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A spur-of-the-moment weekend, me and my bestie Gemma were out in Hull again.

 

Saturday night included favourites Propaganda and Fuel again, and we also tried The Star as well.

 

Turns out The Start has a stage (actually it has 2).

 

Considerato il fiore dei morti.

 

"I crisantemi sono considerati portatori di bene, gioia e prosperità in tutto il mondo, mentre in Italia vengono associati al lutto e ai contesti tristi. Come mai? Questo dipende dal fatto che la festa dei morti avviene in concomitanza con la fioritura dei crisantemi e per questo i fiori sono sempre stati correlati a contesti molto tristi.

 

In Oriente invece i crisantemi (il cui nome in greco significa “fiore d’oro”) sono estremamente positivi: vengono utilizzati per matrimoni, comunioni e addirittura compleanni. Il crisantemo è inoltre fiore ufficiale del Giappone tanto che, in suo onore, viene celebrata una festa addirittura dall’imperatore."

  

I consider that our present sufferings are not worth comparing with the glory that will be revealed in us. For the creation waits in eager expectation for the children of God to be revealed. For the creation was subjected to frustration, not by its own choice, but by the will of the one who subjected it, in hope that the creation itself will be liberated from its bondage to decay and brought into the freedom and glory of the children of God.

 

[Romans 8:18-21 NIV]

 

5 THINGS YOU SHOULD KNOW:

 

1. Like it or not, we are ALL sinners: As the Scriptures say, “No one is righteous—not even one. No one is truly wise; no one is seeking God. All have turned away; all have become useless. No one does good, not a single one.” (Romans 3:10-12 NLT)

 

2. The punishment for sin is death: When Adam sinned, sin entered the world. Adam’s sin brought death, so death spread to everyone, for everyone sinned. (Romans 5:12 NLT)

 

3. Jesus is our only hope: But God showed his great love for us by sending Christ to die for us while we were still sinners. (Romans 5:8 NLT) For the wages of sin is death, but the free gift of God is eternal life through Christ Jesus our Lord. (Romans 6:23 NLT)

 

4. SALVATION is by GRACE through FAITH in JESUS: God saved you by his grace when you believed. And you can’t take credit for this; it is a gift from God. Salvation is not a reward for the good things we have done, so none of us can boast about it. For we are God’s masterpiece. He has created us anew in Christ Jesus, so we can do the good things he planned for us long ago. (Ephesians 2:8-10 NLT)

 

5. Accept Jesus and receive eternal life: If you openly declare that Jesus is Lord and believe in your heart that God raised him from the dead, you will be saved. (Romans 10:9 NLT) But to all who believed him and accepted him, he gave the right to become children of God. (John 1:12 NLT) And this is what God has testified: He has given us eternal life, and this life is in his Son. Whoever has the Son has life; whoever does not have God’s Son does not have life. (1 John 5:11-12 NLT)

 

Read the Bible for yourself. Allow the Lord to speak to you through his Word. YOUR ETERNITY IS AT STAKE!

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Friday night pictures from an epic, incredible weekend in Leeds. As well as the usual Leeds First Friday event, we were also staying for Leeds Pride on the Sunday - my very first Pride. I met so many wonderful people and had an amazing time, one I will never ever forget.

 

Photo posing in the hotel room ready to go out.

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Saturday night in Leeds after Leeds First Friday.

 

In Revolucion De Cuba - my first time in there and it was awesome! We'll definitely be going in there again.

 

Girls' night out - Helen, Janie, Gemma, me and Davina having a great time!

Historicamente, a Pateira deve ser considerada como um antigo braço marinho onde desaguavam, independentemente uns dos outros, os rios Cértima, Águeda e Vouga, antes da constituição da Ria de Aveiro. Aquele braço que os aluviões dos três rios fecharam originou um só curso de água - o rio Vouga - passando a foz a situar-se muito mais a noroeste, como actualmente (Almeida, 2006).

 

Pinho et al. (1988) cit Gomes Andrade escreve, em relação à Pateira, que o vale do Certoma, naquele ponte era dantes terreno firme, coberto de espessos arvoredos, por entre os quais o rio mansamente deslizava.

 

Também Morais em Sousa Batista (1945) cita um excerto de uma carta do almoxarife de Aveiro a D. Manuel em que fala da Mata de Perrães (eventualmente compreendida entre Perrães e a frente da freguesia de Fermentelos) dizendo que esta sempre fora coutada para nela se colherem porcos (provavelmente javalis) e veados, referindo ainda que era apaúlada.

 

Aliás, segundo Pinho et al, 1988, parece admissível supor que se trataria de uma zona bastante rica do ponto de vista faunístico e florístico, muito embora as referências à flora e fauna sejam escassas.

 

A Pateira ter-se-ia começado a formar em finais do século XV, provavelmente ainda na Idade Média, devido às sucessivas inundações dos rios Certoma e Águeda, e alagamento dos campos ribeirinhos.

 

Presentemente, a Pateira corresponde ao assoreamento e espraiamento do rio Cértima, perto do local onde desagua no rio Águeda.

 

A maior lagoa natural da Península Ibérica ocupa actualmente uma área de superfície e profundidade variáveis, de acordo com a estação do ano, que, no seu expoente máximo, atinge mais de 5 Km2. Estes, estendem-se, maioritariamente, pelo concelho de Águeda, abrangendo também o concelho de Aveiro e Oliveira do Bairro.

 

O termo “Pateira” encerra a especificidade da região do Vouga e afluentes designando, por si só, abundância de patos.

 

Em termos hidrográficos, a lagoa está compreendida na bacia hidrográfica do rio Cértima a qual, por sua vez, se insere na bacia hidrográfica do rio Águeda e esta, na bacia do rio Vouga.

 

A lagoa é alimentada pelo rio Cértima (a montante), pela ribeira do Pano (a poente), pontualmente por outras escorrências, e por água subterrânea (sistema aquífero Cretácico de Aveiro), sendo o rio Cértima o principal curso a condicionar a hidrologia.

 

No que diz respeito ao relevo, a zona envolvente da Pateira apresenta um relevo suave, a oeste, registando-se uma zona com altitude superior a 50 metros em Fermentelos (concelho de Águeda).

 

A este, na zona de Espinhel, ocorre uma elevação que atinge os 78 metros, revelando declives com relativo significado dadas as características da área envolvente. A noroeste, sensivelmente entre a Oliveirinha e Requeixo (concelho de Aveiro) destaca-se uma faixa com altitude entre os 50 e os 70 metros, com declive suave em direcção à Pateira.

 

A sudoeste, as áreas de cultivo, na margem esquerda do rio Cértima e de Perrães ladeiam a Pateira com relevos suaves de cotas mínimas.

  

Estatatuto de Protecção

 

A Pateira de Fermentelos apresenta características de um sistema semi-lêntico que integra a Zona de Protecção Especial da Ria de Aveiro (PTZPE0004) e, como tal, incluída na Rede Natura 2000.

   

Protegida pela Directiva Aves, está ainda classificada como “Zona Sensível” de acordo com o Decreto-lei n.º 152/97, de 19 de Julho, Anexo II, tratando-se de uma importante e extensa zona húmida (cit. ICN, 2006).

   

Por definição as Zonas Húmidas (ZH) são áreas de sapal, paul, turfeiras ou águas, naturais ou artificiais, permanentes ou temporárias, estáticas ou correntes, doces , salobras ou salgadas, incluindo extensões de água do mar, cuja profundidade na maré baixa não exceda os 6 metros e zonas costeiras e ribeirinhas (Convenção Ramsar).

   

Estas ZH, onde se inclui a Pateira, desempenham importantes funções nos ecossistemas como a regularização hídrica e climática, a purificação da água, contrariam o efeito de estufa, protegem a costa, alimentam reservatórios naturais subterrâneos, suportando uma elevada biodiversidade, entre outras.

   

As zonas húmidas são, aliás, áreas de grande produtividade primária da Terra (a par com as florestas tropicais), suportando assim uma fauna e flora riquíssimas.

   

Biodiversidade Faunística

No que diz respeito à diversidade faunística, a Pateira e zonas envolventes destacam-se, particularmente, pela importante componente ornitológica. Nestas áreas ocorrem espécies com estatutos de protecção a nível nacional e internacional — classificadas pela Directiva Aves (Directiva 79/409/CEE), Convenção de Bona, Convenção de Berna.

 

Surgem espécies de importância comunitária, como:

 

O Garçote (Ixobrychus minutus) frequenta normalmente zonas com abundante vegetação palustre, sendo difícil a sua observação. Não necessita de grandes áreas para nidificar, sendo uma espécie essencialmente solitária durante a reprodução. Os ninhos são construídos no meio do caniçal, acima da água. Alimenta-se essencialmente de insectos e por vezes de pequenos peixes, anfíbios, moluscos, crustáceos, ovos e crias de outras aves, entre outros.

 

A Garça-vermelha (Ardea purpurea) prefere zonas húmidas com áreas de vegetação densa de caniçais, procurando águas ricas em nutrientes (eutróficas), pouco profundas, paradas ou com pouca corrente. Os ninhos são construídos junto ou sobre a água, geralmente em caniçais inundados, não voltando a ocupar ninhos de anos anteriores. Alimenta-se principalmente de peixes e insectos (larvas e adultos). Segundo observações realizadas ao longo dos últimos anos, a população de Garça-vermelha tem aumentado na Pateira.

 

A Águia-sapeira (Circus aeruginosus) também designada como Tartaranhão-ruivo-dos-pauis, nidifica em zonas húmidas onde ocorra uma vegetação aquática emergente abundante, preferencialmente manchas de caniçal, onde são construídos os ninhos. Nestas áreas procura ainda alimento, bem como em águas pouco profundas e com vegetação aquática, caçando frequentemente em campos agrícolas nas imediações. Alimenta-se de animais de pequeno e médio porte, nomeadamente aves, mamíferos (roedores), e, em menor proporção, insectos, sapos, cobras e peixes.

 

O Milhafre-preto (Milvus migrans) frequenta um número diversificado de habitats embora apareça, principalmente, associado a massas de água. Nidifica nos pinhais e matas ripícolas associadas à lagoa, construindo o ninho nas árvores. Procura alimento em áreas abertas ou semi-abertas, alimentando-se de presas de pequeno porte, como roedores, lagomorfos, aves terrestres e ouriços-cacheiros, especialmente indivíduos jovens, doentes ou feridos mas também répteis, peixes, anfíbios e insectos.

 

Ocorrem ainda espécies como o Perna-longa (Himantopus himantopus), o Guarda-rios (Alcedo athis), a Petinha-dos-campos (Anthus campestris), a Garça-branca-pequena (Egretta garzetta), entre outras, incluídas no Anexo I da Directiva 79/409/CEE.

 

Estas e outras espécies, ocorrem na ZPE da Ria de Aveiro, fazendo a Pateira, assim, parte do sistema que “suporta, regularmente, mais de 1% da população biogeográfica de Alfaiate (Recurvirostra avosetta), de Negrola (Melanitta nigra), de Borrelho-grande-de-coleira (Charadrius hiaticula) e de Borrelho-de-coleira-interrompida (Charadrius alexandrinus)” (ICN, 2006).

 

Refere-se ainda a ocorrência de vários passeriformes migradores de matos e bosques, assim como passeriformes de caniçais e galerias ripícolas. A diversidade de biótopos é propícia à reprodução, refúgio e alimento de aves invernantes, nidificantes e migradoras, sendo a Pateira cada vez mais procurada pelos observadores de aves - Birdwatching - e amantes da natureza para a realização de actividades.

 

As condições biofísicas propiciam também a diversidade de peixes que se encontra na Pateira. Inserida na bacia hidrográfica do Rio Vouga, ocorrem, ou têm potencial para ocorrer, espécies como o Barbo-do-Norte (Barbus bocagei), a Boga (Chondrostoma polylepis), a Boga–portuguesa (Chondrostoma lusitanicum), o Ruivaco (Rutilus macrolepidotus ), o Bordalo (Rutilus alburnoides ) - com estatuto de protecção comunitário (pelo Anexo II e/ou V da Directiva Habitats).

 

Ocorrem ainda espécies como a Tainha (Chelon labrosus), a Carpa (Cyprinius carpio), o Escalo-do-norte (Leucistus carolitertii), o Lúcio (Esox lucius), a Enguia (Anguilla anguilla), a Pardelha (Cobitis calderoni), o Achigã (Micropterus salmoides ), etc.

 

Tratam-se de animais sobretudo nocturnos e que, alimentando-se de larvas de insectos, crustáceos e peixes mortos, podem atingir cerca de 1 metro.

 

A fauna piscícola encontra na Pateira e sistema hídrico adjacente as condições ecológicas que permitem a vitalidade e subsistência das diversas comunidades, condições que permitem o refúgio e a desova em tempo de reprodução. Surgem então na lagoa áreas que são identificadas, pelas gentes locais, como “verdadeiras maternidades” de peixe.

 

Entre as várias espécies de bivalves que se observam na Bacia Hidrográfica do Vouga, ocorre na lagoa um, cujas dimensões o transformam numa espécie emblemática - a Anodonta.

 

Este molusco bivalve de água doce, comummente designado como Mexilhão-do-rio, passa despercebido à maioria da população, devido aos seus hábitos ecológicos discretos, que privilegiam o substrato lodoso, onde se enterram.

 

É muito importante para o ecossistema, uma vez que se alimenta através da filtração de um grande volume de água (de que retira detritos e plâncton), sendo apontada como um indicador da qualidade da água. A degradação das condições ambientais afecta negativamente a população destes bivalves.

 

Associada aos habitats de zonas húmidas está também uma elevada diversidade de répteis e anfíbios, característicos destes sistemas e que se localizam sobretudo no interface terra-água e cuja ocorrência potencial se lista de seguida.

 

Ainda neste interface, bem como nas zonas mais secas adjacentes à lagoa, ocorrem diversas espécies de mamíferos. Destas, destaca-se a Lontra (Lutra lutra), emblemática pelos afectos (e desafectos) que provoca na população, mas também por se tratar de uma espécie protegida pelos anexos II e IV do Decreto-lei nº 49/2005 de 24 de Fevereiro.

 

A Lontra (Lutra lutra) procura de forma selectiva os locais de descanso e abrigo, sendo possível encontrar os seus refúgios nas margens mais tranquilas da lagoa e onde abunda vegetação. Esta espécie solitária alimenta-se sobretudo de fauna piscícola, embora possa alimentar-se também de anfíbios e crustáceos (como o lagostim-do-Louisiana). Pode reproduzir-se durante todo o ano, dependendo da disponibilidade de recursos alimentares, nascendo as crias (uma a quatro) ao fim de 61—63 dias em tocas dissimuladas na vegetação.

 

Surgem ainda espécies como o Ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus), a Raposa (Vulpes vulpes), o Coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus), o Javali (Sus scrofa), vários roedores, entre outras, que encontram protecção no Direito Comunitário, e Nacional.

 

Assim, a diversidade de biótopos existentes na região (juncais, caniçais, arrozais, margens com vegetação ripícola, etc.) transforma esta região num complexo ecossistema e, por conseguinte, num importante refúgio para a vida animal..

 

Biodiversidade Florística

Na zona húmida, que engloba as águas livres e a vegetação alagada das margens e linhas, dominam habitats com povoamentos de Caniço (Phragmites communis), juntamente com a Tabúa (Typha sp.) e o Bunho (Scirpus lacustris). Ocorrem ainda comunidades (ou mosaicos de comunidades) de plantas vasculares com macrófitas flutuantes, enraizadas ou suspensas entre o fundo e a superfície: a Erva-pinheirinha (Myriophyllum sp.), os Nenúfares (Nymphaea sp., Nuphar luteo ) ou mesmo o Jacinto-de-água (Eichhornia crassipes).

 

Em algumas zonas marginais ao longo da Pateira, verifica-se a ocorrência de diversas espécies arbóreas e arbustivas como:

 

Salgueiros (Salix alba, Salix sp.), Choupos (Populus canescens, Populus nigra, Populus sp.), Amieiros (Alnus glutinosa), Amieiro-negro (Frangula alnus), Freixos (Fraxinus angustifolia), Pilriteiros (Crataegus monogyna), Sabugueiros (Sambucus nigra), Borrazeiras (Salix atrocinerea ), pontualmente Carvalhos (Quercus robur), Loureiros (Laurus nobilis ), Ulmeiros (Ulmus sp.) ...

 

Entre as espécies alóctones encontra-se o Eucalyptus globulus (predominante no coberto florestal das áreas adjacentes à lagoa), e outras árvores dos géneros Acacia e Hakea , estas com comportamento infestante e que se encontram disseminadas pelas imediações da lagoa.

 

Do grupo das herbáceas e sub-arbustivas refere-se apenas a presença do Lírio-amarelo-dos-pântanos (Íris pseudacorus), do Agrião (Nasturtium officinale), do Embude (Oenanthe crocata), da Erva-pessegueira (Polygonum persicaria), Hortelã-de-água (Mentha aquatica), entre tantas outras. Ocorrem espécies com estatuto de protecção como a Gilbardeira (Ruscus aculeatus ) pelo anexo V, e a Marsilea quadrifolia.

 

Peculiar, e pouco divulgado, é o facto de, em áreas adjacentes à lagoa, ocorrerem ainda espécies de plantas carnívoras como a Pinguicula lusitanica; potencialmente poderão ocorrer ainda outras espécies, embora sejam cada vez mais difíceis de encontrar.

 

Esta carnívora ocorre sobretudo em sítios húmidos, por vezes turfosos das margens da lagoa (e rios), florescendo entre Março e Maio. É nas folhas que é libertado o muco adesivo que aprisiona os insectos, que se aproximam atraídos pelo odor libertado. Assim que detectam a presa, as folhas começam a enrolar-se de forma a envolver a presa nas enzimas digestivas libertadas.

