers, 5,000 people are living in increasingly expensive SRO hotel rooms that are unhealthy, bug/rodent infested and lacking kitchens/private bathrooms. As these SRO hotels become unaffordable, more and more people are pushed out into the streets and shelters. This housing crisis forces Indigenous women, children and others vulnerable to violence to live in danger and isolation. Gentrification, as a displacement pressure, is making these crises worse and, we fear, soon irreversible.

 

For two years, low-income Downtown Eastside residents have been working on a Local Area Planning Process (LAPP) that the city promised would “improve the lives of those who currently live in the area, particularly low-income people and those who are most vulnerable,” as stated in LAPP’s Terms of Reference. That’s why we got involved. However, after 2 years of consultations, there’s no evidence that the city plans to stop gentrification, which is displacing low-income residents.

 

Therefore low-income residents have created a set of specific policies for a SOCIAL JUSTICE ZONE that would bring our vision of our neighbourhood to life:

 

1. NO CONDOS BEFORE LOW-INCOME PEOPLE’S HOMES Use zoning laws to keep all condos and real estate speculators out of the DTES Oppenheimer District until the SROs are replaced and the homeless are housed in social housing. In the Hastings Corridor and Thornton Park, use zoning laws to make 2/3 of all new developments social housing for people on welfare/pension and also the working-poor. Protect DTES spaces for social housing and advocate for senior government housing programs.

 

2. REVERSE THE LOSS OF HOMES & SHOPS FOR LOW-INCOME RESIDENTS Create and use bylaws to freeze rents and stop renovictions in SRO hotels while improving conditions and making landlords pay for violations. Create a social impact assessment process directed by low-income residents to approve or deny new business applications.

 

3. ENSURE JOBS FOR LOW-INCOME RESIDENTS Create job training programs for anyone who wants them. Adopt hiring policies for low-income residents with barriers, including languages, for jobs in city-owned, city-supported and city-operated services. Order police to exempt survival work, such as binning, street vending and sex work, from ticketing, harassment and arrest.

 

4. PROTECT RESIDENTS’ SAFETY Create a resident-directed DTES police and security ombuds office to receive complaints and direct investigations. Provide free public transit passes to all low-income Vancouver residents. Expand, don’t cut, funding to support residents and programs organizing for the safety of women, trans and other people vulnerable to violence.

 

5. END DISCRIMINATION SO EVERYONE CAN ACCESS THE SERVICES THEY NEED

Adopt policies for language, cultural and mobility accessibility in all services, including hiring plans for Indigenous residents, people with disabilities, seniors, queer and trans people and women, as well as Chinese and Spanish speaking workers. Create anti-colonial planning and service organizations. Make the DTES a sanctuary zone where all have equal access to health, housing and social services regardless of citizenship status.

 

This is a call to the City of Vancouver to adopt the policies proposed by low-income DTES residents as the truthful outcome of the Local Area Planning Process. Our DTES community plan turns away developers and protects the DTES as a SOCIAL JUSTICE ZONE where low-income communities can continue to work to build a healthy, safe and just community themselves.

  

Secretary of State Antony J. Blinken attends the the Ministerial Meeting of the Summit Implementation in Lima, Peru, on October 6, 2022. [State Department photo by Ron Przysucha/ Public Domain]

Rainy day shots of implements for a macro challenge. Old tyre pressure gauge - took me a while to realise what it was :)

3 June 2015 - OECD Forum 2015 G20: Inclusiveness,Investement, Implementation.

 

OECD, Paris, France.

 

For more information, visit: www.oecd.org/Forum

 

Photo: OECD/Michael Dean

Implementing the 2020 sulphur limit

 

The 0.50% limit on sulphur in fuel oil on board ships (outside designated emission control areas) will come into effect on 1 January 2020. Ensuring consistent implementation of the 0.50% requirement is a key item on the agenda of IMO’s Sub-committee on Pollution Prevention and Response (PPR) which meets this week (5-9 February) at IMO headquarters, London. The meeting will also continue to look at how to measure black carbon emissions from shipping.

 

Other matters on the agenda include the development of further guidance to support the implementation of the Ballast Water Management Convention, including ballast water sampling and analysis. Revised guidelines for the use of dispersants for combating oil pollution at sea, which take into account experience from the Deepwater Horizon incident are expected to be finalised.

 

The ongoing revision of the product lists in international code for carriage of chemicals in bulk will continue, as well as specific consideration of requirements to address the discharge of high-viscosity solidifying and persistent floating products (such as certain vegetable oils).

The meeting will also consider including new controls on the biocide cybutryne in the convention for the Control of Harmful Anti-fouling Systems on Ships (AFS Convention).

 

The meeting was opened by IMO Secretary-General Kitack Lim and is being chaired by Mr Sveinung Oftedal (Norway).

 

Soriana universidad

chihuahua chih

orlando mendoza

luis rivas

febrero 2012

Antique Farm Implement,

Penn Farm Agricultural Heritage Center.

Cedar Hill State Park. Cedar Hill, Texas.

Dallas County. 24 December 2018.

Olympus E-P5. Panasonic Lumix G Vario 45-200mm f/4-5.6 II.

(45mm) f/8 @ 1/100 sec. ISO 640.

Soriana fuentes mares

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febrero 2012

Agriculture Secretary Tom Vilsack stands with U.S. Department of Agriculture’s (USDA) Foreign Agricultural Service (FAS) China Decree 145 Implementing Team in the Jefferson Auditorium at USDA in Washington, D.C. on Thursday, Nov. 6, 2014. The China Decree 145 Implementing Team received their award for securing the $1 billion China market for U.S. dairy exporters by meeting new China regulatory requirements. USDA photo by Lance Cheung.

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