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A importância dos elementos da cultura africana para a construção de nossa própria cultura foi destacada pelo professor Marialvo, que abriu a série de pronunciamentos da noite. "Toda a nossa tradição veio de lá", disse o vereador, referindo-se ao território africano, berço da cultura brasileira. Ele destacou a importância de se ter compromisso com o resgate e a valorização da religião que carrega essa simbologia.

 

"É preciso valorizar o sagrado", resumiu Crstianizio Francisco de Almeida, presidente da Associação Religiosa Ilê Axé Ifi Faroni e um dos palestrantes da sessão solene, ao defender o respeito à religião de matriz africana, que ainda é encarada por alguns segmentos como folclore. Ele disse que na sociedade contemporânea não deve haver mais espaço para a intolerância religiosa, bem como para qualquer tipo de discriminação.

 

Também falaram sobre a importância da herança africana Aristides Mascarenhas, presidente da Fenacab, e Danyel Nagô França dos Santos, do Terreiro Ojú Oyá. Mas o ponto alto da sessão foi a homenagem prestada ao ex-vereador Renildo Brito, que teve atuação de destaque em defesa do movimento negro, conforme frisou a diretora do Núcleo Cultural e Educacional Odungê, Lurdes Santana.

 

Ainda durante a solenidade, a dirigente do Odungê entregou ao presidente da Câmara, Antônio Carlos Passos Ataíde, projeto para a criação de uma Frente Parlamentar Municipal de Política Pública e Promoção da Igualdade Racial, Indígena e Cigana. De acordo com o projeto, deverão compor o grupo para formação da frente, além dos vereadores, conselheiros municipais de desenvolvimento social e representantes das comunidades negra, indígena e cigana.

 

A sessão solene comemorativa do Dia da Religião de Matriz Africana foi presidida por Antônio Carlos Passos Ataíde, que compôs a mesa ao lado do juiz da Vara da Infância e Juventude de Feira de Santana, Walter Ribeiro Costa Júnior, e os três palestrantes. No plenário, representantes de entidades negras, terreiros, blocos afro e afoxés da cidade, vereadores e autoridades municipais.

 

Fonte: jusbrasil

A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifícios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vítima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.

   

A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a província da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela província da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.

 

A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino Espírito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada às 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.

 

Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom Aloísio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.

 

Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo Abílio Ribeiro ss.cc.

   

Padroeiros:

 

A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS

  

site da paróquia

A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifícios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vítima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.

   

A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a província da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela província da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.

 

A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino Espírito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada às 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.

 

Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom Aloísio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.

 

Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo Abílio Ribeiro ss.cc.

   

Padroeiros:

 

A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS

 

site da paróquia

Montevideo's historic district's main square. It's real name is 'Plaza Constitución' (Constitution Square) but is popularly named as 'Plaza Matriz'.

 

By Andrés Bentancourt

 

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Montevideo's historic district's main square. It's real name is 'Plaza Constitución' (Constitution Square) but is popularly named as 'Plaza Matriz'.

 

By Andrés Bentancourt

 

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Interior da igreja Matriz de Oleiros

O mais precioso pergaminho com que Mangualde pode documentar a sua longínqua origem, a Igreja Matriz. A igreja levantada tão longe do povoado deriva de um pequeno monasterium estabelecido nesse lugar nos meados do séc. XII, transforma-se em Igreja Matriz de S. Julião, também altura da criação do concelho em Azurara (1102).

A actual igreja é de fundação dionisíaca do séc. XIII-XIV, restando desse tempo apenas o portal de volta quebrada da fachada sul, algumas pedras sigladas e os cachorros românico-góticos da fachada sul. Em 26 de Fevereiro de 1838 a frontaria ruiu, sendo reconstruída em 1841, não se guardando nessa reconstrução as características da sua primitiva feição.

A capela-mor oferece um belíssimo conjunto de talha dourada de estilo nacional iniciado em 1709. O tecto apainelado, formado por 18 caixotões pintados por artista de recursos que representam apóstolos, doutores da igreja, Nossa Senhora e S. Julião. Existem ainda várias tábuas de pintura maneirista pintadas em 1635 por António Vieira, pintor de Lamego, para o antigo retábulo.

No adro existem três sepulturas escavadas na rocha a descoberto da antiga necrópole medieval.

Foi classificada como Imóvel de Interesse Público, através do Dec. nº31/83, Diário do Governo de 9 de Maio. www.cmmangualde.pt/default.asp?pag=html/conteudo75.htm

 

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Combinacion de la matriz FODA

Antiga Matriz de Santo Antônio, foi demolida para dar lugar para atual catedral

Nikon D60 + nikkor 18-55mm

Entrada da Igreja Matriz de Santo Antônio em Guaratinguetá / SP

 

17o. Passeio do VALE FOTO CLUBE em 25 de outubro de 2009.