 

Um aspecto que se encontra ainda pouco desenvolvido diz respeito à diversidade micológica. Assim, a variedade de fungos que ocorre começa agora a ser inventariada e estudada de forma mais exaustiva, apresentando-se nas imagens laterais alguns exemplos.

 

Na breve resenha biológica apresentada, ainda que incompleta, fica patente a vasta diversidade biológica e potencial natural (e conservacionista) da Pateira, como é referido para as demais Zonas Húmidas. Não obstante, são alguns os problemas que afectam esta área, entre os quais a infestação com Jacinto-de-água.

 

Jacinto-de-água

O jacinto-de-água (Eichhornia crassipes) é uma espécie infestante originária da bacia do Amazonas (Brasil), encontrando-se actualmente disseminado nos cinco continentes. Alastra-se pelos sistemas aquáticos de climas tropicais e temperados, causando rapidamente a ruptura dos sistemas naturais infestados. É considerada por muitos autores como “uma das piores pragas de plantas aquáticas a nível global” (HOLM et al., 1977).

 

Como tal, a ocorrência e disseminação desta espécie exótica infestante na Pateira constitui um dos principais factores que contribui para a degradação das condições ecológicas, económicas e sociais desta zona húmida que urge recuperar e preservar.

 

A ceifeira-aquática

Dada a área em questão e a dimensão da infestação, as metodologias a adoptar e tecnologias de apoio foram seleccionadas de acordo com a avaliação do risco sobre a ZPE, do efeito ambiental das diferentes metodologias e a eficácia da remoção a curto, médio e longo prazo.

 

A gravidade do problema da infestação de sistemas aquáticos ao nível global levou ao desenvolvimento de tecnologia específica para a sua resolução e/ou controlo.

 

Assim sendo, recorreu-se à remoção mecânica, sendo a extracção feita com recurso a uma máquina – ceifeira-aquática – que começou a laborar na lagoa a 13 de Dezembro de 2006.

 

Com um tapete incorporado, e movido por um motor, extrai as massas de jacintos-de-água. Controlada por um operador, a ceifeira-aquática possui um sistema simples e eficaz: duas rodas de pás com um funcionamento hidráulico independente que garantem a grande manobrabilidade do equipamento.

 

Em apenas dois meses e meio, foi possível melhorar as condições ecológicas e hidrológicas do sistema aquático, recuperar o espelho de água, melhorar a capacidade para suportar actividades lúdicas e de lazer na área, bem como melhorar as condições para a prática das actividades tradicionais no espelho da lagoa.

 

Requalificação Ambiental e Paisagística da Pateira

A remoção do jacinto-de-água da lagoa foi apenas a 1ª fase de um vasto e complexo processo, que engloba várias outras medidas e acções que visam o desenvolvimento sustentável, a conservação e protecção da Natureza e, consequentemente, a Requalificação Ambiental e Paisagística da maior lagoa natural da Península Ibérica, a Pateira de Fermentelos.

 

Após o levantamento topo-hidrográfico realizado, concluiu-se que o leito da lagoa se encontra fortemente assoreado, em particular na zona mais a jusante da Pateira.

 

Desta forma, ficou patente a necessidade de, a curto prazo, se proceder à normalização do leito natural da Pateira, pela remoção (dragagem) do excesso de sedimentos entretanto acumulados, bem como à reconstrução do pequeno açude localizado na confluência da Pateira e rio Águeda.

 

Numa área classificada como a Pateira, englobada numa importante bacia hidrográfica (bacia hidrográfica do Rio Vouga), com valores paisagísticos e a nível da conservação da natureza, que se traduzem na elevada diversidade biológica, alguma com estatuto de protecção a nível nacional e internacional, é importante dotar o espaço com infra-estruturas adequadas que permitam a conservação, mas também a observação e a interpretação da natureza.

 

Neste âmbito, são desenvolvidas várias acções de educação ambiental, como a organização de palestras e acções de sensibilização ambiental, observação de aves, realização de percursos interpretativos, workshops para a construção de ninhos, entre outras actividades promovidas pela Autarquia ou por outras entidades como a SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves), a UA (Universidade de Aveiro), a QUERCUS (Associação Nacional de Conservação da Natureza).

 

A definição de percursos com temas e finalidades várias (educação ambiental, prática de desporto, observação de aves, etc.) está a ser estudada numa perspectiva intermunicipal.

 

A Pateira é, desta forma, vista como um todo, onde o objectivo é conduzir o visitante pelo espaço natural dando-lhe a conhecer os valores naturais da área (com descritores de paisagem, de espécies), bem como dotar estes percursos do mobiliário adequado (observatórios de aves, pontos de encontro e descanso, material de apoio à prática desportiva, etc) e que dê ao visitante o conforto, a segurança e o equilíbrio natural que procura neste local.

 

São várias as propostas de actividades que o visitante encontra ao seu dispor na lagoa ou nas áreas adjacentes e que o levam ao contacto quer com a natureza, quer com as dinâmicas culturais e tradições locais. Desde os momentos de descontracção que pode passar nos parques de lazer, a uma travessia nas tradicionais bateiras, a uma viagem nas bicicletas aquáticas, de um passeio a cavalo, de bicicleta ou a pé, a uma tarde de pesca, um dia desportivo, ou simplesmente um momento de pausa a vislumbrar a paisagem, só ou em família, são algumas das ideias já praticáveis na Pateira de Fermentelos.

 

Considerações finais

Numa época em que o ambiente se assume no contexto nacional e internacional como tema prioritário e se procura evitar a continuação da degradação dos recursos hídricos, surge a Directiva-Quadro da Água (DQA) – 2000/60/CE – transposta para a ordem jurídica nacional pela Lei nº 58/2005, de 29 de Dezembro. Esta vem estabelecer como objectivo a alcançar, até 2015, “o bom estado ecológico ou o bom potencial ecológico e químico de todas as massas de água”.

Como tal, “proteger e melhorar o estado dos ecossistemas aquáticos e também dos ecossistemas terrestres e zonas húmidas, directamente dependentes dos ecossistemas aquáticos”, constitui uma atribuição das entidades públicas e um dever dos particulares.

 

Não obstante, e tal como referido no início deste documento, além da dimensão ambiental, prevalece uma forte componente social, sendo incalculável a importância que a Pateira e ecossistemas associados representam para as populações limítrofes desta área.

 

Assim, torna-se premente assegurar a continuidade deste projecto, com o desenvolvimento e implementação das acções previstas para a requalificação ambiental e paisagística da Pateira. Pretende-se pois que a Pateira de Fermentelos volte a ser um ex libris natural da região, motivo de referência e orgulho nacional.

  

Texto retirado do livro

Pateira de Fermentelos: Paisagem a proteger

Célia Laranjeira (CMA) www.cm-agueda.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=28901

I consider this image to be a 3-way collaboration with Mr. M.C. Escher, who made this print in 1946, and the museum's exhibit designer, who surely created this lighting effect deliberately. Thanks for the set-up, guys.

 

My contributions, in addition to being the shadow, are the execution, and a significant amount of development work.

 

Unless there is a good reason for it to be otherwise, I think that one of the basic tricks of a compelling monochrome is to make the histogram curve kiss the clip-point on both ends. I find that this is often the difference between B&W stuff that looks "crisp", versus a B&W that looks "gray and dirty", and I think that in most cases, "crisp" looks better. Personally, I like the PS "curves" function for this, but any tool will do it.

 

Please do not post notes on the image.

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We had a brilliant night in The New Star, met loads of people and had a wonderful time.

 

With Cherry Pops - the DJ.

 

"Consider how, after the death of our Lord, two of His disciples, Joseph and Nicodemus, took Him down from the Cross, and placed Him in the arms of His afflicted Mother, who received Him with unutterable tenderness, and pressed Him to her bosom.

 

O Mother of sorrow, for the love of this Son, accept me for thy servant, and pray to Him for me. And Thou, my Redeemer, since Thou hast died for me, permit me to love Thee; for I wish but Thee, and nothing more. I love Thee, my Jesus, and I repent of ever having offended Thee. Never permit me to offend Thee again. Grant that I may love Thee always; and then do with me what Thou wilt."

– Reflection by St Alphonsus Liguori.

 

Station from the Carmelite church of Our Lady of Carmel & St Simon Stock in Kensington, London.

 

During Passiontide, I am posting one Station of the Cross a day, each taken from a different location around the world.

Patsy Anne McClenny conocida por todos como Morgan Fairchild la considero la reina del serial rosa de la década de los 80. Resulta impresionante la cantidad de apariciones de esta tejana en la pequeña pantalla. Como sugiere su look de “femme fatale” más mala que la tiña, sus papeles siempre giraban por los mismos derroteros: secretaria ejecutiva envidiosa roba maridos que trata de hacer el mal por donde pasa. Todo un poema vaya.

Más información:

www.morganfairchild.com/

 

I may make up a story for this, sometime.

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Gemma came up to visit again this weekend, so we were out and about again having a great time as always!

 

Out in the Wetherspoons pub Admiral of the Humber - Gemma saw there was a cider festival on and wanted to check it out.

Ma consideri ognuno, quanto valore, quanto sigificato è racchiuso anche nelle più piccole nostre abitudini quotidiane, nei cento oggetti nostri che il più umile mendicante possiede:un fazzoletto, una vecchia lettera, la fotografia di una persona cara.

Queste cose sono parte di noi , quasi come membra del nostro corpo; nè è pensabile di venirne privati che subito ne ritroveremo altre a sostituire i vecchi; altri oggetti che sono nostri in quanto custodi e suscitatori di memorie nostre.

Si immmagini ora un uomo a cui , insieme con le persone amate, vengano tolti la sua casa, le sue abitudini, i suoi abiti, tutto infine, letteralmente tutto quanto possiede: sarà un uomo vuoto, ridotto a sofferenza e bisogno, dimentico di dignità e discernimento, pochè accade facilmente, a chi ha perso tutto, di perdere se se stesso.

São considerados os mais inteligentes dos macacos do Novo Mundo. O capuchinho castanho sabe usar uma variedade de utensílios, como pedras, para partir frutos secos. Alimenta-se também de fruta, insectos e vertebrados. Vive em grupos mistos de 8 a 14 indivíduos.

Historicamente, a Pateira deve ser considerada como um antigo braço marinho onde desaguavam, independentemente uns dos outros, os rios Cértima, Águeda e Vouga, antes da constituição da Ria de Aveiro. Aquele braço que os aluviões dos três rios fecharam originou um só curso de água - o rio Vouga - passando a foz a situar-se muito mais a noroeste, como actualmente (Almeida, 2006).

 

Pinho et al. (1988) cit Gomes Andrade escreve, em relação à Pateira, que o vale do Certoma, naquele ponte era dantes terreno firme, coberto de espessos arvoredos, por entre os quais o rio mansamente deslizava.

 

Também Morais em Sousa Batista (1945) cita um excerto de uma carta do almoxarife de Aveiro a D. Manuel em que fala da Mata de Perrães (eventualmente compreendida entre Perrães e a frente da freguesia de Fermentelos) dizendo que esta sempre fora coutada para nela se colherem porcos (provavelmente javalis) e veados, referindo ainda que era apaúlada.

 

Aliás, segundo Pinho et al, 1988, parece admissível supor que se trataria de uma zona bastante rica do ponto de vista faunístico e florístico, muito embora as referências à flora e fauna sejam escassas.

 

A Pateira ter-se-ia começado a formar em finais do século XV, provavelmente ainda na Idade Média, devido às sucessivas inundações dos rios Certoma e Águeda, e alagamento dos campos ribeirinhos.

 

Presentemente, a Pateira corresponde ao assoreamento e espraiamento do rio Cértima, perto do local onde desagua no rio Águeda.

 

A maior lagoa natural da Península Ibérica ocupa actualmente uma área de superfície e profundidade variáveis, de acordo com a estação do ano, que, no seu expoente máximo, atinge mais de 5 Km2. Estes, estendem-se, maioritariamente, pelo concelho de Águeda, abrangendo também o concelho de Aveiro e Oliveira do Bairro.

 

O termo “Pateira” encerra a especificidade da região do Vouga e afluentes designando, por si só, abundância de patos.

 

Em termos hidrográficos, a lagoa está compreendida na bacia hidrográfica do rio Cértima a qual, por sua vez, se insere na bacia hidrográfica do rio Águeda e esta, na bacia do rio Vouga.

 

A lagoa é alimentada pelo rio Cértima (a montante), pela ribeira do Pano (a poente), pontualmente por outras escorrências, e por água subterrânea (sistema aquífero Cretácico de Aveiro), sendo o rio Cértima o principal curso a condicionar a hidrologia.

 

No que diz respeito ao relevo, a zona envolvente da Pateira apresenta um relevo suave, a oeste, registando-se uma zona com altitude superior a 50 metros em Fermentelos (concelho de Águeda).

 

A este, na zona de Espinhel, ocorre uma elevação que atinge os 78 metros, revelando declives com relativo significado dadas as características da área envolvente. A noroeste, sensivelmente entre a Oliveirinha e Requeixo (concelho de Aveiro) destaca-se uma faixa com altitude entre os 50 e os 70 metros, com declive suave em direcção à Pateira.

 

A sudoeste, as áreas de cultivo, na margem esquerda do rio Cértima e de Perrães ladeiam a Pateira com relevos suaves de cotas mínimas.

  

Estatatuto de Protecção

 

A Pateira de Fermentelos apresenta características de um sistema semi-lêntico que integra a Zona de Protecção Especial da Ria de Aveiro (PTZPE0004) e, como tal, incluída na Rede Natura 2000.

   

Protegida pela Directiva Aves, está ainda classificada como “Zona Sensível” de acordo com o Decreto-lei n.º 152/97, de 19 de Julho, Anexo II, tratando-se de uma importante e extensa zona húmida (cit. ICN, 2006).

   

Por definição as Zonas Húmidas (ZH) são áreas de sapal, paul, turfeiras ou águas, naturais ou artificiais, permanentes ou temporárias, estáticas ou correntes, doces , salobras ou salgadas, incluindo extensões de água do mar, cuja profundidade na maré baixa não exceda os 6 metros e zonas costeiras e ribeirinhas (Convenção Ramsar).

   

Estas ZH, onde se inclui a Pateira, desempenham importantes funções nos ecossistemas como a regularização hídrica e climática, a purificação da água, contrariam o efeito de estufa, protegem a costa, alimentam reservatórios naturais subterrâneos, suportando uma elevada biodiversidade, entre outras.

   

As zonas húmidas são, aliás, áreas de grande produtividade primária da Terra (a par com as florestas tropicais), suportando assim uma fauna e flora riquíssimas.

   

Biodiversidade Faunística

No que diz respeito à diversidade faunística, a Pateira e zonas envolventes destacam-se, particularmente, pela importante componente ornitológica. Nestas áreas ocorrem espécies com estatutos de protecção a nível nacional e internacional — classificadas pela Directiva Aves (Directiva 79/409/CEE), Convenção de Bona, Convenção de Berna.

 

Surgem espécies de importância comunitária, como:

 

O Garçote (Ixobrychus minutus) frequenta normalmente zonas com abundante vegetação palustre, sendo difícil a sua observação. Não necessita de grandes áreas para nidificar, sendo uma espécie essencialmente solitária durante a reprodução. Os ninhos são construídos no meio do caniçal, acima da água. Alimenta-se essencialmente de insectos e por vezes de pequenos peixes, anfíbios, moluscos, crustáceos, ovos e crias de outras aves, entre outros.

 

A Garça-vermelha (Ardea purpurea) prefere zonas húmidas com áreas de vegetação densa de caniçais, procurando águas ricas em nutrientes (eutróficas), pouco profundas, paradas ou com pouca corrente. Os ninhos são construídos junto ou sobre a água, geralmente em caniçais inundados, não voltando a ocupar ninhos de anos anteriores. Alimenta-se principalmente de peixes e insectos (larvas e adultos). Segundo observações realizadas ao longo dos últimos anos, a população de Garça-vermelha tem aumentado na Pateira.

 

A Águia-sapeira (Circus aeruginosus) também designada como Tartaranhão-ruivo-dos-pauis, nidifica em zonas húmidas onde ocorra uma vegetação aquática emergente abundante, preferencialmente manchas de caniçal, onde são construídos os ninhos. Nestas áreas procura ainda alimento, bem como em águas pouco profundas e com vegetação aquática, caçando frequentemente em campos agrícolas nas imediações. Alimenta-se de animais de pequeno e médio porte, nomeadamente aves, mamíferos (roedores), e, em menor proporção, insectos, sapos, cobras e peixes.

 

O Milhafre-preto (Milvus migrans) frequenta um número diversificado de habitats embora apareça, principalmente, associado a massas de água. Nidifica nos pinhais e matas ripícolas associadas à lagoa, construindo o ninho nas árvores. Procura alimento em áreas abertas ou semi-abertas, alimentando-se de presas de pequeno porte, como roedores, lagomorfos, aves terrestres e ouriços-cacheiros, especialmente indivíduos jovens, doentes ou feridos mas também répteis, peixes, anfíbios e insectos.

 

Ocorrem ainda espécies como o Perna-longa (Himantopus himantopus), o Guarda-rios (Alcedo athis), a Petinha-dos-campos (Anthus campestris), a Garça-branca-pequena (Egretta garzetta), entre outras, incluídas no Anexo I da Directiva 79/409/CEE.

