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Wiking 50 type Van/Trailer - Smart (cigarettes) - produced for Liliput Railway Wagon. Painted by Liliput (the van was originally yellow). Wiking Datenbank ref: 540L-27-3 wiking-datenbank.de/viewtopic.php?f=506&t=1029&hi...

A well as the other van and trailer next to this I also have two other Liliput specials, the Danzas semi, and a Schenker Mercedes dropside and trailer. They are in the Wiking set.

Wiking Ford Capri Mk1 1:87 scale plastic model made in Germany - standard retail production model with interior and silver detailing. Introduced in the Wiking 1970 catalogue.

Wiking 278 1:87 scale Mercedes-Benz Ambulance - Johanniter Unfall Hilfe

Wiking Mercedes-Benz L 6600 lorry Deutsche Bundespost.

From the set of five vehicles Post Museums Shop Edition '94.

Monument à Jacques-Henri Bernardin de Saint-Pierre (1907) par Louis Holweck (1861-1935). Jacques-Henri Bernardin de Saint-Pierre, l’auteur de Paul et Virginie (1788) a été l’intendant du Jardin des Plantes.

fr.wikipedia.org/wiki/Jardin_des_plantes_de_Paris

 

Le Jardin des plantes est un jardin botanique ouvert au public, situé dans le 5e arrondissement de Paris, entre la mosquée de Paris, le campus universitaire de Jussieu et la Seine. Il appartient au Muséum national d'histoire naturelle et est, à ce titre, un campus universitaire.

Placé sous le patronage de Buffon jusqu'en 1788, il s'étend sur une superficie de 23,5 hectares.

Une École de Botanique et un Jardin écologique s'alignent entre les serres et la Seine : la première présente les végétaux par familles et permet d'appréhender leurs caractéristiques, le second est un milieu composite des régions tempérées, où l'on observe les populations végétales et animales dans leur évolution naturelle.

Regroupant 4 500 variétés d'arbustes et de plantes, l' école de botanique a été créée par le botaniste André Thouin au XVIIIe siècle. Elle vise à présenter de manière raisonnée au public et aux botanistes les espèces susceptibles de vivre en plein air en Europe. Elle comprend également des arbres historiques. Plusieurs cours hebdomadaires y sont dispensés par les jardiniers du Muséum.Entre l'école de botanique et la ménagerie, le jardin alpin, créé en 1931 (à la place d'une pépinière), vise à étudier les plantes arbustives et herbacées des milieux montagnards du monde entier (Himalaya, Alpes, Corse). Il compte plus de 2 000 plantes sur deux zones reliées par un passage souterrain. Ce jardin comporte un pistachier mâle à partir duquel le botaniste Sébastien Vaillant mit en évidence la sexualité des végétaux au XVIIIe siècle.

Wiking 527 Atlas Van Lines Peterbilt - 1:87 scale plastic

WIK op de MBC, vragen via sanderraeymaekers@gmail.com

Wiking 57 (570-3-2) Büssing U 4500 Milk Truck. 1:90 scale. Model produced 1961-62.

This would originally have had a load of 10 churns (the same as on the horse-drawn cart).

www.wiking-datenbank.de/viewtopic.php?p=448&hilit=570...

Wiking 705 Mercedes-Benz O 305 Bendy Bus - 1:87 plastic model.

Wiking MAN breakdown tow truck from the Gasolin set 'Tankstellen-Alltag der 1960er-Jahre – Nimm Dir Zeit für Gasolin' which comprises reissues of earlier Wiking models.

www.realfabricadogelo.com/

pt.wikipedia.org/wiki/Real_F%C3%A1brica_do_Gelo

A Real Fábrica do Gelo, também referida como Fábrica da Neve da Serra de Montejunto, localiza-se na serra do Montejunto, na freguesia e concelho do Cadaval, no distrito de Lisboa, em Portugal.

Única no país, é um dos raros exemplares de seu género existentes na Europa e, em termos de tecnologia, à época, uma das mais avançadas.

O hábito de saborear gelados e matar a sede com bebidas frescas nos meses quentes de Verão terá sido introduzido em Portugal em finais do século XVI, à época da Dinastia Filipina. Quando da visita de Filipe III de Espanha a Portugal, em 1619, todos os meios foram mobilizados para que não faltasse a neve na mesa Real. Sem que existissem técnicas adequadas de refrigeração, à época o gelo vinha da serra da Estrela.

A edificação desta fábrica de gelo que abastecia a cidade de Lisboa é atribuída aos frades dominicanos, em época anterior a 1741. Terá custado 40 ou 45 mil cruzados, despesa elevada, à época. O consumo crescente do gelo no século XVIII, não apenas na Corte e no seio da nobreza, mas também nas camadas burguesas e populares, terá motivado a construção da Real Fábrica do Gelo em Montejunto, que seria a única serra, de entre um conjunto de elevações próximas de Lisboa, que oferecia as condições climatéricas necessárias à congelação da água durante a estação invernosa. Adicionalmente, a sua localização apresentava grandes vantagens sobre o principal centro abastecedor de neve, a serra do Coentral, situada na extremidade sul da serra da Estrela, e a Lousã.

Um dos seus principais proprietários, o Neveiro Real Julião Pereira de Castro, mandou fazer obras de ampliação no conjunto em 1782.[1]

O processo de fabrico do gelo tinha início anualmente no final de Outubro, momento em que se enchiam de água os cerca de 44 tanques da instalação. Assim que o gelo se formava, o guarda da fábrica ia a cavalo até à aldeia vizinha de Pragança e, com uma corneta, acordava as pessoas para que, antes do nascer do sol, num trabalho árduo e duro, partirem as placas de gelo, amontoando os fragmentos e depois os carregarem para os silos de armazenamento, onde era conservado até à chegada do Verão. Após retirados dos poços de conservação, os blocos de gelo eram envolvidos em palha e serapilheira e transportados até à base da serra, no lombo de burros e dali, em carros de bois, até à Vala do Carregado, às margens do rio Tejo. A última etapa era o transporte até Lisboa nos chamados "barcos da neve". Chegados a Lisboa, abasteciam desde a Corte até aos cafés.[1]

A atividade terá terminado nos finais do século XIX, de acordo com o testemunho dos mais idosos da aldeia de Pragança, a qual seria, possivelmente, a principal fornecedora de mão-de-obra para a fábrica. De facto, encerrou-se em 1885, superada que foi pela introdução das primeiras formas de gelo industrializado no país.

Classificada como Monumento Nacional desde 1997, foi objeto de intervenção de conservação e revalorização por iniciativa da Câmara Municipal do Cadaval, com a colaboração do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), e reinaugurada em 27 de março de 2011.

O complexo fabril divide-se em duas áreas distintas, uma destinada à produção do gelo (então denominado como "caramelo") e a outra, distando desta para Sul cerca de 100 metros, à sua preparação, armazenamento e conservação.

A primeira área é atualmente constituída por dois poços para captação da água, uma casa onde eram acionadas as noras e que servia de armazém, um tanque principal para recepção da água e 44 tanques rasos onde era realizada a congelação da mesma.

Os tanques rasos foram construídos num desnível suave em três patamares, comunicando entre si por pequenas aberturas de secção rectangular situadas a 10 cm do fundo, de modo a permitir a acumulação da água até esta altura, estando separados entre si por passagens lajeadas, a fim de permitir o acesso fácil a todos eles. O seu enchimento revela uma técnica apurada: em primeiro lugar procedia-se ao enchimento do tanque principal até ao nível marcado com argamassa cor de rosa (medida que pode ser observada neste tanque e que correspondia à capacidade de água necessária para o enchimento dos tanques rasos), seguindo-se então o escoamento da água para estes mesmos tanques rasos.

A segunda área era destinada à preparação, armazenamento, conservação, preparação e embalamento do gelo, sendo constituída por um edifício apresentando fachada de decoração sóbria (ao gosto do século XVIII), dois silos para armazenamento e conservação do gelo e um outro para despacho do gelo já embalado. O edifício dos silos possui duas portas de acesso. Sobre a porta principal existia uma placa em pedra gravada que registava a compra e a reedificação da fábrica pelo neveiro da Casa Real, Julião Pereira de Castro, em 31 de Janeiro de 1782. Na parte superior da fachada, num pequeno nicho, existiu uma imagem, provavelmente de Santo António das Neves.

O pavimento do piso térreo é constituído por lajes calcárias, com inclinação para o centro de modo a permitir o escoamento da água proveniente do derretimento do gelo aquando da sua preparação em blocos. Em intervalos regulares possui pequenas covas de formato rectangular, o que sugere o encaixe dos pés de uma bancada onde os fragmentos de gelo eram compactados para formar blocos que posteriormente seriam armazenados e conservados nos silos. O edifício tinha ainda um piso superior, comprovado pelo facto de existirem encaixes de vigas, cachorros e um arco em tijoleira, actualmente destruído.

Os dois silos para armazenamento do gelo são muito diferentes entre si. O primeiro apresenta formato cilíndrico, com 9,40 metros de profundidade por 7,20 metros de diâmetro. O acesso ao interior fazia-se por duas portas, sendo a do lado Este, dupla. O fundo é lajeado e tem, em intervalos regulares de cerca de um metro, pedras calcárias com formato paralelipipédico com cerca de 30 cm de altura que serviriam para assentamento de um estrado de madeira sobre o qual era colocado o gelo, evitando assim o contacto com a água que derretia e escorria para o fundo do poço. Através de uma abertura triangular esta era escoada para o exterior. Esta pequena passagem encontra-se obstruída a cerca de um metro por grande quantidade de pequenas pedras que permitiam a infiltração da água mas impediam a circulação do ar no silo. Este silo possui ainda, ao nível do arranque da abóbada, uma "janela" que servia para escoamento do ar quente que se acumulava no seu interior durante os trabalhos.

O segundo silo, de formato rectangular, tem 4 metros de profundidade por 4 de largura e 6 de comprimento. O fundo é lajeado, como o primeiro, possuindo também as pedras de assentamento do estrado e abertura para escoamento da água.

O terceiro silo tem formato também rectangular e apresenta dimensões semelhantes ao anterior. Está construído exteriormente ao edifício; possui uma das portas a comunicar directamente com o exterior; não possuí fundo lajeado ou blocos de pedra para assentamento do estrado nem abertura para o escoamento da água. A sua função consistia no armazenamento dos blocos de gelo já processados e prontos a carregar no dorso dos animais de transporte. Este silo apresenta na abóbada, escrito na argamassa de revestimento das tijoleiras, a data de 1856. Todos estes silos possuem abóbadas em tijoleira e, sobre as portas, ganchos de ferro para suspensão de roldanas. Os silos de formato rectangular encontram-se adossados ao silo principal, sendo portanto de construção posterior.

O forno de cal, situado a Oeste deste complexo, terá sido construído para fornecer a cal com que eram feitas as argamassas que permitiram a construção do complexo, bem como para a caiação do interior dos silos, como medida de higiene.

 

Brighton - sept - 12

Wiking petrol pumps and kiosk, sign and oilcans from the Gasolin set 'Tankstellen-Alltag der 1960er-Jahre – Nimm Dir Zeit für Gasolin' which comprises reissues of earlier Wiking models.

Wiking T37 Mercedes-Benz Unimog U 411 - 1:90 HO Model - Plastic - Made in Germany. I'm struggling to identify this, looks like it is 370-4-1 (T37) 1958-1959.

See: www.wiking-datenbank.de/viewtopic.php?p=6847&hilit=un...

[Taken in Janakpur (Nepal) - 28Sep10]

 

28/09/2010

 

JANAKPUR BY DAWN

 

Arrivés à Janakpur à 5:00, après 23h45 de voyage.

Usés.

Poisseux.

Fatigués.

Le bus nous a laissés à l’extrémité opposée de la ville par rapport à l’hôtel que nous visions. A alors commencé une balade d’une heure dans des rues qui petit à petit s’éveillaient, jonchées de détritus et de bouses de vaches, défoncées, envahies de moustiques.

Des gens se lavaient au bord d’une sorte d’étang. A côté d’eux une femme y faisait sa vaisselle.

Finalement arrivés à la Kathmandu Guest House, pour ma part épuisé et trempé, l’endroit s’est avéré ne pas avoir de chambres libres. On nous a renvoyés vers un autre hôtel, plus luxueux, finalement tout aussi complet, où l’on nous a orientés vers un hôtel que nous avions noté lors de notre passage devant, trente minutes plus tôt, et qui s’est avéré fermé.

Nous nous sommes donc trainés vers un hôtel au hasard, à proximité, le Janaki Raj, avec une chambre à 1500 Roupies (13,50 Euros) la nuit, le grand luxe, avec climatisation. Là j’ai sauté sous la douche, installé ma moustiquaire et me suis couché, alors que Rémi repartait en vadrouille. Cet homme est inusable.