 

DOMUS MEA DOMUS ORATIONIS EST é Minha casa é casa de oração. em latim.

 

Fonte:

www.hkocher.info/minha_pagina/dicionario/d08.htm

Título: Igreja Matriz

Autor: Gonçalo Coelho

Procedência: Biblioteca Municipal de Moimenta da Beira

Data: 2014

Dimensões:

Observações: Fotografia digital

 

"O retábulo da capela-mor, do barroco estilo nacional, é constituído por dois pares de colunas tipo salomónico em espiral, prolongadas pelos arcos de remate.Têm a ornamentá-las, além de atlantes que suportam as colunas exteriores, as uvas a representar a vinha, aves eucarísticas a debicar os bagos, figuras angélicas, folhas de acanto e, nos remates, peças radiantes animadas com cabeças também angélicas. No topo de remate das colunas interiores está uma pomba representando o Divino Espírito Santo, orago da freguesia. Lateralmente, um pouco acima do nível da banqueta, entre as colunas e entre elas, encontram-se as mísulas de dois nichos com as imagens da Santíssima Trindade do lado do Evangelho e de Nossa Senhora do Amparo da Epístola.

No camarim, profusamente ornamentado, está o trono com 5 degraus em pirâmide, tudo ao mesmo estilo, tendo o último a figuração dum sol radiante, que serve como que de espaldar ao Santíssimo, quando exposto em custódia nos dias mais solenes. O Sacrário afigura-se uma autêntica planta de acanto, tendo um anjo a sustentá-lo e mais dois por cima da porta em posiçao de glorificação ao Senhor. No altar-mor destaca-se o frontal de talha miúda, baixo relevo a imitar damasco, com uma sanefa a encimálo e uma cruz ao centro.

As caixas laterais do púlpito, este em pedra sem guarda-voz, têm por base uma pirâmide invertida e estão ornamentadas com relevo em talha estilo rocaille da segunda metade do Seculo XVIII e com molduras a imitar os mármores raros do convento de Mafra.

Os tectos, recobertos por abóbadas de berço, estão repartidos por caixotes com fundo de madeira e orlados de molduras salientes com florões nas intersecções.

As tábuas dos caixotes da nave - 15 ao comprimento por 7 transversais, portanto 105 ao todo - foram pintadas com motivos florais, que o tempo foi apagando e mal se reconhecem agora após a limpeza na reconstrução de há meio século, em que também se deu um toque de pintura a castanho. As dos caixotões da capela-mor, em número de 28, têm pintadas a oléo figuras de santos, representando o Apostolado, Doutores da Igreja e outros da devoção. Com efeito, entre outros vêem-se S. João, S. Pedro. S. Paulo, S. Tiago Menor, S. Mateus, S. Gregório, Santo Ambrósio, Santa Luzia, Santa Bárbara e os portugueses Santo António, S. Gonçalo e a muito venerada Santa Quitéria."

 

Fonte: MAGALHÃES, Manuel Alcino(2006), Ariz: Um pouca da sua história (2.ª ed.)(88-92). Viseu: Eden Gráfico, S. A.

Pitty em Porto Alegre - Foto: Taty Larrubia

A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifícios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vítima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.

   

A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a província da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela província da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.

 

A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino Espírito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada às 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.

 

Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom Aloísio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.

 

Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo Abílio Ribeiro ss.cc.

   

Padroeiros:

 

A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS

 

site da paróquia

Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição

Construída em 1880, é uma das mais antigas edificações do município. A arquitetura possuía características coloniais, antes de ter sofrido algumas reformas, durante a gestão do Padre Erfo.

 

O povoado de Pendência nasceu ao redor da matriz, localizada à Praça Monsenhor Tabosa.

 

Na Igreja, estão sepultados alguns dos benfeitores de Pacoti, inclusive o alemão Padre Quiliano (Fridollin Mitnnat), que chegou a esta cidade como fugitivo da I Guerra Mundial, onde residiu até os últimos dias de vida.

 

FONTE- www.pacoti

 

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Bandeiras do Brasil e Rio Grande do Sul.

Porta da Igreja Matriz de Cunha-SP

Foto: Luciana Perez

 

Praça da Matriz - Porto Alegre - RS

Tivemos nessa manhã de domingo, dia 27 de outubro, o primeiro batizado celebrado pelo nosso diácono Henrique Ferreira Albuquerque. Foram 11 crianças a receberem o Santo Batismo, onde em cada uma se "...realiza o nascimento à partir da água e do espírito" (Jo 3,5).