 

Estas e outras espécies, ocorrem na ZPE da Ria de Aveiro, fazendo a Pateira, assim, parte do sistema que “suporta, regularmente, mais de 1% da população biogeográfica de Alfaiate (Recurvirostra avosetta), de Negrola (Melanitta nigra), de Borrelho-grande-de-coleira (Charadrius hiaticula) e de Borrelho-de-coleira-interrompida (Charadrius alexandrinus)” (ICN, 2006).

 

Refere-se ainda a ocorrência de vários passeriformes migradores de matos e bosques, assim como passeriformes de caniçais e galerias ripícolas. A diversidade de biótopos é propícia à reprodução, refúgio e alimento de aves invernantes, nidificantes e migradoras, sendo a Pateira cada vez mais procurada pelos observadores de aves - Birdwatching - e amantes da natureza para a realização de actividades.

 

As condições biofísicas propiciam também a diversidade de peixes que se encontra na Pateira. Inserida na bacia hidrográfica do Rio Vouga, ocorrem, ou têm potencial para ocorrer, espécies como o Barbo-do-Norte (Barbus bocagei), a Boga (Chondrostoma polylepis), a Boga–portuguesa (Chondrostoma lusitanicum), o Ruivaco (Rutilus macrolepidotus ), o Bordalo (Rutilus alburnoides ) - com estatuto de protecção comunitário (pelo Anexo II e/ou V da Directiva Habitats).

 

Ocorrem ainda espécies como a Tainha (Chelon labrosus), a Carpa (Cyprinius carpio), o Escalo-do-norte (Leucistus carolitertii), o Lúcio (Esox lucius), a Enguia (Anguilla anguilla), a Pardelha (Cobitis calderoni), o Achigã (Micropterus salmoides ), etc.

 

Tratam-se de animais sobretudo nocturnos e que, alimentando-se de larvas de insectos, crustáceos e peixes mortos, podem atingir cerca de 1 metro.

 

A fauna piscícola encontra na Pateira e sistema hídrico adjacente as condições ecológicas que permitem a vitalidade e subsistência das diversas comunidades, condições que permitem o refúgio e a desova em tempo de reprodução. Surgem então na lagoa áreas que são identificadas, pelas gentes locais, como “verdadeiras maternidades” de peixe.

 

Entre as várias espécies de bivalves que se observam na Bacia Hidrográfica do Vouga, ocorre na lagoa um, cujas dimensões o transformam numa espécie emblemática - a Anodonta.

 

Este molusco bivalve de água doce, comummente designado como Mexilhão-do-rio, passa despercebido à maioria da população, devido aos seus hábitos ecológicos discretos, que privilegiam o substrato lodoso, onde se enterram.

 

É muito importante para o ecossistema, uma vez que se alimenta através da filtração de um grande volume de água (de que retira detritos e plâncton), sendo apontada como um indicador da qualidade da água. A degradação das condições ambientais afecta negativamente a população destes bivalves.

 

Associada aos habitats de zonas húmidas está também uma elevada diversidade de répteis e anfíbios, característicos destes sistemas e que se localizam sobretudo no interface terra-água e cuja ocorrência potencial se lista de seguida.

 

Ainda neste interface, bem como nas zonas mais secas adjacentes à lagoa, ocorrem diversas espécies de mamíferos. Destas, destaca-se a Lontra (Lutra lutra), emblemática pelos afectos (e desafectos) que provoca na população, mas também por se tratar de uma espécie protegida pelos anexos II e IV do Decreto-lei nº 49/2005 de 24 de Fevereiro.

 

A Lontra (Lutra lutra) procura de forma selectiva os locais de descanso e abrigo, sendo possível encontrar os seus refúgios nas margens mais tranquilas da lagoa e onde abunda vegetação. Esta espécie solitária alimenta-se sobretudo de fauna piscícola, embora possa alimentar-se também de anfíbios e crustáceos (como o lagostim-do-Louisiana). Pode reproduzir-se durante todo o ano, dependendo da disponibilidade de recursos alimentares, nascendo as crias (uma a quatro) ao fim de 61—63 dias em tocas dissimuladas na vegetação.

 

Surgem ainda espécies como o Ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus), a Raposa (Vulpes vulpes), o Coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus), o Javali (Sus scrofa), vários roedores, entre outras, que encontram protecção no Direito Comunitário, e Nacional.

 

Assim, a diversidade de biótopos existentes na região (juncais, caniçais, arrozais, margens com vegetação ripícola, etc.) transforma esta região num complexo ecossistema e, por conseguinte, num importante refúgio para a vida animal..

 

Biodiversidade Florística

Na zona húmida, que engloba as águas livres e a vegetação alagada das margens e linhas, dominam habitats com povoamentos de Caniço (Phragmites communis), juntamente com a Tabúa (Typha sp.) e o Bunho (Scirpus lacustris). Ocorrem ainda comunidades (ou mosaicos de comunidades) de plantas vasculares com macrófitas flutuantes, enraizadas ou suspensas entre o fundo e a superfície: a Erva-pinheirinha (Myriophyllum sp.), os Nenúfares (Nymphaea sp., Nuphar luteo ) ou mesmo o Jacinto-de-água (Eichhornia crassipes).

 

Em algumas zonas marginais ao longo da Pateira, verifica-se a ocorrência de diversas espécies arbóreas e arbustivas como:

 

Salgueiros (Salix alba, Salix sp.), Choupos (Populus canescens, Populus nigra, Populus sp.), Amieiros (Alnus glutinosa), Amieiro-negro (Frangula alnus), Freixos (Fraxinus angustifolia), Pilriteiros (Crataegus monogyna), Sabugueiros (Sambucus nigra), Borrazeiras (Salix atrocinerea ), pontualmente Carvalhos (Quercus robur), Loureiros (Laurus nobilis ), Ulmeiros (Ulmus sp.) ...

 

Entre as espécies alóctones encontra-se o Eucalyptus globulus (predominante no coberto florestal das áreas adjacentes à lagoa), e outras árvores dos géneros Acacia e Hakea , estas com comportamento infestante e que se encontram disseminadas pelas imediações da lagoa.

 

Do grupo das herbáceas e sub-arbustivas refere-se apenas a presença do Lírio-amarelo-dos-pântanos (Íris pseudacorus), do Agrião (Nasturtium officinale), do Embude (Oenanthe crocata), da Erva-pessegueira (Polygonum persicaria), Hortelã-de-água (Mentha aquatica), entre tantas outras. Ocorrem espécies com estatuto de protecção como a Gilbardeira (Ruscus aculeatus ) pelo anexo V, e a Marsilea quadrifolia.

 

Peculiar, e pouco divulgado, é o facto de, em áreas adjacentes à lagoa, ocorrerem ainda espécies de plantas carnívoras como a Pinguicula lusitanica; potencialmente poderão ocorrer ainda outras espécies, embora sejam cada vez mais difíceis de encontrar.

 

Esta carnívora ocorre sobretudo em sítios húmidos, por vezes turfosos das margens da lagoa (e rios), florescendo entre Março e Maio. É nas folhas que é libertado o muco adesivo que aprisiona os insectos, que se aproximam atraídos pelo odor libertado. Assim que detectam a presa, as folhas começam a enrolar-se de forma a envolver a presa nas enzimas digestivas libertadas.

 

Um aspecto que se encontra ainda pouco desenvolvido diz respeito à diversidade micológica. Assim, a variedade de fungos que ocorre começa agora a ser inventariada e estudada de forma mais exaustiva, apresentando-se nas imagens laterais alguns exemplos.

 

Na breve resenha biológica apresentada, ainda que incompleta, fica patente a vasta diversidade biológica e potencial natural (e conservacionista) da Pateira, como é referido para as demais Zonas Húmidas. Não obstante, são alguns os problemas que afectam esta área, entre os quais a infestação com Jacinto-de-água.

 

Jacinto-de-água

O jacinto-de-água (Eichhornia crassipes) é uma espécie infestante originária da bacia do Amazonas (Brasil), encontrando-se actualmente disseminado nos cinco continentes. Alastra-se pelos sistemas aquáticos de climas tropicais e temperados, causando rapidamente a ruptura dos sistemas naturais infestados. É considerada por muitos autores como “uma das piores pragas de plantas aquáticas a nível global” (HOLM et al., 1977).

 

Como tal, a ocorrência e disseminação desta espécie exótica infestante na Pateira constitui um dos principais factores que contribui para a degradação das condições ecológicas, económicas e sociais desta zona húmida que urge recuperar e preservar.

 

A ceifeira-aquática

Dada a área em questão e a dimensão da infestação, as metodologias a adoptar e tecnologias de apoio foram seleccionadas de acordo com a avaliação do risco sobre a ZPE, do efeito ambiental das diferentes metodologias e a eficácia da remoção a curto, médio e longo prazo.

 

A gravidade do problema da infestação de sistemas aquáticos ao nível global levou ao desenvolvimento de tecnologia específica para a sua resolução e/ou controlo.

 

Assim sendo, recorreu-se à remoção mecânica, sendo a extracção feita com recurso a uma máquina – ceifeira-aquática – que começou a laborar na lagoa a 13 de Dezembro de 2006.

 

Com um tapete incorporado, e movido por um motor, extrai as massas de jacintos-de-água. Controlada por um operador, a ceifeira-aquática possui um sistema simples e eficaz: duas rodas de pás com um funcionamento hidráulico independente que garantem a grande manobrabilidade do equipamento.

 

Em apenas dois meses e meio, foi possível melhorar as condições ecológicas e hidrológicas do sistema aquático, recuperar o espelho de água, melhorar a capacidade para suportar actividades lúdicas e de lazer na área, bem como melhorar as condições para a prática das actividades tradicionais no espelho da lagoa.

 

Requalificação Ambiental e Paisagística da Pateira

A remoção do jacinto-de-água da lagoa foi apenas a 1ª fase de um vasto e complexo processo, que engloba várias outras medidas e acções que visam o desenvolvimento sustentável, a conservação e protecção da Natureza e, consequentemente, a Requalificação Ambiental e Paisagística da maior lagoa natural da Península Ibérica, a Pateira de Fermentelos.

 

Após o levantamento topo-hidrográfico realizado, concluiu-se que o leito da lagoa se encontra fortemente assoreado, em particular na zona mais a jusante da Pateira.

 

Desta forma, ficou patente a necessidade de, a curto prazo, se proceder à normalização do leito natural da Pateira, pela remoção (dragagem) do excesso de sedimentos entretanto acumulados, bem como à reconstrução do pequeno açude localizado na confluência da Pateira e rio Águeda.

 

Numa área classificada como a Pateira, englobada numa importante bacia hidrográfica (bacia hidrográfica do Rio Vouga), com valores paisagísticos e a nível da conservação da natureza, que se traduzem na elevada diversidade biológica, alguma com estatuto de protecção a nível nacional e internacional, é importante dotar o espaço com infra-estruturas adequadas que permitam a conservação, mas também a observação e a interpretação da natureza.

 

Neste âmbito, são desenvolvidas várias acções de educação ambiental, como a organização de palestras e acções de sensibilização ambiental, observação de aves, realização de percursos interpretativos, workshops para a construção de ninhos, entre outras actividades promovidas pela Autarquia ou por outras entidades como a SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves), a UA (Universidade de Aveiro), a QUERCUS (Associação Nacional de Conservação da Natureza).

 

A definição de percursos com temas e finalidades várias (educação ambiental, prática de desporto, observação de aves, etc.) está a ser estudada numa perspectiva intermunicipal.

 

A Pateira é, desta forma, vista como um todo, onde o objectivo é conduzir o visitante pelo espaço natural dando-lhe a conhecer os valores naturais da área (com descritores de paisagem, de espécies), bem como dotar estes percursos do mobiliário adequado (observatórios de aves, pontos de encontro e descanso, material de apoio à prática desportiva, etc) e que dê ao visitante o conforto, a segurança e o equilíbrio natural que procura neste local.

 

São várias as propostas de actividades que o visitante encontra ao seu dispor na lagoa ou nas áreas adjacentes e que o levam ao contacto quer com a natureza, quer com as dinâmicas culturais e tradições locais. Desde os momentos de descontracção que pode passar nos parques de lazer, a uma travessia nas tradicionais bateiras, a uma viagem nas bicicletas aquáticas, de um passeio a cavalo, de bicicleta ou a pé, a uma tarde de pesca, um dia desportivo, ou simplesmente um momento de pausa a vislumbrar a paisagem, só ou em família, são algumas das ideias já praticáveis na Pateira de Fermentelos.

 

Considerações finais

Numa época em que o ambiente se assume no contexto nacional e internacional como tema prioritário e se procura evitar a continuação da degradação dos recursos hídricos, surge a Directiva-Quadro da Água (DQA) – 2000/60/CE – transposta para a ordem jurídica nacional pela Lei nº 58/2005, de 29 de Dezembro. Esta vem estabelecer como objectivo a alcançar, até 2015, “o bom estado ecológico ou o bom potencial ecológico e químico de todas as massas de água”.

Como tal, “proteger e melhorar o estado dos ecossistemas aquáticos e também dos ecossistemas terrestres e zonas húmidas, directamente dependentes dos ecossistemas aquáticos”, constitui uma atribuição das entidades públicas e um dever dos particulares.

 

Não obstante, e tal como referido no início deste documento, além da dimensão ambiental, prevalece uma forte componente social, sendo incalculável a importância que a Pateira e ecossistemas associados representam para as populações limítrofes desta área.

 

Assim, torna-se premente assegurar a continuidade deste projecto, com o desenvolvimento e implementação das acções previstas para a requalificação ambiental e paisagística da Pateira. Pretende-se pois que a Pateira de Fermentelos volte a ser um ex libris natural da região, motivo de referência e orgulho nacional.

  

Texto retirado do livro

Pateira de Fermentelos: Paisagem a proteger

Célia Laranjeira (CMA) www.cm-agueda.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=28901

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Some consider this Le Corbusier's most significant gift to he city he envisioned in his designs - Lake Sukhna.

 

Chandigarh is his capital, built from the ground up as the seat of government for the Indian part of the newly partitioned Punjab region at Independence. Later, it became the combined capital of Haryana as well, when this state was created from Punjab, to effect a Punjabi speaking majority in the state.

 

Motorised boats are banned, as is traffic on the road nearby.

 

The lake was created by damming outflow from a seasonal stream originating in the Shivalik Hills.

 

Le Corbusier's cousin, Pierre Jeanneret had his ashes spread here. They collaborated on the development of the city, and it was Jeanneret's work that is seen in much of the city's architecture, notably Punjab University in Chandigarh.

One can consider the presentation of this spectacular hardtop coupe as an ultimate afford to gain attention of the audience to persuade them for buying a Packard. The financial position of Packard was terrible in 1956. But it wasn't much of a help.

Richard 'Dick' Teague (Los Angeles, 1923-1991) designed the Predictor. It was built at Carrozzeria Ghia, Torino in Italy on a Clipper platform. In ninety days the Italians managed to get this project ready, just in time for the Chicago Car Show.

 

The Predictor had all kinds of new automotive features, like tilting headlights, roof doors rolled back when opening the door, lowering back window, swiveling seats, dashboard design which followed the hood profile, a power operated trunk lid, and a wraparound windshield that curved into the roof.

Many car brands copied several novelties: the grille at the 1958 Edsel, the roof line at the 1958 Lincoln Premier, the rear bumper at the 1958 Oldsmobile, opera windows or portholes in the rear pillar at the 1957 Thunderbird, and the headlights at the 1962 Corvette.

 

Only one Predictor was made. It still exists and is on display at the Studebaker National Museum, South Bend, Indiana (see photo).

 

6128 cc V8 engine.

Production Packard Predictor: 1956.

 

Image source:

Video still from a movie of a visit to the Studebaker National Museum, South Bend, Indiana, by OldModelTGuy.

Seen on YouTube.

 

Halfweg, July 16, 2024.

 

© 2024 Sander Toonen Halfweg | All Rights Reserved

"Consider how thy Jesus, after three hours’ Agony on the Cross, consumed at length with anguish, abandons Himself to the weight of His body, bows His head, and dies.

 

O my dying Jesus, I kiss devoutly the Cross on which Thou didst die for love of me. I have merited by my sins to die a miserable death; but Thy death is my hope. Ah, by the merits of Thy death, give me grace to die, embracing Thy feet, and burning with love for Thee. I yield my soul into Thy hands. I love Thee with my whole heart; I repent of ever having offended Thee. Never permit me to offend Thee again. Grant that I may love Thee always; and then do with me what Thou wilt."

 

Station from Holy Cross Priory in Leicester.

"ITA-SHA" means painful car (because some people consider it painful to look at)

Base car: Suzuki AltoWorks 660cc twincam turbo

Please consider leaving a comment if you fave, it is lovely to hear from you! xx

 

Photos taken over a couple of nights at home, once again in my signature pink dress. I've certainly had my money's worth out of it!

Consider this image (sorry Franz) the "obligitory" Robin looking to grab a gob of worms for his young waiting impatiently in their nest.

The Birmingham Main Line Canal in Birmingham, West Midlands.

 

On 24 January 1767 a number of prominent Birmingham businessmen, including Matthew Boulton and others from the Lunar Society, held a public meeting in the White Swan, High Street, Birmingham to consider the possibility of building a canal from Birmingham to the Staffordshire and Worcestershire Canal near Wolverhampton, taking in the coalfields of the Black Country. They commissioned the canal engineer James Brindley to propose a route.

 

On 24 February 1768 an Act of Parliament was passed to allow the building of the canal, with branches at Ocker Hill and Wednesbury where there were coal mines. The first phase of building was to Wednesbury whereupon the price of coal sold to domestic households in Birmingham halved overnight. Vested interests of the sponsors caused the creation of two terminal wharves in Birmingham. The 1772 Newhall Branch and wharf (now built upon) originally extended north of, and parallel to Great Charles Street. The 1773 Paradise Street Branch split off at Old Turn Junction and headed through Broad Street Tunnel, turned left at what is now Gas Street Basin and under Bridge Street to wharves on a tuning fork-shaped pair of long basins: Paradise Wharf, also called Old Wharf.