Dormi 3h, jusque 10:00.

Une anecdote tout de même. Alors que, douche prise, je discutais, en boxer, avec Rémi, lui-même en chemise et slip, quelqu’un frappa à la porte. Le temps d'enfiler un pantalon, Rémi alla ouvrir. Entra alors un employé de l’hôtel, une télécommande à la main, qui sans un mot alluma la clim, la régla sur 22°C, et reparti avec la télécommande.

 

JANAKPUR BY DAY

 

Après mon réveil, nous avons chacun fait une lessive et je me suis rendu compte que dans la précipitation du départ, j’avais oublié ma chouette chemise sable séchant dans la chambre à Bhurigan.

Rémi quant à lui s’est rendu compte qu’il avait perdu ou qu’on lui avait volé son enregistreur durant le trajet de la nuit. Il avait pour idée de retourner à la gare routière où devait repasser le bus de Htapa vers 15:00, histoire de vérifier, au cas où il pourrait récupérer sa machine.

Nous sommes d’abord allés changer quelques euros histoire de terminer la partie népalaise de notre périple, ce qui m’a permit d’être de nouveau trempé.

Puis nous sommes allés à la gare routière d’où nous devons également partir demain matin.

Rémi et sa boussole magique nous ont fait faire un détour par les bas-fonds de Janakpur qui a triplé, au moins, notre temps de marche, et donc de ma sudation.

Rémi ayant très peu d’espoir, je lui signifiais qu’il avait une chance sur un million de retrouver son enregistreur et que de ce fait, selon Terry Pratchett, cela arriverait inévitablement.

Nous avons acheté nos tickets pour Dharan, avons bu un coup, et sommes finalement allés dans un cybercafé.

Je suis resté 1h20 sur internet (pour 40 Rs, soit 0.45 Euros), entrecoupée de pannes de courant, et ai peut-être booké un certain nombre de nuits à Kolkata en couchsurfing.

Rémi n’est resté qu’une demi-heure, pour ensuite retourner à la gare routière. D’où il est revenu avec son enregistreur, qui avait été soigneusement mis de côté par Htapa !

De là, nous sommes partis en rickshaw pour une banlieue de Janakpur, le village de Kuwa, afin de visiter l’intéressant Women’s Development Centre, où des femmes font des tableaux, poteries, tissus, … représentant l’art Mithila.

En repartant, traversant Kuwa, j’ai été assailli par les enfants voulant tous être pris en photo. Les mères étaient heureuses et me demandaient de photographier leurs filles et fils. Les enfants se bousculaient et enchainaient les « Photo ! » et les « Chocolat ! ».

Très beau moment à rire avec eux, à leur montrer leurs visages en photo, qu’ils se précipitaient, immédiatement après avoir entendu le clic de l’appareil, pour voir. Le plus dur a été de s’extraire de la petite foule enthousiaste.

A part cela, la constatation récurrente est l’absence totale d’hygiène publique dans laquelle ces gens vivent, au milieu d’immondices et de canaux à l’eau croupie.

 

LE MAUVAIS CÔTÉ DE LA ROUTE, ET LE TEMPLE INTERDIT MAIS PAS VRAIMENT

 

Retour à pied à Janakpur, dégustant un bon samossa et une autre spécialité frite à base de pomme de terre, de haricots, et de curry.

Un trio de jeunes hommes d’une vingtaine d’années est ensuite venu nous trouver alors que nous marchions à droite de la route pour nous demander :

« - Why are you walking on the wrong side of the road? »

Effectivement, tous les piétons de ce côté-ci marchaient dans le sens inverse du notre.

La discussion s’est engagée, comme d’habitude, sur d’où nous venions, ce que nous avions vu au Népal, … Ils étaient tous trois étudiants, très concernés par la pollution de leur pays, et très curieux.

Quand ils ont appris que j’écris, ils ont voulu connaître les titres de mes livres, pour les lire et ont été déçus qu’ils ne soient qu’en français.

Alors que nous étions arrêtés pour nous dire au-revoir et que je leur donnais ma carte, un attroupement s’est immédiatement formé autour de nous, par pure curiosité.

Nous avons ensuite visité deux temples, dont le premier, le Janaki Mandir, immense, n’est pas autorisé aux étrangers, du moins l’intérieur. Demandant à un policier assis sur une chaise si nous pouvions entrer, il nous a fait asseoir à côté de lui, puis nous a répondu que non, puis nous a dit de le suivre et nous a amenés à l’intérieur.

Par deux fois là encore, des jeunes ont hésité puis se sont décidés à venir nous parler, créant des attroupements. La taille de Rémi fait toujours sensation.

Le diner aura été constitué d’un très bon plat de pâtes, épicé juste ce qu’il fallait, sous les yeux d’une vache sacrée. Le patron de l’endroit est venu s’asseoir près de notre table… et le sympathique interrogatoire a recommencé.

De retour à l’hôtel, nous nous sommes rendu compte que Rémi avait mélangé l’argent de notre caisse commune avec ses fonds propres changés dans l’après-midi. Il nous a fallu vingt bonnes minutes pour tout recalculer. Et je lui ai fait mettre les fonds communs à part, dans un ziploc, et non plus dans sa poche de chemise, qui me stresse toujours.

La ville semble beaucoup plus « indienne » que celles que nous avons traversé jusque là.

Il est 22:10. Le réveil sonne à 3:45, départ à 4:30 pour un bus à 5:15. C’est l’enfer.

 

See all the photos of this trip in this set : 20Sep-14Oct10 - Nepal & India [Trip]

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Wiks Rd, Dairy Flat, Auckland.

24 Nov 2025

Wiking 700 Mercedes-Benz O 305 Bus 1:87 - destination '5 Zoo'

Wiking 51g (513-2-2) Mercedes-Benz LPS 329 articulated box van. This colour variant was available 1961-63.

www.wiking-datenbank.de/viewtopic.php?f=508&t=1041&am...

Brighton - april - 12

fr.wikipedia.org/wiki/Rock_of_Cashel

 

Le Rock of Cashel est un des sites historiques majeurs de l'Irlande. Il est situé à l'ouest de la ville de Cashel, dans le Comté de Tipperary et dans la province de Munster. Les bâtiments qui ornent le sommet du rock of Cashel présentent une grande complexité par la juxtaposition de très nombreuses époques. Cette complexité n’empêche pas le site d’avoir une unité et un charme sans égal. C’est un des principaux sites d’art celtique et d’architecture médiévale d’ Europe.

 

L'Histoire :

Au Rock de Cashel, lors d'un sermon demeuré célèbre, Maewyn Succat, dit saint Patrick, montre une feuille de trèfle : - Voila la figure de la Trinité sainte. Les figures de triades étaient familières à la religion celtique : Le trèfle deviendra ainsi le symbole de l'Irlande. La légende raconte que c'est à ce moment-là qu'il fut chassé tous les serpents du pays, action qui symbolise la conversion du peuple irlandais.

 

En 1172, au synode de Cashel, Henri II d'Angleterre force l'Irlande à se soumettre exclusivement à l'autorité de l'Église catholique romaine et met fin aux pratiques d'un christianisme celtique.

 

Les monuments :

*Le plus ancien monument de Cashel est la tour ronde, haute de 28 mètres et parfaitement conservée datant d’environ 1100. Son entrée, se situe à 4 mètres du sol, due essentiellement à la faible profondeur de ses fondations (moins d'un mètre), ce qui reste typique des tours rondes irlandaises. Des travaux de conservation modernes ont consisté à injecter du mortier à certains endroits.

*La chapelle du Roi Cormac (Cormac’s chapel ), dont la construction a débuté en 1127 pour être consacrée en 1134, est l'édifice le plus remarquable du site. Sa structure est assez complexe, contrairement aux autres églises romanes d’Irlande, de plan plus simple. L'abbé de Regensburg avait envoyé deux charpentiers pour aider à la construction. Les deux tours jumelles, de chaque coté de la jonction entre la nef et jubé suggèrent une influence germanique car cette configuration ne retrouve pas ailleurs en Irlande. D'autres remarques points concernent la présence de voûte en berceau, un tympan sculpté au dessus de chacune des deux entrées (notamment l'entrée Nord) et la voûte du jubé. On y trouve également l'une des fresques irlandaise les mieux conservées de cette période (malgré les dégradations dues à l'humidité).

La cathédrale, bâtie entre 1235 et 1270, suit un plan cruciforme. Elle comporte une nef dépourvue de bas-côtés et un clocher au dessus de la croisée du transept. La nef s'arrête à l'Ouest contre le château. En 1647, durant les guerres confédérées irlandaises, Cashel fut mise à sac par les troupes parlementaires commandées par Murrough O'Brien, 1er comte d'Inchiquin. Les troupes confédérées y furent massacrées, ainsi que le clergé catholique romain. L'armée d'Inchiquin dégrada également de nombreuses œuvres religieuses. En 1749 le toit principal de la cathédrale fut ôté par l'archevêque Arthur Price.

Wiking 43

6 Mercedes-Benz Van - ICI Auto-Lack Service

(FOTO RECYCLATA...)

 

CRONOTOPO

spaziotempo

 

(un breve racconto scritto (in un’oretta) e diretto (a un concorso e a voi) dal vs amato MarianOne il 4 aprile 2008 a Roma)

 

E' comune sapere che uno degli eventi che possono partecipare all'apertura di una falla nello spaziotempo è l'esplosione della moka, mentre ci si sta tranquillamente preparando un buon caffè.

E questo appunto, è quello che accadde al signor Gino quella mattina di primavera del 1977.

Il “sor” Gino, come era affettuosamente chiamato dai ragazzi della scuola nella quale faceva il bidello, era un omone del suo tempo, grande e grosso e con due bei baffoni ed era, soprattutto, un comunista che oggi definiremmo di altri tempi (triste nota dolente…).

Fumatore incallito quando fumare incallitamene era gioia e piacere di molti (ed il salutismo gaio e palestrato non era ancora entrato nella (n)vostra vita come un Giuliano Ferrara nella discussione sull’aborto) non avrebbe rinunciato ad un buon caffè fatto da una buona moka per niente al mondo (certo se la richiesta di smettere con caffè e sigarette fosse arrivata dagli organi dirigenti del “partito” magari ci avrebbe fatto un pensiero…).

Torniamo quindi a quella fresca mattina di primavera, di un anno che di fresco aveva socialmente e politicamente bel poco, con la finestra aperta sui profumi dei fiori degli alberi e con la vista rilassante del campanile sullo sfondo.

Accadde tutto in un lampo, il fischio, l’esplosione, il sor Gino imbrattato di caffè dalla ciabatta alla canotta e, soprattutto, il suo sguardo perso verso l’orologio del campanile là fuori.

Le lancette impazzite che giravano, giravano e tutto intorno che diventava sfuocato, impalpabile, Gino si sentì svenire e “cadde, come corpo morto cade”.

Si permetta una piccola nota dal vostro amato cronotopista, nel 1977 il PCI era al suo massimo storico nell’Italica penisola, il “partito” si avviava ad appoggiare esternamente l’ennesimo governazzo democristo (si, mi dispiace rovinare i sogni di molti italiani attualmente popololiberisti: l’Italia per buoni 40/50 anni è stata governata da un gruppo di cristiano popolari che tutto si possono definire tranne che “sinistra”, malgrado quello che vuole farvi credere tal Signor B.) e il paese era sconvolte da spinte sociali legate a movimenti antagonisti che avevano già avuto espressione in quelli che, comunemente, tristemente e, nella mia modesta opinione, in modo inadeguato verranno poi storicamente definiti “anni di piombo”.

Il sor Gino non era molto felice di quello che stava accadendo. Lui non era certo un fan di La Malfa (Ugone), ma la fede in Enrichetto Berlinguer era totale.

Ed era appunto con fiducia e con gioia che si era alzato quella mattina, aveva acceso e fumato una bella cicca e aveva messo sul fornello la moka carica per quattro. Per quattro perché in due, Gino e suo figlio, la mattina si sparavano una bella dose di caffè extra. Gino era vedovo, suo figlio Mario era un giovine antagonista (anche troppo, ma il buon Gino era all’oscuro delle sue frequentazioni di “cattivi maestri” (che poi, ad averceli oggi…cazzo).

In un momento imprecisato Gino riaprì gli occhi.

Yo folks! Imprecisato perché c’era appena stata una falla nello spazio tempo, seguite per favore, non mi dite che state leggendo mentre ascoltate la radio e su…un pò di rispetto per il cronotopista che qui si sbatte per voi.

Tornando a noi, Gino apri gli occhi e si trovò davanti il figlio Mario, anch’esso nella divisa d’ordinanza mattiniera, mutanda e canotta, che cercava di rianimarlo. Gino balzò in piedi chiedendo cosa fosse successo, ma in un attimo (sempre che questo attimo sia un attimo, ricordate?), guardando il risultato dell’esplosione della caffettiera sull’(ex) bianco muro della cucina, si rese conto dell’accaduto.