Muito coincidentemente, num dia dedicado a São Frumêncio, bispo na Etiópia, a primeira comunidade cristã da África, onde logo na sua chegada fez o batismo do rei local, Ezana, e de muitos de seus súditos.

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Igreja Matriz de São Lourenço

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A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifícios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vítima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.

   

A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a província da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela província da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.

 

A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino Espírito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada às 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.

 

Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom Aloísio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.

 

Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo Abílio Ribeiro ss.cc.

   

Padroeiros:

 

A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS

 

site da paróquia

A Matriz da Paróquia dos Sagrados Corações é rodeada de edifícios e estabelecimentos comerciais. É bem verdade que não é a única Igreja desta larga rua, mas sua doce arquitetura, lembrando o estilo Romano, faz dela um monumento singular. Sua fachada é constantemente vítima de pichações, porém maior que o vandalismo é a perseverança da Paróquia, que diversas vezes já superou o problema com sucessivas restaurações.

   

A Congregação dos Sagrados Corações chega ao Brasil em 1925, quando a província da Holanda enviou os três primeiros missionários, entre os quais o servo de Deus Pe. Eustáquio van Lieshout, hoje Beato Eustáquio Aos 28 de julho de 1932 chegaram os cinco primeiros enviados pela província da Espanha. Eram eles; Padres Recaredo Ventosa, Nicolau Guardia, Raimundo Fuentes, Teodósio Castilha e Miguel de Léon. O Cardeal Dom Sebastião Leme confiou a estes últimos a Paróquia de N. S. do Desterro, em Campo Grande. Depois a de Oswaldo Cruz e a de Santa Rita de Turiassú. E tinha prometido também uma Paróquia no centro. Foi escolhido então o bairro da Tijuca, onde os padres chegaram em 1934. Começou-se então a procura de um lugar para a sede da futura Paróquia dos Sagrados Corações. Foi alugada uma casa na rua Desembargador Isidro e depois uma mais espaçosa, com um salão, à rua Conde Bonfim, 406. Mais tarde achou-se um terreno para a construção definitiva nesta mesma rua, nos número 474 e 476.

 

A fundação canônica da Paróquia verificou-se aos 31 de maio de 1936, Festa do Divino Espírito Santo. A missa, solene e cantada, foi celebrada às 09:00 h por Mons. Francisco de Assis Caruso, no local onde está hoje a Igreja definitiva. Foi nomeado como primeiro pároco o Pe. Alberto Alvarez, com provisão canônica do Cardeal Dom Sebastião Leme, datada de 26 de maio de 1936.

 

Em seguida uma série de acontecimentos: aos 17 de junho de 1941 iniciaram-se a obras de construção do convento e do salão paroquial; aos 19 de março de 1942 o Núncio Apostólico Dom Aloísio MaselIa fez a benção da Igreja dos Sagrados Corações, funcionando provisoriamente no salão e, aos 8 de setembro de 1946, foi lançada solenemente a Pedra Fundamental da futura e definitiva Igreja Matriz. Em maio de 1947 terminou a demolição das antigas construções de duas casas, onde a comunidade religiosa tinha morado oito anos, no andar superior, ficando a parte de baixo como salão paroquial.

 

Aos 16 de março de 1952, Dom Jaime de Barros Câmara inaugurou a nova Matriz, iniciada em 1947 e que media 19 por 24 metros. A seguir aconteceram outros melhoramentos sucessivos: bancos, sinos e toda a organização paroquial, com suas Associações Religiosas e Serviços Pastorais. Os párocos também se sucederam através dos anos, sempre coadjuvados por outros religiosos da Congregação dos Sagrados Corações, sendo Pároco atualmente o Pe. Geraldo Abílio Ribeiro ss.cc.

   

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A celebração do Sagrado Coração de Jesus acontece na segunda sexta-feira após a festa de Corpus Christi e a do Imaculado Coração de Maria se realiza no sábado logo após o Sagrado Coração de Jesus que são comemorados com uma linda festa, que chamamos de: FESTA DOS PADROEIROS

 

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In Ponta Delgada city. Sao Miguel - Acores

Centro da Cidade.

Vista Parcial da Igreja Matriz.

Ponta Delgada

São Miguel

Açores

Portugal 2006

Igreja Matriz de Monção. Portal.

 

Fotógrafo: Mário Novais (1899-1967).

Fotografia sem data.Fotógrafo: Mário Novais (1899-1967).

Fotografia sem data.

 

[CFT003.75559]

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