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Construire, déconstruire, ne pas faire tomber, ne pas lâcher, transformer et transformer encore...

 

Quatre acrobates, mêlant grâce et folie, nous portent dans un univers peuplé de fragments de vie. Solitude, partage ou vivre ensemble sont évoqués à travers la danse, le théâtre de geste et, surtout, les arts du cirque (portés acrobatiques, banquine, mini-trampoline, corde à sauter).

 

Distillant un humour tendre, ces quatre individus évoluent autour et avec ces éléments en bois, supports pour toutes les métamorphoses.

 

Un cirque en perpétuel mouvement, réflexif et viscéral, une invitation à partager une expérience humaine.

 

Extrait tiré du site web : www.temalproductions.com/fr/spectacles/cie-circo-eia-inta...

The steering wheel of my Honda Element.

 

Sábado 06/09/2014 Element Club (Belém-PA)

Iron makes the city that never sleeps (fabric is of NYC subway map)

Union Station, LA

 

It's just a brass decoration on the wall. Such detail. The walls are travertine, installed way before travertine became the "it" stone.

Tiene espacio para mis bicicletas

I recently discovered a film, called "L'Eclisse," and directed by Michaelangelo Antonioni, that has since become an all-time favorite. This might be an homage, though the photo was very unplanned...

A Moon Gate (Chinese: 月门; pinyin: yuèmén) is a circular opening in a garden wall that acts as a pedestrian passageway, and a traditional architectural element in Chinese gardens. Moon Gates have many different spiritual meanings for every piece of tile on the gate and on the shape of it. The sloping roofs of the gate represent the half moon of the Chinese Summers and the tips of the tiles of the roof have talismans on the ends of them. Chinese Gardens are often used as a display of class and beauty in many different Western Cultures. The purpose of these gates is to serve as a very inviting entrance into gardens of the rich upper class in China. The gates were originally only found in the gardens of wealthy Chinese nobles.

 

Moon Gates were incorporated into the architecture of Bermuda in the late 19th century, around the same time that the British territory began importing Easter lily bulbs from Japan for cultivation. The Bermuda Moon Gate is slightly different from the original Chinese design, as it is often left free-standing or attached to low wall. In Bermuda, it is regarded as good luck for newlyweds to step through the gate.

 

Bermuda has long had a reputation for the strange, thanks entirely to the centuries old myth of the Triangle. Yes, I said myth because it’s merely yet another conspiracy theory borne of a few strange incidents. One oddity I discovered while visiting the island though is very real and at first even more perplexing than the fabled geometric phenomenon.

 

It was a beautiful day and dozens of boaters were out enjoying the weather. But there in front of me on the cusp of the property was what looked just like a Stargate.

 

If you’re a fan of the movie and ensuing TV series like I am, then you know that a Stargate is a large circle structure through which people transport themselves through space. My imagination went wild and my immature self began to wonder if interstellar travel had first arrived on Bermuda. As I later learned, these gates are found throughout the island but sadly for me are not a gateway to new planets and encounters with aliens.

 

Originally of Chinese design, moon gates were brought to Bermuda in the late 19th century thanks to the British fascination with Asian culture. In China the gates were meant to serve as ornamental and luxurious doorways to homes and gardens, but in Bermuda they’re mostly freestanding. They’ve also taken on a different meaning altogether on the island as a local told me. She said that it’s good luck for newlyweds to walk through the gates after getting married. No matter the origin or the tales associated with them though, the moon gates do have an undeniable elegance to them.

 

These odd gates quickly became a favorite sight of mine on the island, I found them everywhere from prominent spots to the most unlikely of locations. I also grew to love them, not because I secretly hoped they would light up when I walked through them but because of their odd history. It’s that unusual quirkiness that makes Bermuda so special, that separates it from other island destinations. They seem to shout out to new arrivals that Bermuda isn’t your normal place, in every positive sense of the word imaginable.

 

This is not Bermudian originally but Chinese, many centuries old. (In July 2004, a Japanese garden with a structure almost identical to what in Bermuda is called a moongate, won a Silver Gilt prize at the Royal Horticultural Society show at Tatton Garden in the UK). The first plan for one in Bermuda was brought from a Chinese garden in 1860 by a local sea captain. He drew the design of a circular, ornamental wooden gateway to a garden or place of inner repose and, once back in Bermuda, built one of his own. It was copied. It has since been adopted by Bermuda as a national symbol. There are many now in Bermuda.

 

The Bermuda version is built of Bermuda stone and often but not always used as an entrance to a garden. There is also a New England version, in granite, of the Chinese design.

 

Legend has it that people who walk through a Moongate, especially young lovers and honeymooners, are blessed with good luck.