Mestamente i due ripulirono, si lavarono, si vestirono e tutto senza guardare fuori della finestra e senza accendere la vecchia radio Geloso e il vecchio TV Bionvega.

Senza accorgersi che fuori il campanile c’era ancora, ma al posto dell’orologio campeggiava un cartellone con la faccia (da cazzo) sorridente di un uomo dalla imprecisabile età (direi tra i 50 e gli 80) e dagli inguardabili capelli a fasce multicolori e mucillaginose, che invitava con uno slogan indicibile a votare il suo Partito del Popolo per essere più liberi di fare il cazzo che gli pare (a lui, of course).

Gino e Mario non si accorsero di nulla perché la falla spaziotemporale durò, in quello che(Minkowsky mi perdoni) possiamo definire il nostro tempo, una decina di muniti. Dopodiché si richiuse, lasciando i nostri due amici ignari dello scherzo che la fisica gli aveva giocato.

Ah….

Dimenticavo…

Nello stesso momento in cui l’esplosione della moka di Gino accadeva, anche il vostro amato cronotopista ne aveva una sul fuoco. E per far esplodere una moka di trucchi ce ne sono fin troppi.

E così ora io sono là nel 1977, con Mario e Gino e Ugo La Malfa ed Enrico Berlinguer.

Mi dispiace per voi, per quello che vi aspetta nel vostro tempo.

Mi dispiace per voi e anche per il fatto che, approfittando della distorsione spaziotemporale, vi ho fatto un piccolo scherzetto. Dalle vostre cucine sono sparite tutte le moka.

Eh si cazzo, non vorrete certo che rischi di ritrovarmi qualcuno di voi qui in questa Italia settantasettina così bella (per non parlare della terra d’Albione dove or ora sta fiorendo il movimento punk….). Che sò, magari mi potrei ritrovare qui un grasso Giuliano Ferrara comunista…eh eh eh.

Ora vi lascio, vado con Mario ad una riunione di un gruppo di amici.

Dice Mario che ci si ritrova in una specie di “covo”……

Wiking DAF 3300 truck. From the set of four vehicels 'ptt nederland' no. 997. 1:87 scale.

Ferreira do Zêzere Village, / Vila

English

en.wikipedia.org/wiki/Ferreira_do_Z%C3%AAzere_Municipality

 

is a municipality in Portugal with a total area of 190.4 km² and a total population of 9,345 inhabitants.

The municipality is composed of 9 parishes, and is located in Santarém District.

The municipal holiday is June 13.

 

Castanheira River Beach (Blue Lake)

 

www.rtt.ipt.pt/default.asp?s=24&template=2&n=472&...

 

Português

pt.wikipedia.org/wiki/Ferreira_do_Z%C3%AAzere

 

Ferreira do Zêzere é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Santarém, região Centro e subregião do Médio Tejo, com cerca de 2 200 habitantes. Pertencia ainda à antiga província do Ribatejo, hoje porém sem qualquer significado político-administrativo.

É sede de um município com 184,28 km² de área e 9 233 habitantes (2006) , subdividido em 9 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Figueiró dos Vinhos, a nordeste pela Sertã, a leste por Vila de Rei, a sul por Tomar, a oeste por Ourém e a noroeste por Alvaiázere.

Ferreira do Zêzere foi berço de muitas personalidades que se destacaram em Portugal e no Estrangeiro. Vultos da cultura como Rodrigo Leal Rodrigues, Ivone Silva ou António Baião foram os expoentes de um conjunto de notáveis que por nascimento se encontram associados a este Concelho. Por outro lado Alfredo Keil, autor da "Portuguesa" passou aqui largas temporadas e foi nestas paragens que escreveu a ópera Serrana, a orquestração da Portuguesa e onde igualmente se inspirou para centenas de quadros que se encontram hoje nas mais reputadas colecções e nos mais credenciados museus da Europa. Igualmente relevante é o trabalho desenvolvido nos últimos anos pelo investigador Dr. Paulo Alcobia Neves de cujas pesquisas históricas, genealógicas e iconográficas resultaram cumulativamente à obra monográfica do Dr. António Baião os mais importantes estudos dedicados a este Concelho.

 

Wiking 72d Berlin bus with adverts for Wiking 'Flugzeug Modelle', open rear entrance. This has the early version of the Berlin crest in red and black, only used 1959-60. Made in Germany.

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Primaire présidentielle écologiste, série complète : www.flickr.com/photos/sebastienduhamel/sets/7215762989588...

 

Albums Écologie, Éducation, Société et Politiques : www.flickr.com/photos/sebastienduhamel/collections/721576...

 

Projets/Reportages Fondation Nicolas Hulot : www.flickr.com/photos/sebastienduhamel/collections/721576...

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Primaire présidentielle écologiste française de 2011

 

fr.wikipedia.org/wiki/Primaire_présidentielle_écologist...

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Primaire de l'écologie : Nicolas Hulot s’incline - Paris le 12 Juillet 2011.

  

Avant l’annonce officielle des résultats, Nicolas Hulot parle dans une déclaration à l’AFP d’un “vote clair et d’un choix sans ambiguïté” au deuxième tour de la primaire d’Europe Ecologie - Les Verts. Une reconnaissance de la victoire d’Eva Joly, à qui il souhaite de “rencontrer l’adhésion du plus grand nombre dans la campagne présidentielle à venir”.

 

Les résultats officiels ne seront connus qu’à 17 heures. Mais, déjà, Nicolas Hulot reconnaît la victoire d’Eva Joly, son adversaire dans la primaire d’Europe Ecologie - Les Verts. “Il n’y a d’autre attitude possible que de s’incliner avec respect et d’autre commentaire que de souhaiter à Eva Joly et à EELV de rencontrer l’adhésion du plus grand nombre dans la campagne présidentielle à venir”, explique l’ancien animateur de télévision dans une déclaration à l’AFP. Il évoque également un “vote clair et un choix sans ambiguïté”.

 

En effet, Eva Joly devrait remporter une victoire assez large sur Nicolas Hulot, après l’avoir devancé de presque 10% au premier tour du scrutin (49,75% contre 40,22%). Selon les dernières tendances du vote par courrier, l’ancienne magistrate devrait obtenir 63% des voix, a précisé un responsable du parti mardi. Au final, en ajoutant les votes électroniques, le rapport de force entre les deux candidats devrait se situer autour des 60% - 40%. Les reports de voix des deux autres candidats – Henri Stoll et Stéphane Lhomme – “semblent avoir bénéficié” à l’eurodéputée, a affirmé un responsable d’EELV.

 

“J’espère qu’il accompagnera l’ensemble de la campagne”

 

A l’issue de l’annonce des résultats par la secrétaire nationale, Cécile Duflot, et le président du Conseil fédéral, Philippe Meirieu, le vainqueur prononcera une allocution. Avant de se rendre dans les studios de TF1, où Eva Joly sera l’invitée du 20 heures. Reste à savoir quelle place prendront Nicolas Hulot, et son équipe de campagne, dans le dispositif pour l’élection présidentielle de 2012. “J’espère que Nicolas Hulot sait l’importance du combat, je n’imagine pas une seconde qu’il se retire par amertume”, lançait lundi sur i-Télé le porte-parole d’Eva Joly, Yannick Jadot. Avant d’ajouter : “J’espère qu’il accompagnera l’ensemble de la campagne”, précisant qu’il s’y était engagé et que les deux candidats se verront certainement dans les prochains jours.

 

Quant à l’équipe de campagne d’Eva Joly, elle pourrait s’élargir. L’ancienne juge a ses derniers jours tendu la main aux “hulotistes” en vue de 2012. Le nom de Pascal Durand, porte-parole de Nicolas Hulot, est d’ailleurs avancé. Ce dernier, qui estime qu’il est encore trop tôt pour parler de cela, aurait été approché par les pro-Joly. “Ce n’est pas le mercato, on a à construire le mouvement”, a-t-il déclaré à l’AFP. “C’est désormais de la responsabilité d’Eva Joly et de son équipe de proposer à l’ensemble d’EELV, y compris nous, une stratégie de campagne”, expliquait Yves Cochet lundi au JDD.fr. “Bien entendu, nous serons tous rassemblés autour de sa candidature (…) Il faudra simplement voir qui fait quoi. Évidemment, tout le monde ne sera pas du premier cercle. Cela demande un organigramme”, précisait le député parisien.

 

Les écologistes de tous bords se réuniront à Clermont-Ferrand du 18 au 20 août lors des Journées d’été d’EELV. L’occasion de lancer la campagne de 2012, où les proches d’Eva Joly espèrent que la candidate dépassera les 5,25% obtenus par Noël Mamère en 2002. Pour Yannick Jadot, il faut que les écologistes “s’approchent des 10% et idéalement les dépassent”. “Cela ancrerait très fortement l’écologie dans le débat politique français”. Il reste dix mois aux écologistes pour se mettre en ordre de bataille.

 

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Après la primaire écolo, Hulot s'interroge : "cela m'a fait très mal".

  

Nicolas Hulot a réagi sur RTL, mercredi, au lendemain de sa cuisante défaite face à Eva Joly qui a remporté la primaire d'Europe Ecologie Les Verts (EELV) avec 58% des voix.

 

Il a affirmé ne rien regretter, mais ne pas savoir ce qu'il allait faire maintenant. Seule certitude : l'ancien présentateur ne fera "rien qui contredira la dynamique de campagne des Verts". Il est par contre "trop tôt" pour savoir s'il participera à la campagne d'EELV.

 

Son but premier, celui qu'il affirme avoir toujours suivi : trouver "comment servir la cause de l'écologie".

 

En restant dans la politique ? Face à cette question, Nicolas Hulot reste évasif : "La seule question, c'est 'où suis-je le plus utile ? Est-ce que j'apporte quelque chose à EELV ?'", a-t-il déclaré.

 

Il a précisé ne pas savoir s'il participerait aux Journées d'été d'EELV en août. Dans tous les cas, Nicolas Hulot affirme avoir "retrouvé sa liberté absolue".

 

En tout cas, Eva Joly, elle, souhaite enterrer la hache de guerre. "Nicolas Hulot a toute sa place dans ma campagne", a-t-elle déclaré sur France Info, ajoutant : "Il a beaucoup de talent et je serais heureuse de l'accueillir".

  

Des épluchures qui passent mal

 

Enterrer la hache de guerre donc. Mais tout de même... La campagne de cette primaire a eu son lot de petites phrases assassines, d'un côté comme de l'autre. Alors pas de regrets pour Nicolas ? "Quand on a l'habitude de plonger avec des requins sans cage, il n'y a pas grand-chose qui vous impressionne", lance-t-il.

 

Nicolas Hulot estime simplement qu'avec Eva Joly, il y a des différences dans "la manière de porter l'écologie".

 

Ce qu'il a moins facilement digéré, c'est le seau d'épluchures de pommes de terre qu'on lui a versé sur la tête . Enfin, surtout les réactions, ou plutôt l'absence de réaction : "pendant 36 heures je n'ai pas eu un seul message de soutien, cela m'a fait très mal". Il croît même avoir aperçu "des petits sourires satisfaits".

  

Les débats de la Primaire :

 

Premier débat de la primaire écologiste à Toulouse 6 juin 2011 :

 

www.dailymotion.com/video/xj6atc_debat-de-la-primaire-tou...

 

www.dailymotion.com/video/xj6atp_debat-de-la-primaire-tou...

  

Deuxième débat de la primaire écologiste à Paris le 9 juin 2011.

 

www.dailymotion.com/video/xj7itt_partie-1-2eme-debat-de-l...

 

www.dailymotion.com/video/xj7iua_partie-2-2eme-debat-de-l...

  

Troisième débat de la primaire écologiste à Lille 15 juin 2011 :

 

www.dailymotion.com/video/xjc4sm_partie-1-troisieme-debat...

 

www.dailymotion.com/video/xjc085_partie-2-troisieme-debat...

 

www.dailymotion.com/video/xjcmtk_partie-3-troisieme-debat...

  

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Nicolas Hulot règle ses comptes avec Europe Ecologie-Les Verts

Le 19 septembre 2011 - Lemonde .fr

 

Nicolas Hulot prend le large. L'ancien candidat à la primaire des écologistes a envoyé, dans le week-end du 10 et 11 septembre, une lettre à ses fidèles dans laquelle il annonce qu'il a décidé de "surseoir" à la réunion qui devait se tenirfin septembre. Et coupe les ponts avec Europe Ecologie-Les Verts.

 

Après avoir été absent des journées d'été des écologistes à Clermont-Ferrand, l'ex-animateur de télévision avait indiqué qu'il réunirait ses soutiens afin de leur dire comment il voyait son avenir politique. "Il n'est pas prêt", assure au Monde.fr son bras droit, Jean-Paul Besset, mais "il a tenu à dire ce qu'il a sur le cœur".