 

By 6 November 1769, 10 miles (16 km) had been completed to Hill Top collieries in West Bromwich, with a one mile summit pound at Smethwick. Brindley had tried to dig a cutting through the hill at Smethwick but had encountered ground too soft to cope with. In 1770 work started towards Wolverhampton. On 21 September 1772 the canal was joined with the Staffordshire and Worcestershire Canal at Aldersley Junction via another 20 locks (increased to 21 in 1784 to save water). Brindley died a few days later. The canal measured 22 miles and 5 furlongs (22⅝ miles), mostly following the contour of the land but with deviations to factories and mines in the Black Country and Birmingham.

 

Over the next thirty years, as more canals and branches were built or connected it became necessary to review the long, winding, narrow Old Main Line. With a single towpath boats passing in opposite directions had to negotiate their horses and ropes. In 1824 Thomas Telford was commissioned to examine alternatives.

 

Telford proposed major changes to the section between Birmingham and Smethwick, widening and straightening the canal, providing towpaths on each side, and cutting through Smethwick Summit to bypass the locks, allowing lock-free passage from Birmingham to Tipton. By 1827 the New Main Line passed straight through, and linked to, the loops of the Old Main Line, creating Oozells Loop, Icknield Port Loop, Soho Loop, Cape Loop and Soho Foundry Loop, allowing continued access to the existing factories and wharves.

 

"Consider how weak and weary Jesus was. At each step He was at the point of expiring. Fearing that He would die on the way when they wished Him to die the infamous death of the cross, they forced Simon of Cyrene to help carry the cross after Our Lord."

 

This station is from the Polish parish of St Casimir in Baltimore, MD.

  

De Wikipedia:

   

Monasterio de El Escorial

 

El Monasterio de San Lorenzo de El Escorial es un complejo que incluye un palacio real, una basílica, un panteón, una biblioteca y un monasterio. Se encuentra en la localidad de San Lorenzo de El Escorial, en la Comunidad de Madrid, España, y fue construido entre 1563 y 1584.

  

El palacio fue residencia de la Familia Real Española, la basílica es lugar de sepultura de los reyes de España y el monasterio -fundado por monjes jerónimos- está ocupado actualmente por frailes de la Orden de San Agustín. Es una de las más singulares arquitecturas renacentistas de España y de Europa. Situado en San Lorenzo de El Escorial, ocupa una superficie de 33.327 m², sobre la ladera meridional del monte Abantos, a 1028 m. de altitud, en la Sierra de Guadarrama. Está gestionado por Patrimonio Nacional.

Conocido también como Monasterio de San Lorenzo El Real, o, sencillamente, El Escorial, fue ideado en la segunda mitad del siglo XVI por el rey Felipe II y su arquitecto Juan Bautista de Toledo, aunque posteriormente intervinieron Juan de Herrera, Juan de Minjares, Giovanni Battista Castello El Bergamasco y Francisco de Mora. El rey concibió un gran complejo multifuncional, monacal y palaciego que, plasmado por Juan Bautista de Toledo según el paradigma de la Traza Universal, dio origen al estilo herreriano.

  

Fue considerado, desde finales del siglo XVI, la Octava Maravilla del Mundo, tanto por su tamaño y complejidad funcional como por su enorme valor simbólico. Su arquitectura marcó el paso del plateresco renacentista al clasicismo desornamentado. Obra ingente, de gran monumentalidad, es también un receptáculo de las demás artes.

  

Sus pinturas, esculturas, cantorales, pergaminos, ornamentos litúrgicos y demás objetos suntuarios, sacros y áulicos hacen que El Escorial sea también un museo. Su compleja iconografía e iconología ha merecido las más variadas interpretaciones de historiadores, admiradores y críticos. El Escorial es la cristalización de las ideas y de la voluntad de su creador, el rey Felipe II, un príncipe renacentista.

  

Juan de Herrera según una medalla de Jacome da Trezzo, 1578.

1557. Victoria sobre los franceses en la batalla de San Quintín.

1558. El emperador Carlos V muere en Yuste, cambiando en su testamento su deseo de ser enterrado en Granada por la petición a su hijo de crear un edificio ex novo para su tumba, en un lugar diferente a sus padres y abuelos. Felipe II designó una comisión multidisciplinar (médicos, arquitectos, canteros, etc.) para buscar el emplazamiento más idóneo en la Sierra de Guadarrama, el centro geográfico de la Península Ibérica.

1559. El 15 de julio el rey nombró arquitecto real a Juan Bautista de Toledo desde Gante y le encomendó la dirección de todas las obras de la Corona.

1560. La comisión busca alternativas para el emplazamiento del monasterio, barajando entre otras localizaciones Guisando, Aranjuez, Manzanares y la Alberquilla y la Fresneda, en las cercanías de El Escorial. En noviembre se elige el emplazamiento actual, a apenas 50 kilómetros de Madrid, en las inmediaciones de la Fuente de Blasco Sancho, próxima a El Escorial —entonces una pequeña aldea de la Comunidad de Villa y Tierra de Segovia— para construir el edificio. El paraje disponía de abundante caza y leña, aire y aguas de buena calidad y canteras de granito y pizarra en las proximidades.

1561. Este año fue clave para la historia de El Escorial:

El monarca trasladó la capital de España desde Toledo a Madrid.

Encomendó el Monasterio de El Escorial a los monjes jerónimos. Tradicionalmente, la monarquía hispánica había estado muy vinculada a esta Orden religiosa.

Juan Bautista de Toledo empieza el diseño general del Monasterio: la conocida como la «Traza Universal».

1562. Felipe II comenzó a adquirir los terrenos colindantes para hacer del entorno del Monasterio un híbrido de territorio de realengo y abadengo, donde se pudieran compatibilizar los usos recreativos, agropecuarios y cinegéticos.

1563. En febrero se sumaron al proyecto, en calidad de adjuntos, Juan de Herrera y Juan de Valencia. El 23 de abril, festividad de San Jorge, se colocó la primera piedra del Monasterio, en los cimientos del refectorio del convento, bajo la silla del Prior, en la fachada meridional.

1567. Felipe II firmó el 22 de abril la Carta de Fundación y Dotación del Monasterio de San Lorenzo de El Escorial. Pocos días después, el 19 de mayo, tras la finalización de la fachada del Jardín de los Frailes, gran parte de las dependencias del Monasterio y el Patio de los Evangelistas, moría Juan Bautista de Toledo.

Entre 1567 y 1569, la dirección del proyecto palaciego y monacal quedaba en manos de Giovanni Battista Castello El Bergamasco, autor de la escalera principal.

1572. Juan de Herrera, con un protagonismo cada vez más creciente, asumió la reorganización del proyecto.

1575. El maestro cantero cántabro Juan de Nates colaboró junto a Diego de Sisniega y Francisco del Río en las obras.

1576. Herrera fue designado aposentador real, trazador principal, matemático e ingeniero de las obras de la Corona, incluidas las del Monasterio. A partir de la Traza Universal diseñada por Juan Bautista de Toledo, planteó soluciones que, como explicó en 1966 el arquitecto Fernando Chueca Goitia, tendían hacia la simplificación y geometrización del edificio. Las principales variaciones sobre la solución original fueron la construcción de una planta más en la fachada principal, que regularizaba la primera solución escalonada, la reducción del número de torres de sus fachadas y el cierre del Patio de Reyes con la "doble fachada" de la iglesia, donde se situó la Biblioteca Real.

1584. Se colocan en la portada de la Basílica las estatuas de David y Salomón. El 13 de septiembre se dieron por finalizadas oficialmente las obras, bajo la dirección de Francisco de Mora, a pesar de no estar concluida la Real Basílica. Ésta se culminó en 1586 después de once años de construcción.

1814. Superados los avatares de la Guerra de la Independencia, que supuso para el Monasterio el saqueo y la exclaustración, regresan los monjes de la Orden Jerónima. Con el restablecimiento de la Constitución de 1812 y el arranque del Trienio Liberal, vuelven a abandonar el Monasterio la mayoría de los monjes entre 1820 y 1824. El 1 de diciembre de 1837 parten los 150 monjes jerónimos tras entrar en vigor las leyes desamortizadoras de los bienes eclesiásticos. Posteriormente, tras un fallido intento de restauración, se crea un patronato de capellanes seculares.

1885. Luego de dos intervalos en que lo ocuparon los Padres Escolapios (desde 1869 el Colegio, y entre 1872 y 1875 la custodia completa del Monasterio) y otra vez los capellanes seculares, el rey Alfonso XII hace entrega del Monasterio a la Orden de San Agustín. Los Agustinos viven en el Monasterio hasta la actualidad.

  

Las causas fundacionales

 

"...nadie ve El Escorial sin llenarse de gloria, de orgullo nacional (...), él recuerda el poder, la riqueza, la civilización, los vastos conocimientos e influjo de esta gran nación en el siglo XVI (..), él excita la admiración y aun la envidia de las Naciones extranjeras."

(José Quevedo).

 

El Monasterio de San Lorenzo de El Escorial fue promovido por Felipe II, entre otras razones, para conmemorar su victoria en la batalla de San Quintín, el 10 de agosto de 1557, festividad de San Lorenzo. Esta batalla marcó el inicio del proceso de planificación que culminó con la colocación de la primera piedra el 23 de abril de 1563, bajo la dirección de Juan Bautista de Toledo. Le sucedió tras su muerte, en 1567, el italiano Giovanni Battista Castello El Bergamasco y, posteriormente, su discípulo Juan de Herrera. La última piedra se puso 21 años después, el 13 de septiembre de 1584.

 

El edificio surge por la necesidad de crear un monasterio que asegurase el culto en torno a un panteón familiar de nueva creación, para así poder dar cumplimiento al último testamento de Carlos V de 1558. El Emperador quiso enterrarse con su esposa Isabel de Portugal y con su nueva dinastía alejado de los habituales lugares de entierro de los Trastamara.

 

La Carta de Fundación, firmada por Felipe II el 22 de abril de 1567, cuatro años después del comienzo de las obras, señalaba que el Monasterio estaba dedicado a san Lorenzo, pero sin señalar directamente la batalla de San Quintín, probablemente para evitar citar una guerra como motivo de fundación de un edificio religioso: se «fundó a devoción y en nombre del bienaventurado Sact Lorenzo por la particular devoción» al santo del rey y «en memoria de la merced y victorial que en el día de su festividad de Dios comenzamos a recibir». Las «consideraciones» que cita el rey fueron el agradecimiento a Dios por los beneficios obtenidos, por mantener sus Reinos dentro de la fe cristiana en paz y justicia, para dar culto a Dios, para enterrarse en «una cripta» el propio rey, sus mujeres, hermanos, padres, tías y sucesores, y donde se dieran continuas oraciones por sus almas:

Reconocimiento de los «muchos y grandes beneficios que de Dios nuestro Señor habemos rescibido» y «cuánto Él ha servido de encaminar y guiar los nuestros hechos, e los nuestros negocios a su santo servicio».

 

Por «sostener y mantener estos nuestros Reinos es su sancta Fee y Religión, y en paz y en justicia».

Porque a Dios le agrada que le edifiquen y funden iglesias «donde su sancto nombre se bendice y alaba» y donde los religiosos den ejemplo de fe.

Para que «se ruega e interceda Dios Nuestro Señor por Nos e por los reyes nuestros antecesores e subcesores, e por el bien de nuestras ánimas», según la orden dada por el Emperador «en el cobdecilo que últimamente hizo nos cometió y remitió lo que tocaba a su sepultura y al lugar y parte donde su cuerpo y el de la Emperatriz y Reina, mi señora y madre, había de ser puestos y colocados».

Y para que «por sus ánimas se hagan y digan continuas oraciones, sacrificios, conmemoraciones e memorias.

 

Tampoco se pueden desdeñar otras razones para fundar el Monasterio, como la celebración de la primera victoria de Felipe II como rey, la afrenta que la mención a la Batalla de San Quintín -que se libró a apenas quince kilómetros de París- suponía hacia Francia, la veneración al mártir español san Lorenzo, en unos tiempos en los que la Reforma atacaba el culto a los santos y a las reliquias, o la necesidad de crear un centro unificador de la nueva fe que surgía del Concilio de Trento.

 

Orígenes de su planta

 

En julio de 1559 Juan Bautista de Toledo fue llamado a España por Felipe II para realizar toda una serie de obras de gran importancia para la realeza española. Una realeza que tendrá a partir de ahora una nueva concepción del estado moderno y para la que será necesaria la creación de un nuevo edificio que la representara. Juan Bautista será considerado el primer arquitecto del Monasterio de El Escorial y sus trazas sentarán las bases de lo que posteriormente será el lenguaje herreriano.

 

Las medidas del rectángulo de la planta, según señalaba el padre Sigüenza en 1605, son de 735x580 pies castellanos, es decir, 205x162 metros. La altura total del punto más elevado de la cruz tomada con respecto al pavimento de la iglesia es de 95 metros.

 

Las primeras trazas

 

En primera instancia se observa que las primeras trazas que se conservan de Juan Bautista de Toledo proponían un edificio con una imagen muy diferente al que se construyó definitivamente: torres en la mitad de la fachadas laterales (las huellas de la Torre de la Biblioteca aún son visibles en la fachada que da al Jardín, ya que se construyó en vida de Juan Bautista) y dos torres más en la portada principal, donde el Patio de Reyes quedaba abierto y dejaba ver en el fondo la portada de la Basílica. Sabemos por la documentación que se conserva de los priores del convento que al principio se preveían sólo cincuenta monjes en lugar de los cien finales, por lo que el proyecto original tenía una altura menos en la parte delantera.

 

En cuanto a la planta de la iglesia, el diseño se resolvía con unas naves de menores dimensiones que las actuales, rematadas con una capilla de ábside semicircular. No estando contento Felipe II con esta solución hará llamar a Francesco Paciotto que le aconsejará al monarca que el templo tenga el ábside plano. Finalmente el artífice de la solución definitiva fue Juan de Herrera, que construyó un templo cuadrado basado en la planta del Vaticano sobrepuesto a una planta basilical tradicional con el altar al final de la nave principal. A Herrera también se debe la imagen unitaria de las fachadas con menos torres y sin escalonamiento, lo que contribuyó a la potente imagen final del edificio.

La planta definitiva del edificio, con sólo cuatro torres en las esquinas y el Palacio Real haciendo de «mango», recuerda la forma de una parrilla, por lo que tradicionalmente se ha afirmado que se escogió esta traza en honor a San Lorenzo, martirizado en Roma en una parrilla, ya que el 10 de agosto de 1557, día de la festividad del santo, tuvo lugar la batalla de San Quintín. De ahí el nombre del conjunto y de la localidad creada a su alrededor.1

  

Antecedentes monásticos

 

Fernando Chueca Goitia explicó la disposición general del edificio dando gran importancia a la comprobada intervención de la orden jerónima en las primeras trazas de la obra, de la que resultaría el núcleo conventual de la iglesia y el claustro principal. La principal contribución de Juan Bautista de Toledo habría sido añadir los palacios privados y públicos, integrándolos en un esquema simétrico, mucho más propio del Renacimiento. Este primer esquema de palacio real adosado a un monasterio era costumbre entre los monarcas hispanos medievales, y lo utilizaron en los monasterios que usaban para retiros, lutos y descansos. Podemos encontrar muchos antecedentes, como Santo Tomás de Ávila, Guadalupe, Poblet, Santa Creus o Yuste, entre muchos otros.2

  

Modelos bíblicos: el Templo de Salomón

  

En realidad el origen arquitectónico de su planta es muy controvertido. Dejando a un lado la feliz casualidad de la parrilla, que no apareció hasta que Herrera cerró la fachada principal con la «falsa fachada» de la biblioteca y eliminó seis de las torres, la planta parece estar basada más bien en las descripciones del Templo de Salomón de la Biblia y del historiador judeo-romano Flavio Josefo.3 Esta idea debió ser modificada por las crecientes necesidades del convento y las funciones que Felipe II quiso que albergara el edificio (panteón, basílica, convento, colegio, biblioteca y palacio), por lo que hubo que duplicar las dimensiones iniciales del proyecto. Las estatuas de David y Salomón flanquean la entrada a la basílica recordando el paralelismo con el guerrero Carlos V y el prudente Felipe II. Del mismo modo, se pintan dos frescos de Salomón en el centro de las bóvedas de la Biblioteca y de la Celda del Prior, mostrando sus imágenes de mayor sabiduría y prudencia en el gobierno: el famoso episodio de la discusión con la Reina de Saba y la pelea de las dos madres por el hijo, al que Salomón propone partir en dos.