 

The real Oriental origin of the Moongate was almost completely lost locally when the former gardener of the Duke of Westminster in the United Kingdom was employed to lay out the grounds of the (former) Bermudiana Hotel in the 1920s being built at that time by the Furness Withy shipping group. This was the first of the Bermuda Moongates in hotel properties.

 

Unfortunately, Bermuda Moongates do not export well as Bermuda stone is very heavy. But you might be able to obtain a design from a local architect and have one constructed if you wish, overseas, or refer to Chinese designs for the original kind.

 

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Campbell P. won this Element wallet using the Element Search + Win! search.elementskateboards.com

This is the inside of a room in the 5 Element Hotel in Kuala Lumpur, where we will be staying.

Bear enjoys the 76degree Saturday, Not bad for the end of January

Situado numa extensão que vai desde a cidadela até ao espaço que terá sido alcançado pela expansão urbana no século XVI ou XVII, o corredor verde do Fervença constitui um elemento de referência na vivência da cidade, marcado pela presença do rio e pela perspetiva que se abre sobre o Monte São Bartolomeu, sendo desde há muito reclamado o seu usufruto pela população.

 

Este espaço está historicamente associado aos usos e costumes praticados em torno do rio Fervença, num espaço caracterizado pela transição entre a margem esquerda, onde se desenvolveu maioritariamente a cidade, e a margem direita, marcada pelas encostas do Monte de São Bartolomeu.

 

O Programa Nacional de Requalificação Urbana e Valorização Ambiental das Cidades - POLIS - constituiu uma oportunidade de transformação do espaço, consubstanciado em torno de dois projetos:

 

Fase 1 - projeto desenvolvido pelo Gabinete Vasco da Cunha, com a Coordenação da Arq.ª A

Isabel Vaz Serra, iniciado em 2000 e concluído em Setembro de 2002;

Fase 2 - projeto Desenvolvido pelo Gabinete SA -Sociedade de Arquitetos, com a coordenação do Arq. António José da Cunha Braamcamp de Marcelos Silva, iniciado em 2003 e concluído em 2006.

Este parque veio dignificar e beneficiar o rio Fervença na sua passagem pela cidade, tornando-o mais visível e acessível a todos os cidadãos e, em particular, a todos os residentes da zona ribeirinha.

 

Ao longo da sua curta existência, para além do uso intensivo que dele fazem a população da cidade e os visitantes, em especial durante a Primavera e o Verão, tem também sido utilizado para feiras e exposições, atividades desportivas e de ar livre.

 

Este espaço verde configura-se num corredor ribeirinho, que se desenvolve em dois troços. O primeiro (Fase 1) situa-se entre a Ponte do Fervença e a Rua dos Batoques tendo sido concebido como um espaço verde formal, com vegetação plantada e intervencionada.

 

Numa abordagem mais detalhada e devido às suas características é possível dividir o primeiro troço em duas partes: o corredor ribeirinho e a encosta do Senhor da Piedade. O segundo troço (Fase 2), aqui abordado com menor profundidade, inicia-se no último açude do primeiro troço, desenvolve-se seguindo o rio ao longo do seu percurso pela zona dos Batoques, terminando nas imediações da entrada leste do Castelo e do Parque de Merendas, junto à ponte do Jorge.

 

O corredor ribeirinho da primeira fase corresponde ao espaço que acompanha o Rio Fervença na sua passagem pelo centro da cidade. Começa na Rotunda da Flor da Ponte, na entrada da Rua Alexandre Herculano, e segue em direção ao centro, terminando em frente ao Jardim Doutor António José de Almeida, junto ao último açude deste trecho do rio.

 

Este espaço possui vários acessos possíveis a partir das duas margens do rio, desde a Rotunda da Flor da Ponte e do Jardim José de Almeida, ao longo da Rua Alexandre Herculano e desde a Rua do Rio Fervença, por escada, rampa, caminhos em gravilha ou empedrados.

 

Em cada uma das margens há um corredor pedonal que acompanha o rio em toda a sua extensão até ao espelho de água, junto à Rua Doutor António José de Almeida. As zonas pedonais em madeira, gravilha ou pedra, partem dos corredores principais e divergem em várias direções. Ao longo do percurso é possível passar de uma margem para a outra por meio de pontes de ferro, num total de quatro.

 

Uma esplanada, um parque infantil, um parque de manutenção física para a terceira idade, as instalações da Casa do Mel (edifício em arquitetura tradicional), um antigo moinho de água recuperado e exposto de forma pedagógica e didática, bem como algum equipamento simultaneamente decorativo e recreativo, são polos de interesse do corredor. Para além disso, o próprio rio, a vegetação instalada ao longo das margens, as aves que aí encontram abrigo, e outro tipo de fauna, como as ocasionais lontras, constituem um atrativo para os visitantes.