 

Dans un courrier de six pages, Nicolas Hulot explique qu'il lui semble "un peu désinvolte" de tenir ce rendez-vous "sans pouvoir faire part de décisions concrètes". Il redit qu'à la suite du résultat de la primaire qui a donné une large majorité à Eva Joly, il a été "envahi" par une "tristesse mêlée d'un sentiment de gâchis". Mais malgré l'insistance de son équipe de campagne, M. Hulot ne veut pas d'une réunion où ne s'exprimeraient que les "doutes" et le "dépit".

 

Le père du Pacte écologiste (pdf) www.fondation-nicolas-hulot.org/sites/default/files/pdf/p... revient sur les raisons de son amertume et ne mâche pas ses mots à l'égard des écologistes d'EELV. A ses yeux, ni lui, "ni encore moins" son équipe de campagne, "n'avons la moindre chose à nous reprocher". "L'issue de cette primaire était écrite", assène-t-il. Il a eu l'impression "d'être mis en examen" - allusion transparente à sa concurrente, l'ex-magistrate Eva Joly, l'impression, aussi, "d'être un corps étranger suspect, contraint de démontrer régulièrement sa bonne foi". Une attitude qui l'a profondément "blessé" dit l'ex-candidat, qui tacle au passage ceux qui "ont trahi sa confiance".

  

"EN PROFOND DÉSACCORD" SUR LA LIGNE POLITIQUE"

 

Nicolas Hulot expose ensuite les raisons qui, à ses yeux, expliquent le "rejet" dont il a fait l'objet. Pour lui, c'est clairement le sectarisme des Verts. "Derrière cette attitude majoritaire, se dessine (...) une ligne politique avec laquelle je suis en profond désaccord". Lui le partisan de l'ouverture clame que les écolos doivent être"les artisans de la réconciliation nationale", autonomes de toute autre force politique. Il dénonce ainsi la tentation d'EELV de passer un contrat de gouvernement avec le PS pour 2012 : "A quoi bon mener campagne si, par avance, nous nous résignons à accepter quelques offrandes de situation au détriment de réformes structurelles et structurantes ?" interroge l'écologiste médiatique.

 

Au passage, M. Hulot revient sur l'épisode qui a largement plombé sa campagne : la confidence faite à des journalistes de ses discussions avec Jean-Louis Borloo : "J'aurais dû assumer et non pas me justifier", écrit-il précisant qu'il regrette ce "reniement". Nicolas Hulot n'a visiblement pas compris qu'un tel aveu en pleine compétition écolo ravivait les préventions à son égard. "Parler n'est pas se compromettre ni abdiquer ses convictions", insiste-t-il. Pour lui, l'écologie n'est "pas simplement un programme politique et partisan" mais la "troisième dimension de la politique", hors du clivage gauche-droite.

 

"LES MIASMES DU DÉBAT PUBLIC"

 

Décidément très dépité que le scrutin de la primaire ne lui ait pas permis de faire reconnaître qu'il était "le plus à même de convaincre le plus grand nombre" de l'urgence des solutions écolos, il raconte à nouveau combien les rencontres qu'il a faites l'ont convaincu qu'il était le meilleur candidat possible. Malheureusement, il y avait "la réalité des miasmes du débat public" contre laquelle "[sa] volonté a échoué", écrit-t-il a posteriori.

L'ancien animateur d'Ushuaïa aborde enfin son avenir. Ou plutôt les doutes qui l'assaillent encore. Ses amis l'abjurent de rebondir, de ne pas les laisser tomber. "Rebondir ? (...) pour mieux me cogner encore au plafond ?" répond-il. Lui préfère se donner du temps. "J'ai perdu le nerf de mon énergie", confie-t-il ajoutant qu'il n'a plus confiance dans la politique. "J'ai, en l'état, le sentiment que ma parole se dilue et se disperse au lieu de se préciser". Il pense en tous cas qu'EELV ne lui apporte plus rien, "rien de bénéfique", souligne-t-il.

Pour l'heure, M. Hulot ne sait comment se retourner. Il veut encore réfléchir à la manière d'être utile sans donner aucun indice. Quant à la rencontre promise à ses partisans, il l'organisera "dès que l'horizon se précisera", conclut-il. Un rendez-vous bien flou qui sonne comme un adieu.

 

Sylvia Zappi.

 

www.lemonde.fr/journaliste/sylvia-zappi/

  

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Carnet de déroute du camp Hulot

 

Alors que l’ex-candidat prend ses distances avec Europe Ecologie-les Verts, «Libération» publie le journal de bord d’un de ses proches conseillers lors de sa campagne ratée.

  

Le communiqué à l’AFP est tombé hier comme un couperet. A la veille de l’ouverture des Journées d’été d’Europe Ecologie-les Verts (EE-LV), Nicolas Hulot claque la porte. Après la gifle infligée en juillet par les sympathisants d’EE-LV lors de la primaire, consacrant à une large majorité Eva Joly, sa rivale, comme candidate à la présidentielle, l’ancien animateur d’Ushuaïa a donc «décidé de prendre une distance bienveillante avec EE-LV sans pour autant renoncer à (s)on engagement politique». Nicolas Hulot n’ira donc pas au raout écologiste à Clermont-Ferrand. «La politique a besoin de cohérence et non d’union forcée», juge-t-il. Il n’y aura pas de photo des deux ex-rivaux consacrant l’unité retrouvée autour de Cécile Duflot et de Dany Cohn-Bendit, samedi lors de la plénière de clôture. L’équipe de Joly a tenté de l’amadouer jusqu’au bout. «Eva et Nicolas se sont expliqués longuement au téléphone la semaine dernière. Il n’était pas hargneux», précise un proche de la candidate. «Il veut contribuer sur le fond», assure Yannick Jadot le porte-parole d’Eva Joly. Sa fin de non-recevoir est pourtant sans appel. «Si nous avons des objectifs communs, j’observe que les modalités et l’esprit pour les atteindre divergent», tacle Nicolas Hulot, disant avoir «espéré une autre pratique de la politique». Certains mettront ce forfait sur le compte de l’orgueil blessé de star cathodique, ancien favori des sondages.

 

Le document exclusif que nous publions aujourd’hui en intégralité sur Libération.fr apporte un autre regard. En 50 pages, Matthieu Orphelin, numéro 3 de l’équipe de Hulot, fait la chronique des coulisses d’une campagne ratée. Vice-président de la région Pays-de-la-Loire, il croyait dur comme fer à la possibilité de faire de la politique autrement avec Nicolas Hulot.

 

Voici les principaux extraits d’un récit truffé d’anecdotes. De la ceinture électrique abdominale avec laquelle le candidat piégera Jean-Vincent Placé, le complice de Duflot, aux coups bas de l’équipe de Joly. Sans oublier les appels affectueux de Jacques Chirac et la mésaventure du fils d’Eva Joly qui votera nul en se trompant d’enveloppe.

 

Duflot, soutien souterrain Nicolas Hulot comptait sur le soutien officiel de la numéro 1 du parti qui avait orchestré son retour lors de la création d’EE-LV à Lyon en novembre et entretient des relations amicales avec lui. Le 13 avril, il fait sa déclaration de candidature à Sevran. Matthieu Orphelin écrit : «Retour dans les loges. Le premier texto est de Cécile Duflot, qui félicite Nicolas, qu’elle a trouvé très bon. Elle lui souligne que son compagnon, Xavier Cantat, est dans la salle, ce qui est un signe.» Le message restera lettre morte tant Cécile Duflot, triomphalement réélue à la tête du mouvement à La Rochelle, ne veut pas se mouiller. «Nous n’aurons pas le soutien officiel de Cécile Duflot. Notre secrétaire nationale préféra garder une neutralité apparente que les statuts du parti ne lui imposaient pas, explique l’auteur pour qui, avec le soutien de cette figure emblématique d’EE-LV […], le vote aurait pu être bien différent.» Orphelin n’est cependant pas rancunier. Il ajoute plus tard : «J’avoue qu’elle me convainc de plus en plus ; elle sera une bonne candidate en 2017.»

 

Les coups bas du camp Joly

 

Matthieu Orphelin établit une véritable liste. «Il faut faire face aux coups bas alignés par l’équipe d’en face, avec l’assentiment ou en tout cas le silence complice d’Eva Joly. Dur à encaisser d’autant que la ligne imposée par Nicolas et partagée par nous tous est claire : "pas d’attaques personnelles, pas de polémique politicienne, pas de coups en dessous de la ceinture." Le premier fut donc notre prétendue attachée de presse d’origine nucléaire [elle aurait travaillé chez Areva, ndlr]. Qu’aurions-nous fait d’autre de méchant ? Sergio Coronado (nouveau directeur de campagne d’Eva Joly, qui a remplacé Yannick Jadot à ce poste) et Lemonde.fr nous accusent d’avoir utilisé la base de données du Pacte écologique pour aller chercher des soutiens. Ben non, malheureusement pour nous d’ailleurs, nous ne l’avons pas fait. Lemonde.fr sera obligé de corriger son article.»«Je garde une rancœur particulière pour Coronado, ajoute Orphelin. Il a aligné et orchestré, avec la complicité de Noël Mamère, François de Rugy[député écologiste de Loire-Atlantique]et Patrick Farbias [plume de Duflot et Joly], les coups bas contre nous […]. Je n’ai rien en commun avec des écologistes de ce type. Mais, plus que le comportement de Coronado et de quelques-uns de ses compères, ce qui m’a profondément choqué finalement, c’est que tout le monde a laissé faire.»

 

Borloo, la bourde

 

C’est peut-être la gaffe qui lui coûte les 3 000 voix de retard sur Joly. Le 4 juin au congrès d’EE-LV à La Rochelle, Nicolas Hulot rappelle lors d’un dîner avec une trentaine de journalistes qu’il a envisagé un «court temps» un tandem avec Jean-Louis Borloo, ancien ministre de l’Ecologie, avant de se lancer avec EE-LV. «Vers 23 heures, [l’eurodéputée] Sandrine Bélier me dit qu’il y a un gros problème, que tout le monde est affolé. Je découvre la dépêche AFP en rentrant à l’hôtel. Dans les minutes qui suivent les versions web des journaux se mettent au diapason, les articles pleuvent. La nuit fut courte et longue, entre les textos reçus ("Comment l’avez-vous laissé faire cela ?" et "Il aurait pu éviter" remportent la palme), commente Orphelin. Ce soir-là, je me dis que tout est perdu, que l’aventure s’arrêtera le lendemain. L’étape tourne au désastre. Mais elle révèle aussi les caractères. Nous arrivons le samedi matin à l’espace encan à pied. A l’entrée, Patrick Farbias, une des figures historiques des Verts, crie "Hulot et Borloo n’ont rien à faire chez les Verts" ou quelque chose du style. Il a, littéralement, la bave aux lèvres. Autant de haine exprimée par un seul visage… Cela restera pour moi l’image la plus sordide de cette primaire. Je sais que cela a marqué aussi Nicolas.»

 

Retour vers Nantes avec Florence Hulot, la femme du candidat. Elle «ne comprend pas l’agressivité et la haine qui sont déployées contre Nicolas. Elle le sent si étranger à ce monde politique dont elle découvre le côté glauque. Elle rêve d’un Nicolas au-dessus de tout cela, pourquoi pas à un poste à l’ONU, qui lui irait mieux que ce monde politique un peu pitoyable».

 

L’ami Chirac

 

La relation entre l’ancien président de la République et son ancien conseiller est quasi filiale. Lorsque Hulot annonce qu’il se porte candidat «le premier appel est de Jacques Chirac qui lui souhaite bonne chance». Rebelote le 10 mai. Après la manifestation contre les gaz de schiste, devant l’Assemblée nationale, Hulot sème les «paparazzi» sur son «scooter électrique» pour aller à «son rendez-vous secret, que Nicolas nous révélera dans l’après-midi : c’est Jacques Chirac, dont les bureaux sont proches, qui lui avait proposé de monter lui dire bonjour».

Hulot, dilettante

 

Vedette du petit écran, Nicolas Hulot croyait pouvoir se passer de toute préparation pour affronter les journalistes. Ce n’est que le lendemain du premier tour de la primaire, qu’il se résout à changer de cap. Le 29 juin, «Nicolas a rendez-vous à 12 heures pour un media-training. Il a enfin accepté le principe, alors qu’on tentait sans succès de lui vendre depuis des semaines. Il s’agit de préparer l’interview en direct sur France 3». Une interview qui sera finalement annulée…

Autre épisode révélé par Matthieu Orphelin, la brouille (passagère) de Hulot avec Pascal Durand, son codirecteur de campagne. Les raisons ? «Une proposition de déplacement refusée par le candidat, une réunion mal calée sur l’agenda […], un peu de stress, de mauvaise foi et de fierté.»