 

Muchos autores, siguiendo un famoso artículo de René Taylor, han buscado connotaciones ocultistas y mágicas en la comparación con el edificio bíblico, lo que parece difícil dado la inflexible religiosidad de Felipe II. Además, las connotaciones esotéricas del Templo de Salomón no aparecieron hasta dos siglos después, con la aparición de la masonería. La teoría más aceptada en la actualidad es la de que la similitud con el Templo de Jerusalén y la presencia de las estatuas de David y Salomón en su fachada buscaban subrayar la presencia real de Dios en la Eucaristía, idea negada por los protestantes y defendida en el Concilio de Trento. Recordemos que para la Reforma dicha presencia es meramente simbólica, ya que niegan que Dios esté presente en las hostias consagradas. También es muy posible que, como hizo Juan Bautista Villalpando a finales del XVI, se buscara dotar de un trasfondo bíblico a las ideas del Humanismo sobre la recuperación de la arquitectura pagana y las ideas sobre la modulación de Vitrubio, ya que el Templo de Jerusalén que describió Flavio Josefo se construyó durante la dominación romana de Judea.4

  

La arquitectura del Monasterio

  

El resultado final guarda reminiscencencias de los tres dominios que Felipe II había aprendido a amar en su juventud en Valladolid, Milán y Bruselas: la planta rectangular con sus cuatro torres en las esquinas, típica de los sobrios alcázares castellanos de piedra, la arquitectura clásica italiana en la basílica y las portadas, y los típicos tejados apizarrados flamencos. El edificio destaca por la potencia de su imagen, la sabia composición de su complejo programa funcional, el rigor arquitectónico de cada una de sus partes, la elegancia de la articulación arquitectónica entre las distintas piezas, la cuidada perfección de sus proporciones y sus ricos valores simbólicos. Debe destacarse también su impresionante unidad de estilo y el haberse realizado en el reducido plazo para entonces de 21 años. Los valores del proyecto son el orden, la jerarquización y la perfecta relación entre todas las partes de la composición, integrando monarquía, religión, ciencia y cultura en el eje principal: la Portada Principal con la estatua de San Lorenzo, la Biblioteca, los Reyes de Judá, la Basílica y el Palacio privado del rey. La teatralidad de este recorrido a través de este gran eje central para mostrar finalmente el Sagrario con la Eucaristía anticipa a la llegada del Barroco.

 

El estilo escogido fue el del Renacimiento, muy depurado y sin la profusa decoración plateresca. El orden arquitectónico predominante es el toscano, el más sencillo del clasicismo, y el dórico en la iglesia. Pese a su austeridad y aparente frialdad, el Monasterio de El Escorial fue un símbolo del salto entre una España medieval y otra moderna. Su arquitectura, el mejor ejemplo del Renacimiento español y modelo del estilo denominado "Herreriano" o "desornamentado", no puede dejarnos indiferente. Felipe II y sus arquitectos, de acuerdo con su gran cultura humanista aprendida en sus viajes por Italia, Alemania y los Países Bajos, contrapusieron el retorno al clasicismo romano al desbordante plateresco de la época. Se trata de una de las principales obras maestras de la arquitectura española, tal vez su página más brillante. Debe destacarse la fina sensibilidad de la fachada sur, superior a sus imitaciones del siglo XX en un tema tan difícil como es la repetición de tantas ventanas en un único lienzo.

 

Le Corbusier visitó el edificio, invitado en 1928 por García Mercadal y alabó su arquitectura, hasta el punto de que se ha señalado su semejanza con el proyecto del Mundaneum de 1929. Tras la celebración del Cuarto Centenario del Monasterio en 1984 se redescubrieron muchos detalles arquitectónicos del edificio, como la compleja geometría de los chapiteles herrerianos, la audaz bóveda plana, las bellas chimeneas siamesas o la ingeniosa solución espacial de la iluminación cenital de la linterna del convento. Pero no debemos olvidar el valor tradicionalmente reconocido a El Escorial: el hermoso Patio de los Evangelistas, con su espléndido ejercicio de bramantismo del templete central, la grandiosa cúpula trasdosada, la primera realizada sobre un tambor en España, la colosal escalera del convento, y los ejemplos del manierismo de la Basílica y de la fachada principal, entre otras muestras de gran arquitectura.5

  

Secciones del edificio

 

Las principales secciones en que se puede dividir el Real sitio son:

 

Biblioteca

 

Artículo principal: Real Biblioteca de San Lorenzo de El Escorial.

 

Felipe II cedió a la Biblioteca del Monasterio los ricos códices que poseía y para cuyo enriquecimiento encargó la adquisición de las bibliotecas y obras más ejemplares tanto de España como del extranjero. Fue proyectada por el arquitecto Juan de Herrera cerrando el atrio de la Basílica y unificando la fachada principal, ya que Juan Bautista de Toledo la situaba en la desaparecida torre central de la Fachada Sur. Herrera también se ocupó de diseñar las estanterías que contiene. Se ubica en una gran nave de 54 metros de larga, 9 de ancha y 10 metros de altura con suelo de mármol y estanterías de ricas maderas nobles primorosamente talladas.

 

Arias Montano elaboró su primer catálogo y seleccionó algunas de las obras más importantes para la misma. Está dotada de una colección de más de 40.000 volúmenes de extraordinario valor. En 1616 se le concede el privilegio de recibir un ejemplar de cada obra publicada aunque nunca se llegó a cumplir de una forma demasiado rigurosa.

La bóveda de cañón del techo de la biblioteca está decorada con frescos representado las siete artes liberales, esto es: Retórica, Dialéctica, Música, Gramática, Aritmética, Geometría y Astrología. Entre los estantes de libros se colgaron retratos de diversos monarcas españoles, entre ellos el famoso Silver Philip (Felipe IV con traje castaño y plata) pintado por Velázquez, y que ahora está en la National Gallery de Londres. Los frescos de las bóvedas fueron pintados por Pellegrino Tibaldi, según el programa iconológico del Padre Sigüenza.

 

Palacio de Felipe II

 

El también denominado «Palacio de los Austrias» ocupa todo el mango de la parrilla de El Escorial y parte del patio Norte, construido en dos pisos alrededor del Presbiterio de la Basílica y en torno al Patio de Mascarones. Sigue el mismo esquema arquitectónico del Palacio de Carlos V en el Monasterio de Yuste. Actualmente sólo se pueden visitar los Cuartos Reales y la Sala de Batallas. En las dependencias privadas de los Reyes se pueden contemplar importantes obras pictóricas de la escuela española de principios del XVII, de la escuela italiana y veneciana del siglo XVI, y de las escuelas flamencas del XVI y XVII, entre ellos Los pecados capitales de El Bosco.

 

Antes de las habitaciones reales se atraviesan otras dependencias como el Salón de Embajadores, con interesantes objetos expuestos: morteros del siglo XVII, una mesa con incrustaciones de marfil, dos relojes solares en el pavimento, dos sillas plegables de madera chinas de la época Ming (ca. 1570) y los retratos de todos los monarcas de la Casa de Austria. Merecen especial mención las impresionantes puertas de marquetería, regalo del emperador Maximiliano II. Se expone también la supuesta silla-litera en la que Felipe II realizó su último viaje al Monasterio aquejado por la gota.

 

La «Casa del Rey» está formada por una serie de estancias decoradas con sobriedad, ya que fue el lugar de residencia del austero Felipe II. El dormitorio real, situado junto al altar mayor de la Basílica, cuenta con una ventana que permitía al rey seguir la misa desde la cama cuando estaba imposibilitado a causa de la gota que padecía. Está dividido en cuatro estancias: la sala principal, el escritorio, la austera alcoba y el lujoso oratorio.

 

Basílica

 

Artículo principal: Basílica de El Escorial.

 

Precedida por el Patio de los Reyes, es el verdadero núcleo de todo el conjunto, en torno al cual se articulan las demás dependencias.

 

Cripta

 

Artículo principal: Cripta Real del Monasterio de El Escorial.

 

Juan Gómez de Mora, según planos de Juan Bautista Crescenzi, reformó por orden de Felipe III la pequeña capilla funeraria de debajo del altar para albergar allí veintiséis sepulcros de mármol donde reposan los restos de los reyes y reinas de las casas de Austria y Borbón, con sólo algunas excepciones.

 

Relicarios

 

Siguiendo uno de los preceptos aprobados por el Concilio de Trento referente a la veneración de los santos, Felipe II dotó al Monasterio de una de las mayores colecciones de reliquias del mundo católico. La colección se compone de unas 7.500 reliquias, que se guardan en 507 cajas o relicarios escultóricos trazados por Juan de Herrera y la mayoría construidos, por el platero Juan de Arfe y Villafañe. Estos relicarios adoptan las más variadas formas: cabezas, brazos, estuches piramidales, arquetas etc. Las reliquias fueron distribuidas por todo el Monasterio concentrándose las más importantes en la Basílica. En el lado del Evangelio, bajo la protección del Misterio de la Anunciación de María, se guardan todos los huesos de los santos y mártires. En el lado opuesto, en el Altar de San Jerónimo, se sitúan los restos de los santos y mártires. Los restos sagrados se guardan en dos grandes armarios, decorados por Federico Zuccaro, que se encuentran divididos en dos cuerpos; se pueden abrir por delante, para ser expuestos al culto, y por detrás, para poder acceder a las reliquias.

 

Convento

 

El monasterio propiamente dicho ocupa todo el tercio sur del edificio. Fue ocupado originalmente por monjes jerónimos en 1567, aunque desde 1885 está habitado por los padres Agustinos, de clausura. El recinto se organiza en torno al gran claustro principal, el Patio de los Evangelistas, obra maestra diseñada por Juan Bautista de Toledo y que constituye una de las mejores páginas de arquitectura del Monasterio. Sus dos pisos están comunicados por la espectacular escalera principal, con las bóvedas decoradas por frescos de Luca Giordano. El ambicioso programa pictórico de sus soportales fue iniciado por Luca Cambiaso y continuado por Pellegrino Tibaldi. En el centro del claustro se levanta un hermoso templete realizado en granito, mármoles y jaspes de diferentes colores sobre traza de Juan de Herrera, influido por el tempietto de San Pietro in Montorio de Bramante. Las esculturas de los cuatro evangelistas fueron cinceladas por Juan Bautista Monegro de un solo bloque de mármol y sujetan un libro abierto con un fragmento de su Evangelio en la lengua en que fueron escritos.

 

Junto a las Salas Capitulares, destaca también la Celda Prioral Baja, con un fresco en el techo sobre El Juicio de Salomón de Francesco da Urbino, recordando al prior la necesidad de un gobierno justo al frente del Monasterio. La sacristía, aún en uso, con la Adoración de la Sagrada Forma de Sánchez Coello. En la Iglesia Vieja o de Prestado se conserva El Martirio de San Lorenzo de Tiziano, una de las obras maestras del renacimiento italiano, que Felipe II encargó para el retablo principal de la Basílica pero que descartó por su oscuro colorido, poco visible a cierta distancia.

 

Escalera principa

 

Sigue la típica tradición española de escalera imperial con un tramo principal dividido en dos a los lados a partir de la primera meseta, manteniendo el eje de simetría del convento y compatibilizando los tres pisos del Patio de los Evangelistas con los tres del convento mediante puertas discretas que permiten el paso a la zona más recogida y doméstica. Se suele atribuir a Bergamasco, aunque su proyecto fue modificado y desarrollado por Juan de Herrera. Su caja tiene una gran altura y cuenta con una cubierta propia que cubre la gran bóveda esquifada que ilumina desde arriba sus magníficos frescos.

 

Está decorada con frescos de Pellegrino Tibaldi, Luca Giordano y Luca Cambiaso, destacando La batalla de San Quintín y la Fundación de El Escorial, en la que aparece Felipe II discutiendo las trazas del Monasterio con Juan Bautista de Toledo y Juan de Herrera, junto al Obrero Mayor, el jerónimo Fray Antonio de Villacastín.

 

Salas capitulare

 

Destinadas actualmente a pinturas, eran las salas donde los monjes celebraban sus Capítulos, especie de confesiones mutuas para mantener la pureza de la congregación. Desde tiempos de Velázquez, que intervino en su decoración, albergaron importantes pinturas. A pesar del traslado de muchas al Museo del Prado, actualmente se exhiben varias tan importantes como La Última Cena y un San Jerónimo de Tiziano y La túnica de José de Velázquez. En febrero de 2009 se volvió a colgar en sus paredes el Martirio de San Sebastián de Van Dyck, recuperado dos siglos después de su sustracción durante la invasión napoleónica.

 

Su espléndida pinacoteca está formada por obras de las escuelas alemana, flamenca, veneciana, italiana y española, de los siglos XV, XVI y XVII. Incluye diversas obras de Pieter Coecke, pintor predilecto de Felipe II, así como de El Bosco, una Adoración de los pastores de Tintoretto y la famosa Crucifixión (o Gran Calvario) de Rogier van der Weyden.

 

Sala de las Batallas

 

Se trata de una galería de 60 x 6 metros, con 8 metros de altura, situada en la zona de los aposentos reales. En sus muros se representan pintadas al fresco algunas batallas ganadas por los ejércitos españoles. En el muro sur, solo interrumpido por dos puertas, se pintó de forma continua la batalla de La Higueruela (1431). Por el contrario, el muro norte aparece dividido por nueve ventanas creándose nueve espacios en los que se representaron otras tantas escenas de la guerra contra Francia (1557-1558), con el acento puesto en la batalla de San Quintín, vinculada a la fundación del propio monasterio. Por último, en los extremos se representaron dos escenas de una de las más recientes victorias de las tropas españolas: la batalla de la Isla Terceira librada entre la armada española dirigida por Álvaro de Bazán y la armada francesa (1582-1583). De la pintura se encargaron Niccolò Granello y su medio hermano Fabrizio Castello, Lazzaro Tavarone y Orazio Cambiaso, que abandonó pronto. Lo primero que se pintó fueron los grutescos de la bóveda, por los que los artistas cobraron ya en enero de 1585 y se dieron por terminados seis meses más tarde. En enero de 1587 se firmó el contrato para la pintura de la batalla de La Higueruela, que no se terminó hasta septiembre de 1589. El padre Sigüenza explica que se eligió representar esta batalla de la guerra de Granada por haberse hallado en el Alcázar de Segovia en un viejo arcón un lienzo de 130 pies en el que aparecía pintada la misma batalla en grisalla, y que habiendo gustado al rey, ordenó copiarla. Algunos meses después de acabada la pintura de la batalla de la Higueruela se resolvió completar la decoración de la sala, firmándose un nuevo contrato con Castello, Granello y Tavarone en febrero de 1590. Las batallas elegidas eran, por una parte, las de la guerra contra los franceses de 1557 y 1558, las únicas batallas a las que Felipe II había acudido en persona, y la toma de la isla Tercera en las Azores, con la que se completaba la incorporación de Portugal a la corona española. Para asegurar la veracidad histórica, a los pintores se les entregaron modelos de la formación de las escuadras y de sus uniformes proporcionados por Rodrigo de Holanda, yerno de Antonio de las Viñas.6

Museo de Arquitectura[editar · editar fuente]

Está situado en los sótanos del edificio, en la llamada por Juan de Herrera Planta de Bóvedas, y fue creado en el año 1963 como parte de las exposiciones del IV centenario de la colocación de la primera piedra. En sus once salas se muestran las herramientas, grúas y demás material empleado en la construcción del monumento, así como reproducciones de planos, maquetas y documentos relativos a las obras, con datos muy interesantes que explican la idea y gestación del edificio.

Jardines de los Frailes[editar · editar fuente]

  

Los Jardines de los Frailes

Mandados construir por Felipe II, que era un amante de la naturaleza, constituyen un lugar ideal para el reposo y la meditación. Manuel Azaña, que estudió en el colegio de los frailes agustinos de este monasterio, lo cita en sus Memorias y en su obra El jardín de los frailes. Es lugar de entretenimiento y estudio de los alumnos. El rey concebía sus jardines como un espacio productivo donde cultivar hortalizas y plantas medicinales, pero también los veía como una fuente de placer, con fuentes y flores. El monarca recopiló planos de jardines de Francia, Italia, Inglaterra y los Países Bajos, contratando a los mejores jardineros, tanto extranjeros como españoles. Este hoy austero jardín estaba originalmente repleto de flores, formando una especie de tapiz, por lo que fue comparado con las alfombras que se traían de Turquía o Damasco. También era un auténtico jardín botánico, con hasta 68 variedades diferentes de flores, muchas medicinales, y unas 400 plantas que se trajeron del Nuevo Mundo.

Al sudoeste del jardín se encuentra la Galería de Convalecientes o Corredor del Sol, un espacio amplio, aireado y lleno de luz diseñado para el reposo de los enfermos. Se apoya con una articulación arquitectónica poco conseguida en la Torre de la Botica, tal vez por la necesidad de garantizar la clausura a los monjes. Su sobria fachada hacia la lonja Oeste contrasta con la más abierta hacia los jardines, donde la solución arquitrabada con arcos sobre columnatas jónicas es única en el Monasterio.

 

Singular ornamentation

Symmetrical arrangement

Whole location mark

Here is what I consider a rare glimpse at the real "World of Suzie Wong". Richard Mason, the Author of that book, spent four months in Hong Kong in 1956 "researching" the book, which was published in 1957. He stayed at the old Luk Kwok Hotel, which was then on Gloucester Road, between Fenwick and Luard. As near as I can tell, comparing with other, later photos, this is the northeast corner of Lockhart and Luard Roads-just a short walk away from the Luk Kwok. He had said that all his characters, Suzie included, were composites of women he met in Wanchai, and I have to believe he spent some time in this bar. In July 1958, when this photo was taken, his book had spent 29 weeks on the NY Times Bestseller list (falling off in March), but the movie of the same name was still almost two years away. Could that woman in the Qipao be Gwenny or Minnie crossing Lockhart Road there?

Note the "In Bounds" painted on the column,telling Military Sailors that they were permitted to enter.

 

Looking through the photos of HK bar cards I've found here and there on the web, I find one for the Liberty Bar, but I cannot make out the address, other than "Lockhart Road". The card states "Since 1949", and claims they play "Strictly Country and Western music"

Even though this building is long since demolished, a bar still occupies this site.

Another day, another E-Type, and this example is one of what many consider the better cars, being the stylish and flamboyant Series I fitted with the powerful and reliable 4.2L Straight Six engine!

 

One of the most revolutionary cars in all of motoring history, a car that has often been declared as the Space Shuttle in the Middle Ages! Beauty, style and performance all harnessed in one simple bodyshell. It can't be anything other than the Jaguar E-Type!

 

When it was launched in 1961, Britain was still very much an antiquated Victorian country, and transport was not much better. Steam Trains still had another 7 years to go and the most you could get out of the Motor Industry were flaky BMC products such as the humble Austin Cambridge and the Morris Minor. Unbeknownst to this very slow moving world of modesty, the entire picture was about to be turned on its head. In music, the Beatles rocked their way into everlasting legacy, the De Havilland Comet brought nations closer together, and Jaguar launched the E-Type, a car that set the motoring world ablaze!

 

Designed by Malcolm Sayer and powered by a 3.8L Straight Six engine, the Jaguar E-Type could now whisk people to 150mph, and with there being no speed limits back then, that was not too much of a stretch to imagine. You just had to look at it to see nothing but speed, everything about it was designed to go as fast as possible!

 

In spirit, the E-Type can trace its roots back to the race ready D-Type, also designed by Malcolm Sayer and notable for raking home victory after victory at Le Mans, being credited with being one of the most advanced sports cars of all time. A limited edition road going version, the XKSS, made the idea of a D-Type on the public highway possible, and parts developed in this often forgotten little gem helped to culminate in the final and superb E-Type.

 

On March 16th 1961, the E-Type was released upon the unsuspecting public at the Geneva Motor Show to an absolute roar of applause and acclaim. It made the front page of pretty much every newspaper in Europe, and orders absolutely rolled in by the thousand! The thing that made the E-Type so desirable was the fact that it was fun on a budget, a high performance 150mph capable machine for an affordable price of just £2,000, the equivalent of about £40,000 today. Now you may think that's a lot of money, but when you consider that a car of comparable beauty and performance was double that price, you'd know it was something truly special.

 

However, this proved to be a problem for the comparatively small company, who simply couldn't turn out the cars fast enough to supply the demand. Millions and Millions of Pounds worth of orders were being placed, with some owners even going so far as to place deposits at 10 to 15 Jaguar dealers hoping that one of them could give them a car! The biggest problem was trying to supply differing markets, especially if you were British because in order to appease the desperate American buyers, cars would be built in LHD for 6 month periods at a time, which meant if you were someone wishing to buy a car here in the UK, you'd be stuck for the best part of a year!

 

But it was obvious why, these cars were unrealistically fast! Tap the pedal and you'd be at 60mph in 7.1 seconds, press it further and you'd be over 100, and if you pressed it further, the bonnet would rise and with blood gushing from your eyes and every fibre of your body telling you to stop, you'd be hitting 150mph! That doesn't sound like much today considering the Aston Martins and Ferrari's we're so used to, but in 1961 this was absolutely unheard of.

 

Not that your E-Type would ever make 150mph because Jaguar had been a tad naughty. As it turns out the initial test cars that had been leant to the Press had been tuned to reach that golden 150, but the rest of the flock would barely go that fast. This was further compounded by a troublesome gearbox, hopeless brakes, cramped interior and uncomfortable seats. Jaguar's con had only been done to bless their car with the initial fame that would sell the production models, but in 1965 Jaguar chose to redress the issue by fitting the car with a much larger and much better 4.2L Straight Six engine.

 

But once the novelty had worn off the E-Type was starting to become maligned. Much like owning a topping Rolls Royce, seeing one being driven in the street opened the wounds of jealousy that continued to divide the social classes, and if you were very lucky you'd only get away with a disapproving look or a nasty name, if you weren't expect a brick, a can of paint or a rock to be hurtled in your direction! At the same time because so many cars had been built, the Second Hand market became saturated which meant that people could pick up early ones for a song, which removed the exclusivity that these vehicles had once commanded. Again, much like a Rolls Royce these owners only saw them as ways to get women to take off their clothes for you, and thus didn't exactly give them the love that such cars required.

 

However, this was before we got to the biggest problem of them all, America.

 

Actually I take it back, America can't be blamed for everything, in fact the stringent safety legislation and rules on car manufacturing can be credited to the increased safety of modern motor vehicles, the people to be blamed though are in fact the car manufacturers themselves for not being able to incorporate the compulsory safety features whilst still keeping the car stylish.

 

But still, throughout the 1960's the death of James Dean had resulted in a gradual increase in safety legislation on US Highways, and in order to have a market there, cars had to conform. The height of the headlights, the bumpers, the smoke emissions, the recess of the switches, all of these things were scrutinised and had to be taken into account by car builders. The E-Type became a shameful victim as its looks were compromised with changes to the lights, and body profile. To be honest the Series II was not that bad a car, still retaining much of its charm, especially when you compare it to 1971's Series III which was formulated by British Leyland. With the cabin looking like it had sunk, the lights being stretched and contorted, and sporting a massive 5.3L V12 engine. By this point many of the cars former buyers saw the E-Type as damaged beyond repair and thus sales began to tumble. British Leyland however had been planning to replace the car since the late 1960's, and after much deliberation its replacement, the Jaguar XJS, was launched in 1975, bringing an end to the increasingly hard to sell E-Type. Although very well performing, in terms of looks, the XJS was considered by many classic Jag fans to be absolute heresy, but would go on to have a much longer life that the E-Type, being built until 1996.

 

However, even before the last E-Type left the production line the originals were already being hailed as classical heroes. In total well over 70,000 of these cars had been sold, and a large number of them remain on the roads. During the late 70's and 80's the car continued to be a major pin-up, often ending up rather oddly, and to my mind a bit shamefully, in erotic films and porn movies (I sure hope they washed thoroughly afterwards). But when you look at the E-Type you can understand why, it is a seriously sexy looking car!

 

So iconic and so stylish were these cars that over the years many different replica models have also been made. Throughout the 1990's the company Eagle GB built the Eagle E-Type, brand new cars built to exactly the same specifications as the original Series I versions, whilst in 2011 the Eagle Speedster was produced, revising the bodyshape but attempting to maintain the charm of the original, and in 2014 several remaining chassis from the original production run that had been kept in storage are intended to be built into fully functioning cars.

 

The E-Type may have died a long time ago, but its reputation isn't letting up! :D

Flooding isn't what most people would consider to be a good thing but in this situation where no-one was harmed, it has helped me capture a rare moment. I doubt I'll ever be here when these conditions are present again (in fact, it's been about five years since I last drove the A924 north of Kirkmichael).

 

Like most rivers just now, the Brerachan Water has burst its banks, creating a temporary loch (to be fair, the map marks this area as bog so it probably floods a lot). The scene normally looks quite different to this so I doubt this photo opportunity will come up very often.

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I consider myself quite fortunate to have captured a moment in which mother marmot and her little pup are spending some time together out of their burrow.

 

Location: Valle dell'Orco, Gran Paradiso National Park, Piedmont, Italy

 

Canon EOS 60D with Sigma 150-600mm f/5-6.3 Sport @534mm

A fachada, considerada uma das mais belas do mundo, está voltada para a Baía da Guanabara, principal via de entrada da cidade na época da sua construção.

A Igreja de Nossa Senhora da Candelária é patrimônio histórico, religioso e cultural da cidade do Rio de Janeiro e do Brasil.

A Igreja possui mais de 400 anos de história.

Centro Histórico

Rio de Janeiro, Brasil

Telephones – Prospect

Federal Committee Consider Improvements

The Commonwealth Parliamentary Standing Committee on Public Works opened an enquiry at the Adelaide GPO on Monday into the question of – automatic telephone exchanges and equipment at Brighton, Glenelg and Prospect.

 

The survey had resulted in the recommendation - that the automatic exchange was most necessary at Prospect, where its establishment would save considerable expense in connecting subscribers on the north side of the city with the central exchange. For some time service had been refused in the Prospect area, where at present there were approximately 130 applicants who would be served by the new exchange. An additional exchange there would relieve the congestion now existing on the central manual switchboard. If the cut-over was made it was expected that 697 subscribers would be transferred from central to Prospect. [Ref: Daily Herald (Adelaide SA) 21-3-1922]

 

Local Government meeting Prospect Monday August 6

The Deputy Postmaster-General advised that arrangements have been made to open a telephone exchange at Ballville Street, Prospect, at about the end of November. [Ref: The Register (Adelaide SA) 11-8-1923]

 

Prospect Exchange - Opening This Afternoon

More than 200 telephone services in the Prospect and North Adelaide district will be connected this afternoon to a temporary manual exchange in Ballville Street, near the Enfield tramway track.

 

Mr J W Kitto (Deputy Postmaster-General) said this morning that that would mean that 100 services from that locality now connected with Central would be transferred to Ballville Street. "That will enable 100 waiting subscribers in the city area to be connected at an early date," said Mr Kitto.

 

Mr Kitto explained that the department is erecting in Ballville Street a new building, in which a modern automatic exchange to serve the Prospect and North Adelaide district would be installed. As, however, it would be two years before the equipment needed could be secured and installed, to meet the case in the meantime so far as possible it was decided to put into operation a manual exchange, which would be housed in buildings eventually to be used as a linesmen's store and a motor garage. [Ref: News (Adelaide SA) 1-11-1923]

 

Prospect Automatic Telephone Exchange

The Deputy Postmaster-General (Mr E P Ramsay), advises that arrangements have been completed to bring the new automatic telephone exchange at Prospect

into operation as from midnight on Saturday. Mr Ramsay states that any subscriber connected to the present Prospect exchange, who wishes to use his telephone after midnight on Saturday, must use the automatic telephone which has already been installed.

On Sunday morning a staff of telephonists will begin the task of ringing each Prospect subscriber, with the object of ascertaining that the service is in order, and giving assistance to those who are not clear about the method of making calls under the new system. All subscribers, when calling a Prospect subscriber after midnight on Saturday, are requested to use the automatic numbers as shewn in the April issue of the directory. Failure to comply with this request will result in delay. [Ref: The Advertiser (Adelaide SA) 30-9-1927]

 

Société des Amis de la Musique à Vienne

La Société des Amis de la Musique à Vienne (bref: Wiener Musikverein) est un club traditionnel à Vienne pour promouvoir la culture musicale. Elle a été fondée en 1812.

Concert fondateur 1812

Fondation

Le 29 Novembre et le 3 Décembre 1812, à l'école d'équitation d'hiver de la Hofburg de Vienne l'oratorio de Haendel Timothée avait été créé. Ce concert peut être considéré comme un déclencheur pour la création de la Société des Amis de la Musique de Vienne. Comme le fondateur de l'association est considéré Joseph Sonnleithner (1766-1835), à l'époque secrétaire du théâtre de la Cour impériale de Vienne (Burgtheater et Kärntnertortheater). Le produit de ces deux concerts devraient bénéficier l'institution nouvellement créée. L'empereur François Ier fait don de 1.000 florins, le bénéfice net finalement s'est élevé à 25 934 florins de change viennois. Le premier bureau de la Société était le Palais Lobkowitz à l'endroit actuel Lobkowitzplatz.

Objectifs

Selon ses statuts, qui naquirent en 1814, est l"'élévation en haute de la musique dans toutes ses genres" le but le plus important de la Société.

La Société des Amis de la Musique y parvient (parvint) de trois façons:

La fondation d'un conservatoire,

la collecte systématique de documents musicologiques (archive),

l'organisation de ses propres concerts.

À ce jour, l'engagement privé de chacun des membres façonne le fonctionnement de la Société. Depuis Janvier 2000, toutes les éditions du journal interne Musikfreunde apparaissant mensuellement sont disponibles sur le site de la société.

Concerts

Sur l'initiative d'Antonio Salieri, résultent les premières activités chorales du Musikverein, qui, par exemple, en 1824 également avait participé à la première execution respectivement première mondiale de la Missa Solemnis de Ludwig van Beethoven et la 9ème Symphonie. Après avaient déjà eu lieu des concerts de chorale de l'association pendant des années, puis en 1858 la mise en place officielle de la chorale de concert a eu lieu comme une association de branche de la Musikverein de Vienne. Le premier chef d'orchestre principal de la Vienne Singing Society était Johann von Herbeck, depuis 1991 la chorale est dirigée par Johannes Prinz.

L'édifice du Musikverein (1831-1870) aux Tuchlauben (maison au hérisson rouge), premier bâtiment sur la droite, alors 558, maintenant n° 12

Première salle de concert de la société

1829, la Société a acquis une masion faisant partie du Kärnthnerviertl (Quartier carinthien) aux Tuchlauben (maison au hérisson rouge, loué à partir de 1822, puis House # 558, aujourd'hui Tuchlauben 12) avec plusieurs des bureaux et appartements d'affaires, le fut démolir et commanda à Franz Lössl (gestion de la construction: Carl Högl) de près de 88 000 florins (y compris le matériel) la construction d'un nouveau bâtiment de trois étages avec une salle de concert au 1er étage. Le site était situé approximativement en face de l'ancien Ofenlochgasse (trou du four ruelle), depuis 1863 Kleeblattgasse (trèfle ruelle). La Brandstätte alors n'avait pas prise de la Tuchlauben, mais avait été située comme petite place près de la cathédrale Saint-Étienne.

Le concert de célébration pour l'ouverture de la salle a eu lieu le 4 Novembre 1831 (alors à Vienne ragea le choléra). Le Musikverein, entre autre, à ladite emplacement (concerts très fréquentés toujours eut lieu dans le Grand Hall de Redoute de la Hofburg) contribua d'une manière essentielle pour la vie musicale à Vienne.

La salle de 700 places bientôt s'eut avérée trop petite, mais tout de même elle fut utilisée pendant près de 40 ans. 1846 éclairage au gaz a été installé. Dans les étages supérieurs le Conservatoire et les archives de la Société, des bureaux et des salles de répétition furent installés.

La Société des Amis de la Musique en 1870 emménagea dans sa nouvelle maison et vendit sa première maison la même année. Dans l'utilisation ultérieure de celui-ci en résultait, entre autres, le Théâtre Strampfer. Le bâtiment avait été démoli en 1885.

Musikverein de Vienne en 1898

Le siège actuell de la Société

1863, l'empereur François-Joseph Ier la société du Trésor donna la zone sur les rives de fleuve Vienne en face de l'Église Saint-Charles. Il était sur ​​les anciens glacis devant les remparts démolis à partir de 1858 autour de la vieille ville. Dans la proximité 1861-1869 émergea l'Opéra d'État actuel de Vienne, sur le site de construction voisin sur la rive du fleuve Vienne 1865-1868 le Künstlerhaus (Maisons des artistes) de Vienne, sur la place adjacente en direction de la Ringstrasse 1862-1865 le présent Hôtel Imperial.

La maison, conçu de Theophil Hansen, qui plus tard avait construit le Parlement, aujourd'hui de manière commune appelée Musikverein de Vienne, a été ouvert le 6 Janvier 1870 d'un concert solennel. Cette même année, le Majordome de l'empereur, le prince Constantin zu Hohenlohe-Schillingfürst, en reconnaissance de la faveur de la Cour impériale pour le nouveau projet de construction fut nommé membre honoraire de la société.

1869 Carl Heissler a été le premier chef d'orchestre de la Société des Amis de la Musique à Vienne. 1871 et 1872 le compositeur russe Anton Rubinstein fut directeur artistique de la société. Après un court laps de temps, il a été remplacé par Johannes Brahms.

Projets destinés à des enfants et à la jeunesse

Afin de donner aux enfants et adolescents joie pour la musique et accès à la culture classique, la Société des Amis de la Musique offre un programme correspondant: en Avril 1989, il y avait le premier "fête pour les enfants" dans toutes les chambres du bâtiment du Musikverein, depuis l'offre a été régulièrement élargi et comprend maintenant plus de 150 projets pour tous les âges de 3-19 ans. Le 20e anniversaire des concerts pour les jeunes a été célébrée par une grande fête au Musikverein de Vienne en 2009. Symbole des concerts pour les enfants et les jeunes des de la Société des Amis de la Musique est le clown de concert Allegretto.

Performances artistiques sont préparés en conformité avec les exigences d'âge respectives, en accordant une attention particulière aux possibilités de participation active. Cela comprend participer en chantant et dansant pour les tout petits, une galerie de dessins d'enfants sur l'Internet et discussions avec les artistes sous le slogan "rencontre l'artiste" avec des conducteurs, solistes et compositeurs de renommée internationales pour les 15 - à 19 ans.

Conservatoire de la Société des Amis de la Musique

Le Conservatoire a été la première école de musique publique à Vienne et a été fondée en 1819 sous le violoniste Joseph Böhm. Dès autour de l'année 1818, commença le chef d'orchestre Antonio Salieri à former une classe de chant. Le journal musical général a écrit au sujet le 7 Janvier 1818: "Comme le début d'un Conservatoire nouvellement établi dispense notre digne Court chef d'orchestre Salieri déjà 12 filles et 12 garçons un leçon de chant gratuit".

Le 19 Avril, les 24 premiers étudiants du Conservatoire se sont présentés lors d'un concert de la Société des Amateurs de Musique au public et chantent un choral a cappella de Salieri. La dédicace sur l'autographe dit: "Ringraziamento da farsi alli Benefattori del Conservatorio della musica nazionale tedesca dalli primi ventiquattro allieve dodici Ragazzi e dodici Ragazze, di detto luogo, nella quarta accademia dei dilettanti il giorno 19 Aprile 1818“.

Au 19ème siècle, ce dispositif a été considérablement élargi, compta dans les années 1890 plus de 1000 étudiants et a été suivi à Vienne dans autres de telles institutions. En 1909, l'Institut privé de résolution de l'empereur fut nationalisée comme "kk Académie de Musique et d'Art Dramatique". Ainsi, il est le prédécesseur de l'Université de Musique et des Arts de Vienne d'aujourd'hui.

Archive

Aujourd'hui, l'archive de la Société des Amis de la Musique est parmis des collections de musique les plus importantes du monde.

Personnalités

Musikvereinsgebäude (bâtiment) de 1870 (2006)

Musikvereinsgebäude de nuit

Fondateur

Joseph Sonnleithner (1766-1835)

Co-fondateur

Fanny von Arnstein (1758-1818)

Le prince Franz Joseph Maximilian von Lobkowitz (1772-1816), major-général, amateur d'art et mécène

Membres célèbres

Leopold von Sonnleithner (1797-1873), avocat et collectionneur de musique

Janvier Václav Voříšek (1791-1825), compositeur, pianiste et organiste, membre à partir de 1818.

Franz Schubert (1797-1828), membre à part entière à partir de Juin 12, 1827

Directeurs de concert

Carl Heissler, lithographie par Josef Kriehuber 1866

Carl Heissler (1823-1878), directeur artistique 1869-1871

Anton Rubinstein, directeur artistique 1871-1872

Johannes Brahms (1833-1897), directeur de concert 1872-1875

Eduard Schön (1825-1879), ministerialrat et compositeur, directeur autour de 1870

Johann von Herbeck (1831-1877), chef d'orchestre et compositeur

Hans Richter (1843-1916), chef d'orchestre, directeur jusqu'en 1900

Franz Schalk (1863-1931), directeur de concert 1904-1921

Ferdinand Löwe (1865-1925), directeur de concert

Wilhelm Furtwängler (1886-1954), directeur de concert 1921-1927 (responsabilité partagée avec Léopold Reichwein)

Léopold Reichwein (1878-1945), directeur de concert 1921-1927 (responsabilité partagée avec Wilhelm Furtwängler )

Robert Heger (1886-1978), directeur de concert 1925-1933

Walter Legge (1906-1979), directeur à partir de 1946

Herbert von Karajan (1908-1989), dernier directeur de concert 1948-1964

 

Vice-présidents

Raphael Georg Kiesewetter (1773-1850), court conseiller et musicien, vice-président 1821-1843

Nikolaus Dumba (1830-1900), industriel, vice-président en 1880

Gustav Ortner (né en 1935), diplomate, vice-président depuis 2001

 

Membres de la Direction

Heinrich Eduard Josef von Lannoy (1787-1853), chef d'orchestre et compositeur, membre

Martin Gustav Nottebohm (1817-1882), musicologue et compositeur, membre à partir de 1858

Anthony van Hoboken (1887-1983), musicologue et collectionneur de musique, membre depuis 1957

Frères Czartoryski, 1870

 

Secrétaires

Léopold Alexandre Zellner, secrétaire général en 1880

Hugo Botstiber (1875-1941), secrétaire et directeur du bureau 1905-1912

Thomas Angyan (né en 1953), secrétaire général et directeur artistique depuis 1988

 

Archiviste

Martin Gustav Nottebohm (1817-1882), 1864-1887

Eusèbe Mandyczewski (1857-1929), musicologue et compositeur, 1887-1930

Karl Geiringer (1899-1989), musicologue et bibliothécaire, 1930-1938

Hedwig Kraus (1895-1985), musicologue et directeur des Archives, 1930-1962

Hedwig Mitringer, musicologue et directeur des Archives, 1962-1979

Otto Biba (né en 1946), musicologue et directeur des archives, depuis 1979

 

Les membres d'honneur

Sommaire ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTU VWXYZ

A

Claudio Abbado, 1991 (1933-2014)

Guido Adler, 1928 (1885-1941)

Comtesse Anna Amadei, 1898 (1828-1927)

Rudolf Graf Amadei, 1898 (1914-1898)

August Wilhelm Ambros, 1872 (1816-1876)

Daniel François Auber, 1836 (1782-1871)

 

B

Wilhelm Backhaus, 1928 (1884-1969)

Giuseppe Baini Abbate, 1836 (1775-1844)

Daniel Barenboim, 2008 ( né en 1942)

Carl Ferdinand Becker, 1842 (1804-1877)

Ludwig van Beethoven, 1826 (1770-1827)

Charles Auguste de Bériot, 1842 (1802-1870)

Hector Berlioz, 1846 (1803-1869)

Leonard Bernstein, 1988 (1918-1990)

Josef Freiherr von Bezecny, 1898 (1829-1900)

Louis de Bignio, 1871 (1839-1907)

Heinrich Edler von Gemmen Billing, 1896 (1834-1908)

Joseph Böhm, 1871 (1795-1876)

Karl Böhm, 1973 (1894-1981)

François Adrien Boieldieu, 1829 (1775-1834)

Ludwig Bösendorfer, 1870 (1835-1919)

Comte Karl bombe Elles, 1888 (1832-1889)

Francisco de Paula de Bourbon, 1818 (1794-1865)

Auguste de Bottée Toulmon, 1841 (1797-1850)

Pierre Boulez, 2004 ( né en 1925)

Johannes Brahms, 1876 (1833-1897)

Anton Bruckner, 1891 (1824-1896)

Rudolf Buchbinder, 2007 (né en 1946)

Ole Bornemann Bull, 1839 (1810-1880)

 

C

Pablo Casals, 1930 (1876-1973)

Friedrich Cerha, 2007 (né en 1926)

Emil Freiherr von Chertek, 1908 (1833-1922)

Maria Luigi Cherubini, 1827 (1760-1842)

Friedrich Chrysander, 1895 (1826-1901)

Prince Władysław Czartoryski, 1870 (1828-1894)

 

D

Siegfried Wilhelm Dehn, 1842 (1799-1858)

Josef Dessauer, 1871 (1798-1876)

Theodor Dohler, 1842 (1814-1856)

Gaetano Donizetti, 1842 (1797-1848)

Friedrich Edler von Mährentheim Dratschmiedt, 1870 (1801-1885)

Nikolaus Dumba , 1877 (1830-1900)

Marie-Louise Dustmann-Meyer, 1871 (1831-1899)

Antonín Dvořák, 1895 (1841-1904)

 

E

Franz Egger, 1870 (1810-1877)

Gustav Egger, 1902 (1845-1926)

Gottfried von Einem, 1976 (1918-1996)

Heinrich Wilhelm Ernst, 1839 (1814-1865)

Heinrich Esser, 1871 (1818-1872)

Josef Edler von Eybler, 1826 (1765-1846)

 

F

François Joseph Fétis, 1829 (1784-1871)

Gottfried Wilhelm Fink, 1837 (1783-1846)

Infant d'Espagne, Francisco de Paula de Bourbon, 1818 (1794-1865)

George Albert Freiherr von und zu Franckenstein, 1935 (1878-1953)

Robert Franz, 1886 (1815-1892)

Wilhelm Furtwängler, 1927 (1886-1954)

 

G

Ossip Gabrilowitsch, 1930 (1870-1936)

Wenzel Graf Gallen Berg, 1829 (1783-1839)

Manuel Patricio Rodríguez García, 1905 (1805-1906)

Ferdinand Simon Gassner, 1842 (1798-1851)

Francs Gautsch Paul Freiherr von Thurn, 1888 (1851-1918)

Wilhelm Gericke, 1884 (1854-1925)

François Auguste Gevaert, 1895 (1828-1908)

Carlo Maria Giulini, 1978 (1914-2005)

Karl Goldmark, 1887 (1845-1922)

Caroline de Gomperzes-Bettelheim, 1871 (1918-1893)

Charles Gounod, 1888 (1818-1893)

Edvard Grieg, 1895 (1843-1907)

Franz Grillparzer, 1871 (1791-1872)

Jacob Moritz Green, 1909 (1836-1916)

Alfred Grünfeld, 1922 (1852-1924)

Adalbert Gyrowetz, 1826 (1763-1850)

 

H

Jacques Fromental Halévy, 1841 (1799-1862)

Eduard Hanslick, 1895 (1825-1904)

Nikolaus Harnoncourt, 1992 ( né en 1929)

Wilhelm Ritter von Hartel, 1903 (1839-1907)

Joseph Alexander Freiherr von Helfert, 1870 (1820-1910)

Georg Hellmesberger, 1871 (1800-1873)

Josef Hellmesberger, 1877 (1828-1893)

Johann Ritter von Herbeck, 1871 (1831-1877)

Ferdinand Hiller, 1852 (1811-1885)

Paul Hindemith, 1952 (1895-1963)

Anthony van Hoboken, 1974 (1887-1983)

Duc Constantin Hohenlohe, 1870 (1828-1896)

Robert Holl, 1997 (né en 1947)

Alexander Hryntschak, 1961 (1891-1974)

Bronislaw Huberman, 1932 (1882-1947)

Johann Nepomuk Hummel, 1826 (1778-1837)

 

J

Mariss Jansons, 2000 (né en 1943)

Joseph Joachim, 1881 (1831-1907)

 

K

Herbert von Karajan, 1949 (1908-1989)

Wilhelm Kienzl, 1926 (1857-1941)

Raphael Georg Edler von Kiesewetter, 1843 (1773-1850)

Hans Knappertsbusch, 1948 (1888-1965)

Adolf Koch Edler von Lange Trust, 1886 (1829-1920)

Ludwig Ritter von Kochel, 1872 (1800-1877)

Johann Baptist Krall, 1881 (1803-1883)

Ernst Kraus, 1921 (1867-1945)

Eduard Kremser, 1910 (1838-1914)

Ernst Krenek, 1988 (1900-1991)

Conradin Kreutzer, 1836 (1780-1849)

Josef Krips, 1973 (1902-1974)

Franz Krommer, 1826 (1760-1831)

Wilhelm Kux, 1947 (1864-1965)

 

L

Franz Lachner, 1837 (1803-1890)

Howard Chandler Robbins Landon, 1989 (1926-2009)

Johann Freiherr von Lasser, 1862 (1815-1879)

Heinrich Laube, 1877 (1806-1884)

Jean-François Le Sueur, 1826 (1760-1837)

Josef Lewinsky, 1878 (1835-1907)

Prince Johann II du Liechtenstein, 1870 (1840-1929)

Peter Josef von Lindpaintner, 1836 (1791-1856)

Franz Liszt, 1838 (1811-1886)

Moritz Ritter von Loehr, 1870 (1810-1874)

Karl Leo, 1852 (1796-1869)

Pauline Baronne Wallhofen Lucca, 1879 (1842-1908)

Alexis Lwoff, 1852 (1799-1871)

 

M

Eusèbe Mandyczewski, 1917 (1857-1929)

Gustav Marchet, 1909 (1846-1916)

Grande-Duchesse Maria Pavlova de la Russie, 1814 (1786-1859)

Heinrich Marschner, 1841 (1795-1861)

Jules Massenet, 1902 (1845-1981)

Amalie Materna Friedrich, 1888 (1844-1918)

Franz Freiherr von Matzinger, 1870 (1817-1896)

Friedrich Freiherr von Mayr, 1880 (1822-1894)

Baron Otto Mayr, 1972 (1887-1977)

Josef Mayseder, 1852 (1789-1863)

Zubin Mehta, 2005 (né en 1936)

Felix Mendelssohn Bartholdy, 1837 (1809-1847)

Giuseppe Saverio Mercadante, 1842 (1795-1870)

Princesse Pauline de Metternich-Winneburg, 1892 (1836-1921)

Richard Prince Klemens von Metternich-Winneburg, 1892 (1829-1895)

Leopold Edler von Meyer, 1843 (1816-1893)

Giacomo Meyerbeer, 1836 (1791-1864)

Comte Anton Miari, 1829 (1787-1854)

William Bernard Molique, 1839 (1802-1869)

Ignaz Moscheles 1844 (1794-1870)

Wolfgang Amadeus Mozart (fils), 1840 ( 1791-1844 )

Eugen Mravinsky, 1978 (1903-1988)

Riccardo Muti, 1995 ( né en 1941 )

 

N

Sigismund von Neukomm 1842 (1788-1858)

Vaclav Neumann, 1987 (1920-1995)

 

O

David Oistrakh, 1974 (1908-1974)

George Onslow, 1836 (1784-1852)

Carl Orff, 1979 (1895-1982)

 

P

Elias Parish Alvars, 1847 (1808-1849)

Adolf Ritter von Parmentier, 1883 (1803-1887)

Krzysztof Penderecki, 1999 ( né en 1933)

Hans Pfitzner, 1926 (1869-1949)

Gustav Freiherr von Prandau, 1877 (1807-1885)

Georges Prêtre, 2003 ( né en 1924)

Hermann Prey, 1980 (1929-1998)

Emanuel Chevalier de Proskowetz, 1932 (1849-1944)

 

R

Anton Radziwill, 1814 (1775-1833)

Franz Ritter von Zapory, 1909 (1830-1918)

Karl Reinecke, 1895 (1824-1910)

Karl Reissiger, 1837 (1798-1859)

Hans Richter, 1891 (1843-1916)

Ferdinand Ries, 1836 (1784-1836)

Friedrich Rochlitz, 1826 (1769-1842)

Hans Freiherr von Rokitansky, 1878 (1835-1909)

Gioacchino Rossini, 1868 (1792-1868)

Mstislav Rostropovitch 2002 (1927-2007)

Marcel Rubin, 1986 (1905-1995)

Anton Rubinstein, 1871 (1829-1894)

 

S

Duc Ernst II de Saxe-Cobourg-Gotha, 1852 (1818-1893)

Camille Saint-Saens, 1901 (1835-1921)

Emil von Sauer, 1912 (1862-1942)

Wolfgang Sawallisch, 1998 (né en 1923)

Franz Schalk, 1912 (1863-1931)

Anton Ritter von Schmerling, 1862 (1805-1893)

Karl Schmid, 1871 (1825-1873)

August Schmidt, 1871 (1802-1891)

Franz Schmidt, 1928 (1874-1939)

Friedrich Schneider, 1836 (1786-1853)

Peter Schreier, 1986 (né en 1935)

Robert Schumann, 1852 (1810-1856)

Simon Sechter, 1852 (1788-1867)

Ignaz von Seyfried Ritter, 1826 (1776-1841)

Leopold von Sonnleithner, 1860 (1797-1873)

Louis Spohr, 1826 (1784-1859)

Gasparo Spontini, 1841 (1774-1851)

Abbé Maximilian Stadler, 1826 (1746-1833)

Horst Stein, 1990 (né en 1928)

Otto Strasser, 1987 (1902-1996)

Johann Strauss, 1894 (1825-1899)

Richard Strauss, 1916 (1864-1949)

Igor Stravinsky, 1952 (1882-1971)

 

T

Sigismund Thalberg, 1938 (1812-1871)

Ambroise Thomas, 1895 (1811-1896)

Johann Wenzel Tomaschek, 1836 (1774-1850)

Arturo Toscanini, 1937 (1867-1957)

 

U

Michael Umlauf, 1826 (1781-1842)

 

V

Giuseppe Verdi, 1880 (1813-1901)

Johann Freiherr von Vesque Nailsworth, 1880 (1803-1883)

Henri Vieuxtemps, 1843 (1820-1881)

Robert Volkmann, 1876 (1815-1883)

 

W

Richard Wagner, 1872 (1813-1883)

Bruno Walter, 1937 (1876-1962)

Gustav Walter, 1871 (1834-1919)

Joseph Walther von Herbstenburg, 1897 (1816-1891)

Carl Maria von Weber, 1826 (1786-1826)

Friedrich Dionys Weber, 1836 (1766-1842)

Wilhelm Freiherr von Weckbecker, 1909 (1859-1936)

Joseph Weigl, 1826 (1766-1846)

Egon Wellesz, 1973 (1885-1974)

Franz Welser-Möst, 2012 (1960)

John Fane Comte de Westmoreland, 1844 (1774-1859)

Comte Klemens Westphalen, 1883 (1836-1887)

Clara Wieck (Schumann), 1838 ( 1819-1896 )

Franz Wilt, 1896 (1824-1909)

Marie Wilt, 1871 (1833-1891)

Hermann Winkelmann, 1907 (1849-1912)

Johann Nepomuk August Wittasek, 1837 (1770-1839)

Franz Wüllner, 1895 (1832-1902)

 

Z

Léopold Alexandre Zellner, 1892 (1823-1894)

Karl Friedrich Zelter, 1827 (1758-1832)

de.wikipedia.org/wiki/Gesellschaft_der_Musikfreunde_in_Wien

Considerado y premiado como mejor rascacielos del mundo en el 2011 es obra del arquitecto Toyo Ito.

Basílica da Sagrada Família

 

Texto, em português, da Wikipédia, a enciclopédia livre:

Templo Expiatório da Sagrada Família

Templo Expiatório da Sagrada Família, e também conhecido simplesmente como Sagrada Família, é um grande templo católico da cidade catalã de Barcelona (Espanha), desenhado pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí, e considerado por muitos críticos como a sua obra-prima e expoente da arquitetura modernista catalã. Financiado unicamente por contribuições privadas , o projeto foi iniciado em 1882 e assumido por Gaudí em 1883, quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida, os últimos quinze de forma exclusiva. A construção foi suspensa em 1936 devido à Guerra Civil Espanhola e não se estima a conclusão para antes de 2026, centenário da morte de Gaudí.