 

A vegetação acompanha as margens do rio, e está também instalada em canteiros, organizados em socalcos, alguns apresentando declive apreciável. As zonas das margens assim como as dos canteiros encontram-se relvadas ou cobertas de vegetação herbácea espontânea que é frequentemente aparada. Espécies arbóreas e arbustivas de porte, folhagem e estrutura bastante diversificada estão isoladas, organizadas em linhas ou em grupos, formando manchas que se distinguem atendendo a vários critérios, tais como: porte, persistência ou caducidade das folhas, tonalidade de cascas e folhagem, floração ou frutificação.

 

Na margem esquerda, ao longo da zona pedonal que conduz ao Jardim Doutor António José de Almeida, e principalmente, nos trajetos planos e mais afastados do leito do rio, foi utilizada alguma vegetação arbustiva de porte rasteiro que reveste o espaço e que forma intenso contraste com os relvados através da cor da folhagem ou da presença de frutificações abundantes e conspícuas, como por exemplo as coberturas de cotoneaster ou de santolina.

 

A encosta da capela do Senhor da Piedade configura um espaço com declive acentuado, organizado em patamares e socalcos, e que ocupa maioritariamente a margem direita do Rio Fervença. Toda a área é percorrida por vários caminhos empedrados e em gravilha, rasgados segundo as curvas de nível.

 

Na maioria da sua extensão, os taludes encontram-se relvados, ou pontualmente, cobertos de casca de pinheiro. Nestes taludes foram plantadas espécies arbóreas e arbustivas, em linha, formando pequenos bosquetes, ou pequenos grupos de forma geométrica ou irregular. No declive do lado leste, contíguo à escadaria que liga o espelho de água à Capela do Senhor da Piedade, existe uma área de olival, que corresponde ao coberto arbóreo e herbáceo inicialmente instalado naquela zona, antes da intervenção. Trata-se de um espaço com bastante interesse pela presença de castanheiros, do olival e da flora que lhe está habitualmente associada.

 

Na base desta pequena colina, o rio faz um cotovelo no qual fica o último dos quatro açudes existentes desde a ponte do Fervença. Quando a respetiva comporta se mantém encerrada, forma-se um apreciável espelho de água, que permite ainda a observação dos vestígios do antigo fontanário em pedra. Para além disso, perto deste local foi também construído um anfiteatro, com vista para o espelho de água e o Jardim António José de Almeida, que circunda uma área empedrada e pedonal com fontes e repuxos interativos.

 

Daí, parte a escadaria que termina no cimo da colina, junto à Capela do Senhor da Piedade (1908) e ao Miradouro, locais a partir dos quais se pode apreciar uma agradável panorâmica do jardim, da cidade e do castelo. No ponto em que a Rua do Fervença se encontra com a Rua Tomás Ribeiro encontram-se um bar com esplanada e um talhão ajardinado, limitados por uma sebe de fotínias de folhagem bicolor e brilhante, que confina na sua parte superior com a Estrada do Turismo. O espaço correspondente à Fase 2 foi concebido numa abordagem distinta e contrastante com a etapa anterior. O carácter encaixado do vale do rio Fervença e a escassez de espaço disponível, levaram à definição de uma paisagem mais natural, de valorização das margens e do contexto paisagístico da envolvente, que assume um carácter pitoresco, pese ao facto de se assistir a alguma degradação do edificado e à ocorrência, pontual, de elementos descaracterizadores.

 

Entre as diversas ações e resultados da intervenção, destacam-se a construção de um passadiço ao longo da margem esquerda do rio, sobre o emissário de efluentes, a recuperação de diversos edifícios e elementos presentes (moinho - Casa da Seda e fontanário), a construção do Centro de Ciência Viva e a criação de diferentes espaços de permanência e contemplação. www.cm-braganca.pt/servicos-e-informacoes/ambiente-e-sust...

Planet Hollywood @ Times Square

mini-série, les quatre éléments (à suivre)

 

bigger is better

5 Elemente Grillabend am Landhotel Gut Sonnberghof 4. Juli 2009

Element from Gestation by Jessalyn Lemay. ECUAD Grad Show 2012.

With Cloud Rider grill installed

Photo from the Planning Institute of Australia QLD Planning of Excellence Awards, held at Voco Brisbane. Photo by Event Partner Element Photo and Video Productions.

thinking of someone who I shouldnt

 

element tshirt

silver jeans

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