 

Hulot et les médias

 

Rompus aux caméras, Hulot et son équipe redoutent paradoxalement la liberté de jugement de la presse politique : «Tour du quartier de Malakoff, à Nantes, sous la houlette d’Aïcha qui y a vécu vingt-cinq ans. L’accueil réservé à Nicolas est incroyable. Chacun veut sa photo (y compris les clients du coiffeur), donne ses encouragements, s’arrête dire un mot. Il n’y a que le boucher qui a une petite phrase un peu pinçante et, comme par magie, c’est celle-là que nous retrouverons dans Libération sur la pleine page qui sera consacrée à ce déplacement. Libération, pourtant mon journal préféré (enfin, jusqu’à cette primaire, maintenant je lui fais la gueule), aura un traitement très pro-Jolyste tout au long de la campagne.»

 

Conclusion

 

«Je pense que le spectacle offert, finalement assez indécent, et notamment les petites phrases fratricides de certains auront détourné des électeurs de la route (et du vote !) EE-LV. Je me trompe peut-être. Rendez-vous au printemps prochain, et on verra si EE-LV est plus proche des 1,57% de la dernière élection présidentielle ou des 13% dont était crédité Nicolas Hulot par certains instituts de sondage», termine Orphelin.

 

Matthieu Ecoiffier.

www.liberation.fr/auteur/1870-matthieu-ecoiffier

 

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Nicolas Hulot: «Si j’ai été triste, c’est pour l’écologie, et cela n’a duré qu’un temps»

 

Une séquence introspection pou mieux faire comprendre ses choix. Le candidat malheureux à la dernière élection présidentielle, Nicolas Hulot, revient dans son dernier livre Plus haut que mes rêves, qui sort ce mercredi, sur son parcours professionnel, avec un regard particulièrement acéré sur la présidentielle de 2012 et la «campagne calamiteuse» qui a précédé la primaire d’Europe Ecologie-Les Verts.

 

«Je voulais expliquer certaines choses, notamment pourquoi j’ai décidé d’être candidat à la présidentielle et aux primaires EELV, à ceux qui veulent prendre le temps de comprendre», explique Nicolas Hulot à 20 Minutes. «Dans un monde d’information où l’on doit expliquer les choses complexes dans des formats très courts, un livre, ça permet de personnaliser les choses, qui ne sont jamais toutes blanches ou toutes noires, qui ne s’expliquent pas en deux phrases, mais dans un parcours de vie.»

 

L’arène politique

 

L’ancien animateur effectue donc un retour en arrière, retrace son enfance puis sa carrière, de ses débuts de photographe pour l’agence Sipa, à ses émissions option casse-cou pour France Inter, jusqu’à Ushuaïa, le magazine de l’extrême, Opération Okavango et Ushuaïa Nature. Une autobiographie qui révèle les origines de son engagement écologique, ainsi que son évolution. «Ma vie est un chemin le long duquel j’ai abandonné un à un mes préjugés -je pensais la planète immense et très résistante alors qu’elle ne l’est pas, que l’abondance était la norme alors que c’est la rareté qui l’est…», dit-il.

 

Ce chemin de vie l’amènera à entrer dans l’arène politique, dès 2007 avec le Pacte écologique, qui verra la naissance du Grenelle de l’environnement. Hulot raconte aussi les circonstances de l’annonce de sa candidature à l’élection présidentielle de 2012, dans le giron d’EELV, née quelques mois plus tôt, et sa campagne pour la désignation du candidat du parti. Une campagne faite de «stratégies minables, (de) petites alliances, tout au ras du sol», au sein d’un parti dont il dénonce le «sectarisme» et où «les flèches empoisonnées fondent», jusqu’à l’annonce de sa défaite en juillet 2011.

 

«J’ai écrit sans amertume ni animosité. C’est une expérience que je ne regrette pas. Certains parlent de moi comme du candidat malheureux, triste de ce qui lui est arrivé. Si j’ai été triste, c’est pour l’écologie, et cela n’a duré qu’un temps», indique Nicolas Hulot, soulignant qu’il a surtout voulu montrer «à quel point il est difficile de faire comprendre aux gens des sujets de fond lorsqu’on est rattrapé par des petites choses qui n’ont aucun rapport, par la politique politicienne».

 

«Cesser la politique politicienne»

 

Car, affirme-t-il, s’il s’est lancé dans la bataille présidentielle, c’est pour amener l’écologie sur le devant de la scène. «Il y a un extraordinaire paradoxe qui n’est toujours pas résolu aujourd’hui: l’écologie est un enjeu universel mais qui est dans de nombreux pays porté par de petits partis. Les formations les plus importantes n’ont toujours pas compris que l’écologie était l’enjeu majeur du XXIe siècle, et devait à ce titre être le déterminant majeur de leur politique et de leur réflexion. Je ne peux pas m’en accommoder, j’essaye de faire en sorte que cela change.»

 

Et ce, désormais, en tant qu’envoyé spécial du président de la République pour la protection de la planète. Une façon pour lui de sortir de la politique partisane à laquelle il s’est frotté en 2011 et de faire avancer l’écologie au niveau mondial. En France aussi, l’ancien candidat appelle «les politiciens à changer d’état d’esprit». «Dans la perspective de la conférence climat 2015 qui doit se tenir à Paris, les politiciens doivent cesser la politique politicienne et développer un état d’esprit coopératif et constructif. La France et le monde ont une carte vitale à jouer en 2015. Il faut passer à une autre phase, non-partisane, de l’engagement politique.»

 

Bérénice Dubuc.

 

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Le film "Le Syndrome du Titanic" : vimeo.com/64741962

 

Le Syndrome du Titanic est un film documentaire réalisé en 2008 par Nicolas Hulot et Jean-Albert Lièvre, sorti le 7 octobre 2009

 

fr.wikipedia.org/wiki/Le_Syndrome_du_Titanic

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Le film "Une Vérité qui Dérange" : www.youtube.com/watch?v=GZ4izGzj9r0

 

Une vérité qui dérange (An Inconvenient Truth) est un documentaire américain de Davis Guggenheim sorti en 2006. Traitant du changement climatique, il est basé en grande partie sur une présentation multimédia que Al Gore, ancien vice-président des États-Unis et prix Nobel de la paix en 2007 (partagé avec le GIEC) a préparé pour sa campagne de sensibilisation sur le réchauffement planétaire

 

fr.wikipedia.org/wiki/Une_vérité_qui_dérange

 

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Primaire présidentielle écologiste française de 2011

 

fr.wikipedia.org/wiki/Primaire_présidentielle_écologist...

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Primaire de l'écologie : Nicolas Hulot s’incline - Paris le 12 Juillet 2011.

  

Avant l’annonce officielle des résultats, Nicolas Hulot parle dans une déclaration à l’AFP d’un “vote clair et d’un choix sans ambiguïté” au deuxième tour de la primaire d’Europe Ecologie - Les Verts. Une reconnaissance de la victoire d’Eva Joly, à qui il souhaite de “rencontrer l’adhésion du plus grand nombre dans la campagne présidentielle à venir”.

 

Les résultats officiels ne seront connus qu’à 17 heures. Mais, déjà, Nicolas Hulot reconnaît la victoire d’Eva Joly, son adversaire dans la primaire d’Europe Ecologie - Les Verts. “Il n’y a d’autre attitude possible que de s’incliner avec respect et d’autre commentaire que de souhaiter à Eva Joly et à EELV de rencontrer l’adhésion du plus grand nombre dans la campagne présidentielle à venir”, explique l’ancien animateur de télévision dans une déclaration à l’AFP. Il évoque également un “vote clair et un choix sans ambiguïté”.

 

En effet, Eva Joly devrait remporter une victoire assez large sur Nicolas Hulot, après l’avoir devancé de presque 10% au premier tour du scrutin (49,75% contre 40,22%). Selon les dernières tendances du vote par courrier, l’ancienne magistrate devrait obtenir 63% des voix, a précisé un responsable du parti mardi. Au final, en ajoutant les votes électroniques, le rapport de force entre les deux candidats devrait se situer autour des 60% - 40%. Les reports de voix des deux autres candidats – Henri Stoll et Stéphane Lhomme – “semblent avoir bénéficié” à l’eurodéputée, a affirmé un responsable d’EELV.

 

“J’espère qu’il accompagnera l’ensemble de la campagne”

 

A l’issue de l’annonce des résultats par la secrétaire nationale, Cécile Duflot, et le président du Conseil fédéral, Philippe Meirieu, le vainqueur prononcera une allocution. Avant de se rendre dans les studios de TF1, où Eva Joly sera l’invitée du 20 heures. Reste à savoir quelle place prendront Nicolas Hulot, et son équipe de campagne, dans le dispositif pour l’élection présidentielle de 2012. “J’espère que Nicolas Hulot sait l’importance du combat, je n’imagine pas une seconde qu’il se retire par amertume”, lançait lundi sur i-Télé le porte-parole d’Eva Joly, Yannick Jadot. Avant d’ajouter : “J’espère qu’il accompagnera l’ensemble de la campagne”, précisant qu’il s’y était engagé et que les deux candidats se verront certainement dans les prochains jours.

 

Quant à l’équipe de campagne d’Eva Joly, elle pourrait s’élargir. L’ancienne juge a ses derniers jours tendu la main aux “hulotistes” en vue de 2012. Le nom de Pascal Durand, porte-parole de Nicolas Hulot, est d’ailleurs avancé. Ce dernier, qui estime qu’il est encore trop tôt pour parler de cela, aurait été approché par les pro-Joly. “Ce n’est pas le mercato, on a à construire le mouvement”, a-t-il déclaré à l’AFP. “C’est désormais de la responsabilité d’Eva Joly et de son équipe de proposer à l’ensemble d’EELV, y compris nous, une stratégie de campagne”, expliquait Yves Cochet lundi au JDD.fr. “Bien entendu, nous serons tous rassemblés autour de sa candidature (…) Il faudra simplement voir qui fait quoi. Évidemment, tout le monde ne sera pas du premier cercle. Cela demande un organigramme”, précisait le député parisien.

 

Les écologistes de tous bords se réuniront à Clermont-Ferrand du 18 au 20 août lors des Journées d’été d’EELV. L’occasion de lancer la campagne de 2012, où les proches d’Eva Joly espèrent que la candidate dépassera les 5,25% obtenus par Noël Mamère en 2002. Pour Yannick Jadot, il faut que les écologistes “s’approchent des 10% et idéalement les dépassent”. “Cela ancrerait très fortement l’écologie dans le débat politique français”. Il reste dix mois aux écologistes pour se mettre en ordre de bataille.

 

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Après la primaire écolo, Hulot s'interroge : "cela m'a fait très mal".

  

Nicolas Hulot a réagi sur RTL, mercredi, au lendemain de sa cuisante défaite face à Eva Joly qui a remporté la primaire d'Europe Ecologie Les Verts (EELV) avec 58% des voix.

 

Il a affirmé ne rien regretter, mais ne pas savoir ce qu'il allait faire maintenant. Seule certitude : l'ancien présentateur ne fera "rien qui contredira la dynamique de campagne des Verts". Il est par contre "trop tôt" pour savoir s'il participera à la campagne d'EELV.

 

Son but premier, celui qu'il affirme avoir toujours suivi : trouver "comment servir la cause de l'écologie".

 

En restant dans la politique ? Face à cette question, Nicolas Hulot reste évasif : "La seule question, c'est 'où suis-je le plus utile ? Est-ce que j'apporte quelque chose à EELV ?'", a-t-il déclaré.

 

Il a précisé ne pas savoir s'il participerait aux Journées d'été d'EELV en août. Dans tous les cas, Nicolas Hulot affirme avoir "retrouvé sa liberté absolue".

 

En tout cas, Eva Joly, elle, souhaite enterrer la hache de guerre. "Nicolas Hulot a toute sa place dans ma campagne", a-t-elle déclaré sur France Info, ajoutant : "Il a beaucoup de talent et je serais heureuse de l'accueillir".

  

Des épluchures qui passent mal

 

Enterrer la hache de guerre donc. Mais tout de même... La campagne de cette primaire a eu son lot de petites phrases assassines, d'un côté comme de l'autre. Alors pas de regrets pour Nicolas ? "Quand on a l'habitude de plonger avec des requins sans cage, il n'y a pas grand-chose qui vous impressionne", lance-t-il.

 

Nicolas Hulot estime simplement qu'avec Eva Joly, il y a des différences dans "la manière de porter l'écologie".

 

Ce qu'il a moins facilement digéré, c'est le seau d'épluchures de pommes de terre qu'on lui a versé sur la tête . Enfin, surtout les réactions, ou plutôt l'absence de réaction : "pendant 36 heures je n'ai pas eu un seul message de soutien, cela m'a fait très mal". Il croît même avoir aperçu "des petits sourires satisfaits".