 

A construção começou em estilo neogótico, mas o projeto foi reformulado completamente por Gaudí ao assumi-lo. O templo foi projetado para ter três grandes fachadas: a Fachada da Natividade, quase terminada com Gaudí ainda em vida, a Fachada da Paixão, iniciada em 1952, e a Fachada da Glória, ainda por completar. Segundo o seu proceder habitual, a partir de esboços gerais do edifício Gaudí improvisou a construção à medida que esta avançava. O templo, quando estiver terminado, disporá de 18 torres : quatro em cada uma das três entradas-portais, a jeito de cúpulas; irá ter um sistema de seis torres, com a torre do zimbório central dedicada a Jesus Cristo, de 170 metros de altura, outras quatro ao redor desta, dedicadas aos evangelistas, e um segundo zimbório dedicado à Virgem. O interior estará formado por inovadoras colunas arborescentes inclinadas e abóbadas baseadas em hiperboloides e paraboloides buscando a forma ótima da catenária. Estima-se que poderá levar no seu coro 1500 cantores, 700 crianças e cinco órgãos. Em 1926, ano em que faleceu Gaudí, apenas estava construída uma torre. Do projeto do edifício só ficaram planos e um modelo em gesso que resultou muito danificado durante a Guerra Civil Espanhola. Desde então prosseguiram as obras: atualmente (2015) estão terminados os portais da Natividade e da Paixão, e foi iniciado o da Glória, estando em construção as abóbadas interiores.

 

A obra que realizou Gaudí - a fachada da Natividade e a cripta - foi incluída pela UNESCO em 2005 no Sítio do Patrimônio Mundial com o título «Obras de Antoni Gaudí».

 

História

O propósito de construir um templo expiatório dedicado à Sagrada Família em uns novos terrenos do Eixample barcelonês foi do livreiro Josep Maria Bocabella, para o que fundou a Associação de Devotos de São José. Para isso foi adquirido um quarteirão inteiro do Eixample num lugar conhecido como El Poblet, perto do Camp de l'Arpa, em Sant Martí de Provençals, entre as ruas Provença, Maiorca, Marina e Sardenya.

O projeto foi entregue em primeiro lugar a Francisco de Paula del Villar y Lozano, que propôs um conjunto neogótico, recusando a sugestão de Bocabella de fazer uma réplica do Santuário da Santa Casa de Loreto . O projeto de Villar consistia numa igreja de três naves, com os elementos típicos do gótico, como os vitrais alveolados, os contrafortes exteriores e um alto campanário em forma de agulha. A primeira pedra foi colocada a 19 de Março de 1882, dia de São José, com a presença do então bispo de Barcelona José María Urquinaona. Gaudí assistiu à cerimônia, já que tinha trabalhado como ajudante de Villar em vários projetos. As obras não se iniciaram até 25 de Agosto de 1883, sendo adjudicadas ao empreiteiro Macari Planella i Roura.

Em 1883, Villar renunciou por desavenças com Joan Martorell, arquiteto assessor de Bocabella. O projeto foi oferecido ao próprio Martorell, mas, ao recusar, este foi oferecido a um jovem Gaudí de 31 anos; Gaudí fora ajudante de Martorell em várias construções, fato que motivara a recomendação de Gaudí, que ainda não executara grandes obras. Ao encarregar-se Gaudí do projeto, modificou-o por inteiro - salvo a parte já construída da cripta -, imprimindo-lhe o seu estilo peculiar. Durante os remanescentes 43 anos da sua vida trabalhou intensamente na obra, os últimos 15 anos de forma exclusiva. Esta dedicação tão intensa tem a sua explicação, para além da magnitude da obra, pela circunstância de Gaudí definir muitos aspetos à medida que a construção avançava, em lugar de os ter concretizado previamente nos seus planos e instruções. Por isso a sua presença pessoal na obra era de grande importância.

Durante a vida de Gaudí somente foi feita a fachada da Natividade , com escultura de Carles Mani, Llorenç Matamala e Joan Matamala, contando com os desenhos de Ricard Opisso; Gaudí apenas chegou a ver coroada a torre de São Barnabé antes do seu falecimento. À morte de Gaudí encarregou-se das obras o seu ajudante Domènec Sugrañes, durante os anos 1926-1936, acabando as três torres que ficavam na fachada da Natividade.

Durante a Guerra Civil Espanhola ficou destruída na sua maior parte a oficina na qual Gaudí trabalhara, e onde se encontravam os seus croquis, maquetes e modelos . Por esta causa e pela particular maneira de trabalhar Gaudí, não ficaram planos nem diretrizes a respeito de como devia terminar-se o templo. Portanto, quando em 1944 prosseguiu a construção da Sagrada Família, teve de definir-se em primeiro lugar como devia proceder-se, para edificar o templo da forma mais fiel aos princípios de Gaudí.

À frente desta gigantesca tarefa estiveram os arquitetos Francesc Quintana, Isidre Puig i Boada e Lluís Bonet i Garí, enquanto da obra escultórica se encarregou Jaume Busquets. Posteriormente, quando se construiu a fachada da Paixão, o conjunto principal das figuras escultóricas foi encarregado a Josep Maria Subirachs . As obras deste último originaram certa polêmica, devido a ter criado esculturas totalmente contemporâneas afastadas do estilo realista que Gaudí incluiu na fachada da Natividade. O escultor japonês Etsuro Sotoo colaborou em algumas esculturas da fachada da Natividade . Desde 1987 que as obras estão sob a direção do arquiteto Jordi Bonet i Armengol.

Projeto de praça estrelada para a Sagrada Família (1916).

Um dos pontos que suscitou maior controvérsia em relação ao templo é a sua situação no tecido urbanístico de Barcelona: quando começaram as obras encontrava-se num descampado, mas rapidamente ficou integrado no rápido desenvolvimento da cidade em princípios do século XX. Em 1905 Gaudí realizou um projeto para englobar a Sagrada Família dentro do Plano Jaussely, o novo projeto de alargamento barcelonês: concebeu situar o templo dentro de uma zona ajardinada em forma de estrela octogonal, que teria proporcionado uma excelente visão do templo a partir de todas as zonas circundantes. Finalmente, devido ao custo dos terrenos, reduziu o projeto a uma estrela de quatro pontas, que permitia uma ampla visão de todos os vértices. Contudo, o plano de Gaudí não se levou a cabo: em 1975 o Município de Barcelona realizou um estudo urbanístico que previa reabilitar uma zona em forma de cruz em torno da Sagrada Família, com quatro praças ajardinadas em cada extremo do templo ; mesmo assim, atualmente existem apenas duas destas praças, e a criação das novos espaços implicaria demolir vários edifícios, pelo qual ainda se estuda a solução ideal para enquadrar a Sagrada Família numa envolvente apropriada.

O Templo da Sagrada Família teve vários eventos destacados: em 1920 celebrou-se o Ano Jubilar de São José com procissões, peregrinações e missas, e cantou-se o Aleluia de O Messias de Händel por mil cantores de orfeões vindos de toda a Catalunha, dirigidos por Lluís Millet. Em 1953, por ocasião do 35º Congresso Eucarístico Internacional celebrado em Barcelona, foi inaugurada a iluminação artística da fachada da Natividade. Em 1981 abriu-se a praça Gaudí frente à Sagrada Família, com um projeto de jardins de Nicolau Maria Rubió i Tudurí, onde se destaca o tanque, em cujas águas fica refletido o templo. Ao ano seguinte, por ocasião do centenário da colocação da primeira pedra, o templo recebeu a visita do Papa João Paulo II. Igualmente, a 18 de Março de 2007 foi comemorado o 125.º aniversário da colocação da primeira pedra do templo com uma festa, concertos e bailando uma sardana em redor de todo o templo. O templo é palco habitual de numerosos atos culturais e encontros religiosos.

Veja o texto completo no site pt.wikipedia.org/wiki/Templo_Expiat%C3%B3rio_da_Sagrada_F...

 

A text, in english, from barcelona.de/en/barcelona-sagrada-familia.html

 

The basilica Sagrada Familia

Antoni Gaudí's life work is an UNESCO world heritage

 

The Sagrada Familia is one of the most famous landmarks in Barcelona. Since 1882 it was built at the church in the district Eixample built. From 1883 the Catalan architect Antoni Gaudí took over the leadership of the works until his death in 1926. The building is significantly influenced by him. The church is such a huge size, so they often referred it as "cathedral", but without having a bishop's seat. Pope Benedict XVI. inaugurates the Sagrada Familia on November 7, 2010. The church building is raised to a basilica.

Much time should allow for the visit of the details of the facades, where many embassies and biblical stories are hidden.

With the completion in 2026 expected, the construction is financed solely from donations and ticket money. Currently, 8 out of 12 about 100 meters tall bell towers are completed. The higher towers of the facade of the glory will be built and the central dome with a height of over 170 meters. Currently, part of the cloister is the building of the apse dome.

 

The start of construction of the Sagrada Familia.

Mid-19th Century the booksellers José María Boca Bella , Chairman of the Holy Brotherhood, planned a church in Barcelona to build and to devote the Holy Family ( "Sagrada Familia"). The land he choose was a parcel within the "Poblet (village). He preferred a fundamental step closer to the city centre out. Because of the already high land prices this was not possible.

The planning of the church began with the architect of the Diocese Francisco del Villar. He designed a church in Gothic style and began in 1882 with the construction of the crypt. Because of fundamental disagreements with Boca Bella he had to resign from his job. A few months later in 1883, the young architect Antoni Gaudí took over his work.

Gaudí took place in the Sagrada Familia his life's work. He worked until his death on 10th June 1926.

Under Gaudí the church won because of their extensive dimension and its lush design with such importance that they soon called it "the Cathedral". Also Gaudí even called it, although they do not house a bishop. He was convinced that one day the city would be known as "his" church.

 

Gaudí shaped espacially the Sagrada Familia . Many new parts are built according to plans, which are hardly ever received and often depend on assumptions as the great architect had originally planned. Of course everyone is sure of one thing: the Church Sagrada family in case of completion in respect to all previously built churches of Christendom will surpass all in greatness.

As a church, the Sagrada Familia should not only be seen in the artistic point of view. It must be the consideration of building facades with its towers and even religion.

 

Tips for visiting the Sagrada Familia.

The Sagrada Familia is the most visited monument in Spain. At peak times therefore sometimes one can queue in front of the house and cash in on the elevators of the towers which go up, on the other. The largest are the queues in the late morning. So if you dont want to stay in the queue, use the time to the cathedral from a distance, the two places right and left of the Sagrada Familia from them.

On the rear lifts, in the towers of the facade of the birth of Christ which goes up, the queue is much shorter. Do not return to down the lifts, use the stairs. Only then do you see the absolutely stunning spiral staircase.

consider adding some bleach!

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Photos from the main event - we had a wallking float with banners promoting the Leeds First Friday event and the various venues where it takes place.

 

It was incredible, completely overwhelming walking through the streets lined with thousands of people, all cheering and waving and taking pictures. It was one of the best experiences of my life, and one I will never ever forget. Pride is exactly right - I felt very proud to be a part of this wonderful community!

 

Kinda glad I wore trainers for the walk, because some of the girls really struggled with high heels! But I think next year I might go with wedges, I think they would be ok. And much more girly! ;-)

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Friday night pictures from an epic, incredible weekend in Leeds. As well as the usual Leeds First Friday event, we were also staying for Leeds Pride on the Sunday - my very first Pride. I met so many wonderful people and had an amazing time, one I will never ever forget.

 

Photo posing in the hotel room ready to go out.

Please consider leaving a comment if you fave, it is lovely to hear from you! xx

 

An evening with a couple of different dresses - one a firm favourite, the other not worn so much.

 

A couple of mirror shots here.

Happy New Year!

 

Consider joining Lake States this year! We are always looking for new members that share our passion for railroading.

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Chicago Great Western 504 on a southbound passenger train in Rochester, MN on August 31,1948. Bill Brandt image.

  

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"If I could just...." It's a dangerous beginning to a sentence. We always think we have the answers and that we know what needs fixing in our lives. Right now, I've been thinking, "If I could just drive myself, these last few days would have gone so much better and I would have gotten so much more done." But to tell the truth, I'm sure I could have found some way to mess things up with or without my own mode of transportation. Or I'll think "If I was already at Berklee, I wouldn't be so stressed about piano and how little composing I'm doing, and I'd be on track." As if college can manufacture a career or peace of mind.

 

In the Gospel of Luke, Jesus says "Consider the lilies [or, in this case, roses], how they grow: they neither toil nor spin; but I tell you, not even Solomon in all his glory clothed himself like one of these.” And earlier in the passage Jesus says, “Consider the ravens, for they neither sow nor reap; they have no storeroom nor barn, and yet God feeds them; how much more valuable you are than the birds! And which of you by worrying can add a single hour to his life's span?” So true…. It’s better to leave things in God’s hands rather than thinking if only I could just do something or other, because I’m incapable of God’s work.

 

Easier said than done, of course.

Photoshop image of trees over a new sky. Then I ran it through the picnick program on flickr.

So why did I feel the need to post this?

 

That’s complex, but in short I’ve gotten to the point where I feel like I’ve felt horrible about so many things in the world. So much intolerance, so much greed, pain and death. So much inhumanity – laws, rules, society trends, and religious decree all going against being a loving, caring, normal humanly driven person.

 

I feel that the only way to sort the mess out we have, here and now, is to just be honest. To look at things as they really are – facts.

 

Being in America in 2011, I of course know and am friends with many religious people – almost all Christian. Around 78% of Americans say they are Christian. These people I’m friends with because I feel they are good and kind people – people that at least to some level pick to be and push to be good people on their own accord, or sometimes because they reference their religion as to why. Well, I’m in the minority in America at the moment, being among the 16% unaffiliated. I believe in people’s goodness, and that people are responsible for themselves being good humans.

 

Why else have I posted this?

 

I’ve seen good friends be hurt so much by religion. Some that I know are gay and told they are evil, some that are the ‘wrong’ religion to be in America, and of course, some that don’t have a religion being the most ‘wrong’. I’ve had our kids be told by who would otherwise be very good, happy, and smart friends that they will not ‘go to heaven’ or that they would ‘burn in hell’ because my children didn’t believe in the same religion that they happened to believe in. Yes….people tell my children this – right to them. ‘When will die you will be tortured forever’. I’ve had people turn away from me or my family not because of anything I did, but because I didn’t believe in that they did religiously. I’ve seen good people thrown into prisons because of 2000+ year old religious moral teachings condemning things like sexuality or nudity – by far hurting many people far worse with the punishment, then the supposed crimes. I’ve seen people have their religion thrown in their face harshly – ‘god telling’ one person why they couldn’t be with another person anymore as the reason why. I’ve been told by another that no matter what they did wrong, even stealing large sums of money, that ‘god forgave them’, and therefore it’s ok.

 

So to the complex part.

 

I was born into a family that believes in Christianity. I heard the Sunday sermons that selectively touch on, at least in part, some of the better stories and morals of the bible – both new and old testament. And there are good concepts in the bible. I was pushed to memorize the required lines from the bible and go up through confirmation. I was asked to read the bible from cover to cover.

 

And that’s where it struck me, everyone is being so selective. So much in the bible no one in their right mind here and now would ever enforce or live by or feel is right. I felt like the whole church was living a lie and selectively promoting some things in the bible, while quietly covering up others out of embarrassment. Of course at that point it hit me – the bible is like any other work of man – some things in it are good, some things not (or just were considered good at some point in the past). People that take the good out of the bible and of their religion are still good people and it has nothing to do with religion or the bible – it has to do with THAT PERSON – picking what they felt right. That human did it. The bible is just a reflection of humanity. I realized that people didn’t need the bible, or religion, to be good, helpful, loving human beings – and not only that, but that it kept people tied down to old ideas and morals that even the churches understood were outdated and shouldn’t be preached – just to hold onto the morals that were ‘good’. In effect the churches in America nowadays are really not churches of the bible at all anymore – for they cut out the parts that they didn’t want to be a part of them, and left in the parts they wanted the bibles’ apparent authority to proselytize still.

 

This meant several things to me.

 

First, that people that go to church in America, in spite of some of what some more militant atheist and agnostic people out there, are good people even if they believe. Sure, some say “pray” way to much when a crisis or problem comes up, and don’t act nearly enough to actually help or fix things. Sure some are misguided by some of the older, somewhat rejected passages of the bible, depending on what church they attend. These things, and some others, I hope are addressed in the future, and that those people, or their children, will come around to being humanistic. But, for the most part, most all people are good no matter if they are religious or not, and people choose on their own to ‘skip’ upholding the bad stuff with religion, and embrace the good stuff attending a church every week. Both an atheist and a Christian both would say, for the most part, that murder is wrong. That’s still wonderful thing, isn’t it?

 

Secondly, that people need very badly to see facts. They need to stop being told what to just believe and to think, and to look for themselves what is out there. I posted these selected biblical quotes to hopefully open up even one person’s mind as to what is in the bible what is normally not talked about, or related at their Sunday service. (Please feel free to look up these for yourself, these are the 2011 new international version). Also keep in mind these all relate to death penalties in the bible for the most part. I could have posted many other things like how the bible upholds slavery, and so on. James 2:10 "For whoever keeps the whole law and yet stumbles at just one point is guilty of breaking all of it."

 

Now…I know I’m walking up a steep hill here. I know what many are told in church and how minds are pre-loaded to shut out considering things. ‘Run away from people that would have you question, the devil runs them’ and so on. I know. And my friends have known me too….do you really feel I’m evil – not because of any of my actions – but because of what I feel is the truth?

 

So, please, just for a moment, think. Is your church being selective? And, do the good morals or ethics that you feel your religion or church teaches really things that can only be picked up in church or the bible…or are they just universal humanistic morals? Do you really need people to tell you what is right or wrong…or do you really already know what is right and wrong for yourself, as a sympathetic and compassionate human? Can you teach your children on your own your values and ethics without a church and bible being involved and with all the extra baggage and selectively written out parts?

 

My church that I grew up under would have taught me to condemn so many people for so many reasons, as well as do so many good things too. The bible tells me the same.

 

But, I choose to do what I know is rationally and humanist right.

 

APD

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