  

Les débats de la Primaire :

 

Premier débat de la primaire écologiste à Toulouse 6 juin 2011 :

 

www.dailymotion.com/video/xj6atc_debat-de-la-primaire-tou...

 

www.dailymotion.com/video/xj6atp_debat-de-la-primaire-tou...

  

Deuxième débat de la primaire écologiste à Paris le 9 juin 2011.

 

www.dailymotion.com/video/xj7itt_partie-1-2eme-debat-de-l...

 

www.dailymotion.com/video/xj7iua_partie-2-2eme-debat-de-l...

  

Troisième débat de la primaire écologiste à Lille 15 juin 2011 :

 

www.dailymotion.com/video/xjc4sm_partie-1-troisieme-debat...

 

www.dailymotion.com/video/xjc085_partie-2-troisieme-debat...

 

www.dailymotion.com/video/xjcmtk_partie-3-troisieme-debat...

  

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Nicolas Hulot règle ses comptes avec Europe Ecologie-Les Verts

Le 19 septembre 2011 - Lemonde .fr

 

Nicolas Hulot prend le large. L'ancien candidat à la primaire des écologistes a envoyé, dans le week-end du 10 et 11 septembre, une lettre à ses fidèles dans laquelle il annonce qu'il a décidé de "surseoir" à la réunion qui devait se tenirfin septembre. Et coupe les ponts avec Europe Ecologie-Les Verts.

 

Après avoir été absent des journées d'été des écologistes à Clermont-Ferrand, l'ex-animateur de télévision avait indiqué qu'il réunirait ses soutiens afin de leur dire comment il voyait son avenir politique. "Il n'est pas prêt", assure au Monde.fr son bras droit, Jean-Paul Besset, mais "il a tenu à dire ce qu'il a sur le cœur".

 

Dans un courrier de six pages, Nicolas Hulot explique qu'il lui semble "un peu désinvolte" de tenir ce rendez-vous "sans pouvoir faire part de décisions concrètes". Il redit qu'à la suite du résultat de la primaire qui a donné une large majorité à Eva Joly, il a été "envahi" par une "tristesse mêlée d'un sentiment de gâchis". Mais malgré l'insistance de son équipe de campagne, M. Hulot ne veut pas d'une réunion où ne s'exprimeraient que les "doutes" et le "dépit".

 

Le père du Pacte écologiste (pdf) www.fondation-nicolas-hulot.org/sites/default/files/pdf/p... revient sur les raisons de son amertume et ne mâche pas ses mots à l'égard des écologistes d'EELV. A ses yeux, ni lui, "ni encore moins" son équipe de campagne, "n'avons la moindre chose à nous reprocher". "L'issue de cette primaire était écrite", assène-t-il. Il a eu l'impression "d'être mis en examen" - allusion transparente à sa concurrente, l'ex-magistrate Eva Joly, l'impression, aussi, "d'être un corps étranger suspect, contraint de démontrer régulièrement sa bonne foi". Une attitude qui l'a profondément "blessé" dit l'ex-candidat, qui tacle au passage ceux qui "ont trahi sa confiance".

  

"EN PROFOND DÉSACCORD" SUR LA LIGNE POLITIQUE"

 

Nicolas Hulot expose ensuite les raisons qui, à ses yeux, expliquent le "rejet" dont il a fait l'objet. Pour lui, c'est clairement le sectarisme des Verts. "Derrière cette attitude majoritaire, se dessine (...) une ligne politique avec laquelle je suis en profond désaccord". Lui le partisan de l'ouverture clame que les écolos doivent être"les artisans de la réconciliation nationale", autonomes de toute autre force politique. Il dénonce ainsi la tentation d'EELV de passer un contrat de gouvernement avec le PS pour 2012 : "A quoi bon mener campagne si, par avance, nous nous résignons à accepter quelques offrandes de situation au détriment de réformes structurelles et structurantes ?" interroge l'écologiste médiatique.

 

Au passage, M. Hulot revient sur l'épisode qui a largement plombé sa campagne : la confidence faite à des journalistes de ses discussions avec Jean-Louis Borloo : "J'aurais dû assumer et non pas me justifier", écrit-il précisant qu'il regrette ce "reniement". Nicolas Hulot n'a visiblement pas compris qu'un tel aveu en pleine compétition écolo ravivait les préventions à son égard. "Parler n'est pas se compromettre ni abdiquer ses convictions", insiste-t-il. Pour lui, l'écologie n'est "pas simplement un programme politique et partisan" mais la "troisième dimension de la politique", hors du clivage gauche-droite.

 

"LES MIASMES DU DÉBAT PUBLIC"

 

Décidément très dépité que le scrutin de la primaire ne lui ait pas permis de faire reconnaître qu'il était "le plus à même de convaincre le plus grand nombre" de l'urgence des solutions écolos, il raconte à nouveau combien les rencontres qu'il a faites l'ont convaincu qu'il était le meilleur candidat possible. Malheureusement, il y avait "la réalité des miasmes du débat public" contre laquelle "[sa] volonté a échoué", écrit-t-il a posteriori.

L'ancien animateur d'Ushuaïa aborde enfin son avenir. Ou plutôt les doutes qui l'assaillent encore. Ses amis l'abjurent de rebondir, de ne pas les laisser tomber. "Rebondir ? (...) pour mieux me cogner encore au plafond ?" répond-il. Lui préfère se donner du temps. "J'ai perdu le nerf de mon énergie", confie-t-il ajoutant qu'il n'a plus confiance dans la politique. "J'ai, en l'état, le sentiment que ma parole se dilue et se disperse au lieu de se préciser". Il pense en tous cas qu'EELV ne lui apporte plus rien, "rien de bénéfique", souligne-t-il.

Pour l'heure, M. Hulot ne sait comment se retourner. Il veut encore réfléchir à la manière d'être utile sans donner aucun indice. Quant à la rencontre promise à ses partisans, il l'organisera "dès que l'horizon se précisera", conclut-il. Un rendez-vous bien flou qui sonne comme un adieu.

 

Sylvia Zappi.

 

www.lemonde.fr/journaliste/sylvia-zappi/

  

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Carnet de déroute du camp Hulot

 

Alors que l’ex-candidat prend ses distances avec Europe Ecologie-les Verts, «Libération» publie le journal de bord d’un de ses proches conseillers lors de sa campagne ratée.

  

Le communiqué à l’AFP est tombé hier comme un couperet. A la veille de l’ouverture des Journées d’été d’Europe Ecologie-les Verts (EE-LV), Nicolas Hulot claque la porte. Après la gifle infligée en juillet par les sympathisants d’EE-LV lors de la primaire, consacrant à une large majorité Eva Joly, sa rivale, comme candidate à la présidentielle, l’ancien animateur d’Ushuaïa a donc «décidé de prendre une distance bienveillante avec EE-LV sans pour autant renoncer à (s)on engagement politique». Nicolas Hulot n’ira donc pas au raout écologiste à Clermont-Ferrand. «La politique a besoin de cohérence et non d’union forcée», juge-t-il. Il n’y aura pas de photo des deux ex-rivaux consacrant l’unité retrouvée autour de Cécile Duflot et de Dany Cohn-Bendit, samedi lors de la plénière de clôture. L’équipe de Joly a tenté de l’amadouer jusqu’au bout. «Eva et Nicolas se sont expliqués longuement au téléphone la semaine dernière. Il n’était pas hargneux», précise un proche de la candidate. «Il veut contribuer sur le fond», assure Yannick Jadot le porte-parole d’Eva Joly. Sa fin de non-recevoir est pourtant sans appel. «Si nous avons des objectifs communs, j’observe que les modalités et l’esprit pour les atteindre divergent», tacle Nicolas Hulot, disant avoir «espéré une autre pratique de la politique». Certains mettront ce forfait sur le compte de l’orgueil blessé de star cathodique, ancien favori des sondages.

 

Le document exclusif que nous publions aujourd’hui en intégralité sur Libération.fr apporte un autre regard. En 50 pages, Matthieu Orphelin, numéro 3 de l’équipe de Hulot, fait la chronique des coulisses d’une campagne ratée. Vice-président de la région Pays-de-la-Loire, il croyait dur comme fer à la possibilité de faire de la politique autrement avec Nicolas Hulot.

 

Voici les principaux extraits d’un récit truffé d’anecdotes. De la ceinture électrique abdominale avec laquelle le candidat piégera Jean-Vincent Placé, le complice de Duflot, aux coups bas de l’équipe de Joly. Sans oublier les appels affectueux de Jacques Chirac et la mésaventure du fils d’Eva Joly qui votera nul en se trompant d’enveloppe.

 

Duflot, soutien souterrain Nicolas Hulot comptait sur le soutien officiel de la numéro 1 du parti qui avait orchestré son retour lors de la création d’EE-LV à Lyon en novembre et entretient des relations amicales avec lui. Le 13 avril, il fait sa déclaration de candidature à Sevran. Matthieu Orphelin écrit : «Retour dans les loges. Le premier texto est de Cécile Duflot, qui félicite Nicolas, qu’elle a trouvé très bon. Elle lui souligne que son compagnon, Xavier Cantat, est dans la salle, ce qui est un signe.» Le message restera lettre morte tant Cécile Duflot, triomphalement réélue à la tête du mouvement à La Rochelle, ne veut pas se mouiller. «Nous n’aurons pas le soutien officiel de Cécile Duflot. Notre secrétaire nationale préféra garder une neutralité apparente que les statuts du parti ne lui imposaient pas, explique l’auteur pour qui, avec le soutien de cette figure emblématique d’EE-LV […], le vote aurait pu être bien différent.» Orphelin n’est cependant pas rancunier. Il ajoute plus tard : «J’avoue qu’elle me convainc de plus en plus ; elle sera une bonne candidate en 2017.»

 

Les coups bas du camp Joly

 

Matthieu Orphelin établit une véritable liste. «Il faut faire face aux coups bas alignés par l’équipe d’en face, avec l’assentiment ou en tout cas le silence complice d’Eva Joly. Dur à encaisser d’autant que la ligne imposée par Nicolas et partagée par nous tous est claire : "pas d’attaques personnelles, pas de polémique politicienne, pas de coups en dessous de la ceinture." Le premier fut donc notre prétendue attachée de presse d’origine nucléaire [elle aurait travaillé chez Areva, ndlr]. Qu’aurions-nous fait d’autre de méchant ? Sergio Coronado (nouveau directeur de campagne d’Eva Joly, qui a remplacé Yannick Jadot à ce poste) et Lemonde.fr nous accusent d’avoir utilisé la base de données du Pacte écologique pour aller chercher des soutiens. Ben non, malheureusement pour nous d’ailleurs, nous ne l’avons pas fait. Lemonde.fr sera obligé de corriger son article.»«Je garde une rancœur particulière pour Coronado, ajoute Orphelin. Il a aligné et orchestré, avec la complicité de Noël Mamère, François de Rugy[député écologiste de Loire-Atlantique]et Patrick Farbias [plume de Duflot et Joly], les coups bas contre nous […]. Je n’ai rien en commun avec des écologistes de ce type. Mais, plus que le comportement de Coronado et de quelques-uns de ses compères, ce qui m’a profondément choqué finalement, c’est que tout le monde a laissé faire.»

 

Borloo, la bourde

 

C’est peut-être la gaffe qui lui coûte les 3 000 voix de retard sur Joly. Le 4 juin au congrès d’EE-LV à La Rochelle, Nicolas Hulot rappelle lors d’un dîner avec une trentaine de journalistes qu’il a envisagé un «court temps» un tandem avec Jean-Louis Borloo, ancien ministre de l’Ecologie, avant de se lancer avec EE-LV. «Vers 23 heures, [l’eurodéputée] Sandrine Bélier me dit qu’il y a un gros problème, que tout le monde est affolé. Je découvre la dépêche AFP en rentrant à l’hôtel. Dans les minutes qui suivent les versions web des journaux se mettent au diapason, les articles pleuvent. La nuit fut courte et longue, entre les textos reçus ("Comment l’avez-vous laissé faire cela ?" et "Il aurait pu éviter" remportent la palme), commente Orphelin. Ce soir-là, je me dis que tout est perdu, que l’aventure s’arrêtera le lendemain. L’étape tourne au désastre. Mais elle révèle aussi les caractères. Nous arrivons le samedi matin à l’espace encan à pied. A l’entrée, Patrick Farbias, une des figures historiques des Verts, crie "Hulot et Borloo n’ont rien à faire chez les Verts" ou quelque chose du style. Il a, littéralement, la bave aux lèvres. Autant de haine exprimée par un seul visage… Cela restera pour moi l’image la plus sordide de cette primaire. Je sais que cela a marqué aussi Nicolas.»

 

Retour vers Nantes avec Florence Hulot, la femme du candidat. Elle «ne comprend pas l’agressivité et la haine qui sont déployées contre Nicolas. Elle le sent si étranger à ce monde politique dont elle découvre le côté glauque. Elle rêve d’un Nicolas au-dessus de tout cela, pourquoi pas à un poste à l’ONU, qui lui irait mieux que ce monde politique un peu pitoyable».

 

L’ami Chirac

 

La relation entre l’ancien président de la République et son ancien conseiller est quasi filiale. Lorsque Hulot annonce qu’il se porte candidat «le premier appel est de Jacques Chirac qui lui souhaite bonne chance». Rebelote le 10 mai. Après la manifestation contre les gaz de schiste, devant l’Assemblée nationale, Hulot sème les «paparazzi» sur son «scooter électrique» pour aller à «son rendez-vous secret, que Nicolas nous révélera dans l’après-midi : c’est Jacques Chirac, dont les bureaux sont proches, qui lui avait proposé de monter lui dire bonjour».

Hulot, dilettante

 

Vedette du petit écran, Nicolas Hulot croyait pouvoir se passer de toute préparation pour affronter les journalistes. Ce n’est que le lendemain du premier tour de la primaire, qu’il se résout à changer de cap. Le 29 juin, «Nicolas a rendez-vous à 12 heures pour un media-training. Il a enfin accepté le principe, alors qu’on tentait sans succès de lui vendre depuis des semaines. Il s’agit de préparer l’interview en direct sur France 3». Une interview qui sera finalement annulée…

Autre épisode révélé par Matthieu Orphelin, la brouille (passagère) de Hulot avec Pascal Durand, son codirecteur de campagne. Les raisons ? «Une proposition de déplacement refusée par le candidat, une réunion mal calée sur l’agenda […], un peu de stress, de mauvaise foi et de fierté.»

 

Hulot et les médias

 

Rompus aux caméras, Hulot et son équipe redoutent paradoxalement la liberté de jugement de la presse politique : «Tour du quartier de Malakoff, à Nantes, sous la houlette d’Aïcha qui y a vécu vingt-cinq ans. L’accueil réservé à Nicolas est incroyable. Chacun veut sa photo (y compris les clients du coiffeur), donne ses encouragements, s’arrête dire un mot. Il n’y a que le boucher qui a une petite phrase un peu pinçante et, comme par magie, c’est celle-là que nous retrouverons dans Libération sur la pleine page qui sera consacrée à ce déplacement. Libération, pourtant mon journal préféré (enfin, jusqu’à cette primaire, maintenant je lui fais la gueule), aura un traitement très pro-Jolyste tout au long de la campagne.»

 

Conclusion

 

«Je pense que le spectacle offert, finalement assez indécent, et notamment les petites phrases fratricides de certains auront détourné des électeurs de la route (et du vote !) EE-LV. Je me trompe peut-être. Rendez-vous au printemps prochain, et on verra si EE-LV est plus proche des 1,57% de la dernière élection présidentielle ou des 13% dont était crédité Nicolas Hulot par certains instituts de sondage», termine Orphelin.

 

Matthieu Ecoiffier.

www.liberation.fr/auteur/1870-matthieu-ecoiffier

 

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Nicolas Hulot: «Si j’ai été triste, c’est pour l’écologie, et cela n’a duré qu’un temps»

 

Une séquence introspection pou mieux faire comprendre ses choix. Le candidat malheureux à la dernière élection présidentielle, Nicolas Hulot, revient dans son dernier livre Plus haut que mes rêves, qui sort ce mercredi, sur son parcours professionnel, avec un regard particulièrement acéré sur la présidentielle de 2012 et la «campagne calamiteuse» qui a précédé la primaire d’Europe Ecologie-Les Verts.

 

«Je voulais expliquer certaines choses, notamment pourquoi j’ai décidé d’être candidat à la présidentielle et aux primaires EELV, à ceux qui veulent prendre le temps de comprendre», explique Nicolas Hulot à 20 Minutes. «Dans un monde d’information où l’on doit expliquer les choses complexes dans des formats très courts, un livre, ça permet de personnaliser les choses, qui ne sont jamais toutes blanches ou toutes noires, qui ne s’expliquent pas en deux phrases, mais dans un parcours de vie.»

 

L’arène politique

 

L’ancien animateur effectue donc un retour en arrière, retrace son enfance puis sa carrière, de ses débuts de photographe pour l’agence Sipa, à ses émissions option casse-cou pour France Inter, jusqu’à Ushuaïa, le magazine de l’extrême, Opération Okavango et Ushuaïa Nature. Une autobiographie qui révèle les origines de son engagement écologique, ainsi que son évolution. «Ma vie est un chemin le long duquel j’ai abandonné un à un mes préjugés -je pensais la planète immense et très résistante alors qu’elle ne l’est pas, que l’abondance était la norme alors que c’est la rareté qui l’est…», dit-il.

 

Ce chemin de vie l’amènera à entrer dans l’arène politique, dès 2007 avec le Pacte écologique, qui verra la naissance du Grenelle de l’environnement. Hulot raconte aussi les circonstances de l’annonce de sa candidature à l’élection présidentielle de 2012, dans le giron d’EELV, née quelques mois plus tôt, et sa campagne pour la désignation du candidat du parti. Une campagne faite de «stratégies minables, (de) petites alliances, tout au ras du sol», au sein d’un parti dont il dénonce le «sectarisme» et où «les flèches empoisonnées fondent», jusqu’à l’annonce de sa défaite en juillet 2011.

 

«J’ai écrit sans amertume ni animosité. C’est une expérience que je ne regrette pas. Certains parlent de moi comme du candidat malheureux, triste de ce qui lui est arrivé. Si j’ai été triste, c’est pour l’écologie, et cela n’a duré qu’un temps», indique Nicolas Hulot, soulignant qu’il a surtout voulu montrer «à quel point il est difficile de faire comprendre aux gens des sujets de fond lorsqu’on est rattrapé par des petites choses qui n’ont aucun rapport, par la politique politicienne».

 

«Cesser la politique politicienne»

 

Car, affirme-t-il, s’il s’est lancé dans la bataille présidentielle, c’est pour amener l’écologie sur le devant de la scène. «Il y a un extraordinaire paradoxe qui n’est toujours pas résolu aujourd’hui: l’écologie est un enjeu universel mais qui est dans de nombreux pays porté par de petits partis. Les formations les plus importantes n’ont toujours pas compris que l’écologie était l’enjeu majeur du XXIe siècle, et devait à ce titre être le déterminant majeur de leur politique et de leur réflexion. Je ne peux pas m’en accommoder, j’essaye de faire en sorte que cela change.»

 

Et ce, désormais, en tant qu’envoyé spécial du président de la République pour la protection de la planète. Une façon pour lui de sortir de la politique partisane à laquelle il s’est frotté en 2011 et de faire avancer l’écologie au niveau mondial. En France aussi, l’ancien candidat appelle «les politiciens à changer d’état d’esprit». «Dans la perspective de la conférence climat 2015 qui doit se tenir à Paris, les politiciens doivent cesser la politique politicienne et développer un état d’esprit coopératif et constructif. La France et le monde ont une carte vitale à jouer en 2015. Il faut passer à une autre phase, non-partisane, de l’engagement politique.»

 

Bérénice Dubuc.

 

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Le film "Le Syndrome du Titanic" : vimeo.com/64741962

 

Le Syndrome du Titanic est un film documentaire réalisé en 2008 par Nicolas Hulot et Jean-Albert Lièvre, sorti le 7 octobre 2009

 

fr.wikipedia.org/wiki/Le_Syndrome_du_Titanic

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Le film "Une Vérité qui Dérange" : www.youtube.com/watch?v=GZ4izGzj9r0

 

Une vérité qui dérange (An Inconvenient Truth) est un documentaire américain de Davis Guggenheim sorti en 2006. Traitant du changement climatique, il est basé en grande partie sur une présentation multimédia que Al Gore, ancien vice-président des États-Unis et prix Nobel de la paix en 2007 (partagé avec le GIEC) a préparé pour sa campagne de sensibilisation sur le réchauffement planétaire

 

fr.wikipedia.org/wiki/Une_vérité_qui_dérange

 

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Photographie de Sébastien Duhamel, professionnel de l’image : www.sebastien-duhamel.com/présentation-références/

 

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Wiese am Hafen 77 an der Kiellinie, Kiel-Wik, Im Hintergrund das Hochhaus in der Quinckestraße.

fr.wikipedia.org/wiki/Cimeti%C3%A8re_de_Passy

 

Le cimetière de Passy est un cimetière célèbre de Paris, dans le 16e arrondissement. Il se situe à l'angle formé par l'avenue Georges-Mandel, la place du Trocadéro et l'avenue Paul Doumer avec une entrée au 2 rue du Commandant Schlœsing.

Au début du XIXe siècle, plusieurs nouveaux cimetières remplacèrent les anciens de Paris. Hors des limites de la capitale furent créés le cimetière de Montmartre au nord, le cimetière du Père-Lachaise et le cimetière de Belleville à l'est, et le cimetière de Montparnasse au sud. Au cœur de la ville, le cimetière de Passy fut construit.

Ouvert en 1820 dans les quartiers résidentiels et commerciaux chics de la rive droite près de l'avenue des Champs-Élysées, ce petit cimetière était devenu en 1874 la nécropole aristocratique de Paris. C'est le seul cimetière de la ville dont la salle d'attente est chauffée.

Après la Seconde Guerre mondiale, le mur du cimetière de Passy fut orné d'un bas-relief en l'honneur des soldats. Ce magnifique cimetière est ombragé par des châtaigniers et la Tour Eiffel le surplombe depuis la rive opposée de la Seine.

Português

pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_de_S%C3%A3o_Jo%C3%A3o_de_Alp...

 

A Igreja de São João de Alporão localiza-se na freguesia de Marvila, cidade de Santarém, Concelho e Distrito de Santarém, em Portugal.

 

Encontra-se junto à Torre das Cabaças, em pleno centro histórico da cidade, constituindo um dos seus monumentos mais emblemáticos. Este templo, provavelmente o melhor exemplar da arte românica no sul do país (isto é, na zona a sul da região das Beiras), data do século XII, tendo pertencido à Ordem dos Hospitalários. Foi profanado no século XIX, albergando actualmente o núcleo de arqueologia do Museu Municipal de Santarém. Encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1910.

 

História

 

Nos séculos XIII e XIV, a igreja integrava um complexo monacal situado junto da porta de Alpram ou de Alporão, que se denominava Mosteiro de São João do Hospital, pelo que se pensa que uma das funções do templo junto à porta teria sido a de proteger o acesso militar à cidade pelo lado nascente e vigiar a entrada de judeus na cidade, de acordo com as regras estabelecidas entre os cristãos e aquela minoria étnica. Do primitivo conjunto conventual, restam, junto à fachada sul, alguns vestígios de um claustro e de casas de um pequeno cenóbio.

 

A fundação deste templo deve-se, de facto, à Ordem de São João do Hospital, cuja fixação na então vila se deu entre 1159 e 1185. O período exacto de construção da igreja é desconhecido, apesar de não restarem dúvidas de ocorreu nas últimas décadas do século XII. A campanha artística continuou para além da construção, facto que explica a forte presença de elementos característicos do estilo gótico, nomeadamente na cabeceira.

 

A igreja era inicialmente ladeada por uma pesada torre românica circular, que flanqueava a fachada lateral a norte e que reforçava o carácter fortificado do conjunto. Esta torre foi demolida em 1785 para permitir a passagem do coche real de D. Maria I, numa visita efectuada por esta soberana à então vila de Santarém. Com a extinção das ordens religiosas masculinas, em 1834, a igreja foi profanada e passou a servir de teatro, até que, em 1877, aqui foi instalado o Museu Distrital de Santarém, antecedente do actual núcleo museológico.

 

Caracteristicas

 

A igreja de São João de Alporão constitui um caso único na arquitectura medieval portuguesa, constituindo um produto híbrido no qual coexistem soluções românicas e outras já nitidamente góticas, característica que confere a este templo um estatuto ímpar no panorama arquitectónico de Santarém e até do país. Da primeira linguagem arquitectónica, são representativos a estrutura maciça da nave, o carácter fortificado do conjunto, a presença de contrafortes e a feição do pórtico, com arquivoltas em arco de volta perfeita. Do estilo gótico, é característica sobretudo a cabeceira, de planta poligonal e com amplas janelas ogivais, e a galeria que se desenvolve para lá capela-mor, considerada como a primeira galeria gótica em Portugal, e que ou constitui um deambulatório primitivo, ou se destinava a acesso à torre românica que outrora ladeava a igreja.

 

O corpo central da frontaria é flanqueado por botaréus. O portal desenha-se dentro de um vetusto gablete de empena de bico, com cinco arquivoltas de arcaria românica reentrante, desprovidas de decoração, e é sobrepujado por uma rosácea. No flanco norte, sobre um portal gabletado, de características e proporções idênticas, corre junto à cachorrada uma bordadura de modilhões. Junto à escadaria descendente que conduz à igreja estão colocados, de ambos os lados, dois elefantes de mármore, um trabalho indo-português do século XVIII.

 

O interior, de uma só nave, tem abside de dupla arcaria separada por colunelos, donde irrompem as nervuras da abóbada. De facto, a cobertura da nave é em abóbada de cruzaria, com arcos de volta perfeita de tripla nervura. As fachadas norte e sul são apoiadas em seis pilastras cortadas em bisel, reforçando interiormente os contrafortes e pilastras do exterior. A cabeceira é rematada por modilhões de recorte idêntico aos de outros edifícios góticos da cidade. Os capitéis das colunas adossadas, de onde arranca o arco triunfal, apresentam variedade de motivos decorativos, predominando os floreados.

 

O espólio do museu é constituído por peças arqueológicas provenientes dos templos e conventos profanados ou destruídos na antiga vila. Destas peças, destacam-se várias lápides sepulcrais e mausoléus, nomeadamente o túmulo de D. Duarte de Menezes, proveniente do Convento de São Francisco, e constituído por um arcossólio de pedraria magnificamente lavrada. Sobre a tampa, encontra-se a estátua jacente, encimada por um baldaquino flamejante. A igreja alberga ainda os túmulos de João e Martim de Ocem, provenientes do já desaparecido Convento de São Domingos, e que datam da primeira metade do século XV. A arca tumular de Martim Chichorro, filho bastardo de D. Afonso III, foi transferida do Convento de Santa Clara, e é decorada nas testeiras com relevos naturalistas, com o Calvário e com uma Virgem com o Menino, abrigados sob arcos trilobados. O espólio deste museu inclui ainda capitéis árabes, fragmentos cerâmicos, portais e fragmentos de janelas, bem como diversas pedras brasonadas.

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English: en.wikipedia.org/wiki/Marv%C3%A3o

is a municipality in Portalegre District in Portugal. The population in 2011 was 3,512, in an area of 154.90 km².The present Mayor is Vitor Martins Frutuoso, elected by the Social Democratic Party. The municipal holiday is September 8.

Perched on a granite crag of the Serra de São Mamede, Marvão's name is derived from an 8th-century Muladi duke, named Ibn Marwan. Ibn Marwan used the fortress as a power base when establishing an independent statelet ("emirate", duchy) - covering much of modern-day Portugal - during the Emirate of Cordoba (884-931 CE). The castle and walled village were further fortified through the centuries, notably under Sancho II of Portugal (13th century) and Denis of Portugal.

History

Commanding spectacular views across the Tagus basin and Serra de Estrela to the north, the fortified rock of Marvão has been a site of significant strategic importance since the earliest human settlements. Today lying on the 'raia' that divides Portugal and Spain, Marvão has consistently stood on a frontier zone between peoples: Celtici, Vettones and Lusitani (4th-2nd century BCE); Lusitanians and the Romans of Hispania Ulterior (2nd-1st century BCE); migratory Suevi, Alans, Vandals and Visigoths (5th-7th century CE); conquering moors and Visigoths (8th century); muwallad rebels and the Cordoban emirate (9th-10th century); Portuguese nation-builders and Moors (12th-13th century); Templars and Hospitallers (12th-14th century); Portuguese and Castilians (12th century-present day); Liberals and Absolutists (19th century); the fascist regimes of Salazar and Franco (20th century).

Marvão's natural assets have contributed to the 'uniqueness' of this remote village as perceived by visitors today: (i) as nigh-impregnable 'eagle's nest' fortress - perched high on a granite crag, and bordered on the south and west by the Sever river; (ii) as vital lookout-point towards the Alcántara Bridge (70 km (43 mi) away), a wide stretch of the Tagus basin and the Serra de Estrela; (iii) as a gateway to Portugal from Spain via the Porta da Espada ('Sword Gate') mountain pass of the Serra de São Mamede. These assets have ensured its status as the 'Mui Nobre e Sempre Leal Vila de Marvão' (Very Noble and Ever-Loyal Town) into the present day.

Página oficial: www.cm-marvao.pt/pt/

História

A utilização dos rochedos de Marvão para refúgio de povoações assoladas por povos invasores, como atalaia ou como ponto estratégico em termos estritamente militares, datará, pelo menos, do período romano. Podemos referir os seguintes factos históricos cabalmente documentados:

Período Romano e Alta Idade Média

Se no séc. X, o que é hoje Marvão, era identificado pelo historiador cordovês Isa Ibn Áhmad ar-Rázi, por Fortaleza de Amaia e por Fortaleza de Amaia-o-Monte, entre outras designações, tal facto levanta a hipótese de que existiria fortificação no topo do monte que teria servido a cidade de Ammaia, fundada no séc. I, durante a sua existência.

Período Árabe - séc. IX

No séc. X, Marvão era identificada, pelo historiador cordovês acima referido e para além das designações já aludidas, por Monte de Amaia e por Amaia de Ibn Maruán. Ibn Maruán, de seu nome completo 'Abd ar-Rah.ma:n Ibn Marwa:n Ibn Yu:nus al-Jillí:qi (Ab-derramão filho de Marvão filho de Iúnece - i. e. Johannes-João - o Galego), era um muladi de nobre estirpe emeritense que se celebrizou no último quartel do séc. IX como rebelde e caudilho de guerra contra o Emirato

de Córdova. A Fortaleza de Ammaia servia então como refúgio estratégico ao (re)fundador de Badajoz quando, nesta capital, se sentia ameaçado. Assim aconteceu no ano de 884 perante a aproximação das tropas do Emir Muhâmmad, ameaçando destruir a cidade e fugir para o seu Monte: Marvão.

Período da Reconquista - 1160/1166

Na sua campanha de 1160/1166, o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, terá conquistado Marvão, embora não se saiba se definitivamente, tendo em conta a contra-ofensiva de Almansor, entre 1190/1191, até à linha do Tejo.

Foral de 1226

Em 1226, D. Sancho II atribui a Marvão o seu primeiro foral, um dos primeiros forais régios no Alentejo.

D. Dinis apodera-se de Marvão

A importância estratégica de Marvão - e de outros Castelos da raia - levam D. Dinis a disputa-lo a seu irmão D. Afonso, no ano de 1299, apoderando-se da fortificação.

Crise de 1383-1385

Tomada do Castelo por forças partidá-rias do Mestre de Avis sendo alcaide Fr. Pedro Álvaro Pereira, Prior do Crato, Fronteiro-mor do Alentejo e alcaide de Portalegre, após renhido combate que durou meio dia.

Guerra da Restauração, 1641-1668

A partir da restauração da independência, a velha fortificação medieval é reabilitada face às novas tecnologias de guerra, ficando abaluartada nas zonas sensíveis e transformando-se o Castelo na sua cidadela. No decorrer da guerra desempenha um importante papel na defesa do Alto Alentejo. Registaram-se dois ataques importantes à fortaleza: em 1641 e em 1648, este último sob o comando do Marquês de Lagañes.

Guerra da Sucessão de Espanha, 1704-1712

Após a queda de Castelo de Vide, a 24 de Junho de 1704, entregou-se a Praça de Marvão, sem batalha. Mais tarde, tendo a população, o governador francês dos paisanos mandou aprisionar a população, enforcar, para exemplo, alguns populares, e enviar outros sob prisão para Castela, incluindo os frades do Convento de Nossa Senhora da Estrela. A Praça foi posteriormente tomada pelo exército português comandado pelo Conde de São João. Frente ao Baluarte das Portas da Vila, distinguiu-se o ataque desferido pelo terço de infantaria portuguesa comandado pelo Conde de Coculim.

Guerra dos Sete Anos, 1756-1762

Em Novembro de 1762, Marvão sofreu um ataque surpresa por parte do exército espanhol, durante as últimas operações.

Testemunho da importância estratégica da Praça, 1796

Tenente Coronel Engenheiro, Tomás de Vila Nova e Sequeira: A posição que tem na linha da Fronteira a faz importante para a sua defesa, porque de Valência de Alcântara ou de Albuquerque para Portalegre, para o Crato, para Castelo de Vide e também para Ribatejo, não há outra estrada por onde se possa conduzir artilharia que a do Porto da Espada, que passa à vista da Praça no sítio a que chamam o Prado, e por ela também é que se pode levar artilharia contra a mesma Praça.

Guerra das Laranjas, 1801

A Praça de Marvão sofre vários ataques, resistindo sempre.

Guerras Peninsulares, 1807-1811

No dia 25 de Junho de 1808, a Praça, governada pelos franceses, sofre um assalto vitorioso por parte de um corpo de voluntários valencianos (Valência de Alcântara) chefiados por D. Mateus Monge. Os espanhóis foram instigados pelo destemido escrivão do geral da vila (ou Juís de Fora?) de Marvão, Joaquim António da Cruz, que se havia refugado em Espanha após uma sua tentativa, malograda, de sublevação da população. O assalto foi comandado pelo Tenente-Coronel espanhol D. Vicente Perez e pelo Tenente-Coronel graduado de milícias, D. Pedro de Magalhães, filho do arquitecto português Teodoro Magalhães.

Guerras Liberais, 1832-1834

Em Junho/Julho de 1833, a Praça de Marvão, comandada pelo miguelista Coronel Francisco da Silva Lobo, resiste às intimações de rendição feitas pela guerrilha constitucional, por sua vez comandada pelo antigo coronel do exército espanhol, D. Manuel Martini. Neste período, servia de refúgio, base de apoio logístico e ponto de partida para incursões em Espanha, aos carlistas que acompanhavam o infante espanhol, D. Carlos Maria Isidro (1788-1855). Decorria em Espanha a Primeira Guerra Carlista ou Guerra dos Sete Anos (1833-1839), sendo os carlistas comandados pelo brigadeiro D. Fernando Peñarola. Em 12 de Dezembro de 1833, é conquistada a Praça de Marvão pelas tropas liberais, reunidas sob a designação de Legião Patriótica do Alentejo, com ajuda de tropas espanholas e com a cumplicidade de elementos do interior da fortaleza. De Dezembro de 1833 a 26 de Março de 1834, Marvão é cercada pelas tropas miguelistas, sob o comando do Brigadeiro António José Doutel.

As tropas liberais, comandadas pelo General António Pinto Álvares Pereira, eram abastecidas a partir do território espanhol. Foram socorridas, a 22 de Março de 1834, por forças vindas de Espanha, comandadas pelo Tenente-General José Joaquim de Abreu. O cerco levantado a 26 de Março é referido em documento militar de 1861, de forma muito elogiosa e nos seguintes termos: A esta Praça está ligado um facto histórico que muito a honra; foi o memorável sítio que ela sustentou por uns poucos de meses em 1834, tornando-se, por este feito d'armas, o baluarte da liberdade na Província do Alentejo.

 

Guerra civil em consequência das rebeliões da Maria da Fonte (1846) e da Patuleia (1847)

Entre 23 e 25 de Julho de 1847, a praça foi ocupada pelo General espanhol, Concha.

 

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WIK op de MBC, vragen via sanderraeymaekers@gmail.com

 

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Régi képek újragondolva második rész.

fr.wikipedia.org/wiki/Jardin_des_plantes_de_Paris

 

Le Jardin des plantes est un jardin botanique ouvert au public, situé dans le 5e arrondissement de Paris, entre la mosquée de Paris, le campus universitaire de Jussieu et la Seine. Il appartient au Muséum national d'histoire naturelle et est, à ce titre, un campus universitaire.

Placé sous le patronage de Buffon jusqu'en 1788, il s'étend sur une superficie de 23,5 hectares.

Une École de Botanique et un Jardin écologique s'alignent entre les serres et la Seine : la première présente les végétaux par familles et permet d'appréhender leurs caractéristiques, le second est un milieu composite des régions tempérées, où l'on observe les populations végétales et animales dans leur évolution naturelle.

Regroupant 4 500 variétés d'arbustes et de plantes, l' école de botanique a été créée par le botaniste André Thouin au XVIIIe siècle. Elle vise à présenter de manière raisonnée au public et aux botanistes les espèces susceptibles de vivre en plein air en Europe. Elle comprend également des arbres historiques. Plusieurs cours hebdomadaires y sont dispensés par les jardiniers du Muséum.Entre l'école de botanique et la ménagerie, le jardin alpin, créé en 1931 (à la place d'une pépinière), vise à étudier les plantes arbustives et herbacées des milieux montagnards du monde entier (Himalaya, Alpes, Corse). Il compte plus de 2 000 plantes sur deux zones reliées par un passage souterrain. Ce jardin comporte un pistachier mâle à partir duquel le botaniste Sébastien Vaillant mit en évidence la sexualité des végétaux au XVIIIe siècle.